A caridade material e a caridade moral, com Jarbas Arrais | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 17/11/2025 (há 5 meses) 1:04:04 248 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: A caridade material e a caridade moral. ESE, cap. 13, itens 9 e 10. Palestrante: Jarbas Arrais Direção: Edna Fabro Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

เฮ [música] >> Prezados amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, ao nosso estudo da tarde de hoje. Que Jesus possa nos abençoar, nos envolver e que nós possamos eh aproveitar bem os nossos estudos de hoje, né, guardando no coração, na mente as lições do Evangelho que iremos ouvir na tarde de hoje. Damos também as boas-vindas aos nossos irmãos que estão à distância, mas também participando conosco, né, desse trabalho, vibrando conosco e nos auxiliando com o seu carinho, a sua atenção no trabalho de hoje. Então, vamos dar início, eh, fazendo a nossa prece de abertura. Jesus, divino amigo, mais uma vez nos reunimos em teu nome, Senhor, e elevamos a ti neste momento todos nós que estamos ligados ao trabalho que a casa realiza neste horário, neste dia. Levamos a ti o nosso coração, os nossos pensamentos, pedindo as tuas bênçãos para cada um de nós que aqui nos encontramos, pedindo as tuas bênçãos para os lares que também nos ouvem. E que a tua misericórdia, Senhor Jesus, possa se fazer nos auxiliando, nos ajudando para que possamos aproveitar bem o estudo da tarde de hoje, para que possamos, Senhor, guardar sempre as lições do teu evangelho e colocar em prática no nosso dia a dia, nossos lares, junto aos os nossos trabalhos, que a tua luz, a tua bondade possa se fazer e que esse esse essas vibrações de amor que sabemos que os mentores espirituais nos trazem em o teu nome possam também ser levadas aos lares onde houver a dor, onde houver o sofrimento, a angústia, onde onde houver sofrimento, Senhor, que a tua tua presença possa se fazer, abençoando, aliviando as dores, trazendo esperanças. Que o Senhor possa abençoar os nossos companheiros que estão responsáveis pelo estudo de hoje. E que a tua paz, Senhor Jesus, esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Eh, nós vamos nós vamos então passar ao a palavra ao Rob Robson, desculpa, é minha cabeça. Nós vamos passar a palavra pro Robson, que ele vai fazer a leitura e os comentários da prece da da página

us. Eh, nós vamos nós vamos então passar ao a palavra ao Rob Robson, desculpa, é minha cabeça. Nós vamos passar a palavra pro Robson, que ele vai fazer a leitura e os comentários da prece da da página inicial do trabalho de hoje. Robson. Boa tarde. A leitura de hoje, então, do livro Palavras de Vida Eterna, psicografia de Francisco Câ Xavier, pelo espírito de Emmanuel, é no capítulo 42, no serviço mediúnico. diversidade de dons, mas o espírito é o mesmo. Está em Paulo, no primeiro Coríntios, capítulo 12, versículo 4. Examinando os dons espirituais ou mais propriamente as faculdades mediúnicas entre os aprendizes do Evangelho, o apóstolo Paulo afirma categórico no capítulo 12 de sua primeira epístola aos Coríntios. A diversidade de dons, mas o espírito é o mesmo. A diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E a diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. A manifestação do Espírito, porém, é concedida a cada um para o que for útil, pois que a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria e a outro pelo mesmo espírito, a palavra da ciência, a outro pelo mesmo espírito, a fé e a outro pelo mesmo espírito, os dons de curar, a outro a operação de fenômenos e a outro a profecia, a outro o dom de discernir os espíritos e a outro a variedade de línguas e ainda a outro a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como lhe apraz. Parece incrível que explicações tão claras ao redor da mediunidade tenham vindo à luz há 19 séculos, traçando diretrizes e especificando deveres pela mão firme daquele que constitui o um em amigo fiel da gentilidade. Qual disse outrora Paulo, relembremos hoje que a mediunidade é cedida a cada um para o que for útil. E por isso que nos quadros da ação espírita temos instrumentos mediúnicos para o esclarecimento, para a informação, para o reconforto, para a convicção, para o fenômeno, para o socorro aos enfermos, para as manifestações idiomáticas, para a interpretação e para

s mediúnicos para o esclarecimento, para a informação, para o reconforto, para a convicção, para o fenômeno, para o socorro aos enfermos, para as manifestações idiomáticas, para a interpretação e para o discernimento, tanto quanto para numerosas outras. pecularidades de serviço. Entretanto, nós todos, tarefeiros encarnados e desencarnados, que procuramos a nossa regeneração no Evangelho, devemos saber que o bem de todos é a luz do Espírito glorioso de Jesus Cristo, que precisamos refletir nesse ou naquele setor do trabalho. Distenhamos-nos assim do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem, visíveis ou invisíveis, na certeza de que daremos conta dos dotes mediúnicos com que fomos temporariamente felicitados, porque o espírito do Senhor, por seus mensageiros, nos aqui com esse ou aquele empréstimo empréstimo de energias. medianímicas a título precário para a nossa própria edificação e segundo as nossas necessidades. Então o alerta aqui no caso de Emanuel, quando ele retira, né, essa passagem então ali de Paulo, ele comenta aqui como é interessante que ao redor da mediunidade explicações tão claras de Paulo tenho vindo já há 19 séculos atrás. Ou seja, ele já alerta a necessidade e a questão de que há diversos dons, mas sempre é do mesmo espírito, sempre vem de Deus. E é claro que a diversidade desses ministérios, como hoje vemos também, a diversidade de faculdades mediúnicas, onde cada uma delas tem uma utilidade no sentido de como ele coloca aqui, né, para o glorioso Jesus Cristo, que precisamos refletir nesse ou naquele setor de trabalho, mas colocando que cada uma dessas eh mediunidades tem a finalidade de ser útil à questão do Cristo, da questão do seu amor, da questão de esclarecimento. E é interessante que ele não coloca que uma mediunidade é melhor ou pior do que outra. Todas elas são úteis. Cada uma delas tem uma maneira de reconfortar, de auxiliar. Quando ele fala do reconforto, como exemplo, temos, por exemplo, o próprio Chico Xavier, quantas mães, pais, famílias ele não

