#07 Erradicação da pobreza e fome zero | Conscientização Ecológica

FEBtv Brasil 19/09/2025 (há 7 meses) 31:05 202 visualizações

🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Erradicação da pobreza e fome zero". ✨ Convidados especiais: Julliana Cutolo, Letícia Klein e Patrícia Cunha. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 Ative ...

Transcrição

Boa noite, boas-vindas ao programa da Campanha Nacional Permanente de Conscientização Ecológica da FEB. Meu nome é Letícia, hoje eu tô aqui com a Patrícia. Oi, Pat. >> Oi, Letícia. Boa noite. Boa noite a todos que estão conosco em mais uma live da campanha. A gente também tá com a Juliana, só que de forma um pouquinho diferente. Ela participou da programação desse episódio. Ela gravou a parte dela porque não ia conseguir estar ao vivo. Então, quando chegar o momento dela falar, a gente solta ela no vídeo. Eh, hoje a gente vai começar a falar sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável. No episódio passado, a gente deu uma introdução sobre o que que eles são, que eles compõem a agenda 2030, que foi criada lá em 2015. E a partir de hoje, então, a gente vai falar uma live sobre cada um dos 17 ODS. E a live, a live de hoje é sobre o primeiro deles, que é a erradicação da pobreza. Eh, antes da gente começar, eu já vou lançar uma perguntinha para você que nos assiste, quiser participar com a gente no chat. Eh, de quem que você acha que é a responsabilidade pela erradicação da pobreza? Pode comentar aí. Perguntinha difícil essa, né, Pat? >> Mas a gente vai, >> pelo menos vamos levantar outras questões, né? Exatamente. Fernandinha, pode projetar pra gente, por favor? Então, hoje a gente vai trabalhar o primeiro dos OTS, né? E segundo o Banco Mundial, eh, 44% da população do planeta Terra, ou seja, 3 milhões e bilhões esse e meio de pessoas, é quase metade do planeta, vive em situação de pobreza dentro dos parâmetros de países de classe média, de dentro da renda média, né? Eh, cada uma dessas pessoas vive com somente 6,85 por dia. Existe também uma parcela da população que é considerada ainda mais pobre, tá na categoria da pobreza extrema ou miséria. São 700 milhões de pessoas, mais ou menos, que vivem com cerca de ó por dia. Eh, são dados do Banco Mundial, né? E com base nessa trajetória atual, a projeção para 2030, que há 5 anos somente, é de uma pequena queda, então vai reduzir eh a população em

com cerca de ó por dia. Eh, são dados do Banco Mundial, né? E com base nessa trajetória atual, a projeção para 2030, que há 5 anos somente, é de uma pequena queda, então vai reduzir eh a população em extrema pobreza para 7,3%. E vai cair eh um pouquinho também a população considerada pobre, então vai para 3,4 bilhões. Eh, e nesse ritmo não dá não dá certo, né? Então, se o crescimento não acelerar e se tornar mais inclusivo, vai levar décadas até que a gente consiga erradicar a pobreza extrema no mundo e mais de 100 anos para que não tenha mais ninguém vivendo abaixo dessa linha da pobreza. Eh, no livro que a gente comentou na semana passada, O desenvolvimento Sustentável, Papel dos Espíritas, na Agenda 2030 do Carlos Orlando Vilarraga, ele comenta que muitas pessoas chegam a essa situação de pobreza ou miséria como consequência das crises econômicas e ambientais que afetam os países, que são resultados de decisões políticas equivocadas sobre questões ambientais, econômicas e sociais que procuravam manter e perpetuar determinados sistemas políticos, grupos e interesses, né? Então, o desemprego e a falta de oportunidades de trabalho aumentam nesses períodos de crise financeira e econômica. Eh, foi o que aconteceu na época da COVID, por exemplo, né? Então, agora a gente vai ver o que que a Juliana tem a dizer pra gente sobre o que o Espiritismo nos diz em relação à pobreza. Fernandinha, você solta o vídeo pra gente, por favor? Olá a todas e todos, meu boa noite. Pois é, Letícia, Patrícia e amigos, eu vou trazer aqui algumas considerações sobre como nós podemos analisar a pobreza enquanto cidadãos espíritas que somos. No mesmo livro citado, Carlos Orlando Vilarraga menciona que a lei da reencarnação nos permite entender que os seres humanos que estão nessa condição de pobreza podem ter sido nossos pais ou amigos em existências anteriores. Ele cita o Evangelho Segundo o Espiritismo no seu capítulo 13 e tem nove. Abre aspas. Tende sempre presente que, repelindo um pobre, talvez

