T3:E13 • Plenitude • Sofrimento ante a Morte ‍

Mansão do Caminho 24/01/2025 (há 1 ano) 1:03:43 307 visualizações

No estudo do capítulo 12, da obra intitulada Plenitude, da mentora espiritual Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Marluce Renz refletem acerca do processo que é lidar com o sofrimento causado pela morte. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #Sofrimento #Morte ‍#luto

Transcrição

alô amigos bem-vindo nesse momento especial de mais um encontro hoje o capítulo 12 do livro Plenitude sofrimento ante a morte nós que estamos então estudando a série psicológica de Joana De Angeles em especial nesse momento conosco a Cláudia sem e a marú re que vão colaborar paraa gente poder refletir sobre esse assunto tão interessante tão complexo ao mesmo tempo que é justamente o processo de lidar entre com o sofrimento da Morte seja do nossos entes queridos ou mesmo da nosso desafio desse processo que é viver e morrer então bem-vindas Cláudia marlu e já provocando vocês por que que é tão difícil né Essa questão da morte mesmo nós espíritas né que muitas vezes já temos essa consciência da realidade espiritual já temos conhecimento da imortalidade da alma e mesmo assim eh a gente vê na hora de enfrentar a morte ou de lidar com com com pessoas que estão enfrentando esse momento as coisas não são tão tranquilas assim né como é que vocês percebem como é que você entende a proposta da prefeitura a partir desse Capítulo eh eu acho esse tema bastante importante né gels e aceitando a tua provocação Realmente eu fiquei pensando sobre isso né Por que que a morte nos mobiliza tanto e eu acho que uma das questões assim que a trabalha muito bem aqui nesse capítulo é a questão de como nós encaramos a nossa vida né E aí eh Nós Diante da morte eu acho que o ego se dá conta dessa finitude né daquilo então Eh é um é uma situação limite seja a morte de um familiar seja uma doença que às vezes nos visita e nos faz vislumbrar a morte de uma forma mais próxima né então é esse ego que acha né que controla tudo que sabe tudo e daqui a pouco numa situação limite eh como se o tapete fosse puxado e começam os grandes questionamentos e é interessante que numa sincronicidade essa semana eu tava num texto do James hollis que é um analista americano e ele tava falando que o ser humano ele tem duas fantasias muito presentes assim que tem tudo a ver com esse tema da Joana né uma fantasia ele vai falar que é do outro mágico da

um analista americano e ele tava falando que o ser humano ele tem duas fantasias muito presentes assim que tem tudo a ver com esse tema da Joana né uma fantasia ele vai falar que é do outro mágico da gente pensar que existe alguém que vai resolver ver toda a nossa vida mas ele diz que uma outra fantasia que habita o nosso inconsciente é que nós somos Imortais né Essa imortalidade então ele diz que por mais que a gente saiba que a gente é mortal e a gente vê nas estatísticas e se depara com a morte ele vai dizer que essa fantasia Ela é muito forte né e isso faz com que então a gente realmente quando se depara com essa terminalidade com essa finitude eh começa todas essas perguntas né Por que comigo por que que eu tenho que passar por isso então acho que isso a Joana aprofunda muito aqui nesse Cap Olá amigos Bom est com vocês novamente eh quando Gelson fez a pergunta né Eh eu fiquei pensando no na dicotomia né permanência e impermanência que é um pouco que a marluc trouxe né nessa fantasia de mortalidade né Então essa impermanência da vida onde tudo cessa todo movimento uma hora acaba e ele precisa acabar para que Novo Movimento surja Porque a vida é feita assim de ciclos né e não é necessário que a gente desencarne na vida porque os ciclos acontecem mesmo a gente estando encarnado né são várias etapas que nós precisamos vencer né mas essa impermanência é que muitas vezes nos escapa né porque eh fico pensando no automatismo da vida né que mesmo para nós espíritas como Gelson nos trouxe né espíritos espíritas eh mesmo para nós a vida vai nos nos eh provocando para que a gente vá vivendo vivendo e muitas vezes a gente entra num automatismo né e não sorve os momentos não aproveita os momentos importantes né aqueles que nós estamos vivendo aquela a questão da presença né de estar com de aproveitar aquele momento Então eu penso que essa dicotomia se permanência em permanência também passa por aí por esse automatismo que a vida nos engole porque a gente precisa ir dando conta de muitas

aproveitar aquele momento Então eu penso que essa dicotomia se permanência em permanência também passa por aí por esse automatismo que a vida nos engole porque a gente precisa ir dando conta de muitas coisas né e e e aí assim a gente vai levando enquanto espíritos espíritas né mas a Joana nos traz aqui logo no primeiro parágrafo a palavra impermanente no sentido de Sofrimento daquela pessoa que não se dá conta de que tudo perece e que tudo acaba e deposita sua energia naquilo que não tem valor né como como nós vimos lá no capítulo do o sofrimento pela impermanência né Uma das coisas que Buda traz então Eh ela ela se envolve em coisas Coloca sua energia coloca seu fluído Vital Em coisas que não tem valor para o sentido do espírito e sim para o sentido da matéria e aí elas vão vivendo gastando consumindo essa energia né com bens materiais eh sofregamente em busca de acúmulo e de prazeres né de vivências sensoriais e vão esquecendo que tudo que a gente não pode levar dessa vida para outra não tem valor né porque na naquele caixão né onde o corpo finalmente se deposita ali não sabe mais nada né muitas vezes a pessoa nem vai calçada porque para quê né então assim vejam e aqui fica reduzido né a bagagem da pessoa é só tudo o que ela acumulou de bens não perecíveis é interessante que Em outro momento a benfeitora coloca quando a gente tá que um exercício interessante qu a gente vai num velório né acompanhar o processo né de de fúnebre de de algum conhecido da gente poder também se imaginar dentro do caixão né que um dia a gente vai est lá né E para poder dimensionar um pouquinho o que tá significando para nós justamente essa questão da existência e da transitoriedade do que é impermanente né tanto é que a própria filosofia né Eh propõe eh a ideia de que filosofar e aprender a morrer e vários filósofos se ocupam disso né nessa ideia de que realmente o trabalho constante da nossa vida é construir a morte porque a gente começou a nascer a gente começa a morrer simultaneamente né então

