Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 15/06/2024
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Muito boa noite a todos. Vamos dar início a nossa reunião doutrinária de sábado à noite. E para tanto, nós vamos convidar o nosso irmão Paulo de Tarso para proferir a prece de abertura dos trabalhos da noite. amigo e mestre Jesus, Senhor e guia dos nossos passos, companheiro de todas as horas, que a nossa alma nesse instante esteja conectada a ti e recebendo as mensagens do teu coração, possamos vibrar em teu amor e em tua paz. que o nosso pensamento voando às distâncias possa alcançar aqueles que se encontram em desesperação, em angústia, nas zonas conflagradas de guerra, nos hospitais, nos presídios, em todos os lugares aonde falte o amor, o pão e a esperança. E esta mensagem de força, de fé e de perseverança possa ser o sustento dessas almas caídas na vida presente, que caminham em direção à luz e ao colo generoso do Pai Celestial. S conosco, amigo querido. Que esta casa seja iluminada pela tua presença. Que a tua inspiração esteja nas palavras do nosso companheiro Divaldo. E que nós todos possamos viajar nessa esperança de um futuro maravilhoso para esta humanidade tão sofrida, a partir dos teus ensinamentos e da tua propostaçareira deste encontro com Deus. Que a tua paz esteja conosco e que nós estejamos contigo agora e sempre. Que assim seja. Na próxima quarta-feira, nós teremos uma assembleia geral ordinária do Centro Espírito Caminho da Redenção e da Mansão do Caminho. Estão convidados todos os sócios efetivos para participarem destas duas assembleias, cujo tópico principal é a eleição da diretoria executiva do Centro Espírita Caminho da Redenção e da Mansão do Caminho pro mandato dos próximos 4 anos. E também eleição do Conselho KF, Conselho para Assuntos Econômicos e Fiscais. Tanto da mansão do Caminho quanto do Centro Espírita Caminho da Redenção. A mansão do caminho, a primeira chamada é às 19 horas. Em segunda e última chamada às 19:30. O Centro Espírita Caminho da Redenção às 20 horas em primeira chamada e 20:30 em segunda e última chamada. Então é muito
aminho, a primeira chamada é às 19 horas. Em segunda e última chamada às 19:30. O Centro Espírita Caminho da Redenção às 20 horas em primeira chamada e 20:30 em segunda e última chamada. Então é muito importante a participação daqueles sócios efetivos das duas entidades. Nesse dia que é quarta-feira, nós temos reuniões mediúnicas à noite. Então, excepcionalmente, nessa data não teremos as nossas reuniões mediúnicas das quartas-feiras para que os participantes possam ter conosco na assembleia da mansão do caminho do centro espírita caminho da Redenção. Também nós estamos com uma programação pro dia 3 e 4 de agosto, que é o Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AM, jornada de saúde e espiritualidade. A AM A Bahia completa 30 anos. O tema é a arte de cuidar da saúde mental. Nós temos 10 palestrantes renomados, médicos, psiquiatras, psicólogos que estarão presente neste evento que começa no sábado pela manhã e se estende até o final da tarde e à noite com a palestra do Divaldo Franco. E domingo as atividades continuam até às 12:30, das 9 até às 12:30. Eu recebi a notícia há pouco que nós não temos mais convites, encerrou, infelizmente, né? E temos ainda no, me me parece que virtualmente vai ser colocado no ar através da web Mansão do Caminho, né? Então, aqueles que estão em outros estados, em outras cidades, que não puderem comparecer aqui presencialmente, podem assistir pela TV Web Mansão do Caminho que nós iremos abrir as inscrições para esse evento, né? Eh, tem ainda na no Ljabanos, no prédio Lijabanos, ainda aqui em frente ainda tem convite, né? ainda tem ingresso pro prédio Linjabanhos, se eu não me engano, são 120 lugares aqui no Cenáculo, que já está encerrado e nós abriremos em breve, então, para aqueles que querem assistir virtualmente. Então, fica o convite para a nossa jornada de saúde e espiritualidade, cujo tema a arte de cuidar da saúde mental. Então, passo a palavra agora a Divaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas,
ra a nossa jornada de saúde e espiritualidade, cujo tema a arte de cuidar da saúde mental. Então, passo a palavra agora a Divaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caros amigos e amigas que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Talvez alguns não saibam o que significa a sigla ame. É a Associação Médica Espírita. Nós temos há mais de 30 anos este movimento a respeito do Espiritismo e ao mesmo tempo da ciência médica. Várias universidades no país estão aplicando uma disciplina medicina e espiritualidade, procurando demonstrar a sobrevivência da alma e a necessidade que temos para a saúde integral, através dos nossos recursos de natureza doutrinária do espiritismo. Assim, essa é uma oportunidade, porque nós teremos alguns professores psiquiatras que estarão abordando o tema a respeito dos transtornos emocionais, das obsessões, psicólogos, psicoterapeutas em número de 10, para que tenhamos uma ideia científica. daquilo que a Dutrina espírita vem pregando desde 18 de abril de 1857. Vivemos indubitavelmente dias muito especiais. Tudo aquilo quanto planejávamos em relação ao terceiro milênio parece que não corresponde quando chega esse milênio de luzes há 24 anos. Houve na sociologia uma mudança radical de comportamento. As nossas atitudes, a nossa visão a respeito da vida experimentaram mudanças muito significativas. E agora, quando ainda estamos sob o látego da pandemia, que não cessou totalmente, nós experimentamos transtornos emocionais de conduta e de ideal que nos assustam, porque logo depois da pandemia, que se for alguns milhões de vida de uma forma calamitosa, inesperada, veio a tragédia da guerra no Oriente. E nesses dois últimos anos, desde o primeiro momento em que houve o ataque aos judeus na Palestina, que o mundo procurou equipasse de mais armas as nações, enfrentando-se mutuamente, ameaçando-se, negociando de qualquer forma. e o espírito ético vindo a desaparecer quase que em totalidade.
