Eulália Bueno – Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei
Inspirada no conhecido princípio espírita, Eulália Bueno aborda o mecanismo da reencarnação como lei divina que permite ao Espírito aprender, reparar e avançar em sua jornada evolutiva. A palestra convida à compreensão do sentido profundo da vida e das experiências humanas. Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/
Vamos agora a apresentação da nossa amiga e companheira Eulália Bueno, Eulália Maria Alves Brandão Bueno, portuguesa de nascimento, veio para o Brasil em 1960, reside em Santos, São Paulo, vinculada ao Lar Espírita Caminho do Cristo, que fundou em abril de 1994. Quatro. Palestrante e escritor espírita tem nove livros publicados. Sua primeira atividade no movimento espírita do Paraná se deu nos anos de 2004 e 2005, quando esteve nas cidades de Jacarezinho e Santo Antônio da Platina. Participou da 38ª Mesa Espírita de Luanda em 3 de outubro de 2020. virtualmente em função da pandemia vigente. Desde então, tem atendido a reiterados convites das casas espíritas, uniões regionais espíritas e da federativa estadual, virtual e presencialmente. Participou por primeira vez no ano de 2023 da 25ª Conferência Estadual Espírita, ofertando seu verbo nas cidades de Apucarana, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Matinhos e São João do Triunfo. No ano seguinte, ao 26ª edição da Conferência Estadual Espírita, jornadeou pelas cidades de Cambará, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Telemocuborba e Humorama. Na 28ª conferência apresentou-se nas cidades de Foz do Iguaçu, Medianeira e Cascavel. Eulália Bueno nos apresentará o tema nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. Desejamos a companheira um bom trabalho. Queridos irmãos, queridas irmãs, no ideal espírita, que Jesus continue sendo em todos os instantes da nossa estrada a inspiração e o caminho. nunca tinha tido tão intensamente a ideia do que é estar nas trevas. Quando nós lemos o livro No rumo do mundo de regeneração, há um trecho em que Manuel Filomeno de Miranda nos diz de Isabel de Aragão caminhando pelas trevas mais densas e que era a única luz que clarea a estrada. Neste momento não são eles que estão na escuridão, são eles que estão nos oferecendo essa luz. É por isso que, como aqueles espíritos que chegam à nossa reunião mediúnica e reclamam da luz que lhes incomoda os olhos, dizem que ela realmente chega a doer nos
es que estão nos oferecendo essa luz. É por isso que, como aqueles espíritos que chegam à nossa reunião mediúnica e reclamam da luz que lhes incomoda os olhos, dizem que ela realmente chega a doer nos olhos. Essa luz que reflete sobre este ambiente, sobre esta conferência que vem do alto e se materializa em nós, cada um de nós, para que saibamos, sem dúvida, neste momento, o caminho a prosseguir. Fazemos a história de Eliseu. Eliseu foi não apenas o discípulo direto do profeta Elias, mas foi aquele que recebeu o seu manto e toda a responsabilidade de levar adiante o anúncio do Messias. Era um homem santo. Ele vira o instante em que, numa carruagem de fogo, Elias alçara aos céus. Nós vamos encontrar no Velho Testamento em Reis 1 e 2, toda a história desse homem ímpar que antecedeu a estadia de Jesus na Terra em aproximadamente 900 anos. Mas há uma passagem que quando refletíamos sobre o tema que está inscrito exatamente no domem do túmulo de Allan Kardec, nascer, viver, morrer, renascer, evoluir sempre. Tal é a lei. Esta história clareou-nos o horizonte para enfeitar as reflexões de hoje. O rei da Síria a todo instante dispensava o seu grande exército, o mais potente da época, porque ele queria tomar Israel e fazia planos claros e aos primeiros olhares invencíveis junto com os seus cômpares, anunciando: "Estaremos acampados aqui, ali e a colá para surpreender o exército de Israel. Porém, todas as vezes que o fazia, mesmo que não fosse em um único local, eis que o exército de Israel escolhia um caminho diferenciado e nunca caía naquelas armadilhas. Então o rei julgou que um dos generais que o cercava era um traidor. E quando fez essa pergunta, um deles respondeu: "Nenhum de nós te traz, Senhor". Mas o rei de Israel recebe o aconselhamento de um homem santo, que ele adverte até mesmo dos pensamentos que tens em teu recinto mais íntimo. E quem é esse homem? É Eliseu. E onde ele se encontra? Aí ele se encontra no vilarejo que fica próximo a Samaria, onde se encontrava a época, o palácio do rei de
