A fé e a caridade, com Nilo Moroni | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. A fé e a caridade. ESE, Capítulo 11, item 13. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
M. Muito boa tarde. É com alegria que recebemos a todos vocês na Federação Espírita Brasileira nesta tarde de domingo. É com alegria que levamos também este momento de paz para aqueles que nos acompanham através das mídias sociais, da FEB TV, da FEB Live, para que possamos todos unidos levar o nosso pensamento ao Pai Celestial para agradecer este momento de união, de confraternização. de alegria. o nosso Honório Honof de Abel, autor deste livro que a FEB publica eh em conjunto com a União Espírita Mineira. Ele nos dizia que o Espiritismo nada exige de nós, mas espera tudo. A medida que ele nos apresenta o conhecimento, nos traz o esclarecimento, ele espera a transformação. Sem cobranças, sem exigências, cada um a seu tempo e a seu modo. E o nosso nobre presidente que está em Vitória da Conquista na Semana Espírita de Lá, ele nos lembra sempre que o Cristo aguarda que aceitemos o convite que ele nos fez. Estarmos aqui no meu entendimento, é porque aceitamos este convite e ele nos recomenda, nosso presidente, né? Eh, para termos, eu até anotei aqui porque achei muito, muito interessante para termos o evangelho como modelo, a consciência tranquila como consolo, a ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Então, convido a todos para que adentremos esta fortaleza da prece e dizendo assim: Senhor Pai Celestial, nós te agradecemos por este momento, por nos permitir vir até aqui, por dar o dom da vida, por nos ofertar as possibilidades. Nós te agradecemos, Senhor, por tudo aquilo que nos oferta, por aquilo que vemos e também por aquilo que ainda não percebemos. Agradecemos, Senhor, pelas oportunidades benditas, pelas provas desafiadoras, pelos momentos consoladores. E neste domingo pedimos, Senhor, que inspire os nossos irmãos que estão encarregados de nos apresentar a mensagem do Cristo através dos emissários de amor que ele nos enviou, para que eles recebam de ti a inspiração necessária para guiar os nossos pensamentos e que nós tenhamos a consciência desperta para recebê-los.
risto através dos emissários de amor que ele nos enviou, para que eles recebam de ti a inspiração necessária para guiar os nossos pensamentos e que nós tenhamos a consciência desperta para recebê-los. Que assim seja. E já vou passar para a nossa amiga Raíça de Castro, que vai conduzir os nossos pensamentos na reflexão inicial com um capítulo ou uma mensagem da última obra desta coleção Fonte Viva que é Palavras de Vida Eterna. Isso mesmo. Bom, boa tarde a todos. Então, nós vamos ler uma mensagem aqui para dar início aos nossos trabalhos do livro Palavras de Vida Eterna, que é do espírito Emanuel, psicografado pelo Chico. E a mensagem de hoje, ela é intitulada Socorro e Concurso. Emânel toma como base um versículo do evangelho de Marcos, de número 5, no capítulo 8, em que Jesus diz assim: "Quantos pães tendes? que é um versículo bem curtinho, um questionamento bem curto, mas que nos faz refletir tanto, né? E para que a gente adentre na reflexão de Emanuel, eu vou fazer uma breve contextualização sobre esse versículo. Eh, ele acontece, essa fala do Cristo acontece numa circunstância em que já haviam muitas pessoas, uma massa de pessoas aglomeradas em torno de Jesus, ouvindo seus ensinamentos por muito tempo, por dias já. E como era de costume, Cristo sempre ia para logais mais isolados, mais tranquilos para passar os seus ensinamentos. E chegando o momento dessas pessoas partirem para suas casas, que eram na maioria distantes dali, os apóstolos começaram a se preocupar com esse retorno, já que aquelas pessoas estavam ali há muito tempo, com fome já, e precisavam se alimentar para conseguir retornar paraas suas casas em segurança. Então, os discípulos vão a Jesus e pedem auxílio, né? Pedem socorro, como a mensagem que deu já sugere. eh querendo que o Cristo então resolvesse aquela situação. E Jesus, aproveitando a oportunidade, retorna o questionamento para eles, perguntando: "Quantos pães tendes?" E a partir desse questionamento é que Emmanuel vai tercer a reflexão dessa
quela situação. E Jesus, aproveitando a oportunidade, retorna o questionamento para eles, perguntando: "Quantos pães tendes?" E a partir desse questionamento é que Emmanuel vai tercer a reflexão dessa mensagem. Ele nos diz assim: "Observemos que o Senhor, diante da multidão faminta, não pergunta aos companheiros de quantos pães necessitamos, mas sim quantos pães tendes?" A passagem denota a precaução de Jesus no sentido de alertar os discípulos paraa necessidade de algo apresentar a providência divina como base para o socorro que suplicamos. Em verdade, o mestre conseguiu alimentar milhares de pessoas, mas não prescindiu das migalhas que os apóstolos lhe ofereciam. O ensinamento é precioso paraa nossa experiência de oração. Não vale rogar as concessões do céu, alongando mãos vazias com palavras brilhantes e comoventes, mas sim pedir a a proteção de que carecemos, apresentando em nosso favor as possibilidades, ainda que diminutas, do nosso próprio esforço. Não adianta solicitar as bênçãos do pão imobilizando os braços no gelo da preguiça, como é de todo impróprio rogar os talentos do amor, calcinando o coração no fogo do ódio. De certo, o Senhor operará maravilhas no amparo a todos aqueles que partilham a marcha. dispensará socorro aos que amas, transformará o quadro social em que te situas e exaltará o templo doméstico em que respiras. Contudo, para isso é necessário lhe ofereças os recursos que já conseguiste amontoar em ti mesmo para a extensão do progresso e para vitória do bem. Não te esqueças, pois de que no auxílio aos outros não prescindirá o Senhor do auxílio pequenino embora que deve encontrar em ti. Bom, então realmente um uma frase curta que Jesus faz ali aos seus discípulos, um questionamento curto e direto, mas que nos traz uma reflexão tão importante sobre a oração, que é uma ferramenta tão importante para nós, como já foi até eh mencionado na nossa abertura, a prece. E muitas vezes, né, na prece, a gente acaba talvez utilizando essa ferramenta de oração de formas
