T4:E9 • Tramas do Destino • Esperanças rechaçadas
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 09: Esperanças rechaçadas (capítulo 08) » Host/resumo: Gisele Risso Comentários: Eulália Bueno e Jussara Korngold
Boa noite, queridos amigos, queridos irmãos. É com grande alegria que nós do grupo de estudos online Sueli Caldas Schuber, estamos aqui reunidos mais uma vez hoje com as queridas amigas e irmãs Jusara e Ulália para então estudarmos o capítulo oito do livro Tramas do Destino, escrito psicografado por Divaldo Pereira Franco através do espírito Manuel Filomeno de Miranda. Antes de nós passarmos ao estudo do capítulo, convidamos a todos que unamos os nossos pensamentos em oração. Divino amigo Jesus, benfeitores, amigos espirituais que guiam, que conduzem este grupo de estudos, agradecemos imensamente pela oportunidade de estarmos aqui reunidos em teu nome, porque sabemos da sua presença entre nós, Jesus. E que possamos então aproveitar destes momentos para receber essas bênçãos que chegam do mais alto, que estamos tão necessitados de ti. Que o seu carinho, o seu amor nos console o coração, nos agasalhe, nos dê a sua paz, a sua harmonia. nos fortalecendo para os embates, os testemunhos e as provações da vida que fazem parte da vida de todos nós. Ao nosso querido benfeitor Manuel Filomeno de Miranda, a nossa querida amiga e benfeitora Sueli Calda Schuber e Adivaldo Pereira Fran. a nossa eterna gratidão pela oportunidade de termos acesso a essas verdades libertadoras. Fica conosco, Senhor. Que assim seja. Então, hoje nós vamos estudar o capítulo oito do livro intitulado Esperanças Rechaçadas. Vamos apresentar então um resumo e posteriormente passamos a palavra às queridas amigas que irão nos conduzir aos aprofundamentos. Então, neste capítulo, Filomeno de Miranda vai nos narrando a respeito da situação de Rafael no hospital, dizendo que ele estava extremamente frustrado e essa frustração estava macerando Rafael intimamente e assim ele se fazia mais arredio, completamente antisocial, mesmo entre aqueles que também compartiam junto junto dele da mesma mesma enfermidade, as instâncias da gentileza e quanto possível da assistência fraternal autêntica de Cândido, que se afeiçoou a
al, mesmo entre aqueles que também compartiam junto junto dele da mesma mesma enfermidade, as instâncias da gentileza e quanto possível da assistência fraternal autêntica de Cândido, que se afeiçoou a Rafael como tentativa de repartir a sua bondade com todos. Mesmo assim, ele acaba se entregando à crua melancolia e a funda revolta. Tudo quanto se encontrava em potencial nos recessos do ser, que trazia em gme as pesadas cargas da animosidade da acimônia, contribuiu para que se consumisse na combustão da prova, que recebeu com rebeldia superlativa. O tempo não conseguia fazer com que ele tivesse o milagre da resignação, nem que fosse ofertado o tesouro da humildade. Tinha o ânimo exacerbado, quase violento, fezse elemento pernicioso no hospital, dificultando o trabalho dos médicos, dos enfermeiros, dos funcionários da casa, implicando com todo mundo e se queixando o tempo todo. Ele não conseguia ocultar a sua mágoa perante a vida que o traía sistematicamente, gerando vez que outra, por parte dos outros um clima de hostilidade contra ele próprio. Mas Cândido, que o atendia com o devotamento de irmão leal, não conseguiu, mesmo a longo prazo, modificar as suas disposições negativas. paciente e conselheiral. O respeitável auxiliar da saúde era o exemplo da força do amor, capaz de demover pelos exemplos as mentes mais duramente fixadas às ideias negativas. Os pacientes amavam-no com gratidão. Ele sabia dispensar essas importantes migalhas do bem, que são valiosas em quaisquer situações, particularmente nesses casos onde há esses transes morais que surpreendem e devastam as criaturas. Ele era alegre sem cultivar a balbúrdia. era bondoso, sem alarde, trabalhando espontaneamente, de forma desinteressada, sem receber qualquer estipendio além dos parcos vencimentos, de que provia com nobreza, a subsistência própria e da família. Seja atitudes no hospital se padronizavam pelo culto ao dever retamente cumprido. Sua vida familial recada atestava-lhe as excelentes qualidades morais se acaso a vida
bsistência própria e da família. Seja atitudes no hospital se padronizavam pelo culto ao dever retamente cumprido. Sua vida familial recada atestava-lhe as excelentes qualidades morais se acaso a vida pública já não o fizesse. Era pai extremos conhecida a sua compostura moral perante a sociedade e se tornou um homem de conduta padrão no lar e também na rua. um exemplo discreto e humilde cultor dos caracteres do verdadeiro homem de bem. A esse tempo, as conquistas da ciência ofereciam à humanidade a mercade paternal de Deus, que tudo provê, a descoberta e consequente terapêutica, mediante as sulfonas, que se apresentavam como um filão de esperanças para os portadores da ranseníase. Mas mesmo assim, Rafael permanecia com muito pessimismo. Ele recebeu essas notícias que deveriam ser auspiciosas com grande sarcasmo, humor da cidade infeliz no seu habitual estado de rancor pela vida. Ao mesmo tempo, a técnica a serviço da saúde transformava os velhos hospitais em colônias alegres, onde se podiam formar grupos e comunidades equilibrados, seguindo-se no Brasil experiências exitosas em outros países da Terra. Os pacientes do lazareto em que o senhor Ferguzon estava foram transferidos de local, podendo desfrutar de uma área ampla, verde, urbanizada, onde eles recomeçariam o ciclo da vida ao ritmo da esperança nova, com possibilidade de egressão à sociedade. Já se assinalavam então as primeiras licenças e liberações dos pacientes que se tornaram não contagiantes, ensejando-se que se que retornassem ao convívio social. Certamente, muitos eram rechaçados e volviam à colônia deprimidos, enquanto outros menos mutilados que podiam ocultar o mal conseguiam se reintegrar e penetrar de volta na sociedade, tentando novo ajustamento, não fossem as imensas feridas que lhe ficaram na alma em forma de terríveis traumas psicológicos e morais. agriolado pela lepra mista, que significa nervosa e tuberculosa. O Senhor Rafael não fluía da aventura de pelo menos amainar a Morfeia, desde que se lhe afigurava impossível debelá-la.
