Emprego da riqueza, com Samuel Magalhães | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 28/02/2026 (há 1 mês) 317 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Emprego da riqueza. ESE, cap. 16, itens 11 a 13. Palestrante: Samuel Magalhães Direção: Edna Fabro Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Alô, >> เ >> Boa tarde, queridas irmãs, queridos irmãos jovens que nos acompanham aqui tanto presencialmente quanto os irmãos e irmãs que nos acompanham pelas redes sociais da Federação Espírita Brasileira. Essa instituição que é tão amada por nós, que zela de maneira tão especial pelo Evangelho de Jesus, pela nossa consoladora doutrina dos espíritos. Então, sejamos todos muito bem-vindos aqui nesse espaço, nossa amiga Fátima Guimarães, que vai eh nos guiar nas reflexões do Evangelho da tarde de hoje e a nossa querida Cristiane, que vai fazer a preparação, né, do nosso estudo, já aquecendo as nossas as mentes e corações para as reflexões que faremos aqui. Mas antes eu vou fazer dois recadinhos e logo em seguida nós vamos orar a Deus, a Jesus, para todos nós em conjunto, os irmãos também que estão à distância, harmonizarmos nossos pensamentos, os nossos sentimentos, para que estabeleçamos essa sintonia com o alto. e facilite todo toda a nossa reflexão, muitas vezes tratamentos que ocorrem aqui para todos nós ou para quem a gente eh quem passa pela nossa mente, não é? Então eu vou primeiro aqui na na mesa sempre fica uns recadinhos pra gente repassar pro público. Então o primeiro deles é esse centenário desse irmão amado também, Divaldo Franco, Divaldo Pereira Franco, o semeador de estrelas. Vai haver esse encontro nos dias 1eo e 2 de maio de 2027 aqui no Centro de Convenções em Salvador. As inscrições estão abertas e vai ser um bálsamo como todos os encontros que ele sempre organizou foram. E também aqui na nossa casa, na casa de Ismael, aqui na FEB, os estudos já se iniciaram, mas ainda a possibilidade eh de ingresso, né, nós estamos no começo, mas começaram eh dia 2 de março, foi o início dos estudos que tem todos os dias da semana, então dá tempo ainda. Nós estamos no comecinho do mês, né? Que que nó que que a casa oferece? Evangelização da infância, evangelização da juventude, o estudo sistematizado da doutrina espírita, o estudo aprofundado da doutrina espírita, o estudo das obras

né? Que que nó que que a casa oferece? Evangelização da infância, evangelização da juventude, o estudo sistematizado da doutrina espírita, o estudo aprofundado da doutrina espírita, o estudo das obras básicas de todo o pentateuco organizado por Allan Kardec. Temos o estudo da revista espírita, que é um estudo mais recente agora, é muito interessante, daquelas da revista que Kardec mesmo escreveu de 1858 até 1869, é no sábado à tarde. Então no portal vocês conseguem essas essas informações. E aqui na recepção também tem o estudo da mediunidade, estudo e prática. Então, caso você tenha eh perceba alguma manifestação, alguma percepção ou de alguém, vale a pena investigar, ver se é o caso, né, e fazer esse estudo orientado, o estudo das obras de André Luiz, o Evangelho Rede Vivo e o estudo do Esperanto. Então, essa doutrina amada nos convida ao estudo, a reflexão pro para o nosso autoaprimoramento. Então, que iniciemos nessa tarde mais essa oportunidade de estudo e aprendizado e evolução. Vamos orar. Pai amado, Senhor da vida, Deus nosso Pai, estamos aqui, Senhor, reunidos com todo amor em nossos corações, buscando a ti, Senhor. Buscando o caminho do amor, do bem e da paz. Auxilia-nos, Senhor, na compreensão das suas leis, das leis que regem o universo e a todos nós, para que consigamos buscar sempre a harmonia dos nossos pensamentos, sentimentos e ações com as suas leis, Senhor, pedimos as inspirações do amado Rabi Jesus, para que nos auxilie na compreensão das lições que deixou essas lições de amor do Pai. Que as bênçãos, os fluidos amorosos do alto recaiam sobre todos nós nesse momento, encarnados e desencarnados nessa sede da casa de Ismael bendita, assim como a todos que a atinge nesse momento e que se torna também a casa de Ismael. Que essas bênçãos alcancem todos que estiverem passando por nossos pensamentos nesse momento, a todos os necessitados desse nosso planeta azul que nos acolhe. Que possamos, Jesus caminhar na direção da paz. do bem, da ação que promove o bem.

verem passando por nossos pensamentos nesse momento, a todos os necessitados desse nosso planeta azul que nos acolhe. Que possamos, Jesus caminhar na direção da paz. do bem, da ação que promove o bem. E dessa forma, Senhor, glorificando a sua presença entre nós, pedimos a permissão para iniciarmos essa tarde de estudo do domingo, nesse momento. Graças a Deus, que assim seja. Então agora de imediato eu passo a palavra à nossa querida Cris Ajus para fazer a nossa preparação. >> Então, boa tarde amigos queridos. A lição de hoje é a lição de número 93 do livro Palavras de Vida Eterna do Espírito Amigo Emanuel, psicografado pelo nosso Chico. Ela diz assim: Serviço e inveja. A caridade não é invejosa. Tá em Paulo, primeiro aos Coríntios, capítulo 13, versículo 4. Muitos companheiros asseveram a disposição de ajudar em nome da caridade. Entretanto, para isso, exigem os recursos que pertencem aos outros. Querem amparar os necessitados, mas dizem aguardar vencimento igual ao do colega que lhes tomou à frente na organização de trabalho. Declaram-se inclinados ao socorro de meninos desprotegidos. alegam, todavia, que apenas assumirão a iniciativa quando possuírem casa semelhante à do amigo mais próspero. Afirmam-se desejosos de colaborar na construção da fé, amando e esclarecendo a quem sofre. interpõem, no entanto, a condição de desfrutarem a autoridade dos irmãos que se encarregam dessa ou daquela instituição antes deles. Expõe a intenção de escrever na difusão da luz espiritual. Contudo, somente entrarão em atividade quando dispuserem da competência de quantos já dispenderam larga parte da vida na estruturação da palavra escrita. Se aspiras a servir ao bem, não te detenhas na cobiça expectante, a pedir que a possibilidade dos outros te passe à mãos. A caridade não é invejosa. Façamos a nossa parte. Essa lição ela é um puxão de orelha pra gente, né? Porque às vezes a gente vai colocando eh condições para que a gente possa fazer o bem, como Emmanuel nos alerta aqui. A gente às vezes exige recurso que

