T9:E23 • Vida: Desafios e Soluções • A busca da realidade (parte 2)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 23 – A busca da realidade (Capítulo 10, parte 2) Dando continuidade ao capítulo “A busca da realidade”, este episódio aprofunda dois pontos essenciais da proposta psicológica de Joanna de Ângelis. Em “Lutas conflitivas”, são examinados os embates internos que surgem entre tendências inferiores e aspirações nobres, indicando o esforço necessário para que o indivíduo rompa com condicionamentos antigos. Já em “Autorrealização”, a autora espiritual esclarece que a plenitude resulta do amadurecimento moral e emocional, quando o ser encontra harmonia entre o que pensa, sente e realiza. O estudo evidencia que a conquista da realidade interior exige disciplina, coragem e fidelidade aos valores superiores. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Marluce Renz e Adriana Lopes #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #VidaDesafiosESoluções #ABuscaDaRealidade #LutasConflitivas #Autorrealização #Autoconhecimento #DivaldoFranco #Espiritismo #EspiritismoPLAY #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Alô, amigos. Nosso abraço a todos que nos acompanham nesse estudo da telepsicológica Joana de Angeli. Estamos aqui com a Adriana Marluci para mais um encontro sobre o amparo de Jesus e orientação também da prefeitura Joana de Angângela. E hoje vamos trabalhar os dois últimos itens do capítulo 10 do livro Vida, Desafios e Soluções, que é a busca da realidade, o capítulo e os itens a serem trabalhados é lutas conflitivas e autorrealização que encerra o capítulo. Então, Adriana e Marluci, acho que esse subtema aqui do capítulo lutas conflitivas, que é o nosso foco no início aqui do estudo, é faz parte de uma realidade que me parece não ter exceções ainda no mundo, né? Se falando da nossa realidade enquanto espíritos ainda em processo evolutivo, né? Eh, e a Juna começa com uma frase emblemática dizendo que a experiência vivencial é feita de lutas. Vamos começar por aqui, né, que eu acho que é uma fase impactante e importante. O que vocês entendem quando ela provoca o leitor trazendo essa ideia que a experiência vivencial é feita de lutas? É, olá, é muito bom estarmos juntos novamente, né, com a Marlúcio, Gelson, falando de lutas conflitivas, né? Eh, eu acho que de uma forma tão bela a Joana trabalha, ela amplia a lei do progresso de Kardec, né? Quando Kardec fala que a lei do progresso é uma lei universal, né? e que rege a evolução dos seres. Então, ela vai dizer que a luta faz parte desse processo de evolução, né? E se pensarmos em termos de consciência, a própria consciência ela se estabelece nessa luta, nesse conflito, né, entre as polaridades, né? Então, um frio, né, eh, calor, quente, bem, mal, certo, errado. E com isso a consciência se amplia. Portanto, a luta, ela é algo natural do processo evolutivo eh de nós espíritos ainda nesse nesse momento existencial, né, de de ainda estarmos eh conquistando o nosso progresso espiritual e moral. Eh, ela ela traz isso em vários momentos, né? E eu acho que eu não sei se a gente assim eh compreende de fato, né? Porque eu fiquei
ainda estarmos eh conquistando o nosso progresso espiritual e moral. Eh, ela ela traz isso em vários momentos, né? E eu acho que eu não sei se a gente assim eh compreende de fato, né? Porque eu fiquei agora, Adrian tava falando e me ver essa imagem da luta, né? Da luta da gente superar alguma coisa, superar um adversário ou eh fiquei pensando quando ela diz mais embaixo, né? Essa luta é um conflito que se manifesta entre esse o que que a gente tá vivendo agora e o que que a gente aspira, o que que a gente quer. Então, de alguma maneira, essa luta como essa possibilidade de despertar em nós realmente novas possibilidades de vencer etapas, né? E aí só que essa imagem de luta traz junto, né, a ideia do sofrimento, do conflito que a gente tem que passar. Então, eu acho que às vezes a gente fica eh pensando assim, eu, né, a gente fica mais preso na questão da dificuldade da luta e não percebe o que tá por detrás disso, no sentido de despertar, né, as nossas potencialidades e e nos preparar para algo maior, né, para para uma outra para uma outra etapa que depois ela vai trabalhando ali, né? Uhum. É, eu acho a gente poderia levantar alguns elementos, né, quando a gente pensa nessa temática da luta. Eh, eh, nós podemos refletir que lutas envolve eh, desafios, né? Ou seja, toda a luta é é é baseada numa provocação, num desafio. Além de desafios, a gente tem, né, um processo de tensão, né? Então, esse desafio gera um embate a um jogo de forças nessa dinâmica e e de uma certa maneira nós temos que eh nos posicionar, nós temos que reagir, né? Que você tá falando de uma ação, não é? Que se tu não luta e fica acomodada, tu se deixa levar pela circunstância. que a gente tá falando de um processo que envolve justamente esse jogo de tensões e e de uma certa forma o Jung vai trazer muito essa essa visão também na dinâmica psicológica. Temos esse desafio que eh começa eh se monar fora, né? E Joana fala isso, que no passado remoto a gente tem que vencer a natureza, vencer as feras, vencer a a dificuldade dos ambientes
ca psicológica. Temos esse desafio que eh começa eh se monar fora, né? E Joana fala isso, que no passado remoto a gente tem que vencer a natureza, vencer as feras, vencer a a dificuldade dos ambientes hostis, né, para se impor no nosso campo evolutivo antropológico, né, de e e mas eh essa luta ficando cada vez mais interna. Então tem a luta externa que que se apresenta sempre também como desafio. Então a vida é feita de desafios e tem os processos internos que também envolvem desafios e essa tensão de opostoso. E então Yung vai vai colocar justamente essa ideia que a natureza na sua totalidade ela e eh eh de eh aponta, né, eh para uma busca de totalidade que Joana vai trabalhar depois eh e vai fechar a série psicológica no livro eh A psicologia da gratidão, no último capítulo, que ela fala da individuação. Então, eh, a gente tá aqui, eh, vendo que há um movimento natural da psique, do espírito, em busca de se autoalizar, como é o final desse capítulo, o impulso de autoafirmação no primeiro momento e eh há jogos, a forças tensiona, então há um diálogo, né? E o Yung vai falar de é que a natureza humana é dialógica. Existe forças inconscientes e forças eh conscientes que interagem e muitas vezes estão nesse embate de de de oposição entre elas e a necessidade de haver um processo de trabalhar, de elaborar. Eh, e esse de elaborar envolve justamente acher essas contradições, acolher essas diferença, acolher essas oposições, eh, pois é justamente nesse movimento, eh, que se cria a energia suficiente para gerar uma transformação. Então, a consciência e a transformação eh do espírito se faz justamente nesse jogo de tensões. Se não há tensão, não há movimento. Se não há movimento, não há energia. Se não energia, não há transformação e consciência. Então isso é uma questão bem importante aqui que Joana tá apresentando para nós em relação a essa dinâmica da luta. Eh, ademais, eh, ela coloca aqui que há uma tendência de criar hábitos, né, padrões. a gente vai assimilando processos até chegar num num momento que
