Mário Sérgio, Solange Seixas e Danilo Cruz • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Danilo Flávio Santos da Cruz é professor, psicólogo, escritor, palestrante espírita e voluntário do Centro Espírita Paulo e Estevão e do canal Raciocínios Espíritas, no YouTube. Atualmente, ele colabora como facilitador do grupo de estudo da Série psicológica de Joanna de Ângelis e da série "Sabedoria do Evangelho", de autoria de Carlos Torres Pastorino. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade
Vamos dar início ao nosso Conversando sobre o Espiritismo. Convidamos a professora Solange Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor. Nesta noite, como de tantas outras, os nossos corações percebem as carências e necessidades da nossa evolução. Para tanto, Senhor, queremos servir-te. oferecendo o melhor de que estamos possuídos. Mas mesmo assim, não nos permitas cultivar em nossas almas a erva daninha da intolerância, da maldade e da falta de humildade, para que reconheçamos as carências em nós. E assim, vencendo-as, possamos ofertar-te um coração puro e bom. Ó Jesus, há tanto a pedir, quase nada para oferecer. Há tanta dor, incompreensão e lutas sobre a face da terra. Os homens ainda não entenderam que só o amor constrói. é destrutível pela falta da ponderação e acima de tudo da energia vigorosa que deve amanar de cada ser na direção do seu semelhante, construindo a paz pela compreensão e aceitação. com as suas dificuldades. Permite-nos, Senhor, entender o que tu desejas de nós e assim possamos oferecer o de que estejamos melhor possuídos e cantando, não com palavras, mas com atos. possamos resgatar-nos e oferecendo o nosso exemplo, possa tocar outros corações para que assim, refleto de energias positivas, caminhemos na direção do Pai, fazendo o nosso péripo libertador. Contando com a tua e a misericórdia dos bons espíritos, leva, Senhor, ao nosso Divaldo, Tio Nilson e os trabalhadores da tua casa, que serviram a tua causa, a nossa gratidão, para que assim possamos continuar seguindo as suas suas pegadas como lições morredoras e estimulantes para a continuidade do esforço em servir, amar e passar. Dá-nos a tua paz. S conosco agora e sempre. Que assim seja. Muito boa noite a todos. Vamos dar início então nosso conversando sobre o espiritismo. E antes eu gostaria de anunciar o nosso seminário com Adilto Bugliesi e o projeto Manuel Filomeno de Miranda, Centro Espírita aprendizado, autoconhecimento e transformação. No dia
sobre o espiritismo. E antes eu gostaria de anunciar o nosso seminário com Adilto Bugliesi e o projeto Manuel Filomeno de Miranda, Centro Espírita aprendizado, autoconhecimento e transformação. No dia 19 de julho, das 16 às 19. Então, sábado, então às 20 horas é a palestra normal e das 16 às 19 nós teremos então o workshop. Aqueles que se inscreverem no site da Mansão do Caminho, nós iremos oferecer o livro de autoria do Adilto Buglies, que vai fazendo um relançamento desse livro nessa data oportuna aí, 19 de julho. É um seminário com o projeto Manuel Fel de Miranda, Tânia Menezes, José Amim e Ulisses Guimarães, além naturalmente do Adilto Boges. Também temos aqui para anunciar ah a jornada de saúde e espiritualidade, que é uma promoção da AM departamento da família da AM Brasil. Jornada de saúde e espiritualidade, a singularidade espiritual da infância, adolescência e da família. Caminhos para a saúde integral. Eh, esse essa jornada de saúde, esse seminário será lá no no Centro Espírita Deus, Luz e e Verdade, que fica ali em Vila Laura. Aqueles que tiverem interesse de participar, vendas de ingresso no Centro Espírita Deus, Luz e Verdade e também no site app Ticket. Então, fica aí a nossa referência. Nós temos no dia de hoje, como nosso convidado aqui, o nosso irmão, nosso amigo Danilo Cruz, que vou fazer agora a apresentação dele, Danilo Flávio Santos da Cruz. Ele é professor, é psicólogo, escritor, palestrante espírita, já esteve aqui diversas vezes conosco e é voluntário do Centro Espírita Paulo Estevão e do canal de Raciocínios Espíritas do YouTube. Atualmente colabora como facilitador do grupo de estudos da série psicológica de Joana de Ângeles e da série Sabedoria do Evangelho, de autoria de Carlos Torres Pastorino. Convidamos então o nosso irmão Danilo para fazer a apresentação. Muito boa noite. Para mim uma grata satisfação voltar a esta casa que sempre me acolhe tão amorosamente e ainda mais hoje com tantos rostos conhecidos. Fico muito feliz, muito satisfeito
apresentação. Muito boa noite. Para mim uma grata satisfação voltar a esta casa que sempre me acolhe tão amorosamente e ainda mais hoje com tantos rostos conhecidos. Fico muito feliz, muito satisfeito e que a gente possa conversar sobre essa doutrina maravilhosa que regenera, esclarece e consola. Muito obrigado. Obrigado, Danilo. Nós temos uma pergunta aqui que ficou na semana passada, Danilo, de como você é professor psicólogo, uma pergunta oportuna, né? Ela pede para um esclarecimento eh para que é que nós possamos na ótica da doutrina espírita falar do bem sofrer e do mal sofrer. Interessantíssima essa pergunta, porque eu estava antes de começar no carro dando uma olhada que eu tenho minha minha listinha de questões cruciais do livro dos espíritos e hoje, especificamente tinha me chamado atenção uma questão específica que sempre eu visito, que não adianta a gente simplesmente achar que a dor é o caminho para que que a gente consiga evoluir espiritualmente. Muita gente tem essa visão, né? Essa visão de que a dor, que é a pedagoga que vai nos conduzir, a dor apenas nos mostra que existe algo errado. Jesus, pela boca e pelos dedos de Pedro, na epístola de Pedro, deixa muito claro que é o amor que encobre a multidão de pecados. é o amor, não é a dor. É importante que a gente perceba na nossa caminhada, na nossa jornada, que nós crescemos, nós nos robustecemos à medida em que diante de uma situação de sofrimento, nós abrimos espaço para que o amor se concretize, se realize através dos nossos gestos. No momento de dor, nós estamos disponíveis para sermos tocados pelos exemplos de amor que chegam até nós para nos trazer algum grau de conforto, de consolação. é o momento em que a gente está mais permeável a uma influência benfazja e amorosa que irá nos tocar e a partir dali vai fazer com que bafeje na nossa alma a esperança de que aquele amor seja uma realidade constante em nossas vidas. Então, não basta apenas sofrer, não basta apenas sentir dor, é preciso que a gente aprenda a ter resignação. Lá na
