#18 Produção e consumo responsáveis | Conscientização Ecológica
🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Produção e consumo responsáveis". ✨ Convidados especiais: Letícia Klein, Julliana Cutolo e Marcina Barros. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 Ative o l...
เฮ Boa noite, boas-vindas ao programa de conscientização ecológica da FEB. Eu sou a Letícia, tô aqui com a Juliana e a Marcina. Tudo bem, queridas? Boa noite. >> Boa noite, queridos amigos, queridas, queridas irmãs, queridas amigas que aqui estão presentes. É um alegria muito grande estar de volta ao nosso programa. Boa noite, pessoal que nos acompanha. Prazer imenso a gente estar aqui reunido mais uma vez. Vamos fazer o nosso programa voltando aí pra segunda, nossa primeira temporada, né, Lê? Depois a gente tem mais novidades. >> Eh, sim. Eh, a gente faz parte da equipe de facilitação da campanha de conscientização da febre. Hoje a gente volta, né, com os ODS. a nossa primeira temporada ali no semestre passado, fez todos os ODS e ainda faltaram alguns. Então agora a gente vai continuar e eu já passar o spoiler do que vem depois, né? Acho que já tá liberado. A gente vai falar sobre como a campanha pode ser aplicada em cada uma das áreas da casa espírita, né? Então, como unir o tema eh das questões ambientais de sustentabilidade, conscientização ecológica na evangelização, na mediunidade, eh, na assistência, enfim, todas as áreas da casa. Então, vai ser um programa para cada área. Então, finalizados os ODS, a gente entra nessa segunda parte, eh, nessa segunda temporada. Então, hoje a gente vai falar sobre o ODS 12. Fernandinha, coloca na tela pra gente, por favor. é o ODS de produção e consumo responsáveis. Esse objetivo de desenvolvimento sustentável, como o próprio nome bem diz, ele busca garantir padrões mais sustentáveis de produção e de consumo. Então, para começar, a gente já quer assim chamar atenção pro nosso consumo. A gente pede que vocês listem três últimos objetos que compraram. Pode ser qualquer coisa. Você já parou para pensar nos impactos da produção desses três objetos no nosso planeta? De que materiais que eles são feitos e de onde vem esses materiais? Essas perguntas nos ajudam a refletir como que a gente afeta o meio onde a gente vive por meio da
ses três objetos no nosso planeta? De que materiais que eles são feitos e de onde vem esses materiais? Essas perguntas nos ajudam a refletir como que a gente afeta o meio onde a gente vive por meio da nossa do nosso consumo. Eh, e sobre isso a gente trouxe uma reflexão bem interessante do livro Fonte Viva, eh, do capítulo que fala sobre ante o Sublime. tem uma mensagem muito bonita que diz o seguinte: "Cego diante do espetáculo soberbo da vida que lhe moldura o desenvolvimento, tripudia sobre as preciosidades do mundo, sem meditar no paciente esforço dos séculos que a sabedoria infinita utilizou no aperfeiçoamento e na seleção dos valores que o rodeiam". Quantos milênios terá exigido a formação da rocha? Quantos ingredientes se harmonizam na elaboração de um simples raio de sol? Quantos óbbees foram vencidos para que a flor se materializasse? Quanto esforço custou a domesticação das árvores e dos animais? Não suponhas comum o que Deus purificou e engrandeceu. Nessas palavras, a gente consegue ter um pouquinho mais de noção de quanto tempo que a Terra levou para se formar e quão rápido que pode ser o nosso consumo, por exemplo, de um item plástico que vem do petróleo, que levou milhares de anos para se formar e a gente usa por tão pouco tempo, né? né? Então essa frase acaba dando essa dimensão pra gente, né, desse desse tempo. Eh, e já que a gente tá falando de consumo, né, Ju, tem uma diferença muito importante que a gente tem que entender aí, né, que é a diferença de consumo e consumismo. >> Pois é, né, Lê? É, é uma coisa meio, é assim que às vezes a gente fala, né, a gente repete muito e a gente não percebe a dimensão das duas coisas, né? Consumo é um, etimologicamente falando, né? É uma palavra derivada do latim, vem de consumere e tem a ver com gasto, tem com a ver com utilização até o talo, né? Tem a ver com quando a gente destrói também. Então, é uma palavra ligada a isso lá no seu significado original, mas que ainda hoje responde muito pelo que nós fazemos na
