Quem é minha mãe e quem são meus irmãos, com Luiz Aquino | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 22/12/2025 (há 4 meses) 1:00:21 275 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos. ESE, cap. 14, itens 5 a 7. Palestrante: Luiz Aquino Direção: Edna Fabro Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

[música] Amigos, boa tarde. Sejam muito bem-vindos, né? que é a nossa casa e mais [música] um momento de estudo, né, do evangelho. Então, que Jesus possa nos abençoar, nos envolver desde agora, né, para que a gente possa absorver, possa guardar no coração, na mente os ensinos, né, que iremos ouvir na tarde de hoje. Então, nós vamos dar início à nossa reunião, eh, fazendo a nossa prece. Convidamos a todos vocês para nos ajudar vibrando conosco. Então, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, buscando a sua figuros amiga, misericordiosa e pedindo a ele neste momento que nos abençoe. Amado Senhor, aqui estamos reunidos em Teu nome e elevamos a Tição, nosso pensamento, suplicando, Senhor, as tuas bênçãos para cada um de nós que aqui nos encontramos, encarnados e desencarnados. Que a tua luz possa se fazer no nosso ambiente, que possamos nos envolver nesta luz, nessas vibrações de amor e que a paz possa reinar no nosso ambiente e nos nossos pensamentos, nossos corações. Obrigado, Senhor, por oportunizar a cada um de nós o estudo do teu evangelho, Senhor. Que esta casa abençoada nos oferece todos os domingos neste horário. e os mentores espirituais que dirigem a nossa casa, os nossos trabalhos, possa envolver os nossos companheiros que farão o estudo da tarde de hoje, fortalecendo e inspirando-os na tarefa que irão realizar. Obrigado, Senhor. Obrigado, benfeitores espirituais e que a tua paz, Jesus, permaneça conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Bem, então nós vamos passar a palavra paraa Estela, que ela vai fazer a leitura da página inicial e os seus comentários, tá bom? Estela? >> Boa tarde, queridas irmãs, queridos irmãos. Vamos à leitura então do livro Palavras de Vida Eterna. É uma psicografia de Chico Xavier, mensagens do Espírito Emânuel. E hoje vamos ler o capítulo 57, que tem por título Jesus e paz. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vou dou como o mundo a dá. É uma frase, uma mensagem de Jesus. Está no Evangelho de João, capítulo 14, versículo 27.

ítulo 57, que tem por título Jesus e paz. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vou dou como o mundo a dá. É uma frase, uma mensagem de Jesus. Está no Evangelho de João, capítulo 14, versículo 27. A paz do mundo costuma ser preguiça rançosa. A paz do Espírito é serviço renovador. A primeira é inutilidade. A segunda é proveito constante. Vejamos o exemplo disso em nosso divino mestre. Lares humanos negaram-lhe o berço, mas o Senhor revelou-se em paz na estrebaria. Herodes perseguiu-lhe desapiedado a infância Terra. Jesus, porém, transferindo-se de residência em favor do apostolado que trazia, sofreu tranquilo a imposição das circunstâncias. Negado pela fortuna de Jerusalém, refugiou-se feliz. em barcas pobres da Galileia, amando e servindo os necessitados e doentes, recebia a cada passo os golpes da astúcia de letrados e casuístas de seu tempo. Contudo, jamais deixou, por isso de exercer imperturbável o ministério do amor. Abandonado pelos próprios amigos, entregou-se serenamente à prisão injusta. Sob o cuspo injurioso da multidão, foi açoitado em praça pública e conduzido à crucificação, mas voltou da morte aureolado de paz sublime, para fortalecer os companheiros acovardados e ajudar os próprios verdugos. Recorda assim, o exemplo do benfeitor excelso, e não procures segurança íntima fora do dever retamente cumprido, ainda mesmo que isso te custe o sacrifício supremo. A paz do mundo quase sempre é aquela que culmina com o descanso dos cadáveres, a se a se dissociarem na inércia. Mas a paz do Cristo é serviço do bem eterno em permanente ascensão. Então, temos essa mensagem belíssima de Emanuel pelas mãos do nosso amoroso Chico Xavier. E justamente nessa semana em que comemoramos também a vinda do Cristo, a terra, em que temos a oportunidade, a bênção de termos os benfeitores, amigos espirituais mais próximos aqui de nós, onde temos a oportunidade de sentirmos melhor as presenças dele, sentirmos a presença do Cristo, em que temos a oportunidade de falarmos mais sobre o Cristo aqui na

irituais mais próximos aqui de nós, onde temos a oportunidade de sentirmos melhor as presenças dele, sentirmos a presença do Cristo, em que temos a oportunidade de falarmos mais sobre o Cristo aqui na terra. E nós temos então a oportunidade de pensarmos também sobre essa vinda do Cristo, sobre o exemplo, sobre a sua vida. Pois todos nós temos buscado a paz, temos pedido por paz, estamos cansados, estamos sobrecarregados e quando buscamos o Cristo, encontramos então esse descanso, esse consolo e essa paz, que não é a paz que o mundo dá, como aqui bem Emanuel nos lembra. Então, muitas vezes buscamos o Cristo pedindo tranquilidade, que tenhamos um novo ano, sem com muita tranquilidade, sem problemas. E na verdade nós teremos essas dificuldades no mundo. Faz parte da matéria, faz parte da vida, a relação, não é? essa vida de relação, naturalmente pelo conflito, pelas, né, pelo encontro com o outro, naturalmente nós teremos esses atritos, teremos as dificuldades, teremos, né, as vicitudes próprias da matéria que nos colocam muitas vezes em provas, mas que também trazem questões naturais da matéria, como as doenças, as dificuldades materiais. E muitas vezes nós pensamos que não estamos em paz por estarmos enfrentando alguns problemas, mas quando buscamos a mensagem do Cristo, que foi deixada especialmente pelos seus exemplos, que é aquilo que realmente traz o ensinamento que nos arrasta, o Cristo nos fala: "Então, o que que é essa paz que tanto buscamos? Será que é essa ausência total de problemas? Será que é poder descansar eternamente nessa preguiça rançosa que aqui se fala? E não, essa paz é esse serviço que renova, né? esse trabalho constante, mas o trabalho útil, o trabalho proveitoso, porque também muitas vezes nos ocupamos com tantas preocupações, com tantas atividades que não trazem proveito nem para nós, nem para o próximo, que mais nos deixam cansados, exaustos e vivemos essa sociedade tão cansada, querendo tanto descanso, tanta paz, mas uma coletividade, né, adoecida, uma

