Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria
Com William Chaves
Na hora da oração. Na hora da oração. Luz. Na hora da oração. Na hora da oração. Jesus. Na hora da oração. Na hora da oração. L. Na hora da oração. Na hora da oração, Jesus. Na hora da oração, na hora da oração, na hora da oração, traga a sua luz. Traga a sua luz. Traga sua luz, meu amado Jesus, na hora da oração, na hora da oração, na hora da oração. Traga sua luz, traga sua luz. Traga a sua luz, meu amado Jesus. Traga a sua luz. Traga a sua luz. Traga a sua luz. Meu amado Jesus. >> Boa noite, queridos irmãos. Boa noite a todos que trabalham, que participam conosco das atividades da Casa Espírito e Estudantes do Evangelho. É com alegria que nós estamos retornando aos nossos trabalhos desse ano de 2026. Hoje nós ainda estamos fazendo ao vivo, mas de modo virtual, porque o nosso auditório que está passando por uma reforma para nos trazer mais conforto está com previsão de de nos entregar ainda nesse mês de janeiro. Então nós estaremos com as instalações renovadas para melhor atender a todos e estamos com muita expectativa e vai ser um grande encontro. Então, coloca aí na agenda de vocês, a gente vai se comunicando pela pelos canais nas redes sociais da Casa Espírito e Estudantes do Evangelho. Mas a previsão é pra gente finalizar janeiro com a nossa atividade presencial. Informamos que nós já retornamos alguns trabalhos na forma presencial depois do recesso do final do ano, das comemorações de final do ano. Então, nós já temos algumas tarefas, algumas atividades retornados ao presencial. Então, nós temos o atendimento fraterno, nós temos o passe, nós temos eh alguns estudos, né? Mas o estudo sistematizado, né, e os estudos presenciais vão retornar na primeira semana de fevereiro. E essas essa grade, né, com esse calendário, a gente tem toda ela lá nas nossas redes sociais. Quem quiser nos acompanhar, será um prazer. Eh, hoje então nós vamos estar aqui fazendo essa nossa palestra ao vivo e eu quero convidar o nosso amigo William, que vai estar conosco hoje para que ele
. Quem quiser nos acompanhar, será um prazer. Eh, hoje então nós vamos estar aqui fazendo essa nossa palestra ao vivo e eu quero convidar o nosso amigo William, que vai estar conosco hoje para que ele esteja aqui nesse momento pra gente se unir e fazer a nossa prece. >> Boa noite, William, seja bem-vinda. >> Olá, Sônia. Boa noite, uma honra estar aqui. Obrigado pelo convite, obrigado pela oportunidade de trabalho. >> Nós aqui agradecemos. Eu também, William, queria lembrar, né, que a gente temos o nosso congresso espírita, né, que vai acontecer agora em fevereiro. >> Então, aí para quem não se inscreveu ainda, que possa fazer sua inscrição. Vai ser um evento maravilhoso. Willam estará lá, né, Willam? >> Sim, com certeza. Já com os ingressos compro já. primeira fila quase. >> Ah, que bom. Bom, então nós vamos nos preparar para pra nossa atividade de hoje. Eu vou fazer uma leitura de preparação da nossa prece. Eu escolhi aqui uma mensagem do espírito sheila no livro Mensagem do dia. O item tudo passa. És filho de Deus e fazes parte da vida que pulsa no universo. Coloca tua mente acima das dores que te ferem o coração. Se fatigado, descansa na prece, onde poderás air energias novas. Confia no Pai e segue para a frente sem medo. No final, tudo passa, restando sempre as bênçãos do mais alto que nos envolve agora e por toda a imortalidade. Então, meus irmãos, eu convido a todos para nós unirmos os pensamentos, sentimentos, trazer a o nosso sentimento de gratidão a Deus, nosso pai criador que cuida de cada um de nós. Jesus, o nosso mestre, nosso irmão amoroso, que caminha conosco desde a nossa infância espiritual e tem nos prometido sempre estar ao nosso lado, nos guiando nessa jornada de aprendizado. aos benfeitores que dirigem os trabalhos da nossa casa, que possam nos intuir, nos orientar, para que nós possamos seguir acolhendo, amparando, consolando a todos os que nos procuram. E nós queremos, Jesus te agradecer por essa oportunidade que nós estamos nos renovando, os nossos compromissos de trabalho, de