com utilização até o talo, né? Tem a ver com quando a gente destrói também. Então, é uma palavra ligada a isso lá no seu significado original, mas que ainda hoje responde muito pelo que nós fazemos na nossa no nosso planeta, né? Mas ela também tem a ver com uma outra característica, né? que é aquela de justamente que tá escrito aí na nossa tela, criação produção de objetos para atender as nossas necessidades. Ou seja, a gente tem a produção para que vá atender a necessidade nossa de de realmente nos alimentarmos, de nos mantermos de pé, de mantermos as nossas condições de habitação, enfim, tem a ver com tudo isso, mas também tem a ver com aquele outro lado que é o lado de destruição. Pra gente produzir algo para consumo, a gente precisa tirar de algum lugar, não é verdade? Quem quiser botar outra, o próximo ponto, isso aqui a gente tem uma uma questão do livro dos espíritos, a 633, né? Ele vai dizer o seguinte, que a lei natural traça para o homem limite das suas necessidades, tá? A natureza nos ensina até onde a gente tem que ir. É isso que basicamente a resposta tá sendo dada aqui. Agora, se a gente ultrapassa esse limite, a gente reconhece que há um distúrbio, há uma consequência muitas das vezes dolorosa, tá? Prejudiciar aos nossos modos de vida, prejudicial nossa saúde, prejudiciar o nosso convívio com o planeta Terra. E a gente tá acompanhando tudo isso agora. Então, se a gente atendesse sempre, né, a nossa consciência que fala basta, chega aí, não vamos muito longe, beleza, acontece que não é o que acontece com a humanidade hoje, ou melhor dizendo, boa parte da humanidade, porque existem muitos povos que vivem de maneira mais modesta, em convivência harmônica com a natureza, não é o caso da nossa sociedade, né? A nossa sociedade é extremamente destrutiva no sentido original da palavra consumir, né? Bom, e aí a gente tem o quê? O consumo e o consumismo. Qual que é a diferença entre as duas coisas, né? Então, se o consumo tem a ver com a gente produzir para atender as necessidades, o consumismo
é? Bom, e aí a gente tem o quê? O consumo e o consumismo. Qual que é a diferença entre as duas coisas, né? Então, se o consumo tem a ver com a gente produzir para atender as necessidades, o consumismo tem a ver a exacerbação disso, o exagero disso, tá? É quando a gente vai além do que precisa. Isso é muito claro. Se a gente for observar o nosso sistema alimentar, por exemplo, né? O nosso sistema alimentar, se vocês observarem, eh, a gente tem hoje, se a gente somar todos os corpos, né, dos humanos, mais os corpos dos animais mamíferos, ditos de criação, ou seja, vamos pensar lá, cavalos, bois, porcos, eh, vamos lá pensar em em também em ovelhas, né, ovinos. E a gente somar todos eles, os nossos cachorrinhos, somar todos esses corpos, dá praticamente 96% do peso de massa viva do planeta em termos de mamíferos, sobrando aí 4% para os mamíferos selvagens, somando todos os corpinhos deles, os pesos estaria só 4% do peso dos mamíferos. Se vocês fazerem ideia, ó, em 1850, lá no tempo de Kardec, 50% do peso de biomassa dos corpos vivos dos mamíferos no planeta eram de mamíferos selvagens. Então, alguma coisa aconteceu de 1850 para cá, que houve essa redução do número, né, do peso dos corpos dos mamíferos selvagens para um aumento escandaloso da presença desses corpos de mamíferos de criação e nossos corpos humanos. a gente aumentou a população humana, aumentou a quantidade de bois, de vacas, de porcos, de todos esses animais que têm peso e consomem bastante. Aumentamos a destruição da natureza em razão para alimentar todos esses corpos, porque a gente começou a plantar mais ração, plantar milho, soja, tudo para alimentar. Devastamos natureza, prejudicamos a natureza, criamos toda essa série de consequências que a gente tá falando para atender o que a necessidade. Talvez não, né, gente? Porque a gente tem quase 1 bilhão de pessoas passando fome no mundo. Então, esse atual modelo econômico que a gente tem agora, ele visa o quê? Expandir o consumo para além das necessidades e transformá-lo em
