#01 O que o Espiritismo tem a ver com Ecologia? | Conscientização Ecológica
🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "O que o Espiritismo tem a ver com Ecologia?". ✨ Convidados especiais: Letícia Klein, Geraldo Campetti e Marcina Barros. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica...
Boa noite a todos e todas que estão nos assistindo. Sejam bem-vindos, bem-vindas. Meu nome é Letícia. >> Olá, queridas, queridos. Que satisfação. Nós estamos iniciando aqui mais um programa Conscientização ecológica, como vocês viram aí na vinheta, não é? Uma satisfação. Estamos com o time de facilitadores que trabalha nessa campanha espírita permanente de conscientização ecológica. Muita satisfação, muita alegria de tê-los aqui conosco. Obrigado pela presença de todos, né, Marcina? >> Sim, boa noite, queridos amigos, queridos irmãos. É com alegria muito grande que estamos aqui junto com Geraldo, com Letícia, participando desse momento maravilhoso que nós vamos hoje trabalhar junto com vocês. >> Isso. Então, nós fazemos parte dessa equipe, dessa campanha maravilhosa e a gente vai começar a partir desse horário, nas quintas-feiras, a conversar eh com vocês sobre espiritismo, ecologia, o que que nós espíritas temos a ver com as questões ambientais deste planeta Terra. eh, nos quais moramos, né? Então, esse é o primeiro episódio do programa de conscientização e da campanha nacional permanente de conscientização ecológica, que foi lançada pela FEB em 2023. Então, depois de lançarmos o site da campanha esse ano, no dia 5 de junho, que foi mundial do meio ambiente, a gente lança hoje oficialmente o programa na FEB Lives, eh, para discutir as questões ambientais relacionadas com o espiritismo, essa integração entre essas duas, eh, ciências afins, né? E o que que a gente tem a ver com isso? Que como é que a gente pode contribuir eh para manter o nosso planeta próspero, né, para todas as as vidas que aqui existem. Então, para começar, a gente quer convidar vocês a participarem com a gente no chat, mandando perguntas, comentários, sugestões. Fiquem bem à vontade para conversar com a gente pelo chat. Então, agora a gente vai passar um trechinho eh de um vídeo eh do líder indígena brasileiro Ailton Krenque, que é ambientalista, filósofo, poeta, escritor. E nesse vídeo ele comenta
a gente pelo chat. Então, agora a gente vai passar um trechinho eh de um vídeo eh do líder indígena brasileiro Ailton Krenque, que é ambientalista, filósofo, poeta, escritor. E nesse vídeo ele comenta sobre quão íntima é a nossa relação com a natureza e a gente muitas vezes não percebe. Então vamos lá, Fernandinha, pode mostrar pra gente ali. >> Essa ideia de natureza, ela é uma ideia instituída. Eu costumo dizer que a gente desde o século XX tem sido instruído a imaginar que a natureza é tudo que não sou eu. Tudo que não é meu corpo foi instituído desde o século XX, que é a natureza, a modernidade, a revolução industrial. Essa coisa de nós nos reproduzirmos como uma humanidade que ocupa toda a superfície do planeta Terra é que nos fez refletir, pensar sobre a relação entre a ideia de humanidade e a ideia de natureza. Se as novas gerações despertarem para essa possibilidade, seja na literatura, na arte, em qualquer expressão do que a gente chama de arte, talvez a gente consiga finalmente alcançar uma linguagem que não seja só a reprodução desse mal entendido entre o corpo humano e os outros organismos vivos da Terra, que nós insistimos em separada. gente perguntar pra mãe terra qual é a conversa possível entre o corpo humano e aquilo que os seus antepassados chamaram de natureza. >> Muito legal esse vídeo, né? Eh, essa concepção que o Crenac conta de que a natureza, algo separado de nós, ela se consolidou no século XX, como ele menciona, né? Mas na verdade ela é uma ideia muito antiga já nas civilizações, em algumas civilizações humanas. E ela foi se fortalecendo ao longo do tempo, eh, com o pensamento moderno, especialmente no século X, ali com os pensadores como Francis Bay, com Renê Decartes, que acabaram trouxendo a ideia de que o universo era uma máquina e com isso se poderia separar todas as partes e analisá-las individualmente. Só que quando a gente faz isso, a gente acaba perdendo a ideia do todo, né, dessa integração, essa visão holística. Eh, e essa ideia que acabou se fortalecendo,
