Para Viver o Evangelho | Episódio 188 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (Capítulos 39, 40 e 41)

Mansão do Caminho 18/11/2025 (há 4 meses) 59:50 1,181 visualizações 192 curtidas

Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Trouay. Olá, Salvador. Sou Andreia Bien e venho convidá-los para estarem comigo no dia 22 de novembro às 19:30 lá na FEB, sede central para o show beneficiente, uma voz 1000 canções. Esse show será em prol dos projetos sociais de restauração da sede histórica lá no Pelourinho. Conto com a presença e a participação de todos vocês. O show está belíssimo, com um repertório lindo que vai encantar o seu coração. Nos vemos dia 22 de novembro. Um grande beijo. Queridos amigos, uma boa noite a todos. É muito bom estar aqui de novo com vocês, os companheiros que estão presencialmente conosco na sede central da Federação Espírita e aqueles que estão nos assistindo nesse momento pela web TV Mansão do Caminho e pela TV FEB também, e aqueles que assistirão depois em algum momento eh pós a apresentação ao vivo que fazemos aqui. Esse aviso, esse pequeno vídeo, eu sugiro que vocês retomem para saberem melhor os detalhes de como adquirir o ingresso, como participar. A voz de Andrea Bien é uma é um presente, ela tem uma voz belíssima e ela traz, não é, com a sua música uma vibração maravilhosa. Então, é a oportunidade de nós termos uma tarde de beleza, de sintonia e também contribuirmos para as obras da sede histórica, que é um dos objetivos deste evento, dia 22. Vamos retomar aqui hoje a o estudo da obra Lázaro Red Vivo de Irmão X na psicografia de Francisco Cândido Xavier e vamos trabalhar com os capítulos 39, 40 e 41. Neles, irmão X prossegue com seu estilo todo peculiar falando sobre várias coisas que nos afetam direto ou indiretamente. e ele fala bastante sobre mediunidade e ele fala bastante sobre como podemos lidar com as questões que a o exercício da mediunidade, a prática espírita colocam no nosso caminho. Então, para as considerações iniciais, nós temos a nossa companheira Jamille e depois Marcel. Muito boa noite aos nossos internautas pela TV Mansão do Caminho, TV FEB e aos nossos queridos e queridas que encontram-se aqui presencialmente no salão da sede da Federação Espírita

e depois Marcel. Muito boa noite aos nossos internautas pela TV Mansão do Caminho, TV FEB e aos nossos queridos e queridas que encontram-se aqui presencialmente no salão da sede da Federação Espírita do Estado da Bahia. O capítulo primeiro da noite de hoje, que é o 39, ele vai falar de um serviço de investigação, que é um serviço que muitas vezes os encarnados lançam mão quando desejam conhecer a sua sorte, o seu futuro, ou tem algumas questões para as quais não t resposta e imagina que os espíritos podem então responder a todas elas. Só que geralmente são questões de coisas do cotidiano, encaminhamentos, que providências tomar, que decisão escolher, coisas dessa natureza. E aqui o que se vai falar é de uma ideia de que a a reunião mediúnica é um espaço de encontro entre os encarnados e os desencarnados, mas que requer uma espécie de seriedade quase que severa, se é que nós não podemos então adotar o termo severidade no sentido de estarmos na condição de pessoas responsáveis que adotam condutas, que são aquelas as pautadas no bem. E o bem aqui, não só na prática da caridade, no pensar, no fazer o bem, mas também no investimento particular em mudanças, substituição de hábitos, aqueles que nos atrapalham a caminhada e que devem então eh ser substituídos por posturas que aqui o irmão X denominou de segurança, uma segurança do bem. Mais à frente, aqui no capítulo, ele disse que o cooperador humano precisa contar com boas relações e traz um comparativo com uma casa ou a nossa própria residência. Se nós estamos na nossa casa ou até numa casa alheia, nós vamos convidar para estas ambiências pessoas que sejam sérias, confiáveis, que não venham nos causar nenhum tipo de problema ou de sabor. A mesma coisa eles trazem então para uma reunião mediúnica. você não vai levar ali a sua curiosidade, brincadeiras, coisas vãs. É um intercâmbio onde esse mundo acaba conversando com todos nós, trazendo não só notícias ou curiosidades, mas exemplificando de que modo nós devemos então nos

curiosidade, brincadeiras, coisas vãs. É um intercâmbio onde esse mundo acaba conversando com todos nós, trazendo não só notícias ou curiosidades, mas exemplificando de que modo nós devemos então nos conduzir para que a nossa vida tenha mais harmonia e equilíbrio. Além de que eu achei interessante como esse capítulo traz uma ideia de que a reunião mediúnica já é o lugar de pessoas com um preparo significativo e não é o preparo necessariamente livresco. Não é para decorar o livro dos médiuns, embora o estudo seja importante, mas é um preparo do campo moral, onde aquele que consegue se elevar vai também atrair uma assistência adequada para aquela reunião. E aqueles que virão para exemplificar, para aconselhar ou para serem atendidos encontrarão ali um ambiente harmônico, elevado, equilibrado. Notar também que não é a ideia de que nós nos transformemos da noite para o dia em santos espíritos puros, mas que tenhamos uma persistência nessa prática do bem, no conhecimento interno. O capítulo aqui vai falar da mediúnica porque é o cerne dessa dissertação que o irmão X traz para nós no capítulo. Mas esse cultivo era é para toda e qualquer instância da nossa vida, seja na casa espírita, no trabalho, na via pública com a família. A nossa evolução, ela não se manifesta em um lugar específico. Ela é algo que a alma conquista e que em todo e qualquer lugar em que estejamos vamos nos manifestar de acordo com os tesouros da alma que nós consigamos conquistar. Então, pensar essa ideia que há uma chamada aqui específica para os espíritas, onde é dito é imposs é é razoável, melhor dizendo, que os estudantes do Espiritismo evangélico não desprezem a análise construtiva. Então, não é só vir as mensagens e recomendações. Se foi fulano que disse, aceita-se. Se foi tal espírito, é uma verdade absoluta. É preciso ter conhecimento, análise, respeito, obviamente, ao fazer análise e não nos acostumarmos a uma crítica pela crítica. E a partir disso, da análise construtiva e da nossa elevação