a gente tem quase 1 bilhão de pessoas passando fome no mundo. Então, esse atual modelo econômico que a gente tem agora, ele visa o quê? Expandir o consumo para além das necessidades e transformá-lo em consumismo. Então, a gente começa a consumir, consumir, consumir sem necessidade de tanta coisa. Será que a gente tem a necessidade de tanta proteína animal? Será que a gente precisa disso? E a gente planta tanto para alimentar esses animais quando tem quase 1 bilhão de pessoas passando fome no mundo? Será que é legal isso, né? Vamos pensar por esse lado. Então, o consumismo, o excesso que se dá aí, acaba gerando, por outro lado, o desequilíbrio do outro, tá? Então, assim, a gente tá indo contra os limites do nosso planeta. Todo ano a gente sabe isso, que a Terra, né, a gente consome mais do que 60% do que o nosso planeta, 60% a mais do que o nosso planeta tem condição de produzir todo ano. Então a gente tá deixando a Terra sempre no cheque especial, né? Cada vez mais a gente tá afundando nos juros do cheque especial do planeta e isso já tá tendo as respostas para nós. >> Uma hora vai descontar, né? já táando, mas vai chegar vai chegar num nível de colapso, realmente, né? E aí vai ser muito mais catastrófico. >> Uhum. Eh, e é por isso que não só o nosso consumo precisa ser responsável, como a produção também precisa ser responsável, né? E levar em conta os limites do planeta. O que que seria uma produção sustentável? Ela incorpora ao longo do ciclo de vida de todos os produtos, de todos os serviços, alternativas que são melhores. E são as melhores para quê? Para minimizar os custos e os impactos ambientais e sociais. Então é pensar como que essa produção, além de minimamente causar o impacto negativo, mas também como ela poderia causar um impacto positivo, né? Porque também tem essa questão. Impacto, ele é uma palavra neutra, né? Pode ser positivo como pode ser negativo. Hoje esse modelo vigente econômico que a gente tem no planeta, ele causa muitos impactos negativos, mas é possível sim
Impacto, ele é uma palavra neutra, né? Pode ser positivo como pode ser negativo. Hoje esse modelo vigente econômico que a gente tem no planeta, ele causa muitos impactos negativos, mas é possível sim viver de maneira causar impactos positivos, né? Como quando a gente escolhe uma dieta mais à base de plantas, como quando a gente escolhe comprar do pequeno produtor local ou como quando a gente planta a nossa própria comida, né? Ou escolhe produtos orgânicos. A gente tá fazendo escolhas que vão gerar eh bons efeitos. pro planeta, né? Não só minimizar o dano do que já acontece de ruim. E o consumo sustentável, como diz o Ministério do Meio Ambiente, Mudança Climática, seria o uso de bens e serviços que atendem as necessidades básicas, proporcionando uma melhor qualidade de vida enquanto minimizam o uso dos recursos naturais e dos materiais tóxicos. Também o que é que impacta nisso, né? Um consumo sustentável também vai diminuir a geração de resíduo, vai diminuir a emissão de poluentes ao longo de todo o ciclo de vida do produto ou serviço. Isso pensando no que a gente usa e consome, né? De modo que não se coloque em risco as necessidades das futuras gerações. E aqui é interessante pensar que as futuras gerações somos nós mesmos, né? Então, quando a gente pensa do ponto de vista espírita, a gente sabe que tudo que a gente fizer hoje, a gente vai colher no futuro. Então, quanto melhores as nossas ações, melhores vão ser as consequências dessas ações lá paraa frente, né? Então, a gente precisa sim eh mudar urgentemente para um paradigma de consumo consciente, consumo responsável, entendendo melhor quais são as nossas motivações na hora da compra, né, os nossos impulsos na hora do consumo e procurar saber o que que nos atrai, o que que nos mostra sobre a nossa atração por determinado tipo de estilo de vida, estilo de compra, né? Então, com esse discernimento, a gente consegue fazer melhores escolhas e a gente consegue fugir de três armadilhas, eh, do estilo de vida consumista, que
