Nádia Matos revela erros comuns na mediunidade
Tema: Mediunidade - desafios e bênçãos. Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo
Muito boa noite a todos. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária dos sábados à noite. Vamos nos preparar então para a prece de abertura dos trabalhos e convidamos a nossa irmã Luziane Bahia para proferir. Senhor e Mestre Jesus, felizes estamos por vivenciarmos este momento de comunhão, de paz na tua casa, casa de amor e de trabalho. Que as tuas bênçãos recaiam sobre todos nós. que aqui viemos sedentos buscar um pouco mais do teu evangelho, vivendo a fraternidade que esta casa nos proporciona, da amizade, da convivência, de buscarmos juntos a experiência salutar de bem viver. Agradecemos por este amparo, pelo envolvimento dos bons espíritos e das inspirações que nos advém quando a escolha é estarmos aqui. Rogamos bênçãos inspiradoras à nossa palestrante para que ela seja o instrumento da tua mensagem e toque o nosso coração de maneira especial. Te pedimos também, mestre, que encaminha ao nosso querido tio Divaldo, as melhores vibrações de saúde, de paz, de fortalecimento, levando até ele a nossa gratidão, o nosso respeito, a nossa admiração e o nosso amor. Fica conosco, mestre, permitindo que esta hora seja recheada da melhor parte, da parte que acolhe a essência e que cala fundo em cada um de nós. Gratidão por tudo e sempre. Assim seja. Mais uma vez, então, muito boa noite a todos. Vamos aos nossos avisos aí iniciais relativamente ao nosso workshop do dia 4 de maio, no domingo, que é uma data comemorativa para nós do aniversário do Dival, que irá completar 98 anos no dia 5 de maio. Então nós preparamos esse workshop Sendas Luminosas à conquista Interior, cujos palestrantes serão Dr. Leonardo Machado, o nosso irmão Paulo de Tarso e a nossa irmã Jamile Lima, né? Então, teremos início aí no domingo pela manhã até às 12:30. É um livro que será relançado, Sas Luminosas, era um livro da editora Didier. Então eles repassaram, devolveram, digamos assim, os direitos autorais. Nós repaginamos o livro na sua na sua parte de diagramação gráfica. Então vamos oferecer aqueles
era um livro da editora Didier. Então eles repassaram, devolveram, digamos assim, os direitos autorais. Nós repaginamos o livro na sua na sua parte de diagramação gráfica. Então vamos oferecer aqueles que se inscreverem no workshop esse livro Sendas Luminosas. Ah, ficam todos aí convidados. A nossa lotação aqui no no cenáculo já tá esgotada. Ainda temos alguns lugares no prédio de em frente que é o Lijabanos, que comporta 150 lugares e nós já temos ainda temos 40 parecem disponíveis, né? Mas fica o convite. Aqueles que não estiverem na cidade de Salvador ou quiser assistir de casa, tem a plataforma do Espiritismo Play, é só se inscrever também e poder assistir de casa. Paraa inscrição é no site www.mansocaminho.com.br. br, pode fazer a inscrição e nós nos prepararemos aqui para recebê-los no dia 4 de maio. Também nós temos um aviso, no dia 12 de abril nós teremos aqui a o atendimento, um curso reciclagem de atendentes fraternos. aqueles que já exercem essa atividade aqui e aqueles que tiverem interesse, podem comparecer aí no dia 12 de abril, é um sábado, no horário da manhã até às 12 horas, também aqui no prédio em frente, o Lijabanhos, fica o convite a todos aqueles que são atendentes fraternos, né? Essa atividade será desenvolvida pelas pelo projeto Manuel Filomeno de Miranda. Então fica aí o convite. Quanto ao boletim médico sempre Feno Divaldo, ele está bem melhor nesses dias, né? Hoje está ótimo e estamos orando e e rogo a todos que sempre coloquem nas suas preces, nas suas atividades orações pelo restabelecimento da saúde dele, pelo seu fortalecimento físico. De resto, ele está muito bem, graças a Deus. Hoje nós temos aqui a nossa irmã Nádia Matos da Federação Espírito do Estado da Bahia que irá nos abrilhantar com a palestra na noite de hoje, a quem eu convido nesse momento. Uma boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe, que tenhamos momentos de reflexão hoje. H, o tema que me foi proposto foi a mediunidade, desafios e bênçãos. E eu vejo que é um uma temática
esse momento. Uma boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe, que tenhamos momentos de reflexão hoje. H, o tema que me foi proposto foi a mediunidade, desafios e bênçãos. E eu vejo que é um uma temática que cabe perfeitamente no título do encontro das dos sábados. reflexões evangélicas, né? Alguns de nós podem pensar que mediunidade é uma coisa, evangelho é outra coisa, mas a doutrina espírita, ela nos foi dada pelos espíritos, codificada por Allan Kardec, pelos espíritos superiores, codificada por Allan Kardec. Mas à medida que Kardec observando o ensino dos espíritos superiores, ele via que as leis morais que regem a vida, as leis divinas, elas se encontram todas no Evangelho. E é por isso que ele escolheu, ao escrever o livro, O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele escolhe os ensinos morais do Cristo, porque é aí que estão as leis morais. o evangelho, os quatro evangelhos, não é? Eles são textos que eh foram escritos ao longo do tempo, tradução, etc. E eles têm muitos fatos. Tem fatos históricos. O próprio Kardec fala isso no início de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tem fatos históricos, tem elementos que foram eh transformados em rituais, em dogmas de da das religiões cristãs organizadas. Eh, tem as ações de Jesus, as pessoas que ele curou, não é? E tem o ensino moral de Jesus. E aí o Kardec diz que escolhe trabalhar somente com o ensino moral, porque esse não tem discordância, esse não tem eh questões envolvendo o que tá certo, o que um acha, o que o outro acha. As outras partes, elas terão então seu uso em várias vários momentos, mas a doutrina espírita ela trabalha com a o ensino moral de Jesus. Por quê? Porque esse ensino moral de Jesus naturalmente reflete as leis de Deus, as leis morais da vida que nós encontramos ali no livro dos espíritos, na terceira parte e em toda a doutrina também. está permeada. Então, os fenômenos que a doutrina espírita trabalha, os ensinos, a reencarnação, a evolução como lei de progresso, etc., estão todos vinculados ao a à ideia, a proposta do