de absoluta. É preciso ter conhecimento, análise, respeito, obviamente, ao fazer análise e não nos acostumarmos a uma crítica pela crítica. E a partir disso, da análise construtiva e da nossa elevação espiritual, nós sim teremos nas reuniões mediúnicas um espaço de respeito, crescimento e de ajuda. >> Uma ótima noite para todos que nos acompanham. Saudações. Humberto de Campos, de certa maneira, está fazendo um autorreto, porque enquanto esteve encarnado no Rio de Janeiro, capital da República, até 1934, se caracterizou por ser um dos mais fecundos cronistas do Brasil de todos os tempos. Foi cognominado o príncipe dos cronistas. ingressou na Academia Brasileira de Letras, o que é uma honra. Seu fardão se encontra hoje em Parnaíba, a cidade onde viveu parte de sua adolescência e plantou o seu tradicional cajoeiro. Cajoeiro esse que ele dedicou uma poesia, uma crônica, porque a mãe dele mandava periodicamente para o rio doces de caju feito com os frutos da árvore que Humberto plantou e até hoje tá lá tombado pela prefeitura. Ora, assim que houve a desencarnação dele, no dia 5 de dezembro de 1934, depois de mais de um ano em cima de uma cama com uma doença pertin o levou ao óbito, eis que esse homem se aproxima lá em Pedro Leopoldo, de um jovem médium com pouco mais de 20 anos. Começa a transmitir suas primeiras páginas 2 anos depois da morte ali em 36, 37. algo mais ou menos assim. E essas páginas tinham um sabor profundamente diferente daquelas irônicas, sarcásticas que ele escreveu nos jornais da então capital carioca, o estado da Guanabara, Rio de Janeiro, capital. Então, um estilo que traía e foi assinando Humberto de Campos Vera, seu nome. O Chico remeteu essas crônicas para de Pedro Leopoldo para o Rio via carta e elas foram publicadas no reformador. Só que o reformador é uma revista eminentemente lida por espíritas, porque a quarta revista mais antiga do mundo ainda em circulação. O reformador está mais há quase 140 anos circulando ininterruptamente. É a quarta do mundo em antiguidade. Mas

nte lida por espíritas, porque a quarta revista mais antiga do mundo ainda em circulação. O reformador está mais há quase 140 anos circulando ininterruptamente. É a quarta do mundo em antiguidade. Mas quem a lê é espírita, porque o material dela é da Federação Espírita Brasileira e Artigos Espíritas. Mas quando saíram os primeiros livros, Cartas e Crônicas, Contos desta e doutra vida, e em 38, Brasil, o coração do mundo, pátria do Evangelho, quem conhecia o estilo dele disse o quê? Não é Humberto de Campos, não pode ser o sarcástico, o homem que deixou um livro atacando as personalidades mais eminentes do Rio de Janeiro, atacando assim no bom sentido, né? Satirizando, caricaturando aquelas figuras políticas, as socialites do Rio de Janeiro. E ele deixou esse livro para os filhos publicarem depois da morte. Ele não queria ser alcançado pelos perseguidores. Esperto, né? Eu morro e o livro sai. E aí ninguém me pega mais no além. O livro nunca saiu a público. O esforço que ele deve ter feito para incutir na mente das duas filhas e do único filho que levava o nome dele, Humberto de Campos, Vera Filho, para esse livro não ser publicado, porque ia atormentá-lo no além. Olha o cuidado com que a gente deve escrever. Isso remete essa página. Ou seja, aqueles que atacaram, tô fazendo aqui um parêntese, aqueles que disseram algo em vida, não existe isso, sou contra aquilo. Depois da desencarnação, se vier na mediúnica dizer que agora eu gostaria de desdizer o que disse aí, quem tá na mediúnica disse: "Não, de jeito nenhum. Você era vemente nessa crítica. Você atacava tal instituição. Agora vem dizer: "Sai, espírito embusteiro". chamou média vigilância, viu, meu irmão. Isso é processo obsessivo. Isso aí deve ser um impostor lhe tomando conta. Quando don Ivone, tô fazendo outro parêntese, dona Ivone narra que aos 15 anos de idade estava numa reunião mediúnica em São João del Rei. E nessa reunião mediúnica se comunicou pelo médium Silvestre Lobato, o melhor médium de psicofonia que ela disse tem

e narra que aos 15 anos de idade estava numa reunião mediúnica em São João del Rei. E nessa reunião mediúnica se comunicou pelo médium Silvestre Lobato, o melhor médium de psicofonia que ela disse tem encontrado na vida. se comunicou um espírito que disse: "Meus amigos, não está longe de surgir um equipamento que vai transmitir a voz à distância, o rádio Marcone. E depois desse equipamento virá um outro no futuro que vai unir voz e imagem mais tarde. E depois destes dois, mais adiante, daqui a quase um século, virá um equipamento que vai captar imagens do além. Ao final, Bezerra de Menezes. O médium foi taxado de invigilante e bezerra expulso da mediúnica a gritos de impostor. O rádio chegou, já morreu. A televisão tá aí, tá morrendo e a transcomunicação chegou. É um fato probando. Então, o próprio Humberto de Campo experimentou quando voltou, o seu maior crítico, Agripino Grieco, seu amigo crítico de sua obra, ao ver páginas psicografadas pelo Chico na União Espírita Mineira, afirmou a 2000 pessoas: "Não acredito nisso, mas que essas páginas são berto de Campos puro. É, tô sem entender mais nada. realmente ele vai eh recorrentemente ele volta a essa questão, a questão de quem acredita, quem não acredita nos espíritos, quem critica, quem se posiciona de uma forma agressiva, que é uma posição de da experiência pessoal dele. Não necessariamente vamos considerar que ele tá falando o absoluto e do ponto de vista dele, isso foi muito difícil, do ponto de vista dele como crítico e do ponto de vista dele como criticado, né? Mas e eh tem uma uma colocação que ele faz logo no capítulo 39, que eu achei interessante por causa da eh da contemporaneidade dessa questão. Ele começa a falar de investigação e ele vai dizer que os investigadores criminais, aquelas pessoas que fazem parte do sistema de justiça no âmbito da investigação, eles dificilmente eles podem ser pessoas ternas, gentis, alegres e animadas, porque eles têm que estar em contato com o crime e eles têm que fazer a a obrigação deles é

