#22 Paz, justiça e instituições eficazes | Conscientização Ecológica
🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Paz, justiça e instituições eficazes". ✨ Convidados especiais: Julliana Cutolo e Letícia Klein. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 Ative o lembrete e c...
เ Uh. Boa noite, boas-vindas ao programa de conscientização ecológica da FEB. Eu me chamo Letícia, estou aqui com Geraldo hoje. Boa noite, querido. >> Boa noite, querida Lê. Boa noite a todos estão nos acompanhando já chegando aí nos comentários, no chat, não é? Marcine está conosco, a Eva também, a Elda, pessoal vai chegando, a gente vai podendo conversar hoje com tema muito interessante, oportuníssimo, atualíssimo, não é, Lê? Exatamente. Cléber, consegue colocar na tela pra gente, por favor? Hoje a gente tá com o Cléber nos bastidores. O, hoje a gente vai falar sobre o ODS 16, o objetivo de desenvolvimento sustentável da ONU, que fala sobre paz, justiça em instituições eficazes, algo cada vez mais necessário no nosso planeta, né? Então, esse EDS, ele busca promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável. Busca também proporcionar o acesso à justiça para todas as pessoas, todos os seres vivos também e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis. Então, antes da gente começar, a gente já lança a nossa perguntinha clássica, né? A gente pede para que vocês respondam no chat. Podem também ao longo do programa ir colocando perguntas, sugestões, comentários, dúvidas. E a perguntinha de hoje que a gente quer saber de vocês é: qual é a sua visão de paz? Já que o nosso ODS de hoje fala sobre esse tema, né? E para que a gente possa atingir esse ODS, né, a gente precisa de algumas ações. Então, nós precisamos agir para reduzir significativamente todas as formas de violência e as taxas de mortalidade. A gente precisa acabar com o abuso, a exploração, o tráfego, todas as formas de tráfico, né? Todas as formas de violência e tortura contra as crianças. Aqui a gente também acrescenta contra todos os seres vivos. né, humanos e não humanos, reduzir significativamente os fluxos financeiros de e de armas ilegais, reduzir substancialmente também a corrupção e o suborno em todas as suas formas, que é algo ainda muito presente.
e não humanos, reduzir significativamente os fluxos financeiros de e de armas ilegais, reduzir substancialmente também a corrupção e o suborno em todas as suas formas, que é algo ainda muito presente. E por fim, a gente precisa agir incansavelmente pelo término dos conflitos de todos os tamanhos, de todas as ordens, né? Jamais apoiando ações de guerra que afetam a vidas de inocentes e destróem regiões inteiras do nosso planeta, afetando inclusive os demais seres vivos, né? Não só os humanos. E a gente sabe que algumas regiões do mundo elas já atingiram níveis melhores de paz, de segurança, de prosperidade, mas outras continuam vivendo ciclos de conflitos, de violências que parecem que não terminam nunca, né? E Kardec, ele perguntou pra espiritualidade no livro dos espíritos, na questão 573, qual que é a nossa missão enquanto encarnados aqui no planeta, né? E os espíritos responderam que a nossa missão consiste em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso, em lhes melhorar as instituições por meios diretos e materiais. Então essa frase tá bem ligada com o nosso DS de hoje, né? Todos nós precisamos fazer tudo isso, ajudar no progresso, ajudar a melhorar as instituições, né, para que elas sejam eh, como diz ali, muito mais eh resilientes, muito mais justas, né, e eficazes para todas as pessoas. E com essa resposta em mente é importante a gente ter alguns cuidados narrativos, ou seja, alguns cuidados até na nossa forma de se manifestar perante algumas questões que acontecem no mundo, né? tendo como base toda essa doutrina que que a gente tanto ama, né, e tanto estuda. Eh, então é importante reforçar algumas coisas pra gente não cair na armadilha, por exemplo, de dizer que as tragédias acontecem pura e simplesmente pela vontade divina, né? A gente sabe que nem toda a tragédia natural, assim como nem tudo é questão de merecimento ou é questão de dívidas contraídas em vidas passadas, né? Essas tragédias, hã, a gente sabe que nem deveriam existir, né? E aqui a gente tá falando da
