A Expiação| Jamile Lima
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina A palestrante Jamile Lima aborda a expiação como caminho de aprendizado e de reajuste espiritual, revelando seu papel na pedagogia divina para o progresso da alma. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #PalestraEspírita #Expiação #MarinaAlves #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Irmãos e irmãs aqui presentes, boa noite. E aos nossos internautas que nos acompanham na transmissão online, nos canais que estão transmitindo essa bendita semana que nos auxilia na reflexão sobre a utilidade da existência, sobre o que de fato estamos fazendo aqui na condição de seres encarnados, portanto, almas. E o que é que nós podemos de fato fazer para que essa oportunidade não seja inaproveitada? Eu não diria perdida, porque toda a oportunidade que é concedida pela divindade, pelo nosso pai criador, mesmo que em uma pequena proporção, alguma coisa sempre será para o nosso benefício, nem que seja uma semente que todos nós recebamos e que caberá a cada um de nós, então, fazê-la florescer. O tema desta noite já foi colocado para todos vocês, que é a expiação. E isso já me fez lembrar, a afirmativa de Kardec, que quando ouvimos falar em expiação, já temos algo que nos mobiliza, porque pensamos automaticamente tratar-se de algo penoso, algo que vai nos levar ao sofrimento ou que eu vai então deixar de lado todos os prazeres que a vida de um encarnado neste planeta representa. Nós temos muitos chamados, muitos prazeres à nossa disposição, que também tem um efeito dispersante e nos dispersa do objetivo que é justamente o retorno ao Pai, contanto que estejamos em consonância com a lei divina ou com as leis naturais. Esse é o objetivo de todos nós a despeito da crença que professemos, independente do lugar em que tenhamos nascido, do idioma que nós falemos, o que importa de fato é o que na condição de almas e na maturação que nós encontramos, vamos nos dedicar a fazer. Eu entendo como importante, já que vamos tratar da expiação, que tenhamos um entendimento acerca dela. expiação, segundo a definição que os espíritos nos trazem, significa um sofrimento de ordem física ou de natureza moral, podendo também ambos serem casados, que fazem com que a gente desde esta vida já entre em um processo de expiação ou que esse processo possa manifestar-se na nossa vivência espiritual quando então retornamos pelo
ém ambos serem casados, que fazem com que a gente desde esta vida já entre em um processo de expiação ou que esse processo possa manifestar-se na nossa vivência espiritual quando então retornamos pelo desencarne a esta pátria. ou poderá manifestar-se pós o arrependimento, como vimos pela manhã, numa outra vida, ou se recalcitrarmos em demasia, em outras existências. E isso já traz uma ligação direta. E já que eu entendo que expiação é uma consequência moral e que pode manifestar-se no físico, significa que alguma causa a originou. Para que então eu inicie um processo expiatório, eu preciso entender e perceber qual foi a causa. O que é que o evangelho nos apresenta? Reconhece-se a árvore pelo fruto. De acordo com as consequências, o que estamos experimentando, as circunstâncias que nos rodeiam, os perfis que nós atraímos e as nossas próprias necessidades já vão nos dar um indício do que é que de fato semeamos em outras oportunidades. Dito isto, o que é expiação? consequências físicas e morais das falhas que cometi anteriormente e por isso associamos a algo penoso, precisa ser revisto, porque o penoso é a nossa concepção de um processo educativo e que nos reconduz ao caminho de felicidade. Quando a gente pensa em porta estreita e porta larga, digamos que nós fizemos um uso um tanto quanto excessivo do que a porta larga nos possibilita. Então, fomos depositando na nossa bagagem uma possibilidade de atravessar portas largas, porque digamos que essa mala ou mochila nos possibilita a passagem, porque eu tenho muito espaço. Mas para adentrar o reino dos céus, eu vou precisar retirar dessa bagagem muitos pesos, excesso de egoísmo, os maus pendores ou as mais as mais tendências que vamos cultivando ao longo das existências, que ao serem então retiradas da bagagem, eu consigo passar em uma porta estreita, porque eu não tenho mais nada que me exceda. É o que nós sempre estamos acostumados a ouvir, que no mundo espiritual nós não vamos levar os bens terrenos que com tanto afã
assar em uma porta estreita, porque eu não tenho mais nada que me exceda. É o que nós sempre estamos acostumados a ouvir, que no mundo espiritual nós não vamos levar os bens terrenos que com tanto afã aqui cultivamos. Quando vamos tirando aquilo que nos pesa e que é necessário para esse mundo, mas não para a vida espiritual, a leveza nos permite, nos despida daquilo que nos atrasava a marcha. E passamos com tranquilidade por esta porta. E ela é estreita porque nos leva à renúncia, nos leva ao sagrado ofício, que é o sacrifício, que é dedicar a existência à vida celestial. Não significa ser espírito puro, não significa alcançar a condição de santos, mas fazer dentro da nossa condição evolutiva o que é possível para que a gente consiga galgar um novo degrau, um novo patamar, uma nova possibilidade evolutiva. Em pensando nesse sentido o que é expiação, é preciso também pensar qual é o objetivo da encarnação. Nós encarnamos, segundo os espíritos, na questão número 132, porque precisamos chegar a um estado de perfeição. E não se chega à perfeição se não vivenciarmos as vicissitudes que este planeta nos apresenta. E aí é preciso entender que está em um planeta de provas e expiações, por mais que saibamos disso, nunca é demais repetir, significa que já somos espíritos com um certo nível consciencial e senso moral de que podem melhorar. Todos nós que aqui nos encontramos estamos voltados para provar que já conseguimos evoluir e espiamos, olhamos de perto as consequências do que fizemos no passado, porque aquilo que nos entristece e aquilo que nos constrange traz um aviso de que precisamos fazer uma nova correção de rota ou mudar aquele comportamento repetitivo e que sempre me traz consequências que não são agradáveis. Mas para chegar nessa condição, eu vou precisar experimentar algum tipo de dissabor, porque é esse aguilhão da consciência desperta, o incômodo que me tira daquele âmbito de conforto. Porque se tudo está bem, se a minha vida caminha dentro de um contexto que eu