tipo de estilo de vida, estilo de compra, né? Então, com esse discernimento, a gente consegue fazer melhores escolhas e a gente consegue fugir de três armadilhas, eh, do estilo de vida consumista, que são a ostentação. Que que é a ostentação? É satisfação do nosso orgulho pela exibição da vaidade com bens materiais. O excesso, que é acreditar que os recursos naturais são infinitos e assim a gente pode desperdiçar à vontade, né? Então não me importa o quanto que eu consumo, vai ter sempre alguma coisa disponível. Esse é um pensamento errado, né? Visto que a nossa terra é limitada. E a ilusão de felicidade é uma outra armadilha, é achar que o acúmulo de bens materiais vai trazer a felicidade e a paz interior que a gente busca quando a gente sabe que na verdade essa felicidade, essa paz interior está nas relações, está no nosso melhoramento espiritual, moral, intelectual, né? como que a gente exerce o nosso livre arbítrio pro bem no mundo, né? E a gente cai nessas armadilhas por conta do orgulho, da ambição, do egoísmo, que tem consequências assim bem desastrosas para nós, para os outros seres vivos e para o planeta. A gente não pode só pensar que vai afetar só a nossa encarnação no futuro, não. Ela afeta tudo que está ao nosso redor. E Allan Kardec, no livro A Gênese, no capítulo sobre o bem e mal, disse assim, explicou, né, que mais numerosos do que os males que o homem não pode evitar são os que ele cria pelos seus próprios vícios, os que provém do seu orgulho, egoísmo, ambição, cupidez e excessos em tudo, inclusive no consumo. Então aí se encontra a causa de guerras, de calamidades que elas acarretam, das disceções, injustiças, da opressão do fraco pelo forte. E aqui a gente pode colocar da opressão do homem sobre os animais, sobre os outros seres vivos, né, enfim, da maior parte das doenças. Portanto, saber consumir com responsabilidade passa por distinguir entre o necessário e o supérfluo. E sobre isso a Marcina vai nos falar um pouquinho mais agora. É isso. Muito bem, Leo. A gente viu toda
tanto, saber consumir com responsabilidade passa por distinguir entre o necessário e o supérfluo. E sobre isso a Marcina vai nos falar um pouquinho mais agora. É isso. Muito bem, Leo. A gente viu toda essa caminhada, né, todo esse percurso do consumo, do consumismo, né? E a gente vai ver agora que Kardec trouxe para nós já, né, desde 1857 no livro dos espíritos, ele já tratou desse assunto, desse tema, nos chamando atenção, como no caso aqui, quando ele faz essa pergunta aos espíritos, como pode o homem conhecer o limite do necessário? E os espíritos respondem: "Aquele que é, né, eh, que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só chegam a conhecê-lo por experiência e a sua própria custa. Então a gente vê que muitas pessoas não tem a dimensão do que é superérfluo, do que é necessário. Vai lançando mão, né, do que tem vem pela frente e só vai perceber que tá que está agredindo a natureza, que está tirando do outro, não é? o pouco que ele que ele poderia eh estar usufruir. E aí a gente vai observando o quanto é necessário que a gente fique atento a à nossas aos nossos comportamentos na busca daquele daquilo que que é supérfluo, que não é necessário paraa nossa vida, para o nosso consumo. E assim a gente vai eh aprendendo com com o resultado disso, né? E ainda lá na pergunta 716 ele diz, né? Os espíritos dizem, por meio da organização que lhe deu, a natureza lhe traçou o limite das necessidades. Porém os vícios lhe alteraram a constituição e lhe criaram necessidades que não são reais. Hoje a gente depende, a gente acredita que precisa de muita coisa para para nós vivermos. Quando a gente olha com cuidado, com com consciência, a gente vê que a gente entra numa numa de acumulação de de itens que muitas vezes a gente nem tem acesso, nem usa, nem faz uso desses itens, né? E dessa forma e esse isso só traz prejuízo paraa natureza pela agressão que a gente faz a ao ser a para que aquele item eh consiga ser fabricado. Consequentemente a ao chegar em nossas mãos, ele já passou por muitas etapas onde a natureza
