Jesus e Saúde Mental | #137 • Testemunho, força e tempo (Atos 1:1-11)

Mansão do Caminho 12/08/2025 (há 7 meses) 54:43 2,971 visualizações 609 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de » Episódio 137 • Testemunho, força e tempo (Atos 1:1-11) #jesus #saúdemental #joannadeângelis #atosdosapóstolos *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Muito bem, vamos começar mais um Jesus e saúde mental, agradecendo a oportunidade de servir a Deus na seara do Mestre e dessa forma convidando você para podermos orar em direção ao nosso pai maior e podermos dizer: "Senhor da vida, Agora que tu nos concedeste uma nova estrada para a própria redenção, essa estrada se chamando existência, reencarnação. Nós te pedimos a coragem para seguir caminhando sem parar. Que as pausas sejam apenas momentos de refazimento e não paralisias eternas. Que as pausas sejam momentos de reflexão, sejam momentos de abastecimento de energia e não momentos de sedentarismo espiritual. Por isso, Senhor da vida, aqui nós estamos rogando a intuição para podermos pensar sobre o evangelho que o teu filho maior Jesus nos enviou. Esse evangelho que se desdobra nos Atos dos Apóstolos, que sabiamente Lucas conseguiu escrever e legar a todos nós reflexões muito úteis sobre os testemunhos que todos aqueles que seguem o bem acabam precisando passar, bem como a força que tu consegues na caminhada de testemunho pessoal rumo a uma redenção, a uma regeneração. Por isso, nós te pedimos, nos ilumina hoje para que possamos estar em paz nesses minutos em que estaremos juntos. Que assim seja, Senhor. Hoje eu gostaria de abrir com você o livro Atos dos Apóstolos mais uma vez. Mas ao invés de falarmos sobre Paulo especificamente, queremos falar sobre os discípulos em geral e aquele momento inicial da trajetória do cristianismo que nascia. Porque grande parte do ato dos apóstolos foi dedicado, sem sombra de dúvida, às viagens missionárias do apóstolo Paulo junto com os seus seguidores mais diretos, como Timóteo, como amigo Silas, que acompanha, como Barnabé, como o próprio Lucas, que às vezes se oculta na no livro, mas em determinado momento depois que ele cita Troad, ele começa a colocar também o nós, simbolizando que ele participou também dessas viagens missionárias. Boa parte do ato dos apóstolos, ele acaba falando, portanto, desses testemunhos que Paulo de Tarso e esses

a a colocar também o nós, simbolizando que ele participou também dessas viagens missionárias. Boa parte do ato dos apóstolos, ele acaba falando, portanto, desses testemunhos que Paulo de Tarso e esses outros seguidores são convidados a dar nas várias igrejas que eles foram fundando ao longo do mundo conhecido, mundo antigo e que nós habitamos aqui na no Novo Testamento. Uma parte, porém, do Novo Testamento considerável é também colocado para dedicar-se a Pedro. outra figura muito importante do, digamos, colégio apostólico inicial, mas também outros discípulos eles são contemplados. Então, boa parte Paulo, uma outra parte Pedro e uma outra parte os discípulos em geral. Mas o início do Atto dos Apóstolos, o capítulo um do Atóstolos, ele narra um momento em que Jesus ainda não teria ascendido e teria ficado uns 40 dias em comunhão com os discípulos, com os seguidores, dando orientações, dando testemunho. E eles então narram mais ou menos assim. Eu vou querer ler algumas partes do primeiro capítulo, né, que é o prólogo. No primeiro capítulo, que é o prólogo, ele coloca o seguinte: "Fiz o meu primeiro relato, ó Teófilo, a respeito de todas as coisas que Jesus fez e ensinou desde o começo. Ele está se referindo aqui Lucas ao evangelho que ele havia escrito até o dia em que foi arrebatado ao céu depois de ter dado instruções aos apóstolos que escolhera sobre a ação do Espírito Santo. Ainda a eles apresentou-se vivo depois de sua paixão, com muitas provas incontestáveis. Dois pontos. Durante 40 dias apareceu-lhes e lhes falou do que concerne ao reino de Deus. Então aqui ele relata que esse contato eh de Jesus já depois da crucificação, eh portanto depois da sua da sua morte física, eh depois do fenômeno da ressurreição, etc. Ele permanece 40 dias em contato com os discípulos. Bem aqui, eh, vale explicar para aqueles que não são espíritas que a visão espírita trazida por Allan Kardec e bem como os as obras que subsidiam, as obras sérias que subsidiam a doutrina espírita, fala da ressurreição

explicar para aqueles que não são espíritas que a visão espírita trazida por Allan Kardec e bem como os as obras que subsidiam, as obras sérias que subsidiam a doutrina espírita, fala da ressurreição de Jesus como sendo uma um fenômeno, né, mediúnico de efeito físico, ou seja, uma materialização em que Jesus se apresenta visível aos apóstolos e não só visível, mas tocável. Quando Tomé toca-lhe as chagas, né? toca ali, portanto, os estigmas que tinham ficado por conta da crucificação. E então não foi só um fenômeno de aparição, mas um fenômeno de materialização. Agora, pela visão espírita, a partir disso, eu queria explicar um outro ponto. qualquer, de certa maneira, qualquer forma de vidência, de ver, de ter uma visão mediúnica de um espírito, eh, segundo muito bem relata Ivone do Amaral Pereira no livro Devassando o Invisível. E segundo também o tio Divaldo, né, o Divaldo Pereira Franco me contou quando eu contei isso para ele, quando narrei e fiz essa pergunta. Qualquer fenômeno de visão é um fenômeno também de uma certa materialização, mesmo que não haja o toque, mesmo que o espírito não fique tocado, né? Então, a gente tem aqui alguns níveis de materialização. Nós temos aquela materialização mais eh estudada pelos primeiros estudiosos da doutrina espírita, que acontece de forma muito rara nos dias atuais, né? e aconteceu muito pelo médium Peixotinho, pensando no médium da atualidade, mas o próprio Divaldo Pereira Franco também teve esse tipo de fenômeno a partir da sua mediunidade e também o Chico Xavier também teve, mas como eles não vieram com essa obra principal, mas e sim com a obra mais intelectual da psicografia, da psicofonia, Divaldo Franco da oratória como quase uma psicofonia muitas vezes a força vital foi mais deslocada para esse tipo de mediunidade, mas essa materialização será uma parte de um ectoplasma, é uma extrema eh em que a partir do ectoplasma você tem uma vez do espírito, mas há muitas vezes a materialização e de rosas, sabe, de objetos em que às vezes as pessoas

