Mário Sérgio, Solange Seixas e Rafael Siqueira • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Nascido em Itaperuna, no estado do Rio de Janeiro, Rafael de Amorim Siqueira é advogado e psicólogo. Ativo na Sociedade Espírita Fraternidade (SEF), instituição fundada pelo renomado médium e tribuno José Raul Teixeira, ele reside atualmente em Niterói, também no Rio de Janeiro. A sua jornada espiritual teve início em 1998, aos 18 anos, quando teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita. Desde então, sua dedicação ao estudo e à prática da espiritualidade cresceu, culminando em sua entrada no campo da exposição doutrinária em 2008. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Estamos dando início ao conversando sobre o espiritismo. Convidamos a professora Sola de Seixas para a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, as nossas mentes se erguem buscando-te através da comunhão, da vivência dos ideais enobrecedores da vida, para que assim possamos diluir as nossas inseguranças, dificuldades e desafios. Ó Jesus, há tanto a pedir e quase nada para oferecer. Mas nesta [música] noite queremos sintonizar com as aspirações nobres da vida, a fim de podermos nos erguer a dimensões que só, através da mente e do sentimento elevado nos propicia a conexão contigo. Sabendo que tu desces até nós pela pobreza das nossas ideias e ideais que ainda limitam o voo na tua [música] direção. Mesmo assim, tu que és o grande sol que aquece [música] as nossas vidas, permite-nos sonhar contigo através dessa busca contínua do trabalho do bem que edifica nos [música] corações as estruturas libertadoras. para uma vivência sadia, saudável e feliz. Ó Jesus, nós te agradecemos, nós te louvamos, nós te bendizemos. Leva o nosso Divaldo e tio Nilson, a nossa eterna gratidão e também a nossa tuninha, a possibilidade que nos criou de estarmos sobre a face da terra e aproveitando a vivência [música] dos ideais. crísticos sob a bandeira do Espiritismo, Red Vivo. Dá-nos, Senhor, a tua paz e permite-nos absorver os conhecimentos para que a vivência seja um atestado inequívoco da nossa entrega através do aprendizado feito e acima de tuda, de tudo. na busca do ideal, altruísta e revelador do que somos em realidade espíritos imortais criados para a glória estelar, como nos fala [música] a mentora Joana. Dá-nos, Senhor, a coragem da fé, o [música] discernimento do ideal e a vontade sempre preponderante em servir, amar e passar. Ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. Então, mais uma vez, muito boa noite a todos. Estamos dando início ao nosso conversando sobre o espiritismo e aqueles que tiverem algumas perguntas para serem respondidas pelo nosso irmão Rafael
seja. Então, mais uma vez, muito boa noite a todos. Estamos dando início ao nosso conversando sobre o espiritismo e aqueles que tiverem algumas perguntas para serem respondidas pelo nosso irmão Rafael e pela professora Solange, fique à vontade. Temos a equipe aqui de apoio, papel e caneta na mão para as perguntas do público presente, aqueles que nos assistem remotamente nos canais virtuais. Nós temos o nosso aviso do Natal, é relativamente à nossa campanha anual que nessa época do ano desenvolvemos para a arrecadação dos recursos de forma de poder oferecer à população mais necessitada 5.000 cestas de Natal. Os nossos propósitos sempre são atendidos todos os anos com relativa folga. Então, esperamos que nesse ano possamos também continuar a nossa campanha. A nossa irmã Iraci, tia Iraci Santana, está aqui conosco. Ela tem as listas físicas para aqueles que tiverem interesse de participar conosco, né, da campanha de Natal. Então, hoje nós temos o nosso irmão lá do Rio de Janeiro, é o é o é o Rafael, né? O Rafael Siqueira. O Rafael é nascido em Itaperuna, no estado do Rio de Janeiro. O Rafael de Amorim Siqueira é advogado e psicólogo, ativo na Sociedade Espírita Fraternidade, instituição fundada pelo renomado médium tribuno e amigo, muito amigo nosso, de todos nós, José Raul Teixeira. Ele reside atualmente lá em Niterói, também no Rio de Janeiro. A sua jornada na doutrina espírita teve início em 1988, aos 18 anos, quando teve seu primeiro contato com a doutrina. Desde então tem se dedicado ao estudo e à prática e a os trabalhos desenvolvidos. cbinaram com a sua entrada no campo da exposição doutrinária em 2008. Então, convido agora o nosso irmão Rafael para fazer sua apresentação para nós, Rafael, por favor. Muito boa noite, querido Mário Sérgio. Muito boa noite, professora Solange. Boa noite a todos vocês que estão aí no salão da mansão do Caminho. Boa noite aos internautas, aqueles que nos assistem pela pelo YouTube da Mansão do Caminho. Eu gostaria de estar presente com vocês
