Utilidade providencial da riqueza, com Marcos Bragatto | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 02/03/2026 1:08:06

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria. ESE, cap. 16, Item 7. Palestrante: Marcos Bragatto Direção: Maria de Lourdes Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Pronto, estimadas irmãs e irmãos, boa tarde. É chegada a nossa hora do nosso encontro, do nosso estudo do evangelho de Jesus. Coisa boa, né? essa oportunidade que estamos tendo de recebermos esses ensinamentos nessa encarnação. Nós vamos então fazer a nossa prece. Após a prece nós teremos uma leitura e um comentário de uma página. Aí depois nós teremos então o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Então vamos orar com os corações agradecidos, cheios de gratidão a Deus, a Jesus e aos amigos espirituais que são responsáveis por este trabalho, por esse estudo na nossa casa, na nossa Federação Espírita Brasileira, essa casa que nos acolhe, que nos proporciona o nosso crescimento espiritual, as nossas mudanças nossos comportamentos. Que nós, Jesus querido, nos comprometemos no plano espiritual antes de reencarnarmos essa mudança, essa vontade de crescer e de assumirmos os compromissos que lá deixamos. Por isso, Senhor, nós primeiramente te agradecemos por estarmos aqui encarnados, pela oportunidade da vida de estarmos nesse planeta, esse planeta tão bonito, Senhor, que o Senhor coordena. que o Senhor dirige. Por isso, Jesus, nós te agradecemos mais uma vez, mas nós te suplicamos a assistência amiga dos bons espíritos, dos teus mensageiros, que eles possam assistir e orientar os nossos irmãos que vão trazer para nós os teus ensinamentos. E assim, mestre amado, agradecidos e felizes, nós então pedimos permissão para iniciarmos o nosso estudo dando graças a Deus. E que assim seja Jesus. Então, amigos queridos, nós teremos agora a leitura e o comentário do livro Palavras de Vida Eterna com nosso irmão e amigo Esimar do livro Palavras de Vida Eterna pelo espírito Emanuel. Psicografia Chico Xavier. Lição 87. Alimento verbal. Mas a sabedoria que vem do alto é primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos. Tiago, capítulo 3, versículo 17. Encontrarás a frase brilhante, repontando de toda parte. Empregam-la cientistas eméritos,

depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos. Tiago, capítulo 3, versículo 17. Encontrarás a frase brilhante, repontando de toda parte. Empregam-la cientistas eméritos, articulando as interpretações que lhes vem à cabeça. Toma-nósofos variados para exaltação dos princípios que exposam. Usam-na sofistas de todas as procedências para expressarem as ideias que lhe são próprias. Apostam-se dela artistas diversos, colorindo as criações que lhes fluem da alma. Entretanto, é preciso recebê-la na pauta do discernimento justo, a frases seguras e primorosas, ocultando imagens repelentes, assim como tecidos de ouro e pérolas, escondendo o monturo. Examina o campo que te fornece alimento verbal, seja na escrita de mãos hábeis ou na fala de pessoas distintas, assiná-lo que recolhes. As a inspiração do alto nasce na fonte dos sentimentos puros. Busca a edificação da paz através do equilíbrio e da afabilidade para com todos. manifesta-se no veículo da compreensão fraternal, exprimindo misericórdia e produz bons frutos onde esteja. Não te enganes com discursos preciosos, muita vez desprovidos de qualquer sinal construtivo. É possível não consigas identificar de pronto as intenções de quem fala. Entretanto, podes observar os resultados positivos da ação de cada conversador. É pelos frutos que perdem na árvore da vida de cada um. Sabes perfeitamente a escolha que te convém. A sabedoria do alto, como diz Emmanuel aqui, não vem da intelectualidade, da erudição, da boa fala, apenas da eloquência, mas sim da elevação moral. elevação moral que nós conquistamos no nosso dia a dia, fazendo nossa reforma íntima, nos tornando menos orgulhosos, menos vaidosos, menos egoístas, menos avarentos, menos ciumentos, menos invejosos e trocando esses vícios morais que estão conosco há muito tempo, há muitos milênios, por valores espirituais. que vai proporcionar o nosso crescimento moral, assim como e caminhamos para isso, que é a humildade, a misericórdia, a benevolência, a indulgência e

empo, há muitos milênios, por valores espirituais. que vai proporcionar o nosso crescimento moral, assim como e caminhamos para isso, que é a humildade, a misericórdia, a benevolência, a indulgência e principalmente o perdão das ofensas que são dirigidas a nós. Quando nós começamos a palmilhar esses valores espirituais no dia a dia, mesmo com muito sacrifício, nós já estamos indo para o caminho correto. Ele diz aqui também para que nós possamos examinar o campo que te fornece alimento verbal. O que estamos ouvindo no nosso dia a dia? Qual é a grandeza desses ensinamentos que nós estamos ouvindo no dia a dia? O que que nós abrimos a nossa mente, o nosso coração para escutar no dia a dia? É algo que produz algo de bom? Traz algum crescimento? Como diz aqui o texto, temos que observar os frutos. Se os frutos não são sadios, a árvore também não é. Então, ainda mais hoje na na nossa vida de internet, WhatsApp, YouTube, tantos outros eh eh tantas outras mídias que estão ao nosso dispor no na no nossa no nosso celular, nós temos tomar muito cuidado, porque nós recebemos muitas informações inúteis e isso vai atrasando a nossa caminhada, fazendo com que nós estacionamos ao invés de buscarmos a cada dia a evolução moral. Então é essa advertência, embora ela tenha sido psografado há muitos anos, é bem atual, né? De onde estamos tirando a nossa alimentação verbal? Como diz aqui, qual é o nosso alimento verbal? Isso é uma advertência para todos nós. E como sempre, a mensagem espírita ela é bem atual. Ela pode ter sido escrita 50 anos atrás, 60 anos atrás, mas extremamente atual, porque ela é dirigida ao espírito. Essas verdades, ela é atemporal, é, não é para uma época. Nós podemos ler agora como daqui a 200 anos. São verdades universais. Da mesma forma, os ensinamentos do Cristo, que foi há 2000 anos atrás, estão estão modernos até hoje. E até hoje nós não conseguimos compreender os seus ensinamentos. Por quê? porque ele dizia ao espírito. E nós estamos em constante evolução. Nós que estagiamos

