#Reprise T5:E26 • Nas Fronteiras da Loucura • Técnica de libertação

Mansão do Caminho 28/12/2025 (há 2 meses) 58:30 673 visualizações 112 curtidas

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 26: Técnica de libertação (Capítulo 25) » Host/resumo: Gisele Risso » Aprofundamentos: Laudelino Risso e Vitor Silvestre

Transcrição

Boa noite, queridos amigos, queridas amigas. É com grande alegria que estamos aqui em mais uma noite de estudos. Nós do grupo de estudos online Sueli Caldas Schuber. Damos boas-vindas a todos. Entre nós hoje está conosco o Lauds e o Vítor, irmãos queridos da nossa alma, que nos conduzirão nos aprofundamentos do capítulo a ser estudado. Hoje o capítulo é o 25, intitulado Técnica da libertação. Antes de adentrarmos no resumo e posteriormente no estudo, convidamos a todos para que possamos nos unir em pensamento para oração. Divino Amigo Jesus, amigos e mentores espirituais que coordenam este trabalho, este estudo, nós pedimos a permissão e as bênçãos para que possamos mais uma vez, em nome de Jesus, abrir os trabalhos da noite. que os nossos irmãos que estarão estarão conduzindo o estudo, recebam a inspiração do mais alto para que a mensagem cale fundo nos nossos corações, nos desperte pra realidade de espíritos imortais que somos e que possamos cada vez mais descobrir e redescobrir estas coisas maravilhosas que o Espiritismo nos proporcion Gratidão ao querido mentor espiritual Filomeno de Miranda, ao médium Divaldo Franco, a nossa querida Sueli Calda Schuber, por nos proporcionar o amparo e também o cuidado de sempre. Que cada coração aqui reunido receba no seu lar ou aonde estiver essas bênçãos do mais alto. E que o Senhor seja conosco. Que assim seja. Então, mais uma vez, boa noite. Sejam todos bem-vindos. Nós vamos então passar para o resumo do capítulo intitulado Técnica da libertação, em que o mentor vai nos falando, relatando a respeito do caso da Julinda. Então, a Julinda estava hospitalizada e eles vão até ela. Chegando lá, são recebidos por Dr. Figueiredo. E aí então encontraram Julinda altamente eh eh sob alta dose de antidepressivo adormecida. E também o seu espírito que estava em desdobramento parcial encontrava igualmente dopado. Ricardo, que era o obsessor, por sua vez, que tinha sido adestrado por Elvídio nas técnicas da obsessão infeliz, estava lá junto dela vigilante, e se percebia nele

arcial encontrava igualmente dopado. Ricardo, que era o obsessor, por sua vez, que tinha sido adestrado por Elvídio nas técnicas da obsessão infeliz, estava lá junto dela vigilante, e se percebia nele o semblante cerrado, numa expressão grotesca que se misturava entre ódio e desprezo pela vítima, sem qualquer consideração pelo sofrimento que inflingia a moça. E apesar de ter a casa mental sitiada pelo fluido pernicioso do perseguidor, Filomeno pode observar alguns pontos que não estavam sendo totalmente dominados ainda pelo obsessor. E aí então o mentor espiritual, percebendo as interrogações silenciosas explicou: "Como tomamos conhecimento por ocasião da nossa primeira visita a Julinda? O remorço foi a ponte de que se utilizou Ricardo para dominá-lo. Ao natural sentimento de culpa que nela se instalou, o inimigo impôs a ideia da loucura, amedrontando-a e fazendo fixar o momento do aborto delituoso, com que terminou por venccê-la a pouco e pouco. Simultaneamente, porque desarmada dos valores espirituais que relegara a plano secundário, não ficou em Dene à irradiações positivas do amor da mãezinha, portadora de credenciais de relevo no nosso plano, quanto das suas orações que a envolvem ainda hoje, dificultando a ação plena do adversário. A oração intercessória, realizada com unção, com sentimentos elevados, envolve aquele por quem se recorre, considerando-se que toda emissão mental, de acordo com a sua intensidade e o conteúdo que lhe dá frequência, termina por alcançar o que ou a quem se destina. A prece vibração poderosa de que o homem não tem sabido valerse como seria de desejar. Ricardo não conseguia ver os mentores espirituais ali naquele quarto de hospital, porém os pressentiu e se afastou depressa. Foi em busca de ajuda. E curioso que Filomeno de Miranda e faz o apontamento de que eles estavam no mesmo espaço em que se movimentavam os agressores, mas porque eles sintonizavam em outra faixa vibratória, os mentores podiam vê-los, mas eles não podiam ver os mentores

