T1:E09 • Nos Bastidores da Obsessão

Mansão do Caminho 29/05/2020 (há 5 anos) 44:57 9,985 visualizações 556 curtidas

VIDEOAULA: Nos Bastidores com Philomeno de Miranda TEMPORADA 01: Nos Bastidores da Obsessão FACILITADOR: Leonardo Machado, médico psiquiatra e professor universitário

Transcrição

Olá, vamos continuar nos bastidores com Filomeno de Miranda. Nesse programa nós iremos enfatizar o capítulo 9 e o capítulo 10, que são capítulos bastante profundos e bastante elucidativos por alguns motivos. O primeiro é que o enredo secundário, aquele enredo do Dr. Teofrastos com a Ana Maria começa a ser explorado mais intensamente. E o segundo ponto é que ao ter contato maior com o Dr. Teofrastas, nós vamos vendo várias colocações muito pertinentes em relação ao bem, em relação a mudanças. E aí a gente vai trazer um pouco mais de anotações, porque sinceramente foi difícil não eh sublinhar esses capítulos. Então, se eu fosse trazer também todos os que eu havia grifado, ficaria só eu lendo os capítulos. Mas eu vou ler um pouco mais porque são frases muito autoexplicativas e são pérolas que a gente precisa guardar na nossa memória, tá? Então vamos começar com o capítulo 9 e 10 do livro Nos nos tormentos da obsessão. E aí a gente tá falando agora de uma reunião mediúnica, porque lá naquele encontro inicial em que o Dr. Teofratos ele coloca um pouco mais de medo, ele coloca que não tava fazendo nada de errado, ele acaba sendo levado a para poder se modificar, né? para poder ter uma modificação. E essa e esse primeiro contato é bastante interessante porque é o Glaucous indo lá nos domínios do Dr. Té Frastos e ele meio que pede uma audiência lá depois daquela manifestação em público e o Dr. Teofratos recebe. E aí a gente vai ver então o diálogo entre Glaucos e o Dr. Teofratos. Glaucos, o benfeitor, Dr. Teufratos, o antigo mago de Juão, né? Veja que coisa, a fala inicial. E aí eu vou pedir para que vocês possam ler esses capítulos com calma, porque veja que percebam que a fala inicial do benfeitor Glaucos com o Dr. Teofratos, porque o que que é isso? Depois daquela reunião, depois daquela exibição em que Dr. Teufratos faz aquela toda demonstração de poder habitual e inclusive naquele dia traz aqueles relatos que a gente colocou no programa passado sobre olha nós não somos eh

is daquela exibição em que Dr. Teufratos faz aquela toda demonstração de poder habitual e inclusive naquele dia traz aqueles relatos que a gente colocou no programa passado sobre olha nós não somos eh não estamos fazendo nada além do que é justiça, né? O que a gente não coloca nenhuma punição a mais em ninguém, a gente apenas faz com que as pessoas se autopunam. Eh, nós não colocamos nenhum erro a mais. A gente só faz com que a pessoa reconheça os seus erros. E na realidade a gente viu que era meio contraditório. Ele falou lá em público. Era como se as pessoas dissessem assim: "O Dr. T Fratos é a chibata da lei". E ninguém precisa ser a chibata da lei, como a gente já vem percebendo. E aí, naquele segundo momento agora que a gente vai eh se desdobrar, os benfeitores vão ao encontro lá mesmo ter uma audiência. E aí Glaucos não chega logo dizendo tudo, olha, eu vim aqui por causa disso, daquilo, não. Ele chega eh nem mente e nem vai falando logo tudo qual era o objetivo. Então eu notei assim, na fala inicial do benfetor Glaucos com o Dr. Teufratos, Glaucos nem usa da mentira, mas também não fala os pormenores da verdade naquele primeiro momento, detendo-se apenas no aspecto geral do motivo que trazia a comitiva para aquele ambiente. O que é que ele vai dizer? Ó, nós nos nós vemos aqui para podermos tratar do caso Guilherme, do caso tal, né? Veja que e aí ele começa a ter o contato. É interessante que naquele momento há uma, um pouco antes daquilo, há uma repreensão do benfeitor Glauc Filomeno de Miranda. Por quê? Filomeno de Miranda naquele momento era um espírito encarnado. Ele estava lá em desdobramento do sono físico. Filomeno se detivera por alguma por algum motivo na observação da aparência do Dr. Teofratos. Então, quando eles chegaram lá, o Filomena de Miranda, ele fica um pouco assim curioso, talvez assustado com a aparência do Dr. Teufratos e começa a lançar elocubrações mentais. E aí que é que o benfeitor fala? o benfeitor pede para que Filomeno se detenha, né, eh,