ue é uma ferramenta tão importante para nós, como já foi até eh mencionado na nossa abertura, a prece. E muitas vezes, né, na prece, a gente acaba talvez utilizando essa ferramenta de oração de formas eh um pouco equivocadas ou até mesmo não empenhamos bem, não aproveitamos bem desse instrumento, né, que nos é dado. Nós sabemos, segundo a doutrina espírita, que na oração, na prece, nós podemos fazer três coisas: louvar, agradecer e pedir. E muitas vezes nós tendemos a pedir mais. A gente tende muito pouco a agradecer e raramente louvar a Deus. E é compreensível e natural isso porque nós como espíritos imperfeitos ainda temos muitas dores, muitos sofrimentos na nossa vida, né? Que a doutrina espírita vem explicar o porquê disso. E justamente por termos muitas dores, muitas vezes nós pedimos muito, pedimos amparo, pedimos auxílio, pedimos socorro. E a doutrina espírita vem nos ensinar que é muito eh justo esse nosso pedido. Nós estamos certos de pedir a providência, mas ela vem nos esclarecer também que nem tudo que a gente pede pode ser concedido da forma como a gente desejaria. Muitas vezes nós queremos uma solução milagrosa para alguma dificuldade que nós temos. Que uma doença seja curada de um dia pro outro, que um problema financeiro se resolva por si só, que um conflito desapareça sem que nós precisemos fazer nada, sendo que isso feriria a própria lei de causa efeito, a própria lei de progresso, porque muitas vezes esses problemas são justamente a oportunidade que a gente tem de aprender, de evoluir. E é por isso que muitas vezes a gente pede socorro na prece e acha que as nossas preces não foram ouvidas porque nada se modificou, porque a gente espera que se modifique fora, sozinho, sem o nosso concurso, como diz a mensagem. Então, é preciso que nós entendamos que em algumas vezes pode ser que de fato a providência consiga remover aquele problema da nossa vida, mas se for um problema essencial pro nosso progresso, ele permanecerá ali. E cabe a nós ver quais elementos nós temos em nós, quais
de fato a providência consiga remover aquele problema da nossa vida, mas se for um problema essencial pro nosso progresso, ele permanecerá ali. E cabe a nós ver quais elementos nós temos em nós, quais virtudes nós temos, quais conhecimentos nós temos para encarar esse problema. E além disso, os espíritos vêm nos ensinar também que o que com certeza nós conseguiremos na por meio da prece são bons conselhos, boas inspirações. Muitas vezes a providência ela vem através de nós, mas nós precisamos estar dispostos a pôr a mão na massa, a agir, a fazer a parte que nos compete. Então, uma intuição do nosso anjo da guarda, uma ideia que nos vem aparentemente do nada, muitas vezes é a providência agindo em nós para que nós resolvamos aquele problema. E além disso, algo que nunca nos faltará também, coragem, paciência e resignação. Porque muitas vezes os problemas também não terão muita resolução. Às vezes nós teremos que enfrentá-los, sofrer, né, com aquela com uma determinada condição, com uma determinada situação, sem conseguir resolvê-la, mas com resignação, com paciência, encarando bem aquela oportunidade, nós sairemos mais fortes dela. E é isso que o mestre já nos ensinava com essas com esse simples questionamento. Por poucos pães que os apóstolos tivessem ali, poucos peixes, o que que eles tinham para oferecer para aquela multidão de pessoas? Qual a parte que competia a eles? E é esse questionamento que a gente tem que fazer nós mesmos diante da nossa vida. Nós temos que nos ajudar para que o céu também nos ajude. Boa palestra a todos. Obrigado, Raí. Eu anotei dali é o Não adianta solicitar as bênçãos do pão imobilizando os braços no gelo da preguiça. Precisamos servir, precisamos trabalhar. E trabalhando, vamos explorar o próximo item ou o momento principal da desta tarde de noite, que é o estudo no Evangelho Segundo Espiritismo. Nós estamos no capítulo 11. amar o próximo como a si mesmo. Este capítulo passa pelo mandamento maior, o da César que é de César, a lei do amor,
noite, que é o estudo no Evangelho Segundo Espiritismo. Nós estamos no capítulo 11. amar o próximo como a si mesmo. Este capítulo passa pelo mandamento maior, o da César que é de César, a lei do amor, o egoísmo. E hoje o item a ser explorado pelo nosso irmão Moroni é a fé e a caridade. O item 13. E aquele que nos traz esta mensagem, Mor, já deixa uma frase ali bem desafiadora. pudera ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Por favor, conduz os nossos pensamentos, as nossas reflexões neste item. Boa tarde. Oração Alegre está novamente no cenáculo da Federação Espírita Brasileira, casa que nos acolhe alguns anos, vendo também alguns trabalhadores aqui, colaboradores dessa federação querida e com um tema bastante inspirador, ainda mais recebendo uma missão do coordenador da tarde, né, tão nobre, né, Maurício, que interessante a a indagação, até porque o espírito protetor que traz a missão de hoje, a a mensagem de hoje, ele ele faz essa reflexão. Então, a gente vai colar para poder responder. Muito bem, a gente começa e o Maurício já fez um resumo aonde está localizada essa essa mensagem de hoje, a fé e a caridade. e comentava eu com ele aqui antes de entrarmos para a palestra o quanto esse tema me perseguiu esse ano. Deve ser a oitava, nona vez que eu recebo a encomenda, inclusive aqui da federação, para tratar de um tema que seja a caridade. Eu fiz um uma confissão para ele, acho que eu não aprendi ainda, né? Então, tá se repetindo a lição várias vezes pra gente tentar captar aqui o que a espiritualidade quer nos trazer como lição de caridade. A fé e a caridade, então, é o item 13. Sempre, embora sendo repetitivo, eu gosto de analisar a pedagogia de Kardecila do Evangelho Segundo o Espiritismo. E fiz um resuminho para ter sempre em mente entender como Kardec faz essa extração das mensagens lá do Evangelho de Jesus. e até para nós espíritas e hoje aqui, né, com muitas crianças, muitos jovenzinhos que estão aqui, que é um grande prazer, é alegria, né? Criança,
