Para viver o Evangelho 162 - Estudo da Obra "Ave, Cristo!" Parte 2 - Capítulo 6.
Vamos junto com Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, continuaremos o estudo da obra "Ave, Cristo!" Parte 2 - Capítulo 6. Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa promove uma reflexão profunda sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, trazendo conteúdos enriquecedores para quem busca compreender e vivenciar o Evangelho no dia a dia. Atualmente, a série de episódios está dedicada à análise detalhada do livro "Ave, Cristo!", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. A cada semana, um capítulo da obra é estudado e comentado, proporcionando ao público uma jornada inspiradora pela história e pelos valores espirituais transmitidos na narrativa. Com uma abordagem envolvente e esclarecedora, Para Viver o Evangelho é um convite ao aprendizado e à vivência dos princípios cristãos, fortalecendo a fé e a compreensão dos ensinamentos de Jesus sob a perspectiva espírita. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro de todas as novidades! #evangelho #jesus #avecristo #emmanuel #chicoxavier
Boa noite a todos que estão aqui conosco mais uma vez no Para Viver o Evangelho. Relembrando que retornamos ao formato exclusivamente online devido à reforma que está acontecendo na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia. Essa reforma é para nos conferir melhorias, uma ambiência mais aclimatada, vocês verão em breve. E relembrando as pessoas que participam presencialmente dos grupos de autoconhecimento ou que vêm convidados para participar do programa, que por um tempo ficaremos online e avisaremos por aqui também um retorno às nossas instalações físicas e então a gente retoma o formato híbrido. Cumprimentando mais uma vez a todos vocês. Não poderíamos deixar de nesta noite fazer uma menção mais do que honrosa ao nosso querido Divaldo Pereira Franco. Lembrando que na semana passada nós realizamos o programa, mas ainda não tínhamos notícia, até porque aconteceu depois da passagem, como Kardecina em uma de suas obras. E eu me lembrei, inclusive ao mencionar Kardec deste capítulo em O Céu e Inferno, quando ele traz ali pra gente descrições de que o desencarne ou a passagem de espíritos que vivem a espiritualidade em plena vida torna-se algo muito mais leve, tranquilo e sem o pesar ainda daquela condição em que estamos bem firmados na matéria e em todos os embaraços que ela pode nos trazer. que alimentamos. E eu fiquei pensando nessa existência exitosa e não só pelos anos acumulados, 98 anos muito bem vividos quando pensamos em dedicação à obra do Cristo, à nossa doutrina espírita. E emquantas vezes Divaldo, sendo homenageado, humildemente ele sempre tinha como afirmação que a homenagem seja direcionada a Kardec e ao Espiritismo. Então, consciente da sua condição de ser de grande divulgador, dedicar 78 anos de sua existência a um trabalho de divulgação do espiritismo, de consolo por sua mediunidade, por meio da psicografia, psicografias de tantos espíritos de scol que vão nos alimentar, instruir e consolar por muito tempo. Então, dedicamos aqui palavras breves e
o, de consolo por sua mediunidade, por meio da psicografia, psicografias de tantos espíritos de scol que vão nos alimentar, instruir e consolar por muito tempo. Então, dedicamos aqui palavras breves e singelas inicialmente porque elas não conseguem representar a grandiosidade desse espírito que dedicou a sua existência a iluminar as nossas. Então, as nossas vibrações, as nossas preces e a gratidão são a ele direcionadas nesse sentido, além de uma obra magnífica que nos deixou, que é o Centro Espírita Caminho da Redenção, e tantas outras coisas, como pensarmos o movimento Você e a Paz de Conhecimento Internacional e que vai continuar relembrar que nós somos potências de paz e que precisamos continuar desta forma, além da grandeza que é você ofertar com os voluntários, com a dedicação de todas aquelas pessoas, atendimento diário a 5.000 almas. Então, não é qualquer coisa. Por mais que falássemos, não dá para traduzir em minutos o que foi a excelência e a grandiosidade dessa alma que tivemos, fomos afortunados por ouvir, por conviver e vamos beber dessa fonte ainda por muito tempo. Então, iniciamos com esta menção em uma homenagem a Divaldo Pereira Franco e a gratidão a tudo que ele nos deixou. Agora então vamos partir para os nossos informes habituais para deixá-los muito muito bem informados e trazendo os setores para as discussões de seu interesse. Vamos começar com a infância que vai trazer pra gente um evento no dia 1eo de junho, de 9 às 12:30. é um evento exclusivamente presencial, então, embora os nossos internautas sejam de todos os lugares do país e até do mundo, mas aí nós estamos voltados pros trabalhadores da família Infância em Juventude, vocês vem que é o encontro intersetorial e todos vocês trabalhadores são convidados a nesse dia estar na sede central, considerando que é um evento exclusivamente presencial. O próximo evento que a FEB promove tem a ver com a mediunidade. Teremos um seminário nos dias 14 e 15 de junho. Passaremos um sábado juntos das 8:30 às
rando que é um evento exclusivamente presencial. O próximo evento que a FEB promove tem a ver com a mediunidade. Teremos um seminário nos dias 14 e 15 de junho. Passaremos um sábado juntos das 8:30 às 18 e um domingo, dia 15, das 8:30 às 12:30. E o tema desse seminário será aperfeiçoamento da mediunidade, o contributo de Manuel Filomeno de Miranda. Vejam aí o investimento com e sem almoço e maiores detalhes no Instagram ou no site da Federação Espírita do Estado da Bahia. O próximo evento que vamos trazer, que já estamos divulgando há algum tempo, que é o nosso congresso. E o congresso que fazemos eh em um ano sim, o outro não, porque vem um encontro intercalado de 30 de outubro a 2 de novembro deste ano. Então, organizem-se no feriado com o tema nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. Em breve a programação com os palestrantes será divulgada, mas vocês já podem se inscrever pelo site da federação. E por fim, vocês trabalhadores federativos estado da Bahia, vamos então relembrar que no mês de julho começaremos com os encontros macrorregionais. Então, começaremos com Salvador e região metropolitana. Fiquem atentos ao cronograma também no nosso site e escrevam-se, participem. É um evento que todos os setores das casas espíritas devem participar. Então, informes dados, guardem um pouquinho a curiosidade e a ansiedade de vocês, que ao final do programa nós anunciaremos então qual vai ser o nosso próximo livro. A gente já viu sugestões, coisas assim. Guardaremos algumas pro futuro, mas ao final vocês saberão qual é o livro. Vamos então para o capítulo de hoje, mais uma vez de Grande Beleza de Ave Cristo. Começaremos então com Marcel seguido de Nadia Amados. Meus amigos, caros internautas que nos acompanham aqui pela TV Web Mansão do Caminho e TV FEB. solidão e reajuste. Com essa titulação, Emanuel marca, assinala essas 24 dramáticas páginas. São poucas, mas ricas de uma intensidade. Por causa da intensa movimentação das personagens, não que volvem do além
