Mário Sérgio, Solange Seixas e Rafael Siqueira • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Nascido em Itaperuna, no estado do Rio de Janeiro, Rafael de Amorim Siqueira é advogado e psicólogo. Ativo na Sociedade Espírita Fraternidade (SEF), instituição fundada pelo renomado médium e tribuno José Raul Teixeira, ele reside atualmente em Niterói, também no Rio de Janeiro. A sua jornada espiritual teve início em 1998, aos 18 anos, quando teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita. Desde então, sua dedicação ao estudo e à prática da espiritualidade cresceu, culminando em sua entrada no campo da exposição doutrinária em 2008. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade
Estamos dando início ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Convidamos então a professora Solange Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, as tuas ovelhas retornam ao teu redil de amor na busca da comunhão contigo, aonde o intercâmbio mais estreito com as entidades superiores da vida. nos levam a sonhar com as estradas floridas das nossas, que sejam as escolhas mais acertadas para que o fruto seja sazonado. Ó Senhor, queremos suplicar-te por aqueles que já nos antecederam a vida maior, os teus discípulos, nosso Divaldo e Tionils, esses trabalhadores incansáveis que com certeza na espiritualidade se debruçam sob o trabalho no engrandecimento da humanidade. Ó Jesus, queremos suplicar-te bênçãos para que a nossa casa continue sobre o teu olhar generoso e da mentora Joana de Angeles que abre negadamente vela, para que essa casa erguida sobre ombros de dois jovens que nos legaram a riqueza de poder estar desfrutando das suas atividades em prol do nosso crescimento e de um mundo melhor. Dá-nos, Senhor, forças, coragem para sermos firmes e fortes no amparo aos fracos e frágeis e inúteis nas horas de violência. Que não nos falte, Senhor, o bom senso, o equilíbrio e a vontade cada vez maior de acertar para servir aqueles que a tua misericórdia envia a nossa casa para que possam desfrutar desse reduto de amor que leva os corações aflitos à esperança e a bondade. Vem, Senhor, toma das nossas mãos, conduz-nos ao teu redio e torna-nos mansos, humildes de coração, hoje e sempre. Que assim seja. Muito boa noite a todos. Então, estamos dando início ao nosso conversando sobre espiritismo e nos colocamos aqui à disposição junto com a equipe de apoio para as perguntas do público presente e muitas que nos chegam, obviamente, através dos canais virtuais, né? Então, a partir desse instante, fica aí a equipe disponível para que possamos obter as perguntas desta noite. Hoje temos a grata satisfação de ter um jovem aqui conosco. Esse jovem, ele saiu do Rio de
Então, a partir desse instante, fica aí a equipe disponível para que possamos obter as perguntas desta noite. Hoje temos a grata satisfação de ter um jovem aqui conosco. Esse jovem, ele saiu do Rio de Janeiro hoje de manhã, chegou a às 3 horas da tarde, só para nos nos presentear com a presença física dele, pegando o avião de de retorno ao Rio de Janeiro às 2as da manhã. Então, vejo o esforço que ele fez para estar aqui conosco, né? Então, nossa gratidão já antecipada pela presença do Rafael de Amorim Siqueira, que é natural de Tuberaba, e Taperuna, no estado do Rio de Janeiro. Ele é advogado e psicólogo, atua ativamente na Sociedade Espírita da Fraternidade. é a instituição que foi fundada pelo nosso irmão Raul Teixeira lá em Niterói, no Rio de Janeiro, onde o o nosso irmão Resídio Raul, né? E também eh o nosso irmão Rafael, ele mora nessa cidade e Itaperuna no Rio, né? e trabalha ativamente lá na na instituição fundada pelo Rau Teixeira. Então nós vamos dar início aqui às nossas perguntas da noite de hoje. Ele vai se apresentar. Ah, antes vamos se apresentar. Falei tanto de você que eu me esqueci de de fazer a sua apresentação pessoal. Por favor, Rafael. Minhas queridas amigas, meus queridos amigos, aqueles que nos ouvem pelas vias das redes sociais, muito boa noite. Vocês não sabem a alegria de vir a mansão do caminho. Quando o Mário Sérgio diz que eu tomei de um avião, cheguei às 3 e volto às 2as da manhã, faria isso quantas vezes fosse necessário, porque sou alguém que ama Jesus, ama Francisco, sou alguém muito grato à doutrina espírita, Adivaldo Pereira Franco, a Nilson de Souza Pereira, que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente aqui nessa casa. E desde muito jovem eu me tornei próximo a Francisco quando ainda era da Igreja Católica. E o lugar que eu mais sinto a presença de Francisco é na mansão do caminho. Então, sou muito grato por estar aqui hoje. coloco à disposição de vocês e se eu pudesse me apresentar seria tão somente um trabalhador de Jesus, um trabalhador do Cristo que se
na mansão do caminho. Então, sou muito grato por estar aqui hoje. coloco à disposição de vocês e se eu pudesse me apresentar seria tão somente um trabalhador de Jesus, um trabalhador do Cristo que se coloca à disposição para tentar responder as perguntas que vocês fizerem. Muito obrigado. Muito obrigado. Então, nós temos aqui uma pergunta no YouTube, Rafael, da Ana. Ana com dois ns, né? Ela pergunta: "O que que seria o choque anímico?" O choque anímico, para entender o choque anímico, a gente precisa falar um pouco de mediunidade e falar mais particularmente das nossas reuniões mediúnicas. Porque nós quando começamos a estudar a mediunidade, a gente sabe que existem determinadas reuniões onde esse contato com os espíritos se dá de uma forma mais patente, que são as reuniões de desenvolvimento mediúnico, as reuniões de desobsessão, as reuniões onde nós fazemos o intercâmbio com os desencarnados. O que que seria o choque anímico? Quando uma entidade desencarnada, ela vem se manifestar através de um médium, médium medianeiro, aquele que serve de intermediário. Estando ela numa condição precária no plano espiritual, esse choque anímico seria aquela repercussão vibratória que esse espírito desencarnado ele sente ao acoplar-se mediunicamente no corpo do médium. Então, uma espécie de terapia magnética. Porque vejam, o espírito quando tá desencarnado, às vezes ele não sabe que desencarnou. Às vezes ele está numa condição precária porque padece de vícios, padece de necessidades espirituais. Quando ele se aproxima do médium, ele sente as vibrações do médium. É um choque anímico. Anima é uma palavra que vem do latim e quer dizer alma. é um choque da vibração do médium, da vibração do ambiente que permite que aquele espírito desencarnado possa ter elevada as suas vibrações, sentir uma energia de que possa recuperá-lo. Então, é o tratamento do choque anímico, é o tratamento da conversa terapêutica que é feito por meio do esclarecedor, é o tratamento que é dado pela própria reunião mediúnica.