essa extração das mensagens lá do Evangelho de Jesus. e até para nós espíritas e hoje aqui, né, com muitas crianças, muitos jovenzinhos que estão aqui, que é um grande prazer, é alegria, né? Criança, jovem sempre vai encher a sala, né? Tem um burburinho diferente, né? É alegria, então, eh, a segurança nossa, inclusive de passarmos essas lições para os nossos, que é atendendo essa chamada de quantos pães tendes, que a Raíça nos trouxe a preparação. E Kardec, então, ele vai no Evangelho Segundo o Espiritismo destacar lições do texto do Evangelho de Jesus. Depois ele vai fazer os comentários e depois submete as lições à espiritualidade. A nossa lição de hoje, fé e caridade, ela é submetida então à espiritualidade. Tem capítulos, né, que nem a introdução, capítulo 21 a 26 e o 28, que só tem a extração do Evangelho e Kardec, mas tem um capítulo de sessão. E agora nós vamos fazer a nossa incursão no tema de hoje, sendo espíritas, né? Um capítulo desses é exceção, que é o capítulo 20, aonde só tem o destaque do evangelho de Jesus. E Kardec submete a questão aos espíritos. Capítulo 20. Por que será que ele faz isso? digamos assim, em Kardec não quis se meter na briga, né? Deixou a mensagem da espiritualidade diretamente para nós, os consumidores dessa mensagem. É porque vai falar da missão dos espíritas. É o capítulo 20, os trabalhadores da última hora. Os últimos serão os primeiros, missão dos espíritas no item quatro e obreiros do Senhor. E nós deveríamos, volte meia tomar contato com essa lição para vermos o quanto a espiritualidade espera de nós, espíritas, que temos que louvar, né, raiz? o conhecimento de ter contato com uma doutrina de luz que esclarece tanto. E o destaque que fazemos depois aqui na saída, erguendo o olho no pórtico de saída aqui do cenáculo, vai est uma frase do espírito Ismael. Quem foi Ismael? Por que que ele é chamado espírito protetor do Brasil? Ismael é um dos filhos então de Abraão com a escrava Agar, né? Pois ele vai ter Isaque com a esposa Raquel e Raquel já
o Ismael. Quem foi Ismael? Por que que ele é chamado espírito protetor do Brasil? Ismael é um dos filhos então de Abraão com a escrava Agar, né? Pois ele vai ter Isaque com a esposa Raquel e Raquel já com idade mais avançada. O livro Coração do Mundo, pátria do Evangelho, é trazido pelo espírito Humberto de Campos. E lá tá todo um destaque a história desse espírito trabalhando nas hostes de Jesus para formar essa pátria, esse coração do mundo. esses espíritos nos primórdios da Federação Espírita Brasileira, nos idos de 1873, 76, num grupo lá da Sociedade de Estudos Espíritas Deus Cristo e Caridade, onde Francisco Leite Bitencur Sampaio, discípulo de Ismael, é participante. esse companheiro que ajudou a fazer toda essa fundação, a formatação do que hoje nós temos aqui da organização da Federação Espírita Brasileira. E Ismael vai trazer então para nós a mensagem seguinte: A missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho em espírito e verdade. Ismael tá nos relembrando que a nossa missão é divulgação do evangelho. De que modo? em espírito e verdade não poderia ser diferente para nós fazermos divulgação do evangelho. Ele continua e diz assim: "Os que quiserem cumprir o dever não é assustador, talvez um pouco preocupante, mas nós temos um dever. É que nem dever de casa. a gente reencarnou, nós trouxemos algumas missões para para cumprir e ele completa a que se obrigaram antes de nascer. Então, essa obrigação ou essa e esse cumprimento do dever, nós fizemos um pacto bondoso, sublime com o mestre Jesus para vir espíritas nessa encarnação. E o pacto é antes de nascer, antes de reencarnar, nós fechamos esse compromisso. pois reunir-se, pois deverão, então ele diz, reunir-se debaixo deste pálio trinitário. Trinitário, porque agora vai ter três institutos, digamos, de Deus Pai para nós fazermos esse cumprimento e vai dizer que é Deus, Cristo e caridade. Colocando então numa ordem hierárquica o que nós devemos para cumprir a nossa missão observar. Deus na sua criação absoluta de todos
azermos esse cumprimento e vai dizer que é Deus, Cristo e caridade. Colocando então numa ordem hierárquica o que nós devemos para cumprir a nossa missão observar. Deus na sua criação absoluta de todos nós, o Cristo, seu médium, que traz o ensinamento pelo evangelho, esse destacado por Kardec nesse livro riquíssimo de ensinamento, que é o nosso evangelho segundo o Espiritismo. E depois ele não tem o nome propriamente de alguém, mas tem sim esse chamamento para nós cumprirmos a nossa missão, que é esse instituto caridoso. Como nós podemos então ir ao encontro do que foi feito, a preparação nesse sentido. Ismael vai arrematar essa parte da mensagem, dizendo assim: "Onde estiver esta bandeira?" Ele chama então esse trinitário de bandeira. Aí estarei eu, Ismael. A gente costuma dizer então que é a bandeira de Ismael, Deus Cristo de caridade, que faz tantas inspirações a nós de nós