A Força do Espiritismo - Introdução à filosofia de Léon Denis - 5ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às segundas-feiras, às 19h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá, meus amigos, muito boa noite. Sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, que é uma produção do Espiritismo.net em parceria com a TVE e com a FEB TV. E estamos numa sequência de episódios onde estamos tratando da filosofia de Leonir, né? Introdução à filosofia de Leon Denir. É, e para falar desse tema, a gente tem sabe quem? O senhor Thiago Barbosa. Boa noite, meu amigo. Seja bem-vindo. >> Boa noite, meu amigo. Tudo bem? >> Tudo ótimo. Graças a Deus. >> Que bom. O pessoal já sabe, mas a gente relembra, né, que você tem então um primeiro momento de fala e depois a gente volta para poder trocar uma ideia, bater um papo, responder as perguntas. Então a gente já fala desde já. Quem tiver pergunta para fazer sobre o tema, coloca aí na no chat que ao final o Thiago responde, tá bom? Ou algum comentário que vocês queiram fazer. Perfeito, meu amigo. Então, >> maravilha, meu amigo. Vamos lá, >> então. A palavra é tua e depois eu volto. Isso aí, minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. Boa noite para Gisele, boa noite para Elizabete. É uma alegria estarmos aqui. Eh, bom, na semana passada nós começamos uma reflexão sobre sobre o conceito, digamos, de crise no pensamento Leonir, né? Crise renovação no pensamento DEI. Nós eh utilizamos a obra Depois da Morte, o penúltimo capítulo, ou melhor dizendo, o último capítulo na primeira parte, né, que é a crise moral. E aí eu senti a necessidade de darmos, digamos assim, um passo atrás e irmos à fonte que eu havia citado eh da obra Gênesis de Allan Kardec, onde o mestre leonês ele coloca no capítulo 18 duas comunicações, uma do espírito árabo, outro do Pelici, que são, nossa, comunicações assim maravilhosas para entender esse tema, né, a luz do Espiritismo. E se der tempo, nós vamos entrar numa mensagem do Emânel. E aí, na semana que vem nós retomamos o pensamento de Deni. Combinado, gente? Então vamos lá. Essa mensagem, gente, ela é maravilhosa assim, enfim, incrível. Eu acho que, pelo menos para mim, que
nel. E aí, na semana que vem nós retomamos o pensamento de Deni. Combinado, gente? Então vamos lá. Essa mensagem, gente, ela é maravilhosa assim, enfim, incrível. Eu acho que, pelo menos para mim, que gosto de filosofia da história, e a gente estuda um pouquinho sobre essas questões relativas à crise, tem, nossa, tem muito a ver, né? Bom, ele diz assim: "Cada corpo celeste aí tá tratando de um ponto de vista cósmico e depois ele vai chegar a essa questão da crise, né, de um ponto de vista até mesmo, eu diria, sociológico. Cada corpo celeste, além das leis simples que presidem a divisão dos dias e das noites, das estações, etc.", experimenta as revoluções que demandam milhares de séculos para sua realização completa, mas que como revoluções mais breves, passam por todos os períodos, desde o nascimento até o máximo de efeito, após a qual há um decréscimo até o último limite para em seguida recomeçar os o percurso das mesmas fases. Ou seja, tá dizendo de um ponto de vista, digamos assim, eh até mesmo cosmológico, né, que todos os corpos celestes eles atravessam sucessivas revoluções. E nesse ciclo de eh uma revolução, podemos dizer que existem eh digamos pequenas revoluções, pequenas transformações, não é, que vão se sucedendo até que elas se completam e chegam num ponto de estabilidade, digamos assim, né? Avancemos. Então, o homem não compreende mais do que as fases de uma duração relativamente das quais ele pode constatar a periodicidade, mas algumas que abrangem longas gerações de seres e até sucessões de raças, revoluções, essas cujos efeitos conseguinte tem para as aparências de novidade e de espontaneidade, ao passo que se seu olhar pudesse se projetar para alguns milhares de séculos atrás, ele veria entre aqueles mesmos efeitos e suas causas uma correlação de que ele nem suspeita esses períodos que pela sua extensão relativa confundem a imaginação dos seres humanos. Não são, contudo, mais do que instantes na duração eterna. Ou seja, então, da mesma forma que os orbes eles atravessam
períodos que pela sua extensão relativa confundem a imaginação dos seres humanos. Não são, contudo, mais do que instantes na duração eterna. Ou seja, então, da mesma forma que os orbes eles atravessam sucessivas revoluções, não é? Isso também ocorre do ponto de vista da história, ou seja, com os homens. Há revoluções, há transformações que vão se sucedendo, né? Eh, e que muit das vezes nós não as nós não temos ideia, porque naturalmente nesse ciclo de encarnado, desencarnado, nós não temos o, digamos, o conjunto, o todo, não é? Nos escapa isso, nós não temos essa noção, mas o que ele tá afirmando é que existe, né? Ou seja, a Terra enquanto orbe, mas também enquanto casa planetária de nós, não só nós enquanto homens, mas também toda a natureza, atravessa uma infinidade de transformações. E essas transformações, não é, elas vão se sucedendo ao longo do