T4:E31 • Tramas do Destino • Novos rumos
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 31: Novos rumos (capítulo 30) » Host/resumo: Gisele Risso Comentários: Jussara Korngold e Laudelino Risso
Boa noite, queridos amigos. É uma alegria estarmos aqui reunidos mais uma vez nós do grupo de estudos online Sueli Caldas Schuber. Saudamos a todos. Hoje chegamos ao último capítulo da obra Tramas do Destino, psicografia do médium baiano Divaldo Franco, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. E para então de certa forma agradecermos por mais essa tarefa cumprida, alguns dos nossos queridos amigos coordenadores do grupo nos reunimos aqui nesta sala virtual para estarmos todos juntos mais uma vez. Então, antes de passarmos a a palavra para os nossos queridos amigos, nós convidamos a todos para fazermos uma prece. Hoje nós iremos fazer uma prece diferente, como o capítulo 30 do livro termina com uma belíssima prece e nós então vamos lê-la para que possamos nos envolver nessas vibrações e iniciarmos os estudos desta noite. Divino Benfeitor, amanhece em nossos caminhos. As sombras da noite moral insistem insistente diluem-se ante a claridade que nos visita. Em todos os trâmites de dor e inquietação, foste a nossa segurança e o nosso apoio. Sempre experimentamos a dita de fluir a tua presença no dia novo. Segue conosco, Jesus, a fim de que não nublemos com a treva teimosa que ainda perdura em nós por culpa nossa. Se não pudermos alcançar por enquanto os alcantis dourados, nos tentamos da ascensão que nos destinas, faculta-nos embelezar as escarpas, a fim de melhorarmos a paisagem para os que vêm corajosos depois de nós. Se não conseguirmos o êxito por nossa imprevidência, enseja-nos ao menos a sabedoria que impede o acomplicamento com o crime. Ensina-nos a valorizar o tempo, aplicando-o com elevação. Não nos concedas a hora vazia, a fim de que a ociosidade não nos entorpeça o caráter. Nós que temos vivido em fugas incessantes, agora te suplicamos a coragem e o destemor para o avanço do Espírito robustecido pela fé e dignificado pelo sacrossanto sentimento do amor. Permite que façamos sempre segundo a tua e não a nossa vontade, por seres o caminho, a verdade e a vida que todos
nço do Espírito robustecido pela fé e dignificado pelo sacrossanto sentimento do amor. Permite que façamos sempre segundo a tua e não a nossa vontade, por seres o caminho, a verdade e a vida que todos anelamos. Senhor, fica conosco hoje e sempre. Então, nós gostaríamos de passar primeiramente a palavra pro Laud que tá aqui do meu lado, depois pro nosso querido João, Eulália, Marcelo e Jusara. Queridos amigos, em especial neste maravilhoso grupo Sueli Calda Schilberts, a nossa gratidão de estarmos juntos por mais uma obra de estudos em gratidão por tantos conhecimentos compartilhados para minha vida pessoal. Fica aqui a minha gratidão por tanto contribuírem paraa nossa evolução. Muito obrigado. Olá, amigos, amigas. Fica aqui a minha gratidão também por essas 30 semanas de estudo que tivemos a graça da companhia de vocês, do prestígio de vocês. Agradecemos a companhia dos nossos coordenadores queridos, os que estão aqui, os que não puderam estar aqui hoje. E que possamos continuar nesse trabalho sobre a proteção divina e sobre as bênçãos do nosso mestre Jesus. Estamos aqui no encerramento desta obra com uma alegria incontida de podermos dividir semanalmente este precioso momento com cada um de vocês, que junto junto a nós formamos a família Suelicalda Schuber. É uma honra, uma alegria, um aprendizado ímpar que vamos levar para sempre na vida. Desejamos aos amigos Gisele, Laudes e a Jusara inspirações para o encerramento do livro e abraçamos a todos. Muita paz. Da mesma forma, nos sentimos muito agradecidos pela oportunidade de aqui estarmos em mais um fechamento de uma obra que nos traz, nos trouxe elucidações muito importantes a respeito da prática e a vivência do amor na sua excelitude. Então, muito feliz também abraçando aos companheiros que aqui estão conosco, aqueles que não puderam estar e da mesma forma desejando a nossa Gisele, ao nosso Laudes e a nossa Jusara, que neste fechamento de livro eles possam ser como sempre muito inspirados. Muito obrigada. Olá, queridos amigos, queridos irmãos.
