#02 Por que Conscientização Ecológica? | Conscientização Ecológica
🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Por que Conscientização Ecológica?". ✨ Convidados especiais: Letícia Klein, Geraldo Campetti e Marcina Barros. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 Ative...
Olá, boa noite pessoal. Tudo bem com vocês? Meu nome é Letícia. Tô aqui hoje com o Geraldo e a Marcina para nosso programa de conscientização ecológica. >> Boa noite a todos. Uma alegria muito grande mais uma vez com vocês. Aí eu repito o que a Letícia disse juntamente com Letí e com Geraldo, esses amigos queridos que estão agora junto a nós. >> Que bênção estarmos juntos, viu? Boa noite a todos queridos. Estão nos acompanhando ao vivo, a vocês que vão assistir depois aí o programa gravadinho, né? Muito obrigado pela presença. Participem, não é, deste momento assim que passa muito rápido, mas é tão importante para todos nós para tratar desse assunto conscientização ecológica. >> Sim. Eh, e como prometido, então hoje a gente vai continuar falando um pouquinho mais sobre a campanha, explicar os objetivos e também falar porque que ela é uma campanha de conscientização ecológica e não de educação ambiental. Mas antes a gente quer citar Joana de Angeles, eh, para entender um pouco mais sobre essa questão eh da conscientização ecológica, a vinculada à ação e como isso tudo tá relacionado com a nossa campanha, né? A Joana diz assim: "Eh, Fernandinha, se você puder compartilhar pra gente, por favor." Isso. Perfeito. Ó, então ela comenta, né, no livro Homem Integral que a agressão ecológica em forma de violência cruel contra as forças mantenedoras da vida demonstra que o homem, em nome da sua liberdade, destrói, mutila, mata e mata-se por fim, por não saber usá-la conforme seria de desejar. E mediante esse problema todo, ela mesma já dá a solução, né? Que o programa para esse saneamento de tão perigoso estado de coisas foi apresentado por Jesus, o sublime ecólogo, quem a natureza, preservando, abençoando-a dela se utilizou, apresentando os métodos e técnicas da felicidade. Ou seja, Jesus soube conviver com o meio externo, né, com a nossa na nossa natureza externa. E ele viveu isso na prática, mostrando como fazer isso de uma forma sábia. em harmonia com todos os outros seres, né?
esus soube conviver com o meio externo, né, com a nossa na nossa natureza externa. E ele viveu isso na prática, mostrando como fazer isso de uma forma sábia. em harmonia com todos os outros seres, né? E essa essa última situação tá no livro Após a Tempestade. Eh, então, pensando nesse programa que Jesus nos ensinou, é que a campanha tem os seus objetivos, que a gente vai ver agora. Então, eh, Geraldo, você fala primeiro pra gente ali, por favor. >> Falo sim. Esses objetivos são extremamente importantes, né, gente? Estão todos delineados. é no próprio texto base, né, que foi aprovado pelo Conselho Federativo Nacional, texto da campanha desde 2022, né, tem essa aprovação. E a gente vê o primeiro objetivo que vai dizer pra gente o seguinte: eh divulgar conteúdos espíritas e científicos que promovam a cultura da paz, a conscientização ecológica e as relações entre ética ambiental, ética animal e espiritismo. vê que esse objetivo ele já tem essa finalidade da gente passar a conhecer através dessa divulgação, né, de vários conteúdos espíritas e científicos, naturalmente aí coadunados com essa temática, pra gente poder viver a paz, promover essa cultura da paz, do entendimento, né, a conscientização ecológica fundamental que a gente vai detalhar um pouquinho hoje o que realmente significa e essas relações com a ética, né, a ética que é ambiental, a ética que animal e também o espiritismo permeando tudo isso. Então, Marcina, >> então dando continuidade ao que o Geraldo colocou, nós vamos ver o o objetivo dois, ele é bem longo, mas a gente vai ver quanto ele ele tem conteúdo para a nossa prática. Promover estudos, palestras e eventos doutrinários relacionados à ecologia, tais como emergência climática, perda da biodiversidade, consumo consciente, poluição atmosférica e hídrica, desmatamento, degradação do solo, energias renováveis, gestão de resíduos, cidades sustentáveis, entre outros. Dá pra gente perceber que nossa prática de buscar uma um encontro de pessoas, eh elaborar programas de palestras,