rá uma parte de um ectoplasma, é uma extrema eh em que a partir do ectoplasma você tem uma vez do espírito, mas há muitas vezes a materialização e de rosas, sabe, de objetos em que às vezes as pessoas guardam, né, lírios evav de que foram trazidos a partir da mediunidade do próprio Edivaldo Franco, envolve algum tipo de ectoplasmia, tá bom? Essa materialização que Jesus eh se apresenta na ressurreição seria alguma forma que a gente não tem como saber exatamente se como foi, qual foi, mas é uma materialização mais forte também, porque houve o toque, né? Ou seja, Tomé, pelo menos Tomé, tocou-lhe as chagas. Nesses outros 40 dias, a gente não tem certeza se houve também essa comunhão do toque. A gente não tem certeza se houve essa comunhão do toque. Então, pode ser outro tipo de materialização que é uma aparição. E essa aparição ela teria duas gradações. Então, veja, eu tô fazendo quatro gradações, né? Uma gradação ou quatro tipos, não gradações, mas tipos. esse tipo de materialização com ectoplasma porque a gente conhece mais essa outra que seria a ressurreição de Jesus em que houve um toque, né, e algo mais diferente. A gente não tem um relato de algum médium ali do ectoplasma, não tá, não tem esse relato. Certamente, se tivesse acontecido isso, eh, os discípulos, os apóstolos iram escrever, né, relatando com as suas explicações. Mas certamente é alguma coisa diferente, porque estamos falando de Jesus, estamos falando do governador da terra, estamos falando de um espírito é puro, né? O o modelo e o guia. Então, certamente algum fenômeno bastante diferente aconteceu ali, que a gente talvez até tenha que catalogar de forma especial, de forma específica, tanto quanto a sua transfiguração, em que ali no monte Tabô ele se apresenta a três apóstolos como se fosse o seu corpo perespiritual, né? mostra toda a sua luminosidade ou pelo menos uma parte da sua luminosidade. É diferente da transfiguração que a gente fala quando, por exemplo, um médium como Divaldo Franco dando a psicofonia nas

né? mostra toda a sua luminosidade ou pelo menos uma parte da sua luminosidade. É diferente da transfiguração que a gente fala quando, por exemplo, um médium como Divaldo Franco dando a psicofonia nas reuniões mediúnicas em que pude acompanhar ou às vezes a psicofonia do Dr. dizer de Menezes. No final de algumas palestras, você vê ali a voz mudando, às vezes o semblante mudando, se transfigurando, mas é uma transfiguração diferente da transfiguração citada no Evangelho no Monte Tabor. Então, alguma coisa diferente. E aí a materialização, que seria uma aparição, mas uma aparição que todo mundo vê, é uma intensa e uma aparição em que só um ou uma pessoa vê, um médium ou outro vê, já é uma materialização mais eh sutil. E por que materialização o nome? Que coisa interessante. Porque Ivone usa esse nome e porque o Divaldo eh corroborou quando perguntei para ele? Porque ela fala assim: "Eh, quando eu via o espírito chopan na minha casa, ou seja, uma aparição que ela que ela conseguia perceber, eh, eh, era diferente de quando eu vi o Chopan eh com o seu corpo celestial, ela coloca assim, né, no em outra dimensão, já não tava na casa dela, ela estava tava certamente em alguma colônia, em algum local. Então ela diz que esse corpo que ela viu, ou seja, ele esse chopan que ela viu era muito mais luminoso, o corpo do o perespírito mais eh translumenescente, translúcido, era uma beleza maior. E aquele que ela havia na casa e que conversava com ela, que ela tem os relatos no devação do invisível, era um corpo menos luminoso. Interessante. Então ela vai falar que ali era um tipo de materialização. E ali ela tava vendo o o espírito eh em desdobramento, ela indo em desdobramento e aí a partir do desdobramento ela podendo ver aí não é uma materialização, é uma visão espiritual diferente, mas transcendente. Por quê? porque é ela que está desvinculada do corpo. E aí sem a necessidade da de uma tradução neuronal, ela tá vendo o que acontece é que ela tá conseguindo recordar quando ela volta

transcendente. Por quê? porque é ela que está desvinculada do corpo. E aí sem a necessidade da de uma tradução neuronal, ela tá vendo o que acontece é que ela tá conseguindo recordar quando ela volta para o corpo depois do desdobramento. Então são aparições diferentes. E aqui ela coloca, ou seja, quando Chopan tá na casa dela, ela ela inviglilia o V a partir da mediunidade de de conseguir ver. Ela fala de materialização. Por quê? Porque o espírito para poder se tornar visível, ele tem ali eh como que pegando, ele pega ali como que o fluido vital, o fluido cósmico, o fluido universal para poder se fazer visível. E aí o Divaldo falou exatamente, meu filho, sendo que os benfeitores eles são bastante econômicos para utilizar esse fluido cósmico e pode, mostrar-se. Enquanto os obsessores, os espíritos perseguidores, os espíritos mais trevosos, eles não são nada econômicos. Eles usam muito eh eh fluido vital, fluído universal. Para quê? até para causar um espanto, causar um terror, enquanto os os benfeitores eles usam com a sutileza. Então, muitas vezes a gente não vê o corpo todo do benfeitor, vê a fisionomia, porque ele ele ele se aparece só o rosto, ou então ele não vê o pé completamente, ele vê como que o corpo, o busto, uma parte do tronco e não vê tudo, porque o espírito não eh eh economiza no fluido cósmico pela não necessidade desse fenômeno acontecer todo o tempo. Então, é muito interessante eh isso de ser falado, porque uma aparição em que todos os discípulos estão vendo é uma aparição diferente daquela, por exemplo, que Jesus faz para Maria de Magdala isoladamente. é um tipo de fenômeno certamente diferente, porque essa aparição aí que todo mundo tá vendo certamente vai precisar de mais fluido cósmico para poder, digamos assim, materializar a forma perespiritual e todos conseguirem eh o perceber. dizendo isso para explicar o seguinte, que mesmo o médium que tem a capacidade de ver, não necessariamente ele vai est vendo o tempo todo benfeitores. É mais comum, inclusive eles verem

