T8:E22 • Desperte e seja feliz • Amorterapia
No vigésimo segundo episódio, Gelson Roberto recebe Cláudia Semeghini e Marluce Renz para o estudo do capítulo 22 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Amorterapia". O episódio aprofunda a proposta da amorosidade como recurso terapêutico essencial à cura interior, ao equilíbrio emocional e à construção de uma vida mais plena e harmoniosa. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Meus irmãos, amigos de estudo conosco, a série psicológica Joana deângeles. Bem-vindos a mais um encontro do nosso estudo hoje com a Marlúcia e a Cláudia para dar seguimento no capítulo 22, amorterapia, né? Então, um capítulo interessantíssimo, né, do nosso livro Desperto, Seja Feliz. Então, convidamos a todos a entrar nessa nessa proposta da benfeitora, eh, de poder ver o amor como essa força transformadora que cura e poder falar um pouquinho sobre isso, né? E eu queria iniciar já convidando a Cláudia, a Marlus pra gente poder a pensar sobre o tema que no Evangelho, né, no Evangelho Segundo Espiritismo, a gente vai ter realmente a lei do amor e o quanto, né, a o amor, né, ele é a pedra angular, né, da nossa caminhada evolutiva, porque lá no no Evangelho vai tá dito justamente, né, que o amor resume inteiramente a doutrina de Jesus e que o amor é o sentimento por excelência e que os sentimentos são os instintos elevados no na altura do progresso realizado, né? Então a gente vê aí que a meta, né, é é poder realmente chegar nesse amor, já que os benfeitores e que lá já João também no Evangelho, eh, faz essa referência que Deus é amor. Então, e a Joana vai trazer realmente, né, com com o que não se pode negar ser o amor, a realidade mais pungente da vida, né? Então, vamos começar dar o start aí pra gente poder olhar para para isso. >> Pois é. Eh, eu me detive assim, quando eu li o o título Amor Terapia, eu pensei: "Ah, Joana vai falar aqui de amor e tal". ee começa a ler o capítulo e ela vai trazendo toda essa conflitiva, né, do homem nesse mundo de violência, de criminalidade, todas essas questões. E aí eu eu voltei para essa frase que tu abriu a conversa, Gelson, né, trazendo como essa realidade mais pujante. E e ela diz, ela segue na frase, né? Irradia-se de Deus e vitaliza o universo, mantendo as leis que produzem o equilíbrio. E aí eu fiz a seguinte conexão. Esse amor terapia vindo da proposta de Jesus como esse tratamento pelo amor, né? O tratamento de toda essa
aliza o universo, mantendo as leis que produzem o equilíbrio. E aí eu fiz a seguinte conexão. Esse amor terapia vindo da proposta de Jesus como esse tratamento pelo amor, né? O tratamento de toda essa conflitiva que nós temos ainda dentro de nós, violência. Daí ela vai ela vai trazer ali, né, virtude, vício, paz e conflito, equilíbrio e violência, né? E aí é pela terapia do amor que a gente vai chegar no equilíbrio, né? Então aí eu disse, que lindo, amor terapia, vai ser essa terapia aí, né? Quando a gente tem um problema no corpo, a gente não faz fisioterapia, né? Vai trabalhar lá uma terapia pro corpo. Então aqui tá dizendo amorapia. Então, toda essa conflitiva a partir eh dessa terapia amorosa, porque eh é e esse amor é o que dá a sustentação e o equilíbrio de todo o nosso universo. Comecei a refletir mais ou menos por aí. >> É muito bonito isso, né? Essa terapia do amor que a gente tá tão distante ainda, né? Como você trouxe, né? esses opostos todos que a a mentora vai trabalhar, toda essa dificuldade, né? Inclusive ela fala, a primeira frase, né, desse capítulo é por largos tempos enfrentaremos na Terra a problemática do erro e da criminalidade? Então esse é o retrato ainda, né, de do desamor, né, da falta de amor ou da falta de conexão com essa essência amorosa que nós temos, né? E eu também fui lá no evangelho, né, no item nove, que desse da desse dessa parte da instrução dos espíritos que Gelson trouxe, né? E tem assim: "O amor é de essência divina e todos temos no fundo do coração a centelha desse fogo sagrado, que é um germe que se desenvolve e cresce com a moralidade e a inteligência, embora comprimido pelo egoísmo. Então, se ainda não encontramos essa conexão com esse germen divino de amorosidade, dessa centelha amorosa dentro de nós, a boa notícia é que ela tá lá. né, que esse é o trabalho, né, da gente fazer a ponte, né, esse mergulho profundo pra gente se conectar com esse germen e fazê-lo florescer, né? Então, se ao mesmo tempo é um caminho difícil,
a tá lá. né, que esse é o trabalho, né, da gente fazer a ponte, né, esse mergulho profundo pra gente se conectar com esse germen e fazê-lo florescer, né? Então, se ao mesmo tempo é um caminho difícil, porque é um caminho que a Joana vem nos trazendo de autodescobrimento, né? Ela vem trazendo a importância desse mergulho e ela diz: "É um processo lento, né? Por outro lado, eh, a gente vai se conectar com isso, né, com essa essência amorosa, né? E e é uma essência amorosa que ela tá, como vocês leram, pujante no universo e eu não consigo me afastar daquela imagem do sopro divino, aquela respiração, o hálito divino, né, onde ele sopra o amor, né, sopra o amor o tempo todo pra gente, né? Então ele nos alimenta o tempo todo. Então isso aqui é bonito, né, a gente saber, né, que nós chegaremos lá, >> que por enquanto ainda tá um pouco difícil, né, de encontrar esse caminho assim tão reto, né, mas que a gente tá no caminho. Ela coloca no início, né, que o amor é o grande desafio, né, Cláudia, realmente, né, e eu acho que um dos das dificuldades nossa nesse processo onde a criminalidade e o erro ainda permanece, é o que ela aponta aqui, essa dissociação da inteligência, eh, dessa inteligência racionalista, né, só intelectual do sentimento, porque o o nosso ainda mais no ocidente, né, a sociedade ocidental, a cultura ocidental, ela primou por uma visão analítica, eh, separado da realidade, né, para poder estudar a realidade, objetivar a realidade. Então, e todo o movimento do mundo ocidental é para fora, né? É para poder entender como é que as coisas funcionam, é para poder controlar a realidade, a natureza e e e ainda sustentado por uma visão materialista. Então, todo esse movimento de ganho que a gente que a gente teve em tecnologia, como diz a Joana também aqui, né, que gloriosas conquistas da inteligência, né, a gente acabou daí eh eh desenvolvendo muito o trabalho nesse campo racional, intelectual e e e mas e é próprio da ciência ocidental, uma certa a frieza, né? Ou seja, não se envolver emocionalmente,
