Adriana Cunha e Bernardo Freitas • Painel: alienação parental

Mansão do Caminho 28/09/2024 (há 1 ano) 1:28:38 414 visualizações

SEMINÁRIO DE SAÚDE MENTAL 🎗️ Realização: Associação Médico-Espírita do Piauí (AME-PI).

Transcrição

minutos e em seguida o psicólogo Bernardo Freitas antes de apresentar a Dra Adriana Quero Agradecer aos nossos patrocinadores a ideal ponto de alimentação a floricultura viai ao Hospital São Marcos e aos amigos que colaboraram para a realização deste seminário D Adriana Cunha Teixeira é médica pela Universidade Federal do Piauí residência médica pediátrica na ufip e em neurologia pediátrica no Hospital de Base do Distrito Federal é mestre em ciências e saúde pela Universidade Federal do Piauí atua em ambulatório especializado em transtornos do neurodesenvolvimento com enfoque em transtorno do espectro autista e comorbidades participa de programas e palestras voltadas à desmistificação o autismo e a mãee também de duas adolescentes autistas senhoras e senhores Dora Adriana Cunha falando sobre alienação parental na primeira parte deste painel Bom dia a todos muito prazer estar aqui nesse evento e esse assunto para mim quando a Dra Cátia aqui me convidou assim mexeu muito comigo na hora que eu fui estudar sobre o tema que quando eu sou convidada paraa palestra quase todos os palestrantes são assim vão procurar artigos científicos o que tiver mais moderno sobre o assunto e a gente depara com a realidade muito dura porque nós estamos falando da família e o fim ou pelo menos parte do fim desta família né quando se fala em alienação parental eh a base dela é de pais que divorciar e famílias que estão de certa forma separadas que é o que nós não desejamos o vínculo familiar seja rompido de nenhuma forma e o ponto de base né dessa conversa é que hoje em dia paternar e maternar que deveria ser uma opção eh na na verdade está sendo muito mal conduzida por alguns casais eh Maternal e patern demanda escolha de vida de cuidar do outro e esse outro sendo o filho que depende totalmente dele nas nos seus primeiros anos de vida tem que se haver uma dedicação do casal ou de um deles pelo menos na construção dessa desse indivíduo todas as referências de uma criança na sua formação quer

dele nas nos seus primeiros anos de vida tem que se haver uma dedicação do casal ou de um deles pelo menos na construção dessa desse indivíduo todas as referências de uma criança na sua formação quer ideológica quer de conceitos de base familiar vem dos pais e infelizmente o que nós estamos vendo nessa era dita moderna é que os pais estão terceirizando o cuidar da criança quer para os avós quer para os tios quer para a escola quer para terapeutas no caso que eu acompanho pacientes eh da esfera de transtorno neurodesenvolvimento quer pros terapeutas psicólogos terapeutas ocupacionais educadores físicos eh psicopedagogos e a base famar está sendo esquecida e infelizmente nós temos que realmente trabalhar nesses elos familiares básicos eh para que se decida inicialmente ter ou não um filho que se fosse planejado o ideal né E que se você dedicasse né todos esses anos de formação da Criança e a alienação parental que é a nossa base pode passar primeiro a útimo que é nosso tema eh de abordar hoje ela vem né o conceito né da alienação parental ela ela vem realmente eh nos interrogar algumas situações na questão do maternal e do paternal se um casal que porventura por dificuldades eh no dia a dia decidiram separar porque perderam respeito com casal perderam a unidade como casal e já com filhos tem que se ter uma base emocional disso nessa escolha também agora não somente de juntar para teu filho mas de separar de como ficará essa criança nesse posse nessa pós decisão de divórcio eh a avaliação da criança como um todo né Eh tem que citar em vista que a criança ela segue modelos comportamentais de geralmente dos pais ou dos cuidadores então tudo que envolve o aprendizado dessa criança ou pelo menos grande parte dela vem desse CNE de elos familiares então se a criança nos primeiros anos de vida já lida com um ambiente hostil emocional Muito provavelmente essa criança levará consigo um um grave peso nessa vertente comportamental dos Pais presenciar discussões dos pais presenciar um ambiente com discursos

um ambiente hostil emocional Muito provavelmente essa criança levará consigo um um grave peso nessa vertente comportamental dos Pais presenciar discussões dos pais presenciar um ambiente com discursos hostis com pais inclusive eh violentando se uns aos outros né nós não falamos aqui só na violência masculina para com feminina mas a feminina também para masculina isso aí não aerne só do do homem como um todo biológico falando mas o casal em si a criança que vive num ambiente de desrespeito ela pensa inicialmente que o alvo imagina que a criança Principalmente nos três primeiros anos de vida ela acha que ela é um ser que o CNE é ela o centro é dela então se o casal não tá bem a criança acha que a culpa é dela e os pais muitas vezes não t essa concepção grave que a criança tá na fase egocêntrica da vida então ela acha que tudo circunda no permeio dela então o que ocorre de bom tem a ver com ela e o que ocorre de ruim também tem a ver com ela isso é que é grave então a criança vê o casal discutindo ela pode interpretar assim que algo ela fez de errado para os pais estarem brigando e se separaram algo de muito grave ela fez para eles se separarem tá então eh Muitos pais não têm essa visão de que a criança não entende que a discussão é por não culpabilidade dela que é por conta da relação deles dois que não tá adequada ela pensa ele então tem essa dimensão que a criança eh Interroga O que fez de errado e ela tenta incessantemente mesmo na sua imaturidade juntar o casal e ela cria várias situações inclusive com formas inadequadas de chamar a atenção com comportamentos inadequados para o olhar desses pais voltarem a ela tá então as crianças às vezes antes mesmo dos pais se separa e a criança começa com comportamentos disruptivos com heteroagressividade com uma irritabilidade muito frequente com choros por motivos banais ou até por motivos graves mas a maioria começa até por motivos banais como uma forma de voltar à atenção desses Pais para ela já que ela tá naquela fase egocêntrica do

te com choros por motivos banais ou até por motivos graves mas a maioria começa até por motivos banais como uma forma de voltar à atenção desses Pais para ela já que ela tá naquela fase egocêntrica do viver dela E aí nessa questão os pais com com o relacionamento rompido muitas vezes esquecem ou não tem realmente noção dessa dessa quebra familiar que foi inicialmente por questões individuais dele mas que a criança está lá nessa Seara como se fosse um um réu e ao mesmo tempo um algoz então a criança é que que vive nesse ambiente hostil consequentemente ela vai perpetuar talvez até na sua próxima na família que ela formar um erro que foi perpetuado de conduções inadequadas dos próprios filhos se esse ciclo vicioso não se quebrar então o indivíduo eh o a Tríade de alienação ela submete o pai ou a mãe ou casal ou ou ou o cuidador e a criança que é a maior vítima dessa dessa concretude de indivíduos que estão em conflito e que mesmo após o divórcio continuam em conflito geralmente Realmente são casais adoecidos emocionalmente e que ou um um dos lados ou até mesmo os dois tem personalidades que nos chamam a atenção até mesmo antes do divórcio personalidades por exemplo narcisistas que T um perfil realmente de manipulação um perfil de dificuldade de ceder para o outro Exatamente porque o seu ego Realmente é muito inflado e tem uma grande dificuldade de viver a parceria que é o casamento então a personalidade narcisista ela pode eh acontecer com uma parte ou as duas partes então lógico quanto mais indivíduos narcisistas estiverem nessa relação maior será o conflito desse desse pós que que no caso que nós estamos falando é alienação parental então quando a o casal eh se divorcia infelizmente a criança deveria ser o principal eh objeto de discussão do casal mas não discussões oras no sentido negativo mas discussão de como seria eh a condução dessa criança para o melhor eh eh efeito que seria o bem-estar dela Independente de eh ter a guarda por exemplo unilateral pra mãe ou guarda

sentido negativo mas discussão de como seria eh a condução dessa criança para o melhor eh eh efeito que seria o bem-estar dela Independente de eh ter a guarda por exemplo unilateral pra mãe ou guarda unilateral pro pai ou guarda compartilhada que seria o ideal nos dias de hoje Porém quando esse casal adoecido infelizmente se desfaz a a dificuldade deles de conseguir continuar a vida de uma forma tranquila geralmente não é o que a gente eh vislumbra num casal que vive e em eterna discussão a criança vive vitimada que essa é Nossa nossa questão aqui da alienação parental é que a criança vitimada ela adoece e adoece de uma forma que a gente vai falar posteriormente muito grave e quem é De repente um das partes do casal que nós vamos já falar que também não tem essa intencionalidade de causar desconforto ao filho por conta do divórcio ele também fica adoecido Em contrapartida né então a alienação parental ela é atualmente vista como como uma desordem familiar de desestruturação que pode causar em consequência uma síndrome do transtorno de alienação parental ainda não tem um Sid firmado um código internacional de doenças mas a comunidade médica já defende essa questão inclusive ocorreu há 10 anos atrás uma grande discussão uma uma aclarada discussão no meio médico e da sociedade mundial de Neurologia sobre essa questão de transformar eh as características do indivíduo que sofreu alienação parental as características biológicas orgânicas reacionais por conta disso como um transtorno médico que deve ser tratado como tal não somente como a a depressão ansiedade o toque né como agora também nós estamos vendo agora os transtornos relacionados à mídia né o vício da mídia como um transtorno que que causa alterações inclusive neurobiológicas o transtorno de alienação parental também causa alterações reacionais corticais por conta do stress crônico tá então o estress crônico causado por pelo transtorno eh da alienação parental pode causar sequ a médio e a longo prazo nesse indivíduo que nós estamos falando

