Jesus e Saúde Mental | #156 – Perguntas e respostas

Mansão do Caminho 06/01/2026 (há 2 meses) 50:55 2,209 visualizações

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 156 – Perguntas e respostas #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

เ >> Muito bem, sejam todos muito bem-vindos a mais um programa Jesus e Saúde Mental. Especificamente no dia de hoje nós faremos perguntas e respostas, como a gente sempre fala, às vezes eh a gente abre caixa de perguntas nos insistores do meu Instagram porque fica mais fácil de guardar e aí eu poder em algum momento eu trazer aqui pro nosso programa, obviamente perguntas relacionadas ao tema a Jesus e saúde mental de forma geral. E hoje para nos ajudar a gente vai ter a nossa amiga Ana Teresa. Conseguimos conciliar finalmente nossa agenda de novo para poder ter esse programa que ela sempre nos ajuda bastante com muitas contribuições. Mas como tem sido uma prática, vamos começar fazendo uma prece antes de realmente começarmos depois da nossa vinheta. Pai nosso, tu que estás nos céus, tu que é o Pai de todos os aflitos neste mundo dos casséus. Santificado, Senhor, seja o teu nome sublime, que em todo o universo exprime paz, concórdia, misericórdia, ternura e amor. Que venha ao nosso coração um pouco mais da tua certeza que não erra, que não vacila, quer seja no céu, quer seja na terra, de dores ou de sofrimentos. que possamos ao embalo do Monsenhor Severo Horta pensar em nosso pai maior, pensar em nosso irmão maior, Jesus e pedir para que esses instantes que estaremos juntos possam ser momentos de revigoramento. Ilumina, Senhor, a nossa família, ilumina também a nossa intimidade para que nós possamos ir ao encontro do perdão, ir ao encontro do amor, ir ao encontro da resignação e que esses instantes em que estaremos juntos possam ser úteis para podermos aprofundar a nós mesmos. Que assim seja. Muito obrigado. >> Ana, seja muito bem-vinda. A primeira pergunta é fácil de responder, Ana, que é assim, não é uma pergunta, apenas um comentário. Faça mais programas com a Ana, por favor. Ah, [risadas] estamos atendendo seus pedidos, então. Muito obrigado. Obrigado, Léo, pelo seu convite. Obrigado, queridos internautas. É muito bom de estar junto aqui. >> Acho que na verdade é mais difícil às

sadas] estamos atendendo seus pedidos, então. Muito obrigado. Obrigado, Léo, pelo seu convite. Obrigado, queridos internautas. É muito bom de estar junto aqui. >> Acho que na verdade é mais difícil às vezes juntar as agendas, né Ana? Às vezes final de ano, se nós é difícil. Ana, a primeira pergunta que fizeram, ó, que eu queria te passar, como manter a saúde mental diante das turbulências da vida pessoal, trabalho, filantropia, enfim, tem tantas coisas essa pessoa deve fazer, né, e parece ser da áa da psicologia. Como é que ela mantém, como é que pode manter a saúde mental diante das dificuldades e dos dos papéis que nós desempenhamos que são tão diversificados? Olha, essa sua pergunta é ótima pergunta porque é o dilema de todos nós nesse momento que a gente tá vivendo, né, de muita demanda e que parece que a gente tem condição de atender todas as demandas com excelência. Como a gente tá num programa espírita, é mais fácil ainda de eu poder dizer que a gente precisa descobrir e tornar isso um hábito, eh, modos de conexão consigo mesmo e com a espiritualidade maior, porque isso vai nos dar sustentação pra gente poder encontrar limites nessas demandas tão imensas. Então eu penso que você pode criar conexão em primeiro lugar consigo, com a espiritualidade maior e ter clareza de para onde você tá indo, qual é a direção da sua vida, porque o mundo joga a gente para muitas direções, mas qual é a direção que você escolhe? Qual o propósito da sua existência? Porque tudo é muito legal, tudo é muito bom, tudo é incrível, os trabalhos filantrópicos são maravilhosos, os trabalhos profissionais também, mas eh qual desses eu vou escolher? Então eu tenho que ter clareza assim para onde eu tô indo para eu saber dimensionar melhor as minhas escolhas. Com isso, você vai conseguir criar prioridade e ter mais coragem de dizer não porque você precisa deixar e mais força para dizer sim porque é essencial para você. Então, criar prioridade só aparece depois que eu entendo para onde eu tô indo, né? Eu tenho clareza de

de dizer não porque você precisa deixar e mais força para dizer sim porque é essencial para você. Então, criar prioridade só aparece depois que eu entendo para onde eu tô indo, né? Eu tenho clareza de caminho e assim não dá pra gente querer estar em tudo, né, e atender tudo com excelentes resultados. Então, a gente vai aceitando que a gente tem limites, que a gente é vulnerável, que a gente tá aqui aprendendo. Então, como é que é que Paulo de Tácio diz pra gente? Nem tudo me é lícito, porque nem tudo me convém, porque também nem tudo me edifica. Tudo é lícito, tudo OK. Mas qual dessas coisas me convém? Aquelas que me edificam, aquelas que contribuem pro meu crescimento. E aí aos poucos você vai conseguindo entender melhor. Certa vez, gente, eu tava conversando com Divaldo sobre esse esse mundarel de palestras que me chamam para falar, que eu tá ficando tonta, confusa com isso, de a qual que eu atendo, né? E aí ele me deu uma dica muito boa. Ele disse assim: "Olha, os grupos que você perceber que eles podem estudar por si, esses você não precisa atender. Você vai atender aqueles lugares onde o que você vai legar, levar é exatamente o que eles não têm condição de sozinho alcançarem. Então você vai dar a sua contribuição e deixa, solta isso, né? Então, se eu quiser atender a demanda de todo mundo que me procura para fazer palestra, eu não vou dormir, gente, né? Então, eu adoraria poder atender todas as pessoas, mas não é assim, né? A gente precisa encontrar o que que é essencial de verdade. >> Sabia, a pessoa que faz a pergunta, eu tenho a impressão que ela é psicóloga ou deve trabalhar na área. Aí eu me recordo assim dos nossos estudantes de medicina, que no passado havia aquela ideia de que o estudante entra na faculdade de medicina achando que é Deus e sai tendo certeza. né, >> que vai salvar, né? >> É. Ah, pronto. Aí já é uma outra perspectiva, porque antigamente essa coisa do Deus era meio da prepotência, né? Aí a gente hoje sabe que humildade é bem mais sociável do que prepotência. Uma pessoa

