O óbolo da viúva, com Marcos Bragatto | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: O óbolo da viúva. ESE, cap. 13, itens 5 e 6. Palestrante: Marcos Bragatto Direção: Maria de Lourdes Oliveira Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Boa tarde, amigos. Vamos ouvir a lição 36 dessa obra do nosso Chico pelo também nosso Emânel. Diz assim a lição, principiada por uma passagem que tá lá em João, como Jesus nos ensina, não se turbe o vosso coração. E daí vem Emanuel nos elucido, querido amigo: "Guarda contigo o coração nobre e puro. não afirmou o Senhor, não se vos obscureça o ambiente ou não se vos ensombre o roteiro, porque criatura alguma na experiência terrestre poderá marchar constantemente a céu sem nuvens. Cada berço é início da viagem laboriosa para alma necessitada de experiência. Ninguém se forrará aos obstáculos. O pretérito para grande maioria de nós outros, os viandantes da terra, levantará no território de nosso próprio íntimo os fantasmas que deixamos para trás, vagueantes e sepultos, a se exprimirem naqueles que ferimos e injuriamos nas existências passadas e que hoje se voltam para nós a afeição de criadores inflexíveis. solicitando reconsideração e resgate, serviço e pagamento. Não passarás assim no mundo, sem tempestades e nevoeiros, sem o fiel de provas ásperas ou sem o assédio de tentações. Buscando bem, jornadearás, como é justo, entre pedras e abismos, pantanais e espinheiros. Todavia, recomendou-nos o mestre, não se turbe o vosso coração, porque o coração puro e intimorato é garantia da consciência limpa e reta. E quem dispõe da consciência limpa e reta vence toda a perturbação da e toda a treva por trazer em si mesmo a luz irradiante para o caminho. Então, amigos, muito difícil comentar após emana, porque mana é profundamente claro. Vamos tentar tecer um breve comentário. nos lembra a partir do ensinamento que tá em João Evangelista, nosso tor vosso coração, que estamos atravessando dias tempestuosos porque essa da natureza do nosso orb. Mas veja, o nevoeiro e a tempestade estão fora de nós. É nossa escolha trazer o nevoeiro, a tempestade para dentro do nosso coração. Essa não é a meta. A meta é que consigamos atravessar mantendo consoante nos ensina a consciência reta e tranquila, porque na verdade, na verdade
o nevoeiro, a tempestade para dentro do nosso coração. Essa não é a meta. A meta é que consigamos atravessar mantendo consoante nos ensina a consciência reta e tranquila, porque na verdade, na verdade mesmo, esse é o lugar mais feliz da terra, viu? Nos nossos estudos estamos descobrindo, às vezes a gente tá equivocado aqui na Terra e acha que o lugar mais feliz é A, B ou C. E aí, parafraseando nosso Bezerra de Menezes, tem uma passagem linda dele, psrafia do Divaldo, vou parafrasear. Não foi exatamente assim que ele falou, mas essa é a lição. Ele diz assim pra gente perseverar no bem, seguir no bem, fazer o bem e aí no limite de nossas forças, né? Porque em verdade, em verdade, não vamos encontrar na Terra nenhum lugar mais feliz, mais encantador do que um lugarzinho chamado consciência tranquila. E esse lugar da consciência tranquila daqueles que perseveraram, não é não daqueles que conseguiram, não, tá pessoal? que às vezes a gente acha que tem que conseguir, eu tenho que conseguir fazer, eu tenho que ter alcançado, eu tenho que ter me tornado. Não é o processo, é o processo que te leva para esse lugar feliz. Processo de perseverar no bem, de perseverar em manter a consciência reta e tranquila no dever cumprido. Que Jesus nos abençoe nesse processo que não é fácil, mas faz parte da nossa caminhada e há de nos levar para esse lugar aí feliz, do qual aspiramos, no qual aspiramos tanto estar. Eu vou ver a palavra paraa nossa L. Obrigado pessoal. >> Mas é isso, nós vamos dando continuidade ao nosso estudo. Agora nós vamos para o Evangelho segundo o Espiritismo. É o capítulo é 13, né? O óbvulo da viúva. os itens de cinco a seis com o nosso irmão Marcos Bragato. Bem, boa tarde a todos, né? Uma alegria sempre estarmos aqui reunidos em torno da mensagem de Jesus, que possamos sentir, né, as bênçãos que todos nós recebemos aqui nesta casa, os benfeitores espirituais já nos acolhendo, eh, para que possamos eh refletir sobre os ensinamentos de Jesus. E hoje nós temos aqui um capítulo que eu confesso a
todos nós recebemos aqui nesta casa, os benfeitores espirituais já nos acolhendo, eh, para que possamos eh refletir sobre os ensinamentos de Jesus. E hoje nós temos aqui um capítulo que eu confesso a vocês, eu já li, acho que essa passagem incontáveis vezes, né? Não dá nem paraa gente dizer quantas vezes, mas o evangelho eles ele continua nos surpreendendo. Eh, eu encontrei respostas que eu vinha me fazendo nos últimos dias, na lição de hoje aqui. Espero que todos também possam encontrar as suas, né? Porque o nosso tema de hoje, o capítulo 13, ele fala sobre, ele tem por título, não é? Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. Ou seja, nós vamos falar aqui da caridade, da caridade eh desinteressada, da caridade que deve ser a pauta de todas as nossas ações, né? Enfim, eh nós vamos eh encontrar nessa passagem preciosas eh lições. E o Evangelho de Jesus, ele é muito rico, né? A gente vai encontrar no Evangelho um manancial eh inesgotável. Ele tem a resposta para todas as nossas perguntas, mas nem sempre é lá que nós buscamos quando nós estamos em dúvida, né? O âmbulo da viúva. Eu vou ler aqui primeiro a passagem, depois a gente vai comentando, conversando. Então, Kardec nos traz a passagem que é registrada por dois evangelistas, por Marcos e também por Lucas. E a passagem que Kardec traz na tradução diz assim: "Estando Jesus sentado de fronte do gasofilácio, a observar de que modo o povo lançava ali o dinheiro, viu que muitas pessoas ricas o deitavam em abundância. Nisso veio também uma pobre viúva que apenas deitou duas pequenas moedas do valor de 10 centavos cada uma. Chamando então seus discípulos, disse-lhes: "Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu muito mais do que todos os que antes puseram suas dádivas no gasofilácio, pois que todos os outros deram do que lhes abunda, ao passo que ela deu do que lhe faz falta." deu mesmo tudo o que tinha para seu sustento. E aqui então, para que a gente sempre possa iniciar a nossa reflexão, é muito
outros deram do que lhes abunda, ao passo que ela deu do que lhe faz falta." deu mesmo tudo o que tinha para seu sustento. E aqui então, para que a gente sempre possa iniciar a nossa reflexão, é muito importante a gente entender o contexto da época, né? Qual era a situação de uma viúva à época de Jesus? As vias, elas tinham uma vida muito difícil, caso elas não tivessem filhos ou elas não fossem alcançadas pela lei do levirato, que já era vinha desde a época de Moisés lá em Deuteronômio, que dizia que se uma mulher ficasse viúva e houvesse na família um irmão do falecido que ainda não tivesse tido filhos, que ele então assumiria, esposaria aquela viúva e então lhe garantiria o sustento. Mas nem todas tinham essa condição familiar, nem todas tinham filhos. Então, a viúva, quando ela se via nessa situação, ela passava a uma condição de extrema dependência da caridade, da bondade, de algo ou então da própria estrutura que pudesse lhe dar sustento. E existe na tradição judaica essa estrutura, né? Então, a gente vai ver que eh tem uma uma organização até até assim os dias de hoje, mas vem desde aquela época, que é o Evrá Cadisha. Esse grupo é chamado, né? Eh, é um grupo que cuida dos mortos. Curiosamente, hoje é um dia 2 de novembro, né? de finados, onde nós recordamos talvez um pouco mais, porque todo dia é dia, né, de de pensarmos nos nossos amores que partiram antes. Sabemos que todos estão eh mais vivos do que nunca, não é? Mas eh é de qualquer forma um momento de separação, né? breve, porque todos nós nos reencontraremos em algum dia. E então na tradição judaica tem esse grupo, né, que cuida. Então, quando ocorre alguém eh vem, né, a a a morrer, vamos chamar assim, né? A gente sabe que aqui nós dizemos desencarnar, mas na tradição judaica morrer. Então, eh há esse grupo que cuida dos do enterro, que cuida de todos os cuidados eh com a família. Então, no caso, se é o caso de a viúva ficar desamparada, esse grupo também assume esse cuidado com as viúvas. Então, a viúva
que cuida dos do enterro, que cuida de todos os cuidados eh com a família. Então, no caso, se é o caso de a viúva ficar desamparada, esse grupo também assume esse cuidado com as viúvas. Então, a viúva é aquela, pensando no contexto da época, é aquela que não tinha nenhuma obrigação de depositar, de doar qualquer recurso. Na verdade, ela era aquela que receberia, né, que deveria ser amparada. Então, quando a gente vê uma passagem dessa, uma pobre viúva depositando o seu recurso lá, ela que já tinha uma vida difícil e colocando lá, é o que na passagem, né, Jesus vai dizer, ela deu do que lhe faz falta, deu mesmo tudo o que tinha para o seu sustento, né? Então, ela não tinha esse dever, não é? não tinha o dever de contribuir. Porque o gasofilácio, o que que é o gasofilácio? É um uma urna, era um cofre, né? Aonde ficava no templo de Jerusalém, aonde as pessoas faziam as doações ao templo, né? A gente sabe que todo templo tem as suas despesas, né? Precisa apagar a luz, precisa pagar água, precisa cortar, cuidar do do jardim, senão o mato cresce, né? a manter da manutenção de tudo isso. Então, lá no templo de Jerusalém também tinha lá o seu local aonde se levavam as contribuições. E muitos iam lá fazer isso de forma ostensiva, né? Tinham até aqueles que trocavam o seu recurso por moedas para que elas fizessem barulho na hora que fossem depositadas, né? Então, para que realmente todos pudessem ver o quanto aquela pessoa era generosa. Então, o ato da viúva aqui da passagem a que Jesus se refere extremamente significativo, porque ela ela vai silenciosamente, deposita e passa despercebida, mas não passa despercebida aos olhos de Jesus. e que gera então esse ensinamento, esse comentário que ele vai fazer então com os discípulos, né? Então a gente vai vendo aqui nessa passagem que tem duas dois ângulos, né? Dois pontos de vista. tem o ângulo dela que fez o que fez, mas o foco não é o quanto ela lá colocou, o foco é como ela fez, né? O que aquilo representava para ela e que ela se dispôs a entregar, a doar. E tem