s corticais por conta do stress crônico tá então o estress crônico causado por pelo transtorno eh da alienação parental pode causar sequ a médio e a longo prazo nesse indivíduo que nós estamos falando aqui do filho ou daquele que não teve nenhuma intencionalidade nessa quebra familiar eh O que que a gente observa de algumas eh alguns fatores que nos chamam a atenção para transtorno de alienação parental né a criança é estranho uma criança que ama o pai que ama mãe que é o s da dessa família e que são as bases eh de modelos que essa criança tem Inclusive a criança de certa forma idolatra tende a idolatrar pai e mãe uma criança passar a se recusar a ter contato ou com uma uma parte ou com a outra parte é muito estranho a criança Começar a se recusar e principalmente uma criança que quando convivia tinha uma amorosidade bem Franca com esse pai ou com essa mãe ou com esse responsável e e a criança gradualmente começar a usasse e se essa parte que está sofrendo a recusa não mudou o modo de lidar com essa criança tem que se começar interrogar se não está ocorrendo alienação parental logicamente seria esperado uma criança que o pai por exemplo ou a mãe não eh fazia punição física nessa criança quando tentava cobrá-la regras e limites e passa por exemplo a ser agressivo com essa criança logicamente essa criança vai vai ter recusa é até esperado se o pai e a mãe não tinha esse hábito e passou a tê-lo mas imagina uma criança que o pai ou a mãe tá conduzindo uma rotina que não alterou em nada e essa criança não querer mais visitar o pai por exemplo é muito estranho ou uma criança tem um discurso de usar um vocabulário que não é peculiar a idade dela usar termos que não é peculiar a infância e e ter termos carregados eh de muita raiva de muito ódio não é peculiar de uma criança eh eh direcionar o pai ou a mãe em termos assim Outro ponto que nos chama atenção é que a criança tinha um relacionamento positivo e sente rejeitado não há evidência de abuso ou negligência por nenhuma

h eh direcionar o pai ou a mãe em termos assim Outro ponto que nos chama atenção é que a criança tinha um relacionamento positivo e sente rejeitado não há evidência de abuso ou negligência por nenhuma parte o outro pai usou múltiplos comportamentos alienantes e que essa criança começa a expor a mamãe falou que o senhor fez determinada coisa a mamãe falou que o senhor me abandonou o papai falou que foi a senhora que não queria mais que eu ficasse na sua casa o papai falou que a senhora gasta toda a pensão com o cabeleireiro a mamãe falou que o senhor batia nela sem ter sem ter ocorrido a mamãe falou que o senhor não queria que ela engravidasse a imagina uma criança ouvir gente essas falas são de pacientes do meu consultório não é fala que eu ouvi não é fala da internet são falas que eu ouço no meu consultório tá a mamãe disse que o senhor não quer mais pagar o aluguel da nossa casa imagina uma criança que eh que não tem nem noção de como se pagar contas de como essa renda familiar é feita para costear todos os gastos e essa criança já se sentia abandonada sem a casa é muito concreto para uma criança perder uma casa perder onde morar né E infelizmente esse jogo familiar financeiro que a criança não deveria ser nem informada sobre isso porque ela não tem nenhuma capacidade de discernimento quanto a isso a criança já é exposta a ter uma maturidade maior do que a dos pais então a inversão de relacionamento ela já vinha às vezes antes do do do rompimento do casal que é uma criança que tentava acalmar os pais diante de uma discussão uma criança que ficava na frente do pai ou na frente da mãe para um não agredir o outro e a criança ainda agora é é comunicada de que fulano ou ciclano não não manterá mais o mínimo que é uma moradia ou o mínimo que é a alimentação ou a su pagamento da sua escola ou do seu material escolar e essa esse discurso repetitivo para uma criança vai inflamando nela um sentimento que nem é próprio da infância que é raiva de pai ou raiva de mãe ou até mesmo Ódio mesmo né E lembrando que

l escolar e essa esse discurso repetitivo para uma criança vai inflamando nela um sentimento que nem é próprio da infância que é raiva de pai ou raiva de mãe ou até mesmo Ódio mesmo né E lembrando que a criança na na sua formação neurobiológica até mais ou menos 10 12 anos de idade que a gente pensa que a criança controla o controle inibitório é um um controle que nós temos emocional e reacional que o nosso sistema Limpo nosso sistema frontal que é nossa parte cerebral de decisão ainda não tá formada demora mais de uma década para formar uma parte dela dessa decisão de que em determinada situação eu não posso falar palavrão em determinada situação eu não posso empurrar o Fulano em determinada situação eu não posso bater no ciclano então a criança nas no aus da sua formação de entender o que é que é o limite dela o que é que é o limite do outro como ela deve reagir em determinada situação ela vê um ambiente caótico na sua família e que ela é que tem que tranquilizar o pai ela que tem que tranquilizar mãe ela que tem que dar e eh modelos que ela nem tem de calmaria nesse nesse ambiente né então uma criança que vive submetida a ouvir pai ou mãe falando mal de reações de um ou de outro essa criança realmente vai ter uma grande dificuldade de saber na verdade quem está falando a verdade quem é o verdadeiro nessa história já que quando eu chego perto do meu pai ele não me parece tão bravo assim como que a minha mãe fala ou então eu chego perto da minha mãe e ela cuida tão bem de mim me leva pra escola me arruma pintei meu cabelo e me dá banho me dá carinho me coloca para dormir e meu pai fica falando mal da minha mãe como se ela fosse uma bruxa né na visão eh eh infantil eh mágica que ela tem então Eh quando se observa mudanças de comportamento da criança com reatividade negativa tem que se interrogar realmente um processo que venha por trás de um ou outro alienando ou ambos infelizmente então nós vemos o trinômio do pai quando a gente fala pai aqui gente não é pai só é pai ou mãe tá então

terrogar realmente um processo que venha por trás de um ou outro alienando ou ambos infelizmente então nós vemos o trinômio do pai quando a gente fala pai aqui gente não é pai só é pai ou mãe tá então o pai alienador o pai alvo e a criança alienada o pai alienador é aquele que inflama repetidamente eh situações que façam com que ele eh a o indivíduo que é a criança ele realmente tem a certeza de que o pai ou a mãe erram na condução dele no dia a dia na criação dele em relação ao cuidar dele então põe em cheque se o pai ou a mãe cuidam bem da criança põe em cheque se ama ou não a criança ponha cheque se está preterindo a criança em relação por exemplo um dos cjes resolveu casar-se novamente já tem outros filhos por exemplo então o o pai ou seja a mãe o o a mãe ou Pai alienador coloca em cheque que agora a mãe ou o pai amam mais o filho que nasceu ou amam mais o filho do outro que casou o entiado ou a entiada que ah porque por isso que sua mãe não deu determinado Presente porque ela gosta mais é do filho mais novo dela E no entanto a mãe não deu o presente porque não era o momento a mãe tinha prometido que se ele tirasse notas boas na prova é que daria determinado presente e muitas vezes o o o alienador nem está fazendo parte da rotina dessa criança muitas vezes na no no na hora do divórcio é colocado eh no planejamento a condução eh dos dois cuidarem da Criança em paralelo da Guarda compartilhada mas muitas vezes é só no papel então fica um dos dois sendo apenas o visitante e às vezes nem visitante é é aquele de visitas esparsas no dia que deseja no momento que deseja e a criança fica ao cuidado de um que geralmente é o sobrecarregado na história então é aquele que leva pra escola que pega pra escola que ensina a tarefa que cuida do dia a dia que leva médico que leva é a dentista é aquele que inclusive muitas vezes é o grande provedor financeiro e que aquele que nem fica cuidando apenas paga a pensão alimentícia E ainda por cima ainda faz esse jogo emocional que como eu falei no início muitas vezes é

uitas vezes é o grande provedor financeiro e que aquele que nem fica cuidando apenas paga a pensão alimentícia E ainda por cima ainda faz esse jogo emocional que como eu falei no início muitas vezes é uma pessoa com padrões narcisistas que já tinha um padrão de manipular esse conjuge durante o relacionamento e que quer continuar ainda nesse poder e esse é o problema né você desvincular uma pessoa com uma personalidade narcisista ela mesmo separando ela quer continuar nesse perfil de opressão do indivíduo né no caso a esposa ou no caso ex esposa ou ex-marido e a criança vira realmente uma arma uma arma nesse jogo do leve trás de dizeres que não são próprios da da idade da criança né E aí no caso o outro que é o alvo ele tende a sofrer e tende a abdicar inclusive de discutir para não fazer o seu filho sofrer ele já tá sofrendo com o comentário desse pai ou dessa mãe que tá sendo o alienador né E ela e esse e esse Eh pai alvo ou mãe alvo ele tende a cada dia mais tentar proteger essa criança para tentar diminuir o dano e aí muitas vezes incorre em erros por exemplo super proteger a criança pra criança diminuir Sofrimentos Na tentativa de abrandar o que o outro comentou de negativo dela inclusive de autoafirmação né eu vou mostrar que eu sou uma mãe muito boa eu vou mostrar que eu sou um pai muito bom e muitas vezes incorre em proteger a criança de uma forma permissiva e esquecendo do Papel dela que é um pai que tem que D regras uma mãe que tem que dá limites que tem que dar disciplina e começa a super proteger Na tentativa então não não vou fazer minha filha chorar porque ele já tá sofrendo tanto porque o pai dele comentou essa forma negativa em relação a mim que eu sou uma mãe que eu que eu pulo meu filho então eu não vou eu não vou mais eh fazer o que eu estava pretendendo que é da regra limite e acaba sendo permissivo E aí essa criança começa também a copiar esse modelo de chantagem Então ela percebe que o pai lá manda informação e a minha mãe cedeu Ah então se eu se eu me

