A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 8ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 18/04/2025 (há 1 ano) 1:02:08 48 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5401710428684288

Transcrição

Mais limite no cartão de crédito para curtir a felia. Boa noite, meus queridos e minhas queridas. Com muita alegria, estamos hoje para mais um programa da Força do Espiritismo. Sejam todos muito bem-vindos a essa edição que é uma produção do canal Espiritismo Net em parceria com a TV Serge e com a FEB TV e que também é retransmitido pelos diversos canais parceiros. Mais uma quinta-feira 20:30, graças a Deus. Hoje, mais um episódio em torno do estudo dos mitos de Platão e vamos para a oitava parte desse tema muito interessante que aguça a nossa curiosidade e que vem sendo abordado pelo nosso querido amigo Thiago Barbosa, a quem eu convido agora para nos fazer companhia. Vamos lá chamar o Thago aqui. Boa noite, Thaago. Alô, querida. Boa noite. Como estamos hoje nessa noite de quinta-feira? Tudo bem? Tudo joia, graças a Deus. Maravilha. Thaago, você tem em torno de 40 minutos para sua exposição. Eu já aproveito aqui para deixar e convidar os amigos que nos acompanham nesse momento, né, pelo chat, quem tiver chegando, para contribuir com seus comentários e até suas perguntas sobre este tema, que ao final da sua exposição, né, a gente vai passar essas perguntas e esses comentários, as dúvidas que com certeza você vai responder com toda a sua simpatia e esse seu conhecimento, ok? Muito bem, Eladeo. Obrigado, minha amiga. Vamos lá, então, minhas amigas, meus amigos. Boa noite para nós. Uma alegria estarmos por aqui novamente para estudarmos um pouquinho de Platão, nosso querido mestre de Atenas, discípulo de Sócrates, enfim, como nos disse Allan Kardec, né, precursor do Espiritismo e do cristianismo, né? Bom, nós estamos nessa jornada, então, há dois meses, né? Eh, aja visto que hoje é o oitavo estudo, eh, sobre os mitos de Platão. Platão, como nós podemos eh avaliar ao longo desses dois meses de estudo. Boa noite, querida amiga Lina. Nós podemos perceber que tem muitos mitos interessantes. Nós já estudamos três mitos. O mito da bigalada, não é? Que está na obra, um diálogo de Platão,

meses de estudo. Boa noite, querida amiga Lina. Nós podemos perceber que tem muitos mitos interessantes. Nós já estudamos três mitos. O mito da bigalada, não é? Que está na obra, um diálogo de Platão, né? Sobre filosofia, sobre o amor, sobre eh a alma. né? E já estudamos eh o mito do anel de Gig, que inclusive para os amantes de Token, foi daí que Token extraiu os elementos, tanto daí quanto do mito, os mitos nórdicos também, né? Mas do Mas já visto que o mito de Platão é anterior aos mitos nórdicos, né? Sem dúvida nenhuma, a fonte primordial é aí. Eh, porque o anel de Gige fazia com que Gige ele se tornasse invisível. E aí nós tratamos da questão do egoísmo, né, que é a chaga moral que todos aqueles que querem progredir espiritualmente devem eh fixar as suas energias e forças para eh combatê-la, né, combater esse o vício primordial, digamos assim, né? E por fim, eu acho que foi objeto de três estudos, se eu não tô enganado, foi um mito de, né? Um mito de é que trata da reencarnação, primordialmente, da reencarnação, eh, da imortalidade da alma, né, e da planejamento reencarnatório, enfim. Hoje, como nós havíamos anunciado, nós estamos já. Então, assim, o mito de G, o mito tier e o mito que nós vamos começar a estudar hoje, que é o mito, ou melhor dizendo, a alegoria da caverna, tá nessa obra, né? Não sei se tá dando para Eu acredito que sim. A República, República de Platão, é, sem dúvida nenhuma, uma das obras que eh faz parte do canon ocidental, uma das obras mais importantes de todos os tempos, assim como a Bíblia, não é, assim como Bagavaguita, Marrabara, né? Assim como os poemas de Homero, de Virgílio, são é, digamos assim, n república repousa os fundamentos do pensamento ocidental, uma obra não só eh de uma beleza muito grande, mas também de uma racionalidade e que essencialmente trata, né, da justiça, do estado ideal, né, da política, enfim. Então, nós vamos começar a estudar esse mito hoje. Ele está, o mito está no livro sétimo da República. Livro sétimo da República.