s que tens em teu recinto mais íntimo. E quem é esse homem? É Eliseu. E onde ele se encontra? Aí ele se encontra no vilarejo que fica próximo a Samaria, onde se encontrava a época, o palácio do rei de Israel, um pequenino vilarejo cercado de montanha chamado Dotã. Então arma os homens e traze-o para mim. E eles o fizeram. E claro que ao amanhecer do novo dia, a pequenina Dotã acordou com suas colinas tomadas pelo poderoso exército, que exibia fabulosos carros de guerra, cavalos velozes, soldados super treinados e que aguardavam que a vila, que o lugarejo despertasse para tomar de assalto a cabana rústica em que aquele homem, já vergado pelos anos, iria ser surpreendido sem ele próprio ter tido a antecipação do aviso que supostamente ele recebia por Deus. Mas eis que nos primeiros raios dos alvores, o seu escravo, por assim dizer, mas era um servo muito respeitado, como fazia todas as manhãs, tomou de um pequeno recipiente, abriu a porta para dirigir-se ao poço comum e trazer água fresca para o seu senhor. e deu com aquela visão das forças colocadas para surpreender a todos. Retornou aflito sobre os próprios passos. Dirigiu-se ao leito que abrigava o velho profeta. despertou, dizendo: "Senhor, nós estamos tomados, cercados por um poderoso exército. Não há saída. E sequer o Deus que te revela tudo, nada te disse. Nós estaremos mortos a breve instantes. Eliseu ergueu-se com a mesma tranquilidade de todas as manhãs. preguiçou-se, olhou para o servo, dirigiu-se a ele, colocou os olhos depostos para o alto e disse: "Ó Deus, faz a luz permitir que este servo veja aqueles que verdadeiramente nos cercam os teus espíritos do bem. E dirigiu o servo de retorno à porta. Ele estemunhado ao abri-la, pela primeira vez, teve os limites de sua visão completamente alargados e percebeu que entre aquele exército que há pouco se fazia tão vultuoso e o casebre em que se encontravam, havia um verdadeiro exército. de fogo e luz, cavalos alados, gigantescos, homens que brilhavam mais do que o
entre aquele exército que há pouco se fazia tão vultuoso e o casebre em que se encontravam, havia um verdadeiro exército. de fogo e luz, cavalos alados, gigantescos, homens que brilhavam mais do que o próprio sol, se interpunha como uma incomparável montanha entre Dotã, e o local em que se fazia o ser. Então, para a surpresa desse mesmo servo, eis que Eliseu retira-se andando calmamente em direção àquele numeroso exército. E parecia que os homens que ali estavam, provavelmente enceeguecidos, por sua vez, pela luz do invisível que apostariam existir, mal perceberam a proximidade daquele homem vergado, tendo-o como um simples homem curvado pelos anos. com os passos trôpegos. E Eliseu foi elaborando a sua prece e desta vez disse aos céus: "Ó Deus, fere-os de cegueira para que não haja morte." E imediatamente todo o exército sírio começou a tropeçar em si mesmo. Os cavalos atropelavam-se, os soldados tateavam, estavam momentaneamente cegos, como aconteceu com Saulo a caminho de Damasco, o homem frágil apenas na envergadura física. Dirigiu-se então aquele que supostamente comandava e disse: "A quem procurais?" E quando ouviu dos soldados a narrativa, lhes disse: "Estais todos no lugar errado, eu vos conduzirei. E tomando as rédias do cavalo, como todos os demais fizeram para ter o mínimo de direção, enfileirados foram conduzidos pelo grande profeta. até a cidade de Samaria. As muralhas abriram os seus portões. Todo o exército adentrou pelas mãos de Eliseu. O espanto dos cidadãos e do próprio rei que ali se encontrava foi gigantesco, porque eles vinham mansos em sua cegueira. O rei aproximou-se de Eliseu e disse: "Pai, como costumeiramente o chamava, e o que faço agora? Saco da espada e destruo os inimigos." E Eliseu tornou-o, dizendo: "Se porventura sacando da espada os tivesses feito prisioneiros de guerra, tu os matarias? Não. Então não os mates. Dá-lhe primeiramente pão e água e depois um grande banquete. Mas antes deixa-me rogar a Deus que lhes alargue a visão do do horizonte.