tiça no âmbito da investigação, eles dificilmente eles podem ser pessoas ternas, gentis, alegres e animadas, porque eles têm que estar em contato com o crime e eles têm que fazer a a obrigação deles é investigar os fatos Quando não se sabe exatamente o que aconteceu, às vezes se tem a versão de um, se tem a versão de outro, às vezes só se tem a vítima e não é possível ã saber com clareza o que foi que aconteceu ali, quem é responsável pelo crime, etc. Então ele vai falar que as pessoas que lidam com isso, elas não estão num âmbito que permita muita flexibilidade, que permita muita eh gentileza no geral. No entanto, ele diz uma frase muito interessante que é assim: "Em sã consciência, o profissional de eh segurança pública não pode ser criticado, ele vai isso aí, ele tá continuando, não pode ser criticado por essa austeridade, muitas vezes uma rispidez, etc. desde que não procure estancar o sangue derramando mais sangue, nem reprimir a violência impulsiva com a violência organizada. E aí é muito interessante, eu acho que vale muito a pena a gente aproveitar esse trecho para propor reflexões mais profundas para nós espíritas que vivemos num mundo que se dedica com muito empenho à crítica quanto mais de todos. Existe uma desconfiança generalizada. Isso que ele tá chamando de investigação, que muitas vezes ele falou dos profissionais, mas tem os não profissionais, aqueles que buscam investigar a vida alheia, que buscam sempre trazer à tona todos os aspectos mais negativos, mais problemáticos, porque partem do princípio de que não tem ninguém honesto, de que não tem ninguém eh lícito, que não tem ninguém que efetivamente faça as coisas com desinteresse. E é nesse mundo que a gente vive, a gente tem, principalmente aqui no Brasil, a gente tem uma questão a resolver que é como nós lidamos com o crime. sabe-se, e e isso tá está nas eh no nos noticiários de como a segurança pública é o tema mais importante que todos os políticos consideram para a eh o pleito eleitoral do próximo ano. Se tornou um problema

se, e e isso tá está nas eh no nos noticiários de como a segurança pública é o tema mais importante que todos os políticos consideram para a eh o pleito eleitoral do próximo ano. Se tornou um problema muito grave nas cidades pequenas, nas cidades grandes, nas capitais, no interior, até para várias classes sociais. As pessoas de classe popular, elas são muito oprimidas na medida em que o crime organizado assume o território e abole propriedade, abole direitos, abole tudo. As pessoas de classes mais elevadas são obrigadas a criar verdadeiras fortalezas. É uma circunstância que nós eh vivemos no nosso país. Nós aprendemos que as circunstâncias que nós vivemos, nós construímos. Então, é preciso que como coletividade nós resolvamos. O que eu quero chamar atenção é para um aspecto mais específico, que é, a gente ouve muito as pessoas falarem sobre como os criminosos merecem sofrer, que eles têm que ter tais e tais penalidades, que deviam fazer com ele, tudo que eles fizeram com a vítima e muito mais. E às vezes a gente ouve pessoas que se colocam na condição de espíritas e dizem: "Eu sou espírita, mas eu acho que deve acontecer isso." Não custa nada darmos uma olhada no que a doutrina espírita nos diz sobre justiça. Então, a justiça divina, ela é perfeita, ela vai sempre se realizar, mas é uma lei que junta justiça, amor e caridade. Não existe justiça sem amor. A justiça sem amor, ela é uma invenção humana. Ela não é lei divina. E a pessoa fica se perguntando o que isso significa quando na verdade a justiça divina olha para o criminoso e ela não o reduz ao seu crime. Ela não o reduz às crueldades que cometeu, aos desatinos. Ela olha para o criminoso e continua vendo o ser que um dia vai ser espírito puro. Essa é a diferença e é isso que a doutrina nos convida. E o evangelho de Jesus lá atrás já nos convidava: "Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem, caluniam". Então, é preciso que a gente pense muito bem se nós vamos eh aprofundar a reflexão ou se vamos nos

a: "Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem, caluniam". Então, é preciso que a gente pense muito bem se nós vamos eh aprofundar a reflexão ou se vamos nos deixar levar por um uso que é não presta, não vale nada. Nós vamos reduzir a justiça a transformar o outro meramente no crime cometido ou nós vamos lembrar que esse ser humano é um espírito imortal que ele vai precisar de ajuda para avançar, sair daquele nível de ignorância, sair daquele nível de maldade e se alinhar com a lei de Deus. é o que a doutrina propõe, é o que o evangelho propõe e é aquilo que nós, como espíritas, precisamos manifestar na nossa vida através da nossa autotransformação. Vamos pensar sobre isso. Ainda aqui no capítulo, no 39, tem algo que chama bastante atenção, que embora seja bem conhecido, dito, repetido, é a questão da afinidade da sintonia. Primeiro nós escolhemos os afins a partir daquilo que nutrimos, que pensamos, que sentimos. E, claro, se insistirmos nesses mesmos investimentos, a sintonia então vai se estabelecer. Então, para que haja sintonia, antes, é preciso que a afinidade exista. Nós não vamos nos aproximar de pessoas, espíritos, enfim, que são dípares daquilo que nós vamos alimentando. A relação de afinidade é muito bem aqui trazida, quando a afirmação de onde quer que se encontre o pensamento do homem vai emitir raios de atração. E é uma equação muito fácil, porque a partir daquilo que estamos emitindo, consequentemente saberemos quais são as nossas companhias e isso aumenta a nossa responsabilidade com aquilo que estamos cativando, conquistando, que pode ser para o nosso crescimento, mas isso também pode, dependendo daquilo que nós estamos trazendo no nosso íntimo, comprometer a nossa caminhada. Aqui tem uma ideia de que nós precisamos procurar a companhia dos benfeitores e tem uma uma espécie de roteiro de como nós podemos então alimentar e encontrar essas companhias. Primeiro ele vai falar para todos nós da alegria e alegria para que a gente possa

