Jesus e Saúde Mental | #150 - Episódios Diários — O sexo
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ла >> Olá, é um prazer nós estarmos mais uma vez juntos pela TV Mansão do Caminho. Queria convidá-lo para compartilhar não só esse programa, mas os programas que você acha bom, o programa que você se simpatizar, o programa que você se sentir mais à vontade. A TV da Manção do Caminho tem uma grade de programas sobre espiritismo bastante ampliada. Além disso, uma série de palestras, os momentos evangélicos, você também pode compartilhar, porque essa esse compartilhamento vai fazendo com que mais pessoas acessem esse conteúdo e o canal também vai crescendo, etc. E tudo isso se volta para a própria manutenção da mansão do caminho. Aproveito também para fazer um segundo aviso. Estou aqui tentando combinar horários pra gente gravar programas com o nosso Sérgio Lopes e a nossa Ana Teresa Camasmi. A dificuldade é encontrar as agendas, por isso que poucas vezes nos últimos tempos eles estão aqui conosco. mas tão breve a gente consiga conciliar as agendas, a gente vai ter aqui mais uma vez a participação dos dois, a participação também de outros colegas que a gente vai tentar ir trazendo para ampliar a nossa percepção. Hoje vamos falar de uma mensagem do livro Episódios Diários, que fala em torno do sexo. A mensagem é o sexo. E vamos tentar então ampliar essa percepção nessa temática que sempre é muito difícil porque fala das nossas entranhas, do nosso passado espiritual e às vezes também do nosso presente material. Por isso que convido você para nesse terceiro momento inicial abrir as portas do coração, as portas da intuição para podermos pensar: "Mestre, amigo de todas as horas, ilumina esse momento de hoje, a fim de que o entendimento possa chegar aos nossos corações e aos nossos pensamentos, para que possamos ampliar a nossa visão. em torno desta temática que tanto aprisiona, mas também pode ser um caminho de libertação. Essa sexualidade que é força, que é vida e que é sobretudo criatividade de um processo novo em nossa existência, nos ilumina protegendo todos aqueles que
mas também pode ser um caminho de libertação. Essa sexualidade que é força, que é vida e que é sobretudo criatividade de um processo novo em nossa existência, nos ilumina protegendo todos aqueles que estão escutando hoje, agora e amanhã, depois, a partir da internet. Que nós possamos ficar em paz e que assim seja. Muito bem, a mensagem é a 43. O sexo, o livro Episódios Diários de Valdo Franco pelo espírito Joana de Angeles. Em face da vulgarização das falsas necessidades sexuais, aturdites perdendo o rumo do comportamento. pelos vi se apresentam nos veículos de comunicação de massa e os comentários descem a expressões chulas regadas de baixezas, fazendo do sexo um instrumento de servilismo que o leva à situação mais grotesca do que a animal de onde procede. Até certo modo, é compreensível a moderna reação cultural a esse respeito como consequência dos séculos de ignorância e proibição. Todavia, substituir-lhes a função precípoa pela malversação danosa é lamentável para o próprio homem. Olha que frase boa. O sexo é para a vida e não esta para aquele. Ou seja, o sexo é para a vida e não a vida é para o sexo. Diante das atitudes insensatas e as conotações servis a que está levada a função genésica, dirige-a tu com equilíbrio, a fim de que o seu desregramento não te conduza à alucinação. O sexo foi colocado abaixo do cérebro para ser por este conduzido. Conduze-o com equilíbrio a fim de que não derrapes numa soguidão que enlouquece sem resolver o problema. conduzir a energia sexual com equilíbrio, a fim de que nós não nos derrapemos, ou seja, não caiamos na sofreguidão que enlouquece, ou seja, na insaciabilidade. Ficar sempre insaciável, porque isso não resolve o problema. Quanto mais se tem, mais se quer, porque isso não consegue preencher. Nesse sentido, esses insites mentais, né? O sexo é feito para a vida e não a vida para o sexo. O sexo foi colocado embaixo do cérebro para ser conduzido pelo indivíduo. Porém, nós temos ficado com uma série de clichês mentais. E esses clichês mentais, eles