trabalhadores, colaboradores da federação, colocar essa frase simples, mas ao mesmo tempo chamativa e bem forte para cumprimento das nossas missões no nosso prédio de entrada, no prédio de trabalho. que atrás também tem Deus, Cristo e caridade. O nosso tema de hoje, atendendo, Maurício, então, o pedido, né, vamos esmiuçar a mensagem aqui do espírito protetor. Eh, o espírito, nessa mensagem, ele não se identifica a não ser espírito protetor. Cidade de Cracóvia, de 1861, é a mensagem. Disse-vos não há muito, meus caros filhos, que a caridade sem a fé não basta para manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes. O Espírito protetor tá nos dizendo que se nós estamos na busca da felicidade, só na parte material não vai ter como. e já nos dar a dica, respondendo então María, indagação que a caridade sem fé não basta. Pudera ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Ele vai afirmar. Sem dúvida, Deus nos criou para sermos felizes na eternidade. Entretanto, a vida terrestre tem que servir exclusivamente ao aperfeiçoamento moral. E aqui entra uma questão. Nós que deparamos, né, nas
Sem dúvida, Deus nos criou para sermos felizes na eternidade. Entretanto, a vida terrestre tem que servir exclusivamente ao aperfeiçoamento moral. E aqui entra uma questão. Nós que deparamos, né, nas salas de aula desses centros todos espíritas em boa parte do Brasil, podemos dizer, às vezes enfrentamos essa questão. final, porque Deus na bandeira de Ismael, o princípio de tudo, ele já não nos criou perfeitos. Por que que temos que galgar toda essa evolução espiritual para atingir a perfeição? Primeiro que Deus tem os seus princípios nobres para cada um de nós. E um deles, podemos dizer nas palavras materiais nossas, que é a meritocracia. Então é de nós imaginarmos fazendo uma relação com a nossa vida, se eu, por exemplo, quisesse ser médico e amanhã eu conseguiria um diploma sem estudo nenhum, aonde que eu estaria com a minha capacidade de fazer valer honestamente, transparentemente o diploma de médico, né? Então, Deus criou essa condição. Todos nós temos que caminhar para a nossa evolução. Eis a importância aqui, então, da juventude, a criança, começar a perceber que os passos da evolução, embora muitos amparados pela espiritualidade e até pelos responsáveis, o passo evolutivo é nosso. E a questão 230 do livro dos espíritos é esclarecedora também num ponto dessas condições evolutivas. A pergunta que Kardec faz esmiuçando isso com os com a espiritualidade é que se nós evoluímos na espiritualidade, essa é uma outra questão, a questão porquê da reencarnação. E essa questão 230 Kardec pede pra espiritualidade enfrentar o tema. a gente evolui na chamada erraticidade, dando o conceito de erraticidade pelos espíritos, que é um intervalo entre uma encarnação e outra. Tem uma encarnação, vamos para erraticidade, voltamos para outra. Esse espaço, então, erraticidade, que não é propriamente de erro, né? é o tempo que a gente passa na e na na espiritualidade esperando a próxima reencarnação, que um dia todos nós na evolução não necessitaremos de reencarnar. E os espíritos respondem: "Evolui
erro, né? é o tempo que a gente passa na e na na espiritualidade esperando a próxima reencarnação, que um dia todos nós na evolução não necessitaremos de reencarnar. E os espíritos respondem: "Evolui evolui na eridade, na espiritualidade evolui." Mas a prática do que se aprendeu lá é na encarnação. É mais ou menos o que nós estamos fazendo hoje aqui, secando as lições dessa doutrina de luz para depois ver se a gente aí fora põe em prática. Principalmente na primeira fechada do trânsito ali, a gente já vai notar se teve já algum aprendizado, alguma contrariedade familiar ou coisa parecida, né? Aí a gente já vai somando se a lição pegou. O espírito ainda diz: "Hoje na vossa sociedade, para sedes cristão, não se vos faz mistério, nem o holocausto e o martírio, nem muito sacrifício da vida, mas única e exclusivamente o sacrifício do vosso egoísmo, do vosso orgulho e da vossa vaidade." Três situações que nos incomodam bastante, né? E aí, Maurício, ele completa respondendo a indagação. Primeiro, queridos, a gente não combinou nada, né? Ele largou a a missão, mas que sempre a pergunta é boa pra gente explorar, ainda mais quando não sabemos. Aí que vamos atrás buscar. A pergunta é estimulante, sempre a dúvida, né? Triunfareis se a caridade vos inspirar e vos sustentar a fé. Então, é o complemento entre essas duas situações de vida que na nossa missão e principalmente espíritas está bem destacada, que a caridade ela inspira e vai sustentar a nossa fé. Às vezes tem algumas indagações assim, mas primeiro eu tenho que ter a fé ou eu primeiro faço a caridade qualquer uma que reforça a outra? E às vezes a resposta que a gente dá, às vezes não, quase sempre, né? Evia de mão dupla. Uma faz às vezes da outra. E vamos aprendendo com frases de Madre Teresa de Calcutá, que vai nos dizer assim: "Mais vale as mãos que trabalham do que as bocas que oram. É a caridade na sua prática. Então, na prática da caridade, vamos reforçando sim a fé. E para nós não ficarmos em indagações, nós trouxemos aqui de Paulo, primeira