las são úteis. Cada uma delas tem uma maneira de reconfortar, de auxiliar. Quando ele fala do reconforto, como exemplo, temos, por exemplo, o próprio Chico Xavier, quantas mães, pais, famílias ele não consolou quando trouxe através da sua mediunidade cartas que relatavam o bem-estar daqueles que tinham partido. Então, quando temos mensagens como essa que estamos lendo aqui, a mediunidade também do Chico foi instrumento para que espíritos, né, elevados como Emânuel e tantos outros mensageiros do Cristo pudessem trazer para nós mensagens que fizessem refletir, fizessem com que possamos, vamos dizer assim, nos sentirmos melhor. aprender tudo no seu tempo. É interessante também lembrar aqui quando ele coloca que, mas para isso temos que ter alguns cuidados. A medianidade, ela pode ser instrumento para o nosso crescimento, paraa nossa melhoria, mas ela também pode ser, se nós, não, como ele coloca aqui, abstenhamos-nos assim do contato com forças que operam a perturbação e a desordem, visíveis ou invisíveis, na certeza de que daremos conta dos dotes miniúnicos. Ou seja, temos que ter cuidado com quem estamos tendo, exercendo. Estamos exercendo essa mediunidade, né, pro Cristo, para um instrumento do Cristo ou estamos utilizando para algo fútil? Alguns que utilizam a mediunidade muitas vezes pro ganho financeiro ou de maneira às vezes como um passatempo. Hoje a mediunidade vemos que ela tem uma grande importância, principalmente do que tange a questão moral, auxiliando-nos a alertar sobre a necessidade da nossa reforma íntima, da nossa melhoria, das reflexões e como podemos desta maneira fazer com que tenhamos uma vida mais reta e aderente aos ensinamentos do Cristo. Temos também a mediunidade exercida em tantos centros, aonde ali através de médiuns esclarecedores, outros, né, que tem a questão de trazer as mensagens recebendo esses espíritos, né, a comunicação para esclarecê-los. Isso é uma forma de caridade, não apenas com aqueles que estão encarnados, mas aqueles que também estão desencarnados,

zer as mensagens recebendo esses espíritos, né, a comunicação para esclarecê-los. Isso é uma forma de caridade, não apenas com aqueles que estão encarnados, mas aqueles que também estão desencarnados, que que necessitam da orientação. Então, que possamos lembrar, como aqui é colocado, nós termos cuidado com quem estamos exercendo e como estamos exercendo essa mediunidade, precisamos também estar alertas, né, a a que tenhamos que ter o quê? Eu até anotei aqui alguns pontos. Evitar contatos com forças perturbadoras que alimentam desordem e desequilíbrio. A gente tem que manter disciplina, estudo e vigilância. Por que temos que vigiar? Jesus já não nos alertava do orai e vigiai para não cairmos em tentação. A questão da disciplina, do conhecimento. Nesse momento aqui estamos reunidos, né, tendo acesso a um alerta, a uma mensagem de Emmanuel, aonde nos esclarece alguns cuidados. Isso é uma forma de aprendizado para nos proteger, nos colocar, vamos dizer assim, eh livres de alguns eh deslizes que poderiam prejudicar o exercício da mediunidade nessa vida. Isso aqui é um, a mediunidade é um serviço de oportunidade. Ele coloca que é uma oportunidade de crescimento. Nós podemos nos melhorar, sermos úteis. Para quem leu aquele livro Os Mensageiros, né, de André Luiz, vê ali quantos que falharam quando receberam a mediunidade. Quando lemos aquele livro, também nos alerta da necessidade de estarmos aderente, né, ao estudo, ao esclarecimento, a vigiar, para que não façamos da mediunidade um instrumento ao invés de ajudar o próximo, ser um instrumento de queda. Mas é isso, queridos. A mensagem então aqui para concluir, né, que a gente possa então ter uma essa mediunidade como serviço de oportunidade nesta encarnação, com responsabilidade, com vigilância, com atenção para ser esse instrumento que a espiritualidade possa utilizar para que possamos cada vez mais fazer com que, né, os exemplos do Cristo se reflitam. com todos aqueles que nos se encontram como nós encarnados. Obrigado.

rumento que a espiritualidade possa utilizar para que possamos cada vez mais fazer com que, né, os exemplos do Cristo se reflitam. com todos aqueles que nos se encontram como nós encarnados. Obrigado. >> Obrigada, Robson. Então nós vamos agora passar a palavra ao Jabas, a Rais, que irá nos conduzir então no estudo da tarde de hoje. Jebas, >> boa tarde a todas as irmãs, a todos os irmãos. Que a paz de Jesus esteja entre nós. Estamos hoje no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo de número 13, que tem por título: "Não saiba a vossa mão esquerda, o que dê a vossa mão direita". Vamos relembrar que nesse próprio livro, lá no início, Kardec nos fala que o objetivo do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo é retirar do Evangelho a sua parte moral, porque aí a concordância entre todas as religiões. Se temos diferenças entre as religiões, elas não estão na parte moral. Todos concordam que nós devemos fazer aos outros aquilo que gostaríamos que os outros nos fizessem. Todos concordamos que devemos ser mais pacientes, tolerantes, indulgentes. Não há diferenças quanto a isso, quanto à parte moral. E aí vem a lembrança daquilo que está no Evangelho. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. O que quer dizer isso? que nós não deveríamos propagar aquilo que fizermos de bom aos nossos irmãos. Pelo contrário, se deixarmos somente o beneficiado saber daquilo que aconteceu, nós estaremos melhores do que se nós fizermos uma propaganda daquilo que possamos ter feito em auxílio ou em ajuda aos nossos irmãos, aqueles que estejam em necessidade, porque a maior necessidade que nós temos é de nos alinhar com a vontade de Deus, nosso pai, que permite que tudo aconteça e que alguns nem aceitem que Deus existe, que ele próprio, o criador de tudo, causa primária de todas as coisas, possa existir. E se dizem a Deus aqueles que não acreditam, tamanha a sua humildade, tamanha a sua simplicidade, que vai ao infinito, porque todos os atributos de Deus são colocados ao infinito, a