tamento de que eles estavam no mesmo espaço em que se movimentavam os agressores, mas porque eles sintonizavam em outra faixa vibratória, os mentores podiam vê-los, mas eles não podiam ver os mentores espirituais. E aí então volta Ricardo com o chefe da hipnose, da obsessão e o vídeo acompanhado por um grupo de espíritos também. obsessores e vão então eh até o quarto do do hospital de Julinda, fazem ameaças e ficam muito nervosos e colocam lá dois guardas na porta para ficarem cuidando e promete a Ricardo que faria questão de antecipar o retorno de Yulinda para o mundo espiritual pelas suas próprias mãos. Então eu vio que era esse mentor da treva, iludido da situação, se afasta com seu secto e deixa esse sentinelas à entrada do quarto. E aí, a princípio, o Ricardo, ele se apresentava recioso, tava agitado, se movimentava de um lado pro outro, olhando a sua presa com ru expressão de cólera. Na sua tela mental, na Filomeno de Miranda, ouve o benfeitor o convidá-lo a necessidade de uma união psíquica impress a Jesus, objetivando o atendimento aos envolvidos naquela trama do sofrimento que para si mesmo mesmos haviam engendrado. Fiquei sem entender muito bem. Filomeno de Miranda diz que deduz que o amigo espiritual, mediante a ação do pensamento identificado com o mestre, canalizar reforços de energia superior para o recinto, modificando a psicosfera ambiente que afetou o inimigo de Julinda. E aí Filomeno diz que o viu lentamente aquiietar-se e percebeu que dentro que ele entrou em uma reflexão ao império daquelas ondas mentais benfazas que o atingiam e disse: "Agora poderemos ir levando-o conosco no estado de sono de que será acometido dentro em pouco." E aí começando a pensar, afrouxar-seão os vínculos de tensão e ele vai ceder ao repouso que vai nos proporcionar transladá-lo sob a indução hipnótica. magnetizado o ambiente e porque não mais acostumado a uma psicosfera menos densa, diminui-lhe a fixação do ódio, permitindo-lhe retroceder no tempo inconscientemente e sentir saudades da

ão hipnótica. magnetizado o ambiente e porque não mais acostumado a uma psicosfera menos densa, diminui-lhe a fixação do ódio, permitindo-lhe retroceder no tempo inconscientemente e sentir saudades da paz. Teleguiado pelo pensamento dos mentores, ele saiu sem despertar sem despertar suspeita nos vigilantes deixados por Elvídio e assim o conduziram à casa espírita para uma sessão mediúnica, para o início do tratamento da desobsessão. E aí Filomeno vai nos trazendo lições importantes a respeito de uma reunião mediúnica séria, de como o médium deve se portar o dialogador, a ambiência da casa espírita. E aí nos diz que havia grande cuidado por parte do benfeitor no ajustamento do perseguidor de Julinda aos equipamentos mediúnicos do médium chamado no livro de Jonas. Ao contato mais direto da entidade, o médium então recebe mais forte descarga fluídica e estremece. Psiquicamente, o instrutor despertou Ricardo, o obsessor, por efeito de uma indução mental que se estranhou o que se passava. Após ele olhar em derredor, assustado, pareceu sentir-se em desconforto e mantado à médium, ao médium educado psiquicamente. Ele se sentia parcialmente tolhido com os movimentos limitados e pergunta: "Que faço aqui?" E o dialogador diz: "Nos visita por mercê da vontade de Deus. E onde me encontro?" O caro amigo está em casa, em nossa casa de oração, onde todos nos preocupamos uns com os outros, pensando na felicidade geral. Mas eu não desejo ser feliz, melhor dizendo, a minha é uma felicidade diferente que logo mais alcançarei, desde que nada mais me interessa além do que estou realizando. Por que me sinto preso? E o dialogador vai esclarecendo: "A felicidade certamente varia de pessoa a pessoa e na mesma criatura difere de tipo e forma de acordo com os diferentes períodos da vida e continua o diálogo entre ele e o obsessor. Mas Ricardo não se convence e cada vez fica mais nervoso, mais encolerizado. Tomado pela crueldade que se lhe alinhara na alma, quis agredir o interlocutor, o dialogador, acionando

e ele e o obsessor. Mas Ricardo não se convence e cada vez fica mais nervoso, mais encolerizado. Tomado pela crueldade que se lhe alinhara na alma, quis agredir o interlocutor, o dialogador, acionando o médium, mas não conseguiu obter o seu intento. Nada de unidade educada, diz Filomeno de Miranda. Mesmo em estado sonambúlico, como era o caso de Jonas, o espírito encarnado exerce vigilância sobre o comunicante, não lhe permitindo exorbitar, desde que o perespírito daquele é o veículo pelo qual o desencarnado se utiliza dos recursos necessários à exteriorização dos sentimentos. Num médium espírita como Jonas, vigilante e em sintonia com os diretores espirituais da reunião, os atos de violência e vulgar não t curso. Compreendendo que mais nada poderia ser feito naquela conjuntura e inspirado por Dr. Bezerra de Menezes, que acompanhava a tarefa sob controle, passou a aplicar passes no médium, enquanto o mentor desprendia Ricardo, que se liberou, partindo diretamente em direção a Julinda, sob a força da imantação demorada com qual com a qual se fixava, não se dando conta de como sequer retornava. Diz então que o benfeitor que a etapa inicial do nosso trabalho no problema Julinda Ricardo coroa-se de bênçãos. Então este é o resumo. Agora passamos a palavra pro Lauso que vai iniciar os aprofundamentos. >> Gisele, Vittor, queridos amigos que nos acompanham, os nossos votos de alegria na oportunidade de estarmos estudando juntos. Quando encerra o capítulo nos dizendo que o início do trabalho havia ser coroado de bênçãos, eu ficava pensando o espírito que foi levado de uma forma inconsciente ao trabalho mediúnico e que lá desperta, recebendo todo as doses anímicas, os passes fluídicos, ele não teve uma capacidade de ser esclarecido, não por a a falta do doutrinador ou falta do grupo, mas por incapacidade dele conseguir compreender as informações preciosas da sua libertação. Mas como o trabalho já havia sido predestinado, não para um esclarecimento primário, mas justamente para o