uízo paraa natureza pela agressão que a gente faz a ao ser a para que aquele item eh consiga ser fabricado. Consequentemente a ao chegar em nossas mãos, ele já passou por muitas etapas onde a natureza foi agredida, né? É nesse sentido que a gente precisa estar mais acordados para quando nós fizermos nossas escolhas, não é isso, Lei? >> Exatamente. E aí, vinculando a doutrina espírita, né, a prática do consumo responsável, ela combina com a própria lei de conservação, né? Porque a gente vai tá ajudando a conservar o meio que nos provê tudo que a gente consome, né? Também tem a ver com a prática do amor ao próximo, né? respeitar os animais, respeitar os outros seres vivos, porque eles usam esse ambiente dos quais a gente extrai recursos tanto quanto nós, né? Então, olha o quanto que a gente já usou de espaço a mais, né, do comparado lá com 200 anos atrás. Eh, e a gente tá tirando esse espaço de alguém que tava lá antes, né? Então, a prática do amor ao próximo também tá dentro do consumo responsável, né? E, claro, o nosso compromisso com as próximas gerações tá na base do amor, né? Não só entender que as próximas gerações serão sim compostas de nós mesmos, né, mas também entender que é um é um ato de caridade para com qualquer outro ser vivo a gente respeitar e proteger o meio que ele vai habitar no futuro, né? Por isso que a gente tá habitando ele agora. Eh, e com a evolução fica mais fácil entender o que que é necessário da gente trouxe um trechinho de um vídeo do Artur Valadares falando sobre isso. A gente vai passar para vocês agora. Só vou precisar trocar a minha tela aqui para poder passar o vídeo. Acho que eu já para mim aqui já aparece. Fernandinha. Isso. Vamos ouvir então o que que o Artur tem a nos dizer. >> Como nunca é necessário uma reflexão sobre o necessário, como nunca. é absolutamente pertinente para o espírito encarnado hoje no mundo ele refletir sobre o que realmente na sua vida é necessário. Penso até vinha meditando sobre isso, que a evolução, especialmente no plano
solutamente pertinente para o espírito encarnado hoje no mundo ele refletir sobre o que realmente na sua vida é necessário. Penso até vinha meditando sobre isso, que a evolução, especialmente no plano da matéria, né, para espíritos como nós, que ainda estamos vinculados ao plano da matéria, que dela ainda temos necessidade. evolução é um movimento de depuração gradativa do necessário. Ou seja, à medida que o espírito evolui, cada vez mais com consciência ele sabe filtrar o que é necessário e o que não é. Como nunca é necessário. >> Exatamente, né? Então assim, quanto mais a gente vai eh vivendo, né, passando de encarnação em encarnação, mais a gente entende do que que a gente realmente precisa, né? Deixa eu voltar aqui pros slides. E assim tem algumas eh ferramentas um pouco assim que podem nos ajudar nessa questão do consumo, né, de entender o que que é importante, o que que não é. algumas perguntinhas do consumo consciente. Eh, a gente vai falar algumas aqui, mas antes das sugestões práticas, né? Então, por exemplo, coisinhas que a gente pode pensar, eh, por que comprar determinada coisa, né? Tô realmente precisando daquilo ali, vou usar quantas vezes, né? É essencial para minha vida? Será que eu posso pegar emprestado ou será que eu posso alugar em vez de comprar? Eu não posso comprar usado, né? Pensando numa roupa, por exemplo, ou num calçado. Eh, esse item que eu quero comprar, ele atende uma necessidade real ou é mais um desejo? E aqui a gente não diz que desejo a gente não pode ter desejo, mas é importante ter a consciência desse desejo, né? E do quanto que ele vai impactar ou não, assim, quanto quantos desejos a gente atende versos, quantas necessidades a gente atende na nossa vida, né? A gente também precisa pensar quando vai comprar eh exatamente no que comprar, né? Qual qual das alternativas a gente vai comprar, né? A gente vai escolher aquela que mais afeta negativamente, que usou mão de obra escrava, que poluiu mais, né? Ou aquela que usou de uma matériapra