, a gente acabou daí eh eh desenvolvendo muito o trabalho nesse campo racional, intelectual e e e mas e é próprio da ciência ocidental, uma certa a frieza, né? Ou seja, não se envolver emocionalmente, olhar as coisas de maneira distante. Então, eh, tudo isso eh gerou culturalmente um o o um movimento de colocar os sentimentos e a emoção como algo que atrapalha, né? Atrapalha a percepção, atrapalha o entendimento, atrapalha a gente poder se relacionar, que é um equívoco, porque o sentimento não atrapalha, né? Mas de uma certa maneira, eh, como as emoções fazem parte também desse mundo, desse campo afetivo do sentimento, a gente sabe que é um mundo rico, mas complexo. E aí o sentimento foi relegado por uma instância inferior, né? E como diz a a Juda, ficou hipertrofiado, seja, né? Ainda num nível muito primitivo, muito elementar do nosso impulso, como diz o evangelho, né? o sentimento, ele vai se desenvolvendo, né, de uma certa maneira num processo do da alma, sensações, depois vai ter eh vai sendo, né, primeiro instinto, depois sensações, depois eh as emoções com sentimento, até sentimento se enombrecer e chegar no sentido pleno que é o amor, né, que Jana vai colocar aqui. O amor é vida exuberante, né? Ou seja, eh, o, a, o amor nos dá a experiência da totalidade. Então, não temos como avançar e ter uma vida plena e total que garante um sentido, um significado realmente profundo e e e realmente total da nossa realidade, se a gente não integrar, né, o sentimento com intelecto, para que esse amor possa realmente eh ser assimilado eh e e desenvolvido e nos ajudar a a a nos curar de nós mesmos, né? dentro disso que tu tá colocando, né, G? Por isso que eu achei lindo ela dizer que o amor é é que ele mantém a lei que produz o equilíbrio, né? Então, quando nós estamos dissociados, a gente tá desequilibrado, né? E aí eu tava lendo esses dias um livro do John Sford, ele é um analista yunguiano americano e ele é um presbítero da Igreja Episcopal. Eu acho que ele tem um livro que ele ele
e tá desequilibrado, né? E aí eu tava lendo esses dias um livro do John Sford, ele é um analista yunguiano americano e ele é um presbítero da Igreja Episcopal. Eu acho que ele tem um livro que ele ele resgata várias partes do Evangelho, do Antigo Testamento, de outras religiões. Ele traz o problema do mal, né? Porque a Joana traz muito aqui a criminalidade, a violência e toda esse esse essa problemática, né, que a Terra enfrenta. E ele falou uma coisa muito interessante, porque ele dizendo assim, né, que de alguma maneira o mal ajudava a gente a desenvolver o sentimento. Ele começa a falar da função sentimento. Eu disse que complexo isso que ele tá dizendo, né? Porque ele diz assim que eh o mal demanda de nós uma reação, né? A gente olha para aquilo e fica completamente chocado e eh ou indignado ou, né? Então ele diz que isso é uma reação para desenvolver em nós o que ele vai dizer eh para nos tornarmos mais humanos, ele fala, né? Porque ele diz assim, ó, um ser humano íntegro é alguém que sente. Então, é preciso, de certa forma, que o mal exista para que essa nossa natureza sensitiva cresça e viva. E e eu fiquei pensando sobre isso, que profundo, né? Porque a gente diz que a espiritualidade ela usa de tudo paraa nossa evolução, né? Então, eh, diante de situações tão extremas que a Joana traz aqui nesse capítulo, né, essa possibilidade que a gente tem de desenvolver esse sentimento mesmo, que vem às vezes de uma forma inicial por uma indignação, né? a gente se exalta, a gente não sabe o que fazer com aquilo, mas é ao é um é um caminho onde a gente vai aprendendo, né, a reconhecer, a discriminar, né, pensando na nossa própria trajetória evolutiva. Se num primeiro momento nós matávamos assim, sem consciência, porque nós estamos muito no nível de sobrevivência, hoje a gente consegue raciocinar sobre isso e quando a gente vê algo ali acontecendo que nos toca profundamente, a gente não pode mais ficar indiferente, porque aquilo nos toca no nosso lado humano. E aí isso vai buscando esse
ocinar sobre isso e quando a gente vê algo ali acontecendo que nos toca profundamente, a gente não pode mais ficar indiferente, porque aquilo nos toca no nosso lado humano. E aí isso vai buscando esse equilíbrio, né, que é essa lei, né? Então, por mais que ela diz que o amor, né, não, ele transcende definições, é difícil, não tem como definir o amor, né? Ele diz: "É vida, é vida exuberante." Então, aquilo que concorre contra a vida tá longe do amor. Acho que é uma boa, é um bom parâmetro, porque a gente sempre se pergunta, né, que que o amor afinal, né? Então, que ela tá falando da lei, né, do equilíbrio, né, e que é vida. Então, o que concorre contra a vida? tá longe do amor. Eu pensei assim, né? Não sei o que que vocês acham. >> Sim, bonito mesmo, né? O que tá contra a vida, tá contra essa lei do amor, né? E assim, eh, eh, passeando um pouco pelo que você trouxe, Marlúci, né? Eh, essa essa convivência com o diferente, né? Com aquilo que é mal para nós também, né? É importante porque já nos eh revela um pouco de discernimento ou um pouco ou também um pouco de surpresa, né? Porque aquilo que nos surpreende nos faz pensar, né? Porque aquilo que não nos surpreende também não faz a gente crescer, evoluir, refletir, né? Então é importante que algo que a gente seja surpreendido na vida. E temos surpresas boas e temos surpresas que já não são tão boas e são desagradáveis, né? E isso vai trabalhando com a gente no sentido de trazer para nós e fazer essa diferenciação, né? Quando Gelson trouxe a questão do ocidental, né? Eh, que que tá muito para fora, né? e que eh viciou-se pensar que o sentimento não é bom, né? É porque justamente essa afetação incomoda muito e a pessoa ainda não consegue se diferenciar. Então, quanto mais a gente convive com o diferente, mais a gente se entende diferenciada, né, em alguns aspectos. E é por isso que ela fala aqui, os bons e os maus caminham juntos na condição de aprendizes, né? Porque é aquele que age ou pensa diferente, nos provoca a pensar