, mas por incapacidade dele conseguir compreender as informações preciosas da sua libertação. Mas como o trabalho já havia sido predestinado, não para um esclarecimento primário, mas justamente para o equilíbrio de algumas ações fluídicas, é importante para que nós possamos parar um pouco para refletirmos em torno dessa temática entre as questões dos fluidos que nos envolvem e como que esse fluido que é um resultado, não é? O fluido já é uma consequência. Quando nós pensamos, logo nós temos um fluido mental. André Luiz nos deixa de uma maneira muito clara quando nós vamos estudando mecanismos da mediunidade, mas também evolução em dois mundos. Quando no dia encéfalo cerebral verte o pensamento, ali podemos encontrar o fluido mental. Ou seja, nós tivemos uma energia primária que vem do nosso espírito, mandado então de estímulo, de forma que o perespírito comunique nestas células e o diancéfalo verta este fluido. É um resultado de uma energia primária. Então, quando nós pensamos em fluido que está sendo doado, bem como aquele que está sendo recebido, mesmo o espírito endividado, não querendo recebê-lo, ele vai fazer justamente a absorção de todos os fluidos que estão sendo imersos nesse fluido cósmico universal, que ele também faz parte. Da mesma maneira, nós que estamos aqui na grande maioria, vendo, ouvindo, de uma maneira que os nossos sensores físicos estejam captando a mensagem, as funções cerebrais vão decodificar a mensagem auditiva, visual, seja por cor, seja pelas ondras sonoras. E o cérebro vai interpretar a informação fluidicamente. Se porventura eu irradio de algum tipo de sentimento que nele esteja imerso, algum fluido, a depender da potência do fluido, se um irmão estiver em Nova York ou no Japão ou aqui do meu lado, ele vai ser impactado na mesma potência, mais rápido do que a velocidade da luz, através de um fluido emanado por este fluido cósmico universal. Mas paremos um pouco porque mesmo o indivíduo não querendo relutando, porque ele estava falando que para ele a felicidade dele

e da luz, através de um fluido emanado por este fluido cósmico universal. Mas paremos um pouco porque mesmo o indivíduo não querendo relutando, porque ele estava falando que para ele a felicidade dele era diferente. Ele não queria de forma alguma estar vivendo aquela felicidade e naquela felicidade relativa, ele não ia compreender. E vai sendo o quê? imerso pros fluidos que começam a trazer uma sonolência e ele vai começando a ficar mais sereno para que a mente possa, enfim, começar daqui à frente a receber outras informações. Quando nós antecedemos um pouco o capítulo, nós vamos perceber que o benfeitor nos traz grande alerta sobre o poder, a eficácia e a necessidade da prece, a oração. Nós vamos vendo neste capítulo em especial a intercessão da prece pela mãezinha, quando o benfeitor estimula mentalmente para que possa ser realizado uma prece juntamente com o vínculo com Jesus, ele fala mediante a ação do pensamento em união com o mestre, ou seja, o pensamento unido em uma harmonia, Uma ressonância vibratória com os pensamentos de Jesus fez com que ocorresse este processo de mudança fluídica do ambiente capaz de proteger qualquer investida. Por mais que o outro obsessor que foi chamado para tentar atacar, colocar as suas ações magnéticas, hipnóticas, ele não foi capaz sequer de alterar o sono que ela tava tendo, ou seja, não foi capaz de modificar porque havia uma proteção. Então, entender estes mecanismos para nós é fundamental, porque vamos realizar uma prece, temos o hábito e vamos fazer às vezes a prece, olha, quando despertamos, quando dormimos. Mas como será? Quando nós pegamos no capítulo pedir obtereis do evangelho segundo o espiritismo, nós vamos pegar a ação, transmissão do pensamento, a eficácia da prece, mas como que isso se dá? Hoje na neurociência nós vamos vendo que os estudos já nos comprovam que quando nós começamos a realizar projeções, quando foram realizados os estudos das leis de atração, que a pessoa se projeta futuramente pensando em algumas

mos vendo que os estudos já nos comprovam que quando nós começamos a realizar projeções, quando foram realizados os estudos das leis de atração, que a pessoa se projeta futuramente pensando em algumas condições e ela começa mentalmente projetar-se, ela vai fazendo a projeção mental pelos pensamentos e quando ela começa a pensar em ações futuras, ela estimula estimula estimula a área pré-frontal do córtex e começa um processo de transformação. De que forma que isso acontece? Se nós pensarmos no corpo físico, quando a área pré-frontal do córtex começa a entrar em atividade, as modificações celulares, pelo que foi visto em técnicas como imagin imaginação ativa e outras técnicas para fazer com que o cérebro entre em visualizações futuras, a movimentação dessa cadeia proteica, da dupla hélice, do DNA, modifica. o meu corpo físico se mantém mais saudável ou menos saudável a depender das projeções que eu realize. Quando nós estudamos a epigenética, não se trata de uma modificação do código genético, mas da atividade celular envolvida justamente pelos padrões de pensamentos que eu comecei a tomar diferente de um padrão que eu tinha anteriormente. Ou seja, eu mudei um plano vibratório. Os meus pensamentos estão projetados ao futuro e eu posso colocar ações para o futuro para que aquilo possa ser conquistado para minha vida. Quando eu projeto o pensamento no futuro, a minhas funções racionais me fazem visualizar impossibilidades do projeto. E o que ocorre? Eu já começo, não uma questão de fé que aquilo não vai acontecer, mas eu não consigo encontrar os mecanismos hábeis para que aquilo aconteça. Então, por mais que eu projete um pensamento ao futuro, eu não consigo ver aquele futuro se concretizando. Eu não, eu não tenho ferramentas. E se eu paro por aí, é sinal que eu soltei um pensamento, mas ele não foi muito longe no fluído cósmico universal, permanecendo muito de redor, às vezes no próprio ambiente onde eu estou. Eu não estou mobilizando porque a mobilização externa vai depender da força, da