vários filósofos se ocupam disso né nessa ideia de que realmente o trabalho constante da nossa vida é construir a morte porque a gente começou a nascer a gente começa a morrer simultaneamente né então Eh de uma certa maneira toda a sabedoria e ponderação no mundo acaba se reduzindo do ponto de vista filosófico no ensinamento de que não tenhamos medo de morrer né Essa a ideia né Eu acho o próprio Sócrates no no fedo quando tá falando com cías ele fala que se a gente quiser conhecer qualquer conhecimento de maneira pura né Qualquer coisa da qual a filosofia pode se ocupar eh isso tem que ser feito com a alma liberta então de uma certa maneira todo o tempo da nossa prática é um exercício de Viver a Vida a partir dessa Perspectiva da morte ou seja de uma alma que vê a vida não do corpo mas da pela essência então a filosofia não deixa de ser uma prática da Morte né nos liberar da ilusão da matéria e atingir um grau de compreensão mais plena da realidade né então de uma certa forma eh a morte seria a verdadeira discípula da filosofia e que nos ensina exatamente a partir disso como morrer de maneira fácil e nós ocidentais temos muita dificuldade de lidar com isso né justamente isso que a Cláudia tá dizendo né a gente fica muito preso na ilusão do Ego né E isso que a gente tem várias mortes durante a vida CL cada etapa da vida é um tipo de morte né a morte do corpo infantil a morte de uma ilusão a morte de uma etapa de vida em favor de outra quer dizer a morte ela compreende constantemente a dinâmica e faz parte da nossa vida em vários níveis mas parece que essa dimensão mais literal do corpo né e do Ego se identificado com a matéria com a Persona faz a gente fique apegado de uma certa maneira a essa dimensão material que de um lado me parece que gera um desprezo pela vida gente não ser muito eh displicente com a realidade do que a vida propõe realmente e de outro lado a gente tem horror da Morte né como perda de autonomia ou perda D desse ego identificado com a matéria né nessa

ser muito eh displicente com a realidade do que a vida propõe realmente e de outro lado a gente tem horror da Morte né como perda de autonomia ou perda D desse ego identificado com a matéria né nessa ideia da impermanência né do corpo impermanente mas a gente tá muito M preso essa dimensão literal da vida e isso acaba gerando sofrimento né Eh eu tava pensando sobre isso sabe e sobre essa essa conexão do corpo né e o corpo ele faz parte também da da formação do Ego né como o corpo é importante quando em cada Encarnação a gente vai formando a nossa identidade então Eh e eu fiquei pensando porque esse apego excessivo né E e aí tu tá trazendo uma questão muito relevante éo aço gels que tem a ver com a nossa cultura também porque a gente e isso me encantou a Joana dizer que a gente precisa se preparar convenientemente pra morte né a gente precisa falar sobre isso só que nós vivemos numa cultura onde a gente cultua a juventude né a a a aquilo que tá aqui agora o prazer então essa esse pensar esse filosofar esse né Isso é um exercício que a gente tem que fazer e que não vem pela a cultura e fiquei pensando num Impacto que muitos de nós tiveram nessa pandemia a gente acabou de passar por um processo onde a gente teve que se defrontar com a morte assim eh escancarada todos os dias e e a gente percebe as crianças Muito pequenas também nesse período de pandemia tendo que lidar com isso e o quanto a gente realmente tá despreparado né para para enfrentar isso que faz parte da né da vida porque esse ciclo né morte renascimento n é uma é um contínuo né É verdade essa proximidade da Morte né nos noticiários né nas pessoas conhecidas que nos chegavam né até em familiares né que foram acometidos né do vírus e não conseguiram eh sobreviver a ele né e fizeram essa passagem nesse período essas notícias todas que nos chegaram eh eu fico pensando Marlus quando você traz muito próprio também de um tempo de reflexão não é eh a finalidade da vida para que viemos né O que é que precisamos dar conta o que é que eh O

nos chegaram eh eu fico pensando Marlus quando você traz muito próprio também de um tempo de reflexão não é eh a finalidade da vida para que viemos né O que é que precisamos dar conta o que é que eh O que é necessário valorizar E outras coisas que não são necessárias porque nesse tempo todo que nós vivemos né e agora com um pouco mais de tranquilidade né pelas vacinas mas antes era o inusitado o inesperado o surpreendente e isso foi eh eh algumas pessoas eh conseguiram lidar melhor com isso outras pessoas sucumbiram mais psicológica e emocionalmente né Eh com essas notícias tão próximas né com ess essa ameaça né de destruição do corpo né E então e a e a Joana traz muito bem isso né porque ela fala assim que as dores TM muito a ver com as disposições psicológicas de cada indivíduo né a maneira de encarar a vida a estrutura que dá a sua vida como leva né onde deposita a sua energia e aí ela diz que a pessoa que não faz esse exercício como o Gelson trouxe né E nós estamos trazendo de refletir sobre a morte né preparar-se para a morte para esse inusitado que pode chegar a qualquer momento né Eh Isso faz parte essa preparação nos forja um Ego mais forte né para que a gente possa dar conta de enfim esse inusitado que pode bater a nossa porta né e assim quando eh a palavra preparação é aquela que nos fala assim prepara tua malinha né A a frase que me vem prepara tua malinha o que é que você vai levar na tua malinha né Eh o que relações você vai cultivar para que você você possa sustentar-se também na outra dimensão com essas relações Então essa preparação da mala quando a gente prepara uma mala para viagem e a gente pensa assim bom lá tá frio lá não tá né a gente procura saber então o que é necessário para mim para que eu possa viver nessa outra dimensão né Que mala é essa que eu quero preparar e e isso tudo Cláudia acho que tem a ver com duas grandes questões que para para nós acaba sendo o desafio porque se por um lado a morte é um processo natural inevitável quer dizer a gente tem tem é