diferenciada, né, em alguns aspectos. E é por isso que ela fala aqui, os bons e os maus caminham juntos na condição de aprendizes, né? Porque é aquele que age ou pensa diferente, nos provoca a pensar também, né? Porque eh por eu sinto esse estranhamento, o que que ele tem de diferente? E aí a gente faz aquele grande importante exercício de se colocar no lugar do outro. Então deixa ver porque que o outro tá pensando assim, né? O que que faz com que ele veja dessa forma diferenciada. E isso a gente vai trabalhando muito aquilo, né, que é amar o próximo como a ti mesmo. Então quanto mais a gente vai elaborando isso, a gente vai entendendo esse caminho de ponte para ir para o outro, que é uma forma de terapia do amor, né, que ela nos traz, né? E e no Evangelho me fez lembrar eh nessa passagem que nós já citamos que fala de João Evangelista. que quando ele estava muito adoecido, já envelhecido, ele já não podia sair para pregar, para auxiliar. E o que que ele dizia? Somente, entra para somente, meus filhinhos, amai-vos uns aos outros, né? Nosso João, né? >> E é interessante como como é difícil de compreender isso, né, Cláudia? E que o outro nos desafia a a que para a gente possa amar, né? Porque uma vez eu nunca esqueci um uma visita que eu fiz na casa de um de um amigo e tinha um casal que trabalhava do presídio, um presídio aqui do Rio Grande do Sul, que se diziam espíritas e eles eram eles eram a favor da pena de morte que tinha que matar, né? E eu fiquei muito impressionado como assim, né? eh resolver as coisas dessa maneira, se o espírito não morre e essa alma fica mais revoltada ainda e e e pode em espírito continuar e até com mais força ainda prejudicando se a proposta é educar. E na cabeça deles, eles achavam de maneira muito natural que eram pessoas que eram que não tinham como ser transformadas, que eram pessoas que e eram e e só de uma forma muito desqualificadoras desses desses desses desses irmão irmãos que caíram no crime, né? e e e completamente assim na cabeça deles, eh,
transformadas, que eram pessoas que e eram e e só de uma forma muito desqualificadoras desses desses desses desses irmão irmãos que caíram no crime, né? e e e completamente assim na cabeça deles, eh, que é que a única alternativa era destruir, né? Eh, eh, e, eh, e não e não investindo, né? Então, ah, eles estão lá comendo a comida, tão lá eh eh ociosos a sociedade pagando para eles. Então, uma mentalidade que que que mas não é culpa deles, é culpa da sociedade que se organiza lá em vez de educar de uma maneira e ter um projeto de justiça e de de educação mais adequada. Então, as pessoas simplificam e elas não entendem realmente isso, essa essa frase de Joana, né? que que o o que os dois nós somos atados, né, um com os outros, né, e que eh convive os maus e os bons na condição de aprendizes na mesma classe, né? Então, eh, há essa dívida de amor uns com os outros, né? e e pegando essa questão da harmonia que a Marú falou, né, a gente juntar tudo isso, né, então de uma certa maneira a verdadeira noção de equilíbrio espiritual, né, que envolve justamente essa compreensão de amor, eh, e esse impositivo, então que a gente possa e ver nessas diferenças e nessas tensões, né, de de realidade espiramente esse Que jogo harmônico que Deus nos nos convoca de colaborarmos e de aprender, de trazer o amor que ainda precisa ser desenvolvida. E esse amor cobre a multidão de pecado, ou seja, chega nosso irmão que se ele não consegue amar, ele vai ser tocado pelo nosso amor, né? Então não há como haver esse processo todo de transformação que é que a Juna vai citar aqui, né? de violência, tarião, crueldade e tantas outras questões como tirania que ainda vastala o mundo. Tem a gente estar vigilante com a nossa sombra e ter o compromisso de não de de vez de mostrar nosso pior e responder na mesma moeda, começar a apostar realmente no amor, né? acreditar que o amor é solução, porque a gente não acredita nisso. Se a gente olha paraa humanidade, a gente não compreendeu ainda isso que a que a benfeitora e que o evangelho nos
lmente no amor, né? acreditar que o amor é solução, porque a gente não acredita nisso. Se a gente olha paraa humanidade, a gente não compreendeu ainda isso que a que a benfeitora e que o evangelho nos propõe, que o amor é realmente a solução. Por algum motivo a gente que acha que o poder é solução, que matar é a solução, a gente acha que rejeitar é a solução, a gente acha que excluir é a solução, a gente acha que submeter o outro e tiranizar o outro e controlar o outro é solução, porque a gente tem muitas soluções que não dão certo e não e a gente não chegou ainda no que significa realmente uma proposta amorosa em favor dessa educação e dessa coisa. Mas aí ela diz, voltando a uma ao texto inicial ali, que as modernas ciências da alma, as modernas ciências da alma que penetraram na essência profunda das criaturas, eu acho que aqui é importante, né? Fascinadas com as suas descobertas em torno de conflitos e problemas, recorrem também ao amor para que ele solucione os enigmas existenciais e erradique os agentes causadores dos distúrbios interiores e externos que aturdem a humanidade. Então, essas ciências que penetram na essência profunda, né? Porque se o amor é essa energia que busca o equilíbrio, que é o equilíbrio que sustenta tudo, quando a gente faz eh eh essa leitura, como tu estavas dizendo, né, Joelson, bem verdade, assim, muito simplista da realidade, a gente fica querendo achar uma coisa muito fácil, então é pena de morte, vamos invadir um território, vamos acabar com essa etnia, né, vamos conquistar tal coisa, né? fica uma solução muito simplista. Eh, não tá buscando essa essência profunda que é a visão do espírito, né? Então, muitas vezes nós temos muita dificuldade de de chegar a uma conciliação, de tentar achar um caminho de inclusão, porque a gente fica muito centrado no nosso ego, que tem uma visão muito limitada e muitas vezes porque se sente ameaçado se defende e se defende como excluindo, né? Então, eh, só numa visão que contemple uma realidade mais
