T5:E18 • Nas Fronteiras da Loucura • Apontamentos necessários
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 18: Apontamentos necessários (Capítulo 17) » Host/Resumo: João Korngold » Aprofundamentos: Gisele Risso e Laudelino Risso
Olá, amigos e amigas. Sejam muito bem-vindos a mais um estudo do livro Nas Fronteiras da Loucura. Hoje estaremos cumprindo o capítulo 17. Estamos aqui na companhia do nosso querido casal Giudelino para fazer os aprofundamentos, o resumir, o aprofundamento. Mas antes vamos então começar como sempre com uma oração, elevando nossos pensamentos, pedindo auxílio aos nossos amigos espirituais, aos nossos guias protetores, que nos iluminem, que nos protejam. para que todos juntos possamos aprender, vivenciar e assuma de tudo poder colocar em prática no nosso dia a dia tudo que aprenderemos nesse estudo. Pedimos proteção a todos que sofrem pelo mundo afora, em guerras, em perseguições, em discriminações, doenças que sofrem por falta de alimento, que todos possam ter resignação, aceitação e, acima de tudo, fé para superar as dificuldades. Agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuber, Adivaldo Franco e ao Espírito Manual Filomeno de Miranda, que nos proporcionam a oportunidade deste trabalho tão engrandecedor. E finalmente agradecemos ao Mestre Jesus por outra oportunidade de estarmos reunidos para mais um estudo. Que assim seja. Então, nós vamos começar, como tínhamos comentado, capítulo 17. Vamos fazer o resumo. Ah, o capítulo se chama Apontamentos Necessários e começa com Miranda nos dizendo que o último dia de carnaval havia sido marcado por excessos de toda a natureza, que no ar parava uma psicosfera tóxica e alucinada. A festa dos sentidos físicos tomava conta das criaturas, esqueciam-se dos escrúpulos, confundindo-se em uma linha comum de alienação. Grupos de trabalhadores espirituais atentos procuravam cuidar desses encarnados imprevidentes, que se portavam como se fossem crianças inexperientes em situações difíceis. Nem sempre as providências desses beneméritos amigos resultavam favoráveis do ponto de vista dos dos espíritos. Porém, isso não representava também um fracasso, porque o contágio do bem nos diz Miranda, embora rápido, sempre deixa uma impregnação a
igos resultavam favoráveis do ponto de vista dos dos espíritos. Porém, isso não representava também um fracasso, porque o contágio do bem nos diz Miranda, embora rápido, sempre deixa uma impregnação a indo então eh à entrada do local onde estava, onde eh ia ia buscar trabalho, encontrou o irmão Genésio Duarte, o consciente responsável por aquele setor. Para aqueles que esqueceram quem é Genésio Duarte, nós recomendamos voltar ao capítulo oito, onde a Manuel Filomeno de Miranda nos apresenta o irmão Genésio, encarregado da vigilância, o portão principal, que participava da equipe de do venerável Bezerra, a quem se vinculara na última encarnação. havia sido espírita militante, trabalhara numa sociedade que mantinha o nome de Bezerra no Brasil e depois eh entrou lá cético, porém necessitado, recebeu orientação de tratamento e continuou depois da desencarnação trabalhar trabalhando nessa instituição eh no plano espiritual. Então, passou o encargo dele a um simpático colaborador e despediu-se e falou a Miranda. Eh, estava indo ao seu encontro logo que me afastasse daqui. Queria que você queria convidá-lo para participar da nossa reunião mediúnica logo mais na casa espírita que frequentei durante a última a minha última etapa carnal. E antes de eh Miranda responderu, ele continua. Ah, o nosso benfeitor me autorizou a fazer-lhe o convite e estará presente, participando, como sempre faz, na conclusão das tarefas mais delicadas. Trata-se de uma reunião de socorro aos desencarnados, incluindo consolação algumas pessoas aflitas pela perda de familiares queridos que hora trabalham em nossa instituição. Concordei a diz a Filomeno de Miranda. e pergunta, por sua vez, será uma reunião mediúnica de tarefas habituais ou extraordinárias, considerando ser um dia como o de hoje, último dia de carnaval? Eh, Genésio responde: "Está surgindo uma corrente que vem apresentando inovações, apoiando-se em teses que defendem os seus pontos de vista, cuja respeitabilidade não discutimos, mas que com a qual não
h, Genésio responde: "Está surgindo uma corrente que vem apresentando inovações, apoiando-se em teses que defendem os seus pontos de vista, cuja respeitabilidade não discutimos, mas que com a qual não concordamos, afirma a necessidade de se fechar as portas das sociedades espíritas nos meses primeiros dos anos do ano para férias coletivas. palavra que aqui não tem qualquer sentido eh positivo ou útil, já que o trabalho para nós no plano espiritual tem primazia. E no próprio conceito do mestre quando afirma: "Meu pai até hoje trabalha e eu também trabalho". Ele continua dizendo que certamente o repouso é uma necessidade e se faz normal que muitos companheiros, por motivos óbvios, procurem o refazimento em férias e recreações. Porém, sempre haverá, no entanto, aqueles que permanecem e podem continuar no trabalho, sustentando pelo menos algumas atividades na casa espírita, que deve permanecer oferecendo ajuda e esclarecimento, educando almas na divulgação dos princípios e conceitos doutrinários na vivência da caridade. Um outro grupo defende ser imprescindível fechar a instituição espírita nos dias de carnaval e de festas populares por causa das vibrações negativas para evitar-se perturbações de pessoas alcoolizadas ou vândalos que se aproximam dessas ocasiões para promover desórdens. Ele continua: "A sociedade espírita que se sustenta na realização dos postulados que a pregoa tem estruturas para defender de um de tanto de um lado como de outro lado da vida e cumpre aos dirigentes tomar providências mediante maior vigilância em tais ocasiões para impedir a perturbação de desordeiros ou doentes sem condições de ali permanecer. A cautelar-se em exagero do mal é duvidar da ação do bem, temer agir corretamente e constituir ceder o campo a insânia. Nesses dias, nos quais são maiores e mais frequentes os infortúnios e os sofrimentos, é que se deve estar apostos no lar da caridade, a fim de poder administrar socorro. Por fim, quantas vibrações serem mais perniciosas nos dias desse porte, não há dúvida. A