Boa noite a todos vocês que estão aí no salão da mansão do Caminho. Boa noite aos internautas, aqueles que nos assistem pela pelo YouTube da Mansão do Caminho. Eu gostaria de estar presente com vocês mais uma vez, às vezes por dificuldades financeiras, a gente não pode ir como de outras vezes, mas nós estamos com todo o carinho à distância, manifestando a nossa gratidão à mansão do caminho, a cada um de vocês presentes, manifestando a nossa gratidão Divaldo Pereira Franco, a Nilson de Souza Pereira e queremos iniciar com os versos da poetisa carioca Carmen Simira, quando pelas mãos luminosas de Francisco Cândido Xavier, ela sim nos endereçou no livro Parnaso de Alencum. De onde vem, viajor triste e cansado? Venho da terra estéril da ilusão, que trazes a miséria e o pecado, a alma ferida e morto coração. A quem me dera a bênção da esperança, a quem me dera socorro a desventura. Mas a fé, generosa, humilde e mansa, deu-me os braços, falou-me com doçura. Vem ao mestre que ampara os pobrezinhos, que esclarece, conforta os sofredores. Pois com o mundo uma flor tem mil espinhos, mas com Jesus um espinho tem mil flores. Minhas palavras iniciais são: Escolhamos Jesus. Porque com o mundo ainda hoje uma flor tem mil espinhos. Mas com Jesus, com o evangelho, um espinho permanece tendo mil flores. É uma alegria poder estar com vocês mais uma vez. Rafael, me recordo a última vez que você esteve conosco aqui presencialmente. Foi um grande momento, uma grande satisfação e uma grande alegria pela sua presença. Então, vamos começar aqui com a primeira pergunta que nós que nos chega aqui pelo YouTube. É um assunto relativamente a a processos obsessivos. Então, a pergunta de Pedro, ele pergunta se um surto psicótico pode ser um processo obsessivo. Repetindo a pergunta, um surto psicótico pode ser um surto, um processo obsessivo? Na definição de Allan Kardec, em o livro dos médiuns, e igualmente em o Evangelho Segundo o Espiritismo, a obsessão é a ação persistente que um espírito provoca sobre o indivíduo,
processo obsessivo? Na definição de Allan Kardec, em o livro dos médiuns, e igualmente em o Evangelho Segundo o Espiritismo, a obsessão é a ação persistente que um espírito provoca sobre o indivíduo, trazendo-lhe comprometimentos mais diversos, desde a simples problemática orgânica, psicológica, até a mais completa perturbação das faculdades psíquicas. Não há como numa pergunta endereçada de uma forma simples, fazer um diagnóstico. O espírito Manuel Filomeno de Miranda, o espírito André Luiz costumam nos dizer que na grande maioria das vezes prevalecem uma duplicidade de causas, porque nós temos causas de natureza orgânica que são do soma do nosso corpo e causas de natureza espiritual, porque nós somos seres espirituais. Então, respondendo mais diretamente aquele que nos indagou, temos problemas que são orgânicos, temos problemas que são de natureza espiritual, conforme os benfeitores, esses problemas se somam porque temos físico e temos espiritual. Você pergunta se um surto psicótico ele pode ser de origem espiritual. Sim, pode ser. Nós temos hoje catalogado no Código Internacional de Doenças e também no DSM, que é da APA, Associação de Psiquiatria Norte-Americana, problemas eminentemente orgânicos que são do trato psíquico de cada um de nós. Então, esse surto psicótico poderia ser de uma doença propriamente dita, ou poderia ser, como nos dizem os benfeitores espirituais, decorrente da aproximação de de algum espírito que não nos quer bem, vinculado a cada um de nós por comprometimentos do passado. Então, a natureza, meu amigo, é dúplice. A grande maioria dos casos concorrem à naturezas orgânicas e espirituais, mas reclamam de cada um de nós a responsabilidade pela nossa transformação. E eu deixo para aqueles que nos ouvem, aproximemo-nos de Jesus, aproximemo-nos do Evangelho, aproximemo-nos da espiritualidade para nos renovar enquanto espíritos imortais. E aproximemo-nos também, como nos propõe o espírito Joana de Angângeles, do tratamento médico, porque os médicos, os
ho, aproximemo-nos da espiritualidade para nos renovar enquanto espíritos imortais. E aproximemo-nos também, como nos propõe o espírito Joana de Angângeles, do tratamento médico, porque os médicos, os psiquiatras, são grandes benfeitores da humanidade. E quando nós tratamos da saúde de uma forma integral, tomando o remédio quando necessário, indo ao psicólogo quando necessário, mas sobretudo cuidando do espírito que nós somos, nós tendemos a ficar mais saudáveis. para a professora Solange, a pergunta também do YouTube de Aline, ela pergunta assim: "Qual vai ser a medida da ambição?" É interessante a pergunta, professor. Qual a medida da ambição de um espírita? Será que o espírita pode estar em ambição também? Boa noite, Aline. A ambição do espírita, depois de se apropriar do conhecimento doutrinário, deve ser vencer-se a si mesmo, porque daí se origina toda a superação das dificuldades que advenham no seu caminho ou no nosso caminho. Nós vamos aprendendo com a experiência e vivenciando aquilo que nós estamos entendendo, compreendendo e aceitando. Cada ser um ser em particular, é um universo próprio. A ambição nossa deveria ser adquirir o espírito crístico. Para isso, ele nos enviou consolador prometido, trazendo regras, delineamento, sugestões, informações precisas para que nós vençamos dentro da nossa capacidade. Cada indivíduo está num limite, num alcance, numa percepção, tem um desenvolvimento espiritual e, portanto, cada um vai ambicionar de acordo com as suas possibilidades, com a sua visão, com o entendimento da do qual ele se apropria através das informações dos espíritos. Então, no caso, cada um tem um nível de ambição, mas para mim em particular, eu posso dizer que seria vencer as minhas próprias limitações para oferecer o meu melhor através do que eu já aprendi com o Espiritismo e a mais ainda com a vivência dele em nosso dia a dia. >> Obrigado, professora. Nós temos, Rafael, aqui uma pergunta do público. Eh, é uma afirmação e uma pergunta ao mesmo tempo.
