Mário Sérgio, Solange Seixas e Nádia Matos • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE A NOSSA CONVIDADA » Nádia Matos é psicóloga clínica, professora de psicologia e expositora espírita. Como colaboradora da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), atua nas áreas mediúnica, doutrinária e no grupo de autoconhecimento. Atualmente, também coapresenta o programa "Para Viver o Evangelho", transmitido no YouTube. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Então fica o convite aí pro dia 18, começa às 16, vai até às 19, vai ter um intervalo e depois da nossa atividade do sábado à noite, que é a reunião doutrinária, fica esse grande convite aí pro para participar junto com o nosso irmão Severino Celestino. dia 18, nós temos no dia 19 no domingo uma atividade que não é feita aqui, mas vai ser feita lá na COBEM, na Casa de Oração Bezerra de Menezes, que é uma atividade do Departamento de Infância, juventude e família. Eh, é o curso que o Dr. Leonardo já deu aqui, Ansiedade e Felicidade, que ele vai repetir lá no dia 19 de outubro, no horário das 10:20 às 12, presencial. Aqueles que tiverem interesse se inscrevem lá no na COBEM, né, para participar e vai receber também o livro do Dr. Leonardo Machado, né, no dia 19 de outubro. Depois dessa atividade, nós temos no dia 8 e 9 de novembro o terceiro congresso espírita Joana de Angeles. É aquele conjunto de psicólogos e médicos psiquiatras que vem a a grande maioria vem do Rio Grande do Sul, né? E de outras partes do Brasil também. as forças da alma na perspectiva de Joana de Angeles, pensamento, sentimento e vontade. Vai ser um sábado, um domingo, começa às 8:30 no sábado, depois tem atividade noturna e no domingo até às 12:30. É aqui no Senáculo da Mansão do Caminho. Então é mais uma especialização. Já é o terceiro terceiro ano que nós vamos fazer essa atividade aqui na Mansão do Caminho, curso psicologia do atividade do seminário, né? também o seminário é um congresso, né? Congresso espírita Joana de Angeles. Então fica aí o convite também. Então a reencarnação na Bíblia, o seminário, o seja, e o curso de psicologia com o Dr. Leonardo Machado. Aqueles que tiverem também interesse em adquirir a nossa agenda, agenda física. Eu gosto muito da parte física, né? Então, a nossa agenda já está disponível aí do ano de 2026, que já está batendo aí as nossas portas, o Natal, Ano Novo, Reveillon, né, para tudo reiniciar no dia 1eo de janeiro de novo, né, no ano de 1900 e de 1026 26 nós vamos
tá disponível aí do ano de 2026, que já está batendo aí as nossas portas, o Natal, Ano Novo, Reveillon, né, para tudo reiniciar no dia 1eo de janeiro de novo, né, no ano de 1900 e de 1026 26 nós vamos Muito bem. Hoje nós estamos aqui com a a nossa psicóloga, a Dra. da Nádia, né, que eu vou solicitar ela que faça a sua apresentação para nós, por favor. >> Boa noite a todos. É uma grande alegria sempre voltar a essa casa. Toda vez que eu penso na mansão do caminho, eu penso no meu acesso à doutrina espírita. Eu desejei num dado momento da minha vida, era bem jovem, conhecer a doutrina espírita e uma amiga minha era evangelizadora no caminho da Redenção. E eu então eh confiava na na escolha dela, disse: "Não, é um centro muito bom, eu não conhecia". E então eu fui participar da juventude espírita Nina Aroeira, participei um ano, aí já fiquei velha demais pra juventude, fui fazer outras coisas. Então, a mansão do Caminho sempre me recorda esse acolhimento da doutrina, a alegria do conhecimento, da convivência e é um prazer estar aqui. Eu sou espírita e isso aí desde essa época foi em 1978. Aí quem quiser fazer a conta faça que eu não vou fazer tem muito tempo. Essa vida quase toda. Eu tenho trabalhado aí e aprendido muito, muito, muito com a doutrina espírita. qual sou muito grata e a essa casa principalmente. >> A senhora é formada em psicologia, né? >> É psicóloga. >> É >> muito bem. E trabalha lá na Federação Espírito do Estado da Bahia. >> Sim, atualmente aí ao longo desses anos trabalhei em vários centros. Trabalho em médiúnica, trabalho com grupo de autoconhecimento, trabalhei com grupo de estudos e atualmente tô trabalhando na Federação Espírita. Vou aproveitar, se você me permite, nós estamos aí, nós estamos aí com as inscrições abertas pro Congresso Espírita da Bahia, que vai ser dia 30 e 31 de outubro, 1eiro e 2 de novembro lá no Fiesta. Vai, tá imperdível, tem pessoas muito interessantes. >> Muito bem lembrado. Bem lembrado. É, >> é mais uma atividade no final do mês de
ser dia 30 e 31 de outubro, 1eiro e 2 de novembro lá no Fiesta. Vai, tá imperdível, tem pessoas muito interessantes. >> Muito bem lembrado. Bem lembrado. É, >> é mais uma atividade no final do mês de outubro, começo de novembro, né? o Congresso estadual da Federação Espírito do Estado da Bahia, né? Então, aqueles que tiverem interesse em fazer perguntas, a nossa equipe tá aqui, papel, caneta na mão, sintam-se à vontade. Eu já tenho diversas perguntas aqui no YouTube. Eu selecionei algumas aqui da área da psicologia, né, que que nós podemos trabalhar nesse tema aqui, né? Então, depois da apresentação da da nossa irmã, eu tenho uma pergunta aqui que veio dessa área psiquiátrica, psicológica, né, de dona Sônia. Ela diz o seguinte: "Como conseguir modificar uma alma rebelde com seus motivos fixados e que não aceita tratamento nem psiquiátrico, nem psicológico e nem tem disposição de seguir nenhuma religião?" >> Eh, a nossa companheira Sônia, ela fala de uma alma rebelde, né? Eu estava conversando há pouco ali e aí a gente falando sobre o mundo, nosso planeta Terra. E nós aprendemos na doutrina espírita que as grandes mazelas do mundo são o egoísmo e o orgulho, características de espíritos de terceira ordem. Então, a maior parte, assim, a maioria esmagadora da população é formada de espíritos de terceira ordem. E lá no livro dos espíritos, na questão 100, nós vamos aprender que o espírito de terceira ordem, ele não compreende Deus, não compreende as leis de Deus, tem assim uma vaga intuição de Deus e é um espírito muito identificado com a matéria, com as os desejos materiais, as paixões. E quando a gente fala desejo, as pessoas pensam logo em sexo. Não. Qualquer coisa material, imediatista, limitada, é uma característica de todos nós. Então, rebeldes nós sempre somos. Eh, ela tá falando de alguém que aparentemente precisa de um tratamento na área da saúde mental e se recusa. Em geral, é uma pessoa que não se não se olha, né? O autoconhecimento, ele é muito importante pra gente. Eh, a
