T4:E29 • Tramas do Destino • As alegrias e os testemunhos
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 29: As alegrias e os testemunhos (capítulo 28) » Host/resumo: João Korngold Comentários: Eulália Bueno e Laudelino Risso
Olá, amigos, olá, amigas. Sejam muito bem-vindos e bem-vindas a mais um estudo do livro Tramas do Destino. Hoje, capítulo 28, temos alegria de estar ao lado dos nossos queridos coordenadores, Eulália Bueno, Claud Risco. Eh, mas antes de começar, vamos fazer a nossa prece. elevando nossos pensamentos, pedindo a proteção dos amigos espirituais, a inspiração para mais um dia de estudo, que possamos receber as bênçãos dos nossos espíritos protetores, da nossa mentora Sueli Caldas Schuber, agradecendo Adivaldo Franco, médium, que nos trouxe este brilhante livro. do espírito Manuel Filomeno de Miranda, que nos tem proporcionado tanto aprendizado, tanta luz. Pedimos a proteção para todos nós, nossos familiares, todos os participantes deste estudo, que possamos continuar recebendo a proteção do mestre Jesus em harmonia, com fraternidade e muita paz. Que assim seja. Então, hoje, como eu falei, estamos no capítulo 28. Vamos então fazer o nosso resumo. Começa Manuel Filomeno de Miranda nos dizendo que pairava na família tão rudimente eh provada pelos sucessivos testemunhos purificadores, uma psicosfera de paz conquistada a preço elevado de sacrifícios, de silêncio e de dedicação a ao próximo. de Lisandra vinham notícias auspiciosas assinalando seus progressos e seu reajuste. Suas cartas agora eram repassadas de esperança e otimismo. Ressuscitara e adquirindo forças para prosseguir nos cometimentos que lhe eram destinados. Seis meses após o retorno do Senhor Rafael ao lar, foram celebradas as bodas de Gilberto e Tamires num clima de simplicidade e fé cristã. Manuel Filomeno nos fala que do lado deles, no mundo espiritual, em como viida a oração, dona Adelaide suplicou bênçãos e amparo divino para os consortes, tendo em vista a gravidade com que consideramos os casamentos, especialmente quando realizados entre aqueles que se identificam com os postulados cristianíssimos da doutrina espírita. A união dos corpos. Sabemos precederem compromissos de sublimação, dor, reajustamento e sombra,
ando realizados entre aqueles que se identificam com os postulados cristianíssimos da doutrina espírita. A união dos corpos. Sabemos precederem compromissos de sublimação, dor, reajustamento e sombra, cuja violação sempre acarreta consequências penosas para ambos os cônjuges. O companheirismo, durante o noivado é de fundamental importância, facilitando maior e melhor identificação pessoal, bem como propiciando a reeducação dos futuros nubentes, que se compreenderão desde logo, sem as surpresas que decorrem das uniões precipitadas. Além disso, nunca se postergando o exame da responsabilidade da construção da família, os nubentes sabem que a progenitura é de recorrência natural da comunhão física, através de cuja investidura retornam aqueles com os quais todos nos encontramos comprometidos, os filhos, a possibilidade de recebê-los. Convém cuidadoso exame dos candidatos ao matrimônio, que não se devem deixar envolver pelas modernas teorias anticoncepcionais, causadas muitas vezes pelo egoísmo, pelo utilitarismo, com respaldo na responsabilidade do Dout Farmiente sobre a desculpa injustificável da explosão demográfica eh avaçalante e insustentável em termos do futuro. Também cabe considerar que a ausência dos descendentes pelo corpo, como imposição redentora decorrente dos abusos pretéritos, que propiciaram lesões perespirituais e expressam-se na impossibilidade da fecundação, não exenta ninguém da responsabilidade de paternidade e maternidade espirituais, levando os casais assim caracterizados à condição de providenciais abnegados pais de abnegados pais de filhos de pais vivos, distendendo-lhe os braços socorristas e compassivos para aconchegá-los de encontro ao coração, preservando-os da orfandade social, com o que se credenciam a reconquista dos valores malbaratados e das bênçãos da procriação. outrora Vilipendiados. Gilberto e Tamires encontravam-se então conscientizados quanto aos deveres e funções decorrentes do matrimônio. Contavam com a ajuda da fé espírita que os iluminava
procriação. outrora Vilipendiados. Gilberto e Tamires encontravam-se então conscientizados quanto aos deveres e funções decorrentes do matrimônio. Contavam com a ajuda da fé espírita que os iluminava por dentro e com o amor que os unia e o sustentava. Manuel Filomeno de Miranda, então, volta a nos dizer que a programação do dos destinos, exceção feita aos pontos capitais de cada vida, ajustada aos impositivos redentores indispensáveis à readaptação das ações anteriores, sofre sucessivas alterações resultantes do comportamento, realizações, conquistas ou prejuízos a que cada criatura está sujeita. São previstas várias opções no tracejamento dos compromissos humanos em razão das atividades e injunções que se criam durante a vida corporal. construtor do destino, cada um altera consoante seu livre arbítrio, desde que não se encontre em expiação irreversível, que funciona como cárcere compulsório do defraudador renitente, que engendrou pela teimosia ou revolta incessante a constrição que o reeduca a benefício dele próprio. Como ninguém se encontra destinado à dor, ao abandono, à infelicidade, as ocorrências que afligem são recursos salvadores que se deve utilizar para crescer e se aprimorar em espírito. Da mesma forma, as manifestações de felicidade, saúde, inteligência, afetos, independência econômica, longe de constituírem prêmio ao merecimento, revelam-se como empréstimo para investimentos superiores, para aquisições de relevo para o bem comum, de que todos são convocados à prestação de conta posteriormente. A vida física constitui-se de oportunidades valiosas com que o espírito se defronta sob qualquer manifestação para o seu aprimoramento e sua ascensão. O matrimônio, portanto, é a oportunidade para a elaboração da família, a construção da sociedade. ular encontra-se os fatores causais do mundo melhor ou desafortunado do futuro, conforme a diretriz que se estabeleça para a família. Mesmo considerando que a vasta quantidade de espíritos necessitados de reencarnações