algum tipo de dissabor, porque é esse aguilhão da consciência desperta, o incômodo que me tira daquele âmbito de conforto. Porque se tudo está bem, se a minha vida caminha dentro de um contexto que eu diga: "Tudo é harmonia, tudo é equilíbrio, nada me incomoda". Não estamos ainda em nível evolutivo de acordar num belo dia e dizer: "Hoje eu vou investir na minha evolução espiritual e para todo sempre". Ainda estamos naquilo que Joana define como uma espécie de preguiça intelecto moral. Então, precisamos de um certo empurrão divino para que, então, se valendo do nosso próprio desaviso, aquilo que a gente entende como mal, que é o distanciamento de Deus, se transforme pelas nossas ações em avisos de que precisamos então mudar a atitude. E isso vai nos lembrar do conceito de arrependimento. Arrependimento vem de metanoia, essa palavra grega que vai falar pra gente conversão. Quando eu converto as minhas atitudes que me desequilibram, que me desarmonizam, por uma postura mental harmônica e que me coloque a par e passo com essa lei divina, arrepender-se significa que passei por um processo de tristeza profunda, de entendimento de que maculei as leis universais. E isso, considerando que a minha essência divina, volta a nos dizer: corrija a sua rota. Então, arrependimento é o primeiro passo que nós experimentamos para a felicidade. E não deve ser visto então como uma espécie de carta que a vida nos dá, eh, querendo então alegar que nós somos seres que jamais chegaremos à perfeição ou que somos o mais imperfeito dentre os imperfeitos. significa que já estamos sensibilizados e que percebemos, então, que há uma esperança para minha redenção. Por isso que arrepender-se é converter-se. É a busca por sair de algo que me prejudica, espiritualmente falando, para uma postura que me leve à sese de natureza espiritual. Então, estar aqui como ser encarnado, e essa é a grande oportunidade, já nos diz que estamos a caminho dessa perfeição. Logo, encarnar não é motivo de tristeza, significa que eu estou caminhando para a
ntão, estar aqui como ser encarnado, e essa é a grande oportunidade, já nos diz que estamos a caminho dessa perfeição. Logo, encarnar não é motivo de tristeza, significa que eu estou caminhando para a plenitude. Então, todos nós que aqui estamos, e isso não se trata de privilégio, estamos sendo oportunizados pelo divino ao crescimento para alcance da plenitude e felicidade. Mas na questão 133 há uma outra pergunta. A gente viu o objetivo da encarnação, purificar-se. Mas qual é o objetivo da reencarnação? Se eu preciso reencarnar, é um sinal de que tem algumas coisas que precisam ser revistas, recapituladas, feitas de outro modo. E a resposta é diretiva. Reencarna-se porque é preciso espiar, melhorar-se até que se chegue então a um patamar em que a humanidade possa considerar-se como evoluída. O conceito que nós temos de civilização ou de traços de civilidade ainda estão muito atrelados a questões culturais, ao intelecto, a aquilo que a gente pode legar do ponto de vista cultural e de conhecimento tecnológico, dentre as outras áreas do campo do conhecimento. Mas aqui o que se está falando e desse ponto de vista é um cultivo do âmbito moral, aquelas asas que precisam ser estabilizadas e que Kardec explica. Eu não consigo ter uma espécie de crescimento do ponto de vista moral se o conhecimento não vem antes. Ela é a mola propulsora para que a partir do momento que eu compreenda o moral, então acompanhe o conhecimento. Por isso que quando estamos em desequilíbrio, excessivamente intelectualizados ou voltados para um uso desmedido da inteligência que não respeita limites, que não respeita a vida e o direito dos outros, nós estamos com as consequências que hoje enfrentamos. Mas quando o conhecimento ele consegue ser moralizado, todos nós avançamos. Saímos da condição do uso de inteligência para a uso fruto particular e pessoal para aquele que pode ser difundido para o coletivo. Todos crescem, todos ganham, não tem disputa. E é por isso que a gente mantém tanto um sistema de
inteligência para a uso fruto particular e pessoal para aquele que pode ser difundido para o coletivo. Todos crescem, todos ganham, não tem disputa. E é por isso que a gente mantém tanto um sistema de natureza predatória excludente, e nós pensamos o por que o mundo se mantém desse modo. É o sistema, são os governantes, não é o nosso nível evolutivo. Porque de algum modo, por afinidade e sintonia, nós sustentamos esse tipo de estrutura, porque a maior chaga da humanidade é o egoísmo. E em maior e menor grau nós reproduzimos a chaga que ainda nos queima o íntimo e reverbera em um coletivo que não consegue se sensibilizar com a dor do outro. E quando alguns conseguem trazer bandeiras pacifistas ou discursos que podem nos emular ao progresso, nós utilizamos a tática do cancelamento, que não é atual, porque cancelamos já muitos seres iluminados. Jesus foi cancelado, Martin Luther King foi cancelado, assim como Nelson Mandela. Então, se a gente pensa que ainda vemos o bem e as possibilidades de crescimento como algo que precisa ser aniquilado, significa que alguma coisa precisa ser modificada no nosso dia a dia. Por mais que o bem apareça com uma grande possibilidade de conversão e felicidade, se o nosso interesse particular tiver algum tipo de intromissão, nós agiremos como feras para abafar aquilo que é amor. Daí que vamos nos sentir como seres fatigados e cansados da estrutura que nós montamos. E nós espíritos estamos antes da conformação do planeta e não como uma consequência de uma obra do acaso. Então, se assim estamos, nós fizemos essa criação. Por isso que estamos espiando vidas após vidas, porque ainda não fizemos a mudança interna e a expiação aparece como uma consequência natural. O que eu vejo como importante, André Luiz traz essa reflexão para todos nós, é que a expiação ela não tem um tempo exato. Não é na próxima encarnação, não é necessariamente no mundo espiritual. Ela tem início no momento em que infringimos a lei de Deus. Qualquer ato que fira as leis de fraternidade, as
em um tempo exato. Não é na próxima encarnação, não é necessariamente no mundo espiritual. Ela tem início no momento em que infringimos a lei de Deus. Qualquer ato que fira as leis de fraternidade, as leis de colaboração, de amor ao próximo, já é o início da expiação. Se nós tivermos isso em mente, seremos seres muito mais vigilantes e responsáveis pelos nossos atos. Porque antes mesmo de me comprometer com a lei, eu analiso se a minha postura não vai me causar de sabores no futuro. Então, ser desperto é o que consegue olhar e analisar os próprios pensamentos, as atitudes e as escolhas que irá fazer, porque assim ele evita prejuízo próprio e para os demais que convivem e partilham o seu dia a dia. Tem uma uma pergunta tão interessante. Primeiro que tem sempre uma espécie de escapadela que a gente deseja dar quando pergunta: "Mas por mesmo que Deus já não nos criou perfeitos? Já não seria mais fácil? Não precisaria arrepender-se espiar? Não precisaria reparar? Já seríamos todos criados? Muito bem. E no livro dos espíritos, eu acho uma resposta muito interessante, porque não tem algo pronto para que a gente então consiga reproduzir e entender. A resposta é: se Deus assim o fez, é para ser desse modo. Ainda não há condição no nosso nível evolutivo de entender o que é que Deus nos quer apresentar com essa caminhada que nós fazemos de retorno ao Pai. Mas os espíritos dizem uma coisa, isso é uma verdade que a gente pode até entender como um dogma, porque ela é indiscutível, é um consenso universal, ele é soberanamente justo e bom. E nós estamos colhendo as consequências daquilo que fizemos. A cada um sempre será segundo as suas obras. Se analisarmos as obras que estamos cultivando, que estamos produzindo, já vamos ter uma ideia exata do que pode ser o nosso futuro desde já no mundo espiritual e nas vidas futuras. Daí a necessidade da atenção. E uma outra pergunta é: o que é que vale então tantas lutas e atribulações para aqueles espíritos que escolhem uma espécie de caminhada reta, que não se demoram muito
