Mário Sérgio, Solange Seixas e Carlos Campetti • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Carlos Campetti é jornalista, com pós-graduação em Marketing e MBA. Funcionário aposentado do Banco do Brasil. Vice-presidente da Federação Espírita Brasileira. Administra, em colegiado, os Centros Espíritas Sem Fronteiras e de Estudios Espiritas Sin Fronteras com todas as atividades virtuais. Médium de psicofonia e palestrante. Entre outras obras é coautor do livro "Trabalho Mediúnico: desafios e possibilidades". #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade
Boa noite a todos. Estamos dando início ao conversando sobre espiritismo. Convidamos a professora Solange Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, a tua casa nos convida a reflexões profundas sobre o nosso existir, convidando-nos à execução das tarefas, segundo os teus ensinamentos de amor. mas ainda desprovidos das estruturas necessárias para podermos revelar-te nas nossas ações. Te suplicamos, Senhor, abençoa os nossos bons propósitos e que as nossas tentativas de acerto se repitam quantas vezes necessárias para a formulação do hábito dentro da alma, da realização no bem. Ó Senhor, que tenhamos olhos de ver a dor dos nossos semelhantes, as carências de outras almas e as necessidades da gratidão por tudo quanto a vida tem nos oferecido. E essa doutrina nos propicia como um roteiro, iluminando a nossa trajetória para que venhamos a nos equivocar o menos possível. Ó Senhor, que aprendamos a ser gratos, mansos e humildes de coração. Que possamos distender as mãos no socorro ao necessitado. possamos escutar o gemido dos corações sofridos que, embora silenciosos expressam nas atitudes e nos sentimentos a carência daquilo que poderia fazê-los mais feliz. Senhor, ajuda-nos a ser estímulo. Ajuda-nos, Senhor, a sermos pacientes para servirmos sempre de acordo com os teus ensinamentos. abençoa a tua casa, servindo a tua causa e te suplicamos bênçãos de paz para o teu servidor incansável, suavizando as suas carências e trazendo a paz que só tu a podes dar ao seu coração. Dá-nos uma noite de aprendizado e de reflexões e permite-nos estar contigo hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja. Mais uma vez, então, boa noite a todos. Estamos iniciando aqui o nosso Conversando sobre Espiritismo. Temos a nossa equipe de apoio com papel e caneta apostos para todos aqueles que desejarem formular perguntas para a mesa. Então, aguardamos. Temos algumas perguntas já aqui dos canais virtuais, mas é muito importante
uipe de apoio com papel e caneta apostos para todos aqueles que desejarem formular perguntas para a mesa. Então, aguardamos. Temos algumas perguntas já aqui dos canais virtuais, mas é muito importante a participação do público, por isso que é conversando sobre o espiritismo. Nós temos hoje nosso convidado, é o nosso irmão lá de Brasília, ele mora em Barbados. Embarados é o Carlos Campete. O Carlos Campet é jornalista, pós-graduação em marketing e MBA e é funcionário e aposentado do Banco do Brasil, mas também é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira. Ele administra em colegiado os Centro Espíritas Sem Fronteiras e Centro Estúdios Espírita Sem Fronteiras, com todas as atividades virtuais, médium, palestrante e também coautor do livro Trabalho Mediúnico, desafios e Possibilidades. Então eu convido agora ao nosso irmão Carlos Campete para que possa fazer a sua apresentação para nós aqui presentes. Tem que avisar. Ô Carlos, nós estamos sem áudio. O seu microfone pode ser que esteja aberto. Fechado. Opa, desculpa, estava fechado. Eh, saudações, Mário Sérgio. Muito obrigado pela pelo convite, a oportunidade de nós estarmos juntos aqui. a nossa saudação fraterna as nossas irmãs que estão nos acompanhando neste momento e a você que está aí presente ou de casa acompanhando a atividade. A nossa saudação fraterna também uma alegria muito grande nós estarmos juntos aqui compartilhando esse momento de conversas sobre o espiritismo, né? Eu agradeço muito a tua presença, tua disponibilidade, você que mora assim tão longe, afastado aí do do Brasil, né, mas está disponível para o nosso Conversando sobre Espiritismo. Eu sei que você é um grande especialista no assunto de autismo, Carlos, e eu gostaria que você fizesse assim uma explanação sobre as origens, sobre os esclarecimentos, a natureza do autismo, já que eu tenho uma pergunta feita aqui por Emiliana e que ela tocou num nesse assunto e eu me lembrei que você conhece e desenvolve bem o tema. Uhum. Sim. Eh, nós eh tivemos a nesta encarnação a
smo, já que eu tenho uma pergunta feita aqui por Emiliana e que ela tocou num nesse assunto e eu me lembrei que você conhece e desenvolve bem o tema. Uhum. Sim. Eh, nós eh tivemos a nesta encarnação a situação de ter um filho autista no momento em que a cada 152 crianças que nasciam nasciam um autista. Hoje as estatísticas indicam que aproximadamente a cada 42 a 48 crianças uma é autista. Então foi eh bem no começo, né, de de toda essa situação que nós estamos vivendo hoje, que foi se intensificando ao longo do tempo e que hoje já não se fala mais somente autismo, mas é a síndrome do espectro autista, porque é uma variedade impressionante, né, que caracteriza eh os indivíduos que eh apresentam essa característica, né, É muito interessante porque ao longo do tempo e nas buscas que nós fizemos para auxiliar o nosso filho, nós acabamos formando a convicção e que é compartilhada por profissionais inclusive de que o autismo não é propriamente uma enfermidade, é um estado de ser. E não há propriamente um medicação específica para eh o autismo, porque não é considerado enfermidade, mas a pessoa com autismo, ela pode trazer uma série de outras características, inclusive aquelas que eh se caracterizam como eh enfermidade, como a questão da hiperatividade, né, e outras transtornos que o indivíduo ele pode ter eh na nossa situação, o nosso filho, ele tem uma limitação de aprendizagem e de comunicação. E eh como a gente colocou, varia muito, não é, Mário Sérgio? muito mesmo. é, tem autista dos mais leves graus que inclusive e conseguem, não é, se situar dentro da sociedade, consegue estudar, consegue ir paraa universidade, consegue fazer sua vida tendo a limitação e outros que não conseguem de forma nenhuma, é como no caso do nosso filho, que é foi um um grau muito acentuado de autismo e que foi sendo acompanhado ao longo do tempo, tanto no na questão psicológica por profissionais que que entendem do assunto, como no aspecto espiritual. E hoje a maior parte das características