para a vida e não a vida para o sexo. O sexo foi colocado embaixo do cérebro para ser conduzido pelo indivíduo. Porém, nós temos ficado com uma série de clichês mentais. E esses clichês mentais, eles vêm muito através de músicas, de imagens que acabam misturando as nossas cabeças nos diversos conceitos. E por isso que ele vai, ela vai dizer, de certa forma, é até natural essa abertura que encontramos hoje em torno da sexualidade é até natural. Por quê? porque vem como uma reação, a repressão de tantos séculos, especialmente quando a gente pensa no sexo biológico feminino. Em geral, o homem, né, o homem ao longo da história, ele teve muito mais abertura. E não é à toa também que muitos dos que estagiaram em reencarnações masculinas tiveram também muitas quedas nessa área ao longo do tempo. E as quedas nessa área ao longo do tempo, através do donanismo, através das diversas conquistas, acabaram também trazendo pro próprio ser consequências perespirituais que foram eh ou já foram ou serão transbordadas em expiações, em adoecimentos muito graves, muitas vezes adoecimentos que afetam a biologia da pele como um todo e a biologia do sistema nervoso central também. Não é à toa que você vai ver algumas doenças, por exemplo, como sífiles, que diretamente é vinculada à sexualidade eh degrada, né? Não que só possa ser transmitida dessa forma, mas é basicamente a partir de uma maneira mais eh promíscua e pornográfica de utilizar a sexualidade. Então, de certa forma, perceba que na história natural, aqueles que não sabem, existem alguns tipos de lesões sifilítricas e ela pega às vezes um a pele, né, a manifestação até o sistema nervoso central. Se a gente pensa em mal de ransen, ranseníase, a gente também vai perceber as manifestações no sistema nervoso e na pele. E também a ranceníase transmitida muito pelo contato íntimo. Então não é uma DST, mas é transmitida pelo contato íntimo. Por isso que a gente vai vendo nos dias de hoje a a na medida direta que essa eh repressão, digamos assim,
mitida muito pelo contato íntimo. Então não é uma DST, mas é transmitida pelo contato íntimo. Por isso que a gente vai vendo nos dias de hoje a a na medida direta que essa eh repressão, digamos assim, foi vencida, porque realmente a gente não tem mais a época da repressão sexual. Nós temos a época da liberação sexual para todos os gostos, todos os tipos. Então, na medida que acontece essa liberação sexual, a gente também, quanto médico tem visto o aumento de algumas doenças que pareciam meio que eh assim meio que controladas ou diminuídas. A rancianias, e uma delas tem aumentado no mundo todo, inclusive no Brasil. A sífiles também, que é uma coisa que nunca mais acontecia, era a chamada neurocífiles, a chamada manifestação psiquiátrica da sífiles. Dificilmente acontecia, mas tá começando a acontecer um pouco mais. Então são manifestações, né, de uma maneira atrapalhada de nós lidarmos com a sexualidade. Então é natural que depois da repressão venha um movimento de liberação, mas é natural também que a gente entenda que a liberação traz consequências. E é interessante perceber que não é porque culturalmente está sendo aceita uma conduta que essa conduta não traga consequências. Aqueles que conhecem um pouco da minha história, está visível num livro, né, em um livro chamado Sublime expiação, toda a consequência que o meu ser sofreu, né, especialmente numa última existência a partir da lepra, que tem consequência direta do mau uso da sexualidade, mau uso da inteligência e mau uso do poder. Isso trazendo, portanto, uma consequência de quase 500 anos depois, porque às vezes a encrenca fica encapsulada no no perespírito. teve consequências, né, depois ali dessa existência de 1500, eh, abortamento, veja só, uma 1500, uma vida mal vivida, uma existência mal vivida, utilizando a sexualidade, o poder, a inteligência para uma perversidade. Não foi sempre. A vida começou até, digamos assim, tranquila, dedicada aos estudos, dedicada ao Alaú, que é o dedicada à arte, né, da esgrima,
xualidade, o poder, a inteligência para uma perversidade. Não foi sempre. A vida começou até, digamos assim, tranquila, dedicada aos estudos, dedicada ao Alaú, que é o dedicada à arte, né, da esgrima, tudo tranquilo. Mas chega o momento em que ali naquela existência, em 1500, mais ou menos, 1490, 1500, na Itália, o os essa personalidade que foi leva uma eh acaba se perdendo, né, na própria beleza, na própria inteligência. A beleza ainda é uma forma de poder, né? A beleza ainda é uma forma de abrir espaços e a inteligência também e a sexualidade também. Então, veja como às vezes tudo se mistura e às vezes as pessoas não conseguem lidar bem com esses espaços abertos. Foi o que aconteceu com essa personalidade que tive nesse momento. Posteriormente, veja a consequência no mundo espiritual, mais uns 200 anos ali no