Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 18/11/2023

Mansão do Caminho 19/11/2023 (há 2 anos) 1:25:38 83,528 visualizações 8,031 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.

Transcrição

Muito boa noite a todos. Vamos dar início nossa reunião doutrinária de sábados à noite. Vamos orar. Senhor e Mestre Jesus, vós sois o nosso modelo e o nosso guia. Todo o nosso comportamento, ações, pensamentos, devem buscar sempre as orientações que nos deixastes. No entanto, Senhor, diante ainda da nossa pequenez, vos rogamos [música] o vosso auxílio através dos nossos anjos da guarda e dos bons espíritos que se acercam de nós. Temos ciência, Senhor, das diversas falências nas nossas existências. Mas o propósito agora, não mais a conduta anterior, mas a renovação interior do caráter, da moral, do pensamento. Inspira-nos constantemente, ó Mestre, para que possamos jamais nos esquecer do bom caminho que nos leva a ti. Ser contigo sentimos dificuldades. Imagine, Senhor, aqueles irmãos que não [música] estão seguindo os vossos passos. A eles a nossa misericórdia e a nossa compaixão. Auxilia-nos no nosso propósito de servir-te, no nosso propósito de amar. Conduze-nos nos próximos minutos, onde serás o honroso convidado desta noite para iluminar as nossas consciências. Abençoa-nos. Se conosco, [música] Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim [música] seja. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanha pelo Web TV Mansão do Caminho. Nossos votos de muita paz. No mês de abril de 1792, em plena Revolução Francesa, na entrada da Universidade de Laçopetrier em Paris, um jovem médico está acompanhado de um operário parisiense e de um outro médico. para tomar uma decisão de grande relevância. Ele traz numa das mãos alguns papéis oficiais que foram aprovados pelos revolucionários e os olhos da psiquiatria voltam-se para este jovem ainda de certo modo imaturo. Ele havia tomado a decisão depois que foi nomeado reitor da Universidade de Lasso Petrierra. Essa universidade foi fundada pelo rei Luís X, que então foi retirado do trono pelos revolucionários de 89. Naquele momento, o jovem médico tinha uma tarefa relevante,

Universidade de Lasso Petrierra. Essa universidade foi fundada pelo rei Luís X, que então foi retirado do trono pelos revolucionários de 89. Naquele momento, o jovem médico tinha uma tarefa relevante, que nem ele próprio podia imaginar que a sua caminhada ali no rol de entrada da universidade até um pavilhão muito próximo, iria mudar os destinos da humanidade em relação à moderna psiquiatria. merece lembrar que a psiquiatria praticamente não existia, era a fisiologia. E a psiquiatria aparecia como evidências da loucura, mas sem nenhuma terapêutica que merecesse consideração. Naquela universidade havia 51 esquizofrênicos e a esquizofrenia era considerada pela ciência vigente como sendo incurável. e pela religião como um estado demoníaco. Os psicopatas não tinham direito a nada, eram internados em verdadeiras prisões. O que é que vale dizer? eram retirados do meio social e não se lhes dava praticamente nenhuma assistência, porque a loucura era um castigo de Deus. Mesmo dado o conceito pela religião, os cientistas ficavam aturdidos em razão da sintomatologia. Como distinguir uma pessoa dita normal de uma outra portadura de uma problemática dessa natureza? Havia uma palavra que se dizia com muito respeito, era a palavra depression. A palavra depression vinha do latim depremeur, que significa puxar para baixo. A palavra depmeurre foi colocada nos estudos psicológicos desde o século qu, quando o pai da medicina grega estabeleceu que todos os indivíduos temos distúrbios desconhecidos na área cerebral, porém os gregos preferiam chamar nostalgia, aquele fenômeno que aturdia a cultura da época, 400 anos antes de Jesus, era de caráter melancólico. As pessoas mudavam de comportamento, mergulhavam numa tristeza profunda, tornavam-se violentas ou tornavam-se deprimidas. Por volta de 2000 ou de 200 anos antes de Cristo, um outro médico deu-se conta que a melancolia, em realidade afetava o indivíduo mais do que as anotações da época representavam. E DepREL passou a ser utilizado nos gabinetes

200 anos antes de Cristo, um outro médico deu-se conta que a melancolia, em realidade afetava o indivíduo mais do que as anotações da época representavam. E DepREL passou a ser utilizado nos gabinetes públicos. Mais tarde, por volta do século depois de Jesus, houve uma onda de depressão na sociedade adierna que a Igreja Católica considerou como sendo uma epidemia ou pandemia das faculdades mentais. portanto, merecedora de uma punição de natureza espiritual. Aproximadamente no século os médicos estabeleceram que esse tipo de loucura, a tristeza, as evocações melancólicas era diferente daquela loucura agressiva. O melancólico podia tornar-se agressivo, mas havia pacientes que já começavam na agressividade. Então, a estes se deu o nome de esquizofrênicos. A causa da esquizofrenia na época era muito definida. Era pela hereditariedade ou pelo meio ambiente. Qualquer pessoa que fosse filha de um esquizofrênico teria 30% de probabilidades de ser depressivo também. Se ambos os pais foram esquizofrênicos, a proporção subia para 70% naquela época. E então a ciência resolveu que havia fatores predisponentes e preponderantes. Os preponderantes eram a hereditariedade. A hereditariedade era fundamental para a saúde da criatura humana. Nesse momento, um pensamento latino estabeleceu que o espírito é forte e o corpo é frágil. É que vale dizer espírito aqui não é alma, é conteúdo psicológico. Psique. A psique é poderosa e a matéria é fraca. Então se tornou uma base. Todo e qualquer descendente de esquizofrênico tinha uma tendência para a esquizofrenia. através da demurra da depressão. Mais tarde se percebeu no século XI que periodicamente a sociedade passava por uma pandemia de natureza mental e surgiu pela primeira vez o problema do sexo como referência para o distúrbio mental. Mais tarde, cerca de 10 séculos, Sigmo Freud estabeleceu que este fator preponderante era a libido, uma tendência animal da reprodução humana que era de fundamental importância na condição de espírito ser

tarde, cerca de 10 séculos, Sigmo Freud estabeleceu que este fator preponderante era a libido, uma tendência animal da reprodução humana que era de fundamental importância na condição de espírito ser indestrutível. Portanto, ampliava aquele conceito literário do espírito como o espírito de alegria, o espírito de prazer, o espírito alcoólico, o espírito desencarnado, deu ser uma amplitude. Mais tarde, por volta do século X, a medicina deu um salto porque estava mais ligada às superstições, às tradições, a aquilo que vinha da ignorância, já que não havia ciência no sentido profundo da palavra. se incluiu também a histeria com uma ampliação à epilepsia. A epepsia, a histeria e os distúrbios sexuais criavam o transtorno psicológico de natureza esquizofrênica, para o qual não tinha cura. Os métodos de cura eram mais punitivos do que curativos. pegava-se doente mental e atirava-se num poço profundo para que o medo fosse tão grande que esmagasse o receio desses três conflitos, da histeria, da epilepsia e da própria esquizofrenia. De imediato se começou a perceber que quando se atirava a pessoa no poço, o doente, ele não se curava, morria, porque normalmente o doente não sabia nadar. E eles diziam que isto afastava a herança mórbida dos fatores psicológicos da mente. E a religião dizia que ao jogar o indivíduo no poço, o medo era tal que o espírito mal dele se afastava. Mas o resultado é que a estatística dava o contrário, não havia curas. Aí alguém pensou, deve haver algo mais pavoroso do que jogar o paciente dentro de um poço com água, colocar serpentes dentro do poço. A visão da serpente levava o paciente a uma alucinação. E nessa alucinação ele recobrava o sentido da vida que havia perdido. Por volta do século X7, houve uma revolução filosófica na humanidade pós renascença. Três grandes filósofos que se fizeram também cientistas resolveram separar a ciência da religião. A religião era fundamental na vida da criatura humana e a medicina era um monte de superstições agasalhadas com chamados mistérios