m pouco assim curioso, talvez assustado com a aparência do Dr. Teufratos e começa a lançar elocubrações mentais. E aí que é que o benfeitor fala? o benfeitor pede para que Filomeno se detenha, né, eh, detenha no foco, porque Filomeno tava se detendo na aparência do Dr. Tratos e na aparência também de outros espíritos animalizados. Pela curiosidade, talvez, ou porque tenha ficado assustado, a gente não sabe exatamente, mas ele fez isso aí. O que é que o Glauc coloca? Essa é a frase do Glauc. Curiosidade agora é também desconsideração ao compromisso. Isso é bastante interessante porque curiosidade eh no processo de aprendizado, no processo de uma de um estudante, de um aluno, é bastante importante pra gente poder crescer, aprender, ter vontade de estudar. Agora, a curiosidade tem o seu momento e às vezes tem o seu limite. Às vezes, como o como o Glauc coloca, curiosidade agora é também desconsideração ao compromisso. Isso é bastante importante para nós trabalhadores vermos também nossas posturas, não só nos desdobramentos, mas também nas reuniões mediúnicas, porque no no desdobramento fica mais visível porque a gente não tá ligado tão fortemente ao corpo, tá um pouco desligado ali pelo sono, tá ligado mais um pouco mais desligado e tem os benfeitores para ficarem fiscalizando, mas na reunião mediúnica ou no trabalho em que é você com seu pensamento. Então vamos ver se realmente a gente tá sendo sintonizado ou se aquela curiosidade é inútil ou pelo menos não é adequada para o momento. Certo? Outro ponto importante, e aí eu queria eh frisar para vocês tentarem ler, né, a página 1 165, 166 e 167. Agora, essas páginas aí são da edição antiga, certo? Eh, edição antiga. Eu não sei exatamente qual são as páginas da edição nova, mas aí vocês tentam encontrar aí se você tiver edição mais nova, porque eu queria enfatizar nessas páginas 165, 166 e 167 que se desdobra o contato, né? Você tem um contato inicial, depois tem um desdobramento. Eu queria destacar a postura de Glaucos,

ão mais nova, porque eu queria enfatizar nessas páginas 165, 166 e 167 que se desdobra o contato, né? Você tem um contato inicial, depois tem um desdobramento. Eu queria destacar a postura de Glaucos, uma certa placidez, um certo estoicismo diante da conversa com o Dr. Teofratos, especialmente quando o diálogo começa a ficar em uma esfera mais delicada em Dr. Teufratos, digamos assim, ameaçando ou se vitimizando, enfim, quando começa a entrar numa esfera mais bélica, o gláos ele é enérgico dessa forma, com placidez. E é importante perceber que veja com o Filomeno de Miranda, ele vai lá mais incisivo. Olha, a curiosidade é também deste consideração de compromisso, porque ele tem uma ascensão com Teofratos, ele permanece com a sua autoridade moral, mas agora é uma forma de placidez, uma forma de histoicismo, ou seja, de tranquilidade, de calma, tá? Esse é um ponto importante de lermos nessas páginas. E aí ele começa a contar um pouco sobre Ana Maria, a ex mulher, né, na outra existência como Henriet Mari. E o Dr. Teofrastos não tinha contato com ela desde que havia morrido na fogueira da Inquisição, séculos atrás. Então veja, eu tô falando de muito tempo. Eu tô falando de 1470, que foi o ano da desencarnação dele. E o fato do livro é em 1937. São quase 500 anos depois, são muitos séculos, como o ódio, né, como o conhecimento, porque Dr. T Frastos era um mago, né? eram, ele tem um conhecimento das coisas, das coisas espirituais, mas com o conhecimento, só com conhecimento, o conhecimento não ancorado pelo amor, não ancorado pela misericórdia, pela pelo pelo lado moral, né, bem desenvolvido, isso acaba não mudando muito às vezes as perspectivas. eram quase cinco séculos, cinco séculos que ele estava sem ter contato com Ana Marie, com Henriete Marie. E é isso causa um impacto quando o Glauc começa a contar a história. E aí ele foi sacudido, veja só, o próprio Dr. T Frastos, né, que se mantém na postura como se fosse um chefe, como se fosse um dono do poder, uma autoridade. Quando o

Glauc começa a contar a história. E aí ele foi sacudido, veja só, o próprio Dr. T Frastos, né, que se mantém na postura como se fosse um chefe, como se fosse um dono do poder, uma autoridade. Quando o Glaucos toca nesse ponto, são cinco séculos de história que vem à tona, de espera que vem à tona, ele começa a ser sacudido por violento e convulsível choro em que as comportas da alma pareciam romper-se. Subitamente ele sente uma certa anestesia psíquica, fica meio atordoado, né? O ódio que me consumiu e ele fala, não me permitiu a serenidade de localizar. Porque naquele momento, logo depois de Glaucos eh falar um pouco da eh da história, ele tem ele vai ter um contato, porque o Glauc vai chamá-lo a ter um contato, né, a ter uma visita a Ana Maria e ele vai revelar isso. Olha, o ódio não fazia com que eu pudesse encontrá-la, né? E aí o Glauc faz um convite para ele escutasse o antigo amor. Por quê? Porque ali o contato de Telfratos com Ana Maria acionaria em no Telfratos, né, que tava muito um espírito com características psicopáticas naquele momento, muito racional, muito narcisista. Ele era muito intelectualizado e naquele momento o amor, o afeto, é que era possível de modificar. Então, eu via falando a postura de Glauccos quando o Teufrastos tenta trazer uma uma guerra de palavras, uma questão bélica, energética, ele mantém lá a postura, ele agora começa a revelar um pouco da história do por realmente ele tá ali, do Dr. do da Hriet Mari, da história que ele sabia. Isso causa um impacto e aí ele cumina com Ana Maria e conversando diretamente. Então o diálogo que sairia da esfera da razão e atingiria as questões emocionais, até porque Ana Maria estava sedenta de paz e Ana Maria pedia para o Dr. Traastos mudanças de rota para que os dois pudessem ficar juntos. Então, o excesso de intelectualização e o excesso de domínio da razão acabam às vezes sendo forma de tentar conter e esconder as dores emocionais. Aí eu faço um parênteses bem importante para nós eh trabalhadores espíritas, para nós