s fatores causais do mundo melhor ou desafortunado do futuro, conforme a diretriz que se estabeleça para a família. Mesmo considerando que a vasta quantidade de espíritos necessitados de reencarnações compulsórias, nenhum deles, entretanto, retorna ao mundo físico para promover a desordem, para estimular a anarquia, para fomentar a anticultura ou a perversão de valores. antes. Pelo contrário, a vida material representa uma oportunidade para que recebam diretrizes, educação, disciplina, orientação com que a aplainem as arestas do primarismo e almejem por melhor posição moral e aspirem a mais amplas concessões da vida. Não fosse a imposição das dores no lar Ferguson e os ímpetos de violência, as induções criminógenas remanescentes do passado, teloiam comprometido muito mais, conspirando contra a felicidade que hora se permitiam anelar, antegozando-a já em larga escapa. A dor, realizando a função de educadora, o salvara. Assim, as disciplinas morais, os deveres espirituais cultivados na família promovem o progresso de seus membros, mesmo que procedentes das faixas inferiores de evolução, corrigindo más tendências, semeando ideias de solidariedade, ordem e justiça, com que de alguma forma contribuirão para uma humanidade mais equilibrada. As atividades desenvolvidas pelo Sr. Rafael no clube do otimismo, no leprocômio, passavam a ser de alta valia para aquela comunidade segregada. Em prosseguimento ao labor, solicitou a direção que lhe fosse permitido dentro da dentro do espírito das leis brasileiras que ali se abrisse uma célula espírita para estudo e prática da doutrina codificada por Allan Kardec. Mesmo as duas irmãs religiosas de caridade que ali trabalhavam, entregando-se ao socorro de pacientes reclusos, não apresentaram qualquer ponderação em sentido contrário, em razão dos requisitos morais e das atividades desenvolvidas pelo apelante. As primeiras reuniões tiveram lugar no clube do otimismo, onde Cândido, em exposição muito comovente, desvelou a sua convicção entre aplausos e emoções
is e das atividades desenvolvidas pelo apelante. As primeiras reuniões tiveram lugar no clube do otimismo, onde Cândido, em exposição muito comovente, desvelou a sua convicção entre aplausos e emoções de todos que o amavam e o consideravam diferente em face do comportamento superior a que se impôs. No Francisco Xavier, o centro, o Dr. Armando Passos com aquiessência da diretoria da casa e o aplauso entusiasta de Epifânia deu início a uma campanha de solidariedade para a construção de uma pequena sede, onde se poderiam ministrar as valiosas lições do espiritismo e os recursos fluidoterápicos do passe da água magnetizada. Nesse interim, os benfeitores de Lisandra, que se lhe afeiçoaram com carinho, comunicaram a seus familiares que a sua permanência deveria ser estendida, tendo em vista a necessidade de se fixar nas disposições da saúde mental. Segundo a psiquiatria, o problema que se fazia portadora era suscetível de recidiva, convindo que aos primeiros sinais o paciente recebesse medicação adequada. Como já estava cooperando no freno na condição referida de auxiliar de enfermagem, era conveniente que se protelasse um pouco mais a sua estada ali, de modo que a sua recuperação não corresse perigos que se podiam sanar por antecipação. Na semana de matrimônio do irmão, escrevera-lhe longa carta repassada de ternoura. rogava a ele e a futura cunhada perdão pelos problemas que lhes causara involuntariamente e demonstrava profundo e sincero desejo de ressarcir-lhes os incômodos, as preocupações, buscando ser útil de alguma forma no futuro. O rapaz comovido, pela primeira vez, experimentou sincera piedade e uma abençoada onda de ternura o envolveu em relação à irmã. Nesses comenos, embora o equilíbrio psíquico de que dava amostras, a saúde física passou a notar alterações. Como Lisa e os familiares já conhecessem os distúrbios anteriores de que Lissandra fora vítima, aos sinais mais desconcertantes resolveram consultar um leprólogo local que a submeteu aos exames específicos e constatou o retorno
á conhecessem os distúrbios anteriores de que Lissandra fora vítima, aos sinais mais desconcertantes resolveram consultar um leprólogo local que a submeteu aos exames específicos e constatou o retorno da ranceníase. colhidos pelo grave diagnóstico, em fase da impossibilidade de ocultar-lhe os resultados, sugeriram a repetição do tratamento em circunstâncias equivalentes. Lissandra, no entanto, consciente das necessidades evolutivas, espírita que se considerava, solicitou o internamento. "Eu sei agradeço", disse. Tenho pensado muito nos últimos tempos a respeito da minha vida de martírios e renúncias. Só reencarnação me projeta a luz nos inúmeros porquês que me afligem. Graças a isso, tenho resignação e confio em Deus, submetendo-me agora com humildade às determinações superiores. Lisa, enfermeira, fala: "Nós, porém, não receamos". E Lisandra responde: "Compreendo e acredito. Este, todavia, é meu momento de conviver com aqueles que, a minha semelhança são comensais dos mesmos delitos. Com os conhecimentos espíritas, poderei animá-los e com a pequena experiência de auxiliar de enfermagem poderei ser útil à colônia." Não é tristeza nema o que sinto. São apenas saudades de todos. Receio que não voltarei a ver minhas adoradas mãe e tia, meu pai, meu irmão e cunhada com a visão terrena. Lis abraça Lisandra, que delicadamente se afasta, e expõe: "Algum dia, se possível, diga-lhes quanto os amei, ainda os amo agora, e quanto sofro por halos afligido durante esse longo exílio após a minha partida, embora não possua mérito algum, que reconheço não dispor, rogarei a Jesus abençoá-los e que estendam a Epifânia, a Cândido e ao Dr. armando a minha infinita gratidão. Isto parece uma despedida. Talvez sim. Como nunca nos separaremos e sabemos que a morte não interrompe a vida, serieis a você e aos seus afetuosos genitores perenemente reconhecida, digas a ele, diga-lhes por mim. Enquanto dialogava com amiga, sua voz Delaide a inspirava, mantendo a sustentação das forças no momento importante da existência.
