Jesus e Saúde Mental | Episódio nº 140 – Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 10/09/2025 (há 6 meses) 1:09:55 3,787 visualizações 724 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 140 – Perguntas e Respostas #jesus #saúdemental #espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

ла Muito bem, começamos agora mais um Jesus e saúde mental. Neste episódio, nós teremos respostas a perguntas que vocês nos fizeram, especialmente a partir do meu Instagram, Prof._line Leonardo Machado, em que de vez em quando nós abrimos uma caixa de perguntas nos histories. Então, as pessoas mandam e basicamente todas as perguntas que são relacionadas ao tema Jesus e saúde mental, nós vamos selecionando e vamos respondendo aos poucos aqui no programa. Hoje teremos a grata presença da nossa amiga Ana Teresa Camasmi, que vocês já conhecem, vocês que nos acompanham pela TV da mansão do Perú. ato contínuo. Gostaria de convidá-lo a e a convidá-la a fechar os olhos para podermos em prece pedir a Jesus um lenitivo para as nossas dores diárias, porque afinal de contas dois desejos nos motivam a encontrar momentos como esses. Um desejo de aperfeiçoamento, um desejo de desenvolvimento pessoal, mas um desejo também de diminuir as nossas dores íntimas, as nossas angústias. E o recurso da prece é um recurso fundamental para os momentos deitosos, tanto quanto para os momentos momentosos de agradecimento. Por isso, Jesus, tu que és o farol de nossas vidas, tu que apontas o caminho seguro a seguir, tu que disseste que aquele que quisesse te seguir pegasse a própria cruz e seguisse. Tu que és a esperança, sem ser uma esperança ilusória, a ti recorremos agora no sentido de pedir as bênçãos para essas pessoas que nos assistem nesse programa, que tem o desejo de lembrar o teu nome, Jesus, como sendo um nome terapêutico, um nome que ajuda a acalmar as nossas angústias. Jesus e saúde mental, um nome que ajuda a clarificar os nossos caminhos. Por isso, te pedimos uma bênção especial para todos que estão agora nos assistindo nas suas dores íntimas, seus familiares, aqueles que nos pedem ajuda individualmente pelo chat, individualmente em perguntas específicas ou nos comentários. aqueles que estão fora do país, nos Estados Unidos, aqueles que estão dentro do país, aqueles que estão ao redor do mundo e

ente pelo chat, individualmente em perguntas específicas ou nos comentários. aqueles que estão fora do país, nos Estados Unidos, aqueles que estão dentro do país, aqueles que estão ao redor do mundo e pelas ondas da internet consegu encontrar algum tipo de apoio, como aqueles de língua hispânica que estão sempre em contacto conosco. ajuda o Senhor para que as suas dores possam ser diminuídas, especialmente nas suas angústias diárias, trazendo um lenitivo todo especial, que possamos ser um instrumento de paz e de amor sempre. Por isso, fica conosco neste momento e que assim seja. Olá, Ana. >> Olá, Léo. Que bom estarmos juntos outra vez. >> Temos aqui, querida, várias perguntas. Vamos tentar fazer o máximo possível, desde que de para responder também bem, não é? >> Uhum. >> A primeira é justamente assim: o que fazer? ao sentir uma tristeza sem explicação, geralmente aos fins de tarde. >> Hum. >> Certamente a pessoa quando diz que é sem explicação, ela está dizendo que não tem um gatilho óbvio. Ela não consegue identificar um gatilho, um estresse óbvio que deix que a deixe com tristeza. Então essa a gente vai responder junto, como todas outras, né? E aí, primeiro explicando o seguinte, eh, tô falando de tristeza, mas às vezes tristeza é um dos sintomas básicos que está por dentro de uma depressão. Ou seja, a depressão aqui não uma tristeza comum, mas uma doença, né, um transtorno dentro da psiquiatria. Em sendo um quadro depressivo, nós sabemos que, na verdade, é bastante comum haver variações ao longo do dia. Dificilmente a pessoa se sente deprimida o dia todo. Pode até acontecer, mas mesmo ela se sentindo deprimida o dia todo, há momentos que ela se sente mais deprimida ainda. E esses momentos eh são muito comuns três, eh três momentos: o amanhecer, o meio-dia e o entardecer. Esses três momentos são os mais comuns e existem explicações biológicas para isso, especialmente relacionado a neuroquímica que se muda no ciclo sono vigília, ao eixo hipotálam, hipófise adrenal, que

Esses três momentos são os mais comuns e existem explicações biológicas para isso, especialmente relacionado a neuroquímica que se muda no ciclo sono vigília, ao eixo hipotálam, hipófise adrenal, que vai sendo, por exemplo, de manhã, uma descarga de cortisol um pouco maior e você pode ter um um sintoma de tristeza, mas de angústia associado, de ansiedade. Então, explicando isso do ponto de vista psiquiátrico para explicar que faz parte de uma de um quadro. Eh, e até uma coisa, Ana, que a gente como psiquiatra nos ajuda a diferenciar o que é uma depressão maior com sintomas ansiosos do que é uma ansiedade com alguns sintomas depressivos. São quadros parecidos, mas, por exemplo, no ansiedade você não tem muito essas variações. Na depressão você tem mais variações. Então, se você tem essa variação, é mais comum que seja uma depressão do que só uma ansiedade e os sintomas ansiosos vindo dentro do quadro depressivo. Tudo isso para dizer que em sendo essa situação, é necessário um tratamento para o corpo, ou seja, um tratamento químico. química, ela não trata o corpo etéreo, não trata o perespírito, não trata a alma, mas trata o corpo somático na linguagem de Ernesto Banana. E se trata o corpo somático nos ajuda também quanto espírito para o quê? para ajudarmos a carregar as nossas cruzes. Aquele que quiser seguir, me siga, pegue a sua cruz e me siga. Mas para isso, algumas pessoas entendem, Ana, que pegar a sua cruz é pegar a doença e não ter nenhum tipo de tratamento, porque ter o tratamento seria não pegar a sua cruz. Olhe, o tratamento medicamentoso da psiquiatria não vai tirar da tua cruz. Ela só vai ser um serineu do caminho que ajudou Jesus a carregar a cruz por um tempo. Então, as medicações são sirineus que Deus nos colocou, graças a Deus, para podermos ter expiações, termos geralmente expiações mesmo, né? doenças psiquiátricas, elas têm mais um caráter respiratório em um nível maior ou menor, para que a gente possa passar essa expiação de uma maneira exitosa, sem a

ermos geralmente expiações mesmo, né? doenças psiquiátricas, elas têm mais um caráter respiratório em um nível maior ou menor, para que a gente possa passar essa expiação de uma maneira exitosa, sem a revolta, sem o suicídio, sem outras adoecimentos que piorariam a nossa condição. Então, é só um seren do caminho. tratar só o corpo, mas graças a Deus que trata o corpo para a química cerebral possibilitar uma melhor eh funcionalidade e esse corpo etéreo e aos poucos tendo a ressonância saudável, porque o corpo influencia o perespírito também, né? diz Kardec, é uma influência mútua. O espírito influencia o perespírito que influencia o corpo somático, mas também há uma influência ao contrário, tanto quanto a gente sabe que quando uma pessoa que passa por um adoecimento tipo deficiência intelectual de longo curso, quando ela desencarna, a perturbação no outro lado demora um pouco mais para voltar a ter a consciência, porque a ressonância física, psíquica, espiritual acontece também nessa via. Então, tratar o corpo é fundamental, é um ato inclusive de humildade, de pedir ajuda, porque todo pedido de ajuda é um ato de humildade. Então, acho que tem que pensar sempre isso, né? A gente sempre reforça pequenas explicações sobre o que é o tratamento, digamos, médico. Mas tem outras visões, né, Ana, as questões psicológicas, os ciclos, né, que tocam o nosso psiquismo. Fala. É, mas antes de falar disso, você foi falando, me veio uma metáfora aqui, poxa vida, eu preciso de um barco para atravessar de uma margem para outra, né? E se esse barco tiver furado, eu não consigo chegar do outro lado. Eu vou chegar do outro lado com muita dificuldade, eu vou naufragar. Então, o nosso corpo é um barco. A gente precisa cuidar dos furos, precisa cuidar de de enferrujar. Então, quando a gente sugere, né, você tá precisando de um medicamento para consertar os furos do barco, porque a finalidade é você chegar lá, o fato de você carregar sua cruz, né, dar conta das suas as adversidades que você trouxe

