#20 Proteger a vida na água | Conscientização Ecológica

FEBtv Brasil 20/02/2026 35:33

🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Proteger a vida na água". ✨ Convidados especiais: Alexandre Casari e Letícia Klein. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 Ative o lembrete e compartilhe c...

Transcrição

เ Boa noite, boas-vindas ao Programa de Conscientização Ecológica da FEB. Estamos aqui hoje, eu e o Alexandre. Tudo bem, Alê? >> Boa noite, Letícia. Boa noite, amigos e amigas que estão nos acompanhando. >> Isso. Boa noite todos que estão chegando. A gente já pede para vocês deixarem comentários, dúvidas, eh compartilhamentos que queiram fazer sobre o tema. que hoje é o 14, vida na água. A gente vai falar sobre a proteção aos oceanos. Fernandinha, você coloca na tela pra gente, por favor. Esse objetivo de desenvolvimento sustentável, ele busca conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável. E aí a gente já começa com uma perguntinha. Eh, não sei vocês, mas eu moro no interior, longe do oceano, mas ainda assim tem uma ligação muito próxima com o oceano. A gente vai descobrir ao longo do programa como que a gente se relaciona com ele. Eh, mas qual que é a sua relação com oceano? Tanto direta quanto indiretamente? Você saberia dizer? Comenta no chat aqui pra gente que ao longo do programa a gente vai trazendo na tela. Eh, então vamos começar a falar sobre os oceanos, né, pra gente entender porque que é importante preservar, vamos entender um pouquinho mais sobre eles em si, né? Então, os oceanos cobrem 3/4 da superfície do nosso planeta e contém 97% da água do planeta. Então esse grande volume, a alta capacidade térmica da água de segurar o calor fazem do oceano um regulador do sistema climático. Então as correntes marítimas e as correntes atmosféricas funcionam por causa dessa característica dos oceanos, né? Eh, e então assim, por causa disso é que existe vida na Terra, basicamente. Eh, o oceano ele também é fundamental no componente hidrológico, no ciclo no ciclo hidrológico, que é o processo pelo qual a água está continuamente sendo transferida, né, do oceano paraas pra atmosfera, formando as nuvens, vão para os continentes, de volta pro oceano, pro meio da chuva. E cerca de 86% da evaporação no mundo ocorre no oceano diretamente. A

nsferida, né, do oceano paraas pra atmosfera, formando as nuvens, vão para os continentes, de volta pro oceano, pro meio da chuva. E cerca de 86% da evaporação no mundo ocorre no oceano diretamente. A maior parte da água que evapora no planeta está sobre o oceano, né? Fornecendo assim a maior parte do vapor de água presente na atmosfera. E essa evaporação, ela produz uma diferença da de salinidade na água superficial do oceano, eh, que vai fazer com que o mar fique um pouquinho mais salgado ali na superfície. Junto com a maior temperatura da água nos trópicos, isso resulta nas correntes oceânicas que vão ajudar naquela regulação térmica que a gente tava falando ali no começo, né? O fitoplâncton, como tá aparecendo ali na tela, que é a base da cadeia alimentar no oceano, produz cerca de 50% do oxigênio que a gente respira. Então assim, mesmo morando no interior, o mais longe possível do oceano, a gente está assim, ó, coladinho com ele, porque se não fossem a ascianobactérias, né, as algas marinhas, elas a gente não respiraria, né, porque a gente não depende só das plantas incontinente, a gente depende também da fotossíntese que vem do oceano, eh, para poder respirar. A gente também sabe que a o oceano produz eh fornece ainda boa parte da alimentação que as pessoas têm eh com os frutos do mar, né? E além dessa questão da biodiversidade que é usada pro consumo, existe uma vasta biodiversidade no oceano que a gente não faz nem ideia. Ainda existem muitas pesquisas sendo feitas para descobrir espécies no oceano que estão nas profundezas, só que muitas delas estão nos recifes de corais, né? Os recifes de corais são considerados hot spots de biodiversidade, ou seja, eles têm uma grande riqueza natural e uma elevada biodiversidade. Tem Recifes aqui na região tropical, como é o caso do Brasil, que pode ter até 1000 espécies por met². É muita espécie de vida que mora nesses nesses locais, né? Lá também quando a gente fala de oceano, a gente pode ir um pouquinho pra Terra e