azem proveito nem para nós, nem para o próximo, que mais nos deixam cansados, exaustos e vivemos essa sociedade tão cansada, querendo tanto descanso, tanta paz, mas uma coletividade, né, adoecida, uma coletividade que busca esse afago, que busca o afeto. Então temos na mensagem do Cristo essa mensagem do que a sua vida, né, perante a sua vida, que exemplificou tudo o que passaríamos aqui na matéria. Então passaria pela perseguição, passaria pela humilhação, pelas perseguições injustas também, pelas necessidades materiais. E aqui a gente fala muito além do conforto, que precisamos apenas do conforto, não precisamos do excesso, mas amando e servindo, buscando aquelas pessoas que ele identificava como mais necessitados, embora servisse a todos, porque todos nós aqui na terra somos necessitados, mas recebendo esses golpes, como aqui Emanuel nos nos lembra, sempre tranquilo, sempre invariável, imperturbável e muitas vezes pelo mínimo contrariedade nós já nos irritamos, né? Somos reativos também. Então, qual é o exemplo dessa paz do Cristo? É vivenciar tudo aquilo que a matéria nos coloca, né, como oportunidade de crescimento. É difícil? Nós podemos dizer que é trabalhoso, talvez seja melhor do que falar que é difícil, porque aí lembramos da relação com o trabalho. E o trabalho é sempre uma bênção, uma oportunidade. Se nosso Pai trabalha até hoje, se o Cristo trabalha até hoje, nós também devemos buscar esse trabalho. Seja através do dever bem cumprido, então estamos no lar, qual é o meu dever? Cumprir as minhas obrigações, fazer aquilo, né? organizar a casa perante o que eu desorganizei, mas buscar o servir e o amar, que é o que Cristo faz através do cuidado. Então, às vezes eu vou cuidar não só das minhas coisas, mas eu vou pensar o que que eu posso cuidar para o a minha família também. E aí eu vou começar a pensar o que que eu posso cuidar paraa minha comunidade mais próxima, pra minha cidade, pro meu país e aí eu vou me ver por fim amando o mundo, né? buscando esse amor irrestrito

E aí eu vou começar a pensar o que que eu posso cuidar paraa minha comunidade mais próxima, pra minha cidade, pro meu país e aí eu vou me ver por fim amando o mundo, né? buscando esse amor irrestrito ou esse amor a todos os seres, que é o que o Cristo nos ensinou. Então, que nessa semana possamos buscar ainda com mais afim, com essa paz do mestre que nos trouxe de serviço e de amor, pois a nossa destinação é essa, seguir sempre serviço do bem eterno, mas que esse serviço repleto de amor que nos levará então a essa paz verdadeira que é a paz do Cristo. >> Obrigada, Estela. E agora nós vamos passar a palavra ao Aquino, que vai nos conduzir então no estudo da tarde de hoje. Por favor, boa tarde a todos. Depois dessas belas palavras que a Estela nos trouxe falando de paz, daquela paz que requer o trabalho contínuo, o trabalho na seara do amor que o Cristo nos ensinou. Temos agora a oportunidade de mais uma vez nos prepararmos aqui juntos para este serviço, esse serviço no bem e no amor, estudando o evangelho do Cristo, que nos traz agora uma passagem, dando um pouquinho de eco, uma passagem muito interessante, tá no Evangelho de Marcos e de Mateus, e foi trazido por Kardec para o Evangelho Segundo Espiritismo. E a passagem é quem é minha mãe e quem são meus irmãos. É uma passagem que a princípio suscita alguma polêmica, suscita reflexões e nós vamos ter a oportunidade de ver o que o Kardec comenta sobre isso e também o que nós podemos refletir a partir desses comentários do Kardec. Eu vou vou ler um trechos da passagem para que a gente possa iniciar essa essa reflexão. E tendo vindo para casa, reuniu-se aí tão grande multidão que eles nem sequer podiam fazer sua refeição. Sabendo disso, vieram seus parênteses que se apoderaram dele, pois diziam que perdera o espírito. Aí a gente já faz uma pausa, a passagem continua, mas a gente já faz uma pausa com uma situação que já nos causa estranhamento. Sua mãe e seus irmãos estavam se dirigindo à casa em que Jesus estava para se apoderarem dele,

