T8:E10 • Desperte e seja feliz • Fé e vida

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:01:01 76 visualizações

No décimo episódio, Gelson Roberto, Marluce Renz e Cláudia Semeghini exploram o capítulo 10 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Fé e vida". Uma reflexão inspiradora sobre a conexão entre a fé e as experiências cotidianas, fortalecendo a jornada de autoconhecimento e evolução espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Bem-vindos, amigos, nesse momento especial do estudo da série psicológica Joana deângeles. Que Jesus nos abençoe nesse momento. Estamos aqui com Marlúcio e Cláudia para dar continuidade ao nosso estudo da série psicológica do livro atualmente em estudo desperta e desperte e seja feliz. Hoje, capítulo 10, fé e vida, uma um tema importantíssimo, né, fundamental para todos nós, já que a fé nos nos oferece tantas possibilidades de enfrentamento da vida, né? Então, J ajuda junta justamente esses dois títulos, né, dois temas, fé e vida para compor o capítulo. Então, convido aqui a Marlúcia, a Cláudia, a gente começar a pensar nessa questão. E eu queria complementar só, né, e a a proposta do tema, trazendo aqui o início do do texto introdutório, esse texto preliminar antes do capítulo, que ela diz que a que fé, a fé natural é fenômeno pertinente ao ser que pensa. Olha só que interessante, né? Ou seja, toda o ser humano que pensa carrega naturalmente eh, de maneira embrionária a fé, né? E quando, se a gente for ver lá no no Evangelho Segundo o Espiritismo, né, na mensagem o Espírito Protetor, ele também vai colocar que a fé é o sentimento inato do homem, né? e e e vai além, né? Ele explica que esse sentimento inato reflete, né, uma certa consciência, então, já presente da nossa destinação futura. Eh, como se tivesse uma consciência das faculdades imensas que estão depositadas em nós, que carregamos em germe em cada um, né, adolatente e que tem que ser desenvolvida. Eh, então, eh, a fé não não tem só um caráter eh, eh, religioso, né? E por isso que talvez a Joana coloca fé e vida, porque ela sustenta a vida enquanto caminhada espiritual de todos nós. A fé é como essa condição, né, que vem de feedes que confiança, crença, credibilidade, como sentimento dessa presença, dessa marca divina. Eu pertenço a Deus, vim dele e lá no fundo eu sei disso. Eu tenho uma fé que me sustenta porque eu sei minha origem e meu destino, mesmo que inconscientemente. Então eu queria abrir com essa provocação

u pertenço a Deus, vim dele e lá no fundo eu sei disso. Eu tenho uma fé que me sustenta porque eu sei minha origem e meu destino, mesmo que inconscientemente. Então eu queria abrir com essa provocação pra gente poder começar a pensar sobre esse tema. Que bonito isso, né, J? Porque eu parei aqui nessa primeira frase mesmo, né, que ela diz que essa fé ela é pertinente, ela mesmo de forma inconsciente. E eu fiquei pensando no nosso dia a dia, sabe? Claro que aqui a gente vai aprofundar, né, a fé enquanto essa conexão com o divino e às vezes o que a gente acha de fé é mais ligado ao nosso ego, à nossa vontade, mas de alguma maneira isso aparece na nossa vida, né? Não, tu tem que ter fé, acredita, vai lá. Quando a gente não tem fé, não tem confiança na gente mesmo, a vida fica despotencializada. Então, essa imagem que ela traz aqui, né, eh, dessa fé como aquilo que nos impulsiona mesmo, que dá o suporte, né? E, e, e aí eu fui procurar, tem uma parte lá no livro Plenitude que ela dá uma definição de fé que eu achei linda, assim, que a gente já estudou aqui, que ela fala da fé como a canalização de todas as possibilidades psíquicas que vai alterar as nossas forças habituais. Então, essa energia realmente que tá dentro de nós e que diz: "É, eu sei que a gente pode, né?" né? Mas aí eh a gente pode aprofundar aqui também que daí eu fiquei pensando nessa relação da fé que vem, dessa convicção do espírito, né? E e onde é que a gente deposita a nossa fé muitas vezes, né? Fé nos homens, fé no ego, fé nas coisas. Então acho bem muito profundo esse capítulo da Jana de Angeles. >> Oi, gente. Prazer estar com vocês também. Eh, eh, tem uma parte no evangelho, o Gelson mencionou o evangelho também foi dar uma olhadinha lá, né, que fala sobre a fé e diz assim: "A fé necessita de compreensão. Ninguém tem certeza senão porque compreendeu." Então, vai bem eh diretamente ao que a Joana nos traz nessa primeira frase, né? fenatural é fenômeno pertinente ao ser que pensa. Então, aquele ser que pensa, que

em certeza senão porque compreendeu." Então, vai bem eh diretamente ao que a Joana nos traz nessa primeira frase, né? fenatural é fenômeno pertinente ao ser que pensa. Então, aquele ser que pensa, que compreende, né? E e porque compreende, tem certeza de coisas, né? Porque elaborou, esse sim ele consegue se conectar com essa fé que não é uma fé cega, como a gente já cansou de ouvir, né? Eh, Kardec nos fala que fé inabalável só é aquela que é racionalizada, né? Ele diz fé inabalável só é a que pode encarar frente à frente a razão em todas as épocas da humanidade. Então, é uma fé inabalável no sentido de que ela não muda, aquele conceito não muda, né? Então, o conceito divino que tá inscrito em nós, ele não muda, ele é aprimorado, né? esse espaço de fé dentro de nós, ele vai alcançando uma magnitude a partir do momento que a gente vai evoluindo, né? E aí vamos passando, né, com essa evolução de espíritos ainda eh eh em estágios ainda mais inferiores, até a gente alcançar, né, os espíritos divinos, né, aqueles angelicais. E aí eu fiquei pensando que espaço de fé que alcança esses espíritos, né? Porque essa essa construção paulatina através das várias experiências, através dos enfrentamentos de várias situações, vai ampliando e amplificando esse espaço interno, né? E aí a gente lembra daquela frase de Jung perguntaram para ele se ele acredita em Deus. Ele falou: "Eu eu não acredito. Eu sei". Porque já tem um espaço de amplitude dentro dele gigantesco, que não coloca mais em questão isso. Ele sabe, tá inerente, tá tá nas fibras psíquicas dele, do coração, tá inerente, né? Então, essa confiança que a gente tem na realização de algo que vai nos impulsionando, né, que a meta é aquela. Então, a gente vai nos impulsionando, essa fé nos impulsiona para que a gente conquiste, né, através das realizações. É essa fé que a gente busca, né, essa fé que a gente deseja, né? E aí, só para complementar nesse pedacinho aqui do do desse texto que o Gelson indicou, eh, citou, ela diz assim que conseguindo