as. Daí a necessidade da atenção. E uma outra pergunta é: o que é que vale então tantas lutas e atribulações para aqueles espíritos que escolhem uma espécie de caminhada reta, que não se demoram muito em expiação em criar problemas para si mesmos? E aí a resposta é: Há uma grande vantagem. Eles chegam mais rápido e além de chegar mais rápido, não vão espiar as consequências das imperfeições do avaro, do ciumento, do desonesto e do ambicioso. É muito mais vantajoso não passar pelas consequências das imperfeições que carregamos e avançar de pressa, que eu acho que é uma pressa muito plausível, inclusive de se cultivar, a pressa em ser feliz. E a gente entende uma felicidade que é calcada em nada e que a gente entende que é o nosso tudo da superficialidade, daquilo que a matéria e o consumismo nos oferecem. Criamos uma existência com essa base que é efêmera, que é superficial e que passa e não fazemos com que os tesouros da alma sejam as nossas constituições, construções, sonhos e anseios. É comum perguntar a alguém qual é o seu sonho. Ter a casa própria, um carro novo, tal profissão, ganhar tanto por mês? Nada disso perde o quesito de dignidade. Mas cadê a resposta do espiritual? Você sonha com o que? Exatamente. Eu gosto de uma reflexão que uma filósofa, professora Luciena Galvão, faz. Se você hoje saísse deste mundo, que legado você gostaria de deixar? É esse o sonho e a aspiração que nós, como espíritos imortais, conscientes dessa realidade, precisamos então fazer. Quando nos tornarmos seres conscientes e que não vamos mais precisar espiar, a gente de fato vai conseguir perceber que é mais fácil, ao invés de esperar que a regeneração venha, que nós a construamos e façamos neste planeta. Meu reino não é deste mundo e nem poderia ser, porque ainda estamos margeando com iniquidade. Iniquidade é a característica dos iníquos. Iníquo é todo aquele que é mau, injusto e perverso. E a lei divina, ela trabalha com equidade. Equidade é a possibilidade de que possamos ter condições iguais para
dade é a característica dos iníquos. Iníquo é todo aquele que é mau, injusto e perverso. E a lei divina, ela trabalha com equidade. Equidade é a possibilidade de que possamos ter condições iguais para evoluir, respeitando as especificidades. diferentes de igualdade, em que todos terão as mesmas condições. E nem todos, ou melhor, nós não temos condição de sermos tratados como iguais, porque somos seres individuais, universos distintos, embora tenhamos uma mesma origem e a mesma destinação, mas o caminho cada um faz o seu. E se Deus nos tratasse de formas, e que nos igualasse em escolha e oportunidade, estaríamos sendo feridos na nossa própria caminhada e nas nossas conquistas. E isso tem a ver com o melhoramento progressivo da humanidade, porque fala da justiça. Eu vou lhe oferecer aquilo que é possível para você nesse momento e é o que você também angareou na sua própria caminhada. Um pouquinho mais à frente, nós vamos paraa questão de número 258, que é quando na erraticidade, antes de começar a nova existência corporal, tem o espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena. E às vezes a gente imagina, tem uma palavra que eu acho ela muito interessante e que ela não perde significado. E aí já é uma observação importante. A gente às vezes eh tem uma ideia um tanto quanto ilusória de porque temos uma crença, uma filosofia ou algo que nos faz bem. Tudo que o outro diz que não está dentro desse imaginário que criamos de entendimento, é algo que a gente possa descartar. A questão não é tanto a cristalização da ideia, mas a representação pro outro. Então, baiano usa muito essa expressão, é um livramento. Então, se você perde o avião, se aquele ônibus que você tava esperando já passou, que às vezes a gente se irrita, o meu horário, eu estou atrasado, não é livramento. Então, a gente consegue se adequando. Isso no entendimento do que a gente denomina por senso comum. Imaginemos a potência do que se encontra na oração dominical. Não nos deixes cair
não é livramento. Então, a gente consegue se adequando. Isso no entendimento do que a gente denomina por senso comum. Imaginemos a potência do que se encontra na oração dominical. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Entendem? Quando a gente coloca o livramento, o que é que a gente tá pensando? Que há uma proteção de natureza divina que sempre vai me resguardar do mal. E vai, isso é uma realidade, mas vai se fizermos o esforço. Porque se cada um recebe de acordo com aquilo que faz, eu terei todos os livramentos se eu fizer a mudança interna de não ser aquele que cai na primeira tentação que lhe passa. Nesse sentido, se somos seres que estabelecem uma retaguarda de natureza moral, a expiação não nos alcança. E caso nos alcance, porque ferimos a lei, ela vem muito mais branda, porque comigo o julgo é suave e o fardo é leve. Eu não sou aquele que se revolta, eu sou o que compreende. Eu não sou o injustiçado, e sim aquele que entendo tudo aquilo que semei. Estou aqui por misericórdia e não por punição e por castigo. Outra confusão muito comum e até pertinente, caso a gente não faça uma investigação tanto quanto mais apurada, que é essa ideia de que Deus pune e Deus castiga. Deus não pune, Deus não castiga, ele simplesmente nos educa. A única coisa válida é ter várias possibilidades de redenção, de felicidade. E é interessante que quando a gente diz assim: "Olha, eu acho que há um equívoco na sua fala" porque Kardec usa essas duas palavras. Ele usa culpa, ele usa castigo, ele eh culpa no sentido de que alguém é culpado por aquilo que fez. Só que é no próprio livro dos espíritos que a gente encontra a resposta. E quem nos salva é Paulo, o apóstolo, na questão 1009, quando ele diz então que é culpado todo aquele que faz um falso movimento da alma. Falso movimento da alma significa que nos iludimos ao nos identificarmos com a matéria e acharmos que somos a matéria. Matéria é instrumento de manifestação da essência. Se eu então educo essa matéria a partir do adquirir desses tais