pausa, a passagem continua, mas a gente já faz uma pausa com uma situação que já nos causa estranhamento. Sua mãe e seus irmãos estavam se dirigindo à casa em que Jesus estava para se apoderarem dele, para pegá-lo à força contra a vontade dele. e diziam: "Perdera o espírito, perdera o juízo, estava louco." Assim seus irmãos pensavam e por isso queriam se apoderar dele. Hoje, com toda essa distância que nós temos daquela época, é um absurdo. Mas será que era realmente um absurdo naquela época alguém pensar desta maneira e agir assim? Um parente agir assim? é o que nós vamos refletir um pouco mais adiante. Fica essa questão pra gente refletir. Seguindo na passagem, entretanto, tendo vindo sua mãe e seus irmãos e conservando-se do lado de fora, mandaram chamá-lo. Ora, o povo se assentar em torno dele e lhe disseram: "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te chamam." E eles e ele lhes respondeu: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" Um outro ponto de reflexão. Jesus não conhecia a sua mãe, não sabia quem eram seus irmãos? Por que então falar desta maneira? Como se não os conhecesse ou como se os negasse? Se a gente olhar só para essa fala, para essa passagem descontextualizada, até dá para dar razão pros irmãos dele que o julgaram sem juízo, né? Que o julgaram louco. Jesus não reconhece seus irmãos e sua mãe. Mas isso olhando de uma maneira descontextualizada. Vamos seguir adiante. E perpassando o olhar pelos que estavam assentados ao seu de redor, disse: "Eis aqui minha mãe e meus irmãos, pois todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe." Opa, agora o negócio complicou. Ele não reconhece a família e diz que todo mundo que tá ali com ele, ouvindo a pregação dele, ouvindo os ensinamentos dele, é que são os parentes dele. Mas tem uma questão fundamental aí quando ele diz: "Todo aquele que faz a vontade de Deus, todo aquele que faz a vontade de Deus". Por que que Jesus então a princípio, desconhece a sua família? Mas diz que todo aquele que faz a

ntal aí quando ele diz: "Todo aquele que faz a vontade de Deus, todo aquele que faz a vontade de Deus". Por que que Jesus então a princípio, desconhece a sua família? Mas diz que todo aquele que faz a vontade de Deus é a sua família. Há algo diferente do que nós costumamos viver e sentir. A nossa família é a família do sangue. Kardec, então, ele faz três comentários sobre essa passagem. Primeiro comentário que o Kardec traz é em relação à compreensão que a família de Jesus tinha em relação à missão dele. Eles não compreendiam de modo algum a missão de Jesus. A missão de Jesus era uma missão que extrapolava os conhecimentos até então, a cultura, a vivência religiosa, os costumes daquela época. Ele tá falando de uma transcendência. Ele começa a falar de um mundo que não é esse mundo normal que as pessoas viviam e que muitos de nós ainda vivemos. Então, neste contexto, quando a gente começa a trazer esse contexto, a gente começa a perceber que há sim propriedade na fala do Cristo, que ela não é uma fala de um desajizado. E se a gente pegar todo o tempo de messianato dele, a gente vai perceber muitas falas que falam deste novo reino, que falam de um mundo diferente, que pregam inclusive um mundo diferente para a terra, diferente daquele vivido até então. E Kardec traz então essa informação pra gente. Olha, essas pessoas não tinham noção de quem era o Cristo, era irmão deles. Mas quem ele era de fato na sua essência, o ser que ele era, eles não sabiam, não tinham condição. Nem mesmo a mãe do Cristo, apesar de amá-lo profundamente, ela não tinha noção do tamanho da missão daquele ser. Uma outra questão que Kardec vai nos trazer diz respeito à parentela corporal e a parentela espiritual. Quando Cristo ele ele faz essa distinção de quem é a minha mãe, quem são meus irmãos e do outro lado diz que todos aqueles que fazem a vontade de Deus são meus parentes, ele tá apresentando duas dois tipos de família pra gente. Uma família consanguínea e uma outra família que existe por uma

utro lado diz que todos aqueles que fazem a vontade de Deus são meus parentes, ele tá apresentando duas dois tipos de família pra gente. Uma família consanguínea e uma outra família que existe por uma determinada afinidade. Ela se liga por ter afinidade com algo. E esse algo é fazer a vontade de Deus. Então ele tá trazendo um ensinamento novo para aquele povo e para as gerações posteriores, que é essa nova família espiritual que se liga por uma afinidade de interesses. E por fim, ele ele faz um comentário, Kardec, são três comentários que ele faz sobre esta passagem. Ele vai comentar sobre essa ideia de que Jesus estava renegando a família dele e que isso não faz o mínimo sentido. Quando a gente olha o contexto da vida do Cristo, de cara a gente já derruba essa teoria que alguns podem ter de que Jesus renegou a sua família corporal. Bem, então vamos vamos agora refletir em cima dessas informações que Kardec nos traz. Quem era Jesus? Quem era aquele ser que surge na terra no momento em que vigora o olho por olho, o dente por dente, no momento em que vigora a lei mosaica em Israel, né, na na entre o povo judeu. Eh, e aquele povo tinha nessa lei mosaica a palavra de Deus. Era uma lei rígida, uma lei dura, uma lei se você fez, você paga na mesma moeda. Isso para aquele, para aquele povo aquela época era o normal. Era assim e isso era normal. Eles aprenderam assim, eles viviam assim, era o costume. E surge uma pessoa numa família singela de uma cidadezinha até renegada pelo próprio povo judeu, Nazaré. E ele começa a falar contra aquilo. Ele começa a falar de um tal de amor. Ele começa a falar de perdão. Pedro perdoa não sete vezes, mas 70 vezes sete vezes. Gente, cadê o olho por olho, dente por dente? Que que esse doido tá falando? Que conversa é essa? Então esse contexto é importante pra gente perceber a situação em que o Cristo viveu, a pressão que ele sofreu por falar estas coisas, por trazer essas novas verdades, por estampar pra gente esse novo paradigma. Ele ainda diz: "Se alguém lhe der um