em ter sido nossos pais ou amigos em existências anteriores. Ele cita o Evangelho Segundo o Espiritismo no seu capítulo 13 e tem nove. Abre aspas. Tende sempre presente que, repelindo um pobre, talvez repliqueis um espírito que vos foi caro e que neste momento se encontra em posição inferior à vossa. Fecha aspas. Bom, uma vez que todos pertencemos à grande família universal, que inclui todos os seres da criação, o nosso olhar precisa estender esse sentimento familiar pra miséria espalhada em todas as calçadas, comunidades, presídios, currais. pastos, abrigos, precisa estender a compaixão por toda a natureza e toda parte. Mas será que a pobreza é uma das principais causas que contribuem pros problemas sociais? Ou será que ela é uma consequência? Pela justiça da reencarnação, a riqueza, a pobreza e a miséria são momentos diferentes de uma mesma trajetória evolutiva, pois o mal rico, como expiação pode precisar experimentar a pobreza para desenvolver sensibilidade, empatia, generosidade. E o pobre também poderá viver as provas da riqueza para consolidar seu aprendizado de solidariedade, fraternidade e amor. A pobreza não pode ser encarada somente como expiação ou recurso evolutivo, sob risco de toda pobreza, fome e miséria serem consideradas justas e justificadas exclusivamente por finalidades evolutivas. Hoje já é possível a gente avaliar que existe uma parcela da humanidade que é responsável pelo agravamento das desigualdades e dos problemas sociais que acabam reproduzindo mais miséria e desigualdades. as consequências da corrupção, das injustiças sociais, dos abusos de todo tipo, da exploração criminosa da natureza, recaem sobre os vulneráveis humanos e não humanos e precisam acabar. Portanto, deveríamos trabalhar continuamente para eliminar as condições socioeconômicas que perpetuam a pobreza no mundo e colaborar para modificar a forma como estão organizadas as estruturas. excludentes da sociedade. O espírito Feron, no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 16, item 13, nos

am a pobreza no mundo e colaborar para modificar a forma como estão organizadas as estruturas. excludentes da sociedade. O espírito Feron, no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 16, item 13, nos adverte que é nosso dever igualmente imperioso e meritório o de prevenir a miséria. Precisamos considerar a necessidade de buscarmos ativamente uma melhor organização socioeconômica e política para prevenir e combater a pobreza causada por desvios e negligências de todo tipo. Meu boa noite a todos. Muito bem, fica aqui o nosso agradecimento a Ju pelo vídeo, a participação. Então, como ela comentou, temos sim as causas anteriores da pobreza, da riqueza, né, que são questões envolvendo a justiça da reencarnação, mas também existem causas atuais ou causas que perduram há séculos e que vem derivadas de sistemas políticos, econômicos e sociais que afetam humanos e não humanos, né, todos os animais, todos os seres vivos, as plantas e todos os ecossistemas também. É, e aí tem eh essa frase que é muito bonita, mas que a gente não vai ler não. Aqui a gente vai passar um vídeo que a Juliana fez com essa frase, imagens que nos mostram quão triste é a questão da pobreza e que a gente sim precisa atuar para combatê-la, né? Porque como a gente viu, não é só uma questão de justiça reencarnatória, né? É um problema social causado pela humanidade que a gente precisa combater, né? Não é porque a gente entende pela lei da reencarnação das provas e expiações que precisam acontecer e que a gente vai deixar de fazer o nosso papel na evolução do mundo. Não é isso, Pat? Não é essa nosso papel como cristãos principalmente. >> Exatamente. É o nosso papel como cristãos, né? Fazer a nossa parte para que se a gente não consegue prevenir, então vamos nos unir para erradicar finalmente a miséria do nosso planeta. Exatamente. Então, Fernandinha, te peço para compartilhar o vídeo, por favor, sobre a pobre. เ Essa frase nos dá um embasamento muito bom para essa questão de como que nós espíritas podemos atuar, né? Não só