r e e isso tudo Cláudia acho que tem a ver com duas grandes questões que para para nós acaba sendo o desafio porque se por um lado a morte é um processo natural inevitável quer dizer a gente tem tem é uma coisa que a gente tem certeza né que um dia a gente vai desencarnar né Eh por outro lado né Eh me parece que a gente fica anestesiado nesse mundo da forma né do corpo né E muito eh onipotente em relação do que a do que a gente tem enquanto percurso de vida e a gente po a gente esquece que a vida é maior do que a gente e a vida não Pede licença né E e aí a gente fica num jogo entre eh um projeto nosso do Ego né e Joana ela coloca no certo momento aquelas pessoas que de maneira onipotente né e diz ah não me conformo Isso é uma desgraça nunca aceitarei né Eh seja da da moda de an quiria e e entro nesse processo de Sofrimento de de pelo orgulho desmedido e pela presunção pessoal di a benfeitora tu fica querendo jogar um jogo de braço com a vida né então a gente fica preso numa lógica do Ego e não na lógica da alma e e a gente esquece de compreender que a lógica da Alma ela é muito mais abrangente ela é muito mais rica e que muitas vezes a nossa consciência é igual que a gente não Abarca né e e poder reconhecer a nossa ignorância puxa eu não sei por de que a vida me tirou o meu filho ou me tirou o meu ente Amado nesse momento né mas existe uma lógica e se a pessoa viveu por inteiro e viveu aquilo que lhe cabe enquanto projeto reencarnatório a gente sabe o quanto é uma alegria o desencarne né no sentido de uma existência Como diz a Joana digna né enquanto ela é bem recebida do lado de lá como uma libertação na verdade né mas nós nesse condicionados nesse jogo de querer controlar tudo de determinar tudo pelo nosso ego a gente quer Eh que a vida corresponde aos nossos anseios particulares egoístas e nossa necessidade E aí começa Justamente esse conflito entre aquilo que a vida impõe dentro de uma lógica maior dentro da misericórdia e justiça divina e a nossa lógica pequenininha egoísta mal elaborada

sa necessidade E aí começa Justamente esse conflito entre aquilo que a vida impõe dentro de uma lógica maior dentro da misericórdia e justiça divina e a nossa lógica pequenininha egoísta mal elaborada teimosa que diz mas não podia ser assim eu quero mais tempo eu eu quero que seja dessa maneira e não é da maneira que o ego quer é da maneira do que é possível do que a alma precisa e isso a gente esquece de uma certa maneira el ela diz aqui né Gelson o sofrimento que decorre da morte é Portanto o resultado da Ótica pela qual se observam e se acompanha os mecanismos da vida eu fiquei pensando muito sobre isso aqui porque eu me lembrei de um filme dos anos 80 Highlander O Guerreiro Imortal que ele não morria não sei se vocês lembram desse filme é um filme antigo né então ele passava ele tive ele teve vários amores e ele acompanhava finitude dessas mulheres né ele ele acompanhava tudo e ele não e ele não morria porque ele era Imortal E aí o sofrimento dele não poder interromper e recomeçar de novo eu achei essa metáfora tão bonita porque quando a gente tá diante da morte a gente não não pensa sobre isso olha que dádiva como a Joana fala ali um espírito muitas vezes é retirado para ele não se comprometer mais para ele ter uma chance de recomeçar de um outro jeito e nós na nossa forma nessa ótica da qual a gente observa a gente acha aquilo uma perda um erro um castigo né E a gente não não consegue eh então entender que ali também tá misericórdia de Deus e dizer Olha só vamos vamos parar aqui e e Vamos recomeçar de outro jeito né Para que tu não te atrapalhos mais e e aquele momento de extrema dor muitas vezes quando a gente perde um ente querido ou se vê diante de uma doença né também esse convite amoroso dizer olha isso é importante olhar é importante pro teu processo é importante pro teu caminho e aí a Joana retoma aqui o que ela fala lá no capítulo um quando ela fala da aceitação do sofrimento lá no capítulo um ela vai falar dessa resignação dinâmica né que é uma aceitação com

ro teu caminho e aí a Joana retoma aqui o que ela fala lá no capítulo um quando ela fala da aceitação do sofrimento lá no capítulo um ela vai falar dessa resignação dinâmica né que é uma aceitação com atitude corajosa e a gente tem que ter muita coragem mesmo né gente para aceitar coisas que tão assim na nossa compreensão que é aquilo que a gente se depara Quem quem já passou por um momento extremo assim de perder alguém muito querido que teve que lidar durante muito tempo às vezes com a doença a gente começa realmente a rever valores começa a rever né Mas que que tem importância e que naquele momento a gente acaba relativizando puxa eu me preocupo com coisas que não tem importância nenhuma então diante da iminência da morte a gente tem essa chance de rever às vezes atitudes equivocadas da vida inteira É é muito não é incomum a gente ouvir isso nossa eu antes disso eu eu pensava assim e agora eu vievi tudo a gente percebe isso nos depoimentos de pessoas que têm experiências de quase morte que muitas voltam e relatam isso olha o que era importante não é mais né Então essa essa Ótica com que a gente olha a existência Às vezes a gente precisa talvez de sit ações extremas ainda como a proximidade da morte pra gente poder rever valores É verdade e essa ótica que você diz marlu ela nos faz eh Que bom quando a pessoa consegue passar por uma experiência dessa né E se transformar né porque nem todos né Às vezes as pessoas a gente vê casos de pessoas passando por um sofrimento né consigo próprio né com a sua saúde né um caso de adoecimento e depois não há uma transformação né então a importância de aproveitar qualquer minuto quer seja como testemunha né quando a gente vê eh algum familiar adoecendo né e e e se debilitando cada vez mais e a gente percebe a proximidade né Eh dessa finitude da vida então quer como testemunho unhas ou quer como a quando a pessoa passa por si com com o problema na sua própria vida mas eh a interessante que a benfeitora fala também num num parágrafo quando a gente

então quer como testemunho unhas ou quer como a quando a pessoa passa por si com com o problema na sua própria vida mas eh a interessante que a benfeitora fala também num num parágrafo quando a gente vai transferindo reflexões no tempo e eu fiquei eh pensando o que que ela quer dizer com isso né na verdade ela tá querendo dizer é que os jovens ela até cita os jovens transferem para velice o exame da Morte né né os sadios adiam para o período das enfermidades né a essa mesma reflexão acreditando-se que são que são que não são vulneráveis ao desgaste né E aí eu fiquei pensando numa frase que eu li num livro já tem muito tempo que dizia assim quando eu pontinhos pontinhos aí então né então a gente pode preencher com tantas coisas que passam pela vida quando eu aposentar aí então eu vou viver a vida quando eu me casar quando eu acabar a faculdade quando eu e aí a gente vai postergando Aquele momento que precisa ser de hoje agora né E por que que eu tô trazendo isso porque nessa situação de testemunhar né a finitude de outro a gente vai avaliando que não é lá e então é aqui e agora que a gente tem que ver verificar os seus eh os seus conceitos né modificar e é aproveitar o hoje né aproveitar o momento presente Porque a vida vai sorvendo né e a benfeitora nos traz Assim eh a reflexão de que a morte tem sido responsabilizada por ocorrências que não lhe dizem respeito porque na verdade a morte é inexorável né e o sofrimento é o que se credita a morte Tadinha não tem nada a ver com ela o que se se acredita é justamente essa falta de ótica de olhar paraa finitude né E aí ela vai até trazendo aquilo que a gente já viu no evangelho né de comentários de pessoas ah a pessoa era tão boa e desencarnou né e faleceu poderia ter sido um outro né a gente vê isso no capítulo 5 do evangelho e lá no Evangelho é muito bem explicado né as pessoas eh que são boas e que vivem como como Gelson falou com dignidade e e e sorvem até o último eh gole da vida elas não precisam mais ficar presas aqui e a