tismo e que foi sendo acompanhado ao longo do tempo, tanto no na questão psicológica por profissionais que que entendem do assunto, como no aspecto espiritual. E hoje a maior parte das características autísticas que ele apresentava, se a gente pode colocar assim, elas eh não existem mais. ele as foi superando, não é, com ajuda. E então é é um um caso bastante característico, porque contou muito o amparo espiritual, muito mesmo, logicamente acompanhado, né, pela eh pela questão da psicologia, porque os profissionais se especializam no campo e conseguem ajudar bastante mesmo em muitas situações. E é um desafio. A gente diz hoje que um numa família onde tem uma pessoa autista, a família é autista, porque muda toda a vida da família. Apesar de que nós tomamos a decisão desde que há 30 e 4, 35 anos ele foi diagnosticado como como autista, nós tomamos a decisão de que ele não seria segregado da sociedade, de que ele não seria afastado, de que ele nos acompanharia onde nós fôssemos. E isso valeu demais, porque ele foi superando as suas dificuldades, porque a gente não o deixava acomodarse na limitação, sempre apresentando desafios, sempre auxiliando ele a superar as dificuldades que ele tinha, como aquele hábito, por exemplo, que é comum em alguns autistas de não olhar no olho, de não poder ver um olho que pega uma caneta e vai riscando até desaparecer o olho no na fotografia ou na revista. né? Ele superou isso. Hoje ele olha nos olhos, ele não abraçava de jeito nenhum. Hoje ele abraça, faz questão de abraçar. Ele não beijava de jeito nenhum. Hoje ele faz questão de beijar. Então, eh, são eh eh questões difíceis para os pais, muito difíceis paraa família, um desafio imenso, mas, eh, que, com toda sinceridade, eu vou encerrar aqui esse aspecto dizendo isso, foi para nós uma oportunidade ímpar nessa encarnação e aprendemos muito, mas muito mesmo com ele e com as situações que nós vivemos com ele. Carlos, eu posso também dizer que na mansão dos nossos 2500 alunos, nós temos
portunidade ímpar nessa encarnação e aprendemos muito, mas muito mesmo com ele e com as situações que nós vivemos com ele. Carlos, eu posso também dizer que na mansão dos nossos 2500 alunos, nós temos 25 autistas assim detectados. já contratamos uma empresa para fazer uma análise de alguns outros que suspeitamos que sejam também. E temos um acompanhamento, né, e especial para as crianças que são autistas. Tem uma, por exemplo, num grau bem severo, que ele chega gritando e vai embora ao meio-dia gritando. O dia inteiro, ele fica só amanhã, mas fica a manhã inteira gritando, berrando. Não tem professor, não tem ninguém que consiga acalmar. Então, estamos tentando promover uma estrutura interna para dar uma assistência melhor a essas crianças. Mas é algo que que nem disse o Carlos, varia muito de um grau sutil até um grau elevado que nem esse menino, né? E é crescente a quantidade de crianças que chegam nas nossas escolas com autismo e cada dia se acrescenta mais, né? E nós temos nos empenhado para que possamos atendê-los da melhor forma possível. Ainda não está longe de ser o ideal, né? Também a estrutura familiar também não ajuda muito e as mães muitas vezes não tem a paciência devida dedicação para com essas crianças, que é o mais importante de tudo, né? Mas é um assunto muito grave da humanidade nos dias de hoje, o autismo. Luziane, tem uma uma pergunta assim bem difícil para você, né? Qual é a diferença entre alma e espírito? Essa pergunta o codificador enfrenta na introdução de O livro dos espíritos, trazendo as acepções de alma e chega à conclusão de que alma é o espírito encarnado. Então, nós que estamos aqui encarnados, a nossa condição espiritual tem essa nomenclatura, alma. E o espírito, esse ser inteligente da criação, que traz essas esse amplo aspecto de potencialidades da consciência, do livre arbítrio, da vontade, seria esse ser inteligente e que na condição de desencarnado recebe essa alcunha espírito e compõe os elementos da criação, o espírito, a matéria e também a existência de Deus.
e arbítrio, da vontade, seria esse ser inteligente e que na condição de desencarnado recebe essa alcunha espírito e compõe os elementos da criação, o espírito, a matéria e também a existência de Deus. Quando a gente fala da tríade Deus, espírito e matéria. Então, a diferença entre espírito e alma é essa. Alma, o ser encarnado, espírito, o ser desencarnado. Com esse aspecto, esse olhar de nomenclatura mais ampla desse ser inteligente da criação. Obrigado, Luziane. Carlos, já que falamos assim sobre alma na presença física e espírito encarnado ou desencarnado no mundo espiritual, há uma pergunta aqui de Ive do YouTube que ela questiona se o mundo espiritual seria também semelhante ou parecido com o nosso mundo físico. que que nós podemos esclarecer sobre a ótica da doutrina espírita a respeito do que seria o mundo espiritual? Uhum. Eh, a espiritualidade nos informa que na realidade o mundo físico é uma cópia imperfeita da realidade espiritual, n que o que antecede é o mundo espiritual. E quando a gente sai do mundo material, nós voltamos para o mundo espiritual. Então, o mundo espiritual é o nosso mundo originário e é o nosso mundo de destino. E tudo que nós temos aqui é parecido com que existe na realidade espiritual, mas normalmente mais limitado, porque a matéria impõe limitações. No entanto, a gente pode hoje falar que existem diversas dimensões, não é? Eh, no próprio planeta Terra, nós vivemos e convivemos com diversas dimensões. O plano inferior, por exemplo, eh ele é muito parecido com, não é, algumas regiões da do nosso mundo encarnado. Já o mundo mais superior, eh, já tem aspectos que a gente ainda não alcançou no campo material e que só serão realidade para nós no futuro. Então, a gente pode considerar que, na verdade, o mundo físico é uma cópia imperfeita da realidade espiritual. Muitas pessoas estão me perguntando aqui no YouTube sobre a saúde do Divaldo que eu não dei o boletim médico, né? Mas ele continua no mesmo assim estado de saúde, é uma recuperação física, né? Ele
al. Muitas pessoas estão me perguntando aqui no YouTube sobre a saúde do Divaldo que eu não dei o boletim médico, né? Mas ele continua no mesmo assim estado de saúde, é uma recuperação física, né? Ele está com a saúde muito debilitada, muito enfraquecido, né? tem se nós temos nos empenhado muito na parte nutricional. Ele praticamente não faz uma alimentação física mais nos dias de hoje. A alimentação dele é praticamente, né, através de um procedimento que foi feito, então, a conexão do estômago diretamente com a alimentação, né? Então o estado de saúde dele é um estádio débil, né? Bastante débil à saúde e sempre com diversos acontecimentos. Às vezes pode ser uma tosse maior, às vezes tá com febre, é fruto de uma infecção. Então os cuidados médicos estão sendo intensificados, mas eu posso dizer a vocês que a saúde dele é muito muito débil, muito, tá muito fraquinho, né? Apesar dessa alimentação, a hidratação que se promove também, ele toma muita pouca água. Na vida dele, ele tomou sempre muito pouca água porque ele fazia palestra durante várias horas, então não queria o sanitário e não não tomava água. Isso prejudicou muito os rins ao longo da vida, né? E hoje ele tem essa problemática renal. Em termos de saúde, eu posso dizer isso para vocês, temos acompanhado, mas o que eu pediria a todos é que intensificasse as suas orações, né? Que todos nós necessitamos de preces, de orações, de cuidados especiais, de lembrança, de carinho, né? Já que ele foi um grande servidor da humanidade, nós podemos agora também ajudá-lo, né, nesses momentos que eu considero momentos de prova. É uma prova muito difícil o que o Divaldo está passando, né? São momentos muito difíceis. Para um homem que sempre sempre foi muito independente, muito autônomo, que tinha assim um vigor físico exuberante, hoje já não é mais desta forma. Depende muito da da parte de enfermagem, da parte médica. Então isso caracteriza a fragilidade do estado de saúde do nosso irmão, né? H, Luziane, tem as perguntas do público.