nte. Então, Fernandinha, te peço para compartilhar o vídeo, por favor, sobre a pobre. เ Essa frase nos dá um embasamento muito bom para essa questão de como que nós espíritas podemos atuar, né? Não só espíritas, né? Mas trazendo pro nosso movimento, mas antes queria trazer a frase aqui do Alexandre Casar em 19:34, né, respondendo já uma primeira resposta lá da nossa pergunta do início, eh, que ele comenta que os responsáveis pela erradicação da pobreza somos todos nós, responsabilidade individual e coletiva, que é justamente essa questão, né, que o Allan Kardec traz essa frase eh, no Evangelho, né, que realmente é uma questão que todos nós precisamos trabalhar. Eh, então o que acontece é que a gente precisa atuar para poder reduzir, eliminar primeiro reduzir até eliminar as causas da pobreza atuais, né, que são morais, são políticas, são econômicas, são sociais, denunciando essas causas e também nos engajando em projetos, atuando em instituições, apoiando iniciativas e políticas públicas transformadoras desse estado de coisas como existe hoje, né, dessa pobreza, dessa dessa miséria. E a única forma de fazer cessar o sofrimento e a pobreza é eliminando as causas dessas aflições, né? Remediando o que existe agora e para poder prevenir para que isso nunca mais aconteça. Eh, Pat, você fala pra gente como que a gente pode combater a pobreza no movimento espírita. Tem uma outra frase do Fenelon aqui que vai bem na questão também, né? Eh, eu tava lendo essa frase antes da gente entrar, Letícia, tava me lembrando que ainda essa semana eh eu tive fazendo uma live aqui no movimento espírita de Petrópolis de um texto do pastorino que falava sobre a riqueza e a pobreza e ele falava que verdadeiramente pobre é aquele que não sabe não sabe doar de si mesmo para os outros. Então esse é o verdadeiramente pobre, né? Então, que a nossa pobreza individual não contribua para a miséria material do mundo, né? Então, quando o Fenelon nos fala a todos os que podem dar pouco ou muito, direi

é o verdadeiramente pobre, né? Então, que a nossa pobreza individual não contribua para a miséria material do mundo, né? Então, quando o Fenelon nos fala a todos os que podem dar pouco ou muito, direi pois, dai esmola quando for preciso, mas tanto quanto possível convertei-a em salário a fim de que aquele que a receba não se envergonhe dela. Então, eu acho que essa frase ela ela mostra bastante eh a grandiosidade do trabalho que temos à nossa frente, porque a esmola ou o que a gente chama de assistencialismo, infelizmente ainda é necessário, apesar de várias políticas públicas que a gente já tem no nosso país. Eh, a miséria, ela atinge tantas áreas da base da sustentação da vida no planeta, que são muitas frentes para serem combatidas. E quando a gente lida de perto com as pessoas que vivem em vulnerabilidade, a gente percebe que é aquela coisa, falta tanta coisa, né? Falta o trabalho, aí a pessoa tem um filho, aí consegue uma vaga na creche, mas a creche fecha 16:30. Não tem trabalho que acaba 16:30, então aquela mãe fica privada de poder trabalhar por um período. Eh, são várias questões, né, que a gente se depara na prática. Então, quando a gente vê aquele outro trechinho do Evangelho que a Ju colocou aí no vídeo que ela fez, muito significativo, é uma coisa que eu sempre releio esse trecho do Evangelho, porque para mim ele é um norteador do trabalho que a gente desenvolve. Eu sempre me faço essa pergunta. Eh, vejamos mesmo se Deus não colocou em minhas mãos meio de fazer cessar esse sofrimento. Se não me foi dado a mim como prova, também como expiação, talvez deter o mal e substitui-lo pela paz. Então, como que a gente vai saber se nós temos os recursos necessários para atender a necessidade do outro? a gente precisa conviver, a gente precisa conhecer. Então, eh, se tem uma coisa que eu acho assim fundamental quando a gente pensa em erradicar miséria, é conhecer verdadeiramente a miséria no seu local, nas comunidades, na vida dessas pessoas. Porque às vezes nós nos

