Para viver o Evangelho 164 - Melhores momentos do estudo da parte 2 do livro " Ave, Cristo!

Mansão do Caminho 03/06/2025 (há 10 meses) 58:00 1,571 visualizações

Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa promove uma reflexão profunda sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, trazendo conteúdos enriquecedores para quem busca compreender e vivenciar o Evangelho no dia a dia. Atualmente, a série de episódios está dedicada à análise detalhada do livro "Ave, Cristo!", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. A cada semana, um capítulo da obra é estudado e comentado, proporcionando ao público uma jornada inspiradora pela história e pelos valores espirituais transmitidos na narrativa. Com uma abordagem envolvente e esclarecedora, Para Viver o Evangelho é um convite ao aprendizado e à vivência dos princípios cristãos, fortalecendo a fé e a compreensão dos ensinamentos de Jesus sob a perspectiva espírita. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro de todas as novidades! #evangelho #jesus #avecristo #emmanuel #chicoxavier

Transcrição

Caros internautas, irmãos e irmãs de toda segunda-feira, boa noite. Sejam muito bem-vindos. Vamos permanecer ainda nesse formato online, mas já temos uma previsão de retorno para o dia 16 de junho, segunda-feira, quando retomaremos o formato híbrido. Estaremos no salão da Federação Espírita, mas também com transmissão ao vivo e online pelo nosso canal TV FEB e também pela TV Web Mansão do Caminho. Hoje, como vocês já sabem, nós faremos uma espécie de retomada da segunda parte de Aé Cristo, trazendo os pontos mais importantes. Mas antes disso, vamos aos nossos informes como de prase. Até porque o seminário de mediunidade já se aproxima, a gente já pode dizer que estamos já respirando os ares do seminário e nós teremos convidados muito importantes e que despertam o nosso interesse para ouvir o que eles têm de conhecimento e partilhar conosco. Estaremos então na companhia de Marcos Ooa, Paulo de Tarso, Marco Antônio, Tânia Menezes, José Amorim, a nossa querida Nja Matos e Elvio Guimarães. Então, nos dias 14 e 15 de junho, na sede da Federação Espírita no Parque Bela Vista de Brotas, estaremos então no sábado por todo dia de 8:30 às 18:30 e no domingo no turno da manhã. Vocês podem optar tanto pelo almoço ou não. E aí fica a critério de cada um, com valores específicos, 80 sem almoço, 130 com almoço, inclusive com opção vegana para aqueles que a preferirem. Eu já garanti a minha participação e espero que vocês também façam o mesmo e tenham esse momento de aprendizado conosco lá na FEP. Não podemos também deixar de relembrar que o congresso é o nosso congresso espírita que vai acontecer no final de outubro e início de novembro mantém as suas inscrições abertas. Vocês podem acessar também pelo site da federação e lá então fazerem a sua inscrição, optar por formas de pagamentos diversas, que aí fica a critério também de cada um. Aguardamos vocês por lá. é o nosso 21º congresso com o tema Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei, de 30 de outubro a 2 de novembro de 2025

fica a critério também de cada um. Aguardamos vocês por lá. é o nosso 21º congresso com o tema Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei, de 30 de outubro a 2 de novembro de 2025 no Fiesta Conventions Center. Eu falei do seminário, mas também é importante nós ressalvarmos que eh esses espaços que nós temos para encontro fraterno para o nosso crescimento precisam desse apoio para que a gente possa custear essas ambiências e trazer também o maior conforto possível. trazer os palestrantes, garantir a alimentação e, claro, ter a presença de todos vocês. E o último informe, que é mais um reforço, é que nós vamos começar a nova obra, que é o livro Lázaro Reg Vivo, já na próxima segunda-feira. E algumas pessoas perguntaram se tínhamos exemplares na FEB para a venda e sim, confirmamos hoje com a nossa distribuidora. Temos exemplares e outros mais irão chegar. Então, quem desejar adquirir e possa estar encontrando dificuldade, pode se dirigir até a FEB, que nós temos sim a obra Lázaro Rede Vivo. E agora para finalizarmos, então, já deixando desde a semana passada alguma saudade, já vimos a primeira parte do livro e hoje nós vamos ver a segunda e vamos contar com Nádia e Marcel, os nossos companheiros, que vão nos ajudar a reviver, digamos que os melhores momentos desta grande obra. O capítulo um da parte dois se intitula provas e lutas. E Emanuel vai narrando nesse capítulo que após a morte de Varro, Opílio se retira para a capital do mundo em companhia de Galba, seu filho. E ele não diz nada, Taciano, sobre isso. Então, Emanuel descreve pra gente que entre eles o que se instaura é silêncio e distância. Taciano permanece com a sua esposa Helena, inclusive ele faz um investimento nessa relação, ele busca nessa convivência, calmaria, eh, um momento que pode ser prazeroso, de afetividade. Ele tinha uma natureza muito mais quieta, era uma postura meditativa diante da vida, da dignidade doméstica, mas Helena era muito mais voltada para atividades sociais,

e ser prazeroso, de afetividade. Ele tinha uma natureza muito mais quieta, era uma postura meditativa diante da vida, da dignidade doméstica, mas Helena era muito mais voltada para atividades sociais, viagens, ela ia visitar o pai, então ela buscava, vamos dizer assim, que na metrópole imperial os prazeres de que ela era movida, eh, levando então Taciano a experimentar o que Emanuel intitula pra gente de insulamento psíquico. foi como ele então eh caracterizou essa condição de Taciano. Então lembrar também que nesse capítulo a gente viu Teódulo que entra em ação, eh então ele estabelece uma relação com Helena. Taciano vai começando a se sentir um tanto quanto escanteado, sozinho, mas ele tem uma compensação afetiva na companhia de blandina e isso faz com que a gente reflita e me leve a perguntar a Nádia e comentar antes disso quão dura é a prova de uma alma que dedica carinho e afeição e não é correspondida em seus mais caros anseios. Outra condição espinhosa é a que deriva das relações que tiveram seu ápice e a sua pujança e que de um momento pro outro, como é o caso então de Taciano e do seu paio e de um momento para outro eles estão ali envolto em silêncio, em distância, em ausência. Então, nesse sentido, eu pergunto a Nádia para que nos ajude a refletir de que modo o espírito que vivencia uma experiência desta natureza pode sustentar-se ao longo da encarnação? Que aprendizado, Nja, você destaca em relação ao que aconteceu com Taciano? Uma boa noite a todos. Realmente esse a gente já começa, não é à toa que o nome do capítulo é provas e lutas, porque na verdade é uma das provas mais dolorosas que nós podemos vivenciar é essa sensação de não sermos amados. Então, a gente, para aproveitar o que a doutrina espírita nos traz, nós precisamos fazer uma reflexão. A primeira reflexão é qual é o amor que está faltando? Por quê? Porque eh amor é uma necessidade, mas amor sempre existe ao nosso redor, eh, mesmo que vem apenas do mundo invisível. Veja, Deus nos ama. Jesus ama a todos. O nosso anjo guardião