to centrado no nosso ego, que tem uma visão muito limitada e muitas vezes porque se sente ameaçado se defende e se defende como excluindo, né? Então, eh, só numa visão que contemple uma realidade mais profunda, que compreenda que existe um nível de consciência maior, onde estamos conectados, né, porque partimos todos dessa, como ela diz ali, né, que se radia de Deus, né, partimos todos, temos a mesma origem, é que a gente pode começar a a exercitar, né, eh, essa ideia de que é possível a gente ter enfrentar Tá, problemas muito desafiadores, sem partir pra exclusão, né, sem se sentir ameaçado, né? Então eu acho que por isso que ela fala que esse desenvolvimento da consciência é importante para nós nesse momento, né? >> É, você falou uma palavra aí que me cativou, conquistar, né? O homem ainda quer conquistar, quer mostrar que tem poder, que é forte, né? quer se sobrepor ao outro, né? Então, na verdade, é uma briga de poder, né? Quem tem razão. E aí cada um sentado no seu trono particular de razões particulares, não tem o diálogo, né? Um não vai até o outro. Então essa palavra de conquistar eu acho que ela é bastante elucidativa, que mostra realmente o o estágio em que o ego humano se encontra. Ele ainda é um homem primitivo, primário ainda, que quer conquistar territórios, né? Então ele quer conquistar territórios físicos, concretos, mas o conquistar o território da razão, conquistar o território do outro, né? E isso é que atrapalha tudo, porque ele não tá trabalhando em equipe, né? ainda tem um poder. ENG diz: "Onde entra o poder não tem amor." Então ele trabalha na linguagem do poder, né? E ela nos traz eh que primeiro, né? Nós precisamos estar em aprendizado todos juntos. E aqueles que já estão umquinho mais eh assim conscientes, não iluminados, mas conscientes, tem o dever de amparar-se, de esclarecer e de educar, né? Então essa comunhão, esse esse caminhar junto faz com que a gente vá aprendendo uns com os outros, né? Porque se aquele tá um pouquinho mais avançado na lição tal,
r-se, de esclarecer e de educar, né? Então essa comunhão, esse esse caminhar junto faz com que a gente vá aprendendo uns com os outros, né? Porque se aquele tá um pouquinho mais avançado na lição tal, né? Ele me ensina. A gente vai, assim como a criança que vai aprendendo por imitação, a gente vai olhando os bons exemplos e vai aprendendo também, porque essa questão da conquista ela traz muito clara na página 96, quando ela vai falar de tudo isso que a gente vem falando, né? Eh, os atos visedionos acendem ódios devoradores, né? Os sentimentos se exaltam, reações de violências, né? A traição libera emoções de ressentimento profundo. Então ela, os crimes que geram repulso e ira, né? Ela vai trazendo todos essa tirania provoca horror, ela vai trazendo toda essa faceta negra, sombria que ainda temos dentro de nós, né? E e é muito importante a gente se lembrar que nós trazemos ainda bastante sombra, porque esse esse eh latifunde o nosso sombrio, ele vai se conectar com essa sombra de fora e a gente pode se contaminar a um contágio psíquico e emocional. Então, é importante a gente lembrar que nós temos um latifúndio ainda sombrio, que precisa ser clarificado e que a gente eh ela nos diz aqui, é necessária muita vigilância para não permitir que os tóxicos do mal envenenem as pessoas, a nós também, né? Então assim, quando Gelson trouxe o exemplo, né, de que visitou a casa do amigo e tal, tinha um casal, é uma grande rascada, porque se ele não tá centrado, né, se qualquer um de nós começa a escutar o outro numa defesa veemente, né, daquele ponto de vista e a gente pensa, nossa, mas nossa, tá tão, tá tão assim certo, seguro daquilo, né? Então, olha, é importante que ela diz, é necessária muita vigilância, né? Porque os atavismos que remanecem no ser são estimulados a tomar posse daquele momento, né? A a entrar em ação e aí bloqueio a nossa razão, né? E aí aquele primitivo dentro de nós entra em ação, né? Então é aquela frase que a gente já conhece, orai e vigiar, orai e vigiar,
quele momento, né? A a entrar em ação e aí bloqueio a nossa razão, né? E aí aquele primitivo dentro de nós entra em ação, né? Então é aquela frase que a gente já conhece, orai e vigiar, orai e vigiar, né? e refletindo. >> É interessante, né? que então como tu falaste, né, Cláudia, o amor pede, né, que a gente te ampare, que a gente esclareça e educa. Eí, ela tá dando um caminho do que seja prático, né, do que seja realmente esse processo de poder trabalhar em forma de amor, porque o amparar envolve acolher, envolve suportar, envolve reconhecer o outro, né? Depois esclarecer, que, ou seja, libertar o outro das suas próprias amarras, né? de ajuda o outro a se libertar da sua inconsciência, dele poder se reconciliar com ele mesmo, encontrar também esse divino dentro dele, né? E educar, né? Esse educação no sentido de poder realmente promover o sentimento como esse processo de engrandecimento da alma. E aí ela vai dizer mais adiante ali que somente o amor como medida terapêutica por si a solução para as mal, que é isso que tu tá trazendo aqui, né? da importância da gente poder não se contaminar e poder se sustentar no amor, porque justamente, né, eh e e não encontra, né, essa encoragem no amor. O qual é o contrário disso, né, da harmonia, desse processo de de amparo, esclarecimento e educação, solidão, destruição e desespero, né, que é tudo que a gente tá vivendo hoje, né? Hoje a gente tem uma sociedade eh solitária, a gente consome um monte de coisa de de recursos, né, de diversões, mas o homem continua sozinho e sente esvaziado. desespero, né, que campeia, né, a nossa sociedade atual contemporânea e também a destruição, né, que a guerra para mim é uma assinatura do desamor, né, do no seu nível mais terrível. E como a gente tá no século XX, a gente ainda eh busca na guerra uma saída para lidar com as questões humanas, né? Então, realmente é é urgente, né, a gente despertar pro amor, a gente poder realmente refletir o que é amar, porque na prática, e eu vejo em toda os setores
ída para lidar com as questões humanas, né? Então, realmente é é urgente, né, a gente despertar pro amor, a gente poder realmente refletir o que é amar, porque na prática, e eu vejo em toda os setores da vida e mesmo nós espíritas que temos um um cabedal de recursos, né, seja o convívio, com a espiritualidade, a própria literatura, né, a gente tem uma visão muito muito autocentrada na nossa subjetividade limitada, nossa consciência pequena e e enche a boca para dizer o que que é o melhor pro outro, né? E e do que e a gente vê que a gente não compreende o que é amar, né? Realmente eh tem uma grande dificuldade aí, não sei onde a gente esbarra, né? que a gente lê, que a gente a gente tem a a proposta do Cristo, o exemplo do Cristo, exemplo de vários mensageiros de amor que que já desceram aqui na terra para testemunhar em nome do Cristo. Ou seja, não nos falta referências de tudo que é forma, né, e experiências amorosas e tudo que é tipo para nos e mesmo assim a gente