ão foi muito longe no fluído cósmico universal, permanecendo muito de redor, às vezes no próprio ambiente onde eu estou. Eu não estou mobilizando porque a mobilização externa vai depender da força, da energia interna que movimenta. Exatamente o que nós falamos. esse fluido vai começar a ganhar potência a depender da energia que emane. Da mesma maneira, se eu for lançar uma flecha, ela vai mais longe a depender da energia que eu a lance. Então, quando nós pensamos racionalmente, nós começamos já os projetos de mudança. Não vai dar certo por isso, mas eu preciso fazer aquilo, eu preciso melhorar aquilo. Não vai dar certo se eu seguir por aquele caminho, eu preciso mudar aquela jornada. Eu começo a mudança. E veja, para que aquele objetivo seja atingido, ativamente, eu começo as mudanças íntimas, conscienciais, aonde estão as leis de Deus. Porque quando vai falar Deus sabe de tudo que vai acontecer, então por que orar? Então depois o benfeitor fala: "Mas qual seria o sentido se nós não tivéssemos o livre arbítrio da ação, da vontade, do esforço?" Quando nós vamos entendendo o mecanismo, nós vamos conseguindo projetar as ações futuras sobre o nosso controle mental, mas conseguindo mobilizar as deficiências íntimas para que tal objetivo seja atendido. Então, estamos falando hoje um pouco da neurociência, mas para trazermos uma reflexão sobre o efeito deste pensamento na nossa prece, porque o benfeitor deixa claro na inspiração, mediante a ação do pensamento em união com Jesus, foi o vínculo necessário para que o ambiente se modificasse. Então, quando Steven Hawkins não tava mais se movimentando, um dos físicos que acompanharam o desenvolvimento do projeto daquele pequeno computador que acabava respondendo ou movimentando as teclas para que ele pudesse se comunicar. Dr. Miquil Cucaco, ele apresentava já naquela época, assisti um vídeo dele de 2010 falando questões da mente fantásticos ainda para os dias atuais e ele falava o seguinte, que as placas seriam capazes de captar

Cucaco, ele apresentava já naquela época, assisti um vídeo dele de 2010 falando questões da mente fantásticos ainda para os dias atuais e ele falava o seguinte, que as placas seriam capazes de captar as áreas cerebrais que o pensamento nas áreas dos parietais, fazendo com que a ação motora pudesse, através do pensamento, fazer com que essa área fosse captada pelas funções dos equipamentos, os estímulos cerebrais reagindo ao pensamento e movimentando. Ou seja, o pensamento saía, a máquina captava e a máquina captava sobre um estímulo fazendo o corpo reagir. na faculdade de duque, aonde começaram aquele exoesqueleto, fazendo com que as pessoas com deficiências nos membros começassem a movimentar as máquinas através da força do pensamento, porque o aparelho pegava o pensamento e dava um estímulo secundário àquela força do pensamento. Então isso falando já de captações físicas aqui na Terra. Quando nós pensamos então da força desse pensamento, a imaginar que o aparelho não está vinculado muito próximo ao nosso corpo, mas dependendo da energia que eu o emane, ele pode bater nas portas celestiais para que lá eu possa atingir botões de emergência, urgência em salas preparadas em área de saúde, como tem o Dr. em áreas obsessivas, em áreas diversas para que o socorro aconteça e aonde os processos obsessivos, que já são parte de uma realidade da minha consciência, eu consiga movimentar as energias para que eu eu possa ser atendido. A depender do quê? a depender da energia que eu emane, indiferente do pensamento que eu pense para movimentar a minha boca. Eu estou pensando em palavras para que elas possam ter sentido e a minha boca mova e dela sair um som. Mas qual energia foi que moveu? Mas a energia traz com a base, no próprio livro Benfeitor traz de uma maneira tão brilhante que apresenta para nós são os sentimentos. Qual é o sentimento que eu movo? Qual é o sentimento que imprime nessa energia a velocidade, a impulsão para atingir as portas que eu desejo que elas sejam impactadas pela minha prece?

os sentimentos. Qual é o sentimento que eu movo? Qual é o sentimento que imprime nessa energia a velocidade, a impulsão para atingir as portas que eu desejo que elas sejam impactadas pela minha prece? Porque o valor dessa prece quando eu começo a me vincular, não só na construção da minha personalidade futura ou do meu aperfeiçoamento espiritual futuro, que eu posso já começar a melhora, como nós já falamos da neurociência, é conseguir iniciar a percepção da eficácia e o poder da prece e começar os treinamentos para que eu consiga analisar o fluxo mental, analisar analisar os pensamentos e iniciar o processo de imprimir as forças necessárias para estar daqui um pouco como o benfeitor está, iniciando um vínculo, uma união com Jesus. Imaginemos a potência do sentimento. O que uniu ele em pensamento com Jesus para que ele fizesse uma prece e o o ambiente se modificasse. Dessa energia vem como a base sentimental. Qual foi o sentimento que moveu? Começando a perceber a profundidade dessas ações, eu tiro de um mecanismo automático e habitual para fazer com que a minha prece não seja como os hipócritas que nos coloca Jesus, como o fariseu que chega e exalta, mas o publicano arrependido, batendo no peito, dizendo: "Eu me arrependo, me aceita novamente para que eu possa recomeçar. Qual é o sentimento que está vibrando a minha prece? Porque após a saída já é fluido. Então no, no, por mais que soe bonito, por mais que eu possa trazer trechos decorados, a energia que vem trazendo as bases das palavras que emanam fundamentais quando vêm basadas pelo sentimento. E qual sentimento ele vai sendo construído para que atinja as portas que nós necessitamos? Então, quando estamos falando de um processo obsessivo que nos conclui, o benfeitor que a tarefa realmente havia sido concluída com êxito, não se trata de um primeiro momento de esclarecer, mas utilizar dos mecanismos que todos nós o temos fluidicamente, mas o pensamento e principalmente o sentimento. Então, esses fluídos que eu estou vinculados mentalmente pela