tá faltando? Por quê? Porque eh amor é uma necessidade, mas amor sempre existe ao nosso redor, eh, mesmo que vem apenas do mundo invisível. Veja, Deus nos ama. Jesus ama a todos. O nosso anjo guardião nos ama. Então aí a gente já tem pesos pesados para dizer que nós temos amor. Os bons espíritos são sempre amorosos conosco. Eles nos amam. Talvez não pareça o bastante. E não parece o bastante porque como espíritos de terceira ordem nós estamos muito fixados no interesse pessoal. Então, quando a gente diz que falta amor, o que falta é aquele amor que preenche necessidades específicas na nossa vida. E aquele amor que é um amor que nós correspondemos, de quem nós desejamos, né? de quem que preenche aquelas coisas, a pessoa que gosta do que a gente gosta, que cuida de nós. Então, veja, é um amor no nível que nós conseguimos compreender, o que não diminui o sofrimento. Nós vamos aprender na doutrina espírita que as paixões, diversas paixões, o egoísmo, o orgulho, né, os desejos em geral, não apenas no âmbito da sexualidade, mas em todos os âmbitos, eles causam sofrimento. É tanto que o espírito de segunda ordem, que ele já não tem más paixões, ele eh ele já goza a felicidade dos justos. Então tem uma coisa que é assim, a gente sempre vai sentir falta de amor, porque não tem ninguém que possa preencher todas as nossas necessidades. Isso é um raciocínio inicial que nós podemos fazer para educar a nossa alma para a essência do amor. E qual é a essência do amor? é o amor que não espera retorno. Por exemplo, se a gente não se sente amada, nós sempre podemos fazer o exercício de amar a todos e podemos fazer o exercício de observar o amor que ao nosso redor também nos envolve. Isso é sair do pessoal. Isso é um exercício dificílimo que nós teremos que fazer porque ao nos tornarmos espíritos de segunda ordem, próximo nível da sala da da escala espírita, o espírito de segunda ordem ele não prioriza o interesse pessoal, ele prioriza fazer o bem. Fazer o bem é algo prazeroso. Aí vocês podem estar

gunda ordem, próximo nível da sala da da escala espírita, o espírito de segunda ordem ele não prioriza o interesse pessoal, ele prioriza fazer o bem. Fazer o bem é algo prazeroso. Aí vocês podem estar pensando, ah, Nádia, mas na vida cotidiana é difícil. Como eu disse, é uma das provas mais dolorosas que a gente escolhe. E eu vou enfatizar o escolhe, porque eh esse tipo de prova, ele está na nossa vida quando acontece de estar. Primeiro a gente tem que olhar direitinho, porque em geral a gente não se sente amada, como eu disse, por aqueles que nós queremos que nos amem e do jeito que nós queremos e para satisfazer a necessidade que nós queremos que seja satisfeita. Se você sai desse desse eh conceito estreito de amor, você vai ver que há amor ao seu redor, que você recebe sim muito mais amor do que parece. Mas vamos lá, tem um sofrimento. Casamento principalmente é uma situação difícil, né? Porque você espera, de novo, nós vivemos numa cultura onde nós esperamos que o outro nos faça felizes. A partir do amor romântico que se implantou na cultura ocidental há vários séculos, há uns 400, 500 anos, eu não lembro quando foi lá pela Idade Média, a ideia do amor romântico é aquela relação vai preencher tudo. Isso não existe. Isso é uma expectativa que só leva ao fracasso, que não vai produzir resultado. Então, se a gente abstrair maus tratos, violência e crueldade, uma série de outras coisas, a ideia que aí a gente volta para Taciano é a construção do amor através do amar, né? O que é que Taciano é convidado a fazer? É esse cuidado. Nós vimos através do livro que ele faz isso mais ou menos. Então, no princípio, ele em relação à Helena, a postura dele é a postura de ser um bom marido dentro dos critérios daquela época. Então ele era atencioso, ele era cuidadoso, mas obviamente isso não chegava a Helena de novo, o conceito, né, a ideia eh autocentrada de amor, a Helena não se sentia amada. Ele sentia que estava amando e ela não se sentia amada. Isso acontece muito. Então, construir o

chegava a Helena de novo, o conceito, né, a ideia eh autocentrada de amor, a Helena não se sentia amada. Ele sentia que estava amando e ela não se sentia amada. Isso acontece muito. Então, construir o diálogo, construir uma relação eh de cuidado, amor tem a ver com cuidado, amor tem a ver com respeito e e é e digamos assim persistir nessa ação. Sim, todos temos necessidade de amor, mas o espírito de terceira ordem no mundo de expiação e provas, ele tem que aprender o que é amor no sentido espiritual. Então, é por isso que a gente se bate com essas situações, com esses momentos onde falta eh dá muita angústia, dá muito desespero, dá uma solidão terrível. pode acontecer em termos reencarnatórios. Primeiro, que nós reencarnamos num grupo eh de espíritos que não têm afinidade com a gente. Eles podem ser inimigos do passado, fizeram mal à gente. Nós podemos ser inimigos dele do passado, fizemos mal a eles e agora queremos reparar isso. Então, a gente precisa ficar ali, precisa ser cuidadoso. Eh, não há não há assim aquela facilidade, aquela fluidez. No livro a gente vê que ele se criou com Helena, ele era bom marido, era atencioso e tudo, mas quando ele conheceu Lívia, tudo fluiu maravilhosamente. Se trata aí de uma questão de afinidade espiritual. Tem algo que já tá construído. Se esse algo construído não tá na nossa vida, significa que nós temos que aprender a construir. Então, é difícil, é doloroso. A gente vai buscar no conhecimento espírita o conforto de saber que sim, somos amados. Nós temos espíritos bons que nos amam, muitas vezes que intercederam por nós na reencarnação. A gente nem lembra deles e eles não estão nem aí. Eles não precisam que a gente usando. Então a gente pode fazer esse exercício e um dia chegaremos a um nível de consciência, um nível evolutivo que a gente amará com tal facilidade que sempre se sentirá amado por causa da lei de amor. Há de chegar, não é, NJ? Esse momento de chegar. É isso aí, Marcel. Eu observei no capítulo dois, Sonhos e Aflições,