lmente trata, né, da justiça, do estado ideal, né, da política, enfim. Então, nós vamos começar a estudar esse mito hoje. Ele está, o mito está no livro sétimo da República. Livro sétimo da República. Novamente para quem eu eu teve alguns amigos que nos procurou perguntando essa divisão, a gente vê essa divisão em várias obras clássicas antigas, né, de Aristóteles, enfim, Platão. Esses livros na verdade nada mais é do que os rolos que eram dividido. Se a gente for ver, tem uma ligação profunda. parece que não terminou e não exatamente começou, mas tá dando continuidade, né? Então é porque na verdade eram os rolos, era escrito, tinha um rolo, tinha Então o livro é isso, né? O rolo um, rolo dois, no caso da República são sete. Essencialmente nós temos que tratar, antes de entrar nesse tema, de três pontos fundamentais aqui para nós, tá? Primeiro, a ideia de alma, né? A ideia do mundo das ideias. A ideia do mundo das ideias até curioso, né? ou mundo inteligível e a questão da ignorância e do conhecimento. Inicialmente, no finalzinho do livro sexto, onde Sócrates está dialogando com Glauco, não é? eh, que era um dos seus interlocutores, ele irmão de Platão, diga de passagem, né? Ele eh ele tá tratando da questão do conhecimento, né, e da questão também do mundo das ideias e do mundo material, digamos assim, para ficar mais fácil para nós, né? Se se formôssemos resumir o que é o mundo das ideias, nós podemos dizer que se assemelha, né, de alguma forma ao mundo espiritual, aquilo que nós chamamos de mundo espiritual, eu diria um mundo espiritual ideal, porque veja, existe um mundo eh que os espíritos né, digamos assim, errantes para usar o termo de Allan Kardec, eles vivem no interregno de uma reencarnação e outra, não é? Então, enquanto os espíritos eles não atravessam, isso eu tô tratando de espiritismo e de alguma medida isso tá presente no pensamento platônico também, nós vimos, né, estudando o mito tier. Então, eh, enquanto os espíritos estão, né, num período num interregno entre uma

e espiritismo e de alguma medida isso tá presente no pensamento platônico também, nós vimos, né, estudando o mito tier. Então, eh, enquanto os espíritos estão, né, num período num interregno entre uma reencarnação e outra, melhor dizendo, perdão, enquanto os espíritos têm necessidade da reencarnação, eles vão viver uma condição de espíritos, entre aspas, né, para ficarmos com o termo de Allan Kardec, espíritos errantes, ou seja, eh É, ele vive num mundo espiritual que é próprio para isso. Por o mundo espiritual, de um ponto de vista ideal, né, como, por exemplo, os espíritos, eh, não t mais a necessidade da reencarnação, já se depuraram o suficiente. Sem dúvida nenhuma, é uma realidade muito distinta, né, gente? muito superior e que até mesmo dentro do espiritismo nós temos poucas notícias. Poucas notícias. Por quê? É, porque muito provavelmente nos faltaria inclusive linguagem para compreensão. Linguagem. já nos é difícil a compreensão do mundo, eh, eh, eh, digamos, que nós vivemos, né, e que naturalmente Allan Kardec, desde Allan Kardec nos é descortinado, né, sem dúvida nenhuma, com a obra de André Luiz, é alargado isso, essa realidade, não é? Mas na condição em que nós estamos, nós entendemos, inclusive estando no mundo espiritual, muito mais do mundo material do que o contrário, do que o mundo espiritual, não é? Mas, portanto, um primeiro conceito, primeiro conceito que é preciso entendermos é justamente é o mundo das ideias, né? Então, eh, é um mundo primeiro que nós temos que entender, nós temos que entender que é um mundo superior, não é? Isso vai ficar claro quando adentrarmos o mito, não é? É um mundo, portanto, superior, é um mundo imutável. Então, por que que eu tô dizendo que é diferente daquilo que comumente nós chamamos de mundo espiritual? Porque naturalmente é mutável, né? Nosso lar é mutável. As diversas cidades espirituais, por exemplo, que nós analisamos, elas são mutáveis. São mutáveis. Agora, quando nós falamos daquilo que talvez talvez fosse alguma coisa que se

é? Nosso lar é mutável. As diversas cidades espirituais, por exemplo, que nós analisamos, elas são mutáveis. São mutáveis. Agora, quando nós falamos daquilo que talvez talvez fosse alguma coisa que se aproximasse, é a ideia que aparece ampassa em o livro dos espíritos, que é o mundo normal primitivo, o mundo espiritual, né? Então tem que ficar claro para nós. Isso é um mundo, então, o quê? Ideal. Mundo da mundo das ideias é esse mundo ideal. né? E é onde repousa, digamos assim, a essência das coisas. Então, eh eh Sócrates vai tentar explicar para Glauco justamente esse mundo, esse mundo das ideias até aqui. Tranquilo? Essa, portanto, eh tô vendo aqui meu roteirinho, eh o ponto inicial para nós, né? Então ele vai tá falando, ele tá tratando com Glauco sobre a questão eh do mundo das ideias. Um outro ponto que ele vai tratar é da ignorância e da instrução, né? Então vai dizer que a condição evolutiva nossa é de ignorância. Nós ignoramos muito mais do que conhecemos. Muito mais. Muito mais. A a assim, é por isso, gente, que nós não devemos. Boa noite, Isabela. Tá joia, amigo? É por isso que nós não podemos nos aferrar às nossas ideias. Gente, tem gente que briga tanto por conta das suas ideias, não é? Mas gente, para pensar, nós somos perfeitos. Perdão, ficar mexendo tanto. Nós somos perfeitos? Não, não somos, né? A gente tem que dar essa notícia triste. Se nós não somos perfeitos, isso significa que as nossas ideias não são perfeitas. Hã. não são perfeitas. Então isso nos abre a condição para uma postura de um pouco mais de humildade frente à vida, às pessoas, os acontecimentos. Comumente, nós analisamos a realidade através dos fatos. Aconteceu alguma coisa, nós fazemos um juízo de valor em cima do fato. Concorda comigo? Aconteceu alguma coisa, eh, sei lá, com nosso filho na escola. Hã. Aí o o que que acontece? Como é que eu julgo a situação? Através do fato. Ah, o que que aconteceu? Eh, sei, tirou uma nota ruim. Esse é um fato. Fato. Boa noite, Soraia. Então, aconteceu um