e fizeram também cientistas resolveram separar a ciência da religião. A religião era fundamental na vida da criatura humana e a medicina era um monte de superstições agasalhadas com chamados mistérios da Idade Média. A idade média tecnicamente começou no século terminou no século XV, ficando alguns vestígios no século X e até 17. Então, esses cientistas demonstraram que muita tradição psicológica, muita terapêutica, era só imaginativa e supersticiosa. Então, a eliminaram. A religião não tem nada a ver com a saúde do indivíduo. A saúde não tem nada que prestar contas a religião. A religião cuida da alma, senso imortal. A ciência cuida da alma psique imortal. Por volta desse mesmo século, começo, século XVI, os médicos ingleses resolveram estabelecer uma base de comunicação. Todo e qualquer distúrbio de natureza mental, se tinha consequências orgânicas, era psiquiátrico. E se não tinha consequências orgânicas era psicológico. Manias foi o período das manias. criaram-se as doenças chamadas psicóticas. Até hoje as psicoses medam. Por exemplo, se a mulher é solteira e não casa, não deve passar embaixo de uma escada aberta, porque aí não casa nunca. E o povo acreditava, era científico. O fígado é que era o responsável pelo nosso sangue. O coração era nada mais nada menos do que uma bomba sem significação. E estabeleciam que era muito normal quando tínhamos um problema. Ah, porque esse problema era uma emoção e a emoção acelerava os batimentos cardíacos e isso produzia sensações. Então, produzia dor. verdade não é dor, é problema das articulações que bombeiam o sangue a mais ou a menos, dando o resultado para se poder medir a pressão do paciente. A verdade é que no século XIX, o século das luzes, a ciência conseguiu demonstrar que a religião era nada mais nada menos do que uma tradição lindária. O chás, as experiências domésticas, as aplicações das tradições. Tudo isso vinha de um passado obscuro e preferiu relegar tudo isso à ignorância sem pesquisar. É nesse período que realmente floresce a

O chás, as experiências domésticas, as aplicações das tradições. Tudo isso vinha de um passado obscuro e preferiu relegar tudo isso à ignorância sem pesquisar. É nesse período que realmente floresce a medicina. É nesse período que se descobrem os micróbios. Ninguém sabia da existência deles. Por exemplo, os cães quando ficavam enfermos e atacavam as pessoas e as mordiam, ninguém sabia porquê que as pessoas também ficavam doentes, porque não se conhecia a microbiologia. É nesse período que um químico de nome pastor descobriu que naquela baba havia coisas vitais e que se se impedisse que a baba entrasse na circulação pela mordida, evitava-se a doença terrível Na Europa, por ano, morriam mais de 1 milhão de pessoas. Então, pastor lança o primeiro soro. E esse soro preventivo se usa até hoje com um êxito formidável. E praticamente já não temos a doença terrível da loucura derivada não somente dos cães loucos, mas também de qualquer animal, de qualquer indivíduo que transmitia o verme, o vírus que correspondia aquilo. Foi nesse momento que na Universidade de Laopetr, estudando-se as doenças, as problemáticas do cérebro, se constatou que o coração não tinha nada a ver com o cérebro, era dos órgãos totalmente independentes, com funções específicas. O coração seria o órgão mais importante, porque a sua parada deixava de enviar o sangue, o oxigênio ao órgão. E pela falta de oxigênio, o órgão degenerava. adivinha a morte do órgão, logo depois a morte cardíaca e depois a morte do tronco encefálico. Daí ficaram resistindo a morte cardíaca, essa morte aparente e a morte do tronco encefálico. Mas como não havia experiência científica, eu mesmo via minha terra. Quando a pessoa morria, o exame era pegar o espelho e botar no nariz para ver se estava respirando, porque não havia estetoscópio para tecnificar a análise. E muita gente foi enterrada viva porque teve a morte cardíaca, entre aspas, e acordou no túmulo. Então, muitos caixões quando foram abertas estavam arranhados. O doente

ópio para tecnificar a análise. E muita gente foi enterrada viva porque teve a morte cardíaca, entre aspas, e acordou no túmulo. Então, muitos caixões quando foram abertas estavam arranhados. O doente estava virado porque ali dentro, quando ele despertou, a falta de ar tentou sair. Se percebeu também, como está no evangelho, que havia mortes aparentes como doença. A catalepsia, que é que não se lembra do evangelho de que Jesus ia caminhando e via um enterro. A mãe chorava muito e vendo Jesus, minha filha morreu. Ele olhou pra menina e disse: "Mas não, Talita, come, menina, levanta. Ela dorme e ela levantou". Esse chamado milagre não é um milagre, era um fenômeno científico ignorado na época. Não existem milagres, tudo está dentro da lei natural. Só que em cada época a nossa visão, nosso conhecimento é maior. E então a psiquiatria foi se separando da psicologia. E nesse século XIX, chamado século da ciência das luzes no mundo, a criatura humana passou a ser menos animal e mais humana. se deixaram algumas superstições. Eu sofri muito de asma. Eu já contei aqui. Eu era menino e tinha uma asma que era uma coisa bárbara. Eu tinha os ombros altos da respiração. E minha mãe, porque meu pai não preocupava muito, ele era muito determinado, tá doente, trata, se não ficar bom, morre. Se morrer a Deus. E então eu tomava chá. Imagine e isso e aquilo. E não tinha menor ideia de como evoluiu o conceito da asma. Pois bem. E disseram a minha mãe que havia um remédio fatal. Tomava três vezes e ficava bom. Mas o doente não podia saber. Olha a supertão. Se o doente soubesse, a doença voltava. Minha mãe então disse assim: "Meu filho vai morrer sem saber. O filho era eu. Pois bem, qual era o remédio? Chá de pena da asa de urubu. Eu tinha um irmão que era muito inteligente. Logo que ele recebeu a missão de tirar uma pena da asa do rubu, tá inocente com minha asma, com secreção, com falta de ar. E ele foi para o matadouro da cidade, ali naquele lugarzinho bonito, agradável, cheiroso. E então ele foi com Badog e acertou na