de alguém que aparentemente precisa de um tratamento na área da saúde mental e se recusa. Em geral, é uma pessoa que não se não se olha, né? O autoconhecimento, ele é muito importante pra gente. Eh, a doutrina espírita vai dizer: "Conhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega em dominar suas más inclinações. Uma pessoa que não se conhece, como é que ela vai saber quais são as más inclinações dela? Ela vai se achar uma pessoa ótima. Tem o que para mudar? Nada. Não matei ninguém. continuando roubando a evolução que esse processo da gente se conhecer e se transformar e se esforçar para dominar todo toda a a todas as inclinações inferiores, aquela pessoa não vai fazer porque ela não olha para si, ela olha pros outros. Aí ela sabe os defeitos de todo mundo. Os próprios são mais difíceis. Então, quando uma pessoa assim adoece, quando ela tem um problema de saúde, às vezes é saúde física, tem gente que tem problemas de saúde física e se recusa a ir ao médico, se recusa a fazer os tratamentos. Às vezes o tratamento é desconfortável, é mudança de estilo de vida, você precisa comer menos, você precisa eliminar o sal, o açúcar, etc., uma série de coisas. é desagradável, a pessoa não quer. Eu tô falando isso para chegar na saúde mental. Então, >> é lamentável porque a pessoa não deseja fazer um tratamento, ela não acha necessário e a e quem tá do lado sabe que a pessoa precisa eh transformar uma alma rebelde. Só a própria alma consegue. A gente não consegue transformar os outros. A gente pode ajudar, pode dar exemplo, pode orientar, pode fazer o que for possível. A pessoa vai ter que decidir. Então eu recomendaria assim muito a oração, pedir a oração, ela é importante, ela facilita que a espiritualidade possa acessar essa pessoa, ir fazendo as mudanças necessárias. E se a pessoa não gosta de nenhuma religião, eu começaria ajudando essa pessoa a entender o que é importante para ela na vida. deve ter alguma coisa importante. Quais são os
o as mudanças necessárias. E se a pessoa não gosta de nenhuma religião, eu começaria ajudando essa pessoa a entender o que é importante para ela na vida. deve ter alguma coisa importante. Quais são os valores dela? O que é valioso? É ganhar dinheiro? É ficar rico? Ah, tudo bem. Como é que você vai fazer isso sem prejudicar ninguém? Vamos ver. Você tem que começar do básico. É até onde eu posso chegar. Porque você não tem como obrigar uma pessoa a fazer um tratamento na área de saúde mental. Na saúde física às vezes até consegue, mas nem nem eticamente não pode. Se a pessoa se recusa, ela vai se prejudicar. Mas a oração ela tem um poder muito significativo e pode e a paciência de chegar para onde a pessoa tá e ali de pouquinho em pouquinho. Deus o livre nem tenta que a criatura seja espírita nem nada. Kardec diz no livro dos médiuns que é assim: se a pessoa não acredita em Deus, não acredita na vida espiritual, não adianta ficar falando com ela sobre mediunidade, não faz sentido. A gente tem que começar do mais geral e ter paciência. >> Muito bem, meu irmã, muito obrigado aí pela resposta. Tem uma pergunta da Cláudia aqui. É um, eu diria que é uma pergunta meia ardilosa assim, meia capiciosa, né? Como diferenciar as pessoas com mediunidade daquelas com alguma doença psicológica? Então, fez um comparativo entre mediunidade e doença, né? >> Isso. >> Então, eh, o que que a gente pode responder pra nossa irmã aqui? >> Vamos responder que Cláudia não tá sozinha até muito pouco tempo atrás. Eh, muito pouco tempo, vamos dizer uns 100 anos atrás, a mediunidade não só era criminalizada, se a gente tivesse fazendo uma sessão mediúnica em algum lugar, a polícia tinha todo o direito de invadir o local e prender todo mundo. Era crime. como era patologizada. Todos os médicos sabiam, os psiquiatras, que se a pessoa tá ouvindo vozes, tá vendo, tá dando comunicação, ela deve ser doida. Isso são sintomas de transtorno mental. E existe um documento, o DSM, que é uma lista de diagnósticos de saúde mental que é usada
tá ouvindo vozes, tá vendo, tá dando comunicação, ela deve ser doida. Isso são sintomas de transtorno mental. E existe um documento, o DSM, que é uma lista de diagnósticos de saúde mental que é usada internacionalmente, que até alguns anos atrás, até um 10, 12 anos, talvez, não sei exatamente, ela trazia ainda, por exemplo, ver coisas que ter visões, ter audições que os outros não percebiam como simplesmente um eh um critério de doença mental, o que levava todos os médiuns junto, né? Porque se você é um médium vidente, evidentemente você vai ver coisas que os outros não estão vendo. Se você é um médium audiente, você vai ouvir vozes que não estão aí. Como distinguir os estudos que têm sido feito sem sem desistir de profissionais sérios, de pesquisadores sérios, de trabalhadores no mundo inteiro, no sentido de abrir um pouco essa lógica. Eles têm resultado, inclusive estudos científicos t resultado de tal forma que hoje o DSM que tá em uso, que é o DSM5, mas o anterior que era o quatro já trazia, ele tem um capítulo que ele vai dizer não ouvir vozes, ver coisas e que os outros não veem, precisa você verificar vários outros critérios para saber se isso é uma situação de eles chamam de experiência anômala, não chamam de média unidade, uma experiência anômala ou se é uma patologia, uma doença mental. Então, por exemplo, se existe um um qualquer conhecimento humano que valide aquela experiência, por exemplo, a doutrina espírita, por exemplo, outras doutrinas, você vai considerar que é possível que a pessoa esteja alinhada com aquilo. Se existe, se a pessoa está equilibrada, por exemplo, uma pessoa que tem um transtorno mental, ela vai ouvir vozes a qualquer momento. Ela não vai esperar da quarta-feira, 20 horas para ela entrar na reunião mediúnica e depois da prece ela começa ouvir vozes e ver eh espíritos. Isso não é transtorno mental, porque está dentro de uma lógica, dentro de uma cultura, dentro de uma experiência. Então, hoje existem critérios que os próprios psiquiatras, os