o caso do Brasil, que pode ter até 1000 espécies por met². É muita espécie de vida que mora nesses nesses locais, né? Lá também quando a gente fala de oceano, a gente pode ir um pouquinho pra Terra e aí a gente tem os ecossistemas costeiros, por exemplo, manguezais, eh, marismas e pântanos salgados, eh, pradarias marinhas, são alguns dos ecossistemas costeiros que são produtivos e t capacidade de sequestrar carbono, assim, ajudando a combater as mudanças climáticas. E essa taxa de sequestro, ela é muito alta. Ela pode até ser até 50 vezes maior do que uma floresta tropical tem de capacidade de absorção de carbono. E os depósitos que existem nesses ecossistemas costeiros, os depósitos de carbono, podem ser até cinco vezes maiores em carbono armazenado do que nas florestas tropicais. Isso já é sabido pela ciência, que esses ecossistemas marinos têm então muito mais capacidade de absorver carbono da atmosfera do que as florestas. Ou seja, protegendo esses ecossistemas e aumentando também esses ecossistemas, a gente consegue eh dar uma agilizada, uma guinada na no combate às mudanças climáticas, que é um problema muito grave, como a gente viu na semana passada, né? Os ã oceanos também são armazenadores de calor, eles guardam muito calor, retém muito calor. Eh, e eles respondem por cerca de 93% de todo o calor retido pelos gases de efeito estufa. Ou seja, se não fossemos oceanos, a gente já teria consequências de mudanças climáticas muito piores do que a gente vê hoje. Todo, se a gente demorou tanto tempo, pelo menos 200 anos para começar a sentir mais drasticamente esses efeitos da emissão de gases na atmosfera, foi porque os oceanos retiveram boa parte, a maior parte eh desse calor, né? Cerca de 64% do total do calor retido no oceano, e aí que vem o problema, aquece o oceano até 700 m. E essa transferência contínua de calor do ar pro mar faz com que a temperatura da água dos oceanos aumente e isso impacta diretamente a vida marinha e especialmente os recifes de corais, eh,

té 700 m. E essa transferência contínua de calor do ar pro mar faz com que a temperatura da água dos oceanos aumente e isso impacta diretamente a vida marinha e especialmente os recifes de corais, eh, que apresentam a cada onda de calor uma mortalidade cada vez maior. E se o Recife morre, a vida que tem no Recife também é muito prejudicada. os peixes precisam encontrar outros lugares e por vezes podem até acabar morrendo também porque já não vão mais ter eh o seu ecossistema, né? Eh, tem pesquisas científicas sobre a vida que a gente conhece hoje, dizendo que ela só existe por causa do oceano, né? A vida começou no oceano aqui no planeta Terra. Reforçando isso, a gente tem alguns algumas mensagens nas obras espíritas. Então, o espírito Casimiro de Abreu, no livro ah cartilha da natureza, mediunidade de Chico Xavier, descreve a importância do mar paraa origem e manutenção da vida no planeta Terra da seguinte maneira. Na expressão profunda e viva das forças da natureza, eis que o mar a tudo excede em formosura e grandeza. Nos seus abismos trabalham milhões de laboratórios de onde nascem para vidas larvas e os infusórios. Desde os primórdios do tempo de sua edificação, a sua finalidade é a força da criação. Foi nas águas generosas de seu seio alvo e fecundo que alcançaram o nascimento às formas de todo o mundo. Depois de sagrar a vida, eis que opera em todo o dia, fazendo as nuvens da chuva que a lenta, renova e cria. Que linda essa poesia sobre o mar. E ela fala basicamente isso, que sem o mar não haveria vida. A vida se desenvolveu no planeta Terra a partir dos oceanos, né? O espírito miramês estabeleceu em 1982 no livro Saúde que o mar tem muitos segredos que os homens do futuro irão compreender e desfrutar por já se encontrarem preparados para tais eventos que se manifestam através da própria vida. A gente sabe, hoje, assim como existem muitos medicamentos cujos princípios ativos vieram de florestas, existem também medicamentos já prontos ou sendo testados, cujos princípios

