#05 Mudanças climáticas | Conscientização Ecológica

FEBtv Brasil 05/09/2025 (há 7 meses) 33:32 128 visualizações

🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Mudanças climáticas: causas e urgência de adaptações". ✨ Convidados especiais: Alexandre Casari, Letícia Klein e Sanny Saggin. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ec...

Transcrição

Uh. Boa noite, boas-vindas ao nosso programa semanal da campanha permanente de concentração ecol ológica da FEB. Meu nome é Letícia, estou aqui hoje com a Alexandre e a Sane. Nós somos da equipe de facilitação da campanha. Eh, e hoje a gente vai conversar sobre mudanças climáticas, o que são causas e consequências e o que nós, cidadãos e espíritas, coletividades, indivíduos, podemos fazer para mitigar os efeitos e nos adaptarmos a esse novo clima que já estamos vivendo, né? Eh, antes quer convidar vocês a participar, a gente já vê vários boa noites aqui. Muito obrigada pela participação de cada um de vocês. Eh, e eu já quero pedir para vocês colocarem uma resposta no chat. Eh, como que vocês têm sentido as mudanças climáticas no seu dia a dia, seja na forma de enchentes, de secas, de chuvas extremas, eh o aumento dos preços no mercado por causa desse efeito que o as mudanças esquemáticas têm gerado na agricultura, por exemplo. Enfim, coloquem no chat pra gente saber como que vocês têm eh convivido com essas alterações no clima nos últimos tempos. Eh, e o que que acontece, né, pra gente contextualizar um pouquinho, eh, desde a revolução industrial, nós humanos, temos emitido muito mais gases de efeito estufa na atmosfera do que a nossa Terra é capaz de reabsorver nos seus ciclos naturais. E a emissão desses gases estufa nas várias atividades, que a gente vai entrar em detalhes depois, tem gerado um aumento da temperatura média global, que é o que a gente chama de aquecimento global. Isso provoca muitos efeitos adversos nos sistemas climáticos do planeta, né? Com consequências para todas as espécies, para todos os ecossistemas, incluindo nós humanos, não é verdade? Eh, Alexandre S, vocês querem dar um boa noite? Que eu já me empolgonguei, já fui falando aqui, né? É assim mesmo. Mas que bom, né? Boa noite, pessoal. Muito feliz de estar aqui com vocês essa noite falando desse tema tão, tão, eh, tão atual, né, e tão necessário. Obrigada pela presença de todos. Vamos aguardar a participação de todos vocês

pessoal. Muito feliz de estar aqui com vocês essa noite falando desse tema tão, tão, eh, tão atual, né, e tão necessário. Obrigada pela presença de todos. Vamos aguardar a participação de todos vocês aí conosco. >> Boa noite, Letícia. Boa noite, S. Boa noite a todos telespectadores, telespectadoras. A gente vai trabalhar esse tema tão importante, tão urgente em mudanças climáticas, né? E eu aqui como um representante do Rio Grande do Sul, a gente literalmente sentiu na pele, tá sentindo princialmente em função das enchentes do maio do ano passado. >> Exatamente. Fernandinha, consegue compartilhar com a gente a apresentação, por favor? Que daí a gente já vai ver alguns exemplos de tudo que tem acontecido eh no nosso planeta. Vou colocar aqui no modo de apresentação de slides. Isso. Tudo que tem acontecido no nosso planeta nos últimos tempos, eh, que são exemplos, né, dessas mudanças. Então, vamos lá. Eh, o que que a gente vê, por exemplo, 2024 foi considerado o ano mais quente desde os registros, em 1850, né, com uma temperatura média que já ultrapassou 1,5 acima da era pré-industrial, né, antes da revolução industrial, que começou ali por 1750, mais ou menos. Eh, o que que a gente tem visto também, esse aumento da esse aumento da temperatura não é só na atmosfera, né? Ele também é no mar. E isso acaba gerando um branqueamento em massa dos recifes de corais, que é quando os recifes de corais perdem eh o as suas a bactérias, né, as cianobactérias que estão junto com eles, que dão a cor e são essas canobactérias que acabam dando alimento pros corais. Então, os corais sem essa sintonia com esses outros seres acabam ficando sem comida. E como não tem esse funcionamento correto, os peixes vão embora, toda a vida do coral acaba se afetando de alguma forma. Isso afeta também as pessoas que sobrevivem ou da pesca dos peixes que vivem nos corais ou do turismo. Então isso também tá sendo afetado. O gelo polar, as geleiras estão derretendo com o aumento dessa temperatura média global. Essa mudança