scola. Hã. Aí o o que que acontece? Como é que eu julgo a situação? Através do fato. Ah, o que que aconteceu? Eh, sei, tirou uma nota ruim. Esse é um fato. Fato. Boa noite, Soraia. Então, aconteceu um fato. Eu julgo a a realidade através do fato. Mas o fato não é a verdade em si. O fato é uma sombra. da essência que é o espírito do meu filho. Então, almas como nós julga a realidade, a existência, a vida, as coisas pelos fatos. As grandes almas, elas julgam as coisas pela essência delas. É por isso que os espíritos superiores são muito mais compassivos para conosco. Porque qual é a essência do Thago? É muito distinta do fato, né? fato também se associa à fotografia, porque o assim eu vejo apenas um retrato, só um retrato da coisa, mas isso não é a coisa em si, né? por exemplo. E é interessante até a forma como nós nomeamos as coisas. Eu digo assim, alguém tá com, vamos supor, a Lina que tá nos acompanhando, nossa querida amiga, eu digo assim: "Nossa, a Lina, a a Lina tá eh tá gripada, a Lina tá doente, né? Não, né? Isso é um fato. Isso é um fato. Mas é toda a verdade. Não, isso é só uma fotografia. Então, tô dizendo tudo isso não é para encher linguiça, não, gente. É porque o seguinte, nós observamos as coisas através de um prisma ainda muito infantil, né? Como nós, como eu disse, nós avaliamos as coisas não pela coisa em si, mas pelo fato que aquela coisa produz. Uma coisa que produz fato, ela é o fato, não, né? Não é só uma representação. Então essa ideia, essa palavrinha que eu disse, representação é fundamental para entendermos o mito da caverna. Por quê? Na nossa ignorância, nós avaliamos as coisas pelos fatos, pela representação. Por exemplo, eu digo assim, ó, fulano é médico, João é médico, Maria é, sei lá, professora. Joana é doutora. Pedro é faxineiro, mas nenhuma dessas pessoas é isso. Isso não dá conta da totalidade do ser, da totalidade da daquela criatura. Então nós vivemos ignorando muita coisa. né? Por o que captura a nossa atenção, o que mais chama a nossa atenção é muito

sso. Isso não dá conta da totalidade do ser, da totalidade da daquela criatura. Então nós vivemos ignorando muita coisa. né? Por o que captura a nossa atenção, o que mais chama a nossa atenção é muito mais a representação do que uma verdade essencial. O nosso olhar, e outra palavra importante, eu falei representação, né? Eh, e a outra é que é, sem dúvida nenhuma, esse processo da encenação das nossas existências e outro é o condicionamento. Nós estamos condicionados a ver uma coisa por um prisma. Prisma. Querem ver uma coisa? Vamos lá. Período da Covid. Um médico, ele avaliava, ele avaliava a situação pelo prisma da medicina. Um cientista político ou político avaliava pelo prisma da política um economista pelo prisma da economia e por aí vai. Então, nós somos, pela própria dinâmica da existência condicionados a ver as coisas, a ver as coisas, né, de uma forma prismática. Ou seja, eu vejo uma determinada situação pel um único prisma. Então, a condição espiritual nossa é tão tacanha que nós não conseguimos avaliar pela totalidade da coisa, da realidade. Então, nós ignoramos a verdade. O ponto é esse. E a grande questão, a grande questão Sócrates nos apresenta, né, nesse diálogo com Glauco é saber se nós podemos transcender isso. Transcender isso. Último ponto, antes de adentrarmos ao mito em si, é justamente entender o seguinte. Há uma alma. A alma ela participa do mundo material, mas a sua essência naturalmente ela é do mundo espiritual. Entretanto, o mundo material as coisas de tal forma pelo prisma do mundo material. Ponto. Mas aí ao constatar isso, nós podemos fazer a seguinte pergunta. Bom, então podemos dizer que de de uma certa forma nós somos escravos, somos prisioneiros do mundo material, não é? É possível escapar disso? E se sim, como então a alegoria da caverna, na verdade não é um mito, é uma alegoria, né? O mito tem situações, digamos assim, mais fantásticas que uma alegoria, né? Eh, a essência dela é essa. Bom, nós, os homens ignoramos, somos de certa forma escravos