eh o perceber. dizendo isso para explicar o seguinte, que mesmo o médium que tem a capacidade de ver, não necessariamente ele vai est vendo o tempo todo benfeitores. É mais comum, inclusive eles verem espíritos mais perturbados. Por quê? Porque, como diz Divaldo, eles não são econômicos eh em relação ao fodo cósmico. Enquanto benfeitor, o mais importante para ele é passar algum tipo de mensagem, algum tipo de mensagem. Então, às vezes, essa mensagem é passada só pela via da do pensamento e aí o pensamento consegue ser mais fácil de captar do que, por exemplo, ver totalmente, porque não precisaria, a mensagem já foi passada. Ou então os benfeitores eh passam a partir não só do pensamento, mas da sensação emocional. Então você capta o pensamento e sente a emoção. Às vezes é tão mais intensa que você sente algum tipo de o cheiro bom. Como por exemplo, quando eu comecei a escrever o livro sobre a mediunidade do tio Divaldo, eu ia escrever mais tarde, mas de de mais ou menos 11 horas, 11:30 eu senti aquele impulso para poder escrever e comecei a escrever e senti o cheiro de rosas, né? o cheiro de eh o perfume de flores assim. E achei bem interessante porque foi muito forte. Até foi a primeira vez que eu senti eh esse perfume dessa forma. Então eu até como falei pro tio Divaldo e ele me falou que tinha sido a benfeitora Joana que tinha me intuído ali e se fez apresentar. Então, ela deixa eu sentir o fluido, o odor do dela. Então, não deixa de ser um tipo de materialização que não fere a minha visão, mas o meu olfato, né? Eh, para poder me dar alguma convicção. E aí eu falo com tio Divaldo sobre esse cheiro e ela me ele me fala da benfeitora que estava que esteve lá no início da composição do livro. E foi muito interessante porque o livro acaba sendo publicado muito rápido e também bem mais rápido do que o habitual de uma editora como a FEB, que tem todo um trabalho de de grande envergadura, né, no movimento espírita e, portanto, acaba demorando um pouco mais em algumas

e também bem mais rápido do que o habitual de uma editora como a FEB, que tem todo um trabalho de de grande envergadura, né, no movimento espírita e, portanto, acaba demorando um pouco mais em algumas publicações e também na publicação do artigo científico. foi um dos poucos ative dois artigos científicos que foram publicados sem necessidade de revisão. Quase nenhum eh artigo científico é publicado sem uma precisar de nenhuma revisão. E esse foi eh não foi necessária nenhuma revisão. Então foi como a gente chama assim gold letra. Por quê? Certamente pela influência na confecção do próprio do próprio trabalho. A influência espiritual. Então, dizendo isso para que a gente possa eh ir, digamos assim, aumentando a sutileza das nossas percepções, aumentando a confiança para que a gente possa sentir a presença dos benfeitores. E essa é a primeira reflexão sobre saúde mental que eu queria trazer do Evangelho de Jesus, falando todas essas explicações mediúnicas do fenômeno, detalhando para que a gente possa entender que os que Deus está sempre presente a partir do fluo cósmico. Ele se conecta conosco. Deus está em nós o tempo todo, mas às vezes nós não o sentimos porque a nossa percepção está muito atrapalhada com as nossas ansiedades, com a nossa desconfiança, com o nosso medo, com tantas coisas que acabam eh nublando a nossa percepção e o nosso coração de uma forma geral. E esse fluido cósmico do qual Jesus, do qual Deus se conecta ao nosso coração, é justamente utilizado pelos benfeitores, Jesus sendo benfeitor da humanidade, pelos outros benfeitores que nos ajudam para poder se fazer presentes e se fazerem notados, quer seja por uma percepção de visão, que seja por uma aparição que tem um toque, que seja por uma materialização com uma ectoplasmia, eh, Então ele se para o quê? Se fazer presente para no final das contas nós sentirmos a confiança. Tudo isso Jesus fez no início porque os discípulos estavam todos assim meio que atordoados, né? Mesmo depois da ressurreição, tendo