vem ou da pesca dos peixes que vivem nos corais ou do turismo. Então isso também tá sendo afetado. O gelo polar, as geleiras estão derretendo com o aumento dessa temperatura média global. Essa mudança nos sistemas climáticos gera secas e incêndios não controlados no mundo todo, né? Como a gente tá vendo, a S tava comentando com a gente antes do programa começar que tá acontecendo ali em Goiás, né, Sani? Se quiser até falar rapidinho. É aqui numa cidade chamada Barra do Garces, no interior de Mato Grosso, divisa com o estado de Goiás, que nós temos um parque que hoje, infelizmente, está eh queimando, né? recebemos essa essa notícia triste desde a manhã de hoje, que começou a a um incêndio que a gente está ainda orando para que a gente consiga controlar, não se torne um incêndio realmente. >> Pois é. E vários desses incêndios a gente vê que acontecem, né? tem acontecido em vários países. Eh, outras outros efeitos das mudanças climáticas são o aumento do nível do mar também em mares mais tempestuosos, chuvas pesadas, prolongadas que causam inundações, deslizamentos de terra, que é alguma coisa muito comum aqui onde eu moro, em Blumenal, Santa Catarina. Eh, as culturas agrícolas vê falhando pelo excesso de chuva ou de seca. os rios, lagos, as vias navegáveis interiores vão encolhendo e vão morrendo também por causa dessa alteração dos sistemas climáticos. Tudo isso acaba afetando todos os animais que vivem nos ecossistemas e também os nossos hábitos, né? Porque a gente que vive todas essas tragédias, né? Eh, tem a nossa vida inteiramente alterada, especialmente as pessoas que perdem suas casas, né? como foi muito caso no Rio Grande do Sul, né, no ano passado. Eh, outro efeito das mudanças climáticas são as doenças disseminadas por mosquitos que aumentam com o calor. E todos esses casos geram os refugiados climáticos, né, que são pessoas que são obrigadas a saírem das suas cidades, das suas dos seus estados, às vezes do seu país, porque não conseguem lidar com os efeitos eh desse

sos geram os refugiados climáticos, né, que são pessoas que são obrigadas a saírem das suas cidades, das suas dos seus estados, às vezes do seu país, porque não conseguem lidar com os efeitos eh desse novo caos, né, no clima. Eh, Alexandre, você conta pra gente porque isso tá acontecendo? Sim. Então, né, essas mudanças climáticas que nós estamos vendo em todo o planeta, né, são resultados, em grande parte, principalmente das atividades humanas, né, atmosfera terrestre comporta composta por diversos gases, desempenha um papel importante, natural, a função de reter parte deste calor proveniente do sol, a radiação solar que chega até o nosso planeta, mantendo assim, né, as condições adequadas para a vida e que é o fenômeno conhecido como efeito estufa. E esse processo é essencial, né? Pois sem ele a Terra seria um local frio, inóspo. E como tu disse, né, Letícia, desde a revolução industrial a humanidade passou a liberar enormes quantidades de gases de efeito estufa, especial aquelas a base de carbono, uma velocidade muito maior que a capacidade que a Terra tem de absorver pelos seus ciclos que são naturais. Então, tudo isso que a gente tá vendo, essas mudanças que temos visto em diferentes locais do planeta, diferentes formas, como tu bem descreveu, é resultado do efeito estufa intensificado, que não é nada bom pro nosso planeta, que acaba aprisionando mais calor na atmosfera e que vai levantando, levantando e levando o aumento gradual das temperaturas médias globais, né? Infelizmente a gente tem visto esse recorde da temperatura média global aumentando ano após ano. E os principais gases envolvidos nesse processo são dióxido de carbono, metano, óxonitroso, entre outros gases, né? E eles são liberados por diversas atividades humanas. Algumas tu até gestou, né? A questão do da queima dos combustíveis fósseis, o carvão, petróleo, gás natural, né? Para que que são utilizados? geração de energia, transporte, aquecimento, processos industriais, o desmatamento, né, que envolve muito a questão do nosso Brasil,