fortúnios e os sofrimentos, é que se deve estar apostos no lar da caridade, a fim de poder administrar socorro. Por fim, quantas vibrações serem mais perniciosas nos dias desse porte, não há dúvida. A providência a ser tomada deve constituir-se de reforço de valor e de energias salutares para enfrentar a situação. E ele conta então um caso de um servidor que se queixa o mentor dedicado sobre as lutas que travava com as dificuldades de com os familiares, saúde, interferências espirituais negativas e pediu orientação ao benfeitor, que diz então que um anjo ofereceu a um aluno querido que aprendia com ele a santificação, treinando para vir à terra, um guarda-chuva, depois Galochas, mais tarde um chapéu, uma capa impermeável e não lhe deu maiores explicações. De repente começa a chover e o candidato à elevação grita: "Anjo bom, chove! O que faço?" Aí o orientador sábio responde: "Sem delongas, use o material que lhe dei. Você tem recebido a luz e o discernimento do evangelho, prosseguiu o guia. a revelação do espiritismo, o apoio do mundo espiritual, não como prêmio inutilidade, mas sim como um recurso de alto valor para os momentos difíceis que sempre chegam. Agora, desaba a tempestade, use esses tesouros ocultos que vem guardando e não tema. Em frente as borrascas que maltratam, porém passam. Genésio sorri e conclui bem humorado. O médico não teme o contágio do enfermo porque sabe se defender. O sábio não receia o ignorante porque pode esclarecê-lo. O espírita realmente consciente, que se não apoia em desculpas, enfrenta as vibrações de teor baixo, armado do escudo da caridade e protegido pela inspiração do alto, que aure na prece, partindo para o serviço no lugar que se faz necessário, onde dele precisa. A Miranda nos diz que a argumentação pela sua lógica dispensa comentários adicionais. Aguardam então a hora regulamentar que se dariam os trabalhos a que se reportara o irmão Genésio. Por volta das 19:30 dirigem-se os três à casa espírita. O edifício tinha várias dependências, uma parte era dedicada a
hora regulamentar que se dariam os trabalhos a que se reportara o irmão Genésio. Por volta das 19:30 dirigem-se os três à casa espírita. O edifício tinha várias dependências, uma parte era dedicada a meninas carentes e respirava-se alegria infantil, sem exageros. Tudo era simples, agradável e ordeiro. A entrada, espíritos amigos o saudaram, curtezes, afirmando que os labores a que se dedicavam na vigilância e defesa da casa estavam em paz, transcorrendo tudo em ordem. Genésio então olha para Miranda para confirmar pelos fatos que o elucidara pouco com palavras. Adentram então no recinto e trata-se de uma sala onde se poderiam alojar confortavelmente 20 a 25 pessoas. Em volta da mesa estavam 10 eh companheiros, enquanto os demais sentavam-se em filas sucessivas de cinco cadeiras cada Miranda continua dizendo que diversos amigos espirituais já se encontravam no ambiente, considerando-se que os serviços desse porte não raro tem uma preparação antecipada de até 40 horas, quando são trazidos os participantes desencarnados ou psiquicamente se faz a sincronia fluídica dos mesmos com os médiuns que irão transmitir em psicofonia as suas necessidades e que receberão auxílio e orientação competentes. Por outras vezes, ali se demoram os que experimentam assistência prolongada antes de serem transferidos para os setores próprios do plano de ação no mundo espiritual. Então, dentre estes que estavam lá, os espíritos, sob fortes impressões, eh, registra Manuel Filomeno dois jovens recém desencarnados e um cavalheiro ansioso, que tentavam intercâmbio com os familiares que ali compareciam, igualmente marcados por profundas angústias que não conseguiam dissimular. sentindo a presença dos afetos, choravam discretamente enquanto fixavam recordações que surgiam em formas idioplasmáticas a a Miranda, retratando a série as cenas que prosseguiam vivendo. Genésio. Então, percebendo o interesse que Miranda que em despertar em Miranda aqueles desencarnados dentre dentre mais de 30 que ali se
a Miranda, retratando a série as cenas que prosseguiam vivendo. Genésio. Então, percebendo o interesse que Miranda que em despertar em Miranda aqueles desencarnados dentre dentre mais de 30 que ali se encontravam, veio o auxílio dele explicando. São alguns dos que irão comunicar-se psicograficamente com os familiares. Os dois jovens aqui chegaram vitimados, um por um acidente de carro, outro um acidente de moto. O cavalheiro teve morte natural, o que não os torna muito diferentes. Todos estão ansiosos para esse encontro que logo se dará a fim de poderem repousar. A mente da família, neles fixada, lhes vitaliza as lembranças que gostariam de esquecer. A recordação do instante da morte que os aflige, pelo quanto dinusitado se lhes afigura, é sustentada pelos seres queridos que se prendem a tais lembranças, obrigando-os a reviver. quando o que já poderia ter amortecido em suas memórias. Dessa forma, o intercâmbio trará vantagens duplas. acalmará os que ficaram recebendo notícias confortadoras e se certificando da sobrevivência deles, graças aos fatos que os tornarão identificados com segurança e permitirão que eles remorram, tranquilizando-se. Manuel Filomeno então nos diz que remorrer soava como um neologismo que não havia entendido. Pergunta: então: "Não estavam mortos, como iriam remorrer?" Então, Genésio esclarece: "A morte do corpo não não obriga desobriga o espírito de permanecer atado ao mesmo em perturbação breve ou longa, dependendo das do seu estado. As impressões que se demoram, como nos casos das partidas para cá, mais violentas, perturbam o ser espiritual que oscila entre as duas situações vibratórias, anterior e atual, sem conseguir fixar-se numa ou em outra. chamado pelos afetos da retaguarda, condensa fluidos que deveria diluir-se, sofrendo e, porquanto em outra faixa vibratória, tenta desobrigar-se dessas cargas que os afligem. Terminado o atendimento aos familiares, estes então se reconfortam, rompem os elos que os prendem e amparados, os nossos irmãos repousam mais
ratória, tenta desobrigar-se dessas cargas que os afligem. Terminado o atendimento aos familiares, estes então se reconfortam, rompem os elos que os prendem e amparados, os nossos irmãos repousam mais demoradamente num sono de morte com fins terapêuticos, acordando em renovação para iniciar a etapa que lhes diz respeito na vida nova. Os familiares sempre desejam que os amados que partiram estejam bem, infelicidade, fluindo de felicidade e de paz a que nem sempre fazem justo. Serão confirmado certamente essas situações, desde que as mensagens estarão necessariamente controladas, evitando-se assim lamentações injustificáveis como informações inoportunas. E de fato, o estarem comunicando-se sobre o amparo dos instrutores já é uma grande felicidade e um clima de paz, porque livres de situações desesperadoras, nem sempre poderão escrever com larga lucidez. e veremos o que ocorre, mas os destinatários não se darão conta disso. O importante são as notícias tranquilizadoras e o conteúdo imortalista de que se fará objeto. E além do do que para uma comunicação psicofônica ou psicográfica consciente, existe exige-se prática e conhecimento da parileagem mediúnica que vai ser utilizada e nem todos eh predispostos para o m mister possuem essas condições exigíveis. havendo desse modo soluções próprias que resolvam a dificuldade. E ele então encerra e se cala. A reunião tinha início, o diretor encarnado lê um texto do livro dos espíritos, comenta. Logo depois, outro membro da assembleia lê um parágrafo dos livros dos médiuns. Também comenta. E por fim, uma senhora leu uma página do Evangelho Segundo o Espiritismo, todas três obras de Kardecam motivo de apontamentos para vários participantes. reduzida a claridade, então foi proferida a prece de início e o trabalho propriamente dito então começa. Esse seria então o resumo do capítulo e nós vamos convidar agora então nosso querido Laudes para fazer o aprofundamento inicial. Querido João, Gisele, os amigos que nos acompanham, os nossos votos de alegria