tempo, de maneiras que aquela ideia que muit das vezes nós temos de uma obra do acaso, do ponto de vista do espiritismo, isso não se dá, não é? Inclusive, há muit das vezes há pessoas que dizem: "Ah, sim, há caso". Bom, existiria um acaso se nós não tivéssemos sobo de uma inteligência suprema e uma causa das causas, né? Que governa a criação através de leis. Ou seja, Deus ele eh através das suas leis, ele estrutura e organiza todo o universo, né? Então, não há aquilo que exatamente que nós chamamos de acaso. Não há. Essas leis que regem o universo, elas também regem o universo espiritual e a evolução dos seres e das criaturas. Tudo está sobre o julgo dessa lei, que é uma lei de amor, né, que eh no fundo ela sempre tá nos impulsionando para o progresso. Claro que aquela ideia que nós tínhamos de um progresso linear, não é? Nós vamos até ver com Leon na semana passada nós até falamos um pouquinho disso. Há um opúsculo dele intitulado progresso, não é aquele progresso linear, né? Ele também coloca isso no no grande enigma lá na primeira parte. O grande enigma não é um progresso linear, né? Como se assim as coisas só vão melhorando, mas é
sso, não é aquele progresso linear, né? Ele também coloca isso no no grande enigma lá na primeira parte. O grande enigma não é um progresso linear, né? Como se assim as coisas só vão melhorando, mas é isso, né? Assim como o espírito árogo tá dizendo que a sucessão de eventos, né? Então, e esses eventos que sucedem e governam a evolução, muit das vezes eles puxam um pouco para baixo para depois subir, né? Então não é uma coisa linear, seria mais ou menos assim, uma, né, uma uma constante, mas que às vezes desce e sobe, desce e sobe. É mais ou menos isso. No mesmo sistema planetário, todos os corpos que dele dependem reagem uns sobre os outros. Aqui ele já incorpora novos elementos. Olha só que interessante, hein, gente. Olha só que interessante. Como a lei é de solidariedade, a lei é de cooperação, isso se dá tanto o ponto de vista espiritual, né, como material, coletivo, como individual. Então, do ponto de vista planetário, os um planeta do mesmo órbia o nosso órb terrestre, da mesma forma que a Terra influencia os outros órbitos. Então, vou até reler no mesmo sistema planetário, todos os corpos que dele dependem reagem uns sobre os outros. Todas as influências físicas são nele solidárias. e dos efeitos que vocês designam pelo mesmo nome de grandes perturbações. Não há um só que não seja consequência da da componente das influências de todo esse sistema. Ou seja, essa influência ela permeia toda a estrutura. Eh, basta a gente pensar o seguinte, por exemplo, né? do ponto de vista ecológico, eh, é natural que os homens, ele tem um papel, digamos assim, grande, não é, sobre os os outros reinos da natureza, não é? E naturalmente que que os outros reino da natureza eles nos influenciam, né, tanto do ponto de vista da cadeia alimentar, porque eh tem toda uma estrutura que se encadeia, né, para que a vida ela encontre um equilíbrio, não é? Eh, mas também do ponto de vista espiritual. Hoje, por exemplo, já há muitos estudos do da própria neurologia, neurociência, melhor dizendo, perdão, em
ra que a vida ela encontre um equilíbrio, não é? Eh, mas também do ponto de vista espiritual. Hoje, por exemplo, já há muitos estudos do da própria neurologia, neurociência, melhor dizendo, perdão, em que aponta que aqueles que vivem em contato maior com a natureza tem um equilíbrio emocional muito maior, né? quando nós eh fomos, digamos assim, apartados principalmente pela eh pelo sistema econômico que nós vivemos, né, e que eh de maneira geral nós vivemos em grandes centros urbanos, onde temos pouco contato, né, não ser com máquinas, objetos, mas natureza mesmo, muito pouco. Isso gera um desequilíbrio e por aí vai. poderíamos citar vários exemplos, não é? Enfim, eh, a lei é de solidariedade, então ela permeia toda a vida, né? É por isso que o teólogo Leonardo Bof, ele propôs uma ecoesiritualidade, né? Porque eh essa vivência mais próxima, ela gera em nós uma repercussão espiritual muito grande. A gente pode ver com muita tranquilidade as pessoas que vivem eh em centros urbanos menores ou que nem seriam centros urbanos, né? Eh, elas têm uma tranquilidade, uma calma muito maior do que nós que vivemos em grandes centros, né? Enfim, então isso também mostra isso que o espírito Árogo tá tá tá dissertando aqui para nós. Vou mais longe. Olha só. Agora atenção, hein, gente. Agora atenção. Esse ponto aqui é muito interessante. Vou mais longe. Digo que os sistemas planetários reagem uns sobre os outros na razão da proximidade ou da distância resultante dos seus movimentos de translação através das miriades de sistemas que compõem a nossa nebulosa. Ou seja, as nebulosas, né, o a galáxia, uma reage sobre as outras, as nebulosas e aí é assim por diante. Eu vou mais longe ainda. digo que a nossa nebulosa, que é como que um arquipélago na imensidade, tendo também seu movimento de translação através das miríades de nebulosa, sofre a influência das nebulosas que se aproxima. Assim, as nebulosas reagem sobre as nebulosas, os sistemas reagem sobre os sistemas, como os planetas reagem sobre