e reajuste. Com essa titulação, Emanuel marca, assinala essas 24 dramáticas páginas. São poucas, mas ricas de uma intensidade. Por causa da intensa movimentação das personagens, não que volvem do além túmulo para a Terra. Não há notícia de nenhum nascimento, mas desencarnação tem várias. a maioria trágica, porque é a hora desses personagens já em idade madura para os padrões da época, 50 anos, 45, já se estava regressando. Alguns desses personagens têm que voltar ao mundo espiritual para refazer a própria história e acertar contas com o mais íntegro dos tribunais, o tribunal da própria consciência. Mas o personagem que nos interessa, que é permanece no mundo. Emanuel, como sempre, dá notícias políticas e sociológicas de então. Era o ano 256. A figura de Valeriano, o novo imperador, governava uma Roma absolutamente decadente. Por toda parte, os maus exemplos, os assassinatos, a corrupção implodiam o grande império romano que se estendia por toda a bacia do Mediterrâneo. Mas as famílias se permitiram o saque, a rapinagem, a covardia, o assassinato, a queima de arquivo. Por isso, as famílias estavam estilhaçadas, mas ele conseguiu alguma vida tranquila na velha casa de Basílio, o consertador de violinos, o Lutier, que é o profissional que conserta órgãos, instrumentos de corda. Então ali ele refez aquela casinha para morar com o filho adotivo. Estamos falando de quinto céus. Morar com a filha biológica blandina de saúde extremamente frágil. Porque quando chegaram notícias de Roma em que a sua irmã Lucila exigiu que a irmã fosse morar em Roma porque tinha perdido contato com o pai, no fundo Lucila queria espetar um espinho no coração sensível do próprio pai. Você não gosta de blandina? Mas eu lhe tiro blandina. Ela vem morar em Roma e você fica sem ninguém porque você nunca me deu afeto. Como dá tudo a blandina, então eu arranco ela de você e você fica sozinho. Só que a menina já estava aí com uma idade beando entre os 6, 7, 8 anos de idade, escreveu uma carta à irmã
nca me deu afeto. Como dá tudo a blandina, então eu arranco ela de você e você fica sozinho. Só que a menina já estava aí com uma idade beando entre os 6, 7, 8 anos de idade, escreveu uma carta à irmã na metrópole dizendo que jamais abandonaria a companhia do pai. Então, o mensageiro lépido, que chegou em Lyon trazendo aquelas notícias, voltou para Roma para desencanto de Lucila. O marido Galba, como nós conhecemos, era um povã, mas a idade foi chegando e ele foi criando outros ajustes. Mas a esposa muito nova se entregou à vida dissoluta, a vida libertina e aquele compasso arrastou ela para uma traição, para um adultério vergonhoso. E você, leitor e internauta, que nos acompanha já deve imaginar com quem. A velha raposa chamada Teódulo. Esse mesmo, aquele que já havia se envolvido com Helena, agora se envolvia também com a filha de Helena. Como se vê, uma figura que não tinha nenhum valor moral. foi assassinado pelo próprio marido de Lucila, que o surpreendeu em posição, como quem disse Emanuel, inequívoca, a não deixar margem alguma da infidelidade da mulher e do pouco ou nenhum valor moral daquele homem que sobra sabia cumprir ordens de matar e exterminar os desafetos. era um serial killer, era um jagunço para a época, um capanga. Por isso mesmo, quando as notícias chegaram a Lyon, agora vindo por Anacleta, a velha servidora, a surpresa de Taciano foi: Quinto Celso, desde que passar a viver, criado pela mãe e depois pela mãe adotívia Lívia, que era cristã, se fizera cristã. No contato com a irmã mais nova, a irmã de criação, que era blandina, a fez cristã. Anacleta no fim da vida, se fizera cristã. Pobre Taciano, tava cercado de cristãos. Para onde ele olhasse, só tinha cristão. O cerco ia se fechando em torno dele. Por mais que ele olhasse de um lado para outro, todos começavam a se render ao fascínio da mensagem de Jesus, porque era o período que o paganismo agonizava. As pessoas fugiam para uma doutrina de consolação, uma doutrina que eles trouxesse uma resposta em direção à
se render ao fascínio da mensagem de Jesus, porque era o período que o paganismo agonizava. As pessoas fugiam para uma doutrina de consolação, uma doutrina que eles trouxesse uma resposta em direção à vida futura. Os deuses de Roma, frios e impassíveis, permaneciam nos nichos absolutamente impotente com as misérias humanas. Por isso, com justa razão, ele vai dizer solidão. A solidão imensa que Taciano vai viver sem a esposa, com o filho adotivo, sem o amor de Lívia. O pai já havia morrido ali mesmo em Lyon. Vários outros amigos também. a distância do sogro, a figura de Vetúrio, que o detestava, mas tinha também compromissos graves na consciência. Todos esses personagens vai levar acabar levando Taciano a um reajuste, a uma reengenharia das suas próprias concepções de vida. Pois é, na vida de muita gente a dor aparece como correção da bússola. Quem dera fosse a bússola do amor. Exatamente, Marcel. Eh, esse capítulo o nome solidão e resgate, né? Já cumprimentando os queridos internautas que estão conosco, dando meu alô, minha meu agradecimento da presença de todos aqui. Eh, ele fala de dor. Nós estamos vendo que a vida de eh Taciano ela só complica e já tem alguns capítulos que a situação é a vida dele sempre teve algumas dificuldades. A mocidade, a infância e a mocidade foi muito boa. Ele foi bem bem se sentiu bem criado, bem querido pela padrasto, pela mãe, pelos irmãos, né, adotivos e tudo seguia bem. Mas de um ponto em diante ele foi se encontrando com experiências de dor. E eu gostaria nesse primeiro momento, Marcel já colocou vários episódios, tem vários acontecimentos. O que vai acontecer nesse capítulo a gente já sabe que é o processo de o que que acontece com Taciano, o que que ele faz depois da morte de Lívia, né? Ele fica com as duas crianças. a vida dele é dedicada a isso e já tavam mais crescidos. Aí inclusive nesse capítulo passam-se alguns anos também. Aí eu acredito que eh a menina já mocinha, ela era mais velha do que do que o irmão adotivo. E ele termina o