ber a situação em que o Cristo viveu, a pressão que ele sofreu por falar estas coisas, por trazer essas novas verdades, por estampar pra gente esse novo paradigma. Ele ainda diz: "Se alguém lhe der um tapa na face, ofereça-lhe também a esquerda. Se alguém quer processar você e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa. Se alguém obrigar você a andar uma milha, vá com ele duas. Isso era uma revolução. Jesus foi um revolucionário de cultura e de costumes com um propósito. Não foi um revolucionário por ser somente um revolucionário. Ele tinha um propósito, uma missão a cumprir. Ele tinha plena consciência dessa missão que ele tinha que cumprir contra tudo que pudesse se opor a essa missão. E por que que ele pregava diferente? Então por que que ele falava diferente? Por que que ele não simplesmente não vivia o costume da época? Porque ele não falava para o corpo, ele não falava para a matéria. E é isso que a gente tenta aprender até hoje. Jesus fala para o espírito imortal. Nós somos espíritos imortais. os nossos sentimentos e e muitas vezes eh o nosso a nossa forma de pensar vinda de experiências passadas nos entregam a vida da carne atual. E é para isso que muitas vezes a gente vive como sendo o primordial. E Jesus vem desconstruir isso a partir desse novo paradigma do amor. Ele vem nos dizer que nós somos imortais. que nós temos uma vida além desta matéria e que esta matéria é transitória, assim como tudo que diz respeito a ela. Mas o espírito imortal, com as suas conquistas e os seus valores calcados na lei divina do amor, esse é para sempre. Esse é eterno. É isso que ele vem trazer de novidade para aquele povo e para nós. Então, a sua missão, ela tinha por objetivo fazer com que a humanidade transcendesse, ampliando essa visão do mundo material, que ela visse um outro mundo, um outro reino. Ele convidava essas pessoas para esse novo reino, um reino que não era deste mundo, como a Estela trouxe pra gente ali a paz que não era deste mundo, não é? Um reino distante das paixões que a

reino. Ele convidava essas pessoas para esse novo reino, um reino que não era deste mundo, como a Estela trouxe pra gente ali a paz que não era deste mundo, não é? Um reino distante das paixões que a gente ainda vive, que a gente ainda nutre, um reino distante das posses materiais que a gente ainda valoriza sobre maneira. Ele vem trazer um reino de amor fraterno, de amor transcedente. E aí então nesta lição que nós estamos hoje conversando sobre ela, ele extrapola essa ideia de parentesco corporal, esse sentimento de parentesco corporal, ele vai além, ele apresenta uma nova parentela pra gente. Então, naquele contexto, quando Jesus traz esse novo paradigma, ele escandaliza, ele causa um burburinho. Pera aí, quem é esse? Como esse cara fala desse jeito, com essa firmeza, com tanta segurança, como ele se diz filho de Deus. Só que Jesus para fazer isso, para quebrar esse esse costume velho e trazer um costume novo, ele precisa fazer uma ruptura. E ruptura não se faz. sem firmeza. Ele precisava ser firme, ele precisava ser duro. Era uma sociedade de costumes doentes e ele precisava quebrar em especial a ignorância. Era um povo ainda ignorante, criado em costumes errados para o que nós conhecemos hoje, necessários aquela época, mas para o que nós conhecemos hoje. Era um povo que não tinha uma escolaridade. Muitos não sabiam ler, não sabiam escrever, os ensinamentos eram passados de boca a boca. Era uma sociedade com muita dificuldade com relação a conhecimento. Era uma sociedade com bastante ignorância. em especial sobre esse novo reino. E ele precisava ser duro porque ele estava lidando com pessoas hipócritas. Ele diz isso. Pessoas que se utilizavam do poder temporal, das castas de nascimento, para subjulgar outras mais humildes e usavam para isso a lei mosaica, a lei de Deus. Diziam: "Deus disse que é assim. Então você tem que fazer do jeito que eu interpreto, estou lhe falando. E ele precisava romper com isso. Por isso ele precisava ser duro e ser firme. Lembrando que ser duro, ser firme, não é

é assim. Então você tem que fazer do jeito que eu interpreto, estou lhe falando. E ele precisava romper com isso. Por isso ele precisava ser duro e ser firme. Lembrando que ser duro, ser firme, não é ser raivoso, não é ser vingativo, não é ser tirando. Jesus não era nada disso. Ao contrário, ele era firme na firmeza do amor. Jesus tinha autoridade moral para fazer o que fez da forma que fez. Que outro ser poderia fazer aquilo? A autoridade que esse ser tem, esse governador do planeta, ele se impunha pela sua autoridade. Por isso, ele podia fazer da forma que fez. Jesus tinha um convívio íntimo com a verdade. Ele conhecia e conhece uma verdade que nós não conhecemos. Ele trouxe uma parcela dessa verdade pra gente. Ele tem um convívio íntimo com esta verdade e ele pode então com propriedade trazer os ensinamentos da maneira que ele achar melhor pra gente. E ele fez isso com firmeza e com amor. Quem é minha mãe? Isso é uma blasfêmia. Mas ele tinha autoridade moral e ele sabe o que que representa uma família espiritual. Por isso, ele tem essa autoridade de falar desta maneira. Jesus então vive na verdade, no amor que transcende esses sentidos da carne. E isso talvez nos cause dificuldade muitas vezes, de compreendê-lo nas suas falas, nos seus ensinamentos. E por isso muitos até conseguem deturpar esses ensinamentos. O que ele vive, o que ele nos traz de novo, ainda está distante das nossas mentes e corações. Nós queremos ir nessa direção, queremos seguir, mas ainda está distante. Chegarmos perto do que Jesus sabe, do que ele sente, do amor que ele tem, ainda é uma distância muito grande pra gente, mas é o caminho. E é isso que ele veio pedir para nós. É isso que ele deixou de legado com o seu sofrimento, com a sua dor, com tudo que ele passou para nós. Então Jesus age assim para enfrentar a ignorância, a hipocrisia daqueles que enxergavam no mundo da matéria e dos sentidos o que Deus queria de nós. Aquela sociedade dizia que Deus queria era isso. E ele então vem trazer algo que tá além.