os atrás, estão estão modernos até hoje. E até hoje nós não conseguimos compreender os seus ensinamentos. Por quê? porque ele dizia ao espírito. E nós estamos em constante evolução. Nós que estagiamos muitas vezes por comodismo, mas a proposta sempre é para que nós possamos dar um passo adiante, que nós possamos eh lembrar que somos espíritos, estamos numa experiência material e não ao contrário. Que Jesus possa fazer morada em nossos corações para sempre. Muito obrigado. >> Então, vamos continuar com o nosso estudo. Agora nós vamos para o Evangelho Segundo Espiritismo. É o capítulo 16, o item 7, titulado Unidade providencial da riqueza, provas da riqueza e da miséria, com o nosso amigo irmão Marcos Brag. Bem, boa tarde a todos, né? que possamos permanecer nessa vibração de paz, de harmonia, que todos nós somos eh agraciados, né, quando aqui entramos. E vamos aproveitar então esse momento em que o nosso nosso ser, né, nossa alma, nosso espírito, ou seja, nós mesmos, eh ficamos mais receptivos à reflexão. E hoje nós temos aqui um item que é do capítulo Não se pode servir a Deus e a Mam, aonde Kardec eh organiza trazendo logo no início desse capítulo, várias citações dos Evangelhos. Então ele vai falar da salvação dos ricos, preservar-se da avareza, né, que fala daquela passagem que um homem tinha muitos, né, muitas terras, tinha seus celeiros, teve uma produção muito grande e ele então pensa em construir mais celeiros ainda para acumular toda aquela produção e naquela mesma noite ele se vai, né, ele desencarna. Depois a passagem de Jesus em casa de Zaqueu. Depois a parábola do mal rico e a parábola dos talentos, né? Então, um riquíssimo material aqui para todos nós. São muitos, muitas possibilidades aqui, não é? E nós vamos ler ler assim, vamos refletir sobre o item sétimo, que é um comentário de Kardec. sobre a utilidade providencial da riqueza, provas da riqueza e da miséria, aonde então ele começa a comentar esses vários, essas várias passagens dos Evangelhos, nãoé?

, que é um comentário de Kardec. sobre a utilidade providencial da riqueza, provas da riqueza e da miséria, aonde então ele começa a comentar esses vários, essas várias passagens dos Evangelhos, nãoé? Eh, ele começa dizendo sobre a riqueza. Mas antes da gente entrar propriamente no texto, eu queria falar um pouquinho do título, né? utilidade providencial da riqueza. A gente sabe que o dinheiro, que os recursos materiais eles têm a sua razão de ser. Eh, nós necessitamos deles, não é, para vivermos aqui na matéria. Mas ele põe uma palavra aqui entre utilidade da riqueza, uma palavra que ajuda muito a nossa compreensão, que é a palavra providencial, né? Então, utilidade, uso providencial da riqueza. Que que é algo providencial? Alguém aqui já passou por alguma situação que tava em dificuldade e eis que surge um anjo na nossa frente, alguém que, né, que aparece e a gente fala, você apareceu na hora certa, né, ou seja, na hora que a gente mais necessitava. ou então aquele recurso que a gente não tinha para de repente, não é, pagar uma conta e de repente surge alguém a quem nós emprestamos e já nem nos lembrávamos mais. E naquela semana ou na véspera a pessoa aparece para nos trazer aquele recurso que é justamente o que a gente vai precisar para saudar o nosso compromisso no dia seguinte. Então, providencial é isso, é quando o recurso chega na hora certa, quando o recurso chega na hora da necessidade. Então, é muito importante que a gente não perca ao longo das nossas reflexões isso da nossa mente, porque não é o dinheiro pelo dinheiro, não é o recurso pelo recurso, mas é o recurso eh na hora certa, é o recurso na hora da providência. né? E Kardec começa aqui esse texto. Eu vou ler o primeiro parágrafo e a gente depois faz uma pausa. Kardec diz assim: "Se a riqueza houvesse de constituir obstáculo absoluto à salvação dos que a possuem, conforme se poderia inferir de certas palavras de Jesus interpretadas segundo a letra e não segundo o espírito, Deus que a concede teria posto nas mãos de alguns um