zação e o excesso de domínio da razão acabam às vezes sendo forma de tentar conter e esconder as dores emocionais. Aí eu faço um parênteses bem importante para nós eh trabalhadores espíritas, para nós espíritas. Enquanto espíritas, nós temos muita valorização do lado racional das coisas, do lado racional da vida, de você entender, de ter respostas. Isso é fundamental, de fato, isso nos ajuda. No entanto, isso não deve excluir a nossa emocionalidade. O entender não deve excluir o sentir. O entender deve vir junto do sentir para podermos sentir entendendo e entendermos sentindo, fazendo um verdadeiro casamento do que é de fato saber. Eu só sei quando eu saboreio, eu só sei quando eu sinto. Então, esse sentir traz um conhecimento também. E é importante a gente não ficar sempre intelectualizando. Existem uma um um alguns conceitos chamados na psicanálise de mecanismos de defesa ou mecanismos de defesa do ego. E existem vários mecanismos de defesa do ego, vários mecanismos da pessoa se defender em relação à dor. Uma das formas mais comuns é a gente negar. Então, a negação é um mecanismo de defesa em relação à própria dor. Isso é muito comum com adoecimento. Talvez seja o mecanismo de defesa mais comum. A pessoa tem um adoecimento agora e ela acaba negando o adoecimento, não procurando ajuda, não dizendo o próprio nome do diagnóstico, enfim, são várias as formas de negação. Mas além da negação, uma outra forma da gente se defender em relação à dor é intelectualizar demais, é racionalizar demais. De certa forma, as próprias teorias, a própria ciência ou a própria filosofia não deixam de ser uma intelectualização, não deixam de ser uma racionalização eh em relação a essa sensação de não de angústia, né? Porque quando é que surge a filosofia? A filosofia surge na Grécia no momento em que a Grécia tinha acabado de perder pouco tempo depois a guerra do Pelopones. Então, ela tava destruída, tava num momento de angústia, de incerteza. E aí surge a filosofia, porque a mitologia grega, o mito, não

a tinha acabado de perder pouco tempo depois a guerra do Pelopones. Então, ela tava destruída, tava num momento de angústia, de incerteza. E aí surge a filosofia, porque a mitologia grega, o mito, não conseguia explicar mais, dar conta de explicar ou dar conta de satisfazer as explicações dos gregos. Aí vem a o mito e começa a dar a lugar a tragédia, um tipo de história que era mais humana. E a tragédia antecede a formação da filosofia. Então, a filosofia parece como uma forma de tentar diminuir a angústia humana, de buscar os porquês. Então, intelectualizar, racionalizar é importante. No entanto, se ficarmos muito nisso, a gente não consegue modificar. A gente vai estar sempre escondendo a nossa dor. Eu entendo, mas não faço. Eu entendo, mas não sinto. Então, é importante fazer alguma conexão dessas duas áreas. E é por isso que Glauc Ana Maria, porque ele sabia que não era só o diálogo racional, não era só o diálogo intelectual que ia fazer mudar. Por isso que a gente fala muitas vezes que o que vai ser fundamental no médium, no trabalhador espírita, não é só o seu intelecto, o que ele sabe, mas a vivência moral, uma certa vivência do que ele diz, porque isso cria um impacto positivo, porque cria uma sensação de coerência no ouvinte. e do ponto de vista energético, mas às vezes o obsessor é tão difícil, né? A energia é tão difícil que é importante utilizar de outros meios. Aí Glaucos, o que é que Glauc faz? Olha, ele percebe que ele não teria a condição, digamos assim, de Jesus de falar muda, né? E só a presença de Jesus já fazer a mudança das pessoas. Hum. Ele não tinha isso. Então o que que ele faz? Ele traz esse amor. Ele traz Ana Maria para resgatar esse momento de vida bom. e que está esquecido por causa do ódio em Teofrastos. Acho que isso faz sentido. Vamos em frente. Algumas pérolas que eu queria enfatizar, porque aí a gente começa a ver o algós, o Dr. Teofratos, né, ou Frastos, que eu já coloquei muitas vezes que tem uma característica de um espírito psicopata.

