Entrevista com Divaldo Franco - Suicídio de Jovens e o Papel da Família

Federação Espírita de Mato Grosso do Sul 05/05/2019 (há 6 anos) 4:02 2,668 visualizações 154 curtidas
Transcrição

olá amigos estamos em meio às comemorações dos 40 anos da federação espírita de mato grosso do sul ao meu lado nosso querido divaldo pereira franco que veio nos presentear com uma palestra muito especial givaldo obrigada pela sua presença com falar conosco para mim é uma honra voltar a campo grande essa cidade morena sempre me fascinou desde há mais de 50 anos o que para mim é uma verdadeira bênção e valdo é possível identificar as razões para o aumento exponencial no número de suicídios principalmente entre jovens e crianças e com seria o papel da família nesse momento da transição planetária o grande filósofo americano que também é teólogo do tororó domingo ele disse que na atualidade nós estamos vivendo os efeitos do desgaste social a nossa sociedade inca de ciência e tecnologia não teve a mesma evolução de natureza moral e três fatores contribuem para isto o individualismo o sexismo e o consumismo nós somos uma sociedade hoje da manifestação virtual cada vez diz o lema nos mais um do outro e os nossos recursos são o da própria imaginação então jovem vendeu o contato da família das tradições do equilíbrio do lar os pais deixados educadores para serem fornecedores eles oferecem coisas para se livrarem do dever de educar então jovem perdeu sentido existencial agora com o iphone ele tem tudo basta mexer uma tecla somente que mechas teclas erradas e como não tem experiência acredita que a vida é um sopro que passa rápido e diante desse vazio essencial caiu em depressão então a organização mundial de saúde estabelece que a depressão é o pior fenômeno deste século e que por volta do ano 1925 o melhor 2025 nós teremos maior índice de causa mortis a depressão através do suicídio por outro lado o sexismo a criatura humana perdeu as funções sexuais o deboche o erotismo a degradação dos costumes rebaixar o sentido da afetividade que nós não temos amor do sentido da ternura é da solidariedade do apego de alguém mas sim do prazer momentâneo e esse trazer é o efeito de uma maneira comercial

umes rebaixar o sentido da afetividade que nós não temos amor do sentido da ternura é da solidariedade do apego de alguém mas sim do prazer momentâneo e esse trazer é o efeito de uma maneira comercial então isso nos leva a uma frustração e o consumismo como nós não temos outros objetivos consumimos gastemos gastamos gastamos e tudo aquilo que nós compramos nós compramos perde o valor então quer fazer reverter voltando à família os valores éticos da família o jovem a criança o adulto sentir se amado da adi significado existencial essa é a função essencial do espiritismo trazem de volta o sentimento da solidariedade imagine que nós hoje somos brutais violentos e agressivos com onde está a ter dura é teu amigo que fala oito idiomas mas quando ele entra no elevador onde pode encontrar quem for ele fica calado porque mal educado do que adianta falar outro idioma se não fala com ninguém dentro é necessário reverter o sentido da vida e ser feliz agora muito obrigada de valda para outras entrevistas e vídeos acompanha as nossas redes sociais até mais

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