ozes e ver eh espíritos. Isso não é transtorno mental, porque está dentro de uma lógica, dentro de uma cultura, dentro de uma experiência. Então, hoje existem critérios que os próprios psiquiatras, os psicólogos, eles podem lançar mão para identificar a ponto de que não eh precisa ser um profissional muito desinformado ou muito preconceituoso para ele considerar que automaticamente o fato de ouvir vozes, etc, significa que a pessoa tem um transtorno mental. Nós espíritas chamamos de mediunidade, outras concepções vão chamar de outras coisas, mas a ciência chama atualmente, antigamente chamava fenômenos parapsicológicos ou paranormais, hoje chama experiências anômalas. São experiências que não são explicadas dentro do contexto comum da ciência, mas que são estudadas e são consideradas experiências humanas que, né, a gente que não são patológicas. Então a gente precisa, né, tem tem grupos de estudo, eu mesma, né, na minha na minha profissão, eu fiz o o mestrado, trabalho com pesquisa de espiritualidade e psicologia, espiritualidade, religiosidade e psicologia. Vou assistir amanhã à noite tem um um evento que é uma reunião, mas é aberta ao público, é telepresencial, sobre exatamente diagnósticos, como você vai diferenciar. Então tem muito material publicado e quem está informado, ele pode não gostar, ele pode não acreditar, não tem problema, mas ele não vai achar que automaticamente a pessoa tem um transtorno mental, porque um transtorno mental tem configurações mais específicas. Então a boa notícia é essa. Não vão mais chamar os médiuns de maluco assim logo de primeira. >> Muito bem. Eu me lembro que o Dr. Leonardo Machado aqui desenvolvia um livro, né? Tem até um livro, nossa livraria aí sobre o Divaldo. Ele fez uma anamnese com o Divaldo, uma pesquisa para ver se o Divaldo realmente também não era um uma pessoa com alguma problemática mental, né? Então, distinguir a mediunidade da problemática mental. Ele fez um livro, um estudo. >> Aham. >> Eh, fez diversas entrevistas com Divaldo
mbém não era um uma pessoa com alguma problemática mental, né? Então, distinguir a mediunidade da problemática mental. Ele fez um livro, um estudo. >> Aham. >> Eh, fez diversas entrevistas com Divaldo para poder chegar à conclusão que o Divaldo realmente não era louco, né? Era médium. levou levou um bom tempo para conseguir isso, né? Eh, só para eu acrescentar uma coisa, o médium iniciante e o médium obsidiado, eles podem estar muito desorganizados, mas eh na introdução do livro dos espíritos, a gente tá lendo na minha mediúnica semana passada, essa semana, Kardec vai dizer, as pessoas dizem que as que alguns ficam loucos por causa do espiritismo, por causa da prática mediúnica E não é verdade, porque tem pessoas que não praticam a mediunidade, que a loucura é um processo de doença, de problema, de patologia. Então a aquilo que o codificador disse lá atrás, 1857, a gente mantém hoje com mais estudos. Então, se a pessoa está desorganizada, a da comunicação de espírito a qualquer em qualquer lugar, a qualquer momento, ela precisa se organizar. E aí o próprio atendente fraterno, aí eu ouvi o curso, né? O atendente fraterno, ele precisa compreender minimamente. Ele não precisa ser psicólogo, ele não precisa ser psiquiatra, mas ele precisa compreender minimamente para orientar. A medida que essa pessoa vai se orientando espiritualmente, vai se organizando, se necessário, até pelo estresse que a pessoa passou, ela vai fazer um atendimento psicológico, ela vai fazer um atendimento psiquiátrico, mas não é que ela tenha uma doença. Às vezes ela tem problemas emocionais e mediunidade. Às vezes ela tem só uma das duas coisas, mas não é uma coisa equivalente a outra. >> Muito bem. Nós vivemos assim nos dias atuais assim muita insegurança. É uma insegurança fruto do estado mesmo que social que nós vivemos de violência e as pessoas assim ficam até com certo receio às vezes até de sair de casa, né? E começa a adquirir hábitos de de insegurança, de como se fosse um trauma, né? E o que que nós podemos eh
s de violência e as pessoas assim ficam até com certo receio às vezes até de sair de casa, né? E começa a adquirir hábitos de de insegurança, de como se fosse um trauma, né? E o que que nós podemos eh orientar essas pessoas em relação a esse aspecto da insegurança, como a pessoa se fortalecer e acreditar em Deus, né? acreditar em Deus, acreditar que tem uma uma determinação maior em tudo e a pessoa não ficar refugiada, né, atrás das grades e os bandidos soltos, né, que é que nós podemos ah, digamos, acalentar essas almas, dando mais estabilidade emocional para elas. >> Isso eh esse pode ser um sintoma de um transtorno emocional. Às vezes a pessoa coloca na violência, coloca na criminalidade uma insegurança que é algo dentro dela. Então a recomendação é de um atendimento psicológico ou uma autoavaliação, percepção. E às vezes é necessário a ajuda profissional. Então tem isso pra gente olhar, mas tem muitas outras coisas que podem ajudar. Primeira coisa, para que a pessoa vai ficar assistindo o noticiário que do princípio ao fim vai falar sobre todos os crimes que aconteceram na cidade? Ah, eh, alguns dizem assim para eu ficar informada, como assim? Você não já sabe que tem crimes na cidade? Você não trabalha na área, você não pode fazer nada. Se você me disser que você assiste o noticiário, Ivone Pereira fazia isso. Ivone Pereira, uma médium muito famosa, um espírito muito eh nobre, ela eh lia o jornal e ela ajudava muito os suicidas, porque ela foi suicida em várias encarnações. Então ela pegava os nomes, tinha lá notícias, fulano de tal assim, assim se suicidou. Ela anotava o nome, não ficava lendo detalhes da história, não. Ela anotava o nome e ela ficava orando por aquele espírito. Inclusive, muitos espíritos suicidas agradeciam a ela porque ela orava mesmo. Ela, às vezes, a gente se comoove com a coisa, ora um dia, dois dias, depois esquece. Ela tinha um caderninho e ela sempre orava. Bom, se eu tomei como função minha, eu decidi fazer essa caridade, então eu assisto o noticiário, eu vejo