sos genitores perenemente reconhecida, digas a ele, diga-lhes por mim. Enquanto dialogava com amiga, sua voz Delaide a inspirava, mantendo a sustentação das forças no momento importante da existência. Dois dias depois deu ingresso na colônia de Ranseníos da cidade que hora se encontrava. Quando os Fergosons tiveram notícia da extensão dos novos sofrimentos, não puderam reter as lágrimas, somente dominadas quando Hermelinda, inspirada por pelo irmão Natércio, tomou do Evangelho Segundo Espiritismo e com a voz estrangulada leu ao acaso a lição Bem-aventurados os Aflitos, cujo texto, muito conhecido de todos, adquiria nova dimensão e profundo significado naquele momento dolorido. Natural que a dor lhes abatesse a força, não porém a coragem ou a fé. Cientificada na palestra da noite, no Centro Espírita, Epifânia conduída e solidária aflição dos irmãos, os modernos filhos do Calvário, em preciosos argumentos inspirados pelo mentor, confortou-os, exortando-os a confiança integral em Deus e a gratidão pelas lutas novamente experimentadas. Lisandra, conforme fora intuída e o dissera, não volveria em corpo físico, na atual conjuntura expurgadora ao seio da família. Esse seria então o resumo. Nós vamos agora convidar nosso querido Laudes para começar o aprofundamento do estudo. Querido João, meu Lália, amigos que nos acompanham, os nossos votos de muita alegria. Bem-aventurados os aflitos, dizia Lisandra, uma vida de martírios e de renúncia. Quando não podemos pensar na nossa existência, a bênção de poder compreender os desígnios de uma existência física, aonde a morte interrompe as questões orgânicas e mantém a vida do espírito imortal. compreender que todos os infortúnios, todos os martírios, as dores, os sofrimentos, as notícias em que passava Lisandra e sabendo que não sofria somente ela o infortúnio, agora novamente da lepra, mas todos os familiares, os amigos, compadecido novamente daquela patologia que agora poderia tomar a sua vida física, mas mantendo o brilho no olhar, na certeza
infortúnio, agora novamente da lepra, mas todos os familiares, os amigos, compadecido novamente daquela patologia que agora poderia tomar a sua vida física, mas mantendo o brilho no olhar, na certeza da imortalidade da alma. Quando o benfeitor vai nos escrevendo o livro nesse capítulo, inicia para nos dizer exatamente algumas questões sobre as nossas existências. trago de relevância para a minha avaliação eh nos estudos a respeito do matrimônio, quando nos dedica vários parágrafos para falar a respeito da união de Gilberto e Tamires e falar do compromisso que envolve o matrimônio, aonde a família vai nascer através da união destas almas. A família vai começar novamente toda uma árvore genealógica de formação e de expansão das suas ramificações. Através dessas uniões que todos nós estamos submetidos na nossa vida corporal. Falo corporal porque logo mais vamos entender também as uniões que envolvem as nossas almas, não somente os nossos corpos físicos. num artigo belíssimo, Kardec nos traz na revista espírita de fevereiro de 1862, um artigo com o nome União Simpática das Almas. O benfeitor de Lon vai nos colocando de uma maneira muito bela as uniões que as almas realizam nos seus planejamentos superiores para voltar numa encarnação, reencarnação da Terra, para poder ali, não só por produzir um exemplo missionário de um casal abnegado à construção da sua família, mas também a resgatar aquele espírito afim com dificuldade no seio familiar, mas toda a família da árvore genealógica, que aquele exemplo de almas afins podem levar em um grande campo social, a expandir através do exemplo do amor bem vivido, da união simpática que o matrimônio pode realizar. Para isso, para começarmos os nossos aprofundamentos, eu gostaria de pegar o Evangelho Segundo o Espiritismo para recordarmos um pouquinho do capítulo 22, quando está lá, não separeis o que Deus juntou. E Jesus então vai trazendo a uma informação que está da seguinte forma: "Não leste que aquele que criou o homem desde o princípio, os criou macho e
22, quando está lá, não separeis o que Deus juntou. E Jesus então vai trazendo a uma informação que está da seguinte forma: "Não leste que aquele que criou o homem desde o princípio, os criou macho e fêmea?" e disse: "Por essa razão, o homem deixará seu pai e sua mãe e se ligará a sua mulher, e não farão os dois, senão uma só carne. Assim já não serão duas, mas uma só carne. Não separe, pois o que Deus juntou". E depois Kardec coloca o seguinte: "No casamento, o que é de ordem divina é a união dos sexos para que se opere a substituição dos seres que morrem." Deixa aqui profundo. Da ordem divina é a união dos sexos para a substituição dos seres. Havíamos falado recentemente ali. Marcho e fêmea já haviam lido. Depois ele segue. Mas na união dos sexos, a par da lei divina material, que é essa união comum a todos os seres vivos, há outra lei divina imutável, como todas as leis de Deus. exclusivamente moral, a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos laços da alma. E é tão magnífico quando nós começamos a perceber que a união dos sexos que nos atrai um processo inicial de matrimônio, nós vamos fazendo muitas vezes através de uma visão consciente num processo de desenvolvimento natural da própria criatura humana, escolhas que possam trazer alguns interesses materiais para que possa ocorrer então a união, o laço da carne. São esses interesses materiais que unem num processo de procriação. Eu sou um cocriador. Logo, um homem e uma mulher podem continuar a procriar, a dar sequência à espécie humana. Há uma ligação, um vínculo, mas disso nascem alguns interesses materiais. E quando ali está Jesus falando que não separeis o que Deus juntou, seria essa a união divina? Porque quando coloca de ordem divina, se tratam-se das relações para substituição dos seres. Mas será essa a junção, a união somente que Jesus estava falando? Ou o que ele que gostaria de expressar a respeito deste vínculo divino? dessa união divina, os laços da alma, a lei do amor,
os seres. Mas será essa a junção, a união somente que Jesus estava falando? Ou o que ele que gostaria de expressar a respeito deste vínculo divino? dessa união divina, os laços da alma, a lei do amor, vinculando as almas, não mais somente os corpos. E aí é importante nós criarmos uma boa consciência a respeito da discussão, por estamos falando a respeito dos matrimônios. Quantos de nós que estamos hoje num processo de enamorados, noivados ou mesmo vinculados já em casamentos de 1, 5, 10, 30, 40 anos, temos a habilidade de poder parar, refletir, reformular os seus votos. Qual foi o voto, o interesse real do meu casamento? vincular a minha alma, vincular ao meu corpo, sim, vincular à união dos sexos para respeitar um processo de substituição desses seres. Vamos compreender a união matrimonial. Nisso ainda há a lei divina do amor. Coloca que os dois vão estar vinculados um ao outro e não separados. a união material com a união transcendente, não separando um do outro, porque a partir do momento que haja somente uma união material, não fazem isso mesmo os coelhos? Porque interesse de uma reprodução, os animais sem um grau de consciência num processo do desenvolvimento das funções ético-morais também reproduzem. mas sem nenhum processo ético num processo de uma relação. Agora, quando eu começo a compreender que este matrimônio não só me apresenta, como ali na revista espírita de Allan Kardec em fevereiro de 62, que podemos ter almas afins, mas podemos ter almas, talvez, que não seja almas de reencarnações passadas, mas que trazem suas cargas vibratórias os mesmos compromissos éticos, morais para fazer com que ocorra a progressão E essas almas vão se tornando afins do decorrer das suas existências. Ou seja, nem sempre eu estou casado ou estou escolhendo o matrimônio daquela minha alma gêmea, como depois em outro artigo Kardec fala das metades eternas, como se fosse aquela alma vivendo ao meu lado constantemente as vidas num processo aonde ambos progridem, avançam e o amor
inha alma gêmea, como depois em outro artigo Kardec fala das metades eternas, como se fosse aquela alma vivendo ao meu lado constantemente as vidas num processo aonde ambos progridem, avançam e o amor de uma maneira natural vai crescendo de tal forma que não se tratam mais de uniões que envolvem a matéria ou as uniões sexuais da matéria são os laços da alma, do amor, porque nas jornadas já puderam reencarnar homem, mulher, mulher, homem e transcender já as necessidades ou os interesses desses laços que envolvem somente a substituição dos seres da terra. Agora, como estamos falando, falo nas minhas reflexões de almas que estamos habitando um mundo de provas e expiações. Precisamos saber que as escolhas daqueles parceiros que estamos escolhendo para jornadear esta vida conosco, nós temos que perceber que nossas provas, nossas expiações, podemos escolher aquele que porventura possa vir a somar a minha existência. da mesma maneira que eu venha a somar, mas é uma soma muito diferente, porque ela só ocorre a soma ou a multiplicação quando ocorre uma divisão. Estranho, por eu só vou poder somar se eu aprender a dividir. E a dividir de que maneira? Se eu estou me envolvendo em uma relação, um relacionamento, ou seja, são dois laços dessa relação, eu preciso aprender que algo de mim vai sair para que esse espaço possa ser preenchido com um pedacinho do outro. é uma troca, mas se for uma troca através dos interesses, já não é uma troca, é uma disputa. E eu vou, tem que colocar uma troca de maneira que eu equipare. Eu dei seis, eu quero seis, porque é uma troca entender as relações e saber quem está a ao meu par, ao meu lado, convivendo comigo e podendo entender quais são as maiores necessidades daquela pessoa em que eu estou vinculada, mesmo antes do matrimônio, e saber como que aquela pessoa lida frente às minhas necessidades. E será que ali eu consigo construir esses votos para jornadear uma existência terrena, por curta que seja, talvez possa durar 60 anos ao lado daquela criatura?