ral, assim como nem tudo é questão de merecimento ou é questão de dívidas contraídas em vidas passadas, né? Essas tragédias, hã, a gente sabe que nem deveriam existir, né? E aqui a gente tá falando da tragédia que aconteceu em Minas Gerais, né, recentemente, todos os deslizamentos que aconteceram lá. E a gente sabe que o que aconteceu nas cidades mineiras é uma coisa que vem de décadas, de falta de planejamento urbano, né? Ou um planejamento urbano que é voltado muito paraa especulação imobiliária, vem de um resultado de anos e anos de falta de investimento em habitações de qualidade. Então, muitas vidas são perdidas por imprevidência, por desobediência às leis, por descumprimento do dever pelas pessoas responsáveis, né? Então, a gente não pode atribuir tudo à questão à questão divina. Então, a gente também como espíritas não deve tomar o lado das guerras, das violências, das ofensas, porque essas mesmas esses mesmos cuidados valem também quando a gente fala da de todas as guerras que estão acontecendo no mundo, né? São várias guerras que acontecem ao mesmo tempo. Algumas tomam mais a atenção da mídia, outras menos, mas a gente sabe que mais ou menos metade dos países do mundo vive algum tipo de conflito, seja com vizinho, seja com países mais distantes ou seja internamente, né? Então a gente precisa se solidarizar com as vítimas desses bombardeios e dos contra-ataques que no caso agora a gente vê, por exemplo, envolvendo Estados Unidos, Israel, Irã, Palestina, entre tantos outros, né? Porque esses ataques eles atingem pessoas inocentes, eles atingem outros seres vivos, atingem ecossistemas, né? E essas agressões elas deixam um caminho de destruição, de perdas que são irreparáveis. E essas guerras, elas têm motivações geralmente de ordem econômica e geopolítica, sem respeitar o direito à vida, à liberdade e a paz de humanos e não humanos que são atingidos nesse meio, né? Então, a gente precisa estar atento a essas narrativas que tentam nos rudibriar, às vezes nos
respeitar o direito à vida, à liberdade e a paz de humanos e não humanos que são atingidos nesse meio, né? Então, a gente precisa estar atento a essas narrativas que tentam nos rudibriar, às vezes nos levar a acreditar em coisas que não são as mais corretas, né? Para vencer tudo isso, a gente tem uma série de propostas, né, Geraldo? A gente vai ainda bem, né, Lê, que a gente tem propostas porque a situação ela é caótica, é uma situação difícil, desafiadora, um momento de crise, de transição e que a gente tem que buscar respostas, não é? Encontrar caminhos. A gente queria cumprimentar a querida Marlúci, Alegria, né, companhia de amigos do planeta, né? Estamos aqui também com a Silvia. O pessoal vai chegando aí, não é? Vai cumprimentando e tem a pergunta que está no ar, qual a sua visão de paz, né? Por favor, responda essa pergunta. E aqui em termos de propostas, né, nós temos uma palavrinha chave que é a solução de fato para todos os problemas. já o educador Pedro de Camargo, né, cognominado Vinícius, ele que escreveu vários livros eh de Piracicaba e ele viu Letícia no interior de São Paulo. Ele escreveu mestre na educação, né, em torno do mestre, na seara do mestre, na escola do mestre, nas pegadas do mestre. Olha só, tudo assim no âmbito da educação. E ele dizia que educar é uma questão de remir. Educação é remissão, ou seja, é libertação. Então, para combater homicídios, tráfico de armas, né, corrupção, exclusão social, os preconceitos todos que a gente tem, essa ignorância, a gente precisa fazer muitas mudanças, não há dúvida alguma. Não podemos continuar como nós estamos, né? E uma delas, que é a base de tudo, a gente diria, é educação. Sem dúvida alguma, a educação, ela é importantíssima para melhorar, não é, a situação em que a gente vive. E aí a gente precisa também melhorar o nosso sistema de educação, né? Oferecer uma educação que seja de qualidade, desde a base, aquela educação de formação, né? Lá da quando a gente entra na escola, né? Na minha época era pré-primário, aí