prisioneiros de guerra, tu os matarias? Não. Então não os mates. Dá-lhe primeiramente pão e água e depois um grande banquete. Mas antes deixa-me rogar a Deus que lhes alargue a visão do do horizonte. Ao que os soldados por um todo recuperaram a visão, atemorizando-se, porque tomados de surpresa eram eles que estavam no centro da cidade de Samaria e espantaram-se de ter sido tão bem recebidos, alimentados, cuidados com humanidade e sem saber o que dizer, porque além de tudo todas as forças haviam sido contidas, ou melhor, expressando, suas almas estavam desarmadas, eles voltaram para sua pátria e por um bom tempo, por um bom tempo, a Síria aquiietou-se até por fim, em definitivo, tomar o reino de Israel. O último profeta do Velho Testamento foi Malaquias. De Malaquias a Jesus foram 400 anos de silêncio mediúnico, porque os profetas eram médiuns. Muitos de nós, espíritas que somos, poderíamos nos colocar no mesmo lugar do servo de Eliseu. Porque as luzes do Espiritismo acenderam-nos o caminho da cristandade, dilataram a visão da nossa alma, mas não apenas num momento em que estamos agasalhados de sentidos limitados pelo corpo físico. Não, a doutrina espírita tamanha a sua envergadura. Fincados os alicerces nas profundezas amorosas da alma do próprio Cristo que o anunciou. vem nos dilatar a visão da alma para que não temamos os inimigos que, porventura neste momento pareçam abrigar em si a grandeza daquele exército sírio. E nem tampouco nos assustemos, porque parece que nos cercaram por todos os lados. E eu já não sei mais dizer se vale a pena continuar me empenhando, fazendo todos os esforços para em primeiro lugar domar as próprias inclinações, as más inclinações que são o verdadeiro vestígio do meu passado e que me pede em um importante ou uma importante intercessão, porque conforme está colocado em o Evangelho segundo o Espiritismo, no seu capítulo 17, sede perfeitos, no item quatro, o os bons espíritas reconhece-se o verdadeiro espírita pelos esforços que faz endomar as suas
me está colocado em o Evangelho segundo o Espiritismo, no seu capítulo 17, sede perfeitos, no item quatro, o os bons espíritas reconhece-se o verdadeiro espírita pelos esforços que faz endomar as suas más inclinações, correspondendo também não apenas à pergunta 919, 919 do livro dos espíritos, quando o Santo Agostinho nos adverte da necessidade de conhecermo-nos a nós mesmos. mesmos de olharmos no espelho da própria alma para identificarmos as sombras nas quais estamos mergulhados para que a imagem do Cristo se reflita límpida e nós tenhamos a certeza do caminho que estamos cumprindo. Mas a pergunta 90, quando Allan Kardec, sabendo das dificuldades, das limitações dos sentidos físicos, diz, questiona: "Mas será possível que reencarnados, pouco recordando do nosso passado, talvez nem muito sabendo sobre as nossas más inclinações, consigamos vencê-las. E a resposta, particularmente para mim é a mais difícil, porque a resposta é ó sim e muitas vezes com pouco esforço. Ah, como não tendes vos esforçado para domar as vossas más inclinações. Nós voltamos os olhos para o túmulo de Allan Kardec, onde apenas o seu corpo permanece. Vemos ali a frase que sabemos que não foi de sua criação, mas que obviamente cabe em toda a sua grandeza como uma última mensagem do Mestre Lionês a todos nós, espíritas cristãos, como nos