alestina, que o mundo procurou equipasse de mais armas as nações, enfrentando-se mutuamente, ameaçando-se, negociando de qualquer forma. e o espírito ético vindo a desaparecer quase que em totalidade. Estávamos acostumados a um cristianismo de natureza débil, pois que na primeira oportunidade rebelaram-se as pessoas denominadas de esquerda que adotaram comportamentos socialistas comunistas. com a destruição do conceito de fé e particularmente de cristianismo, seja o cristianismo, seja o judaísmo. A obra de Marx, apresentada como a solução para os graves problemas do século XIX, ele tem a oportunidade de apresentar logo depois, no século XX, o seu capital, a doutrina do capital. E essa doutrina distendeu-se de Moscou, de Londres para o mundo, apresentando várias visões da filosofia socialista em regime político de devastação. Um dos primeiros itens de Marx é exatamente destruir a família, desintegrar a harmonia da criatura humana. Porque uma sociedade não familiar é uma sociedade insegura que qualquer direção lhe basta, principalmente se for uma direção ditatorial, esmagadora, em que o direito de propriedade e de individualidade desaparece para o controle do Estado. E o Estado é sempre um monstro de poucas cabeças, conduzindo milhões de cabeças, com resultados esplendorosos para a administração, porque nada pode existir sem uma cabeça pensante e administradora. Então nós vimos surgir ao lado da guerra uma mudança de conduta em nome da liberdade dos direitos humanos. Toda a facção, todo movimento desta ou daquela natureza que antes era minoria perseguida, passou a ser evocado como direito que a criatura humana desfruta para fazer o que lhe apru. E ao mesmo tempo, mentes aturdidas e sofridas optaram pelo regime da anarquia. Porque quando nós fazemos o que queremos, tornamos-nos anárquicos. E a anarquia sempre foi responsável pelas grandes tragédias da criatura humana. Se nos lembrarmos da Primeira Guerra Mundial, o assassinato indevido de um duque na Europa trouxe para nós a tremenda Primeira Guerra
sempre foi responsável pelas grandes tragédias da criatura humana. Se nos lembrarmos da Primeira Guerra Mundial, o assassinato indevido de um duque na Europa trouxe para nós a tremenda Primeira Guerra Mundial. cujos crimes foram de tal ordem que a história denunciou que nunca houve crimes tão edios e batalhas tão cruentas quanto aquelas da Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, graças a uma filosofia também passadista, a filosofia do nazismo, que aparece pela primeira vez em 1930 em uma cervejaria de Munique, sob a presidência de um jovem atormentado, Adolf Hitler, e mais quatro companheiros, a humanidade padece o horror de antes jamais pensado. O nazismo seleciona, através da sua filosofia a raça poderosa, a raça forte e, portanto, a sociedade melhor em detrimento daquela considerada uma sociedade inferior. Razões políticas ancestrais geraram a perseguição Gulap, a perseguição na Rússia quando fora constituída depois da Segunda Guerra Mundial o Estado Soviético, todas as nações que se submeteram ao tacão do comunismo em Moscou. E nós vimos aí a tragédia lenta depois que o mundo foi dividido em Berlim com os seus três estados, o decadente mudo de Berlim e depois o Natal da Liberdade, quando o primeiro ministro da Rússia determinou que o muro deveria ser derrubado, as nações que estavam sob o talante da Rússia de Moscu, foram independendo-se e algumas delas estão numa tentativa de repetição na guerra atual, porque era uma nação que se tornou muito poderosa na construção de armas químicas e armas de natureza atômica. E logo depois as circunstâncias políticas geraram dificuldades de relacionamento e estamos nesta guerra dolorosa, cujo fim parece está sendo discutido nos próximos dias. Então nós entramos em uma sociedade diferente daquilo a que os adultos estávamos acostumados. Leis, ordem, disciplina, respeito, sentimento de amor, ceder o lugar a uma juventude desataviada, sem apoio dos indivíduos adultos. E essa juventude passou a direcionar o pensamento, apoiando-se nas filosofias
em, disciplina, respeito, sentimento de amor, ceder o lugar a uma juventude desataviada, sem apoio dos indivíduos adultos. E essa juventude passou a direcionar o pensamento, apoiando-se nas filosofias da destruição, no comunismo, no esquerdismo e naquelas consequências denominadas do prazer. A velha filosofia que apresentava uma psicologia de natureza edificante, se deu lugar a uma psicologia hedonista. Vivemos para gozar. A vida vale por aquilo que nós desfrutamos. E como decorrência vieram as problemáticas psicológicas, porque somos indivíduos diferentes. Nada nos tornará iguais. Não existe nada igual a outra espécie a partir das impressões digitais até os filamentos das folhas de todas as plantas do mundo. Não existem duas folhas absolutamente iguais. A identidade, a utilidade de cada ser vegetal, humano, animal, caracteriza hoje o período anárquico. Cada qual faz o que quer, mas sem a responsabilidade de sofrer as consequências do que faz. Na química, na física, nós vemos que todo efeito provém de uma causa. Não existe um efeito que não seja de uma causa. E se este efeito é inteligente, a causa geradora é inteligente para o bem ou para o mal. E como consequência, nós temos uma desordem social no mundo. Quem olhar Paris de há 2 anos passados, não verá a mesma chanzeliz de Paris na atualidade. chamados desabrigadas, as barracas pelas ruas de Paris, pelas ruas de Londres, em menor quantidade, em maior quantidade na América do Norte. Quem, por exemplo, está em Nova York não pode fugir do lixo, o lixo humano. Antes eram alguns bairros, o Bronx, o Harlin, que eram residência dos Colorets. Mas depois que houve a proposta de intolerância para a intolerância que um governador, prefeito da cidade de Nova York estabeleceu que todos os crimes seriam punidos com grande rigor o Harlem, os bairros perigosos da discriminação racial. Hum. acalmaram-se e logo depois, com a liberdade, cada qual passou a ver a sua liberdade pessoal, conforme acha que se é livre. Por exemplo, o indivíduo acha que pode
erigosos da discriminação racial. Hum. acalmaram-se e logo depois, com a liberdade, cada qual passou a ver a sua liberdade pessoal, conforme acha que se é livre. Por exemplo, o indivíduo acha que pode fazer o que quiser, ele acha, mas a vida não permite que façamos o que queremos, porque a vida tem padrão. Se eu comer muito, eu terei indigestão. Saudável próprio é a alimentação dentro dos métodos e parâmetros de uma alimentação saudável. Do ponto de vista moral, a questão é a mesma, com a diferença que na questão moral nós temos a anterioridade da alma, porque tivemos outras existências e trazemos em nosso inconsciente, em nosso consciente e na ansiedade do superconsciente, certos valores que nos tornam felizes. desventurados, ansiosos, revoltados, pacíficos ou gentis. É muito natural vermos uma criança hoje diagnosticada como autista apresentar verdadeiras aberrações. Ontem o autista de hoje era o portador de transtorno esquizofrênico de jovem. Qual a evolução da própria ciência médica psiquiátrica e as análises da sintomatologia? Surgiu o autismo. Eu me recordo que mesmo no século passado, tem apenas 24 anos, quase não existia autismo. Existia crianças nervosas, eh jovens perturbados, mas uma dimensão muito pequena. vamos dizer, eh, cinco em cada 1000. Hoje, em cada 100 nascimentos, uma média de 20 autistas, ou melhor dizendo, 20 portadores de transtorno de natureza psiquiátrica ou psicológica. As escolas estão na maior dificuldade para poder atender esta safra de autismo que diariamente é muito maior. E o autismo com a sua aura, a aura autista tem uma variação quase infinita, chegando do autista passivo ao autista agressivo e psicopata, levando os seus desejos ao crime, sem a menor noção de ética nem de sentimento. Conversando com o autista, que é médico e profundo conhecedor da doença do ponto de vista psiquiátrico, eu lhe fiz algumas perguntas. Eu perguntei assim: "Você ama? Porque eu acho você tão indiferente às coisas." E ele disse, o autista, a opinião dele,
onhecedor da doença do ponto de vista psiquiátrico, eu lhe fiz algumas perguntas. Eu perguntei assim: "Você ama? Porque eu acho você tão indiferente às coisas." E ele disse, o autista, a opinião dele, o autista não é sensível ao amor. Muitos pais autistas negam, dizendo que o autista é apenas um comportamento diferente. Mas a grande verdade é que é nesse comportamento diferente. Há muito sofrimento, mas já existem alguns que são meigos, que são ternos, mas outros que não podem escutar o menor ruído, um olhar que se lhe dirige. Então eu perguntei: "Mas você se casou? Casou-se por amor?" Não, eu me casei porque sendo doente eu tomo medicação de entend para manter um certo equilíbrio. Eu irei ter uma velhice solitária porque eu não fecundo, eu não me torno pai, eu tenho dificuldades na área genésica e então terei uma velhice infame. Eu necessito de alguém para tomar conta de mim. Então não é amor. Eu gosto da pessoa, ou melhor, eu me utilizo da pessoa, mas se, por exemplo, a pessoa sair, eu não sinto a menor falta e não sofro aquilo que vocês experimentam como grandes tormentos. Eu então fiquei pensando e fui comparando com a pessoa o que ele me dizia e o que eu observava. Então eu perguntei também, mas nessa fase, nesse tipo de afetividade, você sendo um homem, qual é o seu tipo feminino? Todos nós temos um biótipo humano que gostamos. Há pessoas que gostam de outras feias, aligiadas, deformadas, intelectuais, belas e etc. Qual é o subótipo? E ele me disse: "Eu são as mulheres luras. Eu disse: "Mas louras autênticas ou louras pintadas?" Ele me disse no ar de riso: "As autênticas são poucas, então eu tenho que me conformar com uma pintada." Ele disse: "Muito bem. E por que se casou com uma morena? Porque eu queria aprender e aprender com a fonte. Então ele me disse assim: nas tentativas com as louras eu não fui feliz. A primeira eu casei e ela me traiu. Me traiu de uma maneira vergonhosa. Ela não sabia que eu era incapaz de procriar. E um dia me disse que estava grávida.