nosso sistema de educação, né? Oferecer uma educação que seja de qualidade, desde a base, aquela educação de formação, né? Lá da quando a gente entra na escola, né? Na minha época era pré-primário, aí tinha um primário, né? Hoje você tem aí, né, as crianças com 3, 4 anos já na escola. Então essa educação de base já formando caráter, já levando valores, né, até o o ensino universitário, depois a sequência toda, não é? Eh, isso tudo é fundamental nesse ensino garantido por lei para todas as classes, para todos os seres, em qualquer situação, condição, nível, não é? incluindo as diversidades, todos os lugares. Educação é fundamental. A educação deve ir além da instrução, da informação, do conhecimento científico e cultural, né? Porque ela vai envolver esses princípios que são éticos, morais, a justiça social, a educação extremamente importante necessária, não é, Lê? A Silvia Vaz tem uma participação aí importante. O nosso querido Cléber podia trazer, educação transforma o cidadão, não é? E aí o que que ela fala e lê para nós? Olha a Silvia, >> a paz não é apenas a ausência de conflito externo, mas sim um estado profundo de serenidade, harmonia e consciência. Exatamente. >> Que beleza. >> Eu não sei se vocês conhecem, mas rapidinho tem uma anedota, né, que fala de um concurso de pintura. em que eh os os finalistas precisavam fazer uma pintura relativa à paz, né? O que que eles entendiam por paz? E aí teve os finalistas lá, ai uma paisagem de um oceano tranquilo, né? Uma floresta com chuva e tal. Só que o vencedor foi uma imagem de uma tempestade, eh, chocando contra uma rocha assim à beira do oceano, aquele mar revolto, uma imagem bastante cinza, escura, né? E aí perguntam prosados: "Mas por que que esse foi o vencedor?" Aí eles falam: "Não, porque lá na imagem você consegue ver no centro na rocha tem um buraquinho e tem um ninho de passarinho". E os passarinhos estão tranquilamente dormindo lá naquele ninho. É isso, né? Um conceito de paz interessante realmente a gente saber estar em paz
rocha tem um buraquinho e tem um ninho de passarinho". E os passarinhos estão tranquilamente dormindo lá naquele ninho. É isso, né? Um conceito de paz interessante realmente a gente saber estar em paz internamente, mesmo quando tudo ao redor está uma bagunça, né? E a gente realmente precisa recorrer essa paz interna com muito auxílio de Jesus nesses momentos difíceis que a gente vive. É isso mesmo. E mais participações aqui. Olha, o a Eva, né, diz que a a paz, né, é observância da lei do amor, proposta e vivenciada pelo mestre Jesus. A lei, >> a gente vai falar um pouquinho mais disso na nessa live de hoje, inclusive >> vai ter mesmo, né? A gente seguindo aí, né, L? Vamos aqui na dobradinha, a gente tem que trazer também para a importância da casa espírita, não é isso? do centro espírita, a evangelização espírita infanto juvenil, não é? Eh, a questão do estudo, né, diz respeito aos aos adultos também, palestras, cursos que são oferecidos na casa espírita, que vão dar uma base, evidentemente, aí para essa formação ético moral. são os valores do Cristo, né? Como a Eva tava falando, essa moral que vai trabalhar virtudes, as virtudes que a gente precisa necessariamente adquirir, não é? Eh, e aí, como é que a Casa Espírita deve ser, Lei? Aqui é uma proposta, né, que a gente traz de que a casa espírita se torne um centro de uma comunidade de afeto multipéci, né, nos incentivando a distribuir afeto e cuidado para outras pessoas e também para outros seres vivos, né, dentro da casa espírita, mas fora dela, inclusive, trabalhando pelo bem das sociedades multiespécies, né, ou seja, trabalhando pelo bem de todos os seres vivos, com parcerias solidárias no atendimento a comunidades, eh, necessitadas também a animais, né? É uma forma da gente ir caminhando na trilha pro amor incondicional que Jesus nos ensinou, mas que a gente ainda desconhece, né? Então, nesses espaços de afeto e cuidado, o acolhimento, a escuta, o apoio sistemático, o não julgamento, ao mesmo tempo que a oferta