avés da própria vida. A gente sabe, hoje, assim como existem muitos medicamentos cujos princípios ativos vieram de florestas, existem também medicamentos já prontos ou sendo testados, cujos princípios ativos estão no mar. Então, o mar também faz parte do nosso processo de cura, né? Até como diz no capítulo sobre o mar e a vida, nesse mesmo livro, Miram diz assim: "O mar é uma farmacopeé exuberante, é a mais alta concentração energética de vida que nos fala dos seus segredos no repassar das ondas, no rugir do seu peso descomunal e nas extensões de luzes que se intercruzam nas profundezas. E tudo isso a gente nem consegue ver, né? essa magia do oceano, esse mistério do oceano que ainda precisa ser tão estudado, tão eh descoberto, né, por nós do ponto de vista da saúde do espírito. Clarêncio, um dos instrutores eh de André Luiz, diz no livro Entre a Terra e o Céu que o oceano é um miraculoso reservatório de forças. Até aqui, muitos companheiros de nosso plano trazem os irmãos doentes, ainda ligados ao corpo da terra, de modo a receberem refazimento e repouso. Enfermeiros e amigos desencarnados desvelam-se na reconstituição das energias de seus tutelados. Qual acontece na montanha arborizada? A atmosfera marinha permanece impregnada por infinitos recursos de vitalidade da natureza. Essa energia da atmosfera, marinha, então ela atinge o nosso perespírito, né, e nos revitaliza, eh, com tendo assim resultados positivos paraa nossa saúde. A Lea, não sei você, mas quando eu tô assim na floresta, no mar, no rio, eu me sinto tão bem, tão refeita, assim, reenergizada, como é que é contigo? >> É, eu tenho esse sentimento também, parece que a gente se conecta de novo, né? a gente se sente mais integrante do mundo, da natureza, sentindo, fazendo parte, né, quando a gente sai um pouco, princialmente nós que vivemos no centros urbanos, né, de um de uma selva de pedra assim. E aí quando a gente vê a natureza, assim, como tu falou, de diferentes formas, seja numa floresta, seja num rio, seja na com o pé na areia,

s no centros urbanos, né, de um de uma selva de pedra assim. E aí quando a gente vê a natureza, assim, como tu falou, de diferentes formas, seja numa floresta, seja num rio, seja na com o pé na areia, a gente se sente mais conectado a algo maior que nós, né? Eh, até o Geraldo comentou ali em 19:41, né, que diante do mar, o primeiro pensamento e sentimento dele é de gratidão a Deus pela vida. Exatamente, né? Não tem como não se sentir assim no mínimo, nossa, muito abençoado, né, para poder estar assim em contato com o mar, enfim. Mas não é só de belezas que vive o oceano hoje em dia, que infelizmente a gente tem que falar dos problemas e são muitos, não é? É verdade, minha amiga. Tu trouxe, né, muitos dados em relação aos oceanos, né, trouxe passagens de obras espíritas que se relacionam com a questão do oceano do mar. E agora a gente vai trazer algumas informações em relação aos impactos e consequências dessa relação que a gente acaba tendo com o oceano. O primeiro que a gente vai falar a questão dos resíduos nocivos, né? Porque diversas atividades humanas causam diversos prejuízos a quase todos os ecossistemas marinhos, né? Entre ele as as práticas agrícolas que usam os defensivos agrícolas, né? como a Letícia falou, muito boa. Eu também moro longe, relativamente longe do mar, mas a gente sabe que o impacto lá de uma lavoura que usa o pesticído defensivo agrícola, né, ele pode se chegar até o mar, seja no transporte, por esse defensivo que vai acabar na caindo na água dos rios ou até mesmo nas correntes do ar, o vento vai acabar levando de alguma forma contaminando o oceano também. Então são questões que a gente tem que tá muito atenta, assim como também a questão, né, eh, dados do IBGE do último censo de 2022, diz que quase 55% da população brasileira mora na faixa litorânea, né? A gente sabe quando os os europeus chegaram no Brasil, eles ocuparam primeiramente a parte do litoral, sudeste, né? Logo em seguida o Nordeste, o Sul e depois aos poucos foi entrando, digamos, Brasil adentro. Mas