as, possa existir. E se dizem a Deus aqueles que não acreditam, tamanha a sua humildade, tamanha a sua simplicidade, que vai ao infinito, porque todos os atributos de Deus são colocados ao infinito, a infinita perfeição, a infinita inteligência, o infinito amor, a infinita misericórdia, a infinita tolerância de Deus para com todos nós, sem exceção. E fomos feitos a imagem e semelhança dele, como nos diz o Antigo Testamento no livro a Gênesis de Moisés, nós perceberemos que ele, nós devemos procurar os atributos que ele tem e tem em absoluto. Nós vamos nos tornar espíritos puros. Ninguém vai fugir disso, porque há uma lei do progresso. A lei do progresso é para tudo e para todos. Vamos alcançar a pureza de espírito. Mas essa pureza é relativa a nós que somos criaturas. Absoluto. Somente Deus. Nós nos aproximamos cada vez mais dele quando exercitamos as qualidades que ele tem e que colocou em nós em forma de germen a serem desenvolvidas por cada um de nós. Dentre elas, a lei do amor. O amor que deve presidir a todas as nossas relações, que está ligado ao sentimento. Deveremos desenvolver, espíritas, amai-vos e instruí-vos. Nós temos que desenvolver o nosso intelecto, o nosso conhecimento, a capacidade de raciocinar, o discernimento e devemos desenvolver o nosso sentimento. E não há outra forma de desenvolvermos tudo isso se não formos caridosos. Por isso, todos já escutaram, fora da caridade não há salvação, porque fora dela nós não colocamos os mecanismos que estão dentro de nós próprios, no mais íntimo de nós, no nosso interior, para funcionarem. Nós utilizamos a razão, o nosso intelecto vai sendo desenvolvido, mas nem sempre o intelecto resolve todas as situações. Nós temos vários exemplos. Os estudos científicos trazidos pelos físicos nos permitiram saber da relatividade do tempo, do espaço. Aí um pouco mais empregando tudo que foi descoberto, fizemos uma bomba atômica, ou seja, de inteligência. Aqueles envolvidos têm a inteligência talvez bem mais desenvolvida do que nós. Talvez até

aço. Aí um pouco mais empregando tudo que foi descoberto, fizemos uma bomba atômica, ou seja, de inteligência. Aqueles envolvidos têm a inteligência talvez bem mais desenvolvida do que nós. Talvez até não, porque não temos uma faixa em nossa testa dizendo esse é e aquele não? mas que t uma capacidade elevada, tem, mas se permitiram construir um artefato para a destruição, para a morte. E outros utilizam esses mesmos conhecimentos para fazer equipamentos e máquinas que podem debelar doenças, que podem trazer um diagnóstico cedo para que o tratamento se realize. Qual foi a diferença senão o direcionamento dos seus conhecimentos, do seu intelecto, da sua inteligência para uma parte ou para outra? Nós devemos então ter em mente que o que foi colocado para nós é para a construção, é para fazer o bem, é para gerar o desenvolvimento, é para que não sejam sejamos obstáculos à lei do progresso, porque ninguém vai ganhar de Deus. A lei do progresso é para todos nós. Poderemos retardar esse progresso individual ou coletivo conforme a nossa incúria, a nossa preguiça, a nossa má vontade. em algum momento nós seremos chamados por nós próprios, porque temos uma consciência e lá está escrita a lei de Deus que vai nos chamando atenção, como se fosse um interruptor de uma lâmpada elétrica que nós desligássemos, mas que de vez em quando ela tem um sensor de presença e nós estamos presentes sempre e ela volta a acender aquela luz que nos diz: "Fizestes mal, fostes omisso, não fizeste aos outros aquilo que gostaria que os outros lhe fizessem em mesma situação ou em situação semelhante. E nós vamos despertando ao aos poucos e aumentando o nosso discernimento. E o que seria o discernimento? Separar o que que é bem e o que que é mau. O que que é bom e o que é ruim. Quando estamos desenvolvendo o nosso discernimento, nós vamos melhorando a possibilidade de fazermos melhores escolhas. Será que as escolhas que fizemos no passado foram as melhores? Basta examinar nossa situação de hoje. Nós como coletividade tomamos

nós vamos melhorando a possibilidade de fazermos melhores escolhas. Será que as escolhas que fizemos no passado foram as melhores? Basta examinar nossa situação de hoje. Nós como coletividade tomamos as melhores decisões no passado. Senão nós não devemos nos autoflagelar, pelo contrário, devemos modificar a situação. E um apóstolo da gentilidade nos deu exemplo de em quanto tempo deveríamos fazer isso. Na estrada de Damasco, indo perseguir os cristãos lá na Síria, ele tem aquele encontro conhecido por todos com Jesus. E quando cai em si, depois da pergunta que o mestre o fez, Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele consegue cair em si, desperta e de imediato ele diz: "Senhor, o que queres que eu faça?" Não perdeu tempo com lamentações, não perdeu tempo com a culpa que o paralisaria, mas logo foi procurar qual a solução daquela dificuldade em que eu me encontro. exemplo para cada um de nós. Se fizemos algo no passado que não corresponde aos nossos valores de hoje, que de imediato possamos reformular, reprogramar, fazer diferente para que nós nos sintamos felizes, aprovados por nós próprios, pela nossa própria consciência. Na mensagem contida no capítulo 13, duas mensagens onde se coloca a necessidade de nós fazermos a caridade material. e a caridade moral. Ou seja, muitas vezes nós nos sentimos satisfeitos por termos colaborado no centro espírita ou numa instituição laica ou de outras religiões em termos concedidos cestas básicas, o prato da sopa, ou algum recurso necessário para aquelas pessoas que necessitam. E isso é bom que se faça, sim. Mas há que ter um envolvimento do sentimento, porque temos duas asas. Precisamos desenvolver o nosso intelecto e precisamos desenvolver o nosso sentimento na direção do bem. Se faço aos outros algo que eu sinto que devo fazer, fui tocado nas fibras mais recônditas de mim para fazer o bem e auxiliar aquela pessoa, estou desenvolvendo as duas asas. E aí eu consigo me aproximar cada vez mais do modelo e guia. E quem seria o modelo e