ignorância, a hipocrisia daqueles que enxergavam no mundo da matéria e dos sentidos o que Deus queria de nós. Aquela sociedade dizia que Deus queria era isso. E ele então vem trazer algo que tá além. Ele rasga esse véu que impedia que nós víssemos essa transitoriedade da matéria. O mais importante não é a matéria. O mais importante é o que está além dela. Ele descortina um novo céu pra gente. E esse novo céu, gente, é um céu que não exige intermediário. Ninguém aqui precisa de intermediário para conseguir esse céu que o Jesus nos apresenta. Olha que bacana, porque até então só se vai ao céu por através de alguém, em especial através de um religioso, de alguém que se diz inérprete das palavras do Cristo. E ele então apresenta um novo céu que não precisa de intermediários, que não valoriza títulos, que não valoriza as posses, que não concede privilégios. Um céu que é acessível a todos. Rico, pobre, gentil, judeu, romano, homem, mulher, cobrador de imposto, pecador, alejado. Que revolução. O céu nos pertence. Temos acesso, mas é preciso algo. É preciso algo que depende de nós. Não depende mais de ninguém. depende do nosso esforço, da nossa vontade de fazer o bem, de amar o próximo. Simples assim, fazer o bem e amar o próximo. O céu tá ao alcance da nossa mão. Com essa mão, eu posso fazer o bem e posso amar o próximo. Com as minhas palavras, eu posso fazer o bem e amar o próximo. E é isso que Jesus traz para aquela sociedade. E isso afronta o poder temporal da época. Aqueles que pregavam e não viviam o que pregavam, aqueles que criavam ritos. Deus ama todos. Ninguém está renegado. Nem a família que ele, quem é minha mãe, quem são meus irmãos, nem estes estavam renegados. O céu é para todos. Então, essa ideia de que alguém interpreta como Jesus tendo negado a sua família, que na passagem ele não negou, ele só fez uma questão, ele não disse, essa não é minha mãe, esse eles não são meus irmãos. Eu vos não disse isso, né? Ah, então essa essa interpretação ela é ela não é mais cabível,

em ele não negou, ele só fez uma questão, ele não disse, essa não é minha mãe, esse eles não são meus irmãos. Eu vos não disse isso, né? Ah, então essa essa interpretação ela é ela não é mais cabível, ela não é compatível com o ministério dele. A missão de Jesus, então, nos coloca num outro patamar, nos eleva a um patamar de convivência com Deus mais próximo, não mais aquele Deus punitivo, aquele Deus vingativo, que até então era o Deus que existia para as pessoas que estavam lá. Se eu não fizer conforme estão me dizendo para fazer, algum intérprete de Deus está me dizendo o que eu tenho que fazer, Deus vai me punir. Jesus muda, ele traz um outro Deus. Não é mais um Deus exclusivista que privilegiava alguns. É um Deus acessível para todos. Não é um Deus que instiga irmãos contra irmãos, povos contra povos. Porque até então Deus era assim. As pessoas lutavam em nome de Deus. Mesmo posteriormente a gente ainda vê isso. Por isso, muitos não compreenderam a missão do Cristo. Por isso, as suas parábolas, as figuras que ele usava, muitas vezes chocavam, tal qual essa. Por isso, muitas vezes, elas não alcançavam algumas pessoas que que negavam aquelas palavras, que falavam: "Isso é um absurdo." Perdoar. Isso é um absurdo. Mas muitos, mesmo com limitação de conhecimento, tinham um coração mais aberto e o acolheram. acolheram as palavras do mestre, em especial os mais humildes, aqueles que já não tinham nada, a quem tudo era negado. Em especial estes acolheram o mestre. E ao contrário, aqueles que gozavam do poder temporal e da riqueza temporal, em geral, não todos, mas em geral perseguiram o Cristo. Então, a gente explicitando esse sentido mais amplo, esse contexto da da passagem dessa passagem, o contexto que se vivia e da mensagem do messianato do Cristo, a gente consegue compreender que ele tá ampliando os horizontes do que era tido até então como a lei de Deus. Ele vem trazer esse novo reino para essas pessoas, um reino que não era deste mundo, um reino onde bastava fazer a vontade de

e tá ampliando os horizontes do que era tido até então como a lei de Deus. Ele vem trazer esse novo reino para essas pessoas, um reino que não era deste mundo, um reino onde bastava fazer a vontade de Deus, não daquele Deus punitivo e vingativo, mas do Deus do perdão e do amor. Bastava isso, gente. Que maravilha, que coisa esperançosa que ele traz pra gente. E nós somos espíritos imortais. Meu reino não é deste mundo. Vocês estarão comigo ainda mais adiante. Não esperem alcançar aqui o reino da paz. A paz não é deste mundo. Deus então não faz mais distinção por aquilo que vem da matéria. Ele valoriza o que vem do espírito. Esse novo Deus valoriza o que vem do espírito. E o conceito da família corporal. Então agora nos aproximando mais da da eh da passagem evangélica que nós estamos comentando, né? Nós comentamos o contexto. Agora vamos nos aproximar um pouco mais da passagem evangélica. O conceito dessa família corporal, ele se ele muda, ele se estende, ele amplia. E amplia na direção do quê? Quando Jesus fala: "Todo aquele que faz a vontade de Deus é o meu irmão, é minha irmã, é minha mãe". na direção no universo não tem mais limite. É infinito. Vou repetir. É infinito. O que eu estou dizendo e que Jesus disse é que a nossa família é infinita. Se vocês se olharem entre vocês, todos somos parentes. Não é mais parente da carne, do sangue. Todos somos parentes. Eu tô olhando para espíritos aqui, os que eu vejo encarnado e os que eu não vejo desencarnados. E todos somos parentes, caminhando para fazer a vontade de Deus, procurando aprender a fazer a vontade de Deus. tal qual Jesus nos ensina em seu evangelho. Aquele conceito da família corporal como sendo a nossa família maior, definitiva, a mais importante. Jesus desconstrói isso na fala dele. Isso muda a partir dessa fala dele. Os títulos familiares, pai, mãe, irmão, tio, tia, primo, diminui de importância quando a gente coloca frente ao que ele fala de família espiritual, unidos, afins pela comunhão de interesses, de gostos,

