Jesus e Saúde Mental | #142 - Episódios Diários - Inexoravelmente

Mansão do Caminho 30/09/2025 (há 5 meses) 42:53 2,659 visualizações 532 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 142 - Episódios Diários - Inexoravelmente #jesus #saúdemental #espiritismo #joannadeângelis #episódiosdiários #inexoravelmente *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

เ Olá, é muito bom estar mais uma vez com você hoje aqui abrindo a janela para o Evangelho do nosso programa Jesus e Saúde Mental. Hoje também iremos abrir uma mensagem do livro Episódios Diários da Benfeitora Joana de Ângeles através da mediunidade de de Valdo Pereira Fran. Mas como de costume, já que estamos aqui pensando em Jesus e pensando também em alguma saúde mental para mim e para você, nós pedimos começando, pedimos para que possamos começar fazendo uma oração, então de forma tranquila, que você possa fechar seus olhos e ao influxo das nossas palavras e tentando sintonizar com a figura amada de Jesus, Porque tu és, Senhor, a nossa alegria. Tu és o nosso prazer, consolo e paz. Tu, Senhor, as dores alivia e a nossa alma satisfaz. Tu és o sol fungente e por isso nós te seguiremos. Por isso jamais te deixaremos. Porque não seria, Senhor, inteligente de nossa parte abandonar o sol que tu és para nós? Lembrando dessas palavras de Ohan Sebastian Bá em Jesus, alegria dos homens, nós queremos te pedir, Senhor, para iluminar os nossos caminhos, aclarar as nossas mentes, ampliar as nossas percepções, para que possamos sair da racionalidade do dia a dia e entrarmos em uma expansão de consciência que pode nos conectar. com os efluvios que emanam de ti, que és o nosso sol. Fica conosco, portanto, nesses momentos, indo também ao encontro daqueles entes queridos, aqueles que sofrem e que nós, de uma certa forma impotentes, não podemos alijar, retirar, sanar a dor. Mas, Senhor, nós podemos orar. E com a oração, nós temos a convicção de que modificamos um pouco a estrutura cósmica, porque modificamos a nossa estrutura íntima. Orando, sabemos que modificamos a nossa psicosfera e ao modificar a nossa psicosfera, modificamos também esse éter, esse fluido cósmico, temos a convicção de que a nossa oração envolvida pela nossa ação vai ao encontro do coração amigo que necessita. Por isso, fica conosco hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja, Senhor. Muito bem. O capítulo de hoje é o

nossa oração envolvida pela nossa ação vai ao encontro do coração amigo que necessita. Por isso, fica conosco hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja, Senhor. Muito bem. O capítulo de hoje é o capítulo 32 e ele tem um título curioso chamado inexoravelmente. Obviamente pernambucano que sou, quando eu escuto essa palavra inexoravelmente, logo eu lembro de uma música que vocês sabem, aqueles que acompanham, né, o meu trabalho sabem que eu gosto, que fala sobre a natureza das coisas. E é um forró do Acioli Neto que diz assim: "Se a veste não, amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada. Se a veste não, que a felicidade, a burrinha da felicidade nunca se atrasa. Se a veste não, amanhã ela bate na porta da tua casa. Se aveste não. Toda a caminhada começa com o primeiro passo. A natureza não tem pressa. Segue o seu compasso inexoravelmente chega lá. Se a vestão, observe quem vai subindo a ladeira, porque seja princesa ou seja lavadeira, para ir mais alto vai ter que suar. A mensagem não é sobre ansiedade, digamos assim, mas é sobre a inexorabilidade, ou seja, aquilo que vai acontecer, aquilo que acontece porque é da lei. Iexoravelmente chegamos lá, observa a natureza, diz o poeta cantador. Toda caminhada começa com o primeiro passo, porque a natureza não tem pressa, mas ela segue o seu compasso. O compasso significa uma estrutura musical. O compasso significa a estrutura que divide a forma de escrevermos a música. Aqueles que são músicos sabe que existe o pentagramas, o conjunto de cinco linhas no qual nós escrevemos as notas musicais. E para organizar nós eh colocamos compassos 4x4, 2x4, 6x8, enfim. Então, o compasso significa uma unidade, né? Uma unidade da música que tá sendo tocada. Então, a natureza não tem pressa. Por quê? Porque ela segue o seu compasso. Não dá para querer que a natureza eh de uma hora para outra siga o compasso 6x8 se ela está no compasso 4x4. Então, ela tem um compasso próprio. Agora, inexoravelmente, de uma forma ou de outra, ela chega lá. É nesse