ações. É essa fé que a gente busca, né, essa fé que a gente deseja, né? E aí, só para complementar nesse pedacinho aqui do do desse texto que o Gelson indicou, eh, citou, ela diz assim que conseguindo resistências morais para enfrentarem os momentos difíceis e todos aqueles momentos difíceis que nós atravessamos, né, com o espírito tranquilo. Então, olha que estágio, que patamar que a gente vai alcançar dessa fé absoluta, que tudo tá e de acordo com o script, né, e que se foge, foge aos nossos olhos, porque o script tá feito, né, o script divino, né, e a gente confiar, né, e fazer a nossa parte, lógico, né, gente, né, porque não é só confiar e sentar, né, como naquela história que o cara tava afogando e esperando. mandou ajuda divina, né? E Deus mandou um barquinho, mandou um navio, mandou um helicóptero, mandou não sei quê. Ele morreu, né? Desencarnou, ficou lá, chegou lá em cima bravo da vida, né? Querendo falar com Deus. Deus, eu confiei em ti. Eu confiei você não me ajudou. Eu mandei tudo para você, né? Barquinho, iate, navio, helicóptero, você não. Então, assim, a gente faz a nossa parte, né? É interessante que isso tudo tá trazendo, né, Cláudia? Tem dois pontos aí que eu gostaria de realçar, que uma que é a questão realmente da da razão, né? E a Joana vai colocar aqui nesse texto mesmo introdutório que o homem e a mulher necessitam da fé sobre o influxo da razão para que a gente consiga realmente harmonizar, né, intimamente e poder ir avançando com segurança. Então tive que realmente a fé como uma crença, né, em em algo ou alguém, hum fala de segundo elemento que você ia juntar com a fé, que é a questão do vínculo, né? Eh, a gente precisa muitas vezes de um suporte, de acreditar. A gente precisa de de algo que nos dê esperança, que nos dê força, que nos dê um norte, que sustente, né, a nossa a nossa caminhada. No mesmo momento essa fé pode ser projetada em qualquer coisa, né? Então a gente vê as pessoas que tm uma fé ingênua infantil e que crê de uma maneira pouco

ue sustente, né, a nossa a nossa caminhada. No mesmo momento essa fé pode ser projetada em qualquer coisa, né? Então a gente vê as pessoas que tm uma fé ingênua infantil e que crê de uma maneira pouco criteriosa e muitas vezes perigosa, né? Porque às vezes as pessoas tem pessoas muito eh com traços psicopáticos, muitos sedutores que em nome de Deus, em nome de algo de valor fomenta, né, envolve a crença das pessoas que depositam toda sua vida naquilo que a pessoa traz ou diz ou revela como se fosse realmente uma verdade. Então, e eu vejo que essa fé que nos vincula a Deus, né, na verdade como um companheiro amoroso de todas as horas, né, que da qual a gente pode contar com ele, assim como a gente conta com Jesus, né, uma ajuda irrestrita da divindade que suporta e sustenta eh a vida de todos nós, né, de maneira constante, gerando também conforto e bem-estar, mas não porque a gente não consegue caminhar essa fé que sustenta porque nós temos a divindade dentro da gente. Então esse vínculo com Deus e ele tem que gerar, né, a autonomia, né? Então para mim, a fé tem a ver com a autonomia. Eh, porque a Joana no início do capítulo daí ela dizer que ela estrela polar em noite escura apontando rumo para vitória. Ou seja, é a tomada de consciência dessa força que habita em mim, justamente porque eu sou filho de Deus e não tô sozinho. E aí eu posso assumir. E é por isso que Joana também em vários momentos da obra da C psicó vai fazer a relação da fé com a coragem, né? Eh, como sendo conseguítima da fé. Então a gente vê assim que como é complexo, né, essa esse tema e e que começa justamente nessa consciência desse vínculo de de algo que marca a nossa existência, realidade, que é a a a cons que somos filhos de Deus. Mas como a gente usa disso? Como é que a gente usa dessa relação? Eh, e isso eu tava olhando um pouquinho mais abaixo ali na frase que tu começou a ler, Gelson, né, que o homem e a mulher necessitam da fé para avançarem com segurança, para promoverem o progresso próprio, assim como o da

hando um pouquinho mais abaixo ali na frase que tu começou a ler, Gelson, né, que o homem e a mulher necessitam da fé para avançarem com segurança, para promoverem o progresso próprio, assim como o da humanidade. Então, ela relaciona a fé e depois ela vai dar exemplos aqui no capítulo de como a humanidade progride, né? E a gente pensa daí individualmente e coletivamente a partir e da fé, né? né, ã, de homens. Aqui ela dá exemplos, né, de de cientistas nas mais nas mais variadas áreas, né, do dos desbravadores que acreditaram e isso foi impulsionando. Então, a fé como essa energia que impulsiona. Por isso que eu achei linda a definição da Joana dizendo que a fé canaliza todas as nossas possibilidades psíquicas. Agora, eh, esse perigo dessa fé cega, né, onde a gente projeta a nossa fé, onde a gente coloca a fé, ela é um, ela realmente ela é um problema, porque daí ela nos deixa, talvez possa ser um, fiquei pensando agora, né, não sei se se isso é válido, mas talvez possa ser um impulso inicial, né, num momento muito infantil ainda da gente. a gente talvez precise alguma coisa assim para depois poder usar essa fé como uma alavanca pros nossos próprios hã nosso desenvolv nossas próprias potencialidades, né? Porque Jesus mesmo dizia: "Vai, que a tua fé te salvou", né? Então ele acionava em nós a descoberta das nossas potencialidades eh para eh para que a gente pudesse trilhar esse caminho, né? E e para que e daí ele dá um exemplo, né, da da como a vida dele foi sustentada na fé pai, né? Então, a vida dele como um exemplo para nós de que a fé ela vai nos guiar nesse caminho, mas o caminho é nosso, né, a partir do que a gente tá falando. Então, achei muito eh porque a gente tende a pensar na fé como algo mais subjetivo, particular e aqui não. Ela fala como esse tá vinculada à lei do progresso. Eu achei muito bonito isso, né? Porque a gente não faz nada sem ter fé mesmo, né? na nossa profissão, nas nossas metas, né? Só que às vezes eu acho que a gente fica confuso porque vem aquela coisa da