a lição ela é um puxão de orelha pra gente, né? Porque às vezes a gente vai colocando eh condições para que a gente possa fazer o bem, como Emmanuel nos alerta aqui. A gente às vezes exige recurso que pertencem aos outros e aí a gente esquece daquilo que a gente já dispõe, daquilo que a gente já carrega na nossa própria bagagem, né? Então, às vezes, quantas vezes a gente não não brinca assim: "Ah, mas se eu ganhar na mega cena, eu vou ajudar tanta gente", né? Às vezes a gente faz essa brincadeira, principalmente naquela época de final de ano, né? Época da da virada, que a gente fala: "Nossa, bilhões, vamos ajudar todo mundo, mas a gente se esquece que a gente já tem aquilo que a gente realmente precisa para ajudar". E aí, conversando com o meu marido, ele tava me contando uma história de uma de um campeonato desses de Miss Universo e que perguntaram para uma miss o que que ela, se ela ganhasse aquele título de miss, o que que então ela faria? E aí ela respondeu: "Ah, eu iria acabar com a fome do mundo, a fome mundial. Eu ia ajudar a resolver esse problema." E aí então perguntaram para ela, mas e o que que você tá fazendo agora antes de você ser miss para resolver, para ajudar a resolver esse problema, né? Então essa essa historinha assim, a gente vai pensando no que a gente tem hoje, no que a gente tem agora. Embora a gente ache muito bacana aquele que construiu um hospital, aquele que um, né, construiu e e a presidente, por exemplo, de uma grande instituição, de um orfanato, mas a gente pode começar trabalhando ali no piso da fábrica, né, no chão, servindo, ajudando. A gente também não pode se esquecer que no livro do dos espíritos, Kardec, ele faz uma pergunta, eh, ele pergunta assim: "Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como entendia Jesus?" E aí é aquele famoso bip que a gente já ouviu, escuta falar aqui no meio espírita, né? Que é benevolência para com todos, indulgência para perfeição com para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Então,

famoso bip que a gente já ouviu, escuta falar aqui no meio espírita, né? Que é benevolência para com todos, indulgência para perfeição com para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Então, vejam, ninguém tá falando de dinheiro, né? Ninguém tá falando de condição material, de estrutura. A gente vê que, na verdade, a caridade ela começa no aspecto moral, na nossa transformação moral e naquilo que a gente tem para fazer pros outros, né? Porque quando a gente tá trabalhando na terra, a gente tá servindo a ideais superiores mesmo nas condições pequeninas. Todos nós temos algum propósito, todos nós temos alguma utilidade na tarefa do bem. E muit das vezes nós já tivemos o nosso planejamento reencarnatório dentro das nossas possibilidades. Se aquilo não foi nos foi estabelecido, é porque foi dentro daquilo que nós tínhamos, os recursos que já tínhamos e que vamos angareando também ao longo da nossa existência aqui na Terra para fazer em prol de nós mesmos e do outro. Então, a gente não precisa esperar grandes eh situações e grandes momentos pra gente se dedicar para o bem. e nem precisa também almejar aquilo que a gente não tem. A gente também não pode se esquecer no Evangelho de Jesus parábola da viúva. Ela deu tudo que ela tinha, uma moedinha só, ao contrário dos homens ricos que estavam no templo dando muitos, muito dinheiro, né? Mas ela deu com base no que ela tinha no seu coração. A tudo que ela tinha era aquela moeda. E disse Jesus, ela deu muito mais do que os grandes ricos, né? André Luiz também ele ele nos chama atenção para que o trabalho no bem comece exatamente onde estamos e com os recursos que já dispomos. Então que a gente possa refletir naquilo que a gente já tem, naquilo que a gente já pode fazer para auxiliar nessa construção desse mundo ainda tão necessitado de paz, da nossa assistência, do nosso apoio. E às vezes, na maioria das vezes, começando nos lugarzinhos mais pequenininhos dentro da nossa casa. dentro do com com aqueles que a gente