a isso e já tavam mais crescidos. Aí inclusive nesse capítulo passam-se alguns anos também. Aí eu acredito que eh a menina já mocinha, ela era mais velha do que do que o irmão adotivo. E ele termina o capítulo chamado de moço. Quer dizer, a gente imagina que ele era já um adolescente. Os anos se passaram, né? E eh Blandina acaba desencarnando. Ele sofre terrivelmente. Ela adorava aquela filha e ele fica somente com o quinto Celso e ele decide voltar para Roma porque ele queria dar um futuro a quinto céus. tem umas coisas bem interessantes aí pra gente ver, mas eu quero nesse primeiro momento eh falar sobre o sofrimento, porque a gente olha e a gente tem muitas vezes a impressão de que o sofrimento é necessário, que a gente é obrigado a sofrer. É verdade. Os espíritos dizem o o não existe muita felicidade na terra porque é um mundo de expiação e provas, mas não vamos inverter a situação. É, não é que é obrigatório sofrer, porque estamos no mundo de expiação e provas. Nós estamos no mundo de expiação e provas porque somos espíritos imperfeitos e por isso sofremos. É interessante que quando os espíritos lá na escala espírita eles vão falar dos espíritos de segunda ordem, que são os bons espíritos, eles vão dizer: "Já gozam da felicidade dos bons." O que traz sofrimento é a imperfeição. A gente tem a lei de progresso, a gente tem a lei de amor, a gente tem até a lei de destruição, que diz que tudo na vida física acaba. O mundo material ele é transitório. As experiências elas mudam, elas precisam se encerrar para dar espaço para coisas novas. Mas não tem a lei de sofrimento. Não existe. Não é Deus que traz o sofrimento para nossa vida. O sofrimento é decorrente da imperfeição. Por sermos imperfeitos, vivemos num mundo cheio de paixões, de vícios, de conflitos, de problemas. E com isso sofremos. Como é que acontece isso com o Tsiano, né? Eh, a gente vai ver que, pensando bem, o sofrimento é o resultado da nossa resistência em mudar. Os espíritos superiores, eles se harmonizam com a lei de Deus. Quando a
acontece isso com o Tsiano, né? Eh, a gente vai ver que, pensando bem, o sofrimento é o resultado da nossa resistência em mudar. Os espíritos superiores, eles se harmonizam com a lei de Deus. Quando a gente vê situações, tem vários espíritos, eu me lembro muito de Aioni, né, do livro Renúncia. Si ela vai vivendo a experiência sempre focada no bem, sempre focada no amor, sempre focada no serviço. E eu acho interessante que o nome do livro é renúncia, né? Mas eu brinco dizendo que aciuni nunca renunciou a nada do que ela realmente queria. É porque quando a gente lê o livro, a gente diz: "Ó, ela renunciou ao homem que ela amava ou ela renunciou aí não sei para onde para ficar cuidando da madrasta". Mas esses não eram valores para ela. Para ela era muito fácil fazer a escolha mais elevada. E a isso ela nunca renunciou, ela nunca renunciou a má. Então, a gente tem as a gente tem que rever a nossa eh concepção de sofrimento. Enquanto dor é uma experiência que é decorrente de uma situação dolorosa, desagradável, o sofrimento ele é, vamos dizer assim, da forma como eu experieno. Você às vezes tem duas pessoas vivendo a mesma dor, a perda de um ente querido, a calúnia, a violência, mas eles vão ter graus de sofrimentos diferentes, dependendo exatamente do quanto eles são capazes de aceitar aquela experiência na lei divina. Etaciano, nós já sabemos, sabemos isso desde o início do do livro, quando o vimos no mundo espiritual, quando quinto Varro, eh, que era um pai espiritual para ele, decidiu que iria pedir uma reencarnação para ajudá-lo, já vimos que ele era um espírito resistente à mudança. O livro todo, ele tem uma birra com o cristianismo. Ele recusa pelo menos ouvir o que é, pelo menos olhar o que é. Ele recusa se abrir para essa mudança. Então a gente vê que Taciano precisava de humildade. Ele era uma pessoa com muito orgulho. Ah, Nádia, mas ele foi criado assim. Mas a gente tá falando da qualidade do espírito. O espírito era orgulhoso. O espírito era impaciente, impulsivo. Ele não tinha
le era uma pessoa com muito orgulho. Ah, Nádia, mas ele foi criado assim. Mas a gente tá falando da qualidade do espírito. O espírito era orgulhoso. O espírito era impaciente, impulsivo. Ele não tinha tolerância. Eu acho muito emblemático a situação de Silvano, né? Ele bastou ouvir a pressa. Ele imediatamente desencadeia a fúria, né? Ele precisava aprender a viver pelo esforço próprio, porque ele nasceu numa situação muito favorável. E quando as coisas desfavoráveis acontecia aconteciam, ele não se empenhava. A eh eu sempre cito o exemplo da relação com Lucila, que era filha dele. Ele não lutou por essa filha. Ele dizia: "Ela gosta mais da mãe, ela gosta mais da mãe". E ficava por isso mesmo, né? Então, o esforço de superação, inclusive dos preconceitos, o que a gente vê nesse capítulo, no capítulo passado, nesse e no próximo, é exatamente a a medida que Taciano vai finalmente fazendo os aprendizados. É muito bonito ver a relação dele com as crianças. Quinto Celso vivia a mesma experiência dele, até pior, porque Quinto Celso em criança viveu numa situação dificíima com a mãe, já não tinha pai, a mãe coitada doente, a mãe desencarna, ele fica só no mundo, mas imediatamente surge Lívia, né? Então Lívia cuida dele como uma mãe. Quando ele já tá crescendo um bocadinho, já conheceu, né, o o Taciano, a menina e tudo, aí Lívia desencarna. Ele, se fosse outro dizia assim: "Ah, mas eu tô aqui com um estranho perdido no mundo". Não, ele é um espírito mais elevado. Então, a gente vamos pensar, toda vez que a gente tiver muito sofrimento na nossa vida, como é que a gente vai lidar com esse sofrimento? O que que portas de aprendizado e de aceitação nós podemos ouvir abrir que vão nos facilitar a superação do sofrimento? E como você até trouxe na esse título, ele já anuncia o que Taciano irá vivenciar solidão e reajuste. E a solidão realmente aparece de uma forma que se não entendêssemos a dinâmica evolutiva, diríamos que foi até cruel. Mas a gente vai vendo as construções que