Eu achei muito bonito isso, né? Porque a gente não faz nada sem ter fé mesmo, né? na nossa profissão, nas nossas metas, né? Só que às vezes eu acho que a gente fica confuso porque vem aquela coisa da fé como um pensamento positivo, uma coisa mais infantil mesmo, né? Não, vai lá, vai lá que dá certo, mas não tem sustentação nenhuma para aquilo dar certo. E aí fica essa ingenuidade, né? >> É, porque às vezes a fé vem como forma de desespero, né? Eu depois de todas as fichas real, >> não porque eu não tenho fé, é, não porque porque eu tenho fé, porque eu tô desesperado. E como a gente vê assim na escolha de de pessoas que a gente endeusa ou no desespero a gente faz coisas ter vende tudo para poder curar alguém e contrata alguém que tu acha que pode ser maravilhoso e não é às vezes é um charlatão, mas o desespero faz a gente realmente buscar no lugar errado, né, frente a essa esse desamparo, esse vazio muitas vezes que assenta a nossa alma. Por isso que a Juna fala que uma pessoa sem fé é como uma embarcação sem búsqua, flutuando a esmo, né? Ou seja, a gente vive uma vida sem diretriz, tem uma algo que realmente movimenta de uma maneira favorável a nossa caminhada. Você falar alguma coisa, Cláudia? Eu ia sim, mas eh foi bom te ouvir. Eh, fiquei pensando assim nessa frase da que a Marl trouxe, né, Tua Fé curou. E eu me lembro também daquela outra frase, né? Homens de pouca fé, né? Quando eles pedem os os discípulos, né? Ali os apóstolos com ele pedem para curar um lunático, né? Para poder socorrer. E ele vai socorre, né? Jesus e depois diz: "Homem de pouca fé", né? Então, mais uma vez ele ele denota que cadê, utilizando aí o o a frase anterior do do Gelson, né? A conexão, cadê a conexão com o divino, né? Cadê o vínculo com o divino? Porque se nós temos o magnetismo, né, se nós expressamos, né, Deus que tá no nosso interior, cadê a conexão? Então, quando ele diz homem de pouca fé, é cadê cadê a a a ligação do Deus dentro de vocês para que vocês possam então agir em nome dele, né, e curar? Cadê? Eh,

e tá no nosso interior, cadê a conexão? Então, quando ele diz homem de pouca fé, é cadê cadê a a a ligação do Deus dentro de vocês para que vocês possam então agir em nome dele, né, e curar? Cadê? Eh, Jesus bem ressalta isso. E também eu me lembro que lá no Evangelho ele traz a fé robusta e a fé vacilante, que o que vocês estavam dizendo há pouco, né? Vocês dois falaram da fé vacilante, né? aquela pessoa queesita, que não tem uma uma conexão íntima com a sua fé, então, ela não sabe eh eh quem ela é, como ela é, né? Ela não tem ainda o acesso às suas potencialidades, né? Ah, e aí ela é vacilante e elaita, né? Porque ela não tem essa confiança, essa fé, essa confiança em si. E aí o evangelho traz a fé robusta como essa fé inata, né, que persevera, que traz energia, que é mobilizado por essa energia, né, pelo atributo da vontade também, né, para poder eh atravessar aquele obstáculo. Então assim, e essa reflexão que que vocês estão me proporcionando também, né, e que a gente tá caminhando, é para e eu trago para mim que tipo de fé que eu tenho, né? Até onde vai a minha fé robusta, né, né? E até onde a minha fé vacilante, hesitante me confunde, né? Aqui eu me lembrei daí, Cláudia, dessa imagem de Jesus do grão de mostarda, né? E e agora que me fiz essa conexão com essa ideia da fé como vínculo, né? Então, essa sementinha tão pequenininha, né? Mas que quando ela é jogada na terra ela pode florescer. Quer dizer, a gente precisa de muito pouco, entre aspas, porque já tá em nós, desde que a gente se vincule, né, ao divino, a essa terra fértil, né, que é capaz de fazer florescer então eh enormes eh potencialidades, assim e possibilidades para nós, né? E e uma outra questão que eu fiquei pensando é que a Joana traz aqui, que por que que para determinadas pessoas é tão fácil confiar, né, e para outras não. E daí ela fala: "Ah, são as experiências do espírito, né? Então, a fé, isso, né? Onde é que eu boto a minha fé? Isso é algo acho que nos toca a todos, né, Cláudia? Porque a gente chega

ara outras não. E daí ela fala: "Ah, são as experiências do espírito, né? Então, a fé, isso, né? Onde é que eu boto a minha fé? Isso é algo acho que nos toca a todos, né, Cláudia? Porque a gente chega em situações da vida que a gente acha que tem fé e aí vem uma situação difícil e a nossa fé é atestada ali. Ô, mas afinal, tu acredita ou não acredita? Como é que é isso, né? Então, eh o quanto eh a gente também eh vai passando por experiências e esse e esse ser atravessado pelas experiências da vida é que vão fortalecendo e dando um lastro, né? Então eu vejo assim, eu eu escuto assim às vezes de pessoas, nossa, eu não consigo ter fé, né? Para mim é muito difícil acreditar uma falta de confiança na vida, realmente, né? E e há um sofrimento nisso, né? Então, eh, para te ver como as caminhadas são. Então, eu acho que essa fé, ao mesmo tempo que ela é, essa força inata, ela também vai sendo, ela vai ficando mais robusta à medida que a gente vai se permitir ser atravessado pelas experiências, né, e ter a coragem, né, como J estava trazendo, de acreditar naquilo mesmo, né, se permitir ter essa experiência, né? Eh, esse primeira parte aqui do capítulo eu achei extremamente poético e profundo, né? A Jona aqui, ela é muito sempre muito clara, muito objetiva e profunda, mas aqui ela também é muito poética, né, na forma dela apresentar fé e ela faz traz coisas essenciais, né, Marce, onde ela fala justamente isso. Força e vitalidade constituem a segurança de qualquer empreendimento. Ou seja, sem força e sem energia, né, sem vitalidade, não tem como empreender, né? Eh, e aí ela vai falando, né, que ela é a o equilíbrio na vida que estabelece as linhas de comportamento ético para conduzir o homem aos objetivos superiores. E fala também que é a razão fundamental para o triunfo, né? Mais se agiganta quanto mais exercitada. É isso que tu falou da coragem, né, da força. Então, a gente pode pensar que essa fé espiritual, né, essa fé eh legítima, né, em Deus, né, de de se reconhecer como a fonte, né, que nos dá