di com o Espiritismo e a mais ainda com a vivência dele em nosso dia a dia. >> Obrigado, professora. Nós temos, Rafael, aqui uma pergunta do público. Eh, é uma afirmação e uma pergunta ao mesmo tempo. O nosso questionador diz o seguinte: "O estágio da ação persistente de um espírito sobre o outro é uma obsessão". Então ele faz uma afirmação. O estágio da ação persistente de um espírito sobre outro é obsessão. Aí ele faz a pergunta e pergunta se a loucura, eu criei, creio que tá associando obsessão com loucura. A loucura tem cura? >> O Dr. Adolfo >> é >> loucura provocada pela obsessão, né? Eh, vamos explorar melhor esse assunto aí de loucura e obsessão. E o que que os benfeitores nos dizem a respeito disso? O Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante, quando ainda encarnado, ele foi um grande médico das terras brasileiras. chegou a ser conhecido como o médico dos pobres, alguém que no curso da medicina auxiliou-nos bastante e ele teve ocasião de escrever um livro intitulado A loucura sobre novo prisma. E quais foram as considerações do Dr. Bezerra de Menezes? Ele chegou à conclusão de que muitos dos casos de loucura não eram propriamente de doenças endógenas, processos físicos, orgânicos. se vocês conseguem me compreender, mas de uma aproximação de espíritos, realidades extracorpóreas que, impulsionando-nos com seus fluidos deletérios em processos que nós conhecemos por influências espirituais, eram capazes de desenvolver quadros de loucura, quadros em que a pessoa perde a realidade objetiva, em que a pessoa tem comportamentos estranhos. Hoje aquele que nos pergunta ou aquela, eu agradeço pela pergunta, nós nem temos o termo loucura propriamente dita, porque existe uma série de nuanças dos desequilíbrios espirituais. Então, a loucura por obsessão, eu melhor chamaria o desequilíbrio por obsessão, ele poderia sim ter cura se curada fosse a causa da obsessão que causa a loucura propriamente dita. E nós sabemos que o processo de libertação da obsessão, conforme nos trazem o livro dos médiuns,
ão, ele poderia sim ter cura se curada fosse a causa da obsessão que causa a loucura propriamente dita. E nós sabemos que o processo de libertação da obsessão, conforme nos trazem o livro dos médiuns, lá no capítulo 23, que trata das obsessões, tem a ver com o nosso processo de transformação moral. Porque os obsessores, esses espíritos que nos influenciam, eles o fazem nas nossas mazelas, no nosso orgulho, no nosso egoísmo, nas nossas dívidas de natureza moral. Então, nós somos influenciados naquilo que são os nossos pontos negativos. Então, se o espírito se afasta de nós, porque cessadas são as causas daquela aproximação, nós poderemos ficar curados. Agora, observe, se eu não me transformo moralmente, às vezes um espírito é afastado de mim numa reunião mediúnica sem a presença do obsidiado. É um espírito que recebendo a sua, o seu esclarecimento, ele se afasta. Mas eu não me transformo, permanecem em mim as matrizes para que outros espíritos se aproximem e continue o processo obsessivo. O apóstolo Paulo, na carta aos Hebreus, no capítulo 12 verso primeiro, ele costumava dizer: "Nós estamos rodeados por uma nuvem de testemunhas que sintonizam conosco naqueles que são os nossos interesses, naqueles que são os nossos propósitos na vida". Então, respondendo objetivamente a sua pergunta, a loucura por obsessão, ela pode ser curada se o espírito obsessor se afasta de nós e se nós igualmente nos transformamos moralmente? Agora, existem outros processos de desequilíbrio que são de natureza orgânica, porque a pessoa adoece pelo seu trato psíquico, pela deficiência de algum neurotransmissor, pelo desgaste de algum tecido, de algum órgão. Aí a pessoa precisa efetivamente tomar remédio, fazer o tratamento correspondente. E em todos esses casos, sim, a loucura tem cura. Mas nós precisamos observar uma outra nuança. Esse tema daria quase que um seminário. Existem processos que são expiações. O que que é uma expiação? Eu nasço com um determinado processo para poder me melhorar, me corrigir de comportamentos
uança. Esse tema daria quase que um seminário. Existem processos que são expiações. O que que é uma expiação? Eu nasço com um determinado processo para poder me melhorar, me corrigir de comportamentos equivocados de outra vida. Então, por exemplo, às vezes um quadro de esquizofrenia, um quadro de transtorno mais grave é o meu perespírito, que acumulou débitos de dívidas passadas, de vidas passadas, e acaba formatando um corpo na vida atual que tem determinados comprometimentos. Então eu passo uma vida inteira com um desgaste orgânico e vou me recuperando passo a passo. Então é o olhar do mundo é um doente que não teve cura, mas o espírito tá sempre se curando, ele tá sempre se melhorando. Espero que a minha resposta tenha atendido e fico à disposição para poder fazer qualquer complemento. >> Rafael, muito boa resposta, professor. Uma pergunta do público aqui a respeito de sonhos. né? Ah, a questão aqui colocada, gostaria de saber se sonhar com alguém e sentir um abraço se isso é real ou é só uma impressão? >> Isso pode ser real, por que não? Quando nós dormimos, nós podemos sair do corpo. Ficamos ligados ao corpo por um cordão fluídico e encontramos no mundo espiritual aqueles que são os nossos afins ou não. Então, não é uma coisa que possa dizer assim: "Não, isso não existe. Existe sim." E certa feita, conversando com Divaldo a respeito de sonhos e ele me disse: "Quando é colorido é desdobramento." Então, vejamos bem, a gente tem as impressões que são retidas na memória de acordo com a necessidade de construção ou ajuda a nós. Então, às vezes sonhamos com alguém que nos disse coisas maravilhosas e nós guardamos apenas a lembrança da vibração daquele ser e não sabemos traduzir na intimidade tudo como se deu, aonde nós fomos, se estamos numa região mais próxima, se estamos numa região mais distante, se fomos levados pelo amigo espiritual ou não. Isso tudo não fica delineado, fica para nós na memória aquilo que realmente importa e que pode nos ajudar às vezes como um estímulo