tando para nós em relação a essa dinâmica da luta. Eh, ademais, eh, ela coloca aqui que há uma tendência de criar hábitos, né, padrões. a gente vai assimilando processos até chegar num num momento que esse processo fica estagnado ou entra em colapso ou não funciona mais, onde é necessário novos ajustes ou transformações ou superações de uma certa maneira. E esse movimento de sair de um nível de realidade para outro nível de realidade também a prefeitura aqui coloca eh que é sempre um jogo de tensões de luta. Luta essa que muitas vezes é conflitiva, né? envolve justamente essa dificuldade de porque a gente se identifica com o padrão e e não sabe que o padrão futuro. Então, eh, como é que eu vou mudar se de uma certa forma eu tenho uma insegurança em relação ao que espera meu futuro? Esse mundo aqui já é conhecido, eu já tô acostumado com ele, eu já sei o caminho, mas ao mesmo tempo esse caminho que eu sei já não satisfaz, já tá gerando sofrimento. Então tem esse jogo aí, né? E e e o ego tá eh justamente no meio de um processo onde aquilo que ele é já não serve mais e aquele que vai ele vai ser, ele não tem ainda a segurança ou a confiança para dar esse passo, muitas vezes de maneira eh deliberada. E a forma belíssima que ela escreve aqui o texto, que ela nesse primeiro parágrafo, a gente lembra muito a teoria da evolução de Darwin, né? Porque ela diz assim: "No passado remoto, o mais forte venceu a fragilidade do outro e impôs-se, abrindo o campo, a evolução antropológica, né? E se pensarmos em Darwin, não apenas nessa evolução antropológica, mas ele fala que tudo na natureza evolui, tudo na natureza tem esse processo de evolução e inclusive elementos eh não vivos, ele diz, né, como os minerais e as estrelas. Então, para ele tudo está em constante evolução, que se olharmos esse viés, ela ela ela mais ou menos diz isso, só que aqui ela enfatiza, né? venceu a fragilidade do outro e agora ela convida para que nós olhemos que em nós nós trazemos as nossas fragilidades
armos esse viés, ela ela ela mais ou menos diz isso, só que aqui ela enfatiza, né? venceu a fragilidade do outro e agora ela convida para que nós olhemos que em nós nós trazemos as nossas fragilidades e não apenas uma, mas infinitas fragilidades e que essa luta, esse conflito vem em virtude dessas fragilidades, né? E aí ela vai dizendo que eu acho bonita essa construção. À medida que o cérebro foi se desenvolvendo sob o império do psiquismo espiritual, tornando-se mais complexo, a inteligência contribuiu para que o processo de vitória se fizesse menos agressivo, né? Então, vejam, então a inicialmente era um instinto puro. Esse instinto, a partir do momento que foi sendo trabalhado, que foi sendo vivenciado, sofreu, né, por meio desse desenvolvimento. Então, já houve uma evolução nesse eh eh que dessa dessa energia do instinto para que ele se vai se tornando um instinto menos agressivo. Então, existe o instinto e se olharmos Kardec na Gênese, ele vai trabalhar lá no início, capítulo 2, trê, a questão que o instinto é a partir do momento que a inteligência aumenta, nós paramos de, nós utilizamos menos o instinto, mas ele nunca deixa de existir, né? Então, o instinto ele está ali, mas ele também vai sendo elaborado, ele também vai se evoluindo, né? Porque nós temos espírito e matéria. Então essa base fisiológica vai despertar nessa alma essas questões mais instintivas, porque ali ele entra em contato com a matéria e ele vai sofrer a o impulso da matéria sobre esse eh eh esse espírito que tá ali encarnado. E aí que é a prova, né? Então ali já começa a luta. A partir do momento que ele está no corpo, o corpo já exerce influências conflitivas, porque ele vai ser obrigado a se adaptar a essa matéria para que ele possa então eh ir trabalhando eh esses esses conteúdos que estão eh a ser evoluídos, né? Só que daí ela traz, né, Adre, em seguida, que não é fácil abandonar o patamar que que tá, né, que ela diz, os patamares mais imediatos do que a gente considera como necessidade de
ser evoluídos, né? Só que daí ela traz, né, Adre, em seguida, que não é fácil abandonar o patamar que que tá, né, que ela diz, os patamares mais imediatos do que a gente considera como necessidade de sobrevivência, exige uma luta feita de conflitos entre o que se desfruta e ao que se aspira. Isso eu achei muito bonito, porque a gente pode trazer isso, né? Quer dizer, toda essa mudança entre o estado que eu tô e aonde eu quero chegar ou o que eu começo a aspirar, vai exigir, como ela diz, o conflito. Quer dizer, não é fácil a gente sair de um patamar para outro. E aí ela traz uma outra imagem que eu achei muito interessante, que me recordou lá do interior, que ela diz assim, né, que essa luta então ela tem muito a ver com os hábitos ancestrais que deixaram sucos profundos no inconsciente. Quando a gente tá viajando no interior aqui do Rio Grande do Sul, então tem aquelas plantações e a gente vê aquelas máquinas fazendo suco na terra, né? E aí eu eu fiquei pensando nessa imagem que ela traz de hábitos que deixaram esses sucos no nosso inconsciente. Então, quantas vezes que a gente realmente às vezes se propõe a mudar e a coisa não vem tão fácil como a gente gostaria, porque junto com o que tá no inconsciente, ela diz, né, que que isso vai, esses sucos vão se repetindo por quase automatismo, né, que a gente tem que superar. E além disso vem um outro componente, né? Ressurgem as impressões das reencarnações próximas. Então, não só a gente tá trazendo coisas antiquíssimas assim no nosso processo, como tá mais recente na nossa memória, os conflitos que a gente passou e aí então vão aparecer nessa encarnação como quê? Como tormentos íntimos. Isso eu achei lindo ela traduzir isso para nós. Tormentos íntimos. frustrações, desires, né? Fui procural, o que que significa essa palavra desires, né? Desgraças, situações adversas, reveses da vida, né? Vão atormentando. E é justamente nesse caldo aí que a gente vai tendo que lutar com isso, no sentido de compreender para poder chegar num