hia dos benfeitores e tem uma uma espécie de roteiro de como nós podemos então alimentar e encontrar essas companhias. Primeiro ele vai falar para todos nós da alegria e alegria para que a gente possa experimentar na nossa existência a despeito das dificuldades e de todos os reves desafios que nós temos. Ela precisa ser um cultivo que parte de uma certeza de dias melhores, de que somos seres imortais e que estamos aqui numa labuta por evoluir, que é uma luta individual, mas que ela acaba se manifestando a partir das relações que nós estabelecemos. Se conseguíssemos todos vivermos isolados em alguma floresta, em algum casebre, sem as relações, claro que nós não teríamos coisas ou situações que nos provocassem. que nos irritassem ou que pudesse fazer com que a gente então chegasse à conclusão, nossa, somos seres muito evoluídos. A evolução a gente percebe se tem ou não, ou se estamos em vias de no contato com o outro e com a convivência. Aí agora eu lembrei, Nja, do que estávamos conversando um pouquinho mais cedo, dessa afirmação que a gente usa, que o outro tirou algo que não existia em mim, ou pior de mim apareceu a partir do momento em que passei a conviver com fulano e cicrano. E a gente não pode retirar algo de onde não existe. A questão é como a gente lida com o que estamos então eh mantendo por um tempo que pode vir de outras vidas ou estamos mais fortemente vivenciando agora no campo das emoções e dos sentimentos. Além da alegria, que é essa ideia do cultivo da imortalidade, de que estou construindo o futuro, de que vou buscar relações bemfazjas e a minha própria melhoria, sem a ilusão de que, ah, não vou mais falhar, agora não faço mais desse modo, pelo condicionamento iremos fazer. reconhece que fez e avança sem precisar ficar se maldizendo, se criticando em demasia, o que também não quer dizer ser conivente com a condição em que nos encontramos. É preciso ter uma espécie de equilíbrio entre esse é o meu nível evolutivo, é o máximo que posso e já que sou imortal, deixa para

ém não quer dizer ser conivente com a condição em que nos encontramos. É preciso ter uma espécie de equilíbrio entre esse é o meu nível evolutivo, é o máximo que posso e já que sou imortal, deixa para outra vida. Isso aí é uma inadequação do aprendizado. Agora, partir para o esforço, inclusive sabendo que somos imortais, traz uma outra possibilidade. Esses espíritos serão então atraídos para a nossa convivência. Um outro elemento além da alegria é a serenidade, que é o que o Evangelho nos explica, que a fé ela parte da minha crença em conseguir algo aliado à certeza de que vou conseguir, porque eu conheço, ou melhor, eu sei qual a minha destinação. E para chegar nela, eu vou então, vamos dizer que colocando degrau após degrau para alcançar esse estado de serenidade, que é conformação, é entendimento da dinâmica evolutiva e de que se as circunstâncias se apresentam, o termo que Kardec nos apresentou como vicissitudes, que são as situações que a vida nos apresenta para que nos tornemos mais fortes, para que provemos que conseguimos avançar, nos tornamos serenos, porque entendemos que se Deus nos apresenta uma situação, por mais difícil que ela seja, é porque em mim já há a possibilidade de vencer. E Kardec vai trazer uma afirmativa que todos nós conhecemos, que se não conseguimos é porque faltou um pouquinho mais de vontade e perseverança, porque nós sabemos que as tentações são atrativas, o mundo nos parece mais colorido do que o nos voltarmos para renúncia, sacrifício, trabalho, disciplina e persistência. como se essas fossem características do aprisionado, onde a gente não encontra liberdade, porque entendemos que liberdade é nos entregar aos prazeres e não percebemos que estamos nos escravizando cada vez mais. E o último item é o amor, que não é a o amor no entendimento da pieguice, mas um amor que é prático, um amor que se dedica a si e ao outro quando reconhece que é na prática do bem que se consegue então avançar. É nesse sentido que os espíritos benfeitores se aproximam

uice, mas um amor que é prático, um amor que se dedica a si e ao outro quando reconhece que é na prática do bem que se consegue então avançar. É nesse sentido que os espíritos benfeitores se aproximam porque percebem em nós a condição de almas dispostas. A frasezinha que todo espírita já tem muito bem decorada, reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar suas mais inclinações e qual é a consequência de quem se autoeduca no sentido de educar o seu campo íntimo, transformação moral. Nessa assertiva não tem nada que diga que é preciso que sejamos perfeitos para que sejamos considerados espíritas. O que se pede é esforço, é trabalho, é dedicação. Nesse momento, os benfeitores se aproximam. Por isso que irmão X nos traz essa possibilidade de que atrair os benfeitores significa que entendemos o nosso papel no mundo e mesmo com os desafios seguimos firmes no objetivo do crescimento espiritual. O terreno da mediunidade será sempre um terreno de areia movediça aos que acreditam e aos que desacreditam. Alguém me teria dito aí no passado que a reunião mediúnica do futuro não ia ter gente, ia ter equipamentos eletrônicos para favorecer a transcomunicação instrumental. Seria uma roda onaria o fax. o telefone, computador, o rádio, a televisão, todos em torno de uma mesa. E aí o rádio liga sozinho e diz: "Pedimos a nossa irmã televisão que faça prece". Aí é demais também esse cenário, chega a ser apocalíptico, né? Nem e ca sean pensaria tão alto assim o criador da série Cosmos. Então, há os que acreditam e que desacreditam. Há pouco tempo, tem um mês mais ou menos, a sexta turma criminal do STJ, Superior Tribunal de Justiça, apreciou um caso de Porto Alegre, Tribunal do Júri. Quem vai a Júria é porque matou. É um homicídio doloso contra a vida. Só que a vítima, aquele que morreu por algum médium de Porto Alegre ou um médium qualquer, não sei de onde, escreveu uma carta inocentando o réu e a carta foi anexada aos autos. E naturalmente que isso influenciou o