região mais distante, se fomos levados pelo amigo espiritual ou não. Isso tudo não fica delineado, fica para nós na memória aquilo que realmente importa e que pode nos ajudar às vezes como um estímulo para a nossa continuidade no labor, no trabalho. Às vezes estamos fazendo alguma coisa, temos dúvida, os espíritos vêm, nos ajudam, nos intuem. o nosso amigo espiritual que sempre nos dá a possibilidade de nós refletirmos sobre as nossas ações, porque eles não deliberam por nós, porque senão estariam violentando o nosso livre arbítrio e a consequência caberia a ele do ato e não nosso. Então, tanto a conquista do bem, do belo e do especial, digamos assim, de um sentimento diferenciado, vai depender de nós mesmos, da nossa capacidade de entendimento e da necessidade que nós possuímos para desse estímulo para continuidade do labor ou uma solução que há de virá de um raciocínio por aquela conversa ou aquele encontro com um amigo, com um ser especial, com um parente. Tudo isso é possível. >> Obrigado, professora Rafael. Alguns eh algum tempo atrás, o Divaldo escreveu um belo de um livro na época da pandemia, No rumo do mundo de regeneração. Realmente foi um bestseller. Ah, me surpreendeu muito a vendagem daquele livro naquela época. Foi algo assim, foi mais de 100.000 livros em muito pouco tempo foi vendido. As pessoas estavam com muito interesse. E ontem conversando com um amigo numa reunião a respeito de assuntos doutrinários, ele fez uma reflexão bastante interessante, eh, dizendo que nós não estamos mais nesse mundo de provas e expiações. De fato, é como se fosse a noite. Tem a noite, tem a madrugada. Então, até a meia-noite seria essa provas e expiações. E essa regeneração é o primeiro minuto do novo dia, né? Então ele crê que nós estamos já no primeiro minuto do novo dia, que seria o mundo de regeneração. Isso não quer dizer que daqui a 10 anos ou 20 ou 30 nós já tenhamos o alvorecer, né? Eh, então a pergunta que nós temos aqui, Rafael, do público é a seguinte: como se
que seria o mundo de regeneração. Isso não quer dizer que daqui a 10 anos ou 20 ou 30 nós já tenhamos o alvorecer, né? Eh, então a pergunta que nós temos aqui, Rafael, do público é a seguinte: como se dará essa na prática a regeneração? Eu acho que a pessoa quis dizer o mundo de regeneração. Qual a consequência de tal condição? Que que irá acontecer, as perspectivas futuras nesse nova nessa nova realidade que nós estamos vivendo? >> Excelente pergunta. Eu vou aproveitar das suas considerações, Mário Sérgio, para falar que da psicografia do Divaldo, nós temos quatro excelentes obras que falam do assunto. Começando por transição planetária, seguindo em amanhecer de uma nova era, passando para perturbações espirituais e chegando na quarta, no rumo do mundo de regeneração, formando uma quadrilogia. A pessoa que nos perguntou pode depois pegar essas quatro obras e fazer uma leitura, porque nos permite compreender esse processo que não foi trazido por Manuel Filomeno de Miranda, foi trazido por Jesus. Tá lá no sermão profético em Marcos capítulo 13 e em Mateus capítulo 24. foi trazida igualmente por Allan Kardec no quinto livro da codificação, que é o livro A Gênese. Quando no último capítulo intitulado São Chegados os tempos, fala-se da regeneração da humanidade. O que que é esse processo de regeneração? Quando nós abrimos o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo terceiro, há muitas moradas na casa do meu pai, nós sabemos que são cinco os tipos de mundos habitados, a começar pelos mundos primitivos, mundos de provas e expiação, mundos de regeneração, mundos felizes e mundos celestes. Então, o processo de regeneração nada mais é do que sair da categoria na qual a Terra está agora, prova as espiações e passar por um período de regeneração. Esse período é um período de trânsito, onde nós teremos muitas problemáticas na Terra, problemáticas de natureza física. Daí nós vemos muitos terremotos, maremotos, problemas físicos também, problemáticas de natureza física e psíquica, quando a gente vê muitos
as problemáticas na Terra, problemáticas de natureza física. Daí nós vemos muitos terremotos, maremotos, problemas físicos também, problemáticas de natureza física e psíquica, quando a gente vê muitos problemas psicológicos, problemas sociais. E por que tudo isso? Eu vou fazer uma comparação. Imagine que eu vá reformar a minha casa. A casa em reforma, ela já não é a casa de antes e também não é a casa pronta. Eu quero que as pessoas idealizem a construção. Tá cheio de poeira, tá cheio de entulho. E muitos dizem assim: "Mas parece que antes estava melhor". Não, não estava. A casa precisava de reforma. Nós estamos rumo à nova era, tal qual Jesus nos fala na parábola dos trabalhadores da vinha. Porque uns foram chamados para trabalhar às 6 da manhã, outro às 9, outro ao meio-dia, outros às 15 horas, né? E por fim, às 17 horas, porque pro judeu, e a parábola foi contada nos tempos dos judeus, o dia termina às 18. Então, às 17 horas era a última