sma forma desejando a nossa Gisele, ao nosso Laudes e a nossa Jusara, que neste fechamento de livro eles possam ser como sempre muito inspirados. Muito obrigada. Olá, queridos amigos, queridos irmãos. que tem tem estado conosco já ao longo do estudo dessas quatro obras. Hoje nós encerramos o estudo da quarta obra. iniciaremos a semana que vem a quinta obra de eh que nos trouxe Manuel Filomeno de Miranda através das nossas da mão das mãos abençoadas de Divaldo Pereira Franco. a esses espíritos, a Suelicalda Schuber, que iniciou conosco essa tarefa, esse com esse propósito de refletirmos mais sobre as obras, nós enviamos o nosso pensamento, a nossa gratidão e a todos vocês que nos motivam semana após semana para que a gente continue, que dê conta do recado, né? [risadas] Um abraço a todos. Obrigada, João, Eolia, Marcelo, pela presença. A gente sabe que os compromissos são muitos e é por isso que os demais coordenadores não puderam estar conosco hoje, com a graça de Deus, todos trabalhando na seara de Jesus. Então, gratidão por estarem aqui, um grande abraço e até semana que vem. Então, nós vamos iniciar o estudo do capítulo 30, que é o último do livro Tramas do Destino, conforme já havíamos mencionado. E é um capítulo é muito emocionante, como os o antepenúltimo e o penúltimo capítulo também, que foram nos envolvendo nessa ternura do amor de Jesus por nós, nas oportunidades abençoadas que a reencarnação nos proporciona. Então, recomendamos a todos que possam fazer a leitura integral do capítulo, porque no resumo apenas algumas pinceladas nós vamos ter tempo para fazer. Então, inicia o benfeitor Filomeno de Miranda dizendo que logo após a desencarnação de Lisandra estavam seus familiares todos com muitas saudades. E aí então ele vai dizendo que a família prosseguia na obediente faina da edificação do bem, sustentando os compromissos da assistência fraternal a que tinha se afeiçoado. em ocasião própria, transcorridos alguns meses depois que Gilberto e Tamires haviam se casados, se casado, foram
do bem, sustentando os compromissos da assistência fraternal a que tinha se afeiçoado. em ocasião própria, transcorridos alguns meses depois que Gilberto e Tamires haviam se casados, se casado, foram todos convocados, encarnados e desencarnados pelo irmão Natércio para acompanhar o programa de resgates que iria se iniciar numa nova configuração dentro de um esquema muito bem elaborado. Numa reunião realizada no plano espiritual, os cônjuges foram levados em desdobramento parcial do sono para que tomassem conhecimento das tarefas futuras. Os pais de Tamires foram também convocados, estando presentes também os todos da família Ferguson, Ferguson, Cândido, Dr. Armando e Epifânia, que acompanharam por largo tempo as colocações cármicas dos personagens envolvidos na trama dos do destinos. Sabiam-se quando eles estavam reunidos em desdobramento parcial do sono por um impositivo de superior vontade e diante do amor natércio que estavam sendo custodiados por verdadeiro anjo da caridade. E aí então, com inflexão de voz inesquecível, o mensageiro da luz dá início à reunião. Irmãos queridos, que Deus nos abençoe. Estamos aqui reunidos por Mercedimentos futuros que nos dizem respeito desde agora e com os quais nos solidarizamos perseguindo as metas superiores da vida. O tempo na sua contínua romagem é um constante presente. Condicionando-nos às ocorrências de ontem e do amanhã, não raro nos acomodamos a tais limites, lamentando o passado, anelando pelo futuro, sem nos permitirmos usar convenientemente da hora atual. Valorizando o presente e atuando com equilíbrio, formaremos bases pretéritas e agiremos com posterior segurança, vivendo um hoje perene. De qualquer forma, valorizando ou desperdiçando a oportunidade, o carro da reencarnação nos convoca a responder pela aplicação das horas, nos sucessos que sempre nos alcançam infalivelmente. E aí depois ele dá uma pausa e continua. Nenhuma ocorrência imprevista a suceder-nos pela romagem ascensional. Bem, informou Jesus, até os cabelos das
sucessos que sempre nos alcançam infalivelmente. E aí depois ele dá uma pausa e continua. Nenhuma ocorrência imprevista a suceder-nos pela romagem ascensional. Bem, informou Jesus, até os cabelos das vossas cabeças estão todos contados numa demonstração eloquente de que tudo se encontra programado num esquema de equilíbrio e sabedoria transcendentes. Nossas atitudes, todavia, alteram os quadros das ocorrências a que estamos submetidos. apressando ou retardando nossa marcha constante, consoante a direção que imprimimos ao comportamento pessoal. E aí ele indaga que temos feito do valioso patrimônio da fé? Qual a nossa real posição perante a vida? Quais os esforços que envidamos para modificar a situação vigente? Quando convidados à tarefa inapreciável do bem e da concórdia, escusamos-nos sob a alegação sofista e cômoda de que nada ou quase nada representamos. No entanto, comprazemo-nos em engrossar as fileiras da ociosidade, senão do utilitarismo, da exploração do servilismo. Jesus, meus irmãos, não é o símbolo estático do homem vencido, porém uma representação dinâmica do herói vitorioso em todas as frentes de batalha. Estamos convidados a resistir erguendo barreiras morais ante os descalábrios do momento. Não, não nos é lícito ser coniventes com o que vai de encontro à nossa bendita convicção, somente porque está em moda aderir às vacuidades e incorporar as alucinações ao nosso modo de ser e de viver. O fracasso ético de uma nação decorre do desajuste moral da sua família. Quando alguém cai, a humanidade tomba com ele e se seue, a sociedade se levanta com ele. Por essa razão, o esforço pessoal é muito significativo, de valor inapreciável a benefício de todos. O espiritismo, facultando-nos o descortino da razão, graças aos postulados que nos conscientizam dos deveres perante a vida, possui uma dinâmica que nos induz ao ao avanço e nos conduz à vitória sobre nós mesmos. Acima das conjunções de dor e treva, Jesus vela paciente, aguardando por nossa decisão e integração definitiva