sires, né? Desgraças, situações adversas, reveses da vida, né? Vão atormentando. E é justamente nesse caldo aí que a gente vai tendo que lutar com isso, no sentido de compreender para poder chegar num outro patamar de consciência. É interessante que a gente vê toda a complexidade, a medida que a prefeita vem apresentando essa dinâmica energética do conflito, é da complicidade do ser, né? Esse espírito que do ponto de vista psíquico é é uma força viva de várias realidades que coexistem entre si. Então, nós temos esse instinto que vai sendo superado aos pouquinhos pela sensibilidade, pela inteligência, pelos recursos que a gente vai adquirindo. A gente tem dentro desse instinto de toda a experiência de milhões e milhões de anos na esfera animal, onde a gente estagiou e foi criando, né, padrões, foi fomos assimilando eh automatisos necessários. para para que esse esquema da vida pudesse ser autorregulado e fosse propício a esse espírito começar sua caminhada de consciência. Só que isso tudo tá ali vivo dentro da gente e e não é de uma hora para outra que isso vai sumir. Então, temos eh esse universo mais arcaico, que envolve arquétipos eh eh de padrões eh mais eh instintivos e temos eh o o que tá vivo da experiência emocional. desse passado que envolve também várias marcas, justamente disso que tá falando, né, essas marcas emocionais de amores, de dores, de de realizações, de frustrações, de quedas, de vícios e assim por diante, que também tão vivos da gente, mesmo que eles não apareçam, porque como falou, são inconscientes. Mas o fato de ser inconsciente não quer dizer que não estão presentes, ativos e atuantes no nosso comportamento. E temos nossa consciência atual, nossa identidade transitória do ego, que tenta organizar e mediar tanto as questões internas como externar daí com anseios novos, com verdades novas, com eh uma nova configuração, que é o cenário dessa encarnação atual, mas tem que lidar com fantasmas. De repente uma fantasia que me persegue um tipo de eh condição emocional como, por
erdades novas, com eh uma nova configuração, que é o cenário dessa encarnação atual, mas tem que lidar com fantasmas. De repente uma fantasia que me persegue um tipo de eh condição emocional como, por exemplo, uma tendência a a a ter muita raiva ou inveja ou um tipo de padrão negativista que tá lá no pano de fundo margeando a minha vida e interferindo na minha forma de ver a vida e se relacionar com as coisas. Eh, assim, a gente tem uma série de de movimentos que estão se dando aí, né? E tem mais a nossa identificação, eh, ou seja, além daquilo que já é em mim ou que ainda é em mim, eh, tem a a questão eh o que que eu quero da minha vida, né? O que que me move, o que sustenta os meus objetivos? o que que realmente dá prazer e bem-estar para minha vida. E se eu tô ainda eh condicionado e me identifico com esse passado mais negativo, é mais difícil de mudar. E aí tem, mas de uma certa forma vai ter uma força de luta, seja essa que eu busco em relação ao meu futuro, mas que eh é contra tem esse contraponto da do passado ou esse passado que qual eu tô preso ainda. E tem o apelo do futuro, chamado futuro que vem também gerar, né, algum nível de conflito para me despertar. que a vida sempre é o convite paraa renovação, paraa mudança e a lei de evolução impõe isso de uma certa maneira. >> E é e é interessante que ela vai colocando, né, que quando esse conflito íntimo ele é tão grande que vai se tornando quase que patológico, ela coloca que tem dois caminhos importantes, né? Então ela vai construindo, ela vai mostrando o processo, o que é normal, o que é esperado, os fatores complicadores, que são essas questões do passado também, né? Além dessas questões tão difíceis, atávicas, né, que há uma repetição quase que automática, aí ela fala, então aí nesse caso há uma necessidade de uma terapia conveniente para que seja trabalhado conscientemente esses conflitos, né? Porque tudo que é inconsciente, ele vai se tornando autônomo. Ele começa a atuar na vida de uma da pessoa sem que a pessoa tenha
nveniente para que seja trabalhado conscientemente esses conflitos, né? Porque tudo que é inconsciente, ele vai se tornando autônomo. Ele começa a atuar na vida de uma da pessoa sem que a pessoa tenha muita consciência, porque já é inconsciente. Então ele atua de forma autônoma. E aí ela coloca a necessidade do esforço pessoal. Então além de uma terapia, mas a necessidade de esforçar-se para conter essa repetição atávica. Então, compreendendo o movimento, compreendendo a luta, entendendo quais são os temas que que favorecem para essa luta, aí ele precisa se esforçar. Mas esforçar para que? Aí ela traz algo maravilhoso, né? Ela traz uma pérula, porque a gente vai lendo, vai dando assim uma angústia, né? Parece que a coisa, meu Deus, eu vou ter que então de verdade paraa terapia porque não vai ter jeito não. Mas olha que lindo. Da mesma forma que existe o fototropismo e ootropismo, podemos encontrar um psicotropismo superior. Olha que lindo, né? Esse psico ehropismo superior nos impele a crescer. Ou seja, OK, tem aí, né, de um lado aí ela traz uma polaridade, o instinto, as questões das encarnações passadas, essas questões do aprendizado, mas por outro nós temos em nós, né, essa imagodeia, essa imagem de Deus em nós, que é essa e esse impulso à evolução, né? Então, por isso que gera conflito também, porque às vezes a gente só quer ficar lá acomodado no fim de semana assistindo série, né? Aí a gente vai fazer aquela maratona de série, começa lá na sexta-feira, vai até a segunda-feira cedo e aí então esse impulso fala: "Já não dá mais, calma". Você até pode assistir, né? Legal, mas existe algo mais para fazer aqui. E aí vem também a luta, né? Então, se por um lado tem essas questões que nos trazem para a a ataicamente a a algo instintivo, existe uma força que nos empurra, né? E essa força, olha que termo lindo, psicotropismo superior. É aquela busca inconsciente a Deus e essa esse Deus nos atrai. É lindo isso, né? que que ainda ela coloca a direcionar rumo ao pensamento causal e