. Algumas pérolas que eu queria enfatizar, porque aí a gente começa a ver o algós, o Dr. Teofratos, né, ou Frastos, que eu já coloquei muitas vezes que tem uma característica de um espírito psicopata. Mas o que que tá por trás disso? E aí ele, os benfeitores nos trazem algumas pérolas que valem a pena. O sofrimento, sobre qualquer forma que se apresente é bênção. Para que, no entanto, beneficie aquele que o experimenta, faz-se indispensável ser acompanhado pela resignação, pela humildade e pela valorização do da própria dor. Não basta, portanto, sofrer, mas bem sofrer. Por que ele tá falando isso? Porque o Teofrastos começa a querer se vitimizar. né, se colocar como vítima. E de fato você vê que ele foi morto na inquisição, na fogueira. Então, inicialmente ele foi uma vítima inclusive eh do antigo sacerdote sacerdote Jean. Mas se você fica preso nisso, se você fica nesse preso nesse tipo de dor, essa dor não vai beneficiar. Porque para essa dor beneficiar, vai dizer o irmão Saturnino, é preciso que ela seja acompanhada, certo? ela seja, ela é indispensável que ela seja acompanhada de resignação, humildade e valorização da própria dor. Quando eu faço isso, quando eu tenho resignação, quando eu tenho humildade e quando eu percebo a importância da própria dor, eu não estou sofrendo apenas, mas eu estou sofrendo bem no sentido de aproveitar o meu sofrimento. Então, o que a gente tá vendo aí são várias figuras que não aproveitaram naquele momento o sofrimento. O sofrimento que foi imposto injustamente no sentido de a gente não precisa de algos não precisava da fogueira da inquisição para poder, digamos assim, fazer a lei de Deus. Mas o Teofrastos, tanto quanto o Guilherme, eles poderiam ter utilizado aquela dor de outra maneira. Se tivessem sabido sofrer bem, não estariam tantos séculos presos, fixados. É nesse sentido saber sofrer para poder se libertar, já que o sofrimento acaba acontecendo por uma via ou por outra. E aí o Glauos é bastante interessante também quando fala: "Olha, quando a

fixados. É nesse sentido saber sofrer para poder se libertar, já que o sofrimento acaba acontecendo por uma via ou por outra. E aí o Glauos é bastante interessante também quando fala: "Olha, quando a defesa, a defesa que acusa faz-se crueldade." Ou seja, quando para defender eu acuso, quando para defender alguém eu mato o outro, quando para defender alguém eu prejudico o outro, essa defesa se faz crueldade e eu me torno igual ao outro. Eu tô querendo para proteger, matar o cruel. Aí eu acabo me tornando tão cruel quanto para proteger a sociedade de uma crueldade, eu acabo tendo uma pena de morte, matando a pessoa que cometeu a crueldade. Aí eu acabo me tornando enquanto sociedade tão cruel quanto. Esse é um ponto importante e acabo criando um ciclo vicioso que não traz uma mudança perene, não me não traz uma mudança para sempre ou mais efetiva. E aí, veja que coisa eh interessante. Tem essa reunião. Essa reunião causa um impacto bastante forte, bastante intenso nos nos trabalhadores. E aí essa reunião que começou em desdobramento ia se efetar efetivar também outras reuniões mediúnicas entre os encarnados, mas para que eles não ficassem muito presos à memória que foi bem intensa, o que que eles fazem? Eles fazem como se fosse assim um certo esquecimento do que aconteceu e não traz considerações interessantes. Eh, os instrutores se encarregavam de ativar ou frenar os centros encarregados das lembranças, de modo que a nossa jornada humana transcorresse com a normalidade possível. A recordação detalhada desse dessa situação, dessa reunião, se tornar situarnos ia entre os dois mundos, ensejando-nos um desapercebimento das responsabilidades do lado físico, propiciando-nos um desvio da atenção que se voltaria à atenção para as experiências e as realidades da esfera espiritual. É bem claro, né? Se você fica muito vinculado na memória do mundo espiritual, pelo menos tem uma vida prática. E além disso eu tenho uma vida prática fora do centro e dentro do centro. não dava para ficar preso só

né? Se você fica muito vinculado na memória do mundo espiritual, pelo menos tem uma vida prática. E além disso eu tenho uma vida prática fora do centro e dentro do centro. não dava para ficar preso só naquela história. E aí, desde que fora iniciado o processo desobsessivo, e aí vem outro ponto importante, ao mesmo tempo que os instrutores faziam isso para que os bem, para que os trabalhadores não ficassem fixados na história e vivessem as suas vidas mais próximo do normal e também com a sua liberdade, eles também foram informados que iam acontecer eh investidas, iam acontecer rebordosas das trevas. Desde que fora iniciado o processo desobsessivo de Mariana, receberamos advertência no sentido de manter as ligações psíquicas com a espiritualidade superior. Por quê? Porque agressões por todos os meios possíveis iam acontecer numa tentativa de obstar o labor abençoado hora em execução. Como os benfeitores, os trabalhadores estavam sendo eficazes, ia acontecer uma retaliação para ver se intimidava, como se faz numa estratégia corriqueira e muito pequena de uma guerra terrena, certo? Isso é importante que a gente fique eh ligado, mas ao mesmo tempo, ao mesmo tempo eu queria voltar à reflexão ainda para percebermos que não estamos soltos sem ajuda, não estamos sem os benfeitores. Os benfeitores eles nos ajudam, então nos ajudam, por exemplo, nos advertindo. Olha, a partir de agora fiquem mais vigilantes. A partir de agora vai acontecer uma investida das trevas, porque vocês estão tocando em pontos muito delicados, estão sendo exitosos. E só se aí Jesus fala, só você atira pedras em árvores que dão frutos. vocês estão dando frutos, as pedras vão ser muito mais fortes. Nesse sentido, o benfeitor está conosco. Não tenhamos medo de fazer o trabalho do bem, porque receberemos retaliações, porque receberemos perseguições. Os benfeitores também nos ajudam muito mais do que nós imaginamos. Os espíritos influem nossos nossas vidas. Sim, de tal modo, dizem benfeitores a Allan Kardec, que ordinariamente,