, possui uma dinâmica que nos induz ao ao avanço e nos conduz à vitória sobre nós mesmos. Acima das conjunções de dor e treva, Jesus vela paciente, aguardando por nossa decisão e integração definitiva nos rumos da verdade. Cada um pode converter-se em ponte para facultar ao amor atingir os que tombaram na outra borda e sofrem ali sem acesso aos simos por falta de uma ligação. Estes dias resultam dos dias passados que se caracterizam por uma sementeira infeliz. O futuro, no entanto, encontra-se aqui a depender de nós todos e de cada um em particular. Não mais adiemos um instante da nossa libertação, nem nos consideremos incapazes de apressar a hora do progresso moral e da felicidade real na Terra. A nossa meta a atingir hoje diz respeito aos novos rumos que deveremos dar no caso que fala mais diretamente à família Ferguson. Ao ao mesmo tempo, nesse momento, deu entrada na sala em festa Lisandra, perfeitamente refeita, e Hermínio Lopes, ainda em processo de demorada convalescença, ambos amparados por diligentes enfermeiros. espirituais. A Dred preparada para aquele momento e bem conduzida pela vigilância da avó, Lisandra se expressava com facilidade, se comunicando com o natural desembaraço. A vitória sobre as lutas, as pérrimas, havia credenciado para aquela hora de paz e de alegria. E aí diz então o benfeitor: "Temos em Lisandra o exemplo que corresponde à parábola do filho pródigo, sofrida mil mil mil vicissitudes, resolveu-se pelo retorno ao lar, dispondo-se honestamente a reconhecer os erros originados da intemperança e a refazer as experiências inditosas sob o alto contributo de dor com que se pode reabilitar. Cessada a dívida, surge a hora dos investimentos em relação ao futuro. Desafetos e vítimas rogam oportunidade de crescimento e redenção. nosso Hermínio, quanto ela mesma, carece da bênção de um novo corpo, devendo, porém, seguir-lhe à frente, aguardando anular na mesma família, para que a fraternidade legítima lhes anule as últimas reminiscências do sexo em
ela mesma, carece da bênção de um novo corpo, devendo, porém, seguir-lhe à frente, aguardando anular na mesma família, para que a fraternidade legítima lhes anule as últimas reminiscências do sexo em desvario e o amor real se lhes entronize nos corações. Seria esta a salutar a oportunidade de reunir novamente Jorges, Anete, Hermínio e Jules sob o mesmo teto, enquanto as mãos de Hermelinda e de dona Artemis pudessem enflorescer-se no carinho aos sobrinhos netos e aos netos, respectivamente, que lhes chegassem como coroamento da jornada de lutas de tosas. Epifânia inspiradamente acercou-se do casal que estava então recebendo a notícia que teria esses dois seres como filhos, receberia como filhos. E segurando as mãos dos nubentes, ela pergunta: "Então, serão os filhos dos seus corpos, porém pupilos dos nossos corações, que dizem: Tamires, visivelmente emocionada, fixa o esposo constrangido, reticente e diz: "O que não farei por amor?" Tocada, ela estava pelo dissadio desejo de construir uma família. O perdão que não enseja reabilitação é anestésico da consciência e o espírita que mantém receios de qualquer natureza ainda não encontrou Jesus. Emínio e Lisandra, então estavam na expectativa para saber se Gilberto iria aceitá-lo, aceitá-los como filho. E aí então é dada a palavra a ele e ele então diz: "Neste sagrado teto, onde virgem o amor e a caridade de nosso pai, não se pode refugiar a pusilanimidade, nem a hipocrisia. Todos conhecem as minhas imperfeições. Por momento rápido me assaltaram receios e tristezas decorrentes da inferioridade que me é peculiar. Encorajou minha decisão, a oportuna interferência da esposa querida e muito sensibilizado. Rogo a vossa ajuda, amado benfeitor, suplicando ao Senhor de todos nós que nos conceda a mim e a esposa a subida honra que reconhecemos não merecer de podermos receber os irmãos Hermínio e Lisandra de volta ao corpo e a ternura do nosso coração. Então, mais algumas tratativas aconteceram nesses momentos e o benfeitor Filomeno de Miranda então