umbral, né, no mundo espiritual, perturbado, obsediado pelos pelas antigas vítimas, eh, sem conseguir reencarnar, com abortamentos espontâneos. Aí depois tem uma reencarnação quase 200 anos depois, muito curta, complementando, porque nessa existência eu acabo acabando, eu não, essa personalidade que fui acabou tirando a própria existência, né, de não conseguindo aguentar as consequências da própria vida vazia, porque uma vida que não consegue estar conectada com Jesus de uma forma mais profunda é uma vida vazia. E paradoxalmente tudo isso acontece na corte papal do Papa Borria, né, no do Parpa Borria, Alejandro Borria e o seu filho César Borgia. Então, eh, depois uma outra existência que não tá narrada no livro também muito difícil, numa realeza, né, em que não cheguei a ser de uma atingi um título mesmo, porque aconteceram revoluções no país, etc. E é interessante porque eu tenho uma marca de nascença hipocrômica nesse lado do peito e eu pensava que tinha a ver com a vida da lepra, mas não, tem a ver com esse momento da realeza. anterior, de muito sofrimento, eh, em que morrer também muito jovenzinho, muito, muita criança. Bem, depois uma vida bem vivida, né? Essa vida foi bem vivida,
o, tem a ver com esse momento da realeza. anterior, de muito sofrimento, eh, em que morrer também muito jovenzinho, muito, muita criança. Bem, depois uma vida bem vivida, né? Essa vida foi bem vivida, porque toda a vida vivida com expiação, tirando essa de 500, as outras, de certa forma foram uma consequência boa até, né? Por você reencarna com uma chamada idiotia, né? Ou seja, uma deficiência intelectual grave com uma deficiência física grave. Isso já é um processo de libertação, iniciando a possibilidade de reencarnar, porque veja, antes eram abortamentos espontâneos. A possibilidade de reencarnar já é uma uma início de uma libertação. Depois uma vida bem vivida, porque curta, não fiz mal para ninguém, sofri muito no final das contas, né? Eh, não deixa de ser uma vida bem vivida, porque quando a gente não faz o mal pro outro, tá resgatando as coisas que a gente fez no passado, a gente tá conseguindo conquistar mudanças. Isso então limpou, digamos, de certa forma uma grande parte do meu pré-espírito e me possibilitou uma reencarnação bastante proveitosa, longeva, né, em que desencarnei com bastante idade, né, pensando especialmente na época também não tá isso descrito no livro, mas desencanei com bastante idade numa época e pude dedicar toda a minha energia ou quase toda, né, muito dela para tentar desvendar dar os segredos do espírito e me convencer a mim mesmo numa perspectiva científica que sempre tive, especialmente nesse momento aí. Eh, mas não acabei no final da existência morrendo com uma parte do corpo paralisada. Veja que coisa, provavelmente por algum tipo de acidente vascular encefálico numa época que era muito tacanha ali a a medicina ainda e com uma cegueira, mas exitoso. Mesmo assim a expiação maior ainda precisava ser passada. Então, essas encrencas perespirituais encapsuladas, que a gente pode chamar em espanhol enquistada, é como se fosse encapsulada. Isso acontece na medicina. Tem vezes um tumor que fica encapsulado e só se manifesta tempo depois. Às vezes uma
capsuladas, que a gente pode chamar em espanhol enquistada, é como se fosse encapsulada. Isso acontece na medicina. Tem vezes um tumor que fica encapsulado e só se manifesta tempo depois. Às vezes uma infecção de tuberculose fica ali enquistada, né, encapsulada. Então isso pode acontecer. é o que acontece às vezes no nosso perespírito. A misericórdia de Deus possibilita esse encapsulamento para que só possa surgir a possibilidade da expiação tempos depois. Eh, tempos depois, quando a gente já tem a capacidade de ter maior resignação. Então, com resignação, né, a conquista da de uma resignação maior, de uma paciência, de uma fé provada, né? Porque é muito fácil ter fé no gabinete, uma fé na teoria, a fé provada é um pouco mais difícil. Então, mas por que eu tô querendo dizer isso? Porque às vezes a gente escuta umas coisas assim até de pessoas espíritas, né? Porque se não for espírita, tudo bem, mas sendo espírita não cabe algumas interpretações. Então, nessa época de 1500, uma pessoa contemporânea foi Nicoléu Maquiavel, que esteve na corte também, como eu estive na mesma corte. E o Maquiavel é, um filósofo, né, político, ele escreve o príncipe. Eu acho muito interessante porque eu com 13 anos de idade, 12, tava lendo o príncipe com interesse