e que possa recuperá-lo. Então, é o tratamento do choque anímico, é o tratamento da conversa terapêutica que é feito por meio do esclarecedor, é o tratamento que é dado pela própria reunião mediúnica. Muito bem, muito obrigado, professora. Tem uma pergunta aqui da Emiliana que veio diretamente pra senhora. Tia Solange, a senhora já tem um público assim cativo relativamente à mediunidade, tá? sempre pessoas perguntando. Então ela disse o seguinte: "Tia Solange, gostei que a senhora pudesse me orientar sobre a conduta de um médium dentro e fora da casa espírita". Boa noite, queridos. Imaginemos que você é uma pessoa que está com a mediunidade aflorada, porque se você é médio, você está buscando desenvolver essa potencialidade que todos possuímos. Segundo Kardec, raros são aqueles que dela não possuem nenhum prurido. Imaginemos que o médio iniciante, ele tem dúvidas, ele quer conhecer a mediunidade, ele deve estudar sobre a mediunidade e saber o que é que é importante para que essa mediunidade se torne um benefício, não só para ele, mas para aqueles que o circundam. Aí entra o conhecimento do evangelho para o médium evangelizarse. Evangelizasse quer dizer conduzirse segundo os preceitos e ensinamentos do Cristo. Então, nós vamos pegar o evangelho e colocar na nossa conduta dentro das nossas possibilidades, cada qual dentro do nível que tem e que já adquiriu de potencialidade que é capaz de modificar-se através do conhecer-se. Então você vai se desenvolvendo através do esforço que empreende para ser cada dia melhor do que o outro. Não é a pessoa, mas do dia anterior você ser melhor amanhã do que hoje. A conduta do médium não deve ser diferente. Ele estando na casa espírita, ele está a serviço da mediunidade com Jesus. lá fora ele também pode ser instrumento. Então, ele não pode ter dois comportamentos. O comportamento dele deve ser fiel à aquilo que ele deseja alcançar, que é exatamente servir ao bem, aonde ele poderá fazer duas encarnações em uma só. pela sua dedicação, pelo seu esforço, pela sua
. O comportamento dele deve ser fiel à aquilo que ele deseja alcançar, que é exatamente servir ao bem, aonde ele poderá fazer duas encarnações em uma só. pela sua dedicação, pelo seu esforço, pela sua melhoria na condição de médium. Claro que vai ser desafiado, vai ter sofrimentos, mas isso é inerente à vida na Terra. Não é diferente. Pois se o planeta é de expiação e provas, nós já sabemos que ou estamos em expiação ou estamos em prova. Quizá a maioria esteja só em provas para o acesso a níveis mais elevados de conhecimento, de aquisições, de energias, para que o seu pensamento, que é o resultado do seu espírito, que é quem pensa, é a mente, possa lhe levar a níveis conscienciais, cada dia mais elevado. E essa maturidade espiritual vai depender da utilização que você faça da sua vida no seu dia a dia. Então, a busca do seu, da sua educação, do seu aprimoramento e da sua conduta só vai depender de você. A escolha é sua. Você pode acender até o medunato, que é o estágio mais alto do médio. Como você pode ficar estacionário? Vai depender das escolhas que você faça para seu aprendizado, seu crescimento e libertação consciencial. Muito obrigado, professora. Então vamos aqui uma outra pergunta de eh relativamente à mediunidade também, né, pro nosso Rafael de Emanuela. A mediunidade é herdada de vidas passadas, Rafael. A mediunidade é uma capacidade do espírito que encontra-se radicada no nosso corpo físico. Então, a mediunidade é algo inerente ao espírito, mas que encontra-se com capacidades desenvolvidas dos próprios órgãos. Então nós não poderíamos dizer que a mediunidade é herdada, porque os médiuns eles vêm preparado para o exercício da mediunidade do plano espiritual. São compromissos que nós assumimos para o transcorrer dessa vida. Onde que eu estou querendo chegar? O fato de um pai ser médium ou uma mãe ser médium não quer dizer que o filho o será. O que pode acontecer é que numa mesma família existam vários médiuns, mas isso não quer dizer que a mediunidade seja
fato de um pai ser médium ou uma mãe ser médium não quer dizer que o filho o será. O que pode acontecer é que numa mesma família existam vários médiuns, mas isso não quer dizer que a mediunidade seja herdada. É que espíritos se comprometeram com a mediunidade e voltam na mesma família. Em sendo ela uma capacidade do espírito, ela é inerente àquela individualidade espiritual que ao reencarnar trouxe aquele compromisso para desenvolver para o bem, para desenvolver de acordo com o evangelho, como muito bem explicou a tia Solange. Então, respondendo mais diretamente, não se trata de herdabilidade, se trata de um compromisso que nós trazemos do plano espiritual. Muito bom, Rafael. Eh, tem a uma pergunta do público aqui de Saul. O Saul pergunta se você poderia dar nos nos notícias de Raul Teixeira. Raul é um grande pai para todos nós da sociedade espírita Fraternidade. É uma pessoa que nos inspira, uma pessoa que nos serve de referência e o foi quando estava no auge dos seus trabalhos mediúnicos e continua sendo depois do AVC ocorrida em novembro de 2011. Mais recentemente, o nosso Raul tem feito inúmeros esforços para viajar. para fazer falas. Para mim são palestras, mas ele diz que são falas onde ele faz prece, onde ele faz pequenas preleções. Então, Raul está atuante tanto na oratória quanto na mediunidade. Ele vale-se da mão esquerda, aprendeu a psicografar com a mão esquerda. Ele vai nos locais porque através das da venda dos livros psicografados é que se revertem os recursos paraa nossa obra social que é o Remanso Fraterno. Então poderia dizer que hoje Raul está muito bem no trabalho, nos inspirando e seguindo os passos com Jesus. Muito obrigado. Tem uma pergunta aqui do Silvio que ela ele dirigiu a mim. Diz assim: "Mário Sérgio, como era aquela história que Divaldo contava sobre Maria nas terras portuguesas, quando em maio ela saía para resgatar espíritos sofredores e escondia pães no avental que viraram flores?" Vamos ver, vamos dividir essa história em duas partes.