, o carvão, petróleo, gás natural, né? Para que que são utilizados? geração de energia, transporte, aquecimento, processos industriais, o desmatamento, né, que envolve muito a questão do nosso Brasil, reduz a capacidade das florestas de de absorver o CO2, agropecuária, especialmente a a criação intensiva de gado que libera metano, a indústria, manufatura de bens, né, de forma desordenada, com seus processos químicos que liberam gases nocivos, atmosfera também e também a questão de até os sanitários, né, muitas vezes clandestinos o lixões e o consumismo crescente, que também acaba gerando o aumento de resíduos e a gente não tem essa capacidade de gerê-los da forma adequada. Mas uma coisa que é importante ressaltar que a responsabilidade por esse quadro não tá distribuída de forma equitativa entre os povos, né? Esse modo de vida, como nós conhecemos, não é comum a todos, principalmente os povos, as comunidades tradicionais, né, como indígenas, quilombolas, ribeirinhos, aboríes, né, povos de outros continentes, como África, pr América, Ásia, proves sofrem mais esses efeitos, né, eles não estão impactando e estão recebendo toda a consequência dessas mudanças, né, Porque esses esses estilos de vida historicamente são mais sustentáveis, são mais integrados, eles têm um entendimento melhor da natureza e de respeito da natureza que contrasta com o nosso modo de vida, né, o nosso modelo de produção que não é de nenhuma forma sustentável. Então, cabe as nações ditas, desenvolvidas, mais industrializadas, né, que em busca do lucro do crescimento econômico desenfriado, irresponsável, impossionarem, né, esse uso intensivo de combustíveis eh fósseis, principalmente a exploração predatória dos ecossistemas. Então, o que que a gente pode dizer? Que é uma grande justiça que os povos mais pobres e mais vulneráveis, né, eles contribuíram minimamente para o planeta e enfrentam de maneira mais intensa esses impactos de eventos climáticos, né, como foi citado, secas, enchentes, ciclones, além da insegurança

eráveis, né, eles contribuíram minimamente para o planeta e enfrentam de maneira mais intensa esses impactos de eventos climáticos, né, como foi citado, secas, enchentes, ciclones, além da insegurança alimentar e os deslocamentos forçados, né, um termo que se usa já atualmente a questão dos refugiados climiáticos. Então, o Brasil, infelizmente, figura hoje como o quarto maior emissor de gases de efeito de efeitos, eh, perdão, quarto emissor de gases efeitos de efeito estufa no mundo, né? Então, e da onde que vem a principal caso? Ao desmatamento, principalmente ligada a agropecuária, né? Não só uma região do país, mas em várias regiões, que esse desmatamento acaba causando todas essas consequências nefastas a todo o planeta. Exatamente. Então, historicamente, os países desenvolvidos, especialmente as elites, né, foram as que mais contribuíram de fato para essa mudança no sistema climático da Terra. E quem sofre é o outro lado, né? As pessoas que menos têm a ver com a geração em si do problema. E não é só uma coisa da cabeça, uma percepção, não. Existem métricas, né? tem medições para isso e tem um vídeo da NASA que a gente vai ver agora que mostra esse aumento da temperatura. Então, desde 1880 existe o reg esse a NASA fez esse registro, né? E os círculos brancos, azuis são temperaturas mais ou menos. E os círculos que a gente já começa a ver com registros de vermelho, de laranja, a partir de 1980 por ali já são eh anos mais quentes. Então a gente consegue ver cientificamente comprovado que sim, a temperatura média do planeta está aumentando. Significa que em alguns lugares aumenta menos, em outros aumenta mais, mas de forma geral ela tem aumentado, né? em 2024, o ano passado, foi que passou a média de 1,5, que é o limite eh previsto pelo acordo de Paris, né, que foi da COP de 2015. Então, qual que é o plano pra gente sair desse grande problema, né, Sani? São dois termos chaves. Quais são eles? >> É porque a gente tá falando do problema e agora o que fazermos com ele, né? A