er que a natureza eh de uma hora para outra siga o compasso 6x8 se ela está no compasso 4x4. Então, ela tem um compasso próprio. Agora, inexoravelmente, de uma forma ou de outra, ela chega lá. É nesse inexoravelmente que Jana deângeles vai se adeter nessa mensagem. é da lei, o axioma, que cada um evolui conforme o esforço próprio e que a colheita é a resposta da sementeira. Ela coloca entre aspas essas duas frases como sendo, digamos assim, uma parafraseamento de uma sabedoria que nós sabemos, de um axioma que nós sabemos, especialmente nós espiritistas. Fadada a perfeição, fadado à perfeição, o espírito adquire sabedoria mediante as experiências que vive, conquistando palmo a palmo os espaços da evolução. Quando erra, repete o tentame até acertá-lo. Quando prejudica, volve a reparar, auxiliando a quem aflingiu. Desse modo, o trabalho é pessoal e intransferível. Embora receba ajuda, orientação e estímulo, a ação é de cada um. Semeando sempre, porque a cada ação corresponde uma equivalente reação, seguirás adiante conforme te proponhas e te empenhá-lo. Ocorrendo injunções aflingentes que te levem à dor, consentiza-te de que são necessárias para mais valiosas conquistas morais e espars e bondade, embora as circunstâncias dolorosas. O que hoje te chega foi arrojado ontem. Da mesma forma, o que ora a Siones reencontrarás mais tarde. Não desperdices este momento recorrendo a queixas e a lamentações que somente perturbam e geram mal-estar. Uma atitude otimista e uma realização fecunda fomentam resultados positivos que se transformam em conquistas libertadoras. Eu particularmente acho impressionante como a Joana de Angeles, ela assim é certeira com as palavras, porque ela resume aqui conceitos muito profundos, né? alguns, eu vou dar aqui alguns exemplos de tópicos que essa mensagem simples, direta e profunda ela está nos dando e já começa com a o título inexoravelmente, ou seja, é da lei. Então ela tá falando da lei de evolução, ela tá falando da lei de causa e defeito, ela tá falando de provas e de

funda ela está nos dando e já começa com a o título inexoravelmente, ou seja, é da lei. Então ela tá falando da lei de evolução, ela tá falando da lei de causa e defeito, ela tá falando de provas e de expiações, ela tá falando da lei de destruição que está dentro da lei de Deus, que é uma das faces da lei de Deus. Ela está falando da paciência, ela está falando da providência divina, ela está falando da possibilidade de não equivocarmo-nos intencionalmente para no futuro não, digamos assim, termos as consequências. Então, ela está resumindo um dos princípios básicos e basilares da doutrina espírita, que é a própria reencarnação. Ela está resumindo um princípio basilar da doutrina espírita, que é a reencarnação com a lei de causa e efeito. Nós podemos dizer que a lei de causa e efeito diz respeito às atitudes que nós tomamos e que retornam para nós de uma forma inexorável. Esse retornar às vezes é imediato. Quando ela coloca assim: "Não te lames, né? Não fique lamoreando, não fique te queixando, porque isso vai gerar mal-estar no agora. Ela tá dizendo que o ato que nós fazemos automaticamente vai gerar algum efeito dentro de nós. Não significa que um pensamento gere toda a desarmonia, mas a lamúria, a lamentação dá uma ideia de fixação na queixa. E realmente essa fixação na queixa, ela produz uma constância de pensamentos nessa faixa vibratória. Se eu penso do ponto de vista energético, como eu falei na oração do início, que tem tudo a ver, né, com a mensagem, embora, digamos assim, de forma não consciente, mas tem tudo a ver, porque quando eu tenho um pensamento, esse pensamento ele modifica de alguma maneira a estrutura do do meu corpo, porque ele modifica a minha psicosfera, aquilo que a gente pode chamar de aura, aquele que a gente pode chamar numa visão espiritista Kardequiana, eh, fotografia do meu pensamento. Não é um pensamento fotografado que vai trazer prejuízo, mas é o conjunto de pensamentos fotografados que ficam grudados em mim, ou seja, no meu perespírito, que vão mudar o teor