remos perseguições. Os benfeitores também nos ajudam muito mais do que nós imaginamos. Os espíritos influem nossos nossas vidas. Sim, de tal modo, dizem benfeitores a Allan Kardec, que ordinariamente, corriqueiramente, são eles que vos dirigem. Isso para as trevas, mas isso também é verdade para os benfeitores. Eles estão ao nosso redor. Que você e eu possamos ter confiança no trabalho, não esmorecer por retalhações, por quedas que eu e você soframos, por deslizes, porque nós iremos continuar e iremos conseguir. Esse é um ponto importante de ancorarmos na nossa cabeça. Mas aí Filomeno de Miranda, ele tem um outro diálogo que é um diálogo já agora mediúnico no na quando falo mediúnico, é na esfera eh dos encarnados, tá? E aí o Teufratos, Teufrastos, ele vem falar de 12 mentes dominadoras. Ele vai dizer, e aí mais uma vez eu destaco essa página 188 do capítulo, desses capítulos que a gente tá trazendo. E aí eu mais uma vez destaco, é o a edição antiga, uma edição que tinha uma foto de uma de uma mulher angustiada na capa da editora Feb, aquelas edições mais eh de menor tamanho, certo? E com letras também pequenas. Eh, ele vai falar da existência de 12 mentes dominadoras que ele também faria parte, né, e que teria os superiores. Então, querendo dizer, ele tava, na verdade, falando da organização que as trevas têm e de certa forma porque ele tava naquela dúvida, veja, era é como se Frasos agora ele tivesse naquela dúvida. Um lado dele quer mudar porque a própria Ana Maria pedia muito, o outro lado dele não quer mudar porque ele não quer dar o baraça a torcer. um lado dele ainda sente muita raiva, ainda sente muito ódio de tudo que se fala do bem do cristianismo, porque foi a igreja que o matou em nome do cristianismo, embora não foi Jesus de fato, mas ele associa, né, pelo ódio, pelo rancor. Então, uma parte dele não quer mudar. Outra parte dele certamente já venha cansado e também quer repousar em outras esferas. Mas uma parte dele também tinha medo porque ele fazia parte

o, pelo rancor. Então, uma parte dele não quer mudar. Outra parte dele certamente já venha cansado e também quer repousar em outras esferas. Mas uma parte dele também tinha medo porque ele fazia parte de uma organização e tinham mentes mais psicopáticas, mentes mais, digamos assim, perturbadoras do que a dele e perturbantes do que a dele. Então, veja toda essa dualidade desse espírito que tá nesse momento culminante da sua trajetória de modifica de modificações. E como é também como é complexo modificar, né? Porque a gente tá lidando com todos esses lados aí. E aí o o ele fica na dúvida, mas como é que vai ser a doença? Porque ele queria, na realidade, ele queria eh fazer com que a ideia inicial de Trastos era fazer com que Ana Maria desencarnasse. Ele iria induzi-la a uma forma de desencarnação para ele poder então ter contato com ela. É, e eles iriam e, digamos assim, escravizar espiritualmente, obsediar esse antigo sacerdote que já venha muito angustiado fazia séculos. Essa era a ideia inicial. Mas como Glaucendo outras possibilidades do amor, do perdão, ele tem medo, mas como é que vai ficar a enfermidade? Aí Glauc isso. O mal de Hansen em Ana Maria era uma enfermidade simulacro. era uma enfermidade eh que não era de fato não era de fato ranceníase. Produzida pelo quê? Pelas descargas constantes do seu perseguidor desencarnado, que desejava que ela morresse por suicídio ao ser jogada em um azelo de leprosos. Então, veja o que que o o obsessor, o Jean, o antigo sacerdote, faz fez, né? A contínua descarga negativa, a contínua descarga de energias negativas alterou, né, o campo dermatológico, o campo energético primeiro da Ana Maria e depois afetou a parte dermatológica, gerando uma um mal de ransen simulacro, porque não era de fato a ranceneza causada lá eh pela infecção, era uma uma modificação derematológica eh vinculada pela obsessão. Para quê? Para que naquele momento qualquer pessoa que tivesse alguma doença mais grave na pele se achava que era ranceníase, né? Que não