tem dificuldade de compreender e sair de nós como, né? E aí eu eu eu vejo nosso aquela outra aquele outro capítulo que é autolibertação, autenitude, né, que Joana fala, né, que amor, eh, perdão e servir, né? Então, que ela vai falar sobre essa de amar, perdoar e servver. Então não tem como viver esse amor se a gente não conseguir perdoar e servir. Então eu vejo que é difícil a gente chegar nesse lugar. >> E ouvindo vocês dois, é como é importante esse assunto, né? Porque eu acho que nos diz respeito a todos mesmo. E eu acho que uma das questões, a Joana fala aqui nesse capítulo da responsabilidade, né? Quando a gente desperta paraa responsabilidade, pro dever, ela fala no início ali, e me tocou muito mesmo essa parte de da necessária vigilância para não permitir esses tóxicos do mal que nos enganam. E eu acho, Geospe tá colocando que uma das questões é a nossa eh muitas vezes incapacidade de refletir e entender que o que nós falamos, o que nós nos vinculamos em termos de pensamento e tal, isso gera consequências, isso tem
ando que uma das questões é a nossa eh muitas vezes incapacidade de refletir e entender que o que nós falamos, o que nós nos vinculamos em termos de pensamento e tal, isso gera consequências, isso tem responsabilidade. Então, essa essa visão muito simplista das coisas, por mais informação que a gente tenha e que estude e que, né, já intelectualmente considere a realidade do espírito, por exemplo, na prática ainda, como a Joana diz, né, eh nós ainda estamos nessas experiências edificantes num estágio inicial de da nossa alma, né? Então, a gente tá iniciando isso, mas a gente já tem consciência. Só que como é difícil, por exemplo, numa pegando o teu exemplo aí, né, da discussão da pena de morte e tal, como é fácil a gente já emitir uma opinião sem pensar, né? Como é fácil a gente seguir assim, ó, o lugar comum, né? Então, e essa questão que você estava trazendo, né, Cláudia, da conquista, aí a gente parte do princípio que isso é um mérito, né? que eu conquistar um outro, que eu impor o outro, isso é um mérito. Isso é, então, é uma visão distorcida ainda baseada eh numa numa desconexão dessa conectividade que estamos todos imersos, né, dessa ideia que a Joana traz como consciência cósmica, né, nós todos e não só pertencentes a uma mesma fonte, mas um influenciando o outro, né? Então, eh, assim como a gente tem que ter vigilância, né, para não se permitir ser envolvido por esse mal, a gente também é envolvido pelo bem quando a gente se conecta com o bem, né? Então, também isso é uma forma da gente lidar com tantas questões difíceis que a gente tá vivendo hoje, que é buscar mais essa conexão com esses espíritos de luz aí que vem nos ajudar. E e uma outra coisa que eu pensei, só para finalizar é, por exemplo, quando vem algum espírito para receber um atendimento, às vezes num trabalho mediúnico, e vem muito revoltado e vem muito indignado e vem trazendo muita raiva, muito ódio e ele recebe aquele choque amoroso. Só aquele choque, né, eh, vibratório no amor já exerce um efeito calmante, né?
o, e vem muito revoltado e vem muito indignado e vem trazendo muita raiva, muito ódio e ele recebe aquele choque amoroso. Só aquele choque, né, eh, vibratório no amor já exerce um efeito calmante, né? já traz essa essa calma porque busca, né, esse equilíbrio. Então, realmente o amor enquanto energia, às vezes só um olhar amoroso já nos tranquiliza, né? Ele é capaz de apaziguar, né? Então, acho que é isso que é o nosso grande desafio. Aí >> sabe que eu tinha pensado a mesma coisa, né? Quando vem o irmão sofredor, né? E ele muito revoltado e muito resistente, né? E aí o dialogador vai falando com ele com carinho e tal, né? E vai mostrando que ele é amado, que ele é amado, né? Então é como se a gente tivesse aquela imagem dele se desarmando, né? Tirando aquelas couraças, né? E e em algum momento ele diz assim: "Mas eu não mereço, eu não mereço, né?" E aí então esse transbordamento de amor que você fala, né? Como consegue tocar a alma dele carente? sofrida, né? E ele se sentir merecedor, né? É muito bonito isso. Eu eu me lembrei também disso, né? Mas eh e aí eu me lembrei disso e e trago também um outro exemplo, né? Porque assim, quando a gente fala pro irmão sofredor, né? O dialogador, a gente não tem relação com ele. Então eu fico pensando também é muito fácil você falar. Você não foi afetado por ele, você tá transbordando o amor, mas né? que é o lógico, precisa, mas não foi afetado, né? E quando tem alguém no nosso círculo que nos afeta, aí como é que a gente vai transbordar esse amor, não é? Então é um caminho, né? Porque assim como como a gente trouxe, né? Todos nós esse homem primitivo ainda fica no lugar dele e diz: "Mas eu estou fazendo a minha parte, né? Mas se o outro ou se a outra, não, mas eu tô fazendo a minha parte, né? Então assim, o homem primitivo querendo conquistar esse espaço de certeza, né? Então quando ele sai dessa parte e ele vai até o outro e se compadece, né, de alguma situação que o outro esteja passando, né, aí sim ele começa a visitar esse lugar de amor
sse espaço de certeza, né? Então quando ele sai dessa parte e ele vai até o outro e se compadece, né, de alguma situação que o outro esteja passando, né, aí sim ele começa a visitar esse lugar de amor incondicional. Então, eu visito o outro, eu vou até o outro, apesar de qualquer coisa, os apesares vão embora, porque eu me compadeço com aquela dor, com aquele momento que o outro tá atravessando. E isso a promove um grande avanço na relação, tanto para o outro quanto para nós, que nós experimentamos que o apesar já não vai mais existir. Então a gente, é como se a gente, só um minutinho, já vou, é como se a gente galasse um degrauzinho maior e disse: "Já era aquilo tudo". Porque eu fui me e transbori esse amor incondicional pela dor do outro, né? E o outro consegue se conectar. É muito bonito isso. >> Eu acho que tem uma questão importante aí que é a questão realmente do valor, né? Esse amor é esse reconhecimento que cada um tem seu valor independente da condição. Deus não ama por mérito. Ah, eu eu vou te amar porque tu tá limpinho, tu tá cheirosinho. Não, Deus nos ama porque nos ama, né? Não ama. A gente não ama por um compromisso, uma contabilidade, dá tanto, devo te amar porque tu me deu tanto. Te ama porque a pessoa tem o valor próprio, né? E eu acho que essa questão do do valor é uma questão muito complexa, porque o nosso valor que esse esse anseio de ser reconhecido começa pelo egoísmo, né? A gente fica preso nesse auto centramento do eu e nesse feroz a gente atropela o outro, né? E a gente esquece daí que o mundo nos ama, que a gente é muito valorizado, né? a gente não consegue perceber esse amor que a gente fala que que é essa harmonia que sustenta o universo e que e que suporta todos nós, que o oxigênio que a gente respira, a terra que a gente pisa, né, o alimento que nos chegam e toda a dinâmica que a vida faz de cooperação para que esse processos vai nos nos revelando que que para mim poder fazer tudo isso, eu dependi de uma outra pessoa que sozinho eu não ia conseguir fazer isso. Como é