amos seguir acolhendo, amparando, consolando a todos os que nos procuram. E nós queremos, Jesus te agradecer por essa oportunidade que nós estamos nos renovando, os nossos compromissos de trabalho, de atividades, de serviço na tua seara de luz. Que o Senhor possa nos fortalecer, nos amparar e nos proteger e estar conosco em todos os momentos da nossa vida. Que assim seja, Senhor Willam. Vou te passar então a palavra. Willam é nosso companheiro de trabalho que nos encanta algumas vezes com as suas músicas. Nós estamos estudando em sequência, né, Willam, o Evangelho Segundo Espiritismo. Nós estamos no capítulo 16, não se pode servir a Deus e a Mamon. E o item de hoje é o item sete, utilidade providencial da fortuna, provas da riqueza e da miséria. Então que Jesus te abençoe e você seja inspirado para trazer a mensagem de Jesus aos nossos corações. >> Amém. Que assim seja. Obrigada casa pelo pelo convite, pela oportunidade de trabalho, em nome da Sônia, em nome do Rafa, em nome da Emily. Eh, e eis aqui um homem pecador que ousa falar o nome de Jesus. O capítulo de hoje, como dito pela Sônia, o capítulo 16, item 7, utilidade providencial da riqueza. prova, provas da riqueza e da miséria. Quando a gente fala de riqueza, essa riqueza material, eh é muito comum que a gente eh tem uma uma imagem, né, um pouco já marcada de algumas expressões bíblicas, inclusive. de que a prova da riqueza é uma é uma o rico é fadado a não entrar no céu. Mais ou menos assim. Eu separei algumas alguns trechos aqui pra gente pra gente relembrar. Em Mateus 6:24, ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a mamã que tá se referindo aqui ao dinheiro, à riqueza, né? E então essa frase, essa é muito dito no nosso cotidiano, no nosso, no nosso dia a dia, de que não se pode servir a Deus a uma mão, não pode servir a Deus a uma mão, não pode servir a Deus a uma mão. E isso a gente vai internalizando
dito no nosso cotidiano, no nosso, no nosso dia a dia, de que não se pode servir a Deus a uma mão, não pode servir a Deus a uma mão, não pode servir a Deus a uma mão. E isso a gente vai internalizando essas essa imagem de que não se pode servir a Deus e a dinheiro. É claro que o evangelho fala de servir, né? Sou servo de, eu não posso servo do dinheiro ao mesmo tempo que eu sou servo de Deus, né? Mas é só esse detalhe que justifica e e que faz toda a diferença na expressão, mas a gente não percebe o servir. A gente fala assim, a a interpretação comum é: "Eu não posso ser rico e servir a Deus". Essa interpretação comum que se faz, né? Mas o que o evangelho diz, a Bíblia diz é: "Não se pode ser servo do dinheiro, né?" Mateus 19:23 a 24. Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus. E outra vez eu vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino dos céus. Essa frase também, ela é repetida muitas vezes no nosso cotidiano, que é mais fácil um cabelo entrar no buraco do magulho do que um rico entrar no reino dos céus. Lucas 6:24. Mas ai de vós ricos, porque já tend consolação. Como se a riqueza material, o dinheiro já fosse o suficiente para consolar aquela pessoa. Mas na verdade, eh, a gente esquece nessa frase, nesse que o consolo real não é não é o consolo do conforto físico, é o consolo da alma. Tanto que Jesus, ele fala que ele vai mandar um outro consolador, porque Jesus era consolador, mas como ele tinha que ir, ele promete-nos enviar um outro consolador, né? Então o consolo aqui, já temos a vossa consolação. Essa consolação a que Lucas se refere aqui numa numa transcrição, obviamente, é o consolo dos bens materiais. né? Mas a gente sabe que na verdade o ser humano, a vivência humana tá muito além das questões materiais. Se não fosse assim, nos lares opulentos, ricos, maravilhosos, confortáveis, não haveria tristeza, não haveria eh dores, não haveria choros, não haveria luto. E eu me lembro quando uma nós fazíamos
is. Se não fosse assim, nos lares opulentos, ricos, maravilhosos, confortáveis, não haveria tristeza, não haveria eh dores, não haveria choros, não haveria luto. E eu me lembro quando uma nós fazíamos eh junto com a Maria Amélia, nós fazíamos nesse na época de final de ano, nós fazíamos cantatas de Natal. E teve uma vez que nós fomos num lar bem bem rico e nós cantamos aquela música eh Noite Feliz. Eh, e naquele dia, uma frase dessa música, ela fala, quando ela fala assim: "Dai-nos a paz". Aquilo fez tanto sentido para mim naquele momento, né? Era era uma casa muito rica, mas uma casa muito conturbada. a gente soube um pouquinho da história da daquela família, eh, de uma situação que eles estavam passando naquele momento. E parece que quando nós cantamos Dai-nos a paz, eh, parece que a energia, depois a gente comentamos com os outros participantes do grupo, eh, me parece que caiu assim como uma luva, né? O que faltava ali e era a solicitação, o pedido de alma daquelas pessoas ricas que moravam ali era: "Senhor, dai-me a paz". E foi o que a letra da música trouxe naquele momento. Outra passagem de Lucas também, o rico insensato, que ele conta a história daquele rico que acumulou, né, que fez uma colheita maravilhosa e ele não tinha onde guardar, ia quebrar todos seus celeiros, construir novos e depois ir viver em paz, né? E aí termina assim, eh, assim que assim é aquele que junta ajunta tesouros assim é porque ele morreu, né? Ele juntou dinheiro e falou assim, ó, alma, agora eu posso falar para minha alma dormir em paz porque eu posso curtir a minha riqueza o resto da vida. Mas aí Deus diz, né, é rico, insensato, hoje mesmo levarão sua alma. E o texto termina assim: "É assim, assim é aquele que aquele para quem ajunta tesouros. Assim é aquele que para si ajunta tesouros e não é rico para com Deus". É o seria um rico insensato. Um rico insensato que ajunta tesouros para si, mas não é rico perante Deus. quer dizer, tá com os olhos simplesmente aqui na matéria. O rico e o Lázaro, onde