ssoa lida frente às minhas necessidades. E será que ali eu consigo construir esses votos para jornadear uma existência terrena, por curta que seja, talvez possa durar 60 anos ao lado daquela criatura? E será que teremos essa habilidade para construir desta relação algo que possa criar um laço que envolva a alma e não somente os corpos? Porque ali estaremos fazendo a união de que Deus juntou. Quando Deus aproxima, então, essas almas e elas desejam se fundir-se, unir-se, fazendo de duas almas uma só, a união se dá através dos laços da alma e não mais somente dos interesses da carne. Quando o benfeitor coloca no livro Tramas do Destino, ele coloca da seguinte forma: "A união dos corpos precedem compromissos, sublimação, dor, reajustamento." Mas Laudelino, você acabou de falar que eu não tenho que reajustar com aquela alma, porque muitas vezes eu não tô num trânsito reencarnatório de uma alma que eu estive em vida passada, pois às vezes eu posso estar. Mas da mesma forma o reajustamento é que nós não temos nenhuma dívida com qualquer outra alma que está convivendo conosco, nem desta e nem de outra jornada. Toda dívida moral que nós estamos talvez realizando por atos equivocados, talvez ainda imaturos na nossa ignorância e infantilidade, nós vamos assumindo débitos perante a nossa consciência e a lei de Deus. Ou seja, esses débitos serão ressarcidos à lei divina através de um arrependimento que vem através da conquista do conhecimento, porque ilumina e eu consigo perceber o ato equivocado. Dessa maneira eu me arrependo porque eu não sabia, eu me equivoquei. E agora, sabendo que era um ato equivocado, eu começo o meu planejamento de reajustamento. E essa reparação muitas vezes se dá nesse processo inicial em procura de um parceiro, procura de uma parceira para que ali eu possa construir a pequena célula familiar e dar sequência nessa grande árvore familiar que todos nós fazemos partes. Porém, quantos de nós começamos a nos vincular os olhares que começam a ser trocados, talvez o
ruir a pequena célula familiar e dar sequência nessa grande árvore familiar que todos nós fazemos partes. Porém, quantos de nós começamos a nos vincular os olhares que começam a ser trocados, talvez o interesse, aquela aproximação, a pulsão sexual, como nos traz Freud, como também nos aprofunda Jung. Jorge Andreia nos apresenta um livro magnífico sobre as energias sexuais da alma. Os psicossexuais começam através das suas polaridades. Os arquétipos, ânimos e ânima, vão se aflorando. E eu começo então a aproximar-se de uma construção matrimonial. Logo, hoje, num corpo físico masculino, nas minhas polaridades, ânima ou ânimos, feminino ou feminino ou masculino, eu vou procurar o meu, a minha parceira, vencendo em mim as minhas dificuldades, as minhas atrações, os meus desejos. as paixões talvez tormentosas de outras jornadas que eu possa trazer uma polaridade com dificuldade. E agora eu começo então a vencer e a trair uma proximidade agora de um sexo feminino que possa fazer com que essa união dos sexos possa seguir a lei divina material. Desta forma, quais são os interesses desses meus olhares, dessas trocas? Será que seriam os interesses primeiro da comodidade? Ah, eu preciso me vincular porque é uma pessoa mais me ajuda, colabora, eu penso em casar porque esse casamento pode me trazer tanta facilidade, comidade, realmente, porque é uma parceira pensar que eu posso envelhecer junto e aí envelhecendo junto pelo menos eu não tô sozinho, eu evito a solidão. Então, a minha escolha talvez não tem nada de vínculos que queiram aprofundar os laços da alma, mas com interesse talvez da comodidade para evitar a solidão futura ou a segurança. Quantos de nós estamos olhando, talvez aquela que possa me oferecer a segurança financeira, emocional, social lado eu estou seguro porque dentro dos conflitos que eu trago e das inseguranças que eu trago no meu ser, aquela posição que apresenta tal firmeza em voz, em timbre, em postura, me completa. E agora o meu interesse não é um vínculo
tro dos conflitos que eu trago e das inseguranças que eu trago no meu ser, aquela posição que apresenta tal firmeza em voz, em timbre, em postura, me completa. E agora o meu interesse não é um vínculo que possa criar um laço da alma, mas talvez preencher uma deficiência da minha própria alma. Será o poder? A pessoa, talvez eu vejo, eu estou com 19 anos de idade, eu vejo uma senhora com 90 anos, com um poder nas mãos, podendo abrir tantas portas e eu me atraio. Mas seria uma atração física ou seria uma atração de interesses da onde o poder me vibra e aquilo vibra real dentro de mim? Mas é um interesse e é um interesse exclusivamente material. Será que eu estou me vinculando aos olhares, talvez, para aquela pessoa que possa me dar os acessos, as viagens, os carros, conforto, luxo, porque está com um cargo, talvez, que possa ter assumido, conquistado, herdado e que talvez possa me dar os os acessos materiais, indiferente da beleza física, das funções éticomorais que a pessoa possa viver, as virtudes que a pessoa possa conquistar a religiosidade que ela tenha. Não, não me importo. O que mais me importa são os acessos que essa pessoa pode abrir e facilitar a minha vida. Então, eu me uno, eu me vinculo a ela também por outros interesses materiais. Seria o destaque social. A pessoa já vem de uma família que talvez já lhe traga a projeção dos holofotes que tanto eu almejo nos dias atuais, os seguidores, a projeção. E talvez eu possa facilitar o caminho. Eu não precise ir fazendo o meu destaque social através das minhas conquistas. Já eu posso me vincular com alguém que já tem esse destaque. Isso me facilita tanto a jornada pensando na vida e nos meus objetivos materiais. Logo, devo me esposar com alguém que me ofereça tais facilidades. Novamente, eu vou criando as uniões e os laços vinculados aos interesses plenamente materiais. Seriam através das disputas. Nossa, a minha amiga ou o meu amigo casaram-se recente, se uniram em matrimônio e estão com os corpos esbeltos, estão produzindo agora as