s tentativas com as louras eu não fui feliz. A primeira eu casei e ela me traiu. Me traiu de uma maneira vergonhosa. Ela não sabia que eu era incapaz de procriar. E um dia me disse que estava grávida. E eu sorri para ela e disse assim: "Mas o filho não é meu". Eu disse: "Mas como eu tenho em você o único relacionamento?" Ele disse: "Não, eu sou um dos relacionamentos. Agora vamos ver quando ele nascer qual é a cor, qual é a aparência para você ver entre os seus relacionamentos traindo-me qual é o pai da criança. E então eu digo, você pode me dizer quem com quem você está? E ela disse. E então pegou calmamente, levou-a ao amante, disse: "Aqui está. Ela preferiu você, até logo, e não sentiu nada. Mas não sentiu a falta, não era como móvel que eu tinha dentro de casa. Eu utilizava sem emoção. E então eu observei o esforço dessa dupla personalidade. Sabe tudo que é certo porque tem muita cultura. Detalhes. O autista tem uma memória ímpar. Ele não esquece, ele guarda. E às vezes a reação autista é o efeito natural do seu comportamento não seguir a trajetória do que nós chamaríamos de normalidade. Pois bem, então esse é o resultado de uma sociedade profundamente desajustada. O autismo não é então uma doença dentro do estudo das patologias, é um transtorno da personalidade. Portanto, ela é mais psicológica do que psiquiátrica. Ela tem mais uma sintomatologia de hábitos, porque o indivíduo pode controlar, pode fingir, mas interiormente é profundamente infeliz, porque é árida, por mais que queira querer bem, ninguém lhe faz, porque ninguém lhe é essencial. essencial é o ego. Eu eu padeço de autismo e tenho que fazer de conta que não, porque só agora a sociedade se está dando conta. Porque antes, repitamos, o autismo era uma esquizofrenia. Era chamada pelos gregos a esquizofrenia dos jovens. Este relato para mostrar nossas ansiedades. Nos últimos 20 anos, o maior índice psicológico de transtorno é a ansiedade. Nós estamos aqui, mas muitos estão aí desejando que eu acabe logo. Não vou
ens. Este relato para mostrar nossas ansiedades. Nos últimos 20 anos, o maior índice psicológico de transtorno é a ansiedade. Nós estamos aqui, mas muitos estão aí desejando que eu acabe logo. Não vou acabar logo. Pode ficar tranquilo que será daqui mais ou menos uns 40 minutos. Mas o ansioso está. ali está ouvindo, está com interesse, mas os seus nervos, os seus neurônios atuam de uma maneira diferente, aceleradamente ou desastrosamente, produzindo neuropeptídeos, que são as substâncias que dão harmonia ao neurônio para que ele funcione de tal forma. Por exemplo, tem um produto médico, que eu não vou dizer o nome, é claro, que estimula o cérebro a produzir tranquilidade. A toma e relaxa, porque o produto neuronial é um produto calmante. Se o indivíduo tem a depressão, o médico dá um medicamento que estimula o neurônio, a célula, a produzir um neuropepetido que acelera. Então nós começamos a sentir um pouco de ansiedade, mas como estamos depressivos porque a nossa mente perdeu a harmonia do relacionamento, é necessário que isto substitua, que esse estado químico substitua o estado fisiológico até o fisiológico ficar automático e não necessitar mais do estímulo químico. Aí vem a saúde quando vem, porque a pessoa fica sempre com restinho. Mas dizem os que são depressivos que todos nós temos momentos de tristeza, de melancolia. Ficar triste se aborrecer com alguém é normal, mas atualmente é depressão. Ficou chique. Como vai? Deprimido. E que que há de novo? Tudo triste, tudo cinzento, né? É normal, porque o nosso metabolismo, qualquer emoção, ele modifica o efeito psicológico. Se, por exemplo, me alimento de uma coisa que eu gosto, por mais equilíbrio que eu tenha, eu como um pinguinho a mais. Ele eu me arrependo, eu não devia ter comido isso. Então, há uma frase do padrador francês que diz assim: "Nunca te arrependas por haveres comido pouco, mas todos nos arrependemos por havermos comido um pouquinho mais, né? Aquele amendoim que foi o último foi amendoim. Então, este hábito psicológico
ssim: "Nunca te arrependas por haveres comido pouco, mas todos nos arrependemos por havermos comido um pouquinho mais, né? Aquele amendoim que foi o último foi amendoim. Então, este hábito psicológico gera o nosso comportamento. Se eu tenho um hábito de me alimentar com equidade, com uma quantidade boa, de vez em quando eu escorrego. Nem me dou conta porque está tão do meu agrado que eu vou indo. E o estômago que não está acostumado a ficar muito cheio, comunica ao cérebro. E o cérebro com mais apetite. O cérebro danado, ele é que é culpado. Ai a não, um pouquinho mais não vai fazer mal. E como um amigo que comeu, por exemplo, uma feijoada baiana. E é claro, ele foi além, mas tinha assim aquele pedacinho de shark dourado na feijoada com um pedacinho de chouriço, um pedaço de palo e uma pimentinha ao lado de uma farinha de cupioba. Ele disse: "Ah, não aguento". Aí voltou. Depois ele teve um problema gástrico e disse: "Eu não devia ter comido aquele demôniozinho, mas é um demônio e o demônio nos atrai. Daí nós estamos numa sociedade emocionalmente desajustada, porque qualquer coisa nos aborrece. Estamos aqui de bom humor, mas basta uma pessoa nos olhar bem. Que que aquele cara tá querendo? tá me olhando muito. E se sair ali tropeçar, eu fico vendo na hora de abrir a porta, tem uma seta mostrando que é para puxar aquilo, empurrar para baixo. A pessoa chega, olha a seta, olha a o pedaço de metal e vai exatamente no lado errado. E aí, puxa, eu faço um Pai Nosso, Pai Nosso, ajude que ele acerte. Ele olha para um lado, pro outro, apoia, aí abre. Ele acertou. Aí ele passa, mas se demorar ele já fica nervoso, já vai paraa outra porta e fica olhando alguém como se a culpa da burrice dele fosse de frutas. E um já me queixou. Seu de volta, a porta devia ficar aberta. Fica aberta, não fica fechada para não sair o a, mas ela não está trancada. Se você tocar o pé, ela vai. Agora eu tô cá o pé no lado que está aberto. Bom, então nós vivemos isto e já estamos nos acostumando. Quando nós encontramos uma pessoa mais