om a coisa, ora um dia, dois dias, depois esquece. Ela tinha um caderninho e ela sempre orava. Bom, se eu tomei como função minha, eu decidi fazer essa caridade, então eu assisto o noticiário, eu vejo lá o Joãozinho, não sei das quantas foi assassinado. É bom que bote também. Antônio, não sei das quantas matou Joãozinho. Então eu vou orar regularmente por esses dois seres, pela vítima e pelo criminoso. Eu estou fazendo um trabalho meritório. Eu não vou ficar com medo. Por quê? Porque eu tô conectada com o serviço do bem, eu tô ajudando. Então isso não vai produzir medo. O que produz medo é que eu fico vendo. Vamos ver aqui a mãe do morto. Dona fulana, como é que a senhora tá se sentindo? Como é que a mãe de uma pessoa que acabou de ser assassinada se sente? Tem necessidade de perguntar? Tem necessidade da gente ficar vendo aquilo? Ah, não. Foi uma vez só? Não é uma vez só. São todos os programas. Vamos aqui. Estamos aqui em tal lugar. Como foi? morreu, tá aí morto, a polícia não chegou. Então a gente elimina isso. A gente não tem necessidade, a não ser que profissionalmente nós precisemos lidar com essas questões. Ah, mas aí eu não vou saber os golpes que existem na praça, porque a pessoa telefona e a pessoa faz a Olhe, eu sei que existem golpes. A maioria das vezes a gente quando cai em golpe é porque o golpista deu alguma eh vantagem para nós. Olha, a senhora vem aqui, a senhora foi sorteada, venha ganhar não sei o quê. Comece a vigiar isso, comece a olhar isso. Primeira coisa seria essa. Não se exponha nem pela televisão. Tá vendo? Eu sou antiga, eu falo de televisão, mas é pelas redes sociais também que vem mais, né? Nem pelas redes sociais. a esse tipo de informação contínua, porque a única função disso é botar medo na cabeça da gente. Olha que coisa horrível, olha o que aconteceu. Olha a pessoa, coitada, estava assim. Tira. Segunda coisa, a gente vai lembrar do que que a gente acredita. A gente acredita que existe uma lei divina e que a lei divina sempre se cumpre. Ou a
nteceu. Olha a pessoa, coitada, estava assim. Tira. Segunda coisa, a gente vai lembrar do que que a gente acredita. A gente acredita que existe uma lei divina e que a lei divina sempre se cumpre. Ou a gente acha que a nossa vida tá ocaso, pode acontecer, eu posso estar saindo daqui e um bandido me matar, uma bala perdida me matar por acaso. Eu não acredito. Eu acredito que se eu estiver saindo daqui uma bala perdida me matar, é porque de algum modo eu sintonizei com essa experiência. Eu precisava dela para fazer algum aprendizado. Eu precisava dela para resgatar alguma coisa, né? A minha família precisava passar por isso. O povo que tava de junto assistindo, repare, é uma coisa mágica de que tudo está medido, não. Mas uma coisa tão importante quanto o desencarne de uma pessoa, quanto um ato de violência, ele tem que tá dentro de um conjunto de leis. A gente pode ler no céu e o inferno a o Código Penal da Vida Futura, onde Kardec analisa minuciosamente o funcionamento da lei divina pra gente não pensar que existe castigo, etc. Então, a Nádia, mas a gente sempre pode acontecer, pode. E principalmente vocês ouviram sobre a violência que a gente vive hoje. Mas gente, a violência não veio de Marte, a violência é nossa. A gente não tá aqui porque a gente não é violento. Ó, mas eu sou espírita, eu oro. É, meu bem, mas não é espírita desde sempre. A gente tem sintonia com esse processo. Se a gente tem sintonia, a gente tá aqui e podem acontecer várias coisas conosco. Desencarnar, nós vamos. Como é que vai ser isso? A gente escolhe principalmente como nós vamos viver. A partir do modo como nós vivemos, nós vamos desencarnar. Então a pessoa, terceira coisa, é a pessoa não ficar pensando que a situação violenta vai lhe acontecer por acaso. Não tem um um anjo de guarda. Todo mundo tem anjo de guarda, mas a gente não tem, porque o anjo de guarda não inspira, não li, não ajuda a pessoa a se livrar. Ou então assim, não tem um planejamento reencarnatório. Olhe, meu bem, você na vida passada matou um, matou 10, matou
tem, porque o anjo de guarda não inspira, não li, não ajuda a pessoa a se livrar. Ou então assim, não tem um planejamento reencarnatório. Olhe, meu bem, você na vida passada matou um, matou 10, matou 500, matou 1000 e você escolheu. Não é Deus que diz assim: "Agora você vai ter que ver". Não. A gente desencarnado diz assim: "Olha, eu vou viver essa experiência como uma forma de eu compreender o que que uma pessoa sente quando tá nessa situação. Se a gente escolheu, é uma coisa, né? Isso para o caso da gente precisar viver essa experiência. Mas vamos olhar as estatísticas. É a maioria das pessoas que morre morte violenta mesmo no contexto atual, não é? Acontece que pela mídia, pela televisão, não seja culpa da mídia, mas a gente fica ali olhando o pior. Aí a gente pensa que é basta eu sair na rua que eu já vou posso ser afetada. Que que a gente pode fazer? Vamos vibrar de uma forma diferente? Vamos fazer com que a nossa vida cada vez mais seja uma vida dedicada ao bem? Não o bem pros outros verem, ó para aí como ela faz o bem. Mas não, vamos tentar ser amorosos com as pessoas. Existe violência no trânsito. Vamos fazer o extraordinário esforço de não nos irritarmos com tudo, de vibrarmos. Você tá dirigindo, não tá fazendo nada, né? Pode fazer uma oração, vibrar pelos que estão em volta. Gente, isso funciona de novo. A gente tem que pensar no que é que nós acreditamos. Funciona a prece funciona. A prece não é uma uma ideia, uma fantasia. Então, veja, a última coisa que eu acho que a pessoa tem que se lembrar que ficar em casa não vai livrá-la de crimes. Tem pessoas que são mortas dentro de casa. Ah, eu não vou viajar de avião porque o avião pode cair. Oxe, o avião cai em cima da casa da pessoa. Repare o que o que que eu tô dizendo? Eu tô dizendo que a gente tem que, como ele disse, confiar em Deus. Primeiro de tudo. Confiar em Deus não é que Deus vai me livrar de tudo porque eu sou espírita, porque eu sou boazinha. É porque tudo que Deus permite que aconteça é para o meu bem.