ia do meu pensamento. Não é um pensamento fotografado que vai trazer prejuízo, mas é o conjunto de pensamentos fotografados que ficam grudados em mim, ou seja, no meu perespírito, que vão mudar o teor vibracional que eu tenho. Esse teor vibracional modificado, ele vai automaticamente gerando mais desequilíbrio eh químico no meu corpo. Por que um desequilíbrio químico no meu corpo? Porque segundo a visão espírita, a vinculação do perespírito com o corpo, aquilo que chamamos de corpo etéreo com aquilo que chamamos de corpo somático, ela é tão imbricada que ela se efetua célula a célula. No final das contas, atrapir espaço interatômico, como muito bem eh postulou, digamos assim, de forma até meio intuitiva, Ernesto Botsano, célula a célula, né, através do espaço interatômico. É por isso que a influência do nosso psiquismo, do ponto de vista energético, espiritual, ela vai se dar também no nosso corpo somático, porque não é a partir assim, no meu meu ser espiritual não tá aqui do lado e eu estou aqui, não. Ele está vinculado a mim, é como se ele estivesse dentro de mim, porque ele está nas entrelinhas interatômica. Nós temos o que Axakov poôde chamar na sua época, uma mônada, ou seja, não é uma dualidade, é uma mônada. Essa mônada, essa unidade, ela é composta por espírito, perespírito e matéria célula a célula a partir desses espaços interatômicos. Só isso para dizer o quê? Porque eu tô colocando esse conceito mais eh fisiológico, teórico, um pouco mais difícil, só para poder entendermos que sim, o nosso pensamento de forma constante, ele vai trazer um teor vibracional que vai repercutir no nosso corpo somático. Essa repercussão, ela se dá nesse nível, seria o nível um, digamos assim, didaticamente, mas o nível dois é a partir justamente do meu cérebro, né? Porque no final das contas, o que comanda o meu corpo como um todo é a minha atividade cerebral. E o cérebro é como se fosse a central de comando do meu ser espiritual em relação a esse corpo. Então, as influências são célula,

, o que comanda o meu corpo como um todo é a minha atividade cerebral. E o cérebro é como se fosse a central de comando do meu ser espiritual em relação a esse corpo. Então, as influências são célula, a célula no corpo todo, mas no cérebro nós temos uma influência mais intensa daquilo que poderemos chamar de mente, que é até difícil conceituar do ponto de vista inclusive espiritual. O que é que seria a mente? um departamento da do espírito, uma parte do perespírito, seria uma coisa antes mesmo do espírito, é uma coisa difícil de conceitualizar e não é o objetivo aqui. Mas eh essa mente ela se vincula mais especificamente ao nosso cérebro. E nós temos uma coisa chamado eixo. Por que um eixo? porque é uma é uma vinculação a partir de hormônios e a partir de neurotransmissores, a partir de substâncias do corpo. Então, o eixo hipotálomo, ele é influenciado pelo meu córtex, ou seja, aquilo que eu penso está no meu córtex préfrontal, préfrontal, sobretudo porque aquela parte mais racional, aquela parte mais consciente, aquela parte que ter o mais controle, certo? Então esse pensamento, ou seja, esse córtex ativado, ele aciona a partir de substâncias chamadas neurotransmissores, uma área chamada hipotálomo, que fica mais na base do da nossa cabeça. Esse hipotálomo é a transição entre o cérebro e o corpo, digamos assim, é a porta que vincula a cabeça para o corpo. E esse hipotálamo vai influenciar a hipófise. Essa hipófise vai influenciar duas glândulas que temos em cima dos nossos rins, chamadas as glândulas adrenais ou suprarrenais. Essas glândulas suprarrenais, então essa influência se dá do hipotálamo na hipófise a partir de hormônios do da hipófise a para o a supra suprarrenal também a partir de hormônios, outras substâncias. E esses esses essas glândulas suprarrenais, elas vão jogar no nosso no nosso sangue, nosso sistema vascular, outras substâncias, por exemplo, as catecolaminas, a adrenalina. Isso vai gerar o quê? vai gerar uma ativação do meu corpo. Eu vou ficar ligado, meu corpo vai ficar

sso sangue, nosso sistema vascular, outras substâncias, por exemplo, as catecolaminas, a adrenalina. Isso vai gerar o quê? vai gerar uma ativação do meu corpo. Eu vou ficar ligado, meu corpo vai ficar acionado. E às vezes é importante meu corpo ficar acionado para que eu tenha uma resposta diante de um estresse, diante de um medo, diante de um perigo. Agora imagine se o meu pensamento ele tá sempre se lamentando, ele tá sempre reclamando, é como se eu tivesse sempre acionando o perigo, sempre acionando a raiva, sempre acionando que algo ruim vai acontecer mais cedo ou mais tarde. Então meu corpo fica em alerta, as catecolaminas ficam mais no meu corpo, liberados. Aí você também tem a liberação de cortisol, que também é para um bem. Tudo é para um bem, só que de forma desmedida, de forma descontrolada, de forma constante, o meu corpo fica mais ativado. Então meu sistema nervoso periférico autonômico, ele fica todo alterado. Então você vai ter mais taquicardia, você vai ter mais uma série de trações intestinais. Fora isso, essas esse corpo ativado demais vai também lançar marcadores pró-inflamatórios. Então eu vou ficar com o corpo inflamado a longo prazo. Isso vai causar sim uma repercussão eh digamos nessa existência ainda, eu aumentando a chance de adoecimentos cardiovasculares, tá? Óbvio, então que esse meu eixo hipotálam, hipófise adrenal, ele não tá, digamos assim, blindado. Às vezes acontece um desgaste emocional do ponto de vista de tantas estresses que eu tenho que enfrentar, tantas batalhas que eu tenho que enfrentar, que o meu corpo fica desgastado. Por quê? Porque constantemente eu vou tendo que fazer mudanças mentais para poder lidar com essa realidade difícil. Porém, aí é um desgaste mais fácil de lhe dar que o desgaste que é ocasionado do desgaste real junto com o desgaste da lamúria. Porque aí são dois desgastes. É como se o meu o sistema ficasse ativado muito intensamente. Porque se eu tenho um desgaste, digamos assim, digamos, real, um perigo real, um perigo