ica que a vida faz de cooperação para que esse processos vai nos nos revelando que que para mim poder fazer tudo isso, eu dependi de uma outra pessoa que sozinho eu não ia conseguir fazer isso. Como é que eu vou me alimentar se eu tô trabalhando o dia inteiro e alguém cultivou isso a a terra para poderitar o alimento quando eu chegar em casa? Como é que eu vou comprar esse alimento se não tiver os transportes e assim por diante. Então toda essa dinâmica mostra o valor de cada um de nós, na nossa pequenez, na nossa condição, no papel próprio de cada um para que esse processo se dê. E aí eu acho que essa consciência que envolve, né, eh eh eh esse reconhecimento do valor e e do quanto nós somos amado, só vai ser trabalhado justamente a partir não de uma consciência racional, né, mas eh pelo próprio sentimento, né? E o e o Hilman, que é um psicólogo americano já desencarnado, ele dizia: "O sentimento só pode ser educado através do próprio sentimento. E essa educação do sentimento envolve fé, envolve tu poder também te aceitar e reconhecer teus sentimentos negativos, ou seja, acabar com a repressão e o medo dos sentimentos. Então eu acho que pra gente poder trabalhar todo tudo isso que estão falando, a gente tem que primeiro voltar para esse mundo que é pouco habitado, que é pouco reconhecido, que é pouco cultivado, que é justamente o sentimento e a nossa imperícia de lidar com eles, seja reprimindo, julgando ou dissociando o sentimento. Então acho que um um processo importante aí é dar o devido valor paraos nossos sentimentos e tomar consciência deles, né? Mantê-lo na consciência, captá-los, né? O poder, né? Então eu acho que que tem uma questão urgente aí que é a repressão, o medo do sentimento, porque eh eu acho que a gente tem medo de de encontrar a nossa fragilidade, a nossa pequenez, a nossa infantilidade, né? E e tem que reconhecer que tem um grande um longo trabalho pela frente, mas tudo bem, né? É isso mesmo. A gente é ainda muito infantil e tá tudo certo, mas
a nossa pequenez, a nossa infantilidade, né? E e tem que reconhecer que tem um grande um longo trabalho pela frente, mas tudo bem, né? É isso mesmo. A gente é ainda muito infantil e tá tudo certo, mas parece que a gente tem muita dificuldade de assumir isso e a gente fica mascarando a a nossa realidade por essa arrogância que em vez de ajudar acaba complicando e gerando tanto mal entendido no mundo, né? É tão, tem coisas tão fácis de resolver. às vezes uma uma briguinha de casal nossa em casa, né, por um problema detalhe de um detalhe, a gente se perde num trânsito, no trabalho, quanta coisa podia ser evitado e trabalhado se a gente tivesse mais consciência, né, do nosso sentimento e e desse espaço para eles. >> Ah, isso é fundamental mesmo, né? Porque às vezes para não lidar com o nosso sentimento, a gente racionaliza, entra naquele lugar que tem razão, eu quero, eu que tô certo, né? Porque é muito difícil a gente olhar para nós, né? E é difícil lidar eh com, eu não me lembro quem falou, não sei se foi o James Rolles ou quem que disse que na realidade pra gente parar de projetar o mal no outro, cada um deveria se responsabilizar pelo seu próprio mal. Aí, pensando simbolicamente nisso, né? Eh, eu me lembro uma vez que eu tava indo, eu trabalhava numa cidadezinha eh distante aqui de Porto Alegre e eu fiquei num engarrafamento assim que eu tive que ficar acho que uma hora parada e as pessoas e eu bem faceira como todo mundo, né, na filinha ali comportadinha e um monte de gente passando pelo acostamento e uma hora eu fiquei tão indignada e eu pensei: "Meu Deus, eu vou ter que esperar essa gente toda ter consciência ou eu vou passar pelo acostamento também. Eu nunca me esqueci disso. Então ali eu tentando, né, ser obediente como todos que estavam ali, mas no fundo eu tava muito indignada e louca para fazer o que nós estavam fazendo também, porque realmente é eh eh é difícil às vezes a gente eh se dar conta disso, do que a gente tá sentindo, né? Não atuar. Ah, então tá, então tá
ignada e louca para fazer o que nós estavam fazendo também, porque realmente é eh eh é difícil às vezes a gente eh se dar conta disso, do que a gente tá sentindo, né? Não atuar. Ah, então tá, então tá todo mundo fazendo, eu vou fazer também. não atuar, mas entender que não é é também lícito aquilo que eu tô sentindo, né? E o que que eu faço com isso, né? Eh, por isso que a Joana, eu acho que ela coloca aqui uma coisa importante, que a gente não pode ser conivente com o erro, né? Concordar com o crime, ignorar a virulência do ódio, o fogarel da violência. Entretanto, jamais extinguirá o delito, eliminando-se o delinquente. Encaminhar a vida para o bem, destruindo-se aquele que conspira contra a ordem, o equilíbrio e o dever. Não se apagam incêndios usando-se combustíveis. Aí que eu me lembrei, digo, é, eu queria botar combustível porque eu também queria sair daquela fila ali, né, achando que Mas na realidade não resolveria nada, né? Mas, mas é essa dificuldade, porque o amor, quando tava falando, já estava pensando que o amor sempre pressupõe a relação, sempre. E então eu sempre tenho que estar em relação, seja comigo mesmo, para mim me amar, né? Eu tenho que me relacionar com o meu mundo inteiro. Para mim amar o outro, eu tenho que estar na relação. E eu não vou aprender o amor só lendo o livro, não. Eu tenho que ir paraa prova de fogo, né? Que é enfrentar essas situações difíceis mesmo, né? E se dá conta que tem horas que, nossa, como é que eu faço para tolerar essa pessoa que tá aqui, que é dificílima, né, que não consegue eh encontrar nenhuma forma de diálogo. Mas eu tô percebendo isso, eu tô vendo isso. Como é que eu posso ser então essa parte que nesse momento pode talvez esclarecer, talvez acalmar, talvez amparar, né? Como é que eu me responsabilizo por isso, né? se eu começo a perceber. Então é nosso grande desafio mesmo, é lidar com os nossos sentimentos, né? >> É, eu vou completar o que você disse, né? E também não botar fogo, né, na fogueira, né? Então, às vezes a pessoa