tos de vista. tem o ângulo dela que fez o que fez, mas o foco não é o quanto ela lá colocou, o foco é como ela fez, né? O que aquilo representava para ela e que ela se dispôs a entregar, a doar. E tem o ângulo de quem observou, né? que muitos ficavam observando não com o olhar de Jesus, mas com um olhar de crítica, de censura, né? Porque não que que isso aconteça nos dias de hoje, ninguém cuida da vida de ninguém, né? Mas acontecia naquela época também, né? Muitas vezes as pessoas ficam olhando, observando, né? Olha o que é que ele fez. Olha o que ele isso, que ele aquilo. Quando na verdade nós precisamos sim cuidar da nossa, né, da do nosso íntimo de como nós estamos, né, diante desse ensinamento do Cristo, né? Porque muitas pessoas, como vai dizer aqui Kardec, ele começa assim dizendo a explicação. Muita gente deplora não poder fazer todo o bem que desejara por falta de recursos suficientes. E se desejam possuir riquezas, é, dizem, para lhes dar boa aplicação. É, sem dúvida, louvável a intenção e pode até na alguns ser. Darcié, contudo, seja completamente desinteressada em todos. Não haverá quem, desejando fazer bem aos outros, muito estimaria poder começar fazê-lo a si próprio, por proporcionar a si mesmo alguns gozos mais, por usufruir de um pouco do supérflo que lhe falta, pronto a dar aos pobres o resto? Esta segunda intenção que esses tais porventura dissimulam aos seus próprios olhos, mas que se lhes depararia no fundo dos seus corações, se eles os perscrutassem, anula o mérito do intento, visto que com a verdadeira caridade, o homem pensa nos outros antes de pensar em si. O ponto sublimado da caridade, nesse caso, estaria em procurar ele no seu trabalho pelo emprego de suas forças, de sua inteligência, de seus talentos, os recursos de que carece para realizar seus generosos propósitos. Haveria nisso o sacrifício que mais agrada ao Senhor, né? Então, a gente vai vendo que eh nós precisamos eh conhecer melhor a nós mesmos, né, quais são as nossas verdadeiras intenções.
sos propósitos. Haveria nisso o sacrifício que mais agrada ao Senhor, né? Então, a gente vai vendo que eh nós precisamos eh conhecer melhor a nós mesmos, né, quais são as nossas verdadeiras intenções. Porque às vezes a gente ouve mesmo, né? Isso que Kardec falou lá em meados do século XIX. A gente ouve até hoje as pessoas falando: "Ah, se eu ganhasse, né, na loteria, eu faria tanta caridade, né? Será que é esse o real interesse em ganhar na loteria, né?" Diz, dizem outros assim ainda. Inclusive, se puder ganhar sozinho, né? Eu vou fazer mais caridade ainda, né? Então, a gente precisa eh sondar melhor o nosso íntimo, a nossa o nosso interior, porque nós vamos descobrir que a caridade, primeiro que ela não se resume a dinheiro, né? Não é o preço, né? na verdade é aquilo que custa, mas que custa para nós, não em termos de recurso material, né? Mas aquilo que realmente é algo que nós vamos dispor e que nós vamos estar pensando primeiro no outro do que em nós mesmos. Então, muitas vezes a gente eh vai se deparar com situações, por exemplo, se nós estamos com fome e vamos comer um prato de comida e nós estamos com fome, né? Estamos precisando daquele prato de comida e alguém nos aborda e diz, né, se nós poderíamos, né, também compartilhar aquele prato de comida. Nós não sabemos há quanto tempo aquela pessoa está sem comer, né? Nós provavelmente nos alimentamos naquele mesmo dia, mas tem pessoas que não, que às vezes a última refeição foi na véspera, na antivéspera, né? Então, embora nós também sejamos pessoas necessitadas, nós não podemos esquecer que existem pessoas mais necessitadas ainda do que nós e que muitas vezes nós podemos sim fazer um pequeno sacrifício e de pensarmos primeiro nela do que em nós. Porque se nós conseguirmos fazer esse exercício, nós vamos estar indo na direção do nosso crescimento espiritual. Porque se eu penso primeiro em mim sempre, o que que eu estou alimentando em mim? Um vício, não é? Quais as maiores chagas do espírito? O egoísmo é uma delas. Então, se eu
osso crescimento espiritual. Porque se eu penso primeiro em mim sempre, o que que eu estou alimentando em mim? Um vício, não é? Quais as maiores chagas do espírito? O egoísmo é uma delas. Então, se eu penso sempre primeiro em mim, eu alimento o quê? O egoísmo. Eu vou estar sempre no centro das minhas decisões. Primeiro eu, depois o outro. Primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, lá para quarto, quinto eu começo a pensar no outro. Então, a gente precisa observar, né, se nós já estamos conseguindo fazer algumas renúncias, alguns sacrifícios em prol de alguém. Alguém já se sacrificou por vocês? Vamos assim cada um fazer aqui uma reflexão. Se na nossa trajetória até aqui de existência nessa encarnação, teve alguém que já se sacrificou por nós? Acredito que sim, né? Qual a primeira pessoa que se sacrifica por nós antes de nós aqui chegarmos? As