va sobre Maria nas terras portuguesas, quando em maio ela saía para resgatar espíritos sofredores e escondia pães no avental que viraram flores?" Vamos ver, vamos dividir essa história em duas partes. Essa é a rainha Santa de Portugal, que ela fazia uma um exercício de caridade muito grande com os mais necessitados nas terras portuguesas. Então, ela pegava a fartura que tinha na corte, diversos pães e alimentos e ela levava pros mais necessitados. E certa feita, o rei, vendo ela exercer essa atividade, ele questionou o que que ela tava conduzindo ali naquela, ela tinha uma saia, uma saia longa, ela levantava o avental e guardava dentro do avental os pães, né? E ela disse para o pro marido, que era o rei, né? Ah, senhora, aqui são flores. Aí quando ela abriu o Não foram os pães que caíram, mas foram a as flores, foram as rosas, né? Ela ficou conhecida como a rainha santa de Portugal, rainha Isabel. E ela ela aparece num livro Tormentos da Obsessão, da psicografia do Divaldo e da autoria de Manuel Filomeno de Miranda. No nesse no mundo espiritual, Eurípes de Barçanufo fundou um núcleo espírita, um hospital mesmo, né? Um hospital chamado Esperança, porque ele notou que durante a época que ele estava encarnado e no período mesmo depois da desencarnação dele, ele notou uma grande quantidade de espíritas que retornavam ao mundo espiritual num estádio de loucura. eram médiuns, doutrinadores, dirigentes de casas espíritas, pessoas vinculadas à doutrina e que tinham assumido no mundo espiritual uma responsabilidade muito grande no exercício da divulgação e dos acontecimentos relativamente à doutrina espírita e não tinhamse saído bem nas tarefas, né? E quando voltava ao mundo espiritual, voltava assim translocados, alucinados. E e nesse livro cita diversos casos de muitos espíritas, espíritos que retornando voltava para zonas umbralinas e ficava um largo período de tempo no nosso tempo físico nessas zonas de muito sofrimento e dor. Então, essa rainha do mundo espiritual junto com
espíritos que retornando voltava para zonas umbralinas e ficava um largo período de tempo no nosso tempo físico nessas zonas de muito sofrimento e dor. Então, essa rainha do mundo espiritual junto com Eurípides Barsanufo e outros trabalhadores da doutrina espírita, acompanhado de diversos padolheiros, desciam essas regiões inferiores do mundo espiritual e era como se fosse assim um lodassaçal, um local pútrido, né? Então ela caminhava no local que era fixo, que era sólido, inclusive eh os padioleiros e as pessoas que acompanhavam na ela chamava atenção que eles tinham que colocar os passos deles nos mesmos passos dela para que não sofressem as influências do local onde eles estavam. e chamava atenção inclusive de Manuel Filomeno de Miranda, porque ele ficou divagando os pensamentos e não realmente concentrado na tarefa que iria executar. Então ela exigia uma coerência e uma seriedade mental, a concentração no serviço que estavam realizando, né? E ela tinha uma rede, então ela lançava essa rede num tipo no Pantanal. E quando ela lançar, era uma rede luminosa. E essa rede, ao ser lançada sobre esse pântano, os espíritos se agarravam e então os o os trabalhadores puxavam a rede. Aqueles que estavam realmente arrependidos eram arrastados e vinham de volta, né? e eram socorridos, colocados na padiola e retornavam pro hospital esperança. Aqueles que não estavam arrependidos, a rede se rompia e não vinham. Então, ela ainda nos dias de hoje, ela executa esse exercício, né, de visitar essas regiões umbralinas, região de muita dor, como se fosse um abismo, como se fosse as fças profundas da Terra. para que pod resgatar esses espíritos. é o trabalho que ela ela exerce junto com Euripes Barçsanufo no no mundo espiritual, levando essas esses espíritos para o Hospital Esperança. E Euritos Paranuf sempre disse que eh era chocante a quantidade de espíritas que tinham compromissos a realizar, né, e que voltar pro mundo espiritual. Por isso que ele fundou esse hospital Esperança, só para recepcionar os
e disse que eh era chocante a quantidade de espíritas que tinham compromissos a realizar, né, e que voltar pro mundo espiritual. Por isso que ele fundou esse hospital Esperança, só para recepcionar os espíritas, né? Certa feita, conversando com o Divaldo, eu disse: "Mas que bom que os espíritos então tm um local quando voltar, em vez de ir pro umbral, vai pro hospital Esperança, se tiver mérito para ir pro hospital, porque às vezes nem pro hospital vai, vai para essas regiões inferiores." Então essa é um pouco da nossa história a respeito da rainha santa de Portugal. Mas vamos aqui continuar com o nosso irmão. Uma pergunta para você de Rosalva. Veio pelo YouTube. Rafael, você poderia explicar o que é animismo? Vamos lá. Estão vindo muitas perguntas sobre mediunidade e isso é bom. As pessoas se interessarem pela doutrina espírita é excelente. Eu sugiro que nós possamos ir a uma casa espírita, participar de grupos de estudo, ler o livro dos médiuns. Não só ler o livro dos médiuns, mas estudar o livro dos médiuns. São os conselhos que José Raul Teixeira sempre me deu. Meu filho, participe dos grupos de estudo, estude o livro dos médiuns. Então veja, nós estamos aqui hoje respondendo questões que estão no no livro dos médiuns, estão na obra de Manuel Filomeno de Miranda, ou seja, está ao nosso alcance poder ir ao encontro desse tesouro, desse manancial. O que que é o animismo? Anima quer dizer alma. são fenômenos da própria alma em contraposição com a mediunidade, que seriam fenômenos onde eu sou o intermediário para que um espírito se comunique através de mim, seja pela psicografia, seja pela psicofonia, seja um fenômeno de efeito físico. Então, o que que acontece? O animismo é quando a comunicação, o fenômeno, ele tem o nascedouro em mim, no meu espírito, na minha alma. Então, por exemplo, grande parte da comunicação tá saindo de mim, se não toda ela. O que nós precisamos entender e aí às vezes se torna um dificultador pros médiuns, é que quando a gente tá desenvolvendo a mediunidade,