danado, né, como se conhecesse ali o conteúdo. Por quê? Porque o Maquiavel narra sobretudo a vida do César Borja como um exemplo e todo mundo conhece. O resumo do livro é os fins justificam os meios. E achei muito interessante porque alguém que me dizia assim uma vez espírita falou assim: "Ah, mas olha, Maquiavel tem que ser relido porque hoje em dia a gente faz releitura de tudo e basicamente toda perturbação virou tranquilidade, né? Então Maquiavel tem que ser relido porque ele era um homem da época dele, beleza? Um homem da época, mas não é porque é um homem da época que não vai sofrer as consequências da época, meu amigo. A lei de Deus é única. Tem os atenuantes, mas também tem os agravantes, porque tanto, digamos assim, a minha personalidade na
um homem da época que não vai sofrer as consequências da época, meu amigo. A lei de Deus é única. Tem os atenuantes, mas também tem os agravantes, porque tanto, digamos assim, a minha personalidade na época tinha inteligência, tinha acesso ao que era possível de ter inteligência, não o que temos hoje, porque são 500 anos depois, tem muito mais acesso, muito mais conhecimento na terra, né? Mas não era uma pessoa com a uma limitação. Então, Maquel também não e o César Border também não. Então, não é porque é um homem da sua época que não vai sofrer as sofrer as consequências, porque vai sofrer as consequências da época. Então, vai ficar numa evolução muito assim horizontal, horizontal, sempre com essa desculpa. Ah, eu sou um homem da época. Mas se a gente for o homem da época, nós vamos evoluir de forma muito devagar. Por quê? Porque vamos ficar no que o budismo chama de o ciclo de sansara. São as reencarnações muito horizontais. Por quê? Porque ficamos aí nessa desculpa. Então não é que o Maquiavel não sofreu com lógico, porque tudo que eu faço tem uma consequência. Então temos que ter muito cuidado, especialmente com nós espíritas, para não ficar se aprendendo: "Ah, não, mas é uma questão cultural, é uma questão da época, beleza?" Mas vai também ter, se essa questão da época fere, se a questão da época fere o código divino, que é atemporal, vai sofrer as consequências maiores ou menores. Não tem como escamotear a verdade. É isso que Joan Dean está dizendo. É natural que aconteça uma liberação excessiva depois de uma repressão excessiva. Mas ela não tá dizendo que esteja certo, que seja correto, que seja bom, que é isso mesmo. Não. Ela está colocando que devemos utilizar o sexo, essa energia sexual a nosso favor para não sofrermos as consequências naturais de um mau uso. E qual é? Eu tô falando questão reencarnatória. Aí vem uma questão obsessiva. A questão obsessiva da autoobsessão que eu sempre coloco para não colocarmos a obsessão como sendo a culpa dos obsessores, mas a
é? Eu tô falando questão reencarnatória. Aí vem uma questão obsessiva. A questão obsessiva da autoobsessão que eu sempre coloco para não colocarmos a obsessão como sendo a culpa dos obsessores, mas a obsessão, uma questão nossa também, né? Ou seja, esse prazer insaciável que a gente não consegue saciar, é a grande porta aberta para a obsessão a partir do prazer. E é uma coisa interessante, o eu acho que eu citei hoje o nosso amigo Sérgio Lopes e ele tem uma colocação muito boa, as obsessões pelo prazer. Muitas obsessões se dão pelo prazer. Essas obsessões pelo prazer, em geral, são as vampirizações. Porque a partir desse prazer que a o espírito obsessor, ele se vincula, tá? Então, do ponto de vista espiritual, a gente tem que entender um outro ponto para entender as obsessões a partir do sexo e da sexualidade, digamos assim, desregrada, né? E dessas liberações, tá? Os os espíritos eles eh utilizam o que a gente chama de ectoplasma. Ectoplasma foi um termo cunhado, criado pelo que se notícia por Charles Richet. Charles Richet, criador da metapsíquica e também prêmio Nobel de fisiologia a partir da descrição da anafilaxia. ele eh a criou o termo ectoplasma. Tudo bem? O que é o ectoplasma? Eh, ele criou porque ele participou de sessões de materialização e nas sessões de materialização, nós temos ali o ectoplasma eh visível saindo do corpo do médium por pelos orifícios nasal, eh, bucal, às vezes pelas orelhas, enfim. E o que que é esse ectoplasma? Quando você tem fotografia, o próprio Divaldo Franco tem fotografias de sessões de materialização que ele que ele próprio foi médium, foi objeto dessas sessões no passado, antes de a a mediunidade ser mais direcionada paraa psicografia e paraa oratória só, né? Especialmente, só não especialmente, a, talvez o ectoplasma seja a camada mais externa da célula. Então, nós temos o citoplasma, tem o núcleo e o citoplasma da célula. A parte mais externa é o ectoplasma. Talvez seja isso, mas é provável também que seja uma questão mais do fluido cósmico,