é, você tá precisando de um medicamento para consertar os furos do barco, porque a finalidade é você chegar lá, o fato de você carregar sua cruz, né, dar conta das suas as adversidades que você trouxe para cuidar, não quer dizer que isso tem que ser heroicamente. Você se descuidar também é responsabilidade sua, não é? Então, é muito importante você cuidar do seu corpo. Sim. Então, às vezes a gente fabrica menos, não sei se fica boa essa palavra, né? A gente produz menos determinados hormônios ou determinados componentes químicos que são necessários e essenciais pra gente dar conta, não é, da viagem que a gente tá fazendo. Então, super bem-vindo que você falou aí sobre eles. Bom, sabe o que que eu me lembrei? Agora tem uma página escrita por André Luiz no livro Estude e Viva, capítulo 70, que eu até peguei aqui a frase exata, ele diz assim: "Indisposição inexplicável, tristeza sem razão aparente, é possível que isso seja sintoma de uma influência espiritual sutil. Então eu queria lembrar que a gente fica o tempo todo querendo separar. Ah, mas o que que é influência espiritual? O que que é do meu corpo? O que que é meu psiquicamente? Eu só lamento, essas coisas estão sempre juntas. A gente até pode separar didaticamente pra gente não ficar também ingenuamente achando que é só o corpo, que é só a alma, que é só os espíritos, né? a gente precisa entender assim, nós somos um mix feelings disso tudo. Então, quando a gente sustenta um pensamento negativo durante muito tempo, o nosso corpo começa a ficar deficitário. E nós somos um campo energético, um campo espiritual que atrai espíritos dessa mesma frequência. Aí você fica se perguntando assim: "Tá bom, mas começou aonde?" Olha só, isso não é o mais importante. O importante é que a gente precisa cuidar dessas nossas várias esferas, psíquica, espiritual, física, tudo compõe. Quer ver? Vou dar um exemplo. Se você ficar muito tempo morando num país que tem pouco sol, um país que é cinzento a maior parte do tempo, a tendência a gente ser mais

espiritual, física, tudo compõe. Quer ver? Vou dar um exemplo. Se você ficar muito tempo morando num país que tem pouco sol, um país que é cinzento a maior parte do tempo, a tendência a gente ser mais desanimado é grande. Você tem que fazer um bom esforço para poder sustentar alegria, otimismo, bem-estar. Ah, mas a causa é o a temperatura baixa. Não, não é isso. Eu quero dizer o quanto nós somos permeáveis e vulneráveis, inclusive a temperaturas. Um lugar muito frio, um lugar muito solar. O Léo que mora aí no Recife, que tem sol, 90% do ano, tem um humor diferente de quem mora lá no Sul. Então isso tudo compõe quem a gente é. Então, quando vocês perguntam pra gente assim: "Ah, tristeza sem explicação aparente é sempre uma influência espiritual?" Vamos tirar o sempre. Claro que tem, porque tem sempre influência espiritual. Nós somos vulneráveis e permeáveis, sim, aos desencarnados que pensam junto conosco. Eh, eventualmente pensar muito sobre a explicação específica é uma defesa para não fazer nada, né? >> É, são os espíritos, né? >> Quando a gente pensa muito, muito, muito, porque uma coisa é o cientista ficar pensando, pensando, pensando, pensando, outra coisa é a vida, né? na vida a gente tem que tratar a dor, tem que ajudar as pessoas a a ir em frente. Aí, nesse sentido, eh, eu acho interessante essa esse aspecto do entardecer. Eh, acho que poucas vezes tive espaço aqui para conversar sobre isso, mas são ciclos, representam ciclos do dia que tocam o o nosso psiquismo nos ciclos da nossa vida. E os ciclos da nossa vida tocam o nosso psiquismo nos ciclos reencarnatórios. Então, é como se um pequeno ciclo diário tocasse o ciclo da nossa vida e o ciclo da nossa vida toca questões reencarnatórias, né? >> Sim. Sim. >> Por exemplo, quando tá tendo o ciclo vital de ter filho ou o ciclo vital da formatura, o ciclo vital, esses ciclos, eles >> assim como ciclos da natureza. Tem época da nossa vida que é verão, tem época que é inverno, que é outono, que é primavera, >> porque vão tocando, né? E aí eu acho que

clo vital, esses ciclos, eles >> assim como ciclos da natureza. Tem época da nossa vida que é verão, tem época que é inverno, que é outono, que é primavera, >> porque vão tocando, né? E aí eu acho que o o interessante é o que a Jona Dian chama de atavismo. Atavismo são eh eh características ancestrais que reaparecem. Então ela usa esse termo ataismo para falar justamente desse ciclo reencarnatório que é tocado e não um um um tocado, um gatilho visível. Então, aparentemente não tem explicação porque não tem um gatilho específico visível. é uma questão mais do inconsciente e do inconsciente reencarnatório, portanto do inconsciente profundo, né, que nos fala de desse ciclo que vai sendo tocado. E o entardecer lembra um pouco o ciclo eh da finalização, né? Um ciclo da finitude, o ciclo da morte, como o amanhecer, né? Lembra um pouco o ciclo que de uma de um dia que reinicia e às vezes a pessoa não tá com desejo de reiniciar, tá com dificuldade para poder reiniciar. ao mesmo tempo pessoas que ficam melhores no final do dia. Essa pessoa que tende a ficar pior no É interessante assim, dificilmente a pessoa tem uma piora no início do dia e no final do dia. Geralmente quem tem uma piora no início do dia fala que vai melhorando ao longo do dia, porque assim, a o dia vai se encerrando, graças a Deus a vida tá acabando. Graças a Deus o círculo tá encerrando. E o e o inverso também é o contrário. às vezes a pessoa começa muito bem, o dia vai piorando porque vai simbolizando a morte. Então são formas, né, que aí eh o entendimento vai nos trazendo alguma forma de insight, mas não significa que traga resolução, né? Porque só o insight nem sempre traz uma resolução. >> É um começo, né? Eu lembrei de uma senhora que eu conheci que quando dava 6 horas da tarde, ela entrava numa tristeza profunda. E ela se lembrou que quando a mãe dela morreu, tocou o sino da igreja e eram 6 horas da tarde. Então a gente é tocado por coisas que a gente nem se dá muito conta, mas a gente pode ter um insight, um entendimento e

ou que quando a mãe dela morreu, tocou o sino da igreja e eram 6 horas da tarde. Então a gente é tocado por coisas que a gente nem se dá muito conta, mas a gente pode ter um insight, um entendimento e começar a ficar um pouco mais cuidadoso com a gente, né? Ih, eu já sei que 6 horas eu fico esquisito. Então, deixa eu dar aqui uma melhorada. vou fazer uma uma oração ou vou fazer uma coisa diferente. Então, se o fim de tarde te traz essa tristeza e você já sabe disso, você pode se autocuidar e fazer alguma coisa com você, sabendo que o fim de tarde lhe é de alguma coisa, né, tensa para você. Então, o que que você pode fazer por você para você se cuidar antes que essa tristeza inexplicável, sem razão aparente te surge no final da tarde? Nesse sentido, Ana, tem outra pergunta. Aí a pessoa já afirma que tem ansiedade e depressão, no caso, então, diagnósticos, né? Certamente já faz tratamento, eh, médico, psicológico, porque já tá entendendo isso que a gente falou. Mas ela sente muita angústia, né? E eu acho que a angústia dela é: "Eu vou sentir angústia quando eu partir, vai ficar em mim quando eu desencarnar". É, então a gente sai do corpo, o espírito é o mesmo. Então a gente continua no mundo espiritual do jeitinho que a gente estava aqui. Mas é claro que as intensidades próprias da vida terrena diminuem. Você não vai pagar mais boleto, né? As suas apreensões da vida materiais vão diminuir. Mas quem você é? quem você tem sido, o modo como você tem vivido aqui permanece. Então, se a sua existência aqui é uma existência que tem a predominância do medo da ansiedade, você desencarna com a predominância do medo da ansiedade. Mudam os motivos, mudam os starts, mas por isso que Kardec escreveu: "Sai o inferno pra gente, pra gente compreender o que que acontece com a gente quando a gente desencarna, pra gente começar a cuidar melhor da gente enquanto a gente tá aqui. Então, cuida do seu medo da ansiedade enquanto você tá aqui para que você não desencarne nessas condições tão precárias, né?