ra com Deus". É o seria um rico insensato. Um rico insensato que ajunta tesouros para si, mas não é rico perante Deus. quer dizer, tá com os olhos simplesmente aqui na matéria. O rico e o Lázaro, onde a inversão ali do rico e do pobre, depois que eles desencarnam, o pobre fica numa situação boa e o rico, né? Então assim, a gente vê várias várias expressões que elas acabam entrando no nosso cotidiano e a gente assume consciente ou inconscientemente essa questão de que o rico ele está fado, ele está condenado a não entrar no reino dos céus. Então a gente tem essa esse senso comum. Mas Kardec, uma das primeiras frases que ele que ele coloca na no item sete é exatamente isso, né? que se a riqueza fosse um obstáculo absoluto à salvação, Deus teria certamente condenado algumas pessoas, colocando em suas mãos um instrumento de perdição. É a primeira frase que Kardec coloca abrindo o item sete do do capítulo 16. Então, se a riqueza fosse de fato um obstáculo absoluto à salvação, Deus já teria fadado ao inferno ou qualquer outra lugar não santo colocando a riqueza na mão dessas pessoas. E Kardec fala, isso repugna a razão. Esse pensamento, a gente imaginar que Deus já coloca na mão de alguém uma ferramenta que levará essa pessoa à perdição, Deus não tá sendo justo. Deus não tá sendo bom. E aceitar um Deus que não é justo e que não é bom, foge da nossa razão. A gente não pode aceitar essa ideia de que Deus seja um Deus que tenha eh privilégios por alguém, por um por um tipo de pessoa, por outro, pela condição física, pela condição social, enfim, de poder para uma pessoa ou para outra. Isso repugna a razão. Eh, e aí Kardec nesse texto, ele vai falar o seguinte, que essa prova é muito, a prova da riqueza é muito arriscada pelos arrastamentos, pelas tentações e pela fascinação que a riqueza exerce. Por isso que essa prova da riqueza é uma prova tão difícil. Por quê? Porque o acesso é real, né? O acesso a muitas coisas que todos nós eh normais não temos. As pessoas que têm ali 1 trilhão de
xerce. Por isso que essa prova da riqueza é uma prova tão difícil. Por quê? Porque o acesso é real, né? O acesso a muitas coisas que todos nós eh normais não temos. As pessoas que têm ali 1 trilhão de dólares, 1 trilhão de reais, 1 bilhão de reais na conta, essas pessoas estão têm acessos a coisas que a gente só sonha, né? E isso é muito provocativo. Isso deixa esses espíritos, essas pessoas que estão nessa condição de uma riqueza extrema numa situação de de perigo mesmo, né, de de cair numa tentação ou outra qualquer. E Kardec, ele coloca algumas algumas alguns perigos, né? A riqueza é o supremo excitante do orgulho, do egoísmo e da vida sensual. Então, olha os riscos que essa pessoa rica ela tá se se colocando. A riqueza é o laço mais forte que prende o homem à terra. E a gente vê isso em reuniões mediúnicas, relatos de pessoas que ficaram presas, né, aqui na a sua vida terrena. Por quê? por questões de herança, de dinheiro, de alguma coisa mal resolvida ali, eh, relativa a alguma alguma algum dinheiro, algum valor qualquer, né? As pessoas elas elas brigam, lutam por causa da riqueza, traições que envolvem pessoas ali que t alguma muito comum. Então, essas pessoas estão diante de uma prova difícil, sim, sem dúvida. Ainda e Kardec continua colocando outros itens que justificam essa prova como uma prova difícil. Ela desvia dos céus os pensamentos dos homens, os homens ricos, porque é tudo tão fácil, entre aspas, tá? Tô falando de tudo tão fácil no sentido de acesso a coisas materiais. Então, a pessoa tem a melhor, melhor saúde, come do melhor, tem o melhor conforto, tem. Então, assim, geralmente essas pessoas que têm essa condição de muita tranquilidade, de muito conforto material, elas vão se distanciar de Deus com mais facilidade. Por quê? A dor é ela é um caminho de conexão a Deus. Nós mesmos, nós mesmos. Quando tá tudo bem, a gente nem lembra de de orar, Jesus. Mas quando o cabalo aperta, quando uma dor acontece, a gente perde, a gente lembra de Jesus 24 horas por dia. Ora