ria então o resumo do capítulo e nós vamos convidar agora então nosso querido Laudes para fazer o aprofundamento inicial. Querido João, Gisele, os amigos que nos acompanham, os nossos votos de alegria nesse estudo que nos traz grandes aprofundamentos a respeito da obra que estamos estudando. Para iniciarmos as nossas reflexões, gostaria de pegar esse trecho quando está aquele diálogo sobre o processo de da aonde seria a reunião e como seria, aonde o benfeitor vem nos apresentando que estavam surgindo uma nova corrente, inovações apresentando para o movimento espírita. Eu gostaria de trazer algumas reflexões a respeito deste processo de inovações, de correntes, de modismos que todos nós estamos eh percebendo em múltiplas etapas e várias frentes perante a doutrina espírita. Desde o processo da sua criação, quando Allan Kardec apresenta uma metodologia de aprendizado dos potenciais filosóficos, científicos e religiosos da doutrina espírita. E dali para frente, muitas pessoas interpretam o conteúdo e apresentam novas frentes para que possam talvez aprimorar, aprofundar, atualizar, eh, conforme eles compreenderam o próprio ensinamento da obra e da própria metodologia que Kardec havia nos apresentado. Mas aqui é um alerta que o benfeitor veio nos trazer a respeito destes modismos. Vamos começar falando quando ele traz sobre a casa espírita, o fechamento da casa espírita em um feriado, um final do ano, eh, de uma maneira que eu possa ter férias, que eu possa refazer as minhas energias. Quantos de nós não começamos a fazer com que a doutrina espírita vá devagarinho, começando a trazer para os seus princípios bases de rituais, de símbolos, de maneira que a condução externa possa afetar, talvez como eu como eu entenda, a os princípios basilares da doutrina espírita. Se formos refletir o Centro Espírita como uma escola, sim, nós precisamos ter um repouso, porque se vincularmos socialmente, como estamos visualizando os períodos escolares, precisamos de um repouso até para melhor armazenamento,
spírita como uma escola, sim, nós precisamos ter um repouso, porque se vincularmos socialmente, como estamos visualizando os períodos escolares, precisamos de um repouso até para melhor armazenamento, reflexões, sem dúvida. E é necessário que os próprios instrutores possam ter mais tempo para se preparar, estudar, apresentar novas reflexões. Isso, sem dúvida, apresenta sua validade. Agora, quando o benfeitor coloca que algumas tarefas talvez se façam necessárias ainda se manter na casa, a depender justamente o volume e o tamanho da casa, imaginemos se fôssemos comparar uma casa espírita a um hospital. E se porventura no período de férias o hospital par? E como é que ficará a cidade necessitada talvez de alguns atendimentos? Não pode ter alguma clínica, talvez o pronto socorro, porque quantos desencarnados também necessitam? enquanto os encarnados necessitam de um pronto atendimento para esclarecer uma alma e muitas vezes fazer com que aquela alma reflita ante ao suicídio iminente. Então, refletir sobre os potenciais da casa espírita é o alerta que o benfeitor nos coloca, mas o alerta para que nós possamos despertar a nossa razão. quando Pitágoras afirmava que a Terra é morada de opiniões. Sócrates foi aquele grande sábio para poder nos ensinar que opinião, a minha opinião, ela é uma opinião limitada. Eu não sou detentor da verdade absoluta. Eu posso ter a minha opinião, mas saber que a minha opinião é uma opinião limitada me faz criar condições para ouvir e tentar compreender outras opiniões para fortalecer a minha. Agora, a ideia de poder avaliar a própria opinião faz do indivíduo o início de uma construção racional, de um raciocínio para poder aprovar, aceitar, acatar alguma informação, rejeitar, aprimorar informação primária recebida das do seu próprio conteúdo, daquilo que eu visualizei, que eu vivi, que eu estudei. E eu vou fazendo uma reforma das informações. Eu vou aprendendo a criar um raciocínio. É o alerta do benfeitor para que nós possamos começar a compreender para não cairmos em
eu vivi, que eu estudei. E eu vou fazendo uma reforma das informações. Eu vou aprendendo a criar um raciocínio. É o alerta do benfeitor para que nós possamos começar a compreender para não cairmos em modismos. Porque na casa espírita, não sei os irmãos, mas quantas vezes não vamos nos deparar talvez com a liderança da casa espírita, podendo falar da seguinte forma, a inspiração. O mentor do grupo pediu para que pudéssemos parar durante o período, mas talvez as bases não sejam o pedido do mentor. Talvez as bases sejam justamente porque eu já tenho um compromisso marcado e dessa forma eu não poderei estar atendendo os compromissos já assumidos, talvez na casa espírita. Eu posso criar mecanismos para que, já que eu não quero questionamento, eu jogo de forma que a inspiração possa ter me proposto aquilo. Eu levo o meu entendimento na luz da casa espírita ou colocando foco talvez em espiritualidade, já que estamos estudando isso e podemos saber dessa realidade, a manipular e criar pequenos modismos de informação para defender a minha ideia. Se pararmos um pouco e avaliarmos a história, nós vamos perceber quantas almas humanas, inclusive as nossas próprias, em múltiplas reencarnações, não passamos muito tempo da nossa existência defendendo modismos, crenças e talvez até hoje ainda inexplicáveis. Se falarmos um pouco, a refletirmos na história, a pensarmos sobre a Virgem Maria, casada com José, mãe de Jesus, poderia ter nascido Jesus de uma relação conjugal aonde o amor da família presente poderia conceber um filho naturalmente, através das funções genésicas. Mas o homem, a pensar da imundícia que poderia ser o sexo, através das suas próprias lentes, criam o Teódogo, fazendo com que Jesus não pudesse chegar à Terra de uma maneira tão imunda, mas de uma energia tão pura como hoje nós temos conhecimento, começamos a refletir quantas e quantas vezes os concílios não se reuniram para defender tal tese e muitas vezes construindo dogmas absurdos através de rituais, modismos, conceitos