gicos e morais. agriolado pela lepra mista, que significa nervosa e tuberculosa. O Senhor Rafael não fluía da aventura de pelo menos amainar a Morfeia, desde que se lhe afigurava impossível debelá-la. ignorava e teimava por ignorar o valor da contribuição pessoal por meio do cultivo das forças superiores pelo pensamento edificado no bem, suscetíveis de reativar as energias físicas e mentais, como se adquirem créditos graça à submissão resignada com que se minoram os gravames sofridos e se reorganizam os mapeamentos. do determinismo espiritual, modificando-se, inclusive, não raro, os quadros patológicos, as linhas do destino, as diretrizes da vida, aspirando as vibrações inferiores e mefíticas que dele mesmo emanavam, mais sucumbia com o corpo em deformação e a alma mutilada, presa na concha do seu orgulho ferido. Suas alegrias eram correspondência, as correspondências do lar, onde então a esposa e os familiares escondiam dele as agonias que sofriam, apresentando um quadro irreal de alegrias, porque na verdade as alegrias não existiam, com o objetivo de diminuir as penas e os sofrimentos e os que estavam afligindo Rafael. Essa era a forma de animá-lo, de fortalecê-lo, para que lhe houvesse esperança, mas ele se negava. Em contrapartida, ferreteado pela intempestiva animosidade, as suas cartas para a família eram sombreadas pelas perspectivas sempre negativas, carregadas de fé. E desde o começo, ele proibiu terminantemente que a família fosse visitá-lo, asseverando que a desobediência a esta ordem redundaria em terrível ofensa a ele. desejava ser recordado conforme viver em casa, não na condição de um pária, um réprobo assinalado por deformações que já lhe afetavam a aparência, o corpo. A vaidade fútil e vã permeia nele mais terrível e odienta do que a própria enfermidade. Em si mesmas, as doenças morais são mais nefastas. porque decompõe o homem de dentro para fora, ao inverso das outras, as de ordem física. Durante esse tempo, com habilidade e persistência, Cândido deixou revelar a
as doenças morais são mais nefastas. porque decompõe o homem de dentro para fora, ao inverso das outras, as de ordem física. Durante esse tempo, com habilidade e persistência, Cândido deixou revelar a sua condição íntima de fé religiosa. Embora respeitasse o culto que se oficiava no lebrocômio, silenciava contra com a quanto às próprias convicções. Mas numa conversa íntima com o Senor Rafael, ele faz delicadas abordagens, revelando a sua crença espírita. em contínuas conversações, esclarece a respeito dos postulados da doutrina de Allan Kardec, insistindo no tema, ensinando as leis de causa e efeito, fatores centrais e causais para as reencarnações, por cujo mecanismo se podem explicar todos os problemas humanos e sociais vigentes na Terra. o obstinado interlocutor, apesar de ouvi-lo com respeito e admiração de de que Cândido se fizera credor, argumentava, fixando-se nas ideias negativas e preconceituosas, tentando afastar o medicamento que lhe era oferecido por misericórdia celeste. E por preferisse a condição de desventurado em clima clima psíquico de pertin irritação, tornou-se fácil o joguete dos inimigos desencarnados que o espreitavam e prosseguiam perseguiam. Nele se estabelecendo dolorosa, parasitose obsessiva que já o apoquentava, induzindo hipnoticamente a uma posição odienta entre todos, distante um passo da loucura total. E no obstante, o incorruptível amor de Deus não o desamparava, como a ninguém deixa a mercê da própria solide. Então, este é o resumo deste capítulo profundo, triste e importante. E agora passamos então a palavra à nossa querida irmã Jusara. Obrigado, Gisele. Olá, queridos amigos. Que alegria nós estarmos aqui novamente para dar continuidade ao estudo dessa obra. E como sempre, Manuel Filomeno de Miranda nos trazendo diversos ângulos nos seus capítulos, aonde nós podemos eh refletir ainda mais a respeito de valores morais, de condutas, daquilo que nós deveremos ou deveríamos estar fazendo para realizarmos esta nossa melhora espiritual. E quando estava
