#04 Antropoceno e o mundo de regeneração | Conscientização Ecológica

FEBtv Brasil 29/08/2025 (há 7 meses) 36:00 198 visualizações

🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Antropoceno e o mundo de regeneração". ✨ Convidados especiais: Julliana Cutolo, Geraldo Campetti e Marcina Barros. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 A...

Transcrição

Olá, amigos queridos do coração. Muito boa noite a todos vocês. Estamos iniciando mais um programa Conscientização Ecológica, esse programa da campanha espírita permanente de conscientização ecológica hoje com tema interessantíssimo, antropoceno e o mundo de regeneração. Vamos entender um pouquinho essa relação, o que significa cada uma destas coisas. E estamos aqui com as agradáveis companhias da nossa querida Juliana Cútulo. Muito boa noite, Ju. Seja bem-vinda. >> Boa noite, Geraldo. Boa noite, Marcina. Boa noite ao nosso backstage e também boa noite a todos aqueles que estão na frente da tela, né, Geraldo, agora acompanhando o programa, aqueles que vão nos assistir depois. Prazer enorme estar aqui com vocês. >> Então, minha gente, boa noite mais uma vez. Estamos aqui junto junto com Geraldo, junto com a Juliana, amigos queridos e com vocês que estão aqui na tela nos acompanhando. É uma alegria muito grande estar junto com vocês mais uma vez. >> Que maravilha, né? E a gente tem aí nos bastidores a querida Fernandinha e também a Silvana, não é? cuidando para que a gente possa estar aqui à frente na tela dessa apresentação para vocês. Gente, a participação é de todos, não é? Todos estão convidados aí a deixarem seus comentários, a darem aos seus pareceres, a também eh fazerem perguntas. Se a gente souber responder um momento de interação, vocês podem ficar à vontade, não é? E nós estamos com um tema que é bem curioso e a gente queria começar esse tema trazendo para nós inicialmente um vídeo pra gente poder entender o significado de antropoceno, que é uma palavra não é tão comum, né, Marcina, né, Ju. E às vezes a gente pode saber do que significa exatamente isso. E esse vídeo já vai começar a dar um pouquinho de luz para nós, né, Raquel, Tatiane, Ana Paula, o pessoal tá chegando. Sejam muito bem-vindas, viu? Eh, estamos juntos aqui. Então, a gente vai começar com o primeiro vídeo, que é exatamente aquele vídeo que é uma animação paraa nossa querida Fernandinha trazer aí para

. Sejam muito bem-vindas, viu? Eh, estamos juntos aqui. Então, a gente vai começar com o primeiro vídeo, que é exatamente aquele vídeo que é uma animação paraa nossa querida Fernandinha trazer aí para nós, por gentileza. Vamos assistir acompanhando com Ah. Ah. О. Ah. he He. Ah. E agora, Geraldo? >> E agora? Marcina Ju, nossa, >> agora precisamos, né, refletir sobre tudo isso, né? É um momento de profundas reflexões para que nós nos situemos no contexto da caminhada do ser humano na Terra, né? que viemos para cá com o objetivo de de avançar espiritualmente, de crescer moralmente. E o a experiência do dia a dia do cotirano é que vai fazer com que nós reflitamos sobre nossa caminhada, como estamos agindo, né? Estamos buscando o evangelho de Jesus para entender como conviver melhor com nossos irmãos que participam conosco dessa caminhada, não é, Ju? É por aí, né? Então >> é por aí sim, >> tá os pets aí, né Ju? Fazendo a festa. >> Ninguém se assuste, por favor. Tenho duas gatinhas. Oi, Enquanto a Ju se organiza ali, Ju, eu tava aqui pensando, olha, nós vamos conseguir aí a projeção, né, que a nossa, né, Fernandinha tá tá conseguindo. Gente, é impressionante >> a a assim, né, a Marluso tá dizendo que terrível, os alieníis estão de olho nos terracos sem responsabilidade. o o tudo que acontece ali, né? Assim, a gente fica de uma forma, eu quando vi esse vídeo, eu fiquei assim, nossa, bateu um, parece que uma coisa, né, Marcina assistente, como é que vocês se sentiram vendo esse vídeo, gente? O pessoal que tá aqui, né? Marlene, Ivana, Raquel, Cláudia, Marlúci, não é? Que que coisa, né? Parece assim uma ação, né? Pedro Paulo, Margarete, Rosa, Tatiane, Ana Paula. Vamos comentar aí o que que vocês sentiram desse vídeo que realmente, né, Cláudia, é uma coisa que choca, né, Marlene, né, Pedro Paulo, assim, eu quando assisti, Marco, eu fiquei um tanto quanto chocado. Eu falei: "Gente, que coisa, não é? De repente a aquela situação toda, que que a gente sente? É um abuso, uma irresponsabilidade, Marcina, né, Ju? É