Taciano irá vivenciar solidão e reajuste. E a solidão realmente aparece de uma forma que se não entendêssemos a dinâmica evolutiva, diríamos que foi até cruel. Mas a gente vai vendo as construções que Taciano fez ao longo da vida. E interessante como ele vai assumindo alguns comportamentos e posturas, como, por exemplo, ele preferiu eh deixar que a família desconfiasse, inclusive do seu comportamento, mas não revelou o que de fato aconteceu, qual foi o bastidor dessa história. Então ele não revela a verdade sobre Helena. Ele não fala sobre a relação dela com Teódulo, embora ele aguarde esse momento em que ele iria a Desporra quando encontrasse então Teódulo, coisa que não aconteceu e que inclusive eu imagino que a gente até tenha torcido para que não acontecesse, para que ele não tivesse mais um comprometimento, mas intimamente ele já esperava, digamos que com um certo dessor ou algum sofrimento, não incompreensando Mas ele já sabia que algo viria da casa dos seus familiares. Diante do fato de que, como não se soube qual foi a verdadeira história, havia uma certa resistência ou uma ideia de que eles ele deveria mesmo estar afastado do convívio familiar. Enquanto isso, enquanto o Taciano espera que essa situação aconteça, a gente vai percebendo o agravamento do quadro de saúde de Blandina. E aí realmente se nós pensarmos que a mãe dele, de Taciano desencarna naquelas condições em que ele atribui à mãe a loucura, porque então ela traz um outro entendimento da vida. Depois a sua relação com aquele que assume o papel de pai que é o opílio vetúrio, que também não deixa, não é uma, a gente não pode pensar que não é uma perda, porque eles tinham algum tipo de relação afetiva, inclusive. Depois ele vê então a partida de Lívia, o próprio Basílio, o próprio pai e agora o adoecimento de Blandina. Então não são coisas fáceis de vivenciar. E o abalo psíquico que é trazido aqui por Emanuel é algo que a gente precisa de fato perceber. Primeiro que ela começou a observar essas situações ainda em terra
ão não são coisas fáceis de vivenciar. E o abalo psíquico que é trazido aqui por Emanuel é algo que a gente precisa de fato perceber. Primeiro que ela começou a observar essas situações ainda em terra idade e imagino que fosse muito difícil que ela não sofresse a influência de um contexto dessa natureza. E vamos lembrar que Blandina, desde muito pequena, esteve afastada do convívio e do carinho da mãe. Então isso com certeza marca o crescimento e a infância dela. Então a gente vê que ela tinha momentos que ela chorava sem motivo, ela tinha os momentos de insônia, não era uma vivência fácil. E imaginamos aí eh todo o esforço que o pai fez, que taciano fez para melhorar suas condições. Lembrando que ele ficou destituído de todas as propriedades. Isso fez com que a sua vida financeira caísse de uma forma absurda e o conforto de antes desapareceu. E chama atenção essa relação que Passiano desenvolveu com o mundo, porque tudo que acontecia em Roma, eh, os festejos, a forma com que o governo estava se colocando, para ele não tinha o menor valor. Inclusive, ele fazia questão até de não saber. Ele tava vivendo o seu mundo interno, revendo as suas situações e como Marcel bem trouxe, ele virava de um lado e de outro. Jesus estava sempre ali diante dele, parecendo uma perseguição. Ele ainda não conseguia ver isso como bênção, porque estava aferrado aos seus deuses de pedra, que era a crença que ele cultiva. Me chamou também atenção o cuidado de Quinto Celso, porque ele fazia estudo do comportamento do pai, desejava falar de Jesus, como fez com Bandina, a ponto dela aceitá-lo, mas respeitava a crença que o pai tinha. Então, por mais que ele lançasse algumas perguntas e alguns comentários, ele não feria o credo do Pai. Então, ele conseguia fazer algumas intercessões, observava bastante, mas não feria o outro na condição de crença que ele tinha. Enquanto a gente vai lendo, é interessante que a gente tem lá o inso, a lembrança de que, gente, quinto Celso é quinto varro, como isso vai sendo
não feria o outro na condição de crença que ele tinha. Enquanto a gente vai lendo, é interessante que a gente tem lá o inso, a lembrança de que, gente, quinto Celso é quinto varro, como isso vai sendo mantido com amorosidade, eles vão se reconhecendo em energia e vibração e amor, mas obviamente que não tem essa lembrança vívida, mas eles sabem que mantém ali uma relação. Isso é muito bonito de ver uma construção ao longo do capítulo. Então esta espera do que Emanuel fala aqui do tal último golpe, né, devido à morte da esposa, o adoecimento do próprio filho, vai levar a gente a ver que quando ele se vê assim na condição de que não tem condições de se sustentar, ele procura aqueles que antes frequentaram a sua casa, no tempo da opulência, que lhe viraram as costas. Claro, ele perdeu o status que tinha. Isso também é bom pra gente pensar que valoração a gente confere às demais pessoas e a nós mesmos, se é a do ser ou se é aquilo que a pessoa representa e possui. E ele acaba então tendo que se dedicar à corrida de bigas, que foi a forma que ele encontrou de se sustentar, que é um carro romano puxado por dois cavalos. e a gente vai vendo que ele vai apurando esta técnica, vai conseguindo eh desenvolver e consegue trazer de volta o conforto para casa, mas não consegue fazer com que a saúde de Blandina então retome. Aí a gente vai vendo as consequências dessa escolha e da volta do conforto com os comentários que faremos daqui a pouquinho sobre isso. A menina estiolando em cima da cama era visível porque essa apatia, essa melancolia que hoje poderíamos dizer perfeitamente blandina, estava sendo devorada pela depressão. Era uma depressão infantil que consumia ela por dentro. Por mais que ela cantasse, viam os acessos de tosse. A tosse era de origem emocional e aquele corpo frágil foi cedendo. As cordas internas foram se arrebentando até que a menina se acamou de vez. Essa parte de profunda emoção é de levar as lágrimas qualquer leitor. Ela então faz um pedido ao Pai. O primeiro pedido é que ela gostaria de