> É. Ah, pronto. Aí já é uma outra perspectiva, porque antigamente essa coisa do Deus era meio da prepotência, né? Aí a gente hoje sabe que humildade é bem mais sociável do que prepotência. Uma pessoa prepotente acaba se tornando uma pessoa chata de convivência. Então, de certa forma, nós enquanto sociedade e de certa forma os jovens médicos entenderam que não dá para ser aquela pose, tem que ter um uma horizontalidade maior, porém uma consequência de você perceber assim quase Deus, é isso que a Ana colocou também achar que você vai salvar, não deixa de ser o quê? Uma consequência da vaidade. >> Uhum. Digo assim que a vaidade é como um fungo. Ela vai encontrando raízes que a gente nem imagina. A gente tá achando que tá eh, digamos assim, fazendo uma coisa por humildade, né? Mas às vezes é não conseguir dar limite, às vezes também é uma consequência de uma vaidade escondida. A vaidade de querer agradar, a vaidade de ficar preso à opinião do outro, a vaidade de querer ser o Salvador sem querer. A gente sabe, não, não tenho como ser salvador, só Jesus. Mas na intimidade vamos guardando resquícios dessa vaidade. Não é à toa que o Eclesiastes vai >> enumerar tudo é vaidade, né? Ele vai enumerar várias posturas de vaidade. Vaidade é essa esse fungo que vai encontrando raízes profundas. E aí que é outra vaidade, Ana, que eu vou até vou fazer uma pergunta em torno dessa. Eh, aí a gente acaba fazendo muitas comparações. Puxa, eu tô vendo Ana falando, tô vendo o Léo falar. sobre saber selecionar, mas a Ana faz tanta coisa, o Léo faz tanta coisa. Aí eu encontro de pessoa que se compara e é uma comparação injusta, porque para eu conseguir fazer várias coisas tem uma trajetória que eu precisei passar. >> Uhum. >> Muita gente fica e a Ana também, então fica fazendo uma série de comparações que são injustas, porque faz com que você se coloque para baixo na sensação de que você é menos. Porque dentro dessas muitas coisas que eu faço e Ana faz, tem um um bocadinho de coisa que eu digo não e que Ana diz não,

porque faz com que você se coloque para baixo na sensação de que você é menos. Porque dentro dessas muitas coisas que eu faço e Ana faz, tem um um bocadinho de coisa que eu digo não e que Ana diz não, porque senão seria mais ainda, porque quanto mais a gente faz, mais aparece convite e quanto mais bem feito você faz, mais vai fazer aparecer o convite. E quando se trata de dor humana, >> a dor humana é insaciável, né? Você ajuda uma coisa, vem outra, vem outra, vem outra, vem outra. Isso. Eu me lembrei aqui de uma frase que me capturava muito, é, Ana, só você pode fazer o estudo tal, tal, tal, só você, né? E isso me capturava muito porque eu me sentia assim, caramba, se eu não fizer, então ninguém ninguém vai poder fazer. E aí eu comecei a entender assim, nossa, esse termo só você me faz mal. Então, quando alguém me diz só você, eu já recolho todas as minhas vontades salvacionistas, sabe? Então, só você não é verdade. Não é verdade que só você pode. Todos podemos no seu grau, da sua maneira, da sua forma, no seu tempo. Ninguém pode igual nada. Ninguém pode ser mãe igual a você. Ninguém pode ser pai igual a você, amigo igual a você. Graças a Deus. E que bom, nós somos singulares, né? Com características muito particulares. Então, falar só você pesa, né? E a gente tomar o só você para nós é vaidade. Sim, >> Ana, uma eu tô vendo aqui, enquanto você vai falando, às vezes eu abaixo a cabeça para ir selecionando as perguntas, porque foram muitas dessa vez eu não vou conseguir >> fazer >> eh uma dor, um vazio, uma tristeza que dói muito. A pessoa certamente tá falando que sente isso. É, tem um >> E ela pergunta por quê, né? Ela fala uma dor, um vazio, uma tristeza que dói muito. Por quê? >> Hum. Por que que dói muito? Então essa essa pergunta tá falando de quando a gente lida com falecimento de entes queridos, quando a gente tem divórcios, separações, né, assim, fica um vazio. Em primeiro lugar, é importante eh compreender que quando a gente se relaciona com alguém que tem algum