assisti, Marco, eu fiquei um tanto quanto chocado. Eu falei: "Gente, que coisa, não é? De repente a aquela situação toda, que que a gente sente? É um abuso, uma irresponsabilidade, Marcina, né, Ju? É assim, ação inconsciente. >> É, a gente tem. >> Diga aí, Ju, para nós que é que você, o que é que você sentiu. Eu tô aqui ainda com um frisson, um malestar interno. Já assisti três vezes, >> né? Porque ele é um vídeo, lógico que é uma animação, mas é uma animação que é uma provocação para todos nós, né? A gente vê a postura do personagem conforme ele caminha, né? E a música também traz toda essa, né, como se fosse uma grandiosidade do momento, né, e ele caminha realmente como se ele fosse grandioso, como se ele fosse assim, né, todo poderoso sobre o ambiente em que ele vai, né, agindo. E a gente percebe as atitudes dele de total eh falta assim de cuidado, de respeito, de compaixão mesmo por tudo que existe, né? Eu acho que isso fica muito claro e a gente percebe como os impactos vão se acumulando, né? Assim como o lixo vai crescendo, os impactos vão se acumulando e as coisas vão piorando à medida que a música também vai ganhando intensidade, né? Bastante forte. Eu gosto desse vídeo. >> É interessante. A Raquel tá colocando aqui, né, duas frases. Uma sobre os animais, né, eh, porque uns sim e outros não. E sobre o lixo não existe fora. Eh, a gente acha, ah, vamos jogar fora, jogar fora da onde, né? Tudo é o planeta, né? Tudo é a nossa morada, é o ecossistema dessa biodiversidade, né, que a gente vive. Eh, poderia explicar para nós, o Não sei se a gente vai conseguir a projeção, se era você ou se é a Fernandinha. >> Eu acho que eu acho que é conseguimos. Acho que conseguimos. >> Tá ótimo. >> Pra gente verificar então o que que é exatamente antropoceno, né? Esse vídeo nos traz aí vários alertas o que que significa exatamente antropoceno, né? A gente pode avançar um pouquinho na apresentação que a gente vai ver uma imagem também bem assim, não é? Interessante. Nós vamos relacionar o

s alertas o que que significa exatamente antropoceno, né? A gente pode avançar um pouquinho na apresentação que a gente vai ver uma imagem também bem assim, não é? Interessante. Nós vamos relacionar o antropoceno com o mundo de regeneração. Como a gente viu no vídeo, seria possível um mundo degradado, né? Mesmo sendo de regeneração, parece uma contradição. A gente tá evoluindo ou está evoluindo, entre aspas, né? Isso tudo que a gente tá vivendo nesses momentos é importante a gente refletir para ver qual o nosso papel. né? O que que a gente pode e precisa fazer nesse período aí, dessa transição toda, né? Aí o conceito então de antropoceno, a gente viu esse vídeo, né? E aí, o que é exatamente antropoceno, Ju? >> Bom, eh, a gente tá vendo aí que existe um significado, né, eh, etimológico dessa palavra. Ela vem do grego, eh, do grego antropós, que quer dizer humano, e kinos, que quer dizer novo, né? E ela vai se referir aí, gente, a uma nova era geológica, né? A gente vai explicar o que que é isso depois, mas vejam só, é um termo, né, que vem sendo debatido há muito tempo, na verdade, desde o final do século XIX, mas ele foi popularizado em 2000, né, com uma publicação feita em conjunto por um biólogo marinho americano chamado Eugene Stormer e pelo químico holandês Paul Kutzen, que foi inclusive um ganhador de um prêmio eh Nobel de química em 1995. Então o Cruz, né, segundo ele, a humanidade teria se tornado uma força não apenas biológica, mas também geológica, capaz de causar impacto significativo sobre a Terra, dando início a essa nova era geológica do planeta, um momento totalmente novo na Terra. Eh, pode passar, por favor, Fernandinha, próximo slide para vocês verem o que que é eras eras geológicas, né? Vocês devem ter visto isso em algum momento dos vossos estudos. Acho que Geralda viu, Marcina também deve estar lembrada aí, Marcina. E a gente estudava em biologia e a gente estudava umas coisas assim. Aí tinha as eras, paleolítico, enfim. A gente tem aqui a continuidade da era senozóica,