onde nós podemos eh refletir ainda mais a respeito de valores morais, de condutas, daquilo que nós deveremos ou deveríamos estar fazendo para realizarmos esta nossa melhora espiritual. E quando estava preparando para esse capítulo, uma das coisas que me chamou atenção foi justamente o Cândido, pensando nesse auxiliar de saúde, como Manuel Filomeno de Miranda o coloca, e pensando na dificuldade que deveria ser, se nós pensarmos a respeito, você ser se tornar um profissional, mesmo sendo da área da saúde, num hospital aonde os doentes estão acometidos pela lepra. numa época em que até então, né, como o capítulo nos nos esclarece, apenas naquele momento começaram as experiências com as sulfonas, medicação que podia trazer assim uma recuperação, um certo conforto e dependendo dos casos até a cura. Mas esse enfermeiro dedicado tinha que assistir diariamente a deterioração daqueles corpos, daquelas vidas, as tristezas que ocorriam, assim mesmo como estava ocorrendo com o nosso eh personagem aqui que Manuel Filomeno de Miranda destaca, que é o Senr. Rafael. alguns deles trazendo assim no caráter um ou eh eh resigindo maior maior atenção, maior paciência, maior tolerância, todos eles em tremendo estado de sofrimento. E quando eu estava refletindo a respeito de Cândido, né, eh, no que no no que nós não falamos, né, de de dessa dificuldade, desse desafio do seu trabalho, eu o comparei a ao nosso eh amigo, né, o senhor Rafael, pensando na forma diferente como eles encaravam os problemas e as dificuldades. Então, pensando nesse nessa temática do que é o bem sofrer e o mal sofrer, então nos fala Manuel Filomeno de Miranda que Cândido era gentileza, trazia assistência fraternal, era guiado por nobres ideais, era espírita, então trazia, nesse caso, também a nobreza de uma fé, de uma tinha uma devoção à sua família, trabal trabalhava e atendia esses doentes com uma amorosidade que ia além daquilo que podia representar para ele um ganho monetário, já que ele apenas sobrevivia dos
a tinha uma devoção à sua família, trabal trabalhava e atendia esses doentes com uma amorosidade que ia além daquilo que podia representar para ele um ganho monetário, já que ele apenas sobrevivia dos recursos que ganhava do seu emprego. E nessa aceitação, nessa resignação de quem tem fé, de quem entende a presença de Deus, de quem sabe que as dificuldades da vida são aquelas que nos levam ao reencontro de nós mesmos e ao agalgarmos degraus mais avançados da espiritualidade. Já o Senhor Rafael, como nos coloca aqui, é a verdadeira representação do malsfrer. Ele se mostrava frustrado, arredil, antissocial, com profunda melancolia e revolta. Ele não compreendia a necessidade que aquela oportunidade lhe oferecia para que ele pudesse reconsiderar os seus valores, né? Então, por isso que o Manuel Filomero de Miranda até fala, né, que as doenças morais são mais nefastas, porque elas vão nos decompondo de dentro para fora, muito mais do que, na verdade, espiritismo. mesmo com um Cândido, tentando se aproximar, tentando explicar para ele a respeito da lei de causa e efeito, procurando fazer com que ele não ficasse naquela nessa, como nos diz o capítulo, né, no rechaçando as oportunidades, uma esperança que essa esse medicamento agora iria trazer para ele. ele se mantinha naquela postura de irritação. Com isso, obviamente, nós vamos compreender que ele vai fazer sintonia com o ambiente espiritual, né, que ele se encontra, que era um um ambiente espiritual de muita de muita rebeldia, né? Então, quando nós nos vemos perante as dificuldades, perante as adversidades, os desafios, nós podemos escolher o bem sofrer ou o mal sofrer, né? Como é que nós vamos lidar com essa experiência, né? Eu vou permitir com que essa experiência me faça crescer ou eu vou me estagnar ou eu vou ainda trazer maiores consequências para aqu para a minha vida, para as minhas futuras vidas, de acordo com o meu comportamento. Vou tomar o caminho da responsabilidade ou vou tomar o caminho da revolta? sendo
azer maiores consequências para aqu para a minha vida, para as minhas futuras vidas, de acordo com o meu comportamento. Vou tomar o caminho da responsabilidade ou vou tomar o caminho da revolta? sendo que o caminho da responsabilidade, quando nós vamos ver a dor, ela faz parte dessa nossa do nosso processo de crescimento, no sentido que nós estamos sempre fazendo tentativas, temos tentativas e erros, né? Nós precisamos também eh pensar que a dor ela vem nos alertar para nos mostrar que nós estamos fora do caminho, né? Quando nós vamos pensar num pastor, né, com as suas ovelhas e ele tem lá aquela sua bengala, o seu cajado, quando a ovelha tá indo para um para um local perigoso, o pastor chega e dá um uma batidinha nela com aquele cajado. Isso significa, sem dúvida alguma, uma uma dor lá para aquela ovelha, mas foi aquela dor que atirou de um caminho que a levaria a uma queda, a um precipício nesse caso. e na revolta, né? Se nós vamos escolher um caminho da revolta, eh, culpando a Deus, porque Deus é injusto, ou não querendo