2015. Então, qual que é o plano pra gente sair desse grande problema, né, Sani? São dois termos chaves. Quais são eles? >> É porque a gente tá falando do problema e agora o que fazermos com ele, né? A gente agora tem que começar a refletir, embora, como disse o nosso Alexandre, a culpa não é de todos, né? Mas a conta, infelizmente, ela chega para todos, né? O planeta é um só, a Terra é uma só. Nós estamos, fazemos parte deles, desse mundo. E na verdade a gente, eh, eh, a, a natureza por si só, ela se sobreviveria sem nós de qualquer forma. Nós é que não sobreviveríamos sem ela, né? Então, chegou nesse ponto e aí vieram as as os acordos, né, muitos desses acordos que foram mundiais nas conferências mundiais, que muitos de vocês já devem ter ouvido falar, as COPs, né, que esse ano tá tão falada por ser no Brasil, aqui em Belém, no norte do do Brasil, eh nada mais são do que eh os países se reúnem, né, para dizer ali o que fazer agora com tudo isso que tá posto, né, no sentido de dos danos já já causados e como fazer. Então eles eles resolvem ali através de acordos globais, acordos mundiais, né, que que eles assumem alguns compromissos. E na última, na em uma das COPs, né, que foi essa COP 15, que é essa de Paris, nesse acordo, né, que foi feito, chegaram para esse tema dois dois duas opções, duas alternativas, né, que é muito falada hoje por todos nós, assim como eu queria só contribuir com a fala do também do nosso Alexandre sobre tudo isso que ele falou dos povos e comunidades, que hoje a gente chama isso de justiça climática, né, que é justamente a gente conseguir vê a diferença daquele que que é vulnerável em todos os sentidos e que não compromete se ele mantém o hábito de vida. e aquele que de fato tem a finalidade só de de eh explorar, né, a a natureza de uma forma muito eh econômica, digamos assim, sem pensar no na consequência disso. Então, são termos que vieram, né, ao longo desses anos com essas políticas mundiais, nacionais, globais de de meio ambiente. Então, eh

eh econômica, digamos assim, sem pensar no na consequência disso. Então, são termos que vieram, né, ao longo desses anos com essas políticas mundiais, nacionais, globais de de meio ambiente. Então, eh eh temos duas opções hoje como alternativa, não não são só essas, são muitas, que chama adaptação e uma outra que é mitigação. Que que é uma, que que ia falar em adaptação climática, né? Adaptação climática é são mudanças necessárias, que é isso que a gente já tem falado aqui desde o início de hoje, para conseguir conviver com as consequências de um clima alterado, né? O clima tá alterado, isto é comprovado hoje cientificamente e também na nossa vivência diária. Nós temos isso, nós temos sentido literalmente na pele, né, a mudança tão brusca que tem sido a cada ano no período a indefinição das estações. Nós já não temos uma estação definida como nós tínhamos antigamente. No frio é frio, no inverno, no verão é calor, não tem muito mais isso, né? a chuva não tem mais uma um período também eh certo. Então, eh, como a gente vai fazer para se adaptar a isso tudo que já está aí? Então, a gente tem que criar alternativas para se adaptar. Então, como defesas contra inundações ao longo das costas, imagens de rios, eh, algumas das alternativas, tá, gente? nós colocamos aqui só para tentar assim eh ficar um pouco mais claro desse esse tema que a gente tá falando de de como fazer e o que fazer agora com tudo isso que tá acontecendo, né? eh instalação de ar condicionado em em casas em climas mais quentes, que é o que a gente falou, principalmente das comunidades mais vulneráveis, né, com baixo poder aquisitivo e que são as que sofrem realmente eh consequência diária, né, dessa dessa mudança do clima de calor, de frio ou de inundação ou de seca, desertificação, eh alteração das culturas agrícolas para se adaptarem às condições climáticas. Hoje se fala muito em atividades agroflorestais, não utilizar mais área do que já existe, de área já desmatada, mas otimizar aquilo que já está aberto e fazer ali a