oluto à salvação dos que a possuem, conforme se poderia inferir de certas palavras de Jesus interpretadas segundo a letra e não segundo o espírito, Deus que a concede teria posto nas mãos de alguns um instrumento de perdição, sem apelação nenhuma. uma ideia que repugna a razão. Sem dúvida, pelos arrastamentos aqui da causa, pelas tentações que gera e pela fascinação que exerce, a riqueza constitui uma prova muito arriscada, mais perigosa do que a miséria. Comentário de Allan Kardec, né? é o supremo excitante do orgulho, do egoísmo e da vida sensual. É o laço mais forte que prende o homem à terra e lhe desvia do céu os pensamentos. produz tal vertigem que muitas vezes aquele que passa da miséria à riqueza esquece de pronto a sua primeira condição. Os que com ele a partilharam, os que o ajudaram e faz-se insensível, egoísta e val. Ao fato, porém, de a riqueza tornar difícil a jornada, não se segue que a torne impossível e não possa vir a ser um meio de salvação para o que dela sabe servir-se, como certos venenos podem restituir à saúde, se empregados a propósito e com discernimento. Então, Kardec vem trazer bastante luz sobre a questão da riqueza. Não é pecado ser rico, né? Não há nenhum problema em a pessoa eh acumular, assim, ter uma grande acumular, não, ter uma grande soma de dinheiro, não é? Porque o dinheiro é neutro, ele pode ser usado tanto pro bem como pro mal, não é? Nós estamos vendo aí esses conflitos no mundo, esses ataques. Cada míssil daquele disparado custa alguns milhões. E aí nós podemos milhões de dólares. Nós podemos imaginar pela quantidade de mísseis que estão cruzando os céus, quanto dinheiro está empregado naquele ato, né, que por si só é assim de se lamentar, porque mostra a nossa incapacidade ainda como humanidade de resolvermos pacificamente os nossos problemas. Eh, mas mostra também um uso, não é? de muito dinheiro que poderia ser melhor empregado. Voltando aqui pro texto, então nós vamos ver que Kardec e eles servem, né, para o progresso, né,

sos problemas. Eh, mas mostra também um uso, não é? de muito dinheiro que poderia ser melhor empregado. Voltando aqui pro texto, então nós vamos ver que Kardec e eles servem, né, para o progresso, né, eles servem para eh não é simplesmente o fato de ter muito recurso, dinheiro, que isso vai causar a perdição. Nós conhecemos, né, vemos aí a todo dia pessoas que são muito ricas, mas que fazem o bem sem ostentação, ajudam muitos hospitais, muitas entidades, muitas organizações humanitárias sem que nós nem fiquemos sabendo, como também tem um outro lado, né? Então, nós vamos ver que o dinheiro em si, ele não é algo impuro, não é? Ele não é algo eh que cause a perdição das pessoas. Mas Kardec alerta, nós, na nossa condição evolutiva, nos vemos diante de muitas tentações quando dispomos, né, de dinheiro além daquilo que necessitamos, né? Então é um alerta para que nós pensemos já de início como estamos dando, qual o destino, qual a utilidade que estamos fazendo desses recursos, né, que estão temporariamente em nossas mãos, porque é um empréstimo, né? Mais à frente aqui tem outro outro item que vai falar da verdadeira propriedade, mas a gente sabe que são empréstimos. Então, nosso, realmente é só o que nós pudermos levar deste mundo. Vamos levar os nossos cofres, as nossas contas bancárias, não vai ficar tudo aí, né? Então, nós precisamos já exercitarmos esse eh fazermos esse exercício de não sermos dominados, né, de não sermos possuídos. por essa por esse canto da sereia, vamos chamar assim, que o dinheiro exerce por essa fascinação, né, para que nós não tenhamos eh não façamos de um talento, de um recurso, né, que temos em mãos para fazermos o bem, que não tenhamos aí depois que nos arrepender ou do mau uso ou da omissão. né? Porque às vezes ocorre a omissão, né? Na parábola dos talentos, o que recebeu um enterrou, quis devolver exatamente aquilo que recebeu e isso também deu, gerou problema para ele, né? Então, é importante que nós façamos então também uma transposição

a dos talentos, o que recebeu um enterrou, quis devolver exatamente aquilo que recebeu e isso também deu, gerou problema para ele, né? Então, é importante que nós façamos então também uma transposição da questão dos da riqueza, porque aqui, claro, o foco é o dinheiro, embora nós saibamos que nós temos muitas riquezas na nossa vida, né, muitos outros talentos que não estão ligados diretamente à moeda, ao papel, né, e que nós podemos dispor, nós podemos, devemos dispor, distribuir, porque é isso que Jesus espera de nós, que nós sejamos dispenseriros, fiéis, não é? E que nós não nos eh apropriemos indevidamente daquilo que não nos pertence. Eh, e aí Kardec vai depois aqui fazer o comentário sobre o moço rico, aquele que encontra Jesus. Eu vou resgatar, é a primeira passagem aqui desse capítulo, não é? Que ele começa dizendo assim aqui: "Aproximou-se dele um mancebo e disse: "Bom Mestre, que bem devo fazer para adquirir a vida eterna?" Respondeu-lhe Jesus: "Por que me chamas bom? Só Deus o é. Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos." "Que mandamentos?", perguntou o Macebo: "Disse Jesus: "Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não darás testemunho falso. Honra teu pai e a tua mãe e ama teu próximo como a ti mesmo." O moço lhe replicou: "Tenho guardado todos esses mandamentos desde que cheguei à mocidade, que é o que ainda me falta? disse Jesus, se queres ser perfeito, vai, vende tudo que tens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me. Ouvindo essas palavras, o moço se foi todo tristonho, porque possuía grandes haveres. Jesus então disse aos seus discípulos: "Digo-vos em verdade que bem difícil é que um rico entre no reino dos céus. Ainda uma vez vos digo: é mais fácil que um camelo passe pelo fundo, pelo buraco de uma agulha, do que entrar um rico no reino dos céus." Então essa é a passagem, tá registrada por Mateus, Lucas e Marcos, não é? que é esse encontro de Jesus com o moço rico, o mancebo rico, né? E aí Kardec faz o seguinte comentário:

o no reino dos céus." Então essa é a passagem, tá registrada por Mateus, Lucas e Marcos, não é? que é esse encontro de Jesus com o moço rico, o mancebo rico, né? E aí Kardec faz o seguinte comentário: "Quando Jesus disse ao moço que o inquiria sobre os meios de ganhar a vida eterna, desfaz-te de todos os teus bens e segue-me", não pretendeu de certo estabelecer como princípio absoluto que cada um deva despojar-se do que possui e que a salvação só a esse preço se obtém? mas apenas mostrar que o apego aos bens terrenos, e aqui Kardec coloca essa expressão em itálico. Então, sempre que a gente vê uma expressão em itálico, em que é um destaque de Kardec, a gente precisa até ler de novo, né? mas apenas mostrar que o apego aos bens terrenos é um obstáculo à salvação. Aquele moço, com efeito, se julgava kit, porque observara certos mandamentos e, no entanto, recusava-se à ideia de abandonar os bens de que era dono. seu desejo de obter a vida eterna, não ir até o extremo de adquiri-la com sacrifício. Então, a gente vai ver que aqui Kardec vai nos trazer com mais clareza que a questão não era vender tudo, se despojar de tudo, era uma prova que Jesus colocou diante daquele moço. E Kardec vai dizer aqui à frente, né? O que Jesus lhe propunha era uma prova decisiva, destinada a por Anu o fundo do seu pensamento. Ele podia, sem dúvida, ser um homem perfeitamente honesto na opinião do mundo, não causar dano a ninguém, não maldecer do próximo, não ser vão nem orgulhoso, honrar a seu pai e sua mãe, mas não tinha a verdadeira caridade. Sua virtude não chegava até a abnegação. Isso o que Jesus quis demonstrar. fazia uma aplicação do princípio. Fora da caridade não há salvação. Aí a gente precisa fazer uma pausa, né? Porque ora, ele cumpria com todos os mandamentos que a lei mandava da tradição judaica, mas, né, é aquele sempre o más, né? Eu quero seguir Jesus, mas, né? Como vai dizer Emmanuel, nós queremos alcançar os píncaros do céu, mas não queremos tirar o pé da terra. Como que nós vamos fazer

a, mas, né, é aquele sempre o más, né? Eu quero seguir Jesus, mas, né? Como vai dizer Emmanuel, nós queremos alcançar os píncaros do céu, mas não queremos tirar o pé da terra. Como que nós vamos fazer isso? Não tem como, não é? São escolhas que nós temos que fazer na nossa vida. Então, Kardec vai deixando bem claro a importância de nós termos consciência do que são os valores, os bens terrenos, não valores, os bens terrenos, porque tem uma diferença, né, entre valor e preço, né? Os bens terrenos têm um preço, eles custam alguma coisa, o nosso trabalho, o nosso esforço, não é? Mas muitas vezes nós, muitas coisas que têm preço às vezes não tem valor algum, né? Quantas coisas que a gente compra, que a gente gastou, né? Um dinheiro, às vezes até um dinheiro razoável e que uma certa altura da nossa vida a gente olha para aquilo e fala: "Meu Deus, para que que eu comprei aquilo? Não tem valor nenhum mais, mas teve um preço, né? mas não tem mais valor. Então, a gente precisa começar a se a ter mais naquilo que realmente tem valor na nossa vida, não desprezando o recurso os bens terrenos, porque nós necessitamos deles, eles precisam ser movimentados, eles promovem o progresso do nosso planeta, dão empregos, não é? movimenta economia, as pessoas passam a ter mais bem-estar, não é? A viver com mais dignidade, mas nós devemos possuir, entre aspas, né? Porque nada é nosso. Uma abelhinha aqui. E mas nós não possemos podemos nos permitir sermos possuídos por ele, né? quando nos acontece algum revés, entrarmos em desespero. Quantos suicídios ocorrem em pessoas, né, que diante da perda dos bens materiais não suportam, né? Muitas vezes não é que não vão ter nem com que viver, mas tinha 100 milhões, perdeu 80, ficou com 20 milhões. Que absurdo. 20 milhões, não é? Nós temos aí fatos históricos, né? A crise do café nos Estados Unidos e que também afetou aqui o Brasil. Então, muitas vezes nós vamos ver que precisamos estar atentos para não sermos possuídos pelos bens terrenos. Eles estão aí para

? A crise do café nos Estados Unidos e que também afetou aqui o Brasil. Então, muitas vezes nós vamos ver que precisamos estar atentos para não sermos possuídos pelos bens terrenos. Eles estão aí para nos servir. Dinheiro é sinônimo de serviço. A serviço para nós e a serviço de quem precisa, né? Por isso, utilidade providencial da riqueza. ficar com dinheiro estagnado onde quer que seja. Isso será que é uso providencial? Será que ninguém tá precisando daquele recurso? Será? Claro, existem certas situações na vida que nós precisamos juntar um pouco mais dinheiro. Às vezes vamos fazer um tratamento médico, vamos fazer alguma alguma algum desenvolvimento, por exemplo, nas indústrias, né, dos produtos, as pesquisas, as universidades, não é, muitas vezes envolvem grandes somas de dinheiro. Mas isso não é acumular por acumular, isso tem uma utilidade providencial. Tivemos aí recentemente o exemplo da COVID, quando se levava muitos anos para se desenvolver uma vacina e os laboratórios, né, numa num exemplo antes nunca visto no nosso planeta, se unem para que no menor tempo e muito rápido essa vacina pudesse ser disponibilizada. Então a gente já vai vendo como que a gente tá progredindo, como que a gente vai melhorando, mas é importante ter essa consciência, não é? E a questão do moço rico, que que ocorreu? Ele esteve diante de Jesus. Já imaginou travar um diálogo com Jesus, hein, Lourdes? Não é, Lolly? Travar um diálogo com Jesus. Olha que oportunidade que esse moço teve na sua trajetória evolutiva. E ele tinha muitos bens, muitos haveres, era muito rico, muito, muito rico, tinha muitos servos. Amélia Rodrigues vai nos contar como era a vida dele nesse livro, Primícias do Reino, da editora Lac, Leal e psicografado por Divaldo Pereira Franco. E nesse nesse capítulo é o capítulo cinco desse livro, é interessante. Eu não, claro, não vou ler o capítulo todo, a gente não teria tempo para isso, mas olha a frase que ela diz aqui, Rodriges, né? um espírito que Joana de Angeles vai buscar na