cado nas fibras mais recônditas de mim para fazer o bem e auxiliar aquela pessoa, estou desenvolvendo as duas asas. E aí eu consigo me aproximar cada vez mais do modelo e guia. E quem seria o modelo e guia? senão Jesus, todos nós aceitamos Jesus como modelo e guia, mas já o estamos tentando segui-lo. É certo que ainda não conseguimos segui-lo de pronto, mas há que ter uma vontade de segui-lo. que ele fazia e demonstrava para nós a caridade para com todos, não só com aqueles mais chegados a nós, não só para os da nossa família, não só por aqueles que gostamos, a quem devotamos carinho, mas para todos, sem exceção. Quando crucificado, ele nos dá mais uma lição. Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem. Qual era a preocupação do Cristo naquele momento? de sofrimento que cada um de nós talvez nos desequilibrássemos se em situação semelhante, mas ele não se mantinha sereno porque já tinha vencido a matéria. E qual é a condição do espírito puro? Vamos lembrar. Aquele que já venceu a matéria, aquele que não tem mais o seu procedimento pautado pela matéria. Se não nos alimentamos, ficamos de mau humor e trautamos mal aqueles que chegam próximos a nós. Se estamos satisfeitos quanto a alimentação do nosso corpo, nós ficamos alegres, sorridentes e tratamos a pessoa diferente. Somos influenciados ainda pela matéria. O mestre crucificado, sentindo dores, sentindo as dificuldades do abandono, porque somente alguns o estavam acompanhando naquele momento. Não esquece de nenhuma das pessoas e se dirige a Deus pedindo que ele pudesse nos perdoar para relevar as nossas faltas, porque ele sabia que Deus não erra. Não há a possibilidade de vencermos a Deus. Ele não nos fez com nenhum defeito de fabricação, pelo contrário, quando nos fez, nos colocou a condição de sermos cooperativos uns com os outros. Basta examinar as crianças, nossos filhos ou quem não os tem observado já nos pequenos. Quando tem irmãos ou tem algum amiguinho, ele ou ela pedem quando recebem algum presente,

vos uns com os outros. Basta examinar as crianças, nossos filhos ou quem não os tem observado já nos pequenos. Quando tem irmãos ou tem algum amiguinho, ele ou ela pedem quando recebem algum presente, me dá um outro que eu quero levar pro meu irmão, paraa minha irmã ou pro meu amigo ou paraa minha amiga, quando pequenininhos ainda mal aprenderam a falar e estão caminhando. é uma demonstração de que nós somos seres sociais e devemos cooperar, mas nem sempre nós exercitamos dessa forma e vamos nos tornando, ao longo de encarnações sucessivas, egoístas, orgulhosos, ambiciosos, quando deveríamos treinar exatamente o contrário, sermos desprendidos, porque não há ninguém que doe mais do que Deus. Não há nenhum do outro doador na terra. que doe mais do que Jesus, o nosso mestre, irmão. E nós ficamos apegados, apegados ao dinheiro, apegado à nossa residência, apegados aos nossos pontos de vista e não conseguimos fazer a caridade com o sentimento que ela deve, que deve acompanhá-la. Irmã Rosália na sua mensagem nos dá um exemplo, porque ela em vida, quando no século XIX na França, ela tratava a todos com carinho. Era uma época de dificuldades na França, muitos pobres, e ela atendia aos pobres, as mulheres, as crianças abandonadas e não deixava de fazer a sua obra. E ela vem nos dizer qual não foi a satisfação quando no plano espiritual reencontra alguns daqueles a quem ela pudera servir e que agora estavam em situações muito melhores do que a dela lá no plano espiritual. Nos enganamos porque não temos ainda a condição de julgar, muito menos de condenar a ninguém. Se nós olharmos lá no Evangelho de João, no terceiro capítulo, nós vamos ver que lá há uma informação de que o Cristo não veio para condenar, nem para julgar a quem quer que seja. Ele veio para salvar. E quem é que precisa ser salvo? Quem está correndo perigo, quem está numa condição ruim. E aquele que está numa condição ruim deve ser alvo dos cuidados dos outros. Não somos melhores nem piores do que quem quer que seja.

ser salvo? Quem está correndo perigo, quem está numa condição ruim. E aquele que está numa condição ruim deve ser alvo dos cuidados dos outros. Não somos melhores nem piores do que quem quer que seja. Sempre teremos superiores e inferiores a nós. Sempre. Mesmo na condição de espíritos puros, haverão espíritos mais puros do que nós e haverão espíritos com mais necessidade do que nós. E dizem os espíritos lá no livro dos espíritos, pergunta 100, 101, 102, uma das um dos trabalhos dos espíritos puros é exatamente tratar e trabalhar de cada um de nós que ainda não alcançaram a libertação completa. Libertação de quê? do erro, do vício, da paixão, da má tendência, do orgulho, do egoísmo, da ambição, da vaidade, que ainda são as verdadeiras causas das nossas infelicidades. Deveremos tratar aos outros como gostaríamos que os outros nos tratassem. Essa é a chave da nossa consciência. Nem sempre nós recebemos do nosso ego, da nossa inteligência, da parte racional, a informação de que poderíamos ter feito mais, de que fomos omissos, de que fomos preguiçosos. Normalmente o nosso ego procura disfarçar e nos aprova todos os procedimentos, mas não é bem verdade. Deveremos procurar a consciência, porque ela sim nos dirá sempre o que nós devemos fazer. E nessa procura, aos poucos, fazendo o trabalho, porque não há progresso sem trabalho, só há progresso com trabalho. Relembrando que trabalho, no dizer dos espíritos, lá no livro dos espíritos, é toda ocupação útil. Tudo que agregar, tudo que gerar progresso, tudo que reequilibrar é trabalho. Quando nós, pelas nossas escolhas e ações, tomamos um procedimento que desharmoniza tudo o que foi feito por Deus, nosso pai, nós estamos nos comprometendo, não bem com os outros, mas conosco. E seremos convidados a reparar aquilo que nós fizemos de maneira errada. Nós recebemos uma tarefa de Deus, nosso pai, várias tarefas intermediárias e somos responsáveis pelo seu cumprimento. Não há como desistir. Não vai ninguém ficar para trás. Das ovelhas que meu pai me