que nos iludimos ao nos identificarmos com a matéria e acharmos que somos a matéria. Matéria é instrumento de manifestação da essência. Se eu então educo essa matéria a partir do adquirir desses tais tesouros da alma, eu terei um corpo e eu terei o sensório ou que a gente pode chamar do sensualismo, em que eu não me escravizo as sensações, elas estarão ao meu dispor para evoluir e não numa uma espécie de relação de submissão em que eu não possa fazer outra coisa que me liberte dessa escravização. E Kardec também não nos deixou uma possibilidade de fuga, porque no capítulo A carne é fraca, ele vai nos dizer: "Fraca não é a carne. Fraco é o espírito que se lhe submete aos desígnios imperativos por não ter investido no processo de autoiluminação." E aí a gente vai vendo, mas ser espírita dá trabalho. Eu já não posso mais dizer que as coisas que vivencio são da responsabilidade alheia. Não posso colocar culpa na carne. Eu não queria, mas fiz. Já que agora eu me entendo como responsável e já sei que quem tem esse domínio sou eu. O que significa que Deus não castiga. Eu sou o sujeito que determinou a própria vida e as consequências daquilo que carrega. Logo, como Leão Deni afirma, ser feliz é uma questão de escolha. E aí a gente se pergunta: "Eu escolhi estar neste planeta?" Sinto revelar-lhe sim pelas suas atitudes. E é para comemorar, porque esse planeta é escola. Nós somos os alunos medianos. Passamos um tanto quanto arrastados ou um pouquinho abaixo da média, mas depois que a gente conhece uma doutrina dessa envergadura, depois que estamos aqui, vocês são diferenciados. Nós estamos num sábado à noite e um sábado à noite nós conhecemos os diversos apelos e estar aqui significa um auto investimento do ponto de vista espiritual. Estou buscando outras coisas que o mundo não me oferece. E não é vilanizar o mundo, mas é estar nele sabendo que é uma passagem. Devo viver respeitando normas, leis, mas sabendo que o meu futuro é muito mais adiante e que o aquilo que eu vivo aqui vai ser a minha realidade no
mundo, mas é estar nele sabendo que é uma passagem. Devo viver respeitando normas, leis, mas sabendo que o meu futuro é muito mais adiante e que o aquilo que eu vivo aqui vai ser a minha realidade no mundo espiritual. Não nos tornaremos santos, nem espíritos puros da noite para o dia. Seremos lá exatamente o que estamos sendo aqui. E se o que estamos semeando aqui é bom, nós saberemos que esse porvir, que pode ser a qualquer momento, vai ser bom. Mas se a minha semeadura não está em consonância com as leis de Deus, a qualquer momento ou mais adiante, eu já terei consciência do que me aguarda no mundo espiritual. é uma consequência direta. Por isso que a fé é raciocinada. E por isso que Kardec diz que espírita é todo aquele que antes compreendeu, depois vem a fé, porque ela não é cega, ela traz uma compreensão e nós vamos vendo uma construção lógica e para além da lógica e da razão, totalmente imbuída pela misericórdia, pela justiça e amorosidade divina. Um ser que não fixa o nosso destino em alegria permanente e em uma tristeza profunda sem remissão, significa que traz uma possibilidade de um reencontro consigo e com aqueles que amamos. Porque se alguém vai para um lugar paradisíaco e o outro que lhe partilhou a vida não conseguiu avançar a moral espiritualmente, vai padecer eternamente, será que aquele que ama conseguirá ter paz e felicidade se o outro vai sofrer uma pena eterna? Isso não combina com esse pai misericordioso que nos foi apresentado por Jesus, um pai que oportuniza daí o princípio das múltiplas vidas. Eu tenho diversas possibilidades de reescrever a minha história. E eu costumo dizer, e é uma consequência natural, uma vez criado não tem fim. Uma vez criado só tem uma possibilidade. É a única fatalidade que a gente diz. A única fatalidade conhecida é a morte física. podemos considerar, mas a a fatalidade do ponto de vista espiritual é perfeição. Particularmente, não vejo o plano melhor para que a gente invista quando olhamos que condições estamos apresentando nesse planeta, que
rar, mas a a fatalidade do ponto de vista espiritual é perfeição. Particularmente, não vejo o plano melhor para que a gente invista quando olhamos que condições estamos apresentando nesse planeta, que escolhas, que atos, opiniões, pensamentos, posturas estamos adotando diante da vida. Entendendo assim que culpado é quem então mobiliza um falso movimento da alma, escolhe vaidade, ambição, a todas as coisas que nós já conhecemos e por isso sente-se castigado, porque não necessariamente quando a expiação começa, estamos sensíveis a passar por ela com tranquilidade, entendendo que Deus é justo, bom. Eu posso me revoltar, eu posso achar que o que eu estou passando não é do meu merecimento. Isso vai depender de cada um. Desse modo, o castigo vai ser encarado como algo que não me cabe, porque eu não tenho responsabilidade sobre as atitudes que assumo. Nesse sentido, eu estou sendo castigado porque imerecidamente eu estou passando por situações conflitivas e que eu não gostaria de passar. Aí sim a gente entende o que Kardec estava colocando como culpado, falso movimento da alma. E aí eu experimento o castigo que na consciência eu não mereço passar por essas situações que enfrento. Quando então estamos despertos, nós entendemos que não existe culpado. Existe um ser responsável por suas escolhas e não há castigo. Há oportunidade de refazimento. Por isso que arrepender-se é indício de sensibilidade. E quem se arrepende desponta a esperança, porque ela vai dizer: "Se seguires por aqui, você, com toda a certeza, será alguém no futuro harmônico, equilibrado e ainda contribuirá com a caminhada dos outros que ombreiam contigo." Mais à frente, eu quero compartilhar algo para vocês, é dessa pergunta, né? Se é na erridade que a gente escolhe as nossas provas e que a gente pode questionar, eu escolhi isso, foi esse marido que eu escolhi? foram esses amigos. Vamos fazer a justiça, essa esposa que eu escolhi para não ficar essa coisa só do gênero também, porque a gente precisa lembrar que quando a gente
, foi esse marido que eu escolhi? foram esses amigos. Vamos fazer a justiça, essa esposa que eu escolhi para não ficar essa coisa só do gênero também, porque a gente precisa lembrar que quando a gente traz traços culturais para as nossas trocas, sendo espíritas, o senso e as escolhas de natureza moral não são determinadas pela vestimenta temporária. Homem é assim, mulher é assim. Óbvio que nós temos as questões culturais que precisam ser vistas, que nos influenciam, mas não são determinantes. Porque se assim fosse, todo e qualquer arrastamento seria irresistível. É o valor moral que o espírito carrega. E ao animar aquele corpo, ele vai ter a escolha de seguir uma determinada matriz de ordem cultural que não necessariamente lhe é imposta, mas que entendo afinidade eu posso reproduzir, porque com senso moral eu mudo. E isso não tem ou não guarda relação com necessariamente papéis definidos. Tanto que às vezes a gente usa afirmações como tal pessoa está à frente do seu tempo, porque ela não se limita a uma apresentação ou manifestação. Ela caminha em conformidade com uma lei que diz que o ser que acende, ele se torna um luminar para que os outros sigam o seu exemplo. Não é ser como o outro, é inspirar-se e colocar à disposição as potencialidades que todos nós temos na condição de espíritos. E a resposta é que o espírito vai escolher o gênero da sua vida. E esse gênero da vida pode ser de prova, pode ser de expiação e pode ser de missão. Dentre nós que aqui estamos e os nossos internautas também, alguém acredita estar aqui em missão? Podem levantar a mão. Não temos ainda uma crença válida de que somos missionários. Alguém se imagina em prova? Muito bem. Mãos tímidas levantando. Alguém acredita sem expiação? Mas mãos levantaram. Então vocês estão no lugar certo. O que é que a gente entende por missão? A missão é uma uma espécie de compromisso com uma maior robustez que espíritos que tendem a não falir fazem uma espécie de acordo com a divindade. É melhor o compromisso, é um