perceber. Então é nosso grande desafio mesmo, é lidar com os nossos sentimentos, né? >> É, eu vou completar o que você disse, né? E também não botar fogo, né, na fogueira, né? Então, às vezes a pessoa não, você não consegue se relacionar, mas você se mantém no seu campo, né? Não se misturando, né, com aquela energia que vem, que é uma energia diferenciada, né? Então, só da gente não pôr fogo já é muito bom, né? que também é um exercício, né? E assim, eh, lembrando o que o Gelson trouxe, né? O quanto a gente se aborrece e e cria contratempos por bobagens, né? Porque é é muito rasteiro o negócio, né? Então, se a gente conseguir essa visão que eu eu gosto da visão da águia, né, que ela vê de cima, né, ela não tá ali rastejante, ela vem de vê de cima. Quando a gente se afasta do lugar e a gente consegue ver, enxergar de uma forma mais ampla, a gente vê que bobagem que é aquilo, né? Que não se trata de quem tem razão, né? Se trata de que há um embrolho ali desnecessário, né? Então, acho que essa visão de águia que vai nos protegendo, né? Nos salvando também de muita coisa, né? de nos misturar e sempre isso, né, fazendo eh essa relação conosco, né? O que que ainda temos desse território tão grande que é sombrio, né? Eh, o que que lei é essa que a gente quer imprimir? se é a lei do menor esforço, né, do coletivo que quer sempre ganhar, né, eh, levar vantagem tudo, né, ou se é aquela lei que a gente já vem instituindo, né, do caminho mais correto, eh, do amor, né? E assim, quando você fala de relação, é, eh, o quanto você também se ama, eh, primeiro entendendo os seus sentimentos e, segundo não se colocando numa situação de tensão também, né? Então, essas escolhas que a gente vem fazendo, né, eh, ao longo da vida também vão, no meu entendimento, sendo parte dessa amorterapia, desse amor, porque nós vamos nos amando ao longo da vida e nos protegendo também de desgastes desnecessários, né? Porque assim, nessa visão de águia, a gente tem que ver o que realmente interessa, né? E eu tenho uma amiga que sempre diz
ndo ao longo da vida e nos protegendo também de desgastes desnecessários, né? Porque assim, nessa visão de águia, a gente tem que ver o que realmente interessa, né? E eu tenho uma amiga que sempre diz volte, ela dizia isso, nós somos filhos de Deus e irmãos de Jesus. E a gente tá encrencado com uma bobagem dessa, né? Então é sempre essa visão mais ampliada, né, de de da gente se colocar no nosso lugar, né, que é muito distante, né? Jesus veio para nos mostrar o caminho, mas a gente acaba não vendo, né? Como ela diz aqui no início, Jesus sintetizou todo o código da sua doutrina no amor a Deus, ao próximo e a si mesmo, né? E a gente fica encrencado com bobagens. >> É, agora ficando pensando nisso que estou falando e no exemplo da Mar Lúci, né? Porque ela vai falar aqui uma coisa que tá no evangelho, né? Jesus falou que Deus não quer a morte do pecador, mas a morte do pecado. Então ela fala que propós do amorterapia é combater ignorância, é que é que é é reeducar o criminoso, é gerar, né, condições para que as pessoas possam despertar. E aí eu fico pensando na lá na Marlúci, na no trânsito, né, que talvez algumas pessoas precisam passar pelo pela pelo lado que tem uma mulher grávida ou tem alguém acidentado. Pode ter opções que eu acho que a gente não tem que ter uma lógica muito literal, né? Ou a pessoa precisa passar porque ela é ignorante, né? Também é uma necessidade, né? Então cada um com a sua consciência, né? Quem quem tinha que passar pelo pela pelo orçamento passa, porque tem necessidade de passar, seja qual for, se é uma justificativa coerente e bem bem estruturada ou não. Mas todo esse movimento para mim leva nessa harmonia aí que que que ela cita a noção do cuidado, né? Como ser cuidadoso conosco e cuidadoso com o outro. essa maturidade do sentimento, do amor, que vai de uma certa maneira eh do que seja uma para mim uma umaquada do sentimento nessa, nesse processo de amadurecimento em favor da da amorosidade, né? que o cuidado, eh, eh, o Heid trabalha esse tema do
de uma certa maneira eh do que seja uma para mim uma umaquada do sentimento nessa, nesse processo de amadurecimento em favor da da amorosidade, né? que o cuidado, eh, eh, o Heid trabalha esse tema do cuidado, ele vai dizer que cuidado é uma é uma união, uma junção entre eh eh o amor e a vontade. O cuidado, então, realmente, é o amor em ação, com a vontade, né? O amor em trabalho, o cuidado é o amor a partir de uma vontade minha que se estabelece em direção ao outro. E e o R fala uma coisa interessante em a partir disso que que que para ele é esse cuidado é a origem da consciência. Olha só, ele junta uma coisa que eu nunca pensei, né? Ele junta a origem da consciência ao cuidado, porque para ele a consciência é o apelo do cuidado e se manifesta no cuidado. Ou seja, para mim ter ter que ter consciência, eu tenho que sair de mim. Algo precisou de mim de eu faço consciência. Então ele ele ele vai juntar, né, que que a consciência vai ser quando a gente cuida, né, e uma mãe que quando cuida tem que estar muito atento, né, a tudo que acontece pro seu filho. El tem que ter uma consciência, né? Então, de uma certa maneira, achei bonito essa essa formulação dele, né, que a consciência é esse movimento que se faz justamente quando quando a gente é cuida. E quando tinha cuidado também, porque com se falar do do obsessor que foi acolhido, quando ele ele é cuidado também desperta a consciência dele. Então o cuidado para mim realmente é o grande gerador de consciência aí promovendo essa integração, essa harmonia e engrandecendo os caminhos da vida. É >> que esse cuidado que tu tá falando é um cuidado com uma visão mais ampliada, né? Porque a gente às vezes cuida, mas cuida do nosso jardinzinho, a gente cuida do nosso quintalzinho, a gente cuida das nossas coisinhas. E eu queria ter sabido isso aqueles anos atrás lá, que a pessoa que tava passando tava precisando fazer aquilo, porque é foi, me lembro que foi quase traumático aquele aquelas horas que eu fiquei trancada lá. Mas essa lógica do cuidado é muito