, aquele que morreu por algum médium de Porto Alegre ou um médium qualquer, não sei de onde, escreveu uma carta inocentando o réu e a carta foi anexada aos autos. E naturalmente que isso influenciou o ânimo dos jurados que absorveram réu. O Ministério Público recorreu e foi até a instância STJ em Brasília. E por unanimidade os ministros dessa turma, eram seis, sete ministros, decidiram por unanimidade que carta psicografada não vale mais em Tribunal do Júri. Decidiu para aquele caso, mas ao decidir para um caso gera jurisprudência. Onde eu ver esse caso? O que que eu fiquei pensando? O que será que o defunto disse na carta? O morto disse o quê? Para sensibilizar o corpo de jurados e ao mesmo tempo inocentar, levar a inocência do réu? Porque só se prova culpa. Só se prova culpa. Inocência é presumida. Presunção de inocência. A culpa é que se prova. Então, nisso leva-nos a uma reflexão mais demorada e profunda de analisar de que a mediunidade ainda não goza do devido respeito que ela merece, porque existe sempre o clima da desconfiança. Tanto que o capítulo seguinte é o juro negativo. Rodrigo Oberon, os personagens de irmão X são sempre curiosos. é na terra materialista, discrente, ateu, falece, depois arranja um médium, se comunica dizendo: "Meus irmãos, a paz de Deus seja convosco". A família se reuniu, ele incorporou no médium e todo mundo depois de ouvir quem? Esse descrente materialista a ter o convite, agora volta invocando Deus. Mentira. O médium conhecia o morto, tinha dados dele e jogou o médium praticamente no lixo, desacreditou o espírito e ele tentou por vários meios dizer aos próprios parentes que era ele, mas ele estava modificado por causa das verdades da morte. Quando a nos anos 70 surgiu uma série nos Estados Unidos, depois veio pro Brasil nos anos 80, o planeta dos macacos. E naquela série famosa, o macaco, o macaco que segue os homens, né, que se torna com eles, Cornélios, o macaco Cornélius se junta aos astronautas que estavam naquele local e passa a ser um

os macacos. E naquela série famosa, o macaco, o macaco que segue os homens, né, que se torna com eles, Cornélios, o macaco Cornélius se junta aos astronautas que estavam naquele local e passa a ser um foragido do próprio mundo dominado por macacos. Até que Zion, que era um um macaco que era comandante em chefe do Estado Maior, ao encontrar com Cornélio em certo momento, pergunta: "Mas por que que você se uniu com esses humanos e hoje você é um foragido de nossa própria raça?" Cornélios disse: "Eu colidi com a verdade." Tá naquele filme, naquela série. Mas que verdade é? que no passado a Terra foi dominada pelos humanos e os macacos viviam em florestas ou zoológicos. Depois houve uma guerra atômica, os macacos se desenvolveram e os humanos foram reduzidos a escravos. Agora ele reconhecia que macacos e humanos poderiam voltar a conviver juntos. Por isso ele fugia com os humanos, porque aprendeu algo com eles. Então, a mediunidade tem sempre o que nos ensinar. O curioso é, eu não acredito numa mensagem mediúnica que me toca, mas acredito num fake news que me muda a opinião pela manhã. Não paro para analisar. Tá circulando aí na internet um uma imagem atribuída ao escritor espanhol que escreveu Operação Cavalo de Troia JJ Benites, onde ele fala de mundos paralelos, de outras coisas assim envolvido com ufologia e tudo mais. Eram os deuses astronautas. Eu fui ver todos os comentários, todo mundo elogiou, mas uma pessoa disse assim: "Alguém imaginou que pode ser um fake, uma criação da IA, gerando imagem e a voz de JJ Benites?" Eu olhei 30 comentários, só tinha um que se levantou pedindo permissão para averiguar se aquilo realmente é opinião dele. Hum. Que fiquemos com a pulga e o carrapato atrás da orelha. Observe a gravidade dessa temática. Isso que Marcel falou agora, porque ele deu um exemplo em que uma uma situação de alguém que tava sendo acusado de assassinato e tem uma psicografia do desencarnado dizendo que ele era inocente e que, segundo Marcel, deve ter sido bem

e ele deu um exemplo em que uma uma situação de alguém que tava sendo acusado de assassinato e tem uma psicografia do desencarnado dizendo que ele era inocente e que, segundo Marcel, deve ter sido bem interessante que comoveru o júri. Mas veja, a justiça precisa operar com provas positivas. Ah, mas é porque ele não é espírita. Porque se fosse espírita acreditava. Quem disse? A gente por acaso leu e estudou o livro dos médiuns? Kardec diz que é preciso analisar as comunicações para a partir daí você poder verificar qual é o grau de verdade que aquilo apresenta. E para que você possa inclusive identificar o espírito, tem um capítulo no livro dos médiuns sobre identidade dos espíritos. E Kardec diz: "É muito difícil, é muito difícil. A justiça exige algo positivo. Então eu vou lá depor, eu digo: "Ó, eu sou testemunha assistir, vi o que aconteceu e é isso e isso e isso." Eles sabem quem eu sou, meu nome, documentos, certidão. Eu sou uma pessoa que dá para comprovar quem eu sou. E eu tenho que provar que eu tava mesmo lá, né? Eu não posso chegar e dizer: "Eu vi o crime quando eu tava". Aí o outro advogado vai dizer: "Não, olha aí, tem uma passagem de avião. Ela tava hospedada no hotel, tá? Tal assistindo o congresso espírita, ela não tava na cidade vendo o crime. Veja, isso é necessário. Como é que isso é feito com as mensagens mediúnicas?" Aí Kardec vai dizer que tem que muito complexo. Primeiro, segundo que você é mais fácil você dar da comunicação, você descobrir o teor aquela mensagem é uma mensagem elevada, ela pode ser atribuída a um espírito superior. Eu vou lá e psicografo uma mensagem assinada Bezerra de Menezes. E lá pras tanta Bezerra de Menezes chega e diz: "Olha, porque eu acho que eh as pessoas não deve ficar dando esmola não, que acostuma mal a pessoa, o o mendigo fica mal acostumado. Se ele não quiser arranjar emprego, problema dele. Aí a gente não pode fazer nada". Alguém acha que Bezerra de Menezes ia dizer isso? É difícil, né? Aí entra na questão que