é da regra limite e acaba sendo permissivo E aí essa criança começa também a copiar esse modelo de chantagem Então ela percebe que o pai lá manda informação e a minha mãe cedeu Ah então se eu se eu me comportar assim a minha mãe cede Então vira um ciclo vicioso de que o alienador repassa mensagens negativas para atingir o pai alvo para fazer o pai alvo sofrer e a criança por imaturidade começa também fazer o o pai alvo sofrer mas numa tentativa de conseguir algo para ser por imaturidade então vocês imaginam esse essa essa esse ciclo vicioso e imagina se essa criança tiver um transtorno junto por exemplo transtorno especto autismo eh uma criança com hiperatividade déf de atenção uma criança já ansiosa na base genética dela imagina ela ficar nesse ciclo temático vicioso né o geralmente o o pai alvo ele tende a cada dia mais abdicar do seu do seu estado como indivíduo para proteger o filho alv e geralmente ele não consegue suplantar o o o alienador porque é muito difícil juridicamente você provar a alienação parental você precisa juridicamente ter muitas provas para que um juiz decida eh por exemplo afastar o contato do do do ou mãe alienador da criança ou diminuir é difícil você coletar provas tá você imagina nós médicos eu vejo uma criança duas vezes por ano a criança me repassa eh o que tá passando Mas eu só tô vendo o lado por exemplo da mãe que levou ou do lado que o pai que levou como é que eu vou como médico decidir uma guarda por exemplo é muito delicado por isso que precisa realmente de um acompanhamento multiprofissional de uma criança como essa pra gente fazer um juízo de valor de que afinal de contas quem é o alvo o o pai alvo ou mãe alvo e quem é o pai ou mãe alienador e como eu falei para vocês às vezes os dois lados né às vezes não tem o pai alvo vem eh tá sofrendo do alienador e vice--versa né E aí tem a criança alienada né então a criança alienada usualmente ela não sabe discernir quem está falando a verdade dos dois lados a criança quer no fundo no fundo unir o casal que se

vice--versa né E aí tem a criança alienada né então a criança alienada usualmente ela não sabe discernir quem está falando a verdade dos dois lados a criança quer no fundo no fundo unir o casal que se separou a ideia dela é ter o casal junto independente deles terem separado porque vocês lam que na cabecinha dela muitas vezes a causa é ela tá então a criança faz de tudo para juntar o casal separado Então ela mostra às vezes tenta mostrar qualidade para um qualidade para outro e o alentador disz não sua mãe não tem nada disso não sua mãe não faz nada disso não me conte nada da sua mãe mas diga pra sua mãe tal coisa então ele não quer ouvir nada positivo que a criança tem para falar da mãe dele ele quer mandar informação que ele é que ela é ruim que ela não não V que a criança tá tá dando de valor para essa mãe né E aí essa criança começa se agorar cada dia e cada dia quando mais ela ouve um ou outro lado ou ambos os lados falando mal ela vai perdendo a esperança de voltar à família dela como estava e essa falta de esperança causa mais angústia ainda nessa criança e quando uma das partes ainda arruma a outra família monta outra família mas ainda essa Esperança fica rompida essa criança então é uma criança que realmente precisa de um suporte psicoterápico que saque toda criança de casal separada até antes do divórcio era o casal do adulto pro Psicólogo o acesso eh no sistema por exemplo eh mínimo mas eh a gente tem aqui que plantar o que é o ideal não não o que não acontece e quais são as repercussões né então Eh nós temos aqui esse trinômio que é o alienador o alvo e a criança alienada e o que é que acontece cronicamente né a longo prazo o que que acontece nas vivências de uma criança por exemplo alienada o que seria ideal que não é a grande parte seria a resiliência a criança arrumou mecanismos internos que começou a discernir que não eu comparei e minha mãe não é desse jeito que o meu pai tá colocando não Por mais que o papai fale isso mas eu não vejo o eh a mamãe assim ou então eu não vejo o meu

os que começou a discernir que não eu comparei e minha mãe não é desse jeito que o meu pai tá colocando não Por mais que o papai fale isso mas eu não vejo o eh a mamãe assim ou então eu não vejo o meu pai assim quando encontro meu pai ele brinca comigo quando encontro meu pai ele passeia comigo quando encontro meu pai ele cuida de mim então o que a mamãe tá falando não é verdade E aí ela começa a desenvolver mecanismos internos de que de entender que aquilo não faz parte dela mas gente é esperar muito de uma criança essa resiliência existem crianças acho que realmente espiritualmente evoluídas que já tem isso já vem dela mas não é a maioria das crianças né seria o que nós desejaríamos o pai alienador não procurou tratamento o o pai alvo não procurou tratamento Eles continuam em conflito e essa criança torne-se resiliente e que que não leve para seus relacionamentos futuros discórdia familiar referências equivocadas de mãe e de pai o abandono emocional disso então seria o ideal né esse enfrentamento e essa resiliência logicamente que quanto maior é a criança maior capacidade lateria Então se era um casal que vivia em unidade adequada e que começou a discutir só quando ela tinha 10 anos 11 anos nós vislumbramos um um resultado maior nesse sentido de enfrentamento da situação e resiliência então é um um são filhos adolescentes e que o casal começou a discutir só quando ele era adolescente então quanto maior a criança maior a chance dela ter uma certa e um certo enfrentamento da situação vendo o lado positivo de um ou de outro ou de ambos Tá mas infelizmente não é o que a gente vê na prática e nem é a maioria a maioria tem uma dor tremenda emocional e essa dor emocional ela pode ser carregada para o resto da vida tá então as referências que ela teve do que seriam unidade familiar ficam realmente deturpadas e essa esse indivíduo leva uma dor que não se resolve muitas vezes essa dor não resolvida ela é e ela o indivíduo tem tentativas de resolver e essas tentativas infelizmente elas podem

mente deturpadas e essa esse indivíduo leva uma dor que não se resolve muitas vezes essa dor não resolvida ela é e ela o indivíduo tem tentativas de resolver e essas tentativas infelizmente elas podem Bear para decidir resolver isso o vício por exemplo então o vício em drogas o vício em álcool que é uma droga lía e e drogas ilícitas por exemplo Então você tende a ter um conforto temporário emocional com as drogas tá uma tentativa de resolver essa dor com o uso eh de entorpecentes que realmente quimicamente falando te dão um alívio nem que seja temporário da situação tá então essa dor emocional crônica leva também alterações aí vem a neurobiologia liberações de hormônio então o nosso corpo gente ele tem um um um compasso que nossos hormônios eles eles são altamente assim influenciáveis por nossa condição emocional e esses hormônios também vão eh dar respostas orgânicas a depender da minha situação emocional nós temos Gamas de hormônios o cortisol é um deles que no stress ele ele ele causa uma cascata inclusive posteriormente inflamatória tá E que o indivíduo sob estress crônico ele pode ter adoecimentos por queda de imunidade vocês podem imaginar então uma criança que que vive em ambiente hostil que vive em discussões uma criança vítima de alienação parental ela pode ser uma criança que a sua imunidade fique tão baixa ao ponto de viver cronicamente adoecendo não que a doença seja diretamente ela pegou uma virose Porque ela foi alienada não gente ela pegou uma virose porque ela teve contato com o vírus ela teve uma pneumonia porque ela teve contato com a bactéria mas a imunidade que faz com que eu tenha uma resposta melhor hum moral na minha defesa orgânica Contra esse patógeno esse germe essa bactéria esse vírus eu estou sobre uma cascata de stress crônico que faz com que o meu corpo não reaja bem a essas intempéries orgânicas então a criança pode fisicamente por conta também dessas liberações pelo stress então a síndrome do estresse crônico traumático ela faz com que seu corpo não reaja bem e as

essas intempéries orgânicas então a criança pode fisicamente por conta também dessas liberações pelo stress então a síndrome do estresse crônico traumático ela faz com que seu corpo não reaja bem e as disfunções hormonais são muito frequentes nesses indivíduos alterações de liberação de adrenalina de norad menina faz com que o indivíduo fique todo o tempo em Alerta é um indivíduo que não baixa guarda porque tá toda hora esperando discussões brigas um estresse que a criança tem e o cérebro fica como todo tempo liberando reações de defesa então o indivíduo tá todo o tempo Alerta e o indivíduo que tá todo o tempo Alerta ele não consegue se manter concentrado o tempo inteiro em outras ações Então você quer que uma criança se concentre bem na escola você quer que uma criança Produza bem na escola se ela vive em casa um tormento de todo tempo Alerta é aquele que tá todo o tempo tentando fugir porque o corpo ele libera reações lá no cérebro de que você tá tendo vai pegar fogo e eu tenho que fugir é a sobrevivência e o indivíduo pequenininho ainda tem que sobreviv ainda tem que salvar a mãe ou o pai gente é uma situação metabólica é uma cascata reacional metabólica que não há corpo que resista a tamanho estess crônico tá então é uma criança que não tô falando daquela criança que tenha uma predisposição a ter TDH que é o transtorno de déf de atenção ass hiperatividade eu tô falando de uma criança que não tem TDH mas que vive sob estress e a professora começa a dizer olha seu filho não tá conseguindo concentrar na aula Olha seu filho não tá conseguindo concentrar durante a tarefa seu filho na hora do recreio não consegue acompanhar as brincadeiras das Crianças porque ele fica tão disperso que os coleguinhas faz os meninos perderem no futebol E aí é por trás tá lá a criança que vive na cascata de stress crônico e que algumas vezes a professora começa a pensar se ela não tem uma comorbidade um deste atenção com hiperatividade um padrão desatento eh que precise de tem uma equipe que esteja atenta ao