ssa alma a esperança de que aquele amor seja uma realidade constante em nossas vidas. Então, não basta apenas sofrer, não basta apenas sentir dor, é preciso que a gente aprenda a ter resignação. Lá na questão de número 1004 de O Livro dos Espíritos, a gente vê claramente que o sofrimento vai até o momento em que nós nos melhoramos espiritualmente. Um amigo Flávio Santos fala muito nas palestras e a gente já conversou em um grupo de estudo a respeito de Joana de Ângeles lá na Fraternidade Espírita Irmã Sheila, que Madre Teresa de Calcutá tem uma frase bem peculiar. Ela diz: "É preciso amar até doer". E aí eu brinco com o Flávio dizendo assim: "Não, Flávio, não é assim. É preciso doer até amar. Porque na medida em que a gente aprende a amar, a dor é relativizada. Então, que a gente aprenda com a dor a abrir o nosso coração para manifestar a amorosidade. Obrigado, Danilo. Eh, A Nil fazer uma pergunta aqui relativamente à água fletidificada, se ela pode ser guardada na geladeira após ser usada, né, para ser usada depois. Eu citei que na última na reunião assim ano passã nós estávamos aqui conversando sobre alguns fenômenos que o Divaldo Franco produzia. Ele era um médium de múltiplas ações mediúnicas. Diversos fenômenos se manifestavam através dele. E assim presencialmente muitos dos nós que estamos aqui assistimos diversas vezes que ele magnetizava a água, né? punha as mãos na água e a água ficava perfumada, né? Comigo aconteceu diversas vezes com os os moradores aqui da instituição. Então, muitas vezes ele tementava f com as mãos perfumadas, a gente passava assim o lenço ou passava a mão na mão dele e saiu um óleo, não é? era um perfume. Isso aqui na presencialmente ele fez isso diversas vezes aqui nas reuniões doutrinárias, né? E essa parte do perfume, ele transmitia então pra água, deixava a água perfumada, né, balsamizada. E eu diversas vezes peguei a água e guardei na geladeira em casa, né? E tomava devagarzinho assim um pouquinho eu e a minha família, né? E certa feita, até eu me recordo, ele
rfumada, né, balsamizada. E eu diversas vezes peguei a água e guardei na geladeira em casa, né? E tomava devagarzinho assim um pouquinho eu e a minha família, né? E certa feita, até eu me recordo, ele foi na minha casa e nós fizemos o evangelho no domingo e botamos a garrafa em cima, uma jarra de água em cima d'água, tava meus filhos, né? E ele impôs as mãos na água e a água ficou toda perfumada. E meu filho que era pequeno ficou assim, falei: "Pai, como é que ele mudou a água de dessa forma?" Assim, era água e de repente agora é um perfume, né? Um perfume chegava a ser denso, água tinha uma transformação até física ou química, né? Então naturalmente se nós usamos a água, levamos aqui, por exemplo, colocamos no cenáculo a água, levamos para casa, podemos guardar na geladeira sem problema nenhum, sem questão nenhuma, né? Não vai ter impedimento de utilizar essa água mais tarde. Então ela pode ser guardada na geladeira, sem dúvida nenhuma. Professora, ainda dentro desse assunto do da água, eh, tem uma pessoa também que perguntou aqui eh sobre também sobre água fluidificada. Deixa eu só achar a pergunta para ele fazer aqui. Eh, para não fazermos o evangelho no lar sozinhos, é válido o fazermos em grupos online? Hoje tem essa questão dos grupos online, né? Até reuniões mediúnicas às vezes fazem online, é uma coisa bastante estranha, mas ela pergunta aqui se poderia fazer o evangelho dos grupos, participar dos grupos online. Nós temos grupos online aqui, né, de evangelho. Então, a senhora poderia responder para nós se para não fazermos o evangelho no lar sozinhas é válido o fazermos em grupos online? Com certeza. Hoje a tecnologia vem nos ajudar exatamente a nos aproximarmos. E muitas pessoas que estão distante dos familiares usam um determinado dia na semana, como é normal para o culto, e naquele horário todos entram em sintonia através eh dos mecanismos que hoje nos oferece a tecnologia, não é? E aí todo mundo fica ligado pelo celular ou pelo pelo computador, pelo tablet, enfim. Eh, a família não deixa
dos entram em sintonia através eh dos mecanismos que hoje nos oferece a tecnologia, não é? E aí todo mundo fica ligado pelo celular ou pelo pelo computador, pelo tablet, enfim. Eh, a família não deixa de estar reunida e o objetivo maior é a oração, a condução das energias, aquele momento aonde você vai se lembrar das palavras de Jesus, vai ler um trecho, se tem criança, lê uma historinha pequena e todos participam e dão suas opiniões a respeito. do que entenderam. E é um momento solene, de respeito e de grande valia, porque em vez de estarmos no telefone às vezes fofocando, que bom que todos deixassem de fazer isso e passassem a fazer evangelhos online. famílias, por mais distantes fisicamente, se reaproximam nesse momento. Que hora impessoal, aonde todos ali comungam do mesmo ideal, da mesma vontade de se esclarecer, de estar usando de forma positiva as suas horas, os seus pensamentos. fluidificando a água para que todos comunguem desse ideal e dele façam uso de uma maneira correta e beneficiando não só a si próprio, mas a toda a sua comunidade, a sua família ou até amigos que se reúnam para fazer deste momento que deve ser solene, respeitoso e acima de tudo proveitoso para o nosso aprendizado e crescimento moral, espiritual. Obrigado, professora Danilo. Mais uma pergunta aqui na área da psicologia de Maria. Eh, nós temos que gostar de todas as pessoas entorgação. Procuro tratar todos bem, mas três pontinhos, nem todos eu gosto. Não me sinto bem quando próximo de algumas pessoas. Que é que nós podemos contribuir com ela? É, realmente é difícil gostar de todos, né? Mas isso no nosso nível evolutivo, no momento evolutivo em que nós nos encontramos, realmente é mais complicado, mas é algo que nos aguarda mais adiante. Existe uma mensagem que eu acho uma das mais maravilhosas do Evangelho Segundo o Espiritismo lá no capítulo 11, o item oito, é instruções dos espíritos, a lei de amor, uma mensagem do espírito Lázaro que fala que o ser humano no seu início é só instintos.