rina também. está permeada. Então, os fenômenos que a doutrina espírita trabalha, os ensinos, a reencarnação, a evolução como lei de progresso, etc., estão todos vinculados ao a à ideia, a proposta do próprio espírito de verdade de que o espiritismo seja eh o evangelho rediv vivo, o cristianismo red vivo. Então, a essência do ensino de Jesus são as leis morais e essa doutrina espírita se propõe a reviver. A mediunidade, ela é uma experiência humana. é uma característica que nós, seres humanos, temos em maior ou menor grau, de perceber a presença, a inspiração dos espíritos e também de nos comunicarmos com eles. Isso é a mediunidade. Os espíritos nos dizem que todos temos mediunidade em algum grau. Mesmo que seja assim muito leve, muito sutil, a pessoa não percebe isso como vendo ou se comunicando com os espíritos. É uma inspiração, é uma intuição, é uma ideia, é um sobretudo orientação dos nossos anjos guardiães, etc. Então, todos os seres humanos têm algum grau de mediunidade, porém há pessoas que têm uma mediunidade mais ostensiva. E aí Kardec estudou largamente os fenômenos mediúnicos. Ele descreve isso como inúcias em no livro dos médiuns. Ele fala sobre os tipos de mediunidade, os tipos de médium, ah, como é a formação dos médiuns. Ele vai falar como é, por exemplo, eh, a, quais são as dificuldades da mediunidade. Ele vai falar como a mediunidade deve ser exercida. Se alguém não leu ainda o livro dos médiuns, eu recomendo, né, todas as obras básicas, as cinco obras básicas, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho segundo o Espiritismo, o céu e o inferno e a gênese, eles devem ser estudados porque eles compõem um, cada um deles vai compor uma parte do ensino dos espíritos que é complexo, que é profundo e que É importante ser estudado por todos nós que somos espíritas ou desejamos conhecer a doutrina espírita. O livro dos médiuns, então, ele vai tratar dessa experiência mediúnica. Eu vejo que muitas pessoas têm uma sensação eh complexa em relação à
somos espíritas ou desejamos conhecer a doutrina espírita. O livro dos médiuns, então, ele vai tratar dessa experiência mediúnica. Eu vejo que muitas pessoas têm uma sensação eh complexa em relação à mediunidade. Eu já ouvi médiuns se queixando que é um sofrimento, que a pessoa sofre isso, sofre aquilo, sofre aquilo outro e não é isso que a gente aprende na doutrina espírita. A mediunidade, quando a gente tem uma mediunidade mais ostensiva, ela tem como função, ela é muitas vezes uma solicitação que fizemos antes da reencarnação, muitas vezes é fruto de atividades em vidas anteriores onde nós já exercemos a mediunidade e que então ela tem como função nós prestarmos um serviço ao próximo, um serviço à doutrina, um serviço ao ser humano e um serviço a nós mesmos. Porque sim, todas as experiências que Deus coloca no nosso caminho, elas têm como função nos ajudar a evoluir, nos ajudar a ampliar a nossa consciência pra gente não ficar restrito ao mundo material. Quanto mais o espírito é atrasado, mais ele é materializado, mais ele só consegue se ocupar e se interessar por coisas imediatas, coisas materiais. E aí o interesse é no sustento. É, e não é que a pessoa seja pobre, mas assim, precisa de mais dinheiro, precisa de mais prestígio, precisa de mais reconhecimento ou às vezes nos afetos, mas restrito à família, restrito aos entes mais chegados e sempre desejando que as pessoas os amem, que as pessoas tragam paraa sua vida eh as experiências de felicidade que a pessoa deseja. Não é um pensamento de amor como algo que eu vou doar aos outros. É o pensamento de amor como algo que eu preciso ter. Eu quero ser amado. Isso são marcas e características dos espíritos mais ligados à matéria, mais ligados ao mundo material, mais ligados às situações imediatas. E o que acontece é que tudo é que é do mundo material é transitório. Tudo que é ligado do mundo material é uma coisa que a gente pode perder a qualquer momento. A saúde, a juventude, a vida física, as condições que estamos
tudo é que é do mundo material é transitório. Tudo que é ligado do mundo material é uma coisa que a gente pode perder a qualquer momento. A saúde, a juventude, a vida física, as condições que estamos habituados nossa casa. Eh, até muitas vezes nosso país, quantas pessoas se vem situações de guerra, situações de calamidade e são obrigadas a sair aí viver em outro lugar totalmente diferente, né? Até os nossos entes queridos, porque as pessoas são livres, as pessoas amam ou não amam. A gente não pode obrigar uma pessoa a nos amar. Então, se o nosso universo está limitado a esse horizonte, significa que nós estamos fadados a sofrer muito. Por mais que as pessoas ao nosso redor sejam maravilhosas, não tem como elas preencherem todos os requisitos que nós desejamos. uma hora nós vamos querer uma coisa que a pessoa não vai poder nos dar, não vai poder fazer por nós, não vai poder corresponder. Ao passo que à medida que os espíritos evoluem, eles vão superando o interesse pessoal e se interessam por fazer o bem a todos indistintamente. Então, são aquelas pessoas que se dedicam, por exemplo, ao bem-estar das crianças, não só dos seus próprios filhos, que conseguem ocupar seu tempo, sua energia, seu conhecimento, seu amor com crianças que lhe são estranhas, não são seus filhos. Então isso eh acontece muitas vezes quando a pessoa está já ampliando a sua concepção de amor. O que que isso tem a ver com a mediunidade? A mediunidade, quando você tem uma mediunidade mais ostensiva, você tem um contato mais consciente com os espíritos. E a função desse contato é a mesma função de todas as outras, os outros talentos, as outras características e as outras oportunidades que nós temos na vida. É que nós possamos vencer as nossas imperfeições e que possamos então desenvolver uma consciência mais elevada, baseada no amor fraterno, baseada na caridade, baseada na ação no bem. Então, do mesmo jeito que a pessoa que recebe inteligência, ela deve usar a sua inteligência para o bem do máximo de