ional que Jesus nos ensinou, mas que a gente ainda desconhece, né? Então, nesses espaços de afeto e cuidado, o acolhimento, a escuta, o apoio sistemático, o não julgamento, ao mesmo tempo que a oferta de recursos físicos, materiais, né, de oportunidades e as ações transformadoras de realidade são fundamentais, né, dentro da casa espírita, nos projetos fora dela também na nossa vida. Então essa campanha que a gente tem campanha de conscientização ecológica, ela busca trazer essas diretrizes, né, paraa constituição dessas comunidades regeneradoras de vida. Eh, e é importante também a gente refletir sobre alguns pontos nessa questão das mudanças, né? Porque assim, é fundamental a gente mudar a si mesmo, só que a gente não pode só pensar nisso e parar ali, né? É importante sim que a sociedade mude ao mesmo tempo em que os indivíduos para que a mudança seja, claro, efetiva de longo prazo, né? Eh, então a gente precisa para isso de ações que são continuadas. Então, ações individuais, coletivas, institucionais. É preciso, sim, a gente mudar sistemas e padrões na sociedade que estão desalinhados com a lei de amor, justiça e caridade e, né, com os ensinamentos de Jesus. Só assim a gente vai conseguir vivenciar essa lei na prática. Eh, Allan Kardec, na conclusão do livro dos espíritos, diz que o progresso da humanidade tem seu princípio na aplicação da lei de justiça, de amor e de caridade, que se funda na certeza do futuro. Dessa lei derivam todas as outras, porque ela encerra todas as condições da felicidade do homem. Ela é considerada a mais importante, né? Só que a gente ainda tá muito longe disso. Claro, estamos caminhando para isso, mas é um futuro a ser construído no presente. E um exemplo desses problemas que acabam gerando um obstáculo nesse caminho é o que acontece hoje nos diversos níveis de governo em todo o mundo, como por exemplo, com várias das leis sendo aprovadas pelo poder legislativo, mas atendendo a interesses de certos grupos econômicos, políticos ou de classes específicas, né? E em
rno em todo o mundo, como por exemplo, com várias das leis sendo aprovadas pelo poder legislativo, mas atendendo a interesses de certos grupos econômicos, políticos ou de classes específicas, né? E em geral, quando essas leis conseguem ser aprovadas, elas acabam favorecendo essa minoria em detrimento da qualidade de vida da maioria da população. E aí, como cidadãos espíritas, a gente precisa pressionar esses representantes, né, a agirem com coerência pela justiça social, pelas urgências do nosso século. Afinal, eles estão respondendo em nome da maioria, né? Então, eles precisam pensar na maioria na hora de eh de fazer as leis, né? Em outras situações, existem formas dos cidadãos acabarem acionando um sistema de justiça no meio dessa corrupção toda, né? Alguns exemplos, o Fórum de Pequenas Causas de Arbitragem, delegacias de mulher, de crimes cibernéticos, do trabalho, de proteção meio ambiente, de abrigos, de crimes contra a saúde pública e por aí vai, né? É possível a gente acessar esse sistema de justiça. Qual que é o problema? a educação deficiente que a gente ainda tem, as desigualdades sociais disseminadas por todo mundo impedem a universalização até do conhecimento desses direitos, né, e do acesso a essas ferramentas. Então, os grandes obstáculos hoje que a gente enfrenta nesses processos são o uso incorreto do poder, o uso incorreto do dinheiro, o exercício recorrente da corrupção, né? Então, todas essas variáveis, elas vão bloqueando um sistema, elas vão bloqueando sistematicamente a construção e a consolidação de decisões legítimas, levando assim ao quê? Desistência do uso desses serviços, né? Ou então a apelação a recursos intermináveis em diferentes instâncias do sistema de justiça. E por que que a gente tá falando de justiça? Porque o ODS é sobre paz e justiça e instituições eficazes, né? Para acontecer a paz e as instituições eficazes, o único meio é a justiça. E afinal, Geraldo, o que que é a justiça na visão espírita? O que é justiça? Olha, o espiritismo tem um conceito