s partes e analisá-las individualmente. Só que quando a gente faz isso, a gente acaba perdendo a ideia do todo, né, dessa integração, essa visão holística. Eh, e essa ideia que acabou se fortalecendo, então, principalmente a partir da revolução industrial, ela virou um instrumento, né, na sociedade, assim, ela tem sido usada para justificar, né, muitos dos atos que a gente comete na nossa sociedade. E na Revolução Industrial aconteceu uma ruptura de uma ideia que se tinha naturalmente nas sociedades, que era vida de acordo com o tempo da natureza. Então, o amanhecer, o anoitecer, a vida era regulada por esses processos naturais. E com a revolução industrial, principalmente a partir de 1850, a vida começou a ser regulada pelo relógio, né, os ponteiros do relógio. E isso fez com que essa noção de separação se instituísse e ficasse cada vez mais forte na mente das pessoas, né? Então, se eu posso viver um tempo separado do tempo da natureza, eh, isso me permite fazer coisas com a natureza, né? Então, essa ideia acabou permanecendo muito forte na sociedade. E tem teve épocas e em que a natureza era vista inclusive como vilã, né, com a ideia de que ela poderia se vingar. Existem até alguns filmes que acabam abordando a ideia de que a natureza é vingativa, quando na verdade ela é a nossa mãe, né? Ela é a provedora. eh da nossa vida aqui nesse planeta. Então, o que a gente gosta de destacar nesse vídeo do Crená que é a ideia de que como as populações indígenas mesmo eh não têm a palavra natureza, né, porque não existe essa visão dissociativa, né? Nós somos natureza porque nós somos uma espécie natural, então nós somos parentes das outras espécies, parentes do rio, da montanha, eh do mar, das florestas. E e é uma uma visão muito bonita essa, né, que é na verdade uma visão real que foi sendo deixada de lado devido as interesses econômicos, interesses pessoais, eh, e instituições estruturais que foram sendo criadas na sociedade para manter esses interesses funcionando, né? E esses
oi sendo deixada de lado devido as interesses econômicos, interesses pessoais, eh, e instituições estruturais que foram sendo criadas na sociedade para manter esses interesses funcionando, né? E esses povos indígenas, eles foram tidos muito a conta de subhumanidade ou diante da da civilização ocidental, né? E por isso eles foram chamados de selvagens, de inferiores, de animais, por serem próximos da natureza, né? E por isso subjugados, explorados, escravizados. Então, a libertação da natureza, da destruição que alguns povos fazem sobre ela, especialmente as populações ocidentais, eh vai acabar só com o fim mesmo dessa concepção de inferioridade, de que tudo que eh não é ocidental e humano, né, não vale assim. Então, a gente precisa realmente voltar à ideia ancestral de que humanidade, sim, a natureza não tem como separar, não é verdade, muitos amigos? Lá Marcina. É isso aí, né? Que coisa bem bem colocada, né? Nós somos natureza. É tão bom quando a gente se sente assim, tudo fica mais fácil e a gente se sente melhor. Inclusive, muitas coisas de ações artificiais, porque dá realmente essa impressão, porque de fato é o que acontece, uma desconexão, né, Letícia, né, Marcina? A gente parece que tá distante da da realidade que é natural, né? E aí a gente acaba sofrendo vários impactos, inclusive interferindo de maneira que não é, né, a mais adequada e sofremos as consequências disso tudo, não é? >> Uhum. Exatamente. >> Com certeza. A gente vai se distanciando desse processo e a gente vai dando, desvalorizando a importância disso em nossas vidas, né? desvalorizando. >> É, no livro Espiritismo e Ecologia do Jornalista Ambiental André Trigueiro, que é espírita também, ele diz que as duas ciências, o espiritismo e a ecologia, são afim sinérgicas e elas sugerem abordagens sistêmicas da realidade. Ou seja, essa abordagem que vê o todo, né, vê de forma holística eh o planeta e todos os existentes que estão aqui, né? Então, os seres vivos e os não vivos, né? Os elementos, os elementos naturais. E aí, pensando que o