temos conhecimento, começamos a refletir quantas e quantas vezes os concílios não se reuniram para defender tal tese e muitas vezes construindo dogmas absurdos através de rituais, modismos, conceitos que devagarinho foram penetrando a mente humana e manipulando conceitos a modelar uma crença e uma fé completamente limitante. O espiritismo é uma construção de fé inabalável. E é exatamente sobre esse processo inabalável que nós devemos formar a nossa razão. Já que falamos de modismos para poder refletir a respeito das tentativas de tantas inovações do nosso movimento espírita. Podemos perceber aqueles oradores que talvez estejam falando à luz da doutrina espírita, mas refletindo conforme o seu próprio entendimento para tentar trazer toda a luz da doutrina somente ao Velho Testamento. O Espiritismo somente para os veganos. Vamos falar da alimentação, vamos falar dos veganos, dos vegetarianos, mas para que eu defenda algo em que eu esteja inserido, eu fragmento e tento projetar a luz do espiritismo para opiniões concretizadas do meu conceito habitual, das minhas crenças, mas principalmente das minhas ações. Vamos fazendo um espiritismo agora para os pets, cães, gatos, vacas, porquinhos da Índia, para poder os animaizinhos, mas eu pego um pedaço de verdade sobre as condições dos animais e posso levar nas múltiplas interpretações para que eu defenda a minha tese e faça com que ela, de uma maneira de meia verdade, granha adetos que estejam na mesma condição. racional de crenças e modas e inovações para que eu desperte interesse nos meus pares e possa avançar com ideais muitas vezes limitantes e que devem ser advertidos a mentes racionais para que possa penetrar nas suas razões e verificar se realmente faz sentido de uma forma a crescer e aprimorar o meu espírito ou não. Quantas vezes não nos deparamos em palestras espíritas, nos momentos atuais, aonde o palestrante vai fantasiado, transvestido, trazendo consigo todos os conflitos da sexualidade para falar à luz do espiritismo
ezes não nos deparamos em palestras espíritas, nos momentos atuais, aonde o palestrante vai fantasiado, transvestido, trazendo consigo todos os conflitos da sexualidade para falar à luz do espiritismo sobre a transexualidade, a homossexualidade, mas a falar de conflitos fantasiado na tribuna sobre um holofote que estaria iluminando nas condições de trazer a palavra final do espiritismo sobre os seus próprios conflitos. Quantos de nós não passamos alguns anos atrás o movimento de espírita de esquerda, o movimento espírita que defende aquele do cavalo branco aqui e quantos outros de direita, de esquerda, de extrema, para defender princípios políticos, vendo espíritas renomados, com grandes condições intelectuais, assumindo a tribuna espírita para defender os seus pares políticos. e fazendo com que nas suas próprias profissões, não mais levando questões éticas para o trabalho, mas tentando fazer com que o espiritismo se envolvesse agora nas questões profissionais, como se a sua base espírita pudesse lhe formar o caráter. Agora, ativo, aquele que está na coluna como verdadeiro aprendiz deve questionar a respeito de tantos modismos que já adentraram por portas largas, talvez abertos na casa espírita, da apometria, da reunião mediúnica online. Quantos de nós não assistimos tantas defesas das condições de uma reunião mediúnica online para defender os seus princípios e ainda mais nomes vinculados a grandes instituições para fazer com que agora fechassem as casas espíritas. Porque nós, o grupo ativo online faria com que a casa Spirer pudesse ser ter todas as suas palestras onlines, porque nós temos um grande nível de seguidores para poder promover a sua casa, uma palestra espírita bem concertuada, com muitos seguidores, visualizações, cliques que nós poderíamos auxiliar, fazendo com que os custos da casa espírita reduzissem assim drasticamente a pensar aquele que poderia estar trazendo luz, querendo apagar os feixes de luzes construídos numa casa espírita. Mas os modismos quando pegam mentes que
casa espírita reduzissem assim drasticamente a pensar aquele que poderia estar trazendo luz, querendo apagar os feixes de luzes construídos numa casa espírita. Mas os modismos quando pegam mentes que não estão alerta o suficiente, os pares se unem e fortalecem, talvez informações para que possamos parar e refletir. Refletir que muitas vezes dentro da casa espírita encontramos aquelas reuniões mediúnicas que trabalham e focam os seus serviços nas reuniões de desobsessão. um grupo maduro que já está harmônico numa atividade já há tanto tempo, mas apegar talvez um diretor que começa exclusivamente o atendimento desobsessivo, ou seja, um pronto socorro que somente atende baleados. Não, não. No meu pronto socorro, se chegar algum acidente de carro, eu não posso atender, porque o meu trabalho é somente desobsessivo. Eu não atendo sofredores. É como se o trabalho fosse controlado do mundo terreno ao espiritual e não ao contrário. Quando estamos focados em um trabalho dessa magnitude, sem dúvida os espíritos irão programar uma atividade em grande potencial nesse sentido. Mas nem sempre um grupo preparado, talvez para receber tais compromissos, os espíritos podem utilizar-se de tal energia para trazer sofredores, não somente para desobsessão, mas para trazer um atendimento de espíritos vinculados ao mal há muitos séculos para receber as informações devidas e verificar um trabalho valioso do bem. Quantos de nós estamos dispostos a iniciar a construção íntima da razão? Quando fala de modismos, poderíamos falar de vários, mas os alertas em que todos nós devemos ter intimamente é fazer com que a nossa intelectualidade vá ganhando a prática a seguir os passos de uma pessoa que tem me impactado recentemente de uma maneira muito profunda. As suas obras já haviam impactado alguns anos atrás, mas hoje, talvez, com um pouquinho mais de maturidade, a refletir as obras de Ivone do Amaral Pereira, eu convido o amigo que nos acompanha para poder ler as suas obras, recordações da mediunidade e