e fazer presente para no final das contas nós sentirmos a confiança. Tudo isso Jesus fez no início porque os discípulos estavam todos assim meio que atordoados, né? Mesmo depois da ressurreição, tendo a convicção que Jesus eh, digamos o Cristo ressurrecto. Mesmo aí eles então estavam meio perdidos. O que é que a gente vai fazer sem a presença do Cristo? Porque as curas eram feitas por Jesus. Ninguém até então tenha feito nenhum tipo de cura, nenhum dos apóstolos. Então Jesus vai, se apresenta ele próprio, né, certamente utilizando esse fluido cósmico para se fazer visível mesmo depois da morte. E então o que é que ele o que é que os discípulos vão tendo? confiança. Os benfeitores sempre estão perto de nós. Deus sempre está perto de nós. É preciso ter essa convicção do amparo divino, do amparo dos benfeitores, que às vezes não precisam se fazer visíveis, porque às vezes não há essa capacidade de nossa percepção, a gente não tá aberto a isso, mas às vezes uma intuição, uma sensação, uma memória. Me recordo de uma amiga que falava assim, a lembrança eh que tava tendo. E essa lembrança eu avisava: "Como como é que eu vou saber, Léo, se a lembrança é só uma lembrança ou se a lembrança tem a ver com alguma captação da presença, digamos, espiritual dessa minha avó perto de mim?" E eu lhe falava, então, porque o Divaldo havia revelado que a avó a acompanhava e a ajudava. Então, em algum momento, em uma viagem, eu percebi a avó, comecei a perguntar, falar para que ela pudesse entender quando ela ia sentir, saber que era a avó, digamos assim, mais perto. Primeiro a memória vem, né, porque ela não tem uma medunidade tão eh desenvolvida. e falava assim: "A junto da memória, que é uma lembrança, a presença dela te faz lembrar memória, você sente uma emoção mais forte. E essa emoção mais forte acaba sendo uma emoção que não é só pela memória, uma emoção que faz você chorar, não é só uma alegria passageira, uma alegria mais intensa que faz com que você tenha uma emocionalidade e fica

s forte acaba sendo uma emoção que não é só pela memória, uma emoção que faz você chorar, não é só uma alegria passageira, uma alegria mais intensa que faz com que você tenha uma emocionalidade e fica ligada em algum pensamento que venha além do registro da memória, a sensação da emoção e algum registro de pensamento, palavra, alguma palavra que venha que muitas vezes é de conforto, né? Porque quando essas esses fenômenos acontecem é de conforto e muitas vezes eles vão vêm acontecer porque quando o benfeitor se faz presente, essa é a consequência geral. que seja da aparição de Jesus, que seja da aparição do Chopan para Ivone, ela sempre eh quer seja da parição da da do perfume de rosas da Joana, enfim, qualquer que seja o tipo de aparição que fira qualquer que seja os nossos sentidos, a consequência geral é nos sentirmos mais confiantes e sentirmos mais amparados. O benfeitor quando vai dar alguma comunicação sempre vai trazer esse tipo de sensação para além do racional, para além do intelectual, vai ter algum tipo de emoção envolvida e a emoção é de conforto, de alívio, uma emoção prazerosa, uma emoção boa. E essa é a função de Jesus estar ali. Dá o conforto, dá o alívio e além das orientações. Então, no decurso de uma refeição com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que aguardassem a promessa do Pai, a qual disse ele: "Ouvistes de minha boca, pois João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo dentro de pouco dias." E aí vem um um complemento, né? Aqui eu tô no versículo 6. Estando pois reunidos, eles assim o interrogaram. Então, uma dessas aparições, Jesus diz assim: "Vocês serão batizados com o Espírito Santo e esse Espírito Santo seria algum poder que eles poderiam ter, algum despertamento do nível de consciência deles, né? Essa, esse contato de Jesus até para poder ter um despertamento. Então, vem a confiança, a sensação de alívio, alguma orientação, algum pensamento que vem e no caso dele até falando, né? que foi um fenômeno

esse contato de Jesus até para poder ter um despertamento. Então, vem a confiança, a sensação de alívio, alguma orientação, algum pensamento que vem e no caso dele até falando, né? que foi um fenômeno mais intenso, mas também algumas vezes alguma mudança que acontece no nível de percepção mediúnica. E certamente foi isso que aconteceu também, esse contato com Jesus, esses 40 dias para eh esse batismo sendo uma mudança eh uma mudança medianímica da potencialidade dos próprios espíritos, né, dos próprios discípulos. E aí eu acho interessante também trazer esse outro relato. Desde muito novo eu fui eh digamos invadido por fenômenos que realmente só teria como explicar pela doutrina espírita, fenômenos mediúnicos, mas eh não na intensidade da no sentido de ficar vendo, etc. Mas outros aspectos. De tal modo que quando tive eh o momento de ali meus 17, quer dizer, antes disso, quando tava com meus 13 anos, comecei a ter a primeira percepção de desdobramento, a primeira percepção de estar desdobrado do corpo através do sonho. Então, foi a primeira vez, foi com 13 anos. E isso começou a acontecer com mais frequência o desdobramento quando chegou com 17 na reunião mediúnica, então começou a vir o desabrochar da mediunidade de forma mais intensa, não só pelo desdobramento, eh, e esses outros fenômenos ficarem mais organizados, digamos assim. E eu me lembro de a primeira vez que eu senti a minha mão formigando. Eu não havia visto nenhum médium falar isso. Na época a gente tinha YouTube, mas não quer dizer, não tinha YouTube, né? Na época não, a gente tinha acesso a, sei lá, as fitas gravadas do Divaldo, mas não tinha acesso a tanta informação, a tanto conteúdo audiovisual, etc., como temos como como temos hoje. Então, não tinha escutado nunca que o médico sentia a mão formigando às vezes para antes de escrever psicograficamente. E nessa reunião eu então eh falei para o dirigente: "Olha, eu tô sentindo um formigamento na minha mão". E ele então falou: "Olha, pega a caneta e tenta