agem que vê o todo, né, vê de forma holística eh o planeta e todos os existentes que estão aqui, né? Então, os seres vivos e os não vivos, né? Os elementos, os elementos naturais. E aí, pensando que o espiritismo e o movimento espírita podem oferecer muitas informações e ferramentas para solucionar esses problemas socioambientais que são derivados eh do nosso mau uso, né? Mau uso, ma uso do nosso livre arbítrio, ma uso da nossa inteligência, ma uso do da nossa casa comum, né? Eh, a FEB lançou a campanha nacional permanente de conscientização ecológica em 2023. A gente é parte da equipe, né? Como já foi mencionado, vai ter um site, a gente já tá com um site, depois a gente vai colocar o link certinho para vocês verem. E aí agora eu queria convidar o Geraldo para contar um pouco desse histórico de como que surgiu essa campanha. >> OK. Olha, queria agradecer aqui, eu ler, né, Marcina, a ideia de >> de Santa Catarina, né, a nossa querida amiga, tá representando aí o Sul, a Marcina, né, eh, a Letícia jornalista ambiental, a Marcina entrega lá o trabalho da Federação Espírita do Estado de Alagoas, né, portanto, Nordeste, Fernando de tá nos bastidores aí conosco, né, diretamente de Houston, no Texas, Estados Unidos e a gente aqui está na região centro, né? Bom, gente, que maravilha. Gratidão aí pela presença de todos vocês que já estão chegando, já estão comentando várias pessoas que são aí do nosso círculo, né, que integram inclusive a a como é que se fala? Eh, e esse pessoal que tá trabalhando nessa ideia, né? Sejam aí os facilitadores, sejam pessoal do grupo de trabalho. Então, eh, contar um pouquinho dessa história. Eu não sei se a gente tem alguma projeção, né, Lê? Se tiver, a gente não tá visualizando, tá? Se tiver, >> eh, Fernandinha consegue me ajudar aqui >> que já para mim aparece que eu já tô compartilhando. Então, agora sim. >> Isso. Agora sim. Então, um breve histórico realmente dessa campanha. A campanha ela é, como o próprio nome diz, a campanha implica em ação, em
aparece que eu já tô compartilhando. Então, agora sim. >> Isso. Agora sim. Então, um breve histórico realmente dessa campanha. A campanha ela é, como o próprio nome diz, a campanha implica em ação, em movimento, né? Alguma coisa que vai ser realizada, vai ser proposta. é espírita, porque tem todo o embasamento da doutrina espírita, naturalmente, na contribuição que o próprio movimento espírita pode oferecer, como a Lê falou, da gente se integrar, da gente participar, da gente fazer alguma coisa nesse sentido, né, que nos toca de perto permanente, porque é um assunto que a gente precisa estar tratando o tempo todo, é um assunto, né, necessário e a gente tem muito ainda que construir, muita coisa por fazer. E conscientização ecológica, que aí a gente vai explicar depois esse termo direitinho, né? para poder entender, né? Tem a ver com a nossa morada, não é? Com o nosso espaço, com o nosso habitar, com o meio ambiente, com esse planeta que é o nosso lar. E a gente buscar, né, com essa conscientização, passando pela sensibilização, pela educação, chegar ao ponto de que realmente nós nos sentimos como somos, né, aqueles seres que fazemos parte da natureza. A natureza não é um instrumento, um objeto que a gente vai usar o nosso bel prazer, inclusive às vezes prejudicando toda a biodiversidade, não é? e também a nossa própria existência. Então, olha, essa campanha ela surgiu eh através de uma proposta que a própria Federação Espírita realizou, sentindo a necessidade de tratar desse assunto da ecologia do meio ambiente, né, diante dos enfrentamentos todos, né, da da emergência climática, da poluição, enfim. E nos reunimos inicialmente com integrantes do MOV, do movimento, né, espírita pela ética animal. Queridos amigos, né, a Ju está aqui participando, inclusive conosco do chat. Eh, é muito interessante, porque nós fomos criando uma ideia da necessidade de trabalhar algumas informações, de preparar materiais para que pudesse levar, né, também ao público. Bom, e aí nós levamos