ficazes, né? Para acontecer a paz e as instituições eficazes, o único meio é a justiça. E afinal, Geraldo, o que que é a justiça na visão espírita? O que é justiça? Olha, o espiritismo tem um conceito muito interessante, surpreendente do que é a justiça. Surpreendente no sentido do que a gente poderia pensar que é a justiça, porque logo a gente pensar, a justiça, eu quero ter os meus direitos atendidos, respeitados. Mas a questão 875, quando Kardec pergunta no que consiste a justiça, o Espírito da Verdade responde que a justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais. Isso é muito interessante. Quer dizer, a justiça é uma visão diferente do que a gente costuma ter. A gente ainda é muito egoísta, né? A gente pensa muito em nós mesmos. Mas a justiça é pensar em respeitar os direitos do outro em primeiro lugar. Assim como a gente deseja que o os nossos sejam respeitados, a gente precisa respeitar os direitos dos outros. E a gente vai ver como a justiça é a primeira revelação que vem com Moisés. A segunda revelação que vem com Jesus é do amor. Todo aquele que ama é justo e todo aquele que é justo tenderá a amar um dia, não é? Então veja, eh nós temos assim essa questão de uma abordagem que deve ser ampla, sistêmica, que inclua todos, todos os seres, os seres humanos encarnados, desencarnados e também as outras espécies que convivem conosco e também são filhos de Deus, não é? Quando a gente tá falando aí em justiça, nós estamos aqui abarcando, né, em todas as suas acepções. Tá envolvendo aqui a justiça social, a multipécie, não é? Esse respeito a todos os seres que Deus criou, a justiça também racial, né? a consideração que nós temos que ter no sentido todos somos seres humanos e os outros seres também precisam da nossa consideração e do respeito. A justiça ambiental não é a do relacionamento interpessoal, né? A gente vê que a Marlúci trazendo para nós o conceito de paz. Ela diz que é desejar e fazer o bem aos outros reinos, além do nosso, né, que é o reino ominal, mas também
elacionamento interpessoal, né? A gente vê que a Marlúci trazendo para nós o conceito de paz. Ela diz que é desejar e fazer o bem aos outros reinos, além do nosso, né, que é o reino ominal, mas também respeitar o reino mineral, vegetal, animal, não é? Veja como é importante a gente estar nesse contexto da justiça do amor, não é? E a doutrina espírita, né, Lê? e amigos e amigas que estão aí conosco, enquanto a Elda coloca que a paz é ausência de conflito. É interessante esse conceito, mas a gente poderia estender um pouquinho mais, né, Elda, porque às vezes existe o conflito, mas o que a gente não pode ter é o confronto, né? O conflito às vezes é assim, a gente pensa diferente, entra num certo conflito, numa discussão de ideias e beleza, tudo bem. Mas confrontar a ponto, né, de gerar essa guerra é que é absolutamente desnecessário, né? Muito bem. A doutrina espírita ensina então que os direitos estão determinados pela lei humana, legislação humana, e, evidentemente pela lei natural que é criada por Deus, né? Tá na questão 875. As leis humanas vão mudando ao longo da história, a gente sabe disso, vão evoluindo à medida que nós também evoluímos, não é? Em questão social, espiritual. a gente vai compreendendo melhor os mecanismos também, né, de ação, de funcionamento das leis da natureza e pouco a pouco as leis humanas vão se aproximando da justiça das leis divinas. Quanto mais evoluída a gente for, mais próximo vamos tá de Deus e mais justos e amorosos nós seremos, não é isso, Li? Isso mesmo. E esse ele é fundamental porque não dá para atingir as outras metas se a gente não atingir essa, né? Não dá para falar de erradicação da pobreza, de acabar com a fome, de educação de qualidade, de acesso a saneamento e a água potável. Se a gente não conseguir combater os desvios que tem no caminho que impedem esses outros ODS de serem atingidos, né? Então, desvios de recursos financeiros, de recursos materiais que a gente vê acontecer todos os dias em diversos lugares do mundo, né? Ou pensando outros