hora. Então é esse momento que nós estamos vivendo, onde a Terra está fazendo uma transição para chegar num mundo melhor. E nos narra o Evangelho Segundo o Espiritismo que este mundo é um mundo onde almas que ainda têm que passar por determinadas condições aurem novas forças. E uma das características, repisando aquilo que você já disse, é o mundo em regeneração. Nós não teremos expiações mais, mas nós teremos provas, testes ao nosso levantamento. Então aquele que nos pergunta, eu respondo, regenerar-se é um processo da Terra, mas igualmente é um processo nosso, porque a Terra se regenera quando nós no nos regeneramos. Daí o espírito Manuel Filomeno de Miranda, logo na primeira parte do livro Transição Planetária, ele faz um convite: "Eis que a Terra chega um novo momento, o momento de crescer na hierarquia dos mundos". E esse convite é muito mais de natureza moral, porque os seguidores de Jesus serão chamados a testemunhar sua fidelidade a Jesus, a serem pessoas melhores, a elevarem os valores da alma, a vencer o egoísmo, a vencer o orgulho, a se tornarem
moral, porque os seguidores de Jesus serão chamados a testemunhar sua fidelidade a Jesus, a serem pessoas melhores, a elevarem os valores da alma, a vencer o egoísmo, a vencer o orgulho, a se tornarem fraternos uns com os outros. Esse é o nosso desafio, esse o período pelo qual nós passamos. Então, quando olharmos o mundo do jeito que se encontra hoje, e muitas pessoas reclamam, às vezes tem um olhar assim pessimista, faz parte da regeneração. É a casa que está sendo reformada rumo à casa nova. O nosso olhar deve ser um olhar de esperança, de otimismo, como nos diz a benfeitora Joana de Angeles, mas sobretudo de fazer a nossa parte, porque a grande transição começa em nós. Se eu sou uma pessoa melhor, se nós formamos uma sociedade melhor, o mundo avança. Avança as pessoas, avança o próprio mundo. Rafael, excelente a resposta, muito esclarecedor a respeito desta nova era que nós passamos a viver agora. Vamos ao nosso intervalo e já retornaremos. A mansão do caminho apresenta a precipitação responde por muitos males que afligem o homem. O agressor psicologicamente encontra-se [música] dominado pelo instinto da destruição. Se te sentes [música] num túnel extenso entre sombras ameaçadoras, [música] segue adiante e verás uma luz que te espera após o trânsito difícil. >> Renuncia hoje para que a paz te domine o coração amanhã e a crescer no bem, avançando em paz na direção de Deus, o amor total. Receitas de paz. escrito por Divaldo Franco pelo espírito Joana de Angeles. >> Então, retornamos. Eu deixaria aqui registrado para aqueles que não sabem que a desencarnação do tio Nilson foi no dia 21 de novembro de 2013. Então, amanhã é a data a desencarnação há 12 anos, né? Eh, Rafael, nós temos aqui uma pergunta do YouTube ainda no assunto de obsessão, né? A a Patrícia perguntou: "Qual é a diferença entre obsessão, fascinação e subjulação?" Eu creio que ela queria que a gente desse uma narrativa. Qual é os tipos de obsessão que nós temos na doutrina espírita do capítulo 23 lá dos
al é a diferença entre obsessão, fascinação e subjulação?" Eu creio que ela queria que a gente desse uma narrativa. Qual é os tipos de obsessão que nós temos na doutrina espírita do capítulo 23 lá dos livros dos médiuns. O que é que nós podemos falar a respeito disso? Tá? Vamos lá. O professor Allan Kardec, quando escreveu o livro dos médiuns, que é a segunda obra da codificação espírita, no capítulo 23, intitulado Da obsessão, ele ouve por bem, de uma forma didática, em classificar os níveis de obsessões, falando que existe a obsessão simples, falando que existe a obsessão do tipo fascinação e falando falando da obsessão do tipo subjagação. A obsessão simples, que não é uma simples obsessão, é quando nós somos influenciados e muitas vezes nem nos damos conta disso. Uma vez perguntaram para Chico Xavier: "Todos nós sofremos a influência dos espíritos?" E Chico Xavier: "Sim, todos nós, de uma certa forma somos obsidiados. E aquele que diz que não é, acaba sendo o maior de todos. E por quê? Porque nós estamos interagindo com os espíritos durante todo o tempo. O próprio livro dos espíritos, na questão 459, Allan Kardec indaga aos imortais: "Influenciam os espíritos na nossa vida e nos nossos pensamentos?" E a resposta: imaginais, de ordinário, são eles que vos dirigem. Então, a obsessão simples são os pensamentos, são as manifestações que os espíritos fazem na nossa vida e muitas vezes nós nem nos damos conta. São aquelas tristezas sem causa, os dias que a gente está muito deprimido, se eu posso me manifestar desse jeito, as contrariedades, as brigas, o meu mau humor, às vezes a forma de resolver as situações no ambiente de trabalho e até mesmo na casa espírita, dividindo, brigando sempre, é uma influenciação. Quando a gente não cuida dessa influência simples que o espírito Camilo, que escreve por José Raul Teixeira, chama de influência, que pode nos paralisar, nós chegamos num segundo grau, que é o grau da fascinação. E o grau da fascinação, ele é muito difícil, porque a gente já não percebe mais que