a, mas ela não está trancada. Se você tocar o pé, ela vai. Agora eu tô cá o pé no lado que está aberto. Bom, então nós vivemos isto e já estamos nos acostumando. Quando nós encontramos uma pessoa mais ou menos equilibrada, a gente assim não é certo, não é totalmente diferente da gente, porque o normal hoje é desajuste emocional e o anormal é para bem. Então, por exemplo, se alguém chegar e não perguntar qual é o seu sexo. Eu estava há poucos dias em uma cidade e estava preenchendo a entrada. E aí uma pessoa que estava ao lado perguntou assim: "Ah, o dono do hotel: "Que sexo eu boto?" Ele disse: "O senhor é que sabe". Eu não sei. Tá tão atrapalhado que eu não sei. E aí depois bota assim todos. Ou então sexo humano, porque os detalhes ninguém sabe, depende do momento. Mas se a pessoa for arrumadinha, diz assim, hipócrita, hein? tá no armário, é, vai sair do armário. São as coisas curiosas da nossa adaptação emocional que devemos fazer, parar e fazer uma autoanálise. É a proposta da psicologia. Não procure logo o médico porque se aborreceu. Você se aborreceu porque é normal, mas se demorar com aborrecimento, está com um transtorno. Aí já precisa de um conselheiro, de um amigo. Ele pode ser um terapeuta, pode ser um espírita, um sacerdote que nos vem na hora e toca na mosca e a gente descobre a razão daquela contrariedade. E aí nós estamos vivendo dias muito curiosos, mas eu que sou mais velho, vivi dias muito especiais. Eu viv dias em que nós nos amávamos e tínhamos interesse. Eu noto às vezes alguém assim: "Olha, fulano mandou dizer que tá doente e o que recebe ainda mais esta". Quer dizer, ficou com raiva do amigo ficar doente. Ainda vai me incomodar. Vou ter que visitar, vou ter que mandar um WhatsApp ou qualquer coisa. Qual? Mas tá do quê? Qual é o problema? A gente nem se importa. E a doença é grave, é câncer. Não, não é autismo. Ah, isso é bobagem, depois passa. Então, eu vivi a sociedade aqui no centro que eu queria bem as pessoas. Hoje eu não quero bem mais quase a ninguém, não conheço ninguém
é câncer. Não, não é autismo. Ah, isso é bobagem, depois passa. Então, eu vivi a sociedade aqui no centro que eu queria bem as pessoas. Hoje eu não quero bem mais quase a ninguém, não conheço ninguém porque termina a reunião, sai todo mundo correndo. Antigamente era para pegar a novela das 10. Muita gente ficava olhando assim. Eu disse, você não tá olhando a novela das 10. Eu vou render hoje, vai perder o começozinho da novena. Ah, perdia nada, deixava ligado para assistir depois. Depois a a o canal passou a ser uma própria novela, ninguém dá mais importância, mas as pessoas estão no hábito sair correndo. Eu noto que eu vou dizendo assim: "Senhor, então em teu nome nós encerramos a reunião". A levanta por causa do volume para poder pegar o carro e não demorar. E eu digo, como a gente perdeu o contacto, o prazer e eu digo sempre a Mário, eu hei de ver um dia. Nós terminamos a reunião e as pessoas conversando, perguntando: "O que que achou da palestra? Você entendeu mesmo? Quando falou de motos verticosos, você sabe o que é? É uma doutrina apresentada por Pietro Balde quando nós falamos a respeito da transcendência da fenomenologia do alquimismo. Será que a pessoa sabe o que é? Não sabendo, fica sem saber e dá assim: "A palestra hoje foi ótima. ótima medíocre e hoje eu não gostei. Mas não é para gostar, é para aprender aquilo que nos é desagradável, não é? Então, quando eu era garoto, ia falar qualquer coisa a mesma, minha mãe dizia: "Menino, não conversa com a boca cheia". Hoje a gente conversa com a boca cheia, ao mesmo tempo que atende o telefone e ao mesmo tempo que faz uma carta tudo e dá tempo. É curioso. Eu fui convidado para um almoço e normalmente eu recuso normalmente, mas era uma situação muito delicada, havia muita gentileza e eu resolvi variar a cozinha da mansão por uma cozinha diferente. Digo, deixa eu ver o que é que passa lá no mundo. E fui, fui e alegre, com fome. Nunca mais eu cometo esse crime. 11 horas eu faço um almoçozinho, uma breve, porque depois todo mundo tá de dieta, já
. Digo, deixa eu ver o que é que passa lá no mundo. E fui, fui e alegre, com fome. Nunca mais eu cometo esse crime. 11 horas eu faço um almoçozinho, uma breve, porque depois todo mundo tá de dieta, já viu? É dieta, é indiano, é isso, é aquilo. De falta, o que que se come? Tudo. Até tábua frita não tem. É. É porque nós aqui somos vegano. Vê o quê? Vegano. Ah, olha como eu estou bem. É, tá com tuberculose. Tá ótimo. Então é moda, tudo é moda, né? E eu fui e quando eu cheguei pela arrumação da mesa, eu calculei que ia ser um vergano ou uma vergonha. Eu não podia distinguir exatamente, mas chegou a hora, sentei e eu adoro carne, carne bovina, carne de gente, tudo. E então a pessoa perguntou assim: "O que que você prefere começar por onde?" Ele por qualquer coisa, né? Porque tudo que tinha ali, eu não sabia o que era. Tinha não sei o quê, tinha isso da Índia. Tinha aquilo do Paquistão. Eu detesto as guerras do Paquistão, da Índia. Eu digo: "Ah, se eu comer isso, eu rotei um um distúrbio gástrico." Olha, faço assim, vamos começar por tal. É um pouquinho amargo. Você se importa? De jeito nenhum. Quem aguenta maxixe, quiabo e não sei o quê, aguenta tudo. E lá em casa eram os legumes, de preferência, maxixe, aquelas outras coisas. Muito bem. E eles começaram uma volúpia, eu tinha impressão que devia estar no copacabana Palace com Madona, né? Escolhendo o inimaginável. E então eu toquei no tal do amarguinho. É, que que você achou? Digo, ah, interessante, né? Que que eu ia achar? amargo, mas não ia dizer amargo. Bem, e aí tinha um tipo de borrachinha que parece carne, mas não é carne. Mas é primo da carne porque tem o gosto da carne, mas não é carne. Ah, vamos botar isso aqui. Aí deu o nome japonês. Aí eu olhei e disse assim: "Eu te conheço. Eu já tinha comido aquilo na casa de um japonês. É um tipo de borracha. Você mastiga, mastiga e ela vai aumentando na boca". Então, dá a sensação costuma está satisfeito. Muito bem, fomos. Por fim, houve um silêncio. Eu digo: "Nossa, que gente educada. Todo
o de borracha. Você mastiga, mastiga e ela vai aumentando na boca". Então, dá a sensação costuma está satisfeito. Muito bem, fomos. Por fim, houve um silêncio. Eu digo: "Nossa, que gente educada. Todo mundo estava com telefone, uma garfada. Eu era o único bem educado. É porque eu não tinha telefone na época e fiquei com a pena daí por diante quando me chamam para qualquer lugar. Primeira coisa que eu pego é telefone pra pessoa saber que eu também tenho. Eu não sei ligar, mas que eu tenho, tenho. Então mudou a sociedade. Aí eu virei-me para a pessoa disse assim: "Olha, já que nós estamos conversando nada, calado por calado, eu vou embora. Até logo eu vou, porque eu fico na minha sala, fico trabalhando, fico falando com os espíritos, me distraio e então nós perdemos o contacto da amizade. Se a gente está doente, a pessoa fala assim: "Ah, até que seu aspecto está bom, que é para não dar trabalho." Algum doente precisa de um acompanhante, será que entre irmãos nós não poderíamos passar uma noite tomando conta de doente? nem na outra encarnação. Deixa para lá, Deus ajuda. Faça uma prece, pode fazer 500 preces. Se não vier ninguém, o hospital tira a pessoa, porque precisa de uma companhia, especialmente se for um paciente já com certa idade. E eu, como tenho certa idade e os meus amigos têm certa idade, quando adoeço é um problema para achar alguém de certa menos idade. Então eu perguntei no hospital que eu estive, eu estava com uma pessoa de 80 anos, quase que era mais velha do que eu. Aí eu perguntei e o diretor que é muito grit assim: "Não, eu finjo que não notei, deixa para lá". E e ele está lhe acompanhando, eu digo: "É, dorme que é uma beleza, ronca que eu não consigo dormir." Ah, então é bom porque no dia seguinte a gente amanece pálido e aí o médico dá remédio. Mas então nós mudamos este breve e largo introito para lhes contar uma história. Naquele tempo que a gente se amava, que os frequentadores do centro falavam com a gente, tem pessoas que frequentam aqui já há uns 5 anos, só faz rir para mim,