as do Evangelho Segundo o Espiritismo lá no capítulo 11, o item oito, é instruções dos espíritos, a lei de amor, uma mensagem do espírito Lázaro que fala que o ser humano no seu início é só instintos. Quando ele evolui um pouquinho e se corrompe, ele tem sensações, mas quando ele se purifica, se plenifica, ele tem sentimentos. E o amor, conforme ele coloca, é esse sol ardente em cujo foco se concentram todas as aspirações e as revelações sobrehumanas. Essa essa fala é fantástica. A única outra fala de Lázaro nessa mensagem que me chama atenção de maneira muito especial é lá no finalzinho quando ele diz que o espírito é para ser cultivado como um campo. Eu acho essa frase também fantástica. Mas aí, nesse momento, Lázaro deixa claro que a amorosidade é justamente a possibilidade de você deixar a sua personalidade de lado. A gente gradativamente vai caminhar para chegar a isso. De acordo com o nosso nível evolutivo, com a nossa caminhada, o nosso degrau onde nós nos encontramos, vamos tentar manifestar essa amorosidade em consonância com as nossas possibilidades. Essa jornada, essa caminhada. Esse é o convite, né? que a gente consiga gradativamente, respeitando também as nossas limitações, as nossas dificuldades, mas sempre se esforçando um pouquinho mais, porque, como dizem os espíritos e Kardec, o verdadeiro espírita é reconhecido pelo seu esforço, pela sua transformação moral e pelo esforço para vencer as suas imperfeições. Então, façamos o nosso esforço. Obrigado, Danilo. A pergunta da Lara aqui do público. O que é o magnetismo e como podemos usá-lo? A Allan Kardec é o codificador da doutrina espírita quando era conhecido como Hipolita Leondenizar Rivo, Messias Rivo, ele era magnetizador, ele tinha muita crença no magnetismo, que é uma capacidade anímica, uma capacidade pessoal que a pessoa tem de transmitir as suas energias, como nós fazemos aqui no passe, né, na transmissão das energias através do passe. Na época que Rivaio era, estava se preparando para fazer a codificação
ue a pessoa tem de transmitir as suas energias, como nós fazemos aqui no passe, né, na transmissão das energias através do passe. Na época que Rivaio era, estava se preparando para fazer a codificação e desenvolver o desenvolvendo os estudos sobre doutrina espírita, tinha um um magnetizador muito famoso na França, chamava Anton Mesmer. Mesmer conhecido inclusive na corte francesa pela capacidade que ele tinha de magnetizar a água. Eh, ele fez uma uma bacia que se chamava uma bacia de Mesmer, onde ele colocou uns eletrodos de cobre dentro e ele encostava as mãos nestas nesses eletrodos, como se fosse um um elemento condutor que levava transmitir a energia dele para aquele elemento físico, cobre, e ia para dentro da água. E as pessoas depois se deitavam na água e curavam as suas a as suas doenças de pele e outras doenças. Então ele ficou muito conhecido, Mesmer, Anton Mesmer. Na frente da casa dele tinha uma uma árvore muito grande e ele abraçava a árvore e transmitia a energia dele para a árvore. As pessoas faziam fila na frente da casa dele e ficava abraçando a árvore, né? Então, Mesmer ficou muito conhecido, né, quando ele foi eh conversar com um amigo dele, Messia Fotier, a respeito dos fenômenos que surgiam das mesas gerantes nas diversas casas em Paris, né, ele ele acreditou naquele fenômeno da mesa levitar, da mesa subir no ar e responder perguntas, porque ele acreditava que aquilo fosse uma energia do ambiente, a energia das pessoas presentes que magnetizavam a mesa. Mas quando disseram para ele, Mercedia as perguntas, aí ele disse: "Olha, a mesa não tem cérebro, não tem músculo, não tem nervos e aí já é uma outra, uma outra ação que está movendo esta mesa. aí que ele iniciou o seu processo de interesse pelos fenômenos que se apresentavam em Paris na época que ele estava lá eh vivendo como Messi Rivo. Então, o magnetismo é um tipo um precursor da doutrina espírita e que Allan Kardec era também muito adepto do magnetismo. Então, e Danilo, vamos aqui a nossa próxima
ava lá eh vivendo como Messi Rivo. Então, o magnetismo é um tipo um precursor da doutrina espírita e que Allan Kardec era também muito adepto do magnetismo. Então, e Danilo, vamos aqui a nossa próxima pergunta para tem uma pergunta aqui muito interessante, mas eu vou deixar para depois, mas de João Carlos. Ele diz o seguinte: "Nas diversas reencarnações pelas quais passamos, sempre é o mesmo guardião espiritual que nos acompanha. E se for sempre o mesmo, por que é o mesmo? Ou será que é o mesmo sempre? É comum que a gente tenha ao longo de algumas encarnações uma repetição, mas isso não é uma condição sinequanum. Na verdade, é possível que inclusive as coisas se invertam a depender do nível evolutivo do ser. acontece de um que chegou no mesmo nível, que está bem próximo, vem na próxima encarnação, sendo ele o guardião, o espírito guia naquele instante, né? Aqui a gente não está falando, obviamente do espírito protetor no sentido macro da palavra, no caso aí o anjo guardião, que aí é alguém que está muito acima e realmente a gente às vezes confunde. A gente acha que, por exemplo, Emanuel era o anjo guardião de Chico Xavier, não? E Emanuel foi o mentor espiritual da mediunidade de Francisco Cândido Xavier. E aí acontece a possibilidade de que Emanuel encarnando quem venha fazer o trabalho de guia seja o próprio Chico. É uma possibilidade interessante, né, pra gente perceber porque eles estão em um nível evolutivo muito próximo. Então isso é uma possibilidade. Mas não existe, respondendo agora de maneira objetiva, essa necessidade de que o espírito guardião se repita constantemente, seja sempre o mesmo. Óbvio que o espírito, podendo fazer esse tipo de escolha com alguma finalidade específica com relação ao processo evolutivo do ente querido, ele fará dessa forma. Mas às vezes acontece do espírito precisar encarnar e ser o pai, como por exemplo a gente vai ver no livro Ave Cristo, psicografia de Francisco Cândides Xavier, pelo espírito emano, um dos melhores livros que eu já