pedem esses outros ODS de serem atingidos, né? Então, desvios de recursos financeiros, de recursos materiais que a gente vê acontecer todos os dias em diversos lugares do mundo, né? Ou pensando outros ODS também, é impossível falar de trabalho digno, de crescimento econômico, de redução das desigualdades, mesmo combate às mudanças climáticas, quando a gente tem instituições governamentais ainda ineficientes e que muitas vezes atuam em prol de grupos poderosos, pequenos, em detrimento da maioria dos que estão encarnados e do bem comum, né? Então, na classificação das leis morais, Kardec colocou a justiça juntamente com o amor e a caridade, considerando essa a lei mais importante, porque é a que permite ao homem avançar mais rápido no seu crescimento espiritual, né? Porque ela resume as outras leis morais. Isso tá na questão 648 do livro dos espíritos. E a prática dessa lei constitui não só a salvaguarda da vida celeste, mas também o penhor da paz, da tranquilidade, da estabilidade nas coisas da vida terrestre. Eis porque todas as instituições humanas, políticas, sociais e religiosas que se apoiarem nessas palavras serão estáveis como a casa construída sobre a rocha. Então, tá aí a resposta, né, para esse essa frase do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 18 e tem 9. Então, tá aí a resposta, né? É atuando com amor, com caridade, com justiça que a gente vai atingir a paz, né? Ela, essa lei é a expressão mais completa, eh, da caridade, né? É o ensinamento de Jesus sobre amar o próximo como a si mesmo, porque resume todos os deveres do homem para com seu próximo, né? seja ele humano ou outro ser vivo. >> É verdade. Aí nós vamos entrar em sugestões práticas, né, Lê? Porque eh essa situação que a gente tá vivendo em pleno século XX, com guerras espalhadas por todo o mundo praticamente, né, nos continentes todos, a gente tem conflitos, tem confrontos, há guerras realmente acontecendo agora, né, mesmo aí a questão de dias foi deflagrada mais uma guerra. É impressionante. E eu tava
te, né, nos continentes todos, a gente tem conflitos, tem confrontos, há guerras realmente acontecendo agora, né, mesmo aí a questão de dias foi deflagrada mais uma guerra. É impressionante. E eu tava ouvindo a justificativa para guerra. Guerra não se justifica, gente. Você pode até explicar uma razão outra, mas não há justificativa. A guerra, no fundo, não tem razão de ser. É uma coisa verdadeiramente absurda. E aí colocando-se que a justificativa era o seguinte, é que para pela através da força, então da coção, da imposição, se garantir a paz. Ora, em que momento, pela força, pela coção, pela imposição, por tirar a liberdade do outro, você vai conseguir a paz? O caminho que Cristo mostrou e todos aqueles que vem seguindo, né, suas pegadas é exatamente o oposto, não é o da força, é do acolhimento, não é da coção, é da libertação. É tão interessante. Então, tem várias sugestões práticas aí que a gente, né, pessoalmente deve e pode fazer, né, Lé? que a gente fica transferindo paraas instituições, pro estado, pro governo, mas nós temos as nossas atuações. Essa daqui a gente vai comentando aqui, revesando. Olha, procure conhecer organizações que estão trabalhando pelo bem da sociedade. Existem muitas, né? Aí a gente deve apoiá-las de alguma forma, divulgar o seu trabalho. Eu tenho recebido, lê aí pelo Instagram notícias boas. É importante divulgar notícias boas, reproduzi-las, porque tem muita coisa boa acontecendo que não é divulgado. Então, vamos reforçar essa divulgação. >> Exatamente. E também pensando em divulgação, é importante incluir na programação do Centro Espírita palestras e temas que falem sobre as diversas acepções da justiça, né? justamente pra gente ampliar essa visão eh de agir não só em prol das pessoas, mas em prol de uma sociedade justa que inclua direitos a todos os seres vivos, né? E o respeito a esses direitos, né? >> Exato. Não ficar alheio, né? O que está acontecendo, nós precisamos trazer. O espiritismo, gente, é de uma programação atualíssima,