ina também deve estar lembrada aí, Marcina. E a gente estudava em biologia e a gente estudava umas coisas assim. Aí tinha as eras, paleolítico, enfim. A gente tem aqui a continuidade da era senozóica, que vai praticamente lá para uns 5,6 milhões de anos atrás, né? Começou lá para trás e a gente tá no período quartenário, segundo a geologia, né? Que é a ciência que estuda a Terra. Então o que acontece? Esse período quartário, por enquanto, ele tá dividido em pleoceno, há quase dois, quase 3 milhões de anos aí atrás. O odoceno, que seria o período que nós estamos vivendo agora, que seria depois da era glacial, da última era glacial. Então, o momento em que houve uma calmaria na Terra, tudo se, né, o as estações começaram a se definir, a temperatura ficou mais assim, vou sozinha pra gente ficar aqui, né? foram se desenvolvendo espécies, foram se adaptando a esse clima mais a meno. Enfim, isso de 11.700 anos para cá. Só que agora tá entrando essa teoria do antropoceno, né, essa era geológica que é causada pelo impacto humano na Terra, né? Então essa seria uma uma era sucessora do olocêmio. Por quê, né? Justamente porque a gente não tá deixando as coisas mais tão amenas, tão bonitinhas, né, Geraldo? a gente tá eh causando impactos profundos e modificações que a gente tem chamado de mudanças climáticas. Então aquela estabilidade climática do oloceno tá se perdendo, né? Quer comentar alguma coisa, Geraldo? Então, quando a gente vê aqui no próximo slide, né, que a Fernandinha vai trazer para nós, essas características, né, climáticas desse período, né, Ju e Marcina, são assim, eh, preocupantes, né, a gente diria, tá tendo, eh, um impacto muito grande a ação humana, né, em todo o ambiente da Terra e nas características climáticas, por exemplo, né, a gente vai revesando aqui, né, Marcine Ju esse impacto ambiental significativo, como se vê, não é? Uma destruição e desequilíbrio de ecossistemas. É uma das coisas que a gente está vivenciando e estamos provocando, inclusive com a ação humana, não é?

acto ambiental significativo, como se vê, não é? Uma destruição e desequilíbrio de ecossistemas. É uma das coisas que a gente está vivenciando e estamos provocando, inclusive com a ação humana, não é? Poluição do ar, do solo, poluição hídrica. Então esse impacto ambiental ele é muito expressivo, é significativo e preocupante, nos levando aí analisar o que a gente tá vivendo e fazê-lo refletir, evidentemente no que precisa ser feito para mudar essa realidade, não é isso, Marcina? na sequência aí, por favor. aqui. Então, este é é é nossas preocupações, as preocupações que nos levam exatamente a discutirmos, né, nesses momentos como é que nós estamos vendo toda todo esse ciclo acontecendo, todo essas mudanças, essa alterações, né, como você colocou, Geraldo, mudanças climáticas, modificações dos ciclos, né, eh uma biodiversidade em declínio, né? Quanto nós temos observado em relação a à questões da sobrevida na Terra, né, da das alterações da vida dos animais, dos seres vivos. De modo geral, a gente vem percebendo e vem trazendo em nós uma preocupação de como nós vamos participar disso, de que forma nós vamos contribuir para que haja uma mudança, haja um um pelo menos uma diminuição do desequilíbrio que vem se instalando na vida de todos nós. Nós seres vivos, né? nós nós seres eh que estamos compartilhando tudo isso na terra, né, J? >> É, eu é eu o J vem sendo detectado um aumento de temperatura, não é isso? Que tem afeta, né, >> eh substancialmente a vida na Terra e inclusive aumentando o nível, né, da água nos oceanos, não é isso? Sim, a gente colocou aí, essas são as alterações climáticas visíveis, né, que tem uma uma pegadinha aí na questão do antropoceno que a gente vai comentar rapidamente depois. Mas o que que acontece? Todos esses fatores aí que nós estamos vendo são de causa humana, né? Tudo isso que vocês estão vendo aí são questões que nós estamos interferindo ou na água, ou no solo, ou no ar, né? Eh, como a Marcina bem falou, né? a questão dos animais, a gente tem provocado