introito para lhes contar uma história. Naquele tempo que a gente se amava, que os frequentadores do centro falavam com a gente, tem pessoas que frequentam aqui já há uns 5 anos, só faz rir para mim, eu não sei o nome. Frequenta, mas não frequenta. Então, se mais tarde eu tiver para morrer, eu nem posso chamar a pessoa. A pessoa tá defendida porque eu não sei o nome e também deixa de frequentar, desaparece. Eu também não sei por, mas tá dizendo que a pessoa saturou. Quando voltar cidade volta. É curioso. Mas então eu quero dizer assim, falem comigo. Olá, Edivaldo. Eu sou fulano. Se for um nome muito complicado, assim, eu sou Antônio. Pronto, vamos estreitado de laços. Somos uma família. Esse negócio de correndo para casa é perigoso, viu? Porque os que saem primeiro tropeçam e caem. É uma superstição. Então a gente vai no 10º lugar porque o que tinha de quebrar já quebrou quando a gente passar. Pois bem, naquele tempo as pessoas batiam lá da porta em casa para pedir passe, para pedir ajuda. Me contavam suas dores e dizia assim: "O que é que o Espírito pode fazer por mim?" E eu dizia numa eu adorava da paz, adorava. Eu já andava com as mãos assim. Olá, Edivaldo. Já dava com as Mas agora eu acho que nem acerto mais porque eu tenho que ficar programando mais bem. E sabe que eu tava aqui no centro uma senhora preta e eu acho horrível chamar preto, mas esse é o nome, né? Eu chamo negro porque é tão bonitinho. A negrinha, os negrinhos, os meus filhos negrinhos. Agora eu chamo pretinho. Cada lasca de homem. Venha cá pretinho. Mas é a moda ou é a gramática? Ou então vai dar queixa na polícia e a gente vai preso porque errou. O cara não é nem branco nem roxo, nem nada. Ele é preto porque não existe a cor negra. A cor negra é a ausência de cor. Então é preto, porque preta é cor. Olha que a gente atrapalha a vida. Eu não digo nada, eu faço olá bem. E frequentava uma senhora daqui do bairro do Uruguai. Ela vinha muito modesta, vestida a abaiana, me dava um deusinho tímido e eu
Olha que a gente atrapalha a vida. Eu não digo nada, eu faço olá bem. E frequentava uma senhora daqui do bairro do Uruguai. Ela vinha muito modesta, vestida a abaiana, me dava um deusinho tímido e eu adorava aquele porte, aquela senhora, o seu rosto sério, as suas dores nas marcas da face. Ela ficava meio distante, mas eu tenho uma vista muito boa. E certo dia nós estávamos dando passos e vi uma luz, um spotlight que descia do alto sobre aquela mulher. Eu fiquei encantado porque ela era de um nível espiritual elevado, era a pessoa mais brilhante da sala. E eu então pedi a uma pessoa para dizer a ela que não saísse sem falar comigo. Ela veio, eu disse: "Olha, a partir de hoje chegue mais cedo que eu vou lhe ensinar a dar passes. Vou lhe ensinar a técnica, o porque nós estendemos as mãos" e dei o livro para ela. Mas quando eu dei de disse: "Edivaldo, não adianta me dar o livro que eu não sei ler." Eu digo, então você vai ouvir, eu vou lhe explico tudo de Ei íntimo porque ela se aproximava, principalmente quem tinha câncer, aplicava o passe, eu via a luz sair e tomar o órgão. E os resultados excelentes, a pessoa fazendo químio porque nós espíritas também devemos fazer atendimento médico. Os espíritos não são contra medicina, são a favor e inspiram. Pode, foi passando tempo, mas ela nunca me havia contado a sua história. Eu sabia que morava no bairro do Uruguai, era um bairro que se nudava facilmente e que ela vendia a Carajé no lavador Lacerda. Mas eu tinha uma ternura por essa senhora. muito especial. Quando ela entrava, sentava, me dava deuses porque diz assim: "Ra, sorria, nós somos felizes." Aí eu ria para ela, ela ria, balançava a cabeça, namorávamos. Certa madrugada alguém bateu na porta de nossa casa. Eu morava no caminho de areia. E eu fui atender, era um menino, um rapazinho que tinha vindo lá do Uruguai, que ela me mandou chamar. Eram 2 horas da manhã. Eu então disse que não me esperasse porque eu não sabia a casa dela e chamei Gilson para me acompanhar. Nós fomos,
zinho que tinha vindo lá do Uruguai, que ela me mandou chamar. Eram 2 horas da manhã. Eu então disse que não me esperasse porque eu não sabia a casa dela e chamei Gilson para me acompanhar. Nós fomos, era um barraco muito modesto de taipa, ela estava deitada numa cama impecavelmente limpa. Havia um baú, um banquinho de três pernas e era só tem assento para um. Deus ficou de pé. Eu me sentei, ela disse: "O católico quando está para morrer se confessa, o espírita não, ele se confessa com Deus. Mas eu quero contar umas coisas ao meu irmão, porque quero de fazer um pedido. Eu sei que estou morrendo." Ela estava tuberculosa de maus tratos da vida. E então eu quero me contar. Então me contou que havia sido uma moça muito pobre. E quando estava com 16 anos foi violentada. E dessa violência ela concebeu e teve um filho. O rapaz era tão preto quanto ela. Mas eu disse assim: "Ah, meu irmão lindo, meu filho. A mãe que não achar o filho lindo não é mãe, é madrasta. Porque até a coruja acha os filhinhos dela uma gracinha". Pois bem. E entrada me disse, lutei, botei na escola e naquele tempo eu vendia verdura, legumes com um tabuleiro aqui no bairro, mas não dava para sustentar tudo e pagar a escola, porque não tinha escola no bairro. Eu então comecei a trabalhar em Acaragé e consegui fazer excelentes. Fiquei até mais ou menos conhecida e meu filho se tornou um excelente aluno. Os professores elogiavam. Ele terminou primário e ele disse assim: "Mamãe, eu gostaria de fazer o científico. Era a fórmula usual, porque eu desejo ser médico. Mas meu filho, médico, filho de uma vendedora de acarajé, como é que eu vou pagar, mamãe? Eu vou ser médico, você vai ver." Havia tanta certeza de meu filho médico que eu então passei a lavar roupa de pessoas, de famílias e roupas boas. Naquele tempo usava-se para o homem um tipo de linho J120 que era muito bonito, muito caro. E ela conseguiu alguns clientes, então ela passava ferro, passava velas para macete para brilhar e pegou uma boa clientela.