s foram se arrebentando até que a menina se acamou de vez. Essa parte de profunda emoção é de levar as lágrimas qualquer leitor. Ela então faz um pedido ao Pai. O primeiro pedido é que ela gostaria de morrer na fé. É quando então o pai faz aquele brado, até tu, blandina, meu pai desencarnou com esse Cristo. Nós temos Anacleta no fim da vida seguiu para pensar nesse Cristo. Quinto Celso já se lhe entregou desde o nascimento. Agora você, eu não tenho ninguém, minha filha. tô sozinho. E ele então faz um apelo imenso e a menina captula. Mas no sentido de agradar o Pai, ela diz uma frase que é devastadora: "Eu nunca penetrarei um céu onde o Senhor não se encontre." O que demonstra a profunda unidade daquelas duas almas. Então ela por fora foi capaz de abrir mão. Internamente ela buscava e já tinha encontrado aquele Cristo nos ensinamentos do irmão adotivo, o quinto céus. Mas ela abriu mão por fora para contentar o pai, para evitar mais uma dor, mais um espinho cravado nas carnes daquele homem jovem e profundamente sofrido. O segundo apelo, ela pede que ele vá buscar Enil Pudens, um velhinho que, por coincidência, aos 80 anos de idade havia conhecido o velho corvino, assassinado em um barco. havia conhecido o sucessor de Corvino, o irmão Corvino, que era quinto val. Então agora En Pudin estava na terceira geração. Ele conhecia Taciano e sabia que aquele homem era uma fera, inimigo feroz do cristianismo. Mas atendendo ao apelo da menina, ele vem. Eu acho que pela primeira vez Taciano ouve o Pai Nosso. Ouve com profundo respeito o Pai Nosso, pronunciado pelos três, quinto Celso, Blandina e Enil Pudens. Aquilo deve ter sido uma lâmina na alma dele. Quem estava acostumado todas as manhãs com a filha em frente a uma estátua de Sbele ou Sibele, uma deusa, fazer as rogativas que eram típicas da época do paganismo. Agora ter que em silêncio ouvir uma prece cristã na intimidade da pequena casa que ele tomava conta. É realmente é o reajuste. Como a vida estava penetrando a alma de Taciano. E
da época do paganismo. Agora ter que em silêncio ouvir uma prece cristã na intimidade da pequena casa que ele tomava conta. É realmente é o reajuste. Como a vida estava penetrando a alma de Taciano. E Eu tenho uma uma imagem utilizada em um livro de muito muita beleza. A a gazela desperta os primeiros raios de sol, mas a pedra bruta só desperta com dinamite. Eu tenho a impressão de que Taciano era pedra. E o Cristo foi agindo nele como TNT, o trinito toluena, que é o componente da dinamite. Foi caco de Taciano para tudo quanto é lado. É verdade. Ali não foi água mole em pedra dura, tanto bate até que fura não, porque Taciano tava numa condição. E aí a gente vai ver que depende das condições do espírito, depende das construções, vamos sempre recordá-lo na dimensão espiritual, entregue a todo toda sorte de excessos, acompanhado de espíritos muito desorganizados, também gargalhando a partir de de ações maléficas, que é quando Quinto Varro vai resgatá-lo e recebê-lo como filho. Eh, e repare que Taciano ainda assim ele tinha assistência espiritual. Ele teve uma assistência espiritual ignorada a vida dele toda, que foi a assistência de quinto varro, esse espírito além de outros, né? E ao longo da vida, várias entidades iam se aproximando. Observamos também nesse capítulo como eh Blandina eh percebe a assistência espiritual. Tem uma visita belíssima que Lívia faz a ela e que leva uma uma harpa e que ela fica encantada e que ela conta como foi, né? Então v, ela via Basílio com frequência desde capítulos anteriores. Então a mediunidade muitas vezes ela vai nos mostrar esse intercâmbio, mas não dependemos da mediunidade explícita para reconhecer que a ajuda espiritual é permanente em nossa vida. Então a gente falou de sofrimento, falou de dor, o sofrimento de Taciano. Taciano recebia também essa ajuda através de Lívia, através de Bandina. Ele tinha notícias e lá na sua própria crença romana havia a ideia de que era possível sim as sombras, que era como eles chamavam os mortos, estarem
ém essa ajuda através de Lívia, através de Bandina. Ele tinha notícias e lá na sua própria crença romana havia a ideia de que era possível sim as sombras, que era como eles chamavam os mortos, estarem presentes. Eh, todos temos um anjo guardião, espírito de ordem superior, conforme nos ensina o livro dos espíritos, que tá sempre nos ajudando, não em coisas materiais. O anjo guardião, ele não tem a função de ajudar a gente a resolver nossa vida. Ele, a função dele é nos ajudar no processo evolutivo, ter forças para vencer as provas necessárias, ter intuição para resolver, não é, adequadamente as escolhas que a vida vai nos trazer no sentido da evolução. Mas há outros espíritos, aos bons espíritos sempre ajudando, a aqueles que nos amavam e partiram. E a gente vê isso com Basílio, a gente vê com Líria, a gente vê com vários outros. E há também aqueles eh que nos amam e a gente nem sabe que existem. Quantos seres elevados, inclusive têm um profundo amor por nós, cuidam de nós na vida física e a gente não se dá conta que a gente não lembra. Estamos aqui eh obnubilados pela pela matéria e não temos a memória, mas eles não nos esquecem, tal como aconteceu com o quinto varro no período todo em que ele estava desencarnado, depois que ele desencarna como quinto varro e antes dele voltar pra vida de Taciano como quinto Celso. Então, a mediunidade é um dos caminhos, mas nós não podemos alegar que só, ah, que pena, eu não consigo ter o conforto espiritual porque eu não sou médium. Não. Existe um elemento que é a emancipação da alma. Durante o sono, todos nós temos a possibilidade, e fazemos isso com muito mais frequência do que supomos, de nos encontrar com aqueles que nos amam, com aqueles que podem nos ajudar e a gente pode pedir essa ajuda. É muito bonito ver a descrição dessa assistência. Inclusive, Lívia conversa com a menina, com Blandina, que ela não fica insistindo se o pai não quiser que ela seja cristã, isso não é relevante. Relevante é que ela possa estar efetivamente conectada com o Cristo e