do solo, energias renováveis, gestão de resíduos, cidades sustentáveis, entre outros. Dá pra gente perceber que nossa prática de buscar uma um encontro de pessoas, eh elaborar programas de palestras, planejar eventos que eventos estes que podem ser seminários, eventos eh até mesmo congressos, né, que tragam esses conteúdos udos que acabamos de colocar. Tudo isso vai favorecer que as pessoas que estão sensíveis a essas questões vão vão se mostrar mais mais envolvidas, vão conseguir levar ao outro, a as pessoas que estão ao redor, conteúdos que vão favorecer mudanças interiores de ações, né? Para isso, Geraldo e Letícia. >> Isso aí, Marcina. A ideia dessas de toda essa teoria, né, de vincular o público por palestras, seminários, toda essa eh gama de atividades que a gente pode fazer, é uma forma de estimular essas ações práticas no centro espírita, né, que é o nosso objetivo três ali, para que a gente possa criar uma cultura ecológica de sustentabilidade ambiental nos centros espíritas e no movimento espírita como um todo. Então, primeiro a gente tem a teoria para depois conseguir fazer a prática, né, no dia a dia. >> É. E aí, né, Lê, a gente vê que esse objetivo três já vai falar exatamente da prática, que é estimular práticas que visem a formação de uma cultura ecológica e de sustentabilidade ambiental no centro espírita. E a gente pergunta aí, Tatiane, Liamar, Elisângela, Raquel, Patrícia, alguns que nós estamos vendo aqui, né, várias pessoas aqui conosco já chegando no chat, nos comentários. Ó Alexandre, a Carmelita, Marcele Esteves, ó Denise, Deusilene, Marlúci, ó gente, boa noite a todos. Que beleza estarem conosco, viu? Deus abençoe. Então poderia responder aí se por um acaso na casa espírita de vocês, não é, que vocês frequentam, que vocês trabalham, se tem alguma iniciativa nesse sentido aí prático, alguma atividade vinculada, digamos assim, né, à conscientização ecológica, ao meio ambiente, né, a preservação, conservação, enfim, não é uma atitude, né, Letícia, que seja voltada para esse
prático, alguma atividade vinculada, digamos assim, né, à conscientização ecológica, ao meio ambiente, né, a preservação, conservação, enfim, não é uma atitude, né, Letícia, que seja voltada para esse trabalho, né, da ecologia, não só a educação, mas a conscientização como a gente vai conversando aqui. Então, escrevam aí para nós, participem, por favor. >> É isso aí. Eh, e o nosso objetivo quatro tá ligado, né, com o terceiro, que é propor ao centro espírit das ações que contribuem então paraa concretização dos ODS, que são os objetivos de desenvolvimento sustentáveis da ON, eh, que a gente vai ver ao longo de todo o resto do ano sobre isso, mas sobre isso a gente vai falar nos próximos programas. Eh, mas a ideia é que os 17 ODSs possam ser sim aplicados na rotina da casa espírita e do movimento também, né? Não só em eventos pontuais. >> Então aí vemos o cinco agora, né, Letícia? O cinco que você nós vamos perceber que ele ele é uma cadeia, né? vem é um encadeamento de ações. Então, quando a gente fala em elaborar e divulgar materiais informativos de conscientização ecológica à luz do Espiritismo, aqui a gente vai naquele na linha do da criação. a gente começa a a imaginar o que o que vai tocar as pessoas, o que de que forma a gente vai tocar os corações daqueles que estão ali sensíveis à doutrina, sensíveis nos ambientes em que nós circulamos, né? E e esse material ele pode ficar a cargo de uma comissão, de uma de uma da, por exemplo, na na área de comunicação. A área de comunicação vai nos ajudar aí muito a criar a criar panfletos, a criar eh imagens que vão ser aqui mesmo, né? A gente tá vendo a beleza que está do dos slides, né? Tudo isso favorece para que há haja um envolvimento maior no trabalho da do da conscientização ecológica. Não é isso, Geraldo? >> É isso mesmo, Marcine. Tem a questão também que a gente pode estimular e vamos, né? Porque essa é a proposta da campanha também, esse objetivo, a aplicação ética, não é? Eh, ecológica no consumo, né? no consumo de produtos, nos