m uma coisa que eu acho assim fundamental quando a gente pensa em erradicar miséria, é conhecer verdadeiramente a miséria no seu local, nas comunidades, na vida dessas pessoas. Porque às vezes nós nos deparamos com situações que nós não podíamos supor que as pessoas estivessem expostas a situação de tamanha precariedade e tamanha necessidade. E aí a gente vê também no livro do Vila Raga que ele fala de uma de uma coisa que o objetivo final seria isso que Fenelon queria nos dizer, né? As empresas sociais. A empresa social é uma forma de você estar ajudando e remunerando com salário, mas não é uma coisa simples a gente eh ter uma empresa social, por onde que a gente começa, né? Então, Letícia, eu vou falar um pouquinho sobre a prática que a gente tem na página prato, como é que a gente consegue caminhar nesse sentido. Eh, acho que a coisa talvez mais importante quando a gente tá trabalhando em qualquer como objetivo erradicar a miséria, é nunca esquecer essa pergunta do evangelho. O que que tá nas minhas mãos fazer? O que que a pessoa precisa? Então, a gente pode dizer que, na verdade, um ponto muito importante seria a gestão de desenvolvimento social. O que seria isso na prática? É uma coisa que você pode fazer com uma única pessoa. Você tem lá aquele grupo de pessoas que você atende oferecendo uma cesta básica, às vezes oferecendo um curso profissionalizante, que é a coisa, a primeira coisa que surgiu para todos nós no movimento espírita, quando nós percebemos que só oferecer o alimento não era suficiente, era preciso, né, fazer algo mais, o famoso ensinar a pescar. E hoje a gente observa que só o curso profissionalizante ele ainda não atende essa erradicação. Por quê? Vou dar um exemplo aqui bem simples. Você vai oferecer um curso de formação de padeiro, eh ensinar as pessoas a fazerem um artesanato, a fazer biscoito, qualquer coisa. Só que às vezes na realidade da casa dessa pessoa, o ambiente é insalubre paraa produção de alimentos. A pessoa não tem um forno em

s pessoas a fazerem um artesanato, a fazer biscoito, qualquer coisa. Só que às vezes na realidade da casa dessa pessoa, o ambiente é insalubre paraa produção de alimentos. A pessoa não tem um forno em casa ou se tem um forno, é um forno que não não funciona bem. Então muitas vezes ela vai pegar aquilo que a gente ensinou e vai acabar usando apenas para ela e paraa sua família. Aquilo não vai se transformar nesse salário que Fenelon nos fala. Então, o desenvolvimento, a gestão do desenvolvimento social seria, eu comparo muito, Letícia, sabe quando a gente tem criança que tá aprendendo a andar? O que que a gente faz? A gente prepara um ambiente, né? A gente coloca o sofá, entre o sofá e a mesinha, a gente coloca um banquinho para que ela possa ir se apoiando e comece a andar cada vez mais até que ela vai soltar os bracinhos e vai atravessar a sala inteira. Então, na gestão de desenvolvimento social, a gente não só ensina a pessoa, oferece a ela uma profissão ou um aperfeiçoamento, como nós vamos amparando o caminhar dessa pessoa para que ela possa transformar esse conhecimento num empreendimento, numa profissão ou num emprego. Isso pode ser feito de várias maneiras, né? Não só na parte do empreendedorismo, nós podemos ter parcerias com locais que recebam essas pessoas eh para estágios ou façam parcerias para que contratem essas pessoas. Então, uma coisa que nós precisamos pensar muito é que diante de tantas necessidades, fazer parcerias é importante, né? É muito importante que nós estejamos conectados para uma grande rede, porque são tantas as vertentes de necessidades que essas pessoas vão ter, que para que você faça essa gestão, você vai realmente precisar de vários braços, que são os diversos trabalhos, não só a nível de política pública, mas também de outras organizações não governamentais, religiosas ou não, que possam se unir para oferecer às pessoas verdadeiramente um novo caminho, uma nova forma de estar no mundo. A gente colocou aqui nesse nesse slide a questão da desnutrição e

