#03 Ecologia, desenvolvimento sustentável e sustentabilidade | Conscientização Ecológica
🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Ecologia, desenvolvimento sustentável e sustentabilidade - o que significam?". ✨ Convidados especiais: Letícia Klein, Geraldo Campetti e Marcina Barros. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/p...
Boa noite. Boa noite a todas e a todos. É uma alegria tá aqui mais uma vez. Agradeço a companhia de todos que nos assistem agora. Sejam bem-vindos a mais um programa da Campanha Nacional Permanente de Conscientização Ecológica da FEB. Eu sou a Carol Abreu e eu estou aqui com a Marcina. Boa noite, Marcina. Boa noite, Carol. Boa noite a todos. Uma alegria de muito grande estar de volta. Agora nós estamos no terceiro programa junto com a Carol. Uma um prazer enorme estar com você, Carol. Que bom, muito felizes. >> Que bom. E hoje a gente vai conversar eh nos dois programas anteriores. Quem ainda não teve oportunidade de assistir, entra lá no no nos canais da FEB e assiste as duas eh os dois programas anteriores em que a gente apresentou a campanha, os objetivos da campanha e falou um pouco sobre conscientização ecológica. A partir do programa de hoje, a gente vai trabalhar alguns conceitos que são importantes pra gente entender, eh, quando a gente trata de conscientização ecológica, sempre fazendo as ligações e os entendimentos que a doutrina dos espíritos nos nos apresenta. E hoje, especificamente, a gente vai começar falando sobre o que que é ecologia, eh como ser ecológico, eh diferenças entre desenvolvimento sustentável, sustentabilidade. Então, a gente tem essa parte da teoria, mas a gente quer a participação de vocês. Então, antes da gente começar a nossa conversa, fica aqui o convite. Mais uma vez, participe com perguntas, com comentários no chat. Essa interação é muito importante pra gente. A gente vai selecionar algumas perguntas para serem respondidas ao final do programa. Se tiver algum comentário interessante, a gente pode fazer uma intervenção também. Eh, vamos começar eh pelo conceito de ecologia, que eu acho que é um conceito chave pra gente entender eh o arcabolso dessa campanha. Fernandinha, você pode projetar pra gente, por favor? Muito bem. Eh, vamos lá, né, Carol? Vamos entrar aqui com o nosso material que está muito bem elaborado, tá aí, né? Para começar, gente, tem um texto longo,
a, você pode projetar pra gente, por favor? Muito bem. Eh, vamos lá, né, Carol? Vamos entrar aqui com o nosso material que está muito bem elaborado, tá aí, né? Para começar, gente, tem um texto longo, eh, pra gente entender o que que é ecologia e a Marcina vai trazer esses conceitos pra gente. >> Então, vamos iniciar eh com, como disse a Carol, não é? a gente vai trabalhar, vai continuar trabalhando com alguns termos, alguns temas, né, que posteriormente serão aprofundados, mas hoje nós vamos iniciar com a questão da ecologia, né? E André Trigueiro, como vocês já sabem, né? André Trigueiro lançou seus suas obras em 2009, né? 2011 ele esteve aqui em Maceió, lançou este que está aqui ao meu lado, lançou e foi autografado por ele, né? Então a gente vai se se familiarizando com essas terminologias. Então, temos aqui e ciência que estuda a dinâmica dos ecossistemas, os processos e as interações de todos os seres vivos entre si e destes com os aspectos morfológicos, químicos, físicos do ambiente, incluindo os humanos que interferem, né, e interagem com os sistemas naturais do planeta. estuda o funcionamento do sistema natural como um todo e das relações de todos os organismos vivendo no seu interior. E esse termo, ele foi cunhado por Ernest Heckel em 1866. Então, a gente vê que uma eh um tema, uma expressão, né, que que é que hoje está sendo muito usada, mas que já vem ao longo de de quantos, né, de quanto tempo aí atrás? Mais de um século, não é? Muito, quase do >> mais de 150 anos. Então, e a gente eh vê que ah, o aumentou muito o interesse da das ciências em entender melhor exatamente essa dinâmica dos ecossistemas. É por isso que nós achamos importantíssimo trazer para esse momento eh todo esse esse todo esse contexto, né? E aí a gente vai ver nesse próximo espaço que entre todos os ramos de ecologia que existem e que contribuem para o estudo que é o animal, vegetal, cultural, de sistemas de restauração evolutiva, humana e profunda, a gente vai destacar aqui a ecologia profunda que vem