não é um mito, é uma alegoria, né? O mito tem situações, digamos assim, mais fantásticas que uma alegoria, né? Eh, a essência dela é essa. Bom, nós, os homens ignoramos, somos de certa forma escravos dessa realidade. É possível transcender isso? Então, é isso que Sócrates vai apresentar para o nosso querido Glauco, né? Eh, o que que vocês acham? O que que vocês acham? É possível, né? E se sim, como? Se sim, como? Então vamos lá, gente. Então aqui, né? Tá dando para ver? livro sétimo diz assim: "Então, como eu disse, eles estavam em franco diálogo e o diálogo no livro sete continua, no sétimo continua". Agora continuei, né? Isso falando Sócrates representa da seguinte forma o estado da nossa natureza, relativamente à instrução e à né? Como vocês viram, a essência da da do mito, melhor dizendo, da alegoria da caverna, é justamente essa questão, ou seja, da ignorância da alma e da sua libertação, ou seja, a instrução. Imagina homens em morada subterrânea, em forma de caverna, que tenha em toda a largura uma entrada aberta para a luz, ou seja, em toda a largura dela, né, tem uma entrada para a luz, certo? Estes homens ais se encontram desde a infância, com as pernas e o pescoço acorrentado, de sorte que não pode mexer-se, nem ver alures exceto diante deles, pois a corrente os impede de virar a cabeça. A luz lhe vem de um fogo que brilha a grande distância sobre o alto. Eh, e por trás deles, entre o fogo e os prisioneiros, passa um caminho elevado. Imagina que ao longo deste caminho ergue-se um pequeno muro semelhante ao tabiques, e os exibidores de fantorches exigem entre erigem, perdão, ou seja, né, erguem entre eles e o público e por cima dos quais exibem a as suas maravilhas. Então, vejamos. que que seria a condição eh eh da relação entre ignorância e conhecimento ou instrução, como queira, do homem encarnado, do homem aqui na terra, semelhantes a a uma caverna, uma caverna que naturalmente, né, ela tem um declive. eh, próximo ao final da caverna, ou seja, próximo à parede da caverna, está

homem encarnado, do homem aqui na terra, semelhantes a a uma caverna, uma caverna que naturalmente, né, ela tem um declive. eh, próximo ao final da caverna, ou seja, próximo à parede da caverna, está estão ali homens, né, que estão ali desde a infância, portanto, nunca viram nada diferente daquilo. Nunca viram nada diferente daquilo. que esses homens, olha só, olha só, esses homens eles estão acorrentados no pescoço, né, nos pés, de maneiras que eles não poderiam sair dali, mas nem olhar para trás. Então, eles só olhavam o quê? em uma única direção. Até aqui ficou claro, gente? Olhavam para uma única direção. Muito bem. Atrás deles havia uma uma, né? Então, portanto, os homens estavam próximo à parede, digamos, aqui um pouco mais atrás dos homens, havia uma região onde havia uma espécie, uma fogueira e um pouco mais adiante homens que levantavam fantoches. Então, naturalmente que esses fantochas, digamos assim, essas bruxileantes, né, visões, era refletida na parede e os homens viam justamente isso. Deu uma ideia, gente? É muito interessante como essas grandes almas que são simplesmente geniais, elas pensam a vida, a existência e consegue sintetizar às vezes em parábolas, em mitos, né? Isso tudo, olha só que interessante. Então, a luz lhe vem de um fogo que brilha a grande distância no alto e por trás deles, entre o fogo e os prisioneiros, passa um caminho elevado. Imagina que ao longo deste caminho ergue-se uma pequena um pequeno muro semelhante ao tambique que os exidores fantó erigem entre eles e o público por cima dos quais exibem suas maravilhas. Aí o Glauco responde: "Vejo tudo isso". Aí o Sócrates continua, figura agora ao longo deste pequeno muro, homens a transportar objetos de todos os gêneros que ultrapassam a altura do muro, bem como estatuetas que estatuetas de homens, figuras de animais, de pedra ou de madeira, bem como objetos de toda espécie de materiais. Naturalmente, entre estes portadores, uns falam e outros se calam. Então, além das imagens, uns falam, outros se

uras de animais, de pedra ou de madeira, bem como objetos de toda espécie de materiais. Naturalmente, entre estes portadores, uns falam e outros se calam. Então, além das imagens, uns falam, outros se calam. Eis, exclamou, eh, um estranho quadro de estranhos prisioneiros. Isso disse Glaues, se nos assemelham. Olha só o que disse Sócrates. Eles se nos assemelham. Repliquei. Mas primeiro pensas que em tal situação jamais hajam visto algo de si próprios e de seus vizinhos. Aa há sombras projetadas pelo fogo sobre a parede da caverna que está à sua frente. Então, como já ficou claro, eu acho que nós podemos já parar por aqui, bem porque tem algumas questões já. Então veja qual é a situação, essa caverna, né? Os homens que estão ali prisioneiros desde a mais terra idade, preso no pescoço, de maneira que não podem movimentar, só pode olhar pra parede e assim todos que estão ali. Eh, atrás desses homens há vários outros. que tem uma fogueira e à frente dessa fogueira, naturalmente eles passam ali, tem um muro, né? E eles passam ali acima desse muro com objetos. Logo, esses objetos fazem o quê? reflete uma sombra na parede onde os homens estão aprisionados. Eles observam, então eles só vem o quê? As sombras. Então, o que que o que que por que que nós ignoramos a essência da coisa? Porque só nós só observamos o quê? as sombras. Então isso tem que ficar claro para nós. A alegoria da caverna é justamente sobre, né, a nossa incapacidade e ao mesmo tempo que essa incapacidade ela não é totalizante porque nós podemos nos libertar dela, como nós vamos ver, mas nós temos uma incapacidade de ver as coisas em sua essência. Nós só observamos em suas sombras. E a e aí a questão que fica para nós é como nós podemos nos libertar dessas sombras. É isso nós vamos ser na semana que vem, né? Então chamar nosso Elô que a gente já aproveita as questões para entrar nelas. Muito interessante. Eu fiquei aqui pensando nessa caverna, né? Esse mundo, né? que que a gente viveu de aparências, né, das das ilusões, de acordo com o que