sava-se para o homem um tipo de linho J120 que era muito bonito, muito caro. E ela conseguiu alguns clientes, então ela passava ferro, passava velas para macete para brilhar e pegou uma boa clientela. Então ela botou o filho no curso científico no colégio da Bahia e Nazaré. Ele terminou e então disse: "Mamãe, agora eu tenho que fazer o vestibular e o vestibular tenho que fazer um cursinho porque as matérias que eu estudei não são suficientes." Ela disse: "Vai fazer, meu filho". Aí me esforcei, arranjei dinheiro, meu filhinho fez. E um dia eu estava preparando a massa do acaré. Naquele tempo não tinha eh os batedores, era feito com um gafo para bater o feijão que estava inchado e descascado, um grão por grão. Era um trabalho. Então não tendo liquidificador, tinha que fazer com gafo. Quando meu filho chegou, pálido, eu aí imaginei ele bem pretinho, pálido. Então ele tava cinzento. Ele aparecido assim: "Mamãe, eu passei, eu perguntei: "Para onde, meu filho?" Passei na escola. Eu agora sou primeiro anista de medicina. A faculdade de medicina ficava ali no terreiro. Eu não entendi direito, mas achava pelo fato dele ser um preto, ser pobre, que ele não tinha passado, porque todo mundo dizia que era quase impossível. Eu aí fui à escola no dia seguinte, pedi a moça, digo: "Minha filha, já tenho resultado do anos já." Sim, senhora está ali na relação. Ah, senhor lhe deu o nome, você olha para mim. A moça, muito gentilmente disse, olha assim, senhora, dei o nome, meu filho tinha passado em nono lugar e a moça disse: "Se o filho tá muito inteligente, porque o vestibular teve quase 2.000 candidatos para 200 vagas e ele passou em nono lugar, como é? é seu filho. Ele dis, quer dizer, eu sou madrinha, madrinha de toalha, porque na tradição católica tinha madrinha de toalha depois da criança receber a água bem mal, era colocado nos braços da madrinha que substituía os pais quando morresse. Até o ato eh o ato litúrgico tinha um significado. Se morrem meus pais, meus padrinhos passam a ser meus pais naquela época.
era colocado nos braços da madrinha que substituía os pais quando morresse. Até o ato eh o ato litúrgico tinha um significado. Se morrem meus pais, meus padrinhos passam a ser meus pais naquela época. Hoje não, nem tem padrinho. Dessa forma eu fiquei felicíssima e aí fui trabalhar. Aumentei a produção do Acarajê e ele se tornou um excelente aluno porque eu vestia para ele roupa branca e ele tinha um apelide mosca no leite porque bem pretinho naquela roupa branca. Logo os colegas faziam bullying moscando leite e eu achava lindo porque era uma mosca e tanto o rosto de meu filho, o cabelo, como era o cabelo? Ah, passava glostora aquilo quando puxava assim o cabelo ia até os pés ali arrumando. Muito bem. E e foi passando o tempo e certo dia no com do anos ele na faculdade, eu estava vendendo a Carajé, quando chegou um senhor e disse: "Olhe, se uma Carajé é um dos melhores da Bahia, eu sou professor da faculdade de medicina e deixo o elevador para comprar na sua mão. Eu sou professor da faculdade. É um grande êxito de você. Quando ele falou que era professor da faculdade, ele dis assim: "Ai, doutor, de qual faculdade?" Aquela que tem ali no terreiro de Jesus. É essa senhora. Eu sou professor de tal doutrina. Ela disse: "O senhor, por certo, já vou falar em mosca no leite". Já, claro, ele é meu aluno, aliás é um preto inteligente. Eu digo: "E agora?" "Doutor, o senhor disse que meu acaranja é bom. Eu vou lhe fazer um pedido e vou lhe pagar em acarajé. Você agora vai descer o elevador da sed era 20 centavos e eu lhe dou a carajé. O senhor não tem mais gasto nenhum. Nem o acarajé. O elevador fica mais fácil. Então ele pergunta, mas o que é? O senhor tem consultório? Tenho. Leve meu filho para aprender com o senhor. Ele pode trabalhar de graça nas horas de folga. Ed, eu não gosto, eu não gosto de companheiros na área, mas ele parece tão inteligente que eu vou aproveitar a inteligência dele. Diga para ele. Ai, doutor, ele é seu filho? Não, não, senhor, não é meu filho, não.
sto, eu não gosto de companheiros na área, mas ele parece tão inteligente que eu vou aproveitar a inteligência dele. Diga para ele. Ai, doutor, ele é seu filho? Não, não, senhor, não é meu filho, não. Eu sou madrinha dele. Eu tinha vergonha de ser uma negra e meu filho ser preto também. Então sou madrinha, mas você sabe que os padrinhos também t interesse e o médico disse: "Mas olha, muito bom, eu cuidarei de seu filho. Fale com ele, ô doutor, se o senhor convidar fica melhor, então eu convidarei". E a partir daí meu filho tinha as aulas e tinha um consultório na rua Chile. Ele ficava lá para ajudar o doutor, para auxiliar nada de qualquer coisa. E ficamos íntimos, o doutor e eu. Passaram os anos e eu imaginava a formatura de meu filho. O senhor imagine 5 anos. Chegou a época da formatura. Eu então comprei ali na misericórdia, havia joalheria. Eu comprei um anel. Naquele tempo, quem se formava e não tinha anel, não estava formada. Até eu tive anel de datilografia. É, e de médico era verde, era uma esmeralda. Eu comprei a esmeralda a prestação e guardei para essa surpresa de meu filho. Comprei um ano antes e guardei numa gaveta e foi passando, foi chegando e ele me disse: "Mamãe, eu esse ano tive que dormir lá na casa do professor porque tinha umas teses para fazer. falava umas coisas, irmão V não sabia o que era, mas era coisa boa porque ele ficava lá, passou a dormir lá também só vendo uma beleza. E o professor adorava ele. E aí vai chegando o mês de dezembro, as formaturas eram em dezembro, vai chegando o mês de dezembro. Eu então disse, eu tenho que me preparar. Eu comprei um vestido de seda lamê, é aquela seda brilhante vermelho porque fica muito bonito da pessoa negra. Então, mandei fazer aquele vestido vermelho, um cinto mais vermelho e uma flor vermelha aqui. Então, me preparei, o vestido veio meses antes e eu agora chegou o momento do sapato e o pé, né, acostumado a tamanco, mas como é que eu ia atravessar a sala de tamanco? Eu aí tinha que comprar um sapato. E a
e preparei, o vestido veio meses antes e eu agora chegou o momento do sapato e o pé, né, acostumado a tamanco, mas como é que eu ia atravessar a sala de tamanco? Eu aí tinha que comprar um sapato. E a vendedora na baixa de sapato, ela disse assim: "Tem que ser sapato alto, minha senhora, porque o seu vestido vermelho é vestido de gala. Eu não sabia que tinha vestido de gala, de galo, de eu não sabia." Eu digo: "Muito bem". Eu fui ouvindo e ela comovida até as lágrimas. Então eu comprei dois pares de sapato, um usando no dia a dia para acostumar, porque eu nunca tinha calçado sapato alto e o outro para no dia eu desfilar. E eu me imaginava atravessar aquele salão e ver meu filho colocar o dedo e receber o anel. Várias vezes eu fui olhar o salão, arranjei onde ficar, me preparei três dias antes, contratei um carro para ir nos pegar lá do Uruguai. Ai, a voz dela faltou. Ela fez muito esforço e disse: "Eu estava espichando o cabelo da fronte de um pedaço de espelho no quarto. Aí meu filho chegou na porta, era um Deus. Já viu Deus? E o filho olhou para mim no espelho e disse assim: "Mamãe, tenho dois pedidos para lhe fazer. Primeiro, eu gosto de fazer um pedido muito difícil. Eu sei que você me deu a vida. Eu sei que você fez tudo, mas eu queria lhe pedir para não ir à minha formatura. Eu tive um choque. É porque nós éramos negros. Você se importa? Não, meu filho. Aquilo foi um punhal no meu peito. Não, meu filho. Até bom. Você me liberta. Eu tenho estado tão preocupada porque eu não sei andar no meio daquela gente e podia fazer alguma coisa e envergonhar você. pode ficar tranquilo. E dis mamãe, a outra coisa é porque e o meu contacto com a filha do professor, terminamos namorados e no dia da minha formatura, nós vamos nos casar, mas não precisa você ir ao casamento, não. Eu venho aqui pra senhora me ver, me abençoar e me casa. E quando a senhora estiver doente, a senhora não precisa ir ao meu consultório, porque sabe, a minha clientela é de pessoas muito ricas, da barra, da graça e as pessoas exigientes,