cer de podermos receber os irmãos Hermínio e Lisandra de volta ao corpo e a ternura do nosso coração. Então, mais algumas tratativas aconteceram nesses momentos e o benfeitor Filomeno de Miranda então coloca que chegava o momento da despedida do encerramento da reunião, quando então o dirigente espiritual faz a prece que nós lemos na abertura desse nosso estudo desta noite, agradecendo a Jesus pela oportunidade. E lá fora, então, a manhã clarea em festa de luz e cor, à noite em retirada. Novos rumos nos convidavam a prosseguir com Jesus, aguardando o futuro. Então, este é o resumo do capítulo, do último capítulo do livro. E agora nós passamos a palavra para a nossa querida Jusara, que vai iniciar então os aprofundamentos mais uma vez. Então, boa noite. Olá a todos. Que alegria estarmos juntos para a celebração de mais um trabalho completo, que é o estudo dessa obra, cujo capítulo 30 vamos estar comentando hoje após as considerações, o resumo que a Gisele nos fez e que já nos leva a refletir sobre os grandes ensinamentos que esta obra nos trouxe. com as palavras do irmão na Tércio para na hora dessa convocação no plano espiritual, aonde no momento do nosso desprendimento do corpo físico, através do sono, se nós nos mantermos em atitude serena de oração prévio ao prévio ao repouso, nós podemos também ter encontros tão valiosos como este. Mas eu gostaria de de focar, né, eh, em alguns pontos em que o mentor Natércio nos fala eh ou fala, né, a esses nossos irmãos, sempre nos lembrando que essas palavras também são dirigidas a nós, né? E ele começa fazendo três perguntas. Uma delas é: "O que que nós temos feito do valioso patrimônio da fé?". Aí a gente já tem que pensar, né? que que fé que ele está falando aqui? Será que é essa fé que nós sentimos, essa fé individual que nós sabemos que ela é adquirida através dos esforços, através da nossa conduta durante as nossas várias encarnações? ou ele está falando na fé da crença, daquele que se coloca no mundo como um seguidor de Jesus, como representando
a através dos esforços, através da nossa conduta durante as nossas várias encarnações? ou ele está falando na fé da crença, daquele que se coloca no mundo como um seguidor de Jesus, como representando Jesus. No nosso entendimento, ele se refere mais a essa questão da fé, porque nós somos assim exemplos vivos. E se nós realmente tivermos essa fé, essa compreensão, esse entendimento e darmos testemunho de nossas crenças nos momentos tantos da dificuldade quanto das alegrias, aí nós estamos valorizando aquilo que nós nos colocamos como representante. Não foi à tua que Jesus disse que se a gente tivesse a fé do tamanho de um grão de mostarda, que não precisa ser tanto, né, essa crença, nós iríamos ter poderes, né, como ele disse ao diz a esse monte, passe daqui para colar e ele passará. E Joana de Ângeles, no livro Plenitude, no capítulo 3, ela explica o que que é a fé que remove com montanhas. Ela diz assim que a fé remove montanhas porque ela é a canalização das forças psíquicas que alteram a realidade. Então veja que, né, é o nosso pensamento, é a nossa vontade, é a nossa crença, é a fé naquele sentimento que nós temos que faz com que toda uma energia, todo o nosso comportamento psíquico seja capaz de alterar a realidade, a nossa e dos que convivem conosco. E aí ele pergunta também, né, qual a nossa real posição perante a vida? Então, refletindo sobre essa questão, né? Porque ele coloca lá essas perguntas, nós temos que nós temos que refletir sobre elas, nós temos que nos posicionar em relação a elas, né? Será que nós verdadeiramente nos aceitamos, compreendemos que nós somos seres espirituais imortais? Ou nós ainda estamos só pensando, vivendo na vida? aqui da matéria, na satisfação em relação às coisas da matéria, porque uma coisa é aquilo que nós dizemos, né, que nós eh aceitamos, que nós conhecemos, né, compreendemos, mas outra coisa é o que nós estamos vivendo. Então, qual é essa nossa real posição agora perante todo esse conhecimento? O que que nós estamos fazendo? E aí ele
que nós conhecemos, né, compreendemos, mas outra coisa é o que nós estamos vivendo. Então, qual é essa nossa real posição agora perante todo esse conhecimento? O que que nós estamos fazendo? E aí ele vem com uma terceira pergunta: Quais os esforços que nós estamos envidando para modificar a nossa situação vigente? Então é assim, né? Você tem realmente uma fé, você se coloca, você valoriza e faz com que seja valorizado essa crença, né, em relação ao mundo, como é o seu comportamento em relação a tudo isso e o que você está fazendo para modificar essa situação? Será que então nós perguntaríamos, nós estamos ainda numa atitude de procrastinar? É interessante porque às vezes muitos espíritas, né, eles usam a reencarnação como justificativa, né? Então, ah, eu tenho outras encarnações e acabam falando ou pensando em adiar suas tarefas, seus esforços, né? Será que a gente ainda tá se iludindo, dizendo a nós mesmos, né, e aos outros, ah, eu tentei, mas eu não consegui, né? Será que ainda acreditamos mais? na filosofia popular que diz que o pau que nasceu torto morre torto ou na filosofia espírita que nos ensina que a lei é de progresso. Então são considerações muito importante para nós fazermos, já que o o fato de nós buscarmos o conhecimento não vai nos levar a um ponto de chegada. Então, um exemplo muito simples, né? Se eu comprar uma passagem de ônibus para ir para algum lugar, mas se eu não for à estação e se eu não entrar no ônibus, eu vou ficar no mesmo lugar. Então nós podemos até adquirir esses patrimônios intelectuais, mas se nós não os exercitarmos, nós não vamos estar realizando o nosso progresso moral. E Emanuel, né, em uma de suas lições no livro Caminho, Verdade e Vida, capítulo 49, o título dessa dessa dessa mensagem de Emanuel é saber e fazer, né? Ele comenta sobre o versículo, né, da que João nos apresenta no capítulo 13, versículo 17, das palavras de Jesus, dos ensinos de Jesus, que fala o seguinte: "Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.