tão necessitado de paz, da nossa assistência, do nosso apoio. E às vezes, na maioria das vezes, começando nos lugarzinhos mais pequenininhos dentro da nossa casa. dentro do com com aqueles que a gente convive nas nossas situações do dia a dia, os nossos colegas de trabalho, às vezes aquelas pessoas difíceis. É essa a caridade que a gente tem que começar a exercitar. E aí depois a gente pensa num num espelho melhor como um Divaldo Franco, né, que construiu lá a mansão do caminho, aquele trabalho lindo, mas com certeza a bagagem espiritual dele já tava suficientemente fortalecida para fazer isso. Então que Jesus nos inspire, nos abençoe e que a gente possa sair daqui na tarde de hoje com essa vontade de amar e de servir. >> Obrigada, Cris. Mas eu queria, antes de passar a palavra para Fátima, pedir para você aproveitar e fazer o convite, porque a Cristiane é coordenadora da evangelização infantil que acontece aos sábados aqui para as famílias que precisam também de auxílio material. Cris, por favor. Então, vamos lá. A nossa casa, ela tá repleta de oportunidades pra gente fazer o bem, tanto na assistência material, como a gente tá falando, nessa questão das doações, que os nossos irmãos procuram mesmo a nossa instituição, porque eles sabem que fora da caridade não há salvação, né? Então eles vêm até a nossa casa procurando esse suporte material. A gente atende aqui na FEB 28 famílias, mas a gente também tem um trabalho muito grande no Guilhom. Aí eu não sei quantas famílias são, mas são são mais que as daqui. Todo esse trabalho que a FEB, essa casa, faz e a gente arrecada essas doações. Mas também temos a prática da caridade moral. Então, a gente tem o trabalho do estudo do evangelho com eles, a gente tem o trabalho da evangelização, a gente tem muitos trabalhos. Se vocês quiserem conhecer, a gente tá à disposição e serão todos muito bem-vindos. O nosso trabalho é que aos sábados, são os dois primeiros sábados só de cada mês, começa 8:30 da manhã com um recanto infantil muito bonito, com as

ente tá à disposição e serão todos muito bem-vindos. O nosso trabalho é que aos sábados, são os dois primeiros sábados só de cada mês, começa 8:30 da manhã com um recanto infantil muito bonito, com as crianças cantando, com os pais e nós terminamos às 10:30 com o pessoal da equipe do almoço, que inclusive também tá precisando de ajuda para nessa nessa parte do almoço para colaborar para as famílias. Depois a gente pode conversar melhor. Fica aqui o convite, tá bom? Obrigada, Gi. >> Maravilha, Cris. Então, quem precisar e quem tiver vontade, disponibilidade, pode vir aqui aos sábados. Fátima, por favor, querida. >> Ah, tivesse falado que tinha feito. >> Boa tarde a todos. aos amigos também que nos acompanham através da FEB TV, das redes sociais. Como sempre, é uma alegria nos reunirmos nesta casa para estudar a doutrina espírita, a luz da e o evangelho, a luz do evangelho de Jesus, que é o objeto dos nossos estudos de domingo. Na sexta-feira, nós temos o estudo do livro dos espíritos, nas na terça do Evangelho também e na no domingo o Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, aqui estamos mais uma vez reunidos porque temos saudades de Jesus, como dizia Chico, não é? Nos reunimos em torno do seu evangelho porque estamos com saudades de Jesus. Ele está sempre conosco. Nós é que pelos nossos velhos hábitos religiosos do passado, bem passado, né, lá do comecinho mesmo ainda do Deus único que aprendemos a amar. Temos que ter o local, o dia e a hora para estar com ele, não é? Mas na realidade ele está conosco todos os dias e em todos os momentos. Como estudamos o Evangelho Segundo o Espiritismo, eh, sequencialmente, nós estamos no capítulo 16, que tem como título: Não se pode servir a Deus e a Mamã. E hoje o título, subtítulo que vai ser tratado é a verdadeira propriedade. Kardec organiza o Evangelho segundo o Espiritismo, não vou dizer de forma primorosa porque não existe nem título para a classificação do trabalho de Kardec. Falta-nos palavras, né? mas de uma forma onde nos auxilia

a o Evangelho segundo o Espiritismo, não vou dizer de forma primorosa porque não existe nem título para a classificação do trabalho de Kardec. Falta-nos palavras, né? mas de uma forma onde nos auxilia progressivamente o entendimento para facilitar não o nosso intelecto, mas para que através do intelecto possamos então vivenciar a mensagem de Jesus. Ele começa nos falando sobre a salvação dos ricos. Eh, cada um desses itens é baseado em um trecho do Evangelho de Jesus. Depois ele fala sobre a preservar-se da avareza, Jesus em casa de Zaqueu, parábola do mal rico, parábola dos talentos, utilidade providencial da riqueza, provas da riqueza e da miséria, desigualdades das riquezas. E agora nós estamos entrando nas instruções dos espíritos, que são mensagens recebidas na época de diversos espíritos de luz, né, que trabalharam na codificação e que então vem Kardec fecha o capítulo com essas mensagens depois de paulatinamente traduzir para nós cada uma dessas passagens do seu do evangelho de Jesus. Gostaria de propor nesse momento para nós, já que o título, não é, que vai, o subtítulo que vai tratar na tarde de hoje é a verdadeira propriedade, eu gostaria para iniciar de proporção nessa existência, o que possuímos nessas existências? Não tô querendo buscar as anteriores não, porque fica difícil, né, paraa memória. Puxei demais, senão vou cair. Quais são as nossas propriedades? Vamos pensando aí, né, para dizer não, não vai ter prova e nem precisa escrever. [risadas] Quais os bens que trouxemos para essa encarnação? Porque não viemos sem nada. A nossa malinha já trouxe alguma coisa, não é? Todos nós em nossa bagagem já trouxemos alguma coisa do nosso passado. Então, quais foram os bens que eu trouxe já para essa encarnação? Se partirmos hoje, essa é a pergunta mais difícil. Quais os bens que levaremos hoje? Nós sabemos o dia que chegamos, mas não sabemos o dia da nossa volta, independente de idade, não é isso? Só que para nós, falo para nós, eu, né, na minha faixa etária, quando vai se

