#17 Cidades e comunidades sustentáveis | Conscientização Ecológica

FEBtv Brasil 28/11/2025 (há 4 meses) 32:13 115 visualizações

🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Cidades e comunidades sustentáveis". ✨ Convidados especiais: Alexandre Casari, Letícia Klein, Nara Mattos e Silvana. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔...

Transcrição

Boa noite, boas-vindas ao Programa de Concentração Ecológica da FEB. Eu me chamo Letícia, hoje eu tô aqui com a Nara e o Alexandre. Tudo bem, queridos? >> Boa noite. Tudo bem, Letícia? Boa noite a todos. Boa noite, Alexandre. >> Boa noite, Nara. Boa noite, Letícia. Boa noite, amigos e amigas que estão nos acompanhando. >> A gente faz parte da equipe de facilitação da campanha de conscientização ecológica da FEB. E neste programa de hoje, a gente vai falar sobre o ODS8, objetivo de desenvolvimento sustentável, que fala sobre cidades e comunidades sustentáveis. Fernandinha, coloca na tela pra gente, por favor. Tem essa login aí. Eh, esse ODS busca tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. E antes da gente começar a conversa, como sempre, né, a gente pede a participação de quem tá ao vivo e depois quem vai assistir não ao vivo pode deixar também nos comentários, né, embaixo do vídeo. Eh, e a resposta para esta perguntinha aqui, qual que é a sua visão de uma cidade sustentável? O que que você considera que uma cidade que é resiliente, inclusiva, sustentável precisa ter eh ser denominada assim, né? Então, pra gente entender um pouquinho mais sobre o propósito desse ODS, a gente precisa voltar um tiquinho no tempo para falar sobre história e o contexto das cidades, né? Então, a história da nossa espécie humana na Terra, ela mostra que os nossos antepassados viviam em pequenos grupos nômades que se mudavam conforme a disponibilidade de alimento no ambiente, porque eles eram caçadores, eles eram coletores de frutas. Com o tempo, a invenção da agricultura e também a domesticação dos animais permitiam que essas esses grupos de pessoas se estabelecessem em alguns lugares e formassem então pequenas comunidades que foram crescendo, foram se tornando assentamentos, povoados, futuramente cidades, né, até chegar no que a gente conhece hoje no mundo. É, de acordo com o senso demográfico feito em 2022 pelo IPGE, 87% dos brasileiros moram em cidades, que é

ntamentos, povoados, futuramente cidades, né, até chegar no que a gente conhece hoje no mundo. É, de acordo com o senso demográfico feito em 2022 pelo IPGE, 87% dos brasileiros moram em cidades, que é um uma porcentagem bastante alta. No mundo, esse número cai um pouquinho, mas ainda assim passa da metade da população mundial vivendo em centros urbanos. A estimativa é que em 2050 esse número atinge a 6,5 bilhões de pessoas, né? Hoje, mais ou menos mais de 4 bilhões e meio de pessoas moram em cidades. Então, em 25 anos, esse número vai subir 2 bilhões. E as cidades elas são consideradas motores de desenvolvimento, só que elas também, infelizmente, são causa de devastação ambiental. Eh, em vários aspectos, né? As cidades ocupam só 3% da superfície do planeta, só que elas são responsáveis pelo consumo de 60% da energia que é produzida no mundo. E elas também emitem 70% dos gases de efeito estufa que são gerados no planeta. Eh, existem outros problemas também que a gente pode citar. eh desmatamento para expansão imobiliária, a própria expansão das cidades vai fazendo com que as matas ao redor sejam desmatadas, né? Tem a questão da poluição sonora, da poluição visual, eh, poluição hídrica, o crescimento dos resíduos, a morte das aves por prédios espelhados e até o eh o distúrbio de comportamento de aves. Isso já é cientificamente comprovado. Tem vários estudos que mostram que, por exemplo, a iluminação noturna afeta o comportamento das aves, o comportamento reprodutivo delas. pode até fazer com que espécies diminua a sua população, eh, por causa disso, eh, segundo a Organização Mundial da Saúde, a poluição do ar, que é um dos principais problemas das cidades por causa dos gases emitidos pelos pelas indústrias, pelos carros, é responsável pela morte de 7 milhões de pessoas todos os anos no mundo. é a quarta maior ah é o quarto maior fator e de morte prematura no mundo, a poluição. Então, diante assim desse cenário que a gente vê que gera muitos problemas eh não só puramente ambientais, quando a