no Evangelho é muito bem explicado né as pessoas eh que são boas e que vivem como como Gelson falou com dignidade e e e sorvem até o último eh gole da vida elas não precisam mais ficar presas aqui e a gente precisa aprender a libertar porque nós Assim como nós nós né Assim como como como há o pensamento de que a a dessas pessoas ah eu não vou morrer porque ainda tá muito cedo eu não aceito a rebeldia né a gente precisa também aprender que o amor liberta né e o amor deixa ir e essas pessoas precisam ir porque já viveram com dignidade né E também a gente lembra do Evangelho quando diz que aquela pessoa que tá indo num caminho meio torto também é retirada Então como pai é benevolente E justo porque ele liberta do cativeiro que é o corpo físico tanto aquela pessoa digna que sorveu a sua vida até o último gole né enfrentou os obstáculos né vivenciou tudo que precisava quanto aquele que tá sendo desviado né E aí o pai o salva dele próprio porque senão ele vai cada vez mais se comprometendo com a vida né É É bem interessante tudo estão trazendo e são questões bem Profundas né são questões muitas vezes óbvias mas que a gente não para para pensar e tem uma profundidade grande da qual a Joana vai nos trazendo aqui no capítulo né e eu fiquei pensando em tudo que estão falando e e justamente nessa ideia né de que a gente culpa a morte né a gente culpa a morte como pela essa ma interpretação como a a Cláudia falou doos objetivos da vida né então eh a gente vê o quanto a questão da morte na verdade é uma questão de confronto conosco mesmo né porque quando a vida é que nem aquela criança né que quando as coisas estão boas para elas ela tá sorridente tá feliz vai a mãe tira o pirolito dela ou manda tomar banho ou tira o prazer da da televisão ela começa a ficar indignada rançosa irritada então a gente é que nem essa criança né quando a vida tá tá servindo o nosso Capricho a gente tá feliz né Mas quando a vida ela não corresponde aos nossos anseios infantis aos nossos Apegos e desejos a

ntão a gente é que nem essa criança né quando a vida tá tá servindo o nosso Capricho a gente tá feliz né Mas quando a vida ela não corresponde aos nossos anseios infantis aos nossos Apegos e desejos a gente vira bicho né daí culpa a vida né mas problema não é a vida ou a morte enquanto corte daquele percurso né que a gente imaginava ingenuamente seria eterno e como a marluc falou a gente vai deixando o tempo né Eu sou sou jovem ainda não vou pensar nisso depois eu vou empurrando com a barriga ou eh acho que nunca vou você e assim vai então a gente vai negando esse lado da realidade né nesse apego transitório da forma e não respeitando o objetivo da vida e aí quando a vida nos dá esse beliscão amargo né de um corte de alguém que a gente tá ali vinculado ou da vida que nos diz ó chegou a tua hora a gente se assusta se assusta se perturba né e a gente fica perdido porque na verdade é o confronto entre uma ilusão que a gente foi alimentando e o exercício da vida naquilo que a nossa alma necessitava que muitas gente abriu mão em nome do nossos Caprichos egóicos e necessidades infantis então de uma certa maneira eu acho que o que assusta e que gera o sofrimento da morte tem dois pontos aí importante um que a morte é o momento do máximo encontro se por um lado é uma despedida da vida orgânica né mas é o momento Aonde tu se depara com a tua consciência contigo mesmo então é o momento do vamos ver vamos encarar o que o que tu o que sobrou dessa experiência aí que é a tua Encarnação sobrou alguma coisa né tu cresceu Tu aprendeu tu realizou algo ou não então me parece que a morte é é aquele bafinho que tá dizendo olha Eh da tua consciência Olha tá na hora de tu olhar para ti mesmo né não vai tu tá retardando mas vai chegar um momento que a vida vai te impor que tu vai ter que chegar a se deparar com você mesmo não vai poder fugir de ti mesmo né vai te quar difente e de outro lado é o apego né esse apego aí né que é o apego aos vínculos a apego ao corpo que ela fala também o quanto a gente acaba eh tendo

smo não vai poder fugir de ti mesmo né vai te quar difente e de outro lado é o apego né esse apego aí né que é o apego aos vínculos a apego ao corpo que ela fala também o quanto a gente acaba eh tendo medo também de envelhecer né ela fala do envelhecimento também nesse capítulo né nega o envelhecimento fica escamoteando a realidade né e assim a gente vai responsabilizando a morte por coisas que não estão ligadas a ela como vocês colocaram né mas sim pela nossa inconsciência pelo nosso Capricho pelo nosso apego pela nossa nessa tentativa de querer controlar a realidade a partir das nossas ilusões e assim por diante né então acho que são grandes desafios né do apego de um lado e do confronto com aquele lado de lá que é desconhecido não porque a realidade espiritual é desconhecida é desconhecido o o que o que a gente guarda dentro da gente será que a gente tão bom como a gente imagina Será que a gente fez tudo que podia realizar Será que a gente aproveitou o máximo os momentos que a vida nos colocou Então acho que a morte é um aceno para esse momento aí de confronto conosco mesmo e aí dentro disso achei muito interessante ela colocar Que que foi a tua a tua pergunta Inicial né mesmo a religião né Dependendo da forma como a gente se vincula ela diz né as pessoas ligam-se a correntes religiosas sem vinculação emocional nem aprofundamento racional do seu conteúdo e em face desse comportamento a morte se lhes apresenta como a grande destruidora de planos de anseios e realizações aí eu fiquei pensando essa criança aí que tu trouxe né que quando tá tudo bem a gente tá bem mas aí quando nos tira o pirulito e eu acho que tem essa questão Às vezes a gente tende também pode tender a se relacionar com a religião assim de uma forma muito infantil né Eh projetando tudo então se eu fizer tudo certinho que me manda as regras lá eu não vou passar por confrontos eu não vou sofrer ou isso não vai acontecer comigo e aqui ela tá falando dessa vinculação emocional né como é importante a religião também não