contece do espírito precisar encarnar e ser o pai, como por exemplo a gente vai ver no livro Ave Cristo, psicografia de Francisco Cândides Xavier, pelo espírito emano, um dos melhores livros que eu já li na minha vida. Eu sempre falo isso, né? Os cinco livros da série histórica de Emanuel são os melhores livros que eu já li. Paulo e Estevão, inclusive o livro que dá nome à minha casa, Mat, lá na Maralina aqui em Salvador. É a obra que eu prefiro de longe. É melhor livro que eu já li na vida e já li algumas vezes. E Ave Cristo é um livro maravilhoso que traz a história de Quinto Varro e posteriormente Quinto Celso, que vem com a tarefa de cuidar do filho Taciano, sendo ele uma espécie de mentor encarnado, estando ali ajudando o filho para poder apresentar a esse filho a mensagem de Jesus. Obrigado, Danilo. Nós vamos fazer uma pergunta paraa professora. Pergunta difícil, professora Cristiana, pode um espírito encarnado apresentar sua personalidade atual e também a personalidade de sua encarnação anterior? Vou repetir. Pode um espírito encarnado apresentar sua personalidade atual? Eu e também a personalidade da encarnação anterior, da dessa atual e da anterior. É, ele pode apresentar características, né? Sim. Eh, da sua personalidade atual e também a personalidade de sua encarnação interior. O processo reencarnatório é uma possibilidade que a divindade nos propicia. para o nosso crescimento espiritual vai depender do nosso esforço, do que nós queremos. Se eu trago ainda características da reencarnação atual e da passada, é porque eu não venci ainda a passada, que a proposta é de burilamento, de crescimento e aprendizado. Então, se você vai vencendo as experiências anteriores, você vai possibilitando ao seu espírito, a sua mente um crescimento no sentido de alcançar patamares mais elevados, não só de conhecimento, mas de sabedoria. Então eu não posso estacionar no presente e no passado, a não ser que para tanto assim eu queira para não desenvolver. Mas a proposta é de
ares mais elevados, não só de conhecimento, mas de sabedoria. Então eu não posso estacionar no presente e no passado, a não ser que para tanto assim eu queira para não desenvolver. Mas a proposta é de crescimento. Todo mundo quer ser feliz. Então, como é que eu vou ficar me retendo naquilo que já passou e não me propiciar possibilidade de crescer na direção da minha libertação, da minha felicidade? E para tanto, eu tenho que vencer determinadas situações à quais eu posso até ter ainda algumas nuances desse passado atual e do mais atrás, porque eu não os superei. que na proporção em que você vai subindo uma escada, você vai divisando novos horizontes. Você não fica olhando para baixo porque você tá pensando em chegar ao objetivo ao qual você se propõe. Então eu não vou ficar estacionado porque seria um estacionamento. Que eu posso ainda sofrer algumas consequências desse passado. está ainda necessitando de ultrapassar situações passadas que eu não pude ainda superar, mas eu não, a minha proposta não é de estacionar, mas sim de superação para alcançar a felicidade para a qual nós fomos criados. Então, não temos eh uma receita pronta, porque cada individualidade é uma individualidade com as suas possibilidades, com as suas aquisições, com a sua sabedoria e, acima de tudo, com o crescimento mental, espiritual e moral. Vamos a um pequeno intervalo e já retornamos. A moção do caminho apresenta. Nos atuais dias turbulentos, aumenta assustadora e consideravelmente o número dos indivíduos que se negam a viver. O suicídio é o ato sumamente covarde de quem opta por fugir, despertando em realidade mais vigorosa, sem outra alternativa de escapar. A tua idade ideal é aquela que te propicia mais amplas possibilidades de autodescobrimento, de autoiluminação e de serviços em favor do bem geral. Momentos de iluminação. Escrito por Divaldo Franco pelo espírito Joana de Angeles. Antes de darmos seguimento, então, nosso Conversando, nós teremos um no próximo sábado, que é no dia 28, das 20 horas, um
ntos de iluminação. Escrito por Divaldo Franco pelo espírito Joana de Angeles. Antes de darmos seguimento, então, nosso Conversando, nós teremos um no próximo sábado, que é no dia 28, das 20 horas, um uma reunião doutrinária especial, né? Seria uma roda de conversa. E nós convidamos alguns amigos, Adilto Buglies, eh o Carlos Campete, a Luziane Bahia, Paulo de Tarso e também terão a participação remota de Jorge Elarrat, né? Ele não estará presente, mas gravou um vídeo de 10 minutos que nós iremos apresentar eh no início da reunião. É um vídeo muito interessante. Ele é um especialista sobre esse assunto, o impacto do senso, né, que teve uma movimentação na presença dos espíritas eh no levantamento que o IBGE fez. Então, muito interessante vai ser essa reunião nesse próximo sábado às 20 horas. Eu convido a todos para participar. Voltamos aqui então a nossa nosso conversando. Danilo, ainda uma pergunta dada à psicologia de Henrique nos fez aqui pelo YouTube. Qual seria a melhor ferramenta a ser usada ou utilizada para ajudar na aceitação da atual situação que em que nos encontramos, né? Que é que nós podemos através da doutrina espírita esclarecer ao nosso irmão sobre a nossa condição ainda bastante imperfeita e bastante animalizada? Estamos vivenciando uma perspectiva de algo transitório. É algo que nós temos consciência, caminhamos para nos libertar dessas circunstâncias. Então, sim, ainda temos muitas dificuldades, ainda vivenciamos muitas limitações, muitas angústias, ainda muitas inquietações, mas à medida em que vamos nos esclarecendo, vamos vencendo as nossas dificuldades, as nossas imperfeições e crescendo, é importante que nós nos sintamos estimulados ao estudo. questão de número 898 de O livro dos Espíritos que eu tanto cito, que é preciso que a gente aprenda a estudar, é colocado lá pelos espíritos da equipe de Kardec, porque quanto mais a gente sabe, melhor instrumentalizado estaremos para fazermos o bem. E isso é crucial. E é bom lembrar também, como os espíritos colocam ali