, grande parte da comunicação tá saindo de mim, se não toda ela. O que nós precisamos entender e aí às vezes se torna um dificultador pros médiuns, é que quando a gente tá desenvolvendo a mediunidade, o melhor termo seria até educando, a gente passa pelo animismo. Então, nós não devemos temer o animismo. Nós devemos estudar a doutrina, estudar a nós mesmos e ir aprendendo com pessoas mais experientes, com o tempo de prática, porque o animismo é uma ponte pra mediunidade. É isso que está escrito nas obras de Manoel Filomeno de Miranda. Então, veja o que que é o animismo, fenômenos da própria alma. Se eu não estou fazendo isso voluntariamente, com o intuito de enganar, com o intuito de querer aparecer, não é um problema. Porque eu estou aprendendo do animismo. Eu vou treinando, eu vou observando, eu vou aprendendo até que as tintas anímicas vão chegando na mediunidade Lídma, onde eu consigo silenciar para dar voz aos espíritos. Diz o espírito André Luiz no livro chamado Nos domínios da mediunidade, que muitas florações mediúnicas se perdem com receio do animismo. Então, a gente não deve recear, a gente deve aprender, nos capacitar cada vez mais, estudar o espiritismo e seguir em frente, aprendendo, trabalhando e seguindo com Jesus. Muito bem, vamos agora então a um pequeno intervalo e já retornaremos. Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Neste bimestre de especiais comemorações, oferecemos aos nossos leitores reflexões acerca do trabalho na seara do Cristo, extraídas da rica existência do aniversariante Divaldo Franco, que completa 98 anos de amor ao próximo. em Ciência espírita. Confira o artigo Marcas de uma alma em ascensão. E na coluna Filosofia Espírita, uma reflexão sobre o que é uma obsessão coletiva, disponível em formato digital no Espiritismo Play e também em versão impressa na livraria Leal. A mansão do caminho apresenta Os estudos avançados do pensamento psicológico moderno conseguiram definir e estabelecer regras de significação a respeito do
também em versão impressa na livraria Leal. A mansão do caminho apresenta Os estudos avançados do pensamento psicológico moderno conseguiram definir e estabelecer regras de significação a respeito do comportamento heterodóxico das criaturas humanas. Por essa razão, o corpo físico sofre contínuas modificações decorrente dos campos vibratórios programados para a jornada orgânica. A ternura que vias na face de quem te demonstrava a bondade era apenas máscara que ocultava o ser real que teimavas por não enxergar. Não te iludas com os transitórios prazeres que enlouquecem, nem com os tesouros da ilusão que se desfazem. ser fiel em todos os teus atos, gentil e correto em teus compromissos e nobre em tuas afeições. vazias de Divaldo Franco pelo espírito Joana dees. Então, voltamos agora fazendo uma pergunta pra professora Solange, que é do público aqui presente, de Luciana. É sobre o suicídio. De fato, são duas perguntas, professora. É possível um espírito de um suicida voltar a reencarnar? Número um, quando a pessoa comete o suicídio, para onde vai seu espírito? O espírito de um suicida tem que reencarnar. Não pode não. Ele precisa, ele vai levar um tempo no mundo espiritual até que ele tenha condições de reencarnar, porque ele ele praticamente violentou todas as leis da vida para fugir da vida como se isso pudesse acontecer. e ninguém foge da vida. Resultado, ele vai ter que reencarnar para consertar o próprio perespírito que ele lesou com a sua violência e desrespeito às leis divinas. E isso vocês podem encontrar respostas bem detalhadas num livro chamado Memórias de Um Suicida de Dona Ivone do Amaral Pereira. É um livro fantástico que detalha e ensina como ninguém pensar em tamanho delito contra si próprio. mundo espiritual é difícil você dizer aonde o espírito vai estar. A depender do tipo de suicídio cometido, o do local onde ele cometeu, ele pode permanecer ali muito tempo vendo e revendo o ato praticado que é enlouquecedor. Ninguém pense em suicidar, por mais triste ou difícil que
po de suicídio cometido, o do local onde ele cometeu, ele pode permanecer ali muito tempo vendo e revendo o ato praticado que é enlouquecedor. Ninguém pense em suicidar, por mais triste ou difícil que a vida se apresente, porque não se tem ideia do sofrimento atrz do suicida, porque ele vai se ver várias vezes ali praticando o mesmo ato. E é um sofrimento muito grande. Ele vai ficar a depender do que levou ao suicídio, porque para Deus tudo tem atenuante, porque nós somos filhos de Deus e ele não nos cobra tintim por tintim. É a nossa consciência que nos acusa do ato que praticamos. E para nós nos libertarmos, nós temos que encontrar meios e caminhos que possamos reorganizar a matéria lesada e permanecer a depender no mundo espiritual o tanto de tempo que levaremos lá até reencarnar. com essa possibilidade por uma série de fatores. O que nos levou ao suicídio, que comprometimento eu tenho? Que tipo de atenuantes eu posso ter? Porque a vida não é como nós entendemos, com essa mesquinhez de que nós exigemos da nossa própria vida. Decalá e tomicar. Não. Os atenuantes são importantes. O que levou um espírito a