a quarta maior ah é o quarto maior fator e de morte prematura no mundo, a poluição. Então, diante assim desse cenário que a gente vê que gera muitos problemas eh não só puramente ambientais, quando a gente fala de problemas ambientais, a gente tá falando de problemas de saúde, a gente tá falando de desigualdades. Então, para resolver esses problemas, a gente precisa sim transformar as nossas cidades em espaços ecológicos, espaços sustentáveis. Afinal, a maior parte da população vive nesses centros urbanos, né? A gente não tem como pensar sustentabilidade no planeta sem pensar em cidades sustentáveis, não é mesmo? Ol, nesse cenário de cidades sustentáveis, quais são os nossos desafios? Então, minha amiga, dentro dos desafios que tu mencionou, a gente pode pensar que existem quatro grande tendências, né, em relação a esses desafios, né, essas, então, dentro dessas quatro grande mega tendências, né, estão as alterações demográficas, depois a gente vai falar um pouquinho mais sobre isso, né, no partes do planeta com um crescimento da população muito grande em outras regiões de diminuição ou envelhecimento da população, a questão da revolução tecnológica que nos impacta a todos nós diretamente, indiretamente, né, o oamente o advento e o desenvolvimento cada vez mais das inteligências artificiais, que como a gente sabe também tem um impacto ambiental, né, na questão do resfriamento das dos servidores. a pressão pela descarbonização, né, uma temática também presente na COP 30, recém- realizada em Belém do Pará, e o crescimento do risco climático, né, a gente tem visto nos últimos anos também, infelizmente anos, ano após ano, a temperatura média do planeta aumentando, né, o que nos dá muitos alertas vermelhos assim, né, e urgentes para para ver como a gente precisa trabalhar, a gente precisa procurar soluções, né, procurar ser mais resilientes, né, enquanto cidadão, quanto pessoa, quanto espírita. Assim como as cidades, os movimentos também precisam dessa reliência, resiliência, perdão. Então é necessário

, né, procurar ser mais resilientes, né, enquanto cidadão, quanto pessoa, quanto espírita. Assim como as cidades, os movimentos também precisam dessa reliência, resiliência, perdão. Então é necessário essa convivência harmoniosa, né? Que a cidade seja mais inclusa, seja eh mais receptiva, né? Com esse aumento da população que está acontecendo, né? Há uma projeção que dentro de poucos anos, né? Hoje nós temos uma população mundial em torno de 8 bilhões de pessoas. E a e as previsões chega aqui em pouco tempo a gente chega a 10 bilhões, né? Então são desafios, né? Pra gente conseguir também dar um um sustento para toda para todos nós, assim como também da de saber gerir os recursos do planeta também para melhor fazer a recolocação disso, né? Então dentro dessa convivência harmoniosa, né? Além do aumento propulcional, tem as diferenças culturais, comportamentais de gênero, né? Questão dos refugiados, né? Esses deslocamentos forçados. A gente um termo que a ciência tem empregado, criando força nos últimos anos, a questão dos refugiados climáticos, né? as pessoas que são obrigadas a se forçadas a se deslocar do local de onde vivem em função das questões ambientais, climáticas, né, que têm acontecido, como a gente pode citar a questão dos desastres naturais, furacões, tsunamis, furacões, né, a gente teve, a gente não tem furacão no Brasil, mas tivemos um exemplo de de um tornado no interior do Paraná há poucas as semanas que fez um estrago, né, falando da questão das cidades, destruiu praticamente uma cidade inteira de pequeno porte. Além das outras questões, né, naturais, inundações, é algo que a gente cita bastante também, esses eventos acontecendo com mais frequência, né, por coincidência, hoje nós três aqui moramos na região sul do Brasil, aara no Rio Grande do Sul, a Letícia em Santa Catarina. Então, o ano passado a gente viu a questão das enchentes, né? Em 2023 já, 2024 nem se fala. Santa Catarina também sofrendo com enchentes agora no Vale do Taquari, semana, perdão, no Vale do Itajaí semana