ul Teixeira, chama de influência, que pode nos paralisar, nós chegamos num segundo grau, que é o grau da fascinação. E o grau da fascinação, ele é muito difícil, porque a gente já não percebe mais que está obsidiado, porque a fascinação mexe com o nosso discernimento. Os espíritos começam a exaltar em nós a própria vaidade e nós não nos damos conta que estamos obsidiad. Os espíritos ensuflam o nosso ego de forma que a gente começa a se achar muito importante. A nossa fala é sempre a melhor, a mais arrazoada. Se estamos na casa espírita, começamos a achar que somos perseguidos. Vem aquelas situações, a fulano está falando isso de mim, mas não é verdade. Os melindres que nós conhecemos, quando o médium está fascinado, ele costuma escrever textos e assina nomes, às vezes os mais dignos, mas o texto não é um texto de grande conteúdo doutrinário. Por isso Allan Kardec dizia, os textos mediúnicos, nós não olhamos pelas assinaturas, nós olhamos pelo conteúdo. Então, vamos guardar. A obsessão simples, as influências. A obsessão por fascinação nos fascina. Toda o nosso discernimento ensufla a nossa vaidade. E a subjulgação, a própria palavra já diz estar sob o julgo. Aí nós perdemos a própria vontade. E vemos pessoas subjugadas que pegam de armas, atiram e outras pessoas. Vejam, nós não podemos colocar na mão do espírito cometer o homicídio, mas em verdade a pessoa se se fez tão fraca que foi influenciada a ponto de matar alguém, a ponto de estar na rua emitindo sons multurais, fazendo gestos grotescos, fazendo experimentos que às vezes a gente olha pra pessoa, ela está completamente fora de si, ou seja, está num estágio de subjulgação sob o julgo de uma entidade. Obsessora. Didaticamente são esses os três tipos que nos traz Allan Kardec. Existem outros, existem que são trazidos na revista espírita, mas eu vou ficar aqui com os tipos trazidos no livro dos médiuns e acentuar o que para mim é o mais importante. Se existe a obsessão, existe a desobsessão. E a desobsessão começa em nós. diz Joana de Angeles que
ficar aqui com os tipos trazidos no livro dos médiuns e acentuar o que para mim é o mais importante. Se existe a obsessão, existe a desobsessão. E a desobsessão começa em nós. diz Joana de Angeles que nós começamos a tratar da obsessão simples, mudando o padrão dos nossos pensamentos, tendo uma vida mais elevada, conversações nobres, frequentando a casa espírita para renovar-nos enquanto espírito imortal, procurando ajuda, estando sempre em ambientes que nos elevam, porque começa em nós. Quando chega na fascinação e na subjgação, nós já precisamos de ajuda. Aí, meus amigos, nos aproximemos da doutrina espírita, nos aproximemos de Jesus e do evangelho. Fujamos um pouco dessa turba multa das coisas do mundo para viver em paz. Esse a melhor receita contra as obsessões. >> Muito obrigado, Rafael, pela resposta. Vamos agora fazer uma pergunta pra professora Solange. Professora, o que seria o choque anímico? O choque anímico é aquele que o espírito experimenta no momento em que ele vai se comunicar. O como é que acontece a comunicação? Pra gente entender. Não, o espírito não entra no corpo de ninguém. Nós expandimos o nosso perespírito pela concentração. O espírito também pelo seu perespírito entra e interage no campo do médio. Ele recebe as energias que vão ajudá-lo. Então, esse choque são as energias do médium através do seu perespírito, porque nenhum espírito entra no corpo do outro. A interação é através do campo perespiritual do encarnado e do desencarnado. Aí realmente ele sente as vibrações e às vezes desperta, sai daquele estado de torpor ou passa a ver que ele está falando por alguém. Enfim, dá nele aquele choque que os usa o ajuda ou os ajudam a despertar e entender o mecanismo pelo qual está passando. Nem sempre o espírito comunicante tem essa noção, como nós estamos explicando. Ele sente, mas não sabe como é, como veio e por que está acontecendo. Então, o médio é o intermediário entre o mundo físico e o espiritual, visto que o espírito não possui mais um corpo físico,
cando. Ele sente, mas não sabe como é, como veio e por que está acontecendo. Então, o médio é o intermediário entre o mundo físico e o espiritual, visto que o espírito não possui mais um corpo físico, então ele recebe essas vibrações que o ajudam a ter esse momento que pode levá-lo a um despertamento, a uma consciência, a depender do estado no qual o espírito se encontre. E nós sabemos, quanto mais o médium se anula, mais ele vai procurar exatamente anular a sua interferência, mas a comunicação é autêntica. Não é que não sejam autênticas, todas são autênticas, mas na proporção em que há uma identidade e uma forma do espírito encarnado, quer dizer, o médium, ele se anular, ele permite uma comunicação mais eficaz. mais autêntica em todas as situações, porque sempre haverá uma interferência nossa, porque nós não podemos nos anular totalmente, mas aqueles espíritos de escol como Chico, como Divaldo, já tem uma dinâmica espiritual de tamanha flexibilidade e de interação de campo com espíritos que a gente diz tanto aqueles necessitados de ajuda como aqueles que vêm para nos ajudar com esses médiuns. São diferenciados, mas os médiuns em geral funcionam desta forma. Eles se concentram, se abstém de pensar para que o pensamento, a ideia e os sentimentos do comunicante possa se expressar e ele possa sentir essa interação de campo do seu perespírito de desencarnado com o perespírito do encarnado. Rafael, aproveitando a a questão apresentada pela professora Solange relativamente ao animismo e a participação do médium na comunicação mediúnica, ela exemplificou muito bem Divaldo e o Chico, que eram médiuns sonambúlicos inconscientes. Então direi que se a gente pudesse usar um termo assim 100% mecânico até o 0% que seria o a própria comunicação da própria pessoa, é uma comunicação espiritual, né? 100% anímico e 0% anímico. E como é que Allan Kardec fez essa classificação bastante interessante também no livro dos médios, Rafael? Tá. Allan Kardec como um grande professor e o vaso escolhido, se eu