e, confiar em Deus. Primeiro de tudo. Confiar em Deus não é que Deus vai me livrar de tudo porque eu sou espírita, porque eu sou boazinha. É porque tudo que Deus permite que aconteça é para o meu bem. N de a pessoa ser assassinada para o sub. É, meu bem, você não sabe quantos você torturou e que agora você vai passar aquele choque e vai revisar muitas coisas. você não sabe. E aí o o céu e o inferno tem um bocado de casos interessante que você mesmo pediu, disse: "Olha, vamos, deixa eu resgatar logo isso para eu tirar isso da minha consciência, que eu me sinto muito culpada das pessoas que eu matei." A gente não sabe. E de novo, a gente não precisa dessa experiência, sobretudo se nós nos empenharmos em tornar este mundo um lugar melhor. Ao invés de ficar reclamando da violência, reclamando da criminalidade, reclamando que tudo não presta e se escondendo dentro de casa, vamos fazer que a nossa vida faça diferença. Se eu tenho atuação política, eu vou tentar fazer isso politicamente. Se eu tenho atuação profissional, vou tentar fazer isso profissionalmente. Se eu não tenho nenhuma dessas atuações, eu vou orar, eu vou vibrar pela paz, pela harmonia. Eu não vou ficar na na internet dizendo: "É isso mesmo. Olha aí, criminoso, tá solto, tinha que morrer". Qual a diferença entre uma pessoa que acha que o outro deve ser assassinado e a outra que assassina? Só faltou fazer, faltou oportunidade. A gente não tá sendo melhor. A gente precisa vibrar de uma forma melhor. É o que eu posso pensar, porque >> é uma fase e e esse essa período de transição planetária, ali tem o livro de de de Divaldo, aquela trilogia, né? >> O primeiro, a transição planetária, a gente vê a importância do pensamento, a importância da mente, a importância da vibração. É detalhado naquele livro. E nós, e, mas isso não é no livro só, não, é no cotidiano. Se eu vibro de uma forma melhor, acontecer de eu ser vítima de um crime, gente, isso era muito necessário. Tudo bem, eu vivi uma vida tão amorosa, tão cuidadosa, o máximo que eu pude, que
o cotidiano. Se eu vibro de uma forma melhor, acontecer de eu ser vítima de um crime, gente, isso era muito necessário. Tudo bem, eu vivi uma vida tão amorosa, tão cuidadosa, o máximo que eu pude, que eu tô protegida. Eu desencarno, eu tenho proteção espiritual, é o corpo vai sair de qualquer maneira. Então vamos ter uma um pensamento mais espírita, acho que ajuda, >> tá bom? Além da morte, chegam sem além da morte, chegam, sem solução de continuidade as imensas caravanas de emigrantes da Terra. abortam no grande continente da erraticidade, conduzindo a bagagem dos feitos acumulados durante o trânsito pelo mundo das expressões físicas. Nossa homenagem sea, reflete, mais que outro sentimento, o da gratidão mais profunda. A mensagem consoladora e clara das vozes do céu tem regime de urgência. Além da morte de Divaldo Franco. Espírito Gonçalves. A mansão do caminho apresenta tudo no universo faz parte de uma sinfonia harmônica e a ingratidão é uma nota dissonante que chama a atenção. Na caridade resvala o valor de gratidão como o recurso valioso de edificação moral para a purificação do ser. Veio Jesus demonstrar a grandeza do amor e ele próprio foi vítima da loucura que assinalava o seu tempo. Cada passo dado à frente é vitória da tua jornada espiritual. Mundo regenerado por Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Joana dees. Então, retornamos. Eu vou fazer uma pergunta aqui do do público presente a respeito do suicídio. Interessante. Nós fizemos um diálogo franco, uma conversa no sábado a respeito desse assunto. Então, quando nós repetimos essa palavra, o YouTube derrubou a nossa transmissão, porque a gente repetiu muitas vezes a palavra suicídio. E aí a inteligência artificial percebeu e pum, tirou o canal fora do ar. Então a gente tem que ter cuidado quando fala determinadas palavras que numa conferência, numa palestra que se for transmitida pelos canais virtuais, eles percebem, voltou depois de 5 minutos, mas teve uma interrupção, né? Então esta esta pergunta ela tem relação
vras que numa conferência, numa palestra que se for transmitida pelos canais virtuais, eles percebem, voltou depois de 5 minutos, mas teve uma interrupção, né? Então esta esta pergunta ela tem relação à prevenção. Como a psicologia espírita aborda a prevenção? Olhe, a psicologia, eu sei dizer como a psicologia aborda e como a doutrina espírita aborda. A psicologia espírita eu já acho mais complicado um bocadinho. Eh, do ponto de vista psicológico, é preciso aprender a observar os sinais, não é? os sinais de tristeza, de afastamento, de desânimo, de desesperança. Eh, você vê às vezes a pessoa dizendo muitas vezes que a vida não vale a pena. Então, é preciso que quem esteja ao redor se aproxime, busque, né? Esteja ali presente no sentido de dizer: "O que que tá acontecendo com você?" Não, não tá acontecendo nada. Vamos ver. Eu tô vendo que tá acontecendo alguma coisa e buscar ajudar. Do ponto de vista espírita, eu diria assim, em a gente deve buscar de novo, é a mesma base, está prestando atenção no outro. É um pouco mais difícil quando é uma pessoa que não é próxima, porque a gente fica com receio de se intrometer na vida da pessoa, mas são colegas de trabalho, colegas de estudo, são vizinhos, às vezes pessoas que a gente convive. Então, vale a pena prestar atenção. Prestar atenção em quê? Prestar atenção em como aquela pessoa está vivendo a própria vida. E aí, do ponto de vista espírita, nós temos alguns recursos. Eu sempre vou falar da oração. Tem um capítulo no Evangelho Segundo o Espiritismo, eh, pedi obtereis, onde a gente tem ali o mecanismo da prece, a eficácia da prece, onde é detalhado como a prece funciona materialmente, inclusive além de espiritualmente. As pessoas tendem a dizer assim: "Ah, fulano não faz nada, só reza". Se fulano realmente ora, ele está fazendo muita coisa. Talvez ele precisasse fazer coisas mais concretas também, não é impeditivo, mas estar orando de coração, com sinceridade, com dedicação, nós estaremos fazendo muita coisa. Nós estaremos dando oportunidade. A gente