os a todos os seres vivos, né? E o respeito a esses direitos, né? >> Exato. Não ficar alheio, né? O que está acontecendo, nós precisamos trazer. O espiritismo, gente, é de uma programação atualíssima, não é? Muito importante. Eh, a gente tava vendo o estudo da revista espírita na terça-feira agora, né? próxima passada, há dois dias, a questão, né, de uma situação que eh Kardec estuda logo no segundo número de fevereiro do ano primeiro, que é de 1858, um caso que hoje a gente traria praticamente eh para o feminicídio, para o stalque, né, quando você tem a perseguição de uma pessoa pela outra. É uma coisa impressionante, né? Que você não fica satisfeito quando uma relação acaba e aí você fica pensando que o outro, né, é propriedade sua. Nós estamos vivendo isso, né? Então, olha, colaborar, né, para melhorar a organização das instituições espírita, o que que a gente pode fazer pela nossa casa espírita, gente, tornando aa mais inclusiva, afetuosa para com todos os seres. Às vezes a gente critica o centro espírita e a gente tá lá frequentando. Olha, vamos trabalhar para melhorar, vamos ajudar, vamos dar sugestões. Ah, mas minha sugestão não é aceita. Persevere, seja humilde também, continue trabalhando, vai fazendo a sua parte. O exemplo conta muito, não é? Exatamente. E assim como a gente deve dar nossa voz na casa espírita, a gente precisa também dar nossa voz em relação ao que é feito pelo Estado, né? Então a gente precisa sim valorizar as ações afirmativas do Estado que promovam a inclusão, a diversidade como ferramentas de justiça social ambiental. Então é importante sim valorizar essas ações, falar a respeito e claro, né, a gente sabe eh votar a favor de quem é a favor disso, né? >> Sem dúvida. Olha aí, coisa tão eh necessária da gente fazer apoiar também as leis que são contra o desarmamento, não é? E que se oponham aí, evidentemente a violência. Hoje a gente tem uma cultura da violência do ódio, espalhada, mundo afora, né, que a gente precisa trabalhar no sentido de
contra o desarmamento, não é? E que se oponham aí, evidentemente a violência. Hoje a gente tem uma cultura da violência do ódio, espalhada, mundo afora, né, que a gente precisa trabalhar no sentido de preservar a paz, né? Nós somos agentes da paz, aonde formos e onde estivermos. Exatamente. Então, nesse sentido, né, de apoiar leis, a gente precisa apoiar os políticos que fazem essas leis, então, aqueles que trabalham para elaborar, aprovar as leis que beneficiem a maioria da população e a natureza, né? E além das sugestões, a gente também traz algumas questões para pensar, para refletir no nosso dia a dia, dentro da casa espírita também. Existe alguma relação entre a violência e a lei de destruição? Que mais geral? >> Que interessante. São perguntas aí, a gente vai, né, pensando, refletindo, gente, né? São profundas. Como colocar em prática a lei de justiça, de amor e de caridade, né? Eh, com relação a todas as criaturas. Será que a gente dá conta de fazer isso? Uma dica, a gente tem que fazer o que é simples, né? Não complicar as coisas. A gente pensa que não vai dar conta porque tá muito longe. Quando a gente pode começar com um passo bem simples. >> É. E é aquela coisa, se a gente não faz parte do do da solução, a gente automaticamente tá fazendo parte do problema. >> Então, qualquer coisa que a gente faz em direção à melhoria é válido, né? E a gente vai ficando cada vez mais confortável, mais seguro, mais confiante, vai fazendo mais e mais e mais e quando vê, né, já fez um monte, já inspirou outras pessoas também. >> Verdade. >> Eh, e aí, então, nessa ideia a gente precisa pensar como que o espiritismo pode contribuir na construção do mundo de paz e justiça, né? como essa doutrina, os ensinamentos nos ajudam nesse processo. >> Olha, até queria dar aqui a dica para vocês, né, desse livro Grandes e Pequenos Problemas de Angel Aguar, uma publicação clássica da FEB editora, em que ele vai trazer essas questões de justiça social, né, da questão da educação, dos desafios que a gente