a questão também que a gente pode estimular e vamos, né? Porque essa é a proposta da campanha também, esse objetivo, a aplicação ética, não é? Eh, ecológica no consumo, né? no consumo de produtos, nos serviços, né, que a gente realiza, na alimentação também, no movimento espírita. Então, é natural que a gente vai, né, Patrícia, eh, chegando aí a gradativamente a uma mudança de hábitos, né, que a gente vai inserindo a própria alimentação, que não seja apenas aquela de origem, né, a proteína de origem animal, mas também vamos dando opções, né? É importante os produtos, né, que a gente está consumindo, verificar as suas origens, se a gente pode colaborar com o meio ambiente, né, nesse sentido, os serviços também, a gente ser o mais, digamos, econômico, né, a gente ser aqueles que não vamos gastar, não vamos desperdiçar, tudo isso são questões que a campanha levanta, gente, pra gente poder realizar nas nossas casas, né, e no nosso comportamento. >> Uhum. E lembrando que no nosso site, no site da campanha, tem uma série de materiais para ajudar nessa divulgação de conteúdo, eh, nessas campanhas de melhor consumo, eh, de produtos, usar ou não usar copinho em plástico, como economizar a água, como gerar uma energia de forma mais sustentável. Todas essas dicas estão presentes lá no nosso site, então você pode ir lá vasculhar, tem uma série de informações lá sobre isso para ajudar justamente as casas a começarem a implementar essas ações eh na sua rotina e também a fazerem mais palestras, né, sobre a questão da conscientização ecológica, da ecologia no nosso planeta também. E seguindo então com os nossos objetivos finais, a o um deles da campanha é estimular essa interlocução entre as áreas do centro. né, eh, para considerar nos seus programas e ações as questões ecológicas e as éticas ambiental e animal. Então, é preciso, sim, haver uma conversa entre todas as áreas, entre mediúnico, evangelização, assistência, doutrinário, enfim, né? Preciso que haja uma eh um sistema funcionando de forma
l e animal. Então, é preciso, sim, haver uma conversa entre todas as áreas, entre mediúnico, evangelização, assistência, doutrinário, enfim, né? Preciso que haja uma eh um sistema funcionando de forma integrada na casa, né? Para que essa cultura ecológica de fato esteja presente na rotina do Centro um todo, não seja uma ação pontual de uma ou outra área, não é verdade? >> Com certeza. Por isso que a gente elaborou esse esse oito, né? esse esse objetivo oito que trata exatamente de como a campanha, como promover a conscientização ecológica nas ações evangelizadoras da infância e da juventude. que nós vamos ter um campo de atuação belíssimo, porque a gente tá vamos levar a a aos seres que estão começando a a se engajar no movimento, no trabalho da doutrina e os programas, nós já conhecemos os programas de evangelização, eles já tratam desses conteúdos, mas agora com essa proposta da conscientização ecológica, ele eles vão poder eh eh penetrar ainda mais, né, na na responsabilidade, no compromisso que essas crianças podem já começar desde cedo, né, e esses jovens a participarem de ações, de práticas, né, de momentos de de interação em torno da conscientização, né? É nesse sentido que a gente acha que é uma área importantíssima, >> importantíssima. e a criança e os jovens, né, evangelizados, é que vão fazer com que a terra seja regenerada, né, a gente falava mundo de regeneração, mas todos nós temos que nos regenerar. e a evangelização em campo fértil nesse sentido. E o nono objetivo da campanha, gente, que é fornecer subsídios teóricos e metodológicos para formação inicial continuada de multiplicadores. Fundamental multiplicadores, que a campanha ela tem que continuar, ela tem que se espargir, ela tem que chegar, não é? Então, como é que a gente vai divulgar se não formando multiplicadores? a gente mesmo aqui sai do programa e às 21 horas nós temos uma reunião de equipe de facilitadores que nós estamos eh nos envolvendo, né, cada vez mais na temática, aprendendo sobre