á não é mais desta forma. Depende muito da da parte de enfermagem, da parte médica. Então isso caracteriza a fragilidade do estado de saúde do nosso irmão, né? H, Luziane, tem as perguntas do público. Tem um familiar, a pergunta de Élder sobre drogas. Eu fico surpreso como tá se intensificando esse assunto da droga. É uma coisa. Hoje eu eu estava em casa e aqui na na região da mansão tiroteio assim, mas no meio da tarde 16 horas às 16 horas, mas não é tiro de a gente vê que é armas assim pesadíssimas e a tarde inteira com Serene da dos dos policiais, né? E eu sei que isso tudo é guerra de tráfego e coisas assim, não, mas é lastimável o caminho que a humanidade tá tomando em relação à droga. E a pergunta é justamente sobre isto, né? Como ajudar um familiar do ponto de vista espiritual se ele se encontra no mundo das drogas? Eu não cumprimentei vocês antes. Boa noite a todos vocês que estão aqui no presencial, que nos acompanham também virtualmente, ao Carlos que tá aí com a gente como convidado. E vamos aproveitar esse momento aqui de reflexão juntos. as drogas e o momento em que nós vivemos na humanidade é um instante de muita seriedade. Os assuntos devem ser observados por nós com muita cuidade, com muito respeito e com muita atenção. A imprevidência, o automatismo, as situações que acabam sendo frutos de impulsos devem ser observados com muita vigilância. E as drogas é um tema traz por temática algo que está numa gênese muito profunda do ser. Quando os espíritos falam, e o espírito Manuel Filoso de Miranda aborda esses aspectos das drogas em seus livros numa abordagem fazendo uma conexão da influência dos espíritos com as nossas fragilidades mais íntimas. Então, o perfil destes que fazem uso ou que se enveredam por este drama das drogas apresenta uma gênese de uma certa carência, de uma certa ausência de respaldo, de segurança no seu contexto familiar, no contexto social e também com dificuldades de desenvolvimento de suas habilidades em autoestima e perpassa por esse aspecto da segurança.
ausência de respaldo, de segurança no seu contexto familiar, no contexto social e também com dificuldades de desenvolvimento de suas habilidades em autoestima e perpassa por esse aspecto da segurança. O benfeitor em muitos contextos mostra que essa perspectiva às vezes de desilusões no contexto material, de objetivos frustrados, de perspectivas não atendidas, a depender da história do espírito, e essa fragilidade acaba se envolvendo por essa alternativa ilusória dos entorpescentes, que o próprio nome já afirma, dizendo-nos que nos envolve numa ausência de discernimento. nos coloca num estado alterado da consciência e nos retira a percepção firme que nós podemos ter em relação às atitudes. No olhar material, a droga ela é sorvida para lidar com vários aspectos de carências, várias situações que faltam à aquele ser e que ele não consegue dinamizar por outras frentes. aspecto espiritual, existe um um comprometimento às vezes advindo de outras existências, numa naturalidade, numa simbiose, numa prática já reiterada de outras existências, mas também a influência dos espíritos que aproveitam dessa fragilidade, dessa carência e investem-se em processos obsessivos que começam com a sugestão do uso da droga por conta de uma uma decepção afetiva, por uma frustração financeira, por um abalo na convivência, uma sugestão mental leve que advém, mas que aquela sugestão abrigada como alternativa, como uma solução, vai ganhando campo e aqueles que possuem a fragilidade orgânica para os entorpescentes, acaba adentrando o processo das viciações. Como é que o espiritismo pode auxiliar? como ele auxilia a qualquer tipo de vício. Os vícios nossos não são somente as drogas, lícitas ou ilícitas, não são somente esses fatores exteriores que nos convidam a um ebetar da nossa vontade, a uma limitação da nossa ação, mas também comportamentos que são habituais e que nós repetimos e sabemos que eles estão equivocados. Como sair disso? Primeiro, a vontade. Uma pessoa que está imersa em qualquer tipo de vício vai precisar de
ém comportamentos que são habituais e que nós repetimos e sabemos que eles estão equivocados. Como sair disso? Primeiro, a vontade. Uma pessoa que está imersa em qualquer tipo de vício vai precisar de ajuda. Então, o familiar precisa auxiliar, insistir e perseverar. O auxílio espiritual não vai ser somente para aquele que está envolvido nos entorpescentes. E que esse envolvimento impregna perespiritualmente, deixando suas marcas e influenciando através do perespírito a própria consciência espiritual. Mas toda a rede familiar, todo aqueles que convivem também vão precisar de uma rede de apoio, de um sustentáculo que passa por esse aspecto material de tratamentos, de cuidados médicos, psicológicos, psiquiátricos. Mas a doutrina dos espíritos apresenta a eficácia do trabalho do bem, da oração, da presença nos estudos, na água fluidificada, no passe. Todas estas alternativas não são alternativas alegóricas, não são placebos, são efetivos e manipulam em nós a movimentação