trabalham do que as bocas que oram. É a caridade na sua prática. Então, na prática da caridade, vamos reforçando sim a fé. E para nós não ficarmos em indagações, nós trouxemos aqui de Paulo, primeira carta aos Coríntios, no capítulo 13 de 1 a 7 e depois o versículo 13 também dessa primeira carta aos Coríntios, Paulo vai definir caridade. Ele vai dar uma série, digamos, de virtudes as quais nós temos que ter para ser caridosos. Paulo vai nos ajudar muito a responder isso e vamos ver se vai culminar a história da fé com o que o espírito protetor falou, né? Se a espiritualidade ela alinhada nos trazendo a lição. Então diz a caridade, primeiro lugar, ela é paciente. Sublinhei em vermelho aqui, serve muito para mim. Então, se eu sou impaciente no conceito de Paulo, eu não sou caridoso. Olha que interessante. Ele continua e diz: "É branda e bem fazer. Ela não pode ser diferente. Então, a caridade não é invejosa. Olha quantas qualidades para sermos caridosos na essência maior. E ao final vou contar uma historinha de Madre Teresa aqui pra gente ver se um pouco pelo menos somos estimulados a essa prática. Vamos aprender mais com Paulo. Não é temerária nem precipitada. Ela tem a hora, tem o tempo, não se enche de orgulho e não é desdenhosa. A caridade, então, não pode ser por brincadeira, ela não pode ser de pouco caso. Eu fui buscar um exemplo para isso. O que que seria uma caridade desdenhosa? E que valor essa caridade, se ela é feita com desdém, com brincadeira, ela teria perante a vida espiritual? E impressionante nos assomé Luiz no capítulo 14 do livro Nosso Lar, aonde ele está tendo nesse capítulo que se chama elucidações de Clarêncio. O ministro Clarêncio está conversando com André Luiz, o autor do livro Nosso Lar e explicando para ele as atitudes dele na terra. E é justamente essa condição que André Luiz em algumas vezes lançou mão de como fazer a caridade. Olha o que diz o texto. Logo após a sua vinda, diz o ministro Clarêncio, pedi ao ministério do esclarecimento providenciasse a obtenção
André Luiz em algumas vezes lançou mão de como fazer a caridade. Olha o que diz o texto. Logo após a sua vinda, diz o ministro Clarêncio, pedi ao ministério do esclarecimento providenciasse a obtenção de suas notas que examinei atentamente. E aqui eu já fico bastante preocupado. Na questão 230, a gente viu que vem pra terra, não vem? Depois a gente volta, alguém vai examinar as nossas notas. Ministro Clarence tá fazendo isso e cai entre nós, né? Não pode ser diferente. A espiritualidade, os prepó Espíritos em evolução e eles também estão, tem que ser sérios, honestos. Então, os nossos atos da vida e Raíça destacou a lei da ação e reação. E Jesus vai nos dizer que nessa lei não passa um iota da lei, nem um pontinho. Tudo vai ser verificado. Clarencio pediu as anotações e está à frente de André. Agora a conversa é séria, muita imprevidência, o ministro diz para ele, numerosos abusos e muita irreflexão, mas nos 15 anos de sua clínica também proporcionou o receituário gratuito a mais de 6.000 necessitados. Então, de alguma forma, André Luiz na sua missão terrena, fez caridade com mais de 6.000 necessitados. Na maioria das vezes, classifica então o ministro, a atitude de André, praticou esses atos meritórios absolutamente por troça. Como é que Paulo classifica a caridade? Não é desdenhosa, então ela não é por troça nem brincadeira, que é o sinônimo dessa palavra que o ministro tá usando. Mas presentemente por verificar que mesmo por troça, o verdadeiro bem espalha bênçãos em nossos caminhos. Desses beneficiados, 15 não esqueceram e tem enviado até aqui veementes apelos a seu favor. Então, mesmo por troça as atitudes de André em fazer o bem para alguém, contou lá na hora a seu favor. Extraindo então uma lição dessa definição de Paulo, que não pode ser desdenhosa, nós vamos aos exemplos de Jesus, que jamais ia praticar uma caridade, fazendo brincadeiras ou ironias que seja. com o próximo. A caridade, então, ela tem que ser bastante limpa de coração, desinteressada dessas,
os exemplos de Jesus, que jamais ia praticar uma caridade, fazendo brincadeiras ou ironias que seja. com o próximo. A caridade, então, ela tem que ser bastante limpa de coração, desinteressada dessas, vamos falar assim, viciações, né, materiais que nós carregamos ainda. Às vezes falamos algumas brincadeiras nesse sentido, não cuida de seus interesses. Paulo continua, diz que tudo suporta, tudo crê, tudo espera e tudo sofre. permanece essas três virtudes, a fé, esperança e a caridade. Olha a fé que o espírito protetor vai trabalhar junto com a caridade. E mas Paulo diz que a mais excelentes de todas é a caridade. E aí, tomando conta dessa lição, fiquei me perguntando se realmente entre fé, esperança e caridade, a caridade é mais excelente. e fui fazer um exercício cá entre nós, né? Duvidando um pouco de Paulo, se a caridade é mais excelente que as outras virtudes. A fé ela é íntima. Tanto é que o espírito protetor vai dizer que a caridade é sustentação dessa fé. Embora nós podemos inverter, hora termos essa teoria, aprendermos certos significados do que seja a fé, inclusive, ou até melhor, nos amparando em exemplos que nem de Jesus para fortalecer o nosso íntimo. Então, a fé é uma convicção íntima. A esperança não é diferente. Ela também é um relacionamento, podemos dizer eu comigo. até onde eu posso ter as esperanças, em quais situações da vida eu vou lançar essa minha esperança para ter as forças necessárias de enfrentar as vicissitudes da vida, inclusive os nossos erros dentro dessas vicissitudes, as causas, né, os efeitos que eles vão trazer para nós. Então, se eu for fazer caridade para culminar com a ideia de Paulo, somente comigo, eu fazer esse exercício todo íntimo, eu acho que não tem outra palavra para dizer, a não ser egoísmo. Como é que eu vou fazer caridade só comigo mesmo? Eu devo ser caridoso comigo? Claro, devo sim, mas a caridade é um ato aonde se visa o bem do próximo. Acho que é uma definição bastante simples nesse sentido. E como que eu faço? Às vezes pensamos em grandes