desgaste da lamúria. Porque aí são dois desgastes. É como se o meu o sistema ficasse ativado muito intensamente. Porque se eu tenho um desgaste, digamos assim, digamos, real, um perigo real, um perigo mesmo que vai acontecer, mas ao invés da lamúria, eu adiciono uma visão otimista, como diz Jona de Angângeles aqui na mensagem, eu consigo como se fosse fazer um para-choque. Então, existe um impacto, só que existe o para-choque. O otimismo aciona emoções positivas, regula esse eixo de uma forma diferente e ao acionar emoções positivas, gera bem-estar físico e emocional. Então, físico do ponto de vista, digamos, da cabeça para baixo e emocional do ponto de vista da cabeça para cima. Ou seja, influencia nosso corpo como um todo. Esse já é estudado pela ciência da felicidade, da qual toda a minha carreira acadêmica foi direcionada. Então isso que ela coloca aqui é uma verdade realmente não só filosófico, espiritual, mas uma verdade hoje científica do ponto de vista dos estudos de neurociências que nós temos, a chamada psiquiatria positiva também, da qual eh eu faço parte, eu ensino. Então é uma grande verdade. O otimismo, portanto, acionando a esperança, modifica o nosso corpo. O impacto acontece, mas fica menos doído, fica menos dorido, fica menos difícil. Não fica fácil, mas fica menos difícil, porque aí é o desgaste natural. Então, esse é um ponto fundamental, eh, que ela termina a frase dessa termina a mensagem dessa maneira, as duas últimas, né? Quero lá lá no início. Ela diz assim: "Quem erra repete o tentame até acertá-lo". Aí, tá bom. A gente pode pensar, quem erra é igual a quem prejudica. Ela faz uma diferenciação que é sutil, mas é fantástica. Por quê? Porque nem não significa que o erro que eu faço hoje vai necessariamente, digamos, repercutir em uma grande encrenca do ponto de vista espiritual. Porque ninguém aprende sem errar. Se você já tentou aprender música, por exemplo, não tem como você aprender música de primeira. Você já aprende música tocando como virtuose, não tem como, entendeu?

. Porque ninguém aprende sem errar. Se você já tentou aprender música, por exemplo, não tem como você aprender música de primeira. Você já aprende música tocando como virtuose, não tem como, entendeu? Então você vai errar uma nota, vai errar duas, vai errar muitas notas, já que a gente tá falando de música no início do programa, vai errar muita nota. Não tem como você aprender sem errar. Então, o erro faz parte da pedagogia da vida. Não tem como você, digamos assim, aprender a cozinhar logo de primeira. Mesmo você seguindo a receita, você pode até conseguir fazer aquele prato. Mas o fato de eu fazer um prato, eu não posso dizer que eu sei cozinhar. Perguntar, se perguntarem para mim, Léo, você sabe cozinhar? Não, não sei cozinhar. Eu posso até não errar alguma coisa se eu seguir alguma receita. E olhe lá. E olhe lá, porque outra vez eu sabia fazer tapioca, aprender com minha funcionária na adolescência, ela fazia uma tapioca tão boa que eu aprendi com ela, mas aí deixei de fazer, né? E aí fui fazer paraos meus filhos. Então, teoricamente eu sabia fazer uma tapioca. Aí os coitados foram comer a tapioca e não conseguiram porque tava dura, ruim mesmo, ruim. E E aí eu fui comer. Pera aí, não é possível. Quando fui comer, realmente estava incomível. Não tava bom o negócio. Então eu não sei cozinhar, né? Eu posso até saber fazer alguma coisa, mas para dizer que eu aprendi, eu teria que me submeter a errar, etc, etc. Testar, tentar, provar. Então, faz parte da vida. É diferente isso. Isso também acontece na vida e moral, na vida emocional, na vida rela. Isso, Jana de Angeles, ela aprofunda muito na sua série psicológica, especialmente no livro eh Plenitude, que fala muito sobre o sofrimento. Então, nem todo o erro ele el aciona a lei de destruição. Vou colocar aqui uma terminologia cardeciana, a lei de destruição. Por quê? Porque nem todo erro prejudicou. O problema é quando o erro prejudica. Então, por isso que ela faz a diferenciação. Quando prejudica, aí sim precisa reparar. Aí aciona a lei de