ente entende por missão? A missão é uma uma espécie de compromisso com uma maior robustez que espíritos que tendem a não falir fazem uma espécie de acordo com a divindade. É melhor o compromisso, é um termo mais adequado, para a condução daqueles que ainda se encontram na retaguarda em sofrimento. Aí temos espíritos missionários, embora possamos adotar o termo de que cada um tem a sua missão e de fato o tem, mas entender que o missionário já tem uma certa eh colocação espiritual, uma uma espécie de clareza mais explicitada do que é a realidade como essência. A prova é algo que a gente escolhe que entende que pode suportar para avançar. E às vezes a gente olha assim para determinados espíritos, nossa, por essa condição que passa deve ser um espírito em expiação profunda. Veja o sofrimento por passa. Cuidado, pode ser um espírito em prova que escolhe algo muito mais, vamos dizer, intenso para apressar a sua caminhada e a sua evolução. E tem uma pergunta dessa natureza no livro dos espíritos. Alguém em sã consciência vai escolher uma prova dura para o seu retorno durante uma próxima reencarnação? E a resposta sim, porque o espírito encarnado, ele tem uma visão restrita e muito mais próxima daquilo que é a sua zona de conforto ou de domínio. Mas o espírito despido do corpo físico, ele enxerga além. Então, quando eu olho o panorama da minha possibilidade futura, eu escolho essa prova, porque ela me fará avançar mais rápido. E essa inquietude interna que me consome pelo arrependimento será então deixada de lado. É a mesma coisa. Eu gosto da comparação que os espíritos nos trazem. Um do que toma um remédio que pode até ter outras consequências, prejudique em outras células, que lhe cause algum tipo de dor, mas que lhe possibilite cura. Então, mesmo sendo desagradável, se me traz algo positivo, eu aceito esse remédio. O espírito, da mesma forma, escolhe as provas que ele entende que pode vencer. Outra pergunta: Os espíritos têm a sua vida imposta pela divindade? Não tem a escolha da sua próxima vida.
esse remédio. O espírito, da mesma forma, escolhe as provas que ele entende que pode vencer. Outra pergunta: Os espíritos têm a sua vida imposta pela divindade? Não tem a escolha da sua próxima vida. Aceita, porque se você escolhe a prova e avalia que pode vencê-la, Deus autoriza que você reencarne com aquela possibilidade. Agora, se estamos ainda em meio à aqueles que estão alienados da sua própria condição espiritual, esses sim vão reencarnar espiando, porque expiação tem natureza coercitiva, ela é compulsória. E se eu não a desejo, mas preciso evoluir, Deus me apresenta a possibilidade de retorno. E lembrar, toda expiação é prova, mas nem toda prova é expiação. Prova eu escolho, expiação eu não tenho alternativa. E quando a gente pensa assim, eu gosto do exemplo que tá no livro dos espíritos, se uma telha cai, isso tava na minha programação. Os espíritos vão dizer: "Calma, com esse tipo de interpretação, nós escolhemos a vida de um modo geral, alguns fatos ou atributos que eu possa trazer, elementos importantes, mas não detalhamento, porque isso vai depender do livre arbítrio e da vontade que cada um carrega. Você traz algum tipo de programação, mas dependendo dos interesses desviantes, você não cumpre. Do mesmo jeito que você pode ser alguém que cumpre da forma devida. Mais uma vez, mérito é algo que é apresentado pela lei divina. Por isso que não surgimos perfeitos. Pelo mérito, nós nos tornamos perfeitos e estamos em estado de perfectibilidade. Entender que eu tenho uma programação e eu não tenho eventos milimetricamente delineados mais uma vez nos apresenta a responsabilidade pelas escolhas. Êxito ou fracasso temporário vai ser sempre uma decisão que nós assumimos como espíritos que somos e que somos respeitados nas escolhas que fazemos. a menos que as nossas escolhas contribuam para desequilibrar os demais. E aí tenhamos certeza que os cocriadores universais, os espíritos que estão aí no orb, no universo, irão nos conduzir de modo a não prejudicarmos a lei divina.
contribuam para desequilibrar os demais. E aí tenhamos certeza que os cocriadores universais, os espíritos que estão aí no orb, no universo, irão nos conduzir de modo a não prejudicarmos a lei divina. Outra coisa que quero lhes trazer da questão 259 é do fato de pertencer ao espírito a escolha dos gênero de provas que deva sofrer. Seguir-se há que todas as tribulações que experimenta na vida, nós as previmos e buscamos. E aí ele traz um comparativo que eu achei de fácil compreensão, é que se eu programo uma viagem e nessa viagem eu sei que eu vou passar por uma estrada cheia de sucos, eu já vou ter uma ideia que em algum momento eu possa cair, mas eu não vou saber exatamente onde essa queda acontecerá, mas eu posso não cair se for devidamente cauteloso, prudente e vigilante. Então, não é Deus que nos culpa, nos impõe castigo ou nos submete a provas que ele já sabe que iremos sucumbir. Assim acontece se eu não sou vigilante e o responsável com o meu próprio futuro e com a minha vida e com a possibilidade atual de existência que eu possuo. Já pararam para refletir que muitos espíritos encontram-se nesse momento na erraticidade em busca de uma oportunidade enquanto nós estamos agora encarnados. E o que estamos fazendo dessa oportunidade? Queremos ser aqueles que voltarão e pensarão: "Podia ter feito e não fiz. Como não enxerguei aquela oportunidade? Como estive cego? Como a preguiça me fechou os olhos? como a resistência me impediu de avançar. Porque quando a gente faz um investimento em um caminho ascendente, o condicionamento nos arrasta para trás. A gente tem que fazer uma força muito grande. Mas a força para a evolução quando é feita, ela não tem uma espécie de campana solitária. Os espíritos se aproximam para que nós consigamos crescer. Então, não há solidão para quem escolhe avanço. Se Deus é justo e até os maus se aproximam, que é mais interessante denominar os ignorantes acerca do bem, há também uma justiça e uma balança como símbolo desta semana muito perfeita. E André Luiz fala disso,