o através das miríades de nebulosa, sofre a influência das nebulosas que se aproxima. Assim, as nebulosas reagem sobre as nebulosas, os sistemas reagem sobre os sistemas, como os planetas reagem sobre os planetas. Ah, como os elementos de cada planeta reagem uns sobre os outros e assim de elemento em elemento até o átomo. Daí as revoluções locais ou gerais em cada mundo que parecem perturbações apenas porque a brevidade da vida não permite que se veja mais do que os efeitos parciais. Até agora nós não entramos na questão da crise, mas calma que nós vamos lá. A matéria orgânica não poderia escapar dessas influências. As perturbações que elas sofrem não pode então alterar o sistema físico dos seres vivos e determinar algumas dessas enfermidades que atacam de uma maneira geral plantas, os animais e os homens. Essas enfermidades, como todos os flagelos, são para a inteligência humana um estimulante que, por força da necessidade arrasta procurar os meios que de lhes combater a descoberta das leis da natureza. Foi isso que aconteceu quando nós, né, eh, vimos a exclusão da COVID-19, não é isso? E o mundo mudou e muito, né? Agora entramos, vamos entrar no cerne da questão que nos interessa. Mas por sua vez a matéria orgânica reage sobre o espírito. pelo seu contato e suas ligações íntimas com os elementos materiais, também sofre as influências que modificam suas disposições, sem, no entanto, privar o seu livre arbítrio sobre excitado ou atenuado, atenuando sua atividade e que, por isso mesmo, contribui para o seu desenvolvimento. E aqui, gente, cabe um uma reflexão, né? Porque, gente, foi incrível perceber a quantidade de pessoas que dizia assim, ó, só pegou COVID quem tava na faixa mental, tal, Y, sei lá o quê, gente, pelo amor de Deus, né? Isso a além de ser e assim pouco racional, né? Tô tentando falar com muito carinho isso. Eh, também não é seja parece até só um pouco cruel, né? Não podemos ter essa percepção. Não significa dizer que o pensamento não tem importância. claro, mas nós temos
ndo falar com muito carinho isso. Eh, também não é seja parece até só um pouco cruel, né? Não podemos ter essa percepção. Não significa dizer que o pensamento não tem importância. claro, mas nós temos que entender que nós estamos no mundo de provas e expiações. No mundo de provas e expiações, eh, a matéria ela impera sobre o espírito, né? Nós sofremos uma grande influência da matéria. Claro que em vários níveis, aí sim, aí sim, de acordo com nossa evolução espiritual. né? Tem gente que já consegue controlar um pouco mais a matéria, outros não. Mas estamos encarnados no mundo de provas e expiações, né? E isso significa dizer que naturalmente nós vamos sofrer as influências desse mundo, entre elas as doenças. Então, muit das vezes nós dizemos assim: "Ah, fulano pegou porque tá espiando isso ou aquilo". Pode ser, mas também não pode ser. Agora, isso significa que não tem um objetivo? tem, porque tudo isso gera evolução, mas não significa dizer que tudo tá relacionado com o passado. Allan Kardec, inclusive, de maneira muito sábia, lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, bem-aventurados aflitos, ele vai nos dizer que existe causas anteriores, né? que estão relacionad ao nosso passado e causas atuais. Essas causas atuais pode estar relacionadas a a uma imprudência, mas também a vivência num mundo como esse. E é justamente isso que eu vou até reler que o espírito Árago tá dizendo. Mas por sua vez a matéria orgânica reage sobre espírito. pelo seu contato e sua ligação íntima com os elementos materiais, também sofre as influências que modificam suas disposições, sem, no entanto, privar seu livre arbítrio sobrecitado ou atenuando sua atividade, que por isso mesmo constitui para o seu desenvolvimento, né? Ou seja, o fato de estarmos no mundo de provas e expiações em contato com os elementos que compõem esse mundo não priva a nossa o nosso livre arbítrio. O que não significa dizer, como ele colocou, que eh não vai reagir sobre o nosso espírito. Claro que vai, né? como ele disse, mas
entos que compõem esse mundo não priva a nossa o nosso livre arbítrio. O que não significa dizer, como ele colocou, que eh não vai reagir sobre o nosso espírito. Claro que vai, né? como ele disse, mas por sua vez a matéria eh a matéria orgânica reage sobre espírito, este pelo seu contato e suas ligações, sua ligação íntima com os elementos materiais. Ponto, né? Ficou a aqui ficou tranquilo, gente. Então, continuemos. Agora, muita atenção, gente, muita atenção. Olha só o que que ele diz. a efervescência que às vezes se manifesta em toda uma população, entre os homens de uma mesma raça. Aqui ainda, né, nós estamos, preciso dizer que nós eh a a obra Gênesis foi escrita século XIX, o conceito de raça ainda estava em vigor, né? E e esse conceito antropologicamente, sociologicamente caiu, né, só ali por volta dos anos 60, né, do século passado. Enfim, não é uma coisa, não é uma coisa fortuita, nem o resultado de um capricho. Ela tem eh causa nas leis da