força, olha que termo lindo, psicotropismo superior. É aquela busca inconsciente a Deus e essa esse Deus nos atrai. É lindo isso, né? que que ainda ela coloca a direcionar rumo ao pensamento causal e organizador que é o próprio Deus, né? Ele que organiza e tudo. E é inevitável essa atração. Não tem jeito. Todos nós vamos ter que seguir. E aí eu acho interessante que que a espiritualidade coloca, né? Kardec mesmo colocou que é a única lei que a gente não vai conseguir quebrar é o progresso. Não tem jeito. A gente pode estacionar, mas nunca a gente vai quebrar essa lei. A gente vai ter que progredir cedo ou tarde. Então, por isso, porque existe uma atração, uma lei que nos impulsa, impulsiona, uma lei que nos atrai e um magnetismo que é impossível não ceder. Por isso Jesus, né, esse homem, né, que veio à terra, esse espírito puro, com esse magnetismo que já tinha essas forças todas integradas. Então essa parte do capítulo para mim, ela é muito acalentadora, né? Ela traz assim uma espécie de OK, tem sim de um lado, mas vamos olhar pro outro lado da moeda. Eu relai quando ela fala aqui do psicotropismo, um pouquinho mais adiante ela fala desse homem primitivo que ergueu os olhos pro infinito. Eu achei tão linda essa imagem, né? Quer dizer, o homem cravado aqui na terra e olhando pro céu, né? Então, a nossa dimensão aqui com tudo que nos constitui, mas esse olhar para cima, esse olhar para algo que transcende a nós, né, esse infinito. E isso é que vai impulsionando isso que tava dizendo. E aí ela também fala ali, né, que nesse movimento de ascensão, onde eu vou saindo de uma realidade tão só concretinha que vou encontrando sentido e significado de estar aqui, porque que eu tô vivendo isso, né? Ela vai dizer: "Ninguém vai poder viver aquilo que me cabe". Então, ao mesmo tempo que é um movimento arquetípico, todos nós vamos passar por isso. Cada um vai ter a forma de viver isso, vai ter os seus desafios próprios, né? E aí ela diz que esse crescimento também, ela vai dizer, é feito com suor,
o arquetípico, todos nós vamos passar por isso. Cada um vai ter a forma de viver isso, vai ter os seus desafios próprios, né? E aí ela diz que esse crescimento também, ela vai dizer, é feito com suor, né? Então ali envolve esse homem que trabalha, esse homem que opera ali, né? Que dá o seu esforço, que se coloca, né? E mas ela diz assim que isso compensa e fascina. Aí ela também me capturou, né? Fascina é aquilo que nos atrai. É uma atração irresistível, né? Porque de alguma maneira a gente sabe que tem uma porção nossa que é divina, né? E quando a gente começa a descobrir isso, quando a gente olha para esse universo, né? Pensando nessa imagem desse homem que olha pro universo, isso realmente nos captura, né? E aí nos dá essa energia mesmo para para querer galgar, para essa sese para subir subir no sentido de compreender mais as coisas, né? >> É muito bonito tudo isso. Eu fico pensando nessa questão que essa luta também é um desvelar, né? se revelar, porque de uma certa maneira esse e esse divino, esse delropismo, né, que J vai usar depois esse termo várias vezes, esse eh psicotropismo superior, ela vai dar o nome deismo depois e vai usar várias vezes durante a obra dela. Eh, ele realmente é um chamado irresistível, porque a alma veio de Deus inconscientemente, ela é atraída por Deus até até que a gente possa fazer esse esse movimento consciente e desvelar também o divino dentro de nós, que J vai colocar isso em muitos momentos, né? que esse divino também tá em nós e reconhecer a nossa filiação e reconhecer as qualidades inerentes a à nossa realidade, a nossa essência espiritual. E aí eu vejo a luta não só como uma imposição, eh, porque a a nossa tendência heróica e e voltado pro ego, eh, vê luta muito como domínio que se faz pela imposição, pela força, por uma conquista deliberada, eh, e impositiva. E e e se nós vamos olhar que e esse processo da luta, ela se faz também na habilidade nossa de se adaptar ao mundo, né, de poder ler bem o mundo, porque é essa é o papel da inteligência, né?
positiva. E e e se nós vamos olhar que e esse processo da luta, ela se faz também na habilidade nossa de se adaptar ao mundo, né, de poder ler bem o mundo, porque é essa é o papel da inteligência, né? Porque se eu eu posso fazer muita força para empurrar uma pedra, mas se eu pensar, né, e daí o Arquimét vai me dizer que eu posso fazer usar uma alavanca, né, e ter um uma relação mais favorável com aquela pedra e na minha relação com ela. Então eu penso que essa que essa luta ela também é de cooperação, é saber cooperar, saber ouvir, saber dialogar, ser criativo, né? E não só de uma luta de de ferro e fogo, porque ela vai dizer que não é no no final do item, em algum momento, né? Não é no último parágrafo, mas no pen último parágrafo, que a vida não exige dor, mas brinda amor, né? Então a luta eh mais do que de poder e de superação eh impositiva, é uma luta de amor também, né? Não pode esquecer isso, de compreensão, de reconciliação com nosso mesmo, de eh integração, de poder realmente me me acolher para que esses impulsos animais não sejam vistos de maneira negativa ou julgados de maneira infeliz, mas é vida. vida que pode para ser trabalhada, vida que pode ser amada e compreendida para o melhor direcionamento em favor de nós mesmos. Eh, agora quando a gente não compreende, quando a gente ou tá preso por uma questão de recusa de crescer, daí realmente essa luta se é muito conflitiva e e aí se impõe realmente um jogo que muitas vezes é muito sofrido. E ela vai falar isso, ela vai mencionar as pessoas inseguras. né, e que muitas vezes agem daí, né, com uma forma de eh de não querer tomar posição de de serem reativos ou eh evitativos, né, e ou enterrar o tesouro lá no no no na Terra, né, vou enterrar aqui que daí tá protegido. Não, não é assim que funciona. Então aqui ela ela provoca, né, que não não é uma boa estratégia evitar a vida, evitar o confronto, evitar o desafio, mesmo que a gente aceite que puxa, eu ainda não tenho elemento suficiente ou penso não ter para lidar com aquela realidade.