eus. Nós mesmos, nós mesmos. Quando tá tudo bem, a gente nem lembra de de orar, Jesus. Mas quando o cabalo aperta, quando uma dor acontece, a gente perde, a gente lembra de Jesus 24 horas por dia. Ora assim com um fervor que a gente desconhece quase, não é? Mas por quê? Porque a dor chegou. Então, uma pessoa que tem uma condição financeira de muito conforto, ela está mais suscetível a viver distanciada de Jesus. Por quê? Porque ela tem acesso, conforto e esse conforto ele vai fazer com que a maioria das pessoas ricas se lembrem de Jesus com muito menos frequência do que ela aquela pessoa que tem uma dor constante todo dia na sua porta, essa pessoa vai ter uma conexão, em tese maior eh eh a Deus. A riqueza. Kardec ainda continua. A riqueza produz vertigem que faz esquecer das origens, tornando o novo rico, insensível, egoísta e vão. Então, aquela pessoa que as pobreza a uma riqueza ali, né, considerável, essa pessoa às vezes esquece muito comumente, ela se esquece das origens que ela teve, de onde que ela foi, né? Começa a ter horrora, pobre, horror a lugares que, né? Mas por quê? Porque ela esquece de onde ela vê. Ah, a riqueza ainda, Kardec continua, dificulta a jornada. Ela dificulta a jornada. Kardec reconhece isso, mas ela não torna impossível a salvação dos ricos. Dificulta a jornada? Sim. Por quê? Por isso tudo que a gente falou antes, por estudo que Kardec disse antes. Mas ela não não é a riqueza que será o impecílio para a salvação dos. Não tem nada a ver. E aí ele continua, assim como o veneno e o remédio, a riqueza pode ser usada com o propósito divino. Então por que que a riqueza ela não é um requisito que impossibilita o rico à salvação? Porque ele aí ele responde, porque é assim como o veneno e o remédio, o que diferencia ali é a forma de usar esse remédio. Se eu tomar um comprimite de nova, nossa, minha dor de cabeça é um santo remédio, mas se eu tomar 58 caixas de nova, eu vou ter um problema sério, né? Então a diferença é o quê? A dose é como eu uso. Então se eu usar a nova algina de
, nossa, minha dor de cabeça é um santo remédio, mas se eu tomar 58 caixas de nova, eu vou ter um problema sério, né? Então a diferença é o quê? A dose é como eu uso. Então se eu usar a nova algina de uma forma consciente, comedida, com com as necessidades que com os benefícios nas necessidades que ela pode me me abrigar, me proteger, excelente. Agora, se eu abuso, eu tenho consequências. Assim também é a riqueza, todos os valores que nos vêm a partir da dos benefícios que Deus nos nos manda. No livro dos espíritos, na questão 925, a resposta dos espíritos falam assim paraa Kardec, ó: "Sabei bem, a fortuna é uma prova frequentemente mais perigosa do que a miséria. Sabeis bem, sabei bem, a fortuna é uma prova frequentemente mais perigosa do que a miséria. conversando com uma amiga minha, Renata, e a gente discutindo sobre esse tema, ela fez uma pergunta muito interessante. Por que que a gente ora pelos miseráveis e sabendo que a fortuna é frequentemente uma prova mais perigosa que a miséria? a gente não lembra de de orar pelos ricos, já que essas pessoas estão inseridas em uma prova frequentemente mais perigosa do que a da miséria. E essa é uma pergunta extremamente pertinente. Por que que a gente não ora pelos ricos? E porque a gente supõe no senso comum que essas pessoas elas já são felizes, porque o nosso olhar é o olhar do conforto material. A gente não tá preocupado com o conforto emocional, com o conforto mental, com o conforto espiritual, com o conforto familiar dessa pessoa. Então, por nós acreditarmos que elas já são felizes, as nossas orações não encontram essas pessoas. E elas passam sim por ah extremas provas que elas precisam se reorganizar para passar por isso. Eu tive um paciente inclusive que ele era um um adulto jovem, 37, 38 anos. Ele era casado, era um fazendeiro, é fazendeiro, um cara de uma condição financeira muito privilegiada. E ele era, ele era casado, se separou da, da esposa, tinha uma filha adolescente. E a gente no processo da da psicoterapia, uma das questões mais