de destruição. Por quê? Porque nem todo erro prejudicou. O problema é quando o erro prejudica. Então, por isso que ela faz a diferenciação. Quando prejudica, aí sim precisa reparar. Aí aciona a lei de destruição. E quando aciona a lei de destruição, eu destruí algo. Então tenho que reparar, não basta eu voltar para fazer a lição. Então é diferente. O erro que não aciona a lei de destruição faz parte de uma pedagogia da evolução. O erro que aciona a lei de destruição causa todo um impacto de retorno a mim mesmo. Qual é? Como é que eu vou saber, Léo? que o meu erro eh acionou a lei de destruição ou não. Ela já dá uma dica aqui, né? Vê se esse erro prejudicou alguém, a sociedade, né? Então, se existe um prejuízo, então, de alguma forma mais intensa ou menos intensa, houve um acionamento da lei de destruição eh pelas suas mãos. Uma outra característica que eu percebo que tem a ver com o que a gente falou até na primeira parte agora é, digamos assim, a repetição. Em algum momento Joana de na sua série psicológica vai também fazer eh essa distinção que eu tô aqui dizendo que percebo. Uma coisa é a pessoa errar, digamos assim, uma vez. errar por desconhecimento, errar por imaturidade, errar porque ainda não aprendeu. Outra coisa é a pessoa errar orgulhosamente. Aí ela erra como reiteradas vezes. E ela não se abre a Ah, mas ela também não aprendeu. É, mas ela não se abriu o aprendizado. Ela está na sua vaidade, na sua prepotência. Então, ela fica repetindo o erro. E aí essa renitência no erro é que gera um impacto na lei de destruição, que prejudica os outros porque prejudica a si mesma. É mais ou menos semelhante ao que que eu falei do pensamento. Um pensamento não vai desestruturar a nossa química espiritual, muito menos a nossa química cerebral, muito menos a nossa química corporal. Agora, a constância dos pensamentos, a lamúria, a lamentação constante, sim. desharmoniza de uma forma a prejudicar a nós mesmos. É mais ou menos isso também que acontece em relação à lei de destruição. Quando nós

tância dos pensamentos, a lamúria, a lamentação constante, sim. desharmoniza de uma forma a prejudicar a nós mesmos. É mais ou menos isso também que acontece em relação à lei de destruição. Quando nós estamos repetidas vezes, na automaticamente a gente vai est acionando a lei de rep de destruição. Aí vai ser precisa a reparação, porque como disse Allan Kardec, para podermos entrar em uma harmonia celestial, que a gente pode chamar de céu, nós temos que, em tendo acionado essa lei de destruição, não só nos arrependermos, como sofrer, porque faz parte, é inerente. Arrependimento e sofrimento faz em parte. Então é arrependimento, expiação e aí vem a reparação, que é a a etapa final que harmoniza novamente o nosso ser com o todo. Então, no erro que não aciona a lei de destruição, não há uma desarmonia, há uma pedagogia. Agora, o erro que aciona a lei de destruição por essas características faladas, eh, aciona a necessidade da reparação por conta de uma desarmonia que é causado o que é causada no ambiente como um todo. Desse modo, desse modo, o trabalho é pessoal e intransferível. Por quê? Porque quer seja para aprender, quer seja para reparar, o trabalho é meu, não é teu. você pode me ajudar aí. Mais uma vez, perceba a nossa oração do início como tá casada com o nosso programa de hoje. Por quê? Porque por mais que eu seja pai, por mais que você seja mãe, por mais que você seja avó, por mais que você seja um familiar, algumas dores, algumas questões, nós não temos condição de mudar. Não temos condição de mudar. Porque se foi uma expiação, ou seja, uma lei de destruição que foi acionada pelo ente querido, ele vai precisar passar pela reparação. O que nós podemos fazer é orar, é amar, é acolher, é suportar, é a capacidade de estar junto, é não desistir, é não fazer a mesma moeda, ou seja, é fazer o que Jesus falou, é fazer o que Jesus fez para conosco. Aquele que quiser seguir-me, que pegue a sua cruz e me siga. Por mais que ele tenha vindo, digamos assim, nos ajudar, ele nos veio