asa do rubu, tá inocente com minha asma, com secreção, com falta de ar. E ele foi para o matadouro da cidade, ali naquele lugarzinho bonito, agradável, cheiroso. E então ele foi com Badog e acertou na asa de vários rubus, quase que levou um cocar de tanta pena. E minha mãe genuamente torrou algumas penas, moeu-as, fechar e eu tomei esse santo remédio que veio dos Estados Unidos. Então eu tomei e quanto mais eu tomava, mais asma eu tinha. Os meus urubus deviam ser asmáticos já. Minha mãe era muito original. muito autêntica. Depois do 10o chá que eu piorei, sabe de outro? Urubudo trabalha na nossa casa e larga para lá. Só faltou bater na pessoa que deu a receita e eu continuei com asma. A gênese da asma é uma doença alérgica. Era um estado alérgico psicológico. Hoje é perfeitamente alérgico psicológico e a raiz está na mediunidade da pessoa. Então a pessoa asmática com problema respiratório tem-se a ver com o espírito que está encarnado naquele corpo, sua dívida. Então é necessário, como diz a Organização da Saúde, a Organização da Saúde Universal assevera que é uma doença da alma. Então na alma tem que ser tratada. Que fazer? aplicar uma terapia energética compatível com a doença. Hoje nós temos a psicossomática, a somatização de doenças por preocupação, determinados problemas gravíssimos na atualidade perfeitamente natural, que é a ansiedade. Hoje é uma pandemia. A Organização Mundial de Saúde estabelece que 93% da sociedade terrestre sofre de ansiedade. Então aqui nós devemos ser uns 400 ansiosos, mas a gente disfarça, não é? Tudo bem, não é? Tá tudo bem. ansiedade. Deixa eu contar um caso muito curioso. Me aconteceu numa cidade de Santa Catarina. Eu fui para a palestra no auditório público, estava o salão muito cheio e quando eu cheguei, o senhor veio até mim e me perguntou assim: "Seu Edivaldo, a que horas vai começar?" Eu disse: "A propaganda diz que é às 8 horas da noite e vai começar?" Eu digo, eu não sei, eu sou o convidado, eu já cheguei. Ele disse, vamos, vamos ver. E saiu

eu Edivaldo, a que horas vai começar?" Eu disse: "A propaganda diz que é às 8 horas da noite e vai começar?" Eu digo, eu não sei, eu sou o convidado, eu já cheguei. Ele disse, vamos, vamos ver. E saiu aborrecido. Eu olhei o relógio, faltavam 10 para as 8. 8 horas já veio um homem. Se Edivaldo, eu digo, não é comigo, não é? É aquele que é o dono da festa, meu senhor, eu sou convidado. Eu cheguei antes do senhor, ele me olhou assim e foi lá. Ele disse, ele me garantiu que vai ser na hora, mas eu duvido já são 8:2. Eu digo, este é um ansioso. Vou ter muito cuidado com ele porque ele vai me perturbar. O ansioso é assim, né? que é tudo que aconteceu ontem, que vai acontecer no sexo e tudo explicado. E então eu fiquei sentado, ele veio e me disse: "Seivaldo, não levou responder. O senhor está querendo me perturbar? Eu sou convidado. Eu venho de uma cidade muito ignorante que é Salvador, mas lá todo mundo é muito bem educado. Nessa hora tem que mentir, né? Fix, fecha se eu vou botar Salvador por baixo de nenhuma cidade, de forma nenhuma. E então trata muito bem aos convidados. Os convidados aqui são muito bem tratados. Se não forem, reclamem com Deus. A culpa é dele. Não. E então o senhor toda hora me perturba. O que que o senhor quer que eu faça? Ainda não me chamaram. Vamos ver se faz chamar. O senhor sobe lá e me chama. Resolve o problema. Bom, para começar, o horário pontual era 8:30. Eu fui às 8:30 e comecei a palestra às 9, tudo muito bem organizado, porque tem assim a parte artística, nunca vi tão horrível como as partes artísticas das conferências espíritas. bota umas canções antigas, aquelas coisas assim de morte triste, melancólica, aquelas músicas do século VI, 8. Então, como disse Edivaldo, antes do senhor vai ter uma parte artística não as pessoas não vão lá para ouvir da parte artística, vão lá porque receberam o convite da conferência. No máximo, eu concordo, um violino, um piano, um coral bom. Se o coral for ruim, a gente fica até com vontade de vomitar. Quando

r da parte artística, vão lá porque receberam o convite da conferência. No máximo, eu concordo, um violino, um piano, um coral bom. Se o coral for ruim, a gente fica até com vontade de vomitar. Quando vão dar o agudo, cada um tá numa nota diferente. E a gente sente mal. É uma má apresentação. Já notaram que aqui não tem coral? Não tem. Porque para fazer um coral da forma que nós somos pontuais, então e é espiritismo. É espiritismo, não é uma festa, um coral. E a outra me di assim, Marivaldo, eu já toquei no municipal do Rio de Janeiro, eu digo: "Ah, mas para tocar aqui tem que ser de um teatro modesto como o teatro de Paris, né? O teatro de Londres, Principal Alves e etc." Por fim, eu comecei a falar, comecei a falar de um homem era tão inquieto, ele se mexia tanto que me chamou atenção. Eu aí parei, dei olhada para ele, olhar de geladeira, não sei se sabe. Porque ele, a gente tá olhando, tá rindo e tá xingando mentalmente que não presta atenção, né? Pai, aquele miserável como está para dizer assim. E o homem para lá para cá olhar assim, ele me olhou e eu acalmou. Tava precisando de uma terapia elétrica, era um eletrochoque. Pois bem, quando foi do fim, eu ainda nem tinha feito que assim seja. Ele já subiu no palco, me deu um abraço e disse: "Marcilo, o senhor fala, hein? Eu disse, mas eu fui convidado para falar, mas falou demais, falou mais de 3 horas. Eu disse: "Não, senor, eu tenho relógio, não é um pacar, é um relógio aí de cabelô, mas ele funciona igual o melhor relógio do mundo. Custou $10 nos Estados Unidos. Não adianta eu botar um relógio de 1.000 e ele ser o mesmo que o outro. E então meu reloginho disse que eu falei apenas 50 minutos, a minha média é 50, 70. Estou tão acostumado. Quando vai dando 50, aí uma voz lá dentro diz: "Está chegando a hora, está bem que eu queira não ver mais 50, 60." Ele disse: "Mas até que eu gostei." Gostou? Gostei. Você vai falar amanhã aonde? Como eu falei, era em Santa Catarina, né? Eu disse, "Vou falar numa cidade aqui próxima no Rio Grande do Sul, na