um cara de uma condição financeira muito privilegiada. E ele era, ele era casado, se separou da, da esposa, tinha uma filha adolescente. E a gente no processo da da psicoterapia, uma das questões mais penosas para ele era a solidão. Por quê? Porque todas as mulheres que se aproximavam dele, ele nunca sabia se essa mulher estava com ele pelo dinheiro, pela pelo conforto que ele proporcionava, pelos acessos que ele proporcionava, ou se era por ele próprio. Olha que situação. Ele não sabia. Toda mulher que ele se relacionava, ele sempre ficava nessa dúvida. Essa mulher me ama ou ama o meu dinheiro? Isso não é um sofrimento, isso é sofrimento. Isso é sofrimento. Você não saber se você é amado, você está com uma pessoa e se perguntar: "Poxa, essa pessoa tá comigo porque eu sou legal ou porque eu proporciono alguma coisa com ela?" Isso é sofrimento. Um sofrimento que só os ricos sabem reconhecer. As pessoas normais entendem que isso é frescura, que isso é, existe uma frase, né, pessoal fala problema de rico, não é isso? Problema de rico, como se rico não tivesse problema, né? Então essa solidão, por exemplo, é um dos tantos problemas que é uma das provas que essas pessoas ricas, as pessoas que possuem muito, muito dinheiro, muito poder aquisitivo, vai ter no item seis anterior a isso que nós estamos estudando hoje, eh, Kardec lembra da parábola do jovem rico. Então, essa parábola do jovem rico e só para relembrar rapidinho, o jovem ele chega para Jesus e pergunta: "Mestre, o que que eu faço para ganhar a vida eterna?" E Jesus fala: "Segue os 10 mandamentos". E o jovem fala: "Não, mas isso eu jácio, tá tudo certo". Então Jesus como uma prova final fala: "Então vai, vende tudo que você tem, volta e me segue." E esse jovem ele foi embora e ele não voltou e não seguiu Jesus. Então, eh, o jovem ele se julgava, ele ele tinha consciência limpa de que ele cumpria todas as as leis. Ele ele perguntou para Jesus: "O que mais eu preciso fazer?" Então, o primeiro princípio que Jesus
tão, eh, o jovem ele se julgava, ele ele tinha consciência limpa de que ele cumpria todas as as leis. Ele ele perguntou para Jesus: "O que mais eu preciso fazer?" Então, o primeiro princípio que Jesus fala é: "Segue as leis". Ele deu minha consciência tranquila. Eu sigo todas as leis, eu compro. Certo? Então, então agora só falta você vender tudo que você tem e ele não volta. Então, quando Jesus fala sobre essa essa essa venda dos seus bens e voltar e seguir, Jesus não tava falando necessariamente sobre eh vender os bens, o que Jesus tava querendo entender ali e até mesmo esclarecer a esse jovem. era que nível de confiança, que nível de fé, que nível de abnegação ele tem em relação às coisas materiais. Será que ele tá disposto a a deixar as coisas materiais para assumir uma vida espiritual? Uma vida espiritualizada? É essa a questão de Jesus. Era, então, de fato, ele tinha sim eh, inclusive uma uma frase de Kardec nesse texto, ele fala o seguinte, eh, ele diz diz, né, que o que o jovem ele tinha uma consciência limpa, tranquila em relação aos mandamentos, mas não tinha verdadeira caridade. A sua virtude não chegava até a abnegação. Então ele era um homem virtuoso, ele tinha a consciência tranquila que ele cumpria todas as leis. Porém, a sua caridade, a sua espiritualidade não chegava ao ponto da abnegação. E o que que é a abnegação? A abnegação é o desprendimento do eu. Sou eu me me desprender de mim, das minhas coisas, do do que me interessa em função do outro. Essa é a verdadeira caridade. Essa é a verdadeira caridade. Onde eu nego a mim mesmo, onde eu nego as minhas coisas em benefício de outra pessoa. Nego o meu tempo para mim mesma, que eu poderia estar no sofá assistindo televisão. E eu saio, eu nego a minha, uma das minhas coisas, que é o meu tempo, o meu descanso e vou em benefício de outra pessoa fazer alguma coisa útil por ela. é onde eu eu abnego de uma coisa minha, de de um dinheiro que é meu para eu reverter isso para alguém que esteja necessitando. Então essa é a verdadeira caridade. É
oa fazer alguma coisa útil por ela. é onde eu eu abnego de uma coisa minha, de de um dinheiro que é meu para eu reverter isso para alguém que esteja necessitando. Então essa é a verdadeira caridade. É onde eu tiro de mim, né? Eu me eu nego o meu eu em benefício de uma outra pessoa. Então quando e e é interessante a gente entender isso, né? Esse jovem, ele tinha consciência de que ele tava seguindo todos os meus camos caminhos propostos pela lei, mas espiritualmente ele ainda não estava preparado para dar esse passo, né? dá esse passo tão grande de se abster de tudo que ele tem, de todo o conforto em benefício da sua própria salvação, fazendo com que esse esse dinheiro, esse todo esse desconforto eh seja revertido para pessoas que poss que poderiam estar precisando naquele momento. Eh, ainda nas na parábola dos talentos, a gente percebe um viés do dinheiro de uma forma um pouco diferente. Ah, na parábola dos talentos, tá lá no item seis, Jesus conta sobre os talentos que foram dados a a três pessoas diferentes, onde duas delas aplicaram esse esses talentos e multiplicaram e devolveu a o tal o capital mais o o juro. E uma pessoa que ele ficou com medo de arriscar e ele enterra o talento e quando ele devolve, ele devolve. exatamente o talento que lhe foi dado. Eh, e é interessante a gente entender que que o problema daquela daquele servidor mau e infiel não ele não perdeu o talento, ele não roubou o seu mestre. O que que ele fez? Ele só não fez nada. Ele só não aplicou. Ele só não, ele só não fez nada. Eu só ficou com medo. Ele pegou aquele dinheiro e guardou. Ele foi, ele com medo, ele se precaveu. Então ele não fez, ele não roubou, não fez nada. Ele só guardou, ele só não usou uma um talento que ele tinha para ser usado e ele não aplica isso. Então aqui a gente tem, se a gente colocar isso em rela tirando das virtudes que a a que a leitura mais comum que a gente a gente faz. Se a gente colocar isso em dinheiro, de fato, trazendo pro pro pra letra, de fato, nós vamos entender que