vezes para antes de escrever psicograficamente. E nessa reunião eu então eh falei para o dirigente: "Olha, eu tô sentindo um formigamento na minha mão". E ele então falou: "Olha, pega a caneta e tenta escrever algo". Aí foi quando começou a escrever, etc. Quando comecei a o trabalho como psiquiatra, né? Então, participava das reuniões de de mediúnicas, de desenvolvimento, enfim, na desobsessão. Nunca dei a psicofonia como um médium para os obsessores, mas mais como dialogador, doutrinador. E na psicografia, pois bem, mas quando chegou no primeira no primeiro ano, na verdade, no primeiro mês e como psiquiatra, eh, na verdade como residente de psiquiatria, os fenômenos eram mais intensos. Quando eu comecei a ir para hospitais de psiquiatria, quando eu era estudante, eu voltava do hospital e escutava assim muitas vozes. Aí começaram a pela primeira vez escutar vozes mais intensas. Antes eram mais pensamentos, mais intuições, sensações, desdobramento, psicografia. Mas quando comecei a visitar os hospitais, eh, não os psiquiátricos em especial, mas os hospitais em os hospitais em geral, no curso de medicina começou a ficar mais forte essa questão de escutar de vez em quando. Então eu voltava e escutava assim e eh falando: "Você vai ficar louco", né? Ou então ficava um chiado, um coxixado assim. E eu entendia então, portanto, o que meus pacientes com esquizofrenia diziam sobre as vozes que comentam os atos, porque tinha esses fenômenos, às vezes uma voz externa e às vezes uma voz dentro do pensamento. Eu, obviamente, ficava com medo de falar alguma coisa, eu não compartilhava com outras pessoas, eh, especialmente que não que não eram espíritas, né, porque podia ser julgado de alguma forma. Quando foi o primeiro mês de já formado e sendo psiquiatra, eh, residente de psiquiatria, todas as noites eu em desdobramento era perseguido por obsessores, eh, perseguidores e eu tentava acordar, não conseguia acordar, né? não conseguia me mexer. Tinha um fenômeno de paralisia do sono pela descrição da medicina e

dobramento era perseguido por obsessores, eh, perseguidores e eu tentava acordar, não conseguia acordar, né? não conseguia me mexer. Tinha um fenômeno de paralisia do sono pela descrição da medicina e enforcado assim eles me chamavam de impropérios e diziam também que e enfim que eu não ia aguentar, etc. E foi interessante porque com o tempo eu fui percebendo que foi diminuindo a percepção porque acontecia às vezes algo assim complicado. Às vezes eu senti o cheiro eh aí não foi um cheiro bom, foi um cheiro de alcoólico, de álcool mesmo, de que alguém tivesse alcoolizado. E pensei que era paciente, mas a paciente não tinha bebido, ela não tinha nenhum problema com álcool até então. E aí causou até um problema, porque ela falou: "Como é que o senhor sabe?" Eu fiquei naquela dificuldade de como é que eu ia explicar, porque eu pensava que era dela. Então isso de certa forma eu percebi que diminuiu e depois tive a oportunidade de conversar com o tio Divaldo. E ele então realmente confirmou que era como se fosse uma uma espécie de proteção eh para mim. Eu falei: "Tia, eu acho que diminuiu mais porque contei os fenômenos, né? Porque eu acho que para mim seria mais difícil". Então, deu uma diminuída. Eh, e fiquei achando que talvez fosse ficar assim diminuído pela minha paraa minha proteção, talvez para sempre. E ele falou: "Pois é, ficou paraa sua ajuda, né, para lhe ajudar". Porque ele falou assim, quando os perseguidores eles às vezes tentam agir logo no início, quando o galinho é verde, porque depois o galho fica mais forte e eles sabem que não consegue arrancar. Então eles vão logo no início, os perseguidores. Então para poder então veja que coisa, quando você fecha, vamos falar de forma fácil, fecha o canal mediúnico, né, ou diminui o canal mediúnico, eh esse canal mediúnico não fecha só para o Não dá para fechar só pro ruim, entendeu? Não, eu quero fechar o canal mediúnico só pro espírito ruim e vou deixar aberto só pro espírito bom. pela própria explicação que eu tô dando

o fecha só para o Não dá para fechar só pro ruim, entendeu? Não, eu quero fechar o canal mediúnico só pro espírito ruim e vou deixar aberto só pro espírito bom. pela própria explicação que eu tô dando desde então, eh, desde agora, não dá para entender que não dá para fechar para um e deixar aberto pro outro. Quando abre para um, tipo de abre para em geral, né, você capta. Agora, a influência, a a ou seja, a influência obsessiva, não, a gente vai se blindando, vai se protegendo, mas não fica uma influência obsessiva, mas você capta vendo ou escutando ou sentindo, só que isso não fica, entende? Então, é como se fosse assim uma uma antena que fica acionada, sintonizada e consegue captar independente do teor. Agora, se a antena fica fixada naquele canal, aí já é diferente, tá? E aí as coisas passaram, etc. E muito interessantemente ele começou a me convidar para participar das reuniões mediúnicas eh da aqui da mansão do Caminho. E então, na primeira participação, eu fiquei na dúvida o que que ele queria que eu fizesse. Então, fiquei mais como observador, mas eu senti eh a senti muito intensamente a o a questão mediúnica ali naquela como fazia tempo. Então eu perguntei para ele, tio, o que que o senhor queria que eu fizesse? É mais para observar. Ele falou: "O que o que você sentia? O que você sentia intuição?" Então, nas outras reuniões, eu já me senti confiante, já que ele tinha falado isso, para então começar a psicografar quando era acionado para dialogar com algum obsessor e diante dele, né, poder psicografar e ter então a confirmação da autoria dos dos autores. E foi interessante porque em algum momento eu senti o o cheiro, praticamente vi ah um espírito chamado Elizabeth Dantas Cavalcante, eh, que foi a dona Niná, fundadora do Neiu, eh, que eu tinha tido contato nesse período anterior que tô falando e voltei a sentir, né? Então ele me falou assim, não falei nada para ele e ele falou assim: "Meu filho, dona Niná está aí porque ela lhe ajuda com". Aí eu, aí eu falei: "Ah, por isso que eu já