quando os os europeus chegaram no Brasil, eles ocuparam primeiramente a parte do litoral, sudeste, né? Logo em seguida o Nordeste, o Sul e depois aos poucos foi entrando, digamos, Brasil adentro. Mas boa parte da população ficou concentrada na parte litorânea. Grandes capitais do Nordeste, também do Sudeste estão nessa região. Então acaba tendo esse impacto muito grande, muito mais direto na saúde, né, do oceano. a questão do turismo litorâneo desorganizado. Claro que a gente não tá criticando o turismo, mas sim a quando ele é desorganizado, quando ele é quando ele tem um impacto ali também, né, predatório, inconsequente, né, quando as pessoas acabam levando a consumindo coisas na beira da praia e não levam o seu a sua sacolinha para recolher o seu resíduo, é um deles, né, ou vão com a música alta também, que além de incomodar outras pessoas também, né, é uma poluição sonora que acaba acaba impactando a vida que tem todo nesse ambiente, né? Então a gente vê, infelizmente, né, notícias, a questão do desenvolvimento, a falta de planejamento urbano, tanto nas grandes cidades quanto nas pequenas cidades, né, a construção desordenada, os planos diretores, né, a gente sabe que existe uma briga da da especulação imobiliária também querendo construir prédios cada vez mais altos, principalmente na faixa de marinha, onde até grandes praias também acabam, a altura dos prédios acaba atrapalhando até a questão do sol na faixa de areia. Então a questão da mineração, n fala, né, tanto na na faixa de marinha ou na regiões mais afastadas, acaba impactando o oceano. Infelizmente a gente, é uma notícia frequente que a gente vê a questão dos vazamentos de óleo de barco, né, o despejo de lixo, de resíduo, seja ali na na beira da praia, um alto mar, acaba tendo um impacto gigantesco. Além das técnicas de pescaria e aquacultura, né, também aquela pesca predatória, né, aquela pesca mais massiva, industrial, que acaba tendo um impacto muito mais forte tanto na vida marinha direto, indiretamente, e também

pescaria e aquacultura, né, também aquela pesca predatória, né, aquela pesca mais massiva, industrial, que acaba tendo um impacto muito mais forte tanto na vida marinha direto, indiretamente, e também a questão da fonte que são fontes de poluição marinha, que acabou ameaçando os habitates dos oceanos, né? Então, a origem desses detritos marinhos numa escala global é quase de 20% de atividade piscatória e 80% provenientes de fontes terrestres. Isso que a gente estava comentando antes, né? Mesmo a gente, nós que moramos longe da praia do oceano, a gente tem um impacto muito grande na saúde dos oceanos. E outra questão que é um conceito importante a gente entender é a questão das zonas mortas. O que que seriam essas zonas mortas? são os excessos de nutrientes, descarga, de esgotos, né? Um outro problema sério do Brasil é a questão do do saneamento, a falta de saneamento, né? Não o saneamento, a falta de saneamento nos grandes centros urbanos, nos pequenos também. o desamento de fertilizantes agrícolas, como a gente comentou antes, né, que também tem contribuído para surgimento de zonas marinhas de baixa ou zero concentração de oxigênio, que isso que a gente chama, conhece pornos zonas mortas, né, onde a maioria das espécies marinhas não conseguem sobreviver e o o ecossistema marinho acaba colapsando. Estima-se pesquisas dizem que estima-se que aproximadamente existem no todo mundo 500 zonas mortas no mundo todo, que é um número também muito assustador que acaba me impactando muitos biomas, né, princialmente ligados ao oceano, como a questão dos manguezais e as pradarias marinhas. Então, outro conceito que a gente também tá estudando, né, a gente tá entendendo como a ação humana impacta na saúde do oceano, é a questão da acidificação, né, da acidificação do oceano, onde estima-se que 25% do CO2 produzidos pelas atividades humanas são absorvidas pelo oceano, né? Então, dissolvido na água do mar, o CO2, né, nessa reação química, acaba formando o ácido carbônico e produzindo a acidificação do