célula. Então, nós temos o citoplasma, tem o núcleo e o citoplasma da célula. A parte mais externa é o ectoplasma. Talvez seja isso, mas é provável também que seja uma questão mais do fluido cósmico, não só a questão da célula física em si, ou seja, uma mistura dessas duas eh substâncias. E é interessante porque eu vou narrar um fato muito curioso. A Ivone do Maral Pereira, ela conta no seu livro Salvo engano, Devassando o invisível. muito bom, porque tem dois livros, tem vários livros bons dela, mas tem dois livros que são assim, ela contando, né, um pouco, tem recordações da mediunidade e devação do invisível. E eu tenho prtic pr pr pr praticamente certeza que é o devação do invisível que ela conta conversas que ela teve com o Chopan, o espírito Chopan. E o Chopan aparecia para ela na casa dela e eles conversavam. Eh, e naquele momento ela dizia assim: "Quando o Chopan aparecia para mim materializado, mas não era uma materialização que tinha oficialmente esse ectoplasma que eu tô dizendo, que saia a energia do da boca, do nariz, do médium, aquele fluido branco." Então, por que materialização? porque ela teve a oportunidade de ver o Chopan em desdobramento, ou seja, não era na casa dela, foi em desdobramento no mundo, digamos assim, e em coluna, em uma coluna espiritual. E aí ela viu o corpo perespiritual dele, né? Ela chamava assim o corpo astral, corpo sutil, brilhando. Ela tinha, nunca tinha percebido esse brilho quando ele estava materializado. Então, todo fenômeno mediúnico, tô dizendo isso porque todo fenômeno mediúnico é um fenômeno mais ou menos de materialização. Se eu sinto cheiro de flores, eu tô sentindo algum tipo de materialização de uma energia. Se eu vejo algo, eu estou sentindo algum tipo de, eu estou vendo alguma energia. Se eu escuto algo, a materialização de energia, materialização porque há uma condensação para que o meu cérebro, meu corpo possa traduzir. Então, é um conceito ampliado de materialização. E aí eu conversava isso com o tio Divaldo e ele me falou: "Exatamente, meu
porque há uma condensação para que o meu cérebro, meu corpo possa traduzir. Então, é um conceito ampliado de materialização. E aí eu conversava isso com o tio Divaldo e ele me falou: "Exatamente, meu filho, sendo que os obsessores eles não são econômicos com o ectoplasma. Os obsessores são muito desperdiçam o ectoplasma porque eles querem colocar o medo. Por que eles desperdiçam? Porque eles querem eh gerar no nosso corpo sensações muito fortes, quer seja medo, quer seja angústia, quer seja tristeza, quer seja mágoa, que seja raiva, sensações muito fortes. Então, usam o ectoplasma para ferir, ou seja, para sensibilizar o nosso corpo e os nossos nosso cérebro, sobretudo de maneira mais intensa. E os benfeitores não, os benfeitores são econômicos. Então ele dizia: "Nem sempre eu fico vendo o benfeitor com toda eh o corpo. Às vezes é só a fisionomia, a o rosto, às vezes é o cheiro, porque os benfeitores são econômicos. Trata-se de passar uma mensagem e de se fazer presente e não de uma de, digamos assim, de um desperdício de ectoplasma constantemente. Por que que tem isso a ver com sexo? Tudo a ver. Porque as obsessões pelo prazer, as vampirizações que utilizam essas vias da sexualidade degrada usam muito ectoplasma para gerar na pessoa uma sensação física muito intensa. Das mais diversas, que não cabe aqui a descrição, mas eu sugeriria muito a leitura de sexo e obsessão de Filomeno de Miranda para mostrar como os obsessores plasmam. E eles plasmam como? A partir do ectoplasma. E por quê? Porque eles não são econômicos com ectoplasma. Para quê? Para atingir o objetivo, que é o quê? gerar sensações muito fortes. Então, a grande brecha eh do sexo não sendo utilizado pela, ou seja, não sendo controlado pela nossa racionalidade e a nossa racionalidade sendo perturbada com uma série de clichês mentais na atualidade, porque hoje a música gera a visão do sexo, descreve o sexo, né? Então, o compositor, eu acho muito bom. Eu vou compartilhar um vídeo que vi recentemente do colega amigo