ente amará com tal facilidade que sempre se sentirá amado por causa da lei de amor. Há de chegar, não é, NJ? Esse momento de chegar. É isso aí, Marcel. Eu observei no capítulo dois, Sonhos e Aflições, todos nós testemunhamos e percebemos o encontro que acontece entre Basílio, Blandina, Basílio e Lívia. Eh, Basílio já tinha aqui sido mencionado, né? Taciano, que seria aí a substituição. Então, Basílio, Blangina, Taciano e Lívia. E a gente vai percebendo ali que tem mecanismos que vão nos envolvendo e nos trazem as reencarnações. Basilo inclusive afirma que ninguém se encontra sem objetivo e depois ele prossegue afirmando que forças superiores e intangíveis nos reúnem de novo para algum trabalho a realizar. Nesse sentido, que impressões você guardou, Marcelo, acerca do curto e passageiro período de ventura dessas almas? Esse livro que estamos encerrando hoje com essa revivescência nos chama a atenção de que ele é mais profundo do que parece. Ele é muito mais do que um romance. almas que se entrelaçam, que se envolvem ou no ódio ou no amor. Ele é sobretudo uma radiografia daquele cristianismo primitivo que viscejou naqueles três primeiros séculos, onde tudo quanto nós estamos vivendo hoje na doutrina sobre a orientação e os prismas de Allan Kardec, eles viviam de maneira natural. O intercâmbio mediúnico era natural nas eclésias, nas igrejas cristãs primitivas. Não havia nada de estranho no fenômeno das vozes, nas materializações. Eles encaravam com naturalidade que os antepassados, que os mártires voltassem para sustentar aqueles que mais tarde iriam enfrentar o martírio. Por isso mesmo, chama-nos a atenção em ter escolhido avev Cristo como título. a saudação que os cristãos faziam no passado, fazendo também o símbolo do peixe. Toda vez que você queria se identificar, você construía com a mão um peixe e o peixe passou a ser o símbolo para as portas que estavam fechadas para você se abrirem, porque o símbolo do peixe era a colônia de pescadores que seguiu Jesus. Então, todo mundo dizia ave

um peixe e o peixe passou a ser o símbolo para as portas que estavam fechadas para você se abrirem, porque o símbolo do peixe era a colônia de pescadores que seguiu Jesus. Então, todo mundo dizia ave César, porque prestava tributo ao homem do mundo. Ave Cristo tinha um outro sentido. O indivíduo se identificava com a vida eterna. O primeiro capítulo da segunda parte é provas e lutas, plural. Mas o último capítulo é fim de luta singular. É ali que Emanuel retrata o coroamento da tarefa de quinto varro. Foi para aquilo que ele se reencarnou. Tudo mais. Foram circunstâncias, foi interferência do ódio, a presença de uma palavrinha que tá muito nos dias de hoje, fanatismo. Só que ali era fanatismo religioso pelo paganismo que agonizava o cristianismo, que nem um trabalho de formiguinha, ia dominando as almas e o paganismo agonizava. Então, o cristianismo agia, o paganismo reagia. Então, vamos matar cristão. A gente vai parar o cristianismo matando. O problema é que a gente acredita na reencarnação. Quanto mais mata cristão, mais cristão nascia. E eles continuavam, que eles voltavam com um ardor muito mais intenso do além para se entregarem como mártires. Basílio é essa figura extraordinária, porque ele não escreveu um livrinho chamado de séraps a Jesus. Quer dizer, ele fez uma análise do que era gravitado o paganismo, da crença que ele tinha no passado, dentro daquela própria reencarnação para compreender Jesus. Fora as viagens que ele fez. Ele teve na Grécia, ele teve na Índia, ele teve no Egito. Então o Basílio foi beber na fonte daquele conhecimento ancestral para se perceber a transmigração das almas, a comunicabilidade da alma, a sobrevivência depois do sepulcro, a lei de causa e efeito a lei de retorno, tudo isso estava funcionando. Ora, quando Taciano conheceu o consertador de violinas, o Lutier, já era profundamente cristão, mas trazia feridas da vida. Havia perdido uma filha biológica e a divindade compensou ele mandando uma filha adotiva, a esposa tragada também. E ele

e violinas, o Lutier, já era profundamente cristão, mas trazia feridas da vida. Havia perdido uma filha biológica e a divindade compensou ele mandando uma filha adotiva, a esposa tragada também. E ele encontrou no cristianismo a a a figura não amada, a figura eh banida, espurgada por todos, ao qual ele se vinculou. Por isso mesmo, aquele intercâmbio e aquela afinidade profunda com a filha. Duas almas em processo de reparação, mas especialmente de testemunho. Foi aquilo que fez balançar Taciano. Foi aquilo dali que desmoronou, que implodiu Taciano. A possibilidade de se vincular aquela mulher e encontrar na terra o que todo mundo tá buscando, a felicidade. Não é que hoje à tarde uma senhora nos procurou para programar uma audiência de divórcio. E enquanto eu colocava na ficha os dados dela e do companheiro para a audiência que vai ser semana que vem, essa senhora me olhou assim, disse: "Moço, por que que a gente casa, né? Por que que a gente casa e tem que vir aqui para desfazer?" Ela tava amargurada. Parece que o casamento para ela era uma prisão. Ela tava ali atrás de um abbias corpos para liberar o corpo da da masmorra do matrimônio. Mas quando entrou era tudo felicidade. A gente via no outro, certamente ela via no outro a esperança de um lar feliz. Agora ela tá saindo porque encontrou, buscou Apolo e encontrou corcunda de Notridame Quasímodo. Que decepção. Ali Taciano buscou em Lívia todo o Elan da mulher que poderia fazê-lo feliz. Helena não lhe rencheu o coração. Ali ele encontrou Basílio que de certa maneira compensava quinto varro pela maturidade. Mais tarde ele vai encontrar isso em quem? Em quinto céus. Ah, bom. Aí já temos quinto varro reencarnado. Mas esse menino, esse menino parece ter o mesmo equilíbrio, a mesma ponderação do pai. Ora, Taciano só vai descobrir isso no além. Aliás, para muitos de nós, estas revelações só vão ser realmente desveladas no além túmulo. Enquanto isso, começo de luta, fim de luta. Exatamente. E continuando aqui na retomada das memórias desta obra, vamos