ss crônico e que algumas vezes a professora começa a pensar se ela não tem uma comorbidade um deste atenção com hiperatividade um padrão desatento eh que precise de tem uma equipe que esteja atenta ao que tá acontecendo ou que a mãe que está sendo alvo ou o pai que tá sendo alvo por vergonha não expõe pra escola o que é que tá acontecendo no dia a dia o ideal seria que quem está sofrendo no caso a mãe ou pai alvo avise pra escola que a criança tá sob estress tá sobre aliha na ação mas às vezes o algis ele é tão forte a sua ação que a pessoa tem até medo de comentar pelas ameaças que que que ocorrem no dia a dia se você falar isso Eu mato eu mato o nosso filho eu te mato Então ela às vezes o indivíduo ele se torna cada dia mais Refém dessa situação do algoz e ele muitas vezes não expõe nem pros familiares próximos por receio de de um uma resposta pior ainda que é Matar ou Morrer né a depressão eh É lógico que a depressão é uma base de alteração neurobiológica que o CNE maior realmente é genético Então você imagina que uma criança que já tem uma predisposição à depressão ou o indivíduo alvo já tem uma predisposição genética biológica à depressão e vive sobre esse stress então o gatilho né da da alienação eh frequente repetida constante ela faz com que as manifestações de depressão se tornem eh mais precocemente entes então era um indivíduo que talvez tivesse depressão só só na adolescência na idade adulta ele começa a ter sintomas depressivos infantis com pensamentos intrusivos pensamentos negativos eh inicia com muitas vezes com pensamento de perda Então você imagina que ele sente na mãe ou no pai o indivíduo que cuida dele e ele vive sob a ameaça do pai ou da mãe matar né o cônjuge Então você imagina assim poxa se minha mãe matar meu pai quem vai cuidar de mim ou se se e o meu pai é matar minha mãe quem vai cuidar de mim Porque de fato quem cuida de mim é minha mãe né Então essa criança tende a manifestar mais precocemente pensamentos intrusive que às vezes a criança fica com medo até

minha mãe quem vai cuidar de mim Porque de fato quem cuida de mim é minha mãe né Então essa criança tende a manifestar mais precocemente pensamentos intrusive que às vezes a criança fica com medo até da mãe sair para trabalhar mãe não vai trabalhar não fique aqui comigo e quer a criança que já dormia no seu quarto passa a querer o auxílio para dormir junto dorme abraçadinha junto com medo da perda se a mãe ou o pai espirra a criança já acha papai você vai pro hospital logo para você não morrer então eu vejo no meu consultório às vezes crianças que que abraçam as mães ou abraçam os pais quando vão pro trabalho que parece que vai ser o último abraço né porque a criança tem medo de perder né de morrer literalmente Algumas crianças não tem um referencial de morte ainda mas o tem um referencial de por exemplo não aparecer mais de não voltar né e outras crianças já tem referência de morte mesmo um avô que morreu uma tia que morreu e que ela não vê mais por mais que ela tenha essa concepção de ir pro céu que o céu é lugar bom ela não tem essa maturidade ela quer um indivíduo perto se nós adultos queremos nossos parentes pertos nós não queremos que eles que eles que eles morram imaginam na criança né então a depressão a ansiedade são amigos nesse nesse binômio né então dificilmente o o o pai ou mãe alvo dificilmente a criança alienada ela não terá ansiedade diante expectativa diante do que vai ocorrer diante do que vai ocorrer amanhã como é que como é que eu vou viver nesse nesse processo Outro ponto são os transtornos alimentares né não é incomum aquela criança que se alimentava bem aquela criança que tava ganhando peso e altura como deveria e diante desses processos de alienação começa a ter anorexia de diminuição do apetite negando-se a comer tá então essa criança pode realmente entrar até num processo de de desnutrição por conta secundariamente do stress que ele tá passando na alienação e o outro Polo é a obesidade é o indivíduo que tem como fuga resolver essa dor ingerindo alimentos e aí a

rocesso de de desnutrição por conta secundariamente do stress que ele tá passando na alienação e o outro Polo é a obesidade é o indivíduo que tem como fuga resolver essa dor ingerindo alimentos e aí a compulsão alimentar pode vir junto com a com essa alienação parental Então não é comum nos indivíduos obesos Quando você vai coletar names ele passou por estresse crônico de alienação de de de de transtornos familiares de extremado desajuste e a comida foi a única forma que ele encontrou de prazer imediato porque realmente a liberação de doina elevada de endorfina e serotonina no prazer da alimentação e aí a obesidade vem como como como efeito Infelizmente como sequela eh as dificuldades de personalidade infelizmente por cópia de modelo inadequado do do Pai alienador então o indivíduo começa realmente reproduzir na escola reproduzir entre os colegas reproduzindo entre os professores eh o que ele viu na prática infelizmente concreto na sua na sua casa ou mesmo que os casal nunca tenha vivido junto mas a discórdia que ele via de um dos lados e a criança reproduzir em mínimas contrariedades eh naquela fase que realmente a criança não sabe resolver conflito entre os Paes não sabe resolver conflito entre os colegas uma disputa por exemplo de brinquedos a criança começa a reproduzir o que ela viu na prática no dia a dia da sua casa de extrema violência no modo de falar de extrema violência no modo de agir inclusive com heteroagressividade né agredir o outro fisicamente então a criança ela começa infelizmente a reproduzir o que ela viu e às vezes o pai e a mãe nem percebe não sei de onde é que essa criança como é que essa criança é tão agressiva e esqueceu de tudo que a criança passou né durante toda uma vida de construção de personalidade e lógico a criança ela segue o modelo que foi observado tanto no diálogo quanto até na na na na na sua concepção do que é certo que errado tá automutilação também não é incomum da gente vê inclusive Às vezes a criança Ela vive sobre um stress de que um

ado tanto no diálogo quanto até na na na na na sua concepção do que é certo que errado tá automutilação também não é incomum da gente vê inclusive Às vezes a criança Ela vive sobre um stress de que um ameaça o outro da criança não contar para um ou pro outro e a criança começa a se automutilar tá então a criança começa a avulsion cabelos arrancar os próprios cabelos avulsion a pele de lábio roer as unhas mas não é roer unha gente assim como o comum não é é ferir a unha e avulson a a o tecido do periungueal aquela criança começa a cutucar a pele ao ponto de ferir o rosto e se a mãe meu pai não prestar atenção eh eh nesses nesses sinais concretos de dor né dor eh emocional mas que torna física nessa contrabalanço né É daqui a pouco esse indivído tá com ideação suicida E você não tomou o cabo da situação tá então automutilação não é só por alienação parental gente mas indivíduos que vivem nessa constante discórdia às vezes é o primeiro sinal concreto que você vê que tá acontecendo alguma coisa de errado com esse indivíduo tá ideação suicida eh na na na sequência disso então você não vê como melhorar a situação do meu pai eu não vejo como melhorar a situação da minha mãe eu vivo em constante infelicidade minha vida não tem sentido Então essa perda de sentido de vida de uma criança cada dia está infelizmente mais cedo antes no início da minha carreira eu pegava adolescentes que perdiam um sentido de vida mas eu tenho um pé criança de 6 anos perdindo um sentido de vida 7 anos perdindo sentido de vida 8 anos pedindo sentido de vida gente no início da vida dele de referências de amor essa criança já quer findar a sua vida porque não vê saída e realmente você eh eh como é que ele não tem maturidade para ver saída mesmo né e eu tive infelizmente perdi paciente de 10 anos de idade e que ela não tinha histórico de depressão ou sin de São iniciais Mas os gatilhos que eu vi foram realmente T viia ter uma predisposição familiar mas essa criança se suicidou na casa do uma apartamento do pai né numa

nha histórico de depressão ou sin de São iniciais Mas os gatilhos que eu vi foram realmente T viia ter uma predisposição familiar mas essa criança se suicidou na casa do uma apartamento do pai né numa folga que o pai deu dormiu eles não prestaram atenção inicialmente para os sinais dessa criança de depressão e de deação suicida e o gatilho final foram notas baixas que a criança tirou na escola e e ela se aut cobrava porque os dois lados cobravam notas cobravam desempenho né E no caso caso o pai cobrava muito da mãe porque a escola era cara então a criança era como se tivesse um pagamento né eu pago com notas isso aí e essa criança tirou nota baixa a gente na escola e aí o pai dormiu quando foi acordado com a criança que se jogou aqui em Teresina do prédio tá 10 anos de idade Então você imagina a situação né que você vê de adoecimento né Desse indivíduo que com certeza tinha mostrado sinais mas que infelizmente a família não conseguiu quebrar o ciclo antes disso né então a gente pensaria assim de uma depressão um adolescente depressão um adulto que já passou por muitas intemperes mas uma criança não então Eh cada dia nós temos que estar mais Alerta a mudança de comportamento da criança uma criança que gostava de se arrumar e que deixa de de querer se arrumar criança que perde a vaidade uma criança que não quer mais sair de casa não quer passear tá não tô falando daquela criança que tá viciada em mídia que ela não quer sair de casa porque tá direto no prazer imediato da do celular da mídia tô falando uma criança que gostava de independente da mídia independente do celular que ela ficasse acessando uma criança que não quer mais sair que não vê diversão mais fora de casa que o tédio tá constante nessa criança e não é uma criança viciada em tela porque hoje em dia o diagnóstico diferencial de fío em tela a gente tem que colocar em quase todos os transtornos da infância né mas no caso não teria como isso como base o vício por tela e é uma criança que muda de comportamento que vai dessa questão

em tela a gente tem que colocar em quase todos os transtornos da infância né mas no caso não teria como isso como base o vício por tela e é uma criança que muda de comportamento que vai dessa questão de por por exemplo sinais de Claros de depressão ou o oposto disso uma criança que não era agressiva uma criança que não era violenta uma criança que era meiga e ela passa a ser agressiva tá então é a criança que tá com abuso Não não é um abuso sexual ela não tá sofrendo isso então você vai descartando situações né é uma criança que tá sofrendo buling não é então você descarta as as ações externas e você olha pro cnio familiar Tem que se interrogar um processo crônico de alienação parental que tá causando isso né eu não não saiu o último né Eh da tela mas essa questão da organização da criança versus o dia a dia com quadros eh Claros Claros Claros de transtorno bipolar que que o gatilho na verdade foi a desconstrução familiar ela tinha uma predisposição a trsta bipol mas o quadro de estresse crônico causando manifestações mais precoces o transtorno bipolar e os transtornos obsessivos compulsivos também como uma forma eh pós estress de manifestação já precoce do toque que eles provavelmente só manifestaria na idade adulta ou a idade eh eh adolescente final da adolescência quais seriam as estratégias para essa família né ou pro que te procura como médico ou como Conselheiro espiritual espiritual né a conscientização que você não tem culpa daquela situação colocar aquele indivíduo como não pertencente àquela ação colocar a a a compreensão de que quem está doente é o outro que ele precisa de cuidado mas é que ele não é o causador disso demoram muitos anos para uma criança entender que ela não é a não tem culpa da separação mas tem que passar de perfazer algum alguém que comece a alertar para essa criança é o avô que tem que alertar ou uma tia que temha que alertar ou um terapeuta que tenha que alertar mas alguém a gente espera que alguém começ a essa criança de que ela não é a causadora do stress