natureza. Ou seja, essas efervescências, manifestações, transformações profundas que nós observamos no seio de uma determinada sociedade, civilização, isso é regido por leis. Regido por leis, né? Nós tivemos várias, revolução industrial, revolução francesa, né? Isso nós falamos sentido global. Cada país tem as suas. Nós estamos num momento de intensa transformação social, né? Intensa transformação social. Nós observamos essas transformações. Nossa, meu Deus, né? eh eh de de assim é uma crise generalizada, na, né, do ponto de vista econômico, político, social, espiritual, nós vivemos também uma crise de identidade, principalmente o Ocidente, né? Isso não, curiosamente não tá afetando tanto o Oriente, né? Eh, eh, o Oriente Médio, sim, mas eu digo assim, o extremo oriente, né? eh eh não tão como nós observamos no ocidente. Mas isso, olha só que interessante, gente, isso obedece a leis. Vou até reler. Efervescência que às vezes se manifesta em toda uma população entre os homens de uma mesma raça, não é uma coisa fortuita, nem o resultado de um
nteressante, gente, isso obedece a leis. Vou até reler. Efervescência que às vezes se manifesta em toda uma população entre os homens de uma mesma raça, não é uma coisa fortuita, nem o resultado de um capricho. Ela tem a sua causa nas leis da natureza. Essa efervescência, olha só, inconsciente a princípio, não passa de um vago desejo, de uma aspiração indefinida por uma coisa melhor, uma necessidade de mudança. Se traduz por uma surda agitação, uma surda agitação. Depois, por atos que conduzem a revoluções sociais, as quais, acreditem, também tem sua periodicidade, como são as revoluções físicas, pois que tudo se encadeia. Se a visão espiritual não fosse circunscrita pelo véu material, vocês veriam uma as correntes fluídicas que se que como milhares de fios condutores conectam as coisas do mundo espiritual e do mundo material. Olha só que interessante, gente. Eu fico, eu acho isso muito legal, né? Eh, eh, bem legal. Boa noite, Soraia. Boa noite, Isabela. Então, isso significa dizer que as que as revoluções sociais, todas essas transformações, elas têm a sua periodicidade, né? A sua periodicidade e a sua origem, como nós vamos ver no mundo espiritual, né? Porque naturalmente eh o que se quer o progresso. E muit das vezes isso nós observamos, se fizermos uma leitura mais atenta, né? Eu até falei isso semana passada, da lei de destruição, da lei de conservação e a lei de progresso. Nós vamos ver isso, inclusive lei de destruição, não, melhor dizendo, na lei de progresso. Muita das vezes, quando uma civilização ela está, digamos assim, patinando, há uma transformação que por vezes a gente fica, gente, onde veio isso? Que quem estudou Revolução Francesa, né? Eh, até hoje é um grande debate no campo da ciência política, da sociologia, da própria história para entender e temos várias explicações como que se deu a Revolução Francesa. Por quê? Nós tínhamos uma civilização que basicamente tava estagnada, né, enrijecida com um sistema, eh, não só violento, mas uma estrutura
mos várias explicações como que se deu a Revolução Francesa. Por quê? Nós tínhamos uma civilização que basicamente tava estagnada, né, enrijecida com um sistema, eh, não só violento, mas uma estrutura assim muito fechada mesmo. E assim, de maneira meteórica aquilo se transforma. Como é que explica isso? Claro, não são só explicações espirituais, tem muitas explicações e boas explicações, né? Mas é incrível pensar com que assim, e se form recuarmos mais ainda, se formos pro antigo Egito, né? Como nasce o antigo Egito, gente? Até hoje, eh, os grandes estudiosos do daquela civilização não tem uma conclusão exata, como é que aquilo se deu, aquela transformação, né? E por aí vai. Nós vamos ver isso com a Grécia, né? Tanto eh da cultura grega como o expansionismo e e a infinidade de exemplos. Tá? Então, o que o espírito árogo tá dizendo para nós é que é que tudo isso não é obra do capricho. Ou seja, o que que ele tá dizendo, né? Quando ele diz assim, não é uma coisa fortúita, nem o resultado de um capricho, ou seja, não é obra do acaso. Ela tem a causa nas leis da natureza. E nós tirando um um filósofo eh eh que disse que há leis na história, né? Poucos outros se atreveram a dizer isso e nós ainda não as entendemos, não é? Nós estamos, digamos, distante ainda de entender essas leis da natureza que regem a história. E a causa disso que é mais interessante, olha, também tem sua periodicidade, perdão, como as revoluções físicas, pois que tudo se encade, se a visão espiritual não fosse circunscrita pelo véu material, vocês veriam as correntes fluídicas que, como milhares de fios condutores conectam as coisas do mundo espiritual e do mundo material. Quando lhes dizem que a humanidade chegou a um período de transformação em que a Terra deve se elevar a hierarquia dos mundos, não vejam nada de místico nessas palavras. Mas ao contrário, vejam o cumprimento de uma das grandes leis fatais do universo, com as as quais toda a má vontade humana se quebra. Ou seja, é o progresso. Quando há chegou o momento, não há, né?