se livro, é interessante. Eu não, claro, não vou ler o capítulo todo, a gente não teria tempo para isso, mas olha a frase que ela diz aqui, Rodriges, né? um espírito que Joana de Angeles vai buscar na espiritualidade por ser uma trabalhadora do bem. Ela quando encarnada era católica, trabalhava no meio católico e conhecia muito bem os evangelhos, os ensinamentos de Jesus e os entendia com profundidade. E quando no mundo espiritual, então, Joana deângeles vai buscá-la para que ela trouxesse vários livros nos explicando as passagens de Jesus, agora com esse entendimento ampliado, sendo trazido arquivos do mundo espiritual para o nosso entendimento. Olha o que ela diz quando esse moço se encontra, quando ele está diante de Jesus, ela diz: "A horizontalidade das aflições humanas contemplava a verticalidade da sublimação divina. O cotidiano deparava com o infinito. O vale fitava o abismo das alturas e se perdia na imensidão. Então ali o encontro do moço rico com Jesus é isso. Era o encontro da horizontalidade com a verticalidade, né? O moço só conseguindo alcançar o o a perspectiva da terra. né? Enquanto Jesus falava da perspectiva dos céus, o cotidiano deparava com o infinito e o vale fitava o abismo das alturas, não é? Ele diz assim, segundo Amélia Rodrigues, o moço diz a Jesus: "Não receio dar o que possuo, dinheiro, ouro, gemas, títulos, se possível, pois sei que esses se gastam muit facilmente, mas" E Jesus interrompe ele e diz: "Dá-me a ti próprio e eu te oferecerei aventura sem limite." E o moço diz, não, o moço diz não, aqui é o comentário de Amélia, que alto prêmio, que pesado tributo, pensou desanimado. Então ele vai mais adiante lembrar de tudo que ele tinha. Ele era muito jovem, ele era muito, tinha uma proeminência muito grande entre os o povo dele, né, os judeus. e ele ia participar das corridas na cidade de Cesareia dali alguns dias. Então ele tinha uma vida de muita muito promissora. O mundo oferecia a ele muitas coisas que ele ainda prezava muito. E ele,

s. e ele ia participar das corridas na cidade de Cesareia dali alguns dias. Então ele tinha uma vida de muita muito promissora. O mundo oferecia a ele muitas coisas que ele ainda prezava muito. E ele, fascinado pelas coisas, pelos bens materiais que a vida material estava oferecendo, não conseguiu naquele momento alcançar as benéces espirituais que o Cristo lhe apresentava, não é? E aí então ele diz para Jesus: "Não posso, não posso seguir-te agora. Perdoa-me se me amas." E saiu quase a correr. Eu não sei se vocês viram essa passagem naquela série de Chosen. É interessante porque ele sai do jeito que Amélia Rodriguez narra. que eu acho que tô achando que os autores lá leram esse livro, porque o moço sai quase que em disparada da companhia de Jesus. E aí então o mestre aqui, ela narra, o mestre sentou-se e encheu-se de profundo sofrimento, né? Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas. E ela continua narrando uma semana depois, Cesareia, ele lá estava em Cesareia, a capital do óscio e do prazer, porque Cesareia rivalizava com Roma. Eles queriam tornar Cesareia uma segunda Roma. Então, embelezaram a cidade, né? Eh, os os o rei da época, né? Eles investiram muito nessa cidade e para que aquilo ali pudesse fazê-los lembrar da Roma distante, né? E ele então se prepara para essa corrida. Era uma corrida de quadrigas, tem as bigas que vão dois cavalos à frente e tem as quadrigas com quatro cavalos. Ele disputava a prova das quadrigas. E ele então, muito confiante, querendo participar da corrida, Amélia Rodrigues narra então que numa manobra menos feliz, um carro vira e um corpo tomba na arena, despedaçado pelas patas velozes em disparada. O moço rico sente as entranhas abertas. O suor e o sangue em pastas de lama, a respiração estertourada. Enquanto escravos, precípites, arrastam-no da pista, foge mentalmente à cena brutal que o esmaga e entre as névoas que lhe sombreiam os olhos, parece vê-lo. Esse ó, ó, maiúsculo ver a Jesus. silenciando os gritos na concha

cípites, arrastam-no da pista, foge mentalmente à cena brutal que o esmaga e entre as névoas que lhe sombreiam os olhos, parece vê-lo. Esse ó, ó, maiúsculo ver a Jesus. silenciando os gritos na concha acústica, tem a impressão de escutá-lo. E ele então ouve Jesus a lhe dizer: "Renuncia a ti mesmo, vem e segue-me." E o jovem diz: "Amigo". E então ele sente que dois braços o envolvem veludos e transparentes. Apesar da face deformada e lavada pelas lágrimas, pelo suor e o sangue, ele dá a impressão de sorrir. Então, o jovem mancebo que ali não havia aceitado lá naquele encontro, o encontro com Jesus, uma semana antes, tem esse episódio do acidente, desencarna e Jesus vem buscá-lo porque já era chegado o momento de que ele então compreendesse finalmente a necessidade, né, de seguir ao Cristo. Então, nesse jovem mancebo, nós podemos entender cada um de nós. Eu pelo menos fiz esse exercício de me colocar no lugar do jovem mancebo. Depois, quando eu li a história do primícias do reino, né, guardadas as devidas proporções, né? Mas inicialmente eu me coloquei no lugar dele, porque será que nós vivemos só com o necessário que precisamos ou já vivemos com mais do que necessitamos? Porque as provas que nós passamos, seja da riqueza, seja da miséria, são provas, são bênçãos. Nossas provas são nossas bênçãos que Deus nos oportuniza para que nós aprendamos a dar, né, o real valor a tudo, né? Então, quando nos falta, nós estamos exercitando ali alguns valores e quando nos sobra, nós também precisamos lembrar que estamos sendo convidados a também exercitar outros valores, não é? Então, nós precisamos, por isso que aqui, né, no final desse parágrafo, deixa eu resgatar ele aqui que o livro fechou. No final desse parágrafo, Kardec vai dizer que Jesus fazia a aplicação do princípio fora da caridade não há salvação, não é? Nós não temos outro caminho a não ser a caridade, a não ser fazermos o bem. Fazermos o bem no momento certo, na hora que ele é necessário, o uso providencial. Quantas vezes nós perdemos essa