s títulos familiares, pai, mãe, irmão, tio, tia, primo, diminui de importância quando a gente coloca frente ao que ele fala de família espiritual, unidos, afins pela comunhão de interesses, de gostos, de crença, de semelhança, de objetivo, diminui. Isso não é ruim, isso é bom. Nós ganhamos mais parentes, nós ganhamos mais pessoas que podemos amar. Não é mais exclusivista. Não toque no meu filho. Não toque no filho de ninguém. Porque todos somos parentes, porque todos somos filhos de Deus. Olha que virada, que mudança. Esses laços que Jesus afrouxa, é importante que a gente perceba que eles foram afrouxados pelo Cristo, mas não devem ser desprezados. A família corporal não deve ser desprezadas. Não foi isso que Jesus fez. Como eu disse, ele não falou: "Ah, ela não é minha mãe, eles não são meus irmãos. É só quem faz a vontade de Deus". Ele não falou isso, não deve ser desprezado. Por quê? Porque são esses laços da família corporal que une espíritos em redenção, espíritos que estão numa jornada evolutiva, que somos nós. Nós estamos numa caminhada evolutiva de aprendizado. E nós precisamos da família corporal para fazer essa caminhada. É inquestionável o papel da família. Ela propicia uma experiência de vivência de modo intenso. Todos os dias acordamos com os nossos familiares passando o dia com a gente. É intenso e é bom que seja assim. Por isso, nós não podemos desprezar essa instituição que é a família corporal, a família corpórea. Ela é um laboratório. É o laboratório em que nós vamos viver as nossas experiências de aprendizado, onde nós vamos errar e acertar. E se procurarmos viver essas experiências com amor, cada vez acertaremos mais. Sem contar, o que seria da sociedade sem instituição familiar? É um avanço social, sociologicamente falando, a instituição familiar é um avanço. Vamos olhar pros animais. Vamos, vamos olhar como eles vivem. Os animais são dotados de instinto do seu princípio inteligente e vivem reunidos. Vivem reunidos em grupos familiares, se amam,

um avanço. Vamos olhar pros animais. Vamos, vamos olhar como eles vivem. Os animais são dotados de instinto do seu princípio inteligente e vivem reunidos. Vivem reunidos em grupos familiares, se amam, tem organização entre eles que um vai trabalhar. Não é muito bem assim. Até existe essa organização. Eles vivem em bandos, mas se organizam instintivamente por uma questão de sobrevivência. Não mais do que isso. Não tem os laços de amor que nós temos, nem fazem uso da razão como fazemos para cuidar das nossas famílias. Esses são os animais. Eles vivem em bandos. Nós já estamos além dos instintos. Essa fase não nos pertence. Embora ainda façamos muito uso dos nossos instintos, nós já procuramos superá-los utilizando a nossa razão, utilizando o amor. Então, a família corporal pra gente, ela é sim uma necessidade evolutiva, onde nós vamos exercitar a tolerância, exercitar o afeto, o carinho, o compartilhamento, o perdão, a firmeza que o Cristo usou, os limites. A família nos dá limites, o amor, a caridade. E aí vem uma outra pergunta. Jesus precisava de uma família corporal, então, para desenvolver as suas a sua a sua jornada evolutiva? Nós precisamos, pelo menos foi o que nós apresentamos aqui. Jesus precisava, ele precisava desenvolver tolerância, afeto, carinho, amor. Ele precisava de uma família para aprender isso? Não, Jesus não precisava de uma família corporal para aprender isso. Para Jesus, esta família corporal tinha um papel secundário. Qual era o papel principal de Jesus? Era a missão dele. Não era a família, a família corporal. Por isso ele dá essa lição. O papel principal dele era rasgar esses horizontes desse espaço, tempo em que nós vivemos aqui na carne e mostrar que a família vai além disso, que as nossas qualidades morais têm que ir além disso, além desse tempo que a gente vive encarnado. Então ele nos apresenta uma família maior. O que é a grandiosidade e ela é grande da família corporal em relação à família universal. Ela fica pequena se nós compararmos

po que a gente vive encarnado. Então ele nos apresenta uma família maior. O que é a grandiosidade e ela é grande da família corporal em relação à família universal. Ela fica pequena se nós compararmos como os espíritos puros vivem. Eles vivem com pai, mãe, irmão, ou eles vivem numa irmandade celestial, cuidando de todos? É isso que nós queremos pra gente, ser espíritos puros. É isso que nós estamos buscando. Então, essa ideia de família neste contexto, ele passa a ter uma outra característica. Nós ainda não somos criadores de mundos, ainda não somos governadores de orb, não somos espíritos crísticos. Precisamos reconhecer o nosso nível evolutivo. E nesse nível evolutivo em que nós vivemos preso a este orb nesta dimensão, trocando vibrações, emitindo vibrações, recebendo vibrações, usufruindo e sendo influenciado pelas vibrações do nosso mundo, a família pra gente ainda é muito importante. Ela é fundamental, ela não é secundária, como no caso do Cristo para nós é fundamental. Por isso a máxima honrar pai e mãe deve ser respeitada. A gente tem que olhar com o devido contexto quem é minha mãe, quem são meus irmãos. No nosso contexto, nós temos que saber quem é nossa mãe, quem são nossos irmãos. Precisamos. Mas fica a lição do mestre. A gente precisa saber também. Precisamos saber também que existe um propósito maior para nós de construir uma nova relação familiar, uma relação que vai transcender esta matéria. E Jesus sabia disso. Ele não aconselharia desrespeito com a família, desprezo com a família. Aliás, ele valorizou até o último suspiro dele. Pregado por cravos à cruz. Ele olha para os pés da cruz. E fala para João e para Maria, sua mãe. Mãe, eis aí o teu filho. Filho, eis aí a tua mãe. Isso é desprezar a família. Vamos avançar um pouquinho então nisso. Filho, eis aí tua mãe. Mãe, eis aí o teu filho. Maria era a mãe de de João. João nasceu dela, tinha o mesmo sangue. Que parentela é essa que Jesus estava formando ali? as duas, a parentela corporal e a espiritual,