ue levaremos hoje? Nós sabemos o dia que chegamos, mas não sabemos o dia da nossa volta, independente de idade, não é isso? Só que para nós, falo para nós, eu, né, na minha faixa etária, quando vai se aproximando assim, a idade vai ficando um pouquinho mais adiantada, nós começamos a nos preocupar com o momento da volta. Eu, pelo menos estou preocupando, não com [risadas] não com o momento da volta, mas realmente fazendo esse levantamento. O que que eu possuo, o que que eu tenho? O que que eu levo, o que que eu deixo? Como chegarei lá? Diógenes de Sinope, ele viveu, era um filósofo, ele viveu aí a idade, né, a data aproximada, ou 404 ou 412 nascimento em Corinto. E ele partiu, faleceu em 323 a de. Cristal da sua vida são conhecidos através de anedotas. Ele era um personagem, um filósofo bem diferente, né? Que estão especialmente reunidos por Dios, foram reunidas por Di Laércio em sua obra Vida e opiniões dos filósofos eminentes. Diógenes, ele foi conhecido, era Diógenes de Sinope, conhecido, né? Ele foi exilado de sua cidade natal e se mudou para Atenas. onde teria se tornado discípulo de Antístenes, que era o antigo pupilo de Sócrates. Ele se tornou mendigo que habitava as ruas de Atenas, fazendo da pobreza extrema uma virtude. Ele disse contas, né, que ele teria vivido num grande barril, era a casa dele, em vez de estar morando numa casa. Ele vivia dentro do barril. perambulava pelas ruas carregando uma lamparina durante o dia, alegando estar procurando um homem honesto. eventualmente se estabeleceu em Coríntio ali ficou um tempo, né, onde continuou a buscar o ideal da autossuficiência, uma vida que fosse natural e não dependesse das luxúrias da civilização que ele considerava, né, por acreditar que a virtude era que a virtude era melhor revelada na ação e não na teoria. Ele era um filósofo, um pensador de um dos discípulos de Sócrates. E o filósofo, ele fica pensando, não é? Ele fica questionando, meditando. Mas para ele essa essa busca era revelada não só pela conversa, pela teoria, pelos

pensador de um dos discípulos de Sócrates. E o filósofo, ele fica pensando, não é? Ele fica questionando, meditando. Mas para ele essa essa busca era revelada não só pela conversa, pela teoria, pelos ensinamentos. Ele queria na vida prática. E ele, a vida dele consistiu numa campanha incansável para desbancar as instituições e valores sociais do que ele via como uma sociedade corrupta. Não é termo novo, é antigo lá diante de Cristo. Dióes, então eletido na história como um dos primeiros homens, não é, que antecede a Sócrates com a sua, quer dizer, no caso era Sócrates que antecede ele, né, com a célebre frase: "Não sou nem ateniense, nem grego, mas sim um cidadão do mundo." Ele não queria ser nem de lugar nenhum. Ele queria, né, não ter referências. Ele queria viver o lado natural da vida, né? E afirmava: "Sou uma criatura do mundo, do cosmos, e não de um estado ou uma cidade particular". Se nós pensarmos, por que Diógenes pensava assim, já que ele queria ter a virtude de não valorizar o ter o aqui e agora? nós acabamos eh criando disensões em torno de nós, a sociedade em geral, todos nós, porque o meu time de futebol é melhor do que o outro, porque o meu candidato é melhor do que o outro, porque a minha religião é melhor do que a outra. Então ele não queria nem que dissesse que ele era dessa ou daquela cidade, não tinha disputa. Eu não sou de cidade nenhuma, eu não sou de lugar nenhum, eu sou do mundo. Ele não queria pertencer, dizer que ele pertencia a esse ou aquele local. Diógenes provavelmente foi o mais folclórico dos filósofos. Nos conta a história, né? São inúmeras as histórias que contavam sobre ele com essas particularidades, né? já na antiguidade, mas tem uma que ficou muito conhecida e famosa, é a sua história com Alexandre, o grande, o César de Roma, né, que ao encontrá-lo, o Alexandre, ao encontrá-lo ter llhe perguntado o que poderia fazer por ele. Alexandre achou que poderia ajudá-lo, né? Ele andava quase sem roupa, vivendo no barril. Mas acontece

, que ao encontrá-lo, o Alexandre, ao encontrá-lo ter llhe perguntado o que poderia fazer por ele. Alexandre achou que poderia ajudá-lo, né? Ele andava quase sem roupa, vivendo no barril. Mas acontece que naquele momento em que Alexandre falava com ele, a posição dele fazia sombra diógenes. Ele cobriu o sol que batia em Diógenes, né? E aí olhando para Alexandre, ele disse com a maior calma, não me tires o que não me podes dar. Ou então uma variante, né? Deixa-me ao meu sol. Porque Alexandre tava tirando o sol que não era dele. Essa resposta impressionou tão vivamente Alexandre que na volta quando ele vai sair, passa de novo, né? sai da cidade, passa de novo por Diógenes. Os seus soldados começaram a zombar de Diógenes. E aí Alexandre disse: "Eu, se eu não fosse Alexandre, queria ser diógenes." Resolveu então ele adotar uma vida totalmente desprendida e ficou morando dentro de uma barrica toda sua vida, né? tendo somente como uso pessoal uma cuia para beber água. Mas depois de algum tempo, ele descobriu que nem mesmo a cuia ele precisava mais, que bastava usar as duas mãos, poderia pegar a água e beber e ou para limpar-se. E jogou a cuia fora. Será que precisamos a esse a chegar a essa verdadeira noção de propriedade? na terra, não é? Mas aonde vai esse nosso sentido de propriedade? Até aonde vai? Até onde nos apegamos às coisas que temos? Pascal, iniciando a mensagem na no Evangelho segundo o Espiritismo em 1860 em Genebra, ele ele começa dizendo assim: "O homem só possui em plena propriedade aquilo que é que lhe é dado levar deste mundo, do que encontra ao chegar e deixa ao partir. goza ele enquanto aqui permanece. Será que tem alguma dúvida para nós? Até porque nós já lemos, estudamos e estamos sempre com o evangelho em nossas mãos. E nós sabemos que aqui chegamos sem nada e sem nada partiremos. Mas como é que está esse nossa postura? como está, como estamos vivendo diante daquilo que sabemos, mas que na maioria das vezes, eu acho que na maioria das vezes, podemos dizer quase