lá pelos espíritos da equipe de Kardec, porque quanto mais a gente sabe, melhor instrumentalizado estaremos para fazermos o bem. E isso é crucial. E é bom lembrar também, como os espíritos colocam ali naquela resposta, que o espírito puro tudo sabe. Se nós estamos cientes que nosso caminho é um caminho, uma jornada de purificação, de transformação, de evolução, então que a gente tome gosto pelo estudo, como a gente vê na questão 780 de O livro dos Espíritos, o progresso moral decorre do progresso intelectual. Então, estudar é imprescindível. Daí um lema tão repetido nas casas espíritas. Amai-vos e instruí-vos. É preciso que a gente aprenda a tomar gosto por instruir-se, que a gente goste de estudar. A gente tem a mania de ficar, como eu brinco com os alunos dos grupos de estudo que coordenam, numa postura de obstetra, querendo que o neném venha pronto para cair no nosso colo. A gente precisa aprender a estudar. Porque, infelizmente, o movimento espírita ainda é muito apegado à perspectiva expositiva. E aí as pessoas precisam ser envolvidas pelos grupos de estudo para buscarem se debruçar, se dedicar e, acima de tudo, dialogar com o saber para que o saber consiga trazer para nós o sabor, que é aí que tem a mesma origem etimológica, né? saber e sabor. A gente vai experimentar, como diz Paulo de Tarso, examinai a tudo e retende o que for bom. Então, que a gente aprenda a tomar gosto pelo estudo, porque isso faz toda a diferença para que a gente consiga compreender o que estamos vivenciando transitoriamente e assim sejamos foco de iluminação da coletividade. Porque onde uma chama, quando a gente acende a chama, a gente é o primeiro a se iluminar. Então, que a gente seja parte da solução e não parte do problema. Tem uma pergunta aqui bastante interessante da Michele. Ela pergunta se é possível a manifestação de espíritos por meio de instrumentos como TV e rádio. Esse assunto teve em voga assim há uns 30 anos passados já, né? Essa transcomunicação instrumental. Aqui na Bahia tem um grande especialista
ação de espíritos por meio de instrumentos como TV e rádio. Esse assunto teve em voga assim há uns 30 anos passados já, né? Essa transcomunicação instrumental. Aqui na Bahia tem um grande especialista chama Cloves Nunes. Ele é de Feira de Santana, né? E o Clov tem, inclusive fez diversas experiências, diversos estudos num congresso espírita mais ou menos nessa época, lá pelos anos 90, 95, quando o Adilto Burgues era presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia, o Cloves Nunes fez apresentações diversas, né, e tentaram por diversas vezes essa comunicação através do rádio de espíritos, né, e gravações. Isso é uma coisa que foi bem registrada, bem estudada e existe a possibilidade e eu creio que com aperfeiçoamento da tecnologia, no futuro, essa comunicação será mais fácil. Em conversa que nós tivemos com Divaldo há algum tempo atrás, ele disse que essa mediunidade conhecida por todos nós, a mediunidade dos médiuns, a tendência é desaparecer, né? nós seremos substituídos os médiuns pela tecnologia, né? Então, a instrumentação da IA vai possibilitar as comunicações mediúnicas, né, através de instrumentação. Então, esses grandes médiuns que nós tivemos no passado, Divaldo Franco, Chico Xavier, Euríus Barsanuf e tantos outros, né, Raul Teixeira, a tendência é que isto arrefeça. Eu diria que o último grande médium espírita que existiu no mundo foi Edivaldo Franco, né? Outro do que lá de Divaldo desconhecemos, né? Que tem o mesmo potencial mediúnico que ele tinha. Então a tendência, ele mesmo disse que a tendência no futuro vai ser a tecnologia avançar mais nesse nesse campo da mediunidade e com certeza vai ser bastante interessante a gente poder também tocar o telefone de baixo para cima, né? Mas isso vai passar algum tempo ainda até que nós possamos absorver esse tipo de de tecnologia, né? Mas o caminho é esse aí, professora. Vamos aqui. Eh, sempre tem as perguntas a respeito, eh, perguntas cotidianas, né, sobre mortes, eh, mortes violentas, né? Eu pediria que a senhora novamente
a, né? Mas o caminho é esse aí, professora. Vamos aqui. Eh, sempre tem as perguntas a respeito, eh, perguntas cotidianas, né, sobre mortes, eh, mortes violentas, né? Eu pediria que a senhora novamente enfatizasse eh o que acontece com o espírito em determinadas situações de mortes violentas, né? Nós já assistimos agora nos nos dias passados bastante desses acidentes, né? O do balão, por exemplo, né? É uma morte violenta, né? Uma morte inesperada. A pessoa de repente eh se vê numa situação trágica. Qual seria o resultado disso para o espírito? Olha, a desencarnação de cada criatura pertence à individualidade, porque duas pessoas não pensam da mesma forma. A sua vida é que determina o comportamento após a desencarnação. Para uma pessoa que é leiga ser eh arrebatada do corpo violentamente, para ela deve ser um choque. E ela vê o corpo e nada pode fazer. quer levantar o corpo, mas o corpo não atende. Então, deve ser um sofrimento atr, porque a morte