eja, é fazer o que Jesus falou, é fazer o que Jesus fez para conosco. Aquele que quiser seguir-me, que pegue a sua cruz e me siga. Por mais que ele tenha vindo, digamos assim, nos ajudar, ele nos veio nos ajudar exemplificando, sendo o que a doutrina espírita fala de modelo e guia. Algumas religiões eh apresentam que Jesus veio, digamos assim, redimir-nos do pecado. Então, às vezes pode a dar a entender como se o que ele sofreu é como se já tivesse por tabela nos protegido de alguma reparação. Eu acho que esse é um entendimento parcial. Por quê? Porque as pessoas que encontram dessas religiões e quando converso sobre o tema, todas me falam de uma forma diferente. Elas não me falam assim. Então, quer sejam católicos, quer sejam evangélicos, elas não me falam dessa forma. Elas me falam que Jesus veio tirar os pecados do mundo no sentido simbólico, porque a sua presença veio ensinar como agir, né? Ou seja, ele veio nos redimir no sentido de dizer assim: "Olha, eu sou digno. A humanidade é digna". Por quê? Porque recebeu o rei de primeira grandeza, Jesus, no seu bojo, para poder nos redimir, nos dignificar. Então, aí sim, essa essa visão, ela tá em total acordo com a nossa visão espiritista. E no final das contas, às vezes são alguns detalhes específicos que são mais da ordem da teologia específica de cada religião do que realmente de uma diferença muito grande. Porque nós enquanto espíritas temos uma percepção de Jesus como o nosso sol, ou seja, o sol que nos dignifica, o sol que nos ilumina, o sol que nos dá a dignidade de viver e, portanto, nos fala e que nos fala assim: "Você consegue, o trabalho é teu, porque se não fosse assim, ele estaria dizendo: "Pega a tua cruz e sofra. Sova pro sofrer. Não pega a sua cruz e me siga, porque pegando a cruz que a gente vai seguindo o caminho. Percebam que todas aquelas pessoas que se redimiram, elas tiveram que fazer a parte delas. Eu me recordo de uma, tá certo? Eu estava no sertão da Paraíba fazendo palestras. Daí um jovem contou a

inho. Percebam que todas aquelas pessoas que se redimiram, elas tiveram que fazer a parte delas. Eu me recordo de uma, tá certo? Eu estava no sertão da Paraíba fazendo palestras. Daí um jovem contou a sua história depois na nas perguntas e respostas, deu seu depoimento. E eu me lembrei muito e falei para ele de um cantor e aí quero contar aqui também, um cantor que na época que eu era adolescente, ele fazia muito sucesso com a sua banda. Ele estourou assim no Brasil e era o é o Rodolfo Abrantes. A banda era Raimundos. Por que Raimundos? porque faziam uma alusão ao Nordeste, porque salvo eh todos os os componentes da banda, ou pelo menos os iniciais, eram filhos de nordestinos. O próprio Rodolfo era filho de médicos, ele, os componentes não eram nordestinos, mas eram filho de nordestinos. Então, Raimundes era uma alusão. E eles eram uma banda de rock. E esse o rock chamou atenção que eles fizeram porque era um rock misturado com alguma pegada eh do baião, do forró, é alguma pegada mais assim nordestina, né? E aí você até inclusive tinha na época logo depois de uma banda, né, chamada Mamonas Assassina. E você tem algumas músicas do Mamonas Assassina que lembra muito algumas o estilo do Raimundos. Então era uma banda, era uma um tema mais descontraído, mas enquanto Mamonas era bem brincalhão, o Raimundos eh fazia humor, mas de uma forma não querendo fazer o humor, tá? Pois bem, o Raimundos, o primeiro CD, eu tava vendo uma uma análise, né, no só no primeiro CD deles foram 39 palavras de baixo calão, aquilo que a gente chama de palavrões, né? Eh, então era muito tema sobre sexo, né? O Rodolfo Abrantes contando como foi a primeira eh experiência sexual dele em um bordel em João Pessoa. Então, tem um nome da música assim. E depois no segundo CD eles, digamos assim, eh, colocaram os termos um pouco mais polidos e aí fizeram, estouraram mais ainda no Brasil, nas mídias, estavam assim estourados em todo o programa de televisão, porque na época a televisão era um dos únicos meios, né?