aceitar a nossa responsabilidade, né? Eh, ou mesmo às vezes nós aceitamos, nós vemos que nós erramos, mas não aceitamos, né, as consequências do nossos nossos erros, é porque muitas vezes não falta justamente a resiliência, né? E sem essa resiliência, nós não vamos ser capazes de realmente suportar, superar todas essas condições, que é o que nós vemos acontecer aqui no caso do seu do do senhr, né, de uma certa forma, né, eh nós e e ele estava aqui, né, meio querendo, né, enfrentar a situação, mas não enfrentar, tipo, bater de frente, né, eh, eh, não aceitando, não superar, né? Ele estava tentando destruir, combater os obstáculos através desse seu comportamento, né? E e se nós refletirmos sobre isso, né? Porque de novo sempre essas leituras, né? Elas nos trazem a história, nos trazem os ensinamentos, mas nós temos que trazer tudo isso para a nossa vivência. O que que isso me diz? Na minha vivência de hoje, sofremos nós também dores, desafios. Estamos nós indo dentro dessas
trazem os ensinamentos, mas nós temos que trazer tudo isso para a nossa vivência. O que que isso me diz? Na minha vivência de hoje, sofremos nós também dores, desafios. Estamos nós indo dentro dessas experiências pelo caminho da responsabilidade ou indo pelo caminho da revolta? Emanuel tem uma passagem, né, uma mensagem que ele trouxe através de Chico Xavier no livro Vinha de Luz, capítulo 80, que ele fala a o título dessa mensagem é como sofres. E começa com uma citação de Pedro, né? E Pedro dizendo: "Mas se padece como cristão, não se envergonhe. Antes glorifique a Deus nesta parte. O que que é esse padecer como cristão senão justamente esse caminho da responsabilidade que nós estamos falando, né? Emanuel diz nessa mensagem que não basta simplesmente nós sofrermos para acendermos a uma glória espiritual. É preciso saber sofrer, extraindo dessas lições da vida, desses dessas experiências, as bênçãos de luz que essa dor vai trazer pros nossos corações sequiosos de paz. Vejam que aqui nós não estamos querendo fazer apologia da dor, não estamos falando que nós temos que ir em busca de dor, de sofrimento, que ela é o único caminho para o aprendizado. Não, não. E não. Na verdade, nós sabemos já por Jesus, né? quando nos disse a nós, a felicidade não é desse mundo, mas em vez de gente ir atrás dessa felicidade que Jesus falou, mas então onde é que tá essa felicidade? Que mundo é esse que eu quero? a gente insiste em ficar nesse agravando a nossa situação, vivendo as paixões que nós vamos nos deixar conduzir. E com isso, como resultado de uma lei de causa e efeito, nós vamos trazer para nós mesmos situações que vão gerar dor. Buda já falava que a dor, né, é obrigatória, mas o sofrimento é opção. Então nós não precisamos quando estamos passando, no caso, nós vemos aí de novo essa revolta que o senhor Rafael tem a ponto de recusar uma medicação que ele está vendo, que está auxiliando aqueles que se encontram com ele lá no no hospital, que fala, Manuel de Miranda, que muitos já
revolta que o senhor Rafael tem a ponto de recusar uma medicação que ele está vendo, que está auxiliando aqueles que se encontram com ele lá no no hospital, que fala, Manuel de Miranda, que muitos já estavam sendo eh transferidos para outros hospitais, já estavam até retornando a seus lares, não sem uma certa dificuldade que é natural, com os preconceitos que nós sabemos que existem, mas mesmo ele vendo, ele se fechou a qualquer esperança, se fechou a qualquer auxílio. Quantos de nós então quando estamos nessa posição, né, nos fala que Emânel, né, transformam-se em poços envenenados de ódio e amargura? Só porque o sofrimento lhe invadiu o seu círculo pessoal, aconteceram a eles. E é exatamente isso que nós vemos acontecer com o caso do Senr. Rafael. Então, quando nós vamos refletir sobre isso, sobre esses dois comportamentos, né, pensando, né, eh, como é que nós vamos nos posicionar, né, aonde é que eu quero me colocar nessa situação de passar com resignação, com resiliência ou me rebelar, né? Nós temos até uma um um comentário de de uma mensagem no que no Ceifa de luz de Emanuel também, que ele diz que não basta a gente sofrer novamente, né? Porque nós temos que aproveitar essa circunstância, convertendo essa circunstância em roteiro de luz. E o próprio espírito lar corder no Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 5 e tem 18 nos fala que nem todos os aflitos são bem-aventurados. Então, nos lembrando da fala de Jesus no sermão do monte, para que sejamos bem-aventurados, temos que assim nos posicionar, né, extrair dessa experiência difícil, né, a luz que nos levará, esses sismos da evolução. Então, é oportunidade de aprendizado, é oportunidade para que nós possamos assim, de acordo com essas vivências, deixarmos aquele eu que antigo, né, que que provocava, que que vivia em erros, que causava injustiça, que perseguia, que muitas vezes matava, mas que agora vem numa outra situação. E nós vemos num um exemplo muito lindo que nós temos no livro No Mundo Maior, no capítulo 5, da irmã da mentora Cipriana,