ser caridoso comigo? Claro, devo sim, mas a caridade é um ato aonde se visa o bem do próximo. Acho que é uma definição bastante simples nesse sentido. E como que eu faço? Às vezes pensamos em grandes coisas, né? Mas é um exercício às vezes até mínimo. E ele tá junto com nós, tá lá do nosso ladinho, do dia a dia. E ali que aquelas aquelas almas que vieram junto com nós, porque a missão que Ismael vai destacar, ela passa primeiro nos nossos convívios mais íntimos. Então, nós estamos junto daqueles instrumentos aonde a caridade pode ser lançada. Vamos dar um exemplo. Costumo ganhar todas as discussões, hum, familiares dos amigos, levantar de manhã com propósito. Hoje não vou argumentar, vou ficar quieto, vou ouvir, mesmo tendo razão. Difícil, né? Já pensou a gente ficar quieto num exercício assim? Mas é um ato às vezes de caridade, deixar a outra pessoa pensar um pouco. É do nosso dia a dia, quizá às vezes na vida profissional também, né? Muito bem. Tem uma questãozinha no livro dos espíritos, 886. Ela é um tanto famosa, inclusive nas evangelizações de criança e jovenzinho. Eles gostam bastante do tratamento lúdico que se faz dessa questão, porque ela é uma buzininha bip. Por quê? Porque Kardec pergunta assim: "Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade?" Mas ele vai fazer uma vírgula e vai destacar como a entendia Jesus. Ele quer saber como que é o conceito de caridade pelo mestre Jesus. E aí vem a resposta: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Tirando a primeira letra de cada uma, B. Bip, bip. E o jovenzinho gostam da buzininha, né? E a gente vai aprendendo então que Jesus na sua alma caridosa de excelência tinha todas essas qualidades. Benevolência para com todos. Ele não fazia distinção de ninguém. Foi cobrado várias vezes e fazia as suas celebrações e encontros, né, alimentícios. E aí diziam que ele estava com gente de uma vida e ele tava confraternizando. Vai ter um diálogo relatado por João no capítulo 18 com Pôcio Pilatos se esforça
elebrações e encontros, né, alimentícios. E aí diziam que ele estava com gente de uma vida e ele tava confraternizando. Vai ter um diálogo relatado por João no capítulo 18 com Pôcio Pilatos se esforça naquelas condições já preparatórias, né, do da sua morte, do corpo. tenta ao máximo explicar para aquele espírito que o mundo dele não era daqui, que tinha muito mais coisas além. Essa alma caridosa de Jesus, que a indulgência também é com a imperfeição dos outros e o perdão é das ofensas, aonde nós lançamos no na oração do Pai Nosso essa condição. Muito bem. O livro, nesse instante de Emânel, no capítulo 14, Construindo o Reino, Emânio vai dar uma fórmula bastante interessante da caridade. Eu acho que é uma fórmula matemática. Quem é da área aí pode ajudar depois. Emânel diz assim: "A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade." Não é uma fórmula matemática? Hum. somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperança e dividir a felicidade. E quando chega nesse tema, e não sendo repetitivo, porque talvez já contamos essa passagem de Jesus aqui, evangelho de Jesus, Mateus capítulo 19 e Lucas capítulo 18, o nosso tema é fé e caridade. E a caridade pelo espírito protetor é a prática que vai nos fortalecer a fé. Jesus vai ser abordado pelo jovem. Muito interessante a passagem. E o que que o jovenzinho vai perguntar a Jesus? Como eu faço para conseguir a vida eterna? E as condições materiais desse jovem? Os títulos todos dos tradutores bíblicos é jovem rico. Então ele tem muitas posses. Ele aborda Jesus, pergunta para Jesus como ele faz para alçar essa vida eterna, o reino de Deus, dizendo: "Mestre, o bom mestre, como eu faço para alcançar a vida eterna? Conseguir a vida eterna?" Jesus dá uma lição primeira para ele, dizendo que bom na essência é Deus Pai. Por que me chamas de bom? Jesus diz assim. E aí Jesus emenda a conversa com ele. E eu acredito que quando Jesus faz isso e mesmo com uma alma naquela encarnação
dizendo que bom na essência é Deus Pai. Por que me chamas de bom? Jesus diz assim. E aí Jesus emenda a conversa com ele. E eu acredito que quando Jesus faz isso e mesmo com uma alma naquela encarnação jovem, é porque é merecedor da atenção. Jesus não faz caridade, nem conversa por troça, como foi qualificado por clarência algumas atitudes de espíritos em evolução, dando o exemplo lá do livro Nosso Lar. Jesus não faz isso. Então, ele vai emendar a conversa com esse jovem. Siga os mandamentos. E o jovenzinho, surpreendentemente diz assim: "Mas quais? Quando ele pergunta isso, é porque pelo menos me dá a entender que ele sabe alguns, porque ele sa quer saber quais. Então ele deve saber alguma ordem de mandamentos e quais que ele precisa. Ele fica interessadíssimo. É agora que eu alço céus, né? É agora. Vou responder aí. Mas Jesus não deixa ele dizer. Eu fico pensando quando chega nesse ponto, gente, fui professor, ainda sou em algumas salas de aula. Se o aluno deixa essa situação pro professor, né? Eu falo por mim, viu, gente? Ah, você não ia constranger o aluno. Diz você aí quais são os mandamentos, então, se você sabe. Mas por alguma razão caridosa, Jesus não constrange esse rapaz. Jesus vai dizer os mandamentos para ele. Aí Jesus relaciona pelo texto de Mateus e Lucas. Não matarás, não roubarás, não adulterarás, não dará falso testemunho. Honrará pai e mãe e amará o próximo como a si mesmo. Jesus lança então para esse jovem esses mandamentos. Qual é a resposta do jovenzinho? Surpreendentemente para mim, pelo menos. Ele diz assim: "Já guardo todos eles". Agora começamos talvez entender por que Jesus conversa com ele e espicha o papo. O jovenzinho, podemos dizer assim, tem potencial. Ele quer a vida eterna? Foi a pergunta que ele fez para Jesus. Então, ele tem como conseguir. Só que agora vem uma parte, talvez da questão 230. que é essa parte da prática, né? Jesus vai perguntar para ele, "Guarda todos?" Então Jesus deve ter quer ser perfeito? Agora vem a pergunta que Jesus faz para ele.