a, né? Tudo isso que vocês estão vendo aí são questões que nós estamos interferindo ou na água, ou no solo, ou no ar, né? Eh, como a Marcina bem falou, né? a questão dos animais, a gente tem provocado extinção de muitas espécies hoje no planeta e nós não nos colocamos às vezes em perigo, né? Não achamos que estamos em perigo, mas nós estamos sim enquanto espécie vivente nesse planeta. E essa é uma questão que a ciência nos traz, né? É importante a gente se colocar nessa condição até pra gente eh ter um pouco, não vou nem dizer empatia, mas ter um pouco mais de compaixão, né, pelos demais seres viventes, porque a gente, né, como aquele personagem do vídeo, da animação, passando por cima de tudo como se não fosse acontecer nada, né? E a gente pode muito bem, sim sofrer as consequências dos impactos. É a lei, não é assim? lei de causa efeito que nos rege. >> É verdade. >> E você falou rapidamente sobre a questão da temperatura, né, Geraldo, só comentando, eh, de fato, a gente, a temperatura média global do nosso planeta tem aumentado e isso eh causa uma sensação que, ah, parece que ah, tem dia que tá frio, tem dia que tá quente, que que é isso, né? Não tem importância. Tem sim, gente, eh, justamente essas mudanças de temperatura bruscas, eh, chuvas muito intensas, secas muito intensas, uma uma elevação que se dá na temperatura média global do planeta, acaba gerando justamente esses desequilíbrios todos. Por isso a intensidade se modifica. a gente deixa de ter um clima menos e passa a ter um clima controverso, um clima mais tenso, mais nervoso. E >> é verdade. Aqui a gente vê algumas cenas, né, de de destruição, né, da próprio meio ambiente, né, o fogo, a queimada, enchentes, não é, chuvas intensas, eh, e vai devastando tudo, né? Isso graças aí à atuação irrefletida, né, dos abusos que a gente tem cometido, eh, falta de cuidado, uma falta de proteção, a falta de de respeito à própria natureza, não é? E a gente vez se esquece de que nós somos natureza também. Nós estamos inseridos, né, nesse

tem cometido, eh, falta de cuidado, uma falta de proteção, a falta de de respeito à própria natureza, não é? E a gente vez se esquece de que nós somos natureza também. Nós estamos inseridos, né, nesse meio que é a nossa morada, que a gente precisa cultivar com muito amor, com muita fraternidade, a exemplo do que a própria natureza nos ensina o tempo todo. Então, é um pedido também de um SOS, de um socorro. A gente tem vivido isso todo ano, né, no Brasil, no mundo, tem tido vários enfrentamentos, né? Eh, e para refletir um pouquinho mais sobre isso, né, vamos ver um pedacinho de um vídeo aí na na fala do nosso querido eh Aíton Crenar. Não é isso que a gente vai ver, né, Ju? >> Isso. >> Fernandinha passar para nós aí, por favor. Pra maioria das pessoas, a ideia do antropoceno é uma ideia exagerada de biólogos e e alguns eh economistas distraídos, mas que não é uma coisa que tá acontecendo. Não existe uma era. O que existe é um fragmento aí, um evento muito curto e que eventualmente pode fazer a gente desaparecer daqui e muitos outros organismos antes da gente, que é o que nós estamos fazendo. Nós estamos fazendo desaparecer os outros. A pretexto de que nós estamos num mundo em vias de desaparecer, nós estamos desaparecendo com todas as nossas eh companhias de viagem. Já que a Ana usou aquela imagem eh da nave, me deu esse absurdo de mandato de ficar aqui pilotando uma nave junto com vocês, essa configuração aqui dessa sala e tudo. Eh, o que me ocorre é que eh a ideia de que o mundo está acabando é uma ótima desculpa pra gente não fazer nada. E é mais fácil a gente acreditar que o mundo que nós vivemos pode acabar do que nós sejamos capazes de introduzir mudanças nesse mundo, que é de uma cretinice escandalosa. Além da preguiça, além da falta de coragem, ele denuncia também um cretinismo, que seria um empobrecimento do espírito. Nós temos que ter capacidade de mudar o mundo que nós estamos habitando, principalmente quando nós sabemos o dano que nós estamos causando com a nossa