do multiplicadores? a gente mesmo aqui sai do programa e às 21 horas nós temos uma reunião de equipe de facilitadores que nós estamos eh nos envolvendo, né, cada vez mais na temática, aprendendo sobre os assuntos pra gente poder conversar a respeito, poder multiplicar, não é? Poder divulgar. Isso faz parte do trabalho que a campanha ela é permanente, ela nunca morre. Ó, ó, mas nós já temos participação aqui, gente. Eu vou pedir a Fernandinha, né, Letícia, aí para trazer para nós. Olha que lindo, >> por favor. Olha só, vamos ver o que que a Patrícia diz. Na casa espírita de Leonino, Rio de Janeiro, nós empenhamos, nos empenhamos muito em prol da ecologia. Que bom, muito bom saber disso. Patrícia, você consegue dar uma, uma sugestão ali o que que vocês já fazem até para já deixar, né, de estímulo para outras pessoas que estão nos assistindo? Pode deixar aí nos comentários que a gente já sobe todas as as práticas que você já têm. A Raquel diz que separam o lixo orgânico para compostagem, depois adubar adubo adubam as plantas do quintal. Perfeito. Isso é uma ótima forma de reduzir eh todo o resíduo que se gera na casa espírita, pelo menos metade, né? Especialmente nas casas que trabalham com assistência, que fazem comida. Então, perfeito. Isso é uma ótima forma de agregar ecologia na rotina. >> É, olha aí, amiga. Acho tão bonito esse nome, Marcil. Ó, Raquel, amiga de Jesus. É, amiga de Jesus. Olha aí, separamos o lixo e levamos ao ecoponto onde são depositados o lixo para reciclagem, vidros e etc. A gente vê que essas ações muitas vezes são individuais, viu Raquel, mas que a gente, à medida em que nós vamos nos nos sensibilizando e realizando essas ações, a gente leva para outras pessoas, leva paraa casa espírita ou a casa espírita já propõe pra gente realizar. É, é um, um processo, né, de trabalho muito bonito. >> Com certeza. Isso mesmo. A Carmelita é ela disse: "Na casa espírita colocamos recipientes adequados para o lixo seletivo. Iniciamos a coleta dos copos plásticos usados para reciclagem". É
o bonito. >> Com certeza. Isso mesmo. A Carmelita é ela disse: "Na casa espírita colocamos recipientes adequados para o lixo seletivo. Iniciamos a coleta dos copos plásticos usados para reciclagem". É importante já fazer essa separação, né? Do lixo orgânico, do lixo seco, do que pode ser reciclado e também até, né? O uso de copos plásticos é uma coisa que a gente pode conversar e nós vamos conversar mais paraa frente aí, né, Letícia? >> Isso. Vamos que a gente tem umas sugestões também, ó. Tem um ecoponto de coleta de óleo de cozinha, Raquel comentou. Muito bom. Isso é ótimo também, que é fundamental não colocar o óleo de cozinhar junto com a água, né, na torneira, que senão contamina. >> E o Gláuscio diz aqui, o Gláuscio do Porto da Silva Silva. Que bom que essa conscientização está abrangendo todo o território nacional. O planeta que deixaremos para nós mesmos em nossas próximas reencarnações agradece. É isso, Glácio. A gente com esse trabalho da das lives, nós nós estamos envolvidos num numa numa numa amplitude muito grande de ação. A gente espera que de fato esteja chegando a a muitas a muitos muitos locais, né? Não só no Brasil, mas fora do Brasil, né? >> Olha, eh, tem uma mensagem bem curiosa. Eh, tem que ver aí. Eu não sei se tá recebendo mensagem da Marcela. Eu não vi nenhuma resposta dela, só ela pedindo aí para ver se tem. Parece que não tá fixando mesmo, né? Não sei se a Fernandinha tem alguma aí, mas a Rita Ribeiro Begal em 19:43, ela disse assim: "Amei que chegou aqui na minha telona, é muito, é muito gratificante. Deve ter cham chegado o quê? Talvez a o sinal, a, a, o que que é? O, o ponto, né? Aham, >> né? >> Pode ter chegado ali o sinal, né? Para ela entrar na live. Eu acredito que seja isso, né? Interessante. >> Muito bom. >> O Glácio é meu colega aqui em Blumenau, também participa do núcleo de ecologia e sustentabilidade aqui da nossa região. Muito bom te ver por aqui, Glásio. >> Eh, então agora a gente vai entrar no de fato no que que é a conscientização
enau, também participa do núcleo de ecologia e sustentabilidade aqui da nossa região. Muito bom te ver por aqui, Glásio. >> Eh, então agora a gente vai entrar no de fato no que que é a conscientização ecológica da nossa campanha. Fernandinha, você compartilha pra gente, por favor. Perfeito. Então, o que que é a conscientização ecológica? Ela é um programa de ação que propõe a realização de diferentes atividades por várias áreas dos centros espíritas através da aplicação de metodologias ativas que utilizam a sensibilização sobre a emergência ecológica, suas causas e desdobramentos, eh, e valem-se do conhecimento das ciências naturais e humanas, dos valores éticos e espirituais estendidos a seres não humanos, levando-os envolvidos ao engajamento em ações transformadoras. urgentes e necessárias ao bem comum. Eh, então o que a gente mais visa com essa campanha