de ecologia que existem e que contribuem para o estudo que é o animal, vegetal, cultural, de sistemas de restauração evolutiva, humana e profunda, a gente vai destacar aqui a ecologia profunda que vem que vai que vai além do antropocentrismo, né? Lembrando que o antropocentrismo foi falado lá no primeiro programa, né, quando a gente fala que se presume a superioridade da espécie humana em relação às demais, né? Então essa temática ela nos leva exatamente para que a gente entenda eh a o onde está o homem e o e e os seres e os outros seres da natureza. como é que está essa relação de de convívio, né, de intimidade aí, nesse contexto, eh, a Carol vai trazer um um detalhamento maior sobre a ecologia profunda, não é isso, Carol? >> Perfeito, Marcina. E o que eu acho muito interessante é que até a origem da palavra é muito didática, né? Eh, vem ecologia vem do grego, então eco vem de oicos, que é casa, e logo, né, que seria logia, vem de estudo, de conhecimento. Então, é o conhecimento da nossa casa, que o trigueiro chama no livro de casa planetária, mas também é o conhecimento desse habitat e envolve eh a ecologia, ela envolve tudo que é vivo, ou seja, toda a biosfera com toda a biosfera, ou seja, todos os sistemas, ciclos geoquímicos, ciclos de nutrientes, ciclos de energia. Inclusive nós animais humanos, estamos inseridos no estudo da ecologia. Às vezes a gente se separa um pouquinho do do mundo natural, mas as nossas relações com o ambiente e entre os os seres vivos são focos da ecologia. Então veja que é um um uma área de conhecimento muito ampla e sistêmica como é o espiritismo. Então se a gente fala de biologia, física, química, geologia, todas essas áreas da ciência terrena, elas têm relações com a ecologia. Mas além desse conceito super amplo, a gente vai falar desse é um conceito, na verdade é uma uma visão filosófica, é como se fosse uma visão de mundo. Esse ambientalista norueguês chamado Arnines, ele propõe esse conceito filosófico de ecologia profunda. Então isso seria que
na verdade é uma uma visão filosófica, é como se fosse uma visão de mundo. Esse ambientalista norueguês chamado Arnines, ele propõe esse conceito filosófico de ecologia profunda. Então isso seria que todos os elementos vivos da natureza devem ser respeitados. Ou seja, há um valor intrínseco. A vida tem um valor intrínseco, assim como deve ser garantido o equilíbrio da biosfera, que seria de de todos os os seres vivos e da parte viva do nosso planeta. Eh, e o interessante é que todas essas questões relacionadas a o direito à vida e de que a vida tem o seu valor em qualquer espécie, a gente conhecendo ou não conhecendo, sendo útil pra gente ou não, ela tem o o direito à vida, ela tem direitos a serem respeitados. Então, como a Marcina falou no comentário anterior, isso quebra um pouco dessa visão antropocêntrica, porque a gente para de olhar só para o nosso umbigo, ou seja, pensar exclusivamente em quais são as vontades e os interesses humanos para pensar em quais são, como seria um melhor equilíbrio para todo o planeta, para todas as espécies que convivem e coabitam aqui conosco. Então, de fato, é pegar o nosso egoísmo, colocar ele de lado e enxergar a criação de Deus eh como perfeita e digna de ser apreciada e digna de ser eh respeitada e digna da vida em todos os seus aspectos. Então esse filósofo ele ele faz uma distinção porque ele diz que existem correntes ambientais que seriam superficiais ou rasas, ou