ia conversa com a menina, com Blandina, que ela não fica insistindo se o pai não quiser que ela seja cristã, isso não é relevante. Relevante é que ela possa estar efetivamente conectada com o Cristo e que ela possa estar, não é, cuidando e amando do Pai. E aí quando a gente pensa em assistência espiritual e pensa em mediunidade, eu vou eh usar esse espaço para falar do nosso querido Divaldo, que voltou à pátria espiritual, como como eh Jamile falou, o fato de que ele teve uma longa vida no corpo físico e essa longa vida foi longa e largamente utilizada a serviço do bem, ele teve uma infância difícil, ele Ele tinha uma mediunidade atormentada no início, ele fala isso, né? Eh, mas ele não permitiu que isso impedisse de fazer o bem. A gente sempre argumenta que as pessoas são mais evoluídas, que Divaldo era mais evoluído. Aí olha assim: "Ah, porque tá taciano tinha quinto varro". Preciso que a gente compreenda que o suporte espiritual, a presença da espiritualidade é uma lei da vida. Ela acontece independente da situação que nós estejamos vivendo, independente do momento que nós estejamos vivendo, independente até da nossa condição. Então eu quero aproveitar esse momento. E eu tava pensando, foi uma coisa que eu fiz quando o André Peixinho desencarnou, nós fizemos um momento assim onde a gente falava as coisas que a gente agradecia. E eu tenho duas profundas gratidões com Divaldo, que são pessoais. Uma é do coletivo, porque assim, ele ter fundado o centro espírita Caminho da Redenção, junto com Sinils, com outras pessoas. E ele ter se dedicado a isso, permitiu que fosse criada a juventude espírita Nina Aroeira e que eu que reencarnei tempos depois dessas fundações todas. Eu nem tava encarnada, né, nesse tempo. E aí eu tive a oportunidade, no momento em que eu quis conhecer a doutrina espírita, eu encontrei um lar no caminho da Redenção, na Juventude Espírita Nina Aroeira. Eu tive a oportunidade, só só passei um ano porque eu já tava, né, com a idade avançada paraa juventude, mas neste ano
, eu encontrei um lar no caminho da Redenção, na Juventude Espírita Nina Aroeira. Eu tive a oportunidade, só só passei um ano porque eu já tava, né, com a idade avançada paraa juventude, mas neste ano eu vivi a experiência de de eh contato com outros jovens, com jovens espíritas, juventude espírita, aquelas coisas que a gente sabe, né, de de eh eventos, de participação de coisas, das aulas da evangelização, né, André Peixinho coordenava a juventude e Solangimo assim coordenava a evangelização. Isso era no caminho da redenção. E isso eu sou profundamente agradecida a ele porque foi uma bênção na minha vida. Mas tem um outro, uma outra situação que é bem mais pessoal, sobre a qual nunca falamos, que era assim, quando eu tava perto de me formar na faculdade, eu fazia o curso de psicologia e eh criar o projeto piloto da creche amangedoura, que hoje é enorme, atende uma quantidade grande de crianças, era um projeto piloto e eu fui estagiar lá, então contribuí, etc. Foi pouco tempo, um período curto, logo eu me formei, mas aconteceu. E aí eu me lembro que a com frequência aí a gente almoçava lá na casa, o pessoal da creche almoçava na almoçava com Divaldo e tal, eu ficava quieta, né? Era muito jovem também, não tinha muita aproximação e tinha minhas dificuldades, inclusive médiúnas. Me lembro que um dia eu tava muito angustiada, tava assim com a mente, sabe aquele dia que a gente tá com a mente bem confusa? E eu tinha que falar uma coisa com Divaldo da creche. E aí eu fui falar com ele e expliquei e ele respondeu. E eu e aí a gente estava conversando normalmente em pé na sala. Ele fala, eu expliquei o que era, ele respondeu. Era uma coisa referente ao trabalho. E eu com aquela, naquele dia eu tava com a mente bem atormentada. Eu lembro que ele pegou a mão e botou na minha cabeça, que era uma coisa que ele nunca tinha feito, né? Assim, no meio da conversa, ele botou a mão assim na minha cabeça e tirou. Gente, não acredito. Mas eu de repente a mente acalmou. Eu digo, gente,
eça, que era uma coisa que ele nunca tinha feito, né? Assim, no meio da conversa, ele botou a mão assim na minha cabeça e tirou. Gente, não acredito. Mas eu de repente a mente acalmou. Eu digo, gente, eu fiquei olhando para ele, ele não disse nada, eu não ia perguntar nada, fiquei quieta, né? Mas eu nunca esqueci. Então, nesse momento, ele retornou à pátria espiritual. ele tá super bem, vai com certeza eh eh digamos assim deixar para trás essa experiência e ir para voos maiores e a minha gratidão simples por essa esses dois eventos nesse momento em que a gente homenageia Divaldo. Uma beleza, Nia, de lembrança que sempre vai ser difícil, ou melhor, impossível não lembrar dessa alma, desse espírito e da vivência que tivemos. Enquanto eu estava ouvindo os comentários de de Nádia, eu voltei para um elemento aqui do capítulo, onde, embora Taciano esperasse as piores coisas da família, ele não esperou essa forma com que Lucila se dirigiu a ele. Então aqui é o momento em que o tal correio vem da casa de Galba e aí a filha se dirige exclusivamente a irmã. E Emanuel traz aqui a descrição de que ela escreve a irmã de modo a torturar o genitor com todo o fé de malquerência que ela podia então externar. Interessante como às vezes nós optamos por essa postura de não escutar o outro, perguntar o que aconteceu, qual é a sua versão dos fatos. Ficamos com um lado, criamos um imaginário do que o outro fez, do que pensou de intencionalidade e não nos permitimos a escuta. Mesmo que isso nos custe, eu nem digo que seja feito de imediato, mas pelo menos quando o coração se acalmar, conferir ao outro direito de defesa, de colocar-se ou qualquer coisa dessa natureza. Isso aqui a gente viu que não foi feito. Então ela nessa carta convida a irmã a voltar ao convívio, falava do avô que estava acamado, próximo do túmulo e tudo mais. E ela lança assim a ideia de que não gostaria que ela convivesse com o pai, né? Então aqui emuel escreve pra gente que seano lê essa carta em lágrimas do que seria
mado, próximo do túmulo e tudo mais. E ela lança assim a ideia de que não gostaria que ela convivesse com o pai, né? Então aqui emuel escreve pra gente que seano lê essa carta em lágrimas do que seria muito natural. E ele fala que o fato do pai, né, que era o pai ter e sogro, enfim, ter se desfeito de todas as terras e deixá-lo numa condição difícil, isso não foi nada diante da ferida que ele experimentou com esses comentários de Lucila. ele apresenta a carta. Então, a Blandina, ela não aceita, com toda certeza, esse retorno até pela convivência que eles têm. E é aí então que a gente já viu qual foi a consequência que foi ele se dedicar então às corridas. E destaco para compartilhar a fala com o Marcel agora que quando Anacleta vem então para se despedir, ela traz um panorama do que estava acontecendo, que na verdade é uma sucessão de situações trágicas e que isso acaba batendo de vez a saúde de Blandina. Então, ela vai dizer que Lucila, desde que a mãe eh acaba morrendo, né, nós