colocou o nosso irmão Jorge Godim. Nós nos recordamos que nascemos, vivemos, morremos, renascemos para evoluir sempre, porque essa é a lei, essa é a grande fatalidade que nos aguarda. que até este momento de humanidade, talvez nenhum de nós tenha refletido o caminho já percorrido desde a mônada, a criação simples, plenos de uma ignorância, mas preenchidos de amor, Porque é o amor que nos cria, é o amor que através dessa presença da inteligência suprema, causa a primeira de todas as coisas, exhala preenchendo o universo, a matéria. mental de Deus, confiada integralmente a esses espíritos agasalhados na condição mais alta da ordem dos espíritos puros, os Cristos,
meira de todas as coisas, exhala preenchendo o universo, a matéria. mental de Deus, confiada integralmente a esses espíritos agasalhados na condição mais alta da ordem dos espíritos puros, os Cristos, dos quais Jesus é um deles, de cujas mãos o planeta Terra recebeu os primeiros toques, ombreado por esses espíritos que com absoluta certeza se deixam perceber como aquele exército de anjos interposto entre Eliseu e o exército que representava o poderio material. e vem nos convocar a seguirmos adiante, sem temer, por maior pareça, a escuridão que nos aguarda, o problema do ser, do destino e da dor, que saiu dessa alma, esse aralto do evangelho. esse apóstolo do espiritismo que vem em sequência a Allan Kardec e que através do meu entendimento está anunciado em obras póstumas quando encontramos em sua segunda parte regeneração da humanidade em diversos itens ali. e tratados por Allan Kardec, entre eles a tiara do Espiritismo, em que ele se questiona que poderia falir e como ficariam os alicerces, a estrutura grandiosa desse consolador, ao que o Espírito de verdade lhe responde, que uma tarefa dessa envergadura nunca seria apoiada nos ombros de um homem só. E que sim, se ele falisse da mesma forma, ela prosseguiria, porque ela representa o Cristo na terra. E a terra é a casa do Cristo que nos acolhe sob a sua bênção, misericórdia, nosso guia e modelo por excelência. Próprio Allan Kardec reconhece um pouco à frente nesse texto que ao fincar os olhos na obra que não era dele, mas que através de suas mãos numa forma incansável, sem dedicar ao seu corpo físico o merecido e necessário. descanso que venha lhe consumir a saúde física. Ele diz: "Tão grandes ensinamentos talvez não deveriam ser oferecidos de uma forma tão lógica, tão dura, saberia bem um pouco de poesia. E nós a vermos chegar pelas mãos, pela mente de Leon Deni, que conheceu Allan Kardec tão jovem, que era um espírito mergulhado em todos os desafios, principalmente na sua pobreza. E ao olhar a história dele, nós vamos
egar pelas mãos, pela mente de Leon Deni, que conheceu Allan Kardec tão jovem, que era um espírito mergulhado em todos os desafios, principalmente na sua pobreza. E ao olhar a história dele, nós vamos ver a história de tantos outros que vieram em nome do Cristo, como se fossem não apenas um, mas esse exército de luz e fogo que se interpõe entre as seduções do poderio da intelectualidade. materialista que tenta apagar o cristianismo da terra ignorante que é sobre a verdadeira identidade de Jesus. que nós não nos deixemos senão contaminar por esses que por sua vez, como Francisco de Assis, Teresa Dávila, na nossa contemporaneidade, o nosso Francisco Cândido