, mas hoje, talvez, com um pouquinho mais de maturidade, a refletir as obras de Ivone do Amaral Pereira, eu convido o amigo que nos acompanha para poder ler as suas obras, recordações da mediunidade e tantas outras, mas verificar a vida dessa trabalhadora que pode permanecer mais de 8 anos fazendo o seu trabalho mediúnico. na sua casa com pequenos grupos, porque não estava disposta a aceitar diretrizes que rompiam a sua razão. casas espíritas que tentavam romper o seu raciocínio lógico para poder fazer com que ela participasse de tais reuniões que ela não iria se submeter até o momento que pudesse ser aceita e poder trabalhar da maneira humilde, desinteressada de um trabalho que ela consideraria valioso para ela, mas principalmente para aqueles que estavam sendo atendidos. entender que nem todas as diretrizes que nos apresentam são diretrizes formadas de uma metodologia com a base de Jesus e as luzes de uma metodologia explicada de uma maneira clara pelo espírito da verdade e os espíritos que conduziam à obra de Allan Kardec, cada um conforme o seu entendimento, é claro, mas fazer com que o meu entendimento seja agora Ora, a verdade ser exposta é exatamente entrar num raciocínio imaturo, que eu sou detentor da verdade, mas atingir o raciocínio para poder fazer com que eu progrida através da minha própria opinião e fazer com que essa opinião reflita através das ações, está o verdadeiro espiritismo, pois o espírita é aquele que se transforma. Agora, ser o detentor dessa verdade espírita, estamos longe de tal magnitude, mas podemos começar os passos do verdadeiro serviço desinteressado. Primeiro de tudo, avaliando as inovações e os convites dos modismos na época em que estamos vivendo. Requer o que Jesus já nos aconselhava há muito tempo. Atentai, vigiai e orai. Essas serviam as contribuições que eu gostaria de passar no dia de hoje. Muito obrigado. Obrigado, Laudes. Eh, vamos então continuar a segunda parte da nossa do nosso trabalho com a Gia agora com a Gisele, eh, continuando os
uições que eu gostaria de passar no dia de hoje. Muito obrigado. Obrigado, Laudes. Eh, vamos então continuar a segunda parte da nossa do nosso trabalho com a Gia agora com a Gisele, eh, continuando os aprofundamentos com você, Gi. Obrigada, João, pelos pelo resumo. Excelente resumo. Obrigada, Laudes, pelas considerações. Boa noite a todos os amigos, a todas as amigas que nos acompanham. Então, nós vamos falar a respeito do tema tratado num livro da nossa querida benfeitora Sueli Ca Schuber, intitulado Dimensões espirituais da casa espírita. Porque neste capítulo nós podemos observar a importância da dos trabalhos da casa espírita. E muitas vezes nós no automatismo, no dia a dia, ao longo dos anos, tantos anos frequentando a casa espírita, talvez eh nos esqueçamos da sua importância, da sua grandeza espiritual, do seu autosignificado, do nosso comprometimento e de toda uma equipe espiritual envolvida para que a casa material pudesse chegar a vir a ser. Então aqui eh nós podemos ver, como o Laudos já adiantou, Sueli, como já sabemos vai nos trazer que a casa espírita é um templo, é um lar, um hospital, uma oficina, uma escola. Então, eh, especialmente sendo um ponto de encontro de almas que anelam por respostas, que buscam a paz, que despertaram pra necessidade de se renovarem interiormente sob as luzes do consolador prometido por Jesus. Estamos aqui no planeta Terra como alunos numa escola. Temos as provações, temos as expiações, temos os nossos testemunhos, temos muito trabalho a fazer. E como somos espíritos ainda imperfeitos, temos as nossas dores, temos as nossas dúvidas, buscamos um lugar em que possamos encontrar as respostas, que outra religião nos dá acesso a tanto esclarecimento quanto à doutrina espírita? Por isso Kardec diz que o espiritismo é Jesus de volta, porque não muda nada que Jesus falou, apenas desmistifica os os seus ensinamentos de forma que nós consigamos compreender melhor e também tomarmos conhecimento dessa realidade, da comunicabilidade entre o mundo
muda nada que Jesus falou, apenas desmistifica os os seus ensinamentos de forma que nós consigamos compreender melhor e também tomarmos conhecimento dessa realidade, da comunicabilidade entre o mundo material e o mundo espiritual. e que então lá nesse lugar nós vamos nos anelando a outros eh companheiros, a outros confr, mas não somos reunidos por acaso. Não entramos naquela casa espírita tal por obra do acaso. Está tudo muito bem programado pela espiritualidade desde antes de nós reencarnarmos. Sueli vai trazer nessa obra que essa organização no mundo espiritual de qual casa espírita nós iremos nos filiar, nós iremos ombrear, nós iremos trabalhar, ela é muito antes definida e que nós temos sim a nossa parcela de comprometimento, de responsabilidade em tudo isso. A casa vai nos servir para o avanço, para o exercício da prática da caridade moral, da caridade material. Mas a espiritualidade superior conta com o nosso auxílio, com as nossas mãos, com as nossas mentes, para que o auxílio também possa chegar a maior número de pessoas. Então ela diz também que muitas vezes não só os afetos do passado se reúnem, mas também os desafetos como aquele companheiro que nós nos desentendemos, nós não conseguimos uma harmonia no pensamento e temos aquela aquela aquele malestar na sua presença. Sabemos que isso vem do passado e que se estamos reunidos ali agora é para que possamos resolver e superar essas animosidades. Na sequência, então, ela vai falar a respeito dos alicerces espirituais, que quando se pensa e se projeta numa obra espírita, ela já estava edificada na espiritualidade, porque nós sabemos que aqui nós temos uma cópia imperfeita do mundo real, que é o espiritual. Então tudo que nós vemos aqui, muitas vezes nós em sonho, em desdobramento parcial pelo sono, nós falamos: "Nossa, lá no mundo espiritual onde eu estive era igual ao que tem aqui". Não é o contrário, é aqui que é quase igual ao que vemos lá, que lá é a origem. Então, não é o centro espírita apenas a casa
: "Nossa, lá no mundo espiritual onde eu estive era igual ao que tem aqui". Não é o contrário, é aqui que é quase igual ao que vemos lá, que lá é a origem. Então, não é o centro espírita apenas a casa onde se abriga, mas o labor se desenvolve, o ambiente que orienta a assessora, os objetivos e finalidades que o norteiam, o ideal e o sentimento com o que conduzem. Por isso, prescinde a obra espírita do luxo, do supérflo, para atender a simplicidade ao conforto que a tornem acolhedora. Não importa ser um lugar que eh contenha coisas inúteis, futilidades, tem que ser um lugar bem asseado, um lugar de fácil acesso, um lugar em que propicia aos trabalhadores e aos frequentadores o estudo, o passe, né, a as palestras, eh, a a evangelização, mas nada de enfeites, de adornos. Eu lembro de uma de uma história que li num dos livros de Chico Xavier em que um espírito espírita relatava que estava a vida inteira trabalhando para deixar a casa espírita pronta e que a obra nunca ficava a seu contento. Então ela sempre estava em construção. E aí então essa pessoa acaba desencarnando e ao voltar ao mundo espiritual ela diz: "Agora eu não consegui terminar a obra para conseguir iniciar os trabalhos. Já voltei aqui e agora vou ter que voltar de novo para, enfim, terminar a obra." Então, nós não devemos perder muito tempo com essas questões supérfluas e eh nos dedicarmos tanto as questões da assistência social, das promoções. É claro que a casa precisa sobreviver. E como dizia Raul Teixeira, o espírita parece que tem um escorpião no bolso, não gosta muito de contribuir, mas é necessário também que haja essa conscientização de que nós é que fazemos com que a casa espírita seja mantida. E cada um também pode dar a sua contribuição de mão de obra para que ela fique em funcionamento. Então, o que vale é o nosso objetivo, o trabalho que nós vamos fazer, eh o ambiente espiritual que vai ser formado para que haja, então, todo o trabalho da espiritualidade, porque se é um hospital para os encarnados, é um hospital muito