s. Mas ao contrário, vejam o cumprimento de uma das grandes leis fatais do universo, com as as quais toda a má vontade humana se quebra. Ou seja, é o progresso. Quando há chegou o momento, não há, né? Podemos barrar da forma que for, mas ele virá como uma correnteza que, por mais que as que a bloqueemos, né, represemos, a força ela rompe, né? famosa frase de Vittor Hugo que diz: "É nada mais forte do que uma ideia que chegou em seu tempo, né? E de fato, não só ideias, mas acontecimentos, transformações. E é interessante porque às vezes nós olhamos eh até mesmo por um princípio limitante da que a que a reencarnação nos impõe, muit das vezes nós observamos: "Ah, gente, não tem jeito, isso não vai transformar". Gente, a lei do mundo é é a impermanência. É impermanência. Ela muda sempre. né? É uma constante. É uma constante. Eh, eu só eu vou ler só mais um trechinho. Eu eu até falei errado o espírito que editou a segunda mensagem que eu falei que era o palalecido, não é? O Dr. Ber Barry, perdão. Eu só vou ler uma um trechinho da comunicação dele e aí a gente fecha. E nós entramos, então, eh, entramos para as questões, né? Deixa eu pegar aqui rapidinho aqui. Ã, achei aqui o trechinho que eu queria. Ele diz assim, ó. A agitação dos encarnados e desencarnados às vezes é muito frequentemente mesmo. Ã, não, não é esse ainda, gente. Achei. Uma das coisas que lhe parecerá estranha, mas que nem por isso deixa de ser rigorosamente verdade, é que o mundo dos espíritos que eles rodeia sofre o contra-choque de todas as comoções que abalam o mundo dos encarnados. Ou seja, o mundo espiritual, ele também sofre com as os acontecimentos aqui da Terra. Exemplo, obra nosso lar. Quem não se recorda eh do diálogo do speed de André Luiz com Lízias, tratando justamente eh do início da Segunda Guerra Mundial, né? E aquilo mexeu não só com o nosso lar, mas outras cidades espirituais que naturalmente se comooveram com os acontecimentos da guerra, né? Então aqui ele tá tratando dessa lógica, né,
erra Mundial, né? E aquilo mexeu não só com o nosso lar, mas outras cidades espirituais que naturalmente se comooveram com os acontecimentos da guerra, né? Então aqui ele tá tratando dessa lógica, né, que como há uma solidariedade entre os orbes, né, entre, perdão, entre todo o sistema planetário, entre as civilizações e as sociedades. Isso também se dá do ponto de vista espiritual, né? Então, vamos lá. Ah, digo mesmo que aquele toma parte ativa nessas comoções. Isso não tem nada de surpreendente que tem eh para quem sabe que os espíritos foram um só corpo com a humanidade, que eles saem dela e ela e e a ela retornaram. Então, é natural que eles eh se interessem pelos movimentos que se opera entre os homens. Portanto, fiquem certos de que quando uma revolução social se produz na Terra, ela abala igualmente o mundo invisível. Todas as boas e más paixões são lá super excitadas como são entre vós. Uma indivisível evescência reina entre os espíritos que ainda fazem parte do vosso mundo e que ele aguard e que ele aguardam o momento de regressar. A agitação dos encarnados e desencarnados, às vezes, e muito frequentemente mesmo, já que tudo se encadena na natureza, se juntam às perturbações dos elementos físicos. Ocorre então por algum tempo, uma verdadeira confusão geral, mas que passa como um furacão, após o qual o céu volta a ficar sereno e a humanidade, reconstruída sobre novas bases e embuídas de novas ideias, recorre eh percorre uma nova etapa de progresso. É no período que se inicia que veremos o espiritismo florescer e dar seus frutos, pois é mais para o futuro do que para o presente que vocês trabalham. Porém, era necessário que esses trabalhos fossem elaborados antes, porque ele prepara os caminhos da regeneração pela unificação e racionalidade da das crenças. Felizes aqueles que deles se beneficiam desde já. Isso será para eles bastante ganho. Eh, e dores poupadas. Olha só que interessante, gente. Quanta coisa, quanto material. Uma coisa que eu gostaria de destacar antes de de outros
beneficiam desde já. Isso será para eles bastante ganho. Eh, e dores poupadas. Olha só que interessante, gente. Quanta coisa, quanto material. Uma coisa que eu gostaria de destacar antes de de outros elementos é que essa esse processo de racionalização, né? Eh, eh, deixa eu até pegar o termo correto. Hã, aqui pelos caminhos da regeneração, pela unificação e racionalidade das crenças. Nós estamos vivendo um momento muito curioso. Boa noite, Doret, tudo bem? Eh, um momento muito curioso e isso de fato a gente percebe eh claro que essa unificação não significa fusão, né? significa união, significa proximidade. Mas a gente tá observando isso. Isso se dá tanto do ponto de vista do ecumenismo, mas também de um certo sincretismo, que a gente observa que tá se operando pouco a pouco. Primeiro, se a gente for observar, muitas crenças orientais entram em contato com as crenças ocidentais e vice-versa. É tanto que hoje, né, nós temos práticas, pessoas que praticam cotidianamente práticas espirituais que tá relacionado ao hinduísmo, ao budismo, ao tauísmo, ao forrismo e por aí vai, né? Quem nunca ouviu falar de yoga, de meditação e por aí vai, nãoé? E a gente percebe que muit das vezes as pessoas, ah, hoje eu vou no centro espírita, amanhã tô na igreja católica, depois eu tô, me interesso pelo budo, vou num terreiro de umbanda, né? E por aí vai. O que é isso? pouco a pouco há essa, né, essa aproximação, essa unidade que vai se formando. E também a gente percebe essa racionalidade, né? Eh, eh, as pessoas hoje elas não aceitam mais, não aceitam mais. Eh, quer dizer, isso a gente não pode dizer todas as pessoas, mas a gente percebe que eh do ponto de vista do momento que nós estamos vivendo, a quantidade de pessoas que hoje tem uma crença mais racional do que outrora é muito grande essa questão de céu, inferno, de diabo, né? É claro que tem eh tradições dentro do cristianismo que ainda prega isso, mas boa parte das pessoas não têm mais isso, não acreditam nisso, né? O que no campo da sociologia tá sendo