romper com a lei maior que ele possui dentro dele, que é de conservação da vida. Por que que ele rompeu com tudo para se a a adentrar a uma situação? da qual ele desconhece, ou talvez seja um re iniciante, quer dizer um que tornou a cometer o mesmo ato, porque ele pode ser um reincidente estimulado pelos seus credores que para o qual eles têm o atenuante em função de não ter sido somente a própria pessoa, mas às vezes a criatura é levada a se suicidar pelo processo obsessivo no qual ele se permitiu. E ele é responsável porque ele permitiu que isto acontecesse. O quê? a obsessão, porque ele poderia se livrar dela, se lutasse, se quisesse, se fizesse esforço, mas nem todos despertam e buscam ajuda. Então, os processos são os mais variados, a condição só Deus sabe e a recuperação vai demorar bastante tempo para que ele se reintegre com o corpo perfeito que ele lesou. pelas leis da vida, ele vai ter
tão, os processos são os mais variados, a condição só Deus sabe e a recuperação vai demorar bastante tempo para que ele se reintegre com o corpo perfeito que ele lesou. pelas leis da vida, ele vai ter que ter uma reencarnação para recompor esse perespírito que ele lesou. Então, imaginemos que é doloroso este processo, não só o tempo no mundo espiritual, onde é perseguido, onde é sofrido, onde é aviltado pelos obsessores, enfim, é muito sofrimento. Mas Maria Santíssima sempre manda os seus tutelados irem às regiões umbralinas para resgatar essas almas que já estão querendo se modificar para que sejam levados para o tratamento e recomposição para terem uma nova programação de reestruturação perespiritual. Isso vocês vão encontrar no livro Memórias de um suicida, que vale a pena todo mundo ler. Obrigado, professora. Uma pergunta de Nelson Rafael aqui do YouTube. No fenômeno da ubicuidade, é necessário o corpo físico ficar dormindo? para o espírito se apresentar com perespírito simultaneamente. Vamos lá. Primeiro eu quero explicar o que que é o fenômeno da ubiquidade. Ubiquidade, se a gente pegar a própria etimologia da palavra, representa estar em dois lugares ao mesmo tempo e, às vezes, em mais de dois lugares ao mesmo tempo, dependendo da ascendência do espírito. No livro dos médiuns é narrado dois casos de ubiquidade. a obiquidade de Antônio de Pádua e a obiquidade de Santo Afonso de Liguor. E o que que é esse fenômeno de ubiquidade? Por exemplo, no caso de Antônio de Pádua, ele estava já na Itália e fez o a defesa do julgamento do pai em Lisboa. Ou seja, ele precisou adormecer lá na Itália, na cidade de Pádua, e acompanhou o julgamento do pai na cidade de Lisboa. A pergunta é: precisa estar dormindo? Não necessariamente, porque existem estados nossos de entorpecimento do nosso corpo físico, que permite que o nosso perespírito se desdobre. Ou seja, a pessoa pode não estar dormindo, mas ela entra no estado de torpor, o espírito se desdobra. Então, não necessita necessariamente do sono físico para que
que o nosso perespírito se desdobre. Ou seja, a pessoa pode não estar dormindo, mas ela entra no estado de torpor, o espírito se desdobra. Então, não necessita necessariamente do sono físico para que exista ubiquidade. Basta um estado de torpor, um estado de relaxamento do corpo físico para que esse perespírito possa estar num outro lugar. Obrigado, Rafael. Tem duas perguntas que foram direcionadas a mim. uma perguntando se essa camisa do Rafael aqui é da mansão do caminho. Então, então eu respondo que a camisa é daqui da mansão. Sim, né? Muito bem. Eu faço questão de mostrar, gente. Todas as vezes que eu venho aqui, eu quero fazer a propaganda da mansão. Tá bom. Eu podia colocar uma camisa bonita igual a do Mário Sérgio, né? Mas eu tô com a camisa da mansão do caminho. Tá bom. Obrigado, Rafael. Aí o Alexandre pergunta, perguntou para mim como está a vida aqui na mansão do Caminho sem o Divaldo Franco e que ele sente muita falta de ver o Divaldo sentar nessa cadeira que hoje eu tô ocupando, né? O Divaldo é uma figura insubstituível. Eu diria que foi que ele foi um dos últimos grandes médiuns da doutrina espírita, né? Temos o Raul Teixeira, temos a que está ainda encarnado, Chico Xavier, Euripos Barçanufo, Dona Ivone Pereira, Zda Gama, são assim médiuns especiais, né? Então a cadeira do Divaldo é insubstituível a posição dele, né? não só pela pelas características de mediunidade, mas pela também pela personalidade. Oivaldo era uma figura ah insubstituível no aspecto da diplomacia, do carinho no atendimento às pessoas, eh na parte de saber conversar, de ouvir com sabedoria e dar os conselhos sábios que ele sempre dava a todas as pessoas. Era um verdadeiro diplomata, né? Eu convio, largo período, quase 40 anos. Eu posso dizer que eu não conheci ninguém no mundo, ninguém que fosse perto ou parecido de Valdo Franco. Ninguém, né? Ele realmente é, a gente sente muita falta aqui dele, muita, muita, né? Mas a gente intensifica o trabalho, né? e procura criar bons pensamentos, mas sempre pensando que ele