ão é uma boa estratégia evitar a vida, evitar o confronto, evitar o desafio, mesmo que a gente aceite que puxa, eu ainda não tenho elemento suficiente ou penso não ter para lidar com aquela realidade. >> E interessante que aqui bem no finalzinho, quando ela começa a conclusão desse item, ela propõe uma nova batalha. Então, ela fala da luta, ela fala do conflito, ela fala da batalha, mas aí ela fala que essa luta começa externa e depois ela é ela é transposta pro interno. Então essa nova batalha, né, que é a compreensão, que eu não luto com o outro, mas eu luto com esse outro em mim, que que são as minhas oposições, as minhas carências, as minhas angústias. E nesse nova nova batalha para se conquistar os espaços da evolução. Então a evolução é um processo lá no livro, no primeiro livro da série, né, Jesus e e atualidade, >> ela vai falar no primeiro item que uma o maior desafio que nós temos atualmente é o processo de evolução, né? E e esse desafio da evolução nos chama a essa luta, mas não essa luta contra o outro, mas essa nova luta. E aqui ela diz que dado esse primeiro passo, logo depois vão ter outros passos que se seguem e aí vai vir o prazer de ser livre. Então veja que maravilha. Então, começa como algo conflitivo, como algo difícil, como algo a ser superado, mas vai causando, vai saindo dessa coisa de conflito para sentir o prazer da conquista de passo a passo, esforço a esforço e superando. E isso ela coloca, se torna o emulador para as mais audiaciosas realizações. Então, o próprio processo, por fim, vai trazer a questão, né, do ser consciente. O ser consciente, ele vai adquirindo essa certeza e esse prazer em ser livre, esse prazer em se permitir o crescimento, se permitir o progresso. E isso é lindo. E eu vou ter que ler, Marlúci, essa tua frase aí, porque aqui ela ela vai concluir o capítulo quando ela falha. Olha que lindo, nesse parágrafo ela sintetizou todo o texto. Ela diz, né, a Marlúci já falou que é realmente lindo. Quando o homem primitivo ergueu os olhos para o
oncluir o capítulo quando ela falha. Olha que lindo, nesse parágrafo ela sintetizou todo o texto. Ela diz, né, a Marlúci já falou que é realmente lindo. Quando o homem primitivo ergueu os olhos para o infinito, atemorizou-se e curvou-se ante a majestade que não conseguiu entender. Ou seja, né, é uma síntese poética. O ser primitivo olha as estrelas, olha o céu, ele não entende nada daquilo, né? Mas aí lentamente, percrustando a natureza e exercitando-se, passou do instinto para os mais eh grotesco para os mais refinados. Então, olha, o primeiro estágio ali da evolução sai do instinto grotesco, vai pro mais refinado, depois abre o campo paraa razão, então aí o surgimento da razão, depois que lhe faculta alcançar as primeiras eh manifestações da intuição. Se nós pegarmos hoje, né, nó, eu acho que a maioria que está encarnado na Terra já tem esses primeiras manifestações da intuição, que é um patrimônio futuro, porque realmente o ser integral, ser consciente vai ter esse patrimônio bem desenvolvido quando totalmente livre dos imperativos da matéria. Então, para mim esse esse essa parte sintetizou todo processo evolutivo de milhões de anos. Então, olha como um espírito de luz consegue colocar todo um processo de forma poética no último, no único parágrafo, né? Então aí essa luta sai de um aspecto conflitivo para ser algo que me impulsiona e me leva ao progresso. Muito lindo, muito lindo. >> Isso me lembrou, tem um texto do Jung, quando o Jung vai falar da cosmovisão, como era importante ter uma cosmovisão, né? E daí ele disse uma coisa que eu nunca esqueci. Ele disse que a forma, a imagem que o homem tem do mundo, quer dizer, a sua cosmovisão, vai modificando o próprio homem, né? Daí ele diz assim, ó, o homem que eh vivia, né, e que acreditava que a Terra era o cent do universo, é um homem diferente do homem que hoje sabe que não, que a Terra é um planeta, que tá ali. Então, ele falando, a gente vai ampliando a forma como a gente vai compreendendo a realidade, né? Isso vai nos modificando.
erente do homem que hoje sabe que não, que a Terra é um planeta, que tá ali. Então, ele falando, a gente vai ampliando a forma como a gente vai compreendendo a realidade, né? Isso vai nos modificando. Aí eu eu me lembrei disso, tu falando, né, lendo essa frase que eu achei linda desse homem primitivo que olha pro infinito e não entende aquilo, mas ele sente, né, ele sabe que ali tem algo eh importante, né, que tem algo, não é importante a palavra, mas eh tenebroso, como se diz, da experiência luminosa ali, né, uma coisa que imobiliza, né, e que eu acho que tem a ver, na minha opinião, com isso que o G estava trazendo. fazendo que é nos assusta isso porque nos fala dessa dessa natureza divina que reside em nós, né? E que em muitas eh compreensões religiosas e místicas, na realidade é esse tirar o véu mesmo, né? já tá em mim, mas eu ir descobrindo isso, me apropriando disso. E essa descoberta do que já tá em mim vai acontecer nessa nesses embates onde a gente realmente é desafiado, né? E e ela daí ela fala também nessa nisso que o Jor já trouxe de brindar o amor, né? A vida não exige, mas brinda, né? Fiquei pensando nessa celebração aí, né? dessa coisa, porque depois ela vai trabalhar essa essa imagem do se regozijar, né, mais tarde ali, que é começar a ter percepção de que tudo aqui é uma manifestação divina, né? Inclusive as lutas que a gente tá vivendo, né? Isso tudo é Deus se manifestando mesmo. >> É interessante que essa reação luminosa, né? que é o conceito de luminosidade do Jung que ele pegou do exatamente isso. Eh, eh, a eh o efeito emocional de uma experiência religiosa que é o temor e o fascino. Ele se atemoriza e se curva ante a majestade que não conseguiu entender. Então, essa dimensão do terror, né, do temor, né, e ao mesmo tempo do grandioso que fascina e e que desperta, né, algo eh maravilhoso, é muito também esse jogo de de conflito dentro da gente, né, que a gente ainda a gente vive ainda muito sobre o o a condição emocional do temor de um lado, e do grandioso do outro, tanto