adaptarem às condições climáticas. Hoje se fala muito em atividades agroflorestais, não utilizar mais área do que já existe, de área já desmatada, mas otimizar aquilo que já está aberto e fazer ali a melhoria da produção, né? Já que eu tenho que produzir alimento pro mundo, já que eu tenho que produzir, né? eh eh praticar agricultura, que eu utilize dessas áreas de forma sustentável, de forma mais eh otimizada para não ter que abrir novas áreas, fazer novos desmatamentos. Então, hoje tem muitas eh alternativas de agricultura que podem se adaptar melhor a essa essa de forma mais favorável ao clima. Aprender a tratar doenças e condições desconhecidas, eh, cidades esponja. Que que é cidades esponja? esse termo são cidades que que que foi acontecendo com as nossas cidades, principalmente os grandes centros, né, que a gente fala da famosa selva de pedra, tudo foi sendo em razão do crescimento, né, da população, foi se construindo mais e o concreto foi tomando conta, o concreto, concreto mesmo e não o concreto que hoje já tem outras alternativas. E isso foi sendo substituído por áreas verdes, né, por áreas eh naturais. Isso foi comprometendo o solo, foi comprometendo o lençol freático, né, toda a parte de abastecimento de água da região. E aí as cidades esponja eh eh são são alternativas que fazem de de iniciativas na na no planejamento urbano para que previna que aconteça as inundações. O que que aconteceu no Rio Grande do Sul, basicamente, né, Alexandre, você pode até me auxiliar nisso daí. foi exatamente o a falta de planejamento, né, esse excesso populacional de forma des descontrolada, né, em locais que que já eram locais de risco, né, locais que já havia esse risco. E isso foi ficando de uma forma insustentável. Até que a natureza ela ela é o que eu disse, ela reage, né, na verdade ela tem uma é natural. O, e aí vem as, as consequências. Quando tem uma chuva hoje nas cidades, a gente percebe quanto de sujeira que tem, né? Quanto de lixo, de resíduo que fica ali na rua, naquelas

ela tem uma é natural. O, e aí vem as, as consequências. Quando tem uma chuva hoje nas cidades, a gente percebe quanto de sujeira que tem, né? Quanto de lixo, de resíduo que fica ali na rua, naquelas nas boca de lobo que a gente fala. E para onde que isso vai, né? Para onde que esse lixo tá indo? O que que acontece com tudo isso? Se a gente for olhando tudo isso, é consequência de de danos que vão sendo, que vão aparecendo. Então, adaptar é criar alternativas, né? criar eh eh formas de a gente melhorar hoje o que já está colocado para adaptar ao que já tem, ao que ao que nós já temos, melhorar essa condição, né? Pode passar para mim, por favor. Acho que até >> um adendo em relação à cidades esponja, né? Um exemplo, são várias ferramentas dentro desse conceito guarda-chuva, né, de cidades esponja, eh, que são de soluções baseadas na natureza, né, SBN. E um exemplo básico é parques na beira de rios, né? Ou na beira de mares, na beira de corpos hídricos no geral, porque na medida que esse corpo hídrico enche, o parque mesmo com a sua vegetação natural vai absorver um pouco dessa água e vai evitar uma inundação maior, né? Então vai ser um exemplo simples assim que várias cidades brasileiras já têm inclusive. É hoje esses temos todos, né? São nada mais são do que práticas, né? Soluções baseadas na natureza. criada a própria natureza alternativa para melhorar as condições, para evitar, para prevenir, né, esses esses esses grandes esses eventos extremos que têm acontecido. Então, existe tem cidades verdes resilientes, soluções baseadas na na natureza, né? Hoje o governo federal tem hoje um programa nacional adapta cidades, que é um programa de adaptação na no nível nacional, que traz aos municípios esse essa essa ideia de fazer, de ter eh eh iniciativas, né, de adaptação. E a mitigação, como eu disse, é aquela que tenta reduzir as causas do problema, né? Então, é reduzir literalmente, evitar que isso aumente, né? a gente tentar controlar o que eh já tá colocado e e me e adaptando a isso. Eh, as comunidades