vimos que foi pela via do suicídio, ela estava vivendo de forma incompreensível, buscando nos prazeres a compensação de suas dores, enfim. Nós percebemos então que ela acaba sendo alguém influenciada por Teódulo. O que a gente já conhece a personalidade, o que aconteceu inclusive com a sua mãe, eles acabam tendo uma relação e isso é fagrado por Galba e o desfecho é que ele acaba retirando a vida de Teódolo. E depois disso, então, nós vamos aqui percebendo que Galba vem a desencarnar e, pelo que tudo indica, pelas mãos da própria eh Lucila. Então, é uma um emaranhado de situações difíceis que me levou a lembrar do capítulo anterior, quando Helena começa a refletir, mas ela não teve tempo pelos interesses do que é mesmo que envolvia a família em tantos desassombros, em tantas dificuldades. Nisso, Anacleta revela-se cristã. A gente vê então que Blandina conta a Taciano que Lívia a visitou. Isso depois que ela faz o pedido que Nádia já colocou, onde ela deveria ser enterrada, o que é que ela gostaria de fazer e
se cristã. A gente vê então que Blandina conta a Taciano que Lívia a visitou. Isso depois que ela faz o pedido que Nádia já colocou, onde ela deveria ser enterrada, o que é que ela gostaria de fazer e Taciano acolhem a cólera de outrora que ele tinha em relação aos cristãos. Mas aí então um belo dia, apesar da contrariedade interna que Taciano sente antes da corrida e aí a gente vê que ele é descrito como alguém muito aclamado, porque já estava crescendo na corrida e sendo admirado, mas eis que um acidente trágico acontece. E a narrativa dele eu deixo com Marcel. Eu era tão adolescente quanto o quinto Celso, quando conheci. Era o dia 11 de agosto de 1981, quando ele esteve na minha cidade natal, norte da Bahia por primeira vez. Para mim era a primeira vez que eu conhecia no Cine Teatro São Francisco. Fui convidado pelos seus anfitriões a subir ao palco e fazer a prece de abertura na frente de 2000 pessoas que o ouviam. A reencarnação se lhe desfilou pelos lábios com uma riqueza que impactou até pastores evangélicos que estavam na plateia, que não o contestaram. No dia seguinte, convidaram-me para almoçar na residência que eu acolhia. Ali Steve, aquele rapazinho de 17 anos de idade, 16 para 17, desconfiado, todo sem jeito. Quando o anfitrião da casa disse: "Você viu a prece que o Marcel fez ontem?" Ele me olhou como se devastasse a alma, tivesse nos olhos um raio X e disse: "Vi". É uma, foi uma prece muito tocante, arrancada da alma. Aquilo me percorreu o interior como se fosse uma ducha fria. Ele estava lendo quem eu era por dentro. Foram 40 anos de amizade, como Nadia também narrou há pouco um episódio que a marcou, recordo que em 2018, vivendo um momento de estress intenso no trabalho, o acionei 5 horas da manhã pelo WhatsApp. Três noites sem dormir, rolando na cama, com aquele problema no trabalho, me consumindo as energias. Mandei para ele um SOS e quando foi 9 horas da manhã, 4 horas depois, notei que o WhatsApp dele começou a se movimentar. Ele, Divo, Pereira Franco em
e problema no trabalho, me consumindo as energias. Mandei para ele um SOS e quando foi 9 horas da manhã, 4 horas depois, notei que o WhatsApp dele começou a se movimentar. Ele, Divo, Pereira Franco em Curitiba, estava digitando a resposta. Daqui a pouco ele me disse em texto: "Meu filho, o que você tá vivendo? É um estresse. Eu agora foi que eu vi a sua mensagem. Estou em Curitiba para a conferência espírita do Paraná. Estou em um hotel. Quando li sua mensagem de apelo, pedi a Dr. Bezerra de Menezes, que me prometeu que ia em Salvador lhe visitar. Foi e voltou em 5 minutos com diagnóstico. É estress, nada mais. Ele manda para você aqui uma receita de uma homeopatia. Faça e tome 10 gotas pela manhã, 10 gotas à noite. Eu usei por 15 dias essa homeopatia e o estresse desapareceu. Então eu tenho todas as as gratidões possíveis para a convivência de 40 anos com ele. Não posso esquecer que quando fui a uma farmácia de um shopping aqui de Salvador, que levei a receita aviada no WhatsApp por ele digitada, eis que o enfermeiro olhou para mim e disse: "Pois não, eu disse: "Eu gostaria de aviar aqui esse remédio homeopático". O rapaz viu a receita e disse: "E o seu médico homeopata é aqui de Salvador e não é do Ceará. Como é o nome dele?" Eu disse: "Aolfo Bezerra de Menezes, Cavalcante." Ah, sim. "Eua aqui em Salvador?" Digo, né? Ele atua em todo lugar porque já tem mais de 100 anos que ele desencarnou. O rapaz disse: "O senhor vai dar uma volta e volte daqui a uma hora para pegar a receita". me despachou assim rapidamente só porque eu apresentei uma receita de um defunto, de um desencarnato. Coisa curiosa. Mas ele era assim: "O bomor em pessoa amanhã, primeira semana sem ele fisicamente. Eta saudade danada de Divaldo Franco. Nádia pode então nos contar a sequência. Eu tá certo, desculpe, eu tava envolvida com a conversa de Marcel e me perdi. Desculpe. Eh, acho que a gente pode encerrar falando de uma outra coisa. Falamos de sofrimento, falamos de assistência espiritual. E tem uma coisa
u tava envolvida com a conversa de Marcel e me perdi. Desculpe. Eh, acho que a gente pode encerrar falando de uma outra coisa. Falamos de sofrimento, falamos de assistência espiritual. E tem uma coisa que eu tenho refletido desde o início do livro que é assim. Veja bem, ele quinto varro era cristão. Quinto varro, eh, antes de reencarnar, ele já tinha esse vínculo com Cristo. E ele se propõe a ajudar este filho espiritual a sair do contexto onde ele se encontrava e se elevar espiritualmente. E o tempo todo ele fica tentando que que, desculpe, Tciano se torne cristão. Aí a gente tem uma pergunta, mas precisa ser cristão para evoluir? E a a gente sabe a resposta. Eh, a doutrina espírita tem uma característica que é clara e que Kardec fazia questão. Não fazemos proselitismo. A gente não tem a ideia de que as pessoas precisam se tornar espíritas, de que a pessoa só evolui se for cristão. Repare, a evolução se trata de estar em harmonia com as leis de Deus. A evolução se trata de se de viver essas leis, de viver os princípios do evangelho, mas não precisa ter o rótulo de cristão, não precisa ter aquela forma. Então, eh, existe uma diversidade de caminhos. O essencial é que a gente reconheça o nosso nível evolutivo e a gente se empenhe em se melhorar a cada momento. Na verdade, Taciano tinha um certo desejo de melhora. O que que o cristianismo daria para ele? Exatamente. Naquele contexto, vemos que os sistemas de crenças romanos, ele está dos romanos, ele estava a serviço do processo de manutenção da sociedade romana com suas castas, com seus preconceitos, com suas limitações. É aí onde o cristianismo era naquele momento a porta ideal para ele avançar espiritualmente no que ele precisava. Outros poderiam seres evoluídos e continuar no no sistema romano. Nós vamos ver que Basílio passou a vida quase toda sem ser cristão. Ele vai descrever o processo através do qual na sua maturidade física e espiritual ele se tornou cristão. Basílio não precisou ser cristão para ser um homem bom, para