rmos um pouco mais polidos e aí fizeram, estouraram mais ainda no Brasil, nas mídias, estavam assim estourados em todo o programa de televisão, porque na época a televisão era um dos únicos meios, né? Você não tinha as redes sociais como agora a gente tem. Então, a televisão era o único meio para, digamos assim, uma banda poder se mostrar. O trabalho de uma banda independente era muito mais difícil de ser executado do que nos dias de hoje. Então aquela banda que aparecia nos principais programas das principais emissoras é porque estava estourado. E eles começaram a aparecer muito mais, muito mais, não só para aquele nicho das pessoas que gostavam de rock. Eu conheci já pelo rock, já no primeiro CD, mas a no segundo CD, o segundo CD deles, a música mais famosa foi a mulher de fases, né? Eh, que diz assim: "Que mulher ruim! jogou minhas coisas foras, disse que em sua casa eu já não entro mais não. A casa é minha, você que vai embora. Então é a música mais ou menos assim do Rodolfo e do Raimundos. E quando ele tava no auge, no auge causou um impacto porque ele saiu do Raimundos. Mas ele saiu do Raimundo não por uma briga, e sim porque ele usava muita droga, muita substância psicoativa. Eh, ele também fala que era muito sexo, muitas facilidades, né? Até que ele conhece uma jovem. Essa jovem em algum momento, eu eu acredito que ela não era evangélica. Acho que ela se tornou evangélica também, porque ele não foi criado assim com a cultura religiosa, pelo que a gente pelo que ele eu escuto ele falar. E essa jovem começou a fazer assim como se fosse encontros de de casais. Não era bem de casal, não, era encontro com a outras amigas da igreja na casa para orar, né? E aí ele, enfim, aceitava, respeitava, mas não queria nada, nenhum papo. E ele começa, porém, a perceber que ele tava com linfonodos palpáveis, o que a gente chama de íngua, em alguns locais do Brasil. Isso ele começa a ficar com muito medo de morrer porque era muito, muita sexualidade, muita droga, uma vida muito, digamos assim,

s palpáveis, o que a gente chama de íngua, em alguns locais do Brasil. Isso ele começa a ficar com muito medo de morrer porque era muito, muita sexualidade, muita droga, uma vida muito, digamos assim, eh, em muita devacidão, né, como ele próprio fala, tá certo? Aí ele se converte e ele se converte a ao a religião evangélica. E ao se converter a religião evangélica, ele fala assim: "Poxa, todo mundo que deu certo assim, todas as primeiras casas que encontraram Jesus ao longo do tempo, eles tiveram que fazer uma mudança de vida. Não tinha mais como eu cantar aquelas músicas. Por quê? Porque eu sempre fui muito autêntrico. Então eu cantava aquilo, não era porque eu queria chamar atenção ou queria, não. Eu cantava porque era aquilo que eu vivia. Eu cantava porque era aquilo que eu conhecia. E realmente a figura eh do Raimundes era muito a a figura da banda, né? Era muito autêntica. Você vê que não era uma coisa assim para chamar atenção apenas. chamava a atenção, mas era porque eles ele vivia aquilo, então ele falou: "Olha, não dava mais para cantar aquilo". Então eu também não podia acabar com a banda porque não era minha. Então ele saiu da banda. Isso foi, obviamente ele acabou, os outros integrantes acabaram ficando chateados. Houve aquela confusão entre eles, né? Eh, ele fala: "Eu entendo, porque realmente a o os fãs do Raimundes eram muito fiéis assim, gostavam muito do estilo da música, tudo mais. E de repente eu vira evangélico, eu entendo hoje, hoje eu fiz as pazes com o meu passado, eu fiz as pazes com o que eu era, eu fiz as pazes inclusive com os um grande amigo da banda, né, o Digão, que era o guitarrista. E quando ele se converteu, ele foi faz, continuou fazendo rocks, rock, rock pesado, rock rápido, mas um rock pesado evangélico na banda Rodox. E só que a letra era outra, né? O teor da letra era totalmente outra. E eu fui um dia desse assim, né, engraçado, perto desse dessa palestra no sertão, em que o jovem contou um pouco a história dele e de certa forma lembrava a história do

da letra era totalmente outra. E eu fui um dia desse assim, né, engraçado, perto desse dessa palestra no sertão, em que o jovem contou um pouco a história dele e de certa forma lembrava a história do Rodolfo Abrantes. Só que agora o jovem tinha se convertido para o espiritismo fazia pouco tempo e tava mudando totalmente a vida dele e falava: "Antes era muito sexo, antes era muita droga e eu me sentia um pouco perdido, agora tô me sentindo no norte". Então eu contei a história do Rodolfo e curiosamente perto dessa palestra eu tive vontade de rever onde está o Rodolfo Abrantes e ele faz uma música hoje tão interessante, tão, não é mais o Rodox, ele também, como é uma pessoa muito autêntica, ele também não conseguia mais cantar o ritmo que ele cantava. Ele hoje mudou assim até o ritmo. Então tem uma música linda, eh, escondido em mim, em que ele fala assim no refrão: "Leve, tão leve, eh, pode me levar, né? Eu vou aonde tu me levares." Falando para para Jesus, digamos assim, escondido nele um valor que ele nem sabia que tinha, né? E que ele encontrou a partir do encontro simbólico com Jesus na conversão que ele teve. E aí Jesus tirando dele o melhor, né? Eh, enfim, muita música muito bonita assim do Rodolfo Abrantes. E eu perguntei paraa minha secretária que é evangélica, o irmão evangélico, eu falei assim, eu vi como é que tava as entrevistas e me passou tanta verdade porque é curioso, antes você ver a entrevista dele no Raimunds, ele nem conseguia falar muito bem, quem falava mais eram os outros, né? Hoje ele dá as entrevistas assim e falando de uma forma bastante direta. Eu perdoei aquela aquele jovem. Achei bonito isso, né? Era o que eu era, né? Era o que eu era. Eu cantava o que eu o que eu conhecia. Na medida que eu conhecia outras coisas, eu não podia mais cantar as outras coisas. Eu não podia cantar a mesma coisa. Tinha que ser outro tipo de música, outro tipo de canção, outro tipo de vivência. Eu tava com medo de morrer ali e foi esse medo que eu encontrei Jesus. E eu perguntei ele, minha, ah,