, o trabalho que nós vamos fazer, eh o ambiente espiritual que vai ser formado para que haja, então, todo o trabalho da espiritualidade, porque se é um hospital para os encarnados, é um hospital muito mais para também os desencarnados. Nós que não temos a mediunidade da vidência, não conseguimos vislumbrar a dimensão espiritual nesse sentido. Mas Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, Ivone do Amaral Pereira, Sueli Calda Schubert, médiuns extraordinários, já deixaram para todos nós um legado imenso de testemunhos a respeito dessa realidade. Então nós não podemos deixar de considerar e essas questões também. Na sequência, ela vai falar a respeito da direção espiritual, que para se chegar a esses compromissos são estudadas as fichas cármicas daqueles que estarão à frente da obra no plano material. E aí os convites começam a ser feitos, os planos delineados e projetados pro futuro. Nós sabemos que há essa essa conexão entre os trabalhadores que estão encarnados e os desencarnados. Nós estamos vendo agora na obra o irmão Genésio, por exemplo, ele até até pouco tempo estava encarnado participando das atividades da casa espírita. Agora ele estava em outra na outra dimensão, mas continuando ser sendo um trabalhador daquela casa espírita. Então nós nós estamos nesse vai e vem do mundo espiritual para o material, laborando com afinco para que possamos construir um mundo novo. Não somos eh aleatoriamente escolhidos. Ai, de repente estava passando na frente da casa espírita, resolvi entrar. Esse de repente não existe. É sim fruto de uma programação com o nosso benfeitor espiritual, com o mentor da casa espírita, com aqueles que vamos estar juntos trabalhando lá também com os assistidos, com os espíritos que irão chegar. é realmente muito ampla essa dimensão. Na sequência, ela vai falar a respeito a respeito das condições do patrono espiritual da casa espírita, que então ela vai dizer que nós já estudamos no livro passado, no livro eh Dramas, Tramas do Destino, em que não sei se
alar a respeito a respeito das condições do patrono espiritual da casa espírita, que então ela vai dizer que nós já estudamos no livro passado, no livro eh Dramas, Tramas do Destino, em que não sei se todos vão se lembrar, ah, o irmão Natércio vai pedir para o espírito de São Francisco Xavier permissão para que ele se tornasse o patrono espiritual da casa espírita que estava sendo fundada pela família Ferguson. Ferguson, enfim. Então, o mentor espiritual aceita sim o encargo, mas ele faz aponta algumas condições para poder ser o patrono espiritual da casa. Ele então alerta que na casa espírita fosse sempre observada a preservação do evangelho de Jesus. E quando a gente fala a preservação do evangelho de Jesus, parece uma coisa assim óbvia, mas infelizmente nós vamos encontrar casas espíritas que a última coisa que eles procuram fazer é estudar e praticar o evangelho segundo o espiritismo. Existem tantas outras atividades que podem vir surgindo para distração da dos trabalhadores, inclusive por tramas das trevas, dos inimigos espirituais, que muitas vezes acabam esquecendo do objetivo principal da fundação de uma casa espírita, que é levar a luz do evangelho de Jesus. Não adianta nós só olharmos para um lado e do da doutrina espírita, que é, por exemplo, científico, e nos esquecermos do coração que é o evangelho de Jesus. Então, nós temos sim que primar pela preservação do evangelho. E depois também ele alerta para a maior carência humana, que é o pão de luz da consolação moral. Por que que ele fala isso? Porque também nós vemos que muitas casas se esquecem disso e começam a dar preferência, prioridade paraas questões do auxílio material. Então, se eu não posso levar a palavra de Jesus, se eu não posso fazer o evangelho de Jesus em nome da doutrina espírita, que é o objetivo da fundação de uma casa espírita, para que eu possa eh entregar uma cesta básica, para que eu possa fornecer uma assistência material, eu estou invertendo os propósitos, porque a assistência social ela é necessária e
ma casa espírita, para que eu possa eh entregar uma cesta básica, para que eu possa fornecer uma assistência material, eu estou invertendo os propósitos, porque a assistência social ela é necessária e nós devemos sim praticar a caridade. também nesse aspecto. Porém, nós já ouvimos muito dos benfeitores espirituais e também Divaldo, nas suas palestras afirmar que a principal atividade da casa espírita que ninguém mais faz é a espiritual. A assistência social é feita por outras entidades religiosas, assistenciais do governo. Então, devemos fazer assistencial, sim, mas a principal é fornecermos o pão da luz da consolação moral, que nenhum lugar vamos encontrar, como o Espiritismo faz. E os deveres mais urgentes a serem atendidos, então, são os da alma, que o consolador deve ser a meta principal, tendo o espírito, o ser em sua realidade mortal. Quantas consciências são eh despertas pela luz do Evangelho segundo o Espiritismo? todas as obras básicas e as complementares, as vidas que se transformam quando tem o conhecimento, acesso ao conhecimento, à verdade. Quando nós nos conscientizamos de que não acreditamos na imortalidade, mas sabemos da sua existência, da sua realidade, sabemos da reencarnação, mudamos completamente a nossa forma de ver o mundo, de ver a vida, de ver as circunstâncias de tudo aquilo que nos sucede. E é isso que vai fazer com que nós nos transformemos intimamente. Então, que fossem as tarefas urgentes, a de evangelizar, a de instruir e a de guiar. E aí ela vai ressaltar também a respeito dos recursos magnéticos de defesa da casa espírita, que nos departamentos reservados à Câmara de Passes ou então nas casas em que o passe é dado no próprio salão das palestras, o recinto mediúnico, a sala de exposições doutrinárias, elas são providenciadas pela espiritualidade. superior com aparelha complexas de finalidades específicas para cada mistério apropriadas para que possa atender os espíritos que lá chegam, encarnados e desencarnados, cirurgias espirituais que acontecem. E