Xavier, a nossa irmã Dulce, o nosso próprio Divaldo, eles como Leoni. A nossa Ivone do Amaral Pereira, inesquecível, que escreveu memórias de um suicida naquele papel de pão, porque ela não tinha recursos, não tinha sequer uma mesa no quarto em que escrevia. Ela copiava os livros nesse mesmo papel que ela delicadamente passava com aquele ferro de carvão para nos trazer as luzes do evangelho em todas as linguagens para todo o entendimento e que Leoncata de luz nos traz. Nós estamos aqui tomando da obra que esta conferência homenageia no seu capítulo 9o, evolução e finalidade da alma. E meus irmãos, minhas irmãs, eu tenho visto, tenho testemunhado a dificuldade, os impositivos materiais, para não dizer às vezes a preguiça que o espírita tem de conhecer o Espiritismo, de folhear a vasta biblioteca. espírita, as obras da codificação. Então, para tentar ajudar, eu só falta oferecer a página, mas vejam, nesse capítulo eu vou oferecer a vocês o parágrafo 18. Então, se vocês numerarem o parágrafo, vão encontrá-lo. Onde Leonim, sua poesia diz: "O homem é a síntese de todas as formas vivas que o precederam. O último elo, prestem atenção, da longa cadeia de vidas inferiores que se desenrola através dos tempos. O primeiro aparecimento do homem no planeta deve em absoluta certeza ser atribuído a uma intervenção das potências
tem atenção, da longa cadeia de vidas inferiores que se desenrola através dos tempos. O primeiro aparecimento do homem no planeta deve em absoluta certeza ser atribuído a uma intervenção das potências invisíveis que geram a vida. Vocês vão aos pouquinhos compreendendo porque eu escolhi essa passagem de Eliseu com o alargamento da visão espiritual do seu servo para enxergar este exército de luz e fogo, que também cerca toda esta ambiência, a fim de que mergulhados na segurança da espiritualidade benfeitora. As almas de boa vontade colham as flores e os frutos que esses amigos invisíveis, alguns deles, porque se fossem todos nós não suportaríamos. Declinados pela fala do nosso Raul Teixeira, nos fazem perceber que não estamos sozinhos, mas que precisamos dar-nos conta que é hora de nascermos e renascermos das nossas próprias cinzas, que elas não serão sopradas como não nos será retirada a base dos instintos, porque são o alicerce dos nossos sentimentos. O nosso irmão nos falou do capítulo 11, quando convocados pelo amor, ali está escrito que os sentimentos são os instintos elevados ao progresso feito. Então, não podemos simplesmente removê-los, mas estamos continuamente sendo convidados a aperfeiçoá-los, a nos transformarmos em pequenas velas ou pequeninas luzes. Porque se a escuridão tenta por todos os meios tomar de assalto a terra um fósforo que se acenda, e já não mais poderemos denominar escuridão as sombras que porventura reinem. Ao contrário, Jesus nos fez o convite. Vós sois o sal da terra. O sal não se corrompe. Onde você o misture. Coloquemos o sal na água, ele se diluirá. Como somos convidados a nos diluirmos no serviço do bem, porque não é importante ninguém saber que estamos lá. A verdadeira importância é para nós mesmos fazermos o caminho de volta agora na conquista do amor, na ciência do amor que somos, deixando que ele exale de nós nas pequeninas coisas para que silenciosamente tome o mundo de assalto. Quando vamos olhar e dizer, somos muitos, somos a maioria.