ue me manda as regras lá eu não vou passar por confrontos eu não vou sofrer ou isso não vai acontecer comigo e aqui ela tá falando dessa vinculação emocional né como é importante a religião também não ser usada como uma uma defesa para mim não entrar em contato com os meus medos né como é importante a gente olhar para os nossos medos né E aí eu me lembrei de uma outra fase do holis que eu li essa semana que ele diz que ninguém de nós que passou por uma transformação profunda se apresentou como voluntário então a gente não vai voluntariamente paraas coisas que são importantes né a gente é arrastado para isso E aí que eu acho a grandeza desse Capítulo da Joana de dizer vamos falar sobre isso vamos refletir sobre isso né vamos falar do nosso temor da Morte senão a gente acha que porque a gente lê livros ali que conta que no mundo espiritual como é que eu desencarne que isso tudo tá resolvido porque eu entendi intelectualmente né que eu sei que quando a gente desencarna se o espírito tem merecimento e você receb pelos pelos meus pelos meus familiares Mas eu eu fico muito me relacionando com a morte num plano muito intelectual e não no plano emocional eu não sei como é que vocês entenderam essa colocação da Joana quando ela fala dessa questão aqui que eu achei muito importante eu acho que a palavra de ordem é confiar né é confiar e entregar-se né E e esse é o exercício né me parece o exercício mais aprofundado Porque como você disse né intelectualmente né a gente lê estuda mas é entregar-se confiar nesse momento né confiar isso que é o o o o limar me parece né E aí Ela traz assim quem considerou e se preparou para o acontecimento logo se adapta após o choque Inicial que é compreensível o choque Inicial E aí ela tá dizendo dos dois lados ela tá falando tanto de quem fica né que foi se preparando paraa despedida daquele ente querido né como para quem desencarna né então a importância da consciência dessa desse espírito quando desencarna o choque inicial a gente sabe a gente lê né em alguns autores né que

dida daquele ente querido né como para quem desencarna né então a importância da consciência dessa desse espírito quando desencarna o choque inicial a gente sabe a gente lê né em alguns autores né que nos trazem que de início H um a um momento de perturbação mas que é passageiro né porque ele já vislumbra os familiares ele é recolhido E aí esse choque Inicial logo eh se desfaz né Eh eh logo assim num tempo eh eh administrável pela espiritualidade Diferentemente daquele que não se prepara né E aí não se prepara o que fica né e tanto aquele que vai que vai ficar em revolta vai ficar vivenciando o desespero e etc então a importância dessa preparação que a Joana nos fala né preparar para morrer e confiar né confiar que tá preparando essa malinha né com com esmero né que nós não somos perfeitos nós somos falíveis né as experiências vão fazendo com que a gente vá cada vez mais integrando né esse aprendizado mas eh é isso né É sempre tá preparado n né e lembro novamente aquela parábola do do do homem que estava preocupado em construir mais celeiros né e e o o o espírito Deão sabe ele né que esta noite seu espírito será levado então em que hora né Em que momento que nós partiremos não sabemos né Isso me lembra aquela colocação do Jung né que ele diz que enquanto ocidental ele quer controlar o sofrimento né e evitar o sofrimento pelo controle combatendo o sofrimento o oriental que é negar o sofrimento de uma certa maneira né E que o sofrimento só vai ser trabalhado através daquele que nos ensinou e cita o cristma o Cristo crucificado né que foi que falaram antes a aceitação do sofrimento que de essa confiança né clud para mim envolve também esse aceitação do sofrimento que juna coloca como um passo fundamental paraa liberação dele né porque a rebeldia A negação a ti de controle tudo isso só provoca mais sofrimento ainda decepção dor Então essa confiança que tu fala eh para mim passa por isso que se comentaram ont antes da aceitação do sofrimento e claro né que esse processo todo como a Mar falou não

sofrimento ainda decepção dor Então essa confiança que tu fala eh para mim passa por isso que se comentaram ont antes da aceitação do sofrimento e claro né que esse processo todo como a Mar falou não é só de cabeça é um processo emocional e é natural que que frente a a a morte né de de entes queridos situações de morte diversa a gente vai ter Sentimentos contraditórios A J coloca isso né que é a morte sempre produz sentimentos contraditórios né que naquelas pessoas que partem naquelas que ficam como tu falou né Cláudia eu acho que é esse grande exercício do ajuste né eu lembro eu lembrei dos algumas tribos norte-americana eles interpretam a picada de inseto como um espírito rector né como se fosse assim uma forma de correção a consciência tá lá desligada da vida tá displicente ou tá focada no lugar errado e vem uma Abelha e Vem uma cobra e morde vem um inseto e fica zunindo eles entendem isso como uma uma uma um aviso de Deus uma chamada de atenção olha Eh tu não tá vendo as coisas direito ou tu tá olhando pro lado errado então é uma forma de Despertar né el vê o inseto como uma mensagem divina para despertar a consciência que tá ou anestesiada ou equivocada ou ou ou ou ou negligente de uma certa maneira e para mim de uma certa maneira a a morte é um uma a grande picada da vida né é um grande beliscão da vida porque ela Justamente desacomoda não tem como não desacomodar as coisas estão encaixadinha né de repente elá eh né Eh tô lá com a minha mãe eu tô lá com a minha avozinha tô lá com o meu filho e de repente a vida vai petir aquela peça que para mim era essencial né enquanto organização emocional afetiva rotina e a vida não é mais o mesmo aquela pessoa não tá mais ali as coisas que fazer com ela não não não tão mais pres ente então é natural esses sentimentos contraditórios mas aí que tá esse movimento da vida né nesse beliscão que a vida dá de de saber aceitar e ter a capacidade né de dialogar com a vida para aquilo que a vida nos oferece de prazeroso ou desprazeroso daquilo que a