endigo fica mal acostumado. Se ele não quiser arranjar emprego, problema dele. Aí a gente não pode fazer nada". Alguém acha que Bezerra de Menezes ia dizer isso? É difícil, né? Aí entra na questão que irmão X traz do famoso Oberon. Porque a forma da gente reconhecer a identidade é pelo modo de ser da pessoa. Vocês me reconhecem, as pessoas que me conhecem aqui na Federação Espírita, porque normalmente eu tenho a mesma aparência, vai mudando com o passados anos, mas muda devagar. Então a pessoa vai acompanhando. Eu mais ou menos tenho as mesmas ideias. Se eu vou apresentar uma ideia diferente, eu preciso dizer: "O gente, eu disse isso a semana passada, mas eu tive uma reflexão profunda e agora eu penso diferente. você faz uma ponte até na pesquisa científica. Hoje se faz muita pesquisa para eh dentro do campo da espiritualidade sobre a questão mente e cérebro, que é assim, uma pessoa desencarn, é possível uma psicografia ser real? Para que isso seja real? É preciso que a mente seja independente do cérebro, porque o cérebro tá morto. O cara foi enterrado, foi cremado, não tem condição do cérebro dele fazer mais nada. Como é que eu vou reconhecer? Então, existe uma lista de elementos que você vai verificando para ver a probabilidade de ser a pessoa. E Kardec fazia isso lá atrás. Ele vai dizer, você ter uma uma definição positiva de que é fulano é muito difícil. É muito difícil. Você pode, é muito mais fácil você ter uma uma identificação de que é um espírito elevado, é um espírito imperfeito, é um espírito impuro pelo teor dizendo. Se ele vai e propõe, eu assino uma mensagem, Bezerra de Menezes, e ele diz: "Não, a gente precisa fazer uma guerra no Brasil para matar tais e tais segmentos, tais e tais penser de Menez dizer uma coisa dessa, porque ele não vai mudar de ideia para pior. Ele as pessoas, os espíritos evoluem. Então você vai analisar aquilo à luz do evangelho. Você vai analisar aquilo à luz da própria doutrina espírita, os critérios que Kardec coloca e você diz:

a pior. Ele as pessoas, os espíritos evoluem. Então você vai analisar aquilo à luz do evangelho. Você vai analisar aquilo à luz da própria doutrina espírita, os critérios que Kardec coloca e você diz: "Pera aí, esse tipo de colocação é compatível com um espírito de terceira ordem, um espírito eh zombeteiro ou um espírito impuro que gosta de fazer o mal. Então é sim difícil. Aí a justiça, acredito eu, enquanto a gente não tiver elementos de prova mais decisivo, ela não pode. Por alguém analisou essa comunicação, tem elementos dizendo, né, olha, a prova é essa, é essa, é essa, é essa para se ter certeza que era o desencarnado. Agora tem uma situação que é difícil, às vezes é o desencarnado mesmo, só que ele fez o que pôde. Ele disse: "Olha, ele é inocente. A justiça tem provas objetivas de que ele indícios de culpa, etc, etc. E ela não tem como provar que foi realmente aquele indivíduo que escreveu aquela carta. Ele vai lamentar e ele vai compreender que o outro vai viver aquela experiência. Oberum, coitado, queria muito se comunicar com os amigos, só que ele estava irreconhecível. Não dava para reconhecer Oberon naquele indivíduo que fazia aquelas considerações. Irmão X, muitos criticaram, Marcel já falou isso mais de uma vez, porque ele ele não acreditava, ele não era voltado para essas questões espirituais. Mas Irmão X dava para identificar por causa do estilo literário dele. Ele deixou muito material escrito e esse estilo irônico, gozador estava lá apresentado. Então, gente, identidade é complexo. A identidade dos espíritos, ela é difícil. A gente aí, volto pro que Marcelo diz, a gente tende a acreditar naquilo que a gente já acreditava. É por isso que as fake news são propagadas facilmente, porque eu vejo uma coisa e eu tenho certeza que aquilo é real, que deve ter acontecido. Eu sabia, olha aí a prova, eu sabia que fulano era assim, eu sabia que fulano fazia isso. Eu não investigo. E às vezes a investigação é simples, é você olhar porque IA é muito perfeito, mas não é a

o. Eu sabia, olha aí a prova, eu sabia que fulano era assim, eu sabia que fulano fazia isso. Eu não investigo. E às vezes a investigação é simples, é você olhar porque IA é muito perfeito, mas não é a perfeição total. Então tem indicadores, você vai olhar, você vai olhar o texto, você vai procurar quem foi que postou. Fake news é facílimo, porque todas elas dizem: "Mande para todo mundo, mande pros seus amigos todos, divulgue com todo mundo, todo mundo que começa com essa conversa, você já fica com o pé atrás". Então, quem sabe a gente vai aprender com Kardec analisar aquilo que passa pela mão da gente. A gente vai aprender a analisar comunicações mediúnicas e de quebra ainda vai aprender a identificar fake news com facilidade se parar para pensar. De fato, Naja, quando, relembrando a escala espírita, Kardec sinaliza que um um dos principais meios de conseguirmos identificar a natureza, eh, a condição do espírito é a linguagem. Então, a gente tem um um meio muito eficaz de não nos deixarmos levar pelas fake news do mundo espiritual. Então, é possível que estando atentos e quem tem os ouvidos para ouvir, a gente consiga discernir uma coisa da outra. No capítulo de número 41, denominado Adivinhações, tem um trechinho aqui muito importante para todos nós e inclusive ao final dele, uma convocação para os espíritas e especialmente aqueles que desejam então assumir essa congição. Primeiro ele vai dizer que a morte é chave de emancipação para quem espera a liberdade construtiva. Então, se você quiser ser livre, desencarnar é a sua grande possibilidade. Ele afirma isso pra gente, porque as ilusões aqui elas desaparecem. Eu lembro da, eu lembro parecendo até que eu estive lá com ele, quem sabe, né? Mas talvez não aprendi muito com Jesus, quando ele então nos garante vida em abundância. Então, quanto se descortina essa realidade que é nossa, que a gente sai do corpo e de repente percebe, entre aspas, de repente, há mais vida do que eu imaginava é uma abundância, porque não cessa. Uma vez criado, jamais

scortina essa realidade que é nossa, que a gente sai do corpo e de repente percebe, entre aspas, de repente, há mais vida do que eu imaginava é uma abundância, porque não cessa. Uma vez criado, jamais teremos fim. Iremos viver para todo sempre. E aí eu fico pensando, será que as histórias vampirescas não beberam dessa ideia, parecendo que imortalidade é garantia só para um grupo? E o como o nosso inconsciente vai trazendo da sabedoria universal essas perspectivas que nos são tão reais. Tememos tanto aquilo que não existe, que de fato é a morte. Nós vamos trocando as vestimentas, mas existiremos para sempre. Depois ele diz que aqui, e ele falando no outro mundo onde ele se encontra, eh nós seremos compelidos a um reajustamento das opiniões pessoais. Então, as nossas impressões superficiais, os julgamentos, a verdade que muitas vezes a gente vacina como absoluta, é assim porque eu entendo, é assim porque foi dito e a gente vai percebendo que ela tem uma outra grandiosidade, a afirmativa tão famosa, tudo que sei é que nada sei, explica bastante essa condição. temos muito a desbravar e achei é engraçada e muito e inteligente quando ele diz que as afirmações quichotescas dos adversários da verdade não modificam um tio das leis universais. Então não importa as não importam as críticas, as colocações que equivocadas que as pessoas têm. A questão é como e para que nós estamos nos afetando com essas opiniões. As leis não vão se modificar porque nós estamos baseado em achismos ou porque as opiniões alheias podem nos aborrecer ou mexer com o nosso orgulho. Então, é perder tempo e energia se nós estamos aí a dar uma certa importância às opiniões e as críticas dos outros, perdendo a oportunidade de crescimento. Depois ele vai dizer, e ele ainda usa a expressão, viu, que esse tipo de comportamento injurioso e crítico não passa de bulha infantil. Então, pra gente não ter esse tipo de adjetivação, evitemos essa postura. E ele ainda diz que quem se acostuma a insulto e a falar as neiras, coisas que não sabe, em