que tenta reduzir as causas do problema, né? Então, é reduzir literalmente, evitar que isso aumente, né? a gente tentar controlar o que eh já tá colocado e e me e adaptando a isso. Eh, as comunidades que ficam mais vulneráveis, eu também esqueci de falar isso, que eh na verdade esses impactos são muito sentidos mesmo em comunidades que ficam mais vulneráveis, né, expostas e que inclusive é quem é quem cuida melhor porque dá mais valor, né, porque ela tem mais acesso à natureza. Então, é interessante que isso, essa conta realmente ela não fecha, né? Quem quem quem não usa eh como é que eu digo assim, de forma natural, não dá o valor porque vê valoriza como bem, não como como é que como é que eu digo? não como eh é mais valorando como a parte econômica da natureza e não a é o que a gente e percebe. Então a mitigação a gente tenta reduzir esse problema, né, reduzindo a liberação dos gases de efeito estufa na atmosfera, removendo esses gases que já estão lá. eh para o uso de de combustíveis fósseis. Hoje nós já temos, né, outras alternativas, né, eh, os combustíveis fósseis como carvão, petróleo, gás, nas próximas duas ou três décadas gerar energia somente a partir de energias, fontes renováveis, né, energia solar, eólica, hidrelétricas menores, né, de menor porte, é o que a gente entende, pelo menos quem quem conhece as atividades. Então, mudanças significativas são necessárias em todas as atividades, na agricultura, na pecuária, no transporte, na navegação, na aviação, né? A as medidas compensatórias elas precisam melhorar e propor realmente medidas mitigadoras, efetivas, eficientes, porque todo empreendimento, todo, toda atividade, quando ela vai ser desenvolvida, ela precisa ter a proposição de medidas mitigadoras. Só que isso na prática tem acontecido muito pouco. Então hoje não dá mais para esperar, não dá mais paraa gente eh achar que é só para colocar no papel que eu vou propor medidas mitigadoras. O desenvolvimento ele precisa continuar, precisa em algumas áreas, né? Ele não vai deixar de

rar, não dá mais paraa gente eh achar que é só para colocar no papel que eu vou propor medidas mitigadoras. O desenvolvimento ele precisa continuar, precisa em algumas áreas, né? Ele não vai deixar de acontecer. Mas quando eu proponho mitigar esse dano, mitigar esse, eu preciso de fato colocar isso em prática, né? Em qualquer atividade que eu for desenvolver. É isso, amigos. Exatamente. E eu tô até dando uma olhada nos comentários, algumas pessoas responderam a pergunta, né, que eu fiz no começo, como é que as pessoas têm visto essa tem vivido as mudanças climáticas, né? Então, a Tatiane comentou que no noroeste gaúcho estiagem tem causado problemas na produção de grãos. Eh, o Pampa vem sofrendo alterações, como disse a Eva, eh, né, com alterando a flora e a fauna. E assim a gente vê casos de fato em todo o país, né, prejudica a plantação, aparecem muitos eh vírus e cham e pragas, né, como a gente acaba chamando assim, que são esses seres vivos que se alimentam daquoras, né, espécies invasoras que se adaptam ali, né, por conta dessa mudança. Então assim, tem eh coisas que a gente pode fazer dentro da adaptação e da mitigação na nossa casa espírita, nos centros espíritas que frequentamos, né? E algumas alguns exemplos que a gente trouxe aqui eh para você que frequenta a casa, que ajuda na coordenação, que faz trabalho voluntário, enfim, que pode levar diante essas ideias, né? Assim, todos nós dentro do movimento espírita vamos também ajudando a combater as mudanças climáticas, né? porque cada pouquinho soma para um todo eh funcionar, né? Então assim, a gente sugere muito palestras sobre o tema mudanças climáticas relacionando com questões espíritas, como a gente vê na doutrina, o mundo deção, livre- arbítrio, leis de progresso e destruição, outros temas que a gente consegue vincular. Eh, estruturalmente falando, as casas podem instalar painéis fotovoltaicos para gerar energia elétrica a partir do Sol. Então, reduzindo seu sua dependência dos combustíveis fósseis, como a S tava