maravilhoso, é muito também esse jogo de de conflito dentro da gente, né, que a gente ainda a gente vive ainda muito sobre o o a condição emocional do temor de um lado, e do grandioso do outro, tanto positivamente como negativamente, né? Porque dependendo onde tá o foco do temor e do grande da grandidade, isso vai gerar eh perspectivas e comportamentos diferentes, mas é uma dinâmica muito presente na vida da gente. na medida que a gente acende a evolução, a gente não deixa de se deslumbrar e se encantar, né, cada vez mais com a natureza, mas aí de um outro de uma outra forma que é justamente ali no final do item, quando ela fala de desse nível mais avançado, ético, moral e estético, né? A Joana, ela realmente sempre inclui a estética junto com a ética e com a moral, o que eu acho realmente muito eh bem apropriado a atitude dela, porque alguns pensadores até não fazem uma diferença entre ética e estética, né, que porque a ética é o meu etos, é o é o meu fazer, né, minha forma de me conduzir e a minha ética revela meus valores, minha minha estética, aquilo que eu sou se expressa numa estética também, ou seja, no meu jeito, numa forma, né, harmônica ou não, bela ou não. Então, a estética ela tá de uma correlacionado com a ética, porque a a estética não deixa ser uma expressão da minha ética e acho muito bonito ela trazer a estética, porque de uma certa maneira o universo concorre para a beleza e para harmonia. Isso também faz parte do jogo evolutivo. E a gente compreende isso e vive nessa harmonia. A gente tá numa estética e numa ética favorável. a compor positivamente com a vida. >> E é importante essa questão da estética, eh, porque ela vai falar exatamente que essa natureza estética que embeleza a vida já no 10.3, né, quando ela vai tá aqui enfocando a autorrealização, ela vai dizer que é exatamente esse essa natureza estética e ética que é o pórtico, né? Ou seja, é o portal para o encontro das metas necessidades. E aí me lembrei muito dos neoplatônicos, principalmente o Marcílio Fitino, quando
e esse essa natureza estética e ética que é o pórtico, né? Ou seja, é o portal para o encontro das metas necessidades. E aí me lembrei muito dos neoplatônicos, principalmente o Marcílio Fitino, quando ele traduz Platão, ele vai trabalhar muito da importância para Platão eh dessa questão estética do belo, né? E o fitino diz que o belo é a introdução pro amor. Então, olha a importância pros neoplatônicos para essa questão do do da dessas questões do belo, da beleza. Então, não é o belo superficial, bonito, caro, não, mas é esse olhar, né? essa imagem dos primitivos olhando o céu e sendo capturado por aquele magnetismo divino, era Deus na natureza. eles estavam sendo capturados por aquilo. Então essa beleza foi o portal, né, para que ele pudesse sair do primitivismo, esse instinto poder sendo elaborado e aí dando espaço à razão. E aí esse belo vai sendo um portal para que as meta necessidades surjam, que são aquelas necessidades profundas, né, que vão além dessa coisa corriqueira. materialista, né, da da dos instintos básicos da pirâmide de Maslow, né, comida, enfim, são todas aquelas necessidades básicas. E aí eu lembro dos titãs, né, com aquela música, a gente não quer só comida, né, a gente quer comida, diversão e arte. Então, a arte com essa eh função de um portal, de algo que eu possa transpor interessante que o Plotino, que é outro filósofo neoplatônico, ele fala que o segredo da beleza tá nos detalhes. Então beleza também nos nos coloca em contato com a sensibilidade do cuidado, da atenção, do reconhecimento do que é essencial, do reconhecimento daquilo que importa, aquilo que faz a diferença e cria, né, realmente a beleza. Então tudo isso eh tá ligado a essa função estética da condição do espírito e e de uma certa maneira eh eu vejo a a estesia também temos aquele livro do que o Divaldo psicografesia e e e e e estes o êxtase, né? É esse reencantamento da vida. Então, na medida que tu reconhece eh o encanto, o belo, tu reconhece o sagrado, né? Tu o sagrado tem muito a
do que o Divaldo psicografesia e e e e e estes o êxtase, né? É esse reencantamento da vida. Então, na medida que tu reconhece eh o encanto, o belo, tu reconhece o sagrado, né? Tu o sagrado tem muito a ver com essa questão de de tu poder se espantar nesse assim suspense naquele momento que tu tranca a respiração diante de algo que que é um espanto no bom sentido, né, daquilo que que chama a tua atenção, né? Então, para para b para para a sociedade grega antiga, belo é tudo aquilo que te tem força suficiente para chamar tua atenção, que que exige reconhecimento pela sua força, né, de pela sua presença. Eh, e e aí realmente entra essas metadicidades que tu tava falando, né, Adriana, desses desse estágio de algo que vai para além do do literal. E começa então ao mundo simbólico, metafórico, do sentido maior, da sutileza, da do dos valores divinos, da do encanto que envolve justamente eh a vida eh sustentado pelo ideal cristão, né, que que é é que é uma vida encantadora, né, que que é uma vida de beleza, congregando a gente a fraternidade. a cooperação, a a enxergar o melhor no outro, né, a tolerância, entre outras tantas coisas que essas metadensidades vão vão provocando como estímulo pro nosso crescimento evolutivo. Por isso que ela fala ali que quando a gente consegue, né, quando ela diz assim que esse homem, essa mulher, né, começa a se desprender, né, dessas coisas básicas e a gente consegue perceber além as conquistas, ela fala conquistas culturais e artísticas que vão isso vai trazer essa visão da estética que vocês estão falando, né, e deslumbram. Então, antes ela fala em fascina, agora ela fala de deslumbrar, né? Deslumbram e sensibilizam. Então, traz esse olhar sensível. E e os estão falando, referenciaram o Tagori, muito da poesia mística, ela traz isso de sensibilizar a gente pela beleza, né? Então ele vai falando em detalhes dos lugares, das paisagens, né? E aquilo vai nos aproximando e trazendo uma outra atmosfera que nos que nos desconecta dessa coisa muito dura e literal que é a