lecimento de entes queridos, quando a gente tem divórcios, separações, né, assim, fica um vazio. Em primeiro lugar, é importante eh compreender que quando a gente se relaciona com alguém que tem algum significado para nós, não é uma relação de supermercado, né, uma relação, algum vínculo, a gente cria uma identidade naquele vínculo. qualquer vínculo a gente cria uma identidade. Se eu tenho um filho, então eu tenho identidade materna ali, né? Eu tenho um amigo ali tem uma identidade fraterna se estabelecendo. Então eu vou criando modos de ser identidades, eu vou compreendendo quem eu sou a partir desses vínculos que eu vou estabelecendo no mundo. Por isso, nenhum vínculo é igual ao outro. Então, mesmo que eu tenha vários filhos, o vínculo materno que eu estabeleço ali com aqueles vários filhos são diferentes entre si. Quando essa pessoa se vai, seja por morte, separação, divórcio ou foi morar longe, qualquer coisa parecida assim, desaparece da minha convivência, mexe na minha identidade. Não é só a saudade que tá ali, a falta daquela pessoa, porque eu amo, eu quero, mas porque eu vou ter que me refazer, eu vou ter que reconstruir partes da minha alma naquele lugar que ficou vazio. Sim. Então o luto que a gente tanto fala quando se fala de morte de entes queridos, não é só por morte. Acontece um luto, por exemplo, quando a gente se aposenta. Aquela identidade de engenheira que eu tinha, a identidade que eu tinha de trabalhador, de provedor, aquela identidade se desfaz. E uma nova identidade tá aqui posta para eu começar a criar e a desenvolver, né? Quando fala aposentado não é nada, não tem nem rosto da aposentadoria, né? Eu era médico, agora sou aposentado. Puxa, quando eu era médico tinha uma importância enorme. Aposentado é o quê, né? Em inglês é retired, então é retirado mesmo, né? Então é muito importante a gente entender que a gente tem também uma sensação de exclusão, de não pertencimento. Então o enlutamento é esse momento da vida da gente em que a gente se despede do que foi e vai ter

to importante a gente entender que a gente tem também uma sensação de exclusão, de não pertencimento. Então o enlutamento é esse momento da vida da gente em que a gente se despede do que foi e vai ter que reconfigurar a sua nova maneira de estar no mundo com as outras pessoas. Ninguém substitui ninguém, mas eu vou poder agora reconstruir uma nova maneira de lidar com aquele assunto, né? Vou imaginar que tenha falecido, que tenha desencarnado. Então, como é que é eu sermã de um irmão desencarnou? Eu continuo, irmã, só que agora em dimensões diferentes. Então eu vou precisar de um tempo para reconstruir isso e reconfigurar esse meu lugar fraterno com esse meu irmão. Então dói muito. É verdade, porque a gente fica querendo muito que tenha que seja agora como foi até então. Então, eu vou ter um tempo de chorar isso, de doer isso, mas isso não pode ser demais, porque quando é demais, eu não tenho força para reconstruir o meu próprio eh lugar no mundo com vínculo modificado. Agora, então, é um tempo, cada um sabe esse tempo de recuperação, mas vai ter que acontecer com você um processo de aceitação de que nunca mais vai ser como foi. Mas pode ser muito bom também de outras maneiras, né? Pode não ser daquele jeito, mas por que que o jeito novo também não é bom? Eu não posso também me abrir para essa nova configuração, né? Então é natural sentir falta daquilo que foi. Isso vai entrando aqui no meu, né, no meu quadro emocional, mas eu preciso me abrir a um novo jeito de estar no mundo com as pessoas, amando de novo, gostando de novo. Porque quando a gente passa por isso, a gente pede um pouco de confiança na vida, né? Poxa, a vida me tirou essa pessoa que eu amava tanto. Não é assim, não é? A vida me tirou, né? A vida é assim de entradas, né? de chegadas e partidas. Então, a gente precisa ir se acostumando, né, com isso e nos abrindo para esses novos momentos. Ana, que coisa boa que você acabou eh já respondendo uma outra questão que eh lembra essa, mas vai mais específica pro

precisa ir se acostumando, né, com isso e nos abrindo para esses novos momentos. Ana, que coisa boa que você acabou eh já respondendo uma outra questão que eh lembra essa, mas vai mais específica pro luto, né? A recordação que fica no coração de de quando alguém querido desencarna. Eh, não sei se a pessoa é espírita ou espiritualista, mas você já respondeu. Que bom, que bom. >> Dentro desses lutos, tem uma pergunta, na verdade foram duas assim que englobam um tema muito delicado e mas que é uma pandemia invisível, só que constante, infelizmente constante, porque tá aí muito constante, que é abuso sexual. E aí a pessoa quer saber o que acontece com o abusador do ponto de vista espiritual, emocional. Além disso, como explicar, né, a digamos a existência desse fato? Eu tô, eu comecei falando que é uma pandemia silenciosa, ou seja, perene continua atinge o mundo todo da classe mais pobre a classe mais rica dos países mais pobres aos países mais ricos. Então ela quer saber por, no final das contas a pergunta não é assim, mas é é a tradução da pergunta. Por que Deus permite? Essa é a pergunta, né? Eh, e o que acontece com o abusador e o que acontece com a criança, com o abusado, a pessoa que foi abusada. Eu vou começar com falando por essa outra perspectiva. Porque isso existe, isso existe justamente por conta das perturbações que ainda nós somos. é o grande, um grande sinal de do mundo de provas e expiações e expiação. No caso, nós somos o mundo de provas e expiações, mudando para um mundo eh regenerável. Mas esse fato específico é uma grande expiação. Ninguém passa por essa situação como fosse um teste, como se fosse uma prova. é uma expiação. E se é uma expiação, está a pessoa que pratica essa expiação nos outros, ela está o quê? Criando um grande débito para si. Um grande débito para si. E é uma pessoa que é extremamente adoecida do ponto de vista da alma, não adoecimento do ponto de vista da psiquiatria, da ansiedade, que são adoecimentos que não dizem da questão do