2 produzidos pelas atividades humanas são absorvidas pelo oceano, né? Então, dissolvido na água do mar, o CO2, né, nessa reação química, acaba formando o ácido carbônico e produzindo a acidificação do oceano, o que não é nada bom para as espécies marinhas, né, que podem alterar as condições apropriadas para a reprodução do do fitoplâncton, como a Letícia tinha citado anteriormente, que é que é a base da cadeia alimentar maninha, né, de grandes e pequenas espécies, né, e sem falar da questão que o aumento da temperatura da água do mar relacionada principalment ente quando a gente falou semana passada a questão das mudanças climáticas, né? Ah, a temperatura média do planeta subindo, né? 2023 já foi o ano mais quente 2024 conseguiu superar 2025 ficou no terceiro lugar do ano mais quente. Então às vezes a gente vê umas notícias assim: "Ah, mas eu tenhou só 1 grau 1, grau e mei". Mas a vida marinha, assim como terrestre, ela é muito suscetível, ela é muito sensível. Então, qualquer pequena alteração da temperatura vai desregular o pH da água, a acidificação, todo esse equilíbrio perfeito que a natureza busca, a gente acaba alterando de uma forma muito consequência, principalmente a questão das do aumento da temperatura. >> Eh, e é importante lembrar que assim 1,5, 1 grau e pouco, né, ele é uma média do planeta, ou seja, tem lugares que aumentam muito mais, né? E se a gente for pensar assim, nossa, a gente quando tá com febre, né, um grau a mais o nosso corpo já faz um estrago, né, imagina um planeta >> que é uma ótima analogia que os cientistas fazem que o Brasil, o planeta como se tivesse com febre, né, ele dando sinais, as febre ali uns sintomas, né, que tá mostrando que algo não não está bem, né? >> É. E outro problema é o lixo, né? >> O lixo, o lixo, a contaminação química, né? O lixo plástico resíduo, né, é um dos problemas mais graves paraa saúde dos oceanos, principalmente devido a além do volume, né, do de grande resíduo gerado por nós ser humanos, a degradação

mica, né? O lixo plástico resíduo, né, é um dos problemas mais graves paraa saúde dos oceanos, principalmente devido a além do volume, né, do de grande resíduo gerado por nós ser humanos, a degradação dessas grandes quantidades que vão gerar esse o microplástico, que acaba sendo ingerido por diversas espécies marinhas e outros animais marinhos, né? A gente vê, infelizmente, de vez em quando aquelas imagens quando você abre algum peixe, alguma coisa, né, vão fazer autóps ali investigar a causa do animal, ver diversos tipos de resíduos de lixo, de plástico ali dentro do animal, além daquelas imagens, a gente vai falar um pouco também disso, quando os animais ficam presos nos nos resíduos plásticos, né, resto de rede ou um pedaço de copo, um pedaço de plástico assim, que os animais acabam também ficando presos e acabam morrendo ou sofrendo. em função de todo esse desse grande volume de resíduo plástico que acaba chegando nos oceanos, tanto eh, né, dessa seja do lixo da praia, seja da poluição dos navios ou com isso que a gente falou também, que mesmo a pessoa que mora longe do oceano, os seus resíduos também vão ter impacto nessa vida marinha, né? em relação que a gente pode comentar sobre a contaminação química, antes de falar da da perda de da biodiversidade, que também tá ligado com isso, né, que é é uma preocupação também a contaminação química, né, como metais pesados, principalmente como mercúrio, chumbo, arsênio, alumínio, entre outros, né, e poluentes orgânicos persistentes que permanecem nos sedimentos marinhos por décadas, né, a gente sabe da questão da da decomposição desses materiais pesados quanto é o demorado que acaba afetando a reprodução, o crescimento e também o comportamento das espécies. E tudo isso se relaciona com a perda da biodiversidade, né, que que no enfim que no enfim eh estudos recentes indicam que a perda dessa biodiversidade marinha compromete diretamente a resiliência dos oceanos, né, essa capacidade de se regenerar, de se restaurar diante das mudanças