mães, não é? Ah, mas tem mães que não cuidam bem dos seus filhos. Tem tudo tem exceções, né? Mas na maioria dos casos, nós vamos encontrar mães que deixam de se alimentar para alimentar seus filhos. Não raro vamos encontrar essa situação, né? mães que vão, né, abrir mão de muitos sonhos, de muitas conquistas para oferecer melhores condições aos seus filhos, né? Então, a gente vai vendo que esse exercício de nós pensarmos no próximo, no outro, ele não é tão difícil assim, né? a gente muitas vezes considera eh necessário muitas coisas que não nos são necessárias, mas nós as temos como necessária. Então, se a gente começar a rever um pouquinho, né, a nossa a nossa vida, a gente vai ver que a gente carrega muitos fardos, né, muitos pesos, muitas eh questões sem a menor necessidade, né? Hoje, hoje em dia, a gente vê uma tendência e embora muitos vão dizer: "Não, mas esse mundo tá perdido, é muito consumismo, depende com que lente a gente olha, para onde a gente tá olhando, né? Porque se nós tivermos um pouquinho de observação, a gente também vai ver muita gente agindo no bem, muita gente preocupada com o que tá acontecendo nos lugares aonde existe
de a gente tá olhando, né? Porque se nós tivermos um pouquinho de observação, a gente também vai ver muita gente agindo no bem, muita gente preocupada com o que tá acontecendo nos lugares aonde existe necessidades muito maiores do que as nossas, né? Então, a gente vai conseguindo enxergar e ver que muitas vezes uma vida um pouco mais simples, uma vida de menos acúmulo de coisas materiais vai nos trazer muito mais alegria e felicidade. nós que, né, pensávamos ou que podemos ainda estar pensando que não, que acumular, acumular, porque eu preciso garantir, né, a minha vida no futuro, eu preciso isso, eu preciso aquilo. Nós nem sabemos se nós estaremos aqui nesse futuro que a gente projeta. Não estou dizendo, né, que a gente não deva ser vigilante, prudente, né, eh, diligente com os recursos, com os talentos, né, com os com o dinheiro também. Não vamos sair por aí jogando, desperdiçando nada disso, né? Mas não ficarmos tão escravos dos bens materiais e tão escravos do nosso próprio egoísmo, do nosso egocentrismo, né? Porque o óbvulo da viúva vem nos trazer esse ensinamento. Ela não tinha sequer a obrigação de fazer qualquer doação no templo, mas ela sentiu vontade de mesmo sem precisar, sem sem ter sem a lei a obrigar, ela foi lá e doou e doou sabendo que aquilo seria difícil para ela, né? E é isso que vai estar também no evangelho quando nós vemos lá, né? Procurai primeiro o reino dos céus e tudo mais vos será acrescentado, né? Olhai os lírios do campo, as aves do céu, né? Eles não as os lírios do campo, né? Não, não tecem nem fiam. E nem Salomão se vestiu em toda a sua grandeza, né? Como tais. Então, a gente vai vendo que o nosso foco precisa ser na nossa eh no nosso viver, mas como espíritos. espíritos que estamos na matéria, que precisamos dos bens materiais, precisamos assegurar, né, a nossa nosso sustento, como tá lá também, né, eh, trabalharás, né, e se sustentarás com o suor do teu rosto. Então, é bem, tá tudo muito bem colocado, mas nós não podemos esquecer de que nós não podemos eh fazer disso a
to, como tá lá também, né, eh, trabalharás, né, e se sustentarás com o suor do teu rosto. Então, é bem, tá tudo muito bem colocado, mas nós não podemos esquecer de que nós não podemos eh fazer disso a razão do nosso existir, porque vai chegar um dia que tudo isso vai ficar para trás e o que nós levaremos daqui serão os nossos aprendizados, tanto no campo do conhecimento como no campo do progresso moral que nós tenhamos alcançado, né? Ou seja, o progresso moral que se resume, né, que Jesus resume na lei máxima, né? amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Então, se resume na lei de amor. Então, é isso que nós temos que observar, como nós estamos nos relacionando, né, nessa vida de relação, de troca, eh, com quais são os sentimentos que nós estamos imprimindo nas nossas relações, né? Porque é isso que realmente vai nos fazer compreender e fazer com que nós entendamos a necessidade de nós nos libertarmos, né, das nossas amarras, daquilo que nos prende à matéria. que nós não somos matéria, nós somos espíritos que estamos temporariamente na matéria, que voltaremos a ela muitas vezes, até quando nós então termos compreendido tudo e não precisarmos mais da matéria, porque ela já não terá mais o que nos ensinar. Então naí sim nós estaremos, não é, como o próprio Cristo vivendo, não é, numa esfera aonde ele comunga com Deus, mas trabalha diuturnamente, né, como o pai também trabalha, como ele disse, trabalha fazendo o quê, né? trabalha ajudando, cooperando na obra da criação e auxiliando aqueles que estão a caminho. Por isso que ele é considerado, né, o nosso pastor. Por isso que ele disse que nenhuma ovelha se perderá e que ele estará conosco até o fim dos tempos. Fim dos tempos não é que o mundo vai acabar, não é isso. É fim de finalidade. Qual é a finalidade da nossa existência? Nos superarmos as nossas imperfeições, nos corrigirmos, nos eh eh compreendermos, né, a nossa essência espiritual e nos tornarmos espíritos bons, ou diria até mais, espíritos