carna, pra gente começar a cuidar melhor da gente enquanto a gente tá aqui. Então, cuida do seu medo da ansiedade enquanto você tá aqui para que você não desencarne nessas condições tão precárias, né? Então, pode começar a cuidar. Então, ansiedade, depressão, esses quadros psíquicos que atravessam um grande tempo da sua existência, já tá falando do seu modo de ser. Então, é algo que merece o seu carinho, sua atenção, o tratamento. Porque olha, gente, buscar tratamento é um ato de amor para nós mesmos. Cuidar de si mesmo é um ato de amor. Não só e amor a nós, mas amor a quem convive com a gente. Porque quem convive com a gente sente o impacto do nosso, da nossa tristeza, do nosso malestar, né? Então, por amor a eles e a você, cuide sim, desde já. Não deixa desencarnar para Não é desencarnando que a gente melhora isso. >> Eu me recordei da Santa Terezinha. Existem algumas santas Terezinhas, né? Mas tem uma chamada Santa Teresinha do menino Jesus, não dá. >> A Santa Teresinha Dávila era doutora da >> É mística, né? >> A mística, né? Segundo Divaldo Franco, a reencarnação de Maria de Magdala. Mas existe outra. Santa Teresinha do menino Jesus perdeu a mãe quando tinha 4 anos de idade. A irmã Paulina depois assumiu a vida no Carmelo. Então ela teve muitas dores e passou a vida toda com depressão. Então Santa Terezinha do Menino Jesus fala assim, falava assim: "Eu acredito que quem passou por depressão muito tempo na vida vai direto pro céu, porque o purgatório já viveu em vida". Nossa, >> então, Santa Terezinha responde um pouco essa pergunta feita, né? Uma depressão crônica. Mais uma vez, são processos expiatórios, ou seja, processos que falam de expiações de outra existência, né? Se são expiações, são expiações de outra existência. Não é que seja bom de sentir, como a própria Santa Terezinha do Mino Jesus expressou muito bem, porque ela sentiu isso durante muito tempo na sua vida. o luto que teve, né, gerando depressão, mas na época dela não tinha tratamento. Eh, desse tipo de tratamento que a gente

us expressou muito bem, porque ela sentiu isso durante muito tempo na sua vida. o luto que teve, né, gerando depressão, mas na época dela não tinha tratamento. Eh, desse tipo de tratamento que a gente tá falando para menizar as dores, às vezes não cura, mas muitas pessoas me dizem assim: "Doutor, sabe, eu não paro o tratamento porque eu sei que se eu parar fica pior". Então o tratamento não consegue me curar, mas sem ele eu fico pior. Então mais uma vez é um um bandate às vezes, mas é melhor que fique com bandade do que ficar a cicatriz exposta há muito tempo. E aí, nesse processo expiatório, se nós vivemos ele com resignação, sem rebeldia e mantendo a vida no corpo, isso manter a vida no corpo já é um ato de resignação, especialmente quando a pessoa passa por uma depressão crônica que tem altos e baixos. E isso com certeza vai trazer um mérito para que no futuro, depois da desencarnação, essa expiação vá desenvolvendo, vá saindo, né? Assim como alguém que passa por uma expiação grande no corpo, por uma doença eh incurável e quando sai do corpo, essa doença já foi a própria cura e o corpo espiritual sai melhor. Isso também o mesmo raciocínio serve para um quadro depressivo, um quadro de doença psiquiátrica. Agora a questão é a postura nossa diante dela. Uma postura de resignação e não de rebeldia. Uma postura de humildade e não de soberba. Uma postura de, como a Ana colocou, às vezes a nossa dor é tão grande que a gente quer que todo mundo sinta dor, como uma criança que eu atendi lá no passado, ito aninhos com depressão. E ele, então, criança quando tem depressão é uma coisa mais rara, mas acontece. E aí ela fica muito agressiva em geral, tem comportamentos externalizantes. E quando tava com a depressão, ela jogava a cadeira nos outros, batia nos outros. Em um momento, porque a psiquiatria em criança também tem um que de psicoterapia, né? brincando com ela, brincando no setting terapêutico, era um cenário do SUS. Ela me disse assim: "Ana, eu queria eh que os outros

porque a psiquiatria em criança também tem um que de psicoterapia, né? brincando com ela, brincando no setting terapêutico, era um cenário do SUS. Ela me disse assim: "Ana, eu queria eh que os outros sentissem a dor que eu tava sentindo, mas foi um insight porque ele só tinha 8 anos de idade. >> Insite difícil, profundo, né? >> Não tem essa clareza. Eu tentei aprofundar um pouco, mas ele não conseguiu. Mas esse insite veio pela brincadeira brincando e ele falou. Então, mas ele falou uma coisa que muitas vezes acontece, a dor da pessoa no quadro psiquiátrico às vezes eh faz com que pela revolta ela queira também imprimir a dor em todo mundo, jogando a dor para todo mundo. E aí fala de um comportamento mais revoltado do que resignado. ass como tirar essa dor e nem como por carregar essa dor por por nós ou pela pessoa que está perguntando. Então, >> porque também os os essa dor da que a depressão causa, como ela não é visível, já tive um paciente que me falou assim: "Eu preferia que fosse um corte muito profundo na minha pele para que as pessoas pudessem ver como é grande". Eu falo, não adianta. Então assim, como é difícil a gente expressar a intensidade do sofrimento nos quadros que não são visíveis pro olho do corpo. Então é como se fosse algo que a gente se quiser pode se livrar, né? Ah, tá faltando força de vontade. Então, os quadros assim, a gente causa mesmo impacto nos outros às vezes com a maneira de poder dizer: "Olha, o que eu tô sentindo é muito grande, seja empático com isso." >> Mas essa própria fala dessa pessoa, Ana, já mostra o que eu tô dizendo sobre a expiação, que é uma expiação que não é nem validada. Então, olha aí a expiação. >> Uhum. >> A dor que não pode ser dorida, >> issoida. Então, por isso que dificilmente você vai encontrar um quadro psiquiátrico que não tenha um q expiatório. E se tem um que expiatório, pelo próprio fato de não poder ser cuidada no sentido do >> do termo, eh, com empatia, às vezes, já mostra a expiação, já mostra a expiação

o que não tenha um q expiatório. E se tem um que expiatório, pelo próprio fato de não poder ser cuidada no sentido do >> do termo, eh, com empatia, às vezes, já mostra a expiação, já mostra a expiação em curso. E o melhor remédio para uma expiação em curso é a resignação. >> Uhum. E a resignação de vi junto de uma depressão. E se junto da depressão resignação, ela cura o corpo espiritual da pessoa, porque a doença já é o próprio curar, se ela vem com resignação, se não, se vem com muita revolta, muita revolta, >> cronifica >> só cronificando espiritualmente falando. E aí depois que a pessoa desencarna, ela não vai ter essa cura do corpo perespiritual, ela não vai para esse céu que Santa Terezinha falava, né? Ela continua expurgando, expiação, expurgação, purgatória, simbolicamente falando, seria esse quadro expiatório. Então, dependendo da postura, a gente leva ou deixa? >> Uhum. >> Respiração, a gente deixa revolta, a gente leva. seria esse resumo, né? >> Por isso que as experiências expiatórias elas são libertadoras, né? Resign Quando nós temos resignação é um >> resignação. É, ela tem a intenção de reparar e libertar. >> Só que a gente geralmente não pensa isso na na visão espírita dentro dos quadros psiquiátricos, né? Como depressão, a gente pensa mais em doenças genéticas, genéticas, físicas, >> genéticas, doenças, né? >> Uhum. Mas também não dá pra gente pensar que toda depressão é isso, né? que é expiativo, porque você pode ter um quadro de depressão pontual por uma experiência difícil, muito difícil, não sei, uma falência financeira, não sei, e você passa por um quadro de depressão durante o tempo como sendo o modo como você lidou com aquela perda de tal intensidade. Então, não necessariamente um quadro de depressão é uma expiação, >> é a reação que você tá dizendo, >> é uma reação. Isso, isso aí >> a reação depressiva que se colocava isso. Isso >> passado tentava se diferenciar. Reação depressiva que seria hoje chamada de transtorno de ajustamento. Transtorno de de é de ajustamento que se