, 60." Ele disse: "Mas até que eu gostei." Gostou? Gostei. Você vai falar amanhã aonde? Como eu falei, era em Santa Catarina, né? Eu disse, "Vou falar numa cidade aqui próxima no Rio Grande do Sul, na fronteira". Ele disse: "É uma pena eu não ir". Eu disse: "É mesmo? Eu vou ter a paz desde agora". Já imaginou se o senhor me dissesse que vai, eu ia ficar tão preocupado? Por quê? Porque o senhor é tão tranquilo, transmite tanta paz a gente era um ansioso. Era, portanto, distúrbio de ansiedade. Esses distúrbios se foram avolumando porque a percepção científica foi se aprofundando. A histeria no século XIX era uma doença que 90% das mulheres possuiam. Daí, quando apareceram os fenômenos mediúnicos, em 1857, alguns teóricos da psiquiatria disseram que os fenômenos eram histéricos, porque a pessoa entrando em tranze, naturalmente entrava em estado alterado de consciência. E a histeria é um transtorno uterino que demonstra carência hormonal ou problemas que não venham ao caso aqui examinar. Então se confundiu que os médiuns eram todos histéricos e que os médiuns nada mais eram do que psicopatas, porque mudavam o comportamento. O espiritismo venceu tranquilamente porque aqueles que acusavam os remédios nunca tinham ido a uma sessão espírita. esse hábito que nós temos de julgar sem ver, de ouvir falar e repetir. Mas nesse í a ciência foi convidada a estudar a mediunidade. E em 1872, o maior físico inglês, Willam Crooks, declarou perempitoriamente que a mediunidade era um fato pesquisado pela ciência. Então, vários cientistas da França, Inglaterra, Alemanha, Suécia, Itália, principalmente os países baixos, fizeram congressos de mediunidade e declararam que a criatura humana é portadora de faculdades paranormais, entre outras, a hipnose, que era detestada, resultado das experiências de Mesmers, que começou o tratamento dos fenômenos paranormais através do baquê, de uma experiência com uma tina cheia d'água e pedaços de metal. Inclusive tratou de Maria Antonieta, a rainha de França, a

esmers, que começou o tratamento dos fenômenos paranormais através do baquê, de uma experiência com uma tina cheia d'água e pedaços de metal. Inclusive tratou de Maria Antonieta, a rainha de França, a austríaca notável, a jovem que desdumbrou o mundo com a sua beleza. Então, a psiquiatria foi ampliando e ampliando também a investigação das doenças. Na esquizofrenia, por exemplo, notou que determinados pacientes ficavam automáticos, iam perdendo as funções. Era o catatonismo. O paciente catatônico era alguém que somente respirava, mas é um estado esquizofrênico, cujas raízes estão na psique. Não é uma doença orgânica, é eminentemente de natureza psicológica. Foram descobrindo outros ramos. Havia, por exemplo, a loucura dos jovens. A ciência denominou como efrenia. E grego, jovem. Frenia, doença, doença dos jovens. foi ampliando e hoje quem não tem um problema psiquiátrico não é normal. É tão interessante a gente perguntar assim: "Qual é o seu psicólogo?" Ah, meu psicólogo disse que hoje ia chover. Ah, e aí fica com inveja porque virou também uma necessidade psicológica. Imagina, a gente tá numa reunião e a pessoa, a senhora, principalmente senhoras, a senhora diz assim: "Meu psicólogo está aqui na sala, querem que eu apresentem?" Não, não, eu já tenho o meu. Cada uma tem o seu, seu psicólogo é o seu mestre tabu do passado. É o seu sacerdote. Nós tínhamos na igreja o padre, tudo nós falávamos para ele. O confessor era a catar, a jogava para fora e ele punia. Era terapêutica. Vá ali e olhe. 10 pai nossos. O negócio era feio. Eu sei porque muitas vezes eu fui fazer o rosário. Não é o terço. O terço é aquele pequenininho. O rosário são 123. Precisa raça. Começar meio-dia, terminar 7 da noite. Qual é a esquizofrenia que aguenta? não aguenta, fica boa. E então a psiquiatria foi conquistando. acasos interessantíssimos. Porquanto, por volta do ano de 1932, em Viena, apareceu um médico americano que percebeu que a esquizofrenia, a loucura e a depressão são ramos da mesma árvore,

onquistando. acasos interessantíssimos. Porquanto, por volta do ano de 1932, em Viena, apareceu um médico americano que percebeu que a esquizofrenia, a loucura e a depressão são ramos da mesma árvore, pode ser atenuada a qualquer uma dessas através da desoxigenação cerebral. Porque o notável psiquiatra português Egas Muniz havia feito uma experiência encefálica. Ele tirava uma parte do cérebro e a pessoa ficava sem esquizofrenia, é claro, ficava idiotizada. Uma irmã de Kenari foi submetida a esse método e ficou doente, morreu recentemente porque era o máximo. Ele ganhou o prêmio Nobel de ter feito essa experiência com o Dr. Moreira aqui de Salvador, aquele do Hospital Moreira. Pois bem, foi havendo os métodos de cura, vamos analisar alguns rapidamente. Se percebeu, por exemplo, que no sanatório psiquiátrico, sintoma de prisão de doente mental, um doente, uma mulher sofria de depressão profunda e então ela teve uma problemática cerebral. ficou profundamente deprimida e não tomava banho, que é um dos sinais da depressão. Eu espero que que todo mundo tome banho, pelo menos uma vez por mês, pelo menos. E então obrigaram na a banhar. Se levaram a uma banheira três enfermeiros e obrigaram. Quando estava brigando, ela tanto lutou que bateu a cabeça na borda da banheira e teve uma concussão cerebral. Aí ficou boa a pancada restaurou a saúde e eles notaram que aquela mulher agressiva, nesse momento ela despertou e perguntou: "Aonde está meu marido?" Tava com o juízo do lugar porque até então ela não levava meu marido. Então ficaram admirados. Olha, quer dizer que um golpe na cabeça tanto botava maluco no passado como curava. Então, o golpe cura. Mais tarde na Alemanha, em Berlim, no sanatório psiquiátrico, um psicopata fez uma corda com os lençóis e enforcou-se. Quando ele estava se debatendo, o guarda percebeu, cortou a corda, ele respirou, ficou bom. Então cientistas notaram enforcamento, quando não mata cura. Olha, mais tarde ainda, um outro louco em Zurique soltou da janela do terceiro andar do

percebeu, cortou a corda, ele respirou, ficou bom. Então cientistas notaram enforcamento, quando não mata cura. Olha, mais tarde ainda, um outro louco em Zurique soltou da janela do terceiro andar do sanatório e antes de cair, ele repousou nos fios elétricos e tomou uma alta carga de eletricidade, foi jogado longe, não morreu, ficou bom com eletrochoque. Então os psiquiatras anotaram: "Eetrochoque quando não mata cura". Então, temos aí três fatores, mas todos eles levam a uma causa única, falta de oxigênio cerebral. Esse médico americano percebeu que a insulina e o metrazol, quando aplicados em determinada dose, fazem a desoxigenação cerebral. e começou a aplicar o método e os pacientes deprimidos melhoraram. Entre os pacientes dele, Nigisk, aquele bailarino, ele era psicopata, o maior bailarino do mundo em todos os tempos. Ele dava um salto tríplice. Pois bem, então começaram a aplicar a insulina e o metazol. Porém, como não se sabia qual é a dose, muita gente morreu por excesso e outros morreram por falta. Mas nesse í, o médico holandês percebeu que o cérebro de um esquizofrênico é diferente do cérebro de um epiléptico. Quando morria o epiléptico, ele tirava o cérebro e estudava, pegava o cérebro esquizofrênico e comparava. Então, naquele momento maravilhoso, ele notou que a esquizofrenia curava o estado de epidepsia e a epidepsia evitava a esquizofrenia, quer dizer, uma doença curava a outra. Imagine sair da epitepsia para esquizofrenia é uma vantagem muito grande, né? Muda de remédio. Então, foi aquela maravilha. Chamava-se Stanislaus. O Dr. Stanislaus lançou a moda 1935. A ciência psiquiátrica adotou, mas percebeu que a problemática era mais profunda, que nem todo epiléptico estava isento da esquizofrenia. às vezes era epiléptico e esquizofrênico e ainda tinha outros transtornos, porque tudo dependia da hereditariedade do indivíduo. O estudo profundo levou à mudança de terapêutica. percebeu que o número daqueles que morriam picados pelas cobras era muito grande.