falando e voltei a sentir, né? Então ele me falou assim, não falei nada para ele e ele falou assim: "Meu filho, dona Niná está aí porque ela lhe ajuda com". Aí eu, aí eu falei: "Ah, por isso que eu já psicografei a mensagem dela. Exatamente. Você tá indo bem. É isso mesmo. Então, a confiança, né? E em algum momento durante a reunião esse que eu tô querendo colocar, eu senti claramente, dona que foi uma grande médium, eh, enquanto reencarnada, amiga do tio Divaldo também, eh, ela como que ajudando nessa mudança de alguma percepção mediúnica, é como se fosse assim uma virada de chave. Eh, não tem como a gente explicar o que é que acontece na dinâmica do perespírito e na dinâmica do cérebro, como que é um retorno, um destravar. Mas Allan Kardec estuda a questão em o livro dos médiuns sobre, digamos, uma suspensão temporária, eh, terapêutica, muitas vezes, para ajudar a pessoa agora com mais maturidade e com mais discernimento conseguir captar com mais eh percepção e mais clareza os fluidos. tanto bons quanto negativos e poder se proteger dos negativos, sabendo com maior proteção. E perceber ali ela, eu vi claramente essa esse gesto assim fazendo alguma como se fosse uma operação fluídica para dar uma mudada e voltar a perceber com mais frequência, com mais constância. Então, certamente quando Jesus está falando, vocês serão batizados pelo Espírito Santo dentro de pouco dia, de poucos dias, é justamente ali esse contato com ele mais próximo que vai, vai gerando nos apóstolos algum grau de mudança transcendente do seu psiquismo, porque a partir dali a gente começa a ver o quê? Pedro curando. Logo depois, eh, logo depois que Judas é substituído por, eh, Matias, né? Logo depois disso, a gente vai ter o Pentecoste, vai ter o discurso de Pedro, a multidão e Pedro curando. Aí você vai ver então os fenômenos acontecendo, como o próprio Paulo antes da como Saulo, ele não tinha nenhum tipo de fenômeno paranormal de escrito. Ele próprio também não fala. Mas depois daquele fenômeno mediúnico em

o os fenômenos acontecendo, como o próprio Paulo antes da como Saulo, ele não tinha nenhum tipo de fenômeno paranormal de escrito. Ele próprio também não fala. Mas depois daquele fenômeno mediúnico em que ele vê Jesus, né, a luminosidade de Jesus, escuta Jesus, isso causa um impacto físico nele. Veja um impacto físico que causou que ele ficou, né, com a cegueira por alguns dias e ele alguma coisa muda no psiquismo dele, né? Então, alguma coisa aconteceu para que esses apóstolos pudessem agora ser batizados com o Espírito Santo. Essa é uma interpretação mais espírita para podermos entender que esse batismo do Espírito Santo simboliza uma mudança eh no psiquismo, no perespírito, um desbloqueio da percepção medianímica desses indivíduos do início, né? Mas aí eles perguntaram: "Senhor, e agora o tempo em que irás restaurar a realeza em Israel?" Essa pergunta é muito parecida com outra que Lucas traz no Ato, no Evangelho dele, eh, no Evangelho que ele escreve, em que os discípulos perguntam: "Sei, onde será construído o reino de Deus?", né? E Jesus fala, na verdade, o reino de Deus não vem com as coisas externas. O reino de Deus vem com as cois vem com eh está dentro de vós e está entre vós. Ou seja, o reino de Deus vem com a mudança interna. E aqui os apóstolos empolgados, porque Jesus estava 40 dias ali, né, e falando do batismo do Espírito Santo. Então ele ficam assim: "Poxa, quando é que vai ser construído? Vai ser agora, Senhor, que vai ser construída a realeza de Israel, o reino de Deus? Israel vai ser o representante. E Jesus fala assim: "Não compete a vós conhecer os tempos e os momentos que o Pai fixou com a sua própria autoridade, mas recebereis uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém e em toda a Judeia e a e a Samaria e até os confins da terra". Ou seja, a universalidade que Lucas percebe e já nota que ele junto com Paulo, talvez Paulo junto com ele e outros fazem do evangelho, né? Não só para os judeus, mas também para os gentios,

da terra". Ou seja, a universalidade que Lucas percebe e já nota que ele junto com Paulo, talvez Paulo junto com ele e outros fazem do evangelho, né? Não só para os judeus, mas também para os gentios, digamos assim. Então, que coisa interessante. Jesus vai dizer: "Não vos compete". E aí o a tradução é: "Não, vocês não têm como conhecer os tempos e os momentos de Deus, né? que o Pai fixou com a sua autoridade. Ou seja, tenham humildade e vocês não têm como saber o tempo e o momento. Quando a gente vai ver o grego Coiné, no qual o Atos Apóstolos foi escrito, a gente vai ver que o essas duas palavras, tempos e momentos, em grego seria o cronóis e o cairóis. Então, os tempos seria o tempo cronológico, né? Cronóis e cairóis são duas palavras gregas. para dar duas significações em relação ao tempo. O tempo cronológico, que é o cronóis ou cronos, eh, que seria o tempo do relógio, né, o tempo que passa. E o Cairoz, que seria o momento oportuno, a tradução melhor, digamos assim, de Cairoz, é o momento oportuno, não é o tempo de Deus e outro é o tempo cronológico. É porque um é o tempo, eh, digamos assim, que passa, o tempo habitual, cronologia, e o outro é o momento oportuno, não necessariamente de Deus, mas o momento oportuno, por exemplo, do insight, né, que a gente fala assim em terapia, cada um tem o seu momento, cada um tem o seu tempo. A flor não amadurece antes do tempo, seria esse o momento oportuno para as coisas acontecerem dentro da cronologia eh da existência. Então, essas são as palavras do grego coiné. que Lucas utiliza. Não tem como você con vocês conhecerem os tempos, o cronóis e os momentos, o cairoz de Deus. Parece-me uma tradução bastante oportuna, porque nos dá essa acepção mesmo, né? Tempo, algo cronológico e momento algo mais subjetivo. Nós não temos como saber quando. Nós não temos como saber eh esses ordenamentos de Deus. Estou colocando aqui várias situações, inclusive pessoais, pra gente ver como a espiritualidade age em nós até diminuindo a percepção deles, né? Ou