o versículo, né, da que João nos apresenta no capítulo 13, versículo 17, das palavras de Jesus, dos ensinos de Jesus, que fala o seguinte: "Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois. se as fizerdes. Então, Emânel comenta que entre o saber e o fazer tem existe uma singular diferença que quase todos sabem, mas são poucos os que fazem. E principalmente, né, nos reportando a essas questões que o Natécio nos no no no propõe nesse no livro, né, somente os que concretizam os ensinamentos de Jesus podem ser bem-aventurados. E aí é que nós vemos, né, no principalmente no campo do serviço cristão, nessa demonstração que que nós temos feito da nossa fé, desse patrimônio da fé, é que nós vamos ver a diferença entre cultura e prática, entre saber e fazer. Então, todos esses aprendizados, né, todas essas lições que nós recebemos dos espíritos e especificamente a desta obra do mentor Manuel Filomeno de Miranda, né, como falamos psicografada pelas mãos abençoadas de Givaldo Pereira Franco. Elas elas nos chegam graças à misericórdia divina. Elas vêm nos orientar, nos trazer instruções, mas nós temos que refletir sobre isso, porque nesse livro que nós estudamos e hoje nós terminamos, nós vimos os sofrimentos da acompanhamos os sofrimentos destes que erraram em existências passadas e que ainda persistiam na atual existência deles, nas sombras, muitos deles. Mas também vimos os sucessos dos que vinham já aproveitando mais a a cadeia das reencarnações para se reajustarem, que perseveravam mesmo à custa dos grandes testemunhos no caminho da reabilitação. Agora, o que nós temos que lembrar é que mais do que uma história de vida de outros irmãos e irmãs, também fala da nossa história. Talvez os detalhes sejam outros, mas os sentimentos que nos guiaram no passado, eles são similares. Nós buscamos poder, fortuna, projeção social, tudo a qualquer preço. E hoje os juros das nossas ações nos curvam perante a vida para que a gente aprenda
que nos guiaram no passado, eles são similares. Nós buscamos poder, fortuna, projeção social, tudo a qualquer preço. E hoje os juros das nossas ações nos curvam perante a vida para que a gente aprenda a humildade e principalmente a não mais caminhar desafiando as leis divinas. Então, estas também são nossas histórias, as chagas da lepra moral, quando nós nos afundamos nos charcos das viciações de todas espécies, quando nós roubamos as vidas dos nossos semelhantes e muitas vezes até as nossas, porque nós sucumbimos ao peso de humilhações que nos feriram orgulho, que nos levaram a desequilíbrios mentais, gerar pela nossa loucura. Então agora esse é o convite. é o convite que nos chega através da ilustração de fatos que também representa a nossa história para que a gente compreenda que quando o Cadinho da dor nos visita, que nós possamos compreender o porquê e transformá-los em degraus que vão nos levar a escalar as regiões de maior felicidade e equilíbrio. Matão já dizia que o homem, né, o ser humano inteligente aprende com seus próprios sentimentos, sofrimentos. O sábio aprende com os sofrimentos alheios. E o espírito Manuel Filomeno de Miranda está nos ensinando isso, está nos mostrando isso. Olha o sofrimento desses irmãos por causa das condutas que deixaram, porque se deixaram levar em suas vidas. Então, nós vamos observar aos outros para aprender com eles, mas acima de tudo vamos observar a nós mesmos. Tudo isso que nós estamos vivendo hoje representa e caracteriza aquilo que nós fizemos em dias passados. Mas agora é o nosso momento. Agora nós temos todo esse esclarecimento. Agora nós sabemos e temos o poder de construir o nosso agora e de construir o nosso futuro. Antes estávamos presos por causa da escuridão, da ignorância, das sombras, mas agora chegou o momento de nós nos libertarmos, de nós apreçarmos este progresso moral que depende de cada um de nós, porque estamos todos conectados e especialmente as palavras de Natércio nesta semana. No dia também que celebramos
os libertarmos, de nós apreçarmos este progresso moral que depende de cada um de nós, porque estamos todos conectados e especialmente as palavras de Natércio nesta semana. No dia também que celebramos o que é chamado de ressurreição de Cristo, essas palavras de Natécio que dizem o seguinte, que o mais importante quando ele enfatiza que Jesus não é o símbolo estático do homem vencido, porém uma representação dinâmica do herói vitorioso em todas as frentes de batalha. Ele não ressuscitou. Ele nos mostrou a realidade da imortalidade. Veio nos provar que o espírito continua e uma vez liberto das vestes da matéria, ainda mais luminoso e radiante de acordo com as suas, obviamente, as suas ações. Então, para nós neste momento, que nós possamos seguir repletos de coragem, nos fala ainda na Test que o espírita que mantém receios de qualquer natureza é porque ainda não encontrou Jesus. Então, este é o momento de nós finalmente aceitarmos esse convite de Jesus que há tanto tempo nos espera, que nos desvinge a mim, vós todos que estais em sofrimento e somos nós, a humanidade terrestre. Então, rogando a Jesus, né, que siga conosco para que essa treva que nos envolva possa finalmente ser dissipada. Então, nos momentos de solidão, quando se encontra triste o coração e na garganta se cala a voz, no verdadeiramente nunca estamos sós no desespero quando nos sentimos no desterro, crendo que somos apenas o eu e não o nós. Verdadeiramente nunca estamos sós. Se conseguirmos calar a aflição e se pudermos acalmar a emoção de Jesus, ouviremos a voz a nos dizer que verdadeiramente não estamos sós. Assim procedamos com alegria para que a esperança se renove a cada dia. Deixemos que Jesus se aproxime de nós e jamais estaremos sós. Obrigada. Muito lindo, Jusara, como sempre nos envolvendo com os poemas de ternura e também de chamamentos importantes. Obrigada pela sua contribuição, pelos seus esclarecimentos. Vamos algo a para se pensar profundamente. Então agora nós passamos a palavra pro Laudos que vai dar