uma uma modificação derematológica eh vinculada pela obsessão. Para quê? Para que naquele momento qualquer pessoa que tivesse alguma doença mais grave na pele se achava que era ranceníase, né? Que não tinha ainda o nome, eh se colocava como lepra um nome genérico para as doenças dermatológicas mais graves que eram contagiantes. Então o que que se fazia com isso? a pessoas, as pessoas eram jogadas em leprosários, que eram verdadeiros hospícios, verdadeiros hospícios para leprosos. E quando ela voltasse para esse hospício, o Jean ia fazer com que ela também ficasse lembrando do da do manicômio, do manicômio agora psiquiátrico, da outra existência em que ela veio a cometer suicídio e ficar os últimos tempos da vida. Mas veja que eh veja que que questão eh na verdade uma pausa aí eu vou pedir para vocês editarem, certo? Porque eu confundi a história entre o o a Mariana e Ana Maria. A Mariana foi que ficou lá no no hospício na cidade de Harley. A Ana Maria não. Ana Maria ela foi pro sacerdócio, matou o Jean e depois se matou. Então tira só essa parte. Vamos, vou começar a falar de novo de uma forma que dê para encaixar, tá bom? Então, na realidade, quando ela voltasse para quando ela fosse levada a um leprosário, ela ficaria até angustiada, até induzida a angústia pelo obsessor, e esse obsessor então induziria ela ao suicídio e aí se fecharia o ciclo da vingança na visão do Jean, o antigo sacerdote. Era um plano bastante maquiavélico, bastante elaborado e que vai ter uma surpresa de quem foi que elabou, elaborou. Mas uma coisa que eu queria falar importante é por causa disso. Lebra antigamente era nome genérico para essas doenças contagiosas da pele. Não era só Malde Hansen. Mald Hansen era uma das doenças, certo, que todo mundo achava, mas não era. Nem todo mundo tinha mal de Hansen. E Marléu, será que a obsessão tem esse poder? a gente já falou dessa plasticidade de manifestações, né, da obsessão do porquê energético, mas eu acho que é um ponto interessante eh trazer de dado

sen. E Marléu, será que a obsessão tem esse poder? a gente já falou dessa plasticidade de manifestações, né, da obsessão do porquê energético, mas eu acho que é um ponto interessante eh trazer de dado biológico, porque é o seguinte, quando nós estamos lá enquanto embrião, nós estamos formando várias partes. Nós temos uma parte chamada ectoderma, que é a camada mais externa lá do zigoto, que vai se formando, que vai se desdobrando mais tarde em embrião tal, tal. Então você tem lá o ectoderma. Esse essa ectoderma, essa camada externa, ela é responsável pela formação do sistema nervoso central e periférico e da pele. Então a pele vem da mesma origem embrionária do sistema nervoso, que é o ectoderma. Então fica um um dos motivos, não é só esse, mas fica um dos motivos de fácil de entender, porque tantas doenças dermatológicas têm um fundo emocional. Muitas falam assim, a gente não sabe de muitas causas de doenças dermatológicas, psoríase, eh, vitiligo, a gente sabe assim do que acontece, mas o porqu mesmo acontece, mas tem lá quando você vai ler algum livro de dermatologia, a consequência eh o eh gologia desconhecida, mas tem muita influência emocional. Então, tem muita influência emocional, certo? Então, se o cérebro, se o sistema nervoso é muito sensível às impressões da obsessão, aos fluidos deletéo da obsessão, é plausível também pensar que a pele também o é por essa ligação embrincada que temos entre cérebro, sistema nervoso e pele. E aí faz sentido essa essa colocação, esse exemplo, né? faz sentido com esse conhecimento todo que a gente tá revisando aqui nesses encontros. Então, vamos em frente. Quem foi que fez? Eu falei que ia dizer que esse plano maquiavélico foi feito nada mais, nada menos do que quem? Pelo próprio Dr. Teufrastos. E aí vem lá o feitiço virando contra o feiticeiro, como eu coloquei, porque diz Glauccos. Estamos, aliás, informados de que tal plano fora trabalhado pelo próprio Teufrastos, que atendera a consulta que lhe fora formulado o Algós de Henriete, em espetáculo no anfiteatro