o, não é? Nós não temos outro caminho a não ser a caridade, a não ser fazermos o bem. Fazermos o bem no momento certo, na hora que ele é necessário, o uso providencial. Quantas vezes nós perdemos essa oportunidade, depois vamos deitar à noite e aquilo começa a bater na nossa consciência. Puxa, aquele encontro que eu tive naquela hora, eu não fui legal. Eu poderia ter feito melhor, fosse empregando algum recurso material, fosse empregando um recurso imaterial, um sorriso, uma palavra, um ouvido, não é? Então, nós precisamos caminhar atentos para que o uso seja o uso dos talentos que nós todos dispomos, né, seja providencial para que a gente não fique hora perdendo oportunidades ou hora desperdiçando, porque o desperdício também é um equívoco, é um erro, né? Muitas vezes a gente acha que tá fazendo bem, entregando uma quantia de um de moedas de recurso financeiro para alguém e aquela pessoa acaba de se perder com aquele dinheiro, né? Claro que a gente vai não vai ficar julgando o que a pessoa vai fazer com aquilo, né? O mais importante é o que vai dentro do nosso coração. Com que sentimento nós estamos nesse momento? Não importa o que seja, que a gente esteja doando, dispondo, o que importa é o que vai dentro do nosso coração. É isso que realmente vai contar, não é? Porque Kardec vai dizer aqui, né, que que eh que a questão da riqueza ela ela não é o mal em si, né, ela é, na verdade mais um talento. E aquela passagem do Camelo e da Agulha, né, que a gente sempre se depara com ela, a questão de 15 dias no Congresso Espírita de do Estado de Goiás, lá em Goiânia, nós ouvimos uma palestra do professor Severino Celestino e ele tava explicando o que é essa questão da agulha. Ele até projetou uma imagem de um elefante e uma agulha de costura, né? uma coisa assim, fica até assim estranho, né, pensar um negócio desse. Mas aí ele explicou na muralha, nas muralhas de Jerusalém, naquelas muralhas de pontos em pontos, tem uma estrutura que é no formato de uma agulha, que é o onde fica aquele

é, pensar um negócio desse. Mas aí ele explicou na muralha, nas muralhas de Jerusalém, naquelas muralhas de pontos em pontos, tem uma estrutura que é no formato de uma agulha, que é o onde fica aquele guarda que fica velando pela segurança da cidade. Então aquilo, imagina uma muralha e um filete no na muralha fino o bastante, né, para que quem tá fora não veja lá dentro, mas espaçoso o suficiente para que fique uma pessoa observando de dentro para fora para fazer a segurança. E aquilo tinha o formato de uma agulha. Então é mais fácil, né, um camelo passar por uma fenda daquela do que um rico entrar no reino dos céus, né? Então a gente vai vendo como é importante a gente contar, né, com esses estudiosos dos livros, né, das da tradição judaica, porque ajuda a gente a compreender, né? Então a gente vai vendo que às vezes a gente fica fazendo algumas comparações um pouco estranhas, né? Mas de qualquer forma o que importa é o espírito, né? Enquanto pensávamos na agulha e no elefante, a gente tava entendendo bem o que que era isso que importa. Mas no contexto da época era um pouco diferente, né? Era era essa outra estrutura. Mas eu queria ainda trazer para vocês, para nós todos, né, paraa nossa reflexão, eh, que eu acho que uma história sempre ajuda a gente a entender bem a questão do uso providencial, né, do da riqueza. E essa história quem conta para nós é o irmão X, que é o pseudônimo de Humberto de Campos, no livro Estante da Vida. Esse livro aqui, Lourdes, é antiguinho, né? foi impresso lá em São Cristóval, ainda tem já mais de 30 anos. Mas numa lição aqui, Humberto de Campos vai narrar a história de João Firpo. Esse João Firpo, eh, ele, eu vou ler aqui desde o início, ele diz assim: "Ao lado de João Firpo, desencarnado ao impacto do fogo, que lhe devorara a casa velha, numa noite de expiação e de assombro, estava a carta datada por ele quatro dias antes, endereçada a um irmão e que o morto Evidentemente deitaria o correio na primeira oportunidade. Enquanto os bombeiros improvisados lhe