interesses plenamente materiais. Seriam através das disputas. Nossa, a minha amiga ou o meu amigo casaram-se recente, se uniram em matrimônio e estão com os corpos esbeltos, estão produzindo agora as melhores cerimônias, as festas. Logo, eu acho alguém que possa me oferecer algo tão bom, tão bom quanto, para que eu também tenha o meu destaque, para que eu dispute e não perca o espaço social aonde eu estou vivendo. Mas às vezes as uniões se dão muito mais, não só por interesses, mas por instintos. instintos de poder ter agora no matrimônio um sexo de graça, porque agora eu não preciso pagar pelos vínculos sexuais. fica mais fácil eu ter, porque eu tenho já um parceiro, uma parceira, e eu posso usar dos meus instintos sexuais com maior eh agilidade durante o meu processo de convivência, sem tá necessitando as conquistas e às vezes as rejeições que poderiam acontecer. Com isso, eu escolho alguém que possa atender os meus desejos, impulsos e pulsões exclusivamente do ato sexual. É uma troca. Custe-me o que custar, porque eu poderia fazer a troca. Tá com interesse no poder, tá com interesse nos destaques, nos acessos. Ótimo. Me ofereça as questões sexuais. Trocamos, trocamos as uniões, ambas vinculadas sobre os interesses materiais. Aí não é Deus juntando, mas é mamon com os múltiplos interesses manipulando a mente para unir a criatura humana sobre os interesses exclusivos da matéria e não exclusivos para um processo da substituição dos seres. Não, eu vou me unir em matrimônio para reproduzir, para poder Não, isso é uma união material da ordem divina, mas o interesse não é esse. Pode ser que futuramente, quando estivermos já com a segurança financeira, já tivermos curtido todas as viagens ao redor do mundo e pudermos ter todas as festas mais badaladas, pensemos nos filhos. Se vamos querer de alguma maneira construir uma família. Quantos de nós não nos vinculamos à procura de uma companhia, uma companheira. Somente eu desejo uma companhia. Mas a companhia como se fosse substituir
querer de alguma maneira construir uma família. Quantos de nós não nos vinculamos à procura de uma companhia, uma companheira. Somente eu desejo uma companhia. Mas a companhia como se fosse substituir o pai e a mãe, aquele indivíduo que ainda precisa de cuidado. Eu preciso que alguém cuide de mim. Os interesses exclusivamente da matéria. Para quando? Vamos começar a refletir e começar a ver que os laços da alma são aqueles vinculados à lei do amor. Quanto de paciência eu posso construir na minha existência com aquele ser? Sem dúvida, a construção da paciência vai se dar minha parte para com a dela. Quanto de renúncia eu estou apto a oferecer neste matrimônio? Porque a partir do momento que eu aprenda a renunciar para uma esposa ou para um esposo, vai aprender a verdadeira renúncia quando chegarem os filhos. Ah, eu estou cansado. 3 da manhã, meu amigo chorou, tá com febre e você vai ficar acordado é a noite inteira, esteja cansado ou não. Ah, mas isso é o papel da esposa. Calma. Talvez hoje, porque ontem foi o teu dia. É uma troca, é uma renúncia. Eu tenho essa disposição. Eu tenho a disposição da empatia para vibrar de uma maneira sincera pela conquista daquele meu ente parceiro, que agora eu posso chamar de esposa. vibrar pela vitória, pela conquista própria dos seus esforços, aonde eu pude talvez contribuir com uma pedrinha para conseguir elevar um pouquinho mais o degrau da sua conquista ou aceitar resignado agora a ajuda que a companheira pode me oferecer. Eu aceito resignado, porque eu sei que o que tá vibrando aquela ajuda é o amor e não vai me oferecer cobrança daqui um, 2, 3 anos. Olhe o que eu fiz por você. Porque se houve a ação em um matrimônio que está vinculado à lei do amor, ela é desinteressada, a não ser o interesse de poder ajudar e amar, poder construir os laços de fraternidade com a família, porque a esposa ou o esposo, por incrível que pareça, não venha sós e você poder transformar a tua sogra em um membro realmente da sua família espiritual, o
uir os laços de fraternidade com a família, porque a esposa ou o esposo, por incrível que pareça, não venha sós e você poder transformar a tua sogra em um membro realmente da sua família espiritual, o teu sogro. o teu cunhado, mas é uma família que já vai trazer também os seus problemas. Agora, não esqueça que você também tem a sua família. E ambos vão poder pensar num sentimento de uma conquista de fraternidade, porque é a lei do amor que eu escolhi para realizar o matrimônio. Ou seja, estamos falando sobre a vitória plena do egoísmo e do orgulho em uma conquista gradativa, mas nessa pequena célula, nós vamos vencendo todo toda a importância da nossa personalidade em benefício daqueles que nos rodeiam. E dali começam os filhos, começam a família. E eu deixo a palavra para nossa lá seguir no seus comentários. Esses seriam as minhas, os meus aprofundamentos a respeito do matrimônio. Muito obrigado. Obrigado, Laudes. Excelente. Sempre importante relembrar as responsabilidades de uma união sob a ótica espírita. Então agora convidamos nossa querida Eulá. para eh complementar os nossos eh os nossos aprofundamentos. Olá, João Laudes, irmãos tão queridos, a todos os demais amigos e amigas que se juntam a nós sob a orientação espiritual de nossa querida Sueli Calda Schuber, de Manuel Filomeno de Miranda e eu estava aqui ouvindo o Laudes falar quando vem os filhos, daí não tem cansaço, não tem desculpa. E eu rapidamente já puxei aqui um papel falando de alguém que não é espírita e ao que nos conte ateísmo, que é o grande reconhecido escritor português José Saramago. E ele disse assim: "Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo. Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