ança é o avô que tem que alertar ou uma tia que temha que alertar ou um terapeuta que tenha que alertar mas alguém a gente espera que alguém começ a essa criança de que ela não é a causadora do stress lá do casal que ela está estressada pelo stress do casal mas não o contrário disso né o acompanhamento psicológico se faz necessário na verdade pros Três que seria o ideal né o alienador o alvo e a criança alienada infelizmente eh muitos muitos casos tem que ter o afastamento físico porque o al muitas vezes é tão violento que não tem mais condição da criança conviver com ele e juridicamente faz necessário rompimento desse contato e ainda aumenta mais ainda o ódio desse indivíduo alienador porque enfim ele foi afastado do CNE que era o meu filho eu consigo eh atacar a minha ex-mulher ou meu a a mãe que através do filho vai atacar o ex-marido eh então e as penal idades legais né então infelizmente eh como eu falei inicialmente você provar que uma criança o seu sobrinho a sua sobrinha seu neto está sofrendo Alien ou seu próprio filho você juridicamente tem que eh juntar muitas provas né e muitas vezes durante que eu também vejo no dia a dia durante essa coleta de provas a criança fica muito na berlinda em vez de você tomar cabo da situação você fica filmando gravando áudio fazendo print de conversas em vez a gente tentar é diminuir esse stress da criança né para enfim ter provas de que aquilo está ocorrendo mas eh eh eh infelizmente é necessário isso né coletar provas da escola do comportamento da criança coletar provas com o terapeuta Que por ventura esteja acompanhando a criança né do que essa criança manifesta de Sofrimento né eu tenho crianças que por exemplo não tinha uma grafia maravilhosa escreviam muito bem a letrinha perfeitinha gente e essa criança começou a ter alterações na escrita dela a que que você acha que tem tem a ver com a alienação parental né então uma criança que começou a manifestar a sua angústia no modo dela escrever no modo dela desenhar e no modo dela pintar eram

dela a que que você acha que tem tem a ver com a alienação parental né então uma criança que começou a manifestar a sua angústia no modo dela escrever no modo dela desenhar e no modo dela pintar eram desenhos antes coloridos e que passam a ter cores mais escuras eram desenhos que antes demonstravam a felicidade delas sol casinha animais que passam a ter modelos meio meio eh meio não negativos em relação ao seu modo de desenhar né Eu já tive paciente nós conseguimos eh ter como sinais iniciais a o modo que a criança tava pintando seus desenhos o modo que a criança tava se vestindo o modo que a criança tava eh reagindo por exemplo como eu falei na na alimentação né diminuir a ingesta aumentar a ingesta mas precisam ser pessoas muito atentas muitas vezes eh as pessoas não são atentas as esses a esses sinais iniciais né então você tomar cabo e te tiar uma guarda de uma criança é muito complexo tá é muito complexo então por isso que tem que ser uma decisão é multiprofissional então assistente social tem que avaliar como é que tá esse sofrimento o psicólogo algum psicólogo tem que ser acionado para analisar Como está esse sofrimento dessa criança e e e fazer o inventário é psicoemocional dos dois né do pai ou da mãe isso é muito complexo para uma realidade que no Brasil não é não é a que ocorre então nós temos eh nos Estados Unidos que noos artigos que nós mais eh eh temos acesso a à estatística no Brasil nós não temos estatística em relação a isso eh coloca-se nos últimos artigos eh que foram publicados que 95% das crianças que sofrem alienação parental elas elas desenvolvem algum transtorno eh de saúde mental secundário como eu falei ansiedade depressão eh gatil de transtorno obsessivo compulsivo e ideação suicida 95% gente só 5% tem aquela aquela aquela primeira que eu coloquei que é a resolução eh e a resiliência né 5% dessas 95% eh aparece aparece em alguma eh eh manifestação eh orgânica física dessa situação tá então são crianças que muitas vezes você nem deslumbrar um tratamento psiquiátrico

e a resiliência né 5% dessas 95% eh aparece aparece em alguma eh eh manifestação eh orgânica física dessa situação tá então são crianças que muitas vezes você nem deslumbrar um tratamento psiquiátrico com uso de medicação e essa criança vai acabar tendo que se tratar por uma sequela que poderia ter sido evitada eh essa frase eh tem até nos artigos que eu coloquei que foi de um de um juiz né num normativa que ele fez de um processo né Não importa o que você pensa da outra parte essas crianças são metade de cada um de vocês que você quando você diz né que seu filho o pai dele é um idiota ou que a mãe dele é uma tola você não está dizendo da criança que metade dela é ruim a criança não entende isso ela entende que o todo dela é ruim então a gente tem que ter cuidado nessa questão das da da da dos elos familiares que foram rompidos mas que a unidade dessa criança precisa ser preservada ela como um ser que está em sua formação aprendizado global de suas emoções e de sua reação Como como o meio então a base familiar ela é precisa ser resgatada independente se o casal mora junto se o casal Nunca nem morou junto se a opção foi de mãe solo ou de pai solo então a unidade familiar precisa ser resgatada Então faz parte desse cuidar da saúde mental né como conduzir na alienação parental Faz parte dessa desse mês de conscientização da da do suicídio a questão da alienação parental como uma base de gatilho para a ideação suicida né por isso que se realmente esse tema eh De grande valia paraa Nossa análise do que fazer para ajudar a essas famílias a conduzirem melhor essa fase tão difícil que é o divórcio e a condução pós divórcio eu queria agradecer a participação de todos hoje aqui para dar continuidade painel sobre alienação parental chama aqui ao palco ele que é psicólogo Clínico especialista em psicologia Clínica neuropsicólogo e especialista em constelação sistêmica familiar senhoras e senhores Bernardo freit Bom dia a todos a todas eh primeiro lugar agradecer pelo convite

o especialista em psicologia Clínica neuropsicólogo e especialista em constelação sistêmica familiar senhoras e senhores Bernardo freit Bom dia a todos a todas eh primeiro lugar agradecer pelo convite da D Cátia para fazer parte desse evento e agradecer a presença de todos vocês aqui nós vamos nós vamos tentar englobar uma das coisas que a Adriana Teixeira não falou porque nosso nosso tema é o mesmo mas ela vai na parte um pouco mais médica eu vou intentar enveredar na parte psicológica Claro trazer um pouquinho da parte jurídica também e enveredar pel pelas questões mais espirituais Porque como a gente também tá falando para um público e nós trazemos um pouquinho da doutrina espírita penso que seja importante que a gente entenda que quando uma criança nasce em uma família ela não nasce à toa naquela família ela nasce com um propósito e quando a gente estuda a doutrina espírita nós sabemos que existe um planejamento familiar e antes desse espírito nascer ou encarnar como nós costumamos chamar na doutrina espírita foi feito um planejamento para que ela nascesse naquela família filho daquele pai filho filho daquela mãe com aquelas necessidades evolutivas como é um termo que nós costumamos chamar então nos Estados Unidos por volta do ano de 1980 mais precisamente no ano de 1985 nós temos a primeira pessoa que falou a respeito do assunto foi Richard Gardner e graças a essa teoria ele era um psiquiatra ele começou a perceber que algumas crianças tinham alguns comportamentos que ele começou a chamar de síndrome da alienação parental e baseado na teoria de Richard Garner aqui no Brasil por volta do ano de 19 eh 2010 mais precisamente foi dita a lei ali que Ela mostrou a lei foi criado a lei da alienação parental no entanto ainda hoje nos nossos dias nós temos algumas algumas digamos assim alguns conflitos com relação a alguns legisladores alguns psicólogos e até mesmo algumas feministas porque elas questionam obrigado teu rosto uhum ol porque eles questionam o surgimento

digamos assim alguns conflitos com relação a alguns legisladores alguns psicólogos e até mesmo algumas feministas porque elas questionam obrigado teu rosto uhum ol porque eles questionam o surgimento dessa lei exatamente por quê Porque nós sabemos que primeiro surgiu a lei de Maria da Penha do anos depois surgiu a lei da alienação parental então tem algumas pessoas que acreditam que a lei da alienação parental surgiu como uma espécie de revanche dos homens exatamente por quê Porque nós sabemos que em torno de 90% da Guarda familiar da da criança fica por conta da mãe e como 90% das mulheres é que ficam com a guarda dos filhos consequentemente o índice de pessoas que supostamente são alienadores são mulheres e os alienados seriam os homens seriam os pais então alguns legisladores alguns algumas feministas e alguns psicólogos acreditam que a lei da alienação parental ela é uma lei que prejudica muito as mulheres porque as mulheres são mais digamos assim as mais legitimadas por conta dessa lei com as suas referidas consequências mas vamos ver uma coisa bem interessante por importante que nós entendamos o o o o que seria uma alienação parental porque muit das vezes a mulher inconscientemente falando ou o homem inconscientemente falando tá com mágua um do outro e começa a des dig digamos assim a botar essa mágoa para fora na frente da criança e como é que seria botar essa mágoa para fora na frente da criança falando mal da criança vocês sabem que todos nós temos os nossos pais como superherois você sabe quem quem é o superhero do o o o grande inimigo do Superman já F já VII falar nele Lex Lutor Não é isso não é Lex Lutor o grande inimigo do homem-aranha Octopus e o doente verde aí tu imagina a criança que começa a imaginar que o seu pai é um supermano que o seu pai é é um Homem Aranha e a mãe fica dizendo para ele que o pai dele é o Lex Lutor que o pai dele é o doende verde quando na cabeça dele o grande herói é o homem-aranha e a grande adversária da Mulher Maravilha você já já souberam eu