em uma parte, talvez da questão 230. que é essa parte da prática, né? Jesus vai perguntar para ele, "Guarda todos?" Então Jesus deve ter quer ser perfeito? Agora vem a pergunta que Jesus faz para ele. Você quer alcançar assim o ápice, digamos, da caridade? Então agora você vai fazer cinco coisas. É o que a gente extrai do texto bíblico dos dois evangelistas. Jesus vai dar talvez cinco comandos para ele. Vai. E o jovem é rico. Jesus podia ter dito assim: "Manda um dos teus administradores capatazes lá fazer". Humum. A missão trinitária de Ismael é Deus, Cristo e caridade. A caridade não pode ser transferida, ela é ato próprio de evolução. Então você tem que ir, vai, vende, Jesus diz para ele, se desfaz dos bens. Qual é o terceiro comando? Doa tudo. Jesus disse, não é metade nem 90, é tudo. E terás um tesouro no céu. Jesus acrescenta, já deixa bem claro, então, que o pedido dele de alçar esse reino dos céus, os tesouros não são daqui. Imagina a criatura que tem muito. Eu que tenho pouco, já pensou se desfazer? Dureza, né? a gente fica preocupado, mas é essa ordem. Ele quer alçar o reino de Deus. Aí agora vem as duas últimas, os dois últimos convites de Jesus. Depois que você fizer is tudo isso aí você retorna. Retorna para onde? Ele tá conversando com quem? Com o máximo da caridade na terra, né? Aí você tem que retornar aqui a mim para fazer o quê? Qual é o último para seguir Jesus? Seguir Jesus para usufruir toda a vida material ou seguir Jesus que vai dizer que não tem uma pedra para reencostar a cabeça, não tem um um travesseiro, né, na vida. e vai então a fazer a prática da caridade. Esse jovenzinho, a gente pergunta como que ele talvez terminou aquela passagem reencarnatória dele. E a espiritualidade no livro Primícias de um reino vai tratar dessa dessa passagem desse jovenzinho. O espírito é Amélia Rodrigues, capítulo 5. vai dizer que ele é dado a competições de corridas de biga. Biga, aquelas carrocinhas pequenas com dois, quatro cavalos. Tem filmes da época, né, retratando isso. Benhur, o
élia Rodrigues, capítulo 5. vai dizer que ele é dado a competições de corridas de biga. Biga, aquelas carrocinhas pequenas com dois, quatro cavalos. Tem filmes da época, né, retratando isso. Benhur, o último filme Benhur, que tem uma passagem de encontro desse personagem com Jesus relata isso. Ele é dado a isso. Agora nós vamos entender que ele tem potencial. Mas ele ainda tá atrelado a muitas coisas materiais. O convite todo de Jesus, ele porque o texto bíblico dos evangelistas dizem que ele baixa a cabeça, fica muito tristonho e não segue Jesus. E que todos nós um dia receberemos esse convite também dis que vai ser inevitável. Então o espírito Amélia Rodrigues, na psicografia de Divaldo diz assim: "Numa manobra menos feliz, um carro vira e um corpo tomba na arena. Despedaçado pelas patas velozes em disparada, o o moço rico sente as entranhas abertas, o suor, o sangue em patas de lama, a respiração entertorada. Enquanto os escravos precípites arrastam-no da pista, foge mentalmente a cena brutal que o esmaga. E entre as névoas que lhe sombreiem os olhos, parece vê-lo. Silenciando os gritos da concha acústica, tem a impressão de escutá-lo. Renuncia-te a ti mesmo. Vem e segue-me, amigo. Dois braços o envolvem veludos e transparentes. Apesar da face deformada e lavada pelas lágrimas, pelo sol e o sangue, ele dá impressão de sorrir. E a espiritualidade relata então a passagem naquela encarnação daquele jovenzinho que chegou até Jesus, querendo o reino dos céus, talvez ainda necessitado de alguma prática, mas gostaria de uma fórmula milagrosa sem a verdadeira caridade. E a história que prometemos antes da lição final é uma história que anda pela internet. E não tem o autor. Acho tão lindo, né? Escrevem tão bonito. E mas deve ter sido espírita, porque a historinha envolve dois espíritas. E qual é a história? Dis que desencarnam dois espíritas. São trabalhadores de casas espíritas, inclusive foram foram detentores de cargos, certo? presidente, secretário, algumas coisas assim. E eles se encontram na
tória? Dis que desencarnam dois espíritas. São trabalhadores de casas espíritas, inclusive foram foram detentores de cargos, certo? presidente, secretário, algumas coisas assim. E eles se encontram na espiritualidade desencarnados, se encontram, ficam contente de se encontrarem e ao mesmo tempo, num ambiente muito belíssimo, diz o texto, eles vêm uma fila quase interminável. E aquilo chama a curiosidade deles. Que fila será aquela? Por que que tem tanta gente parado ali? Deve ser coisa boa. E aí eles tomam a curiosidade de ir até lá e vão falar com a última pessoa da fila, que diz que é uma senhorinha vestida muito simples, que está lá bem na ponta da fila. E eles perguntam: "Então, senhora, que que é essa fila? E a senhorinha muito, né, simples responde: "Meus amigos, esta é a fila para falar com Jesus". Aí eles se interessam mais ainda. É uma fila longa, né? Mas vão falar com Jesus. Opa. Então eles têm um ânimo nisso. Ao mesmo tempo que eles estão falando com essa senhora, eles veem que ela tem na mão papelzinho. E que papelzinho é esse? Eles perguntam. E ela diz assim: "É a senha da fila que eu recebi". Ah, tem uma senha então, para falar com Jesus. Eles ficam mais interessados ainda. E que número é a sua senha? Eles perguntam. 59.000 ou melhor 59.732.210. Pelo menos o final é redondinho, né? Então essa senhorinha tá na fila com a senha 59 milhões para falar com Jesus. Eles vão fazer uma pergunta: "Mas o seu número é muito longo, muito grande. A senhora sabe por que ele é tão milenar assim, tão milhões?" Aí ela dá uma explicação. Creio que os que estão à minha frente têm mais merecimento. Que lição, né? Ou será que Jesus passa alguém à frente da senha? Acho que não, né? tem o merecimento. Ela dá uma primeira lição. Eles se retiram ali de perto dela, vão confabular entre os dois. Fomos dirigentes espíritas. Quando encarnados conduzimos milhares de reuniões, participamos de centenas de campanhas de caridade, fizemos incontáveis números de palestras e seminários.