é? Qual qual das alternativas a gente vai comprar, né? A gente vai escolher aquela que mais afeta negativamente, que usou mão de obra escrava, que poluiu mais, né? Ou aquela que usou de uma matériapra orgânica, por exemplo, que de uma empresa que emprega boas práticas sociais, né, que dá bons salários paraos seus funcionários, enfim. Eh, qual que é a durabilidade desse produto que a gente vai comprar? A gente vai pagar mais barato para uma coisa que dura pouco ou é melhor pagar mais caro para algo que dura mais tempo e assim não vai extrair um outro recurso natural tão logo assim, né? Então é importante pensar na qualidade dos produtos, no quanto que eles duram quando a gente vai comprar também é importante pensar na nossa questão financeira, se a gente vai comprar vista parcelado, se a gente tem recurso para isso, né? se a gente vai conseguir pagar eh pensar na empresa, né, na fabricação desse produto, se é uma empresa com práticas responsáveis, eh de onde vem a matéria-prima para aquele produto. Então, se usou trabalho eh infantil, mão de obra análoga à escravidão no seu processo de manufatura, né? Eh, e como que eu descarpo esse produto quando eu não quiser mais? Por exemplo, pensando numa roupa rasgada, né, ou numa roupa que já tá muito tempo, que não dá mais para usar. O que que a gente pode fazer com isso? Existe algum serviço de reciclagem na minha cidade que eu posso destinar isso adequadamente? A gente sabe que o problema dos resíduos têxteis é muito grande também. Então, é outro consumo exagerado que a gente tem na nossa sociedade, né, que gera eh muito muitas peças além da conta, assim do que é necessário. Então, essas eh perguntas nos ajudam a direcionar a nossa escolha para algo mais saudável, mais responsável, né, que vai ser mais eh vai ter mais respeito com o nosso planeta. Então, a gente tem algumas ações práticas sugeridas aqui. Marcina, você lê pra gente? >> Sim, com certeza. Vamos lá. Diante de tudo que a Lei colocou pra gente, a gente vê que tem condições de
laneta. Então, a gente tem algumas ações práticas sugeridas aqui. Marcina, você lê pra gente? >> Sim, com certeza. Vamos lá. Diante de tudo que a Lei colocou pra gente, a gente vê que tem condições de nós colocarmos em prática algumas situações, como, por exemplo, reduza seu desperdício de alimentos e faça compostagem dos resíduos orgânicos. Aqui a gente precisa estar bem atento, bem vigilante e aprender a fazer compostagem, né? tem muitas orientações. Separar os resíduos recicláveis para a coleta seletiva, algo tão simples, né, que ainda muitas pessoas não sabem, não conhecem. Priorize o conserto de roupas, calçados, eletrodomésticos, em vez de comprar novos. Nós acabamos de colocar sobre isso, né? como trabalhar de forma que não tenhamos que buscar a compra de novos, sempre itens novos para substituir, né? Busque iniciativas de coleta de resíduos específicos em sua cidade, como roupas, lâmpadas, eletrônicos. cada um tem tendo um destino adequado, vai atender a população, vai atender eh a não a não exposição de produtos, né, em em nas áreas de de descarte de lixos, né, de de resíduos, né, e mais, pesquise antes de comprar ou contratar um serviço. nós já tínhamos colocado também para que nós não venhamos, né, a utilizar produtos em que tenha um o que venha, né, de de uma produção que vá de encontro as leis, né, com compre de empresas com produção sustentável. Aqui a gente tem em todas as cidades, né, tem uma oferta de produtos que nós sabemos da origem e que podemos perfeitamente escolher ao invés de de irmos buscar itens que são que não são confiáveis, né, à origem deles, né, é diante de de todas essas práticas, né, que a gente pode rever, né, Isso mesmo. E a gente também traz algumas discussões eh para algumas questões para discussão e reflexão dentro da casa espírita eh concertes a esse tema do superérfludo necessário, né, do consumo consciente, né, Ju? É isso mesmo. Eu acho que a gente tem aí uma algumas coisas importantes pra gente considerar e dentro desse panorama, né?