ra muitos de nós, estas revelações só vão ser realmente desveladas no além túmulo. Enquanto isso, começo de luta, fim de luta. Exatamente. E continuando aqui na retomada das memórias desta obra, vamos para o capítulo três intitulado Almas em Sombra. Nesse capítulo a gente conhece um pouco mais o íntimo de Helena. Vamos lembrar de Lucila, sua filha, que se apaixona por Marcelo Volusiano. E no rastro dele a gente vê que Teódulo, o amante fiel escudeiro de Helena, se posiciona para descobrir mais detalhes sobre a vida de Marcelo juntos, mas acima de tudo, sob o comando das ideias de Helena, eh a gente vê que Teódoro e ela vão tecendo planos e planos de natureza sombria que acabam levando Marcelo à morte, além do início de todas as agruras de Lívia e Basílio, após a irresponsável e leviana narrativa deódolo sobre o que ele viu em sua casa na província. Interessante perceber que a aproximação de Teódulo e de Helena, ela é trespassada por essa grande criatividade que eles tinham em torno das narrativas, imaginações bem viívidas diante daquilo que as pessoas viviam. Nesse sentido, Naddia, eu pergunto a você, como é que nós podemos, com base nessa vivência que o livro nos apresenta, lidar com os nossos interesses e motivações que muitas vezes perseguimos tenas até a obtenção do que desejamos, mas nem sempre com a preocupação do que esse interesse ou os nossos anseios pode causar nas outras pessoas. Pois é, Jamile. Eh, eu acho que eu concordo com Marcel, é uma coisa que eu penso mesmo. É muito mais do que um romance. Emanuel tem a habilidade de trazer questões centrais da vida humana e colocar isso numa numa linguagem romanceada que atrai. E você veja, a gente lê esses romances quando é jovem pelo romantismo. Aí a gente torce, torce por um, torce por outro, fica preocupado e se familiariza. E vai, à medida que você vai amadurecendo e é que essas coisas vão naturalmente tendo menos interesse, você vai encontrando a profundidade. O que você tá perguntando é, digamos assim, um dos

iliariza. E vai, à medida que você vai amadurecendo e é que essas coisas vão naturalmente tendo menos interesse, você vai encontrando a profundidade. O que você tá perguntando é, digamos assim, um dos pontos chave do da evolução consciente, que é a gente entender as nossas motivações. Às vezes a gente acha que eu preciso disso, é muito importante, eu vou dedicar minha vida, eu você faz todo sacrifício, você sacrifica às vezes as pessoas à sua volta, porque aquilo é fundamental. Tem um aprendizado que é o da gente distinguir entre o que é desejo e o que é necessidade. Ã, claro que as palavras têm sentidos diversos. Não estou aqui propondo conceitos pétos, não. Mas a ideia de desejo e necessidade é assim: desejo é algo que me move temporariamente. Um desejo é algo que eu busco para me preencher, preencher uma falta na minha vida e que ele me impulsiona, ele me empurra para fazer coisas. Então, um desejo ele é necessariamente de uma ordem mais superficial. Normalmente é uma coisa física, eh, uma coisa emocional, às vezes no mundo das ideias, mas das ideias concretas. Uma necessidade é algo central na nossa alma, é algo que tem a ver com as leis morais da vida. Então veja, às vezes com frequência o desejo é uma expressão mais materializada de uma necessidade. Eu tô me lembrando de quando Jesus diz assim: "Onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração". Helena é uma pessoa que nunca desenvolveu um certa profundidade espiritual. Ela sempre, ela foi educada assim, a gente vai lembrar que ela recebeu essa educação a partir do pai dela, que era o famoso Opílio Vetúrio, que era uma pessoa sem horizonte. O horizonte dele era todo material, tratava-se de riqueza, a riqueza da família, o poder perante César, etc. Então, esse era o universo dele. Não importa que ele fosse o imperador do mundo, ainda é pequenininho, porque só material é uma coisa que termina com a morte inevitavelmente. Depois que você desencarna, você não é mais imperador, você não é mais general, você não é mais

do mundo, ainda é pequenininho, porque só material é uma coisa que termina com a morte inevitavelmente. Depois que você desencarna, você não é mais imperador, você não é mais general, você não é mais milionário. Você é um espírito com as necessidades que tem. Ora, eh, então Helena vivia para um desejo, e isso não é só o desejo sexual, que era muito presente, o desejo de eh aparecer socialmente, que era muito presente, ela era educada para satisfazer o desejo imediato, né? Ela não aprendeu a ver as necessidades da alma. Era uma coisa que eh eh que Taciano ele tinha isso mais, ele não tinha relação ao cristianismo, mas até uma necessidade espiritual, uma busca espiritual, Taciano tinha. Então, o que vai fazer com que a gente passe por cima de todos é ser movido pelo desejo, é ser movido pelo imediato, é ser movido para atender a questões que a gente considera como necessidades, mas não são necessidades da alma, são desejos do imediato, do mundo material. E a gente vai vivendo mais para diante. Tem aquela situação que ela promove o casamento de Lucila com o irmão dela. Aquele casamento não tinha nada a ver com o sentimento. Aquele casamento era uma afronta a alma de Lucila. Mas Lucila também foi educada para o externo, para o superficial, para o imediato. Ela não queria casar com ele. Ela tava infeliz com aquele casamento. Ela tinha até que se apaixonou por Marcelo, que era uma pessoa que era mais parecida com ela, que não era grande coisa. eram também pessoas superficiais, mas era mais da inclinação dela. Talvez ali pudesse haver uma construção em algum momento, mas isso não era permitido, porque toda aquela estrutura era assim. Então, quando Jesus diz: "Onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração". significa que a vida a gente constrói. Então, não é à toa que Lucila nasceu naquela família, não é à toa que Helena nasceu naquela família, não é à toa que Taciano nasceu naquela família. a gente olha em volta e existe uma afinidade. Se nossa alma se sente angustiada porque tá vivendo num