ítico não passa de bulha infantil. Então, pra gente não ter esse tipo de adjetivação, evitemos essa postura. E ele ainda diz que quem se acostuma a insulto e a falar as neiras, coisas que não sabe, em verdade está cedendo aos impulsos da boca deseducada. Então, que a nossa boca não seja esta que ainda eh consegue trazer tudo aquilo que é falso, porque não aprofundamos, porque não estudamos um convite que é tão colocado. Espíritas, amai-vos, eis o primeiro mandamento. O segundo, instruí-vos. Para melhor amar, é preciso conhecer as leis de Deus. E isso nos ajuda a compreender a existência. E ele eh acaba finalizando, dizendo que é indispensável examinar os problemas graves da vida e porque a dor existe. E aí a gente entende leis de causa e efeito. A gente entende o atributo divino, o fato de ser soberanamente justo e bom. E que se Deus é soberanamente justo e bom, tudo aquilo que me acontece é para o meu bem. Não é punição e nem castigo, é reeducação. Mas se ainda estamos acostumados a olhar a nossa vida por um simples momento da experiência que estamos tendo, nós vamos encontrar injustiças, porque somos hoje a consequência do ontem e estamos construindo o futuro, que é o que nos confere eh serenidade. E lá no finzinho para eu compartilhar com o Marcel, ele vai então nos trazer que quem deseja cooperar nas fileiras do Espiritismo, instrua-se na verdade, mas divulgue essa verdade pelo esforço e pelo trabalho, não pelo palavrório, mas pelo exemplo daquilo que nós estamos então defendendo como espiritismo cristão. E para responder a você, Mara Regina, que colocou no chat que falemos quais são os próximos capítulos, na segunda-feira que vem serão os capítulos 42 e 43. >> As meninas aqui do meu lado estão cobertas de razão. A argumentação em favor da mediunidade de natureza científica é mais vasta do que as negativas ou aqueles que se contrapõem. Aldos Huxley afirmaria: "Os fatos não deixam de existir por serem ignorados. Se você não conhece, o fato continua acontecendo tão robusto, independente de

ue as negativas ou aqueles que se contrapõem. Aldos Huxley afirmaria: "Os fatos não deixam de existir por serem ignorados. Se você não conhece, o fato continua acontecendo tão robusto, independente de sua negativa. No Rio de Janeiro, dois amigos eram amantes do futebol e frequentavam assiduamente o Flaflu. Um era Flamengo, outro era Fluminense, iam sempre ao Maracanã". Um dia voltando de ônibus após um jogo amargo de empate, eis que eles conversando ali, você lembra do Cardoso? Lembro, pô, nosso amigo faleceu. É mesmo? É, pai. Cardoso morreu. Era botafoguense, mas foi embora. Era um companheiro nosso de churrasco. E começaram conversando, falaram sobre a morte e entraram nesse assunto pela primeira vez. Você acha? Você que tem vida depois da morte? É que Cardoso vai encontrar vida depois da morte. Rapaz, eu não sei nada disso. Será que tem futebol depois da morte? Tem não, pai. Afasta essas ideias, vamos falar de futebol. E eles desceram no ponto de ônibus próximo da casa de ambos e um olhou pro outro assim e disse: "Vamos fazer um pacto aqui. Nós que somos amigos desde a infância, vamos. Quem morrer primeiro volta para contar o outro se tem futebol no mundo espiritual. Deixa para lá, rapaz. separaram-se. 15 dias depois, o flamenguista recebeu passaporte de retorno ao mundo espiritual. E o do Fluminense ficou na expectativa, o tempo passou, até que um dia recordou-se de fazer uma prece pelo amigo falecido. E eis que lhe surge no quarto. Amigo, voltei. Pelo amor de Deus, não se aproxime de mim. Eu tenho medo de alma penada. Mano, sou seu amigo de infância. Eu lhe trago duas notícias e uma é ótima. Qual é? Tem futebol no além. Encontrei aqui gramados lindos e a gente também joga. A gente faz time aqui, tem até seleção. Ah, que coisa. E qual é a segunda notícia? Você foi convocado. Eh, então, como se vê, nós temos que começar a pensar se amanhã nós estaremos sendo chamado a compor a seleção de Penadinho ou Caveirados, né? para jogar bola no além, porque Kardecou algo no livro

o. Eh, então, como se vê, nós temos que começar a pensar se amanhã nós estaremos sendo chamado a compor a seleção de Penadinho ou Caveirados, né? para jogar bola no além, porque Kardecou algo no livro Obras Póstras que fecho minha participação. Se eu estiver errado e todo mundo certo, acabarei por pensar como todo mundo. Mas se eu estiver certo e todo mundo errado, todo mundo acabará por pensar como eu penso. Quem viver verá. Repare que falta tranquilidade para lidar com essas questões. a gente discute muito porque ou porque quer sempre tá certo, quer sempre provar que o outro tá errado e não pode esperar que as coisas se desenvolvam e até compreender que às vezes você está parcialmente certo, o outro tá parcialmente errado e a vida segue. A gente não tem essa tranquilidade. E irmão X vai dizer nesse último capítulo, ele continua falando da mediunidade, ele fala da mediunidade nos três capítulos, de um modo ou de outro. E ele vai dizer que a gente tem fantasias em relação ao que os espíritos são e podem fazer. Eu me lembro que tem uma série, já terminou, mas ainda a gente encontra no stream, chama Médium, é uma série americana, teve várias temporadas, eu gostava bastante. E uma das coisas que ela dizia era assim: "O espírito quando desencarna, quando a pessoa morre, ela uma vez que esteja morta, ela sabe tudo sobre todas as coisas. Tem o conhecimento absoluto. Agora não pode dizer. Então ela, por exemplo, ela vai perguntar ao espírito quem foi que matou, quem foi que não matou. E é, eu fico, eu acho muito interessante essa ideia de que só porque o espírito desencarnou, ele sabe tudo. Eu penso que os que, porque ela trabalha numa lógica de céu e inferno, né? A pessoa é do bem, ela vai ficar bem. A pessoa é do mal, ela vai ficar mal. Então eu suponho que sejam os que ficam bem. As outras não devem saber tudo, mas ele vai falar que a gente a gente gosta de adivinhação. Eu conheço várias pessoas que gostam, por exemplo, de ir a uma cartomante de vez em quando. Eu tenho uma amiga,