rno, de diabo, né? É claro que tem eh tradições dentro do cristianismo que ainda prega isso, mas boa parte das pessoas não têm mais isso, não acreditam nisso, né? O que no campo da sociologia tá sendo chamado de desencantamento do mundo, né? Uma racionalidade da experiência da vida, né? que permet todo eh eh toda, digamos, toda a vida, não só do ponto de vista espiritual, mas também material, né? Isso tem se dado. Então, se antes tudo a gente colocava na conta de Deus, ah, minha vida tá ruim porque Deus não gosta de mim, ah, minha vida tá boa. Hoje em dia a gente sabe que não é bem por isso. A gente percebe que há forças que operam no mundo, tanto alheia a nós, mas também como nós próprios, que damos conta disso, né? Então, eh, e isso é um ponto, eh, que o espírito do Dr. Barri trouxe, que tem muito a ver, né? Outra coisa é quando ele diz assim: "A agitação dos encarnados e desencarnados às vezes é frequentemente mesmo, já que tudo se encadena na natureza, se junta às perturbações dos elementos físicos. Ocorre então por algum tempo, uma verdadeira confusão, mas que não passa de um furacão após o qual o céu volta a ficar sereno e a humanidade percorre uma nova fase de progresso. Isso é a relação entre a lei de destruição e a lei de conservação. Nós temos um momento que parece que tudo tá ruindo. Esse edifício ele rui e depois é construído um novo edifício, só que é sob bases mais sólidas e mais eh seguras, né? Então isso se dá. Então isso se dá, né? Então, meus amigos e minhas amigas, eu queria trazer isso para para nossa paraa nossa reflexão para que eh a partir de semana que vem, quando nós formos tratar do pensamento do nosso querido Deni, fique mais fácil, né? Fica mais fácil pra gente eh eh refletir com o mestre de Tor, tá certo? Então vamos chamar o nosso querido já já pra gente trocar uma ideia. >> Muito bem, meu amigo, muito bem. Esses textos que você leu, né, eles são muito ricos, né? são muito importantes mesmo. Eh, a gente vê, Thago, essa questão eh de que tudo tudo está interligado.
eia. >> Muito bem, meu amigo, muito bem. Esses textos que você leu, né, eles são muito ricos, né? são muito importantes mesmo. Eh, a gente vê, Thago, essa questão eh de que tudo tudo está interligado. Eh, o que eu faço repercute de alguma maneira no universo, quer seja num nível menor, né, de repente apenas influenciando aqueles que se encontram ao meu lado. eh algum algumas questões vão influenciar eh num âmbito maior, mas aí vem a seguinte questão, né, que enquanto você tava falando, eu fiquei aqui pensando, né, eh em relação às eh ao tempo em que muitas vezes a gente não consegue perceber de determinados nos ciclos que se repetem e por aí vai, né? Eh, como que a gente entende a questão do livre arbítrio nessa história toda? Eh, seria porque o nosso livre arbítrio, apesar de existir, ele ainda é limitado? e uma uma regra maior do universo, uma lei de Deus que se impõe, ela estabelece de repente limites para que o meu livre arbítrio aconteça. Eu tô falando isso até mais em função eh da questão até mesmo da progressão dos mundos, né? Porque a gente ouve às vezes algumas pessoas falarem, não, o mundo de regeneração só se estabelece a partir do momento em que os espíritos que vivem na terra, vamos falar da Terra, eles também se regenerarem. Mas como é que é isso? até que ponto é assim e até que ponto eh dá-se uma acelerada e diz assim: "Ó, meu filho, você não passou de ano, vai para outro lugarzinho". Porque o mundo já tá na hora de chegar no seu ponto de transformação. Você entendeu o que eu quis dizer? >> Entendi. Eu vou começar até por aí. Bom, eh, como ficou claro para nós, eh, a leis que regem a evolução, a vida, o progresso. E quando nós falamos de evolução, né, há as transformações que impactam eh todos os seres. Naturalmente que para o mundo se transformar depende dos homens que ali estão, que alcançando um nível de maturidade X, né, compõe a massa que compõe, que que eh constitui aquele globo e naturalmente isso impacta, né, sensivelmente a transformação daquele mundo. Entretanto,