seja, com tendências antropocêntricas e egocêntricas. Ou seja, eu tô falando de ecologia, mas o meu interesse é no bem-estar ou no lucro ou em interesses exclusivamente humanos. E que há outras correntes que ele chama de profundas, que seriam ecocêntricas, centradas no interesse da casa planetária, do planeta em si. Eh, esses movimentos mais rasos, eles tentariam minimizar os problemas ambientais ao garantir eh que o enriquecimento das sucessivas gerações humanas a despeito do empobrecimento da natureza, enquanto a ecologia profunda iria na raiz dos problemas ambientais e defende os
ambientais ao garantir eh que o enriquecimento das sucessivas gerações humanas a despeito do empobrecimento da natureza, enquanto a ecologia profunda iria na raiz dos problemas ambientais e defende os direitos de toda a comunidade de de seres vivos. Então, veja que é uma mudança de paradigma e é uma mudança que o Espiritismo no nos faz esse convite quando ele fala sobre a obra da criação, sobre o princípio espiritual que habita eh e que persiste em outros seres, a gente ter essa visão mais universalista e mais ampla do que seria de fato uma ecologia que se interesse por todos os os seres vivos. Eh, é bem interessante, né, Marcino? >> Sim, sim, Carol. É isso mesmo. A, a gente vê que é outra visão, né? É uma visão uma ampliada, né, do dessa dessa convivência, né, entre os seres que habitam, né, o nosso planeta. E aí a gente vai avança um pouquinho mais quando quando a gente vai ouvir o ambientalista escritor Fit of Capra, né, na definição dele, a ecologia eh ele ele traz mais uma outra vertente que é a ecologia rasa, né, que é a que você é continuando aquilo que você tava colocando, né, que é antropoc cêntrica ou centralizada no ser humano. Quer dizer, ele defende esse essa ecologia, né? E ele vê os seres humanos como situados acima ou fora da natureza, como a fonte de todos os valores e atribui apenas o valor instrumental, você explicou muito bem, né? Ou de uso à natureza, né? Enquanto que a ecologia profunda não separa os seres humanos, né, ou qualquer outra coisa do meio ambiente natural, ela vê o mundo não como uma coleção de objetos isolados, mas como uma rede de fenômenos que estão fundamentalmente interconectados e interdependentes. Essa ecologia profunda, ela reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos apenas com o fio particular da teia da vida, como nós já estamos trabalhando. Quer dizer, depois desse de todo essas opiniões, fica mais claro o que de fato a gente precisa focar, né, nessa ecologia profunda que que valoriza
lar da teia da vida, como nós já estamos trabalhando. Quer dizer, depois desse de todo essas opiniões, fica mais claro o que de fato a gente precisa focar, né, nessa ecologia profunda que que valoriza todos os seres que estão convivendo conosco, não é isso, Carol? >> Exatamente. E isso tá na finalidade da campanha de conscientização ecológica. Eh, na finalidade falar algo, eu posso perder uma palavra ou outra, mas é, a gente precisa suscitar entre os espíritas uma educação que transcenda os interesses exclusivamente humanos, ou seja, uma educação não antropocêntrica, a gente pensar além da nossa espécie e que inclua o direito de viver de todas as espécies, eh, que seria uma educação antipecista. Então, é interessante em ver como que essa proposta de visão do espiritismo, uma visão mais ampliada que essa campanhas nos traz, ela conversa muito bem com esses conceitos de ecologia profunda e alguns outros que a gente vai trazer ao longo da desse programa pra gente discutir com vocês. Então, realmente é um convite a gente tentar não enxergar eh a vida que nos cerca, o ambiente que nos cerca. como recursos que podem ser utilizados para o nosso benefício. São vidas que têm seus direitos, suas suas eh belezas, t o direito à vida e de habitar nesse planeta. Eh, como nós eh não somos especiais, toda a criação e a obra divina, ela tem o o seu valor. E