exercitada. É isso que tu falou da coragem, né, da força. Então, a gente pode pensar que essa fé espiritual, né, essa fé eh legítima, né, em Deus, né, de de se reconhecer como a fonte, né, que nos dá força e que nos ampara diante do sofrimento, né, que faz, mesmo que a gente não consiga compreender o que a gente tá passando tudo aquilo. Às vezes a nossa capacidade de de compreensão, ela não consegue a auxiliar. Puxa, por eu, nesse momento é tanta dor, tanta dificuldade, porque que as coisas que eu invisto não dão certo? Mas na medida que a gente alarga por essa razão espiritual que nos faz compreender a imersualidade, a reencarnação e acima de tudo, né, o amor de Deus para conosco, vai nos dando essa condição, né, de realmente ter essa coragem, né, eh, de como consequência natural, legítima da fé e que a gente vai mostrando eh mais força na medida que a gente avança sustentado pela fé, né? E e a ponto que eu acho que que a capacidade, né, da fé de cada um de nós é medida justamente pela condição que nós enfrentamos a a vicitude, né? supera e vence a dificuldade, como aqui diz a Joana, ela é razão fundamental para o triunfo, né? e que mais se agiganta quanto mais excitada. Então, ela é essa esperança, ela é a força e a vitalidade e é realmente a condição que sustenta nossa coragem para ir vencendo e superando as etapas da vida. Então eu acho fantástico tudo isso que ela tá trazendo aqui no início do capítulo. Eu lendo mais abaixo, né, do que vocês estão citando, tem essa expressão: "A fé é a alma da vida, >> sem a qual esta última, que é a vida, perderia o significado evolutivo. Por isso que ela coloca o título fé e vida, né? Porque ela une os dois. E lá no final, a gente ainda vai chegar lá, mas lá no final ela diz: "A fé é a alma da caridade". Então a fé é a alma da vida e a fé é a alma da caridade, né? Onde caridade e vida se se assemelham, né? né? Eu acho que a gente volta a falar da solidariedade, do compartilhar, né, do vincular, da comunhão, né, que transformam a caridade, né, e a vida,

ade, né? Onde caridade e vida se se assemelham, né? né? Eu acho que a gente volta a falar da solidariedade, do compartilhar, né, do vincular, da comunhão, né, que transformam a caridade, né, e a vida, né, eh, transformam a fé, digo, que transformam essa fé nesse veículo de vida, né, de proporcionar vida através dessa comunhão, né, dessa solidariedade, dessa caridade, né, Achei bonita essa essa esse essa essa frase solta, mas que a gente junta, né, dela. >> É, na verdade, eh, Cláudia, quando ela fala que a alma, a fé é a alma, né, da caridade, da vida, é como se fosse a alma de todas as coisas, né? Então, porque justamente a essência da nossa condição de viver, de caminhar, mesmo que a gente não reconheça, tá? por justamente no fato da da gente ter o amor do Pai que nos nutre e tomar consciência disso pela fé e vivenciar isso no coração, porque a fé não é uma, ela é esclarecida pela razão, mas ela é uma experiência de sentimento, né, de uma consciência do coração que eu que de um reconhecimento desse lugar, né, de amor, né, né, esse lugar de suporte, de de que me dá diretriz e segurança, né? Então, a fé vai dando tudo isso, né? Como a alma da vida, da segurança, da diretriz, eh, estimula a gente a a a superar, a ser caridoso, né? como uma forma de e vinculado a Deus, nós conseguimos construir um caminho rico, criativo e amoroso, né? nesse vínculo também com nossos irmãos de caminhada, onde a fé nos faz então a ter esse significado. Então, se tu fala assim, eh, a fé, alma da vida, assim, qual essa última perderia o significado evolutivo, acho isso muito verdadeiro e muito profundo, né, que que na medida que a gente vai trabalhando a fé, ela vai preenchendo justamente esse vazio interior, que as outras coisas não preenchem nada disso, né? E a fé vai dando um significado, eh, preenchendo um sentido na vida, que é a minha caminhada evolutiva, na busca desse amor, da realização do meu ser, naquilo que a Margresso também evolutivo, né? professor a força, a esperança, dando esse sentido que antes

do na vida, que é a minha caminhada evolutiva, na busca desse amor, da realização do meu ser, naquilo que a Margresso também evolutivo, né? professor a força, a esperança, dando esse sentido que antes não havia para poder ressignificar a minha própria existência numa nova forma de ver o mundo. É, e com autonomia capacizado de poder vencer, de poder perseverar, de poder ter paciência. Então, realmente a fé é a alma da vida, sem dúvida nenhuma. >> E aqui no Evangelho ele fala isso, né? A fé que comoove as fibras do coração. Isso que tu estás dizendo, né? E essa fé, como ele diz assim, quando é sincera, porque quando vem do coração, aí essa fé contagia mesmo, como fala aqui no Evangelho, né? Ela contagia, ela inspira. Se ao mesmo tempo eu não posso ensinar a fé para ninguém, né? Não tem como, ele diz aqui, né? a gente não tem como fazer uma pessoa acreditar, mas aquilo que é sentido compreendido a partir do coração, eh, se torna um uma verdade inquestionável nesse sentido, né? Aí eu me lembro da frase de Paulo, né, que ele diz: "A fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se vem". Se a gente entende essa certeza com a certeza do coração, né? Aí isso tem um sentido profundo, porque daí essa profunda conexão com essa fonte divina, né? E e aí é linda essa relação que tu fizeste, Cláudia, da do vínculo, né, que o Jor estava trazendo e desse sentimento de fraternidade. E aí tudo vai fluir, né? Porque eu me sinto eh eh conectado com algo maior que eu, né? Eu sinto isso, não é que eu sei isso. E eu já devo ter contado aqui, mas eu eu tenho uma pessoa que ela não tem fé, crença, é super crítica em relação à religião e num momento de desespero ela vai na casa espírita. Ela eh eh me pergunta, né, que ela tava muito ansiosa, ela tava com problema gravíssimo. Digo: "Bom, o seu espírito, eu vou te dizer que se tu quer uma dica, vai numa casa espírita e ela vai". E ela tem uma experiência impressionante para ela, que eh desacomodou o sistema de crenças dela, porque ela teve uma