nada partiremos. Mas como é que está esse nossa postura? como está, como estamos vivendo diante daquilo que sabemos, mas que na maioria das vezes, eu acho que na maioria das vezes, podemos dizer quase que 90% do nosso dia, nós estamos às voltas com o que nós vamos deixar, preocupados, né? Que então o que é o que é que ele possui? Nos pergunta Pascal. Nada do que é de uso do corpo, nada. É diógenes. Tudo que era material, ele largava, porque ele não possuía nada daquilo. Ele não vai levar nada daquilo. Tudo o que é de uso da alma é o que nós vamos levar. A inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais e atéonde nós estamos. realmente investindo nosso tempo nessa bagagem, nessa riqueza que iremos levar. Pascal nos diz que vai depender de cada um de nós ser mais rico ao partir do que ao chegar, visto que, né, do como, como nós estivermos adquirindo em bem, resultará aquilo que adquirimos, né, resultará a nossa posição no futuro. Quais são os bens que nós temos adquirido? Bens morais. Somos melhores do que éramos quando jovens há 10 anos atrás, pros mais jovens há 5 anos atrás, há dois, há um ano atrás. Porque o objetivo de aqui estarmos é sairmos daqui melhores do que chegamos. Viemos aqui trabalhar as nossas os nossos dons, os nossos talentos. Tanto que Kardec coloca a parábola dos talentos, eh, antecedendo a essas instruções dos espíritos nesse capítulo, porque cada um de nós está retratado na parábola dos talentos. Um recebeu cinco, o outro três, o outro um. Aquele que menos recebeu com medo do Senhor enterrou. Os outros multiplicaram. Qual que agiu certo? Cada um de nós recebeu um talento. O que estamos fazendo com os nossos talentos? Porque geralmente quando ouvimos, estudamos essa passagem, nós achamos que eh talentos só recebem pessoas como Divaldo Pereira Franco, não é? Como Chico Xavier, são missionários. Me lembro de uma palestra que a Marta Antunes, nossa querida amiga, fez aqui nesse mesmo lugar e aquilo me chamou atenção e nunca mais eu esqueci. Ela

anco, não é? Como Chico Xavier, são missionários. Me lembro de uma palestra que a Marta Antunes, nossa querida amiga, fez aqui nesse mesmo lugar e aquilo me chamou atenção e nunca mais eu esqueci. Ela disse: "Chico Xavier não nasceu missionário". Eu levei um susto, né? Porque se ele nascesse missionário, Deus tem privilégio. Ele privilegia uns e não outros. Ele nasceu com as possibilidades, os talentos para ser um missionário e aceitou. Aceitou, se dedicou, tinha um compromisso de 40 livros e quantos foram? Mais de 400. Além das mensagens esparsa, das cartas, dos atendimentos, do acolhimento que ele fazia as famílias. E ele tinha um compromisso dos seus talentos com 40. Todos nós recebemos talentos. Todos nós somos missionários aonde nos encontramos e só seremos missionários para coletividade quanto mais nos dedicarmos aos nossos talentos, a multiplicar os nossos talentos. Mas seremos, teremos a projeção de um Chico, Madre Teresa de Calcutá de Gand. Aí é o que a página de preparação nos diz. Ah, mas eu quero chegar lá, mas eu quero ter isso. Eu preciso de dinheiro, eu preciso estudar, eu preciso disso para chegar lá. Não, vamos pegar nosso querido Chico, família pobre, simples, do interior, órfão de mãe. O pai com vários filhos teve que ser criado pela madrinha que ainda não, pelo seu entendimento, não sabia como cuidá-lo. Era para ele desistir de tudo e dar errado na vida, gente. Mas ele se dedicou a estar atento para si mesmo, para a verdadeira propriedade que ele trazia consigo para multiplicar. Porque todos nós recebemos a a verdadeira propriedade, nós já trazemos, que são os talentos. E quais são esses talentos? Muitas vezes é o a a o talento de ouvir a página de preparação, não precisa de dinheiro. É o talento de acolher, de ter paciência, de fazer aquilo que eu realmente tenho habilidades, porque todos nós temos habilidades. Todos nós. Eu sei cozinhar bem, estamos precisando de gente aí para cozinhar, né? Ah, eu gosto muito de organizar, de limpar, de atender.

almente tenho habilidades, porque todos nós temos habilidades. Todos nós. Eu sei cozinhar bem, estamos precisando de gente aí para cozinhar, né? Ah, eu gosto muito de organizar, de limpar, de atender. Vou multiplicar, seja na casa espírita, seja numa instituição fora de particular, de assistência, seja num hospital. Está aí, o mundo está aí para que possamos dar, multiplicar o que realmente trouxemos e crescermos. aprendendo aquilo que ainda não aprendemos. Procedei do mesmo modo com relação à vida futura. Aprovisionai-vos de tudo que de lá vós possais servir. É Pascal que nos diz, nós temos que buscar cada vez mais aprender o que podemos ter, desenvolver em nós para quando formos retornarmos à casa do pai, cheguemos lá com maiores habilidades, com maiores competências morais. Aqui ele nos traz o exemplo de um viajante que chega a um albergue. Bom alojamento é dado, né? Se pode pagar. Agora outro que tem poucos recursos, o que que vai tocar a ele? Um alojamento menos agradável. Quanto ao que nada tenha é de seu, vai dormir num lugar mais complicado, né? uma caminha sem conforto ali, não é? O mesmo sucede ao homem a sua chegada no mundo dos espíritos. Depende dos seus haveres o lugar onde ele vá. Ninguém lhe perguntará quanto tinhas na terra, que posição ocupavas, se era príncipe ou operário. Vão lhe perguntar: "Que trazes contigo? Não vão avaliar os bens que possuía, nem os títulos, mas a soma das virtudes que possui, que é o que viemos aqui fazer, desenvolver nossas virtudes, trabalhar as nossas virtudes que ainda são difíceis, tão ali no começo, a paciência, a tolerância, a compaixão, a misericórdia, a fraternidade, a solidariedade. Porque quando formos solidários e fraternos, tudo isso nós já teoremos em nós. Tudo. Porque para ser solidário e fraterno, eu preciso aprender a ter tolerância, compaixão, paciência, misericórdia. em vão alegará que antes de partir da Terra pagou a peso de ouro a sua entrada no outro mundo. Lembremo-nos que nos passado nós pagávamos pelas indulgências,