ais elevada, baseada no amor fraterno, baseada na caridade, baseada na ação no bem. Então, do mesmo jeito que a pessoa que recebe inteligência, ela deve usar a sua inteligência para o bem do máximo de pessoas que ela puder e não apenas para o seu próprio bem, para o bem dos seus entes queridos mais próximos. Do mesmo jeito que uma pessoa que tem dinheiro, que tem saúde, que tem tempo disponível, que tem habilidades quaisquer que sejam, ela é chamada pela lei divina a usar todos esses talentos a benefício da coletividade, a benefício do maior número de pessoas, não somente a si. E observe que eu não tô dizendo que ela não pode se beneficiar no sentido de que a gente vai sempre cuidar de si. Vamos lembrar que a lei que Jesus ensina qual é amar ao próximo como a si mesmo. Eu não vi até hoje em nenhum lugar do evangelho Jesus dizendo amar ao próximo mais do que a si mesmo ou amar ao próximo ao invés de a si mesmo. Não existe isso. Agora, o espírito muito preso nas coisas materiais, o espírito imperfeito, ele tem a sensação de que ele tem que cuidar de si, porque senão ele vai ter prejuízo, ele vai ter problema. Ele não compreende que quando nós cuidamos de todos, nós também estamos cuidando de nós. Vamos viver num mundo feliz, com pessoas mais felizes, harmonia, paz, mas isso a gente não consegue entender quando a gente é um espírito imperfeito. Então, na mediunidade, o exercício da média unidade tem a mesma função das outras características e das outras qualidades. Tanto que ele não é exclusivo de quem acredita no intercâmbio com os espíritos. Não são só espíritas que são médiuns. Não são pessoas de religiões que praticam a mediunidade que são médiuns. Todo ser humano é médium. A pessoa mora num país que nunca ouviu falar de espiritismo, nunca ouviu falar de intercâmbio mediúnico e ela vê os espíritos e ela ouve ou ela se comunica. Ela vai precisar dar conta dentro daquela cultura onde ela vive de utilizar essa experiência para se equilibrar, para fazer o bem do jeito
ediúnico e ela vê os espíritos e ela ouve ou ela se comunica. Ela vai precisar dar conta dentro daquela cultura onde ela vive de utilizar essa experiência para se equilibrar, para fazer o bem do jeito que ela puder. Nós aqui na prática espírita, no movimento espírita, na doutrina espírita, nós aprendemos que a gente precisa utilizar a mediunidade para fazer o bem. O o das formas que surge mais naturalmente é a própria reunião mediúnica, mas não é a única. Um passista, ele tá usando a inspiração e a orientação dos espíritos quando ele trabalha no passo. Um expositor, seja um palestrante, seja um evangelizador, ele se conecta com a espiritualidade superior também no sentido de trazer as melhores, de usar suas melhores possibilidades para ajudar aquelas pessoas, né, as crianças, os jovens, as pessoas que estão ouvindo. Então, a primeira coisa que decorre da mediunidade é a necessidade de nós exercitarmos este equilíbrio, o equilíbrio do conhecimento de si mesmo e da escolha de colocar fazer o bem como uma prioridade. Essa é a primeira coisa que decorre da experiência mediúnica. No livro dos espíritos, a gente aprende, Kardec pergunta se os espíritos influenciam a gente. E aí, qual é a resposta dos espíritos? Muita gente fica assustada. Tem gente assustada com mediunidade e tem gente assustada com espírito. Então, fica assustada porque a resposta é: Sim, eles vos influenciam. Na maioria das vezes são eles que vos dirigem. Aí a pessoa fica, ai meu Deus, os espíritos me dirigem, então eu não tenho vontade própria, então eu não tenho livre arbítrio. Como é isso? Vamos pensar um pouquinho. Vamos pensar que nós, espíritos encarnados, vamos tirar os desencarnados da história por um tempinho. Nós, espíritos encarnados influenciamos os outros o tempo todo com as nossas opiniões. Às vezes você chega, faz um comentário sobre uma pessoa, algo às vezes até que não foi muito agradável e você comunica aquilo e as pessoas que te ouvem já ficam mal. orientadas, né? Já, ah, vou esperar, vou, não vou deixar essa pessoa
ário sobre uma pessoa, algo às vezes até que não foi muito agradável e você comunica aquilo e as pessoas que te ouvem já ficam mal. orientadas, né? Já, ah, vou esperar, vou, não vou deixar essa pessoa fazer isso comigo. Se você fala uma coisa boa também isso interfere, né? Eh, nós somos influenciados pelo que os outros dizem. Às vezes você tem uma ideia, quer fazer uma coisa, mas aí você ouve alguém comentar: "Não, isso não deu certo. Olhe, aconteceu comigo. Olhe ali, a pessoa tratou dessa forma, tratou de outra forma". Gente, a gente é influenciado o tempo todo. E eu não vou nem falar da publicidade. Hoje não há nenhuma pessoa com o mínimo de conhecimento da realidade que não saiba como a publicidade influencia todos nós. Repare que a gente usa as roupas que estão na moda em maior ou menor grau. Não tem aqui ninguém vestido com uma roupa que era usada nos anos 70, por exemplo. Eu me lembro, né? Porque eu era jovem nos anos 70, tinha aquelas calças boca de sino, que era um negócio inacreditável. A gente achava lindo, todo mundo, todos os jovens usavam aquelas calças. Hoje meus alunos chegam na na faculdade, chegam na aula com aquelas calças de jeans rasgadas e eu olho assim, eu digo: "Jesus Cristo, mas é moda. Aí acho bonito. Isso não é uma forma da gente ser influenciada. A gente sabe que a indústria da moda organizou então primavera verão 2025, a moda primavera verão, outo inverno, lá qual seja, eles dão as tendências. Por quê? Porque a gente se deixa influenciar pelos pelas celebridades, a gente se deixa influenciar pelas autoridades. Então, quando os espíritos lá atrás disseram assim que os espíritos em geral nos dirigem, eles não estão dizendo nenhuma novidade. Isso é da natureza humana. Por quê? Porque nós temos muito pouco consciência de nós mesmos. Os espíritos mais evoluídos, eles não são muito influenciados porque eles têm consciência de si. Eles têm consciência de o que é que eles querem fazer. Eles têm consciência da lei de Deus. Eles têm consciência da do processo evolutivo. A