dade da nossa existência? Nos superarmos as nossas imperfeições, nos corrigirmos, nos eh eh compreendermos, né, a nossa essência espiritual e nos tornarmos espíritos bons, ou diria até mais, espíritos puros, né? Então, para que possamos também auxiliar aqueles que ainda estão à retaguarda. Então, a gente vê que, né, à toa que a lei de sociedade é uma lei natural colocada por Kardec lá no livro dos espíritos, né? Nó ninguém vai eh a progredir se se enfiar numa caverna e ficar lá sozinho, isolado, que que ele vai progredir? Não vai se relacionar com ninguém, não vai aprender nada mais do que já sabe. Vai estacionar. né? Então, a lei de sociedade é importante, por isso, para que nós nesse relacionamento uns com os outros nós possamos avançar, né? Então, e nesse relacionamento que nós possamos observar essa essa ação da viúva, da pobre viúva, ou seja, que doa aquilo, né, que lhe era absolutamente necessário. Agora, é claro, não é só de dinheiro, não é só de recurso material, embora, né, nós não possamos desprezar a importância dos pequenos, das pequenas doações, né, porque se aparece alguém com fome, nós não vamos resolver a fome do mundo, mas nós vamos matar a fome daquela pessoa que tá ali na nossa frente. Para ela, naquele momento, aquele prato é a solução, né? Nós não vamos, às vezes a gente despreza, né, esses pequenos gestos, porque não, às vezes até fala, né, fala-se que não é a expiação dele, se eu ajudar, ele vai vou atrapalhar, né, a programação reencarnatória daquele irmão, né? Não, nós não temos nada a ver com as as lutas do próximo. Nós temos a ver com a nossa luta. E a nossa luta consiste em fazermos o bem, como a Patrícia falou agora a pouco, lembrando Bezerra de Menezes, né? Pensarmos no bem, agirmos no bem, fazermos o bem. Tudo que nós vamos eh eh fazer, pensar, falar, nós precisaríamos primeiro pensar nisso, né? Aquilo que eu penso é bom. É bom para quem? É só para mim? Vai prejudicar alguém? Aquilo que eu vou falar vai ajudar ou só vai jogar gasolina numa
, falar, nós precisaríamos primeiro pensar nisso, né? Aquilo que eu penso é bom. É bom para quem? É só para mim? Vai prejudicar alguém? Aquilo que eu vou falar vai ajudar ou só vai jogar gasolina numa situação, numa fogueira que já tá difícil de controlar. E aquilo que eu vou fazer não vai prejudicar ninguém. Ah, mas é tão bom para mim. Mas o outro vai ficar mal, né? Então, a gente precisa lembrar que o bem não é só o bem que me faz bem, é o bem que me faz bem, que faz bem pro outro, que faz bem para todos. Ou numa análise um pouco mais assim, eh, concessiva, vamos dizer. é o bem que não prejudica a ninguém. Por isso que não é nenhum mal, não há nenhum mal em nós buscarmos bem-estar na vida. Eh, fruto do trabalho. A pessoa trabalhou, ganhou seu salário, né? Tá buscando ter um conforto, isso é totalmente válido, né? Ninguém vai dizer aqui que agora nós vamos todos viver em absoluta miséria. Não é essa mensagem. Mas o que nós não podemos eh vivermos, né, com os olhos fechados, cegos, para aquilo que acontece à nossa volta. Então, naquilo que nós pudermos colaborar, e o irmão às vezes tá precisando de um apoio, tá precisando de um ouvido, tá precisando de um ombro, amigo, né? tá precisando de uma palavra, tá precisando de uma oração, porque às vezes a situação é tão crítica que a gente não tem como interferir naquele momento, mas a gente pode fazer uma oração, né? Então, veja quantas possibilidades que nós temos de fazer o bem. Agora, muitas vezes isso vai exigir de nós um pouco de sacrifício. Se eu se eu tô lá mergulhado no meu trabalho todos os dias, trabalhando que nem um doido, né, estressado e e não tenho tempo para nada, eu preciso rever essa minha forma de viver, porque eu só estou vivendo para mim, né? Eu não tô tempo de tempo de conversar com a família. Eu não tô tempo de tempo de ajud ajudar alguém que me pare na rua, né? Às vezes a pessoa só quer poder desabafar e a gente diz: "Eu não tenho tempo. Não tenho tempo". Como assim não temos tempo? Todos temos tempo, né? É uma questão de nós
r alguém que me pare na rua, né? Às vezes a pessoa só quer poder desabafar e a gente diz: "Eu não tenho tempo. Não tenho tempo". Como assim não temos tempo? Todos temos tempo, né? É uma questão de nós buscarmos não centrarmos todo o foco no eu, mas entendermos, né, de que todos nós precisamos uns dos outros. Todos nós temos o que fazer uns pelos outros. Não importa o que seja, não importa se são duas moedas, não importa se é um abraço, não, não importa o que seja, o importa, o que importa é que naquele nosso ato, naquele nosso gesto, esteja o nosso melhor sentimento, né, que é o sentimento de amor. Porque como disse Paulo, né, tem uma uma frase dele que eu que eu gosto muito, até trouxe aqui, vou ler para não suprimir nenhuma palavra, ele vai dizer em determinado momento. Eh, cadê aqui Paulo? Deixa eu achar. Vou achar aqui rapidinho. Bom, já eu acho a expressão certa, mas ele diz o seguinte: "Nem que eu distribua todos os meus bens materiais, se