tá esse movimento da vida né nesse beliscão que a vida dá de de saber aceitar e ter a capacidade né de dialogar com a vida para aquilo que a vida nos oferece de prazeroso ou desprazeroso daquilo que a gente acha bom ou ruim e poder entender o sentido maior que tá por aqui tá daqu aquilo e reacomodar né a gente sabe que quanto mais complicados são as relações mais difícil é o luto né a gente vê isso quando há conflito de de resolução quando há histórias de coisas de relações que ficaram não trabalhadas quando não houve perdão quando não houve tempo para poder elaborar questões ali eh a a a a dor do maior porque não é só a ausência da pessoa é de uma certa maneira a dor de um processo que tu deixou escapar e que nesse momento tu não tem mais aquela pessoa para poder redimir para poder elaborar para poder pedir perdão e assim por diante né E então a gente vê isso do ponto de vista psicológico Quanto mais a relação é saudável foi bem vivida por mais dor que que que que é a pessoa que partiu mais fácil é o luto porque as coisas de uma certa maneira já tão mais elaborados eu vivi o que tinha que viver eu consegui falar as coisas que eu gostaria de de de ter falado E aí fica mais fácil de eu aceitar e elaborar o muto como me lembrei da frase né G como é importante a gente se reconciliar com o inimigo mas não só o inimigo que tá lá fora o que tá dentro de nós né Essa as mágoas que a gente tem ressentimentos como é importante é da então não deixar nesse quando aí que a Cláudia tava falando né ah quando tiver oportunidade quando então essa essa questão realmente do como é importante a gente trabalhar as nossas questões íntimas né Quantas coisas que ficam como Apegos né coisas mal resolvidas no nosso mundo interno com os outros os nossos familiares e que enquanto a gente tá aqui a gente tem chance de rever isso de olhar para isso que depois a Joana vai dizer assim né que é natural a gente ter saudade uma certa melancolia preocupação com o estado com a pessoa que partiu isso é

a gente tem chance de rever isso de olhar para isso que depois a Joana vai dizer assim né que é natural a gente ter saudade uma certa melancolia preocupação com o estado com a pessoa que partiu isso é uma coisa mas outra coisa é isso né J tá colocando quando a gente fica preso né Por que que eu não fiz por que que eu não diz porque que eu não trabalhei isso antes porque que eu não pedir perdão então isso não tem só a ver assim com o outro tem a ver com eu me defrontar com as minhas dificuldades internas mesmo né que eu acho que é essa interioridade aí que a Joana traz ao longo de toda a série psicológica é o luto patológico né e aceitar quem gente perdeu oportunidade porque a gente perde oportunidade é vai ser impossível a gente aproveitar a gente per em todos os setores da vida né é um leite que derramou E eu perdi aquele leite quebrou Fazer o quê né é uma oportunidade de de ter aproveitado mais um momento que eu não aproveito ou de uma leitura que eu faço de maneira ou a casa Espírita que eu vou e em vez de estar lá meditando em prce eu acabo perdendo tempo porque eu não me vinculei espiritualmente então a gente pede tempo e pede oportunidade a todo momento e a gente vai ter que aceitar também que puxa eu perdi a oportunidade com aquela pessoa agora não tá mais aí e aceitar também que que pena né mas suportar a a minha a minha pequenez e e a falta de perícia minha de lidar com a vida é uma pena mas tudo bem Vivi aprendi coisas podia ter sido melhor podia mas infelizmente infelizmente ainda eu sou essa coisinha aí que que não sabe aproveitar a vida como poderia né E fica o aprendizado do goç amargo mesmo daquela falta ou daquele lugar que podia ter sido diferente e não foi né e não foi por causa do quê por causa da vida ou porque a a vida nos tirou não foi por incapacidade minha de poder aceitar isso de uma certa maneira é E aí a gente tá falando de auto perdão né perdoar-se né porque não conseguiu viver não conseguiu ver não conseguiu estar da maneira que nesse

acidade minha de poder aceitar isso de uma certa maneira é E aí a gente tá falando de auto perdão né perdoar-se né porque não conseguiu viver não conseguiu ver não conseguiu estar da maneira que nesse momento posterior consegue se ver de forma diferente porque como vocês estão falando esse esse Limiar né esse eh defrontar-se com esse evento morte né faz com que a gente morra naquele estágio anterior de cegueira né de não consciência de algumas coisas né E que a gente renasça num outro estado né de uma consciência mais amplificada nesse Auto perdão porque assim eh eh eh não se cobra de uma criança que tenha um comportamento de um adulto e a gente também precisa se perdoar porque não podemos nos cobrar de algo que a gente não conseguia ver nem estar né E nem comungar Então esse aut perdão eu penso que é importantíssimo para que a gente possa acolher como você disse Gelson essa nossa pequenez né esse nosso estado anterior né para que a gente possa acolher isso e partir para uma nova fase porque senão a gente fica olhando estando nesse luto patológico estando nesse tempo anterior sem poder estar naquela fantasia de reconstrução daquele tempo né vivenciando Eh eh episódios mentais né Se eu tivesse feito aquilo se eu tivesse se eu não tivesse né E isso acaba virando uma auto-obsessão e a gente vai adoecendo por aquele pensamento repetitivo conosco mesmos né então é importante a importância de acolher um estado infantilizado e maturo diantes e Que bom que a gente possa então virar essa página reconciliar-se conosco né Eh para que a gente possa seguir a nossa vida adiante e aí eu fico pensando que assim o evento morte como nós vemos falando ele nos coloca muito eh eh eh num lugar de de nós não aqui é o momento transitório aqui é um estado transitório porque nós viemos aqui para viver um capítulo né da nossa história da nossa vida e a gente volta para essa vida espiritual que é a verdadeira então essa visão esse foco né distorcido que as pessoas têm de que aqui é a vida verdadeira né e não é e e é bom que a