r com aparelha complexas de finalidades específicas para cada mistério apropriadas para que possa atender os espíritos que lá chegam, encarnados e desencarnados, cirurgias espirituais que acontecem. E quando falamos em cirurgias espirituais, não em nós apenas encarnados, mas nos desencarnados que chegam às reuniões mediúnicas de desobsessão, muitas vezes com os perespíritos todos deformados em formas ovoides, enfim, com marcas profundas de das regiões trevosas onde estagiaram e que a partir daquele momento, dependendo da condição dos membros da reunião mediúnica, da casa espírita, da qualidade, né, da daquela equipe. Consegue então a espiritualidade iniciar ali o tratamento, as cirurgias. Nós não conseguimos ver, mas pelo menos de Miranda nos traz em suas obras as aparelhagens que parecem como que pronto socorro de hospitais, coisas que muitas vezes nós ainda não descobrimos aqui no mundo terreno de aparelhagens capazes de de nos trazerem o tratamento necessário, mas que no mundo espiritual elas já estão em operação. E aí depois ela vai falar também que é um é um pouso e posto de socorro para as caravanas espirituais e emergência para acidentados recém- desencarnados. É um hospital mesmo. Quando a gente pensa que a espiritualidade superior reúne, recolhe aqueles recentes desencarnados em acidentes, emergências espirituais, essas caravanas espirituais que Filomeno de Miranda vai nos narrando, principalmente agora aqui com o carnaval, que vão ser sediadas nas casas espíritas. Precisamos ter esse carinho, esse cuidado com o ambiente, quando entramos no ambiente da casa espírita, para não atrapalharmos os trabalhos dos mentores com os nossos pensamentos atribulados ou então pensando mal do outro ou pensando lá no que a gente tem que fazer quando sair da casa espírita. E e aí então eh sermos aqueles que eh chegamos à casa à casa para contribuir, para somar, para que as resistências espirituais se fortaleçam. é muito importante o nosso compromisso a esse respeito. E ela vai também destacar a
ueles que eh chegamos à casa à casa para contribuir, para somar, para que as resistências espirituais se fortaleçam. é muito importante o nosso compromisso a esse respeito. E ela vai também destacar a respeito da reunião pública, que onde o ambiente é preservado. Há então essas defesas magnéticas, um controle, uma triagem, não são todos e quaisquer espíritos que podem ali entrar. Quando há uma interferência dita negativa, alguém ali que se movimenta de forma agitada, que possa atrapalhar o ambiente, é também porque foi permitido pelos espíritos superiores para que aquele espírito ali pudesse também ser atendido. Tudo dentro de uma de um controle muito grande da espiritualidade superior. E ali então nós temos o público que vai trazer os seus problemas, as as suas fixações deprimentes, as ideias de suicídio e mantados a desafetos do passado. Nós quando vemos um encarnado, provavelmente existem ali dois desencarnados acompanhando cada um deles. Eh, muito maior, muito mais amplo. E aquele coração que chega muitas vezes decorrendo de de recentes perdas, né, que nós não devemos dizer perdas, mas de mortes, de desencarnações na família, de doenças graves, de problemas sérios que chegam com um coração desolado, precisam encontrar forças, precisam encontrar uma palavra de consolo, um abraço fraterno quando chegam à casa espírita. Então, todo um conjunto de vibrações desarmônicas, se for se forem eh cultivadas ali, serão prejudiciais para que esse trabalho possa se desenvolver de como a espiritualidade programou. É claro que a espiritualidade tem muito mais recurso do que nós possamos imaginar, mas nós temos a nossa parte também, a nossa contribuição. ali se encontram os espíritos também desligados das suas vítimas, quando a pessoa inicia o pedido de ajuda no atendimento fraterno e depois vai eh passar ali a a acompanhar o evangelho. E aí o desdobramento espiritual do seu atendimento, quando vamos ver ali o espírito obsessor e toda a história que se desenlaça depois, conforme o próprio Filomeno de
r ali a a acompanhar o evangelho. E aí o desdobramento espiritual do seu atendimento, quando vamos ver ali o espírito obsessor e toda a história que se desenlaça depois, conforme o próprio Filomeno de Miranda nos narra também. E a importância do expositor da palestra, eh, ela vai colocar a respeito do tema, que seja sempre um tema doutrinário e um tema evangélico. A pessoa que chega a casa espírita com uma dor tremenda moral, uma dificuldade que está enfrentando, por exemplo, na sua família, chega à casa espírita e a palestra inteira só fala sobre o perespírito, sem fazer nenhum link com a conduta moral, com o evangelho de Jesus. E é apenas de teor científico, a pessoa nunca ouviu falar, sai de lá mais confusa do que consolada, do que esclarecida. Então, que tenhamos esse cuidado e também com relação ao som exterior, né, para que nós possamos cuidar do ambiente aonde estamos fundando a nossa casa para que ela possa funcionar de maneira harmônica. os trabalhos de passes tidos então como ato de amor, onde o ambiente deve ser luminoso, não iluminado, mas luminoso, numa atmosfera radiante, onde os pensamentos, as preces e as aspirações são elevadas. os médiuns fascistas preparados, responsáveis com relação ao seu dever. Não é ir ao centro espírita aplicar passos quando dá, mas é o nosso compromisso, é a a nossa tarefa. A espiritualidade conta com a nossa colaboração e também devemos nos preparar para podermos doar bons fluidos. Do contrário, se chegarmos atribulados, se chegarmos nervosos, corridos do dia a dia, se esquecermos de manter o pensamento em em ligação com a espiritualidade superior, nós vamos dar é trabalho pros espíritos benfeitores, porque eles vão ter que bloquear as nossas energias para que a gente não possa eh contaminar o outro com o passe, né, com a nossa transmissão. de energia. Então, nós temos que ter essa consciência dessa preparação anterior e constante, não só no dia, ela é 24 horas por dia, 7 dias por semana. e que o êxito desse trabalho, ele vai depender