e débito para si. E é uma pessoa que é extremamente adoecida do ponto de vista da alma, não adoecimento do ponto de vista da psiquiatria, da ansiedade, que são adoecimentos que não dizem da questão do caráter. é uma doença da alma que fala de uma um caráter que precisa ainda evoluir. Às vezes acontece uma coisa chamada identificação com o agressor e a vítima de alguma agressão se torna o agressor no futuro. Isso pode acontecer nas várias nos vários crimes, incluindo no abuso sexual. Uma parcela das pessoas que abusam as outras, que se tornam abusadoras, foram também abusadas na sua infância e acabaram se identificando para você ver o prejuízo psicológico que acontece dentro do da de uma pessoa. Mas tudo que existe na nossa eh na nossa terra existe sim o olhar de Deus, o ruim e o bom. Mas não é Deus que vai dar a permissão ao abusador a imporção no outro. A chave evangélica para entendermos isso é quando Jesus fala: "Ai, é necessário ainda o escândalo". No mundo de provas e expiações, ainda existem coisas que nós passamos como consequência da nossa perturbação coletiva. Então, quando ele fala, é necessário, é tipo assim, é fato, existe, não é que precise acontecer para a gente evoluir, mas é uma uma constatação, mas ai daquele pelo qual vem o escândalo. Então, essa as grandes verdades mais difíceis do evangelho são essas paradoxais. Quando ele fala assim, é necessário que exista um escândalo. A tentação da cabeça da pessoa é entender assim, ah, se é necessário que exista um escândalo, então o homicida tá tudo tranquilo, que ele só tá cumprindo a lei de causa e efeito, porque quem morreu tá passando por uma expiação de morrer assassinado porque ele assassinou. Aí é uma lei de italião, olho por olho, dente por dente. Aí é uma lei, uma lei simples, uma lei da física. Mas Jesus veio ampliar colocando o amor. Então a ampliação de Jesus vem nessa questão. Ai daquele que que promove o escândalo. Ai daquele que promove o homicídio. Ai daquele que promove esse homicídio emocional na vida de alguém

ando o amor. Então a ampliação de Jesus vem nessa questão. Ai daquele que que promove o escândalo. Ai daquele que promove o homicídio. Ai daquele que promove esse homicídio emocional na vida de alguém que é um abuso sexual. Por quê? Porque vai ter as consequências. já está tendo as consequências às vezes nessa vida de se tornar uma pessoa eh adoecida. Quando a gente pensa, Ana, em abuso na infância que um criança e o abusador, aí a gente pensa muito na pedofilia, né? Pedofilia. Pé vem de de criança, de por isso que é pediatria. E filha é uma palavra grega de amor, amor de atração, né? Então, amor a esse tipo. Pedofilia era comum demais na Grécia antiga, muito comum. Tanto que a palavra pedagogo não era um professor necessariamente. Pedagogo era uma pessoa que acompanhava a criança para proteger e ela não ser abusada enquanto estava na viela da rua, na rua andando. Então, veja que coisa curiosa. uma sociedade altamente intelectualizada, como a Grécia, era capaz também de existir eh a pedofilia, o a atração por um asexual, para uma criança, a ponto do, que eu vou tentar diferenciar agora, a ponto de cometer um crime visivelmente. E aí precisavam aquelas pessoas terem os pedagogos para proteger a criança ou o pré-adolescente, etc. numa sociedade altamente eh desenvolvida. Duas coisas como consequência. Nem todo pedófilo é abusador e por isso que há possibilidade de tratamento. Abusador é aquele que cometeu crime, o pedófilo é aquele que sente atração. Inclusive na Universidade de São Paulo, a USP, existe um ambulatório para tentar tratar essas pessoas. Então, uma pessoa que sente e que comete um abuso, né? Veja, a pessoa que comete um abuso em uma criança, ela tem algum grau de doença dentro de si. Às vezes essa doença é o que a gente chama de pedofilia na psiquiatria, que é um tipo de parafilia, um tipo de atração eh equivocada, mas não significa que a pessoa, por ter atração equivocada, ela vá cometer o crime. Então, a ideia do ambulatório de pedofilia que existe é para tentar

de parafilia, um tipo de atração eh equivocada, mas não significa que a pessoa, por ter atração equivocada, ela vá cometer o crime. Então, a ideia do ambulatório de pedofilia que existe é para tentar fazer, para proteger as crianças, para dar um espaço para essas pessoas que se sentem eh extremamente angustiadas se tiverem algum tipo de despertamento emocional, mas às vezes também por obsessões. exceções, às vezes obsessores que mudam a a patoplastia, ou seja, a plastia do perespírito e se tornam pequenos. E a e Manuel Filomeno de Miranda descreve muito bem isso no livro Sexo e Obsessão de Espíritos que ficam ali como se fossem pequeninos, né, na estatura e obsediando o os seus obsediados confundem a cabeça, fazendo com que ele se sinta atraído por pessoas pequenas. Então veja a complexidade do que eu tô dizendo. No final das contas existe essas coisas edias, porque existe o ediondo dentro de nós e existe o ediondo na espiritualidade. Existem muitos espíritos desencarnados psicopatas, muito mais do que a gente imagina. E são esses que comandam, assim como os que comandam encarnados, as grandes facções, os grandes problemas são grandes espíritos psicopatas, usam a inteligência para o mal. Pego isso para dizer que foi Atenas, que foi o único local que Paulo de Tasso não conseguiu fundar uma comunidade cristã mesmo. Conseguiu ali converter dois cristãos que aparecem na na Bíblia, no Ato dos Apóstolos, que depois foram convertidos a a santos. Mas uma comunidade cristã eh na na na Atenas não foi conseguido criar. tamanha a vaidade e vaidade fecha, né? O que é que acontece, Ana? Eu acho uma coisa importante falar e tem um programa, inclusive aqui no J saúde mental que eu falo sobre isso, sobre Paulo em Atenas. Eu retomaria pedir para que a pessoa procurasse Paulo e Atenas paraa gente ver como o excesso de racionalidade não é a solução. Porque se fosse Atenas seria, digamos assim, eh um novo portal, né? Você teria recebido essa ideia crítica. Era muito racional. Por isso que ninguém falou de amor, como