que perseguia, que muitas vezes matava, mas que agora vem numa outra situação. E nós vemos num um exemplo muito lindo que nós temos no livro No Mundo Maior, no capítulo 5, da irmã da mentora Cipriana, ela é chamada para auxiliar num caso de num processo de obsessão muito grave que estava ocorrendo entre um ser encarnado que era o Pedro e o desencarnado que era o Camilo. E na realidade, quando nós sabemos, né, esses casos são sempre muito complexos, mas nesta situação, Pedro, obviamente, né, por uma ganância, por deixar-se má e eh seguir por uma por um uma má escolha, ele acaba assassinando Camilo. Isso já faziam 20 anos. E Camilo então nunca se conformou com essa situação e durante esses 20 anos vinha tentando destruir a vida de Pedro. E foi então chamado esse espírito, né, Cipriana, que ela mesma fala, né, eh, André Luiz, quando ele eh fala sobre esse espírito, ele diz da nobreza do espírito. enquanto ela se ela se transforma até no momento em que ela vai atender e socorrer através do amor e da dedicação que se que a que a colocava numa aura de total luz, ela ela diz que ela mesmo ainda tinha passado por várias dificuldades, por vários sofrimentos quando ela conversa com esse espírito Camilo, dizendo a ele, "A dor expande a vida". E o sacrifício liberta. O martírio é problema, é problema de origem divina. Então ela pergunta por que que ele resolveu ficar preso naquela situação em vez de de deixar se liberar inclusive na posição de vítima e aproveitar daquela circunstância de sofrimento para elevar-se a um píncaro resplandente ou no caso dele, ele se deixou levar para um abismo tenebroso. Então ela fala uma, ela tem uma fala tão linda que ela diz que o sofrimento, né, que a gente tem que te retirar do sofrimento, o óleo da paciência para acender a luz que vai nos ajudar a vencer as nossas próprias trevas. E ela conta da sua própria experiência dizendo que ela também sofreu muito na vida, que não é que ela se encontra naquela situação, que ela precisou de reencarnação bastante difícil para que
s trevas. E ela conta da sua própria experiência dizendo que ela também sofreu muito na vida, que não é que ela se encontra naquela situação, que ela precisou de reencarnação bastante difícil para que ela pudesse justamente com esse óleo da paciência vencer, né, a acender a luz para vencer a própria treva. Ela tinha quatro filhos, dois homens que foram assassinados numa guerra fim civil, as duas filhas que se deixaram seduzir pelos fascínios do prazer, do ouro do mundo. E o esposo que era companheiro fiel dela, até o momento que a lepra a cometeu a carne e o esposo a abandonou. Então vejam, né, aqui a questão da lepra também, né, de como muitas vezes nós temos que purgar, né, aqueles aquelas manchas que nós trazemos espiritualmente através da liberação pela carne que vai se apresentar com diversos diagnósticos, neste caso da Cipriana, inclusive a própria eh eh Lepra, mas ela conta que ela aproveitou aquela situação ela escolheu o caminho então da responsabilidade e quanto mais ela se via então eh abandonada, os filhos mortos, as filhas por caminhos eh que não deveriam eh ter tomado, eh o marido que a deixou sozinha, seu corpo entrando em decomposição, ela diz que mais ela glorificava a Deus pela oportunidade. E essa fé cada vez se fez nela mais clara e mais viva. Então nós quando vamos olhar a respeito dessas duas vidas, Rafael e Camilo, vamos refletir a respeito de nós mesmos, vamos refletir a respeito das nossas situações, dos nossos desafios e de como nós podemos estar vivendo nesses contrastes de bem ou mal sofrer. E para nós encerrarmos, nós trouxemos um poema a respeito dessa situação mesmo de contrastes. Podemos viver o amargor e o fé ou eleger a conexão com o céu. Podemos escolher viver em um verdadeiro inferno ou alçar pelas nossas emoções o eterno. Podemos nos engessar na presença da dor ou abrir nossas asas ao escolher o amor. Por que escolher o sofrimento quando podemos renovar o sentimento? O grito que ecoua desesperança poderia vir a ser o louvor da esperança.