ecisasse fazer coisas mais concretas também, não é impeditivo, mas estar orando de coração, com sinceridade, com dedicação, nós estaremos fazendo muita coisa. Nós estaremos dando oportunidade. A gente fornece fluidos, a gente facilita o acesso à mente daquela pessoa para que a espiritualidade maior possa atuar sobre a pessoa livrando daquele mal e possa atuar sobre a gente dando inspiração, dando ideias que a gente pode ter. No caso, eu acho que a informação da doutrina espírita, se é uma pessoa que nós podemos ter esse acesso, um filho, um irmão, se a pessoa aceita, né, que a gente informe como é que a doutrina espírita coloca, é muito importante que nós possamos dizer que tirar a própria vida é uma coisa que vai prejudicar mais do que ajudar. Em geral, se sabe que o suicida, ele está tentando eliminar o sofrimento. Ele não tá tentando eliminar a própria vida. Se ele conseguisse não sofrer, ele não ia querer. Ao contrário, ele ia querer continuar vivendo. O que nós precisamos mostrar é que a vida, a a vida física não o fim da vida física não elimina o sofrimento. Então é preciso ter outras ferramentas para lidar com o sofrimento. O apoio dos amigos, o os valores, o que que você acredita, qual é o valor da sua vida. Muitas vezes a pessoa está, ela deseja, né, tirar a própria vida porque ela está muito deprimida. E no quadro depressivo, a pessoa tende a achar que a vida dela não tem valor, que ela não vai conseguir fazer nada. Pode ser uma pessoa com um currículo brilhante, mas ela vai, na depressão mais profunda, ela vai dizer: "Não, eu não vou conseguir fazer nada. Eu não vou conseguir aprender nada. Eu não vou conseguir realizar nada". Por quê? Porque a depressão, devido à alterações que ela causa no cérebro e na própria mente da pessoa, ela vai estreitando aquele universo e a pessoa acha que não consegue nada, então ela, o pensamento fica distorcido. Aí é preciso uma intervenção, no caso, atendimento psicológico, medicação, mas no caso espiritual você precisa ajudar essa
a pessoa acha que não consegue nada, então ela, o pensamento fica distorcido. Aí é preciso uma intervenção, no caso, atendimento psicológico, medicação, mas no caso espiritual você precisa ajudar essa pessoa a rever os próprios valores. ajuda muito se você conseguir que essa pessoa faça algum bem. O que é que a pessoa vai fazer algum bem? Vai ajudar a cortar, a enrolar, eh embrulhar eh cesta básica. Vai ajudar a contar quantos quilos de não sei o quê. Uma coisa boba que não precisa gastar o pensamento, não cansa, mas ela vai estar envolvida em uma atividade que vai fazer o bem às outras pessoas. E aí você tem a oportunidade de conversar, ela vê outras pessoas, é muito difícil, porque a pessoa deprimida, ela não tem vontade de fazer nada. É, é da própria depressão que a pessoa não tem vontade de fazer nada. Às vezes não tem vontade de comer, às vezes não tem vontade de tomar banho. De novo, já é um caso mais grave que precisa de um atendimento médico, às vezes de urgência, né? Eh, atualmente você não pode obrigar uma pessoa a fazer um tratamento psiquiátrico eh sem contra vontade, mas existem duas exceções. Quando a pessoa está num quadro tão grave que ela vai causar dano a si mesma ou a outra pessoa. Então, o médico avalia e nesse caso pode se determinar uma intervenção para evitar o mal maior, evitar que ele cause dano a outra pessoa. se for uma coisa de violência, por exemplo, ou que cause dano a si mesmo. Fora disso, não. Mas é recomendável do ponto de vista espírita, fazer o bem, a orar em casa é uma pessoa da família. Vamos tentar fazer um ambiente familiar com uma vibração mais elevada. A gente não vai conseguir isso reclamando com o povo que mora em casa, porque vocês estão brigando e precisamos de uma vibração melhor. Você vai criar essa vibração melhor. Na hora que você cria, meio que você vai facilitar para os outros. Então não adianta brigar para uma pessoa, vai, seja pacífica, você tá brigando, não resolve. Então você ora com mais frequência, você se conecta com
ê cria, meio que você vai facilitar para os outros. Então não adianta brigar para uma pessoa, vai, seja pacífica, você tá brigando, não resolve. Então você ora com mais frequência, você se conecta com os bons espíritos, você se conecta com Jesus, você faz o evangelho no lar, a pessoa não tem vontade de fazer, deixa ela. Ela não faz, mas você faz, porque você está ali facilitando, abrindo sua porta pra espiritualidade superior, abrindo sua porta paraa assistência espiritual e facilitando ao máximo. Então, a oração ela é importante pedir ajuda no centro espírita, né? Ver se essa pessoa aceita tomar passe. Eh, muitas vezes o o passe vai ajudar a retirar fluidos inferiores prejudiciais que o espíritos infelizes estão colocando ou que a mente da pessoa própria gera. Então, são esses os recursos de prevenção que a gente pode ter. Eu diria, Nádia, que >> que tem uma pergunta aqui de relativamente também a esse assunto, né? >> É setembro amarelo, né? >> É setembro amarelo. Nós estamos no setembro amarelo, né? O que uma pessoa pode fazer quando não gosta de de existir? Você pontuou bem no começo, né, essa vontade de gostar, de viver, de se a pessoa tá desgostosa com a vida, então ela pode ser conduzida indiretamente? Tem um componente também muito importante nisso, que é o componente espiritual, né? Isso. >> A influência espiritual, ela afeta muito o indivíduo, levando a estados depressivos, de desentusiasmo, de falta de vontade de viver, conduzindo então a pessoa a esse desânimo geral, né? >> Essa falta de de ter vontade de viver. Nós citamos aqui no sábado inclusive o livro O sentido da vida de Vittor Frankel, né, que foi um grande psicólogo, frequentou lá os campos de concentração de Alchvits e alguns outros na Alemanha na Segunda Guerra. E também eu citei que o Divald nos últimos meses da vida dele, ele sempre nas palestras estava sempre falando sobre o sentido da vida. ele estava num processo de sofrimento, né? É óbvio, por causa das doenças e da própria idade. >> Então ele buscava uma uma força interna