dos fluidos que muitas vezes estão jungidos a essas influências espirituais, fazendo com que nós tenhamos um desprendimento, um pensamento desprendido, pelo menos em alguns instantes. naquele instante, a atuação de um fármaco, a atuação de um medicamento que se torna eficaz por conta dessa rede de apoio. Então, o espiritismo auxilia, trazendo essa compreensão de que nós somos espíritos factíveis, a com a possibilidade de sermos influenciados pelos espíritos, de entendermos os mecanismos obsessivos, porque esses processos compõem tanta fragilidade que nos deixam vinculados a esses espíritos cobradores de outrora ou às vezes inimigos do contexto do bem, da bondade e dos ideais que nós movimentamos aqui na Terra. Então, atenção à vigilância para que não adentremos aquele processo. Eu preciso, eu gostaria de experimentar, eu gostaria de ver como é que é. E principalmente isso não é um assunto só voltado à juventude, porque quando os adultos também utilizam, por exemplo, as telas, os celulares, os eletrônicos, a
mentar, eu gostaria de ver como é que é. E principalmente isso não é um assunto só voltado à juventude, porque quando os adultos também utilizam, por exemplo, as telas, os celulares, os eletrônicos, a tecnologia como uma forma de viciação ou de acomodação da dopamina, isso também é uma droga, isso também é um vício. Então, nós também temos de estar atentos e vigilantes a esse processo para que a gente não enrede e utilizar a doutrina dos espíritos nesses estudos salutares, nesses mecanismos que nos auxiliam a nos desprendermos, nos desimantarmos da influência das drogas. Obrigado, Luziane. Ô, Carlos, eu vou voltar ao assunto do autismo, porque eu citei aqui que pela experiência que eu tenho de muitos anos na instituição, eu vi o crescimento e o surgimento dessas crianças nas nossas escolas e que hoje nós procuramos então atendê-las da melhor maneira possível, né, esforços agora neste ano, principalmente para ter uma qualidade melhor. de atendimento. E eu citei que há um tá havendo um crescimento. Você sobre a ótica da doutrina espírita, Carlos, entenderia que a presença maior de autistas do mundo tem alguma origem no mundo espiritual? O que que está originando essa esse crescente número de autistas? Uhum. Olha, a gente examina e chega algumas hipóteses, algumas possibilidades em relação ao assunto. Eh, nós estamos passando por um momento de de acentuada, não é, transformação da humanidade para a entrada na regeneração, né? Nós estamos aí nos albores, conforme Manuel Flomen de Miranda nos coloca, não é? eh, da regeneração. E então, muitas coisas elas precisam acontecer e a humanidade é refratária. Uma dessas coisas é o acolhimento. Nós precisamos nos aceitar como nós somos, acolher o nosso semelhante, não nos acomodar particularmente, mas ser tolerante com o próximo, né? E muitas vezes as coisas acontecem, mas a gente diz assim: "Ah, mas é com os outros." E o autismo tem vindo de uma de uma maneira tão acentuada que já não é mais com os outros. É muito raro uma família
muitas vezes as coisas acontecem, mas a gente diz assim: "Ah, mas é com os outros." E o autismo tem vindo de uma de uma maneira tão acentuada que já não é mais com os outros. É muito raro uma família hoje que não tenha, não é, alguém e que apresente as características do do autismo. E é um um fator eh que nos leva à necessidade de não discriminar, de incluir, de acolher e de buscar encaminhamentos para uma convivência com seres que tm um comportamento diferenciado, né? tem um comportamento distinto. Acreditamos que tem a ver sim com o fator espiritual, nesse sentido, não é, de nós entendermos que existem outras maneiras de viver e que a gente precisa compreender isso e conviver com isso. e principalmente, me parece que está relacionada com a questão do desenvolvimento da fraternidade, da aceitação do outro, que é um dos graços problemas, porque muitas famílias não estão preparadas. Essas eh a gente fala criança, mas são espíritos que às vezes estão maduros hoje. Meu filho, por exemplo, tem 36 anos, é um adulto, não é? Então, eh, a gente diria, eh, essas pessoas que apresentam a característica do do autismo, elas normalmente não toleram violência, não é? Elas se fazem violentas quando elas elas vem violência, não é? Como uma uma maneira de de autodefesa, inclusive. Então, elas não eh não gostam de de certo tipo de comportamento, não é? que que consideram agressivo, tem uma série de eh reações diferentes das outras pessoas, não é, em muitos aspectos. Isso tudo nos leva a observar a necessidade de respeitar essa diversidade e de conviver da melhor maneira possível. E além disso, entendendo uma coisa, isso não é problema dos outros, isso é uma questão que chama a atenção de todos nós, sociedade inteira, porque não tem como, não é, a gente fugir dessa situação. Estive ainda há dois dias numa escola, é uma creche, nos convidaram para falar justamente sobre esse assunto do autismo. Eles têm cerca de 350 crianças que eles acolhem diariamente. É um grupo grande de professoras.