r na presença da dor ou abrir nossas asas ao escolher o amor. Por que escolher o sofrimento quando podemos renovar o sentimento? O grito que ecoua desesperança poderia vir a ser o louvor da esperança. Não vivais, pois na desolação. Entregue a Jesus. o seu coração. Que lindo, Jusara, você sempre nos emocionando com seus belíssimos poemas e que vem muito a calhar com todos nós, né, que estamos aí no mundo de provas e expiações, passando pelas dores. Muito obrigada pelas suas considerações tão oportunas. Agora repasso a palavra pra nossa querida Eulália, que vai dar continuidade aos aprofundamentos. Olá, Gisele, Josara, queridos amigos e amigas participantes deste grupo, deste privilégio de sob a orientação de dois espíritos tão maravilhosos, podermos tentar compreender as grandes lições que Manuel Filomeno de Miranda nos antecede ou nos apresenta, perdão, com dezenas de anos antes de realmente vê-las acontecer ao nosso redor, sendo mais um por misericórdia e amor ao Cristo, tentando trazer a advertência para que nós não cheguemos a esse grau de dor que o Rafael passa e que, como bem disse a Gisele no início, esse capítulo é profundo e triste. Mas nós começamos aqui já no parágrafo 3, quando Manuel Filomeno de Miranda nos diz quanto se encontrava em potencial nos recessos do ser. Nos faz remeter à pergunta 621 do livro dos espíritos. Onde está escrita a lei de Deus? Na consciência. Então, aceitando ou não, e nós percebemos que no caso do Senr. Rafael, ele não conseguia aceitar, ele não conseguia sequer supor que haveria um pingo de justiça na doença que o tomava de assalto. Já num lar em que a filha comparsa do passado era o amor que ele tinha. E veio a reencarnação já marcada por danos severos que se esvaíam do campo espiritual em direção a esse mataborrão que é o corpo biológico. Então, nós sabemos pelas próprias obras de Manuel Filomeno, pelas obras de André Luiz, que a Jusara citou, que nós temos a forma de aceitar as nossas pendências morais. E quando a expiação chega,
ico. Então, nós sabemos pelas próprias obras de Manuel Filomeno, pelas obras de André Luiz, que a Jusara citou, que nós temos a forma de aceitar as nossas pendências morais. E quando a expiação chega, nós a transformarmos em resignação, resiliência, e nós fomos buscar exatamente no dicionário Oxford, o símbolo, o significado de resignação é a capacidade intransferível de um indivíduo do resolver seus problemas internos, de dar conta de si próprio, responsabilizar-se por si mesmo. A falta de resignação prolonga o sofrimento. Devemos aceitar as adversidades sem cruzar os braços, mas trabalhar para diminuir os efeitos, buscando erradicar as causas que sempre se encontram no espírito. Então, por mais que nós não queiramos aceitar ou fujamos dessa situação, enquanto as causas existirem, nós estamos adoecidos. O corpo é só a última consequência, o último recurso que se for por conta dos benfeitores espirituais que fizeram, debruçaram-se sobre o planejamento reencarnatório, que procuraram cercar-nos de espíritos afims, sim, nas pendências, mas também espíritos devotados que por amor caminham conosco, nos auxiliando, nos dando bom ânimo. E ele tinha a esposa, a própria irmã, que passando por dores, escondiam dele a realidade, a fim de incentivá-lo a melhorar, a buscar todos os recursos dentro de si, a curar-se, quem sabe, embora ao citar a condição da lepra mista, tuberosa e nervosa. Então, nós sabemos que as deformidades que o seu corpo apresentava, mesmo que as chagas minimizassem, mesmo que as sulfonas funcionassem, eh, descaracterizando-lhe o corpo aberto nessas feridas útridas, as deformidades não se recuperariam. E, infelizmente, quando nós falamos em preconceito, nós não pensamos no preconceito da doença que desce muitas vezes sobre qualquer um de nós e que faz com que a sociedade nos expurgue. E aquele espírito que não tem uma convicção religiosa, como o devotamento de Cláudio, procurou por todos os meios inserir naquela alma, realmente a dor pode chegar a ficar tão
sociedade nos expurgue. E aquele espírito que não tem uma convicção religiosa, como o devotamento de Cláudio, procurou por todos os meios inserir naquela alma, realmente a dor pode chegar a ficar tão insuportável que leve muitas criaturas a desistirem da própria existência. Nós fomos buscar em Leon Deni, no livro Problema do Ser e do destino, no capítulo a dor. Belíssimas definições que esse espírito de escolere. Ele diz a dor e o prazer. E quando nós vamos vendo a configuração do livro, nós vemos que esses espíritos foram conduzidos de um extremo a outro. A dor e o prazer são duas formas extremas de sensação. Para extinguir uma ou outra, seria necessário suprimir a sensibilidade. Portanto, eles são inseparáveis. E como é difícil, diz Leonir, fazer com que os homens entendam que o sofrimento é bom. Porque pensemos aqui naqueles espíritos que estão em cidadelas espirituais, como a cidade da justiça que nós estudamos no rumo do mundo da de regeneração, em que aqueles algozes que se colocam na posição de juízes implacáveis, que