tes a esse tema do superérfludo necessário, né, do consumo consciente, né, Ju? É isso mesmo. Eu acho que a gente tem aí uma algumas coisas importantes pra gente considerar e dentro desse panorama, né? Porque a gente eh tá envolvido na na questão de pensar como é que a gente vai fazer para reciclagem e tudo mais, mas antes de mais nada, a gente precisa pensar em reduzir muitas vezes o próprio consumo, né? E às vezes a gente nem percebe que a gente está já como consumista. a gente acha que a gente tem é necessário e não é, né? Inclusive, eh, existe uma coisa bastante interessante pra gente saber que boa parte da produção de resíduos plásticos, por exemplo, vende alimentos, né? A gente não precisaria ter tantos alimentos envolvidos em plásticos. E isso é um é um problema seríssimo, porque praticamente só 24%, nos diz o Instituto Acatu, né? 24% dos plásticos são reciclados no país. É muito pouco, considerando o volume de plásticos que vão parar na natureza, né? Então, quando a gente vai pensar também em relação que existe consumo egoísmo, lógico que a gente vai pensar isso dentro do âmbito da doutrina espírita, a gente vai pensar o egoísmo em termos individuais, né? o nosso eh egoísmo, a forma como nós nos comportamos em querermos cada vez mais nos destacarmos, estarmos, né, envolvidos nos padrões da sociedade. Mas também existe um outro lado, que é o quanto essa sociedade tem demandado de nós uma participação justamente em modelos de vida, né, em atender certas necessidades que não são reais, como tava lá no livro dos espíritos. Então a gente acaba comprometendo nosso equilíbrio moral, nosso equilíbrio mental, né, emocional, para atender padrões de consumo que não são reais, que não são verdadeiramente necessidade. E isso está envolvido na sociedade. A gente não percebe o quanto a gente acaba sendo induzido a isso. Uma coisa que eu falei foi sobre o sistema alimentar, né? a gente acaba sendo induzido a consumir, consumir, consumir mais proteínas animais quando a gente
quanto a gente acaba sendo induzido a isso. Uma coisa que eu falei foi sobre o sistema alimentar, né? a gente acaba sendo induzido a consumir, consumir, consumir mais proteínas animais quando a gente não precisa, a gente pode sim consumir mais proteínas vegetais, né? E a gente pode reduzir os impactos >> e aí a gente vai pensar, bom, como é que eu vou fazer para isso, né? Reduzir eliminar o desperdício na instituição espírita. A melhor coisa mesmo é reduzir até quase eliminar. Copinho plástico é uma das coisas que a gente fala logo de cara, né? Vamos pegar, vamos parar com essa história de copinho plástico, porque é resíduo que não tem reciclagem, gente, gera só impacto, tá? Vamos nos educar, vamos observar o desperdício de alimentos também. Será que a gente tá consumindo alimentos dentro da casa espírita que nós estamos jogando fora, né? É, vamos aproveitar a reaproveitamento de cascas, de talos, enfim, vamos produzir mais alimentos, é, que são que tem maior duração para entregar na rua, para entregar na sociedade, para ajudar, inclusive as mães, as crianças de comunidades. Vamos ensinar esse pessoal a usar alimentos vegetais que t maior durabilidade e tem condições de serem conservados em pessoas que muitas vezes não tem geladeira. Vamos trabalhar por aí, né, para que todo mundo entenda o valor do alimento que vem da Terra, a terra que produz conforme as nossas necessidades. E o último tópico aí, né, nesse último pontinho, >> até antes de entrar no último tópico, vou pegar o o comentário aqui da >> da Fernanda ali em 1945, Fernandinha, né, que ela fala que a indústria alimentícia faz e divulga informações incorretas sobre a nossa necessidade, nos levando ao consumo de proteínas, animais ali, muito mais que a gente precisa, que era exatamente o que você tava falando, né, Ju? Exatamente. A gente não sabe o quanto, né, >> o quanto que a gente é levado a a acreditar que aquilo tudo para nós é necessário. Costumes, valores, regras nossos, coisas que são internalizadas e