Eh, é muito interessante, porque nós fomos criando uma ideia da necessidade de trabalhar algumas informações, de preparar materiais para que pudesse levar, né, também ao público. Bom, e aí nós levamos o assunto, né, a FEB propôs, levamos ao Conselho Diretor, Conselho Diretor concordou com a ideia, que é o presidente, os quatro vice-presidentes, levamos paraa diretoria da instituição, que também, não é, aprovou assim a ideia. E aí nós levamos para o Conselho Federativo Nacional, né, o Conselho Federativo Nacional, que é o órgão que realmente, né, pelo da Federação Espírita Brasileira que faz todo esse gerenciamento, digamos, a gestão do movimento espírita no Brasil. E aí foi constituída uma comissão integrada por pessoas das comissões regionais, que nós temos, né, no movimento espírita, quatro comissões regionais. Então, desde a comissão norte, né, comissão regional nordeste, sul centro, tivemos integrantes, além dos assessores, do pessoal da equipe da FEB, eh, compusemos aí essa, digamos, essa comissão para trabalhar os assuntos. durante um ano nós nos reunimos eh periodicamente fazendo, né, a elaboração de um texto que foi submetido numa reunião extraordinária do conselho, uma reunião online, depois, né, são três reuniões onlines e uma eh reunião eh presencial que ocorre em Brasília sempre em novembro. E nós temos em fevereiro, em maio e eh são melhor diz em agosto as reuniões online. Numa dessas reuniões, a gente levou o texto, o conselho, então, pelos seus integrantes, examinou, fez sugestões, nós voltamos para a equipe, né, tal, a comissão, conversamos, ajustamos e depois foi apresentado na reunião ordinária o texto final que foi aprovado. Então, em 2022 o texto foi aprovado. Em 2023 nós apresentamos, né, a campanha espírita, né, permanente de conscientização ecológica para o público no evento que foi realizado, né, no durante o Conselho Federativo Nacional de 2023, que foi o Festival da Terra. E durante o ano de 2024 nós percorremos as comissões regionais, não é, levando para
ico no evento que foi realizado, né, no durante o Conselho Federativo Nacional de 2023, que foi o Festival da Terra. E durante o ano de 2024 nós percorremos as comissões regionais, não é, levando para cada área. A, assim também fizemos agora em 2025, que ela sempre ocorre essas comissões regionais as reuniões ao primeiro semestre, a gente fez levando a cada área, área da arte, a área da, né, da do estudo, a área do atendimento espiritual que abraçou, né, Marcina, desde o primeiro momento, eh, a área também da mente unidade, enfim, do dig, né, da família, eh, e por aí vai. todas as áreas, áreas de dirigentes, nós fomos levando esse assunto, né, que foi ganhando forma, foi assim. E aí quando foi agora esse ano 2025 já estava previsto inclusive, né, no próprio texto base da campanha a a publicação de um site dentro do portal da FEB, um site específico, né, conscientização ecológica, já está publicado, foi lançado, né, lê eh nossa jornalista ambiental no dia 5 de junho, que é o dia, né, comemorativo do meio ambiente mundial, não é? Dia mundial do meio ambiente, conseguimos lançar esse site que vocês podem acessar, nós vamos divulgar, né, eh, aí pelo chat e esse endereço e vai ter aqui também para vocês verem, né, conscientizaçãoecológica.febnet.org.br. Já está disponível. Olha aí, já tá, né, na a nossa produção já trazendo aí o www.febnet.org.br/conscientesacal, né, ecologica. Consegue acessar, vai ter várias informações, depois vai falar um pouquinho e tal. E agora, né, em agosto, a partir de hoje, tava também nesse na programação do cronograma do texto básico foi aprovado, a gente elaborar um programa semanal para estar, né, junto aqui com vocês, conversando sobre esse assunto tão importante. Então, assim, resumidamente, ele é mais ou menos o histórico pra gente ter uma ideia de como a coisa aconteceu e o que virá aí pela frente, não é? Obrigada, Geraldo. Então agora a gente segue um pouquinho falando da finalidade da campanha e depois a gente vai explicar um pouquinho sobre a os