clichês mentais na atualidade, porque hoje a música gera a visão do sexo, descreve o sexo, né? Então, o compositor, eu acho muito bom. Eu vou compartilhar um vídeo que vi recentemente do colega amigo pernambucano Nando Cordel. Ele fez um vídeo bem forte, muito muito bem bem posto, falando assim, olha pros pros compositores, falando assim, olha, tudo que a gente faz, a conta chega. A conta chega, meu amigo, mais cedo ou mais tarde, vem a fatura do cartão, tudo que eu faço nessa vida chega. Então a gente não pode o meu da cultura. Então o cara compõe uma música gerando todas só essas sensações de sexualidade. A conta vai chegar também porque faz parte, mas faz parte da cultura. Tudo bem, vai ter atenuante? Claro que tem um atenuante, dependendo de como a pessoa foi criada, do que que ela tinha como referência, porque ela não tem como falar de coisas profundas se ela não tem profundidade. É natural, vai ter atenuante, mas que a conta chega, chega. Por quê? Porque aquilo que eu gerei no outro. Então o Nando Cordel fazia essa essa ressalva que eu acho muito bem posta. O que é que eu vou gerar no outro? Eu me recordo de uma palestra que terminei no interior de do sertão de uma parte do Nordeste. Então, falei sobre, não falei sobre isso basicamente, mas falei sobre essa consequência dos nossos atos. E a a pessoa que passava por um quadro psiquiátrico, eu sou da área, então consigo identificar, ela também tava sendo obsediada, né? E ela veio conversar comigo, falou assim: "Doutor, agora eu entendi, entendi que eu devo publicar os livros que eu tenho, que eu guardei tanto e aí eu percebi a presença do obsessor querendo colocar no entendimento dela da minha palestra. Ela ia sair com uma conferência inteira de um seminário perguntas e respostas que eu respondi as perguntas dela. Ela não falou nada sobre livro, mas ela ia sair pela visão do obsessor de que eu tinha dito que era para ela publicar os livros. Aí eu falei: "Mas como assim os livros? Ah, porque eu escrevi muita coisa, tá
o falou nada sobre livro, mas ela ia sair pela visão do obsessor de que eu tinha dito que era para ela publicar os livros. Aí eu falei: "Mas como assim os livros? Ah, porque eu escrevi muita coisa, tá guardado". Então eu falei, mas deixa eu lhe perguntar, eh, esse livro aqui, aí mostrei para ela, o livro que eu tava escrev dedicando, né, para ela. Esse livro aqui, olha, ficou 7 anos entre a FEB, aceitar e sair pro público. Então, tudo tem um tempo, né? Será que tá no tempo de sair? Será que não tá? A gente tem que observar. Ela não, não. Tô aguardando desde 15 anos. Então eu vi que não era bem o argumento que eu consegui eh trazer o contraponto. Aí eu falei assim: "Vamos ter que ver também o conteúdo, né? Porque tudo que a gente fala, tudo que a gente escreve, por exemplo, hoje você tá me dizendo que saiu bem, que gostou do desse encontro, mas imagina se você tivesse falado muita perturbação, como você também não é sair se sentindo perturbada?" É verdade, doutor, eu me sento me saí sentindo mal. Pois é. Então, tudo que a gente fala, escreve, faz, gera uma repercussão no fluido cósmico universal. Ela era espírita, então entendia, e também na vida das pessoas. E isso fica para nós mesmos. Então, é interessante você perceber qual é o conteúdo. E ela então me falou assim: "Ah, doutor, tô entendendo. Foi o argumento que eu consegui fazer para destravar, porque eu ia falando, ia rezando. Porque se o obsessor faz uma hipnose, eu fiz fazer, tentei fazer uma hipnose ao contrária. Então, às vezes a gente olha paraa fisionomia da pessoa para ver se consegue, digamos assim, desbloquear, né, a a influência obsessiva. Então, como se fosse uma hipnose ao contrário, aí eu ali tocando nela para que ela pudesse, né, se desconectar ali daquela ideia. E ela falou: "Ah, é verdade, doutor". e parece que conseguiu entender realmente porque os livros que eu escrevi muito sobre aí falou a temática de muita perturbação na no aspecto da sexualidade. Coitada, e a escrever influenciado pela doença ali, a publicar