dois dias numa escola, é uma creche, nos convidaram para falar justamente sobre esse assunto do autismo. Eles têm cerca de 350 crianças que eles acolhem diariamente. É um grupo grande de professoras. E aí, como eh eles têm um convênio com o governo, o governo, o ministério da da eh da educação diz que eles precisam acolher os autistas e eles estão tentando se preparar para isso. Então, não é, para o acolhimento. E na conversa com a diretora substituta que estava presente, ela estava dizendo das dificuldades das famílias e muitas famílias não sabem o que fazer com essa situação. E isso está nos levando a uma busca de superação das nossas limitações. E ainda vai haver um aspecto que tá sendo ignorado, mas que vai ter que se acentuar no esclarecimento às pessoas, de que há uma componente espiritual. E aí vai ao encontro da sua pergunta, Mário Sérgio. Muito acentuado. Há um componente espiritual muito acentuado, porque esses seres são sensíveis ao acolhimento espiritual. Eles são sensíveis ao passe, são sensíveis à oração, tem uma resposta muito positiva a isso. E ainda tem o outro componente. Normalmente eles não estão sozinhos, eles trazem também compromisso do passado, como todos nós temos. Mas no caso do nosso filho, ficou muito acentuado isso. Ao longo do tempo, nós fomos contando assim aproximadamente cerca de 40 entidades foram atendidas em trabalhos mediúnicos em diversos centros espíritas que estavam relacionados com o caso dele e alguns casos difíceis de espíritos resistentes e que foram devagarinho sendo acolhidos, orientados e foram cedendo, não é? Eles sabe identificar, eles veem a realidade espiritual muitas vezes, mas como a família ignora, eles não sabem o que fazer com isso. É outro fator de drama, porque eles não vêm só os encarnados, muitas vezes estão convivendo com os desencarnados que são ignorados por todo mundo, não é? Então, a organização física tem uma limitação, mas o espírito muitas vezes está consciente do que está acontecendo e não tem como utilizar o
m os desencarnados que são ignorados por todo mundo, não é? Então, a organização física tem uma limitação, mas o espírito muitas vezes está consciente do que está acontecendo e não tem como utilizar o corpo para poder se expressar. manifestar e e apresentar as suas angústias e inclusive os seus desejos. Então, fica bastante complexo e é um desafio tremendo pra família. Nós como sociedade vamos realmente preparar, ter que nos preparar. As escolas estão tendo que se preparar, os profissionais estão precisando se preparar, mas as famílias também precisam assumir essa realidade de que papai e mamãe não podem mais brigar dentro de casa. já não deviam nunca fazer isso, mas não pode. Na frente do autista não pode ter briga, não pode ter discussão, não pode falar mal dos outros. Isso é totalmente deletério para eles. A gente tem visto isso acontecer não só com a nossa família, mas com outras famílias. Quando eles não encontram o ambiente em que se é pacificado, eles ficam muito agitados e eles reagem por imitação de comportamento. Eles copiam muito o comportamento dos outros. E isso é um um fator, não é, bastante complexo e é desafiador para nós. Tem-se então a componente espiritual. Os espíritos estão reencarnando com compromisso do passado. Não significa que eles tenham sejam mais culpado que os outros. esse tipo de rótulo que se costuma colocar, não tem nada disso. Às vezes, inclusive, estão reencarnados nessa situação, é para justamente ajudar a sociedade a dar esse passo no sentido de uma maior fraternidade, o maior acolhimento dos diferentes, né, e não discriminação, né, não bullying e esse tipo de coisa e assim por diante, né, eu recebi uma pergunta aqui do público também. de Orlando a respeito do envolvimento da família e a responsabilidade da família na recepção desse filho autista. Então, Carlos praticamente já respondeu agora a pergunta e eu vou dar um pequeno intervalo e já retornamos. A mansão do caminho apresenta tudo no universo faz parte de uma sinfonia harmônica e a ingratidão é
Carlos praticamente já respondeu agora a pergunta e eu vou dar um pequeno intervalo e já retornamos. A mansão do caminho apresenta tudo no universo faz parte de uma sinfonia harmônica e a ingratidão é uma nota dissonante que chama a atenção na caridade. resvala o valor de gratidão como o recurso valioso de edificação moral para a purificação do ser. Veio Jesus demonstrar a grandeza do amor e ele próprio foi vítima da loucura que assinalava o seu tempo. Cada passo dado à frente é vitória da tua jornada espiritual. Mundo regenerado por Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Joana de Angeles. Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Destacamos a nova coluna, Presença da Reencarnação, à luz do pensamento dos espíritos superiores. Em ciência espírita, refletimos sobre doenças degenerativas que afetam a nossa memória. E ainda um artigo com a proposta da benfeitora Joana de Angeles sobre o não julgamento e a tolerância. disponível no Espiritismo Play e também em versão impressa. Так. Então, retornando, nós temos hoje muitas perguntas aqui da área simétrica, da psiquiatria, psicologia. Então, tem uma pergunta, Luziane, do público de Fátima sobre fibromialgia. Fibromialgia seria assim uma dor intensa em diversos locais do do organismo, que ela diz que a fibromialgia é uma doença tão difícil de entender e não tem tratamento. Não sei dizer se é físico, emocional ou espiritual. Eu tenho e não sei o que posso fazer para lidar com tanta dor. As enfermidades, de um modo geral ou os desafios na nossa existência, eles apresentam esse prisma de um caledoscópio de várias situações que são as suas gênesises. Então, da mesma forma que podem ser questões de outras existências, como está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5to, que nos traz estas causas anteriores das nossas aflições, das nossas dores, também tem as causas atuais. Então, as coisas se mesclam, mesclam-se fatores de outras existências com comportamentos psicológicos, emocionais nessa existência. A fibromialgia está traçada