a coisa aconteceu e o que virá aí pela frente, não é? Obrigada, Geraldo. Então agora a gente segue um pouquinho falando da finalidade da campanha e depois a gente vai explicar um pouquinho sobre a os objetivos também, mas a finalidade da campanha é promover a conscientização do cidadão espírita sobre as nossas responsabilidades perante a natureza por meio de uma educação que transcenda os interesses exclusivamente humanos, ou seja, uma visão não antropocêntrica e que inclua o direito de viver de todas as espécies. E é um conceito que a gente chama de não especista, né, que vai incluir todas as espécies, oferecendo assim subsídios teóricos e práticos que contribuam pra mudança individual e coletiva em prol do equilíbrio dos ecossistemas. Essa é a finalidade da nossa campanha. E aí ela tem dois termos que são fundamentais paraa gente conseguir entender eh para onde a gente tá indo, o que que a gente deve fazer, né? e de onde a gente parte também, que é a questão do antropocentrismo e do especialismo, que eu vou pedir paraa Marcina comentar com a gente um pouquinho. Então, eh, esses esses termos que a Letícia acabou de colocar pra gente diz respeito exatamente a a algumas expressões que são colocadas, né, no meio, né, nesse nesse nessa área da ecologia, que para alguns de nós é um termo estranho, mas à medida em que a gente vai se afinando, né, se vinculando a essa área, a gente vai entendendo melhor como a gente vê aqui que o antropocentrismo ele presume assume a superioridade da espécie humana em relação às demais, constituindo-a como o centro da Terra e, portanto, com direitos exclusivos de usar, explorar, escravizar e matar as espécies não humanas para alimentação, entretendimento, vestuário, experimentação, experimentação científica, utensílios, entre outros. representa assim o assumir, assumir a postura de que tudo que habita na Terra foi criado para o uso e benefício do ser humano. Então a gente a gente vê o quanto nós precisamos compreender melhor eh eh o contexto do ser humano no
assumir a postura de que tudo que habita na Terra foi criado para o uso e benefício do ser humano. Então a gente a gente vê o quanto nós precisamos compreender melhor eh eh o contexto do ser humano no sentido de como a gente está lidando com os outros seres que estão ao nosso redor. É a partir dessa compreensão que a gente vai ampliando a consciência e entendendo que todos somos um, né, nesse nesse contexto da natureza. É por isso que é importante que a gente que a gente comece a observar o significado dessas expressões, desses termos, no sentido de de que nós nos engajemos melhor na questão da natureza, né? Segue aí, não é, Letícia? O o espécismo. O especismo é um conceito formulado por Richard Schider na década de 1970, significando a discriminação do ser humano para com outras espécies. Pode ser classificado em ao menos duas categorias: elitista e seletista. O especifismo elitista, ele refere refere-se à discriminação a todas as espécies não humanas, ou seja, considera inferiores todos os demais seres por supostamente não possuírem certas características eleitas como parâmetros de superioridade, como é o exemplo da racionalidade, da linguagem, da cultura, da alma. E o o espismo eh seletista, ele trata-se da discriminação a determinadas espécies não humanas, ou seja, ocorre quando alguns seres são escolhidos ou protegidos, exemplo, cães e gatos, relegando-se outros à exploração ou a morte, que é o caso de bovino, de suínos, de aves. Então, mais um termo que vai nos ajudar a entendermos melhor essa convivência com os seres que estão ao nosso redor e que muitas vezes a gente não dá o devido valor, a gente relega até ao sofrimento, como a gente viu aqui, que é o caso, por exemplo, da gente lançar a mão, né, do bovino, do suíno para para o nosso consumo, né, e a gente com certeza não vai fazer isso. com outras espécies, né? Não é isso, Letícia? >> Isso mesmo, Marcina. Obrigada. E agora a gente queria passar mais um videozinho que vai mostrar justamente porque a gente precisa combater essas duas