tua mãe. Mãe, eis aí o teu filho. Maria era a mãe de de João. João nasceu dela, tinha o mesmo sangue. Que parentela é essa que Jesus estava formando ali? as duas, a parentela corporal e a espiritual, porque eles eram unidos pelo amor e pelo propósito de viver o evangelho do Cristo. Deus estava unindo duas pessoas em sofrimento por uma perda naquele momento material. João perdendo o seu mestre, Maria perdendo o seu filho crucificado numa cruz. E ele une os dois para que um seja mã mãe e o outro seja filho. Mas ele faz isso porque tinha algo que poderia juntar ali, que era o amor de um pelo outro e o propósito de viver o evangelho do Cristo. É muito bonito a gente olhar com esses olhos, nos olharmos de fato como irmãos. A gente costuma falar isso. Todos somos irmãos. E aí, irmão, como é que vai? Mas a gente ainda tem dificuldade de se sentir assim. Mas por mais que a gente não se sinta assim, se a gente olhar pro outro com alguma empatia de alguém que é o meu irmão, a gente começa a desenvolver essa qualidade. A gente começa a sentir a dor do outro, a necessidade do outro. A gente se coloca na condição de ajudar o outro que muitas vezes a gente não conhece. Porque a gente vê no outro um irmão. É um treino constante. Vamos agora então fazer uma outra análise. Agora nós vamos interromper toda essa conversa que a gente fez até aqui e vamos falar mais um aspecto da família corporal. Se a família corporal é fundamental para nós, paraa nossa evolução, o que acontece quando a gente tem na nossa família um espírito, um irmão, uma pessoa que não quer evoluir, que não quer seguir adiante com a gente? O que que a gente faz? Pergunta interessante. Muitas famílias têm isso. Talvez nós conheçamos. Quando essa pessoa se coloca como um impecílio a esse adiantamento, a essa evolução moral, nós não podemos parar a nossa evolução por conta disso. Não podemos parar, ficar atrelados, presos a uma âncora de espíritos retardatários que se negam a caminhar, que se negam a fazer a vontade de Deus.

não podemos parar a nossa evolução por conta disso. Não podemos parar, ficar atrelados, presos a uma âncora de espíritos retardatários que se negam a caminhar, que se negam a fazer a vontade de Deus. Nós temos um planejamento encarnatório. Cada um de nós tem um planejamento encarnatório a cumprir. Isso foi planejado antes da gente vir. Não nos enganemos, esse planejamento foi feito. Em alguns casos, nós participamos desse planejamento. Vamos ver o que Jesus fala. Mais uma passagem, tá? Em Mateus, Mateus 10, versículo 34 a 39. Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas a espada, pois vim causar divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Que fala estranha, né, gente? Jesus vai separar a família. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. E quem não toma sua cruz e vem após mim, não é digno de mim. Quem acha a sua vida, perdê-la há. Quem, todavia, perde a vida por minha causa, achá-la há. Qual é a causa do Cristo, né? Vamos pegar só esse finalzinho por enquanto. Depois a gente explora mais. Vou repetir. Quem perde a sua vida por minha causa, achala. Qual é a causa do Cristo? É a causa do amor. Amai-vos uns aos outros. Amai a Deus e ao próximo. Essa é a causa do Cristo. Quem não viver assim dentro da sua família corporal vai a espada separar. Mas quem viver assim não tem espada para separar essa família. Porque a união é mais do que uma união corpórea, é uma união de espíritos. Jesus fala pro espírito. Então Jesus, ele nos alerta que se um familiar se negar a avançar, nós devemos seguir adiante. Parece maldade, não é? Não é? Teremos nova oportunidade de auxiliar esse irmão. Esse irmão terá novas oportunidades encarnatórias, novas oportunidades de resgate. Nós não devemos fazer isso com sentimento de raiva, de ódio. Não é isso que Jesus falou. Devemos fazer isso com amor, amando,

ão terá novas oportunidades encarnatórias, novas oportunidades de resgate. Nós não devemos fazer isso com sentimento de raiva, de ódio. Não é isso que Jesus falou. Devemos fazer isso com amor, amando, tentando resgatar, tentando puxar, tentando trazer. Mas se ele se coloca tal qual uma âncora que a gente não consegue, naquele momento, ele não está pronto. Ele precisa de mais tempo. Ele precisa de outras oportunidades para compreender o papel que ele tem na criação divina. Porque cada um de nós tem um papel nessa criação divina. Esse papel, o objetivo é o mesmo, é o amor. Mas cada um de nós tem o nosso papel de amar dentro da criação divina. Nós estamos aqui respirando este ar. Devemos amar este ar. Eu estou tomando água. Devemos amar a água, a criação divina. Devemos amar os animais, as plantas e sobretudo devemos amar as pessoas. Por mais que tenhamos divergências, mas precisamos amando trabalhar pela nossa evolução. E não nos preocupemos, olha o que Jesus também disse. Eu sou o bom pastor e conheço as minhas ovelhas e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas ovelhas. Alguém duvida disso? Um espírito crístico encarnar na Terra para nos trazer um evangelho. Alguém duvida do que ele é capaz pelas suas ovelhas? Esse irmão que não quer prosseguir não vai ficar esquecido. Ninguém, nada da criação divina fica indefinidamente para trás. Tudo na criação divina é evolução. Tudo é dinâmico. Tudo evolui. Falamos da água, do ar, de tudo. Tudo evolui. Todas as formas de energia da criação divina evoluentes da alma ainda, veio para dizer que é preciso o nosso esforço. Nós não precisamos que ninguém se esforce pela gente. Ele não veio nos desamparar porque nós temos auxílio sempre. O amparo é constante. Sempre tivemos amparo nas nossas encarnações passada passadas. Temos agora e teremos no futuro. Mas se a gente não fizer a nossa parte, nós seremos a âncora da nossa família. Nós seremos o espírito retardatário que