é unir teoria e prática e justamente fazer com que a palavra se espalhe e seja vivida, né? Então ela precisa ser conhecida, sentida, né? E vivida. Então a gente trouxe algumas questões que diferenciam educação ambiental crítica de conscientização ecológica para ficar um pouquinho mais claro de entender porque que a nossa campanha não é somente de educação ambiental. Gerald, você começa pra gente, por favor? >> Começo, começo ler. A gente vê, né, Marcina, muita coisa eh que coincide, né, nos seus princípios, na sua base, mas a gente vai observar que a conscientização ela é mais aprofundada, ela transcende a questão da educação ambiental, né? E aqui só para dizer, existe esse esse processo, essa metodologia, né, digamos assim, essa abordagem da educação ambiental crítica. Eh, e aí a gente destaca aqui alguns aspectos metodológicos são os principais. por uma visão de futuro, por uma educação ambiental crítica, você vai pensar na construção de uma eh sociedade eh que seja sustentável, né? Sociedades estas baseadas em igualdade. Então você já tem um ponto que é interessante, que é necessário, que é importante, a igualdade como um princípio, né,
eh sociedade eh que seja sustentável, né? Sociedades estas baseadas em igualdade. Então você já tem um ponto que é interessante, que é necessário, que é importante, a igualdade como um princípio, né, fundamental. Eh, nessa educação ambiental existe uma crítica ao modelo de desenvolvimento com que se baseia na no consumismo, na destruição ambiental, na injustiça também ambiental, né? Então, a educação ambiental já vai nessa vertente para criticar esse modelo de desenvolvimento que desenvolve e acaba prejudicando o meio ambiente, né? Tem que haver aí uma consonância, um alinhamento, né, necessário. Perspectiva emancipatória também existe, aliás, antes um enfoque socioambiental, né, da educação ambiental aqui, que é a crítica da visão antropocêntrica, ou seja, a gente viu isso, né, no programa passado, que é aquele estarmos centrados apenas no ser humano, né, como se ele fosse o mais importante, o superior, enfim, que a natureza estivesse para servi-lo, né? Então, faz a crítica essa visão antropocêntrica e mercantilista da natureza, né? A natureza serve-nos, sem dúvida, nos, né, oferece todos os elementos necessários, mas aquela visão mercantilista, exploratória, ela pode trazer muitos prejuízos. E tá também aquele enfoque socioambiental, né, que trata da desigualdade, da exploração dos recursos naturais. E é mais um aqui para Marcina eh mostrar os demais, a perspectiva emancipatória, então de libertação, né? formação de cidadãos críticos e, né, ações coletivas. Então, o cidadão tem, digamos, a sua visão, ele poder refletir, pensar, ele, né, ter maturidade para ele poder elaborar, inclusive, né, suas próprias ideias e poder raciocinar em cima do que está acontecendo. Ele ter opinião própria, não é, e as ações coletivas no sentido da transformação social, que depende dessas ações, né, fundamentais aí na caminhada, não é, Marcina? Com certeza. E aí a gente vê na dando continuidade a esse ciclo, né, esse ciclo relacionado à educação ambiental crítica, a gente vai ter agora a
ões, né, fundamentais aí na caminhada, não é, Marcina? Com certeza. E aí a gente vê na dando continuidade a esse ciclo, né, esse ciclo relacionado à educação ambiental crítica, a gente vai ter agora a interdisciplinaridade e diálogo de saberes. O que é que significa isso? Isso significa que há que é necessário que haja uma integração de saberes diversos para compreender causas e consequências ambientais. O que é é importante que se que se busque nas outras áreas, nos outros nas outras ciências, o que está gerando, que que prejuízos, né, estão sendo gerados no sentido de valorizar inclusive os saberes indígenas, tradicionais e locais, troca enriquecedora entre diferentes visões, porque muitas vezes nós estamos numa posição de talvez no com certos privilégios, né? E não enxergamos, não percebemos como está sendo o em que nível está o prejuízo a nível ambiental. Por isso que trazendo muitas vezes os saberes indígenas, como a gente tem o Aton Crenac, que traz muitas informações das caminhadas que ele fez, das viagens que ele fez, né? Outra outra questão importante é o uso de metodologias ativas e participativas. Aqui a gente vai relembrar o que já