racionalidade não é a solução. Porque se fosse Atenas seria, digamos assim, eh um novo portal, né? Você teria recebido essa ideia crítica. Era muito racional. Por isso que ninguém falou de amor, como Jesus falou, até Sócrates. Sócrates foi excelente. Eu adoro Sócrates, que tem um livro sobre ele. Kardec coloca ele como precursor de Jesus, mas fala, mas ele falava mais do amor à sabedoria, né? E Jesus falou amor às pessoas, amor. Amor, de uma forma geral. Quantas mulheres não chegavam em Jesus apaixonadas por Jesus porque nunca encontraram uma masculinidade como ele, né? E esse amor profundo que não é só racional, porque a gente tá entrando nessa esfera muito perigosa nos dias de hoje de muito entendimento, muito entendimento, muito entendimento e pouco sentimento, né? Pode pode acontecer coisas atrozes. Por que tô falando isso? Porque ainda hoje a a o crime sexual ocorre não só, digamos assim, na periferia, mas acontece nos lares mais abastados que a gente nem imagina por questões as mais diversas. Por fim, eu remeteria, Ana, que foi uma live inteira que eu fiz durante a pandemia, que ficou um problema muito mais visível, porque as pessoas estavam mais em casa, então aumentou também muito isso. Uma live que eu fiz que foi transmitida pela mansão do caminho, abuso sexual na infância, porque é muito amplo esse tema. Então aqui eu tentei fazer um resuminho, mas eu remeteria para você procurar abuso sexual, TV Manão do Caminho, vai ter vai certamente encontrar essa live que eu fiz, podendo desdobrar mais eh essa temática, mas fala dessa perturbação que nós ainda temos, perturbação grande que nós ainda temos. E pegando a consequência do excesso de conhecimento, excesso de conhecimento, a gente não sabe o que fazer às vezes com tanto conhecimento, né? pessoa, a psiquiatria é capaz de descrever com detalhes esse problema da pedofilia, né? Mas o que fazer? Quais são as ferramentas para poder eh transformar? Sem a tentativa da psiquiatria, de psicoterapia voltada para isso, voltada para isso.

com detalhes esse problema da pedofilia, né? Mas o que fazer? Quais são as ferramentas para poder eh transformar? Sem a tentativa da psiquiatria, de psicoterapia voltada para isso, voltada para isso. Mas o amor de Jesus é algo ainda muito mais profundo, né? para transformar a forma como nós nos relacionamos com o mundo e com o amor. >> Mas como Jung, um dos carismas humanos é procurar amor e encontrar o sexo. E esse sexo pornográfico. E aí eu tô entrando na casa de vocês e a Ana a partir da internet, mas eu devo dizer que a internet também disseminou a pornografia de uma forma gigantesca, de uma forma a promiscuidade de uma forma gigantesca. E tem sido um problema que a gente não via antes na clínica, não via muita gente viciada em pornografia. E hoje eu tenho visto com mais frequência o a dependência da pornografia por causa do acesso sem nenhum constrangimento. Antigamente tinha algum tipo de constrangimento social para ir a encontra da pornografia. Hoje temos menos acesso, temos menos constrangimento. Então acho que é um tema pesado, difícil. Eh, a pessoa mesmo falou assim, é tão pesado que só tendo Jesus na causa, >> eu queria contribuir, >> é, eu queria contribuir assim, eh, como eu sou psicoterapeuta, o que chega para mim é um adulto contando que aconteceu isso na sua vida. Eu queria então remeter vocês para Joana de Angeles no livro autodescobrimento, no capítulo 12, Triunfo sobre o ego, em que ela vai falar sobre a criança ferida. Porque o fato da gente ser adulto fisicamente não quer dizer que os nossos acontecimentos da infância desapareceram. Então a Joana vai dizer assim: "As feridas não somem, elas permanecem na sua alma. Então não dá para voltar atrás. e a gente desfazer o que aconteceu. Já aconteceu o abuso sexual. Então, mas o que que a gente pode agora? A gente pode agora, com muito amor, como a Léo tá tá trazendo, cuidar dessas feridas da infância. Então, se você passou por algum abuso sexual na sua infância, você pode curar esse lugar na sua alma.

A gente pode agora, com muito amor, como a Léo tá tá trazendo, cuidar dessas feridas da infância. Então, se você passou por algum abuso sexual na sua infância, você pode curar esse lugar na sua alma. E o trabalho que a gente faz terapêutico, você pode começar esse trabalho, como a Joana sugere, fazer um diálogo com a sua criança interior. A primeira coisa é você entender que todas as crianças são inocentes. Então não há nenhuma possibilidade, nenhuma mesmo, de você se responsabilizar pelo acontecido, nem espiritualmente, nem psicologicamente, nem intelectualmente. Aconteceu. Sinto muito que isso tem acontecido. Isso acontece por força das circunstâncias que o Léo tá contando aqui, da situação e de imaturidade emocional, espiritual que nós transitamos. É esse momento da Terra acontecem muitos crimes e violências nesse nível evolutivo nosso. Crimes ediondos acontecem todos os dias, assassinatos, suicídios e tantas outras coisas, assim como abuso sexual das crianças contra pessoas inocentes. Então, nesse diálogo interior que você vai fazer consigo, a primeira coisa que você precisa ter clareza é: sim, todas, todas e todas as crianças são inocentes. Então, não deixe nenhum pensamento contrário a isso habitar seu psiquismo. E a partir disso começar um processo de autoacolhimento e de compreensão que a espiritualidade é farta em nos oferecer desse processo de amorização que a gente precisa fazer. Então, um bom trabalho terapêutico é uma um bom caminho para que você possa restaurar restaurar, sabe, fazer essas pazes e dar um bom lugar para esses sentimentos difíceis. >> Porque a pessoa pergunta assim, Ana, há proteção de Deus, há proteção dos benfeitores na voltada especialmente paraa criança? Porque o abuso sexual num adulto já tem outras repercussões diferentes, né? Quando é um abuso sexual na infância, a principal repercussão é essa que a a Ana falou e que a Joana falou da criança ferida. >> É quando você adulta lembra que isso aconteceu na sua infância. >> Mas eu digo, quando abuso acontece na no