eu não tiver amor, de nada valeu." Então é bem isso. Paulo foi muito direto nessas nesse seu eh parágrafo, né, numa de suas cartas dizendo isso, porque às vezes a gente porque tá entregando coisas do que nos sobra, do que não nos faz falta e a gente acha que a gente tá fazendo a caridade, na verdade tá de certa forma. Para aquele que tá recebendo tá sendo muito bom. Para ele tá sendo ótimo. Para nós, se a gente fez aquilo sem sem sentimento, sem amor, se a gente fez para nos livrarmos daquela situação, que proveito que nós tivemos com aquele gesto. Então, ele se beneficiou, mas nós não nos beneficiamos. Então, para que o benefício seja completo, é importante que a gente tenha essa esse olhar, né, de que não, agora eu vou parar, agora eu vou te ouvir, você quer conversar, agora eu vou parar. Porque às vezes a gente para para conversar com as pessoas e elas não estão nem ouvindo o que a gente tá falando. Já aconteceu com vocês, acho que com quase todo mundo, né? E depois a pessoa nem lembra que encontrou a gente naquele dia, porque ela não tava ali,
elas não estão nem ouvindo o que a gente tá falando. Já aconteceu com vocês, acho que com quase todo mundo, né? E depois a pessoa nem lembra que encontrou a gente naquele dia, porque ela não tava ali, ela tava com a cabeça preocupada. Tudo bem, né? cada um com seus com as suas preocupações, mas é isso, é que nós estejamos no momento de nos doarmos, né, de entregarmos algo de nós, seja o que for, que nós estejamos realmente disponíveis e inteiros, porque nós não podemos avaliar a o alcance disso, né? Muitas vezes uma parada dessa para conversar com alguém pode e acontece muitas vezes evitar uma tragédia, pode evitar um suicídio. Quantas pessoas que depois relatam que foram conversar, a pessoa parou, escutou e ela mudou. Ela ia fazer, não fez mais porque conversou. Porque teve aquela parada e muitas vezes a gente falando, não, agora eu não tenho tempo, será que o passo seguinte não pode ser uma situação dessa, né? Então, a nossa responsabilidade diante dos nossos deveres, né, com a vida, deveres para com Deus e que a nossa consciência vai nos balizando, né? A gente sabe quando a gente cometeu algum deslize, quando a gente se equivocou, quando a gente deixou de ajudar alguém e podia, mas não fez, né? Quando a gente não tem jeito, quando a gente põe a cabeça no travesseiro, a nossa consciência começa a funcionar, né? E que bom, né? Que bom que nós temos esse mecanismo. E é justamente ali que Deus coloca as suas leis, né? para que nós possamos eh ter essa referência de como nos eh conduzirmos. Então, a lição do óbvulo da viúva nos traz todo esse entendimento, né? Kardec vai dizer aqui, né, eh, na segunda parte do texto dele, aquele cuja intenção está isenta de qualquer ideia pessoal devem consolar-se da impossibilidade em que se vem de fazer todo o bem que desejariam, lembrando-se de que o óbvulo do pobre, do que dá, privando-se do necessário, pesa mais na balança de Deus do que o ouro do rei. rico que dá sem se privar de coisa alguma. Grande seria realmente a satisfação do
-se de que o óbvulo do pobre, do que dá, privando-se do necessário, pesa mais na balança de Deus do que o ouro do rei. rico que dá sem se privar de coisa alguma. Grande seria realmente a satisfação do primeiro se pudesse socorrer em larga escala a indigência. Mas se essa satisfação lhe é negada, né? Se ele não tem tantos recursos assim, submeta-se e se limite a fazer o que possa. Aliás, será só com o dinheiro que se podem secar lágrimas e dever-se a ficar inativo, desde que se não tenha dinheiro. Todo aquele que sinceramente deseja ser útil a seus irmãos, mil ocasiões encontrará de realizar o seu desejo. Procure-as e elas se lhe depararão. Se não for de um modo, será de outro. Porque ninguém há que, no pleno gozo de suas faculdades, não possa prestar um serviço qualquer, prodigalizar um consolo, minorar um sofrimento físico ou moral, fazer um esforço útil. Não dispõe todos à falta de dinheiro do seu trabalho, do seu tempo, do seu repouso. Para de tudo isso dar uma parte ao próximo também. E aí está a dádiva do pobre, o óbvulo da viúva. Então a gente vai compreendendo, não é, com essas palavras aqui de Kardec da importância de nós eh lembrarmos da importância de dispormos de nós mesmos, né? O que que eu posso oferecer, né? Qual é a minha cota? Qual é o meu óbvulo que eu posso oferecer ao meu próximo, seja em casa, seja na escola, no trabalho, na casa espírita, na reunião mediúnica. Emanuel tem uma mensagem que ele vai falar eh da importância de nós também nos atentarmos à questão, né, eh, dessas doações, né, que ocorrem também nas reuniões com a espiritualidade, né? Então ele vai dizer, ele diz assim, essa mensagem se chama em nossas reuniões. E ele vai dizer, em nossas reuniões espíritas, saibamos oferecer à plantação do bem as nossas vibrações de alegria e de esperança. Nunca nos cansaremos de induzir-vos à cooperação e à fraternidade. Qual acontece num agrupamento social da Terra? Devemos trazer ao nosso intercâmbio contentamento e harmonia, fé robusta e otimismo incansável.