ar. Eh, estruturalmente falando, as casas podem instalar painéis fotovoltaicos para gerar energia elétrica a partir do Sol. Então, reduzindo seu sua dependência dos combustíveis fósseis, como a S tava falando antes, instalar aquecimento solar de água também para uso no chuveiros, que é uma coisa que também vai ajudar a reduzir a fatura de energia elétrica. Então, se ela vier de combustível fóssil, já vai ser um benefício esse aspecto. Ter uma horta vertical ou se tiver canteiro, fazer uma horta, porque isso contribui para menos consumo, né, de compras de fora, um consumo mais consciente também, porque vão ser provavelmente produtos criados sem agrotóxicos, né? Se a gente consegue plantar a nossa própria comida, a gente tem esse controle sobre o tipo de adubo que a gente coloca. eh fazer a compostagem dos resíduos orgânicos, porque muito dos gases gerados vem dos aterros sanitários, eh, ou da destinação incorreta dos resíduos. Separar os resíduos recicláveis também contribui substituir os copos descartáveis por copos de papel ou duráveis, porque toda produção de plástico vem do petróleo, né? Então tudo que a gente acaba consumindo de plástico, a gente tá, querendo ou não, incentivando a continuidade dessa cadeia, substituir as as marmitas de isopor, que também é um plástico do petróleo, por marmitas biodegradáveis. Isso é para as casas espíritas que trabalham, né, com alimentação. Substituir as lâmpadas for eh encandescentes por lâmpadas fluorescentes e de LED. aplicar telhados verdes, que é com plantas mesmo, porque o telhado verde ele vai refrescar o ambiente, diminuindo assim o uso do ar condicionado, que vai reduzir a conta da energia também, ou pintar o telhado de branco porque vai refletir a luz também, vai reduzir a temperatura internamente. Criar uma campanha para que cada frequentador leve a sua garrafa, o que reduz o uso do copinho plástico, né? Colocar mais alimentações vegetarianas no cardápio para, de novo, para aquelas casas que trabalham com alimentação, né?

cada frequentador leve a sua garrafa, o que reduz o uso do copinho plástico, né? Colocar mais alimentações vegetarianas no cardápio para, de novo, para aquelas casas que trabalham com alimentação, né? e fazer uma campanha de carona solidária, eh, entre trabalhadores, até entrequadores, porque isso vai reduzir o os carros nas ruas e vai reduzir a emissão de gases de efeito estufa, né? Então, aqui tem algumas eh sugestões eh para vocês sugerirem nas reuniões de coordenação da casa e tentarem implantar também nas suas próprias casas, né, individuais, não só nos centros espíritas. Quanto mais dessas ações a gente puder fazer, mais a gente contribui para um mundo de regeneração que a gente viu nos episódios anteriores, né? Para que seja um mundo conservado, preservado, né? e não destruído. Fica aqui o nosso site com várias informações eh para que vocês possam ver e se aprofundar na temática ambiental relacionada ao espiritismo. Vamos ver se a gente tem mais algum comentário legal para trazer aqui. De fato, Marlene, o desmatamento, ele é um problema muito grande, né? 1943 ali a mensagem da Marlene que vem causando muitos problemas não só em termos de emissão de gás de efeito estufa, né, mas essa própria perda de espécies vegetais e animais. Então, realmente é um dos maiores problemas hoje no mundo todo. É, mas fazendo todas essas ações que a gente trouxe aqui para vocês e muitas outras, né? A gente trouxe um pequeno resumo assim do que que pode ser feito nas nossas casas espíritas, trazendo a temática, né, pro nosso trabalho, nosso local de trabalho aqui, de estudo, eh, de doutrina, né, para que a gente possa assim contribuir no nosso dia a dia para combater as mudanças climáticas e nos adaptarmos, né, ao novo clima, não é isso, S Alexandre? Isso mesmo, Letícia. Não, gostaria só de comentar em relação a essas últimas dicas que tu deu. A gente sempre comenta com as comos espíritos aqui do Rio Grande do Sul. É que cada centro tem a sua realidade também, né? Tem centos de espíritas de