ão, o ano passado a gente viu a questão das enchentes, né? Em 2023 já, 2024 nem se fala. Santa Catarina também sofrendo com enchentes agora no Vale do Taquari, semana, perdão, no Vale do Itajaí semana passada, no Paraná, com com os tornados, né, sem sem estar e sem falar outras regiões do Brasil também atingidas por esses desastres. Então, e falando na questão da das relações das pessoas, né, não só da questão ambiental, eh existe os problemas sociais que a gente precisa ter essa resiliência para se adaptar, né, que tem a questão do desemprego, da violência, o déficit de mobilidade, né, a gente vê muitas essa eh o êxodo rural que acontece no Brasil há muitos anos, né, esse crescimento, a diminuição da população rural, o aumento na população das cidades e as cidades se expandindo sem um ordenamento territorial, sem um planejamento urbano, né, que seja adaptado a a esse novo, não novo, mas esse movimento, né, que existe há muitos anos já das cidades comportarem mais pessoas. Exatamente. >> Então, dentro, né, pensando nesses desafios que nós enquanto sociedade estamos vivendo, estamos passando, a gente vai, né, pesquisar na doutrina espírita o que ela diz. E aqui a gente vai trazer algumas passagens do livro dos espíritos que se relacionam com esse a primeira passagem do livro dos espíritos, a questão 76 diz que Deus fez o homem para viver em sociedade, não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessária à vida de relação que vai falar, né, que se o da questão que o isolamento, né, o a gente enquanto Quando espécie foi feita para viver em sociedade, né? A história da evolução humana mostra que a evolução, os saltos de evolução foi feito a partir da nossa espécie, sabendo viver em harmonia, em conjunto, se desenvolvendo como sociedade, né, e não individualmente isolados, né? E a própria a questão 767, a questão seguinte no livro dos espíritos vai dizer que o isolamento do indivíduo é contrário à lei natural. por instinto, os homens buscam a sociedade e todos

isolados, né? E a própria a questão 767, a questão seguinte no livro dos espíritos vai dizer que o isolamento do indivíduo é contrário à lei natural. por instinto, os homens buscam a sociedade e todos devem concorrer para o progresso, auxiliando-se mutualmente, né? Então, o progresso vai se dar, a evolução, o desenvolvimento moral e ético, assim como as sociedades vão evoluindo, o planeta vai evoluindo, essa evolução depende do trabalho, do empenho, dedicação de todos nós fazermos a nossa parte, né? E esse trabalho, se a gente fizer de maneira isolada, é muito mais difícil, muito mais eh quase impossível praticamente de acontecer, né? Porque a própria doutrina nos espírita nos ensina que a nossa evolução se dá a partir do contr do contato com o outro, né? Através das boas ações, da caridade, seja no nosso ambiente familiar, na sociedade onde nós vivemos, né? através, seja com conhecidos, com desconhecidos, né, com na sociedade a gente tá em seguida a partir da relação com outra que a gente se desenvolve e se aprimora. Então, a gente vai trazer outra questão, a 768, que homem nenhum possui faculdades completas mediante a união social, é que elas umas as outras, as pessoas, né, se completam, nós completamos, cada um de nós, né, cada uma temos nossas as nossas valências, as nossas virtudes, índ desenvolvimento, assim como também cada um de nós tem as nossas dificuldades. E através dessa dessa ligação, dessa interdependência, né, que é um termo que é a ecologia, utiliza também essa relação entre todos e todos, que se vai dar esse progresso e desenvolvimento, né? E a questão completa diz que é por isso que precisando um dos outros, os homens foram feitos para vivermos de sociedade e não insulados, né, isolados, sozinhos, né? Então é algo que faz a gente pensar também, né? Quando a gente se sente, não tá sentindo bem, a gente tem uma tendência de se isolar, ficar sozinho, que é necessário esse esse momento também, né? Mas não pode viver também virar uma rotina, a gente se a