cansaremos de induzir-vos à cooperação e à fraternidade. Qual acontece num agrupamento social da Terra? Devemos trazer ao nosso intercâmbio contentamento e harmonia, fé robusta e otimismo incansável. O trabalho de uma sessão espírita é a soma das necessidades dos companheiros que a integram. Problemas difíceis reclamam atenção. Moléstias graves pedem assistência. Tarefas de educação exigem devotamento e carinho. A tristeza e o cansaço não servem para emoldurar o quadro das honrosas obrigações com que Jesus nos distingue. Busquemos desse modo, em nosso trabalho de socorro e oração, os alicerces da luz, que pode irradiar-se de nossa alma emissões verbais de consolo e edificação. Diz Emmanuel: "Ninguém é tão pobre que não possa dar ao irmão de luta algumas palavras de bom ânimo. Nossos cultos de espiritualidade superior esperam por vosso óbvulo de boa vontade. O vintém da viúva não é somente aquela moedinha singela que celebrizou uma pobre mulher no templo de Jerusalém. é também nossa frase de colaboração nas boas obras, nossa migalha de esforço no auxílio ao próximo, nosso sorriso de compreensão, ainda mesmo quando nos achemos fatigados. E ele conclui: "Auxiliai a nossa comunicação convosco, para que vibre entre nós o entusiasmo de servir. Somos também necessitados do vosso concurso construtivo e contando sempre com a vossa esmola generosa de solidariedade no dever a cumprir, rogamos ao Senhor nos ilumine e abençoe." Olha a humildade de Emanuel, né? se dirigindo a nós encarnados, dizendo que que eles também contam, né, com a nossa colaboração, com a nossa esmola de generosidade. Muitas vezes, isso aqui ele tá se referindo às reuniões espíritas, mas a gente pode transportar para muitas situações. Muitas vezes aquele que nos aborda precisando do nosso auxílio foi chegou até ali, não por acaso, né? A espiritualidade, o Divaldo Franco sempre contava, né, da lista, né, da uma vez que alguém foi levado até ele para que fosse ajudado e ele falou que Jonas de Angângel estava com a lista tal e tá
né? A espiritualidade, o Divaldo Franco sempre contava, né, da lista, né, da uma vez que alguém foi levado até ele para que fosse ajudado e ele falou que Jonas de Angângel estava com a lista tal e tá aqui esse daqui é você que deve ajudar, né? Então, que nós pensemos assim também, aquele que tá diante de nós muitas vezes ou na maioria das vezes ou todas as vezes foi direcionado já pela própria espiritualidade, porque viu em nós um coração que pudesse oferecer aquilo que aquela pessoa precisava naquele momento, né? que não necessariamente fosse um recurso material, mas se for e pudermos, né, por não mais doarmos, né, o nosso tempo. Eh, esse, como vai dizer Kardec, é o sacrifício mais agradável a Deus, é o que se espera de cada um de nós, né? Claro, como foi dito aqui, nós estamos num processo, né, processo de evolução, de aprendizado. Então, vai ter dia que a gente vai est melhor, a gente vai est com coração mais aberto, tem dia que a gente vai est cansado, fatigado, mas Emmanuel vai dizer mesmo no dia cansado e fatigado, faça um esforço, né? não rechaça, não despreza, não afaste, né, a bendita oportunidade de servir, né? Esse é o grande propósito da nossa existência. Nós estamos aqui para aprender a amar e a servir, como a Lourdes falou agora a pouco também. E tudo mais, tudo mais é mais assim, é secundário. Esse é o nosso propósito principal. Então, que a gente busque eh caminhar, né, com mais atenção, vigilantes, buscando cuidar da nossa eh da nossa do nosso equilíbrio, da nossa saúde, né, mental, física, para que a gente possa nos momentos não sermos surpreendidos, mas surpreendermos, né, porque hoje Hoje em dia ainda existe tanta agressão que às vezes a pessoa que pede e a gente consegue naquele momento oferecer, a pessoa fica até meio sem reação, porque ela já espera ser, né, agredida, ela já espera ser maltratada. Por que maltratar, né? Nós que cuidamos com tanto carinho dos animais, por que maltratar um outro, né, ser humano? Não tem motivo nenhum. Como não devemos