já aproveita as questões para entrar nelas. Muito interessante. Eu fiquei aqui pensando nessa caverna, né? Esse mundo, né? que que a gente viveu de aparências, né, das das ilusões, de acordo com o que você falou. E essa sombra, Thago, como conhecimento superficial, né, que Platão aí fala pra gente, né, que é o que nos engana, né, e essa verdade que não está não está neles, né, e a fogueira. Eu fiquei pensando nas três coisas que essa fonte de luz, mas é uma luz falsa, né? Uma luz limitada. Interessante, né? Como que vai? Eu sou esperto e inteligente. Exatamente. Por nós vamos ver que existe uma luz, daqui a pouco ela vai aparecer, que é uma luz real, mas essa luz ela é artificial, por isso que ela é capaz de produzir sombra, ela não produz realidade, né? Enfim, e esse mito ele é muito interessante, muito interessante mesmo, muito legal. Então eu vou trazer para você aqui os comentários de La, né? como sempre essa minha querida amiga, parceira, que tá sempre contribuindo com a gente aqui. E a primeira coisa que ela nos trouxe aqui, ela ela se falou assim: "Olha, Thaago, estamos buscando a perfeição através das correções das nossas ideias." É uma pergunta. Uhum. Então, eh eh sim, eu eu diria que essencialmente sim, porque a nossa ação ela é guiada pela pelas nossas ideias. Aí muita gente pode dizer assim: "Ah, Thago, mas calma aí, não é bem assim, porque tem gente que tem uma ideia, mas age de outra forma". Eu diria que não. Ah, mas tem gente que é espírita e não ar de tal forma. Quem disse que essa pessoa então acredita essencialmente nisso? Porque a ideia do ponto de vista platônico, ela é muito diferente do ponto de vista moderno, contemporâneo. Por a pessoa, ela só e é é uma ideia, ela tá profundamente atrelada àquilo que ela vive. Então, se ela não vive, significa que ela tem essa ideia em aparência, mas não em essência. Então, por isso que eu diria que a resposta da Lina, né, é é justamente, ou seja, tá nessa relação, a a enquanto nós não vivermos as nossas ideias, não significa que essa

arência, mas não em essência. Então, por isso que eu diria que a resposta da Lina, né, é é justamente, ou seja, tá nessa relação, a a enquanto nós não vivermos as nossas ideias, não significa que essa ideia ainda ela não tem um contorno real em nós, né? Eh, então às vezes a pessoa pode ser, ah, a pessoa é espírita, claro que aí há um esforço, né? É outra coisa. Às vezes a gente tá numa numa estudando alguma coisa que é muito grande e a gente tem um tempo para absorver aquilo. Ninguém vai ter, vai chegar numa doutrina e vai viver aquilo de imediato. Gente, isso é impossível. Aí a gente pode falar assim: "Ah, mas Paulo de Tars fez isso?" Sim, fez. Mas quem disse que ele começou naquele momento, nãoé? Eh, eh, então, a às vezes nós estamos começando a ter uma ideia, noções superiores sobre a vida, sobre a existência agora, então a gente tem um tempo, porque eh chega uma ideia, nós vamos o quê? eh, compreendendo intelectualmente e o primeiro movimento é intelectual, né? E depois que ele é o quê? Moral, né? Ele é prático. Eh, eh, então tem um tempo, tem um tempo. Então, isso significa dizer também que nós precisamos ter um pouco de paciência. Às vezes nós que estamos buscando um caminho espiritual, que estamos no caminho espiritual, eh já queremos ser santo da noite pro dia. Gente, isso é impossível. Natureza, ela obedece a processos. Processos demanda tempo e o tempo é filha da paciência. Não tem como, né? Então são etapas. Etapas. Eu não sei se eu respondi. Será que eu respondi? Eu acho que sim, né? Vê aí, Lina, dá OK. E ela faz mais uma pergunta, Thaago, depois que ela ela faz um comentário, né, que através dos fatos corrigimos nosso rumo. Mas aí ela faz a pergunta, né, em seguida. Só existe uma verdade, certo? Certo? Existe eh existe uma única verdade. Única verdade. Entretanto, como nós ainda não estamos na verdade, existem vários caminhos para ela, vários caminhos para a verdade, né? Eu vou até aproveitar e fazer divulgação de um livro. Posso? Tá na hora. Nós estamos lançando esse