s transtornos, porque tudo dependia da hereditariedade do indivíduo. O estudo profundo levou à mudança de terapêutica. percebeu que o número daqueles que morriam picados pelas cobras era muito grande. Então, tiveram a ideia de mudar o tratamento totalmente e surge o eletrochoque por volta dos anos 40. Eletrochoqueterapia produz o indivíduo a anóxia, a ausência do oxigênio cerebral. E por consequência vem a melhora, o eletrochoque teve seu período, eu conheci de perto o eletrochoque. Nos anos 50, a psiquiatria percebeu que o eletrochoque abalava o sistema nervoso central. Era bom, mas tinha sequela. O doente ficava com várias manias, com toques maníacos. É nesse momento que surge a grande terapêutica dos remédios, faixas negras, dos remédios específicos para o fenômeno esquizofrênico. E os pacientes começaram a curarse. atualidade, a estatística é em cada 100 esquizofrênicos, fazendo a terapêutica através dos produtos específicos para os neurônios cerebrais, 80% recuperam, não ficam absolutamente sadios, porque o absolutamente sadiio é maluco. Qual é o indivíduo que não tem uma maniazinha, né? A gente tem uma maniazinha, desde as manias vícios de linguagem, eu fui ouvido uma vez um orador famoso e fiquei fascinado com o vício de linguagem dele. Ele dizia isso, né? Porque estávamos todos alegres, né? E então fazemos isso, né? Eu digo: "Ah, ele é do grupo, né? Porque tem pessoa que não diz não é nem a revólver". Pode botar o revólver, né? né? Essa palavra não existe, mas agora existe, todo mundo fala, né? Então ela foi criada porque o povo é que faz a língua. E daí houve uma renascença dos tratamentos e ter hoje um pouco de esquizofrenia é até algo elegante. Por exemplo, Newton, aquele que viu a maçã cair e descobriu a lei da gravidade, o gênio, ele tinha uma mania, não podia entrar no quarto porque se entrar se deitava. E certo dia ele foi convidado pelo rei para um jantar. Mais ou menos a 17 horas, ele entrou no quarto para trocar de roupa e quando ele bateu a porta estava pendurado o pijama.

e se entrar se deitava. E certo dia ele foi convidado pelo rei para um jantar. Mais ou menos a 17 horas, ele entrou no quarto para trocar de roupa e quando ele bateu a porta estava pendurado o pijama. Ele disse: "O que é que eu vim fazer aqui?" Ah, pegou o pijama, vestiu, se deitou e deixou o rei esperando. Era uma mania, todos nós temos. Eu só não conto a minha, que é para vocês não ficarem observando, mas quem pagar eu conto. Então, todos nós temos uma maniazinha. É tão interessante cada mania que a gente tem até o dia que a gente percebe. Eu tinha uma expressão que era maníaca, era esquizofênica, formidável. Tudo que era ultra bom, eu dizia automaticamente formidável, mas nunca notei. Eu ouço as palestras para corrigir alguns erros, nunca notei. Um amigo meu daqui do centro estava conversando e alguém falou uma coisa fantástica. Ele olhou bem para mim e fez formidável, né? Eu aí percebi, ele estava me advertindo. Ele disse assim: "Você gosta dessa palavra? Ele disse: "Não é que você qualquer coisa é formidável. Nunca mais eu falei: "Nem Jesus descendo a terra para mim não é formidável, é fantástico." Deixa então todos nós temos são chamadas bengalas psicológicas. Todos nós temos. E quando troca de letra terça por terça, malso, eu acho tão bonito. Estamos no mês de malso, né? É uma bofetada no ouvido, mas uma pessoa não nota. Não diga que está errado, porque vai ser seu inimigo. Diga assim: "É em março". E bote o R bem bacana, bem francês. Em março a disse: "Nossa, que diferente! É para você se lembrar que é mar, oceano, não é mal, maldade. Então nós temos nossos problemas psiquiátricos e hoje a psiquiatria passou a aceitado que se chama espiritualidade, porqueung diz que todos temos um conteúdo religioso, que o ser humano é um animal religioso. Portanto, a psicologia já aceita a fé. Se ele é religioso, ele acredita em algo além do corpo, portanto, da imortalidade da alma. Freud deixa em aberto a questão. O notável Victor Frankel assevera a necessidade de um diálogo com a alma do paciente e

eligioso, ele acredita em algo além do corpo, portanto, da imortalidade da alma. Freud deixa em aberto a questão. O notável Victor Frankel assevera a necessidade de um diálogo com a alma do paciente e assim por diante. Hoje é perfeitamente normal o psiquiatra ser também espiritualista. Não quer dizer que ele seja espírita, mas ele acredita na imortalidade da psique, do ser. É uma maravilha. Ninguém morre. Nada se desintegra na física quântica. Tudo é compacto, tem vida, tem unidade, mesmo quando nós não alcançamos. Então ninguém vê onda nenhuma. E nós vivemos no mundo de ondas, desde as ondas re aquelas mais transcendentes do macrocosmo. Então, naquele domingo de manhã, na entrada da sala do hospital de la Bissetre, um jovem médico bate o candudo que traz na mão e olha para o pavilhão que está lá no fundo. Aquele dia ele atravessa todas as salas e vai atender o pavilhão dos loucos, o pavilhão parisiense no qual são colocados transportadores de alienação mental. É fascinante porque ele quando recebeu a função de reitor, ele disse: "Eu aceitarei a reitoria com a condição de tratar dos pacientes de Labsetre. O pavilhão era chamado Labsetre, um pavilhão à parte. E todos disseram: "E o que é que você vai far el? Fazer com eles? Tá. Eu sou médico e se eles não ficarem bols, amá-los, porque são criaturas humanas. Então os médicos deram de ombros e a primeira coisa que ele fez foi visitar o pavilhão. Quando ele entra no pavilhão, púre do dos odores de pessoas que estão ali há 20 anos, simplesmente esquizofrênicos, muitos ficaram bons com o tempo e não saíram porque não recebia nada. Tinha um guarda que tomava conta, tinha outro para limpeza e um policial. Era esta em Paris a condição dos psicopatas de 1793. Ele então entra e vê as celas todas fechadas com cadeados, uma corrente passando pelos cadeados e a chave mestra. Ele chama o guarda e diz ao guarda: "Eu sou o reitor da universidade e veio lhe pedir que destranque aquele cadeado. A partir de hoje ninguém dormirá em cena fechada pelo crime de ser