aí, pra gente dar prosseguimento, a gente vai falar de dois termozinhos para pra gente já concluir a nossa conversa, que são termos que são importantes e ao mesmo tempo que merecem um pouco mais da nossa atenção, que são os termos de desenvolvimento sustentável e de sustentabilidade. Esse desenvolvimento sustentável, ele foi cunhado em 87. Ele eh surge num contexto ainda de negócios eh de um relatório chamado relatório Bruntland. e ele fala que seria um modelo de desenvolvimento que atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações atenderem as suas próprias necessidades. Então isso em 87 foi já foi alguma mudança de paradigma
envolvimento que atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações atenderem as suas próprias necessidades. Então isso em 87 foi já foi alguma mudança de paradigma em tentar eh colocar a ecologia como parte da do do cálculo, eh colocar a a as populações e as questões ambientais, sociais e econômicas todas num mesmo patamar. E pensar nas futuras gerações, é pra gente tentar entender para onde que o nosso planeta tá tá indo, né? Quais são as críticas que a gente pode fazer a a esse conceito de desenvolvimento sustentável, pensando bem no que a gente falou nos conceitos anteriores, que atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações. Aqui a gente tá falando apenas das futuras gerações humanas. Esse é um conceito eh bem antropocêntrico. Ele tá pensando exclusivamente do nossos nossos interesses, nos interesses da nossa espécie. E o que a gente propõe é uma visão um pouco mais ampliada que tem a fraternidade universal como objetivo, não necessariamente pensar exclusivamente nesses termos eh que são de uma forma exclusivamente da materialidade terrena, né? Então, é um conceito que assim, ele tem alguns conflitos, alguns mal entendidos. Hoje tem se debatido bastante esse esse termo, mas é um termo bem difundido e a gente escuta ele em vários em vários momentos. Eh, já o termo da sustentabilidade, ele também eh tem algumas críticas que que podem ser ser feitas assim. Você teria algum comentário, Marcila, antes da gente fazer a mudança pro nosso último termo de hoje? Vamos ver em que a gente avançou, né? Vamos ver aqui quando a gente trata, quando a gente melhora, né, a expressão, né, sai da eh da dessa proposta inicial que você colocou, né, do desenvolvimento sustentável para agora sustentabilidade, né? Vamos ver o que diz aqui esse consultor João Joon, né, Equinon, né, ele ele já ele diz assim, né, que ele apresentou uma metodologia para mensurar os resultados de empresas com base em três pilares, né, pessoas, planeta e
qui esse consultor João Joon, né, Equinon, né, ele ele já ele diz assim, né, que ele apresentou uma metodologia para mensurar os resultados de empresas com base em três pilares, né, pessoas, planeta e lucros. Tá aqui já vamos ver se melhora a situação, né? Dessa forma, a sustentabilidade engloba meio ambiente, economia e justiça social, né? Aqui já entra a questão da justiça social, né? As pessoas fazem parte do meio ambiente que ocupam e é preciso ter responsabilidade econômica para que os negócios para que os negócios perdurem. né? Ao longo de muitos anos, o conceito também compreende a interrelação entre os três pilares. Então, a gente pode dizer, né, Carol, que não avançamos muito, não é, em relação a ao que você acabou de trazer, não é isso? De fato, Marcina, esse termo de sustentabilidade, ele também é muito difundido e a gente escuta isso. ESG hoje em em todos os o as áreas de de atuação, ele virou como se fosse um dogma secular, quase todo mundo repete esse termo. Mas de fato o que acontece muitas vezes é várias pessoas que se apropriam desse termo, mas com interesses econômicos e políticos, sem qualquer compromisso real, com uma mudança que a gente acredita que precisa ser profunda, que precisa ir na raiz, que precisa alterar as estruturas, alterar as instituições. Então, o que