, né, agredida, ela já espera ser maltratada. Por que maltratar, né? Nós que cuidamos com tanto carinho dos animais, por que maltratar um outro, né, ser humano? Não tem motivo nenhum. Como não devemos maltratar os animais, como não devemos maltratar a natureza, a gente tá aí as vésperas, né, de dois eventos, né? O Conselho Federativo Nacional na próxima semana se reúne aqui na FEB, que reúne todas as as 27 federativas estaduais para debater os os assuntos, né, de interesse do movimento espírita, da divulgação do espiritismo, né, da prática, né, para que nós possamos eh vivenciar cada vez mais o evangelho do Cristo. E também na sequência vem a COP 30, né? Sem tirando aqui qualquer caráter político, nada disso. É um assunto importantíssimo falar do meio ambiente, né, de nós revertermos o processo de destruição, né? Eh, nós vemos aí, né, a natureza, eh, vivendo assim situações, os animais, os oceanos, numa situação crítica, né, como temos também os santuários de preservação, né? Então, que nós possamos, né, irmos nos corrigindo para que todos nós possamos viver em harmonia plena entre todos nós e assim adentrarmos, né, com muita fé, com muita esperança nesse novo, nessa nova era, nessa era da regeneração, aonde nós ainda estaremos vivendo algumas lutas internas, mas já teremos vencido as nossas maiores expiações. né? E poderemos respirar, né, um ambiente de mais fraternidade, de mais amor, mas isso depende de cada um de nós, das nossas atitudes, das nossas ações, de como nós estamos, né, nos conduzindo na nossa atual existência. Então é isso, que Jesus nos abençoe a todos, que possamos ir com a paz do Cristo, né, em nossos corações, aos nossos lares e termos aí uma abençoada semana. de muitas oportunidades no bem e observando, podendo, procurando, né, fazer o melhor que nós pudermos, né, a sabemos que não somos, estamos longe da perfeição, mas já temos algumas conquistas e podemos fazer muita coisa boa. Obrigado, irmãos. Uma boa noite a todos. ouvir o convite do Evangelho de Jesus é
, a sabemos que não somos, estamos longe da perfeição, mas já temos algumas conquistas e podemos fazer muita coisa boa. Obrigado, irmãos. Uma boa noite a todos. ouvir o convite do Evangelho de Jesus é sempre muito Muito bom, né? Deixa a gente renovados, com muita vontade de servir, vontade de amar. Então, que possamos a todas os domingos estarmos aqui. Vamos deixar o convite aí para todos vocês. Venham, sim, venham estudar conosco o evangelho. nos fortalecer, porque através do estudo é que nós vamos nos fortalecendo, vamos clareando as nossas mentes, né? E nós temos também estudo à sextas-feiras às 19:30, também é o livro dos espíritos até às às 20:30 e também as terças-feiras, né? às 19:30, às 20:30, que também é o evangelho. Então fica o convite para todos. Nós vamos então levando essas reflexões, essa acima de tudo essa vontade de servir e vontade também, meus irmãos, de aprendermos a perdoar. Importantíssimo, né? Quando a gente perdoa o outro, tudo fica mais fácil nas nossas vidas. Então, nós vamos agora terminar essa primeira parte. Nós vamos fazer a nossa prece. Após a prece nós teremos o passe. Aqueles que desejarem receber o passe poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamados. sempre a gente dando lugar, primeiramente aqueles que têm eh dificuldades, né, deficiências físicas, às crianças, aos idosos. E assim nós vamos todos nós recebendo, tendo essa oportunidade. Então vamos orar mais uma vez. Vamos elevar os nossos pensamentos a Deus, a Jesus e vamos juntos, meus irmãos, agradecer a Jesus por estes momentos, momentos de paz, de reflexões. Momento em que sentimos, Jesus a vontade de servir, de sermos melhores, Senhor. Vontade, Senhor, de te seguir. possamos todos nós, Jesus, encarnados e desencarnados, recebermos nestes instantes, Jesus, o teu aconchego, amigo, Senhor, a tua carícia, Jesus, através és das tuas luzes, do teu amor infinito, Senhor. Nós Jesus lembramos daqueles que nos pedem prece daqueles, Senhor, que sofrem muit das vezes, Senhor,
ego, amigo, Senhor, a tua carícia, Jesus, através és das tuas luzes, do teu amor infinito, Senhor. Nós Jesus lembramos daqueles que nos pedem prece daqueles, Senhor, que sofrem muit das vezes, Senhor, porque ainda não buscaram te conhecer, mas daqueles que vem em nossas mentes os seus nomes. os seus semblantes dos nossos entes queridos desencarnados, que muitos ainda possam se encontrar, Senhor, nas zonas de sofrimento. eles possam receber essa brisa amorosa das nossas vibrações carinhosas de votos de progresso, de serenidade acima de tudo, Jesus, de esperança. para mestre amado, a cada um de nós, nas nossas dificuldades, nas nossas imperfeições, mas que a tua paz e o teu amor permaneça conosco durante toda a nossa semana. E que assim seja Jesus. Que todos nós tenhamos muita paz, uma boa semana que se inicia. Fiquem bem e fiquem com Deus.
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