aí >> a reação depressiva que se colocava isso. Isso >> passado tentava se diferenciar. Reação depressiva que seria hoje chamada de transtorno de ajustamento. Transtorno de de é de ajustamento que se fala e depressão por si só, né? O transtorno de ajustamento, seriam as reações depressivas catalogadas no passado, ele teria um tratamento mais curto, inclusive medicamentosamente falando, né? você precisa de vezes o medicamento só por um tempo, eh, porque é mais passageiro. >> Isso. >> Agora a gente tem que pensar assim, Ana, o ponto de vista geral, né? O próprio fato que levou ao transtorno de ajustamento, ou seja, o próprio fato que levou a uma ração depressiva, é às vezes um fato expiatório. >> Você passar por aquela por aquela experiência dolorosa. Sim. >> Mas aí vem ah, nem toda a expiação é pra vida toda. >> Uhum. Uhum. Ela geralmente tem uma duração maior, mas não necessariamente é pra vida toda. >> É uma benfeitora, porque existem camadas, né? Uma benfeitora chamada dona de virgens. Não, não foi a dona de Virgem, não foi a dona de virgem. Sim, é de Virgem Borges. Ela me falou assim: "Depois das expiações físicas, serão essas expiações que demoram a vida toda, demoram anos, vem as expiações morais". As expiações morais, elas tendem a ser mais passageiras, porque conforme a atitude mental da pessoa, ela tende a a resolução, né? A expiação moral tem a ver com o dilema com uma lei. A expiação física tem a ver com a questão perespiritual ainda. >> Uhum. >> Procurando o meu perespírito através da doença, às vezes de muito tempo. Mas aí tem a lei, a questão, por exemplo, com o materno, né? Com a paternidade. Ela me dizia isso falando sobre mim mesmo, né? Depois, >> por exemplo, se for assim, uma dificuldade para engravidar, >> um dilema. Uhum. O exemplo que ela tava colocando aí, eu vou colocar comigo mesmo, né? Uma existência expiatória eh mais longa, essa é uma expiação física. E depois passado isso, um dilema nessa questão do paternar, nessa questão do maternar. E aí o a dificuldade para

comigo mesmo, né? Uma existência expiatória eh mais longa, essa é uma expiação física. E depois passado isso, um dilema nessa questão do paternar, nessa questão do maternar. E aí o a dificuldade para engravidar, um desses dilemas, né? É sendo a expiação. Por que expiação? Porque eu não tenho como fugir da situação. Se eu não tenho como sair da situação, não é provação, é expiação. Provação, eu tenho escolha de sair sem me comprometer, né? Sem me comprometer. Eu posso não evoluir tão rápido, mas eu posso sair no zero a zero. É provação. Na expiação, se eu for tentar sair, eu vou criar um problema maior, etc, etc. Então, é uma expiação que sai do corpo etéreo para uma questão da lei, né? Um exemplo, Ana, também dessa coisa que de fatos, né? E é bom quando a gente sabe com a gente, porque a gente pode falar sem se preocupar com a os direitos autorais, né, dos outros. Então, eh, tem aqui uma bateria, eu tava tocando essa bateria em 2023, eu acho, tava na casa da minha mãe, mas eu tava tocando ela quando veio uma cegueira, uma aurose dos dois olhos, né? Eu, puxa vida, do nada assim e depois melhorou, voltou. Eh, já contei outras vezes, vou aqui resumir, porque eu investiguei, investiguei o que que tinha acontecido e tudo normal. Só faltavam dois exames, um exame chamado arteriografia e outro exame chamado ultrassom do olho para ver se f >> Mas quanto tempo você ficou cego? >> 5 minutos mais ou menos. Foi. >> Ai caramba, que susto. Pensei que era uma coisa enorme. >> Não, foi voltando. Foi voltando e foi perto do seminário de 70 anos da mansão do caminho. E então foi uns dias antes. Enquanto eu fui para seminário, tá no Espiritismo Play sobre depressão e ansiedade. Era eu, o André Luiz Peixinho e o Divaldo Franco falando. E curiosamente o Divaldo me falou quando tava lá na no dia, ele me falou: "Meu filho, você não sabe, eh, um espírito me empurrou, né? E era para eu ficar cego também, porque eu ia levar uma queda, ia bater o olho no na quina, mas eu consegui me proteger. Então ele

me falou: "Meu filho, você não sabe, eh, um espírito me empurrou, né? E era para eu ficar cego também, porque eu ia levar uma queda, ia bater o olho no na quina, mas eu consegui me proteger. Então ele levantou o óculo, só ficou assim, tava o olho todo roxo, mas era para ter pego no olho, né, e não na periferia da órbita. Então, já tinha sido um mérito. Então, não fiquei, não fiquei cego porque, graças a Deus, foi um mérito reencarnatório que eu pude ter nesse final da minha existência. Eh, e ele sabe que Chico, aconteceu isso com ele também. Ele levou um acidente, um espírito o empurrou. Ele ficou assim triste porque ele ficou todo cheio de ferida. E aí falou: "É, meu filho, poderia ter acontecido desencarnação agora". Então ele falou assim: "Eita, graças a Deus, eu seja o mérito para não ter acontecido tudo". E ele falou, né? Ainda bem, você especificamente, ainda bem que a oclusão não foi maior o mérito. Aí eu falei assim: "Poxa, oclusão". Aí eu achei que ele tinha entendido errado a o que eu tinha contado, porque não tinha mostrado ainda nenhuma oclusão no meu olho, sabe? Mas ele foi muito preemptório, né? e falando que poder ter sido uma oclusão maior e por conta do mérito espiritual tenha sido transitório, tem sido pequeno, né? Então, quando eu voltei do seminário com essa informação, eu fui atrás desses dois exames que faltavam, porque eu achei que agora eu vou encontrar algo que ele tá dizendo. E aí, realmente na arteriografia mostrou-se uma pequena oclusão. Ele falou o termo oclusão, uma pequena oclusão. é uma espécie de infarto da artéria oftálmica, eh, que é uma doença chamada pan, é basicamente dá em jovens saudáveis, como eu, sem doenças, deixam uma amurose transitória, uma maurose em que você fica vendo tudo branco, não fica vendo tudo negro, eh, e não deixa sequelas, não precisa fazer nenhum tratamento depois, etc. É só o susto reencarnatório mesmo. E aí eu falei pra colega Neuroftal, eu sabia que ia vir alterado. Ela como é que você sabia? Eu falei por causa do porque ela

sa fazer nenhum tratamento depois, etc. É só o susto reencarnatório mesmo. E aí eu falei pra colega Neuroftal, eu sabia que ia vir alterado. Ela como é que você sabia? Eu falei por causa do porque ela ficou surpresa porque ela mandou fazer só por desencargo de consciência. E aí ela falei, eu falei: "Não, porque de volta você conhece de volta eu conheço a espírita, né? Ele me falou que tava com oclusão". E aí eu mandei para ele assim, tio, mandei o resultado do exame e falei: "Pelo que eu entendi, o senhor falou isso ali". Exatamente. Eh, você, ele falou assim: "Continue bom, continue dedicado, parabéns, porque você passou pelo pela expiação sem a necessidade da sequela. O mérito fez com que você não tivesse a necessidade da sequela". E é interessante porque eh na última existência que sei também, muitos anos finais fiquei com cegueira, né? Passei com a cegueira e numa existência anterior que também tem um acesso, eh no final da existência já idoso também fiquei com a cegueira, curiosamente no mesmo olho, né? Essa existência foi eh no mesmo olho. Então veja os dilemas, né? a necessidade às vezes do tempo para ir drenando e ao que aparenta, né, ao que aparece e sanado aí esse dilema nessa área específica por conta da vida, não só das últimas, mas dessa tentando me dedicar ao bem, né? Eu achei interessante essa comprovação do da mediúnica, porque antes do exame sair, ele já tava dizendo que tava oclusão e que poderia ter sido pior, e tava feliz e contou a própria história no seminário. Ele tirou o óculo, porque eu contei essa história no seminário, né, mas não sabia ainda da oclusão porque, enfim, foi lá que ele me contou e ele tirou o óculos assim e falou também da que era para ter ficado cego, mas ficou só. Então, a vida tem esses dilemas, entende? Quando a gente fala de expiação, a gente pensa logo de expiação paraa vida toda, aquela coisa punitiva, não. Às vezes existem expiações temporárias, existem os méritos que diminuem o tempo da expiação, entendeu? A pessoa tem uma expiação, passa pelo