ro momento de esclarecer, mas utilizar dos mecanismos que todos nós o temos fluidicamente, mas o pensamento e principalmente o sentimento. Então, esses fluídos que eu estou vinculados mentalmente pela internet, pelos canais sociais, pelo processo dos vínculos laborais do meu dia a dia, quais são os momentos que eu consigo avaliar o conteúdo mental da produção que ao meu entorno eu estou produzindo ativamente? E qual é a barreira que eu posso produzir, não só para aumentar os meus linfócitos T, as minhas células CD4, para fazer com que as minhas amidas, todo o processo imunológico esteja trabalhando bem, mas para fazer com que o meu perespírito esteja criando um campo vibracional incapaz dos vibriões mentais ou das larvas astrais penetrarem a minha mente, como nos deixa de maneira clara. mesmo obsessores com quilate de conhecimento são incapazes de movimentar as telas mentais impressas por benfeitores capazes de colocar um sentimento profundo e verdadeiro. Essas seriam as reflexões iniciais que gostaríamos de apresentar sobre o processo da ação do pensamento, da eficácia e a necessidade da nossa prece, mas também os vínculos que todos nós precisamos ter mentais em não somente nas figuras encarnadas que nos servem talvez de guias, de símbolos unificadores, mas que possamos passo a passo começar a nos vincular nesse psiquismo crístico daqui um pouco divino, começar a nos vincular, transcender e entrarmos em contato com a natureza e percebermos nessa natureza todo o processo da vida, da criação, da regeneração, do renascimento, do sentido existencial e começar a fazer com que o meu sentimento vibre de uma maneira diferente. Eu começo a pertencer ao mundo sem ser deste mundo. Quando ele coloca que estávamos do lado, mas eles não nos viam. Colocaram dois vigias, mas os dois vigias eram incapazes de ver os benfeitores. Imaginemos o grau de infantilidade. Mas quantos de nós também não estamos com uma trave no nosso olho e não estamos sendo capazes de movimentá-la para poder ter uma conduta mais adequada

benfeitores. Imaginemos o grau de infantilidade. Mas quantos de nós também não estamos com uma trave no nosso olho e não estamos sendo capazes de movimentá-la para poder ter uma conduta mais adequada em relação aos nossos próximos, em relação aos nossos ambientes, mas especialmente à nossa vida. O convite é que nós possamos mover as nossas energias íntimas em uma prece ungida de sentimento, traz a nossa realidade aonde nós estejamos, na capacidade intelecto cognitiva de cada um de nós. Porque essa força ela vai depender das condições do espírito, de quem nós somos, das múltiplas reencarnações que tivemos. Então, quando nós atentarmos e descobrirmos a realidade que somos, seremos capazes de dizer aquela montanha, move daqui para ali e ela o fará quando tivermos o conhecimento, a vontade, mas a fé do tamanho de um grão de mostarda. Muito obrigado. >> Nós que agradecemos, Laudos, pelas reflexões. sempre muito importante a gente relembrar da prece, da força do pensamento e da realidade que está ao nosso redor, embora a gente não consiga ver com os olhos do corpo. Agora, então nós passamos a palavra pro nosso querido Víor, que vai dar eh continuidade nos aprofundamentos. Vittor, seja bem-vindo. A palavra está com você. Obrigado, Gisele. Um abraço ao Laudes. Abraço também carinhosamente a todos os companheiros e companheiras que estejam nos assistindo, rogando a Jesus nos ampare nesses instantes das nossas considerações a respeito desse capítulo 25 que a Gisele lindamente fez o resumo para nós e que eu vou me permitir a contextualizar a respeito da Julinda, uma jovem senhora que não desejava a maternidade. Estou falando contextualizar porque o caso Julinda foi um dos primeiros casos a serem atendidos no neste livro. Então, ela não desejava a maternidade, sempre adiando esta possibilidade, mesmo a contra gosto do marido, que desejava a formação de uma família, enquanto eles ainda eram jovens. Um dia ela se descobre grávida. sem avisar ao marido, ela procura uma clínica clandestina

dade, mesmo a contra gosto do marido, que desejava a formação de uma família, enquanto eles ainda eram jovens. Um dia ela se descobre grávida. sem avisar ao marido, ela procura uma clínica clandestina para a prática do aborto delituoso. e ao longo dos meses fazendo cortes, né, esse espírito, então logo ao longo dos meses, não, quase que imediatamente, esse espírito de forma violenta pela qual foi expulso, começa a desarticular-lhe o equilíbrio da razão, de tal forma que houve a necessidade dela ser eh aconselhada a internar numa clínica psiquiátrica, né? Então, esse é o contexto em que o mentor, Dr. Bezerra de Menezes, vai agora eh fazer uma espécie de trabalho junto com Manuel Filomeno de Miranda, atendendo a nossa Julinda. E ele diz, né, referindo-se a ela, que foi o primeiro caso, né, a primeira visita. E ele traça um um ponto importante que eu vou utilizar para as minhas reflexões, que o remorço foi a ponte que se utilizou, Ricardo, que é o espírito injeitado, né, que é o atual obsessor, foi a ponte que o Ricardo utilizou para dominá-la. Por quê? Ao natural sentimento de culpa que se instalou em Julinda, o inimigo impôs a ideia da loucura, amedrontando-a e fazendo-a fixar aquele momento do aborto em que terminou por vencê-la. Então, quando ele falou aqui remorço, eu fui me socorrer de um uma pergunta que o espírito Emanuel respondeu no livro Consolador, se o remorço seria uma punição. E ele vai dizer que o remorço é uma força que prepara o arrependimento. Como o arrependimento é a energia que precede o esforço regenerador. Além do mais, ele fala que o remorço é um choque espiritual de características bem profundas e que é um pequeno intertício, é um pequeno espaço para que a luz possa eh se fazer ali, para que os benfeitores possam retificar os desvios e renovar os valores morais da criatura que está nesse processo, né? Então, quando ele fala que o remorço é a força, eh, a gente vai ver assim que é a capacidade de vencer a inércia de uma situação. O remorço é esse, é o é o fundamental, é