Nós recebemos uma tarefa de Deus, nosso pai, várias tarefas intermediárias e somos responsáveis pelo seu cumprimento. Não há como desistir. Não vai ninguém ficar para trás. Das ovelhas que meu pai me confiou, nenhuma se perderá. Nós vamos muitas vezes ter que repetir as lições de novo, novamente, outra vez, até o momento em que despertos e conscientes presentes em todas as atividades que participarmos, nós vamos aceitar que fora da caridade não há salvação. mesmo no Antigo Testamento, já havia escrito lá na época de Moisés, cerca de 100 anos, um pouco mais, um pouco menos antes da vinda do Cristo. Já estava previsto lá que nós deveríamos ajudar aos pobres. Quem não conhece o ditado de quem dá os pobres empresta a Deus. Tá lá no Antigo Testamento. Isso assim como está lá no Antigo Testamento, que quando naquela sociedade agrícola e também de pecuária fosse colhido, plantou-se e fosse ser colhido aquilo que é o fruto do trabalho e da terra, que as pontas daquele terreno não sofresse a colheita para ficar para os pobres. Isso 100 anos antes da vinda do Cristo. Se caísse alguma parte da colheita durante a colheita, que não fosse recolhido, que se deixasse para que os pobres pudessem ter acesso àilo que era necessário paraa sobrevivência deles, que nós pudéssemos vencer as nossas dificuldades. Estamos distantes dessa época, 3.500 500 anos e ainda estamos aceitando o olho por olho, dente por dente. Ainda estamos aceitando que eu tenho que devolver pro meu irmão, paraa minha irmã, aquilo que ele me deu. Me tratou bem, eu vou lhe tratar bem. me tratou mal, eu vou devolver na mesma moeda. Quando o modelo e guia nos demonstrou exatamente o contrário, amar inclusive aos nossos inimigos, fazer o bem àqueles que nos odeiam, orar pelo que pelo por aqueles que nos perseguem e caluniam, ou seja, devolver com o bem o mal que possamos ter recebido. Já estamos nos esforçando por fazer essa parte difícil pro momento em que vivemos, pelo estágio evolutivo em que nos encontramos, mas é o trabalho que

volver com o bem o mal que possamos ter recebido. Já estamos nos esforçando por fazer essa parte difícil pro momento em que vivemos, pelo estágio evolutivo em que nos encontramos, mas é o trabalho que deveremos fazer. Se não hoje, seramos convidados mais amanhã. E quanto mais nós nos aceitarmos como somos, mas procurar identificar em nós o que merece reforma, mais facilmente nós vamos fazer um planejamento, um planejamento de superação para ser para sermos mais pacientes, mais tolerantes, mais serenos, mais compreensivos, dando ao nosso irmão a condição de erro, porque nós também erramos. Se nós erramos, por que vamos tirar do nosso irmão, da nossa irmã, a condição de passar por experiências muitas vezes negativas? E nós vamos aprendendo pelas experiências. A dificuldade talvez não esteja em sabermos o que fazer ou não. A dificuldade, porque isso será resolvido pela experiência, mas a dificuldade vem quando já sabemos o caminho que deve ser tomado, mas insistimos naquele caminho que nós já aceitamos que não deveria ser trilhado. E aí nós nos atingimos, nós nos desequilibramos, nós ficamos maus conosco próprio, porque a nossa consciência nos chama a atenção. Por que fizestes isso? Tens que reparar e vamos relembrar que toda falta só é apagada quando três passos são realizados. arrepend arrependimento, expiação, reparação. Aquele que fez algo de ruim, que fez uma má escolha, terá que reparar. Senão nessa vida, na próxima, o que eu retirei terei que doar. O que eu surrupiei do meu irmão, da minha irmã, não é só materialmente falando. São todas as condições em que eu me apropriei de algo que não deveria. Eu terei que reparar em benefício de quem? de mim próprio para que eu me sinta pleno e feliz. E talvez a reparação mais difícil seja aquela que eu tenho que que corrigir no meu íntimo aquilo que me permitiu fazer o mal ao meu irmão, a minha irmã. Porque qualquer mal é uma desarmonia no conserto divino. E aquele que se permitiu desarmonizar algo feito por Deus, terá que reparar.

imo aquilo que me permitiu fazer o mal ao meu irmão, a minha irmã. Porque qualquer mal é uma desarmonia no conserto divino. E aquele que se permitiu desarmonizar algo feito por Deus, terá que reparar. Deus não fica chateado com nenhum de nós. Ele está muito acima dessas dificuldades. Ele ama a todos no dizer de Emanuel, ele ama a lagarta tanto quanto ama ao arcanjo, que é responsável pela evolução da lagarta. Mesmo que façamos o mal, isso não ofende a Deus. Ofende a nós próprios. Procurar fazer o bem sem saber a quem todos nós já escutamos. é obra de prevenção para nós próprios, para que no futuro nós teremos ter possamos ter uma condição melhor de vida. Se hoje passamos por dificuldades, é porque necessitamos daquelas dificuldades como um exercício que nós fazemos na academia. Precisamos desenvolver os músculos, vamos ter que, como dizem os adolescentes, puxar ferro. E aí nós desenvolvemos o nosso músculo. A nossa condição de sentimento e de inteligência também serão desenvolvidos pelo nosso esforço. A princípio, nós ficamos meio preguiçosos, não temos muita vontade, mas vamos exercitando tudo isso e da progressão aritmética nós passamos à progressão geométrica e fazemos tudo de maneira tranquila. Mas é preciso um tempo de adaptação, porque aquilo que treinamos no passado tende a se repetir no presente. Mas se o que treinamos no passado não foi algo bom, eu tenho que reparar, refazer o caminho para tornar os meus hábitos mais salutares. E Kardec nos diz que a ciência econômica nem sempre prestou atenção no item educação, não só a educação intelectual, mas a moral, paraa mudança de hábitos de cada um de nós, para gerar progresso, mesmo naquele irmão que esteja em erro. Porque o erro, a maldade, a ambição, o orgulho, o egoísmo são doenças das nossas almas. Não devemos encarar aquele irmão e condená-lo pelo que quer que seja. é alguém que está doente momentaneamente, porque no futuro vai se curar daquela dificuldade. Todos nós passamos por dificuldades e com a caridade, principalmente a caridade