ância, compaixão, paciência, misericórdia. em vão alegará que antes de partir da Terra pagou a peso de ouro a sua entrada no outro mundo. Lembremo-nos que nos passado nós pagávamos pelas indulgências, não é? As igrejas recebiam fortunas para que eu pudesse ter um lugar bom no céu. Porque era o nosso entendimento da época, não a crítica. Minha origem é católica, né? Essa encarnação. Cada um está no local onde mais se sente acolhido, entendido, onde ele cala a alma. Há pouco tempo conheci uma pessoa que estuda a doutrina espírita, conhece o espiritismo, ela diz: "Eu me sinto bem no catolicismo". É a mensagem do Cristo, gente, em qualquer lugar. O evangelho é o mesmo, mas pelas nossas condições da nossa caminhada, nosso desenvolvimento como espíritos em crescimento, no passado barganhávamos com Deus. É isso que o evangelho aqui nesse capítulo vai trazer. Não se pode servir a Deus e a mamão, porque viemos barganhando com Deus sempre em troca de algo. Pai, faz isso que eu faço aquilo. Me dá isso que eu deixo de fazer aquilo outro. Quando na realidade, para Deus, se eu vou deixar de comer chocolate, se eu vou ficar de dieta, de jejum, não sei quanto tempo. Eu falei chocolate porque eu ouvi isso uma vez de uma pessoa que disse: "Ai, se me ajudar conseguir, eu nem me lembro o que que era o emprego, não sei lá o que que era, eu juro que eu vou passar um mês sem comer chocolate. Para Deus não faz a menor diferença. Claro que para ela significa um grande sacrifício se a pessoa é chocolatra. Nossa, e realmente para ela vai ser um sacrifício. Mas para Deus isso não faz diferença. Proos nossos amigos espirituais não faz diferença. Para Jesus não faz diferença. Faz para nós. Os lugares aqui não se compram, nos fala Pascal. Conquistam-se por meio da prática do bem. Aqui tudo se paga com as qualidades da alma. És rico dessas qualidades? Ele nos pergunta. Se bem-vindo e vai para um dos lugares da primeira categoria, onde te esperam todas as venturas. És pobre delas? Vai para uma das últimas, onde serás tratado de

co dessas qualidades? Ele nos pergunta. Se bem-vindo e vai para um dos lugares da primeira categoria, onde te esperam todas as venturas. És pobre delas? Vai para uma das últimas, onde serás tratado de acordo com teus haveres. Mas é Deus que vai fazer isso comigo. É Deus que faz isso conosco, que vai me colocar neste ou naquele lugar, me julgando no momento da volta. Não é a minha consciência. Porque se eu estou presa hoje ao meu carro, a minha casa, a minha roupa, a minha posição no trabalho profissional, se eu acho que eu só eu consigo fazer aquele trabalho, ninguém mais. Se eu partir agora, o que que acontece? Eu vou continuar presa? a minha casa, a minha roupa, a minha posição no trabalho, a minha posição social, a minha posição, a a minha vou ficar presa aqueles que são os meus afetos, porque eu também acho que os netos, filhos, marido, irmão, pai e mãe são propriedades minha, não divido com ninguém e quando eu vou eu não quero deixar. E é assim que nós nos vinculamos àela situação e aquele lugar ao que o nosso pensamento nos mantém. Então, não é Deus. Pascal aqui tá nos dizendo que vamos estar no local aonde desejamos estar. Se eu ainda dou mais valor aos bens materiais, ficarei preso aqui à terra. Ficarei preso buscando as coisas da terra. Mas se eu já desenvolvi as qualidades, eu trabalhei para estar, não é, melhor, para que realmente eu comece a entender como esta vida plena, que é a vida verdadeira no plano espiritual, eu quando chegar lá eu me desprendo facilmente daquilo que eu deixei. Aliás, eu já nem eu já nem nem ligo. Minha sogra costumava dizer, foi ela quando partiu foi a muito simples, eh, de, e ver a casa, né, os móveis ali, porque ela já tinha dado tudo, ela tinha muito pouca coisa e ela dizia assim, já tinha deixado a os bens imóveis, que eram poucos, dois para cada filho, no nome de cada um. Então, não deu problema para filho, não deu problema para ninguém. Ela dizia assim: "Caixão não tem gaveta". Eu nunca esqueci disso e não tem. Então, por que nos apegamos