00% anímico e 0% anímico. E como é que Allan Kardec fez essa classificação bastante interessante também no livro dos médios, Rafael? Tá. Allan Kardec como um grande professor e o vaso escolhido, se eu assim posso me expressar, para ser o codificador da doutrina espírita, ele no capítulo 14 ele traz todo um manancial para nós estudarmos o médium. Todo aquele que sente num grau qualquer a influência do plano espiritual, a influência dos espíritos, é por essa razão chamada médium. Mas Allan Kardec também estudou o fenômeno do animismo. O que é o fenômeno do animismo? Anima quer dizer alma. Porque nós somos almas, somos espíritos que hoje estamos na condição de encarnados. Então, muitos fenômenos derivam da nossa própria alma. Nós não precisamos temer o animismo. Existem grandes projetos da mansão do caminho, livros grandes estudiosos. Eu, por exemplo, consciência mediúnica, foi um que eu estudei e utilizo até hoje, qualidade na prática mediúnica. Nós precisamos não praticar a o animismo quando ele é intencional. Por exemplo, eu vou para uma reunião mediúnica e não tem espírito nenhum e eu forjo uma comunicação, porque aí é má fé nossa. Agora, quando o animismo faz parte do processo de crescimento, ele é uma ponte para nós chegarmos na mediunidade. Porque vejam, se a mensagem passa por nós, de uma certa forma, ela vai trazer algo desse filtro que somos nós, vai trazer algumas características. E no processo de desenvolvimento mediúnico, o que que é essa educação mediúnica? que na verdade a gente poderia dizer que é melhor dizer educação do que desenvolvimento, porque eu educo algo que eu trouxe, mas eu não posso desenvolver se eu não tenho a mediunidade, seria eu cada vez mais diminuir o meu animismo, a minha presença, como muito bem disse a professora Solange, para que as tintas do espírito se tornem cada vez mais patentes. E quando você cita a mediunidade de Francisco Cândido Xavier, de Divaldo Pereira Franco, de Eurípedes Barçadulfo, de José Raul Teixeira, são grandes médiuns que cumpriram que a
cada vez mais patentes. E quando você cita a mediunidade de Francisco Cândido Xavier, de Divaldo Pereira Franco, de Eurípedes Barçadulfo, de José Raul Teixeira, são grandes médiuns que cumpriram que a gente chama de mediunato, ou seja, conseguiram se entregar de uma determinada forma a tarefa do bem, que em silenciando o próprio eu, tornaram-se lápis na mão de Deus. E eu quero citar aqui uma frase de Madre Teresa de Calcutá, não era espírita, mas era médium. E ela dizia: "Não sou eu que escrevo. Deus escreve por mim. Eu sou um lápis na mão de Deus". Então, ser médium é cada vez eu ser um melhor instrumento para que os espíritos escrevam através de mim. Isso é um processo de educação, um processo de aprendizado, um processo que requer de nós estudo, reforma íntima, prática, entrega ao trabalho, confiança em Jesus. Então, o animismo intencional não é uma fé nossa. O animismo, enquanto um processo de autodesenvolvimento da mediunidade faz parte do crescimento. E para tanto, a gente conta com o auxílio do dirigente da reunião, conta com o nosso próprio conhecimento, que eu preciso me observar. Será que isso vem de mim? Será que isso é do espírito? E nesse processo de animismo, nós sabemos que muitos desses fenômenos remontam a processo de vidas passadas. Porque no meu processo de apassivamento, eu acabo dando vazão a coisas minhas do passado, que também é animismo, mas é um processo de crescimento. O espírito André Luiz, escrevendo por Chico Xavier num livro notável, Nos Domínios da Mediunidade, ele nos diz: "Não temamos o animismo, mas tenhamos responsabilidade, responsabilidade que nós aprendemos com ele para nos tornarmos cada vez melhores médiuns. E o bom médium, como nos diz o livro dos médiuns, no capítulo 20, não é aquele que tem muitas aptidões mediúnicas, mas é aquele que vai se desenvolvendo a tal ponto que deixa de ser enganado pelos espíritos trevosos. Então, Mário Sérgio, existe o animismo enquanto um processo da alma, existe a mediunidade, que é esse processamento de
se desenvolvendo a tal ponto que deixa de ser enganado pelos espíritos trevosos. Então, Mário Sérgio, existe o animismo enquanto um processo da alma, existe a mediunidade, que é esse processamento de cada um de nós para sermos instrumentos fiéis aos bons espíritos. Muito bom, Rafael. Eu vou fazer a última pergunta para você. Então, é uma pergunta que nos chegou aqui pelo YouTube do Bruno. Ele coloca assim: "Como recuperar?" Ele colocou recuperar, entre aspas, como recuperar uma mediunidade que deixou de ser trabalhada. Eu vou me valer do exemplo que José Raul Teixeira citou muitas vezes. Veja, ele compara a mediunidade, ele ele usa muito exemplos porque um professor ele nos exemplos os alunos aprendem. Então veja, eu tenho todos os, vamos dizer assim, os encanamentos por onde a água passa na minha casa. Então o médium ele tem os encanamentos, ele tem os registros orgânicos, os órgãos pelos quais a transmissão da mediunidade ela vai se perfectibilizar. Eu usando ou não, o equipamento tá ali. O melhor é que eu use e que eu use de uma forma disciplinada, naquilo que a gente chama de mediunidade com Jesus, mediunidade com o evangelho, mediunidade onde eu coloque a minha vida a serviço do meu próximo, do meu semelhante. Se eu não uso essa mediunidade pro bem, o canal fica aberto. E ele ficando aberto, valendo-me do exemplo do encanamento, ao invés de água limpa, pode começar a transitar água suja. são as obsessões, as ideias perniciosas, aquela aquele monte de ideias que pode fazer com que a minha vida se perturbe, porque quando eu sou influenciado por entidades perturbadoras, eu também me perturbo. Então eu vejo nessa pergunta alguém que quer trazer a mediunidade pro prumo novamente. Paraa mediunidade voltar pro prumo, não é a mediunidade, é o médium. Somos nós que precisamos voltar pro prumo, porque os amigos espirituais desejam que nós nos recuperemos. O nosso amigo espiritual, aquele que é o nosso mentor, como assim costumamos dizer, deseje que nós nos recuperemos. Ele está sempre falando com