ica dizendo para ele que o pai dele é o Lex Lutor que o pai dele é o doende verde quando na cabeça dele o grande herói é o homem-aranha e a grande adversária da Mulher Maravilha você já já souberam eu tô perguntando isso porque eu tô falando de desenhos infantis então nós na nossa infância não sei se a gente acompanhou as histórias da Mulher Maravilha em que a grande adversária da Mulher Maravilha era a mulher leopardo então na cabeça da criança a mãe dele é a Mulher Maravilha eu conversando com a criança e a criança brincando com a mãe se machucou e a mãe foi lá consolar E aí a mãe disse olha meu filho você caiu mas quando você caiu batma foi lá e lhe salvou e trouxe para mim a supermãe supermãe não mamãe Mulher Maravilha entende então assim na cabeça da criança o grande adversário do do do do Batman é quem só para ver se vocês assistiram o desenho animado Coringa pessoal Coringa então na cabeça da criança eu digamos assim seria o batma Mas a mãe dele diz para ele que eu sou o coringa entende então eu seria o Superman mas na cabeça da criança porque a mãe fica insinando coisa eu seria o Lex Lutor aí você imagina como é que é pra criança dizer ah Mulher Maravilha Não não é Mulher Maravilha é a mulher leopardo então na cabeça da criança vai surgindo essas essas criações mentais graças à interferência do pai graças à interferência da mãe ou de uma avô ou de outro alienador e isso vai prejudicar o desenvolvimento cognitivo da criança vai prejudicar o desenvolvimento do ego da criança vai prejudicar o desenvolvimento da personalidade da criança quando a gente estuda vou trazer um livro que a gente sempre gosta de de falar aqui é o livro da L B as cinco feridas emocionais da Alma eu gosto muito desse livro porque ele ela vai trazendo as feridas emocionais que vai ficando no criança no indivíduo e isso vai interferir no desenvolvimento da personalidade da criança vai interferir no desenvolvimento do ego da criança muita da hã vai interferir quando a gente estuda psicologia M das vezes a gente não

so vai interferir no desenvolvimento da personalidade da criança vai interferir no desenvolvimento do ego da criança muita da hã vai interferir quando a gente estuda psicologia M das vezes a gente não entende que o ego tem função o ego tem funções interessantes e esse ego ele vai se estruturando no desenvolvimento da criança a partir do ventre da criança quando a gente começa a estudar terapia ao ventre da mãe quando algumas pessoas passam por sessões terapêuticas que elas regridem até o ventre da mãe ela lembra de fatos que aconteceram quando ela tava no ventre da mãe uma certa vez uma menina chegou uma senhora uma moça uma jovem chegou pra mãe mamãe eu lembro de um dia que a gente estava em casa e houve uma tempestade uma chuva muito grande que aconteceu isso aconteceu aquilo ela começa a descrever os eventos e a mãe olha assim pra filha mas filha como é que você lembra isso isso aconteceu quando você estava na minha barriga nós morávamos em Brasília teve uma tempestade muito grande que chegou a arrancar o teto da casa e eu fiquei muito apavorada e ela lembrava disso então quando a gente está no ventre da mãe a gente lembra isso lembra desses eventos que aconteceram e Mita das vezes no ventre da mãe a criança já passar passa por algumas experiências dolorosas que vai marcando a estrutura psíquica o desenvolvimento cerebral da criança o desenvolvimento do ego da criança a estruturação da personalidade da criança então você imagina lembrando da lisia bbo voltando a ela quando ela vai dizer que a primeira ferida emocional da da Criança é a rejeição quando a criança tá no ventre da mãe que muitas das vezes a mãe passa por uma gravidez complicada não necessariamente uma gravidez indesejada e a criança pode interpretar tá o bebê pode interpretar aquilo ali como uma rejeição e ali como ela passa pela rejeição ela vai quendo uma máscara para se defender para conseguir sobreviver que ela vai chamar de a máscara do escapismo é aquele indivíduo que adota uma característica ela vai se

mo ela passa pela rejeição ela vai quendo uma máscara para se defender para conseguir sobreviver que ela vai chamar de a máscara do escapismo é aquele indivíduo que adota uma característica ela vai se escondendo do outro às vezes tá aqui no auditório tá num sala de aula depois de um ano de de de de de aula Ela vem conversar com o professor e o professor pergunta mas quem é você não Professor Eu Sou suu aluna que história é essa menina é professor é porque eu tô sempre Escondidinho ali atrás das outras e o professor nunca viu a aquela aluna a segunda ferida emocional da Alma que aiz bomor vem falando e por que que eu tô trazendo isso porque essas feridas que já acontecem no Vent da mãe quando a criança nasce e começa a ouvir aquelas conversas da mãe a respeito do pai aquela conversa do pai a respeito da mãe ela vai estruturando no seu psiquismo mecanismo de defesa para poder lidar com aquela situação e muitas das vezes aquele pai porque sai de casa ou a mãe que decide não viver mais o casamento e vai embora a criança naturalmente já vai sentir-se rejeitada que é a segunda ferida emocional que a criança adquire e quando a criança se sente rejeitada E aí é reforçado pelo pai ou é reforçado pela mãe Ah teu pai foi embora por isso por isso por aquilo Ah tua mãe foi embora por isso por isso é porque tu não é que tua e tua mãe nem eh não quis viver comigo é porque Teu pai não quis viver comigo é porque Teu pai não paga a pensão é porque teu pai é isso é porque teu pai é aquilo é porque tua mãe é isso é porque tua mãe é aquilo e vai embora esse pai a criança naturalmente vai se sentir rejeitada e vai adotar uma máscara e a máscara que essa criança vai adotar seg dizia bô é a máscara do dependente E aí cresce cresce um adulto dependente e vai ser aquele homem que vai estar o tempo inteiro procurando nas mulheres a mãe que teve ou a mãe que não teve vai ser aquela menina que vai procurar nos homens o pai que teve ou o pai que não teve e mu das vezes e mu das às vezes elas se envolvem em relacionamentos

ulheres a mãe que teve ou a mãe que não teve vai ser aquela menina que vai procurar nos homens o pai que teve ou o pai que não teve e mu das vezes e mu das às vezes elas se envolvem em relacionamentos tóxicos exatamente por quê Porque quando ela procura um pai nos relacionamentos o homem não quer uma filha o homem quer uma esposa o homem quer uma mulher e aí como ela não consegue ser a mulher que ele gostaria de ter ele tem uma tendência de procurar isso fora e ela vai suportando as traições do namorado as traições do namorado as traições do marido por quê Por conta de uma de uma personalidade dependente que ela adota agora você imagina uma criança que passou a vida inteira ouvindo isso do pai ouvindo isso da mãe que sentimentos ela não pode nutrir contra o pai que sentimentos ela não pode nutrir com a mãe mesmo amando mesmo gostando mesmo querendo ver naquele pai ver naquela mãe o superhero que ela sempre criou mas mu das vezes ela vai internalizando essas experiências que vai refletir na idade adulta e é muito interessante a gente analisar isso porque muitos Don juans por exemplo que tem esse esse trantorno pode ser o trantorno de personalidade narcisista como você falou tá procurando na mulher nas mulheres com quem se relaciona exatamente aquela mãe e nunca encontra a mãe que tanto procurava por quê Porque na as mulheres que ele encontra não é a mãe que ele deseja é uma outra pessoa com outra personalidade com outra característica e é muito interessante a gente analisar isso que um fenômeno bem interessante que Joana De Angeles fala na sua literatura que muitos homens que querem bater em mulher estão batendo na mãe que teve ou que não teve principalmente os chamados as pessoas que têm transtorno de personalidade antissocial que tem uma característica específica de agredir determinado tipo de mulheres e aquelas mulheres inconscientemente é a mãe que ele teve ou a mãe que ele não teve aí os riscos da gente está fazendo uma alienação parental em uma criança aí que

agredir determinado tipo de mulheres e aquelas mulheres inconscientemente é a mãe que ele teve ou a mãe que ele não teve aí os riscos da gente está fazendo uma alienação parental em uma criança aí que está estruturando o sistema nervoso naturalmente está estruturando o sistema nervoso está estruturando o ego e está estruturando a sua personalidade a gente sabe a luz da Psicologia profunda especialmente falando como nós falamos agora a pouco que o ego tem função e o e a gente nota que quando esse Ego não é bem estruturado até o caminhado da pessoa é diferente quando você encontra pessoa tem um transtorno mental grave você olha que o caminhado dele é diferente do caminhado de uma pessoa normal você pode perceber de longe você vai vai caminhando aqui observa uma pessoa caminhando na sua frente a caminhada dele vai depender muito da estrutura do seu ego e muitas das vezes pessoas com esquizofrenia por exemplo você pode observar uma pessoa que é diagnosticada com esquizofrenia que ela tem um caminhado um pouco cambaleante e esse caminhado tá muito relacionado a um ego que não foi bem estruturado e que não foi bem estruturado a partir da Infância e como esse ego tem inúmeras funções é graças ao ego que eu sei que eu sou Bernardo não sou ornal é graças ao ego que eu sei e que eu vou em busca da da de de Deus da deificação é graças ao ego que eu fujo do perigo é graças ao ego que eu me alimento então quando eu tenho esse ego desestruturado naturalmente as minhas funções alimentares não vão ser normais é por isso que às vezes a gente tem alguns transtornos alimentares por conta de um Ego desestruturado e esse ego muit das vezes é desestruturado por conta dessa relação mãe e pai que não é bem feito e ainda tem mais um detalhe que agora a gente vai apelar PR questão PR visão sistêmica da coisa a família ela tem uma consciência a família tem uma consciência para entender melhor a gente não fala muito sobre como é que a gente chama aquele sistema que que eh Dora Cátia vai me ajudar