do amor, na ciência do amor que somos, deixando que ele exale de nós nas pequeninas coisas para que silenciosamente tome o mundo de assalto. Quando vamos olhar e dizer, somos muitos, somos a maioria. Jesus reina absoluto na terra. E quando tentamos refrear a luz de uma pobre razão, e mais uma vez tomamos o livro de Leonde ele diz assim: "O cérebro humano é limitado, mas as possibilidades da vida são infinitas, são ilimitados. Então, nós precisamos descobrir isso, porque isso existe em nós, é da lei, mas não estamos usando como deveríamos. Tome um alimento, ofereça-o a um chefe, porque agora é chique falar em gastronomia, em chefe. E ele vai misturar os temperos com maestria. Mas se ele esquecer ou exagerar no sal, todos iremos sentir. O sal não perde o seu sabor. O que é que Jesus queria dizer para nós? Ide sem vos corromperdes. que quando nós atingimos a idade da razão, quando conquistamos o pensamento contínuo, quando nos é concedido o livre arbítrio, nós conhecemos as sensações, as paixões nos arrebatam e porque o nosso corpo em clausura os sentidos do perespírito ou a alma que somos. Nós passamos a acreditar que somos apenas o corpo e saímos para conquistar tudo que traga conforto, gozo, prazer que logo passará. Porque recordam quando dissemos que os Cristos recebem o hálito mental de Deus, está em evolução em dois mundos. No seu capítulo primeiro, fluido cósmico, ali, André Luiz nos descreve dessa comunhão indescritível desses espíritos com o criador. essa massinha mental de Deus, esse fluido cósmico universal que a tudo modela, com o qual esses espíritos, esses messias dão forma a estrelas, luas, só, planetas, sistemas solares, galáxias. grandiosos astros que vão morrer. Nós pensamos que não somos nada, nem esses Cristos com toda a sua perfeição, embora relativa, são capazes de nos criar. Todos somos obra de Deus. Como podemos nos dessignificar, nos desvalorizar, nos apequenar? se até mesmo em nossas possibilidades evolutivas, que eu tenho dito neste pequeno roteiro
pazes de nos criar. Todos somos obra de Deus. Como podemos nos dessignificar, nos desvalorizar, nos apequenar? se até mesmo em nossas possibilidades evolutivas, que eu tenho dito neste pequeno roteiro que nos foi dada a honra de realizar, que eu mesma me cansei de dizer que somos espíritos imperfeitos, eu comecei a ficar desanimada. Eu estudo, eu trabalho, os anos passam, eu já tô quase voltando à infância de novo numa outra vida e continua um espírito imperfeito. Aí nossa benfeitora disse: "Não existem espíritos imperfeitos, existem anjos em construção, cada um na sua etapa. Se nós, mesmo nessa condição em que nos encontramos, quando vamos ao livro dos espíritos, e há um verdadeiro tratado sobre o espírito, onde os espíritos da codificação nos dizem, descreve-o como um facho de luz em nossa imperfeição. são desvestidos do corpo como espíritos. Nós só podemos ser representados por uma luz. Faça brilhar a sua luz, disse Jesus. Não importa a significância se cada um de nós tiver consciência de que o que fazemos é indispensável para nós mesmos em primeiro lugar. E para que a Terra realmente seja um planeta de regeneração com a nossa presença, porque nós podemos não ficar aqui e ela será um planeta de regeneração. dói a alma. Quando nós vemos espíritas dizendo, mas será mesmo que essa transição vai passar? Será mesmo que a terra brilhará regenerada, com tanto mal se multiplicando? Será que esse projeto do Cristo vai se concretizar? Aí eu digo, ele é nosso guia, mestre. Como é que eu posso fazer um caminho sem conhecer o meu guia? Aí percebo que nós não conhecemos a biografia do nosso guia, que ele sendo o governador espiritual da terra, ele alcançou essa posição entre todas as características que o embelezam. Ele é infalível, vírgula, mesmo encarnado. Revista Espírita, fevereiro 1868. Os Messias do Espiritismo, Espíritos Marcados, infalível. Mas não está havendo uma guerra entre o bem e o mal. Vocês querem dizer entre o bem que nós já conseguimos realizar e o mal que ainda não vencemos em nós?