a chave mestra. Ele chama o guarda e diz ao guarda: "Eu sou o reitor da universidade e veio lhe pedir que destranque aquele cadeado. A partir de hoje ninguém dormirá em cena fechada pelo crime de ser esquizofrênico." Que grandeza de alma, né? Que poder salvar a humanidade um homem. O guarda disse mais. O que é que quer que faça? Que abra. Mas doutor, eles são loucos. Por isso mesmo deveremos abri-las. Se eles fossem sadios, não estariam aqui. Mas, doutor, se eu abrir, eles me matam. É um risco que o senhor vai assumir. O senhor veio trabalhar num hospício, espera encontrar o quê? Pessoas comis de maior. Não. Encontrar louco. No hospício, o que é que tem? louco. Ele disse assim, eu não abro. Ele disse: "Muito bem." Chamou a pessoa que estava com ele, que era um operário, um serralheiro, que estava com uma pasta e um serrote dentro e disse: "Cerre o cadeado". O homem então respondeu: "Mas doutor, como ele disse, tudo é louco. Se esses doentes vierem aqui para o corredor, eles vão nos matar. O senhor é médico, ficará famoso e nós nós somos pessoas que adquirimos o direito de cidadania. Agora eu sou cidadão. Agora eu sou que antes não era nada. Então eu me nego tranquilamente. O médico pediu a chave, abriu a chave mestra, a corrente correu e ele foi a cada cela e começou a abrir. Quando o guarda viu esse ato, encorajou-se e foi do outro lado abrindo. Uma hora depois ou duas ali no corredor estavam os 53 pacientes de labicare atormentados, gritando, fazendo desordem, loucos absolutamente, porém livres-se. As celas imundas nunca foramadas. As unhas de alguns voltavam, se feriam as mãos, os cabelos, verdadeiras malhas de redes intransponíveis. Aí o médico sorria. É notável esta cena quando de repente um paciente grita no corredor, aquele corredor entupido. Ah, o silêncio estranho. Naquele corredor há uma claraboia para o jardim. Aquele homem de idade vai andando, fica embaixo da claraboia, sobe pelo corredor, segura na claraboia, nas travessas de ferro. Tem a impressão que ele vai

uele corredor há uma claraboia para o jardim. Aquele homem de idade vai andando, fica embaixo da claraboia, sobe pelo corredor, segura na claraboia, nas travessas de ferro. Tem a impressão que ele vai fugir, mas é impossível porque a grade é forte. Ele passa a mão no vidro sujo e diz esta frase: "Ó meu Deus, como é lindo um raio de sol! Fazia anos que eu não via um raio de sol e então se solta. Era um paciente que estava preso há 25 anos e que curara nesse período, mas continuava preso porque ele era esquizofrênico. Ainda isso acontece hoje em muitos hospitais. Então, como era natural, o médico disse: "Mas olhou bem para ele, os doentes abriram ala, ele veio andando, chegou junto ao médico, ajoelhou-se e abraçou as pernas do médico e disse: "Muito obrigado, doutor, muito obrigado por me haver salvado." O médico em lágrimas. Aquele papel enrolado era autorização para libertar os pacientes. Olhou para ele e disse: "Sou eu. Quem lhe agradece provar que eu estava certo? Você é o primeiro paciente a quem eu vou conceder a liberdade." E ali pegou o papel e deu-lhe o resultado de cura. Naquele momento nascia a terapêutica para esquizofrenia. Esse médico vai abrir as portas do mundo, porque logo depois a notícia corre. Chegando a Londres, o diretor do sanatório de Londres, na torre de Londres, no rio Tamisan, vai e liberta todos os pacientes do cárcere. Em Roma, o médico diretor liberta todos os pacientes, faz parte da cura de um esquizofrênico, a vida social. Não se deve isolá-lo da sociedade, porque ele cada vez fica pior. Deve se pô-lo em sociedade para ele poder aprender os atos sociáveis e ao mesmo tempo fazer a terapêutica medicamentosa, se for o caso, ou psicológica, se for o caso. este momento histórico para a psiquiatria, demonstrando que não existem pacientes incuráveis, dizia esse mesmo jovem médico que não há doenças, há doentes. A pessoa que se faz doente, que aceita a doença, é o estado psicossomático. Ele tem um problema e ao invés de lutar contra o problema, ele apoia o problema.

ovem médico que não há doenças, há doentes. A pessoa que se faz doente, que aceita a doença, é o estado psicossomático. Ele tem um problema e ao invés de lutar contra o problema, ele apoia o problema. Quanta gente aqui, ah, eu sou desgraçado, eu não dou sorte, não sei o quê. As coisas boas ele não lembra, mas as ruins ele não esquece. Quando as ruins são as melhores coisas da nossa vida. Como é que nós aprendemos a andar caindo? Como aprendemos a falar errando. Como aprendemos a ter uma ética cometendo erros. O que é a aprendizagem na pedagogia do ensino? Primeiro, a questão intelectiva através da audição, através da visão, nós vamos olhando e passamos a distinguir o que é considerado normal do que é considerado anormal. Então, aprendemos pelos erros. Daí o indivíduo ter um transtorno e ficar bom, é tão natural como ter uma gripe. Já viram que nada é tão ruim como a gripe no começo? Meu Deus, a gente não respira, não faz nada. Eu fico em bom da minha asma há 80 anos e até hoje eu tenho a tossezinha que é o efeito dos brônquios que foram afetados pelo meu espírito reencarnado que era devedor. E por quê? Porque numa encarnação anterior eu suicidei-me afogando-me nas águas de um rio. Então até hoje eu tenho horror a água, mas tomo banho. Uma gripe para eu curar é um fenômeno. Mas se eu não me incomodo porque tenho a mente e a pessoa doece da mente. Então eu digo, não estou doente, eu estou com consequências. E a melhor maneira de se libertar da consequência, é enfrentar. Muita gente não pode sonhar com boi porque dá asa, né? Ignorância, tese da ignorância. Alibido desenhou algo desagradável e a pessoa se sente ofendida do todo e passa a ter esse pavor do animal feroz que vai atacar. E ele se torna um sonho recorrente porque não é do cérebro, está no espírito dele. Então o que fazer? Toda vez que tiver o sonho com o boi correndo atrás e o boi vai pegar na hora que a gente acorda, no próximo sonho colabore. Quando deitar, diga assim: "Se o boi me aparecer, eu vou dizer: "Senhora, você quer ir à