stória da nossa vida e a gente volta para essa vida espiritual que é a verdadeira então essa visão esse foco né distorcido que as pessoas têm de que aqui é a vida verdadeira né e não é e e é bom que a gente lembre Nós também nos Lembramos de lembremos disso a todo instante porque isso faz parte também dessa preparação paraa morte né para o estado de finitude do corpo físico é gente entra de novo na questão do apego né Cláudia que foi colocado no início né esse apego a forma transitória esse apego aos padrões estabelecido esse apego a nossos Caprichos emocionais e a gente vê que qualquer experiência de luto patológico seja da Saudade patológica ou mesmo da própria raiva ou mágoa tudo isso tem a origem no apego são formas diferentes de apego né Mesmo que a Raiva seja contra nós mesmo né mas isso é apego Porque essa raiva demonstra que eu tô apegado a um modo né que não Que Não surtiu efeito eu tô com raiva porque a vida não correspondeu àquele modelo da qual eu tava pegado a raiva de as coisas não saíram Como eu queria ou a mágoa do que as coisas não foram como eu esperava ou daquela pessoa que agiu de tal tal jeito então de uma certa maneira todas essas essas experiências emocionais né de mágoa raiva entre outras não deixa de ser formas diferentes de apelo aí eu me lembrei daquela fala né que tá no evangelho né não acumuleis tesouro sobre a terra onde tem traça e ferrugem né isso tudo passa né Onde tá o teu tesouro aí tá o teu coração E aí eu fiquei pensando nisso né onde é que a gente tem colocado o nosso coração pensando nessa malinha aí nessa imagem da Mala que a gente se prepara né Gostei muito dessa imagem que que eu colocaria né hoje o que que tá no meu coração ação e e como isso se debate né como como é como eu me vejo diante da Morte né eu eu sabe eu achei eu achei muito muito muito profundo esse capítulo da Joana porque é realmente um convite pra gente pensar sobre essa profundidade da existência né essa esse essa vida que continua né E que ela vai propiciando experiências

muito profundo esse capítulo da Joana porque é realmente um convite pra gente pensar sobre essa profundidade da existência né essa esse essa vida que continua né E que ela vai propiciando experiências novas e pensando que nós já encarnamos centenas milhares de vezes e é uma experiência tão profunda que a gente tá se debatendo sobre isso ainda e ainda gera tudo isso né então é realmente uma experiência muito intensa né não me ocorre outro adjetivo Mas pensei que a gente já viveu isso tantas vezes né gente e algumas tradições antigas né eh mas eh eh do ciclo Esotérico do ciclo hermético eles vinham realmente a a Encarnação como a morte né Eh vim pra terra é morrer porque a consciência fica anestesiada tu se confunde com a matéria tu esquece da verdadeira realidade então eles inverti esse entendimento que nós temos como se a a vida aqui na terra fosse alum tipo de morte e desencarnar fosse se livrar ar desse peso e se reencontrar a vida né E nós ocidentais prisioneiros dessa Ótica mais materialista mais apegada vemos a morte como eh um roubo né a morte como né Essa essa notícia desagradável como se a verdadeira vida fosse essa aqui né E essa que não é a verdadeira vida essa aqui é uma fatia de uma fantasia que a gente vive né uma fantasia necessária para se experimentar mas que eh é extremamente limitada né e limitante né E que a gente esquece né dessa dimensão do self né que é muito maior e e de que isso é apenas um ensaio paraa gente poder a voltar paraa nossa condição mais plena e assimilar novos conhecimentos e conquistas em favor da realização espiritual eu lembro do própio Jung que quando sofreu um infarto ele quebrou o pé eh e logo depois sofreu um infarto ele já tava já era um senhor já mais idoso e ele falou que que ele teve uma experiência de quase de de quase morte ele viu o corpo dele saindo do do o espírito saiu do corpo e foi indo indo indo até que ele viu toda a terra lá lá lá de cima né E que no primeiro momento foi confortável mas como a Cláudio falou

orte ele viu o corpo dele saindo do do o espírito saiu do corpo e foi indo indo indo até que ele viu toda a terra lá lá lá de cima né E que no primeiro momento foi confortável mas como a Cláudio falou né depois ele se adaptou a essa condição e quando ele aceitou aquela realidade tudo começou a sentir leve ção de plenitude de harmonia que voltar pro corpo depois foi extremamente sofrido para ele ele ficou uma semana irritado de mal com a vida porque tinha voltado aquele corpo denso limitado onde a consciência dela dele tava restrita onde aquelas Sensações todas que Ele viveu foram agora limitadas pela pelo condicionamento da realidade material né Então na verdade desencarnar pelo menos para muita gente é uma alegria né Não sei se para nós vai ser porque muitas vezes né O que a gente vai ver lá também é muito de de uma realidade assustadora pela nossa padrão vibratório né pela nossa sombra não trabalhada Mas isso é uma escolha de cada um de nós né Então essa questão do gosto ou do desgosto né o gosto pela vida o desgosto pela vida o gosto também em relação ao plano espiritual o desgosto da surpresa quando desencarna isso tudo não não então não importa como Joana coloca se é a vida ou se é a morte se é isso se é aquilo depende justamente da nossa atitude e a vida precisa nos colocar nos atirar em situações contraditórias desafiantes justamente para provocar essa reflexão para desacomodar para despertar a criatividade para exigir da gente uma resposta e assim movimentar Nossa energia espiritual em favor da nossa evolução senão a gente não evolui né a gente fica lá acomodado Prisioneiro do nosso Capricho e a vida vai passando e nada acontece eu me lembrei quando o Gelson tava falando da fantasia né do mito da caverna né então Vivemos um mito da caverna onde achamos que esta é a vida verdadeira né E lá fora né da caverna é há uma outra vida né então são eh são coisas interessantes que nos nos acorrem né Eh o pensamento e e só para complementar a questão da Do Luto nesse

a é a vida verdadeira né E lá fora né da caverna é há uma outra vida né então são eh são coisas interessantes que nos nos acorrem né Eh o pensamento e e só para complementar a questão da Do Luto nesse ário né da do do sentimento de saudade que ela fala da tristeza melancolia né Eh que que até Vocês trouxeram a pouco ela nos diz assim das necessárias provações do amor né E aí nós vimos lá no início quando a Joana fala a presença do sofrimento resulta do distanciamento do Amor porque é justamente isso né essa provação para um amor verdadeiro aquele amor que liberta e aquele amor que passa a a entender que a presença física não impede a ausência da presença física não impede de amar né E vamos nos exercitando como o Gelson falou né esses chacalosa vida vai dando pra gente vai nos desacomodado e vai fazendo com que a gente exercite o desprendimento então vivenciar a partida né o o desencarne de uma pessoa querida também provoca com que a gente vá se desapegando da vida né porque por amor aquela pessoa a gente passa a experimentar esse amor Sublime esse amor sublimado com a ausência da da presença física e vamos também exercitando o nosso desapego né E aí essas Eh esses eventos transformadores com que fazem com que a gente Olhe paraa vida de um outro viés não se incomode com tanta coisa né E às vezes acontece da própria pessoa ir se desprendendo de objetos né porque viu que aquele se foi e o mais importante era ele e não as coisas né então vai havendo também uma transformação Nossa de desapego né Eh mesmo que a gente gente estivesse já acostumado a desapegar mas aí Desapega mais né E vai vai aprendendo a experimentar a vida de outra de outra forma eh só completar rapidinho assim eh eu acho que trouxe um ponto bem importante Cláudia que é a questão da amorosidade né penso nas pessoas também que tão em sofrimento porque tão eh enfrentando essa prova da doença né se vem diante desse desse desse desse desafio né E então acho que tem que ter realmente muita confiança muita amorosidade