go de expiação paraa vida toda, aquela coisa punitiva, não. Às vezes existem expiações temporárias, existem os méritos que diminuem o tempo da expiação, entendeu? A pessoa tem uma expiação, passa pelo processo de dor eh grande, mas o mérito do que já fez faz com que o impacto seja menor. A palavra do Divaldo, a sequela seja menor. >> Uhum. Então a gente tem essa amplitude do que é a lei de causa e efeito, do que é a expiação. E o curioso, já que a gente tá falando do entardecer, do tema do atavismo, a primeira especialidade médica que eu descob, que eu sabia que não ia fazer era oftalmo. Ela falava assim: "De jeito não vou mexer nos olhos dos outros, né?" Olha que coisa fala involuntária assim, vou mexer nos olhos dos outros, não mexo não. Mas provavelmente o dilema de mexer nos olhos dos outros, né? e ver para além do que devia ver e usar a inteligência para para astúcia e não para perspicácia, para o mal e não para o bem, faz com que a gente tenha olhos eh de ver negativamente no passado e aí você cria um dilema e isso fica guardado no psiquismo da pessoa e a especialidade médica, eu gosto de estudar, etc, mas agonia até para colocar o colírio, né? Não gostava de jeito nenhum. E aí a gente vai vendo como esses temas vão ficando assim de forma sutil e como a reencarnação explica tanta coisa. Eh, isso não significa a gente tem que ficar meio assim, eh, neurótico pensando no tema. Porque se a gente fica neurótico pensando no tema, ou seja, uma autoobsessão pensando no tema, mostra que o tema eh não tá vindo de forma saudável na cabeça. Precisa de uma psicoterapia para que esse tema não fique uma fixação, mas sim uma libertação. Tudo que vem para uma fixação é muito mais do polo da autoobsessão do que da resignação, porque resignação liberta, não fica aprisionando a gente no tema explicativo, mesmo que seja uma espécie de explicação que a gente às vezes pensa que a pessoa tem um insight, mas na verdade não é bem um insight, é uma autoobsão, porque ela fica ali, ó, gatilhada, gatilhada,

vo, mesmo que seja uma espécie de explicação que a gente às vezes pensa que a pessoa tem um insight, mas na verdade não é bem um insight, é uma autoobsão, porque ela fica ali, ó, gatilhada, gatilhada, gatilhada. Aí eu tô ampliando a resposta para bem mais coisas do que a gente tá falando, porque tem a ver também, né? Por exemplo, a próxima pergunta, Ana, é assim, o medo e a culpa me devoram. O medo de tudo, medo, medo. Ou seja, a própria pergunta já mostra essa fixação. Então, a gente tem que pensar assim, qual foi a informação que a pessoa gatilhou dentro dela para isso ficar fixado? Porque muitas vezes vem do passado, né? esses atavismos de culpa, esses atavismos de medo, mas eventualmente ela vai escutar uma palestra espírita até do bem, mas aí o palestrante fala uma coisa geral, eu próprio posso falar alguma coisa geral, você pode falar uma coisa geral. Isso a pessoa tomar como sendo um insight, só que um insight em que ela não trabalha na psicoterapia, ela não tem um espaço para trabalhar esse esses temas que são gatilhados, né? E aí fica naquela neurose no tema. Ah, eu fui um suicido. Ah, eu fiz isso. Ah, eu fiz aquilo. Tem um obsessor. Tem as trevas me perseguindo. E aí, veja, se tá fixado, é porque essa informação que foi buscada e que foi encontrada em um livro espírita ou em uma palestra espírita foi a informação que veio pro bem. Veio do bem. Porém, o espírito negativo, né, um um obsessor, um perseguidor, utiliza isso para te deixar fixado na dor ao invés de trabalhar em psicoterapia. A informação às vezes não é incorreta, mas a forma como ela é trabalhada, o momento como ela é trabalhada ou não trabalhada, desde com que a pessoa fique assim no medo excessivo. E às vezes a pessoa, inclusive, ao escutar, por exemplo, a mim mesmo como psiquiatra, como psicoterapeuta, você como psicoterapeuta falando um pouco de espiritismo, a gente vai falando também uma espécie, é uma espécie de terapia, né? É um pouco terapêutico, mas não substitui uma terapia. É isso. O fato de ser terapêutico não

euta falando um pouco de espiritismo, a gente vai falando também uma espécie, é uma espécie de terapia, né? É um pouco terapêutico, mas não substitui uma terapia. É isso. O fato de ser terapêutico não quer dizer que eu tô dando conta das suas questões psicoterápicas, né, que precisam de um olhar legal. Eu tava aqui pensando como a gente tende a generalizar os conceitos, né? Então você fala uma frase dentro de um determinado contexto, a pessoa pega aquela sua frase e e quer aplicar pra vida inteira. Então a gente precisa ter um cuidado com isso, né? Nós estamos respondendo perguntas muito muito específicas da experiência dessa pessoa que nos ajuda a compreender outros, mas a gente não pode tomar como lei, né? A gente vai fazer os ajustes necessários paraa experiência eh de cada um, né? Sobre o medo. Eh, eu queria falar uma coisa eh importante assim, eh todos nós sentimos medo mesmo, né? Medo faz parte. Até quem não tem medo nenhum vive impulsivamente e não sabe. Então assim, medo faz parte, mas ele tem que tá num grau tal que me permita agir. Então assim, medo não é oposto de coragem, pelo contrário, uma pessoa corajosa é aquela que age com medo mesmo. Então, coragem, que a gente até diz que coragem tem a ver com coração, né? A nossa ação que vem do coração, a nossa ação que não é irrefletida, a nossa ação que tem ali uma inteira, é aquela que que leva em conta a cautela, né? Outro dia tava conversando com os alunos meus sobre entrega, né? Sobre confiar e se entregar. E eles estavam com entendimento que a pessoa que se entrega é aquela que vai às cegas, que se atira. Eu falei: "Não, gente, essa é uma pessoa sem juízo, né? Entrega confiança precisa contar com recursos próprios de autocuidado, de alguma preservação por si. Aquele que se entrega é arremessado na vida de olho fechado, tal, isso não é amor, não. Isso é uma pessoa infantil. Que quem faz isso são os bebês que se entregam sem reservas numa encarnação pro seu pai e paraa sua mãe cuidar. Adulto entrega não quer dizer

do, tal, isso não é amor, não. Isso é uma pessoa infantil. Que quem faz isso são os bebês que se entregam sem reservas numa encarnação pro seu pai e paraa sua mãe cuidar. Adulto entrega não quer dizer descuidadamente entrega coragem, tudo isso tem que incluir preservar, cuidado. Agora, isso é diferente de eu ser uma pessoa defendida, né? Tô aqui cheia de medo porque eu não posso sofrer, eu não posso isso, não posso aquilo. Aí é uma outra coisa. Então aí dificulta a entrega, dificulta a gente se nutrir, dificulta a gente ser feliz. Então, a gente precisa aprender a se entregar, aprender a soltar as defesas, não é soltar o cuidado consigo. Então, a gente precisa desse discernimento, como diz aqui a pergunta de Kardec, muito clara, o que que vai ajudar a gente a ter avanço moral? Discernimento do bem e do mal. Então, isso a gente precisa de experiência. Não tem como a gente discernir o bem do mal. Teoricamente, a gente precisa de experiência, vivência pra gente ir separando. Hum, isso aqui não foi bom para mim, não. Então eu recuo, né? Nossa, isso aqui trouxe bastante espaço, bastante bem-estar, então eu posso ter umas doses desse tipo de comportamento que me ajuda. Então tem muita estrada aí pra gente conversar sobre o medo, mas foi uma coisa que me ocorreu aqui. >> Geralmente, Ana, quando nós temos feito perguntas e respostas, tenho passado um pouco porque geralmente a gente faz programa de meia hora. Quando a pergunta e resposta tem uma outra pessoa, a gente tem feito uma hora assim, então eu vou avançar um pouco, >> tá? >> Pra gente poder responder. Essaó a influência da mediunidade para quem trabalha com demandas sensíveis e o desafio do equilíbrio. Bem geral, né? Porque a gente precisa pergunta saber o que demanda sensível é essa, mas é que a gente pode pensar a demanda sensível, uma das principais demandas sensíveis é trabalhar com pessoas, né? E e se for histórias das pessoas é mais sensível ainda. Quando trabalho com pessoas já é sensível porque eu entro no