amparo nas nossas encarnações passada passadas. Temos agora e teremos no futuro. Mas se a gente não fizer a nossa parte, nós seremos a âncora da nossa família. Nós seremos o espírito retardatário que vai dar trabalho. Nós temos uma caminhada evolutiva de milênios. Os bandos ficaram para trás. Não somos mais bandos, não vivemos mais no instinto. Mas precisamos compreender a importância da família corporal. E ela é importante relativizada à importância da família espiritual. Quantos pais nós já tivemos? Quantas mães nós já tivemos? A gente só lembra do atual. a princípio. Mas quantas encarnações nós tivemos? 5, 10, 20, 100. Então, nós temos 100 mães e nós só valorizamos a atual e as outras. Vamos abrir a nossa mente, vamos transceder o nosso pensamento. Nos amemos todos como mães, como pais, como irmãos. Essa é a fala do Cristo, é o convite que ele nos fez. E nos amemos, então, guardando essa afinidade de amor, esse desejo de amar o próximo. Por isso que ele faz esse alerta para nós. Nós precisamos sim cultivar essa afinidade. Lembrando que não é qualquer afinidade. grupos se reúnem por afinidade para fazer o mal. Neste plano e no outro plano, grupos se reúnem para fazer o mal por afinidade. Jesus nos convida para uma outra afinidade. E daí vem o conceito de família espiritual. As afinidades que nós costumamos nos reunir são afinidades transitórias, passageiras, não são perenes. Esses grupos que se reúnem para fazer o mal, enquanto o objetivo tiver ali, isso não vai ser para sempre, isso vai acabar. Mas a afinidade que Jesus nos convida é uma afinidade calcada na lei divina do amor, uma lei natural, imutável, eterna. Qualquer afinidade baseada nessa lei também vai ser imutável eterno, porque o amor é assim. Amemos. O conceito que Jesus nos traz, então, de família espiritual é específico. É aqueles que fazem a vontade do meu pai, a vontade de Deus é aqueles que amam não o amor das paixões, mas o amor desapegado, o amor baseado na lei divina. Muito obrigado, meus irmãos. Que

específico. É aqueles que fazem a vontade do meu pai, a vontade de Deus é aqueles que amam não o amor das paixões, mas o amor desapegado, o amor baseado na lei divina. Muito obrigado, meus irmãos. Que Deus nos abençoe a todos, que todos possamos amar e servir. Sem ser. Muito obrigada, Aquino. Foi ótimo, excelente. Muito bom, né, meus amigos? A gente nem viu o tempo passar, né? Nós queríamos, antes de nos encaminharmos para o encerramento, eh aproveitando que estamos tão próximo do Natal, né, gostaríamos de desejar a vocês todos que estão aqui conosco, seus familiares, um Natal de muita paz, de muita alegria, que Jesus possa reinar nos nossos lares com muito amor. Eu estendo essas essas vibrações, eh, esse desejo, né, de um feliz Natal a todos os nossos irmãos internautas que estão conosco na tarde de hoje nos assistindo, né? que também vocês recebam as bênçãos de Jesus nesse Natal e que seja de muita, muita paz, muita harmonia, muita saúde e muita alegria. Então, meus amigos, vamos nos encaminhar para o encerramento, lembrando que o passe será oferecido, podem permanecer nos seus lugares e que a equipe vai conduzi-los, tá bem? Então, vamos fazer a nossa prece de agradecimento a Jesus. Mestre Senhor, neste momento nosso agradecimento, Jesus por pela oportunidade de aqui estarmos reunidos, de que estarmos ouvindo, Senhor, sobre o Teu Evangelho, sobre as tuas lições, sobre a tua presença amorosa amiga junto de todos nós. Agradecemos, Senhor, por nos ensinar, por nos conduzir. Que a tua luz, o teu amor maior possa se fazer envolvendo todo o nosso planeta amado. Que essas vibrações de agora, os benfeitores espirituais em teu nome possam levar a cada lar, a cada coração, as bênçãos da paz. Obrigado, Jesus. Obrigado aos espíritos benfeitores, amigos que estão conosco, nos acompanhando, nos intuindo e que a tua luz, Senhor Jesus, possa nos acompanhar aos nossos lares, aos nossos entes amados. Obrigado, Senhor Jesus. Obrigado a Deus, nosso pai que nos permite estarmos aqui neste momento

s intuindo e que a tua luz, Senhor Jesus, possa nos acompanhar aos nossos lares, aos nossos entes amados. Obrigado, Senhor Jesus. Obrigado a Deus, nosso pai que nos permite estarmos aqui neste momento aprendendo, Senhor. Muito, muita gratidão, Jesus. Muita gratidão, Deus nosso Pai. Que assim seja. Graças a Deus. Uma boa tarde a todos. Então, que tenha um final de domingo bem feliz, de muita paz.

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