no enfim eh estudos recentes indicam que a perda dessa biodiversidade marinha compromete diretamente a resiliência dos oceanos, né, essa capacidade de se regenerar, de se restaurar diante das mudanças climáticas, como a gente citou a semana passada e também um pouco hoje, porque quanto menor a diversidade dos espécies, menor também essa capacidade dos ecossistemas, diminui muita capacidade de recuperação diante de eventos extremos e a gente tem visto, infelizmente, esses eventos extremos aumentando no mundo todo, né? Como a gente pode citar a questão das ondas de calor, tempestades e alteração da salinidade no mar também. E por último, mas não menos importante, a gente traz aqui uma mensagem, uma passagem, né, dos mensageiros de de André Luiz e Chico Xavier, onde a gente pode pensar que todos esses dados estatísticos, né, sobre atividade humana na qualidade, saúde dos oceanos nos leviam deveriam levar a pensar que essa passagem traz que ninguém desrespeita a natureza sem um doloroso choque do retorno a todo tempo, né? né? Então, André Luiz, através de Chico Xavier nas obras mensageiros, é um perfeito exemplo da lei de causa e efeito se manifestando no plano material, né, que quando a gente tá alterando diariamente as condições físicas e químicas das águas dos oceanos e isso acaba tendo uma repercussão negativa sobre a biodiversidade marinha. >> Exatamente. Mas é assim, dá para falar de saúde também, né? Já que tá doente tem que sarar, né? Sim. >> Então vamos lá. >> Então senor dos oceanos, o oceano é um e sistema fundamental para equilíbrio, como o nosso primário, como a Letícia falou mais do início, né? Então é muito importante entender a compreensão das leis de conservação, né? Todas elas ali dentro das leis morais, do le dos espíritos, as leis de conservação, lei de causas, lei de efeito, lei de destruição, a lei da reencarnação, que tudo isso tá diretamente relacionado com essas questões, né, que a gente devia refletir mais seramente sobre as condições em que estamos deixando os

eito, lei de destruição, a lei da reencarnação, que tudo isso tá diretamente relacionado com essas questões, né, que a gente devia refletir mais seramente sobre as condições em que estamos deixando os oceanos paraas próximas gerações e nós comoos espíritas acreditamos também, né, paraas nossas próximas encarnações no planeta Terra. Outro conceito importante que também se tem falado muito, é a questão da economia azul, né, que propõe um uso mais sustentável busca da sustentabilidade dos recursos marinhos para gerar crescimento econômico, né, princialmente pros pros pescadores, aquelas populações paraa melhoria de subsistência de empregos, né, que que vivem dessa atividade, buscando também o equilíbrio, buscando a preservação da saúde dos ecossistemas oceânicos. áreas azuis, perdão, áreas marinhas protegidas, né? Então, a ampliação das áreas marinhas protegidas se faz muito importante, como a gente faltou, comentou antes, aquela falta de planejamento urbano, crescimento desordenado, acaba afetando a vida marinha. E uma medida, né, para combater essas questões são áreas, o crescimento de áreas marinhas protegidas que t se mostrado uma estratégia muito eficaz nesse sentido, né? Estudos indicam que essas regiões protegidas apresentam maior abundância e uma maior abundância de espécie e também uma maior capacidade de regeneração. Então, por último, né, a gente como cidadão, como que que a gente tem que refletir, que a gente pode acompanhar, a gente temo como dever, como cidadão, como pessoa, cobrar dos dirigentes, dos políticos, dos governantes, né, as políticas públicas apoiarem iniciativas de conservação, né, incentivar práticas sustentáveis em nossas comunidades, seja no nosso bairro, na nossa rua, seja no nosso centro espírita e promover a educação ambiental nas instituições espíritas, escolas que são tão importantes e a saúde do oceano acaba refletindo diretamente, né, o nosso nível de consciência coletiva. O que a gente pode dizer em relação a esse que cuidar do mar é cuidar da vida e respeitar as leis