emanda sensível, uma das principais demandas sensíveis é trabalhar com pessoas, né? E e se for histórias das pessoas é mais sensível ainda. Quando trabalho com pessoas já é sensível porque eu entro no campo magnético espiritual da pessoa ressoando comigo. Aí tem mais a questão da grosseria, a pessoa não tá no bom dia. Ah, mas quando eu entro nas histórias da pessoa, eu tô falando um psicólogo, um psiquiatra, um médico, um assente social, uma pessoal da área de saúde, mas aí professores que também lidam com pessoas com histórias de vidas de crianças que mexem com as suas crianças. Também tô falando de, lembra de uma situação aqui, o pessoal da área jurídica que trabalha com a história de vida dos outros, mas geralmente o retrato pior, né, que é o retrato do litígio, dos traumas, mas não com a função de cuidar psicologicamente, sim de tentar resolver alguma demanda jurídica. São todo demandas sensíveis, então é muito amplo isso, né? São todas demandas sensíveis. Eh, mas basicamente é alguém que deve perceber a mentalidade, perceber as influências, né? E gostaria de saber como manter-se em equilíbrio. Eu começaria respondendo, Ana, para te passar que primeira noção é de que esse equilíbrio não é um equilíbrio estático. Ninguém vai ficar impassível. Nenhum médium fica impassível assim. Quer dizer, ninguém fica impassível, muito menos um médium, muito menos alguém que tem uma mediunidade mais apurada. Eu falo mediunidade no sentido estricto de Kardec, né? O médium que tem uma um fenômeno com uma certa frequência, uma certa reprodutibilidade, uma certa potência. Então, se ninguém fica estático nesse equilíbrio, uma pessoa que tem uma mediunidade um pouco maior vai ficar menos ainda. Então, penso, é, é, é bom a ideia de um equilíbrio dinâmico, um equilíbrio que varia, né, e que é natural essa variação, porque senão esse equilíbrio estático acaba virando uma neurose e acaba virando uma autoobsessão, tipo de emoção de raiva, qualquer tipo de emoção de tristeza. Eu tô perturbado,

natural essa variação, porque senão esse equilíbrio estático acaba virando uma neurose e acaba virando uma autoobsessão, tipo de emoção de raiva, qualquer tipo de emoção de tristeza. Eu tô perturbado, é um espírito que tá me obsediando. É só, é só perseguições externas e perseguições internas, ou seja, o meu eco do passado vindo do que o homem velho que eu não quero ser, que vem no homem novo que eu quero ser. Então é, digamos assim, uma influência interna de de jeitos de ser, né, de personalidades reencarnatórias ou dessa forma de ser que eu tô tentando mudar. Então, eu gosto da palavra do eco do passado, né? São ecos do passado que vem e tentam me influenciar, eh, como também influências externas de espíritos. Então tudo bem, fazer faz parte dessas influências para poder eu não ficar tão neurótico, tão angustiado, eu não posso pensar num equilíbrio estático, né, nessa pureza frágil demais, que é uma que é como digamos assim um objeto que não tem nenhuma elasticidade. Ele é bem retilíneo, mas ele não tem nenhuma elasticidade. Ele quebra muito fácil. Então preciso pensar, é melhor ter um objeto que não seja tão retilíneo assim, mas ele tem elasticidade para voltar a ser, ele tem uma resiliência, né? Me ocorre isso inicialmente. >> Muito, muito bom. Gostei de você falar. A gente fala em equilíbrio, parece uma coisa assim, chegou nele e ficou, né? E não é bem isso, mas a gente já sabe onde ele é. Isso é uma beleza. Então a gente vai, a gente vem, balança, né? com um barquinho no mar, tem a onda, mas não devasta o barco, né? Sacode o barco, mas daqui um pouco a gente já tá de volta, então faz parte. Me lembrei aqui de uma página do André desse mesmo livro Estudo Viva chamada Três Conclusões. É que André Luiz fala assim: "O que os outros pensam, o que os outros fazem, o que os outros falam, as três conclusões." E ele ajuda a gente nessa p nessa página a entender a diferença do que que é do outro, o que que é meu. O que os outros pensam é do outro, o que eu penso é meu.

e os outros falam, as três conclusões." E ele ajuda a gente nessa p nessa página a entender a diferença do que que é do outro, o que que é meu. O que os outros pensam é do outro, o que eu penso é meu. O que o outro faz é do outro, o que o outro fala é do outro. Parece óbvio, né? Mas quando você me diz aqui na pergunta para quem trabalha com demanda, sensível, desafio do equilíbrio, porque é difícil a gente deixar com outro que é do outro e ficar com o que é meu. Para quem trabalha com mediunidade ou tem uma mediunidade ostensiva, tem que estar o tempo todo cuidando dessa desse limite que às vezes não é tão claro, mas você só precisa cuidar do equilíbrio disso que é instável, como Léo bem colocou. Então, se você tem uma mediunidade que te abre muito a porosidade de comunicação com as atmosferas dos outros, cuida da tua poridade, né? Isso é teu, né? O quanto que a sua, o seu corpo percebe o calor, o frio, é a mesma coisa o espírito. O quanto o seu espírito percebe as vibrações dos outros e as próprias. Então, como o André Luiz tá colocando, cuida para você deixar com outro que é do outro. Isso não é indiferença. A gente precisa cuidar desses limites, essas fronteiras, porque isso é o que garante a nossa saúde mental, não é? Assim como a gente cuida do nosso corpo em dia de tempestade, de frio, a gente bota casaco. A mediunidade é a mesma coisa. Qual é o casaquinho que você usa para lidar com as pessoas que são tempestades, né? Então, cuidar-se, ficar atento, >> deixar do o que é o do outro, inclusive do espírito desencarnado, né? a demanda do espírito desencarnado. Eu me recordei aqui para lhe contar e contar aqui e compartilhar >> eh algo interessante de um espírito que era avó, avô de uma pessoa e essa pessoa se perturbando muito, naturalmente o avô angustiou-se muito. Então, o avô veio me procurar e procurar eh a minha mãe, ambos médiuns, né? tanto eu quanto ela. Eh, mas o avô tava muito angustiado, não era uma pessoa do mal, era uma pessoa, inclusive, que me conhecia enquanto