tinismo, que seria um empobrecimento do espírito. Nós temos que ter capacidade de mudar o mundo que nós estamos habitando, principalmente quando nós sabemos o dano que nós estamos causando com a nossa maneira de estar aqui, não é por estarmos aqui. Esse, essa casa comum, ela é um lugar maravilhoso pra gente coabitar com todos os outros seres que existe, né? Nós somos bem-vindos aqui. A questão é que quem não é bem-vindo aqui é o nosso modo de estar aqui. Nós estamos do jeito errado aqui na terra. >> Maravilha, né? Ouvir a Crenc é uma coisa muito linda, né, Ju? Então a gente vê quanta coisa importante que ele nos traz, né? >> É, a gente acho que a gente tem uma coisa a pontuar aí, né? Que na verdade ele tá falando da nossa estupidez, né? Do nosso comportamento, que é muito semelhante a do personagem do primeiro vídeo, né? A gente é tolo, acaba sendo tolo, acaba sendo estúpido, né? Eh, de nós agirmos da forma como nós agimos. Porque a gente, por exemplo, lá a gente começou falando sobre antropoceno no programa falamos sobre ecocídio, que seria justamente a destruição, né, da das coisas da natureza, que acaba sendo o quê? Um suicídio indireto para nós também, né? Então, essa forma de nós agirmos é bastante complicada. E o antropoceno, gente, é um é um conceito que ele remete basicamente ao modo de vida, como o Crenac tá falando, da nossa sociedade ocidental. Não é sociedade indígena que age dessa forma, né? Não são os aboríes, não são os povos mais simples, os mais pobres. São geralmente os que são mais ricos, que t mais poder de consumo, que desperdiçam mais, que compram mais. E a partir daí vai toda exaustão da terra, né? Vai toda contaminação da terra. Então a gente precisa observar muitas das nossas posturas, atitudes e comportamentos. É isso que a gente tá querendo chamar hoje aqui paraa nossa live. É isso mesmo. É o que a gente pode fazer. Ele chama atenção para isso, né, Marcina? Eh, nós às vezes fugimos da questão de de salvar, né, de fazer a nossa parte, da gente poder colaborar e

nossa live. É isso mesmo. É o que a gente pode fazer. Ele chama atenção para isso, né, Marcina? Eh, nós às vezes fugimos da questão de de salvar, né, de fazer a nossa parte, da gente poder colaborar e às vezes a gente vai destruindo porque vai acabar mesmo. Então, a gente já ajuda a destruir e vai sumindo com tudo. Na verdade, a nossa postura corajosa deve ser inversa. O que é que nós podemos fazer para mudar essa realidade? Eu queria que a Fernandinha trouxesse para nós aqui, o nosso tempo tá voando, a questão 733 de O livro dos Espíritos, que tem uma uma pontuação muito interessante, Allan Kardec trazendo para nós aí essa visão, não é? Que é a seguinte, eu pedi a a você consegue ler, Marcina, rapidamente para nós, por favor, querida? >> Sim, com certeza. A questão 133 diz assim: "Entre os homens da terra existirá sempre a necessidade de da destruição?" E os espíritos respondem: Essa necessidade se enfraquece no homem à medida que o espírito sobrepuja a matéria. Assim é que, como podeis observar, o horror à destruição cresce com o desenvolvimento intelectual e moral, principalmente moral, né? mas o intelectual no sentido de que você vai conhecendo, vamos sabendo, vamos entendendo o significado dessa, como diz a Juliana agora, dessa falta de de bom senso, dessa falta de de moralidade, de de, né, de de consciência em relação a ao lidar com com o o cotidiano. Por que que eu tô destruindo? Eu a gente começa a pensar por onde a gente começa a destruir o nosso o nosso orbe, né? A nossa morada. >> É, Marcina, uma coisa interessante, >> eu tava aqui pensando, né, a questão da lei de destruição, que é uma lei natural, é uma lei divina. A gente tem na terceira parte do livro dos Espis, né, que fala das leis morais. Tem a lei de conservação, tem a lei de destruição, mas a gente vê na natureza a destruição que existe é para um processo de transformação. Ela nunca é no sentido de uma destruição, de extinção, porque ela sempre propicia a renovação, a regeneração, o renascimento.