justo e até os maus se aproximam, que é mais interessante denominar os ignorantes acerca do bem, há também uma justiça e uma balança como símbolo desta semana muito perfeita. E André Luiz fala disso, até da quantidade. Para que Deus seja justo, eu tenho que ter a mesma quantidade daqueles que me influenciam para o bem. e a mesma quantidade daqueles que me incentivam ao desequilíbrio. Porque se houver maior aqui e menor aqui, eu perco o mérito da escolha. Então, a justiça me coloca na condição daquele que escolhe que direção a seguir. É nisso que está o mérito. E o a cada um, segundo as suas obras, para um ou para o outro, sempre irá valer. Porque justiça é o que nos rege. Mas não é uma justiça áspera, rude, é amorosa que nos leva sempre ao recomeço para a felicidade. Indo um pouquinho mais adiante, já sabendo dessa estrada que a gente pode eh escolher, tem uma ideia de que deveria parecer natural que escolhêssemos provas mais leves. Não precisaria ser tão duro estar num planeta com as características como esse aqui está. E aí a gente precisa lembrar de afinidade e sintonia e lembrar que se aqui nós nos encontramos, querendo ou não, fizemos um pedido. Pensamentos, atos e obras. Estamos na situação adequada com as pessoas que atraímos e com uma rede espiritual que cultivamos. Cada um tem a sua própria nuvem de testemunhas e cada um, por aquilo que cultiva no seu mundo interno, vai saber que nuvem é essa. É uma nuvem carregada, raios, trovões, ou ela já demonstra um certo sol a brilhar? Essa é uma pergunta íntima que a gente não vai querer ouvir a resposta. Cada um se faz. E a partir daquilo que cultiva no íntimo, naturalmente saberá quem são as suas companhias. E pelas companhias que nós atraímos, saberemos em que condição espiritual nós nos encontramos, porque os afins se atraem. Logo, não há uma espécie de obsessor, nomenclatura didática que o codificador nos traz, mas há um companheiro de jornada que eu confidei por aquilo que alimento no meu íntimo. Nós não estamos passando pela
não há uma espécie de obsessor, nomenclatura didática que o codificador nos traz, mas há um companheiro de jornada que eu confidei por aquilo que alimento no meu íntimo. Nós não estamos passando pela rua ou vamos pra semana espírita e o obsessor diz: "Você é minha eleita". Não, nós convidamos. Por isso que vigiar o pensamento significa que eu convido aquele que eu desejo. Ele pode ficar por um tempo, ele pode ficar por mais tempo e vai chegar o momento em que ele não vai mais me deixar a menos que eu mude a minha condição vibratória ou ele avance e me deixe. Mas a gente também pode caminhar com seres por um longo tempo, quando for pra nossa evolução. É preciso fazer essas análises, porque não necessariamente eu preciso espiar para sempre. Agora tudo bem, nós já sabemos o que causa expiação, então vivamos as dificuldades sabendo que são os meus processos, um processo redentor. E daqui paraa frente, quando eu for tomar as minhas decisões, eu vou considerar que isso impacta no meu e no futuro dos outros? Eu vou considerar que isso impacta na psicosfera do planeta? Eu sou aquele que quando ver uma notícia sobre guerra, assassinato, eu emito julgamentos, eu torço. Deve, espero que, merece, desejo, compactuo com outros comentários dessa natureza de nenhuma fraternidade. É nesse momento que a gente constitui as amizades de natureza espiritual, que de amizade não tem, porque a amizade ela é puramente, genuinamente fraterna. Mas aí eu tô criando os comparsas, não são os companheiros. Agora, quando eu ouço as notícias difíceis, dolorosas, que desencantam, que deprimem, que entristecem, eu sou aquele que lembro do cordeiro, que estará conosco até o fim do tempo de iniquidade, e vibro por aqueles que teimosamente estão investindo contra as leis divinas. Eu já entendo que a minha postura com eles deve ser de misericórdia, porque todos esses que nos arvoramos, como se espíritos puros fôssemos, a odiar, a contestar pelas suas atitudes, serão os necessitados de misericórdia logo ali.
ura com eles deve ser de misericórdia, porque todos esses que nos arvoramos, como se espíritos puros fôssemos, a odiar, a contestar pelas suas atitudes, serão os necessitados de misericórdia logo ali. Serão aqueles que terão expiações dolorosas. Cadê a nossa misericórdia? Se já sabemos que não há vítima, porque se tiver Deus é injusto, por que eu não faço uma oração ou vibração pelo algjis que futuramente entenderei como vítima? Há todo um orquestramento divino para as nossas vidas. Não há injustiça. Pode haver dor, porque essa foi a nossa escolha, mas ela não é ferramenta divina. Deus se vale dela para nos educar, mas não tá no seu script. É preciso pensar nisso. O mal ilusório e temporário é criação da criatura e não do criador. Por isso, a oportunidade permanente de outras vidas para que a gente volte para ele como filhos pródigos que todos nós somos. Um pouquinho avançando até pelos minutos que tenho, quero trazer uma outra questão sobre fatalidade. Os espíritos vão fazer uma discussão muito interessante no livro dos espíritos sobre a ideia de que se tivéssemos um destino já definido, nós não seríamos responsabilizados por aquilo que fazemos e que prejudica as pessoas e a nós mesmos e nem teríamos mérito naquilo que nós fazemos. Então, por que que estudamos, trabalhamos, que desejamos ser felizes, que na alma a gente entende e sente um desejo por dias melhores? Porque é que os pacifistas estão entre nós? Porque Jesus veio mencionar um reino que não pode ter a natureza deste aqui, mas que existe e curiosamente tá dentro de cada um de nós. Por que que não vemos? Por que que não sentimos? Porque ainda não alimentamos o suficiente, ainda tateamos espiritualmente falando, porque ainda estamos muito centrados no concreto, no visível, no palpável. Só que o palpável desaparece e quando ele desaparece, se descortina o mundo que Jesus disse: "Vida em abundância". Só que essa abundância pode ser perturbadora se não tivermos feito o cultivo necessário enquanto estamos aqui. Dá trabalho, dá requer esforço,
descortina o mundo que Jesus disse: "Vida em abundância". Só que essa abundância pode ser perturbadora se não tivermos feito o cultivo necessário enquanto estamos aqui. Dá trabalho, dá requer esforço, muito. Mas a compensação, segundo os próprios espíritos, é inteiramente proporcional ao esforço que faço. E eu entendo o introjeto, pouco a pouco, paulatinamente, eu faço esses investimentos e vou percebendo que os frutos aparecem, a irritabilidade do passado reduz ou desaparece, os comportamentos e os impulsos que tinha em relação a alguma pessoa, eu agora percebo que eles estão mais brandos. E ainda há algo muito sutil que os espíritos trazem, que quem evolui não percebe. Ele tem sinalizações que o outro faz. Nossa, não imaginei que você daria uma resposta como essa. Te achei tão calmo nessa situação. Você não costuma ser assim. E aí que a gente vai tendo as devolutivas do esforço que estamos fazendo para evoluir, que os outros percebem porque estão acostumados. E aí vem mais uma recomendação. Nem se envaideça com os elogios que você recebe e nem se acabruem com as críticas. Tenha roteiro, tem a meta que é Jesus. É nele que todos nós deveremos mirar e não nas opiniões que não conhecemos a fundo a intencionalidade que pode parecer bondosa, enquanto a outra que nos irrita porque é verdadeira. E os espíritos dizem: "Ouçam os inimigos, porque eles dizem coisas verdadeiras que seus amigos não lhe dizem". Nesse sentido, a gente vai conseguindo pistas além da intuição, da inspiração, do fato de que todos os dias nós dormimos e vamos para o mundo espiritual receber as orientações ou se escolhemos, vamos aumentar o nosso desequilíbrio. Por isso, a recomendação ore antes de dormir. Você não está apenas descansando o corpo físico, você entrará em um mundo relacional. E esse mundo relacional vai interferir e vai compartilhar a sua vida nesse estado que a gente chama de vigília, que é esse que construímos. Nós podemos aprender, nós podemos trabalhar, podemos ensinar e podemos trocar no mundo espiritual.