veio me procurar e procurar eh a minha mãe, ambos médiuns, né? tanto eu quanto ela. Eh, mas o avô tava muito angustiado, não era uma pessoa do mal, era uma pessoa, inclusive, que me conhecia enquanto estava encarnado, gostava muito de mim, respeitava-me muito e talvez pensasse que eu pudesse salvar a neta dele. E então minha mãe ficava muito angustiada e eu então tive que conversar. conversando mais ou menos assim, eh, o Senhor era uma pessoa que ele fazia, gostava de ajudar os outros, não era uma pessoa, digamos assim, perfeita, maravilhosa, mas tinha um lado de crer em Deus e de querer fazer caridade, de ajudar. eh, não era espírita, era de outra religião e me respeitava muito, gostava muito de mim e eu também tenho consideração e tenho para com ele. Em algum momento eu pude conversar diretamente, né, e falar assim: "Olha, eu entendo a sua dor, eu entendo a sua angústia, mas você precisa entender que eu não consigo salvar a o seu familiar. Deus dá o livre arbítrio. E se você confia em Deus, que eu sei que você confia, sei que você tá vindo aqui querendo ajudar alguém, então vem em nome de Deus, né, fazer a caridade, fazer o amor. Eh, confie também na providência divina. Agora você tá percebendo esses espíritos mais perturbados, mas sem querer você tá sendo instrumento desses espíritos perturbados, tentando me perturbar e perturbar a minha mãe. Então ele digo, confie em Deus. Essa confiança que você precisa ter. Então, veja que coisa interessante que vem nesse aspecto, né, da mediunidade e às vezes a o espírito sendo um porta-voz, sendo um instrumento de perturbação, mesmo sem ele querer. E a gente tem que saber o limite. Não adianta, a título de fazer caridade querer salvar ninguém ou salvar o outro, porque ninguém salva o outro, né? E ninguém também consegue curar o outro. E também ninguém consegue, digamos assim, ajudar o outro se o outro não se abre a uma ajuda. É o dilema entre dever, querer e não poder, né? A não ter a potência para isso. Então, acho que essa

outro. E também ninguém consegue, digamos assim, ajudar o outro se o outro não se abre a uma ajuda. É o dilema entre dever, querer e não poder, né? A não ter a potência para isso. Então, acho que essa é uma é uma ideia interessante a gente eh lembrar o que é que eu posso fazer, n? o que é que a gente pode fazer os nossos limites. >> E se a gente for salvacionista, se a gente acha que tem mais poder do que a gente efetivamente tem, a gente pode adoecer tentando ajudar. E aí a gente fica assim: "Poxa, mas eu fui ajudar e piorei". Mas é claro, você não cuidou dos seus limites, se considera maior do que efetivamente você é. Então, muito legal esse seu exemplo, porque você pôde, nesse diálogo com ele, dizer: "Quem é grande aqui é Deus. Eu, meus limites humanos não dão conta da sua expectativa." >> Uhum. >> Então, a sua expectativa e quantas pessoas procuram a gente assim, né, Léo, depois de uma palestra, quer que a gente resolva um problema da vida inteira numa conversa de autógrafo de livro, né? Então, da gente poder entender, as pessoas procuram salvações externas ainda, porque ainda não descobriram que o caminho da salvação é um caminho interior. >> Duas questões finais, Ana. Uma sobre claustrofobia e outra sobre TH. eh perguntando os aspectos espíritas sobre a claustrofobia, querendo saber se há uma influência espiritual ou algo de uma vida corpórea, de uma vida passada e terdh na visão espírita. Eh, aí eu você me pediu para começar respondendo essas, né? Então, vou começar dizendo assim: "A visão espírita, quando alguém pergunta qual é a visão espírita da depressão, qual é a visão espírita?" A gente primeiro entender, tem que entender o que é a visão espírita. A visão espírita é a visão que Kardec nos apresentou. Qual a visão de Kardec? Aliança da ciência com a religião. O espiritismo anda ao lado da razão, ao lado da ciência. Então, a primeira visão espírita é aquela visão que leva em conta os aspectos que a ciência tem nos mostrado. Porque o fato de o espiritismo ser o

spiritismo anda ao lado da razão, ao lado da ciência. Então, a primeira visão espírita é aquela visão que leva em conta os aspectos que a ciência tem nos mostrado. Porque o fato de o espiritismo ser o consolador prometido não significa dizer que as descobertas científicas vão vir dentro do meio espírita. Só vale a descoberta que é feita por um cientista espírita. Seria uma coisa muito infantilizada da nossa parte, né? Deus tem os mecanismos dele trazer paraa vida a o avanço e a ciência tá por aí, a filosofia tá por aí, até outras visões espirituais estão por aí para poder ir trazendo avanços para a humanidade. Então, nesse sentido, a visão espírita sobre qualquer coisa que diz respeito também à medicina entra ao lado da medicina. Ou seja, se a medicina tá avançando e nos trazendo várias evidências sobre tal assunto, evidências biológicas, psicológicas, a gente precisa considerar essas evidências, precisa considerar esses avanços que esses teóricos da psicologia e da medicina conseguem nos trazer. Dito isso, o que o Espírito vai nos colocar são visões, por exemplo, da influência que a gente tava acabando de falar espiritual e a influência, a questão da reencarnação. Veja, a influência espiritual, eu gosto sempre de falar, sabe, a influência intrapsíquica, que é a influência minha comigo mesmo, e a influência extrapsíquica, que é a influência de algum espírito externo a mim e comigo. Por isso que a doutrina espírita tem um conceito de autoobsessão. A doutrina espírita vai ter o conceito de que cada reencarnação constrói em mim uma personalidade nessa individualidade que eu sou. Então as reencarnações que eu vivi é como se fossem numa fala de assagiol subpersonalidades que estão dentro de mim. Então às vezes acontece a influência obsessiva interna. Aí é uma autoobsessão, uma personalidade que se influencia. Então tudo isso tá em jogo quando penso em claustrofobia, fobia, o medo intenso, ou seja, um medo fóbico que gera uma reação física intensa, no caso aí de lugares fechados, porque eu

ue se influencia. Então tudo isso tá em jogo quando penso em claustrofobia, fobia, o medo intenso, ou seja, um medo fóbico que gera uma reação física intensa, no caso aí de lugares fechados, porque eu fico pensando que eu vou morrer eh porque ninguém vai me salvar. Então vem isso ali eh dentro do psiquismo da pessoa. E o TDH já foi chamado de disfunção neuronal mínima, leve. Disfunção, é importante disfunção neuronal para não pensar que TDH eh, digamos assim, uma moda positiva. É uma disfunção, uma disfunção neuronal, uma disfunção do cérebro mínima, mas o suficiente para gerar algum tipo de questão. Dito isso, fica mais fácil a gente entender que tem uma questão reencarnatória envolvida, quando é um TDH diagnosticado corretamente, uma claustrofobia, até mais do que influências espirituais, é mais uma questão de reencarnação, questões reencarnatórias. Então, eu vou dar um exemplo de uma jovem que na em uma última existência tava indo muito bem na vida, mas acabou morrendo pelo suicídio, porque a mãe queria obrigá-la a casar com uma pessoa que ela não tinha mínima mínima vontade, não amava, não gostava. E o impacto do dos suicídios sempre varia muito. Por quê? Porque varia muito também os atores que influenciaram para isso acontecer. No caso em tela, a mãe dela foi uma obsessora encarnada, influenciada por uma obsessora desencarnada que constrangeu então o impacto do suicídio dela não foi só nela, no cérebro, no corpo dela, foi também na mãe, né? foi da mãe na no perespírito da mãe que curiosamente a antiga mãe encarnada continua obsediando no ponto de no ponto de vista espiritual agora como espírito desencarnado a jovem. E interessante que a jovem teria 8 anos ali naquele matrimônio eh arranjado, que seria um matrimônio expiatório que ela própria havia pedido, né, para poder se livrar na no sentido da libertação. Então, seria só 8 anos ela iria morrer depois de 8 anos de forma natural. Então, faltava 8 anos para ela completar aquele processo e ela então antecipou e aí