da filho, no nome de cada um. Então, não deu problema para filho, não deu problema para ninguém. Ela dizia assim: "Caixão não tem gaveta". Eu nunca esqueci disso e não tem. Então, por que nos apegamos tanto às coisas que aqui ficarão? Richard Simonete numa ele faz um pequeno comentário, uma reflexão sobre uma passagem de Lucas no capítulo 16 versículo 8 que Lucas, palavras de Jesus, né? Os filhos do do mundo são mais hábeis em defender seus interesses do que os filhos da luz. E aí, Richard Simonete coloca: "Quem são os filhos do mundo? Os que vivem em função de efêmer os interesses materiais, porque esses ficarão e os filhos da luz são aqueles que vivem em função dos bens imperecíveis, dos valores espirituais. Os primeiros, os homens do mundo, os filhos do mundo, são agressivos". Isso é verdade, não é verdade? Se mata por causa de fortuna. Famílias se dissolvem, irmãos brigam, filhos e pais brigam por causa de dinheiro. Há processos em que parentes é onde ou eh num, vamos dizer, numa separação de casais, existem processos que fogem a imaginação, agressões que fogem a nossa imaginação pelos bens, que às vezes não é nenhum. Então nós somos agressivos nesse sentido, os filhos do mundo, com certeza. E os filhos da luz, esses não, os filhos da eh do mundo, nos fala Richard Simonete, eles não vacilam em exercitar a mentira e a desonestidade para alcançar seus objetivos. É o que nós vivemos hoje. Nós achamos que o mundo tá muito mais material, mas sempre foi. É porque hoje a mídia é mais rápida. E tem a população cresceu muito, os meios de comunicação são cées, mas isso sempre existiu desde o passado. Reis, rainhas, condes brigavam, se matavam. Havia um ardis que a gente não consegue nem quando ler na história imaginar por causa de fortunas que aqui ficariam ou pelo poder. No item 10, nós vamos ter o nosso um espírito protetor em bruxelas nos ajudando a entender também nos dizendo: "Os bens da terra pertencem a Deus que os distribuiu ao seu agrado, não sendo homem senão uso frutuário. o

amos ter o nosso um espírito protetor em bruxelas nos ajudando a entender também nos dizendo: "Os bens da terra pertencem a Deus que os distribuiu ao seu agrado, não sendo homem senão uso frutuário. o administrador mais ou menos íntegro e intelig inteligente desses bens. Então, nós recebemos tudo aquilo que recebemos durante a vida. Ah, não, mas eu trabalhei, eu conquistei, é meu esforço. Esse espírito protetor vai nos dizer: "Sim, é, todo valor tem. Essa propriedade é legítima, foi adquirida pelo resultado do seu trabalho, do seu esforço, mas não é para seu próprio bem só, é para que você saiba multiplicá-lo e utilizá-lo em com todos. Não é ficar pobre distribuindo, porque aí tá errado. Se distribuirmos, tá lá no livro dos espíritos, toda a riqueza do mundo de eh de forma igual não levará muito tempo, ela estará novamente na mão de alguns e o restante na mesma situação de pobreza. Por quê? Porque a questão dos talentos, da capacidade de cada um, a parábola dos talentos, uns vão enterrar o talento, não vai multiplicar. Outros vão pegar e tratar de fazer com que aquele talento se multiplique. Então não é sair distribuindo, mas saber utilizar de forma não egoísta, mas levando aquilo que pode junto às pessoas que o cerca através de trabalho. Também não é só dano material, não. A gente precisa dar o pão. Nós precisamos dar o maior bem que recebemos, que é o bem do conhecimento espiritual. da do lado moral. E aquela riqueza nos fala ele que vem pela pela ah foi da família, né? Tá aí recebendo as heranças. Essa então quando a pessoa não tem, e é a mesma coisa, a capacidade de continuar trabalhando para mantê-la, perde rapidamente. Não podemos dizer que foi Deus que tirou, mas estão atentos, né, a cada um do uso que nós fazemos, se não usamos bem. E não só a riqueza material, a riqueza intelectual. Quantos de nós temos uma capacidade de multiplicar, dividir com companheiros, com colegas de trabalho profissionalmente, como nos fala Richard Simonete, e usamos deard para que o

riqueza intelectual. Quantos de nós temos uma capacidade de multiplicar, dividir com companheiros, com colegas de trabalho profissionalmente, como nos fala Richard Simonete, e usamos deard para que o outro não pegue o meu lugar, com medo que o outro vá pegar a minha função, onde há lugar e trabalho para todos, de forma honesta, sem precisar. Se o outro pegou o meu lugar, é porque eu não tive capacidade de mantê-lo. É porque ele se mostrou mais empenhado e mais capaz em conquistar. Então eu vou fazer a minha parte para trabalhar, me melhorar, investir no meu conhecimento para que eu chegue também algum lugar. Nós sabemos que existem os ardis, sabemos, mas lembremo-nos que a gente passa aquilo que precisa como lição. Possivelmente no passado fizemos alguma coisa semelhante e hoje eu sinto em mim, na minha, na minha vida, o que eu deixei. Ah, vou chorar, vou culpar, não, eu vou continuar batalhando e buscar algo melhor. E é assim que a vida vai, fazendo com que nós cresçamos moralmente e levemos essa riqueza. Joana deângeles nos diz: "É verdade que ninguém precisa desprezar os bens que conquistou com o próprio esforço, pois esses constituem legítima propriedade. No entanto, é preciso treinar o desprendimento destes bens que um dia ficarão sob o pó da terra. Além disso, a grande diferença entre possuir bens materiais e se deixar possuir por eles, que é o que acabamos fazendo. Ficamos preocupados porque não temos, temos que cuidar, então vai me tirar, não vou perder. Não é utilizá-los, né? Como ela fala aqui, conforme a filmador, o tesouro do sábio é a sua mente e o do tolo são seus bens. Porque o sábio vai saber exatamente como empregar todos os tesouros, materiais e espirituais. O verdadeiro tesouro é aquele que podemos levar conosco para onde formos aqui e depois, inclusive na viagem de volta ao mundo espirituais. Quando as riquezas terrenas geram salário, saúde, educação e oportunidades dignas para o ser humano, são geradoras de tesouros nos céus e garantem o bem-estar do espírito imortal que delas