ia, não é à toa que Helena nasceu naquela família, não é à toa que Taciano nasceu naquela família. a gente olha em volta e existe uma afinidade. Se nossa alma se sente angustiada porque tá vivendo num contexto muito superficial, a gente tem desejos que são já aspirações, são mais elevados, a gente tem que construir as bases para a realização deles. Quando você tá trabalhando no nível imediato do desejo, você não constrói nada, você vai derrubando o que aparecer pela frente porque você quer chegar lá. Quando você trabalha com aspirações, com um nível mais profundo, aí sim nós estaremos eh eh cientes, né? Mesmo que não consciente, mas o espírito sabe construir aquilo. Então é a casa construída sobre a rocha, né? Que Jesus também fala que essa vai durar. A casa construída sobre a areia é todo o investimento que fazemos em coisas imediatas e superficiais. Elas não vão durar. Elas não duram nem até a desencarnação da gente. E se durar, desencarnou, fica tudo aí, porque não podemos levar nada de material. A gente leva o aprendizado, a gente leva o amor, mas a gente não leva as coisas materiais. Exatamente. Continuando com o capítulo 4ro, sacrifício. Vamos recordar do rigor a época no império de galo, que aumenta em relação aos cristãos. Essa realidade ajudou muito a Helena e aos planos que ela elaborou. Uma etapa desses planos foi a carta que ela endereçou a Taciano, pedindo então que ele fosse ver o paio Vetúrio e levasse Blandina. Enquanto Taciano ia para a capital, Helena então chega à província e Lívia e Basílio sentem todo o desprezo que ela destinou a ambos. Então eles estão presos e o desfecho nós acompanhamos e já conhecemos. são Basílio morto, Lívia, assediada por valeriano e em seguida cega pelo ciúme de Climen. Nesse sentido, Marcelo, te perguntamos qual limite a criatura tem perante a divindade diante de tantos males que pode vir a ocasionar. A certeza iniludível de que ninguém vai sair impune. Os códigos terrestres podem ignorar, podem ser ludibriados. Autoridades do judiciário

a divindade diante de tantos males que pode vir a ocasionar. A certeza iniludível de que ninguém vai sair impune. Os códigos terrestres podem ignorar, podem ser ludibriados. Autoridades do judiciário em todos os tempos podem ser compradas. Tentaram fazer isso até com Sócrates, hein, Nádia. Sócrates estava preso e alguém, um Criton, um aluno seu, foi e disse: "Nós subornamos o guarda já naquela época tinha suborno. Para que hoje à noite tu possa sair, Criton, tu crês que eu vou fugir para dizer aos meus inimigos que assumam os delitos que eles me acusam?" Não, mas vão te matar e isso é injusto. E você queria que fosse justo, Crito? Claro que é injusto, mas todos eles também estão condenados. Todos eles vão morrer e morreram mesmo. O que aconteceu foi que Sócrates virou o pai da filosofia. Todos que o condenaram, 70, ninguém sabe sequer o nome. A história os devorou e os levou para o abismo do esquecimento. Então, esse capítulo 3 e 4, que Nádia comentou, três, estamos no quatro, eles são capítulos muito dolorosos, mas são definidores de destino. Quem tá plantando vai colher. Quem abraçou a dor, o sacrifício, as humilhações, para o mundo virou pó, virou lama, mas para o alto virou Marte, virou uma alma red viva, criou asas, sublimou o próprio perespírito e asendeu para esferas mais altas. É esse o diapasão que é contrário ao materialismo. Enquanto a gente, muita gente acha que o indivíduo que tem acabou de morrer, ô meu Deus, mas agora ele tava construindo um império, agora que ele ia curtir, viajar, fazer tudo que queria, adquirir tudo. É, mas a velha com a foice, aquela velha que anda bem esquelética portando uma foice, ela quer pouco saber se você tem dois cifrões, três cifrões na conta ou você não tem nada. Quando ela passa, ela faz o trabalho dela e faz muito bem. Leva ricos e pobres, leva altos e baixos, sábios e estúpidos. Então esse capítulo retrata de que naquele período de Galo, o imperador, a perseguição recrudeceu. Aliás, sempre o império romano viveu ciclos. Havia imperadores

va altos e baixos, sábios e estúpidos. Então esse capítulo retrata de que naquele período de Galo, o imperador, a perseguição recrudeceu. Aliás, sempre o império romano viveu ciclos. Havia imperadores condescendentes com cristianismo por causa das famílias patrícias que aderiam ao cristianismo. Aí o imperador dava uma trégua. Mas quando era psicopata, ele mandava matar a todo mundo, passava o rodo, esmagava todo mundo, família Patrícia, os pobres, os clientes, os miseráveis, ele matava porque era um ódio enrustido, considerando também a incidência da obsessão. A maioria dos imperadores ali de Nero até Dioclesiano eram francamente pessoas fascinadas, obsidiadas ou subjugadas por falanges. Por isso que emana num num romance como esse evita dizer almas em obsessão. É preferível assim ser mais clássico, né? Almas em sombras. Você são as sombras do mundo espiritual tisnando o raciocínio dessas pessoas. fazendo uma Helena enlouquecer, tornando Lucila uma devaça, levando Teódulo a ser um uma figura execrável, além de um amante, né? Era também um matador, era um jagunço para aqueles dias. Aí você encontra só esses tipos pérfidos e o danado é que a gente fica vibrando. Ah, por que é que mano não mata logo esse infeliz? Tira esse personagem, meus amigos. Esses personagens já morreram e não é de hoje, já tem 2000 anos, tá tudo morto. Os mártires, ah, os mártires estão aí ora se incorporando novamente na matéria, volvendo ao mundo para nos auxiliar, dando dando exemplos no silêncio, no silêncio homérico, na aceitação da adversidade, não na anuência. Eles não anuem a, mas eles aceitam a adversidade e vão trabalhando pelo amor para diluí-las. Então aí nós temos um embate entre a sombra e a luz. Se essas almas estão em sombras, como Emmanuel diz, havia uma Lívia profundamente resignada com sua cegueira. Havia determinados personagens, o velhinho, olha, a gente pode pode contar, né? Eh, o velhinho que sepultou Blandina, que deu o espaço para que ela fosse sepultada. Ele chegou a dizer a Taciana