em si já é uma violência pelo tipo de morte violenta. Então, vejamos como você falou a respeito do pessoal do balão. Eu estive me questionando porque quando eu estive na Turquia com minha mãe, ela acordou, ela já tinha 80 anos e ela me acordou 5 horas da manhã para ir andar de balão. Eu disse: "Não vou". Ela disse: "O quê?" Eu disse: "Não vou não." "Mas você não vai?" É. Eu digo: "Não, porque é um esporte perigoso, é radical. Se o balão pegar fogo, eu também sou responsável. Eu escolhi. Então eu pessoalmente acredito que é uma exposição da vida a uma grande interrogação. Vai dar certo ou não? Não vou não. E ela foi e voltou contente, feliz, porque subiu e que viu lá a capadócia toda e tal, não sei quê. Mas eu não fui porque eu achava que dentro de mim que esportes radicais são exposição a você ter um resultado positivo ou negativo. Se o resultado é positivo, você tá satisfeito, volta com as emoções, com o que sentiu que ninguém prevê antes, o que nem o que é que vai sentir. Pode ter até um infarto durante o o despencar lá
ativo. Se o resultado é positivo, você tá satisfeito, volta com as emoções, com o que sentiu que ninguém prevê antes, o que nem o que é que vai sentir. Pode ter até um infarto durante o o despencar lá de cima, o negócio de jump, não sei o que mais que eu vejo o pessoal fazer. Digo: "Meu Deus, que povo corajoso esse povo não não sei. Será que isso não é um tipo de suicídio indireto? Eu tenho me questionado porque, repare bem, você expõe a sua vida. Qual é a garantia? Você tem paraqueda, tem todos os eh os aparatos legais para você manter a vida, porque só quem pode tirar a vida é Deus. Então você vai se expor a um tipo de vida que poderá dar certo ou não. Então responsabilidade é sua. Então quando a morte é violenta, vai depender do quanto eu me expus a essa vida, a esse tipo de morte ou de prosseguir na vida com os resultados que ele me propicie. Então eu acho que em cada criatura terá uma resposta à morte violenta, porque vai depender, por exemplo, eu, ou uma pessoa que tem conhecimentos espíritas, que tem procedimento e de repente tem uma morte violenta, foi tirada do corpo, talvez nem tenha participado ali da desencarnação. já foi retirado antes do corpo, como acontece em muitas eh desencarnações coletivas. Então os espíritos vêm retiram do corpo antes do acidente. Então que tipo de despertar vai ter a criatura no mundo espiritual quando toma conhecimento da ocorrência real. Vai depender do estado mental de cada um. Terá oportunidade de ser assistido ou não? vai depender do que eu angareiei. E se eu me exponho a esses tipo de esportes radicais, eu tô me expondo a ter sucesso ou não. Aí vai depender da consciência de cada um, como cada um vai analisar o que é bom para si. Mamãe foi lá e deu certo. E se despecasse, o que é que ela ia fazer? Nada. Eu daí perguntei a senhora se despencasse o balão, porque pode pegar fogo, pode quebrar lá as cordas, sei lá, e vocês caí tudo lá de cima, o que é que i acontecer? Ah, mas não aconteceu. Eu digo: "É, então agradeça a Deus
nhora se despencasse o balão, porque pode pegar fogo, pode quebrar lá as cordas, sei lá, e vocês caí tudo lá de cima, o que é que i acontecer? Ah, mas não aconteceu. Eu digo: "É, então agradeça a Deus continuar vivinha". Bom, professora, eh, no desenvolvimento da sua resposta aqui, surgiram algumas perguntas, viu, Danilo? Então eu vou eu vou eu vou eh falar de duas que é o mesmo tema, aí você contextualiza. Primeiro da Isabel. A Isabel diz o seguinte: "Ela acabou de ver o filme daquele do difício Joelma, que é é um acontecimento de São Paulo que teve há muitos anos, né? E muitas pessoas se jogaram do prédio porque o fogo tava entrando no apartamento, a pessoa não tinha a porta, se jogou para uma possibilidade, né? Ela pergunta se é suicídio isto. E a outra pergunta da Márcia, ela diz o seguinte: Como a doutrina espírita vê essas pessoas que desencarnam fazendo essas aventuras em lugares perigosos? Por exemplo, subiu o Monte Evereste, ela citou aqui, né? Aquela subida pode ser que não dê certo, né? Esse vulcão da Indonésia também, né? É uma aventura, é uma trilha perigosa, né? Apresenta riscos, né? Isso é considerado suicídio. Vamos explorar mais um pouco esse assunto. Olha que interessante, né? A questão do suicídio sempre inquieta porque traz em si essa finitude. A gente tá ali o tempo inteiro com a possibilidade de enfrentar a o fim. Como dizia Heidegger, o filósofo alemão, a morte é a possibilidade do fim das possibilidades. Então, sempre nos inquieta. É um assunto sempre incômodo falar de morte, ainda mais quando a morte é escolhida. Eh, com relação ao suicídio, é importantíssimo que a gente deixe claro que no suicídio existe uma intenção deliberada em morrer ou uma consciência de que um determinado comportamento nos levará à morte e nós aceitamos deliberadamente manter aquele comportamento. Então, isso é importante a gente deixar claro para poder a gente não levar em conta. Aí, no caso, uma circunstância que não foi intencional. Eu não tive vontade de morrer. Eu não, eu sabia que