a, né? Então ele vai falando em detalhes dos lugares, das paisagens, né? E aquilo vai nos aproximando e trazendo uma outra atmosfera que nos que nos desconecta dessa coisa muito dura e literal que é a nossa vida, né? E aí, trazendo isso, eh, pro nosso dia a dia, a gente tá cercado de belezas, né, que é a beleza enquanto um olhar nosso. A gente pode ver o belo em em inúmeras possibilidades, né? Não é isso que a Adri tava dizendo daquilo que a gente julga como esteticamente, né, bonito ou perfeito ou não, mas enquanto essa postura de encontrar beleza ali às vezes em algo muito singelo, né, em algo muito pequeno, mas que isso traz isso que eu achei lindo ela dizer, sensibiliza esse cérebro emocional, né, e aí vai nos dando essa outra visão desse homem primitivo, né? Então o deslumbramento e o fascínio nesse sentido assim de recordar tanto que muitos místicos têm dificuldade, querem traduzir o que eles sentem, porque ela a Joana vai trazendo aqui também uma outra questão, né, que esse despertar para essas metas, necessidades, ele pode acontecer lentamente como um processo onde eu já não me satisfaço mais em ter só trabalhar, pagar minhas contas, trocar de carro, né? a vida começa a querer um sentido maior, mas também pode ser despertada, ela vai dizer, como insightes. Então, aqueles momentos que são transformadores paraa gente, né, que podem vir de várias maneiras, às vezes através de um sonho que nos perturba, que nos traz uma outra imagem, às vezes uma experiência religiosa mesmo, né? Então, eh, é interessante. De qualquer maneira, são experiências que vão nos mostrando, olha, a vida é muito mais do que isso que tu tá vivendo, né? Então, tem uma dimensão que quer ser vivida, né, a partir, né, dessa dessa desse dessa necessidade nossa, desse psicotropismo aí que ela tá falando. >> E o interessante dessa parte, né, Marlut, que tem uma diferencinha aqui, ó. Ela diz: "O homem e a mulher despertos". Então não é qualquer homem e mulher, ele tem que estar desperto. E aí a gente vai
> E o interessante dessa parte, né, Marlut, que tem uma diferencinha aqui, ó. Ela diz: "O homem e a mulher despertos". Então não é qualquer homem e mulher, ele tem que estar desperto. E aí a gente vai ver a a concatenação do pensamento dela na construção do livro, porque ela trabalhou o capítulo oito inteirinho sobre a importância do autodespertamento, né? Esse processo, como que é o desperta tu que dormes, né? Então, eh, enquanto o ser está adormecido, ele ainda está preso nessas questões do do da matéria, né? Então, a partir do momento que ele ele faz esse ele despertar de consciência, ele também vai se despertando para essa questão da estética e da beleza, e aí ele transpõe o portal. antes desse do auto despertamento, não tem como. Ele pode passar pelo mesmo lugar sem ver infinitamente. Até que um dia vem esse insight que você coloca e aí ele vê, né? Puxa, tava aqui o tempo inteiro. Sim. Tá, mas porque eu nunca vi, porque, né, eu estava dormindo. Então, olha que lindo, né? Então, a necessidade do despertar da consciência para ter olhos para ver e Jesus de forma belíssima, né? Veja quem tem olhos para ver. Se não estivermos despertos, nós não vamos ver esses detalhes que o Plotino tanto coloca da importância desses detalhes na vida. >> É interessante que daí ela coloca a partir disso, Adriana, que eh a gente não precisa mais de buscar um terapeuta fora, né? A gente está no próprio terapeuto, disana, né? e que não mais tomba diante das torpezas da vida, mas consegue então justamente tirar proveito de cada coisa. E ela segue com a frase de Paulo do Regos e Jairo sempre, né? Me lembrei daí de São Francisco, né? Não tem como a gente não lembrar de São Francisco, que tinha essa postura de eh desse desse trabalho, né? eh eh que ela propõ que é um trabalho psicoterapêutico, né, que é justamente eh sem fugas da vida, poder se encantar, né, de poder reconhecer mesmo nas horas difíceis, que regiso sempre não é um deslumbramento infantil ou superficial diante das coisas que o ego se encanta
ente eh sem fugas da vida, poder se encantar, né, de poder reconhecer mesmo nas horas difíceis, que regiso sempre não é um deslumbramento infantil ou superficial diante das coisas que o ego se encanta pela inconsciência ainda, eh, prisioneira de uma gratificação imediata. é realmente o encanto da profundidade e dessa reconhecimento da presença divina em cada coisa, do seu amor, da sua sabedoria e poder realmente tirar de cada experiência, seja ela mais dolorosa ou seja ela mais prazerosa, mais favorável, a a a bem-estar a algo de útil. E a gente se encanta e se reconhece a partir desse lugar. E esse é a que ela de meta excursão daí, né? é um nome bonito, uma metaçã ou seja, é a vivência desse processo, né, da da metensidade e eh enquanto eh eh presença viva e e e ali e me possibilitando experienciar, né, algo de de interessante na minha vida. E o termo viajor, né? Como que ela usa? Inter psiconáutica, né? >> Porque eu acho importante falar um pouquinho. Você quer falar, Marlúcia, da psiconáutica aí? >> Não, eu tava pensando que ela usou uns termos interessantes de que que é psiconáutica, né? Eu achei como navegador >> da mente. Não sei como é que vocês traduziram isso aqui. [risadas] É >> sim. Eh, e aí eu fiquei pensando, Gelson, né, né, seria uma imaginação ativa, né, porque através dessa viagem de um navegador da mente fica assim uma coisa tão robótica, né? Parece a coisa futurista de de eu eu entendo que é a vida transpessoal, né? eu saio da da da vivência eh eh horizontal da vida, né, que ela fala eh tu controla a máquina orgânica, suas funções e aí tu já consegue eh num nível de de expansão pela espiritual, né, e expandido a capacidade de realmente viajar como espírito, não preso à matéria. Então, é uma uma só, não é uma jorativa eh estrito senso, né? Aquela pequenininha, eu com meus minhas fantasias, com minhas partes internas, é imagerativa enquanto eh fonte criativa da vida e eu poder realmente, né, ela diz enbriando-se e vitalizando-se de tal forma que as aspirações
u com meus minhas fantasias, com minhas partes internas, é imagerativa enquanto eh fonte criativa da vida e eu poder realmente, né, ela diz enbriando-se e vitalizando-se de tal forma que as aspirações centralizam no ser real, que é o espírito e também em Deus, né? Ou seja, a o meu na psiconáutica, eu tô vivendo essa vida do espírito, né, e das possibilidades dessa mente espiritual que pode compor de uma forma coisa infinita, sustentado pelo amor divino, vivendo, buscando justamente essa nessa necessidade. E é importante olhar também que por meio desse navegador da mente aí, né, eh usa os estados alterados da consciência para encontrar resposta para as questões espirituais. Então é esse diálogo interno que o próprio Jung vai propondo, mas é nesse é como se o ser pudesse realmente se despir desse envoltório, né? e ele podendo galgar esse estado mais profundo de consciência, ao adentrar esse estado mais profundo, ele vai encontrando as suas respostas, que que