são muito influenciados porque eles têm consciência de si. Eles têm consciência de o que é que eles querem fazer. Eles têm consciência da lei de Deus. Eles têm consciência da do processo evolutivo. A maioria dos habitantes da Terra não é feita de espíritos superiores. Lá na escala espírita a gente vê que são espíritos de terceira ordem. Então, sim, a gente é influenciado o tempo todo. Por que seria diferente com os espíritos eh desencarnados? Não, não é diferente. Porque espíritos encarnados ou desencarnados são sempre seres humanos. A diferença é que estão atuando através de um corpo na limitação da reencarnação ou estão atuando mais livremente fora dessa limitação, mas todos estão interagindo. Essa é um esse é um ponto básico que a doutrina espírita nos traz. Porque se você vê, se você vir, todas as religiões, elas falam da realidade espiritual. Vão chamar de céu, vão chamar de nirvana, vão chamar de várias formas, mas todas falam de uma realidade espiritual. Mas em geral tem uma separação, tem uma falta de contato. Ou o contato é percebido como algo miraculoso, extraordinário, às vezes maléfico, né? A doutrina espírita diz: "Não, existe um intercâmbio contínuo entre o mundo físico e o mundo espiritual. A doutrina espírita, ela foi organizada a partir das informações dos espíritos superiores, através de um planejamento espiritual muito bem feito. E aí nós aprendemos isso quando nós vemos a história do espiritismo. equipe do espírito de verdade, espíritos elevadíssimos, eles se organizaram para produzir um movimento que foi em vários continentes, não foi só na Europa, mas precisava ser na Europa por causa do peso, né, cultural que a Europa tinha naquela época. E aí a partir daí Kardec entra em cena. Outras pessoas já tinham começado esse trabalho, mas foi ele que sustentou e organizou. Então ele vai fazer perguntas aos espíritos e aí não era qualquer espírito, porque a gente sabe que como os seres humanos encarnados, o espírito imperfeito, ele responde qualquer coisa. Basta você botar uma
ele vai fazer perguntas aos espíritos e aí não era qualquer espírito, porque a gente sabe que como os seres humanos encarnados, o espírito imperfeito, ele responde qualquer coisa. Basta você botar uma pergunta na internet, você vai receber milhares de respostas e as pessoas todas têm certeza absoluta daquilo. Mesmo que nunca tenham estudado o assunto, mesmo que nunca tenha ouvido falar, todo mundo tem uma opinião garantida e se o outro discordar, aí começa a briga. os desencarnados não são diferentes. Então, Kardec, ele ele eh construiu a doutrina espírita a partir da resposta dos espíritos superiores. E ele, inteligentemente ele criou critérios. Ele era um pesquisador, era um homem que tinha uma formação científica muito consistente, obviamente de acordo com a sua época. E ele então cria critérios para identificar se o espírito é mais ou menos elevado, tá lá na escala espírita. E a partir do ensino dos espíritos superiores, que era dado em vários países, Kardec se correspondia com grupos eh espíritas em vários países, ele foi fazendo essa construção e ele foi organizando e aí a gente sabe porque o resto é história. Mas nós hoje como médiuns, como nos beneficiamos disso? Primeiro com a naturalidade do intercâmbio. Não é necessário termos medo. Não é necessário pensarmos que Deus nos escolheu para uma tarefa tão dolorosa. Pobre de mim, sou médium, tenho que ir lá na mediúnica toda semana, senão eu vou ficar obsidiado. Gente, não é esse o ângulo. Ficar obsidiado a gente pode. É só sintonizar com espíritos inferiores. é só dar guarida, dar oportunidade também. A a codificação vai nos falar sobre isso. Kardec vai falar sobre os tipos de obsessão que existem no próprio livro dos médiuns. E ele vai dizer: "Você se liberta da obsessão realmente quando você sai da sintonia com o espírito inferior. Enquanto você sintoniza, quer dizer, enquanto você tem os mesmos interesses dele. Como assim os mesmos interesses? Ele tá com raiva de mim, porque eu fiz qualquer coisa com ele aí em uma vida passada ou nessa vida
sintoniza, quer dizer, enquanto você tem os mesmos interesses dele. Como assim os mesmos interesses? Ele tá com raiva de mim, porque eu fiz qualquer coisa com ele aí em uma vida passada ou nessa vida e ele me odeia, ele quer se vingar. Enquanto eu for também uma pessoa que sente ódio de quem lhe causa dano, que tem vontade de se vingar, mesmo que faça ou não faça, que sente as mesmas paixões, as mesmas emoções, eu tô sintonizada. Então, quer dizer que se uma pessoa me ofende, eu fico cheia de raiva e vou lá brigar. Mas o obsessor não devia fazer isso comigo. Como é que eu mudo o padrão se eu for capaz de perdoar? Isso vai me tirando daquela esfera, daquela sintonia. Uma outra coisa é que nós podemos lembrar algo que a gente esquece muito, que as pessoas falam muito de obsessores, mas elas não lembram que a codificação nos ensina que todas, todos nós temos um anjo guardião. Anjo guardião é um nome, não é? Não é que a doutrina espírita trate de anjo, são todos espíritos, mas anjo é o nome que se dá um espírito muito elevado. É, é, é o costume. O anjo guardião é um espírito de uma ordem superior. Então, se eu sou um espírito imperfeito, meu anjo guardião não é um espírito imperfeito, ele é um espírito bom. Ele é um espírito mais elevado. Ele não tem as paixões que eu tenho, ele não tem o egoísmo que eu tenho, ele não se irrita com tudo, ele não tem impaciência. Ele é um ser amoroso, voltado para fazer o bem. Já paramos para pensar nisso? Já paramos para pensar que se somos médiuns, nós vamos poder sintonizar mais facilmente com o nosso anjo guardião? Porque a gente fica aí se aguniando com o espírito obsessor. Mas é uma questão de sintonia. Eleva o pensamento, procura pensar em fazer o bem, em se melhorar, pede ajuda, pensa em Deus, faz uma prece, sintoniza com o anjo guardião, ele vai inspirar. Pode ser que a gente não consiga vê-lo. Pode ser dependendo da mediunidade, dependendo do grau de mediunidade ou da nossa dificuldade de sintonia. Mas com certeza ele vai nos inspirar porque é um