re nas palestras estava sempre falando sobre o sentido da vida. ele estava num processo de sofrimento, né? É óbvio, por causa das doenças e da própria idade. >> Então ele buscava uma uma força interna dizendo que aquilo tudo era um estágio, uma passagem e que tinha um sentido, a vida tinha um sentido, né? E às vezes aquele sentido do sofrer fazia parte do contexto geral. Então acho que eu creio que você tem respondido essa pergunta. Posso só acrescentar uma coisinha? Essa coisa do existir com certeza, >> eh, do ponto de vista espiritual tem um planejamento reencarnatório, tem espíritos que são resistentes, espíritos que foram suicidas em muitas encarnações, espíritos que não que são rebeldes à própria vida. Eles aceitaram a reencarnação, mas tem dificuldade. Espíritos que têm vários problemas do passado. Enfim, a orientação. Se a pessoa aceita a informação espírita, a gente dá essa informação e diz: "Olha, é sua oportunidade de lutar para ser feliz. você vai lutar agora para ser feliz adiante. Tô falando fora a parte de tratamento psicológico e psiquiátrico. Mas eh se a pessoa não aceita, vá pros valores dela. Todo mundo tem valores. O que é importante? Nada. A vida não adianta. Você vai tentar trabalhar isso com a pessoa desse ângulo, do ângulo que ela tá. >> É. E e sempre valorizar a própria vida, né? Isso >> que o processo reencarnatório ele hoje em dia a fila lá em cima tá muito grande. >> É o povo diz isso, >> né? Tem muita gente querendo vir e não tem espaço, né? Hoje a quantidade de filhos por família tá diminuindo, né? E aqui é a oportunidade do resgate, né? Então, quando a pessoa recebe essa oportunidade, ela tem que valorizar, que é uma concessão. Pode ser que a próxima oportunidade já não venha nas mesmas condições, vai ser mais difícil. Você recebe um trabalho, não vai bem naquele trabalho, quem sabe o próximo seja mais difícil ela ainda, né? Então, a vida tem um valor inestimável e, apesar de ser uma um período muito curto, né, diante da multiplicidade da
, não vai bem naquele trabalho, quem sabe o próximo seja mais difícil ela ainda, né? Então, a vida tem um valor inestimável e, apesar de ser uma um período muito curto, né, diante da multiplicidade da existência do universo e da nossa presença, é significativo que a gente faça um trabalho positivo para um retorno feliz, né? se o retorno é feliz e nós podemos eh adquirir um posto que nos propicie, digamos assim, eh momentos de felicidade e uma convivência no mundo espiritual mais amena, né? Quando nós lemos o, eu citei aqui no, no sábado que o livro que a Federação Espírita Brasileira designou como melhor livro do século XX, foi memória de um suicida, da don Ivon do Amaral Pereira, né? Quem lê os três primeiros capítulos desse livro vai ter uma ideia do que é, digamos assim, desabonar a própria vida. Então, nós temos que ter muita responsabilidade, acreditar muito, lutar muito com as adversidades que nos chegam, né? Asidades não são criadas por Deus, são fruto da nossa intemperança ao longo da da existência atual, como consta no capítulo 5º do Evangelho Segundo do Espiritismo, ou fruto de existências pretéritas, onde o nosso comportamento não foi saudável. E nós estamos hoje colhendo os frutos daquilo que nós plantamos, que nem no congresso, na semana espírita do ano passado lá de Vitória da Conquista, né? A semeadura é livre, mas a colheita >> é obrigatória, né? Então temos que ter muito cuidado com o que a gente fala, com o que a gente diz, o que que a gente faz, né? Nós somos responsáveis por todo o bem que nós fazemos, por todo o mal que ocasionamos e por todo o mal que se ocasiona de não ter feito o bem. Não fazer o bem é o mal, né? Então, quando nós temos condições de ajudar, nós temos que ajudar sempre, porque iso esse essa ajuda que nós fazemos ao próximo não é pro próximo, é para nós mesmos, né? vai nos ajudando a a resgatar os débitos que nós desconhecemos, que sabemos que são muitos. Basta analisar a nossa própria existência, a nossa própria vida e as dificuldades que nós temos, né? Mas
né? vai nos ajudando a a resgatar os débitos que nós desconhecemos, que sabemos que são muitos. Basta analisar a nossa própria existência, a nossa própria vida e as dificuldades que nós temos, né? Mas Nádia, nós temos aqui uma uma última pergunta, então, da Raíça, achei interessante. "Eu gostaria de perdão, pedir perdão para várias pessoas", disse ela, "as quais eu prejudiquei, mas não tenho mais contato com elas, né? Eh, como eu como eu devo proceder e como eu vou saber se eu fui perdoado ou não?" É uma boa pergunta. É uma boa pergunta. Eh, a primeira coisa é que você saber que o fato de que você hoje já sabe que não deveria ter feito aquilo é um avanço para você. Então, reconheça e agradeça a Deus, a si mesmo, por essa por esse avanço. Pedir perdão às pessoas. Aí tem dois aspectos. Você pode pedir perdão para dizer mesmo: "Olha, eu eu lamento o que eu lhe cause se eu puder ajudar de alguma forma". E você pode pedir perdão porque você precisa do perdão da pessoa porque tá se sentindo culpada. analise isso porque eh pode ser que o outro não lhe perdoe. Isso não deve mudar o seu caminho e a sua decisão de nunca mais fazer aquilo e validar que você avançou espiritualmente, certo? Isso é muito importante porque a gente vai pedir perdão eh por um exercício de humildade, de reconhecimento, de até restaurar o que que eu posso fazer. Ó, eu sei que eu lhe prejudiquei. O que que eu posso fazer? Mas saiba que quando você vai pedir perdão, você vai se expor à raiva do outro. O outro pode estar com raiva de você. O fato de você pedir perdão e tá arrependido não quer dizer que o outro diga: "Ô, que maravilha! Agora eu lhe perdoo, tá tudo esquecido. A pessoa pode estar com muita raiva. Então você não pode depender do perdão do outro. No no céu e o inferno, Kardec vai dizer que a gente tem, paraa gente restaurar tudo, a gente tem três etapas: arrependimento, expiação e reparação. Arrependimento não é você ficar se chicoteando, ó que pessoa horrível. Arrependimento é isso que a que Raíça