não temos como saber eh esses ordenamentos de Deus. Estou colocando aqui várias situações, inclusive pessoais, pra gente ver como a espiritualidade age em nós até diminuindo a percepção deles, né? Ou seja, até diminuindo a capacidade mediúnica e consequentemente fazendo com que em um momento eu sentisse menos a presença espiritual, física, digamos assim, magnética deles, era a presença deles se fazendo não notar para nos proteger. Nos proteger. Isso é algo muito interessante de a gente perceber que Deus sempre está presente. Jesus sempre está presente, os benfeitores sempre estão presentes. É isso que essa passagem inicial do Atos dos Apóstolos está dizendo no final das contas, mas que os mecanismos, por mais que a gente possa saber os mecanismos mediúnicos hoje com a doutrina espírita, os mecanismos subjetivos de Deus, digamos assim, os os mecanismos do cairoz de Deus, nós não temos como saber na profundidade. Mas aí de Jesus, mas recebereis uma força e sereis minhas testemunhas. Essa palavra força no grego coiné é de dunami, né? Que parece também o o que vem a dinamite, ou seja, força. Então, acho que é uma boa tradução, né? Força. Vocês receberão força. Aí ele coloca qual tipo de força? a força do Espírito Santo que descerá sobre vós. Então, não é uma força do poder da terra, não é uma força da espada, é uma é um dunami, é uma dinamite que tá vinculada a alguma coisa transcendente espiritual, ou seja, uma força do Espírito Santo, uma alegoria nessa perspectiva, portanto, um duname que não é o duname, a força eh que estamos acostumados, que estamos eh digamos assim habituados. Mas um duname espiritual, né? Inclusive essa questão do duname espiritual, ou seja, uma mudança de percepção para que vocês possam captar mais Deus, os benfeitores de Deus para poderem captar mais as energias salutares do universo e vocês poderem ser os instrumentos diretos da minha força. E aí vem o testemunho. A palavra grega que tá escrita aqui é mártiros. para que vocês possam o o mártiros, então o mártiros, o martírio

erso e vocês poderem ser os instrumentos diretos da minha força. E aí vem o testemunho. A palavra grega que tá escrita aqui é mártiros. para que vocês possam o o mártiros, então o mártiros, o martírio testemunho é o martírio que eles precisariam passar porque não se ganha uma força, não se ganha um grande poder para apenas, digamos assim, envaidecer-se. Não se grande, não se ganha uma força transcendente, não se tem um fenômeno mediúnico, não se tem um fenômeno paranormal de lembrança de outras vidas, de retrocognição apenas ao bel prazer para ser uma vaidade. Mas essa força traz uma responsabilidade. a metáfora muito interessante de quem gosta, né, do dos desenhos em quadrinhos, é como eu sempre achei muito interessante, como o do Homem-Aranha, um dos mais famosos, né, dos meus os filhos sempre gostam, eu gostava muito do Homem-Aranha. E é interessante a metáfora criada ali, que para aqueles que não conhecem, vale a pena contar, porque o Homem-Aranha, o Peter Parker, era um jovem estudante, tinha muito intelecto, ou seja, era muito muito inteligente, mas em algum momento a partir de um experimento, né, a partir de algum de um experimento que ele tava fazendo ali na aula de ciências, ele é picado por uma aranha, ou seja, alguma coisa acontece, no caso é a a picada de uma aranha, ele é mordido por uma aranha e essa aranha tinham era uma aranha meio mutante e faz uma mutação nele. Veja que coisa interessante, a metáfora eh do superherói, né? Essa essa aranha que arranhou, né? Que mordeu o Peter Parker, seria essa mudança psíquica que aconteceu com os apóstolos nesse contacto direto nesses 40 dias ali do início do apostolado depois de Jesus. E aí o Peter Parker ganha super poderes, né? Ganha o poder, vários superperes ali que o tornam homem-aranha. Mas ele não queria ter esses poderes, né? Ele não queria ter esses poderes porque ele não queria, digamos assim, sair da vida convencional dele. Ele queria ser aquele jovem, ele queria pra universidade e tal e tal. Então ele queria eh ter uma vida

ão queria ter esses poderes porque ele não queria, digamos assim, sair da vida convencional dele. Ele queria ser aquele jovem, ele queria pra universidade e tal e tal. Então ele queria eh ter uma vida convencional, usar só o poder da inteligência, digamos assim. Mas agora ele tem um poder paranormal, que seria a metáfora dos quadrinhos da paranormalidade são superheróis, né? Porque antes dos quadrinhos existia, chegou na América, na América do Norte, né? seja, nos Estados Unidos a partir especialmente, não só foi através dele só, mas especialmente através de William James, a parapsicologia, ele que foi professor em Harvard, eh, e estudou a parapsicologia. E esse essa parapsicologia se desenvolveu muito nos Estados Unidos, como até uma consequência da metapsíquica que nasce na França no século XIX. E isso acaba influenciando todo o imaginário americano. E você vê ali a cultura dos mutantes, dos heróis em quadrinho, né? Eh, enfim, de como o próprio Homem-Aranha. Aí o Mar não queria usar os poderes. Aí acontece de o tio dele, o tio Ben, e uma vez está eh caminhando. E o tio Ben sempre falava para o o Peter Park assim: "Olha, grandes poderes trazem grandes responsabilidades". E o Peter Park então não entendeu, né? Ele era uma coisa que o tio Ben sempre falava pro Peter Park e ele não captou tão bem, mas enfim, ele seguiu a vida dele e uma vez um assaltante, né, um um uma pessoa acabou eh por um acidente ali que assaltar e acabou matando o tio Ben. Só que esse assaltante ele tinha passado antes pelo Peter Parker. O Peter Parker já tinha um super poderes, mas não queria ainda se tornar o Homem-Aranha. E aí, ao invés dele ajudar a pessoa que tava sendo assaltada, ele fingiu que nada viu, mas ele podia fazer algo, porque ele tinha poder para fazer algo. Ele tinha o dunami para fazer algo, né? A dinamite para fazer algo e ajudar aquele aquela vítima do assalto. Ele não fez. Aí que acontece que esse assaltante acaba assaltando o tio dele, acaba matando o tio dele. E o Peter Parker,