ão e de assombro, estava a carta datada por ele quatro dias antes, endereçada a um irmão e que o morto Evidentemente deitaria o correio na primeira oportunidade. Enquanto os bombeiros improvisados lhe retiravam o corpo inerte e benfeitores da vida maior lhe amparavam o espírito liberto em doloroso trauma, copiei a curiosa emissiva que revoava nas cinzas da tragédia, a fim de transmiti-la com objetivos de estudo e meditação aos companheiros do mundo. fez assim na íntegra o valioso documento. Então é a carta que ele escreveu pro irmão quatro dias antes de desencarnar no incêndio que ocorreu na sua casa. Meu caro Didito, espero que estas linhas encontrem você com saúde e paz junto dos nossos. Graças a Deus estou bem. Você se afligiu à toa com a notícia de meu resfriado. Tudo não passou de um defluxo de brincadeira. Estou mais forte que a peroba do brejo grande, comendo por quatro cabôclos na roça. Seja velho quem quiser. Com os meus 67 janeiros, não passo sem banho no rio e tutu no prato. Moro sozinho porque não nasci para confusão. Dona Belinha vem diariamente fazer minhas refeições, acear a casa e isso chega. sobre o caso do sonho que você teve comigo, conforme seu conselho, fui à reunião espírita no sítio do Totonho. A mulher dele é médium de verdade. Há muito tempo eu não assisti a uma incorporação tão perfeita. Realmente, mãe falou por ela, não tenho dúvida. Aquela voz boa e cansada que nós dois não esquecemos. Coitada de mãe, está preocupada comigo, não sei porquê. Falou muito sobre a morte, coisa em que não penso. Fiz todos os exames de saúde que o médico recomendou no mês passado e tudo deu certo. Positivo. Por outro lado, não viajo. Por que será que a velha mostrou medo de que eu venha bater a pacoira de um momento para outro? Imagine que ela abordou um segredo, disse coisa séria quanto ao dinheiro que venho guardando para a formação do nosso lar de velhinhos. Compromisso antigo. Avalie você que mãe conversou, conversou e depois me pediu empregar enorme importância na compra do terreno para a

ro que venho guardando para a formação do nosso lar de velhinhos. Compromisso antigo. Avalie você que mãe conversou, conversou e depois me pediu empregar enorme importância na compra do terreno para a obra, aconselhando-me colocar a parte restante com amigos responsáveis. para o custeio da construção. Considere o meu aperto. Que é que há? Não é fácil entregar assim de mão beijada quase todas as minhas economias de 30 anos. Concordo com a providência, pois temos nosso projeto e promessa há mais de 20 anos. Não negarei os cobres, mas preciso de um mês para pensar. Terrenos e amigos já estão apalavrados desde o nosso encontro aqui há tempos. Mas dinheiro, meu caro, não posso aceitar um negócio assim, do pé para a mão. Você sabe que a velha sempre foi aflita. Quando queria uma coisa, queria mesmo. Tenho conservado minhas economias com cautela. Não confio em bancos e em mãos dos outros. A grana começa prometendo bons juros e depois cria pernas para correr e cair no buraco. É impossível tratar de problema assim tão graves, sem prazo para refletir. Disse mãe, que já tive muito tempo para resolver, mas eu não acho. Comunico a você que não recusei, não recusarei a doação. Entretanto, o assunto não é sangria desatada. No mês que vem cuidaremos de tudo. Sem mais, venha, venha logo que possa comer do nosso feijão bravo e receba um abração do mano Firpo. Já dá para imaginar, né, o que aconteceu com esse dinheiro que ele guardava em casa, né? E aí Humberto de Campos vai dizer: "Esta era a carta que o rico desencarnado tinha escrito e aguardava ensejo para mandar. O plano espiritual lhe havia dado cinco dias antes um aviso urgente para a felicidade dele próprio. Um incêndio de grandes proporções no madeiramento da pequena moradia lavrara a noite alta, obrigando a largar o corpo sufocado sem remissão. O dinheiro a que se referira com tanto com tanto carinho, de certo já sereria ali inteiramente queimado, porque metal não havia. de interessante nos escombros, apenas a carta que nos pareceu um recado precioso

o a que se referira com tanto com tanto carinho, de certo já sereria ali inteiramente queimado, porque metal não havia. de interessante nos escombros, apenas a carta que nos pareceu um recado precioso lançado pelo livro da vida sobre o monte de pó. Ele tinha um projeto, né? Construir o lar de velhinhos, 20 anos projetando, planejando, guardando aquele dinheiro e aí tudo se precipita dessa forma. Então é um alerta para todos nós, né? Vamos pensar bem no uso providencial dos recursos. Não vamos ficar, né, adiando a eterno aquilo que nós temos que fazer, aquilo que nós pretendemos fazer, né? Porque muitas vezes esses adiamentos nada mais constituem do que o nosso apego ainda a esses recursos, ainda a essa questão tão material que nos assola, não é? E para que a gente possa encerrar essa nossa reflexão, eu queria trazer ainda mais uma reflexão aqui do Evangelho, segundo o Espiritismo, porque Kardec, a certa altura, ele vai dizer aqui no capítulo, né, que nós estamos comentando e refletindo, ele vai dizer que o moço, o mancebo rico, ele tinha boa intenção. Ele não se importava de dar todos os seus bens materiais, mas ele não queria prescindir ainda daquilo que a vida material tinha para lhe oferecer, que ele achava que tinha para lhe oferecer, porque não chegou a isso, né? Mas Kardec vai dizer a certa altura que a sua abnegação não chegava a tanto. E aí essa palavra abnegação ficou me martelando na cabeça enquanto eu preparava e e estudava esses esses textos. E eu quero retornar no capítulo sexto do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o capítulo intitulado Cristo Consolador. Esse capítulo ele é encerrado com um parágrafo assinado pelo espírito de verdade, que para algum espírito se dizer espírito de verdade, dá para imaginar quem seja, né? Não é para qualquer um, né? Ele diz assim: "Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lhe apedem. Seu poder cobre a terra e por toda a parte, junto de cada lágrima colocou ele um bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma

eus consola os humildes e dá força aos aflitos que lhe apedem. Seu poder cobre a terra e por toda a parte, junto de cada lágrima colocou ele um bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma prece contínua e encerram um ensinamento profundo. A sabedoria humana reside nessas duas palavras: abnegação e devotamento. possam todos os espíritos sofredores compreender essa verdade, em vez de clamarem contra suas dores, contra os sofrimentos morais que neste mundo vos cabem em partilha. Tomai, pois, por divisa essas duas palavras, devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõem. O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se acerena e o corpo se forra. aos desfalecimentos. Por isso que o corpo, tanto menos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado, é o espírito. Então, meus irmãos, o que nós podemos levar hoje aqui é a questão do devotamento e da abnegação, né? Todos os recursos que nos são confiados por Deus pedem um bom uso, né, para que nós possamos dar cumprimento aos nossos deveres. Devotamento é fazermos o bem, estarmos dispostos a compartilhar, a entregar, a distribuir. A abnegação é um passinho a mais que o devotamento. A abnegação impõe um pouco de renúncia, um pouco de sacrifício. É quando nós conseguimos, além de distribuir aquilo que nós dispomos, nós damos juntamente mais de cada um de nós. É quando nós então entregamos, né, ao nosso próximo, tirando de nós mesmos, né, abnegação, né, ou seja, negando a nós mesmos. E por que que negamos a nós mesmos? Porque estamos seguindo o Cristo. Então, seguir o Cristo significa, como disse o próprio Cristo, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Então, que nós possamos levar conosco essas reflexões de hoje sobre o uso providencial da fortuna em qualquer posição que nós estejamos e às vezes passamos por elas na mesma existência, né? situações difíceis de desemprego, de

var conosco essas reflexões de hoje sobre o uso providencial da fortuna em qualquer posição que nós estejamos e às vezes passamos por elas na mesma existência, né? situações difíceis de desemprego, de crise e situações muitas vezes de períodos mais, né, um pouquinho mais tranquilos nesse aspecto. Mas não esqueçamos que estamos aqui por um propósito maior, né, que sejamos devotados e abnegados como nos aconselha o Espírito de verdade, como nos aconselha o Cristo, né, que tanto nos ama e que não nos exige nada. mas espera tudo de nós. Então, que possamos fazer o nosso melhor, né? que possamos entregar aos nossos eh irmãos, né, especialmente aqueles mais necessitados, aquilo que eles precisam, mas no momento certo. Não, não deixemos passar nenhuma oportunidade. Muita paz, que Jesus nos abençoe a todos. Uma ótima semana aí para todos nós, de muitas oportunidades de devotamento e abnegação. Obrigado. Quantas reflexões, né, meus irmãos? bastante para nós refletirmos e trabalharmos em nós mais a fraternidade, a caridade e a união. Hoje quando nós chegávamos aqui, comentava isso com esse mar, a necessidade da nossa dedicação, eh, de doarmos o que nós temos de melhor para o trabalho, para nós mesmos, porque nós seremos os mais beneficiados, como diz o nosso irmão Marcos. Mas estamos aprendendo, estamos na escola, né, a escola terra. Então, abençoados momentos, né, de aprendizagem que estamos recebendo nessa encarnação. E felizes porque nós já despertamos em nós essa vontade, esse desejo de estarmos aqui estudando o evangelho de Jesus. Então, já é um grande passo, meus irmãos. Já estamos já com pezinho degrau. Olha que coisa boa. Isso nos anima, né? E nos traz confiança, alegria. Mas nós vamos encerrar o nosso momento de muito aprendizado. Nós vamos então agora fazer a nossa prece. Após a prece, nós teremos o passe. Aqueles que desejarem poderão permanecer sentados em seus lugares que vão sendo chamados e lembrando sempre, né, de dar prioridade às crianças, aos idosos e aqueles que têm deficiências físicas.

asse. Aqueles que desejarem poderão permanecer sentados em seus lugares que vão sendo chamados e lembrando sempre, né, de dar prioridade às crianças, aos idosos e aqueles que têm deficiências físicas. Então, vamos orar. Vamos mais uma vez sintonizarmos com Jesus e com os amigos espirituais. E vamos pedir então esse mar que conduz os nossos pensamentos. >> Amado mestre Jesus, amigo de todas as horas, principalmente as horas mais graves de nossa vida. Gratidão, mestre, por essa tarde tão especial, onde podemos aprender um pouco mais sobre o seu evangelho, seus ensinamentos, suas lições. Que essas lições possam marcar profundamente os nossos corações, Pai. Que a cada dia a nossa conduta seja baseada nos seus ensinamentos. Que o bálsamo, mestre, aqui derramado nesse recinto de hoje possa vibrar as fibras mais íntimas do nosso coração, fazer com que sejamos a cada dia mais fraternos, mais misericordiosos, mais caridosos, benevolentes, indulgentes e nos dê a grandeza espiritual para poder perdoar as ofensas que são dirigidas a nós em nossa caminhada. Peçamos em especial, mestre, que essa luz que aqui se faz presente hoje seja levada pelos irmãos que aqui estão para os seus lares, para que seus lares possam se encher de fraternidade, concórdia e discernimento no seu evangelho. Mais um pouco, mestre, pedimos o acréscimo de vossa misericórdia para que possa derramar o seu amor em nosso planeta Terra que se encontra tão pericoso nesses momentos difíceis que estamos passando. e faça mestre que cada ser aquele ligado ao nosso planeta possa fazer vibrar em seu coração e mente os seus ensinamentos, o seu evangelho. Na certeza, mestre que estará conosco agora e sempre. Demos graças a Deus. Então, que todos nós tenhamos uma boa semana que se inicia com votos de muita paz e até domingo que vem, se Deus quiser, estaremos aqui aguardando todos vocês. Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa, a nossa Federação Espírita Brasileira. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da

estaremos aqui aguardando todos vocês. Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa, a nossa Federação Espírita Brasileira. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. Independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. [música] A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu [música] abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse [música] trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos [música] que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, [música] designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação [música] até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar [música] ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos [música] pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos [música] juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doe.com.br e faça sua doação. Eu quero viver. [música]

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