uiu entender realmente porque os livros que eu escrevi muito sobre aí falou a temática de muita perturbação na no aspecto da sexualidade. Coitada, e a escrever influenciado pela doença ali, a publicar foi útil para ela, né? É útil para ela escrever para transbordar, né? A a ação mental em uma ação descrita e não em uma ação comportamental. é ótimo, já é bem melhor, né? Mas não tinha necessidade para ela, ela ia se comprometer mais sem necessidade, com atenuante, com certeza, pela doença, mas depois toda a a vergonha, quantas pessoas já não sei, já não vi, publicou um livro e no final das contas depois era tão íntimo, depois se arrependeu porque tava num momento de perturbação, de adoecimento mental. E os obsessores eles são muito inteligentes. A gente precisa ser muito inteligente também. Quais são as duas principais coisas na sexualidade que eu queria chamar atenção? E eu escrevi aqui para não esquecer, né? Um vej não é um conceito oficial, mas sou eu pensando filosoficamente sobre essas duas palavras, promiscuidade e pornografia. são as duas grandes telas mentais, os dois grandes clichês mentais, as duas grandes liberações da atualidade que geram as perturbações reencarnatórias futuras, as as perturbações íntimas presentes da insaciabilidade e as portas obsessivas para esse fenômeno que a gente tem visto. Promiscuidade. O que que é uma promiscuidade? A promiscuidade é tudo aquilo que implica uma mistura que prejudica. Não é que a mistura prejudique, a mistura ajuda. Nós brasileiros somos um povo quê? Missigenado. Quando eu vejo a minha origem, tem ali a origem indígena, tem a origem branca dos holandeses na família de meu avô materno. Tem a origem indígena na família de minha avó paterna. A origem negra na família eh do meu avô paterno tem a origem misturada, né? Então, uma uma missigenação, uma mistura saudável que traz um novo tempero, que esse é o tempero latino muitas vezes, né? Agora, essa mistura que prejudica, essa mistura que prejudica é uma mistura que é promíscua. Toda
igenação, uma mistura saudável que traz um novo tempero, que esse é o tempero latino muitas vezes, né? Agora, essa mistura que prejudica, essa mistura que prejudica é uma mistura que é promíscua. Toda mistura que prejudica é uma mistura de promiscuidade. Corrupção é uma promiscuidade das contas públicas ou das contas pessoais. Eu estou misturando coisas que não devem ser misturadas. Prostituição, uma promiscuidade. Por quê? Porque eu estou misturando coisas que não tem como misturar o valor financeiro com o valor emocional. Não dá para comprar o valor emocional, não dá para comprar amor. Quando eu misturo coisas que não são equivalentes, que não são compatíveis, eu estou entrando numa numa no que a gente pode entender como essa promiscuidade e lato senso. Então, por isso que eu coloco essa palavra mais filosófica. Ao mesmo tempo, a pornografia. O que que é pornografia? é tudo aquilo que é demasiadamente explícito, com o pretexto de ser claro, acaba se tornando obsceno. Por quê? Porque obscurece o essencial. Há um autor, filósofo coreano chamado Bin Chunhan. Ele escreve um livro A Sociedade do cansaço, que é o mais famoso, mas tem outros livros muito interessantes. São curtos assim, densos, mas curtos. Ele cita muito Heidegger, que fala sobre eu existir e tal, mas ele tem um livro que é chamado A sociedade da transparência. E ele usa muito nesse livro a palavra a sociedade nós estamos pornográficos, mas não é pornografia do sexo, é pornografia pelo excesso de transparência. É tanta transparência que a gente perde a o ponto. Como assim? Aí a pessoa cria lá portal da transparência, aí bota número que só, número que só. Ninguém vai ver, ninguém vai nem conseguir entender tanta informação que a gente se perde. Então é tanta transparência, tanta informação que a sociedade fica pornográfica, explícita demais. Então, perde-se o mistério, perde-se o jogo saudável da sedução saudável, da sedução que tem a ver com o o claro e escuro e não com aquela coisa tão obscena. Então,
ica pornográfica, explícita demais. Então, perde-se o mistério, perde-se o jogo saudável da sedução saudável, da sedução que tem a ver com o o claro e escuro e não com aquela coisa tão obscena. Então, pornografia não é à toa, não é à toa que tem sido um problema muito grande. Por quê? Porque através desse celular, nós temos aqui cassinos abertos a partir das várias formas de aposta que a gente tem hoje. Não precisa mais sair de casa para ter o cassino. Aí veja a promiscuidade no marketing para divulgar os cassinos modernos. Porque o cassino antigo, a imagem era o quê? aquele senhor de idade, idoso, indo lá para Las Vegas e tal, com o dinheiro. Agora não. Quando você vai ver os cassinos modernos, você bota a imagem de quê? De de jovem, de com uma coisa legal, uma coisa descolada. Isso é uma promiscuidade. Mistura conceitos que não tem nada a ver, porque não é jovial, inteligente, ao contrário, vidas destroçadas há muito tempo que tá acontecendo e nós da psiquiatria vamos vendo. Por quê? Porque a pessoa vai ficando adicta, adicta. Ah, mas as regras estão postas. Não está posta. Porque não está posto o óbvio, o básico, por exemplo, que em um cassino, a estratégia básica é os primeiros jogos é o a a são são feitos para a pessoa ganhar. Os primeiros jogos são feitos paraa pessoa ganhar, porque elas eita, se empolga, eu ganhei, vou apostar um pouco mais. Aí os próximos vai começando a perder. As máquinas foram feitas assim desde o jogo do bicho. Uma pessoa da área, né, que teve empresas nessa área, me falou assim: "Olha, ele foi um dos pioneiros, falou assim: "Olha, eu tive porque no final das contas são duas pessoas querendo roubar outra. Como assim? O cara que joga, ele tá querendo me roubar. como é que ele pode querer dar R$ 1 e querer ganhar 1 milhão? É, não tem como, não paga essa conta. Então eu tenho que fazer um jeito para me proteger e não deixar ser roubado. Então veja a lógica. Então vou fazer jeito de enrolar, né? Porque o cara que querendo me enrolar, eu vou enrolar antes. Então veja o jogo
que fazer um jeito para me proteger e não deixar ser roubado. Então veja a lógica. Então vou fazer jeito de enrolar, né? Porque o cara que querendo me enrolar, eu vou enrolar antes. Então veja o jogo da da promiscuidade, ou seja, nessa situação, né? E não tá explícito. Então tem um excesso de informações inúteis. O essencial, qual é o essencial? Olha, meu amigo, isso aqui você pode até fazer, mas saiba que você tem um grande potencial de ficar adicto. Qual era o essencial da comunicação? Olha, isso aqui você pode fazer, mas saiba que os primeiros jogos vão, você vai ganhar, mas depois vai ser difícil ganhar. Isso seria uma informação essencial. Não tem essa informação essencial. A informação que tem é uma série de informações secundárias. A título de dizer que tá tudo claro, não tá claro de onde vem esse dinheiro, como é que é, para onde vai. Então, a a sociedade pornográfica diz binch em eh enaltece muitas informações, fica muito claro, mas o essencial que é o amor, porque quando a gente tá falando de sexo, as pessoas não estão buscando o sexo, elas estão buscando preencher a vida. Elas estão buscando preencher a satisfação de vida, preencher a solidão, preencher a falta de amor. Como diz Kugusta Viunca nesses carismas da vida, um dos carismas é a tentativa de buscar amor, de ser amado e amar. Mas as pessoas confundem e buscam o saciar ou não saciar pelo sexo. E aí é onde tem a informação que não é falada. Pode até fazer, mas saiba que a informação essencial é que você não vai ser preenchido por isso. Saiba que a informação essencial é que o preenchimento do amor vem com mais profundidade e não com nenhum tipo de compra. Não dá para comprar o céu, não dá para comprar o sentido de vida, a compra. Essa é a mensagem essencial que nós nos perdemos e perdemos na atualidade. A compra vem com a vida, com a entrega da vida. O sexo, portanto, foi feito para a vida e não a vida para o sexo. Essa é uma informação essencial. Porque quando o sexo for feito para vida, a gente vai entender isso aqui que eu
om a entrega da vida. O sexo, portanto, foi feito para a vida e não a vida para o sexo. Essa é uma informação essencial. Porque quando o sexo for feito para vida, a gente vai entender isso aqui que eu estou fazendo me traz vida ou me desvitaliza? Se me desvitaliza é porque está sendo exposto demais, promisco demais, perverso demais e aí vai me tirando a existência. O referido livro é sublime expiação. Não tem todas essas reencarnações que contei aqui, mas tem algumas do Divaldo Franco, do Victor Hugo. Se a gente acha que podemos ficar com a cultura, fiquemos, mas saibamos também que vamos sofrer as consequências e vamos ficar na roda de Sansara até termos a coragem de enfrentar a realidade e tentar ir mudando sem nos enganar. É por isso que nós te pedimos, Senhor, com esses temas tão importantes, tão difíceis, para que possamos ter discernimento na nossa vida e encontrar paz, encontrar saciedade. Essa saciedade que só o teu evangelho traz. O teu evangelho que trouxe a saciedade para a mulher no poço do pai Jacó, a saciedade para Maria de Magdala, a saciedade para tantas pessoas que saíram da promiscuidade e entraram na finalidade maior da evolução. saíram do supérflo e entraram no essencial, que é o sentido de vida conquistado e que não pode ser comprado com dinheiro algum, mas apenas com o sacrifício da própria vida através de uma nova vida bem vivida. Nos ajuda hoje, agora e sempre e que possamos ficar em paz. Que assim seja, Senhor
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