ueira. Havia determinados personagens, o velhinho, olha, a gente pode pode contar, né? Eh, o velhinho que sepultou Blandina, que deu o espaço para que ela fosse sepultada. Ele chegou a dizer a Taciana que tava aguardando o momento também ser experimentado. Ele conheceu o Corvino, ele conheceu irmão Corvino, quer dizer, o pai de Taciano, que é ele havia conhecido todas as tragédias de Lon. Lon, hein? Galias Lugdunense, a o futuro berço do codificador. Era foi ali que Allan Kardec iria nascer no século XIX, mas foi ali o palco, que é um dos nossos personagens desenvolveram seus dramas, suas tragédias, seus conflitos. Mas cada um guarde a certeza que a lei do retorno é implacável. Aqui se faz e aqui se quita. se resgata não com a moeda da morte, mas o indivíduo volta novamente em outros corpos para em situação muitas vezes adversa sentir aquilo, experimentar aquilo que impôs as vítimas do ontem. Mas chega sempre o momento que o amor quebra os grilhões do sacrifício das sombras e o sol do amor de Deus clareia a neblina de trevas que a criatura humana insiste em espalhar na terra. Ave Cristo. Muito bem, Marcel. Chegamos então ao capítulo 5, expiação. Aqui a gente já tem um taciano compreensivelmente transtornado. A mágoa de Helena não lhe permite ter limites. A mente dele vem as lembranças quanto à morte de Quinto Varro e Silvano, o sacrifício de Rufo, o enforcamento de Flávio Súbrio e tudo isso faz com que a dor de ver Blandina defino cada vez mais lhe tornasse ainda mais circunspecto, entristecido e saudoso. A dor parecia ter assumido a condição de companheira permanente deste núcleo familiar. É impossível também esquecer da descoberta trágica e dolorosa de Helena ao reconhecer em Lívia a própria filha. Tomando por base as nossas personagens, Nádia, que papel tem a dor em nossa evolução espiritual? Trata-se de uma regra ou de uma opção que nós fazemos? Eh, uma pergunta interessante, Jamil. Eu vou responder de uma forma eh misteriosa, tá? Eu vou dizer assim, não é nem uma regra, nem uma opção e ao

rata-se de uma regra ou de uma opção que nós fazemos? Eh, uma pergunta interessante, Jamil. Eu vou responder de uma forma eh misteriosa, tá? Eu vou dizer assim, não é nem uma regra, nem uma opção e ao mesmo tempo é uma regra e é uma opção. Aí a gente vai destrinchar um pouco o que é que chamamos de regra e o que é que chamamos de opção, que aí é que depende. Veja só, eh, é uma regra no sentido de que, eh, a dor vai ser sempre uma resposta da consciência em conflito com a lei de Deus. A dor para o espírito, ela é meramente o resultado da violação da lei de Deus. É como se você tivesse assim, você tá andando e você dá uma topada, dói, não tem jeito. A consequência natural, você deu uma topada, logo dói. É uma dor muito grande por causa do que aconteceu. Então, nesse sentido, a gente até pode dizer que é uma regra. Se todas as vezes que a a o espírito viola a lei de Deus, a consequência é a dor. Mas eh não é uma regra se a gente disser assim: "Todo mundo tem que sofrer". Não, o sofrimento, a dor, ela é consequência dessa violação da lei. Então, ela é transitória. A gente aprende na escala espírita que os espíritos de terceira ordem, os espíritos imperfeitos, eles não, eles têm uma intuição vaga de Deus, não compreendem suas leis e, portanto, não desejam segui-las, porque eles são o espírito de terceira ordem, ele é centrado no seu interesse pessoal mais imediato. Então, o que for para do seu interesse imediato, ele vai fazer. O que não for, não vai fazer. E não quer saber de uma coisa tão ampla como a lei de Deus. Então, se você pensar assim, o ser violou a lei de Deus, então como regra ele vai sofrer. Porque porque a lei de Deus, ela tá escrita na nossa consciência, não como se fosse uma palavra num papel. Ela é estrutura da consciência, ela é estrutura do ser e ela é estrutura da realidade. As leis de Deus não são aplicadas de fora para dentro. As leis de Deus, elas são o que existe. Não, por isso você não consegue fugir das leis de Deus, porque é a presença de Deus em toda a criação com a

leis de Deus não são aplicadas de fora para dentro. As leis de Deus, elas são o que existe. Não, por isso você não consegue fugir das leis de Deus, porque é a presença de Deus em toda a criação com a sua perfeição. Por outro lado, a gente vai pensar assim, eh, é uma opção, bom, não é uma opção desde quando se você pensar, o espírito já violou a lei, ele tá sofrendo. não violou a lei, ele não vai ter a vivência da dor. Mas é uma opção em dois sentidos, né? Um sentido é que com frequência a gente escolhe conscientemente. A gente escolhe de dois modos. A gente escolhe inconscientemente quando a gente viola a lei de Deus, quando a gente se recusa, que é a rebeldia do espírito de terceira ordem, a gente se recusa a se reformar, a rever, a dominar as mais inclinações, a gente aí a gente tá escolhendo o problema, porque, por exemplo, se eu pego o meu dinheiro e eu eh jogo pela janela, ninguém vai se admirar que eu fiquei sem dinheiro. Eu fiz uma escolha de ficar sem dinheiro quando eu joguei pela janela, quando eu usei de uma forma totalmente indevida e desperdicei, não é isso? Então, o tesouro que a gente tem de felicidade, de paz, a gente joga pela janela quando a gente tira a felicidade e a paz dos outros. Aí a gente vai ver que é uma coisa que Helena faz muito. É uma coisa eh a própria eh a mãe de Taciano, como é o nome dela que eu esqueci agora. A mãe de Taciano faz isso também, né, na nas experiências da vida dela, eh, no momento em que ela atrai o marido, né? Ela fez isso. Cíntia, esqueci totalmente o nome dela. Já são três gerações, né? Aí às vezes escapa. Então veja, nesse sentido é uma escolha, mas você não acha que tá escolhendo, você ainda reclama de Deus porque você tá sofrendo. É um absurdo acontecer uma coisa dessa. Tem uma escolha mais consciente que é quando a gente escolhe no processo reencarnatório. Então você às vezes escolhe, não, nessa encarnação eu vou ter dificuldades de todos os tempos, de todos os tipos. Eu vou querer estudar e não vou poder. Vou ter que ficar