foi visto lá nos objetivos, aulas, palestras, estudo, onde os aprendizes participam e ativamente constróem seu conhecimento. Foi exatamente a partir dessas dessas ideias que nós criamos, né? Essa campanha foi a partir de de uma análise mais mais acurada, mais aprimorada para que se chegue a a um consenso, a uma a um ponto de de divulgação que que essa penetre a a todos aqueles interessados no na questão, né? e a ênfase na na ação prática. Mais uma vez trazendo o o que o que é importante para que a gente vivencie essa campanha, a transformação de hábitos individuais e coletivos através de ativismo, de projetos comunitários e políticas públicas alternativas. Mais uma vez, se faz necessário que haja um entrosamento, não é, entre as pessoas, de forma que se gere projeto, se busque alternativas para que essas ações elas cheguem o mais
públicas alternativas. Mais uma vez, se faz necessário que haja um entrosamento, não é, entre as pessoas, de forma que se gere projeto, se busque alternativas para que essas ações elas cheguem o mais rápido possível a a a todas as pessoas num processo em que nós precisamos levar o mais o com mais brevidade, né? né, essas ações é uma eh nós estamos num momento de urgência em relação a isso, né, Geraldo? >> É isso mesmo. E agora a Lê vai explicar para nós aí a conscientização ecológica, né? >> Eita! A Le vai voltar. >> A concentração ecológica, ela traz tudo isso que a educação ambiental crítica traz, só que ela vai além, né? Ela incorpora aspectos da educação ambiental crítica, da ética animal e também acrescenta a visão espírita da existência. Então ela vem vai além da transmissão de conteúdos por meio da sensibilização da informação e nisso provocar ação para ter uma uma deliberação consciente, né? Tomar atitudes conscientes a partir de tudo que a gente ouve, escuta, lê e conversa com as pessoas, enfim, vai além do aprendizado, porque ela nos transforma profundamente a consciência, então ela desperta a consciência que já tá eh gravada em nós, só tá dormindo, né? E ela vai além da sustentabilidade porque utiliza experiências práticas, vivências na natureza, estimulando a empatia ecológica da infância até a vida adulta. Então é um conjunto eh de fatores que nos desperta para paraa conscientização ecológica tão necessária, né? >> Conjunto sistêmico, né, Letícia? Que coisa importante. Tudo aí, né? eh se se conectando, se interconectando e lembrando, né, gente, é uma campanha espírita, por isso a conscientização é realmente ecológica, ela vai se dar por esse autoconhecimento, essa abordagem dos princípios espíritas no que nós estamos fazendo, né, em torno dessa temática ecológica. E aí tá o nosso site, né? Eh, para quem tiver interesse, basta, né, tomar nota. Esse site ele é bem assim informativo, didático, é repleto de de experiências, já trazendo aí a participação de vários
. E aí tá o nosso site, né? Eh, para quem tiver interesse, basta, né, tomar nota. Esse site ele é bem assim informativo, didático, é repleto de de experiências, já trazendo aí a participação de vários que já estão contribuindo conosco. Você pode ser mais um, né? Então a gente fica muito feliz. A Denise Cur 1955 colocou uma mensagem que é tão bonita, viu? poderia trazer pra gente já fechando, hein? L, >> olha só, fizeram a plantação de uma muda de P junto com se evangelizando as próxima casa espírita. Muito legal, Denise. Perfeito. Isso é uma ótima forma de ensinar as crianças na prática, ensinar os adultos também, né? E todo mundo que vai passar pela casa espírita, com certeza, vai se sentir tocado e sensibilizado com essa muda de B, que seja a primeira de muitas para casa. Então, muito obrigada, Geraldo Marcina. por esse mais um episódio que compartilhamos aqui. Eh, eu vou já deixar um spoiler da semana que vem a gente vai conversar sobre o que que significa o termo ecologia, o que significa ser ecológico e qual que é a diferença entre desenvolvimento sustentável e sustentabilidade, certo? Então aqui fica o convite para vocês nos acompanharem na semana que vem. Uma boa noite, fiquem com Deus. >> Tchau, tchau, queridos. Obrigada. Agradecemos a todos, né, o envolvimento e a participação. Obrigada. Boa noite. Um grande abraço. Abraço, Geraldo Letícia. >> Até a próxima. Tchau. Tchau. >> Até a próxima. เ
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