a gente vê mais ou menos é uma espécie de tentativa de pintar de verde, sabe? de de dar uma cara de ecologia quando é algo ainda voltado exclusivamente para eh o desenvolvimento, pro pro lucro e não colocando de fato os interesses do planeta e das espécies em primeiro plano. Então, eh apesar de de ele citar esses três pilares: econômico, social e ambiental, se isso fosse plenamente cumprido, seria de fato um grande avanço. Mas o que a gente vê é que ainda é o pilar econômico que dita o que é definido ou não em termos de de sustentabilidade. Mas essas são questões. Eu queria ver se a gente tem alguma pergunta, porque vocês sabiam dessa diferença? Tem alguma coisa que vocês gostariam de comentar? Eh, que
o em termos de de sustentabilidade. Mas essas são questões. Eu queria ver se a gente tem alguma pergunta, porque vocês sabiam dessa diferença? Tem alguma coisa que vocês gostariam de comentar? Eh, que vocês pensavam diferente sobre esses termos que a gente conversou até agora? Não sei se a gente já tem algum comentário. Eh, se tiver, a gente pode. Perfeito. Ó, um comentário da Fernanda. Estamos todos como elementos do universo em regime de interdependência. Perfeito. E é interessante esse comentário da Fernanda, porque quando a gente fala, Marcina, de ecologia profunda, a gente imagina uma teia da vida. as relações entre todas as espécies, elas interligadas como se fosse uma teia. E o importante é que nós, seres humanos, somos um fio dessa teia. A gente tem uma um jeitinho nosso de achar que a gente às vezes a gente se coloca até no centro do universo, né? eh uma característica no do nosso orgulho e do nosso egoísmo. Mas essa visão ampliada do ambiente, dos seres que cohabitam conosco, é importante a gente colocar isso em perspectiva. Somos um entre várias espécies, todas igualmente importantes e queridas aos aos olhos de Deus. >> Então, olha aí, vamos ver o que que a Marlene Viegas traz para nós, né? Ela ela disse que tenho plantar tenho plantação de mangas, mamão e jabuticaba para os saguis. Eu preparo o adobo orgânico. Muito bem, Marlene. Então, são essas ações que que fazem a diferença, que está fazendo diferença hoje na nossa vida, né? Nessa prática, a gente a gente a aguarda, né, as mudanças, as mudanças de de sentimento, de pensamento com relação à ecologia, como a gente acabou de trazer. Mas no dia a dia, no cotidiano, a gente vê que já temos muitas muitas experiências positivas que têm contribuído no no conjunto da obra, né, podemos dizer assim, né? Não é isso, Carol? >> Perfeito, Marcina. E é interessante a gente ver que essa mudança ela tem que ocorrer em vários níveis. Então, do nível individual, isso de já fazer o próprio adubo, de sempre oferecer eh
so, Carol? >> Perfeito, Marcina. E é interessante a gente ver que essa mudança ela tem que ocorrer em vários níveis. Então, do nível individual, isso de já fazer o próprio adubo, de sempre oferecer eh comida pro pros animais, já é um um grande passo, mas a gente tem que pensar em como se organizar coletivamente para fazer essas essas mudanças também se amplificarem. A campanha de conscientização é uma forma de nos agregar de, independente de tá em Maceió, tá aqui em Brasília, tá em outro país, a gente consegue conversar sobre esses tópicos e se organizar coletivamente para essa mudança ser ampliada. E um terceiro passo é de fato a gente conseguir ir mudando os paradigmas para ir mudando as instituições para que a gente consiga sementinha a sementinha, passo a passo e trocando eh esse essa visão que muitos de nós ainda temos de que temos um direito restrito sobre a natureza e mudando para essa visão que somos todos irmãos em pé de igualdade. frente à criação de de Deus. E isso é é mais profundo. Então, a gente atua na parte prática, estuda, conversa, age para sempre ajudar e colocar, começar a colocar isso em movimento. Não sei se temos mais algum comentário. Jogar lixos no nos rios estraga a