. com outras espécies, né? Não é isso, Letícia? >> Isso mesmo, Marcina. Obrigada. E agora a gente queria passar mais um videozinho que vai mostrar justamente porque a gente precisa combater essas duas realidades sintetizadas nesses dois conceitos que estão tão arregados hoje ainda, né? O amor atravessa nossos muros, nos acalma. Podemos baixar a guarda se apenas por um instante, uma fração de um momento, nossas almas se unem. Voltamos à nossa origem, não tão separados, não tão em conflito. O amor nos ajuda a transcender nossa separação física. Podemos estender nosso amor a todos os seres vivos para que mais seres se sintam seguros para que nossas almas possam curar. O amor nos completa. Deixemos que cresça. >> Lindo o vídeo, né? O amor através. >> Lindo, lindo. Ah, eu identifiquei ele. A voz parece da Juliana Ctola, narração. É, a voz é da Juliana. Sim. >> Ai, que legal. Muito legal. >> Muito legal. E então, como disse Vicente de Paulo no livro dos espíritos, né, na questão 888, amai-vos uns aos outros, eis toda a lei, a lei divina, mediante a qual governa Deus os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados. A atração é a lei de amor para a matéria inorgânica. Sede brandos e benevolentes para com os seres mais ínfimos da criação e tereis obedecido a lei de Deus. Então essa esse amor ele tá na lei e ele é um dever, né? Eh, aquele dever que a gente tem a alegria de cumprir e que a gente precisa aprender a cumprir ainda, porque nós não chegamos lá nesse amor que Jesus veio nos ensinar. Ele que nasceu em meio aos animais, né? já demonstrando amor eh pelos irmãos. >> Isso mesmo. E aqui nós temos também a nossa querida Joana de Ângeles, não é, pela psicografia do nosso amado Edivaldo Franco, no livro Leis Morais da Vida. diz assim: "Se desejas, todavia, compreender a necessidade de amar a Deus, acompanha o desabrochar de uma rosa, devolvendo perfume à vida, o que extrai solo em húmos e adubo." Fita uma criança, detente no ancião. Ama, portanto, pelo caminho quanto possas,
ade de amar a Deus, acompanha o desabrochar de uma rosa, devolvendo perfume à vida, o que extrai solo em húmos e adubo." Fita uma criança, detente no ancião. Ama, portanto, pelo caminho quanto possas, plantas, animais, homens, e te descobrirás por fim, superiormente amando a Deus. Como é bonito, né? Esse amor todo conectado com todos os seres criados por Deus na natureza. E a gente se sente assim devidamente integrado, não é? Como a gente tem essa expressão, né, Marcina aí, tão bonita, que vem no próximo aí. Olha que lindo isso. >> Com certeza, Geraldo. Muito lindo. E essa essa frase do Aton Krenac, né, que a gente viu no início, né, a gente viu que Aon Krenc é um renomado pensador indígena. E quando ele fala a natureza não é recurso, é parente, ele propõe que a natureza não deve ser vista como recurso a ser explorado, mas sim como um parente, um ser com o qual compartilhamos um vínculo sagrado e ancestral, que é essa perspectiva desafia a visão moderna da exploração da natureza e enfatiza a importância da interdependência entre o ser humano e o meu ambiente. É nesse sentido que Crenc tem nos trazido enormes contribuições, como a gente vê nessa linda frase que ele se que nós apresentamos agora. E aí a gente vai aqui, né, Letícia, já passando para a os nossos objetivos, né, senão a gente não vai dar conta, mas >> é, a gente vai deixar os objetivos, é, pro próximo episódio. Então, se você ficou curioso para saber os objetivos da campanha, vem com a gente semana que vem, que a gente também vai explicar porque que a campanha chama conscientização ecológica e não educação ambiental. Tem uma diferença bem interessante aí. Eh, e agora acho que a gente pode ver os comentários do público, né? >> Ah, sim, com certeza. >> Isso. A Fernandinha traz para nós aí alguns comentários com muita participação, né? Que beleza. Fica aí o convite, gente. Sempre às 19:30, toda quinta-feira, são 30 minutinhos apenas, estaremos juntos aqui, não é? O Alê, olha, Alê, Cris Veloso, que legal, Alexandre. Como faz para saber mais