ra e também de chamamentos importantes. Obrigada pela sua contribuição, pelos seus esclarecimentos. Vamos algo a para se pensar profundamente. Então agora nós passamos a palavra pro Laudos que vai dar continuidade então ao aprofundamento do estudo de hoje. Gisele, nossos votos de alegria. a todos aqueles que nos acompanham também aquela alegria de estarmos estudando juntos mais uma obra magnífica do benfeitor Manuel Camino de Miranda, nos apresentada pelas mãos de Divaldo. E como não relembrar essa boa nova de alegria que Jesus veio nos apresentar? Quando nessa obra podemos quase viver o momento junto apresentado por Manuel Filomeno de Miranda, quando vimos Lisandra refeita, a sua pele, mas a alegria, a paz de todos os tormentos que aquela existência havia lhe apresentado, agora estava ela ali no mundo espiritual, apresentando-se para jornada futura refeita. mas assumindo os investimentos futuros, nos traz ali o benfeitor que os débitos haviam sido resgatados, mas agora seria o investimento futuro das suas existências. Que magnífico podermos apresentar o ponto de vista espiritual para as nossas vidas. E ali nos traz sobre o Evangelho de Mateus, capítulo 10. Até os cabelos das vossas cabeças estão contados, nos trazendo que um planejamento, a organização do departamento reencarnatório para nos apresentar a realidade da vida que estaremos para enfrentar durante uma jornada física. Por quantos anos estaremos destinados a enfrentar dores, sofrimentos, alegrias, aprendizados, experiências para o nosso espírito imortal? Tudo em um planejamento aonde o livre arbítrio poderá nos conduzir por caminhos, aonde poderemos atrair para nós o aperfeiçoamento para o espírito imortal. Se talvez Lisandra estivesse escolhido outros caminhos da revolta, do ódio, da vingança, talvez não estaria agora vivendo o mesmo momento de paz, de harmonia e de uma vitória sobre si mesmo, de débitos anteriores assumidos para que agora pudesse recomeçar. Ou seja, a tentarmos que há todo um planejamento, mas mais do que isso,
o momento de paz, de harmonia e de uma vitória sobre si mesmo, de débitos anteriores assumidos para que agora pudesse recomeçar. Ou seja, a tentarmos que há todo um planejamento, mas mais do que isso, imaginemos um desprendimento do solo, os espíritos superiores nos conduzindo pela mão para chegarmos em tais reuniões, para podermos ouvir qual é o planejamento, qual é a proposta, se estaríamos de acordo para assumir tais ou quais compromissos para com a nossa existência, para com os espíritos afins do nosso convívio familiar ou social. Mas mais do que isso, o acompanhamento diário nos enfrentamentos das provas em que assumimos juntos, nos dizendo que cada compromisso assumido jamais estaremos sozinhos. Não é a misericórdia divina nos apresentando não só a questão da imortalidade da alma, mas a certeza do amparo divino para cada conquista. aonde reconhecendo a nossa inferioridade, titubiamos para os enfrentamentos do pagamento dessas dívidas. Logo acordamos revigorados e pensamos que talvez naquele momento quantas almas desejosas para o nosso progresso não estão vibrando, orando, fazendo com que revigoremos o bom ânimo para enfrentarmos resignados, para vencermos resignados à provas, as dores de momento em que estamos saudáveis. Há um passo, começam com sangramentos, dores, tormentos, mas uma prece revigorante, o amparo da espiritualidade para que possamos revigorar os ânimos e seguir nas nossas provas, seguir nas nossas tarefas, jamais esquecendo qual é o real objetivo das nossas vidas. Nos diz ali o benfeitor qual o real, a nossa posição real perante a vida. Qual é na realidade essa posição? Quantos de nós realmente estamos atentos para visualizarmos qual é a posição real perante a vida? Será que temos tempo ou hábito de poder avaliar em que situação estamos na nossa escada evolutiva? Ou quais são as condições que a vida está nos imprimindo para o progresso individual? nas vitórias intransponíveis do nosso espírito ainda inferior endividado. Será que eu sei e consigo vislumbrar quais
quais são as condições que a vida está nos imprimindo para o progresso individual? nas vitórias intransponíveis do nosso espírito ainda inferior endividado. Será que eu sei e consigo vislumbrar quais são esses desafios do meu dia a dia? Porque eu me recordo que nessa semana em especial, quando Jesus lava o pé dos discípulos ali trazendo o verdadeiro sentimento da real humildade, da fraternidade de um grupo aonde ele estimula para que todos pudessem lavar os pés uns dos outros. A vitória perante a vaidade, o egoísmo, o orgulho, tudo cairiam, porque ali estaria o ensinamento supremo, não de lavar simplesmente os pés, mas de rebaixar aos pés do irmão e lavá-lo na humildade, da mesma forma que Jesus o fez, nos dizendo que no mundo o rei das nações são os dominadores, não imitais para conquistar o mundo. O menor de todos será o maior. O último será o primeiro. Aquele que governa deverá ser