aí eu acho que já é meio não é tanto egóico como a imaginação ativa que faz toda direcionamento do processo, mas é o próprio espírito que ao ao aprofundando ele por si de uma forma, né, automática, ele vai chegando a vivências tão profundas que ele não consegue colocar em palavras. Então, veja, né, eu achei brilhante ela criar um termo para chamar nossa atenção, né, eh, e que a gente pudesse ir atrás e poder compreender que que é isso, né, como que a gente consegue, ah, mas isso é só no futurista, não, a gente já pode, né, se a gente permitir essas viagens. É uma viagem, porque é como se eu deixasse aqui esse corpo e eu me permitisse ao contato com as por isso da contemplação, né? O Gelson falou do São Francisco e quando na encarnação de João Evangelista, o João fazia muito isso na ilha de Pátimos, né? Ele se concentrava e ele meditava fazendo aquela palestra lá pros peixes, paraas aves. Ele entrava num estado contemplativo tão profundo e que ele então ele era um psicanaluto, né? Porque ali a gente vê que ele aprofundava esses níveis de consciência
alestra lá pros peixes, paraas aves. Ele entrava num estado contemplativo tão profundo e que ele então ele era um psicanaluto, né? Porque ali a gente vê que ele aprofundava esses níveis de consciência a ponto de lá de Pátimos ele poder doar pro planeta o amor que ele tinha. Ele dizia que era uma forma dele exercitar o amor dele, entrando em contato com a natureza e ali ele poder doar. Então, olha que lindo, é isso que ela fala, né? É se desenovelar desses liames perespirituais e poder, né, com essa ampliação de consciência, de uma forma tamanha, ele poder fazer essa viagem. Não tem outro termo, é uma viagem, né? >> Uhum. É, eu acho que eu aqui me remeteu muito, né, a ideia da da de acessos a a outras realidades imaginais, né, como a mística islâmica fala da oitava atmosfera, onde o ser realmente eh isso demanda, só que daí não é pela via egóica, né, um desejo, não, é essa capacidade de deslumbrar, de acessar por uma via sensível, né, que eles vão dizer que é o coração, é o órgão cognitivo que faz isso, né? né? Então, e aí ela fala uma coisa ali, né, que quando acessa, né, essas metas, necessidades, isso conclama a mudança de comportamento. Isso eu lá no finalzinho desse desse capítulo, né? Então, e aí ela traz imagens muito lindas pra gente pensar, né? Então, quando eu começo a me conectar com essas outras realidades, com essa dimensão espiritual que é fundamental, né? Não tem como, ela diz, a gente ser imune a isso, né? E ela diz, aí a gente pode transformar amargura em sorriso dentro dessa ideia do regijai ali que o G estava trazendo, que é contudo, né? Revolta em abnegação, mágoa em perdão, né? Desencanto em esperança, com que são superados os fatores de perturbação e conquistados os tesouros iluminativos, né? Então é realmente é a gente aí me vem a imagem da a como é que é aquela a flor de lótus, né, que nasce no meio da >> do lodo, né, da >> Então é quando a gente começa a ver o sentido daí das coisas, né, e beleza, daí pode ver beleza. É porque é é interessante que nós sempre estamos
lótus, né, que nasce no meio da >> do lodo, né, da >> Então é quando a gente começa a ver o sentido daí das coisas, né, e beleza, daí pode ver beleza. É porque é é interessante que nós sempre estamos ansiando por uma completude, né? Esse anseio de amor, esse anseio de de alegria, esse de de algo que nos cative, que dê suporte, que alimente nossa alma. E ela fala justamente desse jogo que eu acho interessante, que que nós vemos vibrações que em vez de nos alimentar destempera a alma. gendo frustração, angústia, eh neurose, infelicidade, reações de de negativas por não estar bem com nos começos e com a vida. E e esse processo todo, ela dizer que vai retemperar para o ânimo motivador de libertação. Ou seja, a gente está reanimado e sustentado por esse arto divino. E aí a gente tá num num estado de eh de paz, de harmonia, né? de poder, de uma certa maneira estar sustentado por essa essa onda que tá que impregna toda a realidade, o universo e eu me alimento do que realmente nutre a minha alma. E e aí eu posso me me colocar nesse lugar de segurança, de eh de uma uma pessoa que eh não se perturba. diante do outros, da vida, que pode realmente eh aproveitar cada momento da melhor maneira possível. E aí a gente tá entrando, né, né, nesse jogo que a gente chama de sabedoria, né, do homem que sai do homem simples, eh, passa pelo homem complexo, que é homem conflito, para chegar no homem sábio, né, que consegue então realmente estabelecer uma relação profunda e rica com cada momento da existência. Essa é a proposta da da Joana que ela fala ser avança da ignorância para o conhecimento da forma brutalhada para essência superior, autorrealizando-se, vivenciando a própria imortalidade que nele se encontra estabelecida. Achei muito bonito essa forma de encerrar o capítulo, né? Nosso tempo também tá encerrando, né? Tem mais alguma alguma colocação? Eu só quero colocar duas palavrinhas que ela colocou aqui, >> que ela diz que essa magnífica odisseia, só essas duas palavras, pode e deve ser
mbém tá encerrando, né? Tem mais alguma alguma colocação? Eu só quero colocar duas palavrinhas que ela colocou aqui, >> que ela diz que essa magnífica odisseia, só essas duas palavras, pode e deve ser tentada, porque senão a pessoa fala assim: "Nossa, mas isso daí é quando eu fori espírito puro? Isso daí". Não, ela nos convida agora para esse autodespertamento e conscientemente que possamos nessa odisseia do progresso, né? desses níveis de consciência que a gente pode e deve, né, ser tentado eh por cada um de nós. Era só essas duas palavrinhas que eu queria reforçar. Bem lembrada, Adriana. Muito bem. Acho que fica o convite pra gente ler e reler várias vezes, que é muito precioso realmente e esse essa parte aqui, né, do capítulo. E a gente já convida vocês para estarmos juntos novamente para dar continuidade com o estudo do capítulo 11, de poder começar, né, no próximo encontro, o cérebro intelectual e o cérebro emocional, um assunto super interessante. Então, que possamos estar todos juntos e agradecemos a todos esse momento de troca, de convívio, eh, em favor dessa caminhada de autorrealização que a prefeitura nos propõe. Obrigado, Adriana. Obrigado, Manúcio, obrigado a todos vocês que nos acompanham. Ah.
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