do a gente se sente, não tá sentindo bem, a gente tem uma tendência de se isolar, ficar sozinho, que é necessário esse esse momento também, né? Mas não pode viver também virar uma rotina, a gente se a gente se fechar e fechar as portas, né, para o ambiente coletivo. E a última questão que a gente traz também dentro do livro dos espíritos, a questão 519, ele vai trazer uma questão muito interessante, que é falando que as cidades também têm seus guias espirituais, né? a gente vai falar da questão, a gente tá falando muito da sustentabilidade ambiental e tem a sustent por disso também tem a sustentabilidade espiritual. a gente sabe, né, que a gente lê na nas obras básicas, nas obras complementares, subsidiárias, né, que as as instituições do planeta Terra, assim como as cidades, tem os seus guias espirituais, né, assim como o Brasil, tem Ismael, seu ventor, seu guia espiritual, as cidades também têm esses guias, né, que pela razão de que esses agregados são individualidades coletivas, né, as cidades que caminhando para um objetivo comum precisam de uma direção superior. Então, a gente vê a generosidade da espiritualidade no guiando, nos inspirando o nosso progresso, o nosso desenvolvimento. Mas pra gente chegar nisso, né, a gente precisa de encontrar caminhos e soluções sustentáveis que a minha amiga Nana vai continuar agora. Isso, Alexandre. Caminhos e soluções sustentáveis. Então, cidades sustentáveis buscam o desenvolvimento sustentável como estratégia para o seu crescimento e desenvolvimento por meio de apoio de políticas públicas e práticas eficientes. Voltadas para a gestão de resíduos. Olha só que interessante, né? Porque temos uma lei, né? A política nacional de resíduos sólidos, a lei 12.305/2010. Todos nós somos responsáveis pelos nossos resíduos. Então, gerado um resíduo, nós temos que descartar de forma correta. Isso contribui, contribui sim para uma o crescimento de uma cidade e para termos um caminho e e soluções, né, sustentáveis. Também temos a questão

um resíduo, nós temos que descartar de forma correta. Isso contribui, contribui sim para uma o crescimento de uma cidade e para termos um caminho e e soluções, né, sustentáveis. Também temos a questão da mobilidade, prevenção de desastres, construções sustentáveis, retrofits. Retrofits. Eu eu pesquisei um pouquinho, né, porque uma palavra para mim uma palavra nova. São modernizações de edifícios, máquinas e equipamentos que atualizam estruturas antigas ou ultrapassadas. Olha só, para o aproveitamento e otimização de recursos em estruturas já existentes, inclusão com ênfase na melhoria da qualidade de vida da população. Então, tudo é pro bem, né? É para o crescimento, paraa evolução, para melhoria nossa, né? de quem mora nas cidades. Tornar as cidades seguras e sustentáveis significa facilitar o acesso a moradias seguras, a preços acessíveis, investir transporte público, criar espaços públicos verdes e melhorar o planejamento urbano com uma gestão participativa e inclusiva. Então, já sabemos da importância, né, de cuidarmos do nosso espaço. cuidando do nosso espaço, temos já ferramentas para isso, né? Ferramentas e programas em andamento no Brasil e no mundo. Programas que Cidade Sustentáveis do Instituto ETOS, criado em 2011. É uma agenda de sustentabilidade urbana que incorpora as dimensões social, ambiental, econômica, política e cultural no planejamento municipal. O programa já conquistou as adesão de quase 300 prefeituras brasileiras. Olha que importante, né? Oferecendo a elas gratuitamente o guia GPS, gestão pública sustentável. Cada um dos 12 capítulos que representam o eixo, né, os eixos do programa, apresentam embasamento teórico e conceitual sobre as mais diversas áreas da gestão e seu impacto no desenvolvimento sustentável. relaciona as os ODSs com as quais os eixos dialoga e contextualiza no âmbito da esfera municipal de governo, listando os indicadores selecionados e apontando referências bem-sucedidas de políticas públicas já estão dando certo em várias