pírito, eu vou te dizer que se tu quer uma dica, vai numa casa espírita e ela vai". E ela tem uma experiência impressionante para ela, que eh desacomodou o sistema de crenças dela, porque ela teve uma experiência amorosa de se sentir amparada, acolhida por algo que a mente dela não consegue raciocinar, que eu acho que é o que a Joana disse aqui, eu me lembrei desse fato quando a Joana diz, né, que quando se torna necessário racionalizá-la, transformando-a em equipamento consciente pro comportamento, quase sempre assomam dúvidas e conflitos que tentam perturbá-la. Então essa pessoa quando ela tentou botar o que ela tava vivendo dentro de uma razão ainda muito restrita que ela tava, não conseguiu acomodar. Mas aí ela teve a aquilo foi tão forte, essa experiência de conexão foi tão forte que ela conseguiu repetir a experiência, ela continuou indo e aquilo foi aos poucos transformando a forma como ela pensava, inclusive a relação da fé, da religião, de uma série de coisas a partir da experiência, né, de acolhimento que ela sentiu ali pelas pessoas da casa e pelo no mundo espiritual também, né? >> Uhum. É interessante quando a Joana vai falar sobre a individuação e ela vai usar esse termo do Yung, né? A individuação como a busca no sentido maior do que o Yung coloca, né, de uma plenitude espiritual, dessa inteira, mas que vai promovendo depois as nossas potencialidades divina. O Jung fala que uma dos resultados de uma pessoa individuada, ou seja, uma pessoa que já tá tem uma certa maturidade, tá integrado com seus processos internos num diálogo adequado, consciente, né, do self, dessa dimensão maior da vida, ele fala em pistes e paz, né? Então a gente tem paz que a gente tem uma certa capacidade de lidar com a vida, né? uma harmonia conquistada pela maternidade. E essa paróquia épistes, que em grego às vezes ela é confundida com fé, mas Jung fala, ela, ele gosta de de entender pistes, eh, mais, eh, eh, no sentido de confiança, eh, lealdade, de lealdade, repleto de confiança. Então, é mais do que fé, é

zes ela é confundida com fé, mas Jung fala, ela, ele gosta de de entender pistes, eh, mais, eh, eh, no sentido de confiança, eh, lealdade, de lealdade, repleto de confiança. Então, é mais do que fé, é uma fidelidade. Então, eh, a fé enquanto confiança leva também à lealdade. Porque se eu confio no Pai e ele me sustenta, eu sou comprometido com ele. E por isso que Joana fala dessa diretriz ética que a fé nos coloca, né, que ela nos dá realmente um as linhas do comportamento ético que conduz o homem aos objetivos superiores anelados. Então, eh, e é essa maturidade que nos leva a ter essa fé mais elaborada, né? Eh, é esse compromisso da dela com a sua própria lei, ou seja, confiar nessa lei, perseverar com lealdade e esperar com confiança. Ou seja, eh, é a relação da nossa da nossa postura em relação ao Deus. Eu confio nele e sou fiel a ele, né? Já que eu confio nele, ele é o cara que sabe, né, e que tem um projeto interessante para mim, como é que eu não vou ser fiel a ele, né? Eh, então, eh, como a fé, ele de uma certa maneira eh eh envolve de uma indivação o compromisso de cada um eh realizar o seu próprio caminho, né? A gente não vai se desenvolver sem escolher seu próprio caminho de maneira consciente, de maneira assumir isso de maneira eh deliberada, né, e moralmente comprometida, né, e essa força para realizar esse caminho, então diz o Jung, não vem a peso da necessidade. necessidade é o motivo causador, diz o Yumi. Mas a fé, né, é é que us decisão consciente e moral para poder levar adiante isso que a necessidade nos nos imputou, né, nos mobilizou. Então isso tem tudo a ver com o que a Jona tá trazendo aqui no capítulo, né, gente? de quanto a fé realmente, né, eh, é condição para para nossa individuação, paraa nossa caminhada e a realização do nosso projeto, não só reencarnatório, como ela cita vários eh vários personagens daqui, como a Maúcio já colocou, né, mas de toda a caminhada evolutiva até a angelitude. Eu fiquei pensando, >> não, só para uma frasezinha. E daí no

atório, como ela cita vários eh vários personagens daqui, como a Maúcio já colocou, né, mas de toda a caminhada evolutiva até a angelitude. Eu fiquei pensando, >> não, só para uma frasezinha. E daí no processo de individuação é a fé, né, do pensando no espaço terapêutico, é a fé, a confiança do paciente no terapeuta, né, >> que aí começa tudo. >> É vínculo importante, né? A gente tá falando de vínculo, olha, vínculo importante, né, para que se alcance. E quando vocês estavam falando há um tempo atrás, eh, me fugiu e agora voltou com com a fala de vocês, eu fiquei pensando como a fé pode ser de mão dupla. Ela pode ser, não, ela é de mão dupla. Porque eu fiquei caminhando nas minhas reflexões, né? Eh, a gente precisa se conectar com esse divino em nós, né? Então, a gente precisa fazer um caminho para isso, para dentro, né? Então é uma via e quando a gente conecta com esse divino, a gente vai e vai para fora, porque aí a gente vai se colocar na vida a partir de ter se conectado com esse divino, né? Então, eh eh trazendo aqui esses eh essas personalidades que a Joana trouxe, né? Como eles tiveram que fazer esse trabalho de conexão com eles mesmos, né? para que pudessem se conectar com essa fé inata, para que eles fossem se lançar no mundo, porque a obra é essa, né? É ir pro mundo, né? Mas ir pro mundo a partir de uma conexão, de uma fé, de uma convicção, de uma certeza, de uma vontade ativa, né? Eu sei, né? É isso, né? E é quase um eureca, né? É isso, né? Então eu vou pro mundo, né? E aí ela vai trazendo esses personagens, né, que tiveram, como Marlúcia já trouxe também, as geminiscências, né, do passado, né, eh, trouxeram também nessas geminiscências o contrato, né, o acordo, né, olha, você vai, mas tá no teu programa fazer isso, né? Então eles trazem também essas reminiscências, né, que intuitivamente eles vão seguindo o caminho, assim como todos nós, né, intuitivamente a gente vai seguindo os nossos caminhos. E aí a Joana diz assim: "Em todos aqueles que edificaram as abençoadas colunas do