abençoar e me casa. E quando a senhora estiver doente, a senhora não precisa ir ao meu consultório, porque sabe, a minha clientela é de pessoas muito ricas, da barra, da graça e as pessoas exigientes, né? A sen não tem uma roupa adequada. Ela disse: "Meu filho, eu não irei nunca ao seu consultório. Ademais, pobre só tem duas doenças, é gripe e diarreia. Então eu tomo chá, mas aquilo foi me matando e ele não se deu conta. Então mamãe, eu vou lhe dar meu cartão com o número do meu telefone. Você me telefona, irmão Divalda, ele sabia. que eu não sabia ler. Eu disse: "Não, meu filho, não perca tempo com isso. Vai em paz. Ah, mamãe, uma coisa. As melhores roupas que eu tinha, eu levei. O que tem é essa? Dá para os pobres. Os pobres daqui do bairro. E eu vou dizer uma coisa, eu não virei mais aqui ao bairro. Eu não quero que humilhe a senhora. Então não virei. Eu vou ficar por lá mesmo. Qualquer necessidade. A senhora me telefona. Eu dizia comigo: "Foram quantos anos? 22 anos desde que ele nasceu. O médico que eu pensei que ia ajudar o povo aqui da lama". E ele falava naturalmente. Então eu já não podia, olhando pelo espelho, ele viu que as lágrimas corriam. Ele disse assim: "Está chorando, mamãe? Estou, meu filho, de felicidade, porque você vai ser médico. A clientela do seu médico vai ficar para você. Ele lhe deu o consultório, lhe deu um apartamento que tinha em cima da garagem. Eu não tenho que ficar contente. Estou chorando e peço a Deus que abençoe você. Ele foi. Nunca mais eu vi meu filho. Pessoas me dizem: "Olha, seu filho está no jornal à tarde, no correio da Bahia. Aí eu compro o jornal e peço para ler. Está vendo ali aquela maleta? Estão ali os recortes de meu filho. Ele é famoso, irmão Divaldo. Mas eu sei que ele me ama. Ele é tudo que eu tenho. Então eu estou morreta. E ele vai saber que eu mandei chamar o Senhor e tive essa conversa. E ele vai lhe perguntar: "O que é que eu conversei com o senhor?" Então o senhor não diga. Diga que fiz elogios. O senhor sabe como é que é. Eu também
e eu mandei chamar o Senhor e tive essa conversa. E ele vai lhe perguntar: "O que é que eu conversei com o senhor?" Então o senhor não diga. Diga que fiz elogios. O senhor sabe como é que é. Eu também não aguentava dar o nó na garganta da gente. Ela foi indo, eu peguei na mão gelada. Ela morreu ali nos meus braços e nos dinilson. Fizemos um enterro e passou. Na primeira semana eu estava atendendo a fila. Quando eu levantei a cabeça e eu vi o médico, ele era realmente muito conhecido e identifiquei. Ele veio até mim e disse: "Val, eu sou o Dr. fulano de tal". Pois não. Eu venho aqui numação muito difícil. Pois não. O que é difícil tornamos fácil, o que é fácil resolvemos. Ele disse assim: "Eu soube que o senhor visitou uma paciente minha lá no bairro que sofia de tuberculose e ela morreu. É verdade?" Ele diz senhor. Eu sempre visito, eles se despedem, não tem ninguém. Então eu vou, seu Divaldo, eu tenho um carinho especial por essa paciente. Além disso, ela lavava a roupa da família. E eu quero lhe fazer uma pergunta. Pois não, doutor. Ela conversou muito com o senhor. Ah, mais ou menos. Nós sempre conversávamos lá no centro, visitáamos doentes. O senhor pode me dizer o que é que ela lhe falou? Nada de especial. Ele disse, mas alguma coisa? Ela falou que tinha família porque ela nunca me disse nada. Eu disse: "Não, senhor nunca me falou". Ela falou se tinha filho ou qualquer coisa. Eu disse: "Não, senhor, nada". Ela perguntei assim: "O doutor tem algum parentesco com ela?" Não, nenhum. Eu digo: "Pois é, ela conversou muito, mas por acaso ela falou sobre mim? Eu digo: "Olha, tô fazer assim, eu não vou dizer ao senhor o que ela me falou, porque o médium cristão é o médico da alma. Eu não tenho direito de dizer aos outros o que é que um paciente me contou. O senhor tem o segredo de Hipócrates? Não diz. E se diz é Leviano porque é sagrado. Juro. É assim que começa. O senhor disse isso na forma. Eu também jurei. Quando eu me tornei médium, comecei a atender as pessoas. Já pessoas cometeram homicídio,
E se diz é Leviano porque é sagrado. Juro. É assim que começa. O senhor disse isso na forma. Eu também jurei. Quando eu me tornei médium, comecei a atender as pessoas. Já pessoas cometeram homicídio, me contaram e eu não disse a ninguém. Pedi para a pessoa ir à polícia, encaminhei, ofereci advogado, mas nunca eu disse a ninguém, masivaldo, isso não é intolerância? Eu digo: "Não, senhor, é fidelidade. Fidelidade é o meu ideal, como o senhor tem o seu ideal. Ou senhor, imagina se fizesse alguma pergunta constrangedora a respeito dela?" Ele então ficou com raiva e eu digo assim: "Vou apertar paraa consciência doer." Eu digo, imagine uma pessoa é mãe, às vezes vive o ideal e o filho ingrato, pensando o quê? Qual é a diferença entre o nosso sangue? Eu vejo tantos filhos ingratos, porque eu adoro minha mãe, adorava meu pai, minha mãe, tudo que é velhinha e que é velhinho, aquela coisinha frágil, eu digo, eu vou apertar que ele vai sair daqui orando. Eu digo: "Só, imagine." E aí não lhe parece uma perversidade para o intelectual ter vergonha da cepa. Quanta gente vergonha dos pais porque são pobres, não deixam ir a formatura, mas gostaram de quando os pais foram trabalhar na lavoura, em profissões humildes para pagar a mensalidade. Isso gostaram. E então eles quer dizer que o senhor não cede de cito. Pode estar tranquilo. Nem o senhor, nem ninguém. Não interessa, ela morreu. Eu tenho que conservada a memória. Ele disse, aí me deu uma resposta grosseira, eu digo, ele volta, eu tenho um tato psicológico. Deu a volta e eu disse: "Até logo, até logo. Você não vai viver nunca mais". Eu disse: "Muito obrigado, é um favor." E ele se foi. Daí 10 dias ele estava na fila. Eu digo: "Lá vem quem não vinha". Ele veio, lembra de mim? Eu disse: "O senhor é uma pessoa inesquecível". O inesquecível qualificativo foi de propósito, porque eu me senti muito bem em conversar com o senhor e mas suas ordens é a respeito daquela senhora. Qual? Aquela do Uruguai? Eu dis, mas qual? Aquela tuberculosa. Conversou com