e no processo reencarnatório. Então você às vezes escolhe, não, nessa encarnação eu vou ter dificuldades de todos os tempos, de todos os tipos. Eu vou querer estudar e não vou poder. Vou ter que ficar trabalhando desde desde cedo. Trabalho duro. Vou vou querer ter, digamos, experiências de arte que em outras vidas eu tinha e desperdicei experiências intelectuais, coisas maravilhosas, não vou ter, porque nessa encarnação eu preciso fazer um aprendizado tal e qual. Então, nesse sentido é uma escolha. Mas de novo, o espírito encarnado não sabe, não lembra. Então, a gente tem que usar o conhecimento espírita para enfrentar a dor. Lembrando que ela é ela é consequência de nossas escolhas. A gente vai refletir, é uma escolha real, é uma escolha do espírito, uma coisa da lei de Deus ou é algo que eu tô fazendo agora? Porque às vezes a gente não se dá conta que a nossa atitude, a forma como a gente lida com as pessoas, as coisas que a gente faz, a as ações que nós temos, elas estão causando dor, mas a gente não nota. Eu lembro muito de criança pequena, é uma imagem que para mim eu uso muito, que é assim pra nossa ignorância, né, da lei de Deus. Um bebê de o quê? Um mês e meio mais ou menos, ele fecha a mãozinha e ele ele estica o cabelo. Se tiver cabelo, porque uns nascem careca, mas não são cabeludinho, ele estica, adó, ele começa a chorar, mas ele não sabe que é ele que que se ele abrir a mão, se ele parar de esticar, vai passar. Então ele continua chorando e ele continua esticando. Aí a mãe vem e tira a mãozinha. É um pouco isso que a gente faz. a gente continua agindo de uma forma imediatista, primitiva e reclama porque tá sofrendo aí, aí até o momento em que a gente aprende. O que é importante é que a dor não produz evolução. Você não evolui porque sofre. Não tá na lei de Deus que você tem que sofrer. A dor é essa consequência da violação da lei. E o que produz evolução é a gente aprender com a experiência da dor, a gente aprender a compreender, aprender a superar, aprender a lidar com isso. Você vai

dor é essa consequência da violação da lei. E o que produz evolução é a gente aprender com a experiência da dor, a gente aprender a compreender, aprender a superar, aprender a lidar com isso. Você vai fazer o bem mesmo sofrendo. Você vai agir de acordo com a lei divina, mesmo que as consequências sejam dolorosas. Aí a gente tem o exemplo dos primeiros cristãos que Marcel já falou, né? Então você vai, isso você tá fazendo uma construção que vai com certeza lhe trazer felicidade, mesmo que naquele momento ainda esteja trazendo sofrimento. Vamos então à última lembrança deste livro, desta noite, já que na semana passada nós vimos o capítulo sete, tá bem recente. Vamos para o sexto, solidão e reajuste. Aciana então segue em si mesmado ao tempo em que antipatia e desconfiança em torno dele aumenta, vindo inclusive da sua própria família. Mas ele tem ao seu lado quinto céus. Além disso, ele conheceu o Enio Pudens e ganhou forças para cuidar de Blandina em seu grave adoecimento. Só que veio o acidente. E com um acidente em que ele perde a visão, a gente se surpreende muito pela força moral de Taciano. Em seguida, Blandina morre e quinto Celso, então, é o amor que o sustenta. Marcel, gostaria que você comentasse pra gente: "Que amor é este que não mede as restrições e sofrimentos? Como explicar o que move quinto varro em relação a Taciano? O amor incondicional de um pai que pede no plano espiritual um tempo e recebe um século para poder trabalhar, sabendo de uma coisa muito clara que Clódio não deixou dúvida. O que você fizer de mérito será acreditado em esfera superior. Mas o que Tarciano se equivocar, isso é um problema eminentemente de Taciano. Você não vai poder assumir. Ali tá claro um princípio. A dívida é sua, é você que paga. Eu posso até chorar um pouco com você, mas as lágrimas da gente não se misturam. As suas são as suas, as minhas são as minhas. Então, Taciano começa a ser visitado por ferramentas da evolução, porque outras não tinham funcionado. Ele não ele não dava

imas da gente não se misturam. As suas são as suas, as minhas são as minhas. Então, Taciano começa a ser visitado por ferramentas da evolução, porque outras não tinham funcionado. Ele não ele não dava resposta ao amor, ele não dava resposta à ternura, ele era árido, ele era seco. Então, a divindade deve ter olhado lá de cima, disse: "Esse rapaz tá precisando de uma reforma, vou mandar um sapateiro." Esse rapaz vai ser uma forma. Tira os olhos dele, ele não enxerga mais. Tira a filha. A outra filha vai desconhecer ele em Roma quando foi pedir ajuda. Nem Lucila o reconheceu. Tão desfigurado está. Abandono familiar. Viu o pai ser desencarnado com a marchadada. Os principais amigos, como o próprio Basílio, ele nem estava no dia do martírio. A mulher que ele passou a amar pensando em fazer uma família e ser feliz longe da Lili Lívia, vai morrer na frente dele, tuberculosa e cega, também levando Helena a loucura, porque sabe que o que cometeu foi contra a própria filha que sobreviveu. aquele camafeu no pescoço dela foi a a o RG, a identidade que fulminou aquela mulher louca foi para casa e cortou os pulsos. Então é um capítulo de revira a volta porque cada um está encontrando com a data vênia da expressão, cada um tá encontrando os seus demônios e é hora de exorcizar os seus demônios internos. Quando pergunto por aí, o espiritismo acredita em Satanás e acredita, mas eles estão internamente, né? Eles vivem dentro da gente porque a gente abre a casa para eles morarem e a gente dá casa, comida, roupa lavada, não paga um salário. Aí eles fazem morada mesmo, porque nessa época de crise habitacional, ele mora em qualquer lugar, sobretudo se o indivíduo abrir as furnas sombrias do ego, da intimidade profunda, das buscas desenfreadas, dos caprichos, das vaidades. Ali ele faz a morada dele, o condomínio, onde ele se oculta. infernizando a criatura humana. Portanto, nós temos aí um capítulo decisivo, porque é aí que todas as resistências de Taciano começam a derrear. É um capítulo inteiro só de