vamente eles vão seguindo o caminho, assim como todos nós, né, intuitivamente a gente vai seguindo os nossos caminhos. E aí a Joana diz assim: "Em todos aqueles que edificaram as abençoadas colunas do progresso ético, social e cultural da Terra, a presença da fé é o estímulo e segurança que os não deixou desistir dos cometimentos que perseguiam." Então, primeira uma mão para dentro, depois uma mão para fora, né? E e e assim completando esse raciocínio, a gente precisa se conectar com Deus porque Deus tem fé. Ele confia na nossa lealdade, né? Usando a palavra que o J trouxe, confia na nossa lealdade, dessa conexão, desse trabalho feito, né? E aí diz: "Vai, no filho, vai". >> Ele acredita em nós, né, Cláudia? >> Acredita em nós. É. >> E aí a fé não tem a ver com presunção, né, Cláudia? mas justamente com uma profunda humildade, um reconhecimento, né, de que tem, de que ele, bom, ele confia, então tá, então eu vou eu posso ser um servidor aqui, né? Daí pensando nesse nesse processo todo, lincando com essa individuação, né, a medida que vai se conectando daí com essa fonte maior assim, com as potencialidades do espírito, né, também o o ego vai tendo mais confiança, né, porque sabe que tá servindo a algo sem sentido, significado, né? Então, e aí as coisas começam a fluir e uma das questões da fé é esse sentimento assim de apaziguamento, né, eh, de calma, né, de porque isso às vezes é crucial, né? Duas pessoas vivendo a mesma experiência, né? é uma pessoa que tem como ancorar, né, ali numa fé, aquilo dá uma tranquilidade, dá uma segurança, né? Por quê? Porque tem um sentido maior, né? Tem algo que conecta maior. Porque quando fica tudo na nossa mão, tudo a gente tem que fazer, tudo a gente, isso é assustador, né? É muita coisa, não tem como, porque o universo não é assim, né? Mas a gente às vezes na nossa arrogância a gente acha que é tudo tudo tudo com nós, né? E >> então é esse sentimento também, né, de bem-estar que a fé traz, né, >> de paciência também, né, de tolerar, né,

a gente às vezes na nossa arrogância a gente acha que é tudo tudo tudo com nós, né? E >> então é esse sentimento também, né, de bem-estar que a fé traz, né, >> de paciência também, né, de tolerar, né, >> de suportar, né, todas essas virtudes, né, que a fé vai abarcando, né, >> como é importante a fé nos dias de hoje, né, gente, de ver assim essa crise de transformação necessária que o planeta passa. e fruto também do desvario, do nosso orgulho e do nosso egoísmo. E esse momento delicado, né, que que que se tem, né, e Jonas vai colocar aqui que o homem que avança sem fé deixa-se enar pelo do desequilíbrio, envenenando-se com o bafio do desencanto e se combindo de imediato. Olha só, né? Se a gente não tem fé, é muito fácil a gente adoecer, né? A gente perder o equilíbrio e buscar eh em atavismos antigos ou numa atitude inflada, né, numa eh compensatória de poder, eh uma uma diretriz para para esses momentos delicados que a gente vive, né? já já é delicado viver porque tem a questão da solidão, do amanhã, né, da dos desafios. Então, a gente tá imerso numa sensação nesse momento, né? O Balmon é uma colada de um de uma de um medo que invade o planeta, né? De incerteza e de exaustão, né? De uma vida buscado na nas coisas materiais, no consumo, né? na busca do prazer imediato. E e o resultado disso é esse cenário delicado que a gente vive e o quanto a fé é fundamental pra gente poder realmente reconhecer do cuidado providencial e amoroso do Senhor da vida, como diz Jonas de Angâeles, que que vai nos dar aquilo que necessita. E ela fala da importância dessa fé para manter o nosso coração em alegria e com ternura no coração, né? Porque essas dificuldades são naturais também e a gente tem condições de de de levar a cabo. E aí quando a Cláudia falou que Deus confie na gente, mas aí mas como a gente não nós não confiamos em nós, a gente não então a gente não não se fez merecer dor do amor de Deus. e acaba não aproveitando eh toda a riqueza que de uma de um universo se apresenta

í mas como a gente não nós não confiamos em nós, a gente não então a gente não não se fez merecer dor do amor de Deus. e acaba não aproveitando eh toda a riqueza que de uma de um universo se apresenta de maneira muito generosa, mesmo diante da dor, do sacrifício e das limitações que a vida nos apresenta, né? que a experiência humana justamente é fundamental para despertar as potências dentro de nós. Então, a gente tem que acreditar que todos esses desafios e a fé nos sustenta nisso é justamente para libertar, né, os recursos e e as potências que devem se realizar enquanto características de que que carregamos dentro de nós, né? tal. >> Mas daí, né, Jas me faz refletir que essa questão do vínculo, como ela é importante no que tange a fé, porque aí a Cláudia falou uma coisa muito interessante, né, o quanto a gente tem que buscar mesmo esse vínculo então com a divindade, né, o quanto a gente, isso tem que ser exercitado por nós, porque quanto mais vinculados a gente estiver, talvez mais eh mais a gente vai sentir, né, o quanto é amado e o quanto Deus confia em nós. Porque ela fala ali também, né? Persevera em atitude de fé, mesmo quando o desfalecimento te ameace as forças. E aí eu fico pensando naqueles momentos cruciais da vida da gente, né? Às vezes são momentos assim, limites, onde a gente acha que não vai conseguir, que não tem força, né? Às vezes fica a beira ali do desespero, né? E mas tem aquela tem aquele aquela pontinha de fé, né? E daí às vezes é nesse momento que a gente busca mais essa conexão, né? Então o quanto é importante esse vínculo com o divino, né? Que cada um encontre essa forma de se manter vinculado e alimentando isso, porque é uma fonte que vai nutrindo a gente, né? A gente ainda tende a buscar isso mais nos momentos de dor e sofrimento, né? Mas o quanto nesse exercício diário, né, da gente buscar essa vinculação, porque eu eu achei linda essa ideia do vínculo, é como uma criança, né, que vai confiando, à medida que o pai e a mãe vão atendendo, aquela