vida quase toda sem ser cristão. Ele vai descrever o processo através do qual na sua maturidade física e espiritual ele se tornou cristão. Basílio não precisou ser cristão para ser um homem bom, para ser um espírito elevado. A gente sabe que Basíli é reencarnação de Emanuel. E já sabemos dos outros dois livros o processo através do qual ele vinha se gorilano. Mas Taciano precisava. Ah, ele tem uma sensação de estar sendo perseguido, mas é claro que o Cristo não o perseguia. O Cristo não persegue ninguém. a doutrina espírita sobretudo não tem necessidade de que as pessoas, ah, não, você precisa ser espírita para você evoluir. Isso não existe. E não existe a ideia de que ser espírita é ser mais evoluído do que os outros. Eh, o que acontece é que estava na programação reencarnatória dele, porque ali era o próximo passo, era onde ele ia encontrar a estrutura, a possibilidade para realmente lidar com aquelas situações. Era onde ele iria encontrar o norte, o roteiro de luz para ele e a força, inclusive, para ele fazer o caminho. E o que ele precisava era se desidentificar daquele modelo romano que tinha produzido o o Opílio Vetúrio, que tinha produzido uma série de coisas que não avançavam moralmente. Então é é interessante que a gente não pense que se tratava dele se converter. Não trabalhamos com essa lógica. A doutrina espírita não trabalha com essa lógica. não há necessidade. A pessoa precisa sim investir na evolução, fazer o bem, viver através da caridade, se harmonizar com as leis de Deus. A doutrina espírita, no nosso caso, ela consola, ela esclarece, ela abre horizontes. Mas há pessoas que não precisam dessa informação, porque o espírito já evoluiu, já avançou e já viaja. Vamos pensar numa irmã Dulce da vida, né? Então, não é o rótulo externo, mas é sim. Aí nós vamos ver o que era importante para para Taciano era que ele tinha no cristianismo a grande oportunidade de avanço. Se ele tivesse abraçado o cristianismo mais cedo, se ele tivesse minimamente se aberto para
er o que era importante para para Taciano era que ele tinha no cristianismo a grande oportunidade de avanço. Se ele tivesse abraçado o cristianismo mais cedo, se ele tivesse minimamente se aberto para ouvir o que esse mestre de amor falava, ele teria tido com certeza mais facilidade na vida dele. Então vamos pensar na nossa vida o que que a doutrina espírita representa. Não é uma obrigação, não é uma necessidade de acreditar, não é uma forma, tem que fazer desse jeito, tem que fazer assim, mas assim, o significado profundo, o como é que a doutrina nos leva a harmonizar-nos com a lei de Deus? Como é que ela nos leva a fazer uma evolução consciente? Essa é a pergunta. Uma ótima e pertinente pergunta. Chegamos ao final deste capítulo belíssimo e de muitas lições. Eu só destaco aqui para me despedir de todos vocês a condição de fortaleza espiritual que Taciano demonstra, embora a gente tenha acompanhado o crescimento dele, mas após o acidente nós vimos ali então que ele acaba eh indo de encontro eh aos ferros retorcidos ali. Isso já justifica aquela condição ou intuição que ele teve antes. Ele tava incomodado com aquela condição e acaba perdendo a visão. E a força moral dele, testemunhada inclusive, né, aí por Hel e pelo próprio Vinto Celson, quando ele se aproveita das sombras da noite para encontrar-se com a sua filha, consolá-la diante das dores, apesar das suas, e ele narra a beleza que foi o episódio dele naquela corrida que não aconteceu. E ele faz isso noite após noite, até o momento então que Blandina vem a desencarnar. E esse pai que se desvela amorosamente, mesmo com as dificuldades, com as contrariedades, com a sua impossibilidade do sustento e tantas outras coisas, vai ali nos apresentando um espírito que vai se fortalecendo na dor, que poderia não ser a opção, mas as escolhas que ele fez na vida levaram a esse tipo de conclusão, digamos assim. E a gente vai vendo que no momento do rouo final, em que ele se despede da filha numa belíssima cena, ele faz ali um
as as escolhas que ele fez na vida levaram a esse tipo de conclusão, digamos assim. E a gente vai vendo que no momento do rouo final, em que ele se despede da filha numa belíssima cena, ele faz ali um apelo, renova-me o coração, já que encontrastes o mestre, para que me coloque também ao encontro dele. Poderia ser algo inesperado, mas que ele consegue pronunciar. E no ápice da solidão e da sensação de que não tinha ninguém, mais uma vez quem se apresenta o amor personificado que é quinto céus, que está ali ao lado dele naquela situação difícil. Então assim, hoje a gente se despede desse capítulo da beleza que ele nos traz, mas também respondendo a vocês sobre qual será o nosso próximo livro. A gente vê bastante os pedidos por renúncia. Vai chegar o momento de renúncia, mas que não vai ser agora. O nosso próximo livro para que vocês adquiram ou recuperem em suas instantes será Lázaro Rede Vivo. Esse programa ele foi criado por André Luiz Peixinho com a finalidade de aprofundarmos o evangelho para que consigamos vivê-lo no dia a dia. Então as obras vão ser sempre fundamentadas nas vivências do evangelho, nos relatos das experiências de Jesus. Então, semana que vem nós vamos ao último capítulo de Ave Cristo. Relembrando que sempre fazemos o momento dos melhores momentos. Podem ir mandando as perguntas pra gente, manifestem-se no chat, já que agora estamos em um período online. Deixamos um abraço para todos vocês e que essa saudade aqui manifesta eh em relação a Divaldo Franco seja para nós um grande estímulo para que sirvamos a Jesus como ele exemplificou. Com toda a certeza ele ficará muito feliz com todos nós. Uma ótima noite e até segunda. Так.
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