o. de energia. Então, nós temos que ter essa consciência dessa preparação anterior e constante, não só no dia, ela é 24 horas por dia, 7 dias por semana. e que o êxito desse trabalho, ele vai depender da experiência do das regras que nós devemos observar em questão do nosso horário para não chegarmos atrasados, né, da nossa responsabilidade com o compromisso. que André Luiz já nos traz, nos trouxe no livro, nos domínios da mediunidade, a respeito dos benefícios da oração, que é prodigioso banho de forças, porque é uma vigorosa corrente mental que atrai o que nós estamos pensando quando nós quando nós lemos assim na casa espírita, silêncio também é uma prece, depende, porque o silêncio pode ser só da boca, O pensamento pode estar tumultuadíssimo e através do nosso pensamento tumultuado, a gente tumultua também a vibração do lugar, a gente tumultua o trabalho dos espíritos benfeitores. Então, o silêncio deve ser mental, mas como nós não conseguimos deixar de pensar, esse é um ato que não existe, nós devemos vigiar o pensamento. Se estamos pensando mal, vamos nos conscientizar e pensar o bem. Se estamos fixados num pensamento, naquela monoideia, vamos nos conscientizar para começar a fazer uma prece, uma oração. Se estamos tão atribulados que não conseguimos formular nenhuma oração do coração, vamos repetir o Pai Nosso, a oração dominical, até que nós consigamos elevar a nossa vibração a ponto de acalmarmos a nossa mente. Ela também vai trazer a respeito dos espíritos protetores, né? que o espírito protetor ou o anjo da guarda que tem por missão acompanhar o homem, aliás, ela traz, mas nós temos na questão 514 do livro dos espíritos, que é a função nos acompanhar na vida e nos ajudar a progredir e que é de sempre de natureza superior ao protegido. E depois na questão 495, que não vos parece consoladora a ideia de ter sempre junto de vós seres que vos são superiores, prontos sempre a vos amparar, a vos ajudar na ascensão da montanha do bem, vai nos lembrar que nós nunca estamos sozinhos, que a vida é um
deia de ter sempre junto de vós seres que vos são superiores, prontos sempre a vos amparar, a vos ajudar na ascensão da montanha do bem, vai nos lembrar que nós nunca estamos sozinhos, que a vida é um piano tocado a quatro mãos. Graças ao bom Deus e a sabedoria divina, o nosso anjo da guarda, o nosso espírito guia é superior a nós mesmos e mais que ele nos ama tão profundamente que não conseguimos comparar o amor que ele tem por nós com nenhum outro que conhecemos aqui enquanto encarnados, que nós deveríamos nos utilizar muito mais dessa relação de proximidade com o nosso nosso benfeitor, falarmos com ele, orarmos, pedirmos, compartilharmos com ele os nossos sentimentos para que ele possa nos ajudar. Porque quando nós dizemos assim: "Ai, o meu benfeitor me abandonou", na verdade nós nos afastamos porque nós nos esquecemos da oração, nós nos esquecemos da prática do bem, dos pensamentos bons e por momentos nos prendemos à matéria. Ele vai respeitar o nosso livre arbítrio. Ele não vai invadir a nossa intimidade. Ele vai aguardar o momento de ser chamado. Que possamos chamar com mais constância. O centro espírita, então é importante que se destaque que deve ter essa ambiência espiritual elevada, propiciada pelos benfeitores e preservada pelos encarnados, que os espíritos superiores recomendam que nós evitemos o óbvio, mas eles trazem, né, a intriga, a maledicência, a inconsequência, o mercantilismo, os ruídos do mundo. Deixemos as questões da porta para fora, as questões do mundo da porta para fora. A partir do momento que nós entrarmos na casa espírita, isso deveria ser dentro e fora. Mas ainda como não conseguimos totalmente, vamos treinando assim. Quando entrarmos na casa espírita, vamos nos propor a pensar melhor, a sentir melhor, a desculpar as ofensas. a relevar o outro, a nos perdoarmos, a esquecermos as intrigas, porque nós, senão nós estaremos contaminando o ambiente com essas vibrações negativas. Então, essas manifestações interiores, inferiores do caráter, elas vão atrair
doarmos, a esquecermos as intrigas, porque nós, senão nós estaremos contaminando o ambiente com essas vibrações negativas. Então, essas manifestações interiores, inferiores do caráter, elas vão atrair bandos de entidades hostis e trabalhos posteriores a ponto de adulterá-los ou impossibilitados, impossibilitá-los. Quando nós percebemos uma reunião mediúnica que fica anos e anos e anos sem ter nenhuma mudança, sem ter nenhum avanço, não é a reunião que não avança, são os membros que não avançam, que não melhoram, que não progridem. E isso deve ser um ponto a ser observado, porque o objetivo é que nós possamos melhorar. Se não estamos melhorando, algo está errado. Um centro espírita assim será detentor da confiança da espiritualidade esclarecida, a qual o elevará à dependência de organizações modelares do espaço, realizando-se então em seus recintos sublimes empreendimentos que honrarão os dirigentes dos dois planos na vida. Imaginemos quando voltarmos a para casa depois dessa encarnação, cumpridores dos nossos deveres, aqueles completistas, como diz André Luiz, como deve ser eh feliz a o estado de da alma daquele que consegue ser fiel até o fim. E depois tantas almas além da sua que conseguiu tocar com a sua ação, com a prática da caridade, com os benefícios espirituais que traz para toda uma cidade a casa espírita que funciona de forma desinteressada, que pratica verdadeiramente o evangelho segundo o espiritismo, o evangelho de Jesus e que assim possibilita o esparz ir de luzes para todos nós. Então, esse seriam e essas seriam as nossas considerações a respeito da casa espírita e que são apenas pinceladas, porque na verdade o livro da Sueli é muito mais extenso e profundo. que nós possamos retomar essa obra para relembrar da importância da casa espírita, da sua manutenção, da nossa seriedade com relação aos trabalhos e do por que nós estamos lá, né? Nós estamos vinculados àquelas pessoas, à equipe espiritual e temos que dar conta do compromisso que fizemos, que assumimos antes de
eriedade com relação aos trabalhos e do por que nós estamos lá, né? Nós estamos vinculados àquelas pessoas, à equipe espiritual e temos que dar conta do compromisso que fizemos, que assumimos antes de reencarnarmos. de São João, agradeço pela oportunidade e passo a palavra para você. Obrigado, Gi. Sim, importantíssimo eh nos lembrar sempre da importância da casa espírita. Eh, muitos de nós com esse depois da pandemia eh temos dificuldade em voltar, alguns não voltaram às casas espíritas ou acham que eh os estudos online podem substituir as atividades da casa espírita e na verdade os estudos online complementam, adicionam, mas a frequentar a casa espírita sempre vai nos trazer um bálsamo de refrigeração na nossa alma e que possamos sempre lembrar disso. Agradeço a você, agradeço ao Lauds pelas pelos aprofundamentos e convidamos a todos para estarem conosco novamente na próxima semana, quando estaremos estudando o capítulo 18 do livro Nas Fronteiras da Loucura de Manuel Filomeno de Miranda, através da psicografia de Divaldo Franco. Até a semana que vem, então.
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