outras não devem saber tudo, mas ele vai falar que a gente a gente gosta de adivinhação. Eu conheço várias pessoas que gostam, por exemplo, de ir a uma cartomante de vez em quando. Eu tenho uma amiga, sempre ela me chama, eu não tenho paciência porque eu digo: "Olha, das duas uma, ou a mulher vai adivinhar o que vai acontecer, tem essa mediunidade e eu não quero saber, certo? Vai que ela diz que vai acontecer uma coisa terrível. Eu não quero saber isso na minha vida, deixe quieto. Ou ela não sabe nada e eu vou gastar dinheiro. Eu não vou. Mas a minha amiga adora ela. Se Ah, Nádia, achei uma cartomante ótima. Achei uma cartomante ótima. Quer dizer, o gosto pelo fenômeno, ele é uma realidade na nossa vida. A gente gosta das coisas espetaculares, a gente gosta de coisas extraordinárias. A doutrina espírita, ela vai dizer que esse maravilhoso, esse sobrenatural, ele não é real. O mundo espiritual é natural, tá dentro das leis de Deus. Não é nada assim totalmente desregrado, que ninguém sabe o que vai acontecer. Ele tira esse imprevisto. Porque se a gente estuda as leis das comunicações, etc, etc., a gente vai ter uma série de expectativas, sempre tem um imprevisto, porque o ser humano encarnado ou desencarnado, ele vai sempre trazer uma uma experiência inesperada. Nós somos singulares, nós somos únicos, nós realmente apresentamos algo que os outros não apresentaram, mas é dentro das leis divinas, não é não é algo que vai ser proposto para que nós fiquemos só na admiração. Kardec vai falar dos espíritas entusiasmados, né? Eu sei, eu esqueci a palavra, entusiasmados, exaltados. Eu sabia que não era. Os espíritas exaltados acreditam em tudo. Acreditam. Ah, foi um espírito que disse. Pode ser maior, o maior absurdo. Espírito gente, só tá desencarnado. É preciso ver se ele sabe do que tá falando, hein? É preciso saber se ele sabe do que tá falando. Tem muito pseudo sábio. É uma categoria dos espíritos imperfeitos. E nós hoje vemos muitos péudos sábios. O povo bota um canal na internet, começa a

ein? É preciso saber se ele sabe do que tá falando. Tem muito pseudo sábio. É uma categoria dos espíritos imperfeitos. E nós hoje vemos muitos péudos sábios. O povo bota um canal na internet, começa a falar coisas. Olha, gente, de onde ele tirou essa ideia? De onde? E como foi assim, o mundo foi criado assim, a vida é assim, isso é assim. Fala sobre, ah, mas isso é sobre mundo espiritual. Não, fala sobre o mundo material não, porque tal remédio é assim, tal remédio presta, tal remédio não presta. É bom você fazer isso e você vai olhar, não tem pé nem cabeça, né? Os espíritos são a mesma coisa. Então, que a gente possa eh atender esse convite que Jamile colocou e fazer da mediunidade o que ela é. Primeiro é a expressão de uma realidade natural. Os espíritos estão em toda parte e se comunicam conosco e nós nos comunicamos com eles. É natural, não é esquisito, não é estranho, não é porque você foi procurar fazer, não é isso é natural. Segundo como todas as leis naturais da vida, el eh a comunicação com os espíritos existem, existe para o nosso progresso espiritual, para que a gente possa avançar, para que a gente possa crescer, para que a gente possa se tornar melhor. Essa é a ideia. Não é pra gente se divertir, não é um show de teatro, não é uma brincadeira, não é um programa cômico. O contato com os espíritos é o como contato com qualquer pessoa encarnada. A gente tem que tratar com respeito, a gente tem que ver o que vai aprender e tem que ver se vale a pena aquela companhia, se é o tipo de indivíduo com que você gostaria de se envolver. Eu vou para finalizar colocar essa mesma convocação que ele traz aqui. Se você deseja cooperar nas fileiras do Espiritismo cristão, instrua-se no conhecimento da verdade. Aí a gente vê quantos médiuns mal leram o livro dos médiuns, nunca estudaram, não compreendem, tem dúvidas na sua prática mediúnica e não sabe que Kardecou daquilo, que Kardec abordou, Kardecisou, Kardec tem uma proposta. Então, se a gente quer, a gente precisa se instruir no conhecimento da verdade.

vidas na sua prática mediúnica e não sabe que Kardecou daquilo, que Kardec abordou, Kardecisou, Kardec tem uma proposta. Então, se a gente quer, a gente precisa se instruir no conhecimento da verdade. Mas não é só isso. Edifique-se na prática do bem. Toda a nossa vida, toda a nossa prática, todas as nossas escolhas, elas precisam ser voltadas para fazer o bem. O que é o bem? É ser simpático com as pessoas? É fazer o que todo mundo quer? Não. O bem é o que está de acordo com a lei de Deus. E a lei de Deus tá escrita na nossa consciência. Então, cada um de nós consegue saber o que é o bem. O que a gente não consegue muitas vezes é se dedicar a ele, porque estamos voltados para outras escolhas. Então, que a gente possa refletir, aprender, aperfeiçoar a nossa vivência espírita, nossa conexão espiritual e nosso crescimento. Até a próxima segunda-feira com os dois capítulos, né, 42 e 43 desse mesmo livro. E muita paz para todos. Oh.

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