também que tão em sofrimento porque tão eh enfrentando essa prova da doença né se vem diante desse desse desse desse desafio né E então acho que tem que ter realmente muita confiança muita amorosidade entendendo que tudo né converge pela misericórdia de Deus né que tudo é feito pelo amor né não existe punição não existe castigo né Existe uma forma que às vezes a gente não entende extremamente amorosa né de nos de nos encaminhar do melhor jeito né então como é importante nesse momento e e acho nesse sentido do Espiritismo eh é uma doutrina fantástica né porque ele realmente pode consolar pode eh pode auxiliar muito nesses momentos assim né como a fées nesse sentido ela ela ela ela é um grande auxílio né e através da oração a gente saber que tem todos os nossos amigos espirituais né tudo que estão ali também trabalhando conosco que estão nos apoiando e que em nenhum momento por mais difícil e duro que seja a gente está só a gente não está só né porque a nossa Encarnação ela é feita de uma forma cuidadosa amorosa né e por mais que a gente Ache que tenha se equivocado nunca nunca vai faltar o apoio né e o amor dos benfeitores nosso hos da guard acho que isso é importante a gente também esse essa questão da amorosidade bem importante é interessante falando tudo ISS isso me lembrei do último parágrafo aqui da da do capítulo né Onde Ela diz que a gente deve vir deve se viver preparando-se para morrer Mediante da na morte a fim de não sofrer a injunção aflitiva evitando desespero e todo seu secto de Agentes perturbadores Então se então a Joana concorda né com Sócrates que de uma certa filosofar é aprender a morrer né de uma certa maneira toda a nossa vida né acaba sendo realmente um const uma constante eh construção de uma boa morte isso tudo que só da amorosidade né desse processo todo para mim me fala de um despojar né porque ficar com o amor é ficar com o que é essencial né e na medida que a gente vai envelhecendo a gente vai quebrando tantas ilusões da vida né pelo menos se espera isso e

me fala de um despojar né porque ficar com o amor é ficar com o que é essencial né e na medida que a gente vai envelhecendo a gente vai quebrando tantas ilusões da vida né pelo menos se espera isso e tanta coisa que era importante vai sendo deixado de lado e a gente vai começando a a ficar realmente focado no que é essencial na vida então me parece que gente A vida nos apresenta a gente reencarna com um monte de coisa né e o bom que a gente vai poder se despojar né de tudo isso e ficando com o que é essencial O que é verdadeiro O que é substancial e o morrer justamente isso né largar todas as fantasias largar todos os elementos e trazer o que é essencial que é justamente os valores espirituais que eu adquiri nessa Encarnação sair daqui feliz com nosso tesourinho né com um tesouro interno que é essa Essência maravilhosa que nós mesmos com nossa matériaprima de trabalhando a nossa alma e aperfeiçoando e conquistando né uma condição mais elevada né então isso é o essencial e por isso que a gente tem que meditar como Joana coloca aqui em relação né a à morte né meditando na morte meditando de que em algum momento em qualquer momento ela pode chegar né de maneira surpreendente rápida ou devagarinho nos pegando na mão nos conduzindo Dev né aos pouquinhos mas um momento Essa Boa Senhora nos chega e a gente tem nossa noite de núpcia com ela onde a gente tinha levado então pra nossa realidade espiritual né gente então é a palavra que você usou despojar-se né foi criando uma imagem né chegamos brutos e vamos despojando tirando vestes vestes vestes né e ao final Tomara que a gente esteja muito mais leve né liberado dessas vestes pesadas né para que a gente possa deixar aquele corpo que nos serviu e levantarmos né e deixarmos ele e seguirmos mais leves um objetivo né é uma é uma meta é é uma meta importante fundamental essal é o essencial né na malinha só o essencial né Cláudia nada de levar a Mud darel de coisa que não precisa só vai atrapalhar do lado de lá né não vai caber não vai caber não

importante fundamental essal é o essencial né na malinha só o essencial né Cláudia nada de levar a Mud darel de coisa que não precisa só vai atrapalhar do lado de lá né não vai caber não vai caber não é a gente quer a vai fica juntando um monte de coisinha né E quando a mala vem a mala é pequenininha mesmo né não tem muita coisa para que cabe nela né É só cabe o que é essencial E aí eu me lemb Oi pode falar CL não eh você tava falando eu pensei assim e E se a gente tiver algumas coisas ok mas que a gente possa deixá-las né que a gente possa dedicar aquilo que a gente acumulou com carinho né com gosto né porque eh pertencia a algo sagrado para nós mas que a gente possa deixá-la né deixá-las aqui né e e que os que ficarem possam conduzir ali né os objetos é e eu queria encerrar nosso encontro com uma poesia do nosso querido saudoso aqui Poeta Mário Quintana poeta Gaúcho né que diz o seguinte minha morte nasceu quando eu nasci despertou balbuciou cresceu comigo e dançamos de roda ao Luar amigo na pequen pequenina rua em que vivi já não tem mais aquele jeito antigo de rir e que a de mim também perdi mas ainda agora a estou sentindo aqui grave boa a escutar o que lhe digo tu és a minha doce Prometida Nem sei quando serão nossas bodas se hoje mesmo ou no fim de longa vida e as horas lá se vão loucas ou tristes mas é tão bom em meias horas todas pensar em ti saber que tu existes então que a gente possa realmente né ter essa postura tão positiva do poetinha né que tem tem essa relação tranquila e feliz né saber que a morte existe como essa companheira e Amiga de Todas as Horas da nossa existência né então fica essa mensagem aqui da benfeitora para nós meditarmos né e seguir em frente aí na nossa caminhada tá bom gente Obrigado Cláudia Obrigado Marluce Então no próximo encontro nós estaremos trabalhando então o capítulo 13 né que é o capítulo que fala sobre o sofrimento no além tumul fica conosco e até o próximo encontro então abraço a todos

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