ais, religiosas ou não, que possam se unir para oferecer às pessoas verdadeiramente um novo caminho, uma nova forma de estar no mundo. A gente colocou aqui nesse nesse slide a questão da desnutrição e da obesidade, mas eu acho que a gente vai tratar melhor disso quando nós formos falar das da ODS2, não é Letícia? Então eu acho que a gente é focada em fome zero, >> eu acho isso aí. e a gente vai poder aprofundar mais isso, mas a desnutrição e a obesidade também são fatores que aprofundam ainda mais o distanciamento social que existem até as pessoas que estão em vulnerabilidade e o resto da sociedade. >> E vai bem ao encontro do que tu falou para sobre conhecer as necessidades daquelas pessoas, né? Realmente entender qual é o quadro que ela vive de pobreza, de miséria, né? né, do que que tá faltando, qual que é a necessidade daquela pessoa. Tem um comentário aqui eh da, deixa eu trabal aqui do Pedro Paulo de Oliveira em 1943, que ele fala, né, que nós espíritas precisamos trabalhar na orientação dos nossos irmãos necessitados, né, Pat, como você falou, que muitos se encontram nessa situação de pobreza por não conhecer suas qualidades, né, suas habilidades, desenvolver habilidade. Então é é fazer isso e ir além, né, exercendo essa questão da empresa social e dando esses recursos para que a pessoa de fato possa gerar o seu salário, né? como o Fenelon falou, tem muitos comentários legais aqui. Às vezes, eh, temos a nossa autoestima um pouquinho rebaixada, temos uma insegurança e nós tivemos acesso à informação, ao estudo. Vamos imaginar como é a autoestima dessas pessoas que viveram em ambientes onde foram sempre muito desqualificadas. Então são tantas as vertentes que a gente tem que ter um olhar, um olhar para cada irmão, fazer aquela pergunta: "O que que eu posso fazer por esse esse irmão que tá aqui?" >> Exatamente. Até a Ah, só antes de finalizar, a Letícia Ramos comentou ali, né? 19:47, apareceu rapidinho que dói essa questão da pobreza, né? Porque Deus não quer que seus filhos sofram tanto

qui?" >> Exatamente. Até a Ah, só antes de finalizar, a Letícia Ramos comentou ali, né? 19:47, apareceu rapidinho que dói essa questão da pobreza, né? Porque Deus não quer que seus filhos sofram tanto desse jeito, né? Gratidão você por est participando com a gente hoje. Então assim, tá nas nossas mãos, né, de quem puder ajudar a tirar nossos irmãos dessa situação de pobreza e de miséria. >> Sim. >> E não é só miséria, humana, >> né, Pati? >> Sim, com certeza. Eh, as ajudas são em todos os níveis. Se a gente tá na rua atendendo as pessoas em situação de rua, é um tipo de situação. As pessoas que estão na comunidade éem um outro tipo de de situação. Pra gente levando pro encerramento, para deixar assim alguns questionamentos como sugestão, né, paraas casas espíritas, para as pessoas debaterem entre o grupo de trabalhadores. Eu queria contar uma espécie de uma historinha que faz uma analogia muito interessante que o professor Luís Ignatro e também contou numa conferência que ele fez no Congremóvel do ano passado, eh, falando, dando o seguinte exemplo: imagina que nós estejamos numa praia ali, aproveitando o dia, o sol e de repente do alto de um penhasco cai uma criança e a gente corre e socorre aquela criança e atende ela. Meu Deus, que isso? Como é que essa criança caiu? E aí depois que consegue socorrer a criança, daqui um pouco vem, cai outra criança. E aí você vai e e socorre mais essa e daqui a um pouco cai mais outra. Vai chegar num ponto que nós vamos parar e perguntar: "Gente, que que tá acontecendo para essas crianças estarem caindo lá de cima do Penhasco? Vamos subir até o Penhasco e ver o que está acontecendo para que hajam tantas crianças caindo aqui. Então, é essa pergunta que a gente precisa se fazer. O que que existe no nosso sistema social que promove tanta miséria, tanta dor, tanto sofrimento, tanto abandono? Uma coisa que me dói muito e quando a Letícia falou dessa dor, eh, você às vezes vê a conformação da pessoa. Uma vez eu tava esperando uma senhora para m