orque diz Glauccos. Estamos, aliás, informados de que tal plano fora trabalhado pelo próprio Teufrastos, que atendera a consulta que lhe fora formulado o Algós de Henriete, em espetáculo no anfiteatro após ouvi-lo em ocasião passada alguns anos atrás. Por isso, só a justiça divina compete os casos de justiça. Todo agressor inconsciente cai hoje ou mais tarde nas armadilhas da agressão. Veja que frase perfeita, né? Veja que mecanismo perfeito. Por que não tem que ter o algod? Por que não tem o justiceiro? Por que não vai ter o capais? Olha aí um exemplo. O Teufrastos se arvorou do direito de ser o justiceiro. O que é que acontece? Não é que Deus está punindo, não é que Deus está punindo Teufraos agora, dizendo: "Você fez, não foi o Trefrastos, como o próprio Teufrastos falou, cada um dá as suas escolhas e sem saber, porque o Jeano tinha mais aquela forma do passado, tava todo alterado, ele entra em contato com o o Teufrastos, que estava ensandecido pelo poder, pela vingança, pelo ódio, que não era mais uma vingança só em relação ao Jean. A vingança que Teofrastos queria fazer era contra o cristianismo como um todo. E aí ele nem consegue nem perceber que essa história estava parecida com a dele, não consegue perceber a fisionomia e ele próprio bola o plano maquiavélico que o Jean faz. E aí essa frase precisa ser ancorada na nossa cabeça. É por isso que só a justiça divina compete os casos de justiça. Quando nos avoramos de justiceiros, acaba que o feitiço cai contra o feiticeiro. Aliás, como a própria sabedoria popular já disse, quando nos aoramos de justiceiros, a justiça acaba recaindo em nós. feitiço acaba recaindo no feiticeiro. Todo agressor inconsciente cai hoje ou mais tarde nas armadilhas da agressão. E aí isso causa um impacto, meus amigos, muito intenso no Teufrastos. Você vê lá no livro que ele fica impactado aí. E essa verdade também é importante para ele poder aceitar a mudança. Mas ele fica ali, óbvio, não é tão fácil mudar, mas todo esse conjunto, né, toda essa

ocê vê lá no livro que ele fica impactado aí. E essa verdade também é importante para ele poder aceitar a mudança. Mas ele fica ali, óbvio, não é tão fácil mudar, mas todo esse conjunto, né, toda essa habilidade de glaucos placidez, né, ser discreto quando precisava, que era no início, depois ter estoicismo sem enfrentar no segundo momento, trazer Ana Maria para acionar o afeto, a emoção, fazer com que houvesse mais diálogo. Olha, não fique falando tanto, escute. Mas além disso, agora um outro dado real trazia a realidade. E aí o Teo Frasa estava começando a mudar mais. Ele começa a colocar assim: "Olha, e meus débitos como é que serão cobrados?" E na verdade ele tava sendo vaidoso porque ele queria saber de tudo, né? e de certa forma impor condições de mudança. Eu mudo, mas se não for assim, e aí Glaucos responde de forma maestral, os nossos erros hoje ou mais tarde nos voltam em caráter de necessária reparação. Adiar o reajustamento significa também aumentar os esgravames que o tempo acrescentará. Além disso, não nos cabe a presunção de antecipar o POV. Então, essa resposta é fantástica, né? Não nos cabe a presunção de antecipar o povo. Como espíritas, o próprio Glaucos, o benfeitor, ele diz assim: "Olha, a gente pode mais ou menos imaginar o que é que pode acontecer, o que é que não pode acontecer, mas nós não temos como antecipar que vai ser assim, assim, porque nós não somos Deus, nós não temos essa autoridade. É preciso ter humildade". E aí ele dá uma eleição de humildade. Agora, o que eu posso dizer é que teus erros, quanto mais tempo você demorar, pior vai ser para você. porque você vai acumulando, acumulando, acumulando. Então é bastante interessante essa essa honestidade do Glauc. A verdadeira coragem, ele complementa Glauos para o Teofrastos. se manifesta também quando o ser reconhece o que é e o que possui. E aí, vê que coisa curiosa. É, há um autor, um filósofo que eu particularmente nunca tinha tido muito contato, mas estudando é filosofia sobre o bem-estar, filosofia

reconhece o que é e o que possui. E aí, vê que coisa curiosa. É, há um autor, um filósofo que eu particularmente nunca tinha tido muito contato, mas estudando é filosofia sobre o bem-estar, filosofia sobre felicidade, a psicologia positiva, eu li alguns livros falando sobre o Niets, embora eu nunca tenha lido um livro de Niet mesmo, mas mas li alguns livros bem bem escritos, de filósofos bem sérios que falam sobre a felicidade e colocam que Nietzs era um filósofo da alegria. E aí isso me causou um certo impacto, mas eu entendi o ponto porque é mais ou menos isso que o o Glau está fazendo. Olha, a verdadeira coragem se manifesta também quando você reconhece o que é e o que possui. Para podermos ser felizes, é preciso ter coragem para ser feliz, por preciso você encarar a realidade. Não dá para negar. Ser feliz não é negar o seu lado perturbado, as suas dificuldades, é ter coragem de assumir e coragem de enfrentar. É, é assim que a vida é. É coragem também de enfrentar que as pessoas também têm suas dificuldades. O que é que Glauco está fazendo? Ele tá vendo teofrastos ele não tá anatematizando, ele não tá condenando, ele tá escutando a pessoa, mas também não tá, digamos assim, passando a mão na cabeça no sentido negativo. Ele está trazendo a realidade. A realidade é importante para fazermos construções de mudanças emocionais, verdadeiras e duradoras. Nesse sentido é que Niet é considerado também um filósofo alegre, porque ele dizia que a alegria, para sentir verdadeira alegria, é preciso você encarar a realidade. E aí ele acabava eh ser um um filósofo da desconstrução. Isso é um ponto para outros debates, tá? Mas eu queria enfatizar esse ponto. E aí o o Teufrastos, veja, aprendi a não confiar. E aí a gente começa a ver também o Teofrastos mudando, né? Veja, ele tá recebendo, ele era um espírito com características psicopáticas mudando, porque muda-se, muda-se, né? Não é que o não é que é rápido ou é fácil, mas muda-se. É possível mudar com o tempo. E não quer dizer também que o