Valdo Franco. Ninguém, né? Ele realmente é, a gente sente muita falta aqui dele, muita, muita, né? Mas a gente intensifica o trabalho, né? e procura criar bons pensamentos, mas sempre pensando que ele está muito melhor do que estaria aqui, né? A pouco eu dizia isso pro Rafael no carro, ele tá muito melhor do que estaria aqui, né? Porque ele realmente fez, ele cumpriu a tarefa dele de uma maneira exemplar, exemplar, né? Ele realmente ele atingiu aquilo que a gente classifica de mediunato, que o Rafael citou, que é mediunidade no mais alto nível, né? Ele realmente foi um perfeito discípulo de Jesus. Perfeito. Não teria nada para falar das da vida eh pessoal de Divaldo Franco. Ele realmente é insubstituível. Vamos falar aqui. Perdoe a emoção. Tem uma pergunta, Rafael, que fala sobre diversos fenômenos que a pessoa sente. Quando o celular para de funcionar, uma pergunta do público. O celular para de funcionar, os eletrodomésticos queimam, sente a presença de espíritos, os ladridos se deslocam no banheiro. O que que nós podemos dizer a respeito disto? Na ótica da doutrina espírita? A primeira coisa que a gente deve observar dentro da responsabilidade do bom senso que nos aconselha Allan Kardec é investigar se esses fenômenos efetivamente são de natureza espiritual. Porque às vezes uma janela bate por conta do vento. E eu não estou dizendo que não exista natureza espiritual. Às vezes um ladrilho, enfim, mexe, acontece alguma coisa por um fenômeno de natureza material, da natureza em si. Então, a gente tem que descartar algum efeito material da natureza. Passando para um segundo momento, onde eu consigo caracterizar esses fenômenos como de natureza espiritual, aí eu preciso investigar. Fenômenos como esse ocorreram na fazenda Santa Maria, na época de Eurípetes Barsanufo, onde janelas abriam, panelas se mexiam, faziam barulho. A gente costuma chamar no popular de o efeito de polterist. Já ouviram esse esse nome? Gist em alemão quer dizer espírito, poster, barulho. Coisas que se mexem,
iam, panelas se mexiam, faziam barulho. A gente costuma chamar no popular de o efeito de polterist. Já ouviram esse esse nome? Gist em alemão quer dizer espírito, poster, barulho. Coisas que se mexem, coisas que se movem. Allan Kardec dá um outro nome, fenômeno de efeito físico, porque existe um determinado médium que doa o seu ectoplasma e com esse ectoplasma, entidades espirituais manipulando fluidos espirituais com fluidos cedidos pelo médium, a gente chama ectoplasma, esse nome foi dado pelo cientista francês Charles Robert Richet. Então, da combinação do fluido espiritual com o fluido anímico do médium, que a gente chama de ectoplasma, de fato, ladrilhos podem se mexer, podem se mover, janelas podem bater. Não foi isso que ocorreu na França? Quando as mesas suspendiam, quando as mesas davam resposta, eram fenômenos físicos. Então esse tipo de coisa a gente chama de eh mediunidade de efeitos físicos. Passo número um, investigar se não há uma causa material. Passo número dois, em sendo de natureza espiritual, o que que aquilo tá trazendo de significado para mim? Será que tá me chamando ao trabalho com a mediunidade? Será que está me chamando a atenção para algum compromisso daquele lugar, daquela casa? de algum membro pro trabalho no bem, porque isso serve paraa nossa reflexão, mas também pro nosso despertar. Muito obrigado, Rafael. Ainda relativamente aqui à mediunidade, o Cláudio eh fez uma pergunta que é uma continuidade de um assunto que você tratou sobre animismo. Rafael, com o animismo, o médium pode trazer comunicação das suas vidas. passadas e como saber que é sua ou que possa ser de outro espírito? essa razão pelo qual a mediunidade nos convida ao estudo, a percepção, ao trabalho contínuo, porque são coisas que eu vou precisar observar no decorrer do tempo. Respondendo mais diretamente a pergunta, em sendo um fenômeno da alma, a alma já viveu antes. Então, às vezes, num trans mediúnico, a alma relata fatos de vidas pretéritas, coisas que já ocorreram. E às vezes, meus amigos, não
te a pergunta, em sendo um fenômeno da alma, a alma já viveu antes. Então, às vezes, num trans mediúnico, a alma relata fatos de vidas pretéritas, coisas que já ocorreram. E às vezes, meus amigos, não é intencional. o doutrinador ou esclarecedor ou terapeuta, como diz o espírito Manuel Filomeno de Miranda, quando vai conversar, tá atendendo um espírito, o espírito do próprio médium, relatando fatos de vidas anteriores. Então, pode acontecer, pode e ocorre. Como a gente vai saber se é meu ou se não é meu? experiência, anos de trabalho, anos de observação. Então, eu tenho que começar a me investigar porque fatos do meu pretérito, embora eu não conheça, deixam determinadas tendências na minha vida atual. Eu preciso observar quais são as minhas tendências, quais são as minhas dificuldades, quais são as minhas orientações paraa vida na atual existência. Eu preciso observar comunicações que são muito repetidas, fatos que às vezes remontam reunião por reunião. Será que aquilo não tá trazendo algo do meu inconsciente profundo? Será que aquilo não traz algo que remonta vidas passadas? Então, o primeiro que se observa é o próprio médium. É lógico que quando nós estamos numa reunião séria, o dirigente observa também. E aí a gente precisa ter a humildade de aceitar o que orientador tá dizendo pra gente, o que o dirigente tá dizendo pra gente. Porque em mediunidade é experimentar, estudar, aprender, trabalhar no bem e se reformar sempre. Daí eu consigo ter o arcabolso necessário para com o tempo saber se a comunicação é minha, ainda que passado, ou se eu já estou sendo um médium dos espíritos. Obrigado, Rafael. a nossa parte técnica tá me chamando atenção aqui, que eu não falei sobre as mudanças de horário. De fato, nós estamos fazendo uma enquete com o público, porque essas mudanças elas influem diretamente não somente na parte doutrinária, mas na parte da do atendimento fraterno, das reuniões mediúnicas, dos cursos. Então tem que ser um estudo assim bem mais aprofundado e essa enquete é oportuna,