ssas dores, também tem as causas atuais. Então, as coisas se mesclam, mesclam-se fatores de outras existências com comportamentos psicológicos, emocionais nessa existência. A fibromialgia está traçada como algo psicossomático, como algo que as nossas emoções imprimem nos aspectos físicos e é de difícil diagnóstico. É difícil trazer esse diagnóstico da fibromialgia e também trazer elementos que possam explicar a gênese, a causa, como numa matemática a observar com tanta diretividade o que é a causa e o que é o efeito. Nesse complexo de situações com as quais nós vivenciamos nas relações humanas, tudo isso acaba sendo impacto quando não muito bem digerido por nós, as nossas emoções, as mágoas que nós trazemos, os impactos relacionais em nós, o quão isso vai trazendo consequências físicas e que são representativas em dores. Mas algo que a doutrina fala a respeito das dores e é bom a gente refletir, tá lá no livro Ação e Reação do Espírito André Luiz, que é a psicografia do Francisco Cândido Xavier. Idruso, um instrutor, esclarece-nos acerca da dor. A dor como auxílio, a dor como evolução, a dor como expiação. Essa expiação na questão do passado, de algo que foi feito no passado e que hoje a gente vivencia os efeitos desta relação e destas escolhas do passado. A dor que traz o aspecto da evolução seria algo dentro do contexto mesmo natural. A dor do aqui chegar, a dor da de partir daqui, a dor do nascer, a dor do morrer, a dor do crescer, essa dor que está dentro desse processo natural do nosso crescimento. e a dor auxílio que o benfeitor descreve como sendo aquelas situações difíceis que experimentamos dores cruciais muitas vezes nos instantes finais da nossa existência, que seriam para lidarmos com situações que precisam ser equalizadas e compreendidas. Então, aquela fase de dor, que é uma fase de aquietação, uma fase de silêncio para vivenciarmos esse processo de desprendimento em relação às situações que ainda mantemos. Mas como lidamos com as dores? Porque para a dor
e dor, que é uma fase de aquietação, uma fase de silêncio para vivenciarmos esse processo de desprendimento em relação às situações que ainda mantemos. Mas como lidamos com as dores? Porque para a dor não tem um termômetro. A dor não tem como eu saber. A minha dor é maior do que a sua dor. Dor é dor. E é por isso que a gente não deve julgar, criticar e sim abrigar a colher. Todas as vezes que a dor nos advém, diz o espírito Joana deângeles, é uma bênção que Deus concede aos eleitos. Não vos aflijais, pois, quando sofrerdes, antes bendizei a Deus onipotente, que através da dor nos conduziu à glória dos céus, a glória do reino dos céus. Ou seja, qualquer que seja a gênese dessa dor, ela tem um caráter instrutivo educacional, redentor de superação. Ela vem nos dizer e nos sinalizar uma causa que precisa ser cuidada por nós. No caso da fibromialgia, o tratamento psicológico psiquiátrico, por conta das emoções, por conta do do lidar com essas emoções nesses aspectos psicológicos, mas também quando experimentamos uma dor, não sejamos dominados por esta dor. Encontremos mecanismos, mesmo que seja uma dor limitativa, para servirmos. E aí, finalizando aqui a nossa resposta, a gente traz um exemplo da Madre Teresa de Calcutá. A Madre Teresa, ela atuou diretamente diante dos aidéticos, logo quando a A a Aides estava sendo descoberta e ela vai ao encontro desses primeiros casos para atender e um deles manda uma correspondência pra Madre Teresa dizendo que ele está acamado, que ele está nos estágios finais da sua existência e ele não tem muito o que fazer porque a dor é muito intensa. Então ele pede oração para ela. Ela escreve para ele depois de um tempo e diz assim: "Olha, todos nós temos algo para fazer. Todos nós podemos ser úteis. E você que está nessa condição, eu te mando uma listinha de 10 nomes para diariamente você orar por cada um desses irmãos e assim trazer a sua colaboração para este mundo. Então, diante de uma dor muito limitativa, muito lancinante, que traga pra gente até mesmo a
omes para diariamente você orar por cada um desses irmãos e assim trazer a sua colaboração para este mundo. Então, diante de uma dor muito limitativa, muito lancinante, que traga pra gente até mesmo a necessidade de ficarmos na cama, identifiquemos a possibilidade de sermos úteis, porque a nossa mente concentrada na utilidade vai trazer branduras às nossas dores e vamos conseguir lidar com esse processo de redenção com mais qualidade, com mais utilidade. Eh, ainda dentro do tema de autismo, nós temos um assunto também do TDAH, que seria um transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. E nós consultamos o nosso Carlos Campete e ele poderia nos dar também alguma explanação a respeito da visão espírita sobre o T T T, né? e como a espiritualidade os profissionais pode ajudar as pessoas que possuem esse transtorno, esse déficit de atenção. Eh, às vezes, inclusive a a pessoa com transtorno do espectro autista também acumula essa situação de do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. Eh, todos todas essas situações, gente, elas trazem uma componente espiritual. Eh, em princípio, não há nenhuma enfermidade que não tenha uma origem no espírito, não é? E então a problemática é do espírito que acaba se transferindo para a organização física e aí apresenta, né, as diferentes características. Aí em alguns momentos, inclusive a medicina fazendo o processo reverso, vai examinar a organização física e encontra na organização física eh aquilo que seria a suposta causa da enfermidade, que em princípio já é uma consequência, que já se acentuou, se apresentou na organização física. Então, o indivíduo que tem eh o transtorno do déficção e hiperatividade seguramente tem uma uma situação psicológica para enfrentar para para resolver. E às vezes ele não está em condições de resolver sozinho, precisa de ajuda, como no caso também do autismo. Tem alguns algumas situações até que o indivíduo consegue, né, se encaminhar, se resolver até bem, mas a uma boa parte precisa de auxílio.
er sozinho, precisa de ajuda, como no caso também do autismo. Tem alguns algumas situações até que o indivíduo consegue, né, se encaminhar, se resolver até bem, mas a uma boa parte precisa de auxílio. Esse ponto ele é fundamental, é preciso reconhecer isso. E a família que conta com uma pessoa com uma com uma circunstância dessas precisa entender que a pessoa precisa de ajuda. e precisa de ajuda profissional. existem hoje, não é, estudos e tudo, apesar de que eh na dentro, né, da eh da legislação brasileira não é considerado eh uma uma limitação, não é considerada uma deficiência o transtorno do déficit de atenção hiperatividade, mas há profissionais trabalhando, né, na busca de encaminhamentos. E muitas vezes o que acaba se utilizando é medicação, não é? às vezes medicação potente em relação a isso. E aí é uma questão de realmente, né, examinar. Quando o médico passa uma medicação, a gente tem que respeitar, é o profissional que está fazendo isso. E então é é bastante delicada a questão e cabe a quem está responsável, que ali no caso pode auxiliar a pessoa, avaliasse de fato, né, com o próprio médico o que que pode ser feito. E aí nós vamos de novo, gente, voltar aqui. Nós somos espíritas e pode ter gente ouvindo que não é espírita, mas se está acompanhando, possivelmente seja pelo menos simpatizante. Não dá para enfrentar essas situações todas sem considerar realidade espiritual. Todas essas questões têm componentes espirituais muito acentuados. o indivíduo que tem esse transtorno, como também boas casos, boa parte dos casos de autismo que a gente tem observado, existem sempre exceções e os casos não são iguais, não são, não estamos dizendo que todos são assim, por gentileza, mas um boa parte dos casos tem uma componente chamada de complexo de culpa, muitas vezes não identificado, e que não tem origem nesta encarnação, porque não houve nada que aconteceu nessa encarnação para definir aquilo. Mas o indivíduo tem o próprio fato, por exemplo, no caso do autismo, de não olhar, não suportar o olhar de