-lo pelo que quer que seja. é alguém que está doente momentaneamente, porque no futuro vai se curar daquela dificuldade. Todos nós passamos por dificuldades e com a caridade, principalmente a caridade moral que nos envolve, faz com que nós possamos através inclusive do nosso pensamento, pelos atos, pelas palavras, pelas ações, pelo pensamento, nós poderemos ajudar ou não. Lembrando que está à nossa disposição, no mínimo, fazer uma prece por aquele irmão, por aquela irmã que esteja em dificuldade, que esteja em erro. Nós vamos agir no que naquela matéria quinta essenciada chamada fluido cósmico universal. a matéria original de tudo, da luz que chega até nós, das cadeiras do nosso próprio corpo. Nós vamos agir porque somos cocriadores. Deus nos deu a condição de ao pensar materializar o nosso pensamento. E se nós pensamos mal, julgamos, condenamos, estamos direcionando algo de ruim àela pessoa que pode nem ser atingida se não estiver na sintonia. Mas nós que geramos aquele pensamento já nos contaminamos. É preciso então ter um cuidado para saber o que pensamos. O nosso pensamento tem que ser o de progresso, o de inclusão, o de cooperação, o de auxílio a todos os que estejam em necessidade. É a caridade moral. Quando Jesus dizia, "Não saiba a vossa mão esquerda, o que dê à vossa mão direita", ele dizia que se nós fizermos isso para que os outros possam nos aprovar, para que os outros nos elogiem ou batam palmas pro nosso procedimento, se essa foi a nossa intenção e somente nós poderemos julgar isso, já fomos atendidos, as pessoas já o fizeram, mas nós não conseguimos desenvolver aquilo que é essência. Vamos deixar tudo aqui daqui a algum tempo, daqui a 20, 30, 40, 50 anos. Os recordistas vão até 120, 130 anos. Inclusive o nosso corpo será deixado aqui. Todas as nossas posses, todos os nossos bens, os títulos que possamos ter, a casa confortável que possamos ter habitado, tudo isso vai ficar aqui e permanecerá conosco, que somos espíritos na verdadeira vida. Porque a verdadeira

s os nossos bens, os títulos que possamos ter, a casa confortável que possamos ter habitado, tudo isso vai ficar aqui e permanecerá conosco, que somos espíritos na verdadeira vida. Porque a verdadeira vida não é a de encarnados. Estamos em um estágio de aperfeiçoamento, mas quando nos tornarmos espíritos puros, não mais necessitaremos reencarnar. Nós levaremos apenas aquilo que conseguirmos desenvolver, a nossa inteligência, o nosso sentimento, a nossa capacidade de auxílio e tudo o mais no sentido negativo também vai nos acompanhar. E há lá no Código Penal da Vida Futura, um item que tem no livro O céu e o inferno de Kardec, ele diz que não há nenhum defeito, nenhuma falha que possamos ter que gere uma necessidade de correção, que não gerem na nossa classificação um sofrimento. Fomos aqueles que tomaram procedimentos e escolhas, mas vai gerar uma consequência que vai exigir arrependimento, expiação, reparação, reparação de tudo aquilo que tenha sido mal feito. Então, no nosso próprio interesse, de primeira, nós deveremos sempre fazer o melhor para não ter que perder tempo. parando e vamos lembrar que todo o mal que possa estar acontecendo vai na nossa conta, porque o mal é zero, como diz Emmanuel, na contabilidade divina. Não há mal na contabilidade divina, pelo contrário, só há amor. Ah, mas eu não entendo o que Deus tá fazendo, não compreendo. Mas isso é normal. Como nós, criaturas relativas, vamos entender o absoluto? Aí é preciso um componente que Jesus se refere várias vezes à fé que sempre estará junto de confiança. Confiança no nosso modelo e guia que é Jesus. Confiança em Deus, nosso pai. Não entendi o que está acontecendo. Não gostaria que isso estivesse acontecendo. Mas se eu confio em Deus, eu elevo o meu pensamento e peço forças. Converso com ele. Não tô entendendo nada. Mas tô precisando de auxílio para fazer com que a minha atitude não gere mais desequilíbrios do que essa situação que agora eu me vejo envolvido. Esse pensamento de fé e de certeza nos traz a

do nada. Mas tô precisando de auxílio para fazer com que a minha atitude não gere mais desequilíbrios do que essa situação que agora eu me vejo envolvido. Esse pensamento de fé e de certeza nos traz a confiança, nos traz aquele alimento espiritual. falávamos no início do alimento corporal, mas é um outro tipo de alimento que alimenta o nosso espírito, que deve ser buscado quando fazemos a vontade do Pai. Não é por outro motivo que Jesus disse: "Meu alimento é fazer a vontade do meu pai". Ou seja, ele entendia que quanto mais ele entrasse em comunhão com Deus, mais ele se abastecia daquela energia necessária para darmos continuidade à lei do progresso em nós e para os nossos irmãos também, porque não há ninguém que vá ficar para trás. Repetimos, todos nós vão vamos nos superar, vamos atingir uma condição melhor e cada vez mais felizes, porque ninguém deseja infelicidade, mas muitas vezes nos enganamos e confundimos felicidade com prazer imediato, aquilo que é fugaz, passageiro e que acaba logo. Vamos procurar aquela água viva que Jesus dizia, aquele alimento que permanece sempre conosco. E vamos lembrar que Jesus, mesmo sendo governador planetário, mesmo sendo o nosso governador desde a criação da terra, porque foi ele que presidiu a formação da Terra, ele está trabalhando constantemente, constantemente para aquele aquele grupo, bilhões de espíritos que Deus coloca para ele e certamente de uma forma alegórica diz: "Devolvo-me todos eles puros. Essa é a tarefa de Jesus grandiosa. Pegou cada um de nós que formamos esses bilhões de pessoas numa condição difícil de espíritos imperfeitos para nos levar até a pureza de espírito. E ele veio demonstrar como deveria isso ser feito, não relegando ninguém ao abandono. Vamos lembrar que as curas que ele fazia, em muitas delas, está descrito no Evangelho, ele dizia: "Tua fé te curou". era apresentado alguém com determinada doença, alguns cegos, a mulher que tinha uma hemorragia crônica há 12 anos, outros que tinham paralisia, outros que