o mesmo. Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder como não é nosso, recordam-se? foi apenas um empréstime. Que coisa fantástica. E quando nós tomamos dessa reflexão sobre as luzes do Espiritismo, porque com absoluta certeza este capítulo valoriza a escola ou o laboratório de almas que representa a família. Então nos pede uma reflexão profunda sobre como estamos nos comportando nesse laboratório de almas, nessa mistura de elementos espirituais que devem dar origem a experiências renovadoras. Quando o próprio livro aqui no parágrafo 15 nos diz: "Não fosse a imposição das dores acerbas no lar dos Ferguson e os ímpetos de violência, as induções criminógenas remanescentes do passado telo comprometido muito mais. Retiramos do livro Missionários da Luz, da lavra de André Luiz por Francisco Cândido Xavier no seu capítulo 8, no plano dos sonhos, o parágrafo 24. A primeira instituição visível do cristianismo foi o lar pobre de Simão Pedro em Cafarnaum. Uma das primeiras manifestações de nosso Senhor diante do povo foi a multiplicação das alegrias familiares numa festa de nicias em pleno aconchego do lar. Muitas vezes Jesus visitou as residências de pecadores confessos, acendendo novas luzes nos corações. A última reunião com os discípulos verificou-se no cenáculo terrestre. O primeiro núcleo de serviço cristão em Jerusalém foi ainda a moradia simples de Pedro. então transformado em baluarte inexpugnável da nova fé. Jesus investiu tudo para que compreendêsemos o valor inafiançável da família. E o espiritismo, partindo do livro dos espíritos, na pergunta 775, nos diz: qual seria para a sociedade o relaxamento dos laços de família? E a resposta é clara, uma recrudescência do egoísmo, que conforme a pergunta 913 nos fala que é a grande chaga da humanidade. ali no lar dos Ferguson, todos foram chamados a se desvestir desse egoísmo, porque sem a ajuda mútua,
ecrudescência do egoísmo, que conforme a pergunta 913 nos fala que é a grande chaga da humanidade. ali no lar dos Ferguson, todos foram chamados a se desvestir desse egoísmo, porque sem a ajuda mútua, sem a compreensão uns para com os outros, eles não conseguiriam superar tamanhas dificuldades. E obviamente o passado destampado pela convivência egoística, pela convivência sem a compreensão, sem a convivência respeitosa, teria se transformado numa verdadeira tragédia. Não estaríamos tendo a finalização do livro com os alvores da transformação moral. O excelente livro pequeno e valioso que é vida e sexo de Emanuel nos diz na sua lição 17 aborto de todos os institutos sociais existentes na Terra, o lar, a família é, sem dúvida nenhuma, o mais importante do ponto de vista dos alicerces morais que regem a vida. No livro Estude e Viva, no seu capítulo 40, Emanuel nos reproduz uma observação que precisa ser feita todos os dias. É o grupo consanguíneo a que forçosamente você se vincula por remanescentes do pretérito ou imposições de afinidade com vistas ao burilamento pessoal. Porque aqui quando eles são levados à reunião mediúnica, o caso elevado, nós vemos a apresentação eh do obsessor e dos seus cômpes, destacando que o grupo extraindo a mãe e a tia de Lisandra, de Gilberto, estavam enleados em graves equív ívo do passado, ou seja, eles já haviam convivido juntos e desperdiçado as oportunidades. acasos, conforme nos cita Ivone do Amaral Pereira, eh, recebendo a psicografia de Camilo Cândido Botelho ou Camilo Castelo Branco, no Memórias de um suicida, a cada um segundo as suas obras, nós vamos ver que muitas vezes o espírito esgota todas as possibilidades de recuperação no seio da família com que já convive a muitas reencarnações e o fato é que precisa ser retirado desse meio e vai renascer num meio onde só se aproximam pelas afinidades morais, que obviamente são do pior teor possível. Não há nenhum tipo de afeto, nem desafeto, porque o desafeto é um sentimento. Eu me magoo, eu me ofendo com aqueles que eu
aproximam pelas afinidades morais, que obviamente são do pior teor possível. Não há nenhum tipo de afeto, nem desafeto, porque o desafeto é um sentimento. Eu me magoo, eu me ofendo com aqueles que eu amo, com aqueles que eu quero bem. Então ali não vai haver isso. E é um ponto a menos, é um ponto negativo para que vençamos as dificuldades. Em algum momento, quando estamos no meio que nos é afim, entre espíritos com quem já convivemos, por mais incrível que nos pareça, existe uma gama de facilidades, o desfecho de uma situação que traz a lembrança um momento bom do passado antes de se estabelecer a mágoa. E isso nos leva, nos conjuga a retomar o sentimento de outrora. Mas quem nos dá uma definição excepcional é o mesmo André Luiz no livro Entre a terra e o céu, no capítulo 39, intitulado ponderações, quando ele nos fala que a família consanguínea pode ser também chamada de microhumanidade e o é porque conjuga no lar muitos perfis com os quais nós Nós lhe daremos portas aa do lar, seja pela conjugalidade, pela necessidade de conviver profissionalmente. Então, quando a gente diz assim: "Ah, na minha família eh não dá certo, é melhor eu sair de casa, eu enfrentar o mundo." Se você não conseguiu enfrentar aquele pequenino grupo escolhido a dedo, com planejamento antecipado e nós podemos ver isso em Missionários da Luz, no capítulo 12, preparação de experiências, imagine conviver com aqueles que você não tem nenhum tipo de afinidade. Nós nos nos tornamos mais rudes, nós disputamos, como disse o Laudes, não temos nada em comum a não ser a disputa, porque o mundo material, infelizmente, nos impulsiona cada vez mais para competir, para disputar. Então, esse laboratório é como se fosse aquele grupo reservado onde sim, eu vou expor as minhas deficiências. Mas de um lado ou de outro, porque a família não é feita só de desafetos, também é feita de conquistas de amores do passado. Nós vemos, por exemplo, ao nós vemos Lívia, personagens dos romances de Emmanuel que se devotaram