ar isso em rela tirando das virtudes que a a que a leitura mais comum que a gente a gente faz. Se a gente colocar isso em dinheiro, de fato, trazendo pro pro pra letra, de fato, nós vamos entender que qual que é a função. E aí a gente pergunta, né, o texto fala o título, qual que é a função, qual que é a utilidade providencial da riqueza? É fazer, é aplicar para que essa riqueza aumente. E eu tendo mais, que que eu faço? tanto que ele pega lá e dá para outros que conseguem ter essa capacidade de multiplicação dessa dessa riqueza. Então ele aplica onde e inclusive o que o Kardec faz, né? Fala essa riqueza, ela é condenar a riqueza equivale a condenar o trabalho. Por quê? Porque o mundo, gente, só desenvolveu graças ao dinheiro. Não tem outra outra função. Antigamente, talvez a honra, o nome na história fossem valores significativos para que as pessoas pudessem, para que a filosofia desenvolvesse, para que a ciência desenvolvesse. Mas de um tempo para cá, a ciência só se desenvolve porque existe uma possibilidade de ganho monetário. A gente só estuda, desenvolve a nossa capacidade intelectual porque a gente tem num futuro uma perspectiva de ganhar mais. E é isso que Kardec fala, a riqueza ela pode ser aplicada e deve ser aplicada onde a gente pode colher frutos de dessa aplicação na ciência, nas artes, no desenvolvimento da humanidade, do ser dos seres humanos e também da humanidade. Então, então a questão, gente, não é a riqueza em si, a questão é como se usa essa riqueza. Na verdade, como tudo, né? Então, a culpa não é da riqueza em si, a culpa é do rico que vai usar bem ou mal aquela aquela riqueza. A culpa não é a inteligência, a culpa é do inteligente que usa bem ou mal a inteligência que lhe deu. A culpa não é a força, a culpa é do forte, que vai usar bem ou mal, aquela força que Deus lhe deu e assim por diante. Então, a riqueza real, ela vem de Deus. A riqueza de real, ela vem das coisas que nós já temos eh disponíveis para nós, a nossa riqueza, eh a nossa nossa
ela força que Deus lhe deu e assim por diante. Então, a riqueza real, ela vem de Deus. A riqueza de real, ela vem das coisas que nós já temos eh disponíveis para nós, a nossa riqueza, eh a nossa nossa capacidade de gerar de gerar riqueza ou ter nascido em um lar de eh rico. Ah, a nossa inteligência, a nossa força, a nossa nosso poder, a nossa influência, tudo isso é é são riquezas. E eu dou um exemplo da cana de açúcar. Deus, ele foi simples. Ele nos deu a cana de açúcar. Teve alguém que fez uma garapa, fez alguém que fez a rapadura, teve alguém que fez o álcool? E teve alguém que fez cachaça. Mas a cana de açúcar era a mesma. Alguém fez cachaça, entende? Então, o que Deus nos dá, ele nos dá inclusive a liberdade de usarmos como nós quisermos, desde que nós assumamos as consequências do uso daquela riqueza original que Deus nos dá. Então, a riqueza original é divina. Agora, o valor, o uso que a gente dá para aquela riqueza original, aí é do humano. Aí somos nós, somos nós que utilizamos isso e somos responsáveis pela utilização de todas essas riquezas que estão que estão disponíveis para nós, sejam elas monetárias, sejam elas espirituais, sejam elas eh físicas. Todos nós temos as nossas riquezas. Então, é o abuso de todas essas riquezas que vão tornar todo aquele bem original que a gente recebe, todos aqueles talentos originais que nós recebemos de Deus em coisas boas, em coisas ruins, né? Ah, então o tema é a utilidade providencial da riqueza. Qual é a utilidade providencial da riqueza? é usar a riqueza de forma providencial. Então, qual que é qual que é a utilidade da riqueza? É usar a riqueza de forma providencial. E da onde vem a palavra providencial? Ela vem de de Deus. Religiosamente, né? A gente utiliza essa essa providência divina. Então, a riqueza, ela tem que ser utilizada de forma providencial. Ela tem que ser utilizada como nós somos anjos de Deus na terra. Cada um com as suas ferramentas, a gente contribui para o desenvolvimento das pessoas dos nossos comuns.