tiver o sonho com o boi correndo atrás e o boi vai pegar na hora que a gente acorda, no próximo sonho colabore. Quando deitar, diga assim: "Se o boi me aparecer, eu vou dizer: "Senhora, você quer ir à Sevilha para nós fazermos uma tourada?" Levar da Zombaria. E se ele aparecer no sonho, nosso inconsciente deve dizer: "Não, isso é um sonho. É enfrentar, porque é uma imagem do inconsciente, não é uma realidade. E o sonho desaparece, porque desaparece o trauma psíquico que gerou o medo do boi e ficou fixado. Toda vez que tem qualquer coisa errada, o bo está ali para fazer justiça. Mas o que a ciência descobriu é que dos fenômenos de natureza psiquiátrica, o ser, que é o espírito imortal, desvela-se de suas vidas passadas. E nem toda esquizofrenia, nem toda histeria, nem toda eia, nem toda é de natureza orgânica, um grande número de natureza espiritual. A isso chamamos obsessão. Na língua portuguesa, obsessão é tudo aquilo que se fixa e se torna uma ideia repetitiva. No capítulo 23 do livro dos médiuns, Allan Kardec aborda as obsessões. A maioria de nós tem esse gatilho que é uma lembrança dos nossos erros passados que nós trouxemos. Eu trouxe a herança do suicídio. O corpo me marcou com o efeito de uma morte através do afogamento. Outros tm isso, tem aquilo. Tem inclusive o câncer. Porque o seu espírito marca do pé de espírito débito e o pé de espírito projeta no corpo e o corpo produz a degenerescência cancerígena. Então a terapêutica médica é valiosíssima, mas em alguns casos não é única, porque o indivíduo é devedor perante as leis de Deus. Ele deve trabalhar pelo bem. para que o bem anule o mal que ele fez. Então, anulando o mal que ele fez, desaparece a causa do remorço do conflito inconsciente. Desaparecendo a causa, a parte do perespírito que está dilacerado permanece e se refaz. E o indivíduo vai deitar mal quanta gente mal. Depois levanta no dia seguinte maravilhosamente bem. Eu conheço um dos casos mais impressionantes de um amigo deputado federal do Paraná,

ece e se refaz. E o indivíduo vai deitar mal quanta gente mal. Depois levanta no dia seguinte maravilhosamente bem. Eu conheço um dos casos mais impressionantes de um amigo deputado federal do Paraná, que estava em Brasília para visitar seu irmão, que estava no hospital de Sara com um câncer ócio e então estava para ser transportado, mas ele piorou tanto que os médicos esperaram que ele falecesse. Então, seu irmão veio de Curitiba. Acompanhá-lo, despediu-se ele num estado desesperador. O irmão se despediu chorando, sabendo que naquela noite ele partiria. Quando o deputado sai do hospital e vai pegar o carro, foi atropelado e morreu. E o paciente quando soube que o irmão tinha sido acidentado, teve um choque tão grande que contribuiu para a reção do câncer e se reabilitou. está vivo até hoje. Um dos maiores cancerologistas americanos, Dr. Borne Sigel, da Universidade de Iel, fala muito uma coisa interessante, nós quando falamos câncer, pronto, já aborreu. Não, não é assim não. Número de pacientes curados é tão grande que a gente não tem ideia, mas ninguém faz estatística de cura, só faz de morte. E então há muito mais curados, desde quando a doença é percebida e tratada convenientemente. Até aqueles muito graves. Um dos que mais me interessou desse médico, que eu tenho a honra de conhecer, e fizemos um seminário junto em I, nos Estados Unidos, é que ele recebeu um paciente, um homem de 84 anos, com câncer de estômago. A filha deste homem era enfermeira dele, disse: "Ah, doutor, meu avô é a pessoa mais teimosa que o senhor imaginou. a gente deve operar, é a opinião geral, mas é irreversível porque já tem metástase e ele está muito velho. O médico diz: "Mas vamos tentar". Tentaram. O paciente foi levado à cirurgia e com 5 dias teve alta, mas não voltou para saber qual a terapia que devia fazer. químio ou rádio ou uma terapia psicológica. E nunca mais o médico ouviu a sobrinha dele e dizia: "Vovô ainda está vivo". Certo dia, o médico estava na igreja, que ele é protestante,

a que devia fazer. químio ou rádio ou uma terapia psicológica. E nunca mais o médico ouviu a sobrinha dele e dizia: "Vovô ainda está vivo". Certo dia, o médico estava na igreja, que ele é protestante, quando veio o paciente corado com 88 anos sorrindo, o médico disse: "Mas você está conhecitado? Tá tomando algum remédio?" Não, senhor. Doutor, eu estou em dívida com o senhor. Eu fiquei tão contente depois da operação que nem fui agradecer ao senhor. Saí. Agora estou com tormento na minha mente. Eu não perguntei ao senhor o que é que eu podia comer. O médico disse: "O quê?" É, eu não perguntei. Ele disse: "Mas você está comendo há 6 anos?" Ele é, mas será nada disso me faz mal? Ele disse: "Não, pode comer até brasa que seu estômago é uma fornalha". Ele disse: "Muito obrigado". A partir dali, ele começou a sentir dores no estômago, porque veio a lembrança, veio a psicose da doença, veio e ele morreu com 90. Eu já passei, tô com 96. O câncer pode chegar aí eu digo assim: "Já passei, já passei dessa fase, eu sou agora da fase, o que é que ele tem? Tá morre, mas não morre. pé lá pé cá e eu desfrutando. Então, para ver, a questão psíquica na doença tem muita importância e a questão espiritual nos transtornos de natureza psicológica, na ansiedade, porque eu queria chegar a ansiedade, demorei um pouquinho, não foi? Então, a ansiedade, toda vez que tivermos a ansiedade, digamos assim, ninguém morre de ansiedade. Maltrata as pessoas que estão perto, porque o ansioso não fica quieto. Eu tenho um filho que é excelente, é impressionante. Mas eu não convivia muito com ele. Eu fiquei velho e Mário colocou meu filho para tomar conta de mim. Veja que inversão. Em vez de colocar assim uma, como é que chama? Uma velhota que toma conta da gente. É mais uma velhota mais ou menos velha, né? Mais mais para jovem. Perdiu a meu filho e ele é extraordinário. Ele toma conta de mim. Eu fico deitado e diz assim: "Tio, eu estou aqui na sala, viu?" Eu digo, "Meu filho, se você morrer e se eu morrer, quando você vier

. Perdiu a meu filho e ele é extraordinário. Ele toma conta de mim. Eu fico deitado e diz assim: "Tio, eu estou aqui na sala, viu?" Eu digo, "Meu filho, se você morrer e se eu morrer, quando você vier já estou morto?" Não, o senhor me chama. Então, na hora que a coisa apertar, o senhor grita: "Fulano, estou indo. Eu tô aqui na da sala outra vez eu digo assim: "Sente um pouquinho, meu filho." Ele senta. Ah, pera aí que eu vou ali e volto já. 3 horas depois ele: "Tudo bem?" Eu digo: "Tudo bem, graças a Deus". Então, aí no domingo passado eu estava ótimo, mas como eu tive um problema numa perna aí e um médico me deu uma injeção maravilhosa que me amputou um dos dedos, eu fiquei com problema na perna graças à ética do médico, que aliás ficamos amigos da mesma forma. Não me incomodei porque tá no meu carro para puxar da perna. Eu acho tão chique puxar da perna, né? Muito bem. Então eu estava no quarto, meu filho tinha ido, eu volto já e desencarnou. Então eu fui pegado uma caixinha assim em pé, peguei a caixa e quando eu virei um pé disse para o outro, vamos derrubar ele me derrubou. Aí eu senti aquela coisa e disse: "Ai, meu Deus, eu estou caindo". E aí eu mesmo achei graça. Ai cuidado com a cabeça, porque o que mata velho é queda. São três coisas. Queda número um. Quem tem aqui mais de 70 vai ajeitando o pé. Primeira queda é tentativa. Segunda queda, promessa de paralisia. Se for mulher, dá uma sorte. É problema ósseo da cadeira. Aí já fica usando aparelho, tá aí há tantos dias dá deus. Aí vá com Deus, de qualquer jeito, tu vai com Deus. E então eu me vi cair e disse: "Vou bater a cabeça e a cabeça não pode." E aí botei a mão na orelha para não bater a cabeça do chão, porque eu me lembrei do centro de blocar. Eu digo: "Bate aí o bloc bloca a cabeça, eu estou acabado". E segurei no ar. Então foi uma queda artística, ninguém viu. Então as tias que moram conosco, mas de volta porque você não chamou? Eu disse porque Deus não avisou que eu ia cair, né? [risadas] E mas foi já é a 12ª.