der se livrar na no sentido da libertação. Então, seria só 8 anos ela iria morrer depois de 8 anos de forma natural. Então, faltava 8 anos para ela completar aquele processo e ela então antecipou e aí reencarna com não reencarna com muitas dificuldades pelo pelo mérito que ela tinha conseguido, né? Pelo mérito também de espíritos que estavam ao seu redor para completar a trajetória eh evolutiva de ambos. Mas aí vem xaqueca, TDH, vem disfunções mínimas que dizem respeito também a esse processo reencarnatório. Então, a gente tem que entender que existe sim essas coisas, mas isso eu tô contando de um fato específico, porque até nunca falei sobre eh TDH nesse aspecto, nesse caso específico, porque às vezes as pessoas ficam muito angustiadas assim, meu Deus, meu Deus, meu Deus, não significa que todos são assim, mas significa que existe um arcabolso do porquê. é uma disfunção. Se é uma disfunção, se não é uma coisa assim eh acessória, mas alguma disfunção, trata-se de algo reencarnatório, de algum dilema também. Eh, e aí ajuda, ajuda que a medicina dá com o tratamento que existe hoje ajuda muito, né? Os tratamentos para enxaqueca, por exemplo, cada vez melhores assim, né? essa jovem, uma enx que tava cada vez pior, cada vez pior, cada vez pior. E aí veio lá um imunobiológico para poder bloquear a influência. Porque veja, você tem esse dilema espiritual, aí vem a questão obsessiva, ou seja, a brecha biológica, a dor, né? E aí obsessou a antiga mãe, inclusive a antiga mãe continuando obsediando. E aí vem o tratamento biológico do imum biológico e ajuda a diminuir essas esses essas vinculações junto com ajuda espírita, o trabalho espírita, não só o tratamento espírita externo, mas ela trabalhando no movimento espírita de forma cada vez mais integrada e integral. Tudo isso gerando méritos, méritos dentro das claustrofobias também, né? Mas antigamente não era incomum nas outras reencarnações eh você ter aparente mortes, mortes aparentes, que seriam às vezes chamado de catalepsia

méritos, méritos dentro das claustrofobias também, né? Mas antigamente não era incomum nas outras reencarnações eh você ter aparente mortes, mortes aparentes, que seriam às vezes chamado de catalepsia e a pessoa ser enterrada vivo. Não era em comum isso também de a pessoa enterrar vivo o outro, isso gerar um dilema na no na cabeça dela, uma culpa muito grande. E aí lembro de um fato que a pessoa teve uma experiência de quase morte e nessa experiência de quase morte ela se viu, né, nesses nesse nessas situações, sendo ela também provocou e e acabou provocando isso em mais de uma reencarnação e veio ali ela conseguindo entender agora ver como foi natural foi a foi uma lembrança de vidas passadas, mais de uma vida que veio numa experiência de quase morte, naturalmente falando veio para um processo libertador. Ele não, a pessoa não se sentiu, digamos assim, mais claustrofóbica. No final das contas, é isso. Então, as informações têm que ter muito cautela. A gente fala para libertação. Se vier igual alguma coisa que deixe você fixado, olha, fica de olho. É justamente o obsessor aí, o perseguidor aí querendo pegar essa informação que é útil, libertadora da doutrina espírita para você aumentar a sua fobia de si mesmo, né? a sua eh neurose em si mesma. >> Hum. Eu gostaria de falar um pouquinho sobre essa esse excesso de diagnósticos que a gente tem, que eu gostaria que vocês fossem um pouco mais cuidadosos com isso. Eh, às vezes um diagnóstico ao invés de nos ajudar piora. É muito bom ter diagnóstico para nos para nos orientar, mas a gente não pode se aprisionar neles, né? Então, ultimamente, eh, as pessoas explicam o sofrimento de uma vida inteira, o déce de uma vida inteira. Não, tá vendo? Eu sempre tive TDAH e não sabia. Então, assim, não é possível que todo mundo teve TDAH na infância, né? Todo mundo que de alguma vez de alguma forma não teve muito desempenho escolar ou teve alguma dificuldade aqui ou ali, agora se encontrou uma grande explicação. Então, um pouco de cuidado com isso, né?

odo mundo que de alguma vez de alguma forma não teve muito desempenho escolar ou teve alguma dificuldade aqui ou ali, agora se encontrou uma grande explicação. Então, um pouco de cuidado com isso, né? Ninguém tem atenção plena 100%, todo dia, toda hora, a vida inteira, tá? Tudo influencia na nossa atenção, como tudo influencia no nosso humor, como tudo influencia nas nossas funções comuns, memória, atenção, cognição. Então, se na sua infância, por exemplo, você foi alguém que viveu um ambiente violento, é melhor ser distraído, porque ficar com atenção pra violência no lar é extremamente angustiante. Então, a distração às vezes é a salvação que uma criança encontra para poder sobreviver a lares turbulentos, né? Se durante a sua adolescência a pressão por um desempenho escolar é muito grande, tanto no lar quanto na escola, a distração é a saída para você não pirar. Então você precisa compreender se você não utilizou a distração como modo de sobrevivência, como modo de poder atravessar os momentos mais intensos e difíceis da sua vida. Então não quer dizer que você tem um problema, que você já nasceu com déficit de atenção, mas pode ser que você tenha acostumado o seu cérebro para funcionar assim pelas adversidades que você experienciou. Então eu tô só dando um exemplo, não tô dizendo que é todo mundo assim, não, tá? Mas isso é um exemplo você compreender que classificar uma pessoa com déficit de atenção é uma coisa muito séria. E nem tudo déficit de atenção é acompanhado de hiperatividade e nem sempre acompanhado de impulsividade, que seria o TD Hi, né? Então a gente precisa compreender assim, cada caso é um caso, até mesmo em suicídio, casa a casa é um caso. Memórias de um suicida, é a história de um suicida que a Ivone Pereira foi a psicógrafa. Não quer dizer que vai acontecer com todas as pessoas que tiveram experiência de suicídio vão ter o mesmo o mesmo fim, o mesmo movimento que acontece naquela história. Então a gente precisa poder abrir mão das generalizações

contecer com todas as pessoas que tiveram experiência de suicídio vão ter o mesmo o mesmo fim, o mesmo movimento que acontece naquela história. Então a gente precisa poder abrir mão das generalizações e a gente poder olhar cada caso é um caso, né? Então pra gente só ter um pouco mais de carinho e um pouco mais de separação e análise dessas explicações, né, grandes que a gente tem sobre a vida. É isso. Informação demais. Sem o norte vira desinformação, né? >> Ah, vira, vira mesmo. Um norte, vira uma perturbação, né? >> Fica. Você começa com com um lista de classificações, como é que fica, né? >> É isso, Per. Conseguimos responder aí as perguntas todas que nós temos. Eh, então a gente vai abrir uma nova caixa de perguntas porque agora já não tenho mais nenhuma no estoque >> pro nosso próximo encontro. >> Certamente vão ter questões, especialmente quando a gente tem um programa interessante, bom, né, que responde muitas questões, as pessoas são mobilizadas a responder, mas percebam que as respostas são para a o geral, não é? Dá para fazer uma consulta psiquiátrica ou consulta psicológica, até porque nós temos um conselho de ética médico e um conselho de ética psicológico que nos rege. Aqui é uma informação para ajudá-lo, mas não para substituição profissional, tá bom? profissionais existem muito bons, não só os espíritas, e também nenhum tipo de autopropaganda comercial nós fazemos aqui, porque nós temos sobretudo uma ética crística, uma ética cristã, uma ética espírita que tem que ser muito rígida em momentos em que tudo é muito fácil e tudo é muito solto, muito flexível, a gente tem que ter uma certa ética de separar. Agora, como nós temos um lado de experiência de casos, né, de até conta espírita como palestrante que vem conta conversa, atendimento fraterno, como a Ana na Casa Espírita que ela dirige junto com outros, com o esposo e um grupo, a gente vai tendo experiências que vão servindo para nos ajudar pessoalmente e certamente ajudar você. Espero que essas informações

a Espírita que ela dirige junto com outros, com o esposo e um grupo, a gente vai tendo experiências que vão servindo para nos ajudar pessoalmente e certamente ajudar você. Espero que essas informações ajudem a você e para que a gente possa terminar em paz a nossa Ana fazendo nossa oração. Muito obrigado, Ana. >> Nossa, um prazer estar aqui com vocês aqui no canal da Mansão. A gente sempre encontra aqui orientações seguras, né, minha gente? Então vamos fazer a nossa oração de agradecimento, né, Senhor Jesus, nosso mestre tão amado, que conhece os sonhos do nosso coração, que conhece as partes sombrias da nossa alma. Aqui estamos juntos agradecendo a oportunidade de refletir, de crescer e de melhorar nesses diálogos terapêuticos que a gente tem gravado por aqui. Pedimos a Deus que abençoe os trabalhos da nossa mansão do caminho, que é a casa de todos nós, como também para todos aqueles que nos assistem, aqueles que de alguma maneira compartilham conosco as suas dificuldades, porque é através dessas experiências que a gente tem conseguido caminhar. E Deus nos abençoe hoje e sempre. เฮ

Mais do canal