rás lá, que a pessoa que tava passando tava precisando fazer aquilo, porque é foi, me lembro que foi quase traumático aquele aquelas horas que eu fiquei trancada lá. Mas essa lógica do cuidado é muito interessante, porque eu acho que daí isso me remete ao que a Joana traz aqui, que é quando a gente começa a despertar paraa responsabilidade, porque para mim também responsabilidade e cuidado estão muito ligados, né? quando eu começo a entender eh que eu eh eu preciso cuidar porque eu sou uma parte também integrante e responsável para que esse sistema fique em equilíbrio. Então às vezes, né, Cláudia, é bem isso, às vezes não botar gasolina no fogo, né, não segurar aquilo, né, e poder conter e cuidar para que isso não tome uma proporção. já tô ali trabalhando e aprendendo o amor, né? Então, às vezes, eu posso não realmente sentir aquele sentimento de vínculo, de afetividade por alguém, alguém muito difícil, às vezes até uma pessoa companheiro da casa espírita, alguém que trabalha ali, mas o fato de eu ser cuidadoso, né, dentro disso que o J está trazendo, já é uma forma de aprender o amor também, né? Eu cuidar para que toda essa minha emocionalidade, esse meu mundo não invada o outro, né? né, que eu não seja eh eh envenenado por esses tóxicos ali, me perca, né? Então, tá tudo relacionado mesmo. >> Interessante. E ela coloca no final algo que para mim realmente completa tudo isso, né? Que ela dis: "O amor não acusa corrige, não atemoriza, ajuda, não pune, educa, não execra edifica, não destrói, salva." Então, para mim, isso tudo faz parte desse processo do cuidado, do processo de de de poder promover realmente o melhor de cada um, né? Porque para mim o amor promove que é melhor em cada um. A gente fica preso no que tá ruim, no que tá difícil, vamos promover o melhor da pessoa, vão vão acreditar na pessoa. É isso que a espiritualidade faz com a gente, né? Tá lá, desencarnou, cheio de de de feridas espirituais. cheio de de, né, espírit, né, de culpa do passado. Não, meu filho, vamos
acreditar na pessoa. É isso que a espiritualidade faz com a gente, né? Tá lá, desencarnou, cheio de de de feridas espirituais. cheio de de, né, espírit, né, de culpa do passado. Não, meu filho, vamos começar de novo. Olha, se compromete com tal coisa. Então, a gente vê que toda a espiritualidade ela não fica reforçando o que é ruim, ela promove o melhor que eu o e o o que é possível dentro da alminha de cada pessoa, né? Então, sempre tem algo de bom, algo de interessante que pode ser cultivado nesse favor aí de corrigir, ajudar, educar, edificar e salvar. Então, esse é o caminho, né, gente? >> Sim. E eu fico pensando também que assim, eh, o a gente tem que fazer a nossa parte, né? A gente quer corrigir o outro, né? A gente quer apontar, né? Eh, se a gente seguir o nosso caminho, né, independentemente do que o outro faz, se ele vai pelo acostamento, né, às vezes passa uma ambulância e vai aquele monte de carro atrás também, né? Eu já pensei nisso, né? Mas já pensei, mas será que não é o parente daquele que tá ali dentro? Aí, né? Mas assim, se a gente deixar o outro seguir o caminho do outro, né? E a gente tentar seguir o nosso caminho já é muito bom, né? Só que a gente fica cuidando do outro, né? Então, como ainda crianças eh infantilizadas e a gente pensa: "Ah, mas o meu amigo não fez porque eu vou fazer, né? Como crianças faziam, né? Mas se ele não arrumar o brinquedo, eu também não vou arrumar". Então assim, né? Então a gente precisa seguir a nossa parte, né? fazer o nosso trabalho sem esse julgamento. E se a gente vai fazendo esse nosso trabalho, assim como a gente se espelha em muitas pessoas, né, que a gente segue diz assim: "Ah, eu quando eu crescer eu quero ser igual a fulano, né?" Então eu acho que sempre tem alguém olhando para nós e pensando assim: "Ah, quando eu crescer eu quero ser um pouquinho assim". Então, que a gente vai fazendo a nossa parte, né? E e quando a gente vai fazendo a nossa parte da melhor maneira que a gente acha, sem julgar, né, sem sem apontar, eu acho que
ser um pouquinho assim". Então, que a gente vai fazendo a nossa parte, né? E e quando a gente vai fazendo a nossa parte da melhor maneira que a gente acha, sem julgar, né, sem sem apontar, eu acho que a gente também vai promovendo essa terapia, né, pro outro, né? E e é isso, né? E isso me fez pensar que precisa de coragem, então, né? O amor exige coragem, né? Exige coragem da gente não acusar e tentar corrigir seja nós mesmos, né? Existe coragem de não atemorizar e ajudar, né? Então é um ato de coragem realmente a gente ir contra muitas vezes o que o mundo diz que é certo, né? A aquelas opiniões eh eh já prontas, soluções rápidas, exige coragem realmente, né? Então fiquei pensando, o Yung disse isso, né, que a gente tinha que pagar um tributo ao amor, né, que ele exigia tudo. >> E a individuação é um ato de coragem, né? >> Coragem para eh se bancar, né, como Jesus foi corajoso, né? >> É. e poder realmente, né, eh, eh, nos permitir, né, acreditar nesse amor e e reconhecer que esse amor premeia a todos nós para que ele seja realmente esse essa força iluminadora, né, como Jonas coloca no final do capítulo, né, que através dele a gente vai chegar então na grande libertação, em processos elevados de da libertação. Então acho que o recado tá dado, né, gente? Aqui aura é muito clara, né, e profunda ao mesmo tempo. O que falta pra gente é realmente eh eh ceder, né, a essa a essa lógica amorosa, né, e reconhecer que sem ela nada acontece. Muito bem. Mais um capítulo então que a gente pode se ocupar um pouquinho mais, né? Sempre tem mais elementos que que pode ser trabalhado. Então é bom a gente voltar e retomar esses capítulos que sempre a gente aprende um pouco mais. E no próximo encontro a gente já vai então pro capítulo 23, que é uma continuação do 22, porque no 23 vai falar sobre as curas e como é que está esse processo que começa justamente a partir do amor. Então nosso convite a todos que possamos estar juntos no próximo encontro, nosso abraço carinhoso e nossa gratidão e que Jesus nos abençoe
ue está esse processo que começa justamente a partir do amor. Então nosso convite a todos que possamos estar juntos no próximo encontro, nosso abraço carinhoso e nossa gratidão e que Jesus nos abençoe a todos. Obrigado, Cláudia. Obrigado, Marnúci. E até a próxima. Ah.
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