nesse exercício diário, né, da gente buscar essa vinculação, porque eu eu achei linda essa ideia do vínculo, é como uma criança, né, que vai confiando, à medida que o pai e a mãe vão atendendo, aquela criança vai confiando um amigo que a gente vai tendo, né? E por que que a nossa relação com o divino não pode ser assim também, né, de ir aprofundando esse vínculo a partir de uma disponibilidade nossa mesmo. Já tu ver, né, Marl, quando o vínculo ele é na relação de apego do bebê com os pais, né, esse vínculo primário, né, que o bebê é muito frágil ainda e e tudo eh se apresenta como novo e assustador, mesmo o espírito sendo velho, né, a gente tá chegando no mundo novamente e aí a gente tá naquela condição, né, de bebê dependente do outro. E nas relações de desses vínculos primários de apego, a gente sabe que quanto mais e esse apego ser um apego seguro, tranquilo por parte do pai e da mãe, onde eles realmente espelham a necessidade do bebê de maneira favorável, mais autonomia o bebê vai ter. Quanto mais segurança ele encontra naquele lar, mais condições dele desapegar e começar fazer a caminhada dele, porque ele sabe que se ele precisar, tem um suporte ali, ele vai olhar pra mamãe e dizer: "Puxa, eu posso ir?" Ela, ele, ele, né? Quando o bebê tem seguro, ele pega os bracinhos, estende pro pai e pra mãe, né? Tem um animal ameaçando, ele olha pro pai, pra mãe para ver se ele pode ir ou não. Quer dizer, a a eh o bebê tem a referência, a projeção do céu que tá no pai e da mãe, como nós temos Deus, né? Mas no que a gente tem que essa fé e confia, a gente pode ir, né? Então, porque a autonomia, né? né? Palavra autonomia vem de autos, que é por si mesmo, por si próprio, e nomia, que vem de nomas, que é lei, ou seja, poder dar a si próprio a sua própria lei. Ou seja, né? Nós temos um livre arbítrio, a gente tem liberdade, da qual a a divindade nos deu a capacidade então de decidir, de escolher, né, a nossa caminhada, né, de tomar decisões como indivíduos e e ter a nossa sção na vida.

re arbítrio, a gente tem liberdade, da qual a a divindade nos deu a capacidade então de decidir, de escolher, né, a nossa caminhada, né, de tomar decisões como indivíduos e e ter a nossa sção na vida. Mas essa autonomia verdadeira, né, eh, para mim representa a capacidade de de avaliar as condições concretas e tomar eh livremente as decisões que afetam nossa vida e agir conforme eh tá decisões, né? Porque a Juna fala da da aqui da eh da fé com a questão do progresso, né? E então eu vejo que a autonomia para mim também tá sustentado pela fé. Quanto mais confiança em Deus eu tenho, mais confiança ele tem em mim, como diz a Cláudia, e mais autonomia para poder me movimentar e usar eh da minha capacidade de decidir, de me posicionar, como aqui Colombo, Edson, Kardec, né, de tomar decisões e enfrentar e dizer: "Não, eu quero, não, eu posso, não, eu vou insistir aqui". Mesmo que o mundo negue, né? Mes que o mundo não desacredite, a pessoa tá lá, não, eu vou realizar algo que para mim me move. Então eu vejo também essa autonomia sustentada pela fé. Voltando a pensar nessa mão dupla, né, que vocês também falaram, eu fiquei elaborando um pouco assim melhor isso. Eu pensei assim, eh, eu preciso me conectar com Deus dentro de mim para me conectar com a confiança que ele tem em mim. Olha, né? E aí eu vou, né? E fiquei elaborando melhor isso. Agora eu queria voltar nessa frase que a Marlúci trouxe, né? Persevera em atitude de fé, mesmo quando o desfalecimento te ameaça as forças. E aí eu me lembro que a Marlúci, logo no início do nosso encontro, falou do ego, né? E aí a gente bota em questão, né? Quem é que tem fé aí, né? É a fé egóica, né? De que aquilo tem que dar certo, tem que dar certo ou é a fé no self, né? Que tá sendo direcionado, né? Para esse centro diretor, organizador, né? que é Deus em nós, né? Porque muitas pessoas insistem e elas têm fé absoluta naquilo que elas estão perseguindo, mas é egóico. Não tá conseguindo enxergar que aquilo não faz parte de um projeto, né, de

ue é Deus em nós, né? Porque muitas pessoas insistem e elas têm fé absoluta naquilo que elas estão perseguindo, mas é egóico. Não tá conseguindo enxergar que aquilo não faz parte de um projeto, né, de maior, né, de aprendizado, né, enfim, de reavaliação, de rota. E aí ela fica insistindo, né, numa fé, né, tem fé absoluta, são pessoas que têm fé, mas ficam insistindo nessa fé do ego, né, >> teimosia, né, Cláudia? É teimosia. Mas aí o que eu trago para vocês é assim, gente, quão sutil é isso, né? Porque pelo referencial da pessoa, ela tá absolutamente com fé que vai dar certo aquilo, naquele barco furado, né? Mas aí é o que tá no evangelho, que daí a fé não é fé. Daí porque a fé não é movida pela presunção. Quando ela é a presunção do ego, aí é não é essa fé a verdadeira, né? >> Não é, mas é, mas isso eu pensei direto, né? Porque a gente vive numa num momento em que é isso, tu tens que acreditar, tu tem que ter fé em ti, isso vai dar certo. Mas aquilo não tem uma sustentação assim, né? Isso inventar nas olhos do mundo, sucesso, dinheiro, poder, né? É, é isso que sustenta. E muitas vezes as pessoas chega até nesse lugar porque realmente tem uma gana, né? Tem uma voracidade e chega lá o o fica um gosto amargo no final, né? Foi algo que conquistou, mas não nutriu >> e chega estropeado, né? não chega acalmado pacífico, né? Eu acho que essa é uma grande diferença também, né? Eh, enfim, eu acho que >> a lógica da alma é a lógica do ego, né, Cláudia? >> É, mas é de uma sutileza isso, né? É. E aí eu queria falar novamente, que eu acho que a palavra de hoje é vínculo, conexão, né? Com essa frase que Jonat, Jesus, a fim de levar até o fim os objetivos abraçados, viveu a fé em Deus e no futuro feliz, sem nunca tergiversar, permanecendo fiel, sem cansar, em todos os momentos. Jesus ia meditar com o Pai, ele ia fortalecer o vínculo dele, a conexão dele com o pai, né, para se manter fiel ali, né, com fé nos desígnios, né, no meu caminho é esse, né, pai me sustenta, né? Então, a palavra conexão hoje ficou muito