utro, porque a família não é feita só de desafetos, também é feita de conquistas de amores do passado. Nós vemos, por exemplo, ao nós vemos Lívia, personagens dos romances de Emmanuel que se devotaram a voltar espontaneamente para auxiliar os seus amores em dificuldades. Então, nesse grupo, com absoluta certeza, nós temos essas esses hóbices, essas diferenças não só dos desafetos, mas dos afetos, dos espíritos amigos. Então ele coloca e diz-nos mais, a humanidade também pode ser eh reconhecida como a macrofamília ou a família do Cristo. Quem são os membros da família do Cristo? Se ele detém em suas mãos a governança da Terra, um planeta de provas e expiações, então a família do Cristo é formada por espíritos imperfeitos ante um espírito de primeira grandeza, de alto grau de pureza, que no entanto, permanece nos oferecendo todas as oportunidades, nos oferecendo uma conjugação de espírito chamado família, que como nós vemos tão claramente no desenrolar deste livro, que é uma verdadeira trama, a importância dos espíritos amorosos, dos amigos dedicados que se aproximam, que se prepararam para nos auxiliar, que muitas vezes não fazem parte da nossa consanguinidade, mas vem até nós. São colocados em nosso caminho para nos animar, para nos renovar a esperança, para nos mostrar um horizonte novo. Vemos o nascimento de uma nova casa espírita dentro da colônia do leprosário, como resultado dos embates vencidos pelo amor, que estava doente. Sim, estava doente, mas foi tratado no meio desses elos familiares. E agora chegava Tamires para formar um novo núcleo familiar junto de Gilberto, uma criatura amorosa que eles fizeram por merecer um membro a mais naquele grupo familiar para ampará-lo nos desafios que ainda estavam por vir. E no vida e sexo, na lição seis, intitulada compromisso afetivo. Eu particularmente fiquei muito impressionada quando li isso e quero repassar a vocês quando Emanuel diz assim: "A guerra efetivamente flagela a humanidade e nós estamos vivendo períodos de guerras, guerras declaradas
e fiquei muito impressionada quando li isso e quero repassar a vocês quando Emanuel diz assim: "A guerra efetivamente flagela a humanidade e nós estamos vivendo períodos de guerras, guerras declaradas e guerras obscuras dentro do seio familiar. disputas que não nos levam a nada. Porque aquele que se sente vitorioso sob as ruínas do outro ou sobre as ruínas de uma nação, vem mostrar que faz parte de espíritos muito, mas muito distantes do objetivo do Cristo. Então, a guerra que flagela a humanidade, semeando terror e morticínio entre as nações, compara-se à afeição erradamente orientada por meio do compromisso escarnecido. E em número de vítimas, cobre, cobre é maior do que as que surgem nos campos de batalha. Porque não é apenas o casal que se separa, é uma família inteira que sofre um verdadeiro flagelo, que se destrói por dentro, que leva marcas profundamente dolorosas. Então, nós sabemos que do entrelaçamento de Gilberto e de Tamires, com certeza viriam os filhos. E quem são esses filhos senão outros espíritos que novamenteam no livro Pensamento e Vida, no seu capítulo 13 intitulado Filhos nos recorda que eles trazem consigo o patrimônio moral que lhe marca a individualidade. Então, todas as virtudes, mas também todas as pendências morais e que receberão o reflexo dos pais e dos mestres que lhe imprimirão. Percebam há tanto tempo a palavra que Emanuel nos fala, imprimirão, que nos lembra a era nova da tecnologia, da impressão, a nova chapa cerebral, ele não fala campo mental. Então nós ainda temos o instinto, porque o instinto erguido à inteligência, erguido à razão, vai alcançar o sentimento moral e amoroso e cada vez ele deve ser refeito, iluminado. Então, instintivamente nós ainda temos atitudes, mas elas não necessariamente precisam ser aquelas das quais vamos nos arrepender. Então, imprimirão a nas chapas cerebral as imagens que em muitas ocasiões lhe influenciarão a existência inteira. E para finalizar, nós vamos ao consolador, a sua pergunta 108, quando Emanuel é questionado
, imprimirão a nas chapas cerebral as imagens que em muitas ocasiões lhe influenciarão a existência inteira. E para finalizar, nós vamos ao consolador, a sua pergunta 108, quando Emanuel é questionado onde se encontra a base mais elevada para os métodos de educação da criança, que futuramente formará a sua família, as noções religiosas com A exemplificação dos mais altos deveres da vida constituem a base de toda a educação no sagrado instituto da família. E claro, falando de Manuel Filomeno de Miranda, nós temos que falar de Divaldo Pereira Franco, que no livro Palavras de Luz, sob a inspiração de de espíritos diversos, ele diz que quando o jovem vai chegando à idade da reflexão, naturalmente ele vai avaliar a conduta da família, principalmente se essa família é espírita, Ele vai analisar e vai constatar o que realmente esse tal de espiritismo influenciou na melhoria da sua família. e vai pensar, ou o espiritismo não é legítimo porque não logrou modificar a família ou a família não é honesta porque não assimou os postulados que diz abraçar. E por conta disso, ele muitas vezes resolve para realizar as suas próprias buscas e os seus próprios desejos. Como nós temos certeza que o espiritismo é legítimo, que nós, membros da família espírita, façamos a nossa parte, porque aquelas duas almas iluminadas dentro do lar dos Fergonson foram a base de sustentação para a transformação moral da família. Muita gratidão e infinita paz a todos. Obrigado, Eulália. Importantíssimas reflexões sobre a família, sobre as nossas responsabilidades, sempre sob a luz da doutrina espírita. Então, hoje foi um dia dedicado a casamento e família, sempre muito importante para nós. Agradecemos a todos pela audiência e convidamos a todos para que voltem a estar conosco na próxima semana, no capítulo 29, o penúltimo capítulo dessa brilhante obra Tramas do Destino. Pedimos a Deus que nos proteja e a todas as nossas famílias, aos trabalhadores, ao movimento espírita nessa semana, até a próxima reunião que teremos para
ítulo dessa brilhante obra Tramas do Destino. Pedimos a Deus que nos proteja e a todas as nossas famílias, aos trabalhadores, ao movimento espírita nessa semana, até a próxima reunião que teremos para mais um estudo. Obrigado a todos. Que Deus os abençoe.
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