r a mesma coisa. Tinha que ser outro tipo de música, outro tipo de canção, outro tipo de vivência. Eu tava com medo de morrer ali e foi esse medo que eu encontrei Jesus. E eu perguntei ele, minha, ah, ele é um evangélico bom. Falei, é um evangélico autêntico. É autêntico, bom. Meu irmão adora ele, a comunidade gosta. E realmente você vê nas entrevistas, acho que você pode buscar para checar essa informação, tanto o menino antes, né, que cantava a primeira noite no bordel em João Pessoa e agora cantando que escondido dentro dele tinha um valor que ele nem sabia, mas que Jesus dignificou, né? Jesus foi o sol da vida desse jovem vivo, né? e não só vivo, mas podendo cantar uma outra canção. Então é um pouco sobre isso, né? E aí na entrevista de uma entrevista que eu vi, o repórter assim eh perguntava: "Por que você não, por que você não canta? Você cantaria hoje". Rapaz, sinceramente, eu nem lembro mais. Das que eu me lembro assim é a mulher de fases, porque eu acho que aquela música ali foi acertada no sentido de não rebaixar a mulher. Ele é, são palavras dele. O Raimund cantava muita música e de certa forma colocava a mulher numa posição ruim, era muita droga, enfim, muito palavrão. E eu essa essa música não, né? Não tem palavrões, enfim, eh, coloca relação romântica, mas, eh, não dá para cantar uma coisa que eu não sou mais. Eu achei bonito isso, autêntico, né? E os repórteres também, porque os repórteres, um conjunto de repórteres dessa entrevista específica tem várias, né? Falar é porque você é autêntico, né? Você, a gente sente que você é autêntico sem concordarem com a religião dele, mas autenticidade traz felicidade, sabe? Quando nós seguimos aquilo que a gente acredita, a gente está seguindo um bom caminho. Por quê? Porque nós estamos nos reconectando conosco de uma forma ou de outra. Então, qualquer que seja a denominação, eu acredito assim que é importante colocarmos Jesus na frente. Por isso que esse programa tem Jesus e saúde mental, porque existem vários

uma forma ou de outra. Então, qualquer que seja a denominação, eu acredito assim que é importante colocarmos Jesus na frente. Por isso que esse programa tem Jesus e saúde mental, porque existem vários parâmetros e é natural que eu fale de outros parâmetros, da psicologia, da psiquiatria, os convidados que aqui chegam, mas o principal parâmetro é realmente nosso, é Jesus interpretado pela visão espírita. O cristianismo trazido pela visão espírita. E é esse cristianismo que nos mostra que sim, Jesus é o nosso sol, que nos dignifica, que faz com que a nossa vida tenha valor, que faz com que nós tenhamos valor. E por isso, com coração em prece, eu lhe peço para que nós possamos agradecer esse sol. que dignifica a nossa alma, que reestrutura o nosso ser, que nos dá esperança de viver, que nós possamos ficar bem leves, Senhor, ao teu influxo e nas lutas da vida que não conseguimos vencer aos olhos do mundo ou vencer da forma que gostaríamos nos concede paciência. A paciência é uma ciência de paz. A paciência é uma forma de caridade. Portanto, Senhor, concede paz aos nossos corações aflitos, concede paz aos nossos familiares para que eles possam passar pelas suas aflições, sabendo que inexoravelmente, mais cedo ou mais tarde, todos nós chegaremos lá. lá onde lá onde tu estás junto ao teu coração para podermos dizer muito obrigado, Senhor porque nós tivemos uma crença em ti. Muito obrigado, Senhor, por estar aqui. Muito obrigado, Jesus por ser o sol de maior grandeza de nossas vidas. Nos despede em paz hoje e sempre. Que assim seja.

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