impõe sofrimentos inenarráveis. Lembremos do espírito Teofrastos, que através da hipnose e até instalação de aparelhos subvertia as mentes de toda a esperança. Então, Rafael recolhido ao que chamávamos antigamente de leprosário e que com certeza nós acompanhamos aqui nesse capítulo a transferência deles de um hospital frio, doloroso, escuro, para um que tinha parques, que se assemelhava a uma colônia espiritual, onde o tratamento digno, humano era oferecido. Recordamos, já que falamos na lepra, do espírito Jesus Gonçalves, que viveu primeiro eh em Borebi, onde nasceu, depois foi transferido logo na nos seus entre 25 e 30 anos para um leprosário e posteriormente para Pirapitingui, a maior colônia de tratamento da rancenías, que o Brasil já abrigou e que era uma verdadeira cidade onde inclusive a família podia optar por viver com os eh doentes, os pacientes. E foi ali que Jesus Gonçalves, depois de peregrinar por reencarnações, onde a crueldade
e que era uma verdadeira cidade onde inclusive a família podia optar por viver com os eh doentes, os pacientes. E foi ali que Jesus Gonçalves, depois de peregrinar por reencarnações, onde a crueldade era a sua maior característica, lembrando que ele foi Alarico primeiro, depois oito no século, perdão, três séculos depois, ele volta como Alarico II, eh, ainda menos cruel, mais sanguinário, depois permanece no mundo espiritual, volta ao cenário numa reencarnação em que ele ficou conhecido como cardeal rechilier. Então, ele teve todas as oportunidades eh desfilando também no cenário da igreja sobes religiosas. E mesmo assim, quando estava prestes a morrer, ele faz a seguinte declaração: "O homem é imortal, sua salvação está no outro mundo e justifica que todo o mal que ele fez foi pela França, foi pelo Estado." E ele diz: "O estado não, sua salvação é agora ou nunca." Então, nem com as luzes do cristianismo ele fez acender essa luz dentro do próprio coração. Ele desencarna já carregando na própria pele as chagas desconhecidas e que posteriormente vimos a saber que por duas reencarnações ele vive agasalhado pela lepra. Como Jesus Gonçalves, ele incrédulo, não aceitando Deus porque acreditava que não havia justiça, é o pensamento de Rafael, mas ele conhece o Espiritismo dentro da colônia de Pirapatingui e acaba fundando o primeiro centro espírita nessa mesma colônia, o que representa que nenhum de nós, em qualquer lugar, em qualquer circunstância, estejamos ao abandono da misericórdia. E quando essa misericórdia age nos proporcionando uma doença física, porque o físico vai perecer. A nossa realidade é o espírito. A nossa dor mais cruel é a que segue conosco. É aqui que temos que recolher as preciosas lições da resignação. Porque não sabemos no retorno ao mundo espiritual pós desencarnação, para que tipo de local seguiremos? Se lá vamos encontrar uma família que com todos os seus defeitos que possa apresentar aqui, ele não simpatizava com o o filho Gilberto. No entanto, ele tinha um entrelaçamento
ipo de local seguiremos? Se lá vamos encontrar uma família que com todos os seus defeitos que possa apresentar aqui, ele não simpatizava com o o filho Gilberto. No entanto, ele tinha um entrelaçamento claro de prazer do outro extremo com a filha. E vem os dois em condições quase parecidas, porque é o final do capítulo, nós percebemos que ele entra num clima de uma parasitose obsessiva tão terrível. E fomos buscar no livro Loucura e Obsessão também de Manuel Filomeno de Miranda, no capítulo 20, uma definição dessa parasitose obsessiva para avaliarmos a a condição que Rafael escolheu, optou viver. Ele foi dizendo não a todos os recursos, a todas as ações, a todas as intercessões dos benfeitores espirituais. Sendo a parasitose obsessiva, diz-nos Manuel Filomeno de Miranda, o resultado da ligação do perespírito do encarnado como do espírito, o intercâmbio das energias faz-se automaticamente. a medida que se torna mais acentuado o intercâmbio fluídico, a energia invasora passa a influenciar as células sanguíneascitárias, que são células muito específicas do nosso sistema imunológico, ou seja, ele mais se rendia a não reação, a não defesa do organismo. eh que começam a produzir anticorpos e defesas imunológicas eh no nível que lhes corresponde, alterando o equilíbrio fisiopsicossomático do paciente. Às vezes, aquela energia deletéria facilita a invasão bacteriana, favorecendo a instalação de vários processos patológicos de efeitos irreversíveis que encontram apoio na consciência culpada. Então, nós sabemos que estamos em erro. Nós não admitimos, mas a consciência onde está escrita a lei de Deus, ela simplesmente executa a lei de ação e reação, mas todo o amparo da misericórdia nos oferece recursos eh para podermos estabelecer uma mudança de conduta. e ele coloca aqui eh num num certo trecho de que ele poderia minimizar com eh as sufonas que chegavam e que poderiam, claro, talvez ele não atingisse a cura, mas ele poderia voltar ao convívio familiar aceitar a deformidade mesmo, porque a própria