ortalecer o vínculo dele, a conexão dele com o pai, né, para se manter fiel ali, né, com fé nos desígnios, né, no meu caminho é esse, né, pai me sustenta, né? Então, a palavra conexão hoje ficou muito forte. >> Eh, sem dúvida. Eh, quando eu falei esse versículo do Paulo, né, da fé, a certeza das coisas que se esperam, isso marcou a minha juventude assim, né, quando eu participava de grupos que não era não eram espíritas. E aí eu fui atrás desse versículo. E e isso é uma carta que Paulo escreve aos Hebreus. E aí Paulo tá falando da fé ali para eles. Eu achei muito interessante porque daí Paulo traz uma série de exemplos de fé do Antigo Testamento. Ele diz: "Olha, Noé, Noé teve fé em Deus para construir a arca. Abraão foi sacrificar o filho e ele vai trazendo." Mas aí no no finalzinho, então eu imagino assim, é o o o público que ele escrevia, né? dos hebreus que tinham um profundo conhecimento das escrituras, mas aí no determinado momento ele diz assim: "Mas olha só, prestem atenção em Jesus". E aí ele chama Jesus de o autor e o consumador da consumador da fé. Então, prestem atenção em como Jesus viveu. Aí tá um testemunho de fé. E porque daí vem Jesus, né? Paulo traz dentro daquela forma maravilhosa dele, né? de saber se comunicar com aquele povo, ele traz essa fé eh, nessa amorosidade, assim, nessa fé por uma passividade entre bem entre aspas, né, no sentido assim de não sair brigando, levantando bandeira, isso que a gente tá falando ali do ego, né, mas uma fé eh pela presença, pela simples presença dele, né? Eu achei tão lindo assim essa essa carta de Paulo, porque daí ele traz esse viés, né, que Jesus vai trazer também em relação à fé. Uhum. Com certeza. E a fé de Jesus, né? Eh, acho que resume todo o capítulo de Joana, né? Porque como no Evangelho coloca ali, né? que a gente não compreende a ainda a fé senão sobre o aspecto religioso. E a fé aqui não é só da crença da da pessoa que vai lá fazer a a sua oração ou fazer o agrado, né, para para Deus e buscar a fé é uma

gente não compreende a ainda a fé senão sobre o aspecto religioso. E a fé aqui não é só da crença da da pessoa que vai lá fazer a a sua oração ou fazer o agrado, né, para para Deus e buscar a fé é uma consciência eh do coração que é presente, né, em todos momentos e trazer daí nessa consciência também de que desse vínculo, né, e que eh eh sustenta também a minha vontade, né, nessa questão da autonomia que como eu comentava para você, né? Eh, eh, eh, porque a fé deve, o papel da fé é justamente implodir e crescer a vontade ativa, como diz lá no no Evangelho Segundo Espiritismo. Olha só, o papel é não é é é as faculdades imensas que temos, estão lá atenta e que tem que ser tem que fazer ecludir e crescer por sua vontade ativa. Então, de uma certa maneira, a fé desperta também a nossa vontade, a confiança em nós mesmos, naquilo que a Juna coloca da coragem, né, que é a fé da coragem pra gente poder ir em frente e que de uma certa maneira é tão bem sintetizada, tão brilhantamente coroada no última frase dela aqui do capítulo, né, gente, que eu achei maravilhoso. diz: "Essência de todas as virtudes." Olha só, essência de todas as virtudes. A fé é a vida, é a vida a manifestar-se nas mais diversas situações, oferecendo braços e força para todos aqueles que buscam os horizontes infinitos da imortalidade. Então, a fé é a extensa virtude e a e a consciência da nossa natureza que é imortal. Fantástico esse final que que a benfeitor nos coloca. Não sei se alguém quer comentar. >> Sim. Que linda é essa imagem de braços e força, porque gente, quem de nós em algum momento não se sustentou na fé de alguém, né? Vai, acredita, né? Tá, vou falar por mim então aqui, né? onde a fé do outro serve também como um braço e força para que daí a gente possa encontrar a nossa a nossa fé, né? Que aí essa relação do vínculo de novo, né? O vínculo capaz de sustentar aquilo e nos dar a força e o braço que naquele momento a gente acha que não tem, mas o outro vê e diz: "Não, tu tem sim, vai lá", né? Então é linda essa imagem

e novo, né? O vínculo capaz de sustentar aquilo e nos dar a força e o braço que naquele momento a gente acha que não tem, mas o outro vê e diz: "Não, tu tem sim, vai lá", né? Então é linda essa imagem mesmo, né? de sustentação mesmo. >> Muito bonito mesmo, né? E eh esse outro também consegue nos sustentar porque ele tem fé. Ele tem fé. A gente ainda não, né? Tá, tá meio hesitante ali naquele momento, se sentindo sem forças, mas ele tem fé, né, na gente, né? Tem fé no processo, né? que tem fé. E aí ele diz: "Vai, vai que eu tô vendo que você ainda não tá vendo, né?" Mas vai, né? >> Porque é isso, né? Muito bonito mesmo. >> É isso. Lembra aquela aquela situação do Chico quando uma irmãzinha tava muito deprimida e frágil, né? E e diz: "Eu tô tão triste, tão deprimida, que eu eu só queria um fiozinho que dá para arrebentar". E ele disse: "Eh, trabalhe, minha filha, que o fio engrossa, né? Deus confia que a gente vai engrossar o fio, né? Tá lá, tá lá achando que não vai dar conta, que a gente vai em algum momento despencar, né? E diz: "Não, meu filho, e a medida é adequada. É tu que não sabe ainda da força que tem. Mas tudo isso que acontece tá de acordo com a tua capacidade e com aquilo que é necessário para tua caminhada. Para que a gente possa confiar realmente, né, nesse pai de amor e confiar em nós também, né, para poder viver todas as possibilidades que a vida nos apresenta. Muito bem. Então, estamos encerrando aqui a capítulo 10, fé e Vida. E no próximo encontro a gente vai pro capítulo 11, que é vida social, onde a prefeitura vai se ocupar então dessa família humana, né, e universal que envolve a dinâmica social. Então te convido a todos a nos continuar nos acompanhando. Agradecemos o carinho, nosso abraço, nossa gratidão. Gratidão acima de tudo a benfeitora que nos oferece esse material tão rico para todos nós. Até a próxima. Então, gente.

Vídeos relacionados