entar em relação a essas últimas dicas que tu deu. A gente sempre comenta com as comos espíritos aqui do Rio Grande do Sul. É que cada centro tem a sua realidade também, né? Tem centos de espíritas de maior porte, menos porte, mais trabalhadores, menos trabalhadores, mais recursos, menos recursos, eles possam ir fazendo de acordo com a sua realidade, né? Que eles possam ir começando a fazer o possível. Se eles não conseguem fazer todas as ações que a gente sugere, seriam ótimo que quisesse, mas que possam fazer. o que tiver ao seu alcance, mas importante que façam >> como diz o nosso Geraldo, como diz o nosso Geraldo, é urgente, mas não precisa ser apressado, né? Ele sempre tem falado sobre isso >> para que a gente não se assim, né? Não se angustie de que, ah, e agora por onde que eu começo? Preciso, né? Não precisa. >> Antes feito do que perfeito, como a gente diz, né? Começa por alguma algum ponto, pega lá o que tá mais urgente, mais necessário, vai por ali, quando der, passa para outro e assim a gente vai fazendo na nossa vida também, né? Não dá para mudar tudo ao mesmo tempo. >> É verdade. >> Então tá, nós agradec para pra gente para auxiliar que a responsabilidade ela é conjunta, né? Então eh o planeta é um só, é a nossa morada, é a nossa casa. Então eu eu além de de ter o livre arbítrio, tenho que lembrar que junto vem a lei de responsabilidade. Então, se eu não sei, né, usar desse livre arbítrio, eh, eu vou ter consequência, né? A causa e consequência, a lei de causa e consequência é isso. Nada mais é do que eu uso de forma indevida do livre arbítrio. E nós estamos vendo isso já, né, gente? Então assim, é um é um compromisso nosso como cristão, como como espíritas e e de de inclusive sentimento de empatia, de virtudes que nós precisamos desenvolver, de pensar que nós estamos todos juntos, né, nesta nesta nesse desafio. É um desafio conjunto. >> Exatamente. E então nós nos vemos na semana que vem. Agradeço a participação da Sandra Alexandre hoje aqui comigo.

ue nós estamos todos juntos, né, nesta nesta nesse desafio. É um desafio conjunto. >> Exatamente. E então nós nos vemos na semana que vem. Agradeço a participação da Sandra Alexandre hoje aqui comigo. Que possamos estar na semana que vem de novo. E já vou adiantar o tema aqui para vocês, um spoiler que é sobre Não tá aparecendo aqui para mim. Cadê meu tema? Agora apareceu para falar bem direitinho. Objetivo de desenvolvimento sustentável e espiritismo. Como que a gente alinha as práticas aos objetivos globais? E a partir desse programa, a gente vai destrinchar cada um dos 17 ODS e como que nós espíritas podemos trabalhar com eles na nossa vida e nos nossos centros espíritas também. Então vejo vocês semana que vem. >> Um beijo, gente. Muito obrigada pela participação e fica gravado, viu? As lives estão ficando gravadas. Quem não conseguiu ver agora, divulgue para que vejam depois. Boa noite. >> Boa noite. Obrigado. M.

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