ilizada de forma providencial. Ela tem que ser utilizada como nós somos anjos de Deus na terra. Cada um com as suas ferramentas, a gente contribui para o desenvolvimento das pessoas dos nossos comuns. A uma dessas ferramentas, uma das ferramentas é a riqueza, onde a gente pode utilizar ela, transformar ela em em multiplicar ela, né? investir e multiplicar essa riqueza nas outras pessoas, desenvolvendo essas outras pessoas, contribuindo como anjo que sou, rico, para que Deus possa auxiliar n pessoas. Então, a riqueza, ela é a possibilidade de nós atingirmos mais pessoas para que nós consigamos reduzir realmente a dor de uma pessoa, onde nós conseguimos ter acesso a a a entregar mais condições para que as pessoas que passam fome, por exemplo, que elas possam ser saciadas. Então, a riqueza ela é um um privilégio de acesso. Então, sem dúvida, a pessoa que tem uma riqueza eh grande, uma pessoa que é rica, claro que ela pode sim nas questões materiais auxiliar a uma gama muito maior de pessoas. Então, a riqueza, ela não é acreditar que a riqueza seja, como diz o Kardec, né, um obstáculo absoluto à salvação. Isso não é, não é real, não é lógico acreditando, partindo do princípio de que Deus é justo e que Deus é bom, porque senão Deus não seria justo nem bom. Eu acho que a pergunta que vão fazer para nós quando nós chegarmos do lado de lá pode ser essa também. O que fizestes com a riqueza que possuí? Com certeza, essa vai ser uma uma das perguntas. O que que nós fizemos dos nossos talentos? O quanto nós multiplicamos os nossos talentos e estamos devolvendo agora para ah para Deus, para a seara divina? Então, meus irmãos, pra gente finalizar, eh, é muito pertinente essa pergunta, já que a riqueza é muit das vezes uma prova mais penosa do que a a miséria. Por que que nós não oramos pelos ricos? Por que que nós então não não eh eu costumo perguntar isso, né? Jesus tem uma missão com a Terra e os outros planetas que ele deve governar. extremamente árdua. E a gente não lembra, por exemplo, de orar por Jesus.