rar. Pode ser que a gente não consiga vê-lo. Pode ser dependendo da mediunidade, dependendo do grau de mediunidade ou da nossa dificuldade de sintonia. Mas com certeza ele vai nos inspirar porque é um espírito que ele está ao nosso lado, não para resolver nossos problemas afetivos. Oh meu Deus, eu tô sofrendo tanto. Meu anjo guardião, me ajude. O anjo guardião, a função dele é ajudar a gente a evoluir. O que ele quer ajudar é assim, você que tá sofrendo, como é que você pode aprender com esse sofrimento? Como você pode aprender a ser melhor? Como você pode aprender a viver melhor as leis de Deus? É isso que o anjo guardião faz. Existem espíritos amigos que são mais parecidos com a gente, que nos confortam. Beleza? O anjo guardião, ele busca nos ajudar na nossa evolução. A gente pode sintonizar com ele. E como fazer isso? Quer estejamos na reunião mediúnica, quer estejamos no passe, na evangelização, em qualquer tarefa. Às vezes você faz uma tarefa que parece uma tarefa material. Ah, eu só eu cozinho a sopa, eu distribuo a sopa, eu faço o a cesta básica. Gente, isso tem um valor extraordinário. A gente não faz ideia da gratidão profunda de pessoas que estão em desespero porque sentem fome, recebem ajuda. Ah, não. Tem pessoas que são ingratas, tem. O mundo tá cheio de gente e cada um é de um jeito. Mas muitos vão elevar orações ao céu agradecendo por pela ajuda que receberam. Você que tá ali com a mão na massa, fazendo o a sopa, entregando o farné, o enxoval, costurando o enxoval, coloque todo o seu amor, sintonize com os espíritos superiores, coloque ali fluidos, vibrações, energias de amor, de cuidado, que possam ir junto para aquela pessoa. A pessoa vai receber o objeto material e ela vai receber sua melhor energia. Muitas vezes é o que vai restaurar a esperança da pessoa, a força, é o que vai ajudar a pessoa a se encaminhar na direção de propostas mais elevadas na vida. São possibilidades de quem é médium, são e que você não parece, mas é porque nossa cabeça funciona melhor no
é o que vai ajudar a pessoa a se encaminhar na direção de propostas mais elevadas na vida. São possibilidades de quem é médium, são e que você não parece, mas é porque nossa cabeça funciona melhor no mundo material. Aí a gente diz: "Não, o que eu faço não tem importância". Todo ato de amor tem importância. Todo ato de amor tem importância. Você não vai ver o resultado. A maioria das vezes a gente não vê. Mas repare como é que nós recebemos a as a as consequências, o retorno desses atos. Eu me lembrei de um livro de André Luiz, acho que é Ação e Reação, esse livro que tem o caso de Adelino, o capítulo chama-se assim, Adelino, irmão da caridade pura. Adelino foi alguém que na vida passada, nem foi no antigo Egito, não foi na idade média, não foi na vida passada, século X, ele tinha metido os pés pelas mãos, como a gente diz, cometeu um crime. Ele não cometeu o crime com as próprias mãos, mas ele arquitetou, ele pagou a dois indivíduos que eram empregados dele para cometerem um crime, para ele se beneficiar. uma ingratidão terrível, uma crueldade terrível. E aí se desorganizou todo espiritualmente, chegou no mundo espiritual muito perturbado, a vítima do crime não perdoou e aí foi terrível, demorou muito para ele conseguir se recuperar espiritualmente e reencarnou. Reencarnou com várias dificuldades, mas ele tinha tomado uma decisão que era a decisão de se modificar. Ele ficou muito arrependido. Ele se deu conta de que aquilo não podia continuar e ele se propôs e ele nasceu com várias dificuldade, problema de saúde, problema familiar, problema financeiro. Coitado, ele tinha todas as dificuldades para dizer assim: "Ó, eu bem queria frequentar o centro, mas não posso porque eu sou tão pobre, trabalho tanto, não tenho tempo de noite." Podia dizer isso, não dizia. Ele trabalhava no centro, fazia várias atividades. Ele tinha todas as chances de dizer assim: "Ah, mas eu eu ele tinha uma doença de pele, né? Ah, eu sofro tanto, tudo me dói, eu não posso. Acho que em próxima encarnação eu vou acabar
rias atividades. Ele tinha todas as chances de dizer assim: "Ah, mas eu eu ele tinha uma doença de pele, né? Ah, eu sofro tanto, tudo me dói, eu não posso. Acho que em próxima encarnação eu vou acabar de resgatar isso e aí numa reencarnação futura eu vou ajudar os pobres?" Não. Ele ia a si mesmo, trabalhava, ajudava as pessoas. família. Eh, eh, ele não tinha, tinha uma família desorganizada, porque a esposa o abandonou, não é? Foi embora eou largou ele com a filha. Ele ia dizer: "Ah, mas eu não posso criar essa menina, coitada. A criança não tem mãe, eu sou um pobre coitado, vou dar para alguém criar". Não, ele ficou criando a filha. E aí botaram dois meninos na porta dele. Ele podia dizer: "Ah, meu senhor, ó, eu sou pobre, doente, tem uma filha que eu tô aqui cuidando, não, sinto muito, chama aí o orfanato e entrega esses dois meninos". Não, ele cuidou dos meninos. E aí tem uma cena linda que André Luiz descreve. André Luiz é um espírito desencarnado, né? Ele tá contando a história e ele diz que tinha inúmeros espíritos no centro durante a reunião, que eu acho que era uma reunião doutrinária, e eles estavam pedindo a equipe espiritual que André Luiz estava fazendo parte que ajudasse Adelino. Coitado, ele tinha dores por toda parte, ele tinha por causa dos negócios, né, do problema de pele que ele tinha. E aí o espírito disse, olhe, o coordenador disse, veja, ele tá com esses problemas que são um pedacinho só do que ele podia ter. É por causa do benefício que ele tá fazendo. Gente, tinha inúmeros seres pedindo por ele, pedindo. Aí eles diziam, me lembro que tinha um que dizia assim que ele tava desencarnado, a mãe dele ficou abandonada, coitada, não tinha quem ajudasse, ser uma pessoa doente, idosa e tal. Ele levava lá o o a cesta básica pra mulher e ele era muito agradecido. É uma cena bonita, porque a gente não lembra que existe a dimensão espiritual. A gente sabe que o espiritismo nos informa às vezes porque somos médiuns, mas o raciocínio de que somos principalmente