ê na natureza a destruição que existe é para um processo de transformação. Ela nunca é no sentido de uma destruição, de extinção, porque ela sempre propicia a renovação, a regeneração, o renascimento. A natureza dá para nós constantemente essa amostra de que ela consegue, né, diante mesmo das maiores dificuldades e o que é a destruição natural, é uma regulação da própria vida na sua diversidade para que haja inclusive um equilíbrio. Então isso é muito importante. E a gente tá evoluindo não é para destruir, é para construir, né? Não é paraa gente eh eh de repente abusar, é paraa gente fazer um uso adequado, é paraa gente colaborar, porque no fundo nós somos da própria natureza, nós somos natureza, nós estamos inseridos nesse meio. Enquanto a gente não tiver essa consciência, a gente às vezes vai agir de uma maneira que ainda é como se fosse alheio a nós, é distante, não é? Eu queria trazer também a reflexão do Evangelho segundo Espiritismo, por favor, Fernandinho, que é Santo Agostinho, Salve Melanjues. É isso mesmo. Ele vai trazer para nós, olha, no capítulo terceiro, quando vai falar de muitas moradas da casa, né, do pai ali, ao descrever o mundo de regeneração, Santo Agostinho adverte que, mesmo livre das paixões desordenadas, num clima de calma e repouso, a humanidade ainda estará sujeita às vicissitudes de que não estão isentos, senão seres completamente desmaterializados. Lembra na outra questão, né? Tá muito conectado que a necessidade existe enquanto a gente é muito materializado. A necessidade de destruição. Medida que a gente vai se desmaterializando, essa necessidade também vai deixando de existir. Há ainda provas a suportar nesses mundos. O homem ainda é falível. O espírito do mal não perdeu ali completamente o seu império. Não avançar é recuar. E se não está firme no caminho do bem, pode voltar a cair nos mundos de expiação, onde eu esperam novas e terríveis provas, né? Não é um castigo, mas é oportunidade. Se a gente não vai seguindo o caminho natural, o caminho

caminho do bem, pode voltar a cair nos mundos de expiação, onde eu esperam novas e terríveis provas, né? Não é um castigo, mas é oportunidade. Se a gente não vai seguindo o caminho natural, o caminho divino, que é o do bem, do amor, não é, da felicidade, a gente vai pela lei de causa efeitos sofrer as consequências. Aí vem a dor, vem o sofrimento, vem a expiação, porque a gente vai escolhendo esse caminho mais difícil. E agora a gente tem a oportunidade. E aí eu queria lançar aqui paraa Ju fazer a reflexão final para nós aí, não é, Fernandinha? Da pergunta pra gente deixar que passa tão depressa, não é? Afinal de contas, que nós podemos fazer a respeito junto. Pois é, né, gente? O que que a gente faz a respeito de tudo isso? Aí que fica a grande pergunta para todos nós. Nós estamos com uma campanha, né, em andamento, Geraldo. A Marcina também sabe, porque Marcina tá toda envolvida com eles como a gente. E essa campanha tem várias propostas de ação, né? O primeiro nível, o nível mais básico é aquele que a gente realiza no dia a dia, é a economia da água, né? é a reciclagem, é a redução do lixo, a redução dos plásticos e uma série de outras coisas ligadas também a diminuição de um consumo, né, exagerado, procurar melhorar o nosso consumo de uma maneira que a gente se torne mais próximo da natureza, né, mais repleto de compaixão, né, de vi de misericórdia para com a natureza e todas as suas criaturas. Da mesma forma, uma transformação, né, como a 733 diz, diz que a gente precisa caminhar aí par e passo com esse desenvolvimento intelectual e moral. Então, aprender mais, estudar mais, né, se inteirar mais das coisas que estão acontecendo no mundo e a gente perceber também a nossa participação, engajamento junto à aqueles grupos de trabalho, né, operosos que estão se envolvendo cada vez mais para ajudar a natureza, para ajudar os animais, para ajudar as pessoas em situação de vulnerabilidade, porque esses são os que mais vão sofrer com todas essas questões climáticas.