, a principal repercussão é essa que a a Ana falou e que a Joana falou da criança ferida. >> É quando você adulta lembra que isso aconteceu na sua infância. >> Mas eu digo, quando abuso acontece na no adulto mesmo, uma mulher, geralmente uma mulher, né, mais comum, adulta, é uma outra coisa, >> uma outra abordagem, né? A gente tá dedicado mais à criança que foi o que perguntou. >> E aí a pergunta que ela faz, tem proteção? Eu diria assim, ó, com toda com toda certeza, se não tivesse proteção dos benfeitores de Deus, mínima que fosse, hum, todos os abusados se tornariam abusadores, porque repetiria o ciclo, não se tornam por causa da ajuda, ajuda espiritual, porque no final das contas seria o lobo, o homem lobo do próprio homem. A gente evolui por causa dos benfeitores. A gente evolui por causa de Deus. >> Por causa de Deus. Não é porque a gente é evoluído. Porque se a gente mantivesse o que a gente evolui é porque tem um tropismo de Deus. Então existe oondo, mas alguma proteção de Deus existe sempre. E por isso que nem todo mundo se torna, veja as consequências de um abuso na infância. Eu falei, pode se tornar um abusador, mas isso é é a minoria. Não é a maioria. A maior parte das pessoas que sofreram abuso na infância não se tornaram abusadoras. >> Sim. >> Por quê? porque tiveram por algum tipo de proteção, não momento que é às vezes as pessoas pegam tanto detalhe, a gente tá falando de proteção maior, a proteção no psiquismo, aquele espírito benfeitor, aquele anjo de guarda que se torna uma mãe depois cuidando do teu psicológico para que seja só uma criança ferida e não uma um abusador. Então se torne patológico, né? se torne patológico. Então, há uma proteção, é que a gente ainda precisa entender melhor como se dá essa proteção de Deus diante de tantas guerras, diante de todo que seria pior. Eu tenho certeza, se não existisse o tropismo divino, aí nós estaríamos autofagicamente destruídos. Nem existiríamos mais. A gente tem que acreditar se a gente não acredita em

de todo que seria pior. Eu tenho certeza, se não existisse o tropismo divino, aí nós estaríamos autofagicamente destruídos. Nem existiríamos mais. A gente tem que acreditar se a gente não acredita em Deus, não acredita no Então, leve o pensamento assim, se Deus não existe, se a proteção de Deus não existe, seria o lobo, o homem, logo do próprio homem. >> Sim. >> Me permita terminar essa parte assim, Ana, e para outra pergunta que tem a ver. Eh, e o Victor Franel comentando uma fala de Freud, Freud, como muitos filósofos, iria dizer assim: "Se tivéssemos uma situação de guerra, uma situação de crítica, todo ser humano se igualaria para baixo, que eu tô resumindo, o homem lobo do próprio homem". E a Victor Franca fala: "Eu acredito que se Freud tivesse participado do campo de concentração como eu participei, ele não falaria isso. É muito fácil falar isso dentro de um consultório, de um gabinete, mas num campo de concentração eu vi o nazismo, vi o judeu que ajudou o nazista, mas vi os judeus que se ajudaram entre si para sobreviver. Então, se ele tivesse no campo de concentração, ele teria visto que na crise existe sim o pior, mas também o melhor do ser humano. >> O melhor do ser humano é Deus. >> Eu também lembrei aqui de uma coisa, sabe? A passagem da mulher adúltera? A gente acentua muito o que Jesus fez por ela, mas a gente também precisa pensar no que Jesus fez por aqueles homens. Porque quando aqueles homens não jogaram pedra pela ação de Jesus, também foi uma proteção divina para que aqueles homens não se comprometem se comprometessem mais perante as leis divinas. Foi menos um crime, né? >> Essa lógica. >> A ação divina acontece de jeitos que a gente não imagina, não é? Então a gente ainda é pequeno para compreender como que a proteção se dá. a gente fica muito, como você falou, muito preso às vezes. Então, a gente precisa poder ampliar o nosso olhar. Quantos livramentos nos acontece, a gente nem saber, né? Então, a gente poder confiar que tá tudo sobre, né? tá tudo sob as