algo, né? A dinamite para fazer algo e ajudar aquele aquela vítima do assalto. Ele não fez. Aí que acontece que esse assaltante acaba assaltando o tio dele, acaba matando o tio dele. E o Peter Parker, então, lembra, né? Ele vai est lá no leito até o final com um tio dele que morre ali na na rua, segundo os quadrinhos. E ele então lembra da frase: "Grandes poderes trazem grandes responsabilidades". Essa é a metáfora da vida dos quadrinhos, que tem a ver também com esse momento, né, eh, apostólico inicial, o dunami, o poder, a paranormalidade, a mediunidade que havia sido ali retomada, acionada nos apóstolos, no contacto com esse agente transformador, que é o o que é Jesus, que é o Espírito Santo, ou seja, essa energia cósmica, esse fluido cósmico que vem de Deus trazia para os apóstolos não ap não não a vaidade, não era para vaidade deles, não era para ser o homem aranha vaidoso, mas o homem aranha que ajuda, ou seja, aquele que é um apóstolo que tem um poder, que pode ajudar para dar o quê? O testemunho. O testemunho do bem. O testemunho como o superherói, na metáfora do superherói, o testemunho de que a humanidade tem jeito, o testemunho de que a humanidade tem esperança, o testemunho de que, apesar de todos os perigos, tem ali uma réstia de luz que vai trazer uma mudança positiva pra humanidade. Esse testemunho é a tradução do mártirus. O mártiros é o martírio e o principal martírio, portanto, é o sacrifício desse nosso ego para que uma nova realidade transcendente em nós apareça, que é a realidade que vai se transbordando no self, transformando o nosso ser em um vira a ser mais bonito, mais evoluído, mais do bem, como os apóstolos acabaram fazendo e conseguiram depois desse momento de testemunho de força e com o tempo as coisas iram acontecendo, eles se tornarem os mártires vivos como primeiro mártir dos apóstolos. Pelo que se tem notícia, Tiago, filho de Zebedeu, filho de Salomé, irmão de João, porque o primeiro márteir do cristianismo Estevão, mas dentro do do colégio apostólico, ou

meiro mártir dos apóstolos. Pelo que se tem notícia, Tiago, filho de Zebedeu, filho de Salomé, irmão de João, porque o primeiro márteir do cristianismo Estevão, mas dentro do do colégio apostólico, ou seja, daqueles apóstolos diretos, porque o apóstolo é aquele que segue direto, né, que conheceu diretamente. Por isso que eles quando substituem Judas por Matias, Matias havia tido contato, então podia ser um apóstolo. O discípulo é aquele que, como Lucas, não teve um contato direto, né, com e com Jesus. Então, o Estevão não teve o contato direto com Jesus. Então, foi o primeiro márte, mas o primeiro márte dos apóstolos daqueles 12 foi ao que se tem notícia, Thago eh, agora com o tempo conseguindo mostrar, né, como a mãe dele queria, assim, a mãe, a Salomé queria que João e Tiago fossem eleitos assim, o braço direito e esquerdo de Jesus, né? Então, que tivesse a direita e a esquerda e de Jesus no reino de Deus. era a vaidade de mãe, né? E aí Jesus olha para Salomé e acaba respondendo eh aquela daquela forma de que olha eh não cabe a mim dizer, mas é como se ele respondesse isso. Não cabe a mim dizer, mas cabe ao próprio Thago e ao próprio João, João, com um concurso do tempo, ver se vão conseguir ter a força para aguentar o martírio, a força para aguentar o testemunho que vai chegar com o concurso do tempo. E esse testemunho naquela época era o testemunho da própria vida. Na atualidade, segundo Allan Kardec muito bem propôs, é o testemunho do próprio ego, ou seja, da vaidade, ou seja, do orgulho, que é o principal foco que o Espiritismo vem tentar matar no mundo e matar em nós, ou seja, no homem velho, transformando-se em uma nova persona, em uma nova personalidade, em um homem novo. Dessa maneira, portanto, os testemunhos da vida e o grande sacrifício atual, o sacrifício egóico de não querer estar à direita e à esquerda de Jesus, mas na verdade está no testemunho diário servindo a causa. É por isso que nós pedimos encarecidamente nessa prece final, que Senhor Jesus

io egóico de não querer estar à direita e à esquerda de Jesus, mas na verdade está no testemunho diário servindo a causa. É por isso que nós pedimos encarecidamente nessa prece final, que Senhor Jesus ajuda o nosso coração, a nossa mente a ter confiança em ti, a confiar nos teus desígnios, mesmo que não saibamos os cronóis, nem os cairóis, mesmo que não saibamos o tempo, nem o momento dos desígnios de Deus, muito menos os teus desígnios, Senhor Jesus, mas te pedimos para que encha o nosso coração de força, de coragem, de resistência, de fé, para podermos suportar e aguentar e promover os martírios modernos, simbolizando o martírio, o mártiros do nosso egoísmo, do nosso eu egoico, para construção de um eu simbolicamente vinculado a um si mesmo, transformado pelo self. Por isso, Senhor, nos ajuda na caminhada, sustenta-nos a vida, colocando-a no eterno bem. Abençoa a nossa família, abençoa os nossos entes queridos, mas abençoa também aqueles que de forma leviana não se tornam instrumentos de martírio da nossa personalidade. Porque ninguém precisa ser o instrumento de martírio do outro, que eles possam, portanto, Senhor, receber o amor de Deus e ao mesmo tempo, nós possamos ampliar a nossa capacidade de amor, não revidando o mal com o mal, mas silenciando nos momentos necessários. Nos despede em paz. Muito obrigado e que assim seja.

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