, tanta dor, tanto sofrimento, tanto abandono? Uma coisa que me dói muito e quando a Letícia falou dessa dor, eh, você às vezes vê a conformação da pessoa. Uma vez eu tava esperando uma senhora para m pegar uma cesta básica e ela veio toda feliz, com envelope na mão. Graças a Deus consegui pegar a minha mamografia que eu fiz no ano passado. Tá fazendo um ano. Tava fazendo um ano que ela tinha feito o exame. já tava na época de fazer outro e ela estava agradecendo porque ela tinha conseguido apanhar o resultado. Então, são tão pequenas as coisas, né? São tantos detalhes, é uma estrutura social que aonde essas pessoas são realmente invisibilizadas e elas acabam se acostumando como se isso fosse uma coisa natural. Então, cabe a nós que estamos em outra situação nessa encarnação, a colocarmos todo o nosso conhecimento, habilidades, tudo aquilo que a gente tem, né, para que isso se extermine, né, acabe com essa com essa opressão social, né? Exatamente. E então o Vila Raga, ele sugere várias ações que a gente pode fazer nesse sentido, né, para tentar eh eliminar, diminuir as causas da pobreza. Vamos lá, então, Pat. Olha, participar de uma de uma instituição que esteja trabalhando para realizar para reduzir a pobreza na sua área. Isso a gente às vezes não tem na nossa casa, mas pode ter em outro lugar, pode ter numa organização eh não governamental ou pode ter no trabalho até da próprio governo, da prefeitura, da nossa cidade. O importante é a gente participar, apoiar e fiscalizar os políticos que estão elaborando projetos ou leis para reduzir a pobreza. Isso é muito importante, né? Não é política partidária, é está interessado nas ações políticas, que são verdadeiramente as ações que têm maior abrangência para que isso aconteça. Denunciar a corrupção para evitar o desvio do dinheiro público. A gente sabe que, infelizmente, no nosso país esse é um assunto que ainda precisamos também erradicar. >> Sim. >> E criar. Qual é esse último, Letícia? criar ou ajudar uma empresa social.

iro público. A gente sabe que, infelizmente, no nosso país esse é um assunto que ainda precisamos também erradicar. >> Sim. >> E criar. Qual é esse último, Letícia? criar ou ajudar uma empresa social. E eu acho que essa gestão de desenvolvimento social, ela pode ser o precursor da empresa. Eu tenho percebido, Letícia, que esse trabalho de tentar fazer isso pelos outros, ele é como se fosse realmente uma escada. Você dá um passinho, se estabelece num patamar, aí você anda mais um degrau e assim devagarzinho a gente vai ampliando o nosso raio de ação. >> Exatamente. E a gente deixa também algumas questões para discussão, para reflexão nas casas espíritas, seja em palestra, seja em grupo de estudo, entre os organizadores, coordenadores da casa em momentos de reunião, que são bem importantes também, né? Quais são essas? >> Devemos dar esmola. A casa espírita deve promover atividades assistencialistas. O modelo de governança com governos centralizados e centralizadores terá espaço numa agenda totalmente colaborativa. Assistencialismo é um elo necessário na na grande teia da vida. Olha que temas que a gente poderia ficar discutindo aqui muito, né? Porque é um assunto que nenhum de nós tem a solução, né, Letícia? a gente precisa conversar muito, refletir muito sobre cada assunto desse para que a gente possa realmente construir um caminho que vá nos levar finalmente a radicar a miséria do nosso planeta. >> Exatamente. E pegando o gancho lá daquela pergunta que a gente fez no início, de quem é a responsabilidade pela erradicação da pobreza, coloque aí no chat se você tinha uma opinião diferente e agora tem outra. Se você achava que a radicação da pobreza era, por exemplo, de responsabilidade do governo e agora você acha que é de cada um de nós. Comenta aqui eh qual que é a sua opinião, se você mudou ao longo desse programa aqui. E a gente também quer fazer um convite que a gente tá sempre chamando as pessoas para ação, né? A gente sabe a importância de agir em prol do mundo de regeneração que a

u ao longo desse programa aqui. E a gente também quer fazer um convite que a gente tá sempre chamando as pessoas para ação, né? A gente sabe a importância de agir em prol do mundo de regeneração que a gente busca. Então aqui a gente já vai deixar uma dica. A Fernandinha já tá com o link do site pronto ali do Limpa Brasil. Essa semana estão acontecendo várias ações eh de limpeza no Brasil e no mundo, em vários países. E no site você pode pesquisar sua cidade se tem alguma ação da qual você possa participar, que tem a ver sim com o cuidado da nossa casa, que está ligado diretamente com a questão da pobreza e da miséria, né? Então, a gente agradece a sua participação, você que está ao vivo, você que vai ver depois esse programa gravado. Eh, no próximo episódio nós vamos falar sobre o segundo ODS, que é fome zero e agricultura sustentável. Então, fica aqui o convite para que você nos acompanhe semana que vem também. Obrigada, Pat pela sua participação. >> Eu agradeço >> e até lá. Boa noite. >> Até lá. Boa noite, M.

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