tão, que alcançando um nível de maturidade X, né, compõe a massa que compõe, que que eh constitui aquele globo e naturalmente isso impacta, né, sensivelmente a transformação daquele mundo. Entretanto, gente, é preciso a gente ter a seguinte noção. Se eh um determinado momento existem espíritos que são remitentes, a semelhança, eu acho que o melhor exemplo é até clichê, mas eu acho que é o melhor exemplo é de uma escola. Chegou um momento, terminou o ano letivo, eh, de um grupo de 20 alunos, três não conseguiu passar. O que que vai acontecer? Esses alunos vão para uma série, né, vão continuar naquela mesma série e a turma vai, né, naturalmente passar para a fase seguinte. Então, é natural que isso ocorra, né? Então, chegando o momento em que eh há uma condição para essa transformação, ela vai acontecer, né? Quando que isso vai acontecer? Não faço ideia, mas que vai acontecer vai, né? Então, eh, não tem como. Eh, eh, se há espíritos, porque veja, seria justo que vão esperar todo mundo melhorar, todo mundo ficar no mesmo nível, né? até que as coisas aconteçam, aí não seria justo com os espíritos que naturalmente estão se aplicando à tarefa eh da evolução, né? Então, esse é o primeiro ponto. Agora, eh, a questão do livre arbítrio. O livre arbítrio, no nível que nós estamos, ele nunca é absoluto, ele é relativo. E ele opera dentro de uma faixa que vai dentro daquilo que eu consigo operar e das forças que regem a vida, o mundo, né? Eh, eh, eu vou agir dentro do limite da de onde eu estou. Por exemplo, eu nasci no Brasil, nasci em Goiás, naturalmente. E isso é muito interessante porque a coisa que a gente julga que é livre arbítrio e não é Já, por exemplo, eh eh o fato de eu gostar de pamonha, né? Provavelmente, se eu tivesse nascido em, sei lá, em São Paulo, eu não gostaria de pamonha, não gostaria de pequaria de coisas que são próprias daquela cultura. Às vezes eu acho que isso é livre arbítrio. Eu gosto porque, né? Não, não é, né? Não é um livre arbítrio, é porque naturalmente aquilo e eh eu eu nasci
aria de coisas que são próprias daquela cultura. Às vezes eu acho que isso é livre arbítrio. Eu gosto porque, né? Não, não é, né? Não é um livre arbítrio, é porque naturalmente aquilo e eh eu eu nasci naquela sociedade, fui me aclimatando, enfim, eu fui incorporando isso. Agora, significa que não existe livre arbítrio. Existe. Por exemplo, eu posso comer uma pamonha, como eu posso comer 10. Eu vou escolher. né, e tantas outras coisas. Então, eh, existe sim o livre arbítrio, eh, inclusive o Ernesto Banano num livro chamado Enigmas da Psicometria, ele vai nos dizer nos capítulos iniciais, antes dele apresentar os casos, que existe uma uma lógica inversamente eh diferente do livre arbítrio, né, E é eh eh do nossa, agora me fugiu. Determinismo, né? Quanto mais evoluído ao espírito, mais posse ele toma do livre arbítrio. Quanto menos o contrário acontece. Então, à medida que o espírito vai avançando, eh, eh, ele vai conquistando mais livre arbítrio e aí ele vai sofrendo menos influência da matéria, né? Agora, enquanto nós ainda sofremos essa influência, estamos no período da de evolução inicial, naturalmente o determinismo vai operar sobre nós. E aí que entra o texto, né, tanto do Árogo quanto Dr. Barri, que é no sentido que eh essas leis elas vão reagir sobre nós e sobre as coletividades a qual nós estamos inseridos. Eu não sei se eu respondi, meu amigo. >> Respondeu sim, Thago. Respondeu sim. E enquanto você respondia, eu tava até pensando numa outra questão aqui que muitas vezes a gente se esquece, que até eh existe um termo, você vai me corrigir se eu estiver errado, que é o tal do efeito manada, né? Então, muitas vezes o que eu acho que eu tô querendo fazer não é nada mais nada menos do que o resultado de um conjunto de influências que eu tô sofrendo. E o espírito ainda sabe mais, né, Thago? Porque aí tem influência do lado de lá também, o dos espíritos. >> Sim. >> E aí vem aquela questão famosa, né, que os espíritos dizem que de ordinário são os espíritos que nos dirigem. Então,
, Thago? Porque aí tem influência do lado de lá também, o dos espíritos. >> Sim. >> E aí vem aquela questão famosa, né, que os espíritos dizem que de ordinário são os espíritos que nos dirigem. Então, muitas vezes eu tô dizendo que eu estou eh querendo fazer uma coisa e realmente pode ser que eu queira, né, porque eu tô sintonizado com aquela grande maioria ali, mas muitas vezes eu eu faço por conta da desse tal efeito manada e muitas vezes aquela questão de querer me sentir bem dentro de um grupo onde a maioria está indo para aquela direção e eh eu acabo eh aderindo a a ideia ou aquele conjunto de ações que estão sendo tomadas. Eu até me lembro uma vez de uma de uma amiga minha comentando, né, porque ela era professora, e ela dizia isso, né, que às vezes um determinado aluno quando estava sozinho, ele tinha um comportamento, quando ele estava no grupo, ele tinha outro comportamento. E ele não agia do mesmo jeito quando estava sozinho porque ele se sentia desprotegido do grupo, né? Então existe muito isso, essa essas influências, né? Ela a Elaí deu um exemplo quando os o grupo de alunos estava no ônibus, ficavam muito bagunça, né? Gritando muito e tal. Agora se tá sozinho, ele não vai tomar aquela atitude, né? Então existe essa esse conjunto de influências também, né, Thaago? O que que você pode falar sobre isso? >> Já já sem dúvida, meu amigo. Eh, nós somos uma unidade na diversidade e não é a obra do acaso que, eh, Kardec, eh, junto, investigando com os espíritos, claro, ele percebeu que havia uma lei de sociedade, né? o nosso Emmanuel na magistral obra O Consolador, eh, no nas questões relativas à sociologia, ele diz, na verdade, é uma reafirmação do que o um dos pais da sociologia, o Durkain, de eh asseverava que o homem é produto do seu meio, né? Tanto é que Kardec fala da da influência da educação, né? Então, eh eh o espírito ele carrega uma bagagem que lhe é própria e ao mesmo tempo que ele carrega essa bagagem, é como se ele tivesse uma nova malinha, onde ele vai depositando