o no Evangelho, ele dizia: "Tua fé te curou". era apresentado alguém com determinada doença, alguns cegos, a mulher que tinha uma hemorragia crônica há 12 anos, outros que tinham paralisia, outros que tinham endemoniados, como diz o evangelho. Todos eles Jesus tratava e tratava da melhor maneira, sem condenar, mas não deixava de explicar: "Tua fé te curou, mas vá e não peques mais, não erre mais para que não te aconteça coisa pior." Se já despertamos para fazer o bem, que não olhemos para trás. Se estamos no alto da montanha, não vamos descer. Vamos continuar a progredir auxiliando aqueles que estão juntos de nós. Porque repetimos, fora da caridade não há salvação, porque não há como desenvolver tudo aquilo que temos em germen sem colocar em prática, sem a atitude de desprendimento, de desapego, que ainda é uma das nossas dificuldades. Somos apegados aos nossos pontos de vista e não conseguimos largá-los. Todos nós passamos por essas dificuldades. Somos apegados ao nosso emprego, somos apegados à nossa família e muitas vezes temos que nos separar e aquilo nos dói profundamente. Em todos nós, sem exceção, a separação nos dói, é dolorida, mas aí é preciso empregar a fé. A fé que Jesus diz também que se tivéssemos do tamanho de um grão de mostarda, diríamos: "A montanha se desloca daí" e ela se deslocaria. O que que ele tá dizendo? Que a fé é uma comunhão com Deus. Deus tudo pode. Há uma mensagem de Meimei que diz, ela descreve várias situações em que nós somos limitados para resolver um determinado problema, mas ela nos diz sempre: "Se você não pode, Deus pode." Esse é o título da mensagem. Deus pode, nós temos que confiar nele e aceitar o exemplo, aquele tipo mais perfeito que ele colocou para nós na pergunta 625 lá do livro dos espíritos. Qual o tipo mais perfeito que Deus nos deu? E a resposta vem: Jesus é a ele que nós devemos seguir. Não adianta nós nos enganarmos e procurarmos seguir aqueles que são imperfeitos. Estamos num planeta do nível um a cinco. Nós estamos no nível

? E a resposta vem: Jesus é a ele que nós devemos seguir. Não adianta nós nos enganarmos e procurarmos seguir aqueles que são imperfeitos. Estamos num planeta do nível um a cinco. Nós estamos no nível dois tentando passar pro três. Mundos primitivos, mundos de expiações e provas, que é o que nós nos encontramos num momento de crise, tentando passar pro terceiro nível, que é o mundo de regeneração. E vamos chegar no mundo celestial, onde estaremos como puros espíritos. Nós todos precisamos então entender que somos criaturas imperfeitas. E aquele que é imperfeito terá que se aperfeiçoar. Aquele que é impuro terá que se purificar, como ele disse na uma em uma das curas, quando ele cura ao leproso, que era considerado naquela época como imundo. Mas ele chama, faz a cura e depois diz: "Aquele que foi beneficiado, procura o sacerdote", porque naquela época o sacerdote fazia também um papel de, entre aspas, médico ou vigilância sanitária. Por quê? Porque se aquela doença se alastrasse dentro do acampamento lá na época de Moisés, que ele chama de arraial, né, ela estaria contaminando a todos. Mas Jesus cura a ele e humildemente diz: "Vai, procura o sacerdote para atender ao preceito de Moisés, que era mostrar que ele estava curado e que poderia voltar ao convío, porque a sua habitação naquela época era longe dos outros. não poderia conviver com a sua família ou com outros no acampamento. Jesus o cura. O cura porque a quantidade de amor que ele tinha, o pensamento poderoso de Jesus, agia naquele que ainda há pouco falava, o fluido cósmico universal e modificava as condições da matéria pelo seu intelecto, pelo seu sentimento de amor por todas as criaturas. E várias curas ele realizou e realizava essas curas para que nós pudéssemos ser alertados de que as dificuldades são temporárias. Talvez estejamos passando por algumas delas no momento. Muitas pessoas passam por dificuldades financeiras, doenças próprias da sua família, desacordos entre familiares, problemas do trabalho.

rárias. Talvez estejamos passando por algumas delas no momento. Muitas pessoas passam por dificuldades financeiras, doenças próprias da sua família, desacordos entre familiares, problemas do trabalho. De variadas formas, nós estamos enfrentando obstáculos que são, na verdade, lições de musculação para os nossos espíritos, para que nos tornemos melhores. Se confiamos em Deus, arregimentamos forças e discernimento para tomar a melhor decisão sempre no sentido da caridade. A caridade não aquela da propaganda para os outros, mas pelo contrário, aquela que se esconde, que procura cooperar, fazendo inclusive com que o beneficiado não sinta que foi uma caridade, foi uma necessidade. Por exemplo, quando transformamos algo que daríamos como esmola em uma forma de trabalho, sem ofender a dignidade de quem quer que seja, nos tornando iguais, porque não somos melhores uns do que os outros. E uma das maiores escravidões que possamos ter é a da ilusão. Quando nos iludimos, que somos melhores do que os outros, que detemos um poder que é eterno, que temos uma condição muito superior àquela que verdadeiramente acontece. Ao contrário, a humildade é viver na realidade, não é nos considerar menores do que somos, porque isso também não é verdade. É vivermos na realidade. E só vive na realidade aquele que conhece a si próprio, aquele que já sabe qual é o móvel das suas ações, por agindo daquela forma, que objetivo que era alcançar. É a pergunta 919, quando Santo Agostinho dizia que todos os dias ele procurava fazer uma reflexão sobre suas atitudes e aquilo que ele encontrava em erro, logo após ele procurava corrigir, mas se encontrava que foi algum acerto, procurava repetir, sem nenhuma dificuldade de guardar culpa ou se autoflagelar. Fazer sempre a caridade vai nos desenvolver as condições nossas, mais internas. aquelas que nós temos guardados dentro de nós, mas que precisamos fazer desabrochar aquelas virtudes que Deus colocou em cada um de nós, a virtude que cada um de nós tem para fazer vencer as