eixos dialoga e contextualiza no âmbito da esfera municipal de governo, listando os indicadores selecionados e apontando referências bem-sucedidas de políticas públicas já estão dando certo em várias cidades no Brasil e no mundo. Com certeza não só essa ODS, é mais de todas as ODSs, né, deve est engajado. Importante citar também que o Instituto ETOS ele não tem um programa próprio, né, de cidades sustentáveis, mas ele está participando do programa Cidades Sustentáveis, né, que tem parceria com mais e existe do desde 2012, mas tem mais parcerias, né, com outras instituições também. E no âmbito global existe a RDC40, que reúne grandes cidades do mundo comprometidas com a luta contra as mudanças climáticas. Que bom, né? Ter mais instituições trabalhando e fazendo o mundo melhor, né? Isso é muito importante, porque a gente sozinho, né? A gente não faz, consegue fazer tudo. Então, quanto mais eh isso e seja feito parte do nosso dia a dia, melhor vai ser a evolução, né? e procura promover seu desenvolvimento e sua economia, respeitando o meio ambiente da sociedade. Seu principal objetivo é reduzir as emissões de gás do efeito estufa. A parceria conecta prefeitos e profissionais de diversas áreas para a realização de uma ação climática coletiva. Então, é no coletivo que eles trabalham, envolvendo outros níveis de governância, o setor privado e a sociedade civil. Atualmente, 97 cidades dos cincos continentes do planeta fazem parte da da rede C40, sendo cinco cidades brasileiras: Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Fortaleza. Que bom. Entre as soluções para aumentar a sustentabilidade das cidades está também a arborização. Não poderíamos deixar de falar na arborização, né? Porque é importante quem não gosta no calor, procurar uma boa sombra, né? um parque. Tudo isso faz parte, né? As árvores, além de terem seu direito intrínseco, a vida, por serem filhas de Deus, exercem funções que melhoram a vida dos outros seres vivos. Nas cidades, elas podem ajudar a reduzir a poluição e reduzir a

res, além de terem seu direito intrínseco, a vida, por serem filhas de Deus, exercem funções que melhoram a vida dos outros seres vivos. Nas cidades, elas podem ajudar a reduzir a poluição e reduzir a temperatura. Elas filtram poluentes atmosféricos, como dióxido de carbono, ozônio e partículas finas, reduzindo assim problemas respiratórios como asma e bronquite. Então é o melhoramento nosso, né? Nós como ser humano, embaixo de uma árvore com boa uma boa infraestrutura também, né, um bom parque, a o lazer fica bom, fica melhor e claro qualidade de vida, né? Estudos científicos já comprovaram que a proximidade com áreas verdes reduz os níveis de cortisol, hormônio de estresse. Então, a Universidade de Artos na Dinamarca, ela pesquisou então áreas arborizadas, incentivo caminhadas, corridas e outras atividades ao ar livre, promovendo saúde cardiovascular e fortalecendo o corpo físico, contribuindo para o bem-estar das pessoas. Então, que a gente já falou, qualidade de vida, né? Quanto mais áreas de lazer e mais lugares como este, com certeza a comunidade vai aproveitar, né, e vão cuidar, né? Eles precisam também, a comunidade precisa tomar parte também para que preserve, cuide, né, e seja agradável num local como esse, seja com cuidado, né, com amor. Segundo Dout. Cláus seone em seu artigo arborização urbana, uma infraestrutura vital 2025, o plantil de 60.000 árvores urbanas do município de Piracicaba, São Paulo, poderia retornar aproximadamente 41 milhões de serviços ecossistêmicos anuais, transformando a árvore de acessórios o ativo a ativo de infraestrutura. Olha só que interessante, né? Essa medida também pode trazer um fortalecimento de cadeia produtiva que dá suporte ao trato de arborização urbana, incluindo a produção de mudas, serviços de paisagismo e jardinagem, manutenção das árvores, fabricação e distribuição de equipamentos e diversos produtos. E também não podemos deixar de citar, né? Os animais urbanos também serão beneficiados com a presença das aves,