s ainda não estamos na verdade, existem vários caminhos para ela, vários caminhos para a verdade, né? Eu vou até aproveitar e fazer divulgação de um livro. Posso? Tá na hora. Nós estamos lançando esse livro aqui, Veredas do Mais além. E é interessante por a primeira mensagem foi ditada pelo espírito Isaque se chama a parábola da verdade. Ele eh ele trata justamente dessa questão, né? Acabei lembrando disso, que é uma parábola que ele contou de várias pessoas que estão buscando a verdade e que existe a musa da verdade, é como se ela tivesse no centro de uma praça e dessa praça saísse várias avenidas e as pessoas trafegam nessa avenida. E as pessoas olham paraa musa da verdade ainda muito distante e começa a teorizar sobre ela, né? Só que a verdade, a verdade muit das vezes, e é isso que ela se encontra muito mais na síntese e na adversidade no nosso estado evolutivo do que na unidade. Ou seja, nós não conhecemos a verdade toda, gente. Não conhecemos. Tem muita gente que fala assim: "Ó, o espiritismo é a verdade." Ãã, o espiritismo é uma busca da verdade, mas ele não é a verdade em si. Tanto é que Allan Kardec, primeiro capítulo da obra Gênesis e caracteres da revelação espírita, que que Kardec fala? que o espiritismo ele avança de acordo que a ciência avança. Isso significa dizer que se o espiritismo ele avança, significa que muita coisa que nós entendemos vai se modificando, porque senão ele não avança, é estático. Concorda comigo? Então, o espiritismo é uma ferramenta para a busca da verdade. Então, nós estamos em busca da verdade. Então, nó existe uma verdade una, existe, mas nós a conhecemos, não? Então, e por isso que existe toda uma diversidade, né? E, e é interessante porque a construção da própria filosofia, que essencialmente do ponto de vista platônico e socrático é uma não é ferramenta da busca da verdade, ela é carregada de diversidade. Por exemplo, Decartes, né, penso logo, existo, ele desenvolveu um método para a busca da verdade, né? Eh, o discurso do método

uma não é ferramenta da busca da verdade, ela é carregada de diversidade. Por exemplo, Decartes, né, penso logo, existo, ele desenvolveu um método para a busca da verdade, né? Eh, o discurso do método dele é justamente isso aí. O que que vem em Cante? a a ou melhor dizendo, né? Eh, os empiristas ingleses, eles elaboram, olha, na verdade não é bem assim. A verdade não é compreendida pela do ponto de vista intelectual, ela é ela é compreendida pela pela sensualidade, pela realidade, pelos fatos, pela prática, né? Alguma coisa empírica é uma coisa prática. Então, pela vivência da coisa. Aí vem Cant fala: "Olha, na verdade nem uma coisa nem outra, é o conjunto das duas coisas". Aí vem Heigel e diz: "Não, na verdade não é bem assim como o Kant diz. Eu tô dizendo isso para dizer o seguinte, olha, é interessante porque Descart estava certo num certo sentido, os empiristas estavam certos num certo sentido, Câ tava certo no centro sentido e Regel também, mas nenhum deles tinha a verdade toda. Tinha a verdade, né, em partes. É como se fosse assim, Elô, é como se fosse um grande eh, como é que é o nome dele? quebra-cabeça. Nós vamos montando as peças. Então, a gente nós ficamos tão encantados com uma peça que a gente acha que aquela peça é toda é todo o quebra-cabeça e é só uma peça, né? Eu tô dizendo isso porque isso tem que eh nos dar uma noção assim da nossa ignorância. Gente, nós ignoramos muito, inclusive nós espíritas, muit das vezes nós somos muito vaidosos, vaidosos mesmo, do nos Ah, nós conhecemos o espiritismo, conhecemos o mundo espiritual. Gente, Leon Denis fala uma coisa no no na obra no Invisível, falando do continente do invisível, que é mais ou menos assim: Imagina uma praia, né? Imagine Colombo chegando nas Américas. só tá na praia, tem todo um continente ainda para se descobrir. Então, nós conhecemos muito pouco e é justamente muit das vezes em função da nossa vaidade, que é justamente essas formas que nós ignoramos tudo muito porque nós somos porque uma pessoa que