a da coisa a família ela tem uma consciência a família tem uma consciência para entender melhor a gente não fala muito sobre como é que a gente chama aquele sistema que que eh Dora Cátia vai me ajudar é um é um conjunto de energia formada pelos pensamentos e os sentimentos de um determinado grupo Egg egrégora Eu sabia só queria testar a memória de vocês testei existe a luz da conscienciologia um Tero um termo que é chamado pensen o que é que é pensen por que que eu vou falar disso pensen é um conjunto de pensamentos e sentimentos e energia por isso que foam neologismos que os conscienciologia criaram pensamento P Sentimento Sem e o ne o e ali é energia e ele usa um termo que é o hopen o que que é o hopen é o conjunto de pensamentos e sentimentos energia de um grupo que nós vamos chamar também de egrégora a egrégora é um conjunto de pensamentos sentimentos e energia de um determinado grupo então a família tem esse pensen a família tem essa egrégora e nessa egrégora nesse pensen todo mundo tem que fazer parte e a partir do momento em que o pai é excluído desse processo ou a partir do momento em que a mãe é excluída desse processo todo o sistema é afetado Porque todo o sistema precisa todo todo mundo precisa se sentir pertencente àquele sistema agora vamos imaginar que o pai tem um determinado vício e a mãe começa a dizer que o pai tem aquele vício vai dizendo para o filho para o filho ouvir Ah porque teu pai bebe por conta disso ele vai te abandonar ah é porque teu pai fume por conta disso ele pode te queimar Ah porque teu pai é responsável por conta disso ele vai te abandonar ele vai dizendo isso o que que vai acontecendo a mãe ou o pai vai sendo excluído da egrégora a mãe ou o pai vai sendo excluído do sistema e naturalmente quando esse indivíduo é excluído do sistema há uma tendência natural do filho puxar aquele indivíduo para o sistema e como é que o filho Puxa aquele indivíduo para o sistema muitas das vezes adotando um comportamento semelhante ao comportamento do pai

tendência natural do filho puxar aquele indivíduo para o sistema e como é que o filho Puxa aquele indivíduo para o sistema muitas das vezes adotando um comportamento semelhante ao comportamento do pai adotando um comportamento semelhante ao comportamento da mãe então quando a mãe tenta expulsar o pai ou quando o pai tenta expulsar a mãe do sistema o filho puxa e uma das maneiras dele puxar é por exemplo desenvolvendo o vício do pai ou desenvolvendo o vício da mãe ou adotando inconscientemente um transtorno de personalidade do pai ou um transtorno de personalidade da mãe e a gente olha puxou pro pai olha Puxou pra mãe e na e e quando você olha para olhar espiritual dessa questão na verdade eles se Puxaram Por uma questão de afinidade Por uma questão de necessidade evolutiva e ali ão está todo mundo no mesmo ambiente no mesmo lar com uma necessidade de trabalhar os seus conteúdos internos e é muito interessante porque quando a gente começa a estudar a visão reencarnacionista do Lar a gente começa a perceber que aquele filho traz tendências para serem trabalhadas naquele Lar que o Kardec vai chamar de ideias inatas ele traz aquelas ideias inatas para ser trabalhado naquele L E muita das vezes o pai negligencia isso a mãe negligencia isso e não cumpre a missão que veio cumprir que é a missão da paternidade e quando ele traz essas tendências que os pais observam que os pais olham naturalmente eles conseguem ver mas mas o que é que tá acontecendo nos dias de hoje os pais não olham mais para os filhos os pais não são vistos mais pelos filhos muito pelo contrário os pais estão utilizando os filhos para se vingarem uns dos outros e isso tem trazido seríssimos problemas então a criança é levada para o psicólogo porque tem um diagnóstico de autismo tem um diagnóstico de TDH tem diagnóstico de Tod E muita das vezes esse diagnóstico é dado não porque a criança tem o transtorno propriamente dito ela pode ter D DH ela pode ter o Tod transtorno opositor desafiador pode ter o toque

iagnóstico de Tod E muita das vezes esse diagnóstico é dado não porque a criança tem o transtorno propriamente dito ela pode ter D DH ela pode ter o Tod transtorno opositor desafiador pode ter o toque transtorno obsessivo compulsivo mas quando você olha pra história daquela criança Ela tem um sofrimento muito intenso ela tem um sofrimento muito grande e muita das vezes aquilo que a mãe mais quer é proteger o filho o que o pai mais quer é proteger o filho porque diz que o ama e na verdade está prejudicando está tirando do filho o direito de conviver com o pai está tirando do filho o direito de conviver com a mãe e está dirando tirando do filho o direito de ter uma vida saudável eu tive a oportunidade de ser professor durante muitos anos eu fui Professor vocês podem até não acreditar eu fui professor de matemática imagina um psicólogo que foi professor de matemática né alguns me dizem porque eu desestruturar a cabeça de muita gente e hoje eu tô botando tudo no lugar então foram foram mais mais de 10 anos como professor e e em torno de 5 anos como psicólogo de uma escola então eu tive muito oportunidade de conviver com alunos de 11 anos em diante quinta série sétima série até o segundo ano do ensino médio mas eu via muitas crianças com a mente muito desestruturada por conta de comportamento dos pais e muitas das vezes a gente ia conversar com esse aluno ele tava passando por Sofrimentos terríveis e a escola ainda punia eu digo essa criança já vem sendo punido de casa pela convivência familiar E aí a escola ainda pun e eu sou de uma época não sei se isso ainda existe que a escola botava na na na na porta da sala de aula uma lista de classificação de acordo com a nota não sei se vocês tiveram a oportunidade de ver isso tem mais não graças a Deus né Pois é nem pois eu tô eu tô convendo com aluno de 30 anos mais ou menos traumatizado por isso porque meus alunos hoje tão média de 30 anos de idade então o que que acontece eu ficava observando para os alunos olhando o nome deles na

endo com aluno de 30 anos mais ou menos traumatizado por isso porque meus alunos hoje tão média de 30 anos de idade então o que que acontece eu ficava observando para os alunos olhando o nome deles na lista e você imagina a a a a euforia dos que estavam em primeiro lugar e vocês imaginam a angústia do que estava em último lugar e às vezes eu observava que aquele que tava em primeiro lugar ficava morrendo de ansioso para que no próximo mês ele não caísse a a a pontuação e o que tava em último lugar deprimido por quê Porque ele estava lá entre os últimos porque nós temos uma tendência de acreditar que os nossos filhos têm que ser os melhores e ele vai pra escola com a cabeça cheia de problema cheia de conflito com os pais pegando a fala aqui da Dra Adriana os conflitos acontecendo em casa ele levando esses conflitos pra escola e o pai ainda querendo que ele fosse seja o melhor aluno da sala de aula e existe uma autocobrança deste aluno e ele por mais que ele se cobra ele não consegue o que que ele faz ele se mata ele se mata quantos quantos pais querem se realizar através dos filhos Ah porque meu pai era médico meu meu avô Era Médico você tem que ser médico meu pai era advogado meu avô era advogado você tem que ser advogado ou então eu queria ser advogado não consegui agora você vai ter que ser advogado eu queria ser médico não consegui agora você vai ter que ser médico Ah eu não lhe botei nessa escola para você ser professor lembro da colega minha que o que o aluno dela dizia que queria ter um smartphone um celular de última geração e a professora dizia como é que sendo professor tu vai ter um celular desses entende vocês imagina então o o símbolo da medicina é é é é um uma taça mais ou menos assim né É e uma cobra de um lado né e uma cobra do outro vou chamar cobra Tá bom eu você vão entender porque que é cobra aí eu dizia que o símbolo do professor é o mesmo objeto assim e cobra de tudo quanto é lado mas sabe por porque diz do médico é porque se se morrer cobra se se salvar

ê vão entender porque que é cobra aí eu dizia que o símbolo do professor é o mesmo objeto assim e cobra de tudo quanto é lado mas sabe por porque diz do médico é porque se se morrer cobra se se salvar cobra entendeu e professor a sociedade cobra os pais cobram os alunos cobram eu nunca vi por exemplo um dentista tá aqui obturando no dente do paciente e o paciente tô abertura desse jeito abertura daquil você viram o aí mais o aluno quer ensinar o professor a dar aula a mãe do aluno que ensinar o professor da dar aula então como é que você vai ensinar um menino com a cabeça desestruturada do jeito que tá não consegue imagina 50 40 quantos alunos tem na sua sala né 45 45 imagina agora na pandemia passada uma mãe desencarnou tem um problema no coração porque tá ensinando matemática para um filho eu digo imagina eu que dava aula para cinco turmas 50 alunos 40 alunos mais ou menos Então esse aluno chega na sala de aula com a cabeça super bagunçada E aí quando ele tá porque a gente sabe que um transtorno de personalidade só pode ser diagnosticado depois da idade adulta né depois dos 18 anos de idade por aí assim então um aluno que já no ventre da mãe passa a infância passa a adolescência passando por toda essa turbulência quando ele chega na idade adulta muito dificilmente ele não vai ter um transtorno de personalidade Seja lá qual for se est triônica seja e eu acho muito interessante o transtorno de personalidade est triônica porque muit das vezes a menina ela descobre como manipular o pai e quando ela é adotada que ela quer as coisas do Pai ela começa a manipular o pai para ter as coisas e como é que ela vai fazer teatralizando quando ela chega Oi paizinho assim minha filha peça di o que é que você quer não tem gente que é assim então ela começa a manipular o pai e quando ela vai para os relacionamentos ela quer manipular os homens aí paraa psiquiatria ela é diagnosticada como transtorno de personalidade est triônica entendeu porque ela teatr aliza ela consegue ser bem teatral usa as roupas