igualmente aquele que serve. O sentimento daquele que está liderando deve ser o mesmo daquele que está sendo liderado. Há um objetivo em comum, há o ensinamento. Mas aqui nesse capítulo encerra o benfeitor nos trazendo tantos ensinamentos, falando para nós que parar na carreira desenfreada, parar nos nossos dias hiperativos mentalmente de múltiplas mensagens, compromissos e tantos aplicativos, rotinas, tantos afazeres parar a carreira desenfreada para poder atentar Qual é o objetivo real da minha vida? A irmã morte se aproxima, como nos diz Divaldo, de pantufas. Ela vem silenciosa, nos alertando da fragilidade da da vida física, mas a tentar qual é o objetivo de conquista para minha alma que ainda está aprisionada nessa carne? Quais são os objetivos reais? Qual é o real sentido dessa minha existência? Nos traz ali resistir, não ser coniventes com tudo que choque as nossas convicções, aderir as vacuidades, incorporar as alucinações. Muitos de nós estamos acomodados. as mudanças de leis sociais, as normoses que vamos vivendo, como se a rotina não nos dessem mais força para romper, porque agora tudo está dentro de um
s alucinações. Muitos de nós estamos acomodados. as mudanças de leis sociais, as normoses que vamos vivendo, como se a rotina não nos dessem mais força para romper, porque agora tudo está dentro de um processo de normalidade. a anormalidade que vão vivendo num processo aonde não existe ética moral e eu não tenho mais as forças para resistir, é sinal que eu me entreguei à nuvem dominadora de uma psicosfera ainda atormentada e que se eu não estiver alerta, passarei a vida não mais resistindo ou lutando para me manter íntegro, altivo, pleno. de acordo com as limitações, mas de acordo com aquilo que a pessoa traz dentro de si, nas suas convicções, nas suas crenças, na sua fé, como Jusara também colocou, quando entramos diretamente nesse ônibus com a passagem já adquirida pelo conhecimento, a viagem pode ser agradável se eu manter o objetivo do ponto de chegada, aonde aquele ônibus está me conduzindo Aonde eu quero chegar? Aí está o objetivo. O percurso talvez vai enfrentar terrenos esburacados, tormentas. Podemos enfrentar muitas dificuldades, mas o objetivo final nos mantém o vigor, o esforço, a vontade para vencermos quaisquer dificuldades. Como não recordar daquele momento em que Jesus estava ajoelhado no Getsemman, João, Pedro e Tiago, Jesus havia convidados. nos traz Amélia Rodriguez. Era chegada a sua hora, a hora para a qual ele viera, mas ele estava nos dias turbulentos em que todos nós poderemos enfrentar na nossa existência. Jesus naquele momento estava já vivendo o que estaria por vir, o caminho do Golgota, a cruz, a morte, mas sabia que dias depois viria a apresentação da imortalidade da alma, mas aquele momento grave, grave como os dias atuais em que vivemos, grave e sombrio, aonde Todos os caminhos nos levam a pensar que a família já não tem mais sentido, que a ética, a moralidade, os controles das energias sexuais, as éticas perante as nossas condutas sociais. A criança que nasce no ventre materno sem já nenhum direito. Os dias sombrios. Jesus estava de joelhos e pedindo aos
e, os controles das energias sexuais, as éticas perante as nossas condutas sociais. A criança que nasce no ventre materno sem já nenhum direito. Os dias sombrios. Jesus estava de joelhos e pedindo aos seus discípulos amados, orai e vigiai comigo. O momento é grave. Apesar das fragilidades da carne, dizia Jesus, o espírito é forte. Mas o alerta para que possamos resistir estas tentações das fragilidades aonde todos nós estamos nos aproveitando das facilidades da tecnologia, aonde estamos vivendo uma inteligência artificial e talvez estamos anestesiando as nossas, aonde tudo se faz do externo para o interno. E a luta interna permanece esquecida. Os objetivos reais sobre o nosso espírito imortal permanecem anestesiados. Jesus nos olha e diz: "Ore, vigiai comigo hoje. O momento é grave, é agora que possamos sair desses efeitos anestésicos em que estamos vivendo e possamos glorificar a Deus, mas poder viver os nossos dias, sim, nas nossas simplicidades, porque nos diz ali que se uma família cai, é a nação que cai. Pois eu posso levar o exemplo para dentro de casa, o esforço, a renúncia, abdicar talvez de vícios, de um tempo para que eu possa abraçar o meu filho, poder acompanhar a lição da escola, poder ter um tempo familiar para conversar com a esposa, com o esposo, poder ensinar os princípios e os valores morais de uma relação amorosa sobre um matrimônio aonde há a presença de Jesus, que há a religiosidade, que há a espiritualidade, mas isso está ultrapassado. Será que deixarei ultrapassar os valores morais que eu tenho para a minha existência? Porque o social agora me imprime forças, pressões, me estressando para que eu reformule a minha conduta quando ela está com uma base segura, fiel. com uma fé robusta da vida de Jesus. Pois se estamos seguros, o momento é agora para revigorarmos as nossas energias, os nossos propósitos, está ali Lisandra, feliz, saudável, planejando um futuro, amparada pelos benfeitores, a família toda, revivendo novos planejamentos, novas conquistas, talvez agora mais