amente não somente na parte doutrinária, mas na parte da do atendimento fraterno, das reuniões mediúnicas, dos cursos. Então tem que ser um estudo assim bem mais aprofundado e essa enquete é oportuna, que para algumas pessoas t se apresentado conveniente, para outras não, né? Então nós vamos assim, qualquer decisão que venha a ser tomada, nós vamos comunicar antes e não vai ser no mês de junho, nós vamos deixar pro segundo semestre, né, a partir de julho para tomar alguma atitude. Por enquanto vamos deixar permanecer como está e vamos ouvir as pessoas as suas necessidades para ver a uniformidade das intenções de cada um para poder atender da melhor forma possível. Rafael, tem uma outra pergunta para Eu tô dando preferência pro Rafael, que ele veio de longe, vocês sabem, volta daqui a pouco. Então, o esforço dele eh para estar aqui conosco, eu gostaria que ele fosse bem aplicado, recompensado, melhor dizendo, do esforço que fez para estar aqui pessoalmente conosco. Então, Rafael, o Renato pergunta para você o seguinte: "Fundamentado no Evangelho do Cristo, na doutrina espírita e nas obras de Joana de Angeles, o que você sugere para iniciarmos a nossa reforma íntima?" Eu fico tranquilo quando ele passa muitas perguntas para mim, porque se eu não souber, eu devolvo para ele. Ou então eu pergunto pra tia Solange. Porque uma das coisas que a gente precisa, meus amigos, é ter humildade. Quando não sabemos, falamos: "Não sabemos, vou consultar". É uma das coisas que eu aprendi com Raul, como começar o nosso trabalho de reforma íntima. Questão 919 do livro dos espíritos, quando Kardec indaga aos imortais, qual o meio prático mais eficaz de progredirmos nessa vida e de resistir ao mal? Um sábio da antiguidade jáolu disse: "Conhece-te a ti mesmo." Então, para eu reformar, eu preciso saber o que que eu vou reformar. Se a gente quer reformar uma casa, a gente tem que conhecer a casa. Quais são seus alicerces? Como está a fundação? Que tipo de material eu vou trabalhar com ele? Da mesma forma
e que eu vou reformar. Se a gente quer reformar uma casa, a gente tem que conhecer a casa. Quais são seus alicerces? Como está a fundação? Que tipo de material eu vou trabalhar com ele? Da mesma forma conosco. Nós sabemos que precisamos nos modificar. É bem corrente no nosso movimento espírita. Preciso vencer o homem velho para me transformar no homem novo, no homem evangelizado. Mas quem é o homem velho? Estamos dispostos, dispostos a conhecer esse homem velho, a saber das nossas impaciências, dos nossos egoísmos, dos nossos orgulhos? Porque quando Allan Kardec indaga na questão 785, qual o maior obstáculo ao progresso? E a resposta, o orgulho e o egoísmo. Esses vícios não estão nos outros. Esses vícios estão em nós. Então nós precisamos nos conhecer para começar a dar passos seguros de reforma. E essa reforma, como nos diz Joana de Angeles, não é uma reforma onde eu vou me culpabilizar e ficar parado. Porque quando eu nutro muita culpa, eu perco tempo e energia mental e não mudo nada. Então eu preciso substituir culpa por responsabilidade. É o que ela diz nas 16 obras da série psicológica. Me conheci, Rafael, como você é vaidoso. Vou sofrer com isso? Não. Vou ter responsabilidade de doravante procurar ser diferente. Doravante procurar agir de uma forma mais evangelizada. daqui paraa frente procurar não deixar que o a minha vaidade seja tônica dos meus passos, mas fazer exercícios concretos para me tornar uma pessoa mais caridosa. Fazendo uma última consideração, Allan Kardec nos propõe como a máxima da doutrina espírita: fora da caridade não há salvação. Por que isso? Porque quando a gente pratica a caridade, a gente vai se reformando, a gente vai entrando em contato com o outro, a gente vai vendo as necessidades alheias e vai se tornando uma pessoa mais afável ao bem. Conhecer-se para se transformar, tendo como subsídio o evangelho de Jesus. Obrigado, Rafael. Então, vamos a última pergunta aqui pro Rafael. Ela veio também aqui do público presente, é do Adilton, né? Ele sobre o evangelho no
formar, tendo como subsídio o evangelho de Jesus. Obrigado, Rafael. Então, vamos a última pergunta aqui pro Rafael. Ela veio também aqui do público presente, é do Adilton, né? Ele sobre o evangelho no lar. Aí ele faz uma exposição dizendo que a Federação Espírita Brasileira sugere trazer o Evangelho do Lar, abrindo o livro evangelho aleatoriamente, né? Mas durante todo o tempo que faço o Evangelho no Lar, utilizei o livro da Introdução à conclusão, capítulo a capítulo. Eu também já fiz assim, né? diversas vezes. E com isso conheci o Evangelho Segundo Espiritismo, depois o livro dos espíritos, o céu e o Inferno, Livro dos Médiuns, a Gênesice e agora estou próximo de concluir a obras póstumas. Então ele pede para comentar se esse procedimento dele tá correto. Que que você acha disto? Eu diria que não existe uma forma, existem formas. O que a gente não pode deixar de fazer é o evangelho no lar. Entenderam, meus amigos? O importante é fazer o evangelho. Reúna a família. Ah, mas chegou uma visita na minha casa. Não deixe de fazer o evangelho por causa da visita. Chame a visita. Ah, mas a visita não quer participar. Diga a ela que naquele momento você tem que fazer o evangelho no lar. Porque a gente não tem os compromissos com o mundo. Nós também temos os compromissos com os espíritos. Agora, a forma como a gente vai fazer, cada um elege no seu ambiente familiar aquele jeito que mais seja conveniente pra família. E eu vou dar um exemplo. Na minha casa somos eu, minha esposa, minha filha de 6 anos e um cachorro participa do evangelho. Aliás, eu costumo dizer que ele fica ali de butuca, como se diz lá no Rio de Janeiro, olhando tudo que a gente tá fazendo. Então, o livro que eu uso, por mais que eu goste do evangelho, é um livro infantil, porque eu quero inserir a minha filha. Vocês entenderam? Então, se for mais oportuno que a gente pegue o evangelho e leia de fio a pavio, que seja, a gente aproveita o livro, outros vão querer ler aleatoriamente, porque tem pessoas que dizem assim: "Eu quero