o. É uma cena bonita, porque a gente não lembra que existe a dimensão espiritual. A gente sabe que o espiritismo nos informa às vezes porque somos médiuns, mas o raciocínio de que somos principalmente espíritos e nossa vida tá intercalada, a gente esquece. E é preciso lembrar, é preciso lembrar o tempo todo uma coisa que o apóstolo Paulo diz na epístola que é assim: "Uma nuvem de testemunhas os cerca". A gente tá sempre cercado por testemunhas. Não é para ficar com medo porque tá fazendo alguma coisa errada. Não é isso não, gente. É saber assim, eu não tô Eu primeiro eu não tô sozinha nunca. Segundo o que a gente faz ressoa ao nosso redor. Então, usar a mediunidade para fazer o bem é além do trabalho mediúnico regular, que não aparece. Eu já vi médium dizer, mas eu tem anos que eu vou na médiúnica. Toda semana eu sento lá, dou comunicação de dois, três espíritos, vou embora. Eu acho que eu não tô fazendo nada não. A equipe espiritual, ela já encaminha os espíritos que serão socorridos para a reunião, contando com a presença daqueles médiuns. A gente sabe que a vinculação do desencarnado com o encarnado, ela é feita antecipadamente. Pense o que é uma equipe espiritual contar comigo. Então eu tenho que me preparar. Eu tenho que saber que naquele dia eu tenho que ter mais cuidado com intercorrências. Não posso sair em cima da hora, não posso ficar me aborrecendo com tudo, tenho que fazer uma leitura. Era bom fazer isso todo dia, todo mundo sabe, mas às vezes a gente não consegue, né? todo dia parece que é muito. Um dia que é o dia da média única. Então você já vai dormir sabendo que durante a noite nós nos desligamos parcialmente do corpo. Todo mundo faz isso, não são só os médiuns. É que às vezes os médiuns são os que conseguem se lembrar, às vezes não. Todos nos desligamos e vamos ter a oportunidade de conviver com espíritos desencarnados, que serão aqueles que têm os mesmos interesses que nós. Isso aí é garantido. Nós não, se nós passamos o dia inteiro preocupados que fulano me
er a oportunidade de conviver com espíritos desencarnados, que serão aqueles que têm os mesmos interesses que nós. Isso aí é garantido. Nós não, se nós passamos o dia inteiro preocupados que fulano me fez isso, destaque, eu vou arranjar um jeito. Não se preocupe não. próxima oportunidade você vai ver, é improvável que eu saia do corpo na hora que vou dormir e vá fazer a caridade a todos. Porque eu não penso em caridade, eu não penso em fazer o bem, eu não penso em ajudar ninguém, né? Mas se eu penso, se eu procuro, me esforço, nem sempre consigo, a gente é imperfeito, vamos tentar de novo. Se eu tenho o desejo de fazer o bem, este desejo de fazer o bem atrai os bons espíritos. No livro dos médiuns, Kardec vai dizer: "A principal coisa que o médium precisa ter é o desejo de fazer o bem. Em seguida, ele tem que fazer o esforço para fazer o bem". Se ele tem essas duas características, ele atrai os bons espíritos automaticamente, porque os bons espíritos se dedicam a fazer o bem. E quando vê que tem alguém que quer e tá disposto a se esforçar, se aperfeiçoar, é esse o instrumento. Não importa que aquela pessoa não tenha uma mediunidade muito ostensiva, tenha dificuldades, tenha problemas. O principal, ele tem. O bom médium é aquele que quer fazer o bem. O bom médium é aquele que se esforça para fazer o bem. Esse é o bom médium que os espíritos nos ensinam. Então, se a gente tem isso como um propósito, a gente ora quando vai dormir, se coloca disponível, nós vamos aproveitar essa oportunidade para isso. Se você é médium, na véspera da reunião mediúnica, você então pede para se aproximar dos bons espíritos, os espíritos que dirigem a reunião e automaticamente eles vão contar com você, mesmo que eles saibam das suas limitações. é uma pessoa que ainda tem dificuldade, que não tem muito conhecimento, mas a pessoa está empenhada, aí a espiritualidade ajuda, né? Então isso vai acontecer só em quem tá em média única, não. Tudo que você vai fazer, todo o bem que você vai realizar, amanhã é o dia de distribuir
ssoa está empenhada, aí a espiritualidade ajuda, né? Então isso vai acontecer só em quem tá em média única, não. Tudo que você vai fazer, todo o bem que você vai realizar, amanhã é o dia de distribuir os enxovais. pessoal tá na fila, às vezes tá impaciente, tá reclamando, começa a brigar, você já se prepara para ser amoroso com aquela pessoa, para ter paciência, para lembrar que aquilo ali, aquelas pessoas não são pessoas de menos valor do que você. Elas estão numa circunstância econômica, às vezes espiritual difícil, mas ninguém sabe quando é que você pode precisar tá na mesma situação. Não, não julga a pessoa por aí, ao contrário, presta um serviço, porque este é o seu dever, esse é o nosso dever. Repare quanta coisa a gente pode fazer na mediunidade com Jesus. E a doutrina vai nos ensinar que a mediunidade ela não pode ser objeto de comércio. A gente não pode usar a mediunidade para ter lucro. Observe que isso é uma característica específica da doutrina espírita. Pode haver outras pessoas de outras religiões ou sem religião nenhuma que tenham essa concepção, mas não é um ponto básico como é em relação à doutrina espírita. A gente precisa entender que o trabalho mediúnico, isto é, o trabalho com a espiritualidade sobre a orientação da espiritualidade superior, é um serviço que estamos prestando e que não é dirigido por nós. Então, nós não vamos lucrar com isso. Não é um trabalho. Tem gente que diz: "Ah, mas é um dom que eu tenho. É um dom que você tem se o espírito se manifestar. Porque se se ele não se manifestar, você não tem comunicação para dar. Então, eh Kardec vai dizer assim: "Que a mediunidade seja exercida com um sentimento religioso. Ele não quer dizer que é uma religião no sentido comum do termo religioso que ele tá dizendo aí é algo sagrado. Por que é sagrado? Porque é uma oportunidade que eu tenho de no intercâmbio com a espiritualidade superior me melhorar e ajudar o planeta, ajudar os outros. Então, a mediunidade ela tem com certeza infinitas bênçãos