amento. Então, isso é importante a gente deixar claro para poder a gente não levar em conta. Aí, no caso, uma circunstância que não foi intencional. Eu não tive vontade de morrer. Eu não, eu sabia que havia riscos. Eu calculei esse risco e sei que inúmeras outras pessoas vivenciam aquilo e elas têm um êxito com relação à aquele comportamento. Ótimo. Agora, se eu tenho intenção de me expor ao risco com a intenção de morrer, aí realmente eu vou categorizar como sendo um suicídio no sentido mais amplo da palavra. A grande questão é que às vezes a gente se vê em circunstâncias, como foi muito bem colocado pela professora Solange, em que o risco tá ali muito nítido, muito óbvio e a gente precisa estar atento para o nível de responsabilidade e de consciência. Tudo é diretamente proporcional ao nosso nível de consciência. Quanto mais consciência, mais responsabilidade. Não à toa que lá na questão 165 de Livro dos Espíritos, questão bastante famosa, a equipe de Kardec pergunta se o conhecimento espírita, o conhecimento que o espiritismo nos dá interfere em alguma coisa no tempo de perturbação espiritual que nós vivenciamos quando desencarnamos. Porque quando desencarnamos, passamos por um período de perturbação, a crise de transformação, digamos assim. O conhecimento espírita influencia em alguma coisa? E aí os espíritos respondem a Kardec que sim, que o conhecimento espírita nos traz informação a respeito do que a gente vai encontrar do outro lado. Obviamente que isso faz diferença. E também os espíritos deixam muito claro que o que mais faz diferença é uma prática do bem e a consciência pura. Isso é que faz toda a diferença no impacto aí desse período de transição, na dificuldade que a gente tem. Óbvio que quando a gente vai falar em consciência pura, a gente tá falando de um desapego da matéria. A gente tá falando justamente de estar em paz com a consciência de ter feito aquilo que precisa fazer. Eu tive há cerca de 4 anos uma eminência de morte, uma circunstância pessoal de saúde mais
téria. A gente tá falando justamente de estar em paz com a consciência de ter feito aquilo que precisa fazer. Eu tive há cerca de 4 anos uma eminência de morte, uma circunstância pessoal de saúde mais grave. E o meu medo não era do morrer, era de não ter vivido o que eu precisava viver. A grande questão é essa, é você ter a consciência pura de que você está realmente onde você deveria estar, que você está kit com aquilo que você se comprometeu a fazer estando aqui nessa existência física. Então, com esse olhar, eu vou perceber se eu tenho uma intenção, se eu não tenho uma intenção, se eu tenho consciência total riscos, se eu não tenho consciência total dos riscos. E levando em consideração, eu mesmo dentro da minha consciência vou chegar a essa resposta, se houve ou não ali um suicídio direto ou indireto. Obrigado, Danilo. Tem um assunto que a Isabel colocou aqui, é o seguinte: atualmente o que o Espiritismo diz sobre o tratamento apométrico? Eu acho que acredito que a maioria das pessoas aqui desconhecem o que é que é apometria, né? Esse tratamento apométrico não é um tratamento espírita, é uma atividade espiritualista, né? Não está no contexto da doutrina espírita. Apometria seria o tratamento do corpo astral. O a pessoa deita, dorme ou é induzida ao sono, tem um desdobramento e se faz um tratamento no corpo espiritual, no perespírito, né? Então é um tratamento que tem os seus méritos ou deméritos, mas não é de um tratamento da doutrina espírita, não é do contexto da doutrina, é uma atividade espiritualista. Tem uma pergunta, Danilo, Idilene, é uma pergunta muito interessante. Se há interferências espirituais quando uma criança apresenta um surto, é interessante primeiro a gente começar com a definição do que seria surto, porque o termo surto, em tese, seria um termo epidemiológico. na verdade teria a ver com o surto de uma doença em um determinado local, em determinado tempo. Só que a gente traz isso muito para o contexto da saúde mental. Hoje em dia fala-se muito a palavra surto na
erdade teria a ver com o surto de uma doença em um determinado local, em determinado tempo. Só que a gente traz isso muito para o contexto da saúde mental. Hoje em dia fala-se muito a palavra surto na intenção de falar de uma crise, de um momento de agudização de um quadro de saúde mental. Então, falando, levando em consideração essa possibilidade de interpretação da palavra surto, eu estou aqui retirando, obviamente, a possibilidade da gente usar a palavra como leigos para definir um piti, como a gente fala, o o pezinho do menino marrento que bate o pezinho dizendo que não vai tomar banho porque não quer, porque quer ficar assistindo desenho. Isso não é um surto. Eu tô colocando aqui realmente uma questão de um problema de saúde mental. Quando a gente fala em termos de saúde mental, inevitável a gente recorrer ao livro dos espíritos lá na questão de número 345, desculpa, 375, onde é claro que quando há um problema de saúde mental, que é a época de Kardec, todo problema de saúde mental era chamado de loucura. Quando a gente vai ler, por exemplo, no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, o item suicídio a loucura, a gente tá falando de transtornos mentais em geral. Na época de Kardec, depressão era loucura, transtorno obsessivo e compulsivo, loucura, tudo era loucura. Qualquer tipo de sofrimento, uma ansiedade generalizada, por exemplo, loucura era visto desta forma na época. Então, por conta disso, eu tô levando em consideração aqui o que é colocado pelos espíritos lá no livro dos espíritos a respeito desse tema. É muito claro em Kardec e no livro O que é o Espiritismo também Kardec repete isso. A loucura é um problema orgânico. No transtorno mental nós temos um problema orgânico. Existe uma questão cerebral. Quando o menino apresenta um problema de natureza da saúde mental, tendo esse surto, ou seja, essa crise de agudização, ali existe uma questão orgânica se manifestando. Mas nós sabemos também que os espíritos se utilizam de momentos como esse para trazerem