internas. aquelas que nós temos guardados dentro de nós, mas que precisamos fazer desabrochar aquelas virtudes que Deus colocou em cada um de nós, a virtude que cada um de nós tem para fazer vencer as dificuldades que ainda são próprias para cada um de nós. Precisamos nos conhecer, refletir e pensar sobre nós próprios. O que em mim merece reforma? Como vou fazer para modificar essa condição em que me encontro e que eu reconheço não ser boa nem para mim, nem para os outros? Deus me auxilia, me ajuda. Por quê? André Luiz já nos fala no livro No Mundo Maior, que o nosso aperfeiçoamento, o trabalho de perfeição que nós temos que realizar é feito em obra de cooperativismo entre nós e Deus, nosso pai. Não somos os únicos responsáveis pelo nosso progresso. Deus está junto a nós, não só por intermédio do seu do nosso anjo da guarda, que é figura importantíssima para cada um de nós, mas por infinitas formas, porque o pai é o absoluto. Ele não tem limitação em nada, pelo contrário, ele tem todas as condições de realizar aquilo que hoje nós não conseguimos ainda realizar. Mas é preciso a nossa vontade, a nossa vontade de cooperar, de modificar, de aceitar a vontade superior de Deus, que é de que sejamos amorosos. Difícil ainda para cada um de nós, mas é a tarefa que nos está colocada para que nós possamos ser melhores, para que nós possamos ser cocriadores, mas no sentido positivo, porque às vezes nós criamos algo que não é muito bom. Construímos uma situação difícil, mas toda vida que isso acontecer, repetimos, seremos os responsáveis por reparar aquela condição difícil que nós proporcionamos aos nossos irmãos, à nossas irmãs. E vamos trazer então para finalizar uma mensagem do nosso Emânuel que tem por nome oração da caridade. É a caridade fazendo a sua própria oração. Amigo, em meu manto constelado de amor, guardo todas as criaturas. Tenho estado contigo desde a hora primeira. Embalei-te o berço frágil, acalentei-te nos beijos de tua mãe. Segui-te os passos na escola. Orientei-te às mãos no trabalho. Venho

ardo todas as criaturas. Tenho estado contigo desde a hora primeira. Embalei-te o berço frágil, acalentei-te nos beijos de tua mãe. Segui-te os passos na escola. Orientei-te às mãos no trabalho. Venho ao teu encontro por inspiração de Jesus, a quem obedeço em nome do Pai Excelo. Com ele estive em todos os instantes de apostulado. Fui eu quem lavou as chagas dos leprosos tocados pelas divinas mãos em sublime retorno à luz. Reuni os pobres e os fracos, os desesperados e os oprimidos, para que lhe ouvissem na terra o sermão da montanha. Conversei com Zaqueu, iludido pela vaidade da posse, e abracei a Madalena que os homens desprezavam. Fui ainda eu que lhe escutou a solicitação nos tormentos da cruz, pedindo socorro e compreensão para Judas, o apóstolo desditoso. Procuro-te agora, suplicando asilo e cooperação. Alivia, amigo, as chagas dos que padecem e dar-te ei o esquecimento das tuas próprias dores. Pede-me tua palavra para que o fé se extinga no mundo e entrega-me teus braços para que o bem se espalhe vitorioso. Ouve-me e perceberás as revelações de Deus. Acompanha-me e conhecerás a felicidade. Não te detenhas ainda hoje necessito de ti para que gemidos emudeçam as lágrimas que se estanquem. Não importa o que tenha sido, importa que te rendas ao Cristo para que a terra te abençoe a passagem. Vem, socorre-me, levanta-te e ajuda-me. Amando e servindo, chegaremos juntos à glória celestial. Que o Pai nos abençoe e que possamos a cada dia entender o convite que se repete a todo instante. Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Aprendei comigo que sou brando e humilde de coração, e encontrareis sossego paraas suas almas. Meu fardo é leve, meu julgo é suave. Que a paz de Jesus permaneça em nossos corações. Muito obrigada, Jaas. Foi ótimo. Muito bom o estudo. Vibrante. Muito bom, meus amigos. Eh, o passe será oferecido a todas aquelas pessoas que o desejarem. podem permanecer nos seus lugares que a equipe irá conduzindo para o passe.

o. Muito bom o estudo. Vibrante. Muito bom, meus amigos. Eh, o passe será oferecido a todas aquelas pessoas que o desejarem. podem permanecer nos seus lugares que a equipe irá conduzindo para o passe. Nós vamos então nos encaminhar para o encerramento, agradecendo a presença de todos, todos vocês aqui com a gente, agradecendo os nossos irmãos que estão nos seus lares e que nos acompanharam, nos acompanham. e agradecer a Deus, nosso pai pela oportunidade de estarmos aqui juntos, eh, orando e ouvindo, principalmente sobre o nosso mestre Jesus. Então, vamos fazer a nossa prece, encerrando os nossos trabalhos e que a paz de Jesus possa estar sempre conosco. Vamos elevar mais uma vez o nosso pensamento a ele, ao nosso mestre querido. Em gratidão, Senhor, neste momento pela oportunidade de estarmos juntos, de estarmos nesta casa abençoada. que nos recebe a oportunidade de estarmos estudando o teu evangelho, Jesus, ainda nos primeiros passos. Agradecemos também, Senhor, pela proteção, amparo aos nossos lares, aos nossos familiares e que a tua luz, Jesus, possa permanecer nos nossos corações, no nosso ambiente e que essas luzes, Senhor, possam ser direcionadas a todos os nossos irmãos de humanidade, a todo o nosso país, a todo o nosso mundo, que todos possam receber o teu amparo, a tua proteção e a tua luz. Fica conosco, Jesus, nos abençoando, nos orientando, Senhor, nos conduzindo para Deus nosso Pai. Obrigado, Senhor. Fica sempre conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Obrigado, meus amigos. Uma boa tarde a todos.

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