o Espiritismo, Espíritos Marcados, infalível. Mas não está havendo uma guerra entre o bem e o mal. Vocês querem dizer entre o bem que nós já conseguimos realizar e o mal que ainda não vencemos em nós? Porque não há de fato uma personificação do mal como um demônio, um satanás e o bem como Jesus. Porque se mesmo assim houvesse, ele é infalível. Então os espíritos, as sombras, o poder que abarca os corações desavisados e obviamente se as sombras me atingem através de mim elas vão contaminar o meu derredor. Mas se é um líder de uma nação, elas vão se irradiar pela nação. Não quer dizer que quem se encontra naquela nação está nas sombras. Paulo disse claramente: "Encontramos santos até na casa de César". Vejam que significação. Então, eles não estão disputando a terra com o Cristo. A terra segue o seu destino. Eles estão nos disputando com o Cristo. E aí, Leon é excepcional, porque ele vem nos dizer exatamente nesse livro que o grande problema do ser é o destino que nós elaboramos para nós mesmos e que até agora, infelizmente, só tem sido bem-sucedido em direção ao bem. se nós transitarmos pela dor, porque a dor não precisava atingir as culminâncias em que nos encontramos para chegarmos ao processo regenerativo. que nós formos ao livro Novas Mensagens da lavra de Francisco Cândido Xavier pelo irmão X na lição Marte, que faz parte dos livros do EAD, principalmente se não me falha a memória, está no mediunidade um. Nós vamos perceber que Marte evoluiu em linha reta. Não precisou por opção do alargamento, do entendimento dos seres que o habitam, passar pelas mesmas dolorosas situações que passa a Terra. Mas independente da terra, nós somos espíritos imortais, individualidades que podem perfazer a sua estrada e atingir planos melhores independente do planeta em que nos encontramos. O próprio Bezerra de Menezes recebeu Celina, a mensageira de Maria de Nazaré, convidando a páramos superiores. Mas por amor infinito, por misericórdia, ele escolheu permanecer servindo na terra. Graças
próprio Bezerra de Menezes recebeu Celina, a mensageira de Maria de Nazaré, convidando a páramos superiores. Mas por amor infinito, por misericórdia, ele escolheu permanecer servindo na terra. Graças para todos nós. Mais uma luz incomparável que sobre a maestria de Ismael lança a cruz do Cristo para enraizar em nossa nação, escolhida para nós, os espíritas cristãos, fincarmos as raízes profundas do evangelho através da nossa conduta, concretizando o plano do Cristo para que o Brasil seja o coração do mundo, a pátria do evangelho. Mas não esqueçamos, a árvore do evangelho foi transplantada para o novo continente. Não a deixemos, não a deixemos morrer aqui, nem obrigar a que ela seja levada pelo Cristo a novas raças, a outros continentes, porque estamos no país mais espírita do mundo, que nos apresentemos, não para que tomem em ciência da nossa presença, sabendo-nos o nome, mas para que reconheçam a grandeza de Jesus, enxergando a obra pequenina de cada um de nós. Porque a confiança do Cristo está aqui entregue a cada coração. que não sejamos aqueles que, convidados para o grande banquete, não se vistam adequadamente, não se apresentem munidos de tudo que é necessário para que haja a festa do renascimento, para que renasça o brilho do cristianismo, apontando que estamos cient entes da nossa estrada, que estamos cientes que mais uma vez reencarnamos sob o devotamento de iluminados benfeitores que com absoluta certeza lançaram os próprios méritos pela ausência dos nossos para nos franquear novamente a vida na terra. Esta reencarnação se extinguirá a breve tempo para todos nós. Elas virão infinitas, mas esta não se repetirá. Quem diz que renasceremos no futuro sob as bênçãos do consolador prometido, no seio de uma doutrina iluminada que nos faz sim reconhecer que aparentemente estamos cercados por forças de guerras, mas entre nós e eles há o exército iluminado de Deus. sob o comando direto do Cristo, feito de luz e fogo. Fogo que queima as nossas imperfeições no cadinho da dor para assumirmos