energias, os nossos propósitos, está ali Lisandra, feliz, saudável, planejando um futuro, amparada pelos benfeitores, a família toda, revivendo novos planejamentos, novas conquistas, talvez agora mais alegrias, sorrisos, convívios. Os laços estão se ajustando. A fraternidade começa a ganhar cada vez mais com a base dessa caridade moral do indivíduo de ceder, de poder renunciar, de poder ceder a sua personalidade, vencendo o próprio egoísmo dentro do seio familiar. Essa célula em que todos nós estamos inseridos, o real objetivo, talvez, das nossas existências possa ser um bom filho, um bom marido, um bom amigo, objetivos que transcedem as conquistas materiais, paremos as nossas carreiras desenfriadas e possamos atentar que a vida física é passageira, as conquistas morais serão aquelas que poderão iluminar as nossas existências pós essa vida terrena. O espiritismo nos transcende de um ponto material, presos pela gravidade, de um ponto de vista superior, nos traz Allan Kardec um artigo da revista espírita brilhante sobre o ponto de vista. O sofrimento já não é o mesmo. As lentes que olham aquele sofrimento, aquela dor, já não são os mesmos, já não são as mesmas lentes. Há uma transcendência, há a compreensão do espírito imortal, há a compreensão real dos objetivos da nossa evolução perante o espírito imortal. Pois meus irmãos, encerrando essa obra, gostaríamos de trazer as reflexões como um daqueles nobres que vieram ter com Francisco de Assis, aonde poderoso que o era, havia visto Francisco de Assis também na sua juventude, gastando, fazendo as suas festas, liderando a boemia. E quando Francisco renuncia a tudo paraa construção real da igreja de Jesus, da igreja dentro dele, este nobre chega para Francisco e diz: "Francisco, o que eu ganho para largar tudo que tenho, tudo que conquistei para estar contigo, para vestir esse manto da pobreza?" Francisco lhe olha nos olhos e diz: "Jamais terá novamente esse medo de perder a conquista material, os planejamentos das vaidades,
e conquistei para estar contigo, para vestir esse manto da pobreza?" Francisco lhe olha nos olhos e diz: "Jamais terá novamente esse medo de perder a conquista material, os planejamentos das vaidades, a aparência social, a projeção da personalidade, cada passo que damos É a bolha do medo que cresce. O medo de manter a posição, o medo de poder perder a posição, o medo de poder sempre visualizar o outro como um concorrente. O medo de estar sempre vivendo as suas amizades como uma disputa. Esse medo, se a renúncia for verdadeira, jamais você voltará a ter. A renúncia que Francisco de Assiso fez para seguir como ele visualizava Jesus, exigindo-se uma conduta reta, plena, para se colocar à disposição, exemplificando a vida de Jesus para com os seus passos. É chegado a nossa hora de podermos ouvir o chamado de Jesus nestes dias sombrios. Orai e vigiai comigo. Ou será que daqui um pouco ouviremos como os próprios discípulos ouviram? Não consegues vigiar comigo uma hora? não conseguem estar comigo neste momento tão grave por um pouco período. A vida é tão fugaça, é tão rápida, não consegue ficar um pouco orando, vigiando e vivendo conforme o seu entendimento, as suas forças, o ensinamento de Jesus. Pois esse é o convite da doutrina espírita quando nos oferece as ferramentas do conhecimento, do entendimento e poder compreender nos dará força para mobilizar as nossas energias da fé e dar um passo à frente, renunciando talvez planejamentos materiais que quando foram feitos não haviam uma luz do espírito imortal iluminando do plano. Mas agora, sabendo e entendendo, talvez possamos tomar as condutas corretas e mudar a nossa sociedade, mudando em primeiro passo a nós próprios, a nossa conduta, os nossos exemplos daqueles que convivem conosco. Aí estaremos tirando de uma doutrina vazia de letras, da letra que mata, como nos dizia Paulo, ao exemplo que vivifica. para que possamos viver em Jesus nos dias de hoje, que possamos ser as suas mãos obrando, ombreando um ao outro para que possamos
ras, da letra que mata, como nos dizia Paulo, ao exemplo que vivifica. para que possamos viver em Jesus nos dias de hoje, que possamos ser as suas mãos obrando, ombreando um ao outro para que possamos terminar as nossas vidas físicas e quem sabe no mundo espiritual também estarmos vivendo dias de paz. Eu agradeço imensamente a oportunidade do estudo, a paciência para conosco, mas nos aprendizados em que todos estamos submetidos para o nosso progresso. A gratidão ao grupo Sueli Caldas, ao canal Mansão do Caminho que nos transmite e a todos aqueles que em algum momento passaram conosco para compartilhar conhecimentos. Muito obrigado. Nós que agradecemos as suas considerações, Laudes, também sempre muito oportunas. Eh, você nos trazendo o exemplo de Francisco de Assis. E para eh corroborar com isso, eu lembrei da frase de Francisco que diz assim: "Preguemos o evangelho e, se necessário, us nos utilizemos das palavras". Então fica aqui o nosso agradecimento mais uma vez a Jusara, ao Launes, a todos aqueles que nos acompanham, que estão conosco nessa jornada do autoconhecimento, né, da autotransformação. E fica aí o convite, então, pra semana que vem nós iniciarmos o estudo da obra Nas fronteiras da loucura, também de Divaldo Pereira Franco pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda, pela editora Leal. Então, aqueles que quiserem adquirir o livro, podem entrar no site para adquirir o seu exemplar, iniciarmos juntos mais essa jornada, rogando a Jesus. ao mentor Filomeno de Miranda, a nossa querida Sueli Calda Schuber, que nos envolva, nos conduza, nos oriente para que possamos seguir juntos nesta em mais desta jornada. Muito obrigada e até lá.
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