lvendo cada vez mais para ajudar a natureza, para ajudar os animais, para ajudar as pessoas em situação de vulnerabilidade, porque esses são os que mais vão sofrer com todas essas questões climáticas. Esses são os mais assim, eh, que os que menos fizeram, né, para que as coisas atingissem esse estado de coisa, mas os que mais vão sofrer, porque a gente tem notícia hoje pela ciência que países mais pobres são será são os que vão enfrentar os eventos climáticos extremos mais intensos. E vejam, nós que temos tanta riqueza, que temos tantas possibilidades, mesmo a gente fala assim: "Eu não sou milionário", mas a gente às vezes acaba desperdiçando, acaba nem prestando atenção numa coisinha aqui, ó, ali. Vamos começar a melhorar o nosso olhar. Vamos ter olhos de ouvir, olhos de olhos de ver e ouvidos de ouvir. Prestar atenção naqueles que nos chamam atenção e dizem: "Melhore a sua postura, modifique a sua conduta, porque a gente precisa assim, não só na parte da nossa reforma íntima, né, dos nossos sentimentos, nossos pensamentos, mas também tudo aquilo que nós expressamos externamente." Jesus queria dizer um pouco com isso também quando chamou a atenção lá dos fariseus, falou assim: "Olha, vocês estão preocupados aí em lavar as mãos ao comer, né? O que vem de dentro é o que purifica o homem, é o que justifica o homem. Ou seja, o que que nosso coração está trazendo ao mundo, né? Quais são as entranhas de misericórdia que nós estamos trazendo ao mundo? É isso que é importante. É isso que Jesus está interessado em nós. >> Exatamente, né, Marcine? E aí a Fernandinha traz para nós essa o convite, não é, para que todos possamos conhecer. Eh, esse site dentro do portal da FEB, o conscientizaçãoecológica.febnet.org.br. Ali tem várias informações interessantes a respeito de todo o trabalho que está sendo desenvolvido, bibliografia, material, né? Eh, exemplos, né, Marcina, casos concretos aí de experiências já em andamento pelas casas espíritas, pelas federativas, não é, Marcina? também envolvida ali. A

esenvolvido, bibliografia, material, né? Eh, exemplos, né, Marcina, casos concretos aí de experiências já em andamento pelas casas espíritas, pelas federativas, não é, Marcina? também envolvida ali. A Marlúcia falou, né, Marcina? >> Ah, eu eu abracei com muito carinho esse trabalho da gente e acredito que todos aqui assistindo estão também com essa mesma sensibilização. Com certeza vamos participar efetivamente desse trabalho junto com a Federação Brasileira, com as Federações estaduais, né, Geraldo? Beijo >> com certeza. Queridos, olha, nós vamos agradecendo aqui a participação de vocês, a presença, viu? Acessem o site e acompanha aí sempre pela FEB Live, sempre pela divulgação da FEB oficial, a gente vai estar sempre colocando, né, para vocês acessarem. E já deixa marcadinho aí como vocês acessarem hoje, né? acessaram hoje, toda quinta-feira, às 19:30, a gente tem essas 30 minutinhos de bate-papo sobre, né, a campanha espírita permanente de conscientização ecológica. Para nós é uma grande satisfação e vamos seguindo juntos. Ju, querida Marcina, muito obrigado, viu? Até a próxima oportunidade. Tchau, tchau a todos, queridos. Ciao. Oh.

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