e vai compartilhar a sua vida nesse estado que a gente chama de vigília, que é esse que construímos. Nós podemos aprender, nós podemos trabalhar, podemos ensinar e podemos trocar no mundo espiritual. Vocês observam que tipo de programas vocês assistem antes de fechar os olhos para o descanso? Que leituras fazem? Dormem muito cansados? Não consigo fazer leituras, nem um parágrafo, nem uma linha, nem um mentor tô indo. Não devemos nos entregar deste modo, sendo potências que somos. Somos responsáveis pela nossa caminhada. E o investimento feito para estarmos aqui não foi pequeno. Cada um de nós tem uma programação. Cada um de nós tem um anjo guardião. Tem espíritos na retaguarda cuidando da nossa caminhada. Nós dissemos que venceríamos a nós mesmos. Que devolutiva vamos dar no retorno? Todos nós somos investimentos divinos e tem espíritos que investem em nós que acreditam que vamos vencer. Não vamos retribuir? Lembrando que essa retribuição é pro nosso próprio bem. Ao retribuir o investimento, significa que eu estou crescendo. E cada vez que eu cresço, os processos expiatórios reduzem. Eu reparo, perdoo, sou perdoado, fico leve, porta estreita, evoluçar. Chegando então agora à fase final desse nosso momento, interessante que quando o palestrante diz parte final, ele traz várias coisas, é para que vocês fiquem tranquilos. É uma brincadeira. falei da questão dos gêneros de vida, prova, expiação e missão para que a gente fique eh atento a isso. E tem uma partezinha de livro dos espíritos até para acalmar os nossos anseios e essa sensação de que esse mundo não vale a pena, que ele é muito violento, muito bélico e que eu gostaria de aspirar outras coisas. Os espíritos também são muito práticos. Você acha que esse planeta a que você se comprometeu a estar não é bom? evolua e vai para um de regeneração. Eles estão aí. Mas se você está aqui e comprometido com os outros que estão ao seu redor, você fez juiz. Não se queixe do que você buscou. E a reflexão é: todos os espíritos, mais ou menos bons, vejam a
es estão aí. Mas se você está aqui e comprometido com os outros que estão ao seu redor, você fez juiz. Não se queixe do que você buscou. E a reflexão é: todos os espíritos, mais ou menos bons, vejam a misericórdia. Aqui não tem uma explicação. Maus, perversos, imperfeitos, mais ou menos bons. Porque a gente tem hereditariedade divina. Somos bons de qualquer modo, mesmo embrutecidos ao germe. E tem alguma coisa, nem que seja a materialidade, que atribuímos algum nível latente de afetividade. Então, somos reconhecidos mais ou menos bons. Quando encarnados constituem a espécie humana. E como o nosso mundo é um dos menos adiantados, nele se conta maior número de espíritos maus do que de bons. Aí a gente já diz: "Olha, se antes eram mais ou menos bons, mas agora tá dizendo que tem mais espíritos maus, significa que, como já refletimos à tarde, se eu não sou o truco lento, o que tira a vida física alheia, o que prejudica a sociedade, olha que eu já tô entre os mais ou menos bons. Eu já tô feliz sendo menos bom na condição de espírito do que ser considerado um espírito mau. Notem que há um investimento que não é petulância, nem soberba, nem vaidade, mas em autoestima espiritual. Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo. Aquela ideia trazida à tarde que Jesus via além, ele já conhece a nossa destinação. Nos demorar para chegar nesse processo é que a consequência do nosso livre arbítrio. Sair da ilusão é o que o Espiritismo nos propõe. Aí eles finalizam o comentário: "Tal a razão porque aí neste orbe vemos tanta perversidade? Só que Deus também é justo. E os espíritos temporariamente maus, porque todos sairão da condição de átomo até chegar o arcanjo, serão perfeitos e vão ter a sua oportunidade, porque Deus não vai consentir que eles digam: "Eu quis, mas não tive oportunidade". Todos são dentro do que lhe é possível. Tá aí a iniquidade que gera a justiça em respeitar as características de cada um. Um pouquinho mais adiante aí nós vamos então lembrar do céu e inferno, como
". Todos são dentro do que lhe é possível. Tá aí a iniquidade que gera a justiça em respeitar as características de cada um. Um pouquinho mais adiante aí nós vamos então lembrar do céu e inferno, como estamos ventilando sobre o Código Penal da Vida Futura, que tem uma afirmativa de que a felicidade perfeita está ligada à perfeição. Eu posso usufruir de mais prazeres e menos expiação. Mas quando eu sou aquele que recalcitro, insisto nas falhas de natureza moral, eu vou ter muito mais tormentos e menos prazeres. Aí que vem a sensação de castigo. Faço e não consigo. Me esforço e não vejo o avanço. Já pensou em mudar seus hábitos e suas posturas de natureza espiritual? A penalidade pode parecer eterna, porque eu me sinto castigado eternamente, porque eu não faço esforço para mudar. Por isso que é a nossa mentalidade que entende castigo. Desejo outras possibilidades de vida, mas o que tenho é castigo. O que você tem é a não mudança que deveria fazer, ou melhor, que deveria evitar para que então consiga progredir. essa recomendação de Santo Agostinho que pode parecer tão simples observar o meu dia, o que eu disse, o que eu fiz, os meus registros e aquela recomendação, se você visse no outro a sua própria atitude, recomendaria, analisaria de modo positivo ou reprovaria? Observar o que fazemos nesse sentido vai nos indicar a direção que devemos tomar. É esse o hábito que a gente adota diariamente? Não necessariamente eu preciso anotar, eu posso fazer uma mentalização. Quando a gente tem dificuldade de perdoar, a gente adota a postura como mentalização criativa ou imaginação ativa ao invés de imaginar a contenda, porque tem seres, não são vocês que estão aqui, nem os internautas participando dessa semana espírita, que ensaiam diante do espelho a resposta que darão à aquele que lhe ofendeu. E se lhe ofendeu, é porque você se deixou em algum ponto ferir por aquilo que o outro disse. Ora, se estou na condição de espírita, se já entendo que cada um oferta o que tem, se o outro
lhe ofendeu. E se lhe ofendeu, é porque você se deixou em algum ponto ferir por aquilo que o outro disse. Ora, se estou na condição de espírita, se já entendo que cada um oferta o que tem, se o outro está adoecido emocional e espiritualmente falando, eu vou tomar para mim o resultado do seu adoecimento e ainda vou querer ir a desforra, porque o outro ofendeu a minha ideia de superioridade? ou a imagem que eu constituí perante a sociedade que alguém fere. Chico Xavier nos ajudou a sair dessa peleja emocional que a gente enfrenta no dia a dia. O que fala de você não são as palavras alheias, são tuas obras. Não precisa gastar tempo respondendo, justificando. Se eu não disser o que as pessoas vão pensar. A gente para para se preocupar com o que Jesus está pensando, o que que meu anjo guardião está me recomendando? Porque sempre os outros, porque sempre a imagem, isso também reduz expiação, além de não jogar tanta adrenalina no sangue e de para fazer com que a gente pare de ficar horas no dia aguardando a oportunidade do revid. Quanta perda de tempo, de energia positivo, de consumir as minhas células que poderiam estar ali atuando de modo saudável. E eu estou criando doença física, emocional, psíquica, que pode me desorganizar a ponto de afetar minha constituição perespiritual se eu cultivo sentimentos de malquerença, de ódio e quaisquer outras coisas nas futuras encarnações. Sempre prejudicamos a nós mesmos em primeiro lugar quando desejamos agredir alguém. Egoísticamente, pense em você. Antes mesmo de pensar no revide, imagine que você vai ser o primeiro prejudicado. Agora já imaginou que nem a ideia lá do rico que dava as migalinhas para Lázaro? Chega no mundo espiritual, tá ele lá? Não é possível. Abraão peça que ele venha aqui porque eu estou em dificuldade. E a resposta: quem está aí não pode vir para cá. a menos que faça por merecer. Que é que a gente quer ser mesmo? O Lázaro que a gente olha comiseração ou às vezes nem olha porque não valoriza aquela existência?