que está nesse processo, né? Então, quando ele fala que o remorço é a força, eh, a gente vai ver assim que é a capacidade de vencer a inércia de uma situação. O remorço é esse, é o é o fundamental, é vencer a inércia, porque o arrependimento como energia e a energia aqui é um potencial inato para executar um trabalho. É uma potência, é uma vontade. E isso corrobora o que o Sérgio Biag na homepage dele fala a respeito de remorço e arrependimento, que o remorço é um sentimento, né, e que o arrependimento é uma vontade. Ou seja, você sente aquela situação, você tem aquela aquele interstício, você se estrutura pegando a aí a o auxílio que o Laudes falou. Esse sentimento vai elaborar agora situações que possam permitir, porque o remorço ele é sempre uma espécie de identificação de que algo foi feito numa condição errada, errônea, infeliz. Porque quando você faz uma ação benéfica, você não sente remorço. O remorço só surge de uma pequena crise inicial entre a tua consciência e a consciência a distrit leis divinas e a tua consciência do hoje trabalhando em descompasso com esta lei divina. Então, esse sentimento que vai atuar esse pensamento e o remorço é essa ponta que tanto serve para ser auxiliado como também fornece um plug para que os espíritos obsessores, para que aquele desafeto, aquela criatura que foi prejudicada possa também se mcuir nesse trabalho, nessa vinculação com a sua vítima. né? Por isso o Joana de Angeles no livro Conflitos existenciais, ela tem uma página aqui primorosa chamada Psicologia da Culpa, em que ela vai dizer o seguinte, que quando uma ação agressiva é desencadeada, seja através da raiva, do ódio ou do desejo de vingança, ou através da nossa inconsequência moral, Eh, a gente não se permite, essa ação, ela não tem a avaliação daquilo que foi feita, porque essa essa ação foi feita atendendo ao impulso nascido do primarismo nosso pessoal. Ela e essa ação geralmente é uma ação reativa. Ela não tem logicidade, ela não tem pensamentos assim reflexivos, elas são

essa ação foi feita atendendo ao impulso nascido do primarismo nosso pessoal. Ela e essa ação geralmente é uma ação reativa. Ela não tem logicidade, ela não tem pensamentos assim reflexivos, elas são impetuosas, né? Então, normalmente a gente só vai fazer reflexões passado esse estágio do impulso, quando a nossa calma começa a fazer morada e a gente vai pensar naquilo que já foi feito. Aí é a situação que o remorço, né, vai entrar lentamente, gerando essa identificação de que algo errado foi foi realizado, foi feito. E a gente muitas vezes tem a identificação desse erro, mas só que muitas vezes não temos essa coragem ou essa energia, conforme diz o Emanuel, que seria o segundo passo do arrependimento, que é essa energia para seguir processos posteriores, que Kardec, nós vamos falar, trabalha ali com a expiação e a reparação. A pessoa que não tem essa energia, só tem o sentimento, ela não tendo como extravazar essa situação, ela transfere para o espírito sobre a forma de conflito, conflito de culpa, que esse conflito ele fica estagnado, ele fica cristalizado no nosso psiquismo e que qualquer situação externa que promova um gatilho aquilo irrompe e aquele remorço, aquela situação que foi abafada ali, ela retorna porque vem de aquela lembrança que foi armazenada sem ser trabalhada. Então qualquer ocorrência produz pela associação de ideias, né, esse eh irromper dessa desse sentimento que estava ali eh agasalhado naquela situação. E quando isso ocorre, porque como não saiu daquele processo, como esse gatilho lembrou algo infeliz, as pessoas, o indivíduo, no caso, ele entra num processo de angústia, porque aquilo não foi resolvido, aquilo está em compasso de espera, foi decantado, mas não foi trabalhado. E geralmente ela fala que indivíduos nessa categoria da angústia, devido a algo que não foi trabalhado e não foi resolvido, o recurso da autopunição é como surge como um mecanismo libertador para esse tipo de consciência que se encontra responsável por um delito que ninguém conhece, mas ela conhece, mas