, Ju? Exatamente. A gente não sabe o quanto, né, >> o quanto que a gente é levado a a acreditar que aquilo tudo para nós é necessário. Costumes, valores, regras nossos, coisas que são internalizadas e nos fazem acreditar, sentir, agir determinadas maneiras, determinados padrões e a gente nem percebe. A gente vai lá e compra, a gente vai lá e atende aquilo. Quando a gente vê, a gente tá cansado, a gente tá exaurido, a gente tá mentalmente assim esgotado. aquela sociedade do cansaço que que a gente chegou a, né, eh, mencionar num dos livros, nos dos episódios anteriores, né, eh, daquele Xunan, eu não vou lembrar o primeiro nome dele, acho que é Bong Xunan, o autor, né? Eh, gente, são nomes coreanos, me perdoem, né? Eu não sei pronunciar, mas é, acho que é Bongchunan, tá? Então, quer dizer, vamos pensar nisso. A gente chega numa exaustão, porque a gente é chamada desempenhar um papel continuamente. Desempenhar, desempenhar, desempenhar. Tem que atender padrões, tem que conseguir chegar lá, tem que ser assim, tem que ser assado e aí a gente perde a nossa essência, né? E a relação entre a economia circular e a lei de conservação. Bom, a gente precisa tá atento que a natureza trabalha por lei de, né, conservando, transformando, modificando, sem perder, né? E a economia circular, ela vem nessa mesma, nessa mesma toada, né? É um modelo que faz o quê? visa justamente a gente minimizar o nosso impacto enquanto humanidade, sociedades ocidentais, que são extremamente eh dissipadoras, causam muito impacto pelo seu consumo exagerado, né? Impacto no meio ambiente e nas sociedades que são mais equilibradas nesse ponto. E a gente precisa aprender a fazer o que com a economia circular? Reutilizar resíduos, reutilizar os insumos, reaproveitar, fazer outras coisas. Eu mencionei, por exemplo, os palos, né, as as todas as coisas que a gente pode utilizar ainda dos vegetais. Então assim, eh, esse foi um exemplo pequeno, lógico, mais necessário pra gente começar a entender. Então, é esse justamente a economia
as todas as coisas que a gente pode utilizar ainda dos vegetais. Então assim, eh, esse foi um exemplo pequeno, lógico, mais necessário pra gente começar a entender. Então, é esse justamente a economia solar é justamente esse modelo de produção e consumo que envolve essa partilha, envolve solidariedade, envolve estar em conjunto, envolve produzir eh um ambiente de reutilização, de empréstimo, de doação, tá? Então, a economia celular tem a ver muito mais com aquela lei de justiça, amor e caridade para todos os seres, como a lei bem destacou, né, estendida a todos, quer dizer, todo mundo recebendo o que é melhor junto, todo mundo tendo certeza que o futuro vai ser bom para todo mundo, não só para nós humanos. Enfim, é um processo grande, necessário, urgente. >> Exatamente. E para ajudar nisso, então a gente deixa uma dica aqui bem valiosa do Instituto Acatu, que é um instituto que trabalha esse tema do consumo consciente. E na página deles, eles tm t muitas sugestões sobre como fazer esse consumo consciente em várias áreas da nossa vida. A gente deixa aqui o link. Eh, essa página é bem, esse é a carinha da página, né? Mas já tá bem ali no menu. Aatu vai aqui pro ladinho, consuma o consciente e já vai ter um monte de dicas. E para acabar a gente quer deixar um recado muito especial. Eu não vou dar spoiler, eu só vou passar. Você só tem que fazer como eu. Eu uso necessário, somente o necessário. O extraordinário é demais. Eu digo necessário, somente o necessário. Por isso é que essa vida eu vivo em paz. >> Exatamente isso, né? A gente vive em paz sabendo consumir o necessário, sabendo viver com o necessário, né? Então a gente agradece muito a presença de vocês. Quem vier depois também deixar comentários. Muito obrigada. No próximo capítulo, a gente, no próximo capítulo, no próximo episódio, a gente vai falar sobre o ODS 13, combate às mudanças climáticas, uma grande temática pra gente falar, que é um dos maiores problemas que a humanidade vive hoje. Então, Ju, Marcina, muitíssimo obrigada
gente vai falar sobre o ODS 13, combate às mudanças climáticas, uma grande temática pra gente falar, que é um dos maiores problemas que a humanidade vive hoje. Então, Ju, Marcina, muitíssimo obrigada pela >> Boa noite para todos e todas. Obrigada. เฮ โอ
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