entre os dois. Fomos dirigentes espíritas. Quando encarnados conduzimos milhares de reuniões, participamos de centenas de campanhas de caridade, fizemos incontáveis números de palestras e seminários. De certo vamos receber uma senha um pouquinho mais privilegiada para a entrevista do Cristo. Vamos lá buscar a nossa senha. Mas antes de ir buscar a senha, um deles lembra que tem que agradecer a senhora. Muito obrigado pela informação. Tem tão útil. Mas a senhora me lembra alguém? Quem é a senhora? que que a senhora foi, né? E aí ela responde assim: "Na minha última encarnação, amigos, me chamavam de Madre Teresa de Calcutá". 59 milhões a 100. Será que é muito? Aí eu ousei fazer uma conta. Emânio traz a informação que somos 8 bilhões. Emânio, não, os censos, né, na terra e que esse número é três vezes a espiritualidade. Se nós somarmos então os 24 bilhões mais esse quantidade de oito aqui na Terra é 32 bilhões. E fazendo a proporção dos 59 milhões, então com esses 32 bilhões é 0,18%. Então, Madre Teresa está lá nesse número dentro de menos de 1% da população. E chama atenção. E voltamos à mensagem então de Ismael quando nos convida a fazer essa caridade um tanto na prática, fortalecendo a nossa fé. Temos muito caminho, mas não vamos, né, nem nos desesperar. muito pelo contrário, fortalecer a nós, os nossos, como falamos hoje bastante rechado de crianças, estamos no caminho certo com essa doutrina, nos esclarecendo os nossos passos ainda nessa encarnação. E a mensagem final para encerrarmos, até porque foi pedido de alguns, acho que de uma palestra durante a semana, que nós não estamos sozinhos e alguém do outro lado vai orar por nós. E tá musicada essa passagem por Daniel dos Santos Caixão e Gisele Guimarães Maçulo numa página do YouTube, o outro lado do Pai Nosso. E ele vai dizer assim: "Meu filho que estás na terra preocupado, solitário, desorientado, eu conheço perfeitamente o teu nome e o pronuncio santificando-o, porque te amo." Não, não está sós, mas habitado por mim.
zer assim: "Meu filho que estás na terra preocupado, solitário, desorientado, eu conheço perfeitamente o teu nome e o pronuncio santificando-o, porque te amo." Não, não está sós, mas habitado por mim. E junto construiremos este reino, do qual tu és herdeiro. Gosto que faças a minha vontade, porque minha vontade é que tu sejas feliz. Conta sempre comigo e terás o pão para hoje. Não te preocupes. Só te peço que saiba compartilhá-lo com os teus irmãos. Sabes que em Cristo perdoei todas as tuas ofensas antes mesmo que as cometesse. E continuo a perdoar-te sempre que me pedes. Por isso, te peço que faça o mesmo com os que te ofendem. para que nunca caias na tentação. Toma forte a minha mão e eu te livrarei do mal. Te amo para sempre, teu pai. Que possamos então, gente, com essas lições da prática, levarmos, ou melhor, da teoria, levarmos a caridade à prática. Boa noite. Agradecemos ao nosso irmão Nilo Morone pela brilhante condução da tarde. Eh, e temos aqui alguns avisos para os que moram ou passam por Brasília. A nossa livraria sempre tem promoções muito interessantes e também eh lembrando aos irmãos que têm interesse de conhecer as obras assistenciais da Federação Espírita Brasileira aqui no no DF entorno. Nós temos o departamento de assistência social, né, que funciona aqui na nossa na nossa sede. Ele tem um bracinho lá em Santo Antônio do Descoberto, eh, onde famílias são atendidas todos os sábados pela manhã. Se alguém quiser conhecer, eh, pode pegar informações na nossa secretaria. Tem um ônibus que parte daqui todo sábado às 7 horas. sempre tem um lugarzinho lá para aqueles irmãos que querem conhecer esse trabalho e quçá passar a ser colaboradores também, né? Fica aí o convite, que todos possam, que tiverem interesse, todos possam ir lá e visitar, avaliar se se sentem em casa, se se sentem bem, né? O convite tá feito porque Sheiva, lembrando aqui, diz que com Deus alcançaremos o porto feliz, concretizando a nossa vitória espiritual. E quem segue Deus caminha com a
em casa, se se sentem bem, né? O convite tá feito porque Sheiva, lembrando aqui, diz que com Deus alcançaremos o porto feliz, concretizando a nossa vitória espiritual. E quem segue Deus caminha com a felicidade imperecível. Acho que tudo a ver com fé e caridade. Então, eh, convido a todos mais uma vez para que juntos elevemos o nosso pensamento ao Deus Pai, ao Cristo Jesus, pedindo a ele, mestre de todo amor, que nos acompanhe no retorno aos nossos lares, não sem antes agradecermos mais uma vez, Senhor, pela bendita oportunidade de estarmos aqui ouvindo teus ensinamentos através da mensagem dos teus emissários. Permita, Senhor, que os teus anjos de luz sejam nossos companheiros na semana, que eles possam nos orientar, nos inspirar, nos acompanhar nesta jornada. que os nossos familiares que nos aguardam, que nos sustentam, que nos amparam sejam igualmente abençoados. Mas que todo aquele, Senhor, que passarmos, que transitarmos, que virmos, sentirmos nas estradas, nos caminhos, no pensamento, sejam igualmente abençoados. Que todo irmão esquecido ou que se esqueceu de ti, sinta a tua presença hoje, agora e sempre. Que assim seja, Senhor. Dentro de instantes, nós vamos também ter aqui o benefício do passe. Pedimos aos irmãos que querem esse benefício, querem tomar essa energia, que aguardem. A nossa equipe de passistas vai preparar o ambiente, assim que concluída a preparação, irá convidá-los para este momento tão importante. Tenham todos uma boa semana e um bom retorno aos lares.
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