de mental, tendo esse surto, ou seja, essa crise de agudização, ali existe uma questão orgânica se manifestando. Mas nós sabemos também que os espíritos se utilizam de momentos como esse para trazerem também a sua influência. Questão 459 também de Livro dos Espíritos. Os espíritos nos influenciam muito mais do que nós sabemos frequentemente, inclusive são eles que nos conduzem. E na questão seguinte, 460, é colocado claramente que é muito comum que a gente não consiga distinguir o meu pensamento do pensamento do espírito que está ali me trazendo aquela influenciação. Então sim, os espíritos nos trazem influências. E lá no capítulo 23 do livro dos médiuns, Kardecis, ou seja, a influência perniciosa que alguns espíritos trazem para as nossas vidas. Sim, às vezes aquele espírito que vem com aquele compromisso, ou seja, comprometido com uma dificuldade por isso que se manifesta no seu cérebro, com aquela limitação, com aquela eh com, como é que eu diria, aquele comportamento disruptivo, ele provavelmente tenha um passado de equívocos. E às vezes os espíritos que se sentem dan que foram prejudicados por ele, vem como cobradores exigirem reparação. E nessa tentativa eles obsidiam, eles acabam agravando os quadros que já existem. Então, a influência espiritual existe e é muito comum que aconteça junto. Alguns estudos são extremamente interessantes dentro da psicologia transpessoal, que vão fazer uma comparação entre as crises de emergência espiritual e os transtornos mentais propriamente ditos. E nesse momento a gente percebe que a ciência está se debruçando sobre essa temática e abrindo as portas para a possibilidade da compreensão da influenciação espiritual dos nossos quadros de saúde mental. Então, com esse olhar, nós imaginamos que a ciência da saúde mental vai se desenvolver muito nas próximas décadas, se tornando cada vez mais efetiva para auxiliar os sofrimentos das pessoas de acordo com a etiologia, ou seja, a causa do que as pessoas realmente apresentam, não só na
ver muito nas próximas décadas, se tornando cada vez mais efetiva para auxiliar os sofrimentos das pessoas de acordo com a etiologia, ou seja, a causa do que as pessoas realmente apresentam, não só na corporeidade, não só na sua organicidade, no seu corpo físico com a medicação, mas com a terapeuta, a terapêutica apropriada para o caso, incluindo aí as terapêuticas de natureza psicológica e também as terapêuticas espirituais compatíveis com o quadro que está sendo avaliado. Obrigado, Danilo. Muito obrigado, Danilo, pela resposta, pela participação. Estamos chegando já no nosso tempo de encerramento e eu solicitaria que você fizesse então a sua despedida do público. Agradeço muito a acolhida, a hospitalidade de sempre. É uma satisfação que a gente consiga aproveitar a oportunidade que nós estamos tendo de termos a doutrina espírita a reger nossas existências. lá na questão de número 988, uma das minhas prediletas, só perde para 90. Eu não vou falar o que tá escrito na 90 para que a gente tenha curiosidade de e vá buscar, porque palestra espírita serve para isso, para instigar, para trazer curiosidade, pra gente buscar. é uma das minhas prediletas, é a 90, mas a 988 frase que me toca bastante. Diz assim lá que cada um terá que responder pela inutilidade voluntária da sua existência. Receba, respire fundo, dê aquele suspiro gostoso e se responsabilize. Comece a perceber que você tem uma chance fantástica na sua vida de se libertar do sofrimento, de ajudar os outros a se libertarem do sofrimento. Então, que a gente aproveite isso e que tenha uma utilidade voluntária nas nossas existências. Muito obrigado. Obrigado, Danilo. Muito obrigado também a professora Solange, ao Sérgio e ao Júnior que estão aí na equipe técnica, a todos vocês que vieram presencialmente aqui na mansão do caminho, aqueles que nos assistem remotamente, a minha amiga Irziane Cazumbá, muito obrigado pela presença na tradução das Libras, né? Então vamos agora ao encerramento da nossa reunião. Convidamos os médiuns passistas da casa
ssistem remotamente, a minha amiga Irziane Cazumbá, muito obrigado pela presença na tradução das Libras, né? Então vamos agora ao encerramento da nossa reunião. Convidamos os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Amado Mestre Jesus, como é bom, mas muito bom estar contigo. Sabemos que sempre estás conosco, mas em certos momentos da vida, como neste agora, a vossa presença se faz mais forte. Afinal de contas, Senhor, estamos promovendo o bem, divulgando o bem, falando de vós e da vossa herança maravilhosa que foi a doutrina espírita. Então, que que nos resta? Nos resta o agradecimento penhorado pela vossa generosidade, em nos acolher no vosso coração fraterno e amoroso. Eis muito mais que um bom amigo e que um bom irmão. Éis o caminho da verdade, da vida. És aquele que nos conduz ao Pai, ao nosso criador. Tu que nos conheces, a nossa alma, o imo dela. conheces as nossas alegrias, as nossas dores, os nossos sofrimentos, mas sejam lá quais sejam, sempre, sempre estás conosco. Abençoa, pois, neste momento aos nossos irmãos passistas, que lhe radiem as energias saudáveis do coração, animadas pela vontade e transmutadas pelo fluido medicamentoso do mundo espiritual. abençoa-nos, leva o nosso carinho, gratidão, reconhecimento a Nilson de Souza Pereira e Adivaldo Pereira Franco, os nossos irmãos mais experientes, mais vividos, os nossos orientadores espirituais. abençoa a nossa água na entrada do cenáculo para que ela seja aquele fluido enriquecido pelas mãos generosas de Divaldo Franco e também os nomes que colocamos dos encarnados e dos desencarnados. Abençoas o Senhor. Dai a eles a vossa misericórdia. Conduze-nos de retorno ao lar, pensando em ti, em segurança e em paz. Despede-nos nas messes do vosso amor. Permaneceremos convosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Muita paz a todos. Está encerrada a nossa reunião. M.
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