vo foi de propósito, porque eu me senti muito bem em conversar com o senhor e mas suas ordens é a respeito daquela senhora. Qual? Aquela do Uruguai? Eu dis, mas qual? Aquela tuberculosa. Conversou com o senhor. Ah, eu lembro. Sim, senhor. Eu lembro. E é o seguinte, eu tenho um parentesco com ela, sabia? Eu disse: "Não, que parentesco é sobrinho?" É mais ou menos. É, quer dizer, eu digo, "Não é filho não, porque o senhor parece tanto com ela. Quando eu ouvi, eu pensei até que era filho. Não, senor de volta. Quer dizer, ela era quase uma mãe. Eu digo: "Ah, sim, como é que é quase uma mãe?" Ela pagou a faculdade, pagou matrícula. É mais ou menos, não sabe? É. E eu soube que ela morreu. Então eu digo, vamos botar as cartas na mesa o senhor e o filho dela. E o senhor veio me perguntar se ela falou sobre o senhor. Falou. Falou que teve um filho ingrato, mas falou sem mágoa. Falou contando como um transtorno, um fenômeno, um acidente no relacionamento, mas que ela sempre o amor. Daria mais de uma vida. para a grandeza de um filho. E ao renunciá-lo, porque ele todo professor de medicina e ela ia às vezes ali para aquele largo e ficava lá de fora ouvindo a aula que ele dava só para ouvir a voz. Quando eu li o livro sobre mulheres da China no tempo de Maltsetung, há uma história quase igual, impressionante. A mãe foi ser varredora de rua para poder passar pela casa do filho e via sair para o trabalho. Com isso, ela se contentava. E ele era filho de um russo com a senhora chinesa. Então ela me falou que o senhor poderia ter dado a ela uma chance, pelo menos de vê-lo, mas também ela não sofreu, porque o filho é de Deus e o que importa é que o senhor é um excelente cidadão. Eu o conheço de jornal, é uma pessoa muito respeitada e eu sei que o senhor está com remorço, porque a nossa consciência é Deus e nosso. Ela funciona quando não queremos. Quando nós queremos, ela não dá importância. E o Senhor deve estar arrependido. É uma boa ação. Já que está arrependido, o Senhor poderia fazer alguma coisa em
nosso. Ela funciona quando não queremos. Quando nós queremos, ela não dá importância. E o Senhor deve estar arrependido. É uma boa ação. Já que está arrependido, o Senhor poderia fazer alguma coisa em homenagem a ela. Ele começou a chorar e me disse que poderia fazer? Como é que ia mostrar uma mulher daquela minha esposa, uma mulher branca morando na Avenida Sete? Como é que eu ia? Ela é branca, mas o sangue é vermelho, igualzinho da mãe preta, não tem diferença. Mas eu tinha vergonha. Aí é questão de caráter. Eu não tenho vergonha dos meus pais. Minha mãe era analfabeta e eu vejo nisso um orgulho ela me ter educado. Tem muito mais mérito do que uma mãe pedagoga, porque ela me ensinou as bases da vida do respeito humano. E aí conversamos e ele chorou muito. Eu amava a minha mãe, amava do meu jeito. O meu jeito é covarde. Hoje que eu tenho filho, tenho três filhos. Eu posso imaginar o que é o amor materno. O que é o amor paterno, eu posso imaginar. Então, Deus me perdoará? Eu digo, já perdoa. O Senhor é que tem de se perdoar. Allan Kardec diz no livro O céu e o inferno, no capítulo número sete, que a atitude do perdão deve passar por três fases. Primeiro, o arrependimento. Mas o arrependimento não diminui a culpa. Depois a aflição. A aflição não basta, eu fico aflito e daí. A terceira reparação, reparar o mal que fez. Ela já morreu, mas o Senhor pode cultivar a memória dela. Ela é espírito, está viva. Nós estamos aqui pertinho do Uruguai, porque o centro era na cidade baixa. Podemos ir lá na casa dela e fazer lá um núcleo de atendimento para os necessitados e botar uma taboletinha na porta. clínica fulana de tal, o nome dela. Ele não pare, eu poderia dedicar uma manhã, pelo menos, eu digo, um minuto em memória dela. Mas enquanto eu estava falando com ela, ele, enquanto eu falava com ele, ela me apareceu de estendeu os braços. Era um espírito de luz, de luz dourada. Ela estendeu os braços, acercou-se e falou suavemente: "Meu filho, meu adorado filho, eu sabia que você é bom."
com ele, ela me apareceu de estendeu os braços. Era um espírito de luz, de luz dourada. Ela estendeu os braços, acercou-se e falou suavemente: "Meu filho, meu adorado filho, eu sabia que você é bom." E ficou alisando ele com carinho. E ele dizia assim: "Como é que eu faço?" Eu digo, nós montamos a saltinha, colocamos umas cadeiras, uma mesa, umas fichas, eu arranjo uma pessoa para lhe ajudar na condição de enfermagem. E ele então passou a vir terças e quintas à clínica. Eu botei o nome clínica porque eu achei tão bonito, posto médico, muito pobre, clínica dona fulana de tal. E ele atendeu, ele já desencarnou. E ao desencarnar, o primeiro espírito que lhe apareceu foi sua mãe. Ela o recebeu muito bem. E esta semana, depois que eu voltei da Colômbia na quinta-feira, eu estava deitado, sentindo muito cansaço da viagem quando ela me apareceu com ele. E ele então me disse: "Fale aos nossos irmãos que o dever do filho para com os pais é de excelência, especialmente para com as mães que normalmente sofrem mais a sensibilidade, a convivência. E então fale sobre mim. E esses dois dias eu fiquei com ela na minha mente e com ele, ele redimido, porque não era mal. São conflitos que nós temos que às vezes parece que somos maus, mas estamos apenas aflitos. Quanta resposta grosseira nós damos à esposa, ao marido, ao filho, ao pai, a quem quer que seja e damos por dar, porque no fundo quando passa a gente, que bobagem que eu fiz. Então, o espiritismo é a doutrina do amor universal. Ao terminar esta nossa reflexão, gostaria de deixar na alma dos queridos ouvintes a ideia de que tudo na vida é substituível, menos o amor de paz. E se eles não sabem amar, continuam paz. E a eles devemos nossa vida. Por piores que sejam, devemos à nossa vida. Então, nós temos um pensamento de ternura. E se estiverem reencarnados, se algum de nós estiver de mal, porque ele não quis que casasse com este homem, nem com aquela mulher, façamos um telefonemazinho e ligamos assim: "Ei, velho, hoje eu descobri que tem um pai, eu estava meio
um de nós estiver de mal, porque ele não quis que casasse com este homem, nem com aquela mulher, façamos um telefonemazinho e ligamos assim: "Ei, velho, hoje eu descobri que tem um pai, eu estava meio esquecido ou que tem uma mãe, uma hora dessa nós vamos nos ver e agradeça a Deus a bênção de alguém que se ofereceu ao mundo espiritual para nos receber e nos tornar quanto possível pessoa feliz no planeta terrestre. Vamos orar. Pedimos aos médiuns para que tomem os seus lugares. Ó Senhor de nossas almas, nós te pedimos pelos companheiros de mediunidade que a aplicar passes, aplicar energias saudáveis sobre nós. Abençoa-os, mas abençoa-nos também. Dá-nos a tua bênção de paz, fazendo que nossa família experimente harmonia, júbilo por pertencermos ao mesmo clã. Nós te pedimos pelas pessoas portaduras de enfermidades irreversíveis. Rogamos por Ana Spranger e todos aqueles que nos pedem para os incluirmos em nossas preces. Nossa querida Marta, esse anjo do trabalho nas mãos da enfermidade cruel. Abençoa aqueles que perderam endereço de Deus, confundiram-se e jornadeiam as tontas sem um rumo para seguir. Amigo divino, nós te pedimos pelos suicidas, nossos irmãos da agonia, pelos obsessores que nos perseguem, pedimos que a tua mer desperte-os e eles nos perdoem. os dramas que lhes causamos. Abençoa a nossa casa, nossa diretoria, nossos frequentadores. Dá-lhes paz, abençoa-os, abençoa-nos com a tua paz. Paz em nosso lar, paz no Brasil, paz na terra. Torna nossa água medicamento eficaz para nossas necessidades. Em teu nome, pai celestial, mãe de Jesus, Jesus amigo e anjos guardiães, por nos acompanharem. Em nome de vós todos, encerramos a nossa reunião com votos de paz para todos. Tá encerrada. a nossa sessão.
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