u, muito preso às vezes. Então, a gente precisa poder ampliar o nosso olhar. Quantos livramentos nos acontece, a gente nem saber, né? Então, a gente poder confiar que tá tudo sobre, né? tá tudo sob as bênçãos de Deus, embora a gente sofra e embora seja difícil da gente compreender porque que a gente ainda tá tão envolto em quadros tão densos nesse nível evolutivo. >> Mas se a gente chega, né, até aqui, vamos supor que chegamos até aqui, você tá reencarnado, eu tô reencarnado. Ana tá reencarnada. Ana passou por dificuldades, eu passei por dificuldades, você passou por dificuldades, mas se a gente tá até aqui reencarnado, se não optamos consciente ou inconscientemente pelo autocídio, é porque alguma força nos levantou, nos manteve. Essa força é Deus. Pode ser chamado de qualquer coisa, mas é Deus nas entrelinhas vindo. É um benfeitor que ajudou, porque senão nós não aguentaríamos. >> Não aguentaríamos. É, eu fico pensando no filho pródigo, né, que ele sai de casa e ele vai fazendo um monte de experiências na vida. Perceba assim que não é indefinido o processo de afastamento das leis divinas, né? Chega o momento que aquilo estanca, que ele cai nele mesmo e tal. Eu acho que se não tivesse ação divina, nós iríamos indefinidamente nesse lugar. Então, o fato da gente tomar consciência de através da dor a gente fazer diferente, isso é a lei de Deus agindo, a lei do progresso agindo, a lei de amor agindo ali, que porque a gente já tem na gente essa semente de que a gente tá dirigido pro melhor, o desejo incessante do melhor. Ana, como falamos de criança, tudo isso, tem uma pergun uma pessoa que pergunta: "Como eu posso ajudar uma criança a se espiritualizar sem o auxílio dos pais?" Não sei se ela é professora, é tia, não sei se ela é avó, >> ou ela é um avó, né? Ou ela é uma avó, um avô, >> tio, professor, enfim, >> não sei quem, mas >> eu acho >> tem que ter tomar tomar cuidado com isso. A gente não pode ser maior do que os pais. Seja você professor, seja você avó, avô, se isso é um caminho que os pais não

m, >> não sei quem, mas >> eu acho >> tem que ter tomar tomar cuidado com isso. A gente não pode ser maior do que os pais. Seja você professor, seja você avó, avô, se isso é um caminho que os pais não escolheram ainda por razões outras, muito cuidado com isso. Se os pais não espiritualizaram seus filhos, seja por ignorância ou por decisão, cuidado com a sua ação. Você não pode atravessar uma educação dizendo: "Eu acho bom que tem que espiritualizar e aí eu eu entro lá". Então que você possa a abraçar esses pais também se você tá querendo espiritualizar essa família, né? Agora, se você da família, tá ali na convivência, os pais não ligam muito e você já falou que você quer alguma coisa nesse sentido e tá tudo certo, como é que você pode espiritualizar sem que eles tenham esse processo? Eu acho que você pode contar histórias, você pode ensinar essa criança a orar. Eu me lembro que meus filhos eram pequenos e a minha sogra ensinou uma reza para eles do anjo da guarda. Embora eu não tenho essas rezas decoradas e o meu propósito era diferente. Eu sou espírita, né? A gente trabalha com outro tipo de oração, mas eu achei aquilo tão amoroso, sabe? aquela coisa muito entre vó e neto, ensinou a reza do anjo da guarda. Então assim, ali o sagrado entrou pelo coração e eles aprenderam essa reza do anjo da guarda, meu zeloso guardador, tem uma coisa assim, né? Então eu acho que a gente pode ter essas entradas através de coisas muito simples. Ensinar a orar, falar de Deus, contar histórias, levar em algum lugar sagrado, ter experiências com a natureza, que também é uma espiritualização, né? Conhecer os animais, conhecer as árvores, conhecer os pássaros, isso também é espiritualizar. Então eu acho que a gente pode ajudar essa experiência sagrada com as nossas crianças, desde que os pais não sejam eh que isso não seja escondido dos pais, nem a revelia dos pais. >> Por fim, temos outras perguntas que vamos fazer outro programa. Fiquem ligados que a gente vai abrir de novas caixas de perguntas também.

e isso não seja escondido dos pais, nem a revelia dos pais. >> Por fim, temos outras perguntas que vamos fazer outro programa. Fiquem ligados que a gente vai abrir de novas caixas de perguntas também. Mas uma pergunta que a resposta talvez seja mais pragmática. O que fazer quando a criação de um cenário e de uma história ou de cenários e de histórias dentro da própria cabeça chega a um nível extremo de modo que o indivíduo fica mais envolvido nisso do que no real. Porque eu tô falando que pode ser respondido mais pragmática. Porque pragmaticamente quando tá nesse nível, a gente tá num nível de de adoecimento. Não tem muito difícil você tá vivendo numa fantasia eh não está em algum adoecimento, quer seja espiritual. E aí o adoecimento espiritual é o quê? obsessão. Uma obsessão que te deixa mais fora da realidade, tende a ganhar áreas de fascinação. Então, precisa de uma ajuda. Que o que fazer? Procurar ajuda. Procurar ajuda e procurar ajuda no plano real, ou seja, no centro espírita, seja com alguém com carne e osso encarnado. e não só com o benfeitor que tá desencarnado, porque você no final das contas já tá muito preso na sua mente e provavelmente o obsessor vai eh gerar uma série de pegadinhas, ou seja, uma série de tramas para se passar pelo benfeitor e você achar que tá com o benfeitor. E aí eu já escutei às vezes assim uma pessoa que tava nesse estado e achou que Deus Deus havia falado para ela tirar a própria vida. Tá bom, meu filho, o sofrimento agora tá bom. >> No segundo >> autorizou >> na cabeça dele, né? Então, e aí vem outro lado. Dificilmente um nível desse não entra num estágio psqu não está num estágio psiquiátrico mais grave. Ou seja, delírio ou uma ideia que a gente chama assim técnica sobrevalorada, eh, que a pessoa fica, como ela falou, ela fica mais nisso do que no real. Ela fica mais envolvida nisso. Ou é um delírio ou uma coisa deliroide ou uma ideia sobrevalorada demais. São termos técnicos, mas que a gente quer dizer que tá adoecido. Precisa de uma ajuda