não foi resolvido, o recurso da autopunição é como surge como um mecanismo libertador para esse tipo de consciência que se encontra responsável por um delito que ninguém conhece, mas ela conhece, mas que se encontra lá no seu mapa de ações já realizados, né? E, portanto, você não pode transferir, é algo que você tem que trabalhar. Então, Joana vai dizer que a culpa é o resultado da raiva que alguém sente contra si mesmo, voltada para dentro de si, sob a sensação de algo que foi feito erroneamente, né? Então, esse e esse processo eh da culpa é um processo assim que traz sofrimento desde que não seja trabalhado. Então, a gente vai pensar a questão da culpa dentro das possibilidades. É assim, parece até interessante falar de uma forma saudável. O que que é a forma saudável da culpa? É aquela forma que você se percebe em situações de erro, de deslize que foi identificado pela consciência, mas que leva ao arrependimento, que é essa energia da qual o Emanu está falando. Então essa energia vai dar continuidade a esse sentimento, a essa percepção dolorosa que o remorço é isso, é uma percepção da alma, é um grito da alma que se sente eh dificilmente eh calma e tranquila para resolver aquela situação. Então, a culpa saudável leva ao arrependimento, que, embora ainda doloroso, impulsiona a criatura para os próximos passos, que seria a expiação e a reparação. É o que o Laudo está falando do sentimento promovendo o sentimento através do remorço, promovendo na intimidade eh do espírito ou da mente, vamos dizer assim, esses conteúdos mentais novas, essas construções mentais, você tem projetos futuros que você pode engendrar favoravelmente, mas você também, por outro lado, você tem um obstáculo que é não só aquilo que você fez, mas as consequências da ação que você fez, que impactou outras criaturas que também pensam, que também eh eh agridem via pensamento àela pessoa que errou, né? Então, eh isso é é uma é bem interessante falar isso, né? Porque se a pessoa ficar só na culpa patológica, ou

uras que também pensam, que também eh eh agridem via pensamento àela pessoa que errou, né? Então, eh isso é é uma é bem interessante falar isso, né? Porque se a pessoa ficar só na culpa patológica, ou seja, é aquela pessoa que fica só no remorço, eh eh sofre, se autopune, se se mascara, se eh eh se joga em qualquer situação, mas aquilo não resolve porque fica num loop, fica num pensamento, num circuito fechado e a pessoa acredita que a dor que ela pela repetição de estar sempre com remorça, aquela coisa que não para, ela já está pagando e resgatando seus débitos. É um tipo de monoideia em que a pessoa não consegue se libertar ou evoluir. Ela fica naquela situação da monoideia do do sentimento vinculado àquela ação nefasta. é, é o remorço patológico. Agora, o remorço, né, no caso que a gente tá falando saudável, ele faz o homem sofrer, mas naturalmente há distrito à instâncias superiores depois da da do arrependimento, da expiação e reparação. Agora, se o homem que estivesse ou a criatura eh sobre o império do remorço, se ele tivesse mais amadurecido, psicologicamente entendido alguma coisa, ele falaria assim: "É, errei eu, eu vou tentar entrar no caminho do auto perdão, de falar, não vou fazer mais isso". algo assim, um sof um pensamento diferente, porque Deus é pai. Se eu entrasse por este caminho, eu seguiria também rumo à reparação, não é? E aí a gente vai lembrar dos passos metodológicos lá do Código Penal da Vida Futura do Céu e Inferno, que é o arrependimento. Porque o Kardec já pega a pessoa assim, o espírito, né? Arrependimento, expiação e reparação. São as três condições necessárias para pagar os traços de uma falta e suas consequências. Então, aquilo que não passa por essas essa tríade, ela não tem essa possibilidade de ser erradicada do psiquismo da pessoa, né? Porque o arrependimento vai suavizar também da mesma forma que o remorço fez com arrependimento. O arrependimento vai suavizar as questões relativas à expensão. É o que vai acontecer nos capítulos posteriores com a atuação

o vai suavizar também da mesma forma que o remorço fez com arrependimento. O arrependimento vai suavizar as questões relativas à expensão. É o que vai acontecer nos capítulos posteriores com a atuação inicial do trabalho com a Julinda. Eh, ela não vai pegar isso mecanicamente, falar: "Ah, quer dizer que eu tô no remorço, agora eu tenho que arrepender?" Não, isso é um, a gente tá fazendo esse fluxograma, isso é um contexto que todos nós passamos e passaremos ainda. Então, a Julinda vai se ver com esse remorço, vai se ver com situações eh eh em que será feito um novo plano, eh, elaborando como que ela vai ressarcir e vai enfrentar sofrimento e vai passar e vai começar a reparar. Isso tudo é um processo. O arrependimento fazendo essa suavização da expensão dá essa esperança de reabilitação. Mas só a reparação, somente a reparação é que pode anular o efeito e destruir a causa. Do contrário, o perdão, né, antes dessas etapas seria uma graça, né? Então ele fala aqui, ó, até que os últimos vestígios da falta desapareçam, a expiação consiste em quê? Nos sofrimentos físicos e morais que lhe são consequentes, seja na vida atual, seja na vida espiritual, após a morte, ou ainda em nova existência. A expiação é a dor que se sente pela dor que se que fez causar dor no outro, né? Então agora, e o que que é reparação? A reparação, Kardec vai trabalhar isso dizendo que consiste em fazer o bem aqueles a quem se havia feito mal. Quem não repara seus bens numa existência, seus erros, né, no caso, por fraqueza ou má vontade, vai se achar em contato com as mesmas pessoas em condições voluntariamente esquecidas, escolhidas, de modo que possa lhes fazer tanto bem quanto o mal lhes haja feito. Então, nesse sentido, eu eu vou trazer aqui um um um texto, né? texto, não uma pergunta que o espírito irmão X no livro Cartas e Crônicas eh fez uma entrevista com o espírito Judas. Quem puder ler lá depois vai encontrar a entrevista com Judas. E o irmão X, ele vai um dia em Jerusalém, numa época de