e ele poderia minimizar com eh as sufonas que chegavam e que poderiam, claro, talvez ele não atingisse a cura, mas ele poderia voltar ao convívio familiar aceitar a deformidade mesmo, porque a própria filha eh desenvolve a mesma doença. Então eles têm todos os adjetivos para se recuperarem. E se ele aceitasse o convite do Espiritismo através de Cláudio, se ele conhecesse a lei de causa e efeito, ele iria compreender finalmente de que ele poderia eh recuperar-se moralmente, porque a dor moral é muito pior que a dor física. para a qual temos medicamentos atenuantes, senão curativos. Nós estamos cercados por uma paisagem extraordinária, o bordado do amor do Cristo estruturando o planeta Terra para receber-nos, espíritos imperfeitos que somos no mundo de provas e expiações. Nós podemos olhar o céu, nós podemos, como bem diz a abertura do livro Memórias de um suicida, que nos remete ao vale dos leprosos, dizendo lá eles podiam amar-se, constituir família, sonhar, mas os répos no vale dos suicidas, onde tudo é escuridão, onde as consciências gritam desorientadas, estatelando a vítima que somos nós mesmos sob o sangue dos crimes cometidos, dando-nos a ideia de que não há esperança nem comiseração da parte do universo. Ao contrário, Rafael tinha um Cláudio e tinha um convite que Jesus nos faz. Meu julgo é suave, meu fardo é leve. Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Isso está em Mateus, no capítulo 11. O meu julgo, o jugo é aquele, aquela peça que junta a parelha de bois, em que talvez muitos de nós não saibamos, mas um dos bois é treinado para dar a direção aparelha. Então, o convite de Jesus é muito mais profundo e valioso do que possamos imaginar, porque ao oferecer-nos o seu julgo, ele está se propondo a nos oferecer a direção. Mas é que a direção de Jesus nos tira do caminho do prazer, do vício, da delinquência, do favorecimento pessoal e o egoísmo, essa chaga moral que atinge toda a humanidade e que faz com que Rafael não queira de maneira
ão de Jesus nos tira do caminho do prazer, do vício, da delinquência, do favorecimento pessoal e o egoísmo, essa chaga moral que atinge toda a humanidade e que faz com que Rafael não queira de maneira nenhuma que ninguém o visite, que ninguém saiba da sua real situação. Ele pouco se importa, ele está indiferente à dor da sua família. Ele não quer saber de nada porque considera que lhe basta o sofrimento que tem. E obviamente quando nós fazemos essa escolha, quando nós abrigamos a revolta, estabelece-se um padrão de sofrimento desnecessário, porque nós também fomos buscar a resiliência e diz capacidade de se recobrar ou se adaptar à má sorte. diz o dicionário Oxford, ou as mudanças significa que a pessoa supera seus problemas com mais tranquilidade ou com menos sofrimento, passando por eles com sabedoria. Uma pessoa resiliente tem maior resistência e equilíbrio frente às adversidades. E aqui os benfeitores falam que se ele aceitasse com uma submissão resignada, está no parágrafo 16, ele teria minorado os gravanes e se reorganizariam os mapeamentos do determinismo espiritual, modificando-se inclusive não raro. Então é um recado, não para o seu Rafael, para todos nós. Os quadros patológicos, a linha do destino, as diretrizes da vida, porque só existe da parte do Cristo uma fatalidade, a angelitude, e somos nós que estamos retardando o passo. Era isso que eu queria apresentar. Gratidão. Gratidão é nossa. Seulha sempre também nos leva a a reflexões tão importantes e que nos tocam a todos. Por mais que nós pensemos que a vida do vizinho é uma vida tranquila e que não existem problemas, na nossa intimidade, a gente sabe que cada um carrega o fardo que corresponde, né, às ações desta e das outras reencarnações. E aqui eu estava até e buscando um trecho do livro da ben da nossa querida benfeitora Joana de Angeles, quando Desperte e Seja Feliz, que ela fala a respeito da dor, do sofrimento, eh, exatamente coroando aquilo que a Jusara e a Oláia nos trouxeram a respeito da nossa dor, que ainda é dor resgate. tem
, quando Desperte e Seja Feliz, que ela fala a respeito da dor, do sofrimento, eh, exatamente coroando aquilo que a Jusara e a Oláia nos trouxeram a respeito da nossa dor, que ainda é dor resgate. tem a dorevação, a dor sublimação, mas a nossa ainda é dor resgate. E fazendo também referência uma passagem lá, um trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, que nos diz que se nós suportarmos bem de forma resignada essas dores, esses sofrimentos, seremos poupados de séculos de dores e sofrimentos. Então, se a gente tem os olhos voltados para esse futuro espiritual, para essa realidade da nossa alma que é imortal, vamos bem sofrer, como vocês também nos propuseram nesta noite. Então, nós fazemos votos de que todos nós possamos nos recordar destas lições quando a dor e o sofrimento baterem à nossa porta e tirarmos dele a melhor lição. Muito obrigada pela companhia, pelos comentários carinhosos no nosso chat. Que Deus abençoe a todos e até o nosso próximo encontro. Oh.
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