natureza. E como estraga, Marlene? Realmente, eh, a gente vê que hoje estamos num num chamado ecídio. estamos cometendo um assassinato com a nossa própria casa, ou seja, as nossas ações como espécie humana, coletivamente, como humanidade, estamos tomando escolhas ruins, eh, que tem colocado a própria, o próprio ambiente que fornece, que sustenta a nossa vida em risco. Então, estamos também nos colocando em risco. Ó, Geraldo para nós aí. Ó, Geraldo chegando. Que bom, Geraldo. Que alegria ver você aqui junto a nós. Boa noite. Boa noite. Eh, ele tá aqui que a as nossas oportunidades estão se ampliando cada dia mais, né, Carol? Então, Carol, a gente pensa assim, eh, veio, vem essa campanha que nós estamos, né, debruçada sobre ela, atuando, chegando até as casas, chegando nas federativas, chegando até as casas
ais, né, Carol? Então, Carol, a gente pensa assim, eh, veio, vem essa campanha que nós estamos, né, debruçada sobre ela, atuando, chegando até as casas, chegando nas federativas, chegando até as casas espíritas e consequentemente o nível de de consciência da doutrina do, né, do espírita para colocar em prática essas ações, parece que tem aumentado bastante, né, aqui em em Alagoas a gente tem percebido isso, né? E e é através desse trabalho da doutrina que a gente pode ampliar, né, cada dia mais a as ações, né, com relação ao meio ambiente. Eline, Eline diz: "Gratidão por tão importante temática". Obrigada, Eline, pela sua contribuição, pela sua pela sua fala. >> A gente fica muito feliz com a participação de de vocês. A gente já tá caminhando, passa muito rápido, a gente nem vê, dá vontade de ficar conversando muito tempo sobre sobre esses temas. Mas uma propondo uma reflexão final, Marcina, por tudo aquilo, os conceitos que a gente revisitou hoje, eh, pra gente ficar um pouco atento, porque às vezes a gente tem a melhor das intenções e acha que, ah, eu vou optar por tal produto, porque ele é um produto sustentável. E na verdade é uma espécie de consumismo verde. A gente ainda tá eh em vez da gente repensar internamente e profundamente, a gente acaba replicando, comprando coisas sem necessidade que tá de fato colocando pressões extras eh sobre o nosso planeta, né? A gente precisa ampliar o nosso olhar pra gente respeitar a diversidade da vida, a diversidade dos de habitar diferentes territórios, de modos diferentes de vida, como é o caso dos povos originários. E isso precisa de uma viradinha de chave na nossa cabeça, que é por isso que a gente tá aqui. Não é fácil, mas estamos conversando sobre isso. Estaremos as quintas-feiras sempre conversando sobre esse tema. >> Com certeza, Carol. Então vamos fechar, né? Isso aqui a gente agradece, agradece a todos, né, que acompanharam o nosso trabalho de hoje. Esperamos na próxima semana já vamos aqui dar um toque, né, do que nós vamos trabalhar, que é o o
char, né? Isso aqui a gente agradece, agradece a todos, né, que acompanharam o nosso trabalho de hoje. Esperamos na próxima semana já vamos aqui dar um toque, né, do que nós vamos trabalhar, que é o o antropoceno e o antropocentrismo, né, o que significa esses termos e como o espiritismo vê, né? Afinal, estamos caminhando pro mundo degradado. Será que a gente tá no mundo de regeneração nesse nesse grau de degradação, né? Mas vamos lá. Ah, >> eu espero as cenas dos próximos capítulos, porque a gente olha ao nosso redor, a gente vê tanta mudança climática, tanta coisa, né? Esperem e vejam na quinta-feira que vem a gente tentando mostrar um pouquinho mais desses conceitos da ciência e comparando com o que a gente sabe, com que a doutrina espírita nos apresenta. >> Obrigada a todos. Um abraço, Carol. Um abraço a todos. Boa noite. >> Obrigada, gente. Eh, assistam o os episódios anteriores que vocês não viram. Comentem no chat quem tiver vendo eh gravado e estaremos juntos na quinta-feira que vem. Tchauzinho. Tchau. Ciao
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