portantes e a saúde do oceano acaba refletindo diretamente, né, o nosso nível de consciência coletiva. O que a gente pode dizer em relação a esse que cuidar do mar é cuidar da vida e respeitar as leis divinas que regem a harmonia da criação, que resume um pouco desse cuidado que a gente deve ter, né? E para isso a gente precisa de ações práticas, né, Letícia, que tu vai explicar um pouco delas agora. >> Isso aí. Então, tem dentro desse papel como cidadão, né, tem várias coisas que a gente pode fazer no dia a dia que vão se impactar no oceano, né? A primeira delas é reduzir o uso de embalagens plásticas, porque a gente não sabe nem sempre como se essa embalagem pode ou não ir parar no oceano, né? Às vezes a gente coloca certinho, mas vem um vento, vem alguém, ou vem um animal na rua e revira o lixo e esse lixo vai parar no bueiro, que vai parar no rio, que vai parar no oceano. Então, quanto mais a gente reduz nosso uso de embalagens plásticas, eh, e melhor descarta e encaminha corretamente nossos resíduos, mas a gente contribui, né, para que ele não chegue em lugares indevidos, inclusive oceano. Outra coisa, evitar comprar joias ou enfeites feitos de corais e também de conchas. Então é importante que as conchas fiquem nos oceanos porque elas ajudam no combate à própria acidificação. É, então é importante assim, quando a gente vê conchinha na praia, não pega, choca de volta no oceano, vai ajudar mais. Eh, então separar corretamente os resíduos, né? Eliminar o uso de copos plásticos na instituição espírita. Tá aqui uma tarefa assim primordial que a gente pode fazer na casa espírita. eh vai reduzir custo, vai reduzir a própria questão dos resíduos, vai reduzir a extração, né? A gente acaba contribuindo para reduzir a pressão de extração do petróleo, que é o que vai fazer o plástico, né? E já trabalha toda a questão da conscientização ecológica com as pessoas que frequentam a casa, né? E reduzir também o consumo de frutos tumários. A gente sabe que eh os microplásticos

o plástico, né? E já trabalha toda a questão da conscientização ecológica com as pessoas que frequentam a casa, né? E reduzir também o consumo de frutos tumários. A gente sabe que eh os microplásticos chegam nas pessoas também por fontes marinhas. Então a gente sabe que os peixes eles comem plástico, aquilo vai se degradando, vira o microplástico e já é comprovado. Vários estudos mostram que existe sim microplástico nos seres humanos, praticamente todas as pessoas, porque eles vêm por várias fontes e uma delas é o consumo de frutos do mar. E claro, também pensando na questão da ética animal, que a gente sabe que como espíritos a gente evolui para não precisar comer nossos irmãos, né, de eh de evolução, eh comer outros animais. Então, quanto mais a gente puder também já pensar nessa questão do amor e da caridade para com os outros eh seres vivos que habitam esse planeta, melhor, não é? Eh, e aí a gente também deixa algumas questõezinhas para discussão e reflexão, né, Ale? Exato. São questões que a gente pode, por exemplo, eh, trazer no evangelho, no lar, as pessoas conversarem, seja num estudo na casa espírita, ou mesmo na exposição pública da casa, como por exemplo, qual o entendimento da doutrina espírita sobre a origem da vida na Terra, né? O, a gênese, uma das obras básicas, eh, perfeita, entre outras obras, perfeita. Explica muito bem essa questão nesse sentido. Quais seriam as opções possíveis para a substituição do uso do plástico nas instituições espíritas, né? também mesmo o centro espírita que esteja lá no interior do interior do Brasil, muito longe do oceano, ele acaba tendo impacto por isso, esse cuidado, como se aplicam as leis morais no cuidado do nosso oceano, né? Então, um estudo do livro dos espíritos fundamental para entender essa relação com os oceanos e com os mares. E o que que a gente pode fazer para deixar em melhores condições, ã, como é que posso dizer, com melhores condições os oceanos para o mundo de regeneração, né? nós que estamos num momento de transição planetária,