r forças de guerras, mas entre nós e eles há o exército iluminado de Deus. sob o comando direto do Cristo, feito de luz e fogo. Fogo que queima as nossas imperfeições no cadinho da dor para assumirmos novas formas, para libertarmos o anjo que dormita em nós e que ainda pela nossa teimosia nos faz acreditar que caminhamos no escuro. Neste Renan era um homem inteligentíssimo, respeitadíssimo na Academia Francesa de Letras, era filósofo, era teólogo, era historiador, era filólogo, era escritor e não acreditava em Jesus. Toda vez que ele podia ironizar o Cristo, ele o fazia. Ele tinha uma irmã que amava com certeza um espírito de grande afinidade com ele. E ela foi diagnosticada com tuberculose. Como era comum, enviavam os pacientes, nós estamos falando do século XIX, enviavam os pacientes para os lugares mais quentes e ela foi para o Líbano, então colônia da França, para a beira de um deserto, numa pequena aldeia chamada Balbec, onde ainda haviam células cristãs, o cristianismo dos primeiros tempos. Ali ainda haviam livros que respeitavam a fidelidade, a fidelidade cristã. E ela então, sabendo notícias do irmão, o desafiou e disse: "Nunca mais, nunca mais ironizes Jesus sem conhecê-lo. Tu pode ser um grande intelectual. Ele era professor titular de hebraico e grego, além do aramaico, na Universidade de Sorbone. vai conhecer Jesus nas fontes antes que ele tenha recebido dos ensinamentos que foram transcritos e chegaram aos nossos tempos os enxertos do interesse humano. Quando verdadeiramente conheceres Jesus, aí eu vou aceitar que concluas e fales o que dele pensares. Ele aceitou o desafio e foi em direção às fontes fidedignas antes da vulgata, ainda no hebraico, ainda no aramaico, ainda no grego. E no dia 22 de fevereiro de 1862, numa assembleia solene dessa Academia de Letras e Ciências da França, ainda a meio caminho de um livro que lançava e que ele dera o título de A vida de Jesus. Erneste Renan toma a tribuna e inicia a sua fala, dizendo: "Jesus é um homem incomparável.
Ciências da França, ainda a meio caminho de um livro que lançava e que ele dera o título de A vida de Jesus. Erneste Renan toma a tribuna e inicia a sua fala, dizendo: "Jesus é um homem incomparável. Ele não sabia, como nós sabemos, através das luzes do Espiritismo, que Jesus é um espírito que aure direto de Deus, das fontes puras do alo mental de Deus, as energias que viajaram numa nebulosa que se desprendeu do sol e sob a magnificência das ordens do criador, ele escolheu o local exato para criar a terra aqui nos acolheu. Amos quem formos exilados, talvez lembrando que muitos já retornaram aos seus locais de origem, espíritos ainda primitivos, talvez. Mas Jesus nos deu tudo e continua nos dando luzes que nunca irão terminar, a fim de que em nossa pequena trajetória possamos deixar pequeninas marcas das luzes que recebemos. E um dia quando a Terra viajando, não apenas na sua tonalidade material azul, mas na sua aura de paz atingida, onde as expiações não mais encontrarão abrigo, ainda no campo das provações, nós compreenderemos muito muito mais que nascemos, vivemos, morremos, renascemos ainda para progredir sempre tal é a lei. e numa tertúlia na arquibancada das estrelas, quando outros Cristos vierem para a inauguração da nova era, espíritos de todas as galáxias que puderem aqui chegar, alguns que nunca haviam visto a terra, apenas ouviram falar, recordando-se da história. Perguntem à beira de nós numa conversa entre eles. Será? Será mesmo este aquele planeta que a breve tempo estava revolvido na guerra, mergulhado nas trevas, nas sombras, na desesperança, será? E nós, tomados pelas lágrimas dos espíritas cristãos que reconheceram e seguiram intimorados, nosso modelo guia Jesus. Possamos dizer: "É". E eu estava lá no ápice da transição, plantando sobre as lágrimas dos descrentes, as pequeninas sementes da fé lúcida, das bênçãos, das claridades do Espiritismo. pude mesmo na lama fétida dos sentimentos escusos, deixar a marca da luz do Cristo que evitou aos que vinham logo atrás
as pequeninas sementes da fé lúcida, das bênçãos, das claridades do Espiritismo. pude mesmo na lama fétida dos sentimentos escusos, deixar a marca da luz do Cristo que evitou aos que vinham logo atrás sofrer e passar pelas mesmas dores que passamos. Porque eu também reconheço que Jesus não é apenas um homem incomparável. Ele é o Senhor e guia da terra, mestre por excelência do meu próprio coração. Muita gratidão, infinita paz a todos. M.
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