do? Porque é uma oportunidade que eu tenho de no intercâmbio com a espiritualidade superior me melhorar e ajudar o planeta, ajudar os outros. Então, a mediunidade ela tem com certeza infinitas bênçãos para trazer pro nosso caminho e tem também dificuldades. Kardec era um homem extraordinariamente honesto. Ele era um intelectual honesto. Então, se você ler a codificação, se lê a revista espírita, os textos de Kardec, ele sempre fala os pontos positivos e negativos de tudo. que fazia análise de comunicação mediúnica de médiuns do seu próprio círculo da da sociedade espírita de Paris. E com maior naturalidade, ele dizia: "Essa comunicação é boa por isso e por aquilo, não é boa por aquilo". E ele não tava ofendendo ninguém e ninguém se sentia ofendido. Eh, então o que que nós vamos precisar fazer e que nós vamos precisar lembrar em relação à mediunidade? Quais são os riscos que a média unidade traz? O primeiro risco é se a gente não se empenhar na conexão com o alto e a gente ficar entregue as conexões imediatistas nossas, nós temos um risco óbvio e claro de sermos assediados por espíritos inferiores. Kardec descreve, os espíritos descrevem, não. Aí o o guia espiritual do médium, ele tenta chamar atenção, ele dá se for psicógrafo, ele dá mensagens e exortando. E aí o médium que não quer se comprometer diz assim: "Ol, tá vendo? Essa mensagem aqui é para fulano, é para cicrano. Olha fulano, uma mensagem para você, viu? você não fazer isso. Repare, porque ele não tá interessado. Se o se o médium não está interessado em se aperfeiçoar, ele facilmente cai na ilusão de que ele já tá pronto, perfeito e maravilhoso e ele não tem nada para consertar. É porta aberta para a fascinação, porque aí qualquer espírito maldoso sabe por onde entra. É mesmo? você, eu sou seu guia. Você é um médium maravilhoso. Você tem uma uma missão maravilhosa. Não fique perto desse povo, não, porque são todos imperfeitos. você vá para cá sozinho comigo e daí segue. Então, a primeira um um primeiro desafio
um maravilhoso. Você tem uma uma missão maravilhosa. Não fique perto desse povo, não, porque são todos imperfeitos. você vá para cá sozinho comigo e daí segue. Então, a primeira um um primeiro desafio que a gente pode encontrar é esse, a necessidade da vigilância permanente, no sentido de que já que eu estou no intercâmbio com a espiritualidade, eu preciso ter mais cuidado com a minha sintonia, porque não vai afetar somente a minha vida pessoal quando eu sintonizo com espíritos imperfeitos. vai afetar o meu trabalho mediúnico e vai prejudicá-lo. Tem uma coisa que ele vai dizer que é sobre o excesso, né? Excesso de mediunidade faz mal. E aí os espíritos vão dizer: "O excesso de qualquer coisa faz mal". Aí eu fiquei, quando eu tava lendo, eu fiquei me lembrando assim: água em excesso faz mal. Se a gente resolver, os médicos querem que a pessoa tome aí de 2 a 3 L de água por dia, dependendo do peso, etc. Uma pessoa que resolva tomar 10 L de água num dia só, eu acho que vai morrer. Se tiver algum médico pode confirmar isso, mas com certeza não vai passar bem. Não faz bem. Água que não é nada. Água é uma coisa benéfica. comida. Hoje a gente sabe, a medicina fala muito assim da alimentação inadequada que produz uma porção de doenças que dificulta e o excesso de alimentação. A, o Brasil ele é um dos países com mais alto índice de obesidade na população, porque a gente come errado e a gente come muito. A gente come por gula. A gente não come para alimentar o corpo frugalmente, não. A gente vai comendo doce, chocolate, não sei quê e comida processada e sanduíche. Ah, mas é tão gostoso. Ah, mas eu não resisto. Ah, mas eu sou chocólatra. Coisa nenhuma, né? Então, tudo demais é sobra. O que que acontece com a mediunidade? que Kardec vai dizer no livro dos médiuns, você não pode fazer nada excessivamente que você cansa, você fica exausto. Então, uma pessoa não pode praticar a mediunidade continuamente. Ele tem que ter períodos de repouso e ele tem que observar como o organismo dele está, se ele tá bem, se
você cansa, você fica exausto. Então, uma pessoa não pode praticar a mediunidade continuamente. Ele tem que ter períodos de repouso e ele tem que observar como o organismo dele está, se ele tá bem, se ele tá recuperado, tá certo? Ele vai falar também com uma dificuldade da mediunidade que ele falou da questão do excesso. Ele fala a tem a questão da sintonia, tem a questão do excesso que ele vai falar e ele vai falar que o exercício da mediunidade ele precisa ser feito de uma forma organizada. Aliás, tudo na vida da gente precisa ser feito de uma forma organizada, né? a gente, a desordem vai complicar a vida de todo mundo. Eh, o desequilíbrio que é proveniente do a do exercício da mediunidade, eu lembrei de um item que ele fala que era uma coisa que se dizia na época e até hoje a gente ainda ouve que você que médiunidade pode dar transtorno mental. Na época, mediunidade era considerado um um indicador de transtorno mental, de loucura. A achavas que você se envolver com espíritos, você ia perder a razão, o equilíbrio. Isso nunca foi verdade. Aí os espíritos vão dizer: "A mediunidade não provoca a loucura, que era como se chamava na época. Hoje a gente fala transtorno mental. A mediunidade não provoca o transtorno mental. Porém, se a pessoa já tem tendência ao transtorno mental, se a pessoa já tem o desequilíbrio, que a gente hoje chamaria um desequilíbrio estrutural, a mediunidade, como vários outros fatores, vai ser algo que pode concorrer. Tá claro isso? até a a a própria as próprias classificações de doenças mentais, elas já retiraram essa ideia, mas tem pessoas que ainda acham que esse negócio de mediunidade vai dar problema mental. Não dá. O que dá é você já tem um desequilíbrio. A pessoa tem um desequilíbrio mental. Às vezes os companheiros do centro espírita, do trabalho espírita, não propõe uma avaliação adequada. Não é bom ir ao médico, ao psiquiatra, a fazer uma avaliação. Se a pessoa não tem nenhum transtorno mental, ok? Se a pessoa já tem um transtorno, não é indicado ele