onamentos ela quer manipular os homens aí paraa psiquiatria ela é diagnosticada como transtorno de personalidade est triônica entendeu porque ela teatr aliza ela consegue ser bem teatral usa as roupas bem sedutoras ou às vezes ela é sedutora por natureza para a conseguir o que ele quer mas como foi que ela desenvolveu transtorno de personalidade est triônica muitas das vezes lá atrás manipulando pai porque ela sabia que se manipulasse o pai ela conseguiria que ela queria a mesma coisa o menino com relação à mãe ela manipula e vocês percebem que a criança sabe manipular muito bem então daí entra a importância de nós entendermos que muitos dos transtornos mentais ela falou entre 90 e 95% já havia até 97% e ela vai classificando tantos por centos não é isso tantos por Cent é esquizofrenia tantos por é transtorno de humor tantos por é transtorno personalidade e tal então esses transtornos eles poderiam ser evitados se nós começássemos a prevenção no ventre no livro do do Thomas Verne da pâ ent traub é outro livro que eu gosto muito de citar o bebê do amanhã e e ela diz uma coisa interessante que a gestação é algo tão importante que se os pais bem soubessem no dia que eles fossem manter relação sexual para conceber o filho deveria ser um dia mais especial para eles porque aquele dia já é o início para geração de um ser que um dia pode vir a ser um grande homem ou um grande ou uma pessoa doente e ela vai dizendo exatamente isso que no ventre da mãe tudo que acontece em torno da mãe o bebezinho sente e tem muito a ver com eu acho muito interessante porque o livro do Thomas verni e da pamelo ent traub Eles foram escrito mais recentemente e muito lá atrás no livro do hermin de Miranda e nossos filhos são espíritos vem dizendo a mesma coisa que tudo que acontece no ambiente doméstico a criança S você imagina como é que é complicado paraa criança conviv em um lar hostil para um bebê conviv num lar hostil para um adolescente conviver em um l hostil se nesse período está desenvolvendo o

riança S você imagina como é que é complicado paraa criança conviv em um lar hostil para um bebê conviv num lar hostil para um adolescente conviver em um l hostil se nesse período está desenvolvendo o sistema nervoso da criança se nesse período está sendo desenvolvido a personalidade da criança nesse período está sendo desenvolvido o ego da criança se ela passa por todas essas turbulências como é que el vai conseguir ser um adulto saudável não tem como ser um adulto saudável aí esse adulto desequilibrado nasce num lá um adulta desequilibrada n no outro lá os dois desequilibrados se juntam como é que vai ter filhos equilibrados entende eu falo isso porque assim os meus alunos da quintto ao segundo ano hoje alguns estão casados já casaram alguns e já T filhos e eu olho aquilo era um maluco quando era adolescente alguns t a chance de mudar procura uma terapia procura um tratamento muda melhora consideravelmente naturalmente terão filhos saudáveis e os que não tiveram oportunidade de fazer isso aí você pega uma mãe magoada ressentida com o pai pega um pai magoado ressentido com a mãe e os dois vingando-se um do outro na criança conheço o caso de homens conheço o caso de homens que foi que passou por essa experiência que a mãe foi alienar o filho e um dos argumentos é que a criança está sendo sendo abusada solente pelo pai e na alienação parental quando você fala da questão do direito muitos dos homens que são considerados como eh o o o indivíduo que tá eh que tá o o a alienador é a mãe no caso muitos casos em que o homem Ele é acusado de abuso ela usou os três termos a agora a pouco o alvo muitos homens que passam pelo alvo da alienação parental uma das acusações é de abuso sexual infantil e a a criança é ensinada é ensinada pela mãe ou pelo alienador como dizer para a psicóloga que tá sofrendo o abuso do pai e muit das vezes a criança leva isso e isso vai para um processo e o pai entrou em depressão e morreu ou então o outro caso inverso é que Mita das vezes o pai é que mata a

e tá sofrendo o abuso do pai e muit das vezes a criança leva isso e isso vai para um processo e o pai entrou em depressão e morreu ou então o outro caso inverso é que Mita das vezes o pai é que mata a mãe Mita das vezes na frente da criança então vocês imaginam uma situação dessa então nós estamos vendo três vítimas no processo o pai que é alienado ou é alienador ou a mãe que é alienada ou alienadora o pai alvo ou a mãe alvo e a criança então tá todo mundo sofrendo Então como é que nós vamos construir o mundo de paz como é que nós vamos construir um mundo Sereno um mundo Pacífico um mundo de regeneração como a gente tanto propaga em um mundo em que os pais estão doentes e a criança está doente e Mita das vezes o próprio psiquiatra está doente o psicólogo está doente então nós estamos vivendo em uma sociedade adoecida aí quando você falou que a criança busca o vício a comida a bebida a droga agora tem mais um vício que táa adendo muita gente as famosas bets o que tem de gente viciada em jogos eletrônicos no celular é uma coisa de assustar então por isso que é importante a luz da doutrina espírita a gente chama muito isso que nós tomemos muito cuidado com aqueles espíritos que nós recebemos como pais e que observemos desde C das suas tendências inatas suas tendências instintivas e tem uma parte no Evangelho Segundo espiritismo que eu acho muito bonito que eu gosto de repetir Quando se diz a tarefa não é tão difícil como podereis crer não exige o saber do mundo o ignorante como sábio podem e devem cumpri-la basta que os pais funcionem como bons jardineiros que vão cortando os brotos indesejáveis à medida em que eles forem surgindo vai pold agora o problema é que muitas das vezes nesse conflito de marido e mulher o que é que a gente faz em vez de poldar os brotos indesejáveis nós fazemos fazemos surgir os brotos de existências passadas que eram para serem podados E aí a criança que era para ser uma criança saudável vai se desenvolvendo uma criança doente com a possibilidade de ter os inúmeros

surgir os brotos de existências passadas que eram para serem podados E aí a criança que era para ser uma criança saudável vai se desenvolvendo uma criança doente com a possibilidade de ter os inúmeros transtornos mentais catalogado pelo Sid 10 ou pelo dsm cinco que não foi posto né o transtorno mental de alienação parental não foi posto no Sid e porque não foi posto alguns legisladores aqui no Brasil não querem aceitar a lei a existência dessa lei porque não tá lá no Sid embora não se fale da síndrome da alienação parental que são todas aquelas características da criança mas a gente precisa estar muito atento porque nos consultórios de Psicologia de neuropediatria esses meninos estão chegando exatamente e outra importante pessoal que a gente precisa entender dificilmente a mãe se trata dificilmente o pai se trata e se a mãe não se trata E se o pai não se trata dificilmente os psicólogos vão ter bons resultados na terapia das Crianças então se nós temos um caso de homens que que morreram por causa da alienação parental temos caso de mulheres que são mortas por conta da alienação parental temos os casos das crianças que também morrem em função da alienação parental então o caso da alienação parent então é um problema de saúde pública e que todos nós estamos deveremos estar comprometidos com o bem-estar dessas crianças mas sem julgar o pai sem julgar a mãe porque esse pai e essa mãe também carrega consigo uma dor e quando você falou naquele naquele juiz o o Michael né que ele falou que a criança é É bem interessante Porque a luz da Constelação sistêmica ela diz algo semelhante o que que ele diz nós somos metade pai e metade mãe não é só 23 cromossomos do pai não é só 23 cromossomos da mãe energeticamente energeticamente nós somos metade pai e metade mãe e se nós somos metade pai e metade mãe você imagina o que é para um filho ouvir dizer que o pai não presta então metade dele não presta e a metade do pai aí a o pai disse que a mãe não presta então a metade da mãe também

e pai e metade mãe você imagina o que é para um filho ouvir dizer que o pai não presta então metade dele não presta e a metade do pai aí a o pai disse que a mãe não presta então a metade da mãe também também não presta então se a metade do meu pai em mim não presta Se a metade da minha mãe em mim não presta então eu não presto aí vem o quê baixa autoestima complexo de inferioridade aí vem a depressão e essa série de transtorno que você bem citou aqui então como evitar isso os pais se tratando porque muitas das vezes esse problema já vem do meu avô que já ve avô e na visão da Constelação sistêmica quando o avô não resolve um problema quando o bisavô não resolve um problema o pai ou Neto vai ter que resolver ou bisneto que é exatamente a questão da lei do pertencimento lá atrás muitas das vezes o avô já foi excluído e aqui o filho puxa o avô de volta ou o neto puxa o avô de volta por isso que é importante que nós entendamos que a alineação parental repetindo é um problema de saúde pública e se nós como mulheres estamos com mágoa do nosso marido que curemos essa mágoa em nós nós como homem estamos com mágoa da nossa esposa curemos essa mágoa em nós não vamos descontar as nossas máguas nos nossos filhos e se nós quando criança sofremos alienação parental não vamos mais nos envolver nessa são com os nossos pais eu gosto muito de dizer assim pega esse pacote O que é do papai você dá pro papai O que é da mamãe você dá pra mamãe então não tem nada que carregar problema do pai e problema da mãe porque isso na constelação sistêmica a gente chama de emaranhamento e quando um filho fica emaranhado nos conflitos do pai naturalmente ele vai ter problema quando o filho fica emaranhado no problema da mãe naturalmente vai dar problema e quando ele fica amanhado no problema do casal aí que o problema fica maior ainda então reflitamos mais sobre isso porque assim chega no consultório dos médicos chega no consultório dos psicólogos dos psiquiatras uma quantidade enorme de crianças pedindo

o problema fica maior ainda então reflitamos mais sobre isso porque assim chega no consultório dos médicos chega no consultório dos psicólogos dos psiquiatras uma quantidade enorme de crianças pedindo socorro E aí vamos socorrer as crianças mas também vamos socorrer os pais que Jesus nos abençoe muito obrigado e até a próxima próx bem próxim você vai S eu queria chamar lado

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