ntão, se for mais oportuno que a gente pegue o evangelho e leia de fio a pavio, que seja, a gente aproveita o livro, outros vão querer ler aleatoriamente, porque tem pessoas que dizem assim: "Eu quero ler aleatoriamente porque os espíritos vão me intuir para que uma página caia para mim". E quando eu abro aleatoriamente, vem assim: "A paciência do espírito amigo". lá no capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, a forma não formas, cada um, cada família vai identificar a sua. O importante é que a gente faça o culto do evangelho no lar. Excelente, Rafael. Vamos agora então solicitar que você se dispo aqui presente, daqueles que nos assistem remotamente. Eu quero me despedir de vocês de uma forma bastante especial. Eu conheci o espiritismo com 18 anos e me apaixonei pelo Espiritismo, me apaixonei pelas obras psicografadas por Divaldo Pereira Franco. Gente, eu decorava as poesias que o Divaldo recitava ao final de cada palestra. Imaginem as poesias de Amélia Rodrigues. Ele falava, eu achava tão bonito, eu chorava, os cabelos ficavam arrepiados. Então eu queria hojear vocês, homenagear a mansão do caminho, homenagear o Divalto, agora quem tá emocionado sou eu, lembrando uma das poesias que mais me calou o coração. Não vou fazer ela toda porque ela é grande, mas eu me recordo como se fosse hoje. aquele jovem cheio de dificuldades e ele dizendo de Amélia Rodrigues, enquanto lá fora o desespero caminha e a amargura dizima, eu quero lhe dizer, Senhor, que te ofereço o banquete do amor. Eu gostaria de ser a chuva generosa, que caísse por sobre a terra porosa e reverdecesse o chão. Mas como eu não conseguirei, eu então te pedirei para ser um copo de água fria, matando a sede e a agonia de quem anda na escuridão. Eu gostaria, Senhor, de ser uma Via Láctea de estrelas para que as noites da terra fossem mais belas, mas se eu não conseguir, eu te venho pedir para ser um pirilampo na noite escura. iluminando a amargura de quem anda na escuridão. Eu gostaria, Senhor, de ser
que as noites da terra fossem mais belas, mas se eu não conseguir, eu te venho pedir para ser um pirilampo na noite escura. iluminando a amargura de quem anda na escuridão. Eu gostaria, Senhor, de ser um jardim de flores de todas as cores, para embelezar a terra, mas na dor que minha alma encerra, se eu não puder ser o jardim, deixa-me ser uma rosa solitária na fresta da montanha, colocando beleza no painel por sobre a natureza. Eu gostaria, Senhor, de ser um trigal maduro para repletar de pão a mesa da humanidade, mas é demasiado para mim. Então eu te peço para ser um único grão que caindo no chão me multiplique em 1 milhão e me converta em pão para a humanidade. Eu gostaria de ser artista, esteta, cantor, trovador, musicista ou quem sabe um aprendizige de Valdo Pereira Franco. Mas como nada sou, falta-me o verbo, falta-me a maestria, então eu lhe peço, deixa-me ser apenas o companheiro da criatura deserdada, que segue caminhando pela estrada da alucinação e dando-lhe a mão de sustento, eu lhe possa dizer: "Sou teu irmão, irei contigo. Graças, Senhor, porque nasci. Graças, Senhor, porque creio em ti, pelo teu amor. Muito obrigado, Senhor. Muito obrigado, Divaldo. Muito obrigado, mansão do Caminho. Nós é que agradecemos o Rafael. Agradeço o público presente, aqueles que nos assistem remotamente. Agradeço a Regina na tradução das Libras, a equipe técnica da Manão do Caminho e a todos que se fizeram aqui nessa noite presentes comigo, a professora Solange, especialmente ao Rafael que vem nos fazer companhia. Vamos agora nos preparar para o encerramento da reunião. Vamos convidar os médiuns passistas da casa para se colocar ao longo dos corredores. Senhor e mestre Jesus. Eis-nos no apresco do vosso amor, cada um de nós, com as suas necessidades, necessidades estas que vós conheceis, porque conheceis a cada um de nós em particular. Portanto, nós vos rogamos que neste momento possas com os vossos benfeitores conduzir os nossos pensamentos, as nossas emoções na direção do teu
eceis, porque conheceis a cada um de nós em particular. Portanto, nós vos rogamos que neste momento possas com os vossos benfeitores conduzir os nossos pensamentos, as nossas emoções na direção do teu amor e da tua paz. paz. Envolve-nos como sempre o tens feito, para que os médiuns passistas aqui presentes possam irradiar sobre todos nós as boas energias do ser de cada um. A energia anímica misturada com a energia do mundo espiritual. Trazendo-nos essa ambiência maravilhosa aqui reinante, uma ambiência de paz, de amor e de muitas saudades. abençoa-nos. abençoa o nome dos encarnados e dos desencarnados na entrada desse cenáculo também. A água que ali deixamos para que ela sirva como um medicamento para os nossos males físicos, mentais e espirituais. conduz até Divaldo Franco e Nilson de Sousa Pereira a nossa penhorada gratidão. Quando retornarmos ao lar em segurança e em paz, permita-nos levar as boas energias para aqueles que nos aguardam, os nossos amigos, familiares, companheiros, a todos eles, que possamos distribuir o amor e a paz que provém de vós. abençoa-nos. Se conosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Muito obrigado a todos pela presença. Está encerrada a nossa reunião.
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