ência da educação, né? Então, eh eh o espírito ele carrega uma bagagem que lhe é própria e ao mesmo tempo que ele carrega essa bagagem, é como se ele tivesse uma nova malinha, onde ele vai depositando as experiências que ele tá vivendo aqui na Terra. E o peso do meio onde ele está é muito grande. O que que o espírito pode escolher? Eh, por exemplo, em uma sociedade nós temos vários grupos. Em qual grupo ele vai estar? Que tipo de influência ele vai ceder? Porque veja, todos nós sofremos influência, gente. Não existe um ser que pode dizer assim: "Não, eu tô livre de qualquer tipo de influência. Todos nós, né? Então, o meio que nós estamos, ele acaba nos condicionando também. É claro que aí há uma tensão entre a história daquele espírito e o meio onde ele está, né? Nas questões que Kardec trata sobre a influência do meio em o livro dos espíritos, quando vai tratar da encarnação do espírito, por exemplo, em determinados grupos, muit das vezes isso é colocado a título de prova. O espírito pode ceder ou não, né? Isso vai fazendo com que o espírito cada vez mais se liberte. Mas isso é interessante porque uma coisa que eu falo é o seguinte, que nós precisamos da reencarnação para sair da reencarnação, né? Ou seja, à medida que nós vamos amadurecendo, eh eh essa influência ela vai diminuindo, mas dizer que ela nunca ela não existe, ela existe, né? Ela sempre vai existir. A não ser um espírito como Cristo, aí tudo bem, né? E né? Tirando ele. Agora o restante nós todos nós sofremos. Por isso que nós muit das vezes aquilo que nós imaginamos ser muito original da nossa personalidade, na verdade é um conjunto de experiências que outras pessoas viveram e aquilo nós incorporamos. Da mesma forma que nós não fazemos ideia da influência que nós exercemos sobre outras pessoas, né? Essa influência também existe. É uma troca, né? no capítulo associação, né, já lá do pensamento e vida, o Emânio fala sobre isso, né? O fala sobre isso. Então, nós podemos escolher qual influência, né, nós eh iremos eh sofrer, mas sempre
troca, né? no capítulo associação, né, já lá do pensamento e vida, o Emânio fala sobre isso, né? O fala sobre isso. Então, nós podemos escolher qual influência, né, nós eh iremos eh sofrer, mas sempre estaremos vivendo sob a influência de tantas outras mentes, de tantos outros corações. Eu tava até rindo aqui agora, Thago, porque eu fiquei pensando assim, >> eh, se fosse colocar certinho numa conta matemática, a gente acha que às vezes, nossa, tive uma ideia, criei isso, criei aquilo, de repente não ia poder assinar direitos autorais sozinho, não. Ia ter que ser uma igual para legômenos, um monte de assinaturas ali. >> Uhum. Uhum. Porque realmente é é complicado isso. A gente não às vezes não, como o Árago falou, né, a gente não consegue observar isso porque escapa aos nossos sentidos, mas a gente >> Exatamente. Exatamente. E e quando a gente pensa da influência do mundo espiritual também, né, >> é uma permuta, né? Uma permuta. >> É, me lembrei até daquele quadro, né, que André Luiz observa no plano espiritual, né? Isso, exatamente, exatamente. Bem lembrado, >> bem lembrado. Do santo, >> santo, agora esqueci o nome dele, >> não vou lembrar, mas >> era um santo que carregava a própria cabeça, né? Agora eu esqueci o nome dele. >> Aí ele pensava que o original fosse do criador na terra, mas não é ele é que foi o copiador. >> Exatamente. Exatamente. Por isso assim que aquela lei, né, que é do senso comum, mas é muito verdadeira. Ninguém cria e como é que é? Ninguém cria. >> Na natureza nada se cria. Eh, >> copia, enfim, uma coisa assim. >> Isso era o chakrinha. Nada se cria, tudo se copia. Isso, isso, isso é por aí, é por aí, >> meu amigo. >> Ai, ai. >> Tava muito bom, mas o tempo passou e tá na hora da gente encerrar por hoje. Mas na semana que vem estaremos de volta com a continuidade aí dessa série com a introdução à filosofia de Leon Deni. Então, um final, umas palavras aí para esse final de hoje. Ah, só agradecer e eu acho que o intuito desse estudo, gente, é para termos esperança. Dos
a série com a introdução à filosofia de Leon Deni. Então, um final, umas palavras aí para esse final de hoje. Ah, só agradecer e eu acho que o intuito desse estudo, gente, é para termos esperança. Dos momentos mais difíceis que a gente não vê saída haverá, né? Porque estamos sobre sob a égede de uma lei que é extremamente amorosa, bondosa e que nos conduz sempre para o mais alto, sempre para uma realidade espiritual nova, em que nos apresentará caminhos mais seguros para percorrermos, né? Então, esperança sempre, sempre, sempre, sempre. Muito bem. E com a esperança nós encerramos por hoje e despedimos de vocês, esperando de volta tê-los aqui na próxima semana. Obrigado, Thaago, mais uma vez. Fiquem com >> Obigo. Tchau, tchau. >> E até a próxima. Ciao. Ciao. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lonês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso /congresso
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