r. Então foi uma queda artística, ninguém viu. Então as tias que moram conosco, mas de volta porque você não chamou? Eu disse porque Deus não avisou que eu ia cair, né? [risadas] E mas foi já é a 12ª. Eu acho formidável. Vocês já tiveram a sensação de voar? É assim, a gente vai voando e procura em que pegar nada. Então aí de casa prum, eu bato prum e espero para ver se não teve qualquer derrame lá dentro. Na minha primeira queda, que eu era saudável, foi no banheiro, eu caí e então eu fiz o teste para ver se quebrei algum osso. Puxei o osso para lá, para cá, os ossos ótimos. Disse: "Agora vamos ver se houve alguma hemorragia interna. Veja que é muita maluquí, né?" Aí eu levantei devagar, nada, nada. Quando eu vi que estava bem, abre bem a torneira e ri meia hora. Aí fui cuidar dos efeitos da queda e as pessoas perguntar o que foi, Divaldo? Uma queda. Cuidado, hein? A gente cai, não é por falta de cuidado, não. É porque tá no karma, porque quem é que gosta de uma queda? E um outro detalhe, graças a Deus, minhas quedas nunca tiveram uma testemunha. Aliás, teve uma. Porque o pior da queda é a pessoa olhando pra gente. A gente levanta, se não tiver ninguém, a gente diz umas palavras sonoras, né? Mas se tiver alguém fazer quase se desculpando, eu est, olha que elegante, eu estava em Nápolis e tinha feito uma excursão pelas cinco cidades e saindo eu fui ao lavabo. O sol muito forte, a escuridão. Na hora da saída o lavabo fica baixo do nível da rua. Eu não calculei bem a escada e então não contei o último degrau. E quando eu levantei o pé que batia assim pá, aí eu voei, voei. Mas que coisa linda. Eu olhei o povo, eu voando. Aí dei uma raspada no asfalto, calça, joelho, cotovelo, tudo que tinha junta achou de juntar. E os meus amigos estavam me esperando. Quando eles me viram fazer aquele voo, eles assim, ele caiu. Meus irmãos, eu tenho temperamento muito original porque naquele momento que eu estava assim no chão, bati a cabeça que eu fui na zona infernal e voltei. Aí chegou um homem e eu não sei o que me

caiu. Meus irmãos, eu tenho temperamento muito original porque naquele momento que eu estava assim no chão, bati a cabeça que eu fui na zona infernal e voltei. Aí chegou um homem e eu não sei o que me deu na cabeça. Eu olhei para ele, era um japonês, tinha as vacas. [risadas] Eu fiz assim: "Ah, gatou". I speaking dis. Olha, é muita loucura. O que é que eu tenho para falar inglês com o japonês? Resultado, rasgou a calça porque asfalto. Ah, lá ficou aquela rachadura dia. E eu não podia demonstrar meus amigos, né? E eu rindo. Tá dando de volta. Não. E qu fomos para o hotel, vamos ao jantar. Eu digo, não fui fazer curativo das coisas, porque a vida é uma bênção que Deus coloca diante de nós para a saúde integral. E a saúde integral é a alegria de viver. Nada nos entorpeça os sentimentos. Nós somos o que fizermos de nós. Não foi fulano, beltrano que me atormentaram. Eu é que me atormento com o que o povo disse. Então, eu estou no mundo, não é para sofrer, é para superar o sofrimento, para bendizer tudo aquilo que me aconteceu. Um dia, Joana de me disse: "Quando o Senhor estiver louvando a Deus e agradecendo, porque eu agradeço todo dia. Muito obrigado, senhor, pelo bem que me aconteceu durante o dia. Joana me disse acrescente outra. Muito obrigada, senhor, pelo mal que não me aconteceu. E eu estava em Londres conversando com uma amiga da Irlanda e era muito simpática. Ela me disser: "Senivaldo, eu tive um problema agora tão grande, agradeço a Deus, porque já teve o problema e superou, não morreu, está lúcida, amanhã vai estar ótima." Ela dis: "Sabe que é mesmo? Eu nunca pensei". E disse para ela, então vamos acrescentar. Muito obrigado pelo bem que me aconteceu no dia de hoje. Muito obrigado pelo mal que me aconteceu. Já aconteceu. Muito obrigado, Senhor, pelo mal que não me aconteceu. Coisa ruim está no esquema e às vezes não acontece porque Deus é misericórdia e os bons espíritos nos poupam das perturbações do mal, dos desafios dos perversos, das dificuldades terrestres.

conteceu. Coisa ruim está no esquema e às vezes não acontece porque Deus é misericórdia e os bons espíritos nos poupam das perturbações do mal, dos desafios dos perversos, das dificuldades terrestres. Então, ansiedade, terapia, a prece, o passe, transmissão de energia para que os centros chakras, cerebral, o cardíaco, o coronário, o sexual, e esses núcleos de força se vitalizem e combatam as vidas microscópicas. negativas e as vibrações perturbadoras. Desta forma, vamos agora tomar o nosso passe. Pedimos aos médiuns para que tomem os seus lugares. Nosso divino amigo, abençoa os companheiros de mediunidade que irão aplicar nos passes. Ajuda-os a canalizar as energias espirituais saudáveis para o nosso programa de saúde. Abençoa-os. e abençoa-nos também aos nossos familiares, as pessoas queridas, a aquelas que fazem parte dos nossos sentimentos afetivos. Senhor, ajuda-nos a lutar contra as forças do mal, em pessoas que nos perseguem, em espíritos que nos aturdem. Ajuda-nos a trabalhar no bem em favor da humanidade melhor. Também te pedimos em favor da nossa casa, para que permaneça um núcleo de bênçãos para os sofredores e enfermos. Também te pedimos e favor daqueles enfermos irrecuperáveis, para que tenham conforto moral e espiritual nas suas dores. Pelos obsidiados. A fim de veremse livres de perturbação. Nós te pedimos em favor de todos os que se dedicam ao bem, sofrem pejúrio, animosidade, incompreensão, mas estão construindo uma uma civilização melhor. Abençoa a nossa água, que ela sirva. para atender a nossa saúde física e mental. Por fim, pela paz, nossa paz interior, pela paz em nosso lar, pela paz no Brasil, pela paz no mundo tão agitado. Paz, et bene. Como dizia São Francisco, paz e bem. Permite que em nome de Deus, de Maria Santíssima e dos Espíritos bons, em Teu nome, possamos encerrar a nossa reunião com paz para todos nós. Está encerrada a nossa reunião.

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