s então não não eh eu costumo perguntar isso, né? Jesus tem uma missão com a Terra e os outros planetas que ele deve governar. extremamente árdua. E a gente não lembra, por exemplo, de orar por Jesus. A gente não pede a Deus, Deus ajuda Jesus porque Jesus tá precisando de uma força. Mas seria interessante que nós orássemos para Jesus, para Kardec, para Chico, para Bezerra, para Emmanuel. Por quê? Porque essas pessoas também têm missões a cumprir. E eles são ricos em sabedoria, são ricos em amor, são ricos em benevolência, em caridade, mas eles precisam ainda assim do suporte. Eles também precisam do nosso suporte. Então, a riqueza e a miséria são provas, sem dúvida. Cada um com seu grau de dificuldade, cada um com as suas ameaças e cada uma com a sua oportunidade de desenvolvimento, de crescimento espiritual, que é o que nos interessa. Então, que nós oremos para que todos, ricos e miseráveis, superem suas provas com honra e que nós tenhamos a capacidade e a oportunidade de chegarmos diante de Jesus, diante do nosso mestre e devolver todos os nossos talentos recebidos, todas as nossas riquezas recebidas, multiplicadas, em benefício, em nome da caridade, em benefício de todas as pessoas que passam pelo nosso caminho. Muito obrigado a vocês. Que Jesus abençoe a todos. Fiquem todos com Deus. Muito bom a sua reflexão, William. Concordo plenamente com o que você trouxe aqui pra gente. Muito renovador. A doutrina espírita tem esse a doutrina espírita tem esse poder de trazer essa essa abertura, né? essa claridade para que a gente possa refletir, né, sobre o que realmente Jesus quis falar. E eu pensando aqui que esse recurso material, né, essa riqueza que ele chama, ela é um empréstimo, né? Se a gente entendesse ela empréstimo, a gente ficaria mais livre, né, mais solto, porque a gente precisa passar pelas experiências, né, e que esse recurso ele é um progresso, ele é o objetivo dele é o progresso coletivo, né? >> Sim. >> Então o apego eh é o que faz, né, essa diferença. E por que que se desloca
r pelas experiências, né, e que esse recurso ele é um progresso, ele é o objetivo dele é o progresso coletivo, né? >> Sim. >> Então o apego eh é o que faz, né, essa diferença. E por que que se desloca esses recursos? Porque todos nós precisamos passar pel as experiências, né? Sim. >> Eh, o recurso ele ele é neutro, né? Como você falou, >> vai mudar condenado é é o apego, porque ele gera a má aplicação, né? >> Uhum. >> Mas o recurso é que ele traz a riqueza, traz o progresso da humanidade, né? >> Em especial pro espírito imortal. Essa prova é muito perigosa, né? Porque o espírito ele é, ele sobrevive e ele tem a jornada, ele caminha, né? Às vezes se ele se apegar ou se ele se comprometer por causa de um mau uso de um recurso, de um talento, olha, né, o que que vai ocasionar no progresso dele, né? >> É, é verdade. Mas >> é muito bom a gente falar sobre esses tema. É muito consolador, né, Willam? >> Sim, né? que são as nossas ferramentas, né, Sol? Cada um vem com as suas ferramentas, né? Alguns com a riqueza, alguns com a inteligência, alguns com a força. E a gente entender que a ferramenta do outro não capacita mais o outro do que as minhas ferramentas. A pergunta é: o que que eu posso fazer dentro da minha capacidade de atuação na terra? >> Uhum. >> Né? Essa a pergunta que a gente tem que fazer. estão dentro dos meus recursos, eu atuo dentro das minhas possibilidades, né? Isso. >> E a gente lembrar que a escassez também é um aprendinamento, né? >> Sim. >> É o outro lado, né? Às vezes a gente conhece um lado, mas a gente tem que conhecer o outro também. >> Uhum. É porque a gente falou, né, assim, a dor ela ela naturalmente ela vai fazer a gente se lembrar mais da espiritualidade, a gente vai fazer lembrar a gente mais de Deus. Agora, quando tá tudo bem, esse é o desafio. É está, estando tudo bem, eu ainda me conectar a Jesus. Estando tudo bem, eu ainda me estar disposto a fazer os a caridade. Estando tudo bem, eu ainda aprender a olhar a dor do outro. Porque geralmente a gente só olha
udo bem, eu ainda me conectar a Jesus. Estando tudo bem, eu ainda me estar disposto a fazer os a caridade. Estando tudo bem, eu ainda aprender a olhar a dor do outro. Porque geralmente a gente só olha a dor do outro quando a gente sente dor. >> Verdade, >> né? Então esse movimento de empatia quando tá tudo bem, muito difícil de fazer. >> É, >> né? Então, por isso que a missão dos ricos ela é ela é extremamente delicada. >> Isso. Então nós convidamos a todos fazer uma leitura minuciosa desse título, né, para que a gente possa se aprofundar. Cada um de nós vai ter uma lição assim que toca mais no nosso coração, que tá muito relacionado com as nossas necessidades, né? Mas a lição é muito valiosa e profunda, né? >> Sim. Então, nós agradecemos a sua participação hoje aqui conosco. Agradecemos os nossos irmãos que nos acompanham, que possivelmente ainda assistirão, né, em outros momentos. E é um prazer a gente tá trazendo essas reflexões, a gente tá trazendo os ensinos dos espíritos que são tão valiosos para nós e na próxima semana nós ainda estaremos nesse nessa modalidade virtual mais ao vivo. Então nós vamos agradecer e vamos a nossa prece de, né, de encerramento, agradecendo a Jesus. por nos ter renovado essa oportunidade, pedir que ele nos ampare, pedir que Jesus visite cada um dos lares de todos os nossos irmãos que compõe essa humanidade da Terra, desse planeta que é tão especial. Que Jesus pacifique os nossos corações, pacifica os corações dos nossos dirigentes para que diminua as guerras, as desigualdades, para que as riquezas sejam recurso de todos. Esteja conosco, Senhor, em todos os momentos da nossa vida, nos amparando e nos protegendo. Que assim seja, boa noite a todos, meus irmãos. Até a próxima.