spirituais. Quando as riquezas terrenas geram salário, saúde, educação e oportunidades dignas para o ser humano, são geradoras de tesouros nos céus e garantem o bem-estar do espírito imortal que delas fez bom uso. Mas quando as riquezas servem para deleite daquele que as detém, geram infelicidade e desgosto no além túmulo. estamos vendo aí, né, através e até aqui mesmo pessoas que acabam eh sofrendo por esse apego demasiado a bens e que sofrem uma série de violências físicas e morais para porque se utilizam sem o objetivo do trabalho no bem, né? Se a riqueza nos fala, o evangelho eh segundo o espiritismo é causa de muitos males, se exacerba tanto as mais paixões, se provoca mesmo tantos crimes, não é a ela que devemos inculpar, mas ao homem que dela abusa, como de todos os dons de Deus, como falei anteriormente, da inteligência, das habilidades. Se os meus talentos são utilizados para o bem, esse é o trabalho que eu vim aqui desenvolver. Agora, se eu utilizo os meus talentos e os meus bens para cada vez acumular ou ter privilégios em detrimento do outro, eu estou utilizando de uma forma errada e com certeza ao retornar a minha consciência me cobrará. Vou concluindo aqui com as palavras de Emanuel para essa nossa tarde em que devemos a cada dia viver, né, como homem da terra e encarnado que somos, mas sempre atentos que somos espíritos imortais e que daqui a pouco estaremos retornando para o plano maior da vida e que aqui viemos para nos melhorarmos, para aprender. os para que tenhamos cada vez mais trabalhada as nossas virtudes. Busquemos, pois, nos fala Emanu no livro roteiro, na introdução, com o celeste benfeitor, a lição da mente purificada, do coração aberto à verdadeira fraternidade, das mãos ativas na prática do bem. E o evangelho nos ensinará a encontrar no espiritismo o caminho de amor e luz para a alegria perfeita. E Emmanuel, essa página foi editada em 10 de junho de 1952. E Joana de Angeles, no livro Celeiro de Bênçãos, no capítulo 4 nos convida: "Quem se renova no Cristo não retorna à

para a alegria perfeita. E Emmanuel, essa página foi editada em 10 de junho de 1952. E Joana de Angeles, no livro Celeiro de Bênçãos, no capítulo 4 nos convida: "Quem se renova no Cristo não retorna à prisão do erro. Se tens fé, persevera. Haja o que houver. Prossegue imperrito, mente dirigida ao Senhor e mãos no trabalho edificante. Não olhes para trás, nem te confies à depressão. Este é o teu momento divino de avançar. Não malbarates inutilmente a claridade da crença que hora te aponta seguro roteiro. Farse a tua lâmpada de alegria, onde estejas, com quem te encontres, como te sintas. E quando a noite do túmulo se abater sobre o teu corpo cansado, ela será o sol nascendo do dia novo, que deves desde agora aguardar com júbilo e por cuja razão deves insistir e perseverar. Perseveremos neste trabalho a que fomos convidado quando o Pai nos deu esta encarnação da nossa melhoria, do nosso crescimento, da nossa colaboração na seara de Jesus, para que sejamos multiplicadores de paz, de fraternidade, de solidariedade, nos tornando a cada dia melhores do que fomos ontem. E com certeza todos os dias eh acordamos diferentes do que fomos ontem, mas temos que ver qual é a verdadeira propriedade que estamos guardando conosco nestes dias. que saiamos desta experiência e retornemos à casa do Pai com as mãos cheias de gratidão pelo muito que recebemos e pedindo a Deus que nos auxilie a contribuirmos, a multiplicarmos tudo que recebemos aqui para o nosso crescimento. Muita luz, muita paz, que Jesus nos guarde, nos abençoe e ele assim o faz. que estejamos com ele hoje e sempre. Agradecemos a nossa querida amiga, irmã Fátima Guimarães, por nos guiar nessas reflexões e que a gente possa, não é, construir esses bens de laços afetivos ao longo da nossa vida, Porque essas emoções construídas, esses sentimentos construídos permanecem e nós identificamos entre nós na espiritualidade esse laço que se torna eterno. Então, vale muito a pena investir, né, nessa nesse com esforço, com praticando as virtudes nesse

construídos permanecem e nós identificamos entre nós na espiritualidade esse laço que se torna eterno. Então, vale muito a pena investir, né, nessa nesse com esforço, com praticando as virtudes nesse autoaprimoramento que que ocorre na nossa família, no trabalho, nas oportunidades de trabalho na casa espírita e com a gente mesmo, né? Então vamos, queridos irmãos, orar para agradecer essa tarde de reflexões. Senhor Jesus, agradecemos, mestre, mais essa oportunidade de aprendizado, de crescimento, de reflexões. Auxilia-nos, Senhor, a guiarmos nossos pensamentos, sentimentos e as nossas mãos para que elas sejam as suas, Senhor, para que tenhamos essa perseverança de atuar no mundo conforme as suas lições, com gratidão e os corações em júbilo. Pedimos a permissão para encerrarmos a palestra pública da Federação Espírita Brasileira na tarde de hoje, dizendo graças a Deus. E quem desejar o passe, basta permanecer aqui no salão. A equipe já vai se preparar ali atrás e vai chamar conforme as prioridades e as filas. Então, permaneçamos com Jesus em paz e uma ótima semana a todos. Fiquemos com Deus. Gratidão. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da [música] caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. A comunicação é chave em todos [música] os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais [música] de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de

onteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de [música] áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos [música] por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. [música] E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar [música] ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha [música] FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. [música] Acesse doi.com.br e [música] faça sua doação. Eu quero ver.

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