omínio, onde ele se oculta. infernizando a criatura humana. Portanto, nós temos aí um capítulo decisivo, porque é aí que todas as resistências de Taciano começam a derrear. É um capítulo inteiro só de aguilhões em cima de Taciano. Agora a divindade vai converter aquele rapaz de de um jeito ou de outro. Tá quinto Varro vai estar por perto porque temos o menino já como quinto Celso reencarnado, ele acompanha e aquele diálogo dele com Blandina olhando para o pai. Meu pai, esses tempos não são tão difíceis, tão muito difícis, mas acreditamos nos deuses de Roma, tal, tal, mas esses deuses não estão conseguindo resolver a situação. O senhor não acha que o mundo tá precisando de um reformador? Ah, é claro, uma pessoa que chegue, que traga as mudanças, que opere as transformações, ele tiria o o cládio da justiça na mão. Meu pai, o senhor não acha que esse reformador já veio? Aí é que Tciana percebe que havia um complô dentro de casa. Blandina e Quinto Celso estavam jogando contra o time, mas empurrando exatamente taciano para os braços do Cristo. O resto ia ficar com quinto céus que o ia guiar até que finalmente aquele homem, pela primeira vez na vida, Taciano, pôde repetir, pôde dizer, repetir, não, po dizer: "Pai nosso que estais nos céus e fez a prece dominical, ali, fim de luta. E aproveitando os nossos minutos finais, continuando com Marcel e depois vamos ouvir Nádia, eu gostaria que ambos deixassem para nós registrado o que vocês destacam como mensagem central desta obra. Há mais de 40 anos que eu li essa obra. Cada vez que eu volto, o livro é o mesmo, mas o leitor que vos fala não é o mesmo. O livro vai ficando do mesmo jeito, mas e nós que quando voltamos a ele sempre encontramos algo que parece que a gente nunca tinha visto. O que é que fica é que o ardor que hoje seguem poucos cristãos fazia parte dos cristãos daqueles dias para nós o desafio de resgatar esse cristianismo primitivo, lutar por ele, dando a própria vida, se necessário for, para que triunfe na terra a mensagem de

stãos fazia parte dos cristãos daqueles dias para nós o desafio de resgatar esse cristianismo primitivo, lutar por ele, dando a própria vida, se necessário for, para que triunfe na terra a mensagem de Jesus, pairando como luz e resgatando as almas do abismo ao infinito para mim. Eh, eu também li há muitos anos, tem bem uns 40 anos que eu li esse livro, eu gostei, gostei do romance, eh, dos de Emanuel, eh, eu ainda não tinha lido Renúncia. O dos três sobre o cristianismo primitivo, o que eu gostava mais era esse, é o que eu gosto, né, ainda. Mas olhando hoje, né, com outra distância, outra percepção, para mim, eh, a mensagem central é como a providência divina está sempre conduzindo nossos caminhos para a luz. A gente não vê isso vai aparecer através das experiências que surgem no nosso caminho. Aparece muito através da ajuda que a gente tem. A gente recebe muita ajuda espiritual. Nós temos ajuda de encarnados, ajuda de desencarnados. Você veja mesmo pessoas que tiveram tanto sofrimento, Marcel fez uma lista, mas é eh e sempre está ali ao alcance da mão a ajuda, que é a providência divina, é a lei de Deus que se move benignamente. Deus não castiga, Deus não condena, Deus não impede. Ao contrário, a justiça divina é feita de oportunidades de renovação, de crescimento, de mudança e é feita através do amor que está sempre ao lado daqueles que precisam. Então, para mim, a mensagem principal é uma mensagem sobre a providência divina em nossas vidas. registros de ambos. Eu gostaria só de retomar os informes mais uma vez, mas com uma novidade. Nós estamos falando sempre do seminário de mediunidade, que ele será presencial, mas para aqueles que não residem em Salvador ou que estão em outro estado e até em outro país e nos acompanham, nós teremos a transmissão pelo Espiritismo Play. Então vocês poderão estar conosco além da possibilidade presencial, mas quem não puder esteja conosco então pelo Espiritismo Play nessa etapa de aprendizado. Relembro que começaremos na próxima segunda Lázaro Regivo. Os que

ar conosco além da possibilidade presencial, mas quem não puder esteja conosco então pelo Espiritismo Play nessa etapa de aprendizado. Relembro que começaremos na próxima segunda Lázaro Regivo. Os que estão com dificuldades dirijam-se à Federação Espírita. Temos exemplares à disposição para que vocês adquiram e leiam. E vamos então aprofundar e aproveitar, por que não? a vivência do evangelho neste programa. Então eu trago agora para nos despedir os nossos agradecimentos e aí a gente agradece a equipe de comunicação que nos sustenta aqui na TV FEB. Agradecemos também a TV Mansão do Caminho. Agradecemos inclusive ao idealizador desse programa, André Luiz Peixinho, não só do Para viver o Evangelho, mas do em busca do Sagrado todos os sábados, em que nos reunimos para que nesta conexão consigamos obter força e esperança para o nosso progresso. E agradeço especialmente aos nossos internautas, a todos vocês que nos acompanham, aqueles que agora assumiram temporariamente a condição de internautas, mas que irão voltar conosco após a reforma da federação. E que bom que temos todos vocês aqui com as vibrações, com os comentários que nos ajudam de uma forma que talvez vocês não consigam mensurar, mas é o que confere sentido ao nosso trabalho. Então, até breve. até segunda com Lázaro Rede Vivo, não deixando também de agradecer a generosidade das boas lembranças e dos bons momentos que Nádia e Marcel nos trouxeram nessa noite. Fiquem bem com Jesus no coração e até segunda. Да.

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