a um espírito com características psicopáticas mudando, porque muda-se, muda-se, né? Não é que o não é que é rápido ou é fácil, mas muda-se. É possível mudar com o tempo. E não quer dizer também que o Teufrá agora é a mil mara Maravilhas. Ele vai ter todo um processo, como a gente vai acompanhar, mas ele tá começando o processo de mudança. E aí ele vai contar algumas outras coisas, o Teofrastos. Primeiro, ele vai dizer assim, olha que nos primeiros dias ele começa a estar mais aberto à mudança e ele vai dizer que nos primeiros dias eh do século atual, eu fui convocado a abandonar o solo da França para vir aqui operar, no caso no Brasil, tendo em vista a transformação que se realizava neste país ante o reverdecer do pensamento cristão com o espiritismo, no caso, em diversas sessões espíritas. E aí veja que que ele tá, na verdade até nos ajudando em diversas sessões espíritas, emissários nossos têm procurado penetrar com o objetivo de semelar a discórdia, multiplicar as suspeitas, irradiar o azedume e difundir a maledicência. Eu havia falado recentemente numa live sobre cyber bullying e fake news. E veja que e havia citado esse livro, essa e hav citado esse livro em dois momentos. Um dos momentos é esse em que o o Téfrastos, né, trazido pela revelação do Filómeno de Miranda, nos coloca que, olha, uma das formas que a gente tem para poder atrapalhar o bem é gerar a maledicência. os julgamentos, as fofocas entre os próprios trabalhadores, entre os próprios, as próprias pessoas das comunidades cristãs, das comunidades espíritas, não é? O, o problema não tá muito fora não. O principal problema da continuidade de uma ideia é não só espírita, não, de qualquer ideia. Não é muito o que tá de fora, a as perseguições de fora, essas perseguições de foras assustam, trazem dificuldade, mas às vezes até fazem com que aumentem a visibilidade de uma ideia como foi o auto de fé de Barcelona, queimando os livros espíritos, a perseguição de fora, elas até aumentam a visibilidade. O problema é a perseguição de dentro,

e aumentem a visibilidade de uma ideia como foi o auto de fé de Barcelona, queimando os livros espíritos, a perseguição de fora, elas até aumentam a visibilidade. O problema é a perseguição de dentro, porque elas aumentam a visibilidade, mas de uma forma negativa, do escândalo, de uma forma de as pessoas perderem a esperança. Por quê? Porque ah, nos dias de hoje nós precisamos de esperança. E as religiões elas têm sido muito bombardeadas, né, com escândalos, com questões, enfim, muito complicadas. Isso tudo ajuda a ser menos uma fonte de esperança para as pessoas. Então, quando as pessoas, até porque as pessoas vão no início procurar alguma religião, idealizando, imaginando que as pessoas que elas vão encontrar lá dentro são pessoas ideais, modificadas, evoluídas. E quando encontra toda essa balbúrdia, né, toda essa maledicência, todas essas confusões que existem, isso acaba gerando um impacto negativo. Então esse é o importante porque isso foi escrito em 1970, 50 anos, né? Faz 50 anos já ainda continua atual para o nosso movimento espírita, para os movimentos em si, em geral. Por isso ele coloca um aponto, terminando esse esses capítulos, essa fala, dá uma solução reencarnatória muito interessante, muito bonita, é a reencarnação, mais uma vez nos dando eh a solução pelo amor. O antigo mago de Juano ou o Dr. Eufrastos, como era chamado agora, e o antigo sacerdote Jean, que era obsessor, reencarnariam como irmãos de sangue pelo ventre de Ana Maria, que teria uma cura espontânea, entre aspas, da lepra, a a na verdade da enfermidade dermatológica, porque não era lepra rancines em si, depois que o obsessor Jean se desligasse dela, embora certamente ela tivesse essa cura dermatológica, mas passasse por outras questões ainda difíceis. Teufrastos ficaria um tempo vinculado na casa espírita, ajudaria no processo desobsessivo de Mariana e da família Soares, ao mesmo tempo em que ele se ajudaria e mais tarde iria se preparar um tempo em uma colônia espiritual para a reencarnação. Veja que a lei de Deus é

ocesso desobsessivo de Mariana e da família Soares, ao mesmo tempo em que ele se ajudaria e mais tarde iria se preparar um tempo em uma colônia espiritual para a reencarnação. Veja que a lei de Deus é de aproximação. Eu falava isso mais cedo, né, nos outros programas. A lei de Deus, a a nosso objetivo com a desobsessão é reaproximar. Por quê? Porque a lei de Deus é lei de amor e o amor reaproxima, reencarnação reaproxima. Então, fiquemos conectados com Filomeno de Miranda. Até o próximo programa. เ

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