no real. Ela fica mais envolvida nisso. Ou é um delírio ou uma coisa deliroide ou uma ideia sobrevalorada demais. São termos técnicos, mas que a gente quer dizer que tá adoecido. Precisa de uma ajuda profissional real. >> Uhum. >> E real. E pro real. Eu queria dar duas contribuições assim. Primeira, em termos bibliográficos, assim, Joana de Angeles no livro Fuga Psicológica, desculpa, no capítulo Fuga Psicológica, no livro Conflitos Existenciais. E tem também uma autora alemã que é a Hann Arent num livro dela em que ela vai falar a vida do espírito, em que ela vai falar sobre o pensamento. Ela diz o seguinte, que no pensamento a gente é mais livre do que quando a gente coloca em ação o pensamento. O que que ela quer dizer? que quando eu tô aqui só no pensamento aqui, eu posso tudo. Quando eu coloco esse pensamento no diálogo com outro, quando eu vou agir, eu tenho o influxo do real que vai dar limites, que vai interferir nessa minha viagem que eu fico aqui na minha cabeça. Então, há pessoas, eu penso que isso tá assim bem no substrato, que assim gostam muito desse lugar aqui do pensamento, porque não tem influência de ninguém, de nada do real, mas tem influência dos espíritos desencarnados. Acha-se totalmente livre aqui, mas não é tanto assim. Você pode ser muito mais escravo do que você imagina, mas tem uma fantasia de que aqui no pensamento eu tenho mais poder, eu tenho mais isso, mais aquilo. Viver aqui é muito legal, porque não tem nenhuma interferência no sentido de bloqueio dos meus desejos, do que eu quero, não é? Então assim, mas a vida adulta, a vida de encarnado é aqui, ó. Se fosse para ficar só aqui no pensamento, precisava reencarnar, não é? >> É. Então isso é uma coisa para você desconfiar. Se você vive mais no pensamento do que aqui na vida real, você tá de alguma certa maneira recusando a vida e de reencarnado aqui. Então é uma coisa para você pensar. >> Percebeu, Ana, que sem querer a nossa última resposta remeteu a primeira resposta em relação à vaidade versus

rta maneira recusando a vida e de reencarnado aqui. Então é uma coisa para você pensar. >> Percebeu, Ana, que sem querer a nossa última resposta remeteu a primeira resposta em relação à vaidade versus humildade. >> Ah, verdade, né? Se no pensamento tudo é mais vaidoso. >> Isso. >> Essa vaidade que é escondida, né? A vaidade prepotente, é essa vaidade escondida que é o fungo que vai criando raiz que a gente nem sabe. >> Uhum. >> Então, ir pro real é um é um exercício de humildade, né? >> Nossa, que aqui vai ter limites. >> É um exercício de humildade. >> E aí, sem sombra de dúvida, Jesus é o nosso guia, né? Porque ele coloca como a primeira bem-aventurança. Bem-aventurados os humildes, os pobres de coração. E pegando esse exemplo, Saulo, que enquanto Saulo remetia a Saul, né, seja um rei judeu, ele se torna Paulo, porque Paulo significa pequeno, ou seja, um exercício de humildade também. de ser o rei da terra, o rei do judaísmo ou do farisaísmo, agora o menor. Porque Jesus falou isso, né? Então é um treino de humildade. São treinos de humildade. >> Tanto é que a gente fala paulatinamente, né? A gente não fala isso. Vou agir paulatinamente em pequenos passos, né? Humildemente, porque humildade é a gente saber ocupar o nosso lugar. Não se arrogar a um lugar maior do que eu tenho e do que eu sou. Então, poder ser humilde é eu poder aceitar esse lugar com muita alegria de filho, de pequeno que nós somos, nesse estágio evolutivo que a gente tá, entendendo que a gente tá submetido a coisas que a gente não tem poder sobre isso. Então, que lindeza, né? Que lindeza isso, >> querida. Se você puder, então, nessa nesse influxo, né, quando a gente fala de Jesus, eu tenho pensado assim, sabe um exercício que eu faço, Ana? A palavra Deus, de vez em quando eu lembro dessa palavra, a palavra Jesus, assim, de vez em quando eu lembro, tem uma força tão grande isso, né? >> Se lembre que é filho de Deus. Que coisa, né? >> Vamos lembrar que a gente é filho, né? >> É um exercício meditativo, analítico. De

m, de vez em quando eu lembro, tem uma força tão grande isso, né? >> Se lembre que é filho de Deus. Que coisa, né? >> Vamos lembrar que a gente é filho, né? >> É um exercício meditativo, analítico. De vez em quando você botar a palavra Deus, fala na sua cabeça: Deus, né? E para fazer isso, oração. Jesus ensinou Jesus é um terapeuta, né? Ele nos deu uma uma um exercício meditativo prático, que é oração o Pai Nosso. E aí, querida, se você puder encerrar nosso programa fazendo uma prece. >> Claro, claro. Com muito prazer. >> Então, vamos ocupar aqui por alguns segundos o lugar de filho de Deus, com consciência, porque a gente é sempre filho de Deus, mas com muito muita distração, né? Então, com um pouco mais de atenção e consciência, a gente vai dizer ao nosso pai amado, nós aqui em oração, nesse programa com esses nossos queridos que vem aqui em busca de algum alimento paraas suas almas, nós queremos pedir por todos nós, que todos nós possamos alcançar o seu amor. Que todos nós possamos sentir a sua misericórdia, Senhor. Possamos nos sentir protegidos, amados, entendidos e acolhidos nessa infinidade de ajudas, de auxílios que tantas vezes não são visíveis para nós. Mas o fato de ser invisíveis não quer dizer que não existam. Que possamos então a cada dia poder ter olhos de ver, ouvidos para ouvir. E é assim, Senhor nosso Deus, nosso Pai, nosso amor infinito. Nós nos despedimos desse instante com um coração cheio e que todo aquele que possa ouvir esse programa sinta-se também acolhido e abraçado pelo seu amor. Que assim possa ser. Graças a Deus.

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