m nesta encarnação, porque não houve nada que aconteceu nessa encarnação para definir aquilo. Mas o indivíduo tem o próprio fato, por exemplo, no caso do autismo, de não olhar, não suportar o olhar de outros, nem o os olhos até de uma figura é um complexo de culpa acentuadíssimo, como se alguém tivesse vigiando, acompanhando. E o indivíduo que não se acalma de jeito nenhum, ele é agitadíssimo, ele não se aceita como ele é, tem uma dificuldade tremenda de autoaceitação. E e esses aspectos precisam ser trabalhados, porque senão fica muito difícil de encarar e de enfrentar. A gente coloca tudo isso aqui, gente, no aspecto espiritual, não somos profissionais da área, não é? Naturalmente os profissionais terão a sua visão eh da questão. No entanto, a gente coloca do ponto de vista espiritual, né, como o Mário Sérgio colocou a pergunta. E esse aspecto espiritual precisa ser considerado. Se é uma criança ainda, os pais podem ajudar muito, criando um entorno favorável de equilíbrio, de paz, evitando o excesso de exposição às telas, não é? E os próprios pais, não é? Evitando também de dar esses exemplos, né? Porque a gente às vezes recomenda, mas não faz igual. A gente tá recomendando. Então, a a os filhos seguem aquilo que nós estamos fazendo, não o que nós falamos, não é? E às vezes exige renúncia mesmo, dedicação, esforço. E não tem como superar esses obstáculos se não houver o que a Luziane colocou ainda h pouco. Nós entendemos que nós estamos no planeta e somos filhos de Deus. E Deus nos criou para isso, para servir. E nós só felizes quando nós servimos. Então nós podemos terar, fugir, evitar, fazer o que nós quisermos, juntar muito dinheiro, ser muito rico e ter ser saudável, porque a gente toma medicação, porque essa coisa toda que são as ilusões que o mundo nos traz, mas nós só seremos felizes se nós aprendermos a servir. Isso vale para autistas, para as pessoas que estão na síndrome do espectro autistas, serve para quem está nessa síndrome do transtorno, não é, do déficit de atenção
elizes se nós aprendermos a servir. Isso vale para autistas, para as pessoas que estão na síndrome do espectro autistas, serve para quem está nessa síndrome do transtorno, não é, do déficit de atenção com hiperatividade. Muito obrigado, Carlos. Você fez referência neste momento a Deus. Eu tenho uma pergunta aqui do público da Soraia que ela faz um uma questionamento a respeito da divindade. Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. Então, por que existe um homem mal? Se Deus é o criador, será que Deus criou o mal? Nós temos as explicações bem claras na doutrina espírita sobre este assunto. Eu vou pedir então que a a Luziane eh fale um pouco sobre a perfectibilidade divina, a nossa perfectibilidade relativa e a imagem que nós temos, né, da divindade. Deus nos cria simples e ignorantes, tá? A explicação em o livro dos espíritos e a nossa trajetória da simplicidade de ignorância para alcançarmos angelitude, para alcançarmos essa condição de perfeição relativa, porque perfeito absolutamente só o Pai. E dentro dessas condições de que nós somos de criaturas, alcançarmos essa perfeição relativa, nós conseguimos perceber desse Deus que é justo, bom, único, onipotente. Esse Deus que é pai, esse Deus que é todo misericórdia, todo justiça, todo bondade, seria incompatível que desse Deus adivesse o mal. E é objeto de questionamento também o livro dos espíritos. O livro dos espíritos enfrenta esse tema do bem e do mal, bem como a Gênese, que é o último livro da codificação cardequiana, também enfrenta esse tema do bem e do mal, perguntando inclusive se existiria um ser demoníaco, diabólico, que fosse criado e que fizesse o antagonismo em relação a Deus. E nós percebemos que pela lógica isso é impossível, porque se existisse um outro ser que fizesse esse antagonismo, rivalizasse em relação a Deus, Deus deixaria de ser Deus e perderia todas as suas qualificações de absoluto, de onipotente, desse ser grandioso e que faz e que é a gênese de toda a criação. O mal é criação nossa, é
relação a Deus, Deus deixaria de ser Deus e perderia todas as suas qualificações de absoluto, de onipotente, desse ser grandioso e que faz e que é a gênese de toda a criação. O mal é criação nossa, é criação do ser humano. O que é o mal? Tá lá no livro dos espíritos, questão 630. É toda vez que o ser se afasta leis de Deus. O bem é todas as vezes que as nossas atitudes nos aproximam da lei de Deus. Então, significa que simplesmente não fazermos o mal já tem um significado. É uma pergunta também que está na questão 642 do livro dos espíritos. E os espíritos respondem: "Não basta deixar de fazer o mal. É necessário fazer o bem". Por quê? Porque quando a gente deixa de fazer simplesmente o mal, o espaço está aberto inclusive para o mal ganhar guarida. É a parábola do trigo e do joio, que estava o homem naquele campo, cochila, ou seja, dorme em vigilante, imprevidente e vem a semente do mal e se esprai naquele terreno. O mal é consequência dos nossos abusos e dos nossos excessos. Em a Gênese, a gente percebe o codificador trazendo diversos aspectos para essa percepção do nascedouro do mal, incluindo os abusos com as nossas condições instintivas. O instinto que num determinado momento para a nossa conservação, para a nossa sobrevivência é extremamente importante e essencial que automatismos sejam realizados a partir do instinto. à medida que vamos evoluindo e que a inteligência vai abrigando as nossas atitudes, permitindo as nossas escolhas, esse instinto com uma necessidade nossa de preservação, de excesso de comportamento, do que antes era mera sobrevivência, mas hoje é abuso das condições. O que antes era condição de defesa e hoje é violência e crueldade. esse coeficiente nosso atual com as abusividades e os excessos é que trazem a origem do mal. E aí na questão 643 do livro dos espíritos, eles, o Kardec questiona se existe alguém que não pode fazer o bem. E os espíritos respondem que todos nós somos capazes de fazer o bem, que basta que retiremos as lentes do egoísmo e nos apresentemos na
