📺 A questão do gênero em múltiplas reencarnações | Leonardo Machado
Acompanhamos a trajetória do espírito imortal à medida que transcende as limitações biológicas, alternando entre gêneros em sucessivas encarnações para refinar a sensibilidade e a força da alma. Ao examinarmos essas diversas identidades terrenas, elucidamos como a transformação interior exige a vivência de todas as facetas da existência humana, harmonizando, em última instância, as energias masculina e feminina para alcançar a maturidade espiritual. ▶️ Assista ao vídeo completo: https://youtube.com/live/EjxVfDFAqaY 📚 Aprofunde seus estudos: Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine: http://www.espiritismoplay.com 🤝 Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join 🏠 Conheça as Obras Sociais da Mansão do Caminho: http://www.mansaodocaminho.com.br 📖 Adquira livros mediúnicos de Divaldo Franco: http://www.livrarialeal.com.br 📱 Siga a Mansão do Caminho nas redes sociais: Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho ✨ Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital. Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com #Espiritismo #DivaldoFranco #MansaoDoCaminho #JoannadeAngelis #Reencarnação #Autoconhecimento #Espiritualidade
De alguma forma, quando estamos numa indumentária masculina, nós experienciamos algumas alguns desafios que são vinculados a algum nível de biologia que às vezes nós nos esquecemos que existe, mas nós estamos vinculados a uma matéria. E essa matéria ela impõe alguns desafios, algumas restrições, alguns impulsos. E acho interessante numa biografia que li, de uma mulher que foi a primeira dama de um presidente muito famoso, de uma nação muito rica. E ela então falava dessa, de certa forma, competição que as pessoas muitas vezes geram entre os gêneros, né? E ela então começou a pensar sobre o valor da maternidade e pensou assim com ela: "Eh, meu esposo, por mais que seja o presidente, nunca vai sentir os nossos filhos no ventre como eu senti". Eu achei interessante aquela fala dela, porque ela lhe deu um cheque mate no sentido assim: "Olha, você tem uma importância, o espaço foi lhe dado, mas eu tenho um espaço fantástico que a própria biologia me entrega, pra própria biologia me passa". Eu poucas vezes tinha pensado nisso, nessa experiência que o materno pode dar, que é tão visceral para esse espírito que está encarnado nessa perspectiva. Um outro ponto que me parece do ponto de vista de aprendizado tem a ver com o que a Dra. Joana, a benfeitora Joana de Angeles, nos fala, nos relembrando alguns aspectos psicológicos. Nós temos um desafio de nos desidentificar com o ego. Na perspectiva da psicologia espírita, o ego tem a ver com a materialidade. E é interessante que Sigmund Freud quando vai propor a sua teoria, ele vai dizer que a formação do nosso ego começa com o nosso corpo, com a nossa biologia. Então, quando existe o carinho do corpo da criança, está ali formando-se também a diferenciação do que ele é para o que é o mundo. Porque quando a criança é muito pequena, por exemplo, e ela sofre uma queda, me lembro de um exemplo prático, era uma criança muito pegada à mãe e quando se falava para ela apontar o nariz dela, ela apontava o nariz da mãe. É tão embrincado essa relação que nós
ofre uma queda, me lembro de um exemplo prático, era uma criança muito pegada à mãe e quando se falava para ela apontar o nariz dela, ela apontava o nariz da mãe. É tão embrincado essa relação que nós vamos nos separando do mundo. E a gente chama isso de consciência do eu do ponto de vista psicopatológico, do ponto de vista biológico. A consciência do eu vai sendo formada a partir dessa materialidade. Então, o ego tem uma importância na nossa evolução, mas nós temos um lado a mais, que é o nosso ser espiritual, que nós identificamos com o nome de self na perspectiva da benfeitora Joana de Angeles, quando identifico o self com o linguajar do espírito. E para podermos construir um novo si, ou seja, um vir a ser, um si mesmo, nós temos que aprender a nos desidentificar com a materialidade. Então, de alguma forma, essa possibilidade de nós reencarnarmos em diversos contextos culturais e em diversos contextos biológicos é também um exercício prático, porque ninguém evolui só no mundo espiritual. A evolução precisa para acontecerse também da reencarnação. É uma exercício ou um convite para desidentificação do ego, para podermos nos identificar com a nossa essência espiritual. E por fim, gostaria de levantar a questão cultural ao longo do tempo, né? Ao longo da nossa história, não quero dizer que deveria ter sido assim, mas quero dizer que foi assim. O masculino sempre teve muita abertura para o exercício do poder e o exercício da sexualidade, enquanto o feminino sempre teve muito, muitas portas fechadas para o poder e também para o exercício da sexualidade. Então, de alguma maneira, a grande o grande convite de reencarnar nesse polo masculino ao longo das últimas reencarnações é o convite de aprendermos a ter contenção com propósito. Contenção sem propósito, pode ser repressão, pode ser recalque, pode ser uma série de conceitos que a psicologia e a psiquiatria dá, mas contenção com propósito se transforma em responsabilidade, em poder usar bem o poder, usar bem a liberdade que se tem
recalque, pode ser uma série de conceitos que a psicologia e a psiquiatria dá, mas contenção com propósito se transforma em responsabilidade, em poder usar bem o poder, usar bem a liberdade que se tem para construção de um vir a ser melhor. E ao mesmo tempo, aqueles espíritos que reencarnaram no feminino tiveram muitas vezes as portas fechadas e precisaram desenvolver uma outra liberdade que não fosse a liberdade no corpo, mas a liberdade espiritual. E a liberdade espiritual nós só conseguimos construir com a coisa chamada resignação. E resignação não é acomodação. Para o Evangelho Segundo o Espiritismo, está muito claro, resignação é uma força ativa. Então, os espíritos que aproveitaram essas reencarnações do passado, em que o masculino era muito aberto e conseguiram a aprender a usar essa abertura, conseguiram também aprender essa capacidade de contenção com propósito que virou uma responsabilidade espiritual. E os espíritos que reencarnaram muitas vezes no feminino e que tiveram as portas fechadas, mas não se revoltaram do ponto de vista da rebeldia interior e tiveram a resignação ativa, estão em um patamar espiritual como a nossa benfeitora Joana de Angeles está um verdadeiro anjo que com seu toque de feminilidade bem construída conseguiu transformar tantas existências e não digo só através dessa obra Mansão do Caminho, mas digo também ao longo da sua trajetória espiritual, que é um grande exemplo de um espírito que teve muitas reencarnações no feminino, com muitas portas fechadas, mas que soube adquirir a principal liberdade, que é a liberdade de poder, a liberdade do espírito. Co?
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