a gente pode fazer para deixar em melhores condições, ã, como é que posso dizer, com melhores condições os oceanos para o mundo de regeneração, né? nós que estamos num momento de transição planetária, querendo sair do mundo de provasiações, o mundo de regeneração, o que que a gente pode para fazer para chegar em condições melhores os oceanos, que é a fonte de vida, né? E por último, muito relacionado, como a Letícia falou ali também agora anteriormente, como que a nossa dieta alimentar acaba afetando a qualidade de vida dos oceanos, né? citou a questão dos frutos do mar, a gente sabe que que o impacto que a gente tem, né, tanto aquele impacto que a gente falou da poluição dos agrotóxicos, né, da temperatura, mas também a questão do consumo tem um impacto fortíssimo na qualidade de vida dos oceanos e o que a gente precisa repensar para mudar mudar os que a pesca predatória é um dos piores problemas assim que afeta, né, a diversidade marinha, eh, e a o equilíbrio marinha. né? A residência dos oceanos. >> Exato. E deu uma notícia agora um pouco menos de uma semana, acho que foi na Barra, no Rio de Janeiro, que encontraram tonelados de peixes mortos que estavam investigando a causa, mas é mais provável que seja um descarte de dessa pesca industrial, né, que são peixes que não são reaproveitados e se em vez de serem devolvidos ao mar, acabam sendo descartados assim como como lixo. E é um impacto que a gente não consegue nem imaginar, né? Exatamente. >> Então a gente agora vai por último trazer, né, sugestões de conteúdo, tema que a gente falou na let. Inclusive essa questão da pesca predatória é um dos pontos do documentário oceanos com David Atemburu que é um dos maiores naturalistas, né, vivos ainda hoje e encarnados. E esse documentário ele fala das maravilhas do oceano e também das ameaças e das soluções. Então é é muito interessante de assistir, vale muito a pena. ele emociona, ele choca, ele traz informação. É pacote completo. Assim, a gente também deixa a indicação de

bém das ameaças e das soluções. Então é é muito interessante de assistir, vale muito a pena. ele emociona, ele choca, ele traz informação. É pacote completo. Assim, a gente também deixa a indicação de professor polvo que fala sobre uma relação muito linda entre um mergulhador e um povo. Então, a gente acaba conhecendo mais sobre essa espécie e como essa espécie é tão mais do que a gente supõe. Assim, é muito linda essa relação, é bem bonito esse filme. E por último, para quem quer entender mais sobre o problema dos plásticos, ficceanos de plástico, é que é outra produção muito baseada em pesquisas científicas que vai falar sobre o problema e também vai apontar algumas soluções. É isso por hoje. Então, no próximo episódio a gente vai falar do ODS 15, que é bem parecido com o ODS 14, só que pula pra terra, né? é sobre a vida terrestre, a proteção à vida que está sobre os continentes. A Leia, muito obrigada pela sua companhia comigo aqui hoje. Pessoal que participou, muito obrigada pelos comentários. Desejamos uma boa noite e esperamos vê-los novamente semana que vem. >> Eu que agradeço a parceria, minha amiga. Nos encontramos na próxima semana. Até a próxima. Tchauzinho. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de

e 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.

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