s, o Kardec questiona se existe alguém que não pode fazer o bem. E os espíritos respondem que todos nós somos capazes de fazer o bem, que basta que retiremos as lentes do egoísmo e nos apresentemos na percepção da nossa utilidade no contexto da criação. Então, Deus não criou o mal. O mal é criação nossa, dos nossos excessos, das nossas imprevidências, do mau uso do livre arbítrio. Por sermos seres que estamos com a destinação e a fatalidade da perfeição, o progresso é a lei inesorável que nos envolve. Nós estamos cada dia, cada oportunidade, a cada ciclo reencarnatório, caminhando para o desprendimento desses fatores eleitos por nós em alguns momentos de invigilância, alguns momentos de imprevidência, onde o mal acabou sendo muito mais o reinante nas nossas atitudes para que cada vez mais rumemos para a escolha do bem, que aí sim vai ser essa consequência natural rumo à fatalidade da felicidade. Obrigado, Luziane. Quando eu fiz a apresentação do Carlos Campete, eu citei que ele era médium e palestrante. E tem uma pergunta que nos chegou aqui do YouTube a respeito de mediunidade, Carlos, é de Carolina. Ela diz que ela é médium e ela percebe que tem um sentimento de angústia e vazio muito mais intensos. O que que nós poderíamos aconselhar para a nossa irmã relativamente a esses sentimentos? a angústia e o vazio existencial. Muito boa pergunta. Todas as perguntas muito boas. Aliás, eh nós recomendamos para quem é médium está sentindo, né? É natural sentir, porque muitas vezes a gente traz as nossas questões do passado, mas também a gente sente a aproximação dos espíritos. Além da carga pessoal, nós às vezes arrastamos também, não é, o peso dos espíritos que estão no mesmo tipo de sentimento. Então, a gente recomenda o evangelho segundo o Espiritismo. Nós não recomendamos para os demais, nós usamos como médium. Toda vez que a gente começa a sentir uma angústia estranha, você pensa, tá vindo de mim ou tá vindo de onde? Isso não me interessa se é minha ou se tá vindo de onde for. O evangelho
samos como médium. Toda vez que a gente começa a sentir uma angústia estranha, você pensa, tá vindo de mim ou tá vindo de onde? Isso não me interessa se é minha ou se tá vindo de onde for. O evangelho vai ajudar aqui. E aí a gente vai no Evangelho, faz a leitura, não é? Pede ajuda, ora, pede ao nosso anjo da guarda, aos bons espíritos, que nos ajudem. Abrimos o Evangelho e lemos. Às vezes sentimos necessidade de ler em voz alta. E aí a gente procura entender o que ali está dizendo. E nós vamos ver que tem orientação pra gente, tem orientação para aqueles que estão conosco. A gente ora em seguida agradecendo e normalmente a gente sente alívio. Mas já teve vezes, porque aí é um inimigo pessoal de não bastar a leitura de uma página, nem de um capítulo. Eu era adolescente, o o irmãozinho me despertava pela noite para eu ficar cansado e não ter condições de estudar no dia seguinte, não é? porque aí eu me profissionalizaria, eu conseguiria algum emprego, eu e ele não desejava que eu fizesse isso. Então, às vezes era preciso ler o capítulo inteiro para conseguir entender finalmente o que estava ali sendo colocado. Mas quando a gente conseguia entender, aí conseguia dormir porque conseguia. Kardec coloca assim, Mário Sérgio, e quem fez a pergunta, a questão é ver quem cansa primeiro. Se nós nos cansarmos, nós vamos ficar angustiados, vamos ficar sofrendo. Mas se a gente persistir com o evangelho, o infeliz ou ele se transforma ou ele vai se cansar e vai se afastar. Muito obrigado, Carlos. Chegamos então ao final aqui do nosso Conversando. Foi uma noite realmente maravilhosa, com muitas perguntas. extremamente esclarecedoras, perguntas profissionais muito bem feitas e que nos deram a oportunidade de poder navegar nesses assuntos e esclarecer a todos aqueles que nos ouvem. Eu vou convidar agora o Carlos, então, para que ele se dispos ouvintes. Olha, o nosso agradecimento pela oportunidade de estarmos juntos é sempre uma alegria muito grande e fica o nosso a nossa o nosso abraço muito
r agora o Carlos, então, para que ele se dispos ouvintes. Olha, o nosso agradecimento pela oportunidade de estarmos juntos é sempre uma alegria muito grande e fica o nosso a nossa o nosso abraço muito carinhoso, muito fraterno para todos. E aqui se a gente pode deixar um um pedido, não desistam, gente. Não desistam nem de vocês mesmos, nem daqueles pelos quais vocês são responsáveis. Nós somos seres perfectos, como a Luziana chamou atenção. Então, nós somos filhos de Deus, nós somos herdeiros do universo, mas nós precisamos fazer por merecer. O Beto Roden já fez afirmativa e ele era um um filósofo católico. Ele disse: "Deus nos fez o mínimo possível para que nós nos fizéssemos o máximo possível". Então, era uma convicção dele de que nós nos construímos a nós mesmos, que é o pensamento cristão de fato e que o espiritismo nos apresenta. Nós podemos nos melhorar constantemente. Então, façamos isso. Está no nosso arbítrio, na nossa capacidade e a gente precisa perseverar nisso até superar as dificuldades e os obstáculos. Que os bons espíritos nos amparem, nos protejam e que Jesus nos guie. Nosso abraço fraterno para todos. Obrigado, Carlos. Nós agradecemos a professora Solange, a Luziane Maria, ao Carlos, a presença de vocês aqui conosco, obviamente aqueles que nos assistem virtualmente também, a nossa Andreia, que é a nossa tradutora das Libras, muito obrigado o nosso carinho a ela. E vamos nos preparar agora, então, para o encerramento da nossa reunião. Convidamos os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Esse momento é um momento especial, muito especial. Conversamos sobre religião, moral, conversamos sobre filosofia. Hoje muito sobre ciência. E agora, complementando o tema que ficou na teoria, iremos ao exercício, a prática da aplicação dos passes, uma metodologia espírita saudável, aplicada por Jesus, ensinada por ele e que nós podemos desenvolver esse sentimento. de doação. É uma doação, uma doação própria, anímica,
ca da aplicação dos passes, uma metodologia espírita saudável, aplicada por Jesus, ensinada por ele e que nós podemos desenvolver esse sentimento. de doação. É uma doação, uma doação própria, anímica, nossa, do nosso corpo físico, onde nós fornecemos a nossa energia saudável, impulsionada principalmente pelo bom pensamento e pela vontade. A vontade de servir, a vontade de dar. de conceder ao nosso próximo aquilo de que melhor está em nós. Sim, essa energia física se mescla com a energia do mundo espiritual que suplicamos neste momento aos benfeitores para que neste ambiente se enriqueça desses fluidos, desse bem-estar que reina neste momento. causando-nos sensações positivas a nossa mente, absorvendo também esta energia, ela muda de sintonia, nos afasta daqueles que nos querem o mal, nos coloca num nível mais elevado, pensamento mais positivo e sentimos Como se alguns greliões que nos aferram à terra possam se desvanecer e o nosso pensamento volitar em direção à esfera crística, convidando a todos a pensar no bem, na saúde e na paz. Abençoa, ó Jesus, ao teu fiel irmão servidor Divaldo Franco, o nosso reconhecimento e gratidão a Nilson de Souza Pereira. Vos rogamos pelos nomes que foram colocados na entrada desse cenáculo. Muitos desencarnados, muitos encarnados. A tua generosidade e misericórdia se estenda por todos eles. A água, essa mesma energia presente aqui, seja transferido à água na entrada do cenáculo. Que os bons espíritos criem moléculas especiais para absorver os bons fluidos espirituais. E nós, ao sorvê-lo, possamos sentir os efeitos, não somente físicos, mas espirituais ali contidos. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar, pensando sempre, sempre em ti. Seja conosco, Jesus, hoje, sempre. E que assim seja. Muito obrigado a todos. Sigamos em paz.
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