, manutenção das árvores, fabricação e distribuição de equipamentos e diversos produtos. E também não podemos deixar de citar, né? Os animais urbanos também serão beneficiados com a presença das aves, tais como as aves, insetos, pequenos mamíferos. E todos esses seres possuem seu papel no plano divino e devem ter seu direito à vida respeitado. Olha só quanto benefício se traz uma um parque em um local com muitas árvores, né? Para todos, para todos nós isso é uma melhora, né? Isso é algo que o ser humano deve dar valor, né? Valorizar mais para que a gente >> exatamente até pegando esse gancho da arborização, trazer um comentário da S que ela fez respondendo a pergunta que a gente lançou no começo. Fernandinha, você coloca ali é 738. Ela comenta que na visão dela uma cidade sustentável prevê transporte público coletivo de qualidade, áreas verdes, né? Então, a gente tava justamente falando da questão da arborização. Então, importante parques, mas também árvores nas ruas mesmo, né? Maior, na maior parte das ruas possível. Sistema de coleta de resíduos organizado e acessível, né, entre tantas outras medidas que são necessárias. E falando em medidas necessárias, Alê, quais são algumas das ações que a gente pode fazer no nosso dia a dia como indivíduos, como coletividades, também na casa espírita? Então, dentro dessas sugestões práticas, a gente vai trazer algumas, por exemplo, a questão da oração da prece, né? O próprio livro dos espíritos lá no capítulo 27, eu pedi Teresa falar da qualidade da prece, a eficácia, a ação, né, as maneiras de orar. A doutrina nos ensina a orar, a ajudar e também orar. Ah, nós também nós podemos, né, orarmos, nos dirigirmos aos protetores, cada um da sua cidade, né, como a gente falou antes, a gente sabe que todas as instituições, cidades, municípios, estados, tem países, tirade amiga auxiliando. Então, a gente sabe, o poder da prece da oração também é uma forma prática, né, de solicitar ajuda a inspiração, principalmente pros governantes tomarem as melhores

em países, tirade amiga auxiliando. Então, a gente sabe, o poder da prece da oração também é uma forma prática, né, de solicitar ajuda a inspiração, principalmente pros governantes tomarem as melhores decisões. a gente sabe o quanto é difícil, né? A própria COP é um exemplo da dessas questões entre os governos também do mundo todo. Outra sugestão, colaborar com uma instituição que tem um objetivo melhorar as condições socioambientais da sociedade. Não necessariamente uma instituição espírita, for espírita melhor ainda, mas também, né, as instituições privadas, públicas, as ONGs, sem sa lucrativos também fazem um trabalho fantástico que a gente pode colaborar também. E a outra questão sugestão é refletir, né, sobre os nossos hábitos da nossa família, como afeta as condições da vida na cidade, né, a questão da nossa responsabilidade individual vai entrar nessa questão também. A o apoio aos comércios locais também é questão muito importante, né? a gente pode pensar lá nos nos cinco Rs, né, da responsabilidade ou repensar ou recusar, reduzir, reutilizar ou reciclar, que tem a ver com a nossa forma de consumo, né? Pensar duas vezes antes, de repente, antes de comprar alguma coisa que a gente sabe que vem lá do outro lado do mundo, né? E poder comprar um produto que já esteja ali próximo, talvez seja uma opção mais sustentável. E por último também, não menos importante, a questão da compostagem, a questão, né, e colaborar com a coleta seletiva. A gente sabe que, infelizmente, nem todos os municípios brasileiros ainda tem a coleta seletiva. Então, por isso procurar então procurar também instituições, parceiras que possam auxiliar nessa ação. e a gente vai trazer algumas questões para discussão e reflexão em torno desse assunto. Duas questões que a gente vai falar sobre o que temos feito, né, a nossa responsabilidade em retribuição à natureza, se ela que nos dá nos dá nos dá a possibilidade da nossa existência, né? Como é que a gente tem tratado o planeta, né? a gente a gente mal acostumado a ver a o planeta,