livro Grandes e Pequenos Problemas de Angel Aguar, uma publicação clássica da FEB editora, em que ele vai trazer essas questões de justiça social, né, da questão da educação, dos desafios que a gente enfrenta, não é? Então, qual é a importância da educação espírita, né, eh, da própria evangelização, que tem um trabalho em curso, qual essa importância, o que pode fazer em benefício da regeneração da humanidade? >> É, e aí aplicando isso na nossa vida, como que cada um de nós pode colaborar para criar esse ambiente de paz e justiça, né? Começando desde a nossa casa, nossa residência, mesmo passando pelos ambientes que a gente frequenta, né? De que maneira é possível fazer isso no nosso dia a dia? >> Exato. E o Pedro Paulo, ele coloca para nós ali em 19:56 que a paz começa por nós, né? E em nós estejamos com o nosso pensamento em paz, né? E a Marlúci diz que a paz é o pleno exercício das virtudes ensinadas e vivenciadas por Jesus, não é? É isso. E aí, será que algumas de minhas ações é que eu tô empreendendo no dia a dia estão contribuindo com a corrupção? É, é uma coisa curiosa, né, que a gente tem que pensar. Como é que eu posso colaborar para criar um ambiente de paz e de justiça? Eu faço parte desse processo, né, eu tenho que tomar esse cuidado todo. Será que as minhas ações ou omissões estão contribuindo com a violência no mundo? Às vezes a gente não se dá conta e nós estamos sendo instrumentos, gente, instrumentos de disseminar o ódio, a raiva, o desequilíbrio, a dúvida. Olha quantas críticas a gente não vê as pessoas fazendo críticas de uma maneira até irresponsável, sabe assim, inconsequente, sem checar as fontes, sem verificar realmente tome muito cuidado com o que você vai receber, vai repassar para não entrar nessa onda do ódio, né, da guerra. A gente tem que trabalhar pela paz. Esse é o nosso compromisso, não é? >> Exatamente. E tem várias coisas que a gente consegue fazer e é na no detalhe, né? é na conversa, é na postura mediante alguma ação, né? Aquelas coisas básicas
az. Esse é o nosso compromisso, não é? >> Exatamente. E tem várias coisas que a gente consegue fazer e é na no detalhe, né? é na conversa, é na postura mediante alguma ação, né? Aquelas coisas básicas assim que a gente sobre as quais a gente tem muito controle, né? A gente só precisa parar, raciocinar, pensar, respirar, né? antes de tomar alguma decisão e como sugestão de conteúdo, claro, além do próprio livro do Vila Raga, né, que é esse que a gente usa de base, eh, tem usado de base nessa temporada do programa com foco nos ODS, a gente sugere outro livro dele, A justiça Social, uma visão espírita para ação social. Eh, nesse livro ele vai apresentar um estudo bem detalhado dos argumentos da doutrina espírita que sustentam e promovem a organização de uma sociedade mais justa e que mostram também as razões pelas quais nós devemos trabalhar para melhorarmos as condições da sociedade atual. Então, fica a dica. Talvez tenha para empréstimo na casa espírita. >> Isso, >> né? >> Na biblioteca, né? >> Na biblioteca. Exatamente. E no próximo ODS, que é o último, a gente vai falar sobre parcerias paraa implementação dos objetivos. Então fica aqui o convite para na semana que vem você estar aqui com a gente de novo nesse meio tempo. Pode conferir o nosso site. O site da campanha tem muitos materiais, muitas ferramentas sobre a questão da conscientização ecológica, aplicação de sugestões de melhorias na casa espírita, dicas, né, de como que a gente pode ser mais ecológico no nosso dia a dia. >> É isso mesmo. passo a passo a gente vai caminhando nesse sentido, não é, de nos despertarmos para a importância dessas temáticas, a gente com conhecimento, com estudo, com a reflexão e vai chegando da ciência, né, ler a consciência. É importante a gente, né, ter essa ação voltada paraa consciência e a gente vai se despertar espiritualmente. Todos nós podemos fazer alguma coisa, temos potencial, temos capacidade e a casa espírita, a instituição pode colaborar com a nossa participação também. A gente
gente vai se despertar espiritualmente. Todos nós podemos fazer alguma coisa, temos potencial, temos capacidade e a casa espírita, a instituição pode colaborar com a nossa participação também. A gente agradece a presença de cada um de vocês, não é? Aí a gente vai se despedindo que o nosso tempo aqui já chegou ao final, já convidando aí o pessoal, né, pro próximo programa, não é? Exatamente. E agradecemos também quem viu depois, né, não ao vivo, também deixe seu comentário, compartilha esse conteúdo para que a gente possa espalhar cada vez mais essa campanha tão importante. >> Muito bem, tchau. Tchau, queridos. >> Até a próxima. Ciao
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