ta: quem está aí não pode vir para cá. a menos que faça por merecer. Que é que a gente quer ser mesmo? O Lázaro que a gente olha comiseração ou às vezes nem olha porque não valoriza aquela existência? Ou queremos ser os soberbos que não podem ouvir um comentário que precisa responder de imediato? Que falta de controle, que falta de amor ao outro que está em desequilíbrio. Quem precisa saber de nossa natureza íntima é Deus. E ele já a conhece. Jesus conhece e reconhece todas as suas ovelhas, a ponto de que em uma se desgarrando, ele vai buscar. Eu imagino que o trabalho dele não seja pequeno, porque nós estamos bem desgarrados. Mas temos a felicidade de que ele como um bom pastor está sempre a nos reconduzir a uma vida que nos proporcione bemaventuranças. Vou trazer apenas mais dois elementos do Código Penal da Vida Futura, onde há uma é o 10mo, tem uma afirmativa, o 10º item, a gente também pode chamar de artigo, não é problema. O espírito sofre a pena das suas imperfeições, seja no mundo espiritual, seja no mundo corporal. Todas as misérias, todas as vicissitudes que suportamos na vida corporal são consequências de nossas imperfeições, de expiações de faltas cometidas, seja na existência presente, seja nas precedentes. E vamos lembrar, vicissitude nada tem a ver com vício. vicissitude. São circunstâncias que atraímos como resultado da falha do passado e que gera a expiação. Como eu crio uma espécie de campo magnético em que recebo aquilo que entrego ao outro, a Deus, enfim, significa que as circunstâncias, situações ou vicissitudes serão próximas e similares à aquilo que cultivei, que semei. e que são estas mesmas vicissitudes que ao espiar olhar de perto vão me dizer: "Veja a consequência e a natureza do que você fez para que a angústia seja reduzida e que a paz seja sentida no futuro mude a natureza daquilo que gera tais consequências. Agora, se nós não estamos atentos a esse tipo de autoavaliação, seremos aqueles que irão ser os queixosos. Nada na minha vida dá certo.
a no futuro mude a natureza daquilo que gera tais consequências. Agora, se nós não estamos atentos a esse tipo de autoavaliação, seremos aqueles que irão ser os queixosos. Nada na minha vida dá certo. Tudo que eu tento dá errado. Claro, você não fez uma mudança interna. Quantas pessoas se submetem a cirurgias, atendimento fraterno ou coisas similares, a fluidoterapia melhoram, ficam bem, desaparecem. Daqui um tempo retorno, mesmo a sintomatologia ou dores mais agravadas. Mudança não fez. Frijolfica diz que as células bisbilhotam os nossos pensamentos. Mente sã, corpo são. Eu estou produzindo o quê? E que não afeta só o meu corpo físico, mas o ambiente ao redor. Eu não respondo mal a ninguém. Não gosto de briga. Se alguém me disser alguma coisa, eu fico calado, mas a mente dá boas respostas e o ambiente tá inteiramente contaminado na família, na via pública, no ambiente de trabalho, na casa espírita, porque somos seres em evolução e muitas coisas nos irritam. E precisamos lembrar que também irritamos os outros com as posturas que temos. E é por isso que é preciso fraternidade, para que a gente consiga não tolerar, porque tolerar não é aceitar, tolerar é uma imposição. Não tem jeito, eu tolero. Acolhimento é outra coisa, é aceitação do outro como ele é. Mas para aceitar o outro, antes, eu preciso aceitar as minhas tribulações, minhas dificuldades e limitações. Porque quando eu percebo que tenho ainda, porque serei perfeito como espírito fragilidades, eu posso reconhecer no outro. Por isso, a ideia de semelhante, temos semelhanças na caminhada. E aí eu consigo te acolher, porque eu sei que a tua labuta interna é bem próxima da minha. o próximo, o semelhante, ajuda-te e o céu te ajudará. E por fim, algo que eu acho muito bonito, que é o 13º item, o artigo do Código Penal da Vida Futura, é que a duração do castigo está subordinada à melhoria do espírito culpado que se coloca na condição de culpado. Nenhuma condenação por tempo determinado é pronunciada contra ele. O que Deus exige para nós, ou melhor, para
tigo está subordinada à melhoria do espírito culpado que se coloca na condição de culpado. Nenhuma condenação por tempo determinado é pronunciada contra ele. O que Deus exige para nós, ou melhor, para por termos seus sofrimentos. É uma melhoria séria, efetiva e um retorno sincero ao bem. Basta ser sincero e desejar profundo. Você é capaz de sacudir o mundo, esse mundo do reino dos céus. Me despeço essa noite de vocês dizendo que não precisa espiar eternamente. Espiemos agora, entendendo que esse é caminho de felicidade, é redenção, é correção de rota, é manifestação de justiça e misericórdia divina. Aí fica muito mais tranquilo entender o Cristo. Bem-aventurados os que sofrem, porque serão consolados. Muita paz. Угуm.
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