eza. Fica aí o convite, gente. Sempre às 19:30, toda quinta-feira, são 30 minutinhos apenas, estaremos juntos aqui, não é? O Alê, olha, Alê, Cris Veloso, que legal, Alexandre. Como faz para saber mais informações sobre o programa? Agradeço o retorno, né? A gente sempre vai estar divulgando, tem um programa do Saber Ambiental aí também que o pessoal vai trocando informações no chat, né, que é lá do Rio Grande do Sul e Sabendo Ambiental. Tem vários outros programas também aí pelo Brasil afora, outras federativas, casas espíritas, a gente vai aos pouquinhos, né, eh, enfim, trazendo essas participações. OK. >> Isso. Aqui na tela tá o endereço, né, para quem quiser dar mais uma olhadinha, concentraçãoecológica.fabnet.org.br. br. Lá tem vários materiais sobre a campanha, materiais oficiais, ainda tá sendo abastecido. O site, na verdade, é um abastecimento contínuo de informações, de notícias, eh, de livretos que a gente vai fazer, vai ter um livreto síntese ainda ser publicado, depois um manual. A ideia é que a campanha, o site da campanha sirva realmente como um repositório de informações e de práticas pra gente adotar nas nossas vidas pessoais e também nas casas espíritas, né, para tornar as casas mais sustentáveis, mais ecológicas, mais em harmonia com o meio no qual elas estão inseridas. >> É isso aí. Olha aqui, né? Que bênção, gente. Eh, tem mais alguma participação, Fernandinha, aqui valorizando a presença tão importante, ó, Thaís, né? Acho uma ótima ideia, iniciativa, né? Estamos aqui mobilizando, feliz em fazer parte. Isso mesmo, Thís. Com tanta simpatia, marketing verde. Olha que coisa linda, né? Ah, olha aí a Marlúci vai ter que ser aí com a nossa querida, né, Marcina? Por favor, tá sem áudio. Abriu o seu microfone. Marco, >> obrigada, Marlúcio. Estamos aqui vibrando pelo por esse momento eh especial, né, na nossa na nossa caminhada. Obrigada. Então, >> a Marcela vai fala aí da Marcela. Querida, >> você é precisa abandonar o o antropocentrismo em favor de uma visão
elo por esse momento eh especial, né, na nossa na nossa caminhada. Obrigada. Então, >> a Marcela vai fala aí da Marcela. Querida, >> você é precisa abandonar o o antropocentrismo em favor de uma visão mais holística e respeitosa da natureza. É isso, Marcela. Obrigada. Obrigada, sim. A Marcela Letícia tá fazendo aniversário hoje. Coisa boa. >> Pedro Paulo conosco. Le >> Pedro, sou agricultor, trabalhando na agroecologia. Percebo quanto somos beneficiados quando há respeito aos seres diferentes a nós. Isso mesmo, Pedro. Muito bem. Obrigada. A Ju também lembrou aqui no chat que casa espírita que já tiver algum programa implantado com alguma ação ambiental ou alguma eh ação voltada para evangelização que já traga esses aspectos ambientais, pode entrar eh em contato conosco pelo site, tem uma aba contato, e a gente vai divulgar todas essas iniciativas e ações que as casas espíritas já estão fazendo e que vão fazer no futuro. Então podem mandar pra gente a mensagem que a gente vai divulgar no site, vai divulgar aqui no programa também para poder espalhar essa mensagem no Brasil todo. Isso mesmo, gente. É uma gotinha, digamos, por semana aqui, não é? Porque são 30 minutinhos, mas fica essa rica contribuição que vocês tiverem de experiência, não é? Pode compartilhar, como a Lei falou no site, tem lá como se cadastrar. Inclusive a gente vai publicar, viu, a experiência e tudo, vai ficar bem registrado lá. É bom que a gente vai cada vez mais somando esforços, tá bom? É isso. E nós já vamos encerrando aqui, né, Marcina, né, Letícia, esse momento, né, do conscientização ecológica, esse programa tá começando hoje com muita alegria. A gente agradece a presença várias pessoas de vários estados aqui conosco, de alguns países também, não é? Então é com você para fazer o fechamento aí do nosso programa. Agradecemos de coração a você que está nos assistindo e também a você que vai nos assistir depois, né? E fica o convite para nos acompanhar todas as quintas-feiras, às 7:30 da noite.
o nosso programa. Agradecemos de coração a você que está nos assistindo e também a você que vai nos assistir depois, né? E fica o convite para nos acompanhar todas as quintas-feiras, às 7:30 da noite. Relembrando então no próximo episódio nós vamos falar sobre os objetivos da campanha e por que ela tem o nome de conscientização ecológica e não educação ambiental. Nos vemos lá, >> OK, queridos? Tchau. Tchau. Obrigada a todos. Boa noite. Obrigada. Boa noite,
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