dade em retribuição à natureza, se ela que nos dá nos dá nos dá a possibilidade da nossa existência, né? Como é que a gente tem tratado o planeta, né? a gente a gente mal acostumado a ver a o planeta, a natureza como um grande supermercado que a gente só vai tirando e não entrega nada em troca, né? Então isso tem a ver com os nossos hábitos também. E a outra questão que a gente vai trazer, quais as mudanças podem ser feitas n na instituição espírita para torná-la mais sustentável, inclusiva e resiliente, né? a questão da resiliência que falou antes tão importante nesse sentido também e exemplos das áreas do centro espírito, né? A questão da mobilidade da, né, acessibilidade, a questão da alimentação e, né, a alimentação inclusiva e a questão do uso dos recursos também, né, seos recursos a gente sabe que às vezes eles são poucos, mas se eles forem bom gerid bem geridos, eles podem render muito mais. E para contribuir com esse momento, a Letícia vai trazer algumas sugestões de leitura sobre esse tema. Exatamente. E aí, pegando esse ganchinho da sugestão de leitura, eu quero trazer o comentário da Tatiane em 0752, Fernandinha, se puder colocar na tela, que ela fala que precisamos aprender a usar os recursos de forma eficiente e garantir qualidade de vida para todos os seres da natureza, equilibrando o meio ambiente e buscando na própria natureza soluções. E é muito legal ter pegado esse comentário, porque as sugestões de leitura que a gente trouxe falam justamente sobre soluções para cidades. Eh, coincidentemente, os três livros foram escritos pelo jornalista ambiental e também espírita André Trigueiro. O primeiro livro Cidades e Soluções, é baseado no programa que ele apresenta eh na TV Globo, no no Globo News. E os outros dois são baseados também em reportagens que ele fez ao longo da vida, mostrando soluções para as cidades. Então, é o Mundo Sustentável e o Mundo Sustentável dois. Então, esses livros apresentam uma série de problemas que as cidades têm e como que elas resolveram ou como estão

ndo soluções para as cidades. Então, é o Mundo Sustentável e o Mundo Sustentável dois. Então, esses livros apresentam uma série de problemas que as cidades têm e como que elas resolveram ou como estão tratando eh esses problemas em vários aspectos, como a questão de resíduos, de mobilidade, eh de poluição, entre outros. São bem interessantes esses livros. Eu já li, e recomendo a leitura. E este foi o programa de hoje. E, na verdade, este é o último programa da nossa temporada. Então aqui a gente se despede eh fica o convite para vocês retornarem conosco em fevereiro. Então agora, dezembro e janeiro, a gente dá uma pausa no programa e retorna para falar dos ODSs no ano que vem. Então a gente segue com o próximo ODS lá na primeira semana de fevereiro. A Leinara, obrigada pela parceria de hoje. Obrigada a você que nos assistiu, que vai nos assistir depois por todo o apoio, pelos comentários e a gente se vê. No ano que vem >> eu te deixa convidar. >> Tchau. Não, não, nada. Então, por favor, nada. Desculpa aí, Alexandre. Tchau, pessoal. Boas férias e deem uma assistida de quem não assistiu, nos que já estão lá no canal, né? >> Exatamente, né? Quem nós estamos no 17ª live, quem tiver interesse pode assistir todas as lives anteriores, que elas estão salvo no canal da Febs Live no YouTube. Até o próximo ano, pessoal. E fica também o convite para acessar o site, né, o conscientizaçãoecologica eh.febnet.org.br, que lá também tem todo o material da campanha, objetivos, metodologia, estruturas, notícias e, claro, muitas sugestões pra gente colocar em prática nos nossos centros espíritas, né, fazendo assim o movimento espírita abraçar a questão da sustentabilidade e aplicar no seu dia a dia. Então é isso, gente. Até mais. Uma ótima, um ótimo período de festas para todos e até o ano que vem. >> Até a próxima, pessoal.

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