paraa gente restaurar tudo, a gente tem três etapas: arrependimento, expiação e reparação. Arrependimento não é você ficar se chicoteando, ó que pessoa horrível. Arrependimento é isso que a que Raíça falou. Você reconhece que você não devia ter feito aquilo, que aquilo foi uma coisa que foi ruim para você, ruim pros outros, e você não vai mais fazer aquilo ou vai fazer o maior esforço para nunca mais fazer aquilo. Isso é arrependimento. Arrependimento não é se sentir culpado. Segunda coisa, expiação. Expiação não é sofrer. Porque a pessoa diz assim: "Ah, já que eu tô sofrendo, eu vou ficar ótimo, eu vou evoluir muito. você vai evoluir se você aprender e se você mudar. Tem gente que sofre e não aprende nada, que continua com raiva e se tiver uma oportunidade sai detonando tudo. Então, expiação a gente pode pensar que é assim: agora eu vou viver nas consequências do que eu criei. Uma das consequências pode ser as pessoas terem raiva da gente, as pessoas terem mágoa, a pessoa não confiar. Não, você tá sendo falso e agora inventou que é espírita e que tá com essa conversa. Isso seria expiação, não como um castigo, mas como uma coisa que assim, eu criei essa situação, eu vou ter que ter paciência com essa pessoa, eu vou ter que ter paciência comigo e eu vou ter que me esforçar. E a terceira parte que é a a restauração, >> reparação. >> Reparação, é a reparação. Aí eu vou ter oportunidade de fazer um bem que supere aquele mal que eu fiz. Pode ser que eu tenha oportunidade de fazer com aquela pessoa. Então, Raíça pergunta: "E se eu não encontrar a pessoa?" Vamos fazer isso mentalmente através da prece. A gente pede perdão a Deus, porque foi a lei de Deus que a gente feriu. E a gente começa a orar por todas as pessoas que a gente fez mal e se lembra de ter feito. Então você vai orar sempre para aquela pessoa esteja bem, para aquela Não precisa orar pra pessoa lhe perdoar. Entenda que não é uma coisa pessoal. Você vai se perdoar porque você sabe que seres humanos erram. O exercício começa
ara aquela pessoa esteja bem, para aquela Não precisa orar pra pessoa lhe perdoar. Entenda que não é uma coisa pessoal. Você vai se perdoar porque você sabe que seres humanos erram. O exercício começa com a gente, mas você vai já, se você encontrar com a pessoa, você pede. Se você não encontrar com a pessoa, você vai então orar para tudo. Pense você levar anos de sua vida, talvez até o desencarne, porque talvez nunca mais encontre aquela pessoa orando e a pessoa nem sabe. Olha que coisa maravilhosa. Você não tá tendo nenhum lucro pessoal nisso. Você está já começando a restaurar aquilo que você fez de mal. Você foi agressivo, você foi malévolo, você prejudicou financeiramente, você fez o que fez. Você vai orar mesmo de coração. Quero que seja feliz, quero que tenha muitas bênçãos, quero que se abra para as coisas divinas. Vai, vai, vai. E não sabe o resultado. Porque ela pergunta assim: "Como é que eu vou saber?" Você não precisa saber. Repare? Você não precisa saber. Porque o que você tem que fazer é se corrigir. A evolução é sobre a nossa mudança. Então você nunca mais vai fazer aquilo. Você vai se arrepender. Você vai procurar fazer o bem. A oração é um bem. Você vai procurar ser uma pessoa melhor. Pode ter certeza que algum dia você encontra com essa pessoa no mundo espiritual, depois do desencarne, na vida física. Aí vai depender das necessidades de cada um. Mas você não precisa saber se ela lhe perdoou, porque isso tem mais a ver com se sentir culpado e querer que o outro lhe desculpe do que resolver o problema. Tá claro? >> Tá claro. Muito bem. Vamos aproveitar então que estamos aqui já no encerramento e você faça a sua despedida do nosso público. >> Obrigada pessoal. Espero ter sido útil. Esse é um mês mesmo da do setembro amarelo. A gente tem que pensar sobre o valor da vida, principalmente numa sociedade que começa a discutir que suicídio assistido é uma boa ideia, que a pessoa tem o direito de escolher que vai morrer, que não vai morrer. E a gente compreende que a vida é um dom
almente numa sociedade que começa a discutir que suicídio assistido é uma boa ideia, que a pessoa tem o direito de escolher que vai morrer, que não vai morrer. E a gente compreende que a vida é um dom precioso. Então vamos valorizar a nossa vida fazendo dela um instrumento do bem. Agradeço o público presente aqui que se fez presente, aqueles que nos assistem remotamente, a minha equipe da televisão, Júnior, que está aí junto com o Víor. Também agradeço a Isiane. Obrigado, Isiane pela participação, né? E vamos então nos preparar aí para o encerramento da nossa reunião, né? Com a prece de encerramento, convidando os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores para a aplicação dos passes coletivos. Amado mestre Jesus, generoso amigo, benfeitor, aquele que nos acolhe em todos os momentos, mesmo diante das irresponsabilidades cometidas por nós. és tão grande, tão magnífico, tão magnânimo, que rogaste ao Pai que nos perdoasse, mesmo depois da injunção e das dores que te provocamos. Quem sabe aquelas dores físicas tenham sido bem menores do que a dor moral, a dor da ingratidão daqueles que auxiliastes, ajudastes, curastes, libertastes de diversos julgos, mas compreendemos que vestes ter conosco os para seres o modelo e o guia a ser seguido. Longa distância medra entre nós, Senhor. Mas os nossos passos, não obstante trópicos, se fazem constantes e a segurança que pretendemos ter a doutrina espírita nos cede pelo conhecimento, pela lógica, pelo raciocínio, pela objetividade dos seus conceitos. Assim, nós vos rogamos que abençoe os médiuns passcistas desta casa. e o trabalho que desenvolve, dando-nos os frutos saudáveis dos benefícios do mundo espiritual através deles. Conduze o nosso pensamento de reconhecimento, gratidão e amor Adivaldo Franco e a Nilson de Souza Pereira. abençoa os nome dos encarnados e dos desencarnados que colocamos ali na entrada desse cenáculo para que a vossa misericórdia sobre ele se estenda e também a água, transformando-a num
de Souza Pereira. abençoa os nome dos encarnados e dos desencarnados que colocamos ali na entrada desse cenáculo para que a vossa misericórdia sobre ele se estenda e também a água, transformando-a num fluido medicamentoso para que nós, ao sorvê-la, possamos nos desbeneficiar com saúde física, mental, e espiritual. Abençoa-nos e conduzem-nos de retorno ao lar, pensando em ti, Senhor. S conosco, mestre, hoje, agora e por todo sempre. Muito obrigado a todos. Está encerrada a nossa reunião.
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