não propõe uma avaliação adequada. Não é bom ir ao médico, ao psiquiatra, a fazer uma avaliação. Se a pessoa não tem nenhum transtorno mental, ok? Se a pessoa já tem um transtorno, não é indicado ele exercer a média unidade, porque muitas vezes isso vai perturbar mais ainda uma mente que já tá fragilizada. Então, a mediunidade ela não vai trazer distúrbios e desequilíbrios. No evangelho, nós temos então o convite permanente à prática do bem, o convite permanente a caridade. E é interessante que para a mediunidade a prática da caridade, ela é a caridade como entendia Jesus. Muitos de nós não sabemos esse conceito, mas ele tá lá no livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Qual o verdadeiro conceito de caridade? Como a entendia Jesus?" E aí os espíritos respondem: "Benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Não falou nada de dar dar sopa pros pobres, nem de dar roupa, nada. Porque a caridade num nível mais profundo é a gente ser benevolente com todos, mesmo com que a gente não conhece. O que é benevolente? É aquele que deseja o bem. Só isso já vai a muitos de nós, né, vamos passar aí a vida inteira, a encarnação inteira treinando para ver se a gente consegue. Benevolência para com todos é querer o bem de qualquer pessoa. Normalmente a gente só quer o bem da gente e das pessoas que a gente já gosta. Ah, mas não é assim, vamos dizer assim, aparece na televisão aí uma notícia. Houve um acidente terrível, um acidente de carro. Você procura saber o quê? Onde foi, que carro foi? E você faz um rastreio mental de todo mundo que você conhece e que você quer bem e que sabe de quem é o carro e onde tava. Ah, não, foi na China. Bom, não conheço ninguém na China. Que pena. Vamos orar pelos nossos irmãos chineses. Mas é totalmente diferente se você teve um acidente de carro aqui perto da sua casa, onde você sabe que mora tal pessoa que você quer bem. Isso é da nossa imperfeição. A caridade, como entende Jesus, é a gente querer o bem de todas as pessoas,
acidente de carro aqui perto da sua casa, onde você sabe que mora tal pessoa que você quer bem. Isso é da nossa imperfeição. A caridade, como entende Jesus, é a gente querer o bem de todas as pessoas, independente de conhecer ou não conhecer, gostar ou não gostar. Depois, indulgência com as imperfeições alias. Indulgência é quando a gente releva as coisas. A gente é muito indulgente conosco mesmos assim, ah, porque eu fiz, mas não, Deus, eu tava tão cansada, eu tenho boa vontade, eu me esforço tanto, por favor, me perdoe, porque eu tava cansada, eu tava indisposta, porque fulano me provocou. Isso é indulgência. Se a gente tiver a indulgência que tem consigo com as outras pessoas, com as imperfeições das outras pessoas, a gente não fica exigindo: "Ah, não, mas fulano, você tem que mudar, porque você é muito impaciente." A criatura às vezes se esforça o máximo que pode, coitado, e o máximo que ele consegue é aquilo. A gente não tem indulgência, não releva, de não tenha paciência. Então, indulgência com as imperfeições alheias e o famoso perdão das ofensas, porque quando ofende a gente é difícil perdoar. De novo, onde é que isso se aplica na mediunidade? Isso se aplica a cada vez que a gente faz parte de um grupo mediúnico e tem pessoas com todas as formas de ser ali naquele grupo. Tem pessoas imperfeitas e a gente precisa ter indulgência com as imperfeições dos companheiros de trabalho. A gente precisa ter benevolência, querer o bem daquele grupo e daquelas pessoas, né? A gente precisa perdoar eventuais ofensas dos desencarnados, dos encarnados. E aí, gente, se abre uma estrada de luz diante de nós. A mediunidade, ela nos conecta com a espiritualidade maior. E se a gente se conecta com os espíritos superiores, nós vamos socorrer aos espíritos sofredores. Nós vamos ter toda a paciência, toda a tolerância, às vezes com os desconfortos que a experiência médiúica pode trazer, com aquele exercício de disciplina, porque eu tenho que ir pra médiúnica, então eu tenho que ter, né, tal encaminhamento, eu não
a, às vezes com os desconfortos que a experiência médiúica pode trazer, com aquele exercício de disciplina, porque eu tenho que ir pra médiúnica, então eu tenho que ter, né, tal encaminhamento, eu não posso fazer aquilo ou aquilo outro porque eu estou comprometida com a média única. Tudo isso é exercício da fraternidade pura, exercício do amor. Tudo isso é evangelho na nossa vida e a mediunidade com Jesus. Muita paz. Agradecemos a Nádia pela palestra da noite de hoje e vamos nos conduzir agora para a aplicação dos passes. Eu convido os médiuns da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Amado mestre Jesus, nosso fiel amigo de todas as horas, estamos reunidos, Senhor. Todos somos irmãos. Todos que aqui viemos buscamos algo para preencher o nosso vazio existencial. As coisas que ficam lá fora no mundo tão cheio de ofertas já não nos atrai mais. Porque houve uma modificação interna em cada um de nós. Dedicamos esta hora de palestra, de reflexão, para enriquecer o nosso conhecimento, para dulcificar a nossa mente, pacificar o nosso espírito, trazernos mansuetude no procedimento das ações. diárias. Portanto, o mundo lá fora com a suas ofertas já não nos atrai. Da mesma forma como outrora. Sentimo-nos enriquecidos porque estamos, obviamente, trilhando um caminho em vossa direção. Vós sois a luz do mundo e ninguém vai ao Pai se não for por vós. Portanto, é muito justo, Senhor, que agora roguemos as vossas bênçãos através dos benfeitores espirituais, para que os médiuns passistas da casa transmitam as boas energias ao nosso ambiente, enriquecendo-nos dos fluidos espirituais proveniente de vós e do nosso pai maior. Abençoa a água que dispomos na entrada do nosso cenáculo, os nomes dos encarnados e dos desencarnados. Rogamos a vós misericórdia para com todos eles. conduz o nosso sentimento de gratidão a tio Nilson, votos de saúde Adivaldo e rogamos que nos conduzas de retorno ao lar, pacificados, dulcificados, com amor na nossa mente. Abençoa-nos, ó Jesus, ser conosco
o nosso sentimento de gratidão a tio Nilson, votos de saúde Adivaldo e rogamos que nos conduzas de retorno ao lar, pacificados, dulcificados, com amor na nossa mente. Abençoa-nos, ó Jesus, ser conosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Declaramos encerrada a reunião da noite de hoje. Muito obrigado a todos.
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