to irmão X no livro Cartas e Crônicas eh fez uma entrevista com o espírito Judas. Quem puder ler lá depois vai encontrar a entrevista com Judas. E o irmão X, ele vai um dia em Jerusalém, numa época de Semana Santa, e ele quando chega no Gógota, né, onde era o Golgota, ele vê um espírito lá de costas para eles, mais de frente pra cidade vendo e era a noite. E eles se toma de uma simpatia enorme por aquele espírito, mas não consegue vê-lo. Então ele vai chegando perto e à medida que ele vai chegando perto, ele olha de lado, ele percebe que alguém tá falando é Judas. E ele começa a conversar com Judas. E uma das perguntas, dentre outras, que ele faz para Judas, é o seguinte: "E você chegou a salvar-se pelo arrependimento?" Aí ele fala assim: "Não, não consegui." O remorço é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. E ele diz o seguinte: "Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infringidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus. E as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde imitando o mestre fui traído, vendido e usurpado. Eu achei isso aqui extremamente metódico, né? O remorço é uma força preliminar. tá de acordo com o que a gente tá estudando para os trabalhos. Imagina se Judas tivesse, mesmo com a presença de Jesus indo consolá-lo, mesmo com Maria, o auxiliano, ele tivesse ainda nesse psiquismo do do remorço, como que eu traí o meu melhor amigo, como naqueles pensamento da monoideia que nada pudesse penetrar, porque esse pensamento em círculo, ele não dá espaço para intrusão nenhuma. ele ele ele fica só nessa monoideia e não há nada que penetre, não é? Então, Judas, ele fez o seguinte, depois ele naturalmente com esse remorço, com essa extensão daquilo que lhe foi que ele fizera Jesus e da percepção de o que que isso acarretaria, ele se submete a a essa força que é o o arrependimento e vai em horrores, séculos de sofrimento. expiatório séculos. Somente como Joana Dark é que

a Jesus e da percepção de o que que isso acarretaria, ele se submete a a essa força que é o o arrependimento e vai em horrores, séculos de sofrimento. expiatório séculos. Somente como Joana Dark é que ele se encontra, né? Eh, eh, kits. E ele vai falar assim, ó. Desde esse dia em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos infammes que me avoltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência. Reparou, quitou. né? E aí Divaldo, numa entrevista maravilhosa, ele fala assim: "Assim Judas, Judas Iscariotes retorna ao colégio galileu, de onde apartaram um dia. Estava restaurado o colégio daqueles que seguiam Jesus". Então eu acho fabuloso, quer dizer, a gente fazendo isso, né, esse fluxograma assim e vendo esses exemplos, né, eh, a gente pode pensar aqui, eh, o, o, o, o o Emanuel, o remorço do Emanuel quando Liv desencarna e ele ia dar notícia para ela que ele agora e e ele ia pedir perdão pelos 25 anos de aprisionamento que ele fizera com Lívio. na casa que ele habitava, porque ele ouvira eh rumores de traição da Lívia com o governador de Então. E e pensa bem o remorço dele e ele ficou parado no remorço. nada. Teve essa situação do remorço e do remorço foi pro arrependimento da da expiação e da reparação. E hoje, enquanto nós, né, vamos dizer, nós humanidade, muitas vezes estamos atacando Juda nos postes, naquelas figuras atiradas ao porte, ele ele não sente mais nada. Ele é um espírito ainda, é um espírito já voltou pro colégio barileu, né? Não. E nós aqui infelizes acusando Judas, que é sinônimo disso, né? Então, a melhor técnica de libertação, né? Eh, eh, é esse somatório do que foi dito hoje, é você exalar de si um sentimento baseado em situações que estão concordes com o planejamento do Cristo, com o hálito mental do criador que Cristo veio trazer para nós, vigiando as nascentes do nosso coração para que esse sentimento possa

ado em situações que estão concordes com o planejamento do Cristo, com o hálito mental do criador que Cristo veio trazer para nós, vigiando as nascentes do nosso coração para que esse sentimento possa frutificar mesmo apesar dos erros, porque o erro faz parte do nosso processo pedagógico. Eh, é a fieira da ignorância. A gente não erra porque é mal, porque que a gente é ingênuo, conforme o próprio Jesus falou para Pedro. Então, quando você tiver um remorço, não fique nele. Assuma que foi, né, foi errôo, foi uma atitude infeliz e vamos levantar seguindo com os passos, os joelhos desconjuntados, mas vamos seguir, porque não adianta parar e ficar lamentando. Aí sim as coisas vão ficar difíceis. e vigiando as nascentes do coração e orando para pegar aquela aquele auxílio, aquela vibração que nos faz caminhar. E eu acho que é um bom conselho pro nosso dia a dia. Então, queridos irmãos, também seriam essas considerações que eu gostaria de ter dito. Excelentes considerações, esclarecimentos, Vítor, para que a gente possa ter bem claro, né, essa questão de que errar faz parte do processo de crescimento, de evolução. O que importa é não ficar eh preso, né, nesse remorço e atrasando a a nossa a nossa escala evolutiva, né? Eh, eu também eh gosto quando Kardec coloca no céu e inferno, que essa expiação ela vai variar de pessoa para pessoa, porque ela vai durar o tempo necessário para que a gente possa se modificar intimamente. Então, não é mais Deus é que castiga, né? nós é que somos teimosos e ficamos ali eh insistindo, persistindo naquele mesmo equívoco. Muito obrigada, Víor. Excelentes, excelentes considerações. Então, agradecemos mais uma vez a todos aqueles que estiveram conosco. Fazemos votos de muita paz, muita alegria e que o Senhor prossiga nos abençoando para que possamos nos reencontrar na semana que vem. Até mais.

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