e os amigos espirituais desejam que nós nos recuperemos. O nosso amigo espiritual, aquele que é o nosso mentor, como assim costumamos dizer, deseje que nós nos recuperemos. Ele está sempre falando com nós. Nós é que fazemos ouvidos mocos à sua presença. Então, que a gente volva os caminhos da prática do bem, das conversações nobres, dos pensamentos positivos, das leituras edificantes e nos entreguemos ao trabalho numa casa espírita, um trabalho junto à sociedade, porque aí a gente vai drenando a água suja e trazendo no lugar a água límpida. Falando em termos de mediunidade, a gente vai colocando a mediunidade a serviço dos bons espíritos, deixando que ela seja utilizada pelos espíritos perturbadores. >> Muito obrigado, Rafael, pela pelas respostas, todas muito bem pautadas nos ensinamentos da doutrina espírita. Excelente. Eu convido você agora então que possa se despedir do público presente, daquele que nos assistem remotamente. Mário Sérgio, professora Solange, é sempre momentos de muita alegria quando eu vou à mansão, quando eu estou longe, mas falando com os amigos da mansão. tem um carinho muito especial por Divaldo, uma gratidão imensa por Nilson, tio Nilson, eu conhecia, eu era muito jovem, abracei Nilson e assim é uma coisa formidável. Comecei com poesia, quero terminar com poesia também, porque eu acho, relembrando as palavras do Divaldo quando ele citava Dostoevski, a beleza salvará o mundo, a beleza da gentileza, a beleza do amor, a beleza do evangelho. E eu compus um soneto chamado a eterna esperança, porque a esperança está em Jesus. E ele diz assim: "Quando as dores forem lancinantes e os olhos perplexos quiserem chorar, lembra-te das estrelas cintilantes que vieram o teu céu fazer brilhar. Quando triste te sentires sozinho, decepcionado com uma cara afeição, tenta refletir por um pouquinho e verás quantos amam o teu coração. Quando então tua vida estremecer por crises e misérias que te fazem sofrer, busca em prece o celeste amigo. Pois em meio a tanta intemperança, és Jesus, a
pouquinho e verás quantos amam o teu coração. Quando então tua vida estremecer por crises e misérias que te fazem sofrer, busca em prece o celeste amigo. Pois em meio a tanta intemperança, és Jesus, a tua eterna esperança que caminhará para sempre contigo. Um beijo grande e muito obrigado. >> Muito obrigado, Rafael. Excelente, excelente. Nós agradecemos muito a participação. Envia o nosso irmão Raul Teixeira um grande abraço que a mansão do Caminho envia a ele. Agradeço agora a Regina, nossa tradutora de Libras, né? Muito obrigado ao público presente, aqueles que nos assistem remotamente, à equipe da mansão do caminho, ao Sérgio, ao Júnior. E vamos nos preparar agora então para o encerramento da nossa reunião, convidando os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino amigo, muito Senhor, temos agradecer muito a agradecer Porque nos destes a oportunidade de conhecer a doutrina espírita. Como a doutrina espírita é rica de ensinos, não existe possibilidade nenhuma de turbar o nosso coração, de perder a fé em Deus, de acreditar na divina providência das ações, acreditar que a nossa vida tem uma destinação pautada pela orientação de Jesus e de Deus. Nada, absolutamente nada do que nos acontece. Não deixa de ter o conhecimento divino. Só nos acontece aquilo que é melhor para nós, aquilo de que necessitamos. Porque Deus, porque Jesus é misericórdia. Jesus é amor. Jesus é bondade, Jesus é justiça. Então, para nós, ele deseja justiça e deseja amor. Então, o que nos acontece sempre é o melhor para nós. que nos desviamos do caminho, as consequências nós iremos refazer, mas sempre com novas e contínuas oportunidades. Abençoa, Senhor, neste momento, os médiuns passistas desta casa. Abençoa-nos e transmite-nos as boas energias que são originadas nesse mundo espiritual maravilhoso em que vivemos. Leva, Divald Nilson a nossa saudade e as boas recordações. O nome dos encarnados e desencarnados
e transmite-nos as boas energias que são originadas nesse mundo espiritual maravilhoso em que vivemos. Leva, Divald Nilson a nossa saudade e as boas recordações. O nome dos encarnados e desencarnados que colocamos na entrada do cenáculo, sobre eles a vossa misericórdia, Senhor, para que possam ser atendidos pelos bons espíritos naquilo que mais necessitam e mais merecem. fluidifica a nossa água, transformando-a no medicamento para as nossas necessidades físicas, mentais, espirituais, emocionais, seja lá de que ordem forem, mas que nos auxilie na nossa cura, a cura real, a cura do espírito. leva ao nosso querido irmão Rafael as nossas profundas considerações e agradecimentos pela noite de hoje. S, pois conosco, Senhor, conduz-nos de retorno ao lar, pensando em Ti. Abençoa-nos hoje e por todo sempre e que assim seja. Declaro encerrada a nossa reunião da noite de hoje. Nossa gratidão a todos.
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