descobrir. Então, nós conhecemos muito pouco e é justamente muit das vezes em função da nossa vaidade, que é justamente essas formas que nós ignoramos tudo muito porque nós somos porque uma pessoa que acha que já tem a verdade, pronto, para que que ela vai conhecer outra coisa? conhecer, sabe tudo. Por isso nós temos que ter humildade frente a um conhecimento, uma tradição, né? Tem gente fala assim: "O espiritismo explica tudo, gente. Allan Kardec nunca falou isso." Então, vamos com calma. Vamos com calma, buscando a verdade, né? Ouvindo mais, escutando mais, aprendendo mais. para começarmos a sair da nossa ignorância. Porque nós, gente, nós não fazemos ideia do tamanho da nossa ignorância. Tem um fato sobre a vida de Sócrates que é o seguinte, Elô. Diz que certa feita chegou, não me recordo exatamente quem é o personagem, mas chegou um personagem e foi o templo de Apolo em Delfos. Era o templo do Deus do conhecimento, da sabedoria. Apolo, ele chegou lá, quem é o homem mais sábio de toda a Grécia? Qualquer semelhança com um conto dos irmãos Green, né? a que na verdade é a síntese disso, eh, a a Branca de Neve, o Sete Anões e a relação dela com a bruxa. A bruxa, na verdade, é essa relação do homem que está nas sombras e a Branca de Neve que tá na luz. E ela é beijada por um príncipe, que a gente poderia dizer que é Apolo, que é o Deus da sabedoria. Depois a gente explica isso direitinho. E aí, olha só que interessante, a a e o fala e aí é dito para esse personagem, olha, o homem mais sábio de toda a Grécia é Sócrates. E aí Sócrates fica sabendo disso e aí ele desafia o Deus Apolo, fala: "Não, tá errado, tá errado. Eu eu eu sei que eu ignoro tanto." E aí ele vai até o templo e e questiona: "Bom, vocês falaram que eu sou o homem mais sábio de toda a Grécia, tá errado isso." E aí eles disseram: "Você é o homem mais sábio de toda a Grécia, porque você sabe daquilo que você não sabe, ou seja, você sabe da sua ignorância. E a maioria dos homens não sabem que eles ignoram, né?

aí eles disseram: "Você é o homem mais sábio de toda a Grécia, porque você sabe daquilo que você não sabe, ou seja, você sabe da sua ignorância. E a maioria dos homens não sabem que eles ignoram, né? Então, isso tem inclusive relação com a frase que tá dito eh por Jesus no Evangelho de João. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará, né? E e a grande verdade que nós ignoramos muito, mas muito, gente, nós não fazemos ideia da nossa ignorância, por nós estamos nesse nessa caverna da nossa vaidade, achando que a vida é só aquilo que tá ali aparecendo na na parede da caverna. E não é e não é muito bom, Thaago. A Lina inclusive a próxima pergunta dela seria sobre, eu acho que você já até respondeu, né? Porque ela perguntou se muito, muitos se debat em busca da verdade, mas que verdade, como sabermos qual a verdade? Eu acho que o que você já fez o comentário aí já deu essa explicação, né? Mas deixa eu só uma coisa aqui, Elô, por favor. Existe a verdade dos fatos e a existe uma verdade ideal, essencial. Todos os dias nós somos acometidos por milhares, uma enchurrada de informação. São fatos, né? São fatos. Então, existe a verdade dos fatos. Por exemplo, eu posso dizer assim: "Hoje em Goiânia não choveu". Isso é uma verdade. É uma verdade factual. Não choveu, mas é uma verdade essencial. Não, isso não dá conta de toda a realidade do espírito, né? Então ex essa verdade factual, sem dúvida nenhuma, ela é uma forma de aprender a realidade. Mas a a grande questão que muit das vezes é é a o problema é que muit das vezes nós imaginamos que é só isso e nós nos contentamos com isso, né? Esse é o problema. Perfeito. Eh, ela faz a próxima pergunta que seria: "Creio que o nosso olhar amoroso nos ajuda a entendermos e conhecermos melhor a verdade dos fatos. Seria assim?" Sim, sem dúvida. Então, vamos pra próxima aqui, o próximo comentário de Lina. fazendo paralelo entre o mundo das ideias e o mundo espiritual, ambos transcendem apesar do nosso olhar. Então, a grande questão quando nós falamos do mundo das ideias,

, o próximo comentário de Lina. fazendo paralelo entre o mundo das ideias e o mundo espiritual, ambos transcendem apesar do nosso olhar. Então, a grande questão quando nós falamos do mundo das ideias, é um mundo imutável, é um mundo essencial e superior. Então, isso que nós chamamos de mundo espiritual, né, que é um mundo eh intermediário entre uma reencarnação e outra, não dá conta daquilo que é o mundo das ideias. Uma das ideias é alguma coisa superior, que nós podemos dizer que é espiritual porque ele não é material, mas que tá muito além disso, né? Eh, nós podemos dizer que é o mundo das almas perfeitas, por exemplo, de um Cristo. Como é que é o onde que Jesus vi? Gente, isso para para entender isso é meio que incogreensível. A gente não entende isso, né? Como é que é o mundo onde as almas puras e perfeitas e vivem? Eh, primeiro que o mundo, o mundo espiritual ele ainda ele participa do mundo material. O mundo que nós observamos na obra de André Luiz, ele participa do mundo material. Existe um mundo que tá além disso, né? é muito superior a isso. É, essa é a questão. Sim, Thaago. A próxima perguntinha também da nossa querida Lina. Do nosso olhar nem sempre assertivo, seguro, o mundo das ideias tem características próprias, assim como o mundo espiritual? Tem, tem características. Uma, a principal, eu diria que ela é imutável, né? Imutável. superior, né? É o mundo das essências, onde tá a a essência da vida, digamos assim, né? Muito bom. Vamos lá pra próxima aqui que é a da nossa querida Isabela Silva que nos coloca: "Penso que transceder está ligado ao desapegamento que desapegarmos-nos do apego às ideias preconcebidas, aos preconceitos, ao medo." Seria isso, Thaago? Ah, sem dúvida, viu? Sem dúvida. Eu acho que ela sintetizou bem, né? Eh, eh, eh, nós estamos, e isso é interessante, né? Se a gente para pensar, a gente precisa da reencarnação para sair do ciclo da reencarnação. Isso é dialética, ou seja, a gente precisa de uma coisa para não precisar mais dela, né? E e para isso nós

? Se a gente para pensar, a gente precisa da reencarnação para sair do ciclo da reencarnação. Isso é dialética, ou seja, a gente precisa de uma coisa para não precisar mais dela, né? E e para isso nós precisamos ter a noção que a reencarnação ela é da transitoriedade, logo ela não permanece. Então a gente precisa transcender isso e e naturalmente para transcender a gente precisa desapegar porque é transitório. Para pensar, né? É mais ou menos assim, o trem tá andando e aí eu me agarro a ele querendo ficar no mesmo lugar, não vai dar certo, eu vou me acidentar, né? Então, se é uma coisa, né, que eu preciso, que tá em movimento, naturalmente eu preciso desapegar. e de várias coisas, das minhas ideias, da das ideias entender o seguinte: olha, eu não tenho a verdade, eu não conheço toda a verdade, conheço parte dela. Então, pode ser que tenha coisa que eu esteja ignorando, que eu esteja compreendendo. É claro, a gente não vai ficar no mundo, ah, tudo que eu sei tá errado. Não é isso, né, gente? Não é isso? Mas, mas ter a abertura necessária para entender que existe algo para além disso. Esse é o ponto. Muito bacana. A Lina faz só um comentário final aqui que ela fica imaginando essas figuras dentro da caverna. Não é só você não, viu, Lina? A imaginação aqui ela ela flui com muita naturalidade. Tiago, na semana que vem, na semana que vem, se der certo, Lina, eu vou se bem que na semana que vem eu acho que eu não vou conseguir fazer o programa. Deve ser o Fabito. Eh, e aí a gente retoma na outra. Eu vou trazer algumas figuras para ficar mais fácil a visualização do mundo da caverna, ou melhor, muito legal da alegoria da caverna, né? Que aí fica alegoria. Isso. Eh, a Lina ampliou o olhar, né? A Isabela busca sempre esse aprendizado que é, né? Sem com isso nos congelarmos, né? Muito bom, né? Muito bom mesmo. Thaago, só agradecer mais uma vez, né? você conosco, passando esse conhecimento todo pra gente e tá deixando a gente mais aguado nas ideias aqui, cada vez mais querendo ouvir você

né? Muito bom mesmo. Thaago, só agradecer mais uma vez, né? você conosco, passando esse conhecimento todo pra gente e tá deixando a gente mais aguado nas ideias aqui, cada vez mais querendo ouvir você e esperamos você então na no próximo programa, se não for na próxima quinta, na outra, se Deus quiser. Tá ótimo, minha amiga. Eu quero agradecer muito, muito mesmo a oportunidade. É tão bom a gente conversar sobre eh e refletirmos juntos, né, sobre eh a vida, sobre a existência, sobre o espírito, sobre a evolução. E eu acho que em síntese, o que acredito que é interessante levarmos das reflexões de hoje, é que nós ignoramos muito mais que conhecemos frente a essa verdade temporal, porque não é a verdade, né? A verdade ela é atemporal, mas existem aquilo que nós chamamos verdades, seriam verdades menores, na verdade são fatos, né? que é justamente isso, nós ignoramos muito. Então, tenhamos uma frente à vida, ao conhecimento, uma posição de um pouco mais de humildade, porque pode ser que alguém nos ensine uma lição que se imaginarmos que já sabemos de tudo, nós não vamos nem sequer compreender, né, entender. Enfim, isso aí, Thago. Pessoal, a gente agradece a participação de todos vocês, como sempre. É muito bom fazer o programa com os comentários, com as perguntas, né, para tirar as dúvidas. E se vocês gostaram, compartilhe, né, dê o like, né, quem não se inscreveu no canal, se inscreva. E aqueles que ficaram escondidinhos aí, né, no próximo programa, deixe também o seu recadinho aí pra gente. Muito obrigada a todos vocês. Um bom final de semana para todos aí. Uma boa sexta-feira. Bom feriado para todo mundo, né Thiago? Para você também. Ah, bom feriado. Boa Páscoa, né? Todos nós. Ba. Isso. Boa Páscoa para todo mundo. Que Deus abençoe cada lar de vocês aí